Missão
A Divisão Financeira é o Serviço ao qual compete assegurar as tarefas contabilísticas inerentes à movimentação de fundos realizada no âmbito do Orçamento do Estado e decorrente da actividade do ISA, garantindo a cobrança das receitas e o pagamento das despesas, o que se traduz em:
Coordenadora: Orlanda Timas
| Nome | Telefone/Ext. | |
| Cristina Matos | 21 365 31 24 / 31 26 | cmugeiro@isa.utl.pt |
| Débora Carvalho | 21 365 33 88 | dcarvalho@isa.utl.pt |
| Iolanda Brito | 21 365 31 13 | ibrito@isa.utl.pt |
| Isabel Nogueira Lobo | 21 365 31 13 | ilobo@isa.utl.pt |
| Mª Alcina Rodrigues | 21 365 32 98 | arodrigues@isa.utl.pt |
| Natércia Bernardino | 21 365 31 24 / 31 26 | nbernardino@isa.utl.pt |
| Orlanda Timas | 21 365 31 14 | otimas@isa.utl.pt |
| Vanda Pereira | 21 365 31 24 / 31 26 | vpereira@isa.utl.pt |
| Tesouraria José Manuel Monteiro |
21 365 31 09 | jmonteiro@isa.utl.pt |
Segunda, Terça e Quinta-Feira: 9h-12h
Horário de Atendimento por telefone aos fornecedores
Quinta-feira: 14h-16h (tel: 213 653 126, Sra. Natércia Bernardino)
CIRCULARES
NOTAS INTERNAS
| Nome | Função | Telefone/Ext. | |
| Chefe de Divisão | 21 365 31 07 | nrh@isa.utl.pt | |
| Ana Brito Tapada | Processamento de Abonos e Descontos, Bolsas, Assiduidade, Férias e Licenças, Avaliação do Desempenho, Mobilidade, Desenvolvimento de Carreiras, Processos Individuais. | 21 365 31 10 | anabrito@isa.utl.pt |
| Ana Pires | 21 365 32 97 | ampires@isa.utl.pt | |
| Ester Sarmento | 21 365 35 71 | esarmento@isa.utl.pt | |
| Joaquim Ferreira | 21 365 31 11 | jferreira@isa.utl.pt | |
| Rute Rafael | 21 365 31 29 | rutebarata@isa.utl.pt |
Em construção.
Terças-feiras: 10h.-12h30
Quintas-feiras: 14h.-16h30
Com vista à melhoria dos procedimentos internos, e tratamento da respectiva documentação os Boletins itinerários de deslocações de pessoal docente e não docente deverão ser entregues na DRH devidamente preenchidos e acompanhados da correspondente proposta de pagamento, conforme modelo A disponibilizado pela DF, também correctamente preenchida e assinada pelo responsável do Centro de Custos. Para o efeito disponibiliza-se documentos de apoio.
Para consultar o Despacho do CG relativo a este assunto, clique aqui
Para ler o despacho do CD sobre este assunto, clique aqui.
Para consultar o documento, clique aqui.
Para consultar o documento relativo a este assunto, clique aqui
Para consultar a portaria, clique aqui
Para consultar o documento, em vigor a partir de 1 de Junho, clique aqui
Para consultar o respectivo Despacho de clarificação, clique aqui
| Nome | Núcleo | Telefone/Ext. | |
| Professora Luisa Louro | Vice-Presidente do ISA para os Assuntos Académicos e Científicos | 21 365 33 61 | luisalouro@isa.utl.pt / dacademica@isa.utl.pt |
| Susana Freire | Coordenadora de Divisão | 21 365 31 18 | susana@isa.utl.pt / dacademica@isa.utl.pt |
| Carlos Simões | Núcleo de Graduação | 21 365 31 21 | carlos@isa.utl.pt / dacademica@isa.utl.pt |
| Cátia Ferreira | Núcleo de Graduação | 21 365 31 21 | catia@isa.utl.pt / dacademica@isa.utl.pt |
| Paula Ferreira | Núcleo de Graduação | 21 365 31 19 | paulaseguro@isa.utl.pt / dacademica@isa.utl.pt |
| Bruno Paes | Núcleo de Graduação | 21 365 31 21 | brunopaes@isa.utl.pt / dacademica@isa.utl.pt |
| Catarina Cruz | Núcleo de Pós-Graduação | 21 365 31 20 | catarinac@isa.utl.pt / dacademica@isa.utl.pt |
| Maria do Carmo Alves | Núcleo de Pós-Graduação | 21 365 32 37 | carmoalves@isa.utl.pt / dacademica@isa.utl.pt |
| Idalina Dias | Arquivo dos Serviços Centrais do ISA | 21 365 32 18 |
AVISO |
| O Novo Site da Divisão Académica já está online (https://da-online.isa.utl.pt/netpa/page). |
Desde 20 de Dezembro de 2005, está disponível o acesso a serviços da Divisão Académica através da Internet.
O acesso está limitado aos utilizadores que possuem um username e uma password:
Nota 1: As passwords poderão ser mudadas após o primeiro acesso. Recomenda-se vivamente que tal seja efectuado.
Para inscrições clique aqui
Para consulta de notas clique aqui
Intoduza o seu número de aluna(o) na caixa e faça "Pesquisar" (para imprimir as referências faça, na página de resultado, Ctrl+P ou equivalente); em caso de erro ou de informação inexistente, consulte a Divisão Académica directamente referindo sempre o número de aluna(o).
Aviso - Declarações IRS Propinas 2011
LISTA DEFINITIVA DOS ALUNOS PRESCRITOS
A inscrição dos alunos constantes da lista divulgada estará vedada durante o ano lectivo 2011-2012 (dois semestres consecutivos), para os cursos do ISA. Decorrido este período, os alunos podem requerer o reingresso, não sujeito a vagas. Sobre a presente decisão é garantido o direito a recurso nos prazos estipulados no Despacho 21/CG/2011
LISTA DE ALUNOS DEVEDORES (até 24 de Agosto 2011)
INSCRIÇÕES NO ANO LECTIVO 2011/2012
UNIDADES CURRICULARES OPTATIVAS - ANO LECTIVO 2010/2011
INSCRIÇÃO EM UNIDADES CURRICULARES ISOLADAS
Despacho 19/CG/2010 - Montante a pagar pela Inscrição em Unidades Curriculares Isoladas
PROPINAS
Regulamento de Propinas 2011/12
Montantes de Propinas para 2011/2012
ACESSO DE MAIORES DE 23 ANOS AO ENSINO SUPERIOR
Regulamento do Acesso ao Ensino Superior para maiores de 23 anos
Minuta
REGULAMENTO DO REGIME DE ESTUDOS EM TEMPO PARCIAL - 2011/2012
TABELA PARA O NÃO CUMPRIMENTO DE PRAZOS PARA A REALIZAÇÃO DE ACTOS ADMINISTRATIVOS
Candidatos a Bolsas de Mérito - Ano lectivo 2009/2010
Atribuição de Bolsas de Estudo Por Mérito- Ano lectivo 2009/2010
Regulamento para atribuição de Bolsas de Mérito - Ano lectivo 2010/2011
TURMAS
HORÁRIOS
Horários Semestres Pares 2011-2012
(Atualização em 30.03.2012)
Horários para os semestres ímpares 2011-2012
Últimas alterações efectuadas em 07.10.2011
Turma A - Alunos de Engenharia Alimentar
Turma B - Alunos de Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais e de Engenharia Zootécnica
Turma C - Alunos de Biologia
Turma D - Alunos de Arquitectura Paisagista
Turma E - Alunos de Engenharia Agronómica e de Engenharia Ambiental
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Horário Cursos Introdutórios de Matemática e Física
AGRICULTURA GERAL (GENERAL AGRICULTURE)
Código: 1637
Responsável: Pedro Jorge Cravo Aguiar Pinto
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
Precedências: Biologia Celular e Microbiologia
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Ajudar a consolidar uma visão global e sistémica da actividade agrícola
Explicitar os princípios e as técnicas pelos quais a actividade é realizada
1. INTRODUÇÃO
1. Conceitos de Agronomia e de Agricultura
1.2. Breve caracterização da agricultura portuguesa
2. O MEIO E A PRODUÇÃO AGRÍCOLA
2.1. O clima agrícola
2.2. O solo agrícola
2.3. Caracterização ecológica duma zona
2.4. Limitações sócio-económicas
3. A ACTIVIDADE AGRÍCOLA E A CONSERVAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS
3.1 Aplicação da análise de sistemas à Agricultura
3.2. Ecossistemas agrários
3.3. A exploração agrícola
4. TÉCNICAS DE PRODUÇÃO NUMA PERSPECTIVA SUSTENTÁVEL
4.1. Rotações e afolhamentos
4.2. Mobilização e conservação do solo
4.3. Manutenção e controlo da fertilidade do solo
4.4. Protecção das culturas
4.5. Gestão eficiente dos recursos hídricos
4.6. Optimização da produção agrícola
5. PRINCÍPIOS BÁSICOS DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO AGRÍCOLA
5.1. Organização e gestão do trabalho em agricultura
5.2. Gestão económica
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Exame final escrito (sobre toda a matéria da disciplina);
Realização de trabalhos práticos (exercícios sobre as matérias das aulas práticas).
AGRICULTURA I (AGRICULTURE I)
Código: 1638
Responsável: Pedro Jorge Cravo Aguiar Pinto
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica
Precedências: Solos
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
- Evolução do conceito de agricultura.
- Caracterização dos diversos sistemas de agricultura.
- Aplicação dos conhecimentos de ecologia, climatologia, pedologia e fisiologia vegetal à produção agrícola
- Técnicas de produção agrícola e operações culturais.
- Caracterização do equipamento agrícola utilizado.
- Conhecimento das Culturas Arvenses, Forrageiras e Pratenses de Outuono-Inverno.
I - INTRODUÇÃO
II - SISTEMAS DE AGRICULTURA
III - O MEIO AMBIENTE E A CULTURA
IV - CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DAS CULTURAS
V - TÉCNICAS DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA DAS CULTURAS ARVENSES, FORRAGEIRAS E PRATENSES
VI - O PLANEAMENTO DA EXPLORAÇÃO AGRÍCOLA: PLANEAMENTO BIOFÍSICO
Bibliografia Principal
a) Prova escrita sobre toda a matéria dada, sendo necessário obter 9,5 valores
b) Análise e critica da caracterização biofísica duma exploração agrícola
AGRICULTURA II (AGRICULTURE II)
Código: 1639
Responsável: Pedro Jorge Cravo Aguiar Pinto
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica
Precedências: Agricultura I
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
- Técnicas de produção vegetal e operações culturais utilizadas nos diversos sistemas de agricultura existentes na exploração agrícola.
- Caracterização do equipamento agrícola (tipo de trabalho, peças activas e regulação) utilizado nas diversas operações agrícolas.
- Identificação das Culturas Arvenses, Forrageiras e Pratenses existentes em Portugal ao nível de espécie (culturas de Primavera-Verão)
- Elaboração de itinerários técnicos
- O plano operacional uma empresa agrícola
I - TÉCNICAS DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA DAS CULTURAS ARVENSES,
FORRAGEIRAS E PRATENSES
II - A PRODUÇÃO FLORESTAL CONSOCIADA COM AS CULTURAS ARVENSES, FORRAGEIRAS E PRATENSES
III - AGRICULTURA DE PRECISÃO
IV - ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO NA EXPLORAÇÃO AGRÍCOLA
V - O PLANEAMENTO OPERACIONAL
Bibliografia Principal
Apresentação de vários relatórios ao longo do semestre 8descrição de uma máquina, relatório de acompanhamento de um ensaio e plano operacional de uma exploração agrícola
Avaliação baseada em
a) teste final escrito
b) avaliação dos relatórios
ÁLGEBRA LINEAR (LINEAR ALGEBRA)
Para consultar página da UC, clique aqui
Código: 1640
Responsável: Jorge Orestes Lasbarrères Cerdeira
Outros docentes: Ana Isabel Boavida de Carvalho Mesquita, Isabel Maria de Jesus Martins, Maria Emília Rodrigues Ferreira Pinto e Maria Isabel Varejão de Oliveira Faria
Curso: Todos os cursos de 1º ciclo, excepto Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Compreensão dos conceitos fundamentais de Álgebra Linear, domínio do cálculo matricial, amadurecimento da formação matemática.
cálculo matricial
espaços vectoriais
produto interno, ortogonalidade e projecções
introdução à programação linear
determinantes
valores e vectores próprios
Bibliografia Principal
Apontamentos (em elaboração)
Bibliogradia Complementar
Testes e/ou exames finais
ALIMENTAÇÃO ANIMAL (ANIMAL FEEDING)
Código: 1642
Responsável: Luísa Almeida Lima Falcão e Cunha
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
Precedências: Nutrição Animal
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Formular regimes alimentares para as várias espécies animais
Condições de uma boa alimentação. Sistemas de expressão das necessidades energéticas dos animais. Sistemas de expressão das necessidades azotadas dos animais. Necessidades de vitaminas e sua inclusão nos regimes. Necessidades de elementos minerais e sua inclusão nos regimes. Capacidade de ingestão dos animais Mecanismos fisiológicos de controlo de ingestão dos alimentos. Factores de variação das quantidades ingeridas. Sistemas de estimativa das quantidades ingeridas. Os alimentos seu valor nutritivo e sua importância na alimentação das diversas espécies. Os tratamentos tecnológicos como meio de conservar os alimentos e melhorar o seu valor alimentar. Interacções alimentares: efeitos positivos e negativos. Aspectos práticos. Os lípidos na alimentação animal. A água na alimentação animal. As necessidades de água dos animais: causas de variação das necessidades de água. Alimentação animal e qualidade dos produtos alimentares. Alimentação animal e ambiente.
Alimentação de vacas leiteiras. Alimentação de bovinos produtores de carne. Alimentação de suínos. Alimentação de aves. Alimentação do coelho doméstico
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação do trabalho e do relatório sobre a (1) formulação de um regime alimentar para uma espécie animal (geralmente coelhos) em crescimento e engorda com alimentos à escolha dos alunos e respectivo fabrico do alimento composto e (2) determinação dos resultados zootécnicos alcançados durante um período de pelo menos duas semanas.
Elaboração e apresentação de um trabalho sobre o valor nutritivo de um alimento para as diversas espécies pecuárias
Exame final
AMBIENTE, RECURSOS E SOCIEDADE (ENVIRONMENT, RESOURCES AND SOCIETY)
Código: 1643
Responsável: Elizabeth d Costa Neves Fernandes d'Almeida Duarte
Outros docentes: Olívio Godinho Patrício, Maria Odete Pereira Torres, Ernesto José de Melo Pestana de Vasconcelos, Ana Cristina Ferreira da Cunha Queda, Maria Luísa Louro Martins e Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso
Curso: 1º ciclo - Engenharia do Ambiente
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se que os alunos tenham contacto com os problemas relacionados com a vida e actividades das plantas e animais, incluindo os seres humanos que contribuem para a poluição da terra.
Os principais temas abordados permitem motivar os alunos de engenharia do ambiente para os novos desafios do futuro, particularmente no que se refere à interface água/efluentes/resíduos/ambiente e interface energia/ambiente. Será dado particular ênfase à problemática ambiental de casos reais onde a intervenção dos engenheiros do ambiente pode contribuir para a resolução dos problemas de um modo sustentável, integrando a componente Ambiental, Social e Económica. A discussão das temáticas abordadas pelos docentes e pelos especialistas convidados permitirá desenvolver nos alunos o espírito crítico fundamental para a sua formação em Engenharia.
1 – Ecologia Aplicada
1.1 – Restauro na Engenharia do Ambiente
2 – O Uso Eficiente
2.1 – Da água na indústria
2.2 – Da água e energia no sector doméstico
2.3 – Uso Eficiente na agricultura
2.4 – Uso Eficiente no sector urbano
3 – A Qualidade da Água
3.1 - Agricultura
4 – Fitorremediação em solos contaminados por metais pesados
4.1 – Origem das contaminações e processos de fitorremediação.
4.2 – Efeito dos metais pesados nos organismos e impacto na cadeia alimentar.
5 – Tratamentos de resíduos
5.1 – Resíduos Sólidos Urbanos
5 2 – Resíduos Orgânicos Biodegradáveis (ROB)
5.3 – Apresentação de um projecto de gestão integrada de resíduos implementado numa unidade agro-pecuária.
6 – O uso sustentável do azoto e do fósforo em Agricultura
6.1 – Papel da Simbiose Rhizobium - Leguminosa e das associações micorrízicas
7 - Efeitos de Escala na Poluição Atmosférica
7.1 – Os poluentes para o ar e sua acção previsível no ambiente
7.2 – Escalas na atmosfera e fenómenos da poluição
7.3. – Medição e objectivo de avaliação
7.4. – Implementação de políticas do ar.
8 – Energias renováveis
8.1 - Introdução e conceitos
8.2 – Energia Eólica
8.3 – Energia Solar
8.4 – Biomassa
8.5 – Biodiesel
8.6 – Biogás
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação continua com a realização de mini-testes e relatórios sobre os temas abordados nas aulas por especialistas técnicos e científicos, bem como das visitas de estudos. Elaboração de um projecto individual subordinado à temática da unidade curricular ambiente, recursos e sociedade. Exame final.
AMOSTRAGEM E ANÁLISE AMBIENTAL (ENVIRONMENTAL SAMPLING AND ANALYSIS)
Código: 1644
Responsável: José Paulo Mourão de Melo e Abreu
Outros docentes: Maria Manuela Costa Neves Figueiredo
Curso: 1º Ciclo - Engenharia do Ambiente
Precedências: Métodos e Processos de Medição
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Permitir delinear, montar e operar um dispositivo experimental para analisar um sistema ambiental.
I. Plano de amostragem.
Amostragem aleatória simples e estratificada. Amostragem por grupos e multietápica, e amostragem sequencial.
II. Breve introdução aos métodos de reamostragem.
a) A Metodologia bootstrap.
Bootstrap computacional na estimação do viés, variância, distribuição de amostragem e intervalos de confiança.
b) A Metodologia jackknife.
c) Referência a exemplos de aplicação na área ambiental.
III. Introdução à Metrologia
a) Teoria do erro. Propagação do erro.
b) Características da medição. Resposta instrumental.
c) Constituição geral de um instrumento.
d)Calibração instrumental. Medição indirecta. Curvas de calibração.
IV. Sensores e transdutores, processadores e registadores de dados, e automação
a) Sensores e transdutores: Sensores de temperatura, humidade, radiação e fluxo de calor e massa.
b) Processadores e registadores de dados:
Medição e aquisição de dados;
Circuitos auxiliares para medição de resistências;
Constituição e funcionamento dos sistemas de aquisição de dados.
Automatização
V. Análise de dados ambientais.
VI. Casos de estudo
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Um trabalho prático de integração da matéria dada e um teste final (ou exame final).
ANÁLISE MATEMÁTICA (MATHEMATICAL ANALYSIS)
Para consultar a página da UC, clique aqui.
Código: 1645
Responsável: Jorge Orestes Lasbarrères Cerdeira
Outros docentes: Ana Isabel Boavida de Carvalho Mesquita, Isabel Maria de Jesus Martins, Jorge Filipe Campinos Landerset Cadima, Maria Emília Rodrigues Ferreira Pinto, Maria Isabel Varejão de Oliveira Faria, Maria João Teixeira Martins e Pedro Cristiano Santos Martins da Silva
Curso: Todos os cursos de 1º ciclo, excepto Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Compreensão dos conceitos fundamentais do Cálculo Diferencial e Integral.
Amadurecimento da formação matemática.
Cálculo diferencial, primitivas e cálculo integral de funções de uma variável.
Equações diferenciais.
Cálculo diferencial e extremos de funções de várias variáveis. Integral duplo.
Bibliografia Principal
Apontamentos disponíveis em http://www.isa.utl.pt/dm/analise_mat/analise_mat/index.html
Bibliografia Complementar
William F. Trench, Introduction to Real Analysis, Pearson Education, 2003 (Free Download).
Kenneth Kuttler, Calculus, Applications and Theory, FreeTechBooks.com, 2008.
Testes e/ou exames finais
Para consultar a página da UC, clique aqui.
ANÁLISE QUÍMICA DOS ALIMENTOS (CHEMICAL ANALYSIS OF FOODS)
Código: 1646
Responsável: Raúl Filipe Xisto Bruno de Sousa
Outros docentes: Miguel Pedro de Freitas Barbosa Mourato
Curso: 1º Ciclo - Engenharia Alimentar
Precedências: Química
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas-Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Alertar, motivar e sensibilizar os estudantes para importância da Análise Química como factor determinante na avaliação da qualidade e valor nutricional de um produto alimentar. Pretende-se igualmente pôr em evidência com exemplos práticos o papel fundamental que desempenha a AQ na controlo da produção de alimentos nas unidades de processamento.
ÂMBITO DA ANÁLISE QUÍMICA DE ALIMENTOS
AVALIAÇÃO DOS DADOS ANALÍTICOS
EQUILÍBRIO QUÍMICO
Introdução
Equilíbrio ácido-base
Equilíbrio de solubilidade
Equilíbrio de complexação
Equilíbrio de oxidação-redução
ANÁLISE TITULOMÉTRICA
Fundamentos
Titulometria de neutralização em solventes aquosos
Titulometria de precipitação
Complexometria
Titulometria por oxidação-redução
ANÁLISE INSTRUMENTAL
Radiação electromagnética
Espectroscopia de absorção molecular no Visível, no UV e IV
Espectroscopia de emissão de chama
Espectroscopia de absorção atómica
TÉCNICAS SEPARATIVAS
Cromatografia de fase gasosa
Cromatografia líquida de alta eficácia (H.P.L.C.)
Separações cromatográficas
Electroforese
FUNCIONALIDADE NO LABORATÓRIO
Sistemas modernos de análise
Aquisição de equipamento. Aspectos económicos
Instalação de um laboratório de análise química.
PROGRAMA PRÁTICO
ANÁLISE VOLUMÉTRICA
O laboratório de análise química
Amostragem e preparação da amostra para análise
Aplicações da análise volumétrica aos produtos alimentares
ANÁLISE INSTRUMENTAL
I - Para os diferentes equipamentos utilizamos exemplos de aplicação prática que permitam um primeiro contacto e o consequente início de familiarização com as técnicas mais modernas de análise instrumental.
II - TÉCNICAS SEPARATIVAS
Aplicações na análise de produtos Alimentares
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A avaliação baseia-se na apresentação de relatórios de grupo com avaliação positiva e na realização de uma prova final escrita (PFE), à qual terão acesso os estudantes que tenham assistido pelo menos a 75% das aulas práticas sendo abordados conhecimentos teóricos e teórico-práticos, e realização de problemas relacionados com a matéria dada. Só serão aprovados os estudantes que tenham nota final positiva (> 9,5 val.), ou que, tendo nota não inferior a oito valores, se submetam a uma prova oral com informação positiva.
NF= 0,7 PFE + 0,3 (média dos relatórios)
ANÁLISE SENSORIAL (SENSORY ANALYSIS)
Código: 1647
Responsável: Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
Outros docentes: Jorge Manuel Rodrigues Ricardo da Silva e António Pedro Louro Martins
Curso: 1º Ciclo - Engenharia Alimentar
Precedências: Introdução em Engenharia Alimentar
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas-Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Perceber a importância da análise sensorial na na caracterização e no desenvolvimento de novos produtos. Aprender a seleccionar e treinar provadores para um painel analítico. Aprender a delinear ensaios de análise sensorial que originem resultados exactos e precisos. Aprender a tratar e interpretar os resultados da análise sensorial. Conhecer as particularidades da análise sensorial de alguns produtos: azeite virgem, vinhos, queijo e manteiga. Conhecer a interface Análise
sensorial/Análise instrumental na avaliação da textura e da consistência dos alimentos.
A qualidade sensorial dos alimentos. A fisiologia das sensações. A necessidade de objectivar a prova organoléptica: criação do Painel de Provadores (tipos de painéis, selecção e treino de provadores, tipos de prova; tratamento estatístico dos resultados da análise sensorial). Alguns exemplos de aplicação da análise sensorial: origem das características e prova de azeite virgem, de vinhos, de queijo e manteiga. Análise de textura e de consistência de alimentos sólidos e líquidos. Interface entre Reologia e Análise Sensorial. Principais métodos: Análise do Perfil de Textura e Curva de percepção sensorial da viscosidade. O texturómetro e o viscosímetro rotacional para a determinação destes parâmetros. Fichas de prova e escalas. Correlação entre a determinação sensorial e instrumental.
Bibliografia Principal
Pequeno projecto no campo da análise sensorial (30% na nota final) e exame final (70% na nota final).
ANÁLISE SOCIOLÓGICA (SOCIOLOGICAL ANALYSIS)
Código: 1648
Responsável: Isabel Maria Gomes Rodrigo
Outros docentes: Ana Maria Contente de Vinhas Novais e Maria João Prudêncio Rafael Canadas
Curso: Todos os Cursos de 1º ciclo, excepto Biologia
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Esta Unidade Curricular (UC) visa transmitir um conjunto de noções e conceitos básicos aplicados à análise socioeconómica de problemas associados à gestão dos territórios rurais e das paisagens e das actividades agrícola, florestal e de produção alimentar.
As aulas incluirão tempos de exposição pelo docente nas aulas teóricas e a realização de exercícios práticos e tempos de apresentação dos exercícios resolvidos pelos alunos nas aulas práticas.
Sociedade e Ambiente
Tema 1 – As actividades económicas em face das possibilidades do meio biofísico e do meio social
Tema 2 – Impactes das actividades económicas no ambiente
Tema 3 – A evolução das tecnologias e do trabalho
Sociedade e Territórios Rurais
Tema 4 – O percurso da agricultura e da floresta em Portugal
Racionalidade do Comportamento dos Agentes
Tema 5 – Diversidade de objectivos e práticas de gestão
Tema 6 – Percepções e atitudes ambientais
Bibliografia Principal
- Exercícios práticos – 30%
- Exame final – 70%
AVALIAÇÃO
Notas dos Temas 1,2 e 3 - Turma 1
Notas dos Temas 1,2 e 3 - Turma 2
Notas dos Temas 1,2 e 3 - Turma 3
Notas dos Temas 1,2 e 3 - Turmas 4, 6 e 11
Notas dos Temas 1,2 e 3 - Turma 5
Notas dos Temas 1,2 e 3 - Turma 7
Notas dos Temas 1,2 e 3 - Turma 10
Notas dos Temas 4,5 e 6 - Turma 1
Notas dos Temas 4,5 e 6 - Turma 2
Notas dos Temas 4,5 e 6 - Turma 3
Notas dos Temas 4,5 e 6 - Turma 4, 6 e 11
Notas dos Temas 4,5 e 6 - Turma 5
Notas dos Temas 4,5 e 6 - Turma 7
Notas dos Temas 4,5 e 6 - Turma 10
Notas 1ª data de Exame - Turma 1
Notas 1ª data de Exame Temas 1, 2 e 3 - Turma 2
Notas 1ª data de Exame Temas 4, 5 e 6 - Turma 2
Notas 1ª data de Exame - Turma 2
Notas 1ª data de Exame - Turma 3
Notas 1ª data de Exame Temas 1, 2 e 3 - Turma 5
Notas 1ª data de Exame Temas 4, 5 e 6 - Turma 5
Notas 1ª data de Exame - Turma 5
Notas 1ª data de Exame Temas 4, 5 e 6 - Turma 7
Notas 1ª data de Exame - Turma 7
Notas 1ª data de Exame - Turma 10
Notas 1ª data de Exame - Turmas 4, 6 e 11
Notas 2ª data de Exame
Notas Época Especial
AVISOS
Aviso Exames
Aviso Exame Época Especial
ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL I (ANIMAL ANATOMY AND PHYSIOLOGY I)
Código: 1649
Responsável: Graça Pires de Lopes de Melo (FMV)
Outros docentes: António Duarte (FMV), Fernando Ferreira (FMV), Graça Ferreira Dias (FMV), Maria Luísa Jorge (FMV), Mário Pinho (FMV) e João Martins Afonso (FMV)
Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
Precedências: Morfologia, Aptidão e Comportamento Animal
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Ensino Teórico e Prático sobre a Organização Geral anatómica e os Mecanismos Fisiológicos de manutenção e homeostasia dos seres vivos tendentes à criação de um corpo de conhecimentos a aplicar na optimização das espécies zootécnicas.
Simetria Anatómica e Leis Anatómicas
Suporte e movimento – generalidades de osteologia e miologia e artrologia
Articulações e biomecânica do movimento corporal
Comunicação intercelular e transporte
Generalidades de SNC e SNA
Endocrinologia – generalidades
Metabolismo do cálcio, fósforo e hormona do crescimento
Pele e Faneras
Ictiotomia
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Nota mínima para aprovação = 10 ( numa escala de vinte valores)
ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL II (ANIMAL ANATOMY AND PHYSIOLOGY II)
Código: 1650
Responsável: António José de Freitas Duarte (FMV)
Outros docentes: Graça Pires de Lopes de Melo (FMV), Graça Ferreira Dias (FMV), Fernando Garcia e Costa (FMV), Fernando Ferreira (FMV), João Martins Afonso (FMV) e Maria Luísa Jorge (FMV)
Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
Precedências: Anatomia e Fisiologia Animal I
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
A unidade curricular Anatomia e Fisiologia Animal II tem como objectivo aprofundar o conhecimento sobre a Organização Geral anatómica e os Mecanismos Fisiológicos de manutenção e homeostasia dos seres vivos tendentes à criação de um corpo de conhecimentos a aplicar na optimização das espécies zootécnicas.
Programa teórico:
Sangue e sistemas circulatório; Sistema muscular: mecanismos de contracção e controlo nervoso; Fisiologia respiratória; Fisiologia digestiva; Fisiologia renal; Funcionamento do Sistema Imunitário; Fisiologia reprodutiva; Termorregulação; Regulação do metabolismo.
Programa prático:
Noções básicas de Miologia; Histologia do sistema muscular; Simulação aparelho cardiovascular; Vasos Sanguíneos; Morfologia do aparelho respiratório; Morfologia renal; Simulação da função renal; Morfologia do aparelho digestivo; Simulação funcional do aparelho digestivo; Morfologia do aparelho reprodutivo.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Nota mínima para aprovação = 10 (numa escala de vinte valores)
BIODIVERSIDADE E CONSERVAÇÃO (BIODIVERSITY AND CONSERVATION)
Código: 1652
Responsável: Maria Helena Reis de Noronha Ribeiro de Almeida
Outros docentes: José Manuel Osório de Barros de Lima e Santos, Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso e Pedro Miguel Ramos Arsénio
Curso: 1º ciclo - Biologia
Precedências: Ecologia
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Nesta disciplina pretende-se que os alunos compreendam as componentes da Biodiversidade e a importância da sua manutenção, identifiquem os factores que a influenciam e conheçam as formas de a avaliar.
Os alunos deverão estar conscientes da necessidade do recurso à utilização de Marcadores Moleculares, de Modelos Matemáticos e Sistemas de Informação Geográfica como instrumentos para conservação da Biodiversidade.
Introdução:
Conceito de biodiversidade;
Causas de Extinção;
Causas da Perda da Biodiversidade;
Instrumentos de Política de Conservação.
Protocolos e Organizações Nacionais/Internacionais para a Biodiversidade.
Factores de Evolução das Populações Naturais:
Equilíbrio de Hardy Weinberg;
Factores que controlam a evolução das populações: Mutação, Migração, Selecção e Deriva Genética; Consanguinidade;
Fragmentação das Populações;
Problemas Genéticos com Populações Pequenas.
Diversidade Genética:
Os Diferentes Níveis da Diversidade Biológica;
Valor da Diversidade Genética;
Níveis da Diversidade Genética;
Medição da Diversidade Genética – A utilização de marcadores moleculares;
A baixa diversidade genética nas espécies em risco;
Componentes da diversidade genética que determinam a capacidade de evoluir.
Conservação de Recursos Genéticos:
Conceitos Tamanho Efectivo de uma população;
População Mínima Viável;
Conservação in-situ – Áreas Protegidas;
Conservação ex-situ;
Banco de Germoplasma e Jardins Botânicos.
Biodiversidade de comunidades e de ecossistemas:
Diversidade comunitária, paisagística e ecossistémica, mosaismo e gradientes de comunidades.
Diferentes escalas espacio-temporais de expressão da biodiversidade, e suas determinantes.
Avaliação da biodiversidade ao nível da comunidade e da paisagem.
Princípios de selecção de comunidades e ecossistemas para conservação.
Conservação das comunidades e ecossistemas:
Níveis de intervenção: protecção, gestão, reabilitação ou recuperação.
Integridade biótica, eco-espécies e conservação das funções e processos comunitários.
Gestão da conectividade entre comunidades e entre ecossistemas.
Conservação dentro e fora de áreas protegidas, e com uso múltiplo.
Conservação em meio aquático.
Capacidade biogénica do meio, sobre-exploração e extracção sustentável.
Ferramentas para a Conservação da Biodiversidade:
Modelação Matemática como instrumento da conservação da Biodiversidade.
A aplicação dos Sistemas de Informação Geográfica na Conservação da Natureza.
Bibliografia Principal
- Frankham, R., Ballou, J:D. Briscoe, D.A. 2004 A Primer of Conservation Genetics. Cambridge. University Press: 219pg
- Gaston, KJ and JI Spices. (2004) Biodiversity, An Introduction. Blackwell Science. London
Bibliografia Complementar
- Eriksson, G., Ekberg,I., Clapham D. 2006. An introduction to forest genetics, 2ª ed.Genetic Center, Dept. Plant Biology and Forest Genetics, SLU, Uppsala Sweden - ISBN 91-576-7190-7
- Begon, Towsend & Harper 2006- Ecology from individuals to ecossystems.Blackwell Publ. Oxford: 482 – 511; 603 - 658
- William, J., ReVelle, C.S., Levin, S. 2005 – Spatial attributes and Reserve Design: A review . Environmental modelling and Assessment
- Margules, C.R., Oressey, R.L. 2000 Systematic Conservation planning. Nature 45: 243 - 245
- Margules, C.R., Oressey, R.L, Williams, P.H. 2002 Representing biodiversity: Data and Procedures for identifying priority areas for conservation. J. Biosci. 27: 309 -326
Artigos de revistas da especialidade
Avaliação contínua é feita por módulos, através da realização de testes e/ou trabalhos em cada um dos módulos.
As regras de cada módulo são acordadas entre os alunos e o professor responsável.
A classificação é uma média ponderada, a ponderação é calculada com base na duração de cada um dos módulos.
Os alunos que obtiverem na avaliação contínua nota igual ou superior a 10 valores estão dispensados do exame final.
O Exame final consta de questões teóricas e/ou práticas que cobrem toda a matéria.
Sumários
Material Pedagógico
Aulas Teóricas
Aulas Práticas
BIOINFORMÁTICA (BIOINFORMATICS)
Código: 1653
Responsável: Maria Leonor Mota Morais Cecílio
Outros docentes: Marta Guerreiro Duarte Mesquita de Oliveira e Maria Manuela Costa Neves Figueiredo
Curso: 1º ciclo - Biologia
Precedências: Estatística
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se que os alunos:
tomem contacto com as ferramentas bioinformáticas de modo a conseguirem utilizar as principais bases de dados disponíveis on-line e os principais programas de alinhamento de sequências e daí extraírem informações relevantes;
desenvolvam conhecimentos ao nível das principais tecnologias e algoritmos utilizados em Bioinformática;
tomem conhecimento e consigam programar em R
consigam entender como se conseguem fazer inferências sobre relações filogenéticas entre diferentes grupos de organismos
compreendam os modelos probabilísticos utilizados nesta área do conhecimento
Introdução à Bioinformática: levantamento dos problemas;
Principais marcos na história da Biologia Molecular e na Bioinformática
Genomas e organização da informação;
Sequenciação de DNA:
- métodos clássicos (de Maxam & Gilbert e de Sanger) e métodos de alto rendimento (pirosequenciação)
- Análise crítica de outputs de sequenciação
Sequenciação de genomas: estratégias utilizadas e problemas associados à dimensão dos genomas e composição da molécula de DNA
Plataformas e Bases de dados de interesse biológico:
- NCBI – entrez; EMBL; Swiss-Prot e TrEMBL
- Formatos dos ficheiros
Pesquisas em Bases de dados por busca de homologias: A família BLAST
- Scores estatíticos
Introdução aos algoritmos em Bioinformática: Programação com R
Alinhamentos simples e múltiplos de sequências. Matrizes de substituição.
- Utilização dos algoritmos ClustalW, Kalign e T-Coffee .
Modelos probabilísticos:
- Probabilidade condicional e propriedades
Inferência estatítica: inferência Bayesiana.
Introdução aos processos estocásticos: Bootstrap e Jackknife
Introdução à análise filogenética e árvores evolutivas:
Principais métodos para a construção de árvores filogenéticas:
- UPGMA; Neighbour joining, Evolução mínima, Máxima parcimónia, Máxima verosimilhança. Inferência Bayesiana.
Bibliografia Principal
2 trabalhos práticos individuais
2 Questionários
Execução e apresentação de um projecto
BIOLOGIA ANIMAL (ANIMAL BIOLOGY)
Código: 1654
Responsável: Manuela Rodrigues Branco Simões
Outros docentes: Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso, José Carlos Franco Santos Silva e Elisabete Tavares Lacerda de Figueiredo Oliveira
Curso: 1º ciclo - Biologia
Precedências: Botânica e Zoologia
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 8 | Obrigatória |
| Teóricas: 42 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 28 | Total: 112 |
Compreender os processos evolutivos no reino animal e os mecanismos que originam a biodiversidade animal. Compreender as regras da classificação animal. Conhecer os aspectos anatómicos e fisiológicos e as relações com o ambiente e interacções bióticas, nos principais grupos animais.
O Reino Metazoa ou Animalia: Origem, evolução e diversidade, filogenia e principais características dos animais.
Princípios da Taxonomia e História da Classificação Zoológica. Caracteres taxonómicos. O código Internacional de Nomenclatura Zoológica.
Paleozoologia. A explosão Câmbrica e principais períodos de extinção e de radiação subsequentes: possíveis causas e impactos na diversidade actual.
Principais divisões do reino animal (Radiata e Bilateria). Principios e padrões do desenvolvimento embrionário.
Principais grupos de invertebrados e sua caracterização sumária : Porifera, Cnidaria, Platyzoa (filos Gastroticha, Rotifera, Plathyhelminthes), Lophotrocozoa (filos Brachiopoda, Annelida, Mollusca), Ecdysozoa (filos Nematoda, Onychophora, Tardigrada, e Arthropoda), Annelida e Echinodermata.
Estudo comparado da biologia dos invertebrados, com particular ênfase no Filo Arthropoda (Ecdysozoa). i) Nutrição e metabolismo (sistemas digestivo, excretor; respiratório e circulatório); ii) Reprodução: sistema reprodutor, estratégias reprodutivas, ciclo de vida e ciclo biológico; iii) sistemas nervoso e sensorial, tegumentar e endócrino; v) comportamento.
Estudo comparativo dos invertebrados marinhos actuais, observação e identificação taxonómica: Porifera, Cnidaria, Plathyhelminthes, Nematoda, Annelida, Mollusca, “lofoforados”, Arthropoda e Echinodermata
Filo Cordata: Posição dos Cordados na Divisão Animal. Os sistemas tegumentar, esquelético, digestivo, respiratório, excretor, circulatório, nervoso, endócrino e reprodutor.
Classes Pisces, Amphibia, Reptilia, Mammalia e Aves: origem, evolução e diversidade dos grupos taxonómicos existentes. Ciclos de vida e exploração do meio ambiente. Utilização de guildas para caracterização de traços vitais.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A. Frequência
- Testes de resposta rápida e trabalhos realizados ao longo das aulas (6 a 8).
- Teste global contendo toda a matéria dada.
- Apresentação escrita e oral de um trabalho de pesquisa
B. Exame final, opcional, obrigatório se a nota de A < 12. (60% B + 40% A).
BIOLOGIA CELULAR (CELL BIOLOGY)
Código: 1655
Responsável: Maria Wanda Sarujine Viegas
Outros docentes: Maria da Glória Calado Inglês Esquível, Manuela Gomes da Silva e Maria Margarida Cabrita Xavier Delgado
Curso: 1º ciclo - Biologia
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 42 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Compreender a existência de características celulares universais, e dos processos que possibilitam a manutenção, transmissão, inovação e expressão da informação genética.
Compreender como essas moléculas estão integradas nas células e como as células regulam a multiplicação, diversidade e função, integradas em sistemas multicelulares.
Organelos e estruturas da célula eucariota
Génese da Biologia Celular. Organização das células procariotas e eucariotas
A fronteira funcional das células: biomembranas – estrutura, propriedades e funções
Sistema endomembranoso: síntese, processamento e distribuição de biomoléculas
Centros bioenergéticos da célula: biogénese e funções das mitocôndrias e plastídeos
Centro de organização genómica da célula: estrutura, biogénese e funções do núcleo
Organização espacial do citoplasma. estrutura, funções e regulação do citoesqueleto
Processos fundamentais em Biologia Celular
A informação epigenética da cromatina: níveis estruturais e funcionais de organização
Processos de comunicação e sinalização celular
Multiplicação celular controlada: processos metabólicos e estruturais no ciclo celular
Erros no ciclo celular: origem, consequências e regulação
Processos de morte celular:: senescência, necrose e apoptose
A passagem de informação para a geração seguinte: meiose e reprodução sexuada
Bibliografia Principal
Alberts, B. Bray, D. Lewis, J Raff, M. Roberts, K. Watson, J., 2002. Molecular biology of the cell. Garland Publishing, Inc., New York
Bibliografia Complementar
Artigos seleccionados da revista Trends in Cell Biology
- Dois testes globais
- Avaliação quinzenal
- Apresentação escrita e oral de um artigo científico
AVISOS
BIOLOGIA CELULAR E MICROBIOLOGIA (CELL BIOLOGY AND MICROBIOLOGY)
Código: 1656
Responsável: Maria Wanda Sarujine Viegas
Outros docentes: Adília Neves Pires de Oliveira, Maria Elisa Ferreira da Silva Pampulha, Maria da Glória Calado Inglês Esquível, Maria Leonor Mota Morais Cecílio e Sara Barros Queiroz Amâncio
Curso: Todos os cursos de 1º ciclo, excepto Biologia
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 42 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Nesta disciplina pretende-se estabelecer inicialmente o contraponto entre a diversidade dos organismos vivos e a grande analogia das estruturas básicas que os constituem (as células) bem como dos mecanismos bioquímicos e biofísicos que possibilitam a vida. Subsequentemente, pretende-se que reconheçam a diversidade dos microrganismos, nomeadamente a estrutura, metabolismo, evolução e ecologia. A aquisição de conhecimento sobre os distintos modos de interacção dos microrganismos com o ambiente é igualmente relevante.
1. Módulo de Biologia Celular
Pretende-se que neste módulo os estudantes compreendam a semelhança existente ao nível das estruturas e dos processos comuns a todos os organismos, através do estudo das características celulares universais. Este estudo permitirá perceber quais as moléculas que contêm a informação para a construção das células, como se expressa e transmite essa informação, quais as características das membranas biológicas e a sua importância na delimitação de compartimentos nas células eucariotas, e, ainda, quais os processos utilizados para a obtenção de energia, imprescindível à manutenção da integridade celular. Os processos de recombinação da informação genética e os métodos de análise da diversidade genómica são estudados em paralelo com as técnicas que possibilitam a transformação de organismos.
2. Módulo de Microbiologia
O estudo inicial incidirá sobre a Diversidade Microbiana e as relações filogenéticas entre os domínios Bacteria, Archaea e Eukarya. Seguidamente proceder-se-á ao estudo da estrutura e características gerais de bactérias, fungos, vírus e partículas sub-virais. A análise da dispersão dos microrganismos em distintos ambientes permitirá o estudo dos requisitos nutricionais básicos associados à diversidade metabólica e ao conhecimento dos factores que afectam o crescimento de populações microbianas. Por último, um especial ênfase será direccionado para a caracterização de comunidades microbianas em diferentes ecossistemas, tendo presente as interacções microbianas de maior relevância ecológica.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
I. Quatro testes globais
II. Avaliação semanal
III. Apresentação escrita e oral de um tema específico
| AVISO |
| Exame final - época especial 2 de Março de 2012 - sala 33 - Módulo de Biologia Celular - 14h00 - 15h30 - Módulo de Microbiologia - 15.30h - 17h00 |
MÓDULO BIOLOGIA CELULAR
BIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO (DEVELOPMENTAL BIOLOGY)
Código: 1657
Responsável: Sara Barros Queiroz Amâncio
Outros docentes: José Carlos Franco Santos Silva, Jorge Alexandre Matos Pinto de Almeida, Maria Wanda Sarujine Viegas e Elisabete Tavares Lacerda de Figueiredo Oliveira
Curso: 1º ciclo - Biologia
Precedências: Genética e Genómica
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 8 | Obrigatória |
| Teóricas: 56 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 28 | Total: 112 |
O curso tem como objectivo principal fornecer a compreensão básica sobre:
Princípios do desenvolvimento e morfogénese nos diferentes grupos de Eucariotas;
Estratégias de desenvolvimento usadas pelos diferentes grupos taxonómicos;
Estratégias de desenvolvimento usadas na morfogénese de diferentes partes dos organismos.
Mecanismos genéticos, epigenéticos e de genómica funcional responsáveis pela regulação do desenvolvimento
Competência, determinação e morfogénese
Comunicação, sinalização e migração celular
Principais modelos de segmentação e gastrulação em Invertebrados e Vertebrados
Regulação génica do desenvolvimento
Evolução – Aspectos integrados da Evolução e do Desenvolvimento
Padrão de desenvolvimento do nemátode C. elegans
Estabelecimento das linhagens de células germinais
Padrões epigenéticos associados à gametogénese
Padrão de desenvolvimento em Insectos: o modelo da Drosophila
Metamorfoses dos Insectos
Genes homeóticos e regulação da especificação sectorial e axial em Drosophila
Embriogénese de Vertebrados: destino da ectoderme, mesoderme e endoderme
Aspectos morfológicos e moleculares da organogénese do aparelho genital masculino e feminino
Aspectos evolutivos do desenvolvimento em humanos
Desenvolvimento das plantas:
Padrão de desenvolvimento da folha
Controlo génico da floração
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Frequência
Obtenção de frequência por participação em pelo menos 90% das aulas e obtenção de nota mínima nas formas de avaliação contínua
1. Avaliação contínua
1.1. Questionário Intercalar (QI) - nota mínima (40%)
1.2. Questionários, Problemas, Relatórios (nota mínima 40%)
1.3. Trabalho individual (nota mínima 50%)
1.4. Contribuição da avaliação contínua para o resultado final
- 1.1. corresponde a 25% do resultado final (a);
- A média de 1.2. representa 15% do resultado final (b);
- 1.3. vale 20% do resultado final (c)
2. Exame e nota final
- A nota mínima do exame escrito é de 50% (10 valores)
- Contribuição da nota do exame escrito para o resultado final - 40% (d)
- Nota final (F) = (a) + (b) + (c) + (d)
Aula 9 - Folha Estomas Tricomas
Aula 11 - Diferenciação Sexual
BIOLOGIA FLORESTAL (FOREST BIOLOGY)
Código: 1658
Responsável: João Manuel Dias dos Santos Pereira
Outros docentes: Maria de Fátima Cerveira Tavares, Maria Helena Reis de Noronha Ribeiro de Almeida, Ricardo Manuel Seixas Boavida Ferreira e Maria da Conceição Braulio de Brito Caldeira
Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Precedências: Biologia Celular e Microbiologia
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 22 | Práticas-Laboratoriais: 20 | Outras: 14 | Total: 84 |
O aluno deve adquirir os conceitos de biologia (enquadrados pelos conhecimentos da física, química e matemática pertinentes) que lhe permitam interpretar as respostas das árvores às variações nas condições ambientais naturais ou que resultem da intervenção técnica na silvicultura ou na condução de árvores urbanas e decidir com fundamentação biológica sobre a adequação de modelos de silvicultura e gestão florestal, num contexto de alterações globais.
1. Introdução: As árvores – percepção geral da natureza das árvores – a forma, a função e o tempo;
2. O desenvolvimento e crescimento das árvores: Factores ambientais, sinais e desenvolvimento. alongamento caulinar e formação da copa. Engrossamento do caule e raízes (crescimento secundário) e estrutura da madeira. A casca. Dendrocronologia. Raízes e arquitectura das raízes.
3. O funcionamento das árvores: Absorção e transporte de água. A funcionalidade do xilema; Algumas noções de biomecânica. O processo reprodutivo e a fisiologia da semente. Produtividade: Fotossíntese e respiração; Translocação de assimilados e acumulação reservas. O balanço de carbono nas florestas; Modelação; Produtos do metabolismo secundário – compostos de defesa e VOC’s.
4. Ecofisiologia (algumas noções) – (1) Stress fisiológico; Factores abióticos, temperatura e luz; água, natureza e estado dos solos. (2) Adaptação da vegetação ao clima, aos solos e à geologia. (3) Árvores em meio urbano. (4) Respostas às alterações globais.
5. Genética das populações: Análise dos factores e as causas que condicionam a variação genética entre e dentro das populações. Selecção em Populações Pequenas. Variação Genética e adaptação
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A avaliação baseia-se na avaliação contínua e no exame que incidirá sobre toda a matéria dada nas aulas.
Assiduidade e admissão ao exame final – participação em 75% das aulas
Avaliação contínua. Consiste de
Um teste intercalar no fim do 4º capítulo – a classificação de 12 valores dispensa de parte do exame final, isto é, da matéria coberta neste teste.
Trabalho de pesquisa – A nota do trabalho contribuirá com 15% para a nota final. Os alunos com admissão a exame do ano anterior podem optar por não fazer o trabalho
BIOLOGIA FUNCIONAL (FUNCTIONAL BIOLOGY)
Código: 1659
Responsável: João Manuel Neves Martins
Outros docentes: Ricardo Manuel Seixas Boavida Ferreira, Maria da Glória Calado Inglês Esquível, Sara Barros Queiroz Amâncio e João Manuel Dias dos Santos Pereira
Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica
Precedências: Biologia Celular e Microbiologia
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Nesta área científica pretende-se qualificar a aprendizagem com instrumentos da análise genética e fisiológica conducentes ao conhecimento dos principais processos funcionais existentes nas importantes biologias da fauna e da flora.
A Genética é um ramo da Biologia que quantifica a hereditariedade e a variação. Envolve o estudo das células e indivíduos através da análise das suas descendências e das populações onde esses organismos vivem. A Genética investiga todas as formas de variação herdável assim como as bases moleculares responsáveis por tais características diferenciadoras.
A Fisiologia Vegetal é outro ramo da Biologia, que estuda e descreve o funcionamento das plantas, bem como o modo como interactuam com o meio ambiente circundante. Este estudo passa, obviamente, pelo conhecimento dos processos, a nível genético e bioquímico, que estão na sua base.
MÓDULO 1: GENÉTICA (15 de Setembro a 31 de Outubro)
Aulas Teóricas:
Processos de inovação genómica/genica: Mutações génicas pontuais e mutações cromossómicas numéricas e estruturais; Mecanismos de recombinação geral, sitio-especifica e transposição; Analise Genética: Comportamento cromossómico; Padrões de transmissão genica; Mapeamento cromossómico por recombinação genica. Engenharia Genética: Moléculas recombinantes; Isolamento e manipulação de genes; Genómica. Organização dos genomas.
Aulas Práticas:
Análise genética Mendeliana. Extensões à análise Mendeliana: alelismo múltiplo, interacções genicas, genes pleiotrópicos. Determinação sexual. Ligamento génico. Mapas de ligamento.
MÓDULO 2: FISIOLOGIA VEGETAL (3 de Novembro a 19 de Dezembro)
Aulas Teóricas:
O funcionamento das plantas e as interacções com o ambiente. Metabolismos do carbono, do azoto e do enxofre. Fotossíntese (reacções fotoquímicas e reacções de assimilação do carbono) e respiração das plantas. Limitações metabólicas e ambientais à produção vegetal. Translocação floémica dos fotoassimilados. Noção de “source” e “sink”. Acumulação em órgãos de reserva. Absorção e transporte da água na planta - Relações hídricas, balanço hídrico da planta. Sinais, receptores e vias de transdução dos sinais associados ao desenvolvimento. Hormonas clássicas e emergentes.
Aulas Práticas:
Reacção de Hill. Separação cromatográfica de pigmentos fotossintéticos. Medição da taxa fotossintética. Problemas sobre fotossíntese. Nitrato redutase. Determinação do estado hídrico dos tecidos vegetais. Problemas sobre relações hídricas.
Bibliografia Principal
MÓDULO 1: GENÉTICA
- A.J.F.Griffiths, S.R.Wessler, R.C.Lewontin e S.B.Carroll (2009) - Introdução à Genética (9ªEd.) Guanabara Koogan [ISBN: 13: 978-85-277-1497-6]
MÓDULO 2: FISIOLOGIA VEGETAL
- Azcón-Bieto, J. e Talón, M. (eds.) (2000) Fundamentos de Fisiologia Vegetal. McGraw-Hill Interamericana.
- Taiz, L. e Zeiger, E. (2006) Plant Physiology. Sinauer Associates, Inc., Publishers. 4th ed. (ou 2002 3rd Ed).
- Artigos científicos e capítulos de livros fornecidos pelos docentes
Bibliografia Complementar
MÓDULO 1: GENÉTICA
- W.S.Klug, M.R.Cummings, C.Spencer, M.A.Palladino (2009) - Concepts of Genetics (9th Ed.). Pearson Ed. Inc. [ISBN: 9780321524041]
- Artigos científicos da Revista “Trends in Genetics”, e outros artigos fornecidas pelo docente.
- Diapositivos apresentados nas aulas teóricas e práticas. Colecção de problemas
MÓDULO 2: FISIOLOGIA VEGETAL
- Diapositivos apresentados nas aulas teóricas e práticas.
1. Obtenção de frequência:
Classificação mínima de 8,0 valores nas avaliações mencionadas em (i) e (ii).
Classificação de frequência na avaliação contínua de 9,5, ou mais valores, dispensa de exame final.
(i) Mini-questionários nas aulas teóricas e práticas (30%)
Classificação média mínima de 8,0 valores.
(ii) Testes teórico-práticos globais (50%)
Classificação mínima de 8,0 valores.
1º Módulo: 27 de Outubro (2ª feira) no horário da aula prática
2º Módulo: 19 de Dezembro (6ªfeira) no horário da aula teórica
(iii) Trabalho de pesquisa (20%)
1º Módulo: baseado em artigos publicados na revista Trends in Genetics.
2º Módulo: artigos das revistas Trends in Plant Science ou Annual Review of Plant Physiology and Biochemistry.
Pelo menos ½ do trabalho apresentado deve estar directamente relacionado com a matéria leccionada nas aulas teóricas.
2. Exame final
É obrigatório o exame final aos alunos com uma avaliação contínua inferior a 9,5 valores em cada um dos módulos.
3. Nota final
É a média da avaliação contínua e do exame final dos respectivos módulos.
MÓDULO GENÉTICA
MÓDULO FISIOLOGIA VEGETAL
Aula Teórica 1
Aula Teórica 2
Aula Teórica 3
Aula Teórica 4
Aula Teórica 5
Aula Prática 1
Aula Teórica 6
Aula Teórica 7
Aula Teórica 8
BIOLOGIA MOLECULAR (MOLECULAR BIOLOGY)
Código: 1660
Responsável: Jorge Alexandre Matos Pinto de Almeida
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo - Biologia
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 42 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Compreender a existência de características celulares universais, e dos processos que possibilitam a manutenção, transmissão, inovação e expressão da informação genética.
Compreender como essas moléculas estão integradas nas células e como as células regulam a multiplicação, diversidade e função, integradas em sistemas multicelulares.
Introdução à biologia molecular. Estrutura e função de proteínas. Estrutura química e física de ácidos nucleicos. Dogma central da Biologia molecular.
Expressão da informação genética. Mecanismos de síntese (transcrição) e processamento de RNA. Síntese de proteínas (tradução).
Manutenção e transmissão da informação genética. Reparação e replicação do DNA.
Recombinação. Mitose e meiose. Mecanismos moleculares de recombinação homóloga.
Mutação. Detecção, tipos e efeitos.
Elementos genéticos móveis (vírus, transposões e plasmídeos).
Tecnologia do DNA recombinante.
Mecanismos de regulação da expressão génica.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
- Testes globais
- Avaliação quinzenal
- Apresentação escrita e oral de um artigo cientifico
BIOLOGIA VEGETAL (PLANT BIOLOGY)
Código: 1661
Responsável: Maria Wanda Sarujine Viegas
Outros docentes: Ana Cristina Delaunay Caperta, Ana Maria da Silva Monteiro, Maria Dalila Paula Silva L. Espírito Santo, Maria da Glória Calado Inglês Esquível, José Carlos Augusta da Costa, Maria Leonor Mota Morais Cecílio, Manuela Gomes da Silva, Maria Margarida Cabrita Xavier Delgado e Sara Barros Queiroz Amâncio
Curso: 1º ciclo - Biologia
Precedências: Biologia Celular
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 8 | Obrigatória |
| Teóricas: 42 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 28 | Total: 112 |
Compreender a origem e evolução das plantas terrestres
Desenvolver os conceitos e compreender os factores que medeiam a diversidade nas plantas
Compreender as adaptações estruturais que permitem às plantas a sobrevivência em distintas condições ambientais
Hormonas vegetais no desenvolvimento das plantas
Embriogénese, meristemas apicais e formação de tecidos definitivos
Crescimento celular e expansão da parede celular primária
Anatomia e morfologia vegetativa: estrutura e evolução de órgãos vegetativos
Anatomia reprodutiva: estruturas florais e evolução
Ecologia reprodutiva das plantas
Poliploidia e Evolução das Plantas
Apomixia e Evolução das plantas
Sistemas génicos de auto-incompatibilidade
Espécies bioindicadoras da flora do Centro de Portugal
Habitats naturais e de espécies do Centro de Portugal. Estatutos de protecção. Métodos de avaliação do estado de conservação de um habitat.
Comunidades e paisagem vegetal
Bibliografia Principal
Raven PH, Evert RF & Eichhorn SE 2005. Biology of Plants. 7ª Ed. W.H. Freeman and Companys Worth Publishers
Campbell, N.A. and Reece, J.B. 2005 Biology . Benjamin Cummings
Bibliografia Complementar
Moore R, Clark WD, Stern KR & Vodopich D 1995. Botany. WCM Publishers. London
A avaliação desta disciplina baseia-se obrigatoriamente no método de avaliação contínua. Essa avaliação inclui diversos parâmetros sendo obrigatória a realização de todos para a obtenção de frequência.
Os alunos que obtenham na avaliação contínua a classificação média de 12 valores encontram-se dispensados do exame final, caso a classificação de cada teste não seja inferior a 10 valores
AVISO - EXAMES |
| 1ª Chamada - 9 de Janeiro às 14.30h sala12 2ª Chamada - 24 de Janeiro às 14.30h sala12). |
BIOPOLÍMEROS E EMBALAGEM (BIOPOLYMERS AND PACKAGING)
Código: 1662
Responsável: Margarida Gomes Moldão Martins
Outros docentes: Isabel Maria Nunes de Sousa
Curso: 1º ciclo – Engenharia Alimentar
Precedências: Reologia e Estrutura dos Alimentos
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se no âmbito desta Unidade Curricular:
- Saber conceber uma embalagem para alimentos que cumpra os requisitos previstos.
- Pretende-se ainda desenvolver o raciocínio, o espírito crítico, o gosto pela pesquisa e pelo trabalho em grupo e a capacidade de síntese e de comunicação escrita e oral.
A embalagem na conservação de alimentos: requisitos dos materiais para contacto com alimentos; principais materiais destinados a contacto com produtos alimentares; interacções embalagem/alimento; novos conceitos de embalagem: embalagem inteligente e embalagem activa. Biopolímeros na produção de revestimentos e filmes comestíveis.
Rotulagem alimentar.
Bibliografia Principal
Frequência: presença em 75% das aulas; realização de 2 trabalhos.
Avaliação contínua: 2 testes (80% da nota final; média dos 2 testes igual ou superior a 9,5 valores; classificação mínima de cada teste 8,0 valores) e relatórios dos 2 trabalhos (20% da nota final; nota mínima 9,5).
Avaliação por exame: Exame (nota mínima 9,5; 80% da nota final) e relatórios dos trabalhos (nota mínima 9,5; 20% da nota final).
BIOQUÍMICA (BIOCHEMISTRY)
Código: 1664
Responsável: Ricardo Manuel Seixas Boavida Ferreira
Outros docentes: Maria da Glória Calado Inglês Esquível e Sara Alexandra Valadas Silva Monteiro
Curso: 1º ciclo - Biologia
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Fornecer aos alunos os fundamentos teóricos básicos da Bioquímica, revelando o modo como a Química e a Termodinâmica constituem a base do funcionamento dos sistemas biológicos.
Introdução à Bioquímica.
Hidratos de carbono: monossacáridos, oligossacáridos e polissacáridos. O terceiro “alfabeto da vida”: o código dos açúcares.
Lípidos: tipos principais. Os compostos isoprénicos.
Aminoácidos, péptidos e proteínas. Aminoácidos proteicos, raros e não-proteicos. Ligação peptídica. Oligopéptidos e polipéptidos. Estrutura das proteínas. Vitaminas e coenzimas. Compostos ricos em energia e ligações ricas em energia. Enzimologia e cinética enzimática: conceitos fundamentais e mecanismo de catálise enzimática. Alosteria.
Hormonas.
Introdução à Bioquímica do Metabolismo.
Metabolismo dos glúcidos. Glicólise, gluconeogénese e via dos fosfatos de pentose. Descarboxilação oxidativa do piruvato, ciclo do ácido cítrico e ciclo do glioxilato. Fosforilação a nível do substrato. Cadeia mitocondrial de transporte de electrões e fosforilação oxidativa. Fotossíntese: reacções fotoquímicas e ciclo de Calvin. Fotofosforilação.
Metabolismo dos ácidos gordos e lípidos. Catabolismo dos ácidos gordos: -oxidação dos ácidos gordos, hélice de Lynen. Biossíntese dos ácidos gordos, hélice de Wakil.
Metabolismo dos aminoácidos e proteínas. Catabolismo: turnover e semi-vida de proteínas. Proteases. A via da ubiquitina-proteassoma e as vias lisossomais/vacuolares de degradação de proteínas. Aminoácidos glucogénicos e cetogénicos. Ciclo da ureia. Animais amonotélicos, uricotélicos e ureotélicos. Biossíntese: assimilação do azoto e do enxofre. Aminoácidos essenciais, não-essenciais e semi-essenciais. Biossíntese de proteínas.
O fluxo de energia nos seres vivos e a integração do metabolismo. A bioenergética das cadeias de transporte de electrões: sua relação com as doenças neurodegenerativas do Homem e com a foto-oxidação nas plantas.
Bibliografia Principal
Voet D. e Voet J.G. (2004) Biochemistry. JohnWiley & Sons, Inc.
Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura (1993-2004). Edição Século XXI, Editorial Verbo, Lisboa/São Paulo
Bibliografia Complementar
Textos preparados para os alunos, livros de texto e cópias dos diapositivos apresentados nas aulas.
É obrigatória a presence a, pelo menos, 90% das aulas.
Componentes do processo de avaliação:
- Avaliação contínua (50%): relatórios das aulas práticas e apresentações feitas pelos alunos sobre tópicos acordados com o Professor;
- Testes ou exame final (50%)
BIOTECNOLOGIA (BIOTECHNOLOGY)
Código: 1665
Responsável: Sara Barros Queiroz Amâncio
Outros docentes: Maria Luísa Lopes de Castro e Brito, Jorge Alexandre Matos Pinto de Almeida e Maria Leonor Mota Morais Cecílio
Curso: 1º ciclo - Biologia
Precedências: Microbiologia Funcional
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 35 | Práticas/Laboratoriais: 35 | Outras: 14 | Total: 84 |
Integrar conhecimentos científicos e tecnológicos de Biologia;
Adquirir competências de base experimental nos diferentes ramos da Biotecnologia: microbiana, animal e vegetal
Compreender problemas e desenvolver capacidade para procurar a informação necessária à resolução dos mesmos.
- Biotecnologia: Introdução, conceitos e aplicações. Referência a aspectos de Bioeconomia.
- Mecanismos de RNAi e silenciamento de genes: estudo de casos
- Biotecnologia microbiana
+ Transferência de genes em procariotas
+ As leveduras como ferramentas biotecnológicas
+ Produtos de fermentação: processos a montante e a jusante,
+ Biorreactores
+ Estudo de casos (apresentação de seminários)
- Biotecnologia animal
+ Aplicação de células animais na avaliação da virulência bacteriana
+ Produção de biofármacos complexos
Proteínas recombinantes,
Vacinas,
VLP's,
Vectores para terapia génica
+ Células para terapia celular
- Biotecnologia Vegetal
+ Transformação de plantas superiores
+ Clonagem e regeneração de plantas por cultura in vitro
+ Regeneração de plantas por Organogénese adventícia
+ Embriogénese Somática: aplicações, criopreservação e controlo da estabilidade genética
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Mecanismos de RNAi e silenciamento de genes
Biotecnologia animal
Biotecnologia vegetal
1. Avaliação contínua (AC)
1.1. Dois Questionários Intercalares (QI), 45% (a)
1.2. Questionários, Problemas, Relatórios, 25% (b)
1.3. Trabalho individual: Trabalho de pesquisa bibliográfica sobre um tema do programa da disciplina, validado pelo(a) docente do tema proposto, escrito e papresentado oralmente. 30% (c)
1.4. Dispensa de Exame final
(AC ) = (a) + (b) + (c) convertida para a escala 0-20 valores, for igual ou superior a 12,
2. Exame e nota final
Nota mínima 50% (10 valores); representa 50% do resultado final (E)
A nota final (F) = 50% (AC) + 50% (E)
Aula 1
Aula 2
Aula 3
BOTÂNICA E ZOOLOGIA (BOTANY AND ZOOLOGY)
Código: 1667
Responsável: José Carlos Franco Santos Silva
Outros docentes: Arlindo Lima, Elisabete Tavares Lacerda de Figueiredo Oliveira, José Carlos Augusta da Costa, Ana Maria da Silva Monteiro , Manuela Rodrigues Branco Simões, Maria Dalila Paula Silva Lourenço do Espírito Santo, Maria Edite Ribeiro Cardoso Texugo de Sousa e Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso.
Curso: Todos os cursos de 1º ciclo
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 47 | Práticas/Laboratoriais: 23 | Outras: 14 | Total: 84 |
A disciplina está dividida em dois módulos, de Botânica e de Zoologia.
O módulo de Botânica tem por objectivos desenvolver a curiosidade e o conhecimento sobre a evolução do mundo vegetal; organização interna e externa das plantas; principais grupos taxonómicos; espécies vegetais com maior interesse económico e introdução ao estudo das comunidades e conservação de espécies vegetais.
O módulo de Zoologia tem por objectivos conhecer os princípios de organização do mundo animal, incluindo planos evolutivos e de desenvolvimento, as características dos grupos taxinómicos mais relevantes, traços anatómicos gerais e ciclos de vida, bem como as espécies portuguesas, seu valor e conservação.
BOTÂNICA
Classificação das plantas sensu lato. Introdução à Taxonomia e à Nomenclatura Vegetal. Sistemas de classificação actuais. Taxonomia dos principais grupos taxonómicos das plantas vasculares. Aspectos gerais de evolução ao nível da anatomia e da morfologia externa. Colheita, preparação e registo dos taxa no Herbário. Tipos biológicos. Morfologia Externa da raiz, caule, folha e fruto. Principais tecidos vegetais e suas características histológicas. Anatomia primária e secundária. Adaptações externas e internas de todos os órgãos das plantas aos meios onde vivem. Área de distribuição de uma planta e outros conceitos de corologia. Introdução ao estudo das comunidades. Noções de bioclimatologia e biogeografia.
ZOOLOGIA
Organização do Reino Animal. Planos evolutivos. Características, principais aspectos do ciclo de vida e da ecologia de filos representantes de diferentes planos estruturais. Filo Arthropoda (Myriapoda, Chelicerata, Hexapoda, Crustacea). Características gerais dos Artrópodes. Evolução e taxinomia. Exemplos de espécies existentes em Portugal. Insecta: Morfologia externa e características principais do ciclo de vida. Organização taxinómica. Características das principais ordens: Hemiptera, Coleoptera, Lepidoptera, Diptera, Hymenoptera. Exemplos de espécies com interesse ecológico e económico. Cordados. Grandes linhas evolutivas. Agnatha e Gnathostomata. Anfíbios: Ecologia e aspectos do ciclo de vida. Répteis, aves e mamíferos: Principais grupos, ecologia e aspectos do ciclo de vida. Espécies portuguesas, estado de conservação e ameaças.
Bibliografia Principal
Espírito-Santo M.D., & Monteiro A. 2009. Infestantes das Culturas Agrícolas. Chaves de Identificação. Ed. ISAPress. 90 pp
Hickman Cp, Roberts Ls, Larson A, L'anson H & Eisenhour Dj (2006) Integrated Principles of Zoology. McGraw Hill Higher Education. New York.
Moreira I 2010. Anatomia das Plantas. Estruturas. Série Didáctica Botânica 2. ISAPress. Lisboa. Portugal
Pough, F.H., Janis, C.M. & Heiser, J. B. 2006. Vertebrate Life. Prentice-Hall. New Jersey. 7th Edition. Prentice Hall. New-York.
Vasconcellos JC, Coutinho MCP & Franco JA 1969. Noções sobre a Morfologia Externa das Plantas Superiores. Dir. Ger. Serv.Agric. Lisboa.
Bibliografia Complementar
Carvalho J P (1986) Introdução à entomologia agrícola. FC Gulbenkian, Lisboa
Daly Hv, Doyen Jt & Purcell Ah (1998) Introduction to insect biology and diversity. Oxford University Press
Gullan Pj & Cranston Ps (1994) The insects. An outline of Entomology. Chapman & Hall, London
Kardong, K. (2005). Vertebrates: Comparative Anatomy, Function, Evolution McGraw-Hill Science Engineering New-York
Raven PH, Evert RF & Eichhorn SE 2005. Biology of plants. 7ª Ed. WH Freeman and Company Publishers. New York.
F & Eichhorn SE 2005. Biology of plants. 7ª Ed. WH Freeman and Company Publishers. New York. (BISA)
Frequência: presença regular às aulas práticas, com tolerância máxima de 4 faltas (2 no módulo Botânica e 2 no módulo Zoologia).
Avaliação contínua com possibilidade de dispensa de exame final.
Nota média igual ou superior a 12 para dispensa de exame.
Exame final sobre toda a matéria teórica e prática
MÓDULO DE ZOOLOGIA
Aulas práticas
Aulas Teóricas
Aula teórica nº.1 (versão cor)
Aula teórica nº.1 (versão P&B)
Aula teórica nº.2 (versão cor)
Aula teórica nº.2 (versão P&B)
Aula teórica nº.3 (versão cor)
Aula teórica nº.3 (versão P&B)
Aula teórica nº.4 (versão cor)
Aula teórica nº.4 (versão P&B)
Aula teórica nº.5 (versão cor)
Aula teórica nº.5 (versão P&B)
Aula teórica nº.6 (versão P&B)
CARTOGRAFIA E ELEMENTOS DE TOPOGRAFIA (CARTHOGRAFHY AND ELEMENTS OF TOPOGRAPHY)
Para consultar página da UC, clique aqui
Código: 1668
Responsável: Rui Marçal Campos Fernando
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Precedências: Introdução às Ciências Florestais
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Explicitar os conceitos e métodos da topografia, fotogrametria e da cartografia;
Os estudantes devem ser capazes de aplicar técnicas de levantamentos topográficos utilizando instrumentos ópticos (para medir distâncias, níveis e ângulos) e GPS e realizar medições em fotografias aéreas.
Introdução à cartografia: forma da terra e sistemas de referência. Sistemas de projecção cartográfica. Conversão de coordenadas
Operações em cartas topográficas.
Métodos clássicos de levantamento topográfico.
Levantamentos topográficos com GPS.
Fotogrametria aérea: medição de distâncias e desníveis. Ortofotomapas.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Realização de três trabalhos práticos obrigatórios:
1º - Sobre cartas topográficas
2º - Levantamento topográfico com métodos clássicos
3º - Levantamento topográfico com GPS
Exame final teórico-prático.
A nota final resulta da média ponderada da nota dos trabalhos práticos e do exame final.
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CLIMATOLOGIA E AGROMETEOROLOGIA (CLIMATOLOGY AND AGROMETEREOLOGY
Código: 1669
Responsável: José Paulo Mourão de Melo e Abreu
Outros docentes: Francisco Manuel Souto Gonçalves de Abreu e Ana Carla de Andrade Madeira
Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia do Ambiente e Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Precedências:
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Fornecer conhecimentos sobre o funcionamento do sistema climático e a diferenciação energética e hídrica das grandes regiões climáticas. Compreender as interacções entre a baixa atmosfera e a superfície do globo em ecossistemas naturais e modificados pelo homem, incluindo o efeito dos elementos meteorológicos no desenvolvimento da vegetação e na produção de biomassa.
Criar competências para analisar, avaliar e modificar o agroclima, incluindo a perspectiva da sua evolução de acordo com a tendência actual de variação do clima.
Introdução
Meteorologia e climatologia. O sistema climático. A atmosfera.
A agrometeorologia.
Aspectos energéticos e hídricos do sistema climático
Radiação solar, terrestre e atmosférica. Balanços de radiação em vários ecossistemas. Aplicações.
Termodinâmica da atmosfera. Pressão, densidade, temperatura e humidade do ar. Processos adiabáticos e diabáticos, isobáricos e não-isobáricos. Equilíbrio estático da atmosfera.
A atmosfera em movimento. Convecção e advecção. Tipos de vento e forças associadas. A camada limite planetária.
Circulação geral da atmosfera. Gradientes latitudinais de temperatura e pressão. Células de circulação. Consequências sobre o ciclo hidrológico: precipitação e evaporação.
Geoclimas. Tipos de clima e classificações climáticas. Aplicações.
Tendência actual de variação do clima.
Interacção da baixa atmosfera com a superfície do globo
Transporte de quantidade de movimento, entalpia e massa (gases e partículas) entre a atmosfera e superfícies. Aerodinâmica das superfícies e camadas limite. Difusão molecular e turbulenta. Fluxos e resistências. Aplicações.
Balanço energético em vários ecossistemas. Partição de energia para o aquecimento e a evaporação. Evapotranspiração. Fluxo de energia no solo e temperatura do solo. O determinismo da temperatura da superfície. Arrefecimento: orvalho e geada.
Clima e vegetação
Fenologia, temperatura e fotoperíodo.
Radiação solar e produção potencial de biomassa (ecossistemas húmidos).
Produção de biomassa limitada pela água (ecossistemas áridos).
Modificações do agroclima. Alteração dos regimes radiativo, aerodinâmico e hídrico. Implicações no balanço energético.
Casos-estudo.
Medição de elementos agrometeorológicos
Exemplos de estudos agroclimáticos
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Dois testes parciais (40% + 40%) ou exame final (80%)
Estudo agroclimático duma região (20%)
Resumo do Programa
Regime de Frequência e Avaliação
Trabalho prático
CLIMATOLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS (CLIMATE AND WATER RESOURCES)
Para aceder à página da UC, clique aqui.
Código: 1670
Responsável: Francisco Manuel Souto Gonçalves de Abreu
Outros docentes: Jorge Manuel Martins Soares David e José Luís Monteiro Teixeira
Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
Precedências:
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecimento causístico e integrado dos regimes climáticos, do ciclo da água e dos recursos hídricos disponíveis a nível global e no território português.
Capacidade de analisar, interpretar e equacionar problemas naquelas áreas, e de dimensionar os fluxos e a disponibilidade hídrica ao nível da parcela e da bacia hidrográfica, com diferentes tipos de vegetação.
I.
O sistema climático. A Atmosfera. Energia no sistema climático e circulação geral da atmosfera. A água no sistema climático. Diferenciação regional e evolução do sistema climático. Regimes climáticos e recursos hídricos em várias escalas temporais. Unidades geoclimáticas.
II.
Bacia hidrográfica. Componentes do balanço hidrológico. Escoamento: volume total e dinâmica temporal (cheias e escoamentos mínimos). Influência do tipo de vegetação nas componentes do balanço. Directiva Quadro da água e Lei da água.
III.
Fenologia das plantas. Necessidades de rega.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Testes parcelares, 1 cada 4 semanas
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DESENHO (DRAWING)
Código: 1675
Responsável: Maria Cristina da Fonseca Ataíde Castel-Branco
Outros docentes: Miguel António Navas Cândido
Curso: 1º ciclo - Aqruitectura Paisagista
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Práticas/Laboratoriais: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Disponibilidade mental e entrega, conducentes ao entendimento do Desenho e as suas competências.
Discernimento visual que possibilite a apreensão do visível e do inteligível, tornando consciente o objecto e a sua circunstancia.
Expressão gráfica resultante das relações mental/físico, olho/mão, de forma a comunicar conscientemente a evidência da ideia/objecto.
1. Apreensão e representação gráfica de objectos à escala da mão.
2. Representação gráfica do fragmento de figura humana mão em diferentes modos operativos, nomeadamente; observação convencional e Método Americano.
3. Representação gráfica de fragmento de figura humana, Rosto, de frente e de perfil.
4. Desenho de observação de fragmento de figura humana sentada, total ou parcial.
5. Introdução ao estudo do panejamento. pano
6. Figura Humana na sua relação com o espaço paisagem.
7. Introdução à representação gráfica do espaço exterior /paisagem, rural e urbana.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação contínua ao longo dos quatro módulos,
Entrega de um portfolio no final de cada módulo, contendo uma selecção dos trabalhos produzidos em aula.
Um teste teórico por módulo que consiste na leitura e comentário a um texto sobre as matérias abordadas.
Ao longo dos quatro módulos os alunos utilizam Diário com acompanhamento semanal/mensal por parte do docente.
DESENHO ASSISTIDO POR COMPUTADOR (COMPUTER-AIDED DRAWING)
Código: 1608
Responsável: Ana Luísa Brito dos Santos de Sousa Soares Ló de Almeida
Outros docentes: Natália Cunha
Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
Precedências: Desenho de Comunicação
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 7.5 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais (aplicadas a Projecto): 56 | Outras: 21 | Total: 105 |
A disciplina de Desenho assistido por computador pretende auxiliar o utilizador, através de software actualizado, na área de representação gráfica, permitindo desenhar, trocar, corrigir alterar o desenho, com um grande rigor técnico. O programa a explorar tentará ser sempre nas versões mais recentes de modo a que os conhecimentos adquiridos tenham um elevado grau de aplicabilidade no campo profissional.
1. Introdução de coordenadas absolutas e relativas;
2.Comandos de: desenho, visualização, auxiliares de desenho e de manipulação de entidades.
3.Comandos de texto e cotagem de desenhos.
4.Gestão do desenho por camadas temáticas (layers), propriedades de layers.
5.Comandos para alterar as propriedades das entidades e utilização e criação de símbolos repetidos. 6.Preparação de layouts.
7.Exercícios práticos.
Bibliografia Principal
Teste escrito + trabalhos práticos
DESENHO DE COMUNICAÇÃO (DRAWING FOR COMMUNICATION)
Código: 1676
Responsável: Maria Cristina da Fonseca Ataíde Castel-Branco
Outros docentes: Miguel António Navas Cândido
Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
Precedências: Desenho
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 8 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais (aplicadas a Projecto): 56 | Outras: 28 | Total: 112 |
Componente teórica: Desenvolver uma atitude critica pessoal na leitura/interpretação de imagens/objectos artísticos, assim como um suporte linguístico que sustente esse posicionamento. Fomentar o uso do Diário Gráfico tornando visível o envolvimento, as inquietações e a necessidade comunicar gráfica e oralmente a capacidade inventiva.
Componente prática: aprender a ver e aprender vendo. Desenhar conscientemente a medida das coisas e do espaço/paisagem, assim como a expressão da sua aparência visual/táctil.
Organizar pessoalmente as percepções, para poder comunicar graficamente o ver e o sentir.
Desenvolver o discernimento visual e a destreza manual, na tentativa de sincronizar pensamento e registo.
Componente teórica: o que é e onde está o desenho? Leitura e comentário de textos considerados pertinentes na descoberta do “lugar do desenho” e da sua imanência em todas as fases da actividade projectual aplicada.
Visualização, por meios áudio visuais, livros, reproduções, etc, os trabalhos de autores consagrados. Acompanhamento dos diários gráficos em processo.
Componente prática; representação gráfica da escala do corpo e da sua relação com a arquitectura e o espaço/paisagem.: o cubo como síntese da arquitectura e o panejamento, como simulacro da paisagem. Interacção cubo/ panejamento, como paradigma do conceito aberto da Arquitectura paisagista.
Modos de ver, modos de fazer: Exercícios conceptuais de leitura e aplicação de tramas, enquanto sinal gráfico que por repetição, traduz uma superfície e a sua posição espacial.
Cópia dos mestres: experienciar uma acção decorrente da Leitura/interpretação de uma representação de paisagem.
Enquadramento, composição e hierarquia da linha (sinal gráfico), como potenciadora das noções de espaço/campo visual e das propriedades essenciais na representação do espaço/paisagem.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação contínua. Na componente teórica são realizadas dois testes:
1 - Leitura e comentário escrito a textos distribuídos pelo docente.
2 - Apreciação e acompanhamento dos Diários Gráficos em progresso.
São considerados os seguintes parâmetros: nível de aprendizagem, dedicação e evolução. Assiduidade, pontualidade, participação nas aulas e cumprimento dos prazos.
No final do semestre, entrega de um portfolio contendo uma selecção criteriosa dos exemplos mais significativos do trabalho desenvolvido, organizado cronologicamente, com os enunciados dos exercícios apresentados (tema/objectivos/modo de operar).
ECOLOGIA (ECOLOGY)
Código: 1677
Responsável: Pedro Aguiar Pinto
Outros docentes:João Santos Pereira , Miguel Pedro de Freitas Barbosa Mourato, Nuno Renato da Silva Cortez, Manuel Valeriano Madeira, Fernando Girão, Maria da Conceição Caldeira, José Maria Silva Santos e Miguel Bugalho.
Curso: Todos os cursos de 1º ciclo, excepto Engenharia Alimentar
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Enunciação e estudo dos conceitos básicos da Ecologia numa perspectiva histórica e actual;
Uma primeira aproximação ao estudo das características e do funcionamento dos
ecossistemas;
Integração dos ecossistemas em escalas espaciais mais amplas (paisagem, biomas);
Análise crítica da interferência humana na dinâmica da biosfera.
Introdução.
Populações e suas interacções.
Comunidades e sua dinâmica.
Os processos ao nível dos ecossistemas: fluxos e balanços de energia.
Os processos ao nível dos ecossistemas: fluxos biogeoquímicos.
Biomas da terra e do território português.
Aplicações da ecologia: modificações globais na biosfera
Aplicações da ecologia: desenvolvimento sustentável
Bibliografia Principal
1. A obtenção de frequência, i.e., a admissão a exame final, é condicionada pela presença em pelo menos 75% das aulas práticas, e pela apresentação do relatório correspondente.
2. Nas sessões práticas não presenciais será realizado um trabalho de pesquisa (em grupo) sobre um tema a distribuir na primeira aula cuja relatório escrito terá o peso de 20% no resultado final.
3. O exame final escrito é eliminatório e incidirá sobre toda a matéria dada (aulas teóricas e aulas práticas) e terá o peso de 80%.
4. Os alunos que já tenham obtido frequência ou que tenham o estatuto de trabalhadores-estudantes realizarão individualmente o trabalho referido em 2 (devendo contactar atempadamente o docente da UC para atribuição do tema). Exceptuam-se os alunos que já tenham realizado com aproveitamento este trabalho nos últimos dois anos, caso em que será contada a classificação então obtida, com a ponderação referida em 2.
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ECONOMIA (ECONOMICS)
Código: 1678
Responsável: Raúl da Fonseca Fernandes Jorge
Outros docentes: Manuel Belo Moreira, Maria Filomena Ramos Duarte e Ana Maria Contente Novais
Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar; Engenharia do Ambiente; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais; Engenharia Zootécnica
Precedências: Organização da Produção Agrícola e Pecuária (Eng. Agronómica)/ Introdução em Engenharia Alimentar (Eng. Alimentar) / Ambiente, Recursos e Sociedade (Eng. Ambiente) / Introdução às Ciências Florestais (Eng. Florestal e dos Recursos Naturais) / Morfologia, Aptidão e Comportamento Animal (Eng. Zootécnica)
| Ano Curricular: 2º / 3º- Eng.ª do Ambiente | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Proporcionar aos formandos uma sólida formação nos princípios básicos da economia, que lhes permita aplicá-los na análise económica de um vasto leque de problemas associados à produção agrícola, alimentar e à gestão dos recursos naturais:
- Decisões individuais dos produtores e consumidores
- Organização e desempenho da economia
- Efeitos das políticas de mercado e macroeconómicas
Introdução à Economia: escassez, custos de oportunidade e escolha; microeconomia versus macroeconomia; questões típicas da economia; problemas económicos da agricultura, do sector agro-alimentar e da gestão dos recursos naturais.
Economia da procura: utilidade, escolha do consumidor e função procura; determinantes e elasticidade da procura.
Economia da Oferta: a decisão do produtor e a função oferta; determinantes e elasticidade da oferta.
Mercados e formação dos preços: curvas da oferta e da procura de mercado; equilíbrio de mercado em concorrência perfeita; outras estruturas de mercado; comércio internacional.
Políticas de Mercado: objectivos, instrumentos e impactes das políticas de mercado na agricultura; introdução à Política Agrícola Comum.
Introdução à macroeconomia: objectivos macroeconómicos; o circuito económico; o apuramento do Produto Interno Bruto (PIB); índices de preços, PIB nominal e real; o PIB como um indicador do desempenho da economia nacional; rendimento de equilíbrio; oo papel das políticas públicas, efeito multiplicador.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A avaliação de conhecimentos assenta, fundamentalmente, em duas componentes:
1. a participação nas aulas através da realização de exercícios de aplicação; e
2. um exame final escrito envolvendo toda a matéria da disciplina
Organização da Unidade Curricular
Programa
Bibliografia e Material de Apoio
Método de Avaliação
Plano das Aulas Teóricas
ENERGIA E AMBIENTE (ENVIRONMENT AND ENERGY)
Código: 1680
Responsável: Olívio Godinho Patrício
Outros docentes: Elizabeth da Costa Neves Fernandes d'Almeida Duarte e Cláudia Saramago de Carvalho Marques dos Santos Cordovil
Curso: 1º ciclo – Engenharia do Ambiente
Precedências: Física II
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
- Proporcionar ao aluno uma visão global sobre energia, analisando-a a partir das fontes primárias e secundárias;
- Transmitir ao aluno conhecimentos sobre materiais, equipamentos e sistemas que lhe permitam compreender os processos de produção/conversão da energia a partir de resíduos, dos biocombustíveis e da biomassa de modo a minimizar os efeitos nefastos para o ambiente e diminuir a nossa dependência energética;
- Contribuir para a compreensão do funcionamento de diversas instalações de produção/conversão de energias renováveis, não renováveis, alternativas energéticas e as suas interacções com o meio ambiente;
- Contribuir para o desenvolvimento de acções directa ou indirectamente relacionadas com o consumo e produção de energia de modo a melhorar a nossa eficiência energética e diminuir os impactos ambientais
1 – Conceitos gerais de energia, unidades e equivalências energéticas
1.1- Fontes e formas de energia
1.2- Processos de conversão de energia
2 – A integração das energias renováveis para a minimização dos impactes ambientais nas actividades urbanas, agrícolas, florestais e industriais
3 – Estratégias Nacionais e Implementação da Directiva “Energias Renováveis”
4 – Caracterização dos resíduos e biomassa, valorizáveis para fins energéticos
5 – Tecnologias de produção/conversão de energias primárias
6 – Processos de transformação e utilização da energia da biomassa: processos biológicos e processos químicos, bioquímicos, físicos e físico-químicos
6.1 - Pirólise
6.2 - Gaseificação
7 – Biocombustíveis
7.1 - Biodiesel, Biometanol, Bioetanol e Biogás
8 – Eficiência energética da obtenção de bio-energias. Tratamento e valorização dos subprodutos resultantes da obtenção de bioenergias
9 – Tecnologias de produção/conversão de energias secundárias
10 – Aspectos ambientais e económicos da produção de energias renováveis
11 – Sistemas integrados de produção de energias em regimes sustentáveis. Estudo de casos.
12 – Energia solar
12.1 - Energia solar térmica
12.2 - Energia solar fotovoltaica
12.3 - Energia solar passiva
12.4 - Energia solar eléctrica
13 – Energia eólica
14 – Energia geotérmica
15 – Mini-hidrícas
16 – Cogeração e trigeração
17 – Eficiência energética. Considerações gerais sobre a produção de energia em regime especial
18 – Energia dos oceanos
19 – Energia nuclear
20 – Considerações finais sobre energia
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A avaliação compreende dois testes escritos e um trabalho de pesquisa sobre um tema proposto.
Os alunos serão dispensados da avaliação final se, na média aritmética da avaliação, tiverem obtido classificação igual ou superior a 10 valores.
Terão de fazer exame final os alunos que em qualquer momento da avaliação tenham obtido nota inferior a 8 valores em 20 valores.
ESTÁGIO (PROJECT)
Código: 1626
Responsável: Maria Adélia da Silva Santos Ferreira
Outros docentes: todos os anos terão docentes diferentes a acompanhar o estágio, dependendo da área tecnológica e do acordo com os alunos.
Curso: 1º ciclo – Engenharia Alimentar
Precedências: a decidir pelo Conselho Pedagógico
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Outras: 84 | Total: 84 |
Gerais:
Estagiar numa unidade industrial, laboratorial ou de serviços,
Conhecer a actividade normal de uma empresa,
Sistematizar conhecimentos.
Específicos:
Registar uma experiência,
Desenvolver capacidades analíticas e críticas,
Sintetizar e relatar por escrito,
Apresentar oralmente.
A permanência na unidade industrial, laboratorial ou de serviços durante o mês de Maio consistirá no acompanhamento de todas as suas actividades de modo a registar o seu funcionamento durante o horário normal de funcionamento.
Adequando a cada empresa específica, o registo das observações deverá dar atenção aos seguintes aspectos:
i) Organização da Unidade (organigrama de decisão);
ii) Organização da Produção: “Lay out” da unidade, circuito principal de produção e os circuitos paralelos de unidades de apoio;
iii) Gestão da Qualidade e Segurança ao longo do processo;
iv) Gestão Ambiental;
v) Política e Estratégia Comercial;
vi) Elaboração do relatório.
A fornecer pelo docente de acompanhamento do projecto específico
O estágio será avaliado: i) pelo relatório escrito e ii) pela apresentação oral e discussão do projecto de estágio, quanto à sua adequação, clareza, rigor, síntese, integração na empresa e qualidade.
O júri será constituído pelo Coordenador do Módulo e pelo Professor que acompanhou o projecto de acordo com a área específica da Engenharia Alimentar em que se insere o estágio.
Estágio (PROJECT)
Código: 1627
Responsável: Cláudia Saramago de Carvalho Marques dos Santos Cordovil
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo – Engenharia do Ambiente
Precedências: 1º ano completo e 105 ECTS
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Outras: 84 | Total: 84 |
- Complementar a formação eminentemente teórica e teórico/prática ministrada aos alunos no ISA com uma formação de carácter prático, através da sua participação e/ou acompanhamento de actividades de carácter técnico ou científico desenvolvidas por entidades (públicas ou privadas) em áreas do conhecimento relevantes no do domínio da Engenharia do Ambiente.
- Permitir aos alunos estagiários rever e aprofundar os conhecimentos adquiridos na escola num ambiente e num contexto profissional.
- Sensibilizar os alunos relativamente á importância do trabalho em equipa e desenvolver-lhes o sentido da responsabilidade e a capacidade de de integração em equipas de trabalho.
O programa do estágio de curta de duração (1 mês) a realizar, sendo dependente do tipo de actividades a desenvolver pelo aluno, é definido, caso a caso, pela entidade de acolhimento do estagiário e desenvolvido após aprovação do mesmo pelo professor responsável pela unidade curricular Estágio.
A fornecer pelo Docente de acompanhamento do projecto específico.
A avaliação é feita com base na informação prestada pelo supervisor do estágio na entidade de acolhimento e na classificação obtida pelo aluno na apresentação e discussão do relatório de estágio elaborado por este.
Estágio (PROJECT)
Código: 1628
Responsável: Maria Madalena dos Santos Lordelo
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
Precedências: 1º ano completo e 105 ECTS
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Outras: 84 | Total: 84 |
Os estágios ao serem realizados em explorações pecuárias ou indústrias do sector públicas ou privadas, têm como grande objectivo permitir aos alunos contactar com as técnicas de maneio e com o funcionamento global das explorações ou das indústrias ligadas ao sector pecuário.
O programa desta disciplina é dividida em 3 semanas. Duas das quais o aluno permanece numa exploração de produção animal, numa fábrica de rações ou num centro de abate e executa as funções diárias de modo a interagir com todo o processo da respectiva exploração ou indústria. A terceira semana é dedicada à execução de um documento escrito sobre o seu estágio e à preparação de uma apresentação oral sobre o mesmo.
Bibliografia Principal
Avaliação tem como critérios:
1) empenho de cada aluno no trabalho a realizar na respectiva exploração
2) elaboração de um documento escrito
3) apresentação oral sobre o respectivo estágio.
ESTATÍSTICA (STATISTICS)
Código: 1682
Responsável: Maria Manuela Costa Neves Figueiredo
Outros docentes: Fernanda Maria dos Reis Torroaes Valente, Maria João Teixeira Martins e Marta Guerreiro Duarte Mesquita de Oliveira
Curso: Todos os cursos de 1º ciclo, excepto Arquitectura Paisagista; 2º ciclo – Arquitectura Paisagista
Precedências: Análise Matemática
| Ano Curricular: 2º (1º ciclos); 1º (AP) | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória: (cursos de 1º ciclo, excepto Arquitectura Paisagista;
Optativa:(2º Ciclo - Arquitectura Paisagista)
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Aprender os principais conceitos e métodos de resumo e interpretação de dados.
Conhecer os principais modelos probabilísticos necessários à inferência estatística clássica
Formular intervalos de confiança e testes de hipóteses dos principais parâmetros populacionais. Iniciação ao software estatístico R.
Teoria da Probabilidade. Noções básicas. Propriedades da probabilidade. Variáveis aleatórias. Parâmetros das variáveis aleatórias. Função geradora de momentos. Principais distribuições discretas. Principais distribuições contínuas.
Estatística Descritiva a uma e duas dimensões: objectivos e principais métodos. A regressão linear simples.
Breve introdução à Inferência Estatística. Introdução aos intervalos de confiança e testes de hipóteses.
Introdução ao software estatístico R.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Por exame final e mini questionários realizados nas aulas práticas. Oral facultativa para alunos com nota final superior a 16 valores. Em caso de não comparência à oral a nota final será 16 valores.
FENÓMENOS DE TRANSFERÊNCIA DE MASSA E ENERGIA (MASS AND ENERGY TRANSPORT PHENOMENA)
Código: 1685
Responsável: Helena Margarida Nunes Pereira
Outros docentes: Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
Curso: 1º Ciclo - Engenharia Alimentar
Precedências: Física II
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 56 | Práticas-Laboratoriais: 14 | Outras: 14 | Total: 84 |
Compreensão dos conceitos básicos dos fenómenos de transferência de massa e de energia, e sua aplicação a casos concretos da engenharia alimentar.
Balanços de massas em processos sem e com reacção química. Introdução ao conceito geral de transferência: leis fundamentais. Transferência de massa em estado estacionário por difusão: difusão nas fases gasosa, líquida e em sólidos. Transferência de massa através de uma fronteira de fase com reacção química ou bioquímica; transferência de massa em reactores biológicos (em fermentações e em sistemas com biocatalisadores imobilizados). Compreensão do conceito de equilíbrio entre fases e sua aplicação a operações de extracção.
Transferência de calor: princípios da transferência de calor em estado estacionário; mecanismos de transferência de calor (condução, convecção natural e forçada e radiação). Transferência de calor em estado não estacionário: condução em estado não estacionário através de corpos de diferentes geometrias; aquecimento e arrefecimento de materiais biológicos. Balanços de energia aplicados a fluxogramas industriais.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Dois testes ou exame final (80% da nota final) e Relatório de Trabalho Laboratorial (20% da nota final). Para obter aprovação na disciplina é necessária a nota mínima de 9,5 valores tanto no exame como no trabalho laboratorial.
FÍSICA I (PHYSICS I)
Código: 1687
Responsável: António Marcelino Palma de Borja Serafim
Outros docentes: Isabel Maria Cerqueira Lopes Alves, José Luís Monteiro Teixeira, Maria do Rosário da Conceição Cameira, Olívio Godinho Patrício, Paulo Guilherme Martins de Melo Matias, Pedro Manuel Leão Rodrigues de Sousa e Rui Marçal Campos Fernando
Curso: Todos os cursos de 1º ciclo
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 18 | Teórico-Práticas: 37 | Práticas: 15 | Outras: 14 | Total: 84 |
Consolidar conhecimentos do ensino secundário em matérias relevantes para os cursos do ISA, designadamente em temas de mecânica.
Preparar os alunos em temas seleccionados de mecânica de fluidos, adaptados às licenciaturas do ISA e em consonância com o que é prática habitual a nível internacional no 1º ano de cursos de engenharias de bio-sistemas ou afins.
Para além dos conhecimentos adquiridos e não menos importante: treinar o raciocínio lógico, promover o desenvolvimento da capacidade de quantificar/equacionar e a compreensão elementar dos processos em física.
MÓDULO I - Mecânica
0. Unidades e grandezas físicas. Sistemas. Notação. Conversões. Análise dimensional.
1. Operações com vectores
2. Equilíbrio de uma partícula e de um corpo rígido. Leis de Newton. Equilíbrio translaccional. Forças e coeficientes de atrito. Equilíbrio rotacional. Momentos.
3. Cinemática. Equações do movimento.
4. Dinâmica. Discussão da 2ª lei de Newton. Gravitação. Sistemas inerciais de referência; forças não inerciais.
5. Movimento no plano. Trajectória de um projéctil. Movimento circular. Aceleração tangencial e normal. Força centrípeta. Movimentos circulares. Velocidade e aceleração angulares.
6. Trabalho e energia. Energia cinética e potencial. Conservação da energia mecânica total. Forças conservativas e dissipativas. Potência.
7. Impulso e quantidade de movimento. Conservação da quantidade de movimento. Colisões.
MÓDULO II - Elasticidade, Mecânica de Fluidos
1. Elasticidade. Tensão de tracção, de compressão e de cisalhamento. Variação da pressão hidrostática. Deformações. Lei de Hooke. Módulos de elasticidade.
2. Hidrostática. Princípio fundamental. Lei de Pascal. Medidores de pressão. Impulsão. Tensão superficial e capilaridade.
3. Hidrodinâmica. Princípio da continuidade. Teorema de Bernoulli. Viscosidade. Lei de Poiseuille. Nº de Reynolds. Lei de Stokes.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Há duas opções: avaliação contínua ou exame final. A avaliação contínua requer a realização de dois testes por módulo. No final de cada módulo há um teste abrangendo toda a matéria desse módulo.
Os alunos obtêm frequência pela presença em 75% das aulas ou por uma classificação mínima de 6 valores (média em cada módulo).
A classificação é feita por média ponderada dos testes parcelares obrigatórios (33%) e testes finais (67%).
A classificação na disciplina é a média dos 2 módulos e a classificação mínima para obter aprovação é de 8 valores em cada módulo e 10 valores de média.
FÍSICA II (PHYSICS II)
Código: 1688
Responsável: Maria Isabel Freire Ribeiro Ferreira
Outros docentes: Isabel Maria Cerqueira Lopes Alves, António Marcelino Palma de Borja Serafim, José Paulo Mourão de Melo e Abreu, Olívio Godinho Patrício, Maria do Rosário da Conceição Cameira, Jorge Manuel Martins Soares David e Maria Teresa Gomes Afonso do Paço
Curso: Todos os cursos de 1º ciclo, excepto Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 18 | Teórico-Práticas: 37 | Práticas/Laboratoriais: 15 | Outras: 14 | Total: 84 |
Consolidar conhecimentos do ensino secundário em matérias relevantes para os cursos do ISA, designadamente em temas de calor.
Preparar os alunos em temas seleccionados de termodinâmca e transferências de calor e massa, adaptados às licenciaturas do ISA e em consonância com o que é prática habitual a nível internacional no 1º ano de cursos de engenharias de bio-sistemas ou afins.
Para além dos conhecimentos adquiridos e não menos importante: treinar o raciocínio lógico, promover o desenvolvimento da capacidade de quantificar/equacionar e a compreensão elementar dos processos em física.
MÓDULO III – Calor
1. Temperatura e dilatação. Equilíbrio térmico. Expansão térmica.
2. Calorimetria. Capacidades caloríficas. Calor latente.
3. Transferência de energia. Condução térmica. Convecção. Radiação. Leis de Stefan-Boltzmann, Planck e Wien.
4. Propriedades térmicas da matéria. Superfícies pVT para gás perfeito e substância real. Pressão parcial e saturante do vapor de água. Humidade atmosférica.
5. Termodinâmica. 1ª lei. Trabalho e calor num ciclo. Rendimento. Equações de estado adiabáticas. Ciclo de Carnot. 2ª lei. Reversibilidade e entropia.
MÓDULO IV – Fluxos e gradientes. Equações simples de transporte. Balanços de massa e energia.
1. Fluxo de massa em meios contínuos. Concentração, gradiente. Misturas de substâncias: difusão molecular, lei de Fick, difusão com convecção.
2. Analogia entre transporte de várias entidades. Equação geral de transporte. Relação fluxo-gradiente em regime estacionário. Resistência e condutância.
3. Movimento da água num meio poroso (solo). Potencial de água. Transporte de solutos num meio poroso por difusão e convecção. Tortuosidade.
4. Transporte de água entre as raízes e a atmosfera; aplicação do conceito de fluxos e resistências no continuum SPA. Fluxo hidráulico ascendente nas plantas.
5. Balanços de energia e massa. Conservação de energia e massa. Volume de controlo e condições de fronteira. Fontes e sumidouros. Afluência e efluência.
6. Balanços de massa. Acumulação de massa e variação da concentração mássica numa mistura. Exemplos de aplicação: balanço de água em superfícies e volumes naturais, em várias escalas espaciais e temporais.
7. Balanço de energia. Balanço de radiação e partição de energia. Exemplos de aplicação em superfícies e volumes naturais. Acumulação de calor no volume de controlo e variação da temperatura numa mistura.
8. Equipamentos e casos-estudo.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Há duas opções: avaliação contínua ou exame final. A avaliação contínua requer a realização de dois testes por módulo. No final de cada módulo há um teste abrangendo toda a matéria desse módulo.
Os alunos obtêm frequência pela presença em 75% das aulas ou por uma classificação mínima de 6 valores (média em cada módulo).
A classificação é feita por média ponderada dos testes parcelares obrigatórios (33%) e testes finais (67%).
A classificação na disciplina é a média dos 2 módulos e a classificação mínima para obter aprovação é de 8 valores em cada módulo e 10 valores de média.
Para mais informações sobre a UC, clique aqui.
FISIOLOGIA ANIMAL (ANIMAL PHYSIOLOGY)
Código: 1689
Responsável: Teresa de Jesus da Silva Matos
Outros docentes: Maria Madalena dos Santos Lordelo
Curso: 1º ciclo - Biologia
Precedências: Bioquímica
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 8 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 28 | Total: 112 |
Pretende-se que o aluno: i) compreenda e conheça os mecanismos fisiológicos fundamentais para a vida animal nos seus distintos níveis; ii) compare os sistemas utilizados nas distintas espécies (vertebrados e invertebrados) para a sua adequação ao meio ambiente; iii) explore o conhecimento da contribuição dos diferentes sistemas de órgãos para a manutenção da constância do ambiente interno; iv) proceda à abordagem das alterações dos processos fisiológicos em situação de doença e, v) adquira experiência laboratorial básica em fisiologia mediante manipulação de animais de laboratório e jogos interactivos.
MÓDULO I - Calor
- Regulação e Manutenção. Aparelho circulatório: Sangue, Coração e Circulação e regulação periférica. Sistema linfático. Aparelho respiratório. Aparelho digestivo: Nutrição, metabolismo e Regulação da temperatura. Aparelho urinário: Água, Electrólitos e Equílibrio ácido-base. Particularidades fisiológicas das aves.
- Reprodução. Sistema reprodutor. Particularidades fisiológicas das aves: Aparelho reprodutor e embriologia.
- Suporte e movimento. Niveis de organização do organismo animal, características essenciais da vida e homeostase. Tecidos constituintes do organismo animal. Sistema tegumentar. Sistema esquelético e homeostasia do cálcio. Fisiologia do sistema muscular.
- Sistemas de integração e controlo. Organização funcional do sistema nervoso e integração das funções do sistema nervoso. Os sentidos especiais. Sistema nervoso autónomo. Organização funcional do sistema endócrino e Glândulas endócrinas. Especificidades nos animais invertebrados.
- Manipulação de animais de laboratório. Técnicas de contenção e manipulação de animais de laboratório. Maneio dos animais. Recolha de sangue e urina. Controlo do desenvolvimento animal. Necrópsia, observação dos sistemas e identificação dos principais orgãos.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Aprovação à disciplina para classificação final de 10 valores na avaliação contínua ou após realização de exame. Funcionamento em 5 módulos. Inclui:
- Realização de dois seminários e uma sessão de posters
- Apresentação de resumos escritos
- Realização de dois testes
FISIOLOGIA VEGETAL (PLANT PHYSIOLOGY)
Código: 1690
Responsável: Ricardo Manuel Seixas Boavida Ferreira
Outros docentes: João Manuel Dias dos Santos Pereira, Amarilis Paula Alberti de Varennes e Mendonça, Sara Barros Queiroz Amâncio, Maria da Glória Calado Inglês Esquível, Maria Manuela Chaves, Luísa Carvalho e Filipe Costa e Silva
Curso: 1º ciclo - Biologia
Precedências: Bioquímica
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 8 | Obrigatória |
| Teóricas: 42 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 28 | Total: 112 |
É a ciência que estuda o funcionamento das plantas.
Explica como as plantas são capazes de crescer a partir da luz e moléculas inorgânicas (C, N, P etc), sintetizando moléculas orgânicas e construindo tecidos e órgãos. Explica também como, seguindo um programa de desenvolvimento endógeno, se reproduzem e adaptam ao ambiente.
Introdução: o funcionamento das plantas e as interacções com o ambiente
Absorção e transporte da água na planta - Relações hídricas, balanço hídrico da planta.
Absorção e movimentação dos solutos na planta.
Translocação floémica. Factores que afectam a translocação. Noção de “source” e “sink”.
Fotossíntese: Reacções fotoquímicas da fotossíntese e reacções de assimilação do dióxido de carbono. Metabolismo fotossintético. Fotofosforilação não-cíclica, cíclica e acíclica. Rubisco.
Plantas C3, plantas C4 e plantas CAM. Fotorrespiração.
Exportação de fotoassimilados e acumulação em órgãos de reserva.
Limitações metabólicas e ambientais à produção vegetal.
Respiração nas plantas. O ciclo do glioxilato. As vias alternativas de transporte de electrões dos mitocôndrios vegetais.
Energética da respiração e da fotossíntese.
Metabolismo do azoto e do enxofre.
Desenvolvimento das plantas.
Bibliografia Principal
FUNDAMENTOS DE FISIOLOGIA VEGETAL J. Azcón-Bieto e Manuel Talón (eds.). McGraw-Hill Interamericana. 2000
PLANT PHYSIOLOGY L. Taiz e E. Zeiger. Sinauer Associates, Inc., Publishers. 4rd edition. 2006 (ou 2002 3rd ed).
Bibliografia Complementar
Cópias dis diapositivos apresentados durante as aulas.
Textos de apoio fornecidos pelos docentes.
Artigos científicos a serem fornecidos pelos professores.
As matérias que constam do Programa serão apresentadas nas aulas teóricas, sendo alguns dos temas retomados nas aulas práticas.
O aproveitamento relativo à frequência da disciplina, traduzido na condição de ADMITIDO, resultará da presença a, pelo menos, 90% das aulas, da apresentação de um relatório (por grupo) referente a cada trabalho prático entregue na aula seguinte, questionários no início das aulas práticas e à apresentação e discussão de um trabalho de grupo, sobre um tema a escolher.
A avaliação contínua, resultante da participação nas aulas, relatórios apresentados, questionários e apresentação e discussão de um trabalho, contribuirá com um peso de 50% para a classificação final.
O exame final contribuirá com um peso de 50% para a nota final.
Aulas T1 + T2
Aulas T3 a T6
Aula T7
Aula T8
Aula T9
Aula T10
Aula T11
Aula T12+T13
Aula 14 a 19
Aula T24 - textos de apoio
GENÉTICA (GENETICS)
Código: 1691
Responsável: João Manuel Neves Martins
Outros docentes: Maria Margarida Cabrita Xavier Delgado, Helena Sofia de Henriques Lebre de Campos Pereira, Elsa Félix Gonçalves e Victor Alves (FMV)
Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
Precedências: Biologia Celular e Microbiologia
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Para além dos conceitos básicos da genética, no fim do curso os alunos deverão conhecer o significado metodológico das técnicas mais usadas, serem capazes de equacionar e prever parâmetros por avaliações genéticas simples, definir objectivos e critérios no desenvolvimento de programas de selecção, determinar o progresso genético de uma população no tempo, estabelecer programas para a minimização de perda de genes em pequenas populações amostrais.
Introdução
Postulados de Mendel. Raças puras, hibridismo. Teorias alélica, e da segregação independente (Meiose). Dominância, homozigocidade (linhas puras) e heterozigocidade (heterosis). Fenótipo, genótipo e ambiente com suas interacções. Binómio de Newton, triângulo de Pascal e Probabilidades de eventos. Intervalo de confiança. Codominância, genótipos letais, alelos múltiplos, epistasia. Características ligadas, influenciadas e limitadas ao sexo. Ligamento dos genes, entrecruzamento (crossing-over) e recombinação, mapa genético. Teste do Χ² (qui-quadrado). A genética das bactérias e seus virus
Do DNA ao Fenótipo
Interação génica com a penetrância e expressividade; O DNA, sua estrutura e replicação; Transcrição e processamento dos RNAs; Proteínas e sua síntese; Regulação da expressão génica em bactérias e vírus; Regulação da expressão génica em eucariotas; Controlo génico do desenvolvimento. Genomas e genómica.
Mutação, Variação e Evolução
Genoma dinâmico (transposões); Mutações, reparações e recombinação; Alterações numéricas e estruturais de cromossomas (erros na disjunção meiótica).
Genética de Populações
Condições de equilíbrio de Hardy-Weinberg;
Factores de evolução: (i) Migração. (ii) Mutações (única, recorrente e recorrente reversível). (iii) Selecção e evolução das frequências génicas e genotípicas. Equilíbrio entre mutação e selecção. (iv) Deriva genética. Distribuição binomial da probabilidade das frequências génicas. Média e variância na 1ª geração e na geração t. Fases dispersiva, plana e de fixação. Taxa de fixação e evolução das frequências genotípicas. Consequências da deriva; (v) Endogamia. Coeficiente de parentesco e coeficiente de endogamia. Endogamia na 1ª geração e na geração t. Variância das frequências génicas em função de Ft. Evolução de F e das frequências genotípicas ao longo das gerações. Tamanho efectivo da população. Endogamia como consequência de cruzamentos selectivos (genealogias).
Genética Quantitativa
Natureza e determinismo das características quantitativas. Quantificação da variabilidade. Desvio ambiental. Controlo dos desvios ambientais. Heritabilidade em sentido lato.
Efeito médio, efeito de substituição e valor reprodutivo. Desvio dominante. Desvio da interacção. Formulação da previsão do ganho de selecção e as relações de variância fenotípica/genotípica e aditiva.
Heritabilidade genotípica (sentido lato) e aditiva (sentido restricto). Cálculo da heritabilidade, mediante estimativa de VE em populações uniformes, em famílias F2, com base nas relações entre parentes. Medidas para obter altas estimativas da heritabilidade. Resposta à selecção. Resposta em populações de fecundação cruzada e de clones ou de linhas puras. Medidas para obter altas estimativas do ganho. Aproveitamento da variabilidade devida à dominância. Endogamia e exogamia. Mudança dos valores médios. Depressão endogâmica (efeito da selecção). Heterosis (cruzamentos simples). Mudanças das variâncias. Redistribuição das variâncias genética e ambiental (uniformidade das linhas consanguíneas). Variâncias entre cruzamentos (aptidões combinatórias, geral e específica).
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Obtenção de Frequência: Só serão admitidos a exame final os alunos que tiverem frequência a 75% de todas as aulas. Define-se como frequência às aulas a presença em pelo menos 2/3 das aulas apresentas.
A avaliação é contínua ao longo do semestre, com questionários nas aulas teórico-practicas (30%), três testes, sendo o último global (50%) e a apresentação escrita e oral no fim do curso do resumo dum trabalho científico (20%). As médias destas classificações parcelares não podem ser inferiores a 8 valores. Se a avaliação contínua for igualou superior a 9,5 valores, o aluno dispensa de exame final. Caso contrário fica obrigado a fazer o exame final
Classificação Final: A média final é igual à da avaliação contínua para os alunos dispensados de exame final. Para os outros alunos o valor final será a média da avaliação contínua e a classificação do exame final.
Os Testes de Genética agendados para: T1 - 23 de Março; T2 - 27 de Abril e, Tg - 01 de Junho serão realizados sempre na Sala A2 do Pavilhão Anexo, pelas 9:00 horas.
Nota: Devem levar caderno de Teste e máquina de calcular não gráfica.
GENÉTICA E GENÓMICA (GENETICS AND GENOMICS)
Código: 1692
Responsável: Jorge Alexandre Matos Pinto de Almeida
Outros docentes: Maria Leonor Mota Morais Cecílio, Maria Wanda Sarujine Viegas e Antero Lopes Martins
Curso: 1º ciclo - Biologia
Precedências: Biologia Molecular
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 8 | Obrigatória |
| Teóricas: 42 | Teorico-Práticas: 42 | Outras: 28 | Total: 112 |
Familiarizar os estudantes com conceitos fundamentais de Genética clássica. Estes conceitos são transmitidos sobretudo em sessões de resolução de problemas em que são estabelecidas pontes entre a análise genética formal e molecular.
Mitose, meiose e reprodução sexuada. Os genes em análise genética formal e molecular. Origem da diversidade alélica e tipos mutantes. Cruzamento monohibrido e cruzamento-teste. Interacções alélicas. Séries alélicas. Alelos letais. Análise de pedigree. Hereditariedade ligada ao sexo. Cruzamento di-hibrido, poli-hibrido e segregação independente. Interacções génicas. Complementação e epistasia. Ligamento e recombinação. Mapeamento genético em plantas animais e fungos. Citogenética. Genética de populacões e quantitativa. Imunogenética. Genómica. Uso de transposões, transgénese e RNA de interferência em Genética directa e reversa.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Testes quinzenais e exame final.
GEOCIÊNCIAS (GEOSCIENCES)
Código: 1694
Responsável: Maria Manuela Silva Nunes Reis Abreu
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
Precedências: Física I
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 9 | Obrigatória |
| Teóricas: 56 | Práticas/Laboratoriais: 56 | Outras: 14 | Total: 126 |
Compreender a paisagem como um sistema integrado composto por um conjunto de estruturas/variáveis cujas características e funcionamento são o resultado da actuação dos processos de geodinâmica interna e externa. Pretende-se que os alunos adquiram conhecimentos e competências para a caracterização biofísica da paisagem nomeadamente na caracterização geológica, na delimitação das áreas de máxima infiltração e na génese e evolução do relevo.
Módulo I – Geologia e Hidrogeologia:
Princípios de Geologia Geral. Génese e classificação das rochas Magmáticas, Sedimentares e Metamórficas. Tempo Geológico e Escala Estratigráfica. Geologia e Litologia de Portugal. Cartografia geológica. Estrutura e tectónica.
Hidrogeologia: Porosidade e permeabilidade das formações geológicas. Aquíferos: tipo, protecção (uso do solo), qualidade e quantidade da água. Sistemas de aquíferos Portugueses.
Módulo II – Geoquímica Ambiental:
Características químico-estruturais das fases sólidas mais comuns nas rochas e na crusta de meteorização: silicatos, óxidos e hidróxidos, carbonatos, sulfatos, cloretos. Comportamento geoquímico dos elementos maiores e menores em solução aquosa. Mecanismos e processos de meteorização e fases sólidas secundárias. Processos de meteorização e as grandes regiões climáticas do globo.
Módulo III – Geomorfologia:
Génese e evolução do relevo terrestre e suas implicações na evolução e conservação da Paisagem. Erosão Hídrica e modelado de relevo. Dinâmica de vertentes e implicações paisagísticas. Relevo Estrutural. Génese das grandes aplanações. Relevo e circulação das águas. Erosão Marinha e Erosão Eólica: formas de relevo e evolução do litoral. Geomorfologia Aplicada: Sistemas Morfogenéticos e Sistemas Pedogenéticos; Balanço Morfogénese/Pedogénese e Conservação da Paisagem – aplicação ao Planeamento e Ordenamento do Território.
Bibliografia Principal
(Textos de Apoio aos Alunos):
Bibliografia Complementar
Dois testes parte teórica + Um teste prático (classificação das rochas por exame macroscópico) de avaliação.
Dispensa de Exame: Nota mínima obrigatória em cada teste >=10
Dispensa parcelar de Exame caso num/dois dos testes não obtenha nota mínima.
Um trabalho que tem como objectivo a análise e interpretação de uma Carta Geológica (esc 1/50000) e que consta de: parte escrita e apresentação oral-2 alunos/grupo.
Exame Final:
Exame de avaliação de toda a matéria leccionada ou da parte em que o aluno não obteve aprovação com nota >=10.
Classificação Final: 10% Teste Prático + 75% Testes Teóricos+ 15% Trabalho
GEOLOGIA E HIDROGEOLOGIA (GEOLOGY AND HIDROGEOLOGY)
Código: 1695
Responsável: Maria Manuela Silva Nunes Reis Abreu
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo – Engenharia do Ambiente
Precedências: Física II
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
A evolução rápida da Agricultura e da Indústria, reflexo do aumento crescente da população mundial e do desenvolvimento da investigação científica, geraram alterações por vezes negativas no Sistema-Terra. Consequentemente, a compreensão das interacções desenvolvidas entre Atmosfera, Geosfera, Hidrosfera e Biosfera ser o objectivo fundamental desta Unidade Curricular.
Módulo I - Geologia e Geoquímica Ambiental: Princípios de Geologia Geral. Génese e classificação das rochas Magmáticas, Sedimentares e Metamórficas. Tempo Geológico e Escala Estratigráfica. Geologia e Litologia de Portugal. Cartografia geológica. Estrutura e tectónica - deformação das rochas.
Geoquímica Ambiental: Características químico-estruturais das fases sólidas mais comuns nas rochas e na crusta de meteorização: silicatos; óxidos e hidróxidos; carbonatos; sulfatos; cloretos, sulfuretos. Comportamento geoquímico em solução aquosa dos elementos maiores, menores e vestigiais de maior importância ambiental. Meteorização e fases sólidas secundárias. Sistema sólido-líquido: reactividade das fases sólidas face aos elementos químicos contaminantes mais comuns.
Módulo II - Hidrogeologia:
Importância da Água Subterrânea e papel da Geologia. Porosidade e permeabilidade das formações geológicas. Aquíferos: tipo, protecção (uso do solo), qualidade e quantidade da água. Classificação hidrogeológica das rochas. Recursos Hídricos nas grandes unidades geológicas (Morfoestruturais) e Hidrogeológicas Portuguesas. Sistemas de aquíferos Portugueses.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Um teste por Módulo
Nota mínima de 8 num dos testes.
Para dispensa de Exame Final é necessário nota ³10 em cada módulo.
Um trabalho (relatório escritos e apresentação oral-2 alunos/grupo): Análise de uma Carta Geológica (esc 1/50000).
Exame Final: avaliação sobre os 2 módulos (dependendo da dispensa) e aprovação com ³10.
Classificação Final: 80% Testes ou Exame final + 20% Trabalho
GEOMÁTICA (GEOMATICS)
Para consultar página da UC, clique aqui.
Código: 1696
Responsável: Manuel Lameiras de Figueiredo Campagnolo
Outros docentes: Rui Marçal Campos Fernando, Maria da Graça Corte-Real Mira da Silva Abrantes e Pedro Miguel Ramos Arsénio
Curso: 1º ciclo – Arquitectua Paisagista; Engenharia Agronómica e Engenharia do Ambiente
Precedências: Matemática I ou Análise Matemática
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecimento das estruturas de dados para informação espacial.
Domínio de uma aplicação informática para dados em formato vectorial e raster e das operações espaciais utilizadas na resolução de problemas.
Compreensão dos sistemas de georreferenciação (nacionais e internacionais) e de conceitos básicos de Cartografia. Conhecimento dos métodos de levantamentos de dados geográficos.
Conhecimento sobre as principais fontes de dados de detecção remota.
Compreensão das técnicas de georeferenciação e de análise de imagens multiespectrais.
I - Sistemas de Informação Geográfica:
Estruturas de dados vectoriais e raster.
Criação de mapas.
Operações espaciais em vectorial e raster e introdução à análise espacial.
Edição de dados.
II - Levantamento de Dados Geográficos e Cartografia:
Sistemas de georreferenciação e conversão de coordenadas entre diferentes sistemas em SIG.
Conceitos de Cartografia (projecções e escala).
Operações sobre cartas topográficas: determinação de declives, áreas, volumes, orientações.
Cartas topográficas e modelos numéricos do terreno.
Modelos digitais do terreno (raster, vectorial e TIN).
Operações de derivação (cálculo de declives, orientação de encostas, exposição, visibilidade) sobre MDT em SIG.
Introdução à fotointerpretação.
Registo e correcção de dados recolhidos por GPS.
III - Módulo de Detecção Remota:
Fundamentos de detecção remota.
Sistemas de detecção remota: fotografia aérea, sensores instalados em satélites.
Pré-processamento de imagens: correcções geométricas e radiométricas.
Introdução à análise de imagens multiespectrais.
Indices de vegetação.
Os alunos têm que realizar um trabalho em grupo, seguido de discussão individual (6/20).
Há um exame final (14/20).
Apenas os alunos que comparecem em 75% das aulas e que realizam o trabalho podem se apresentar a exame.
Os alunos com nota igual ou superior a 6 no exame e nota total (exame e trabalho) igual ou superior a 10 têm aprovação.
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GESTÃO DA CAÇA E PESCA (HUNTING AND FISHING MANAGEMENT)
Código: 1697
Responsável: Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso
Outros docentes: António Manuel Dorotêa Fabião
Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Precedências: Recursos Faunísticos
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Adquirir os conhecimentos básicos necessários à gestão da caça e da pesca em águas interiores, incluindo os componentes e funcionamento dos ecossistemas, os agentes e instrumentos legais, a actividade venatória e piscatória, os princípios de ordenamento e a gestão de habitats e de populações.
Módulo 1: Gestão da Caça
1. Ordenamento Cinegético
1.1. A caça no contexto dos recursos naturais renováveis
1.2. Habitat, fauna e relações tróficas
1.3. Etapas do ordenamento
2. Espécies cinegéticas
2.1. Caça maior, caça menor e elencos de espécies cinegéticas
2.2. Conservação da fauna e alterações no elenco das espécies cinegéticas
2.3. Biologia e ecologia de espécies cinegéticas
3. Regulamentação da caça
3.1. Princípios gerais
3.2. Competências e enquadramento jurídico
3.3. Legislação e regulamentação.
4. Processos e meios cinegéticos
4.1. Tipificação de processos e meios de caça
4.2. Processos e meios de caça maior
4.3. Processos e meios de caça menor
Módulo 2: Ordenamento e Gestão Piscícolas
1. As bacias hidrográficas enquanto unidade ecológica
1.1. Caracterização da rede hídrica e dos meios aquáticos
1.2. Comunidades aquáticas
1.3. Princípios básicos de funcionamento do meio aquático
1.4. Alterações por acção humana
2. Ictiofauna: espécies e populações
2.1. Ictiofauna portuguesa e seu interesse pesqueiro
2.2. Ecologia de populações pesqueiras
2.3. Meios aquáticos e espécies: limitações
3. Agentes de gestão pesqueira
3.1. Pescadores, pescado e meio aquático
3.2. Espécies e formas de pesca
3.3. Pescadores desportivos e profissionais
3.4. Pesca dirigida e não dirigida
4. Princípios e instrumentos de gestão pesqueira
4.1. Legislação e territorialização da pesca
4.2. Administração e agentes privados
4.3. Métodos de ordenamento em zonas fluviais
4.4. Métodos de ordenamento em zonas lênticas
4.5. Intervenção em habitats
4.6. Intervenção em populações
5. Análise de casos de estudo
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Dois testes (módulo 1: 50%; módulo 2: 70%), dois trabalhos de pesquisa (módulo 1, 50%) e um trabalho de pesquisa e um de discussão de um caso de estudo (módulo 2, 30%).
Nota final deve ser > 10 para dispensa de exame.
Exame final alternativo incluindo toda a matéria.
Princípios gerais de Gestão da Caça
Espécies cinegéticas
Regulamentação da Caça
Processos e Meios de Caça
Criação em cativeiro de espécies cinegéticas
Elementos de Apoio às Aulas Teóricas de Pesca
Elementos de Apoio às Aulas Práticas de Pesca
AVISOS
Início das aulas
GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS, EFLUENTES E RESÍDUOS (WATER RESOURCES, WASTEWATER AND WASTE MANAGEMENT)
Código: 1698
Responsável: Luís Alberto dos Santos Pereira
Outros docentes: Cláudia Saramago de Carvalho Marques dos Santos Cordovil
Curso: 1º ciclo – Engenharia do Ambiente
Precedências: Física I
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Preparar para a prática de gestão integrada de recursos hídricos, efluentes e resíduos, para a avaliação de impactos ambientais neste domínio, bem como para a aplicação de correspondentes medidas
Programa:
1. Água e recursos hídricos: conceitos fundamentais,
2. Recursos hídricos não convencionais
3. Impactos do homem sobre o ciclo e o balanço hidrológico
4. Relações entre uso da água e uso da terra;
5. Conservação e poupança
6. Reutilização e reciclagem: conceitos e aplicações
7. Usos da água em agricultura, meio urbano e indústria
8. Procura e consumo de água;
9. Indicadores de uso eficiente da água
10. Escassez de água, natural e antrópica
11. Balanço disponibilidades – necessidades
12. Afectação de recursos hídricos convencionais e não convencionais
13. Gestão de efluentes e de resíduos
14. Uso de efluentes em rega e controlo dos impactos sobre a saúde pública e o ambiente
15. Reutilização em meios urbanos e de recreio: controlo dos impactos sobre a saúde pública e o ambiente
16. Reciclagem na indústria e controlo de qualidade
17. Gestão integrada de recursos hídricos, efluentes e resíduos
18. Legislação
19. Monitorização
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Pequeno trabalho individual sobre casos de estudo e Exame final
GESTÃO E MARKETING (MANAGEMENT AND MARKETING)
Código: 1699
Responsável: Francisco Ramos Lopes Gomes da Silva
Outros docentes:
Curso: 1o ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar; Engenharia Zootécnica
Precedências: Economia
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conseguir que os alunos
(1) dominem e apliquem os principais conceitos da gestão,
(2) distingam as diferentes fases da gestão,
(3) tenham a percepção da importância do factor risco nos negócios,
(4) dominem os conceitos básicos do marketing,
(5) utilizem uma terminologia e orientação metodológica necessária para analisar problemas genéricos de marketing.
Modulo 1 - Gestão
1.Conceitos fundamentais da gestão, domínios e funções da gestão
2.Estrutura e funcionamento das empresas: gestão e classificação de custos
3.Objectivos e apuramento de resultados da empresa: utilização de orçamentos
4.Classificação e gestão do risco: ferramentas de controle
5.Controle de gestão: ferramentas de controle de gestão, métodos e técnicas contabilísticas
Módulo 2 - Marketing
6.Importancia do marketing nas economias modernas
7. Os mercados e os produtos: importância da segmentação do mercado
8. Estratégias de mercado: produtos indiferenciados e produtos com marca
9. O marketing em função do produto
10. Criação de vantagem competitiva para a empresa e processos inovadores com importância no marketing
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Realização de um trabalho prático (P) e de exame final (E)
Classificação final = 0,7E+0,3P
AVISOS
Aviso de Início de Aulas
Aviso Exame Final – 1ª data
HIDROLOGIA (HIDROLOGY)
Para consultar página da UC, clique aqui.
Código: 1629
Responsável: Paulo Guilherme Martins de Melo Matias
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo - Engenharia do Ambiente; 2º ciclo – Engenharia Agronómica
Ramo: Engenharia Agronómica – Engenharia Rural
Precedências: Física I
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 3º (EAmb) / 2º (EAgr) | ECTS: 6 |
Obrigatória (Engenharia do Ambiente)
Opcional (Engenharia Agronómica)
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Em primeiro lugar, pretende-se que os alunos fiquem a conhecer os processos e componentes da fase terrestre do ciclo hidrológico: sua caracterização física, métodos de medição das variáveis e parâmetros intervenientes, e modelação dos mesmos com diferentes escalas temporais e espaciais, recorrendo a diferentes tipos de modelos (empíricos ou de base física, determinísticos ou estocásticos).
Em segundo lugar, pretende-se que os alunos passem do conhecimento dos processos à sua integração em técnicas de engenharia aplicadas à escala da bacia hidrográfica, necessárias a diferentes níveis do planeamento e gestão dos recursos hídricos.
Hidrologia e Ciclo hidrológico: processos hidrológicos, distribuição de recursos hídricos a nível mundial, equação da continuidade e balanço hidrológico.
A água em Portugal.
Modelos hidrológicos e sua classificação.
Bacia topográfica e bacia hidrográfica: comportamento hidrológico e tempo de concentração, características fisiográficas.
Precipitação: mecanismos de formação, estrutura das tempestades, instrumentos de medição, séries hidrológicas e sua caracterização estocástica, homogeneização e preenchimento de falhas, precipitação sobre uma área, análise de precipitações para intervalos de tempo superiores e inferiores ao dia, hietogramas de projecto.
Evaporação, intercepção e evapotranspiração: conceitos e definições, instrumentos de medição, modelação empírica e com base física, estimativas para superfícies livres de água, culturas agrícolas e florestas.
Água no solo: teor em água e potencial da água, movimento de água no solo, instrumentos de medição.
Infiltração: definições, modelação em coluna de solo e numa bacia hidrográfica, infiltração à capacidade e tempo de empoçamento, medição.
Modelação da redistribuição de água no solo: para intervalos de tempo inferiores ao dia, iguais ao dia, ao mês e ao ano.
Introdução às águas subterrâneas: classificação de aquíferos, características fundamentais, equações para meio poroso saturado, curva de exaurimento.
Escoamento: Formação e medição, regimes fluviais, frequência do escoamento, análise de hidrogramas e sua decomposição.
Relações precipitação-escoamento: modelação em bacias pequenas, médias e grandes, e para diferentes intervalos de tempo.
Métodos de propagação de ondas de cheia, em albufeiras e em canais.
Sedimentos no ciclo hidrológico: propriedades, produção e fonte dos sedimentos, transporte e propagação, deposição em reservatórios, métodos de medição.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
i) Realização de 2 testes, com exclusão de matéria, um a meio e outro no fim do semestre. Nota mínima de 7 valores e aprovação com média maior ou igual a 10 valores.
ii) Para os alunos que não tiveram aproveitamento nos testes exame final com toda a matéria. Aprovação com nota maior ou igual a 10 valores.
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HIGIENE E SANIDADE (HEALTH AND HYGIENE)
Código: 1701
Responsável: Fernando Jorge Silvano Boinas (FMV)
Outros docentes: José Augusto Meireles (FMV), José Carreira da Cunha (FMV) e António Nunes de Menezes (FMV)
Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
Precedências: Morfologia, Aptidão e Comportamento Animal
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 35 | Teórico-Práticas: 13 | Práticas/Laboratoriais: 22 | Outras: 14 | Total: 84 |
Nesta Disciplina são ministradas noções gerais sobre higiene pecuária e sanidade animal das espécies pecuárias bovina, ovina e caprina, suína, aves, coelhos e equídeos.
Generalidades de Microbiologia, de Parasitologia, de Imunologia e de Epidemiologia. Recolha e envio de amostras para Diagnóstico Laboratorial.
Reconhecimento do estado hígido / patológico e bem-estar em animais domésticos. Administração de Medicamentos a animais domésticos. Higiene e Sanidade na Produção de Bovinos Leiteiros e de Aptidão Carne, em Ovinos e Caprinos, em Equinos, em Aves Domésticas em Coelhos e em Suínos.
Programas nacionais de erradicação das Doenças dos Ruminantes e dos Suínos. Gestão Técnico-Económica em Suinicultura.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A admissão a exame final obriga a uma frequência de 2/3 das Aulas Práticas e Teórico-Práticas. Efectua-se uma Frequência intercalar para dispensa de matéria e um Exame Final escrito obrigatório.
HISTÓRIA DA ARTE GERAL (GENERAL ART HISTORY)
Código: 1702
Responsável: Maria Cristina Ataíde Fonseca Castel-Branco
Outros docentes: José Manuel Braga da Cruz Mendes Ferrão
Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Possibilitar aos alunos o acesso a uma panorâmica geral da história da arte como cultura geral mas também como meio de aquisição das bases necessárias a outras unidades curriculares da formação em arquitectura paisagista.
1. Arte na antiguidade clássica – Grécia e Roma
2. Arte medieval – o Românico e o Gótico
3. Arte do Renascimento e Maneirismo
4. A Barroco e o Rococo
5. O século XIX – Neoclassicismo, Romantismo, Naturalismo, Realismo, Impressionismo e Pós-impressionaismo
6. Pintura e escultura no século XX – Expressionismo, Fauvismo, Cubismo, Dadaismo e Surrealismo
7. Arquitectura e design no século XX – pioneiros, Racionalismo, Bauhaus e Organicismo
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Quatro testes escritos sobre cada componente do programa. A nota final resulta da média aritmética das classificações das 4 provas.
HISTÓRIA E TEORIA DA ARTE DOS JARDINS (GARDEN ART THEORY AND HISTORY)
Código: 1599
Responsável: Maria Cristina da Fonseca Ataíde Castel-Branco
Outros docentes: Sónia Talhé Azambuja
Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
Precedências: História da Arte Geral
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 7.5 | Obrigatória |
| Teóricas: 42 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 21 | Total: 105 |
Os principais objectivos da UC são os seguintes:
1 - Despertar o interesse por informação histórica;
2 - Estimular a capacidade interpretativa e o poder critico;
3 - Induzir o gosto pela arte de jardins;
4 - Ensinar métodos de pesquisa histórica;
5 - Exercitar o espírito critico.
Saber reconhecer a qualidade artística de uma peça é uma etape do trabalho do historiador que exige informação cronológica e histórica. A interpretação do jardim só como obra de arte não é suficiente para a sua caracterização, pois a sua beleza prende-se muito directamente com o seu equilíbrio ecológico;
Para que um jardim adquira a qualidade de ser histórico é necessário ultrapassar o teste do tempo. A sua capacidade de se manter por mais décadas e para além séculos irá estar directamente relacionada com o seu equilíbrio ecológico e com a sua qualidade artística.
A expressão da arte paisagista nos seguintes períodos históricos:
I. Da Pré-História até ao final do século XVII
Civilizações Centrais:
1. Pré-História: Neolítico
2. Médio Oriente e Jardim Persa
3. Expressão islâmica no Oriente: Índia – Império Mogul
4. Expressão islâmica no Ocidente: Espanha - Andaluzia
Civilizações Orientais:
5. Oriente e os jardins Japoneses
Civilizações Ocidentais:
6. Egipto
7. Grécia
8. O Império Romano: as colónias Romanas (Pergamon, Mileto, Conímbriga, Tróia, Milreu)
9. A Idade Média na Europa
10. Renascimento em Itália
11. O Renascimento fora de Itália [França (Loire), Inglaterra, Portugal]
12. Itália: Maneirismo e Barroco
13. Jardim Barroco em França (Le Nôtre)
14. Jardins Barrocos na Europa (Alemanha, S. Petersburgo, Itália, Portugal, Espanha)
II. A evolução da Paisagem Moderna (séculos XVIII-XX):
15. Classicismo Ocidental: século XVIII e Escola Chinesa no século XVIII
16. Inglaterra nos séculos XVII-XVIII: jardim inglês
17. Europa no século XIX: jardins românticos, jardins pitorescos.
18. E.U.A. no século XIX: o “Park Movement”
19. Século XX – Europa: o Modernismo e o Pós-Modernismo
20. Século XX –E.U.A: o Modernismo e o Pós-Modernismo
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
No início do semestre é escolhido um tema dentro da história de arte de jardins a nível internacional (lista de temas já efectuados nos últimos 5 anos em anexo) e torna-se fundamental desde logo expor o aluno aos métodos de pesquisa bibliográfica. Nota Final = (Média dos dois Testes ou Nota do Exame Final de avaliação: 55 %) + (Nota da Participação individual: 10%) + (Nota do Trabalho de grupo/Poster: 10%).
INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTO INDUSTRIAL (INDUSTRIAL PLANTS AND EQUIPMENT)
Código: 1704
Responsável: Isabel Maria Nunes de Sousa
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo – Engenharia Alimentar
Precedências: Processamento e Conservação dos Alimentos
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Estabelecer a ponte entre a realidade empresarial do Sector Alimentar/Agro-Industrial e o meio Académico.
Compreender a complexidade da organização do lay-out e os principais equipamentos das instalações Agro-Industriais, através de aulas de exposição, visitas de estudo e trabalhos realizados em grupo, com apresentação por escrito e por exposição e discussão na aula com a turma.
Visita a Instalações Agro-Industriais de diferentes áreas tecnológicas.
Apresentação e discussão das Indústrias visitadas.
Considerações gerais sobre a estratégia comercial e organizacional da empresa. Análise crítica das Instalações:
i)Distribuição no espaço das zonas atribuídas às diferentes funções da Instalação (administrativa, comercial, social, produtiva, etc.)
ii) A Zona Produtiva: selecção das tecnologias adequadas; Esboço do lay-out c/ distribuição no espaço das diferentes peças de equipamento.
Esboço da implantação no terreno e discussão das diferentes alternativas.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
- Um teste escrito, individual, que representa 40% da nota final
- Apresentação em grupo e discussão na turma de uma Instalação fabril visitada 20% da nota final
- Um trabalho de grupo, apresentado sob a forma escrita e oral, que representa 40% da nota final
INSTALACÕES PECUÁRIAS (ANIMAL BUILDINGS)
Código: 1705
Responsável: Jorge Ferro da Silva Meneses
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
Precedências: Física II
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Adquirir noções sobre materiais e técnicas de construção de edifícios. Estudar o condicionamento ambiental em instalações pecuárias para que os alunos possam conceber e projectar sistemas e equipamentos para o controlo do ambiente das instalações, nomeadamente para ventilação, aquecimento, arrefecimento e iluminação. Analisar as características e o dimensionamento das instalações pecuárias, e das soluções para o maneio dos efluentes, de forma a que os futuros licenciados possam dirigir essas explorações e que possam projectar este tipo de construções, integrados em equipas multi-disciplinares de projecto.
Materiais e técnicas de construção para instalações pecuárias: fundações, pavimentos, paredes e coberturas. Necessidades ambientais das diversas espécies. Condicionamento ambiental em instalações para animais: balanços térmicos e de massa, psicrometria, ventilação, aquecimento, arrefecimento, iluminação natural e artificial. Fases e peças constituintes de um projecto. Licenciamento de instalações pecuárias e ambiente. Planeamento do assento de lavoura. Características, concepção e dimensionamento de equipamentos e instalações pecuárias para: bovinos de leite, salas de ordenha, bovinos de carne, suínos, ovinos, caprinos, equinos, frangos de carne, galinhas poedeiras e coelhos. Alojamento e bem-estar animal. Instalações e equipamentos para a conservação de forragens verdes e de forragens secas. Instalações e equipamentos para o maneio, armazenagem, tratamento e distribuição de dejectos.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Trabalho do aluno ao longo do ano pela frequência e participação nas aulas e visitas técnicas. Testes de dispensa. Exame final escrito.
INTRODUÇÃO À ARQUITECTURA PAISAGISTA (INTRODUCTION TO LANDSCAPE ARCHITECTURES)
Código: 1706
Responsável: João António Ribeiro Ferreira Nunes
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
A disciplina, de carácter absolutamente introdutório, visa apresentar a profissão ao aluno construindo um panorama, necessariamente superficial, das matérias efectivamente trabalhadas contemporaneamente pela profissão, bem como das disciplinas base que se relacionam com a prática profissional. Tenta-se construir junto do aluno uma consciência da validade do percurso disciplinar correspondente ao curriculum escolar tentando motivá-lo de um modo geral para todas as disciplinas dos primeiros dois anos do curso e, de um modo particular, para as disciplinas mais indirectamente envolvidas na construção de uma estrutura de base multidisciplinar como fundação da formação.
São apresentados ao alunos conceitos base da Arquitectura Paisagista, dando-se especial atenção ao conceito de Paisagem e de capacidade de carga, Diversidade e Produtividade, discutidos em aulas-laboratório, e aos conceitos fundamentais da Arquitectura Paisagista de formulação de sistemas artificiais para conseguir condições capazes de garantir a harmonização das transformações necessárias à sobrevivência das comunidades com a sobrevivência dos sistemas sem perda de diversidade de produtividade.
São apresentados projectos de Arquitectura Paisagista nas suas mais diversas formulações e escalas, sendo levada a cabo uma discussão participada das motivações e estratégias de cada um dos trabalhos.
No último período de trabalho são reservados três dias inteiros, manhã e tarde, para promover a realização de um seminário em que a apresentação e discussão de trabalhos é alargada a outros profissionais do panorama contemporâneo português e, ocasionalmente – sempre que a presença de profissionais estrangeiros em Portugal coincida com essa realização, europeu.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A avaliação é feita através de três trabalhos temáticos - Um ensaio, sobre um conceito fundamental; Um trabalho de investigação, sobre um tema central da discussão teórica, em geral sobre a evolução e dinâmica da paisagem aplicado a um caso concreto de estudo; Um trabalho criativo, uma primeira aproximação a um tema projectual, e um Exame Final. Todos os trabalhos podem ser entregues no final do período de trabalho.
INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS FLORESTAIS (INTRODUCTION TO FOREST SCIENCE)
Código: 1708
Responsável: António Manuel Dorotêa Fabião
Outros docentes: Maria Helena Reis de Noronha Ribeiro de Almeida, Joana Amaral Paulo e Carla Faria
Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Introduzir os alunos aos conceitos básicos respeitantes a árvores e florestas, habilitá-los a medir árvores e a identificar as espécies mais comuns, bem como a manipulá-las em viveiro; fazê-los contactar com actividades florestais básicas, designadamente com técnicas de medição de árvores e de inventário florestal.
Módulo 1 – Árvores, florestas e profissionais da floresta
1. Actividades dos profissionais de engenharia e aplicação às ciências agrárias. Noções gerais de projecto e aplicação à engenharia florestal e à gestão de recursos naturais renováveis.
2. Organização de relatórios, comunicações orais e textos científicos e técnicos em geral.
3. O que são, como funcionam e se medem e para que servem as árvores e florestas.
4. Sistemas de produção florestal, operações florestais e produção de plantas florestais.
Módulo 2 – Árvores florestais e ornamentais: resinosas
1. Taxonomia das árvores: “resinosas” e “folhosas”.
2. As principais resinosas de Portugal: identificação e importância florestal das resinosas mais comuns.
3. Aplicação prática: ficha monográfica de uma resinosa.
Módulo 3 – Árvores florestais e ornamentais: folhosas
1. Taxonomia das folhosas.
2. As principais folhosas de Portugal: identificação e importância florestal das folhosas mais comuns.
3. Aplicação prática: ficha monográfica de uma folhosa.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Classificação de trabalhos de aplicação realizados pelos alunos e das suas apresentações orais e testes de módulo e/ou exame final. Testes de módulo e exame final escrito com perguntas de resposta múltipla e/ou de desenvolvimento.
Módulo 1
Módulo 2
Módulo 3
AVISOS
Início das aulas
INTRODUÇÃO EM ENGENHARIA ALIMENTAR (INTRODUCTION TO FOOD ENGINEERING)
Código: 1707
Responsável: Maria Helena Guimarães de Almeida
Outros docentes:
Curso: 1º Ciclo - Engenharia Alimentar
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Introduzir o aluno no ambiente da engenharia alimentar, integrando-o no contexto agro-alimentar. Nomeadamente:
1 - Perceber o que é engenharia alimentar e aspectos envolventes
2 - Analisar e contactar com casos diversos relacionados com a engenharia alimentar
3 - Aperfeiçoar ferramentas de trabalho necessárias para o curso.
Alimentação e engenharia alimentar
1. O que é a engenharia alimentar?
2. O engenheiro alimentar na primeira pessoa
3. Alimentação e alimentos
4. História da alimentação
5. A alimentação nas sociedades actuais
Do agricultor ao consumidor. Estudo de casos
1. A agricultura e a produção de alimentos
2. Indústria alimentar
3. Qualidade e segurança dos alimentos
Aperfeiçoamento de algumas ferramentas de trabalho necessárias para o Curso. Aplicações
1. Pesquisa bibliografia. Organizar, escrever e apresentar trabalhos.
2. Realização de inquéritos e tratamento dos respectivos dados
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Exercícios práticos – 40%
Exame final – 60%
Disponível em: https://docs.google.com/#folders/folder.0.0BziPfGmZu9qHNTMyZjAxNWUtZTY0NC00MDQ1LWJkZDAtNmNjNjk1NzFhZmU1
Para aceder à informação:
Clicar em IEA
A calendarização, temática e material de trabalho das aulas está no ficheiro (que direcciona para os restantes ficheiros): AULAS IEA 2010 24mai11.doc
INVENTÁRIO FLORESTAL (FOREST INVENTORY)
Para consultar página da UC, clique aqui
Código: 1709
Responsável: Maria Margarida Branco de Brito Tavares Tomé
Outros docentes: José Augusto Lopes Tomé e Ana Paula Soares Marques de Carvalho
Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Precedências: Estatística
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
O aluno deve adquirir os conceitos que lhe permitam executar todas as actividades inerentes à implementação de um inventário florestal, desde o planeamento de inventários para gestão, o planeamento de amostragens, a recolha de dados no campo e o seu tratamento.
I – Caracterização dos povoamentos florestais e matos: informação não dendrométrica; medição e avaliação de variáveis em árvores individuais; avaliação de variáveis do povoamento com base em parcelas de amostragem; avaliação de variáveis do povoamento pelo método de Bitterlich
II – Amostragem aplicada ao inventário florestal: principais tipos de amostragem; realização prática de uma amostragem; inventários baseados em parcelas de amostragem: amostragem simples quantitativa, amostragem simples qualitativa, amostragem estratificada, amostragem por grupos
III – Tratamento de dados de inventário florestal: introdução às bases de dados relacionais; introdução ao ACCESS; projectos de tratamento de dados
IV – Estágio de inventário florestal: planeamento e execução de um inventário florestal durante uma semana no campo
V – Inventário florestal em Portugal: o Inventário Florestal Nacional; inventários para efeitos de gestão.
Bibliografia Principal
Apontamentos do docente (disponíveis na página Web):
Bibliografia Complementar
Frequência na disciplina: frequência de 75% das aulas teóricas e práticas; obtenção de nota 10 como média dos testes práticos (num total de três); frequência do estágio de inventário florestal com classificação superior a 10.
A avaliação de conhecimentos inclui avaliação contínua a qual é a média da classificação nos testes práticos e no estágio (P1, P2, P3 e E, peso 50%) e avaliação teórica (50%).
A avaliação teórica pode ser obtida num teste teórico (na última semana de aulas) ou em exame final.
A classificação é obtida pela seguinte fórmula
Nota=(4*T+P1+P2+P3+E)/8 ((T?10; P1?7; P2?7; P3?7; P1+P2+P3?28.5; E?10)
Para mais informações sobre a UC, clique aqui.
MATEMÁTICA I (MATHEMATICS I)
Código: 1711
Responsável: Maria Isabel Varejão de Oliveira Faria
Outros docentes: Pedro Cristiano Santos Martins da Silva
Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Compreensão e utilização de conceitos básicos de Álgebra e Análise.
Funções reais de uma variável real: limites, derivadas, primitivas e integrais.
Cálculo vectorial e matricial.
Resolução de sistemas lineares.
Bibliografia Principal
Exame final
MATEMÁTICA II (MATHEMATICS II)
Código: 1712
Responsável: Fernanda Maria dos Reis Torroaes Valente
Outros docentes: Marta Guerreiro Duarte Mesquita de Oliveira
Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Compreensão e utilização de conceitos básicos de Estatística e Geoestatística.
Intodução à Estatística: análise exploratória de dados, fundamentos de probabilidades e inferência estatística.
Introdução à Geoestatística: análise de continuidade espacial, estimação espacial.
Bibliografia Principal
Exame final
MEIO TERRESTRE E AQUÁTICO (TERRESTRIAL AND AQUATIC ENVIRONMENTS)
Código: 1713
Responsável: Nuno Renato Silva Cortez
Outros docentes: Fernando Manuel Girão Monteiro, Francisco Manuel Souto
Gonçalves de Abreu
Curso: 1º ciclo - Biologia
Precedências:
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 8 | Obrigatória |
| Teóricas: 35 | Práticas/Laboratoriais: 49 | Outras:28 | Total: 112 |
Adquirir conhecimentos gerais sobre os principais geoclimas, a constituição da crusta e o processo de formação, enquadramento ecológico, constituintes e propriedades dos solos. Apreensão das relações entre o solo e o funcionamento dos ecossistemas terrestres, dulçaquícolas e marinhos e dos processos determinantes da estabilidade destes. Capacidade para avaliar a qualidade geral do solo e analisar os riscos e impactes inerentes aos diferentes sistemas de uso do solo e da água respectivamente no meio terrestre e meios aquáticos.
A unidade curricular do MTA compreende quatro módulos: (a) Clima, (b) Geologia, c) Meio aquático e (d) Solos.
Síntese programática
O sistema climático. Atmosfera. Circulação geral da atmosfera. O ciclo da água. As grandes unidades geoclimáticas.
Constituição da crusta terrestre. Rochas e minerais constituintes. Alteração das rochas e formação de constituintes secundários.
As funções ecológicas do solo. Constituintes e principais propriedades físicas e químicas do solo. Função geral do solo nos ecossistemas.
O meio aquático como biota. Principais propriedades da água como meio de suporte de vida. Grandes divisões dos domínios de águas continentais e dos domínios marinhos.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
"A unidade curricular MEIO TERRESTRE E AQUÁTICO compreende quatro módulos:
(a) Clima, (b) Meio aquático, (c) Geologia e (d) Solos.
A frequência da unidade curricular é obtida por intermédio da participação nas aulas. Como requisito mínimo é obrigatório a presença em 20 das 28 sessões lectivas previstas. Este requisito não se aplica aos trabalhadores-estudantes (Lei nº 116/97).
A avaliação da unidade curricular far-se-á:
(a) Através de 4 testes (após a leccionação de cada módulo) abrangendo toda a matéria, cuja nota mínima deve ser pelo menos oito valores. Desde que a média obtida nos quatro módulos (ponderada pelo período de leccionação de cada um deles) seja pelo menos de dez valores, o aluno poderá prescindir do exame final da unidade curricular.
(b) Através da realização de um Exame Final em que é necessário obter uma nota de 10 valores, sendo oito a nota mínima a obter em cada um dos módulos. A nota final corresponde à nota média dos quatro módulos, ponderada pelo período de leccionação de cada um deles. O aluno pode prescindir de fazer o exame final dos módulos em que obteve condições para
aprovação através de testes."
AVISOS
Módulos de Solos - Horário do Prof. Nuno Cortez para apoio aos alunos
MÉTODOS E PROCESSOS DE MEDIÇÃO (MEASUREMENT METHODS AND PROCEDURES)
Código: 1714
Responsável: Miguel Pedro de Freitas Barbosa Mourato
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo – Engenharia do Ambiente
Precedências: Química
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
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Sumários (2010/2011)
Transmitir aos alunos a importância da medição correcta nos estudos ambientais. Inicialmente tratam-se os aspectos teóricos relacionados com a teoria do erro e com as diversas técnicas de medição utilizadas em análises ambientais. Seguidamente faz-se uma descrição da problemática da medição nas várias áreas da física e química que têm relevância analítica e ambiental.
É dado ênfase ao conhecimento estruturado e prático, de molde a capacitar os alunos para a obtenção de dados na sua vida profissional, bem como à correcta transmissão e compreensão dos mesmos.
INTRODUÇÃO À METROLOGIA
Teoria do erro. Propagação do erro.Características da medição Resposta instrumental.Constituição geral de um instrumento.Calibração instrumental.Medição indirecta.Curvas de calibração.
MÉTODOS E TÉCNICAS DE ANÁLISE QUÌMICA
Introdução ao Laboratório. A segurança no laboratório. Caderno de laboratório: organização dos resultados.
Interpretação e execução de um protocolo experimental. Realização de um protocolo experimental.
Técnicas básicas de medição de volumes e de massas.
Titulação, determinação de pH
Processo analítico e validação de um método. Técnicas potenciométricas e voltamétricas.
Espectrofotometria; métodos espectrofotométricos: absorção e emissão atómica, UV/visível, infravermelho. Métodos cromatográficos: cromatografia gasosa, HPLC.
Técnicas instrumentais avançadas.
Espectrometria de massa, HPLC-MS e GC-MS.
Análise ambiental.
MÉTODOS ANALÍTICOS DE DETERMINAÇÃO EXPEDITA
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A avaliação é continua, tendo uma componente prática que consiste em realizar os trabalhos práticos e responder a questionários ou elaborar relatórios e uma componente teórica que consiste em testes intercalares. A avaliação contínua permite dispensar de exame final desde que o aluno atinja os mínimos estabelecidos (10).
MICROBIOLOGIA (MICROBIOLOGY)
Código: 1715
Responsável: Maria Elisa Ferreira da Silva Pampulha
Outros docentes: Adília Neves Pires de Oliveira
Curso: 1º ciclo - Biologia
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 42 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Apreender os conceitos fundamentais, princípios e aplicações da Microbiologia. Conhecer os fundamentos dos sistemas classificativos e das relações filogenéticas dos seres celulares. Explorar a diversidade microbiana nas suas múltiplas vertentes. Entender a importância do controlo dos microrganismos. Analisar ecossistemas microbianos e a adaptação a ambientes extremos. Conhecer e aplicar os métodos básicos da Microbiologia.
Introdução à Microbiologia
A unidade e a diversidade entre os seres celulares. Evolução microbiana e taxonomia. Fundamentos dos sistemas classificativos e das relações filogenéticas dos seres celulares.
Princípios de Microscopia Fotónica. Micrometria
Princípios teóricos e procedimentos experimentais para observação e medição de microrganismos.
A Microbiologia no Laboratório
Regras de segurança no Laboratório de Microbiologia. A ubiquidade dos microrganismos e os cuidados a ter na sua manipulação. Princípios da técnica asséptica.
Diversidade Microbiana
A diversidade dos principais grupos de microrganismos celulares. A sistemática e nomenclatura bacterianas. A célula procariôntica: organização, estrutura e função. Microrganismos acelulares: vírus e agentes sub-víricos. Observação e caracterização de microrganismos procariônticos e eucariônticos.
Nutrição e Cultura de Microrganismos
Exigências nutricionais dos microrganismos. Meios de cultura. Cultura e métodos de isolamento. Isolamento e caracterização cultural de populações de microrganismos.
Crescimento e Controlo de Crescimento de Microrganismos
Crescimento individual e populacional. A terminologia e a dinâmica do crescimento de populações microbianas. Fundamentos e importância do controlo de microrganismos e dos parâmetros que condicionam o seu crescimento. Métodos de avaliação do crescimento microbiano.
Princípios de Bionergética Microbiana
Estratégias microbianas para a obtenção de energia. Os processos específicos de vida anaeróbia. Diversidade metabólica e adaptações fisiológicas. Utilização de sistemas miniaturizados (API) para identificação de bactérias.
Ecologia Microbiana
Ecologia de populações microbianas e comunidades em ambientes terrestres e aquáticos. Ambientes extremos. Limitação do crescimento por factores ambientais. O mecanismo de quorum sensing. Inter-relações microbianas: sinergia e antagonismo. Biogeociclos. Isolamento de Rhizobium a partir de nódulos de leguminosas. Observação de acinomicetas e micorrizas.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação contínua por testes parciais, questionários e apresentações escritas e orais de temas específicos. Para dispensa dos testes globais, é necessário obter 12 valores na avaliação contínua.
Testes globais
Exame final
MICROBIOLOGIA FUNCIONAL (FUNCTIONAL MICROBIOLOGY)
Código: 1717
Responsável: Maria da Conceição da Silva Loureiro Dias
Outros docentes: Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira
Curso: 1º ciclo - Biologia
Precedências: Microbiologia
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 8 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 28 | Total: 112 |
- Aprender a formas de obtenção de energia pelos microrganismos
- Aprender os aspectos de regulação metabólica
- Compreender os fenónemos de resistência microbiuiana a factores ambientais
Bioenergética
A teoria quimiosmótica. Diferentes tipos de tranportadores activos secundários. Bioenergética global dos microrganismos eucarióticos. Relações entre organelos. Processos de fermentação
Metabolismo
Degradação de polímeros por exoenzimas. Mecanismos de hidrólise em particular de celulose e amido. O efeito de Crabtree e outras aspectos da regulação da fermantação alcoólica.
Crescimento e Stress Microbiano
Parâmetros cinéticos e energéticos de crescimento: taxa específica de crescimento exponencial, tempo de duplicação, coeficiente de rendimento, taxa específica de transferência de nutrientes, rendimento de ATP. Factores de stress. Efeitos de NaCl. Efeitos de temperaturas extremas. A conservação alimentar numa perspectiva de stress microbiano.
Bibliografia Principal
Exame final e apresentação oral de um trabalho.
MICROBIOLOGIA INDUSTRIAL E ALIMENTAR (INDUSTRIAL AND FOOD MICROBIOLOGY)
Código: 1718
Responsável: Virgílio Borges Loureiro
Outros docentes: Maria Adélia da Silva Santos Ferreira e Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira
Curso: 1º Ciclo - Engenharia Alimentar
Precedências: Biologia Celular e Microbiologia
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas-Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
- Introduzir os estudantes aos princípios fundamentais da segurança e conservação de alimentos;
- Estudar as bases ecológicas do controlo de populações microbianas e princípios gerais de qualidade microbiológica dos alimentos;
- Discutir os fundamentos de higiene e salubridade na indústria alimentar;
- Estudar os fundamentos da análise microbiológica de alimentos e perspectivas da sua evolução.
- Familiarizar os alunos com as regras de trabalho e de rigor analítico num laboratório de microbiologia alimentar;
- Interpretar resultados analíticos e avaliar a qualidade microbiológica dos alimentos.
I. Âmbito da disciplina e perspectiva histórica.
II. Os microrganismos como agentes de toxinfecções alimentares: bactérias, micotoxinas, vírus, protozoários, algas, micoplasmas e priões.
III. Os microrganismos como agentes de alteração: factores determinantes da sobrevivência e actividade de associações microbianas causadoras de alterações; microbiologia dos principais grupos de alimentos; introdução à modelação matemática da deterioração de alimentos.
IV. Análise microbiológica de alimentos: métodos clássicos e rápidos de pesquisa, quantificação e identificação de microrganismos e seus metabolitos.
V. Qualidade microbiológica de alimentos: princípios gerais, indicadores microbiológicos, químicos e físicos da qualidade dos alimentos; padrões microbiológicos de alimentos.
VI. A higiene e a salubridade na indústria alimentar: código de práticas recomendadas, princípios gerais de sanificação, programas de lavagem e desinfecção; controlo da eficácia da sanificação.
VII. A segurança alimentar e a análise de riscos: a análise retrospectiva e a prospectiva, princípios gerais de "HACCP": Análise de Riscos e Controlo de Pontos Críticos.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Frequência: presença em 75% do total de aulas; o resultado da frequência será expresso por uma das fórmulas admitido ou não admitido a exame.
Avaliação contínua: realização de testes curtos durante as aulas práticas.
Exame final: o exame final constará de uma prova escrita versando toda a matéria da disciplina. A nota final será a obtida em exame (80%) mais a média das notas nos testes (20%).
MONOTORIZAÇÃO DE ECOSSISTEMAS (ECOSYSTEMS MONITORING)
Código: 1720
Responsável: Professora Fernanda Maria Miranda Cabral
Outros docentes: Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira, Maria do Rosário da Conceição Cameira e Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso
Curso: 1º ciclo – Engenharia do Ambiente
Precedências: Ecologia
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Transmitir aos estudantes conceitos fundamentais na avaliação da qualidade ambiental e monitorização de ecossistemas, abordando aspectos relativos aos principais contaminantes, análise de risco, indicadores ambientais e identificação da origem da contaminação.
Introdução: Contaminantes e poluentes. Fontes de contaminação tópicas e difusas.
Indicadores e índices de contaminação. Avaliação de riscos. Identificação da fonte da contaminação. Marcadores.
Modelos de previsão da exposição ambiental
Monitorização de águas e solos: protocolo de amostragem, acondicionamento e preparação da amostras. Parâmetros a determinar.
Monitorização das florestas: redes americana e europeia. Indicadores utilizados.
Casos-estudo:
Indicadores biológicos na monitorização da qualidade dos meios aquáticos.
Utilização conjunta da experimentação e modelação na monitorização de nitratos nas águas subterrâneas.
Avaliação da exposição e dos efeitos tóxicos de pesticidas em águas.
Bibliografia Principal
Avaliação contínua. Exame final para quem não opte pela avaliação contínua.
MONITORIZAÇÃO DE MEIOS URBANOS (URBAN ENVIRONMENT MONITORING)
Código: 1721
Responsável: Ana Carla de Andrade Madeira
Outros docentes: Olívio Godinho Patrício e Maria Manuela Silva Nunes Reis Abreu
Curso: 1º ciclo – Engenharia do Ambiente
Precedências: Física II
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
A atmosfera, camada de ar que envolve a Terra, é um recurso indispensável à vida. A atmosfera tem uma certa capacidade depuradora, que em certas condições garante a eliminação de gases e partículas. No entanto, hoje em dia esse papel de “filtro” diminuiu devido ao grande aumento da actividade humana. Assim, qualquer substância emitida para a atmosfera que possa afectar os seres vivos bem como os materiais é considerada um poluente. A qualidade do ar é o termo que traduz o grau de poluição. O som, também propagado pelo ar, está presente em várias actividades da vida diária em que o contacto com sons intensos, de forma desprotegida, voluntária ou involuntária, pode tornar-se prejudicial para a saúde humana.
1. Introdução à Poluição do Ar e Poluição Acústica
2. Poluição Global
- O Mecanismo do Efeito de Estufa da Atmosfera e o Aquecimento Global: gases de efeito de estufa e aerossóis
- Camada de Ozono
3. Poluição Regional e Local
- Principais Poluentes Atmosféricos: conceito, tipo e fontes
- Influência da Atmosfera na Dispersão, Transformação e Deposição dos Poluentes
- Efeito dos Poluentes Atmosféricos à Superfície do Globo: vegetação, animais e homem
- Padrões de Qualidade do Ar e Legislação
4. Poluição do Ar em Meio Urbano
- Características Microclimáticas do Meio Urbano vs Meio Rural: balanços de radiação e energia, balanço hídrico, e suas alterações; perfis da velocidade do vento; ilha de calor urbana; consequências para a deposição dos poluentes
- Smog Industrial e Smog Fotoquímico
- Efeitos em Edifícios e Monumentos
5. Poluição do Ar no Interior de Edifícios
- Tipo de Poluentes e Fontes Externas e Internas
6. Monitorização e Qualidade do Ar
7. Poluição Acústica
- Conceitos e Terminologia
- Propagação do Ruído
- Principais Fontes de Ruído Urbano
- Enquadramento Legal
- Instrumentação de Medida e Análise
- Monitorização
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Três testes teórico-práticos durante o semestre (com possibilidade de eliminação de matéria, desde que a média das notas dos três testes seja superior a dez; a nota mínima aceite apenas num dos testes é oito).
Exame final (parcial ou total)
MORFOLOGIA, APTIDÃO E COMPORTAMENTO ANIMAL (MORPHOLOGY, FITNESS AND ANIMAL BEHAVIOUR)
Código: 1722
Responsável: João Pedro Bengala Freire
Outros docentes: Maria Madalena dos Santos Lordelo, Ilda Rosa (FMV), Rui Bessa (FMV) e Rui Caldeira (FMV)
Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Dar a conhecer algumas das principais dimensões socioeconómicas relacionadas com o contexto do exercício da actividade profissional.
Apresentar e analisar conceitos básicos e integradores das áreas da sociologia e da economia.
Apreciação e avaliação do exterior dos animais.
Estimativa da idade dos equinos, bovinos e caprinos através da dentição.
Conhecimento do ciclos biológicos e produtivos das espécies pecuárias.
Identificar e prevenir comportamentos anormais nas espécies animais de produção.
Reconhecer e interpretar sinais de bem-estar, desconforto, dor e seus efeitos no comportamento social e produtivo.
Módulo 1 (Actividades e agentes económicos no território): As actividades humanas face às possibilidades do meio biofísico. Modificação do meio pelas actividades humanas. As actividades e os agentes no território: percurso histórico e diversidade actual.
Módulo 2 (Regulação dos agentes e das actividades económicas: mercados e políticas públicas): Fileiras produtivas: agentes, funções, margens e circuitos de comercialização. Mercados: estruturas de mercado e formação dos preços. Introdução às políticas públicas.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Apresentação de trabalhos – 30%
Exame final – 70%
NUTRIÇÃO ANIMAL (ANIMAL NUTRITION)
Código: 1792
Responsável: Luísa Almeida Lima Falcão e Cunha
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo – Engenharia Zootécnica; 2º ciclo – Engenharia Agronómica
Ramo: Engenharia Agronómica - Agro-Pecuária
Precedências: Química Orgânica e Bioquímica
| Ano Curricular: 2º(EZoo)/1º(EAgr) | Semestral: 2º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Engenharia Zootécnica
Opcional: Engenharia Agronómica
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecimento dos princípios básicos da alimentação animal:
- conhecimento do valor nutritivo dos alimentos para as várias species;
- conhecimento das despesas e necessidades dos animais;
- conhecimento dos sistemas de valorização energética e proteica para ruminantes e monogástricos.
1. Introdução ao estudo da nutrição e da alimentação dos animais: conceito e domínios da nutrição e da alimentação; classificação dos nutrientes.
2. Alimentos dos animais: classificações; características gerais; composição e análise: fundamentos e estudo crítico; digestão e absorção. Digestibilidade: conceito, significado e interesse prático. métodos de determinação e estimativa. Utilização metabólica dos nutrientes.
3. Energética Alimentar. Medida da energia do metabolismo Despesas energéticas. Utilização da energia dos alimentos: etapas de degradação da energia - importância e variação em função da espécie e do alimento. Sistemas de valorização energética para as várias espécies: fundamentos e análise crítica; aplicação na estimativa do valor energético dos alimentos.
Análise dos alimentos do ponto de vista energético no regime alimentar das várias species.
Aplicação de sistemas de valorização energética na formulação de dietas para monogástricos e ruminantes.
4. Alimentação Azotada. Despesas azotadas. O azoto nos alimentos.
Alimentação Azotada nos monogástricos. Utilização digestiva e metabólica. Valor azotado das proteínas alimentares: métodos de apreciação; disponibilidade de aminoácidos essenciais; alimentos como fonte de N para monogástricos.
Alimentação azotada nos ruminantes. Utilização digestiva nos compartimentos digestivos. Sistemas de valorização azotada: aplicação na estimativa do valor azotado dos alimentos. Alimentos como fonte de N para ruminantes.
Aplicação de sistemas de valorização azotada na formulação de regimes alimentares para monogástricos e para ruminantes.
5. Alimentação Mineral. Caracterização e função dos elementos minerais. Macronutrientes. Micronutrientes Interacções.
6. Alimentação Vitamínica. Caracterização e função das vitaminas. Vitaminas hidrossolúveis lipossolúveis.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
25 % - 3 testes de escolha múltipla e problemas práticos simples
75% - exame final
NUTRIÇÃO HUMANA (HUMAN NUTRITION)
Código: 1724
Responsável: Maria Isabel Nunes Januário
Outro(s) Docente(s):
Curso: 1º ciclo Engenharia Alimentar
Precedências: Química Orgânica e Bioquímica
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Dotar os alunos com um conjunto de conhecimentos que lhes permitam avaliar e caracterizar os alimentos em termos do seu valor nutricional.
Transmitir os fundamentos básicos da fisiologia da nutrição humana.
Avaliar a qualidade nutricional das dietas alimentares e elaboração de uma dieta básica.
I – Alimentos e Nutrição
Princípios básicos da nutrição humana: alimentos, nutrientes e alimentação equilibrada.
Equilíbrio energético: energia dos alimentos; composição corporal; necessidades energéticas, regulação da ingestão de alimentos. Água no organismo humano: importância e necessidades.
Nutrição proteica: conceitos básicos; qualidade das proteínas; necessidades proteicas; principais alimentos proteicos.
Nutrição glucídica: conceitos básicos; tipos de glúcidos; necessidades em glúcidos; principais alimentos glucídicos; fibras alimentares; índice glicémico.
Nutrição lipídica: conceitos básicos; tipos de lípidos; necessidades em lípidos; principais alimentos lipídicos.
Nutrição vitamínica e mineral: sua importância, principais fontes alimentares de vitaminas e de minerais.
II – Digestão e Absorção de Nutrientes
Noções básicas de anatomia e fisiologia do aparelho digestivo.
Digestão dos alimentos. Absorção dos principais nutrientes. Processos metabólicos.
III – Nutrição, Saúde e Dietética
Nutrição e saúde. Importância de uma alimentação equilibrada e saudável. Nutrição complementar: alimentos funcionais e suplementos dietéticos.
Doenças associadas a estados deficitários proteíco-energéticos, a carências vitamínicas e a carências de minerais. Doenças associadas a excessos alimentares e de alguns nutrientes. Desordens alimentares.
Alimentação e dietética. Regras para a elaboração de uma dieta básica. Regimes alimentares especiais.
Bibliografia Principal
Eastwood, M. Princípios de Nutrição Humana. 2008
Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge. Tabela de Composição de Alimentos. 2007.
Garrow, J.S.; James, W.P.T.; Ralph, A. (eds.). Human nutrition and dietetics. 2000.
Ferreira, F.A.G. Nutrição humana. Fundação Calouste Gulbenkian. 1983
Bibliografia Complementar
www.who.int/
www.fao.org/
www.alimentacaosaudavel.org/
www.nal.usda.gov/fnic/foodcomp/search/
Avaliação contínua, com as seguintes componentes:
- Testes parciais individuais
- Seminários (em grupo) – apresentação oral com discussão e trabalho escrito
Exame final (alunos que não realizarem a avaliação contínua)
Informação Geral e Organização da UC
Lista de Alimentos propostos para o 1º Seminário
Material de Apoio às Aulas
Elaboração de uma Dieta
Necessidades Dietéticas Especiais
NUTRIÇÃO VEGETAL, FERTILIDADE DO SOLO E FERTILIZAÇÃO (PLANT NUTRITION, SOIL FERTILITY AND FERTILIZATION)
Código: 1725
Responsável: Ernesto José de Melo Pestana de Vasconcelos
Outros docentes: Fernanda Maria Miranda Cabral e Amarilis Paula Alberti de Varennes e Mendonça
Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica
Precedências: Química
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 22 | Práticas/Laboratoriais: 20 | Outras: 14 | Total: 84 |
Formação base em nutrição das plantas, fertilidade de solos e conceitos básicos de matérias fertilizantes e aspectos básicos de técnicas e recomendações de Fertilização
Nutrição Mineral das Plantas. Nutrientes vegetais. Classificação. Fornecimento dos nutrientes às raízes. Absorção de nutrientes. Transporte no xilema e floema. Remobilização de nutrientes. Funções, deficiências e toxicidades dos elementos essenciais. Níveis de nutrientes nas plantas. Nutrientes e produção vegetal. Factores de crescimento. Leis do crescimento. Fertilidade dos solos. Nutrientes no solo. Movimento dos nutrientes no solo. Comportamento dos macronutrientes e micronutrientes no solo. Ciclos do azoto e fósforo.
Matérias fertilizantes. Classificação. Adubos elementares: azotados, fosfatados e potássicos Mistura de adubos. Adubos compostos Correctivos orgânicos, minerais e condicionadores Recomendações de fertilização, a taxa fixa, baseada na análise de terras, baseada na análise de plantas
Avaliação da fertilidade de um solo. Análise de terras: Colheita e preparação de amostras de solo; textura de campo, reacção do solo, carbono orgânico, necessidade em cal, fósforo e potássio disponíveis, calcário total, calcário activo, bases de troca e micronutrientes extraíveis. Interpretação dos resultados. Análise de plantas. Avaliação do estado nutritivo de uma cultura recorrendo à análise dos tecidos vegetais. Colheita do material vegetal, e determinação do azoto, fósforo e potássio
Análise preliminar de adubos
Esquemas de fertilização
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Através da realização de dois testes em que o aluno tem de ter uma média de 10 valores, sendo 9 a nota mínima em cada um dos testes
Através da realização de um Exame Final envolvendo toda a matéria teórica e teórica prática em que o aluno tem de obter uma nota mínima de 10 valores.
OPERAÇÕES FLORESTAIS (FORESTRY OPERATIONS)
Código: 1726
Responsável: Pedro César Ochôa de Carvalho
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Precedências: Inventário Florestal
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
O trabalho nas florestas. Organização e métodos das operações florestais na florestação, condução de povoamentos florestais e exploração florestal. Mecanização florestal. Máquinas florestais e motores. Descrição das operações. Planeamento e eficiência operacional. As operações e a gestão florestal sustentável. Códigos de boas práticas. Legislação e normas. As operações florestais e a certificação. Análise do ciclo de vida e cadeia de responsabilidade.
Introdução: a floresta portuguesa e as indústrias florestais. Definição e âmbito das operações florestais. Terminologia.
Introdução à mecanização florestal. Máquinas e motores. Máquinas florestais: tipos e funcionamento
Operações de instalação de povoamentos florestais. Preparação do terreno.
Operações de condução e protecção de povoamentos florestais
Sistemas de exploração florestal. Fluxos de materiais e energia. Rendimentos e custos das operações. Conceito de eficiência operacional. Análise energética dos sistemas. Classificação e selecção de sistemas de exploração florestal. Factores determinantes.
Abate, corte de ramos e toragem.
Descasque e estilhaçamento. Conceito de utilização integral da árvore. Aproveitamento para biomassa.
Movimentação do material lenhoso. Rechega, Extracção. Operações de carga e descarga.
Tracção: terreno e órgãos de locomoção
Rede viária florestal (planeamento)
Impactes ambientais das operações florestais
Legislação e normas referentes às operações florestais
Operações e a certificação florestal. Cadeia de responsabilidade.
Plano de exploração florestal.
Nota: esta unidade curricular inclui um estágio curricular de operações florestais num centro de formação de operações florestais (COTF Lousã).
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Participação em estágio prático e nas aulas (20%). Exame final (80%)
OPERAÇÕES UNITÁRIAS I (UNIT OPERATIONS I)
Código: 1631
Responsável: Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
Outros docentes: Helena Margarida Nunes Pereira
Curso: 1º ciclo – Engenharia Alimentar
Precedências: Física I
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 56 | Práticas/Laboratoriais: 14 | Outras: 14 | Total: 84 |
Compreensão do conceito de operação unitária. Estudo das seguintes operações unitárias: moenda, sedimentação, centrifugação, filtração clássica, secagem e evaporação. Aplicações a casos industriais e dimensionamento do equipamento.
Conceito de operação unitária e sua importância no estudo dos processos industriais. Caracterização de partículas sólidas; moenda. Operações unitárias que envolvem apenas transferência de massa: sedimentação livre; centrifugação; filtração clássica. Operações unitárias que envolvem transferência de massa e/ou de calor: secagem (clássica) e psicrometria; permutadores de calor; evaporação (efeito simples e múltiplo em co e contracorrente)-, mistura.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Dois testes ou exame final (80% da nota final) e Relatório de Trabalho Laboratorial (20% da nota final). Para obter aprovação na disciplina é necessária a nota mínima de 9,5 valores tanto no exame como no trabalho laboratorial.
ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO: SUB-SISTEMA NATURAL (LANDSCAPE PLANNING: NATURAL SUBSYSTEM)
Código: 1728
Responsável: Maria Manuela Cordes Cabêdo Sanches Raposo de Magalhães
Outros docentes: Pedro Miguel Ramos Arsénio
Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
Precedências: Teoria da Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 7.5 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais (aplicadas a Projecto): 56 | Outras: 21 | Total: 105 |
A compreensão do sub-sistema ecológico da Paisagem em termos relacionais e a suas implicações no Ordenamento do Território, incluindo as políticas relacionadas Desenvolvimento e aplicação de uma metodologia integrativa a um Concelho da Área Metropolitana de Lisboa utilizando desenho manual, um Sistema de Informação Geográfica e AutoCAD.
AULAS TEÓRICAS
1. Conceitos – Ordenamento do Território, Sistema, Metodologias integrativas
2. Sub-sistema ecológico da Paisagem. Os Recursos naturais como factores de O. T. Entre estes, a Morfologia do terreno, o Solo, a Água, a Vegetação climácica e introduzida, o Topoclima; inter-relações existentes na paisagem urbana e rural. Matriz de utilização da Paisagem pelas actividades humanas, (edificação, agricultura, silvicultura, infra-estruturas)
3. A Sustentabilidade Ecológica no O. T. – O conceito de aptidão ecológica como base da localização das actividades. A Estrutura Ecológica como instrumento integrado de sustentabilidade - proposta de uma metodologia integrativa para a sua delimitação. Reserva Ecológica Nacional (REN). Reserva Agrícola Nacional (RAN). Domínio Público Hídrico. Transposição dos seus princípios para o espaço urbano - Estrutura Ecológica Urbana. Rede Nacional de Áreas Protegidas. Outras servidões administrativas. Aplicações.
4 Retrospectiva das Metodologias de O. T. - Método McHarg. Contestações ao Método McHarg (Abordagem Sistémica). Validade perante a situação actual do planeamento em Portugal. Da sobreposição manual aos SIG. Sistemas de valoração em O. T. Recursos. Valor Ambiental Agregado. Aptidões. Impactes
5 Metodologia Integrativa de Intervenção – “Sistema-Paisagem”. Morfologia da Paisagem - Estrutura Ecológica e Estrutura Edificada. Pontuações da Paisagem. Áreas Complementares (Verdes, Edificadas).
AULAS PRÁTICAS – Estudo do sub-sistema natural de um Concelho. Delimitação da Estrutura Ecológica Municipal. Proposta de um Conceito de Intervenção. Comparação com o respectivo Plano Director Municipal.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Frequência – recensão do livro - Ferry, Luc (2007) A Nova Ordem Ecológica, ed ASA e apresentação de tema relacionado com as componentes do subsistema natural da Paisagem
Prática – elaboração e apresentação de Relatório do trabalho realizado – 40%
Teórica – exame final – 60%
ORDENAMENTO E GESTÃO FLORESTAL (FOREST MANAGEMENT AND CERTIFICATION)
Código: 1729
Responsável: José Guilherme Martins Dias Calvão Borges
Outros docentes: Pedro César Ochôa de Carvalho
Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Precedências: Inventário Florestal
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecer terminologia, elementos e conceitos básicos de ordenamento e de planeamento e certificação da gestão sustentável dos recursos florestais. Compreender como príncipios económicos e da análise de decisão são utilizados para planear a gestão, conservação e protecção da floresta. Dominar a utilização de técnicas e tecnologias para o planeamento e certificação da gestão florestal. Conhecer o contexto em que se desenvolve o planeamento e certificação da gestão.
1. Introdução à economia e à gestão dos recursos florestais. A especificidade da economia e da gestão em recursos florestais. Elementos e conceitos básicos do ordenamento e do planeamento e certificação da gestão dos recursos florestais. Tipologia de problemas de planeamento e certificação da gestão dos recursos florestais. O caso português. Planos Regionais de Ordenamento Florestal. Planos de Gestão Florestal. Planos de Defesa da Floresta contra Incêndios.
2. Economia e Valoração. O mercado e a afectação de recursos florestais. Imperfeição do mercado e externalidades: o caso dos recursos florestais. Primeira aproximação à valoração de bens e serviços florestais: o produto, a árvore, o povoamento e a floresta. O tempo e o juro. Cálculo financeiro e prática de avaliação de capitais fundiários florestais. Cálculo de indemnizações e avaliação de prejuízos.
3. Planeamento da gestão, conservação e protecção de povoamentos florestais. A estruturação e o desenvolvimento dos processos de planeamento. Critérios de decisão. Os problemas e os modelos de planeamento da gestão de povoamentos com composição pura e estrutura regular e de povoamentos com composição mista e com estrutura irregular
4. Certificação da gestão da floresta. Conceito de Qualidade.Certificação da qualidade. Certificação de Sistemas de Gestão Florestal Sustentável. Certificação de Produto. Análise do ciclo de vida. Processo de certificação. Programas de certificação. Análise comparativa. Modalidades de certificação: individual, de grupo e regional (exemplos). A Norma Portuguesa NP 4406: 2003. Certificação de produtos florestais. A certificação na prática: “boa gestão” e “capacity building”.
5. Estágio/seminário. O contexto e a prática do planeamento da gestão e da conservação da floresta em Portugal com participação de responsáveis em instituições do sector florestal
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Participação na aula e apresentação de um sumário (10%). Preparação de um projecto (trabalho escrito com cerca de 10 páginas) (30%). Um exame final (60%).
MÓDULO DE CERTIFICAÇÃO FLORESTAL
ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA E PECUÁRIA (INTRODUCTION TO AGRICULTURE)
Código: 1730
Responsável: Pedro Jorge Cravo Aguiar Pinto
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Introdução dos alunos à realidade da produção agrícola e pecuária.
Módulo 1 – Ecologia da produção agrícola
Recursos e condições ambientais
O processo produtivo
Factores limitantes
Principais culturas agrícolas e espécies pecuárias
A Agricultura Portuguesa
Módulo 2 – A actividade agrícola
Sistemas de produção agrícola. Produtividade, estabilidade, sustentabilidade, equidade e suficiência
Operações agrícolas
Equipamentos e construções
Organização do trabalho agrícola
Bibliografia Principal
O aluno terá uma classificação em cada um dos 2 módulos a qual terá uma componente de avaliação contínua (30%) e outra resultante de uma avaliação final por módulo (70%).
A aprovação na unidade curricular resulta de uma classificação positiva em todos os módulos e respeito por um máximo de 3 faltas às aulas em cada módulo.
OUTRAS PRODUÇÕES ANIMAIS (PRODUCTION OF OTHER ANIMAL SPECIES)
Código: 1731
Responsável: Fernando Ribeiro Alves Afonso (FMV)
Outros docentes: Rui Caldeira (FMV), Luísa Almeida Lima Falcão e Cunha, Maria Luísa Jorge (FMV) e Luís Ferreira (FMV)
Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
Precedências: Nutrição Animal
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Transmitir aos estudantes nas áreas da Aquacultura, Equinicultura e Cunicultura um conjunto de conhecimentos que lhes permita interpretar correcta e fundamentadamente os fenómenos biológicos envolvidos nestas produções de modo a poderem encontrar soluções adaptadas às diferentes realidades geográficas, técnicas e sociais. Nesse sentido os alunos deverão conhecer os agentes e as metodologias existentes nestas áreas, desde os animais e alimentos às técnicas e aos sistemas de produção utilizados. Deverão ainda saber identificar, colher e interpretar os indicadores produtivos de modo a avaliar e decidir dos sistemas de produção mais adequados, discutir os planos alimentares e aconselhar a utilização de novas técnicas.
Equinicultura. Caracterização da produção de equinos: objectivos produtivos, aspectos sociais, mercado dos equinos. Populações animais presentes em Portugal (raças autóctones e exóticas): características morfológicas e aptidões funcionais. Alimentação, reprodução e sistemas de produção. Maneio e identificação dos equinos.
Aquacultura. Caracterização do mercado dos produtos da aquacultura. Características fisiológicas dos peixes, moluscos e crustáceos e suas influências na eficiência produtiva. Espécies produzidas em Portugal: ciclos biológicos e sistemas de produção; alimentação, reprodução e maneio; condições ambientais requeridas para a produção.
Cunicultura. Importância da produção de coelhos em Portugal, na UE e no resto do Mundo. Raças de coelhos. Melhoramento animal em cunicultura. Aspectos particulares da fisiologia da reprodução nesta espécie. Alimentação do coelho. Sistemas de produção de coelho para carne: intensivo, semi-intensivo e extensivo. Produção de pêlo.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Os conhecimentos adquiridos pelos estudantes serão avaliados em trabalhos ao longo do semestre e num exame teórico final.
PASTAGENS E FORRAGENS: PRODUÇÃO, CONSERVAÇÃO E BENEFICIAÇÃO (PASTURES AND FORAGES: PRODUCTION, CONSERVATION AND IMPROVEMENT)
Código: 1732
Responsável: Maria Odete Pereira Torres
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Zootécnica
Precedências: Agricultura I (Eng. Agronómica) / Agricultura Geral (Eng. Zootécnica)
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Desenvolver conceitos sobre os princípios da produção, utilização, conservação e beneficiação de pastagens e forragens
3.1 Introdução
1.1 Principais conceitos
1.2 História e evolução recente
1.3 Importância económica, social e ambiental das pastagens e forragens em Portugal e no Mundo
1.4 Principais condicionantes e oportunidades da produção de pastagens e forragens em Portugal
3.2 Principais espécies pratenses e forrageiras
2.1 Gramíneas
2.2 Leguminosas
2.3 Espécies de outras famílias
3.3 Fundamentos da produção e utilização de pastagens e forragens
3.1 Aspectos morfológicos e fisiológicos do crescimento e desenvolvimento de gramíneas e leguminosas pratenses e forrageiras
3.2 Produtividade de pastagens e forragens. Influência dos factores edafo-climáticos
3.3 A competição em misturas. Equilíbrio gramíneas-leguminosas
3.4 Produtividade e composição botânica
3.5 Sazonalidade na produção e utilização de pastagens e forragens
3.6 Produtividade secundária de pastagens e forragens
3.4 Melhoramento, instalação, maneio e utilização de pastagens
4.1 Pastagens naturais versus pastagens semeadas
4.2 Pastagens de sequeiro
4.3 Pastagens de regadio
4.4 Pastagens de montanha
4.5 Fundamentos do pastoreio animal
4.6 Maneio de pastagens sob pastoreio e resposta animal
4.7 Algumas substâncias antinutricionais e tóxicas das pastagens. Influência no bem estar animal
3.5 Produção, conservação e utilização de forragens
5.1 Forragens versus pastagens
5.2 Forragens anuais de sequeiro
5.3 Forragens anuais de regadio
5.4 Forragens bienais e vivazes
5.5 Conservação de forragens
5.6 Utilização de forragens
CRESPO, D., 1975. Factores elementares do sequeiro do Sul. Prados temporários e permanentes. Colecção do Curso de Reciclagem de Sequeiro, nº 7, INIA, Oeiras.100 pp.
FRAME, J., 1992. Improved Grassland Management. Farming Press Books, Ipswich, UK. 351 pp.
FRAME, J., CHARLTON, J.F.L. and LAIDLAW, A.S., 1998. Temperate Forage Legumes. CAB International, Wallingford, Oxon, UK.327 pp.
HOPKINS, A., 2000. Grass. Its Production and Utilization. 3rd edition. Blackwell Science, Cornwall, UK. 440 pp.
LANGER, R.H.M. (ed.) 1990. Pastures: their ecology and management. Oxford University Press, Oxford. 499 pp.
MADRP/DGPC, 2006. Produção Integrada das Culturas – Pastagens e Forragens. LQARS/DGPC, Lisboa. 52 pp.
MAPA – Ministerio de Agricultura, Pesca y Alimentación, 1984. Mejora de pastos en secanos semiaridos de suelos acidos. Publicaciones de Extensión Agraria, Madrid, Spain, 218 pp.
MOREIRA, N., 2002. Agronomia das forragens e pastagens. Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila real. 183 pp.
MOREIRA, M.B. e COELHO, I.S. (Coordenadores), 2008. A silvopastorícia na prevenção dos fogos rurais. ISAPress, Lisboa. 230 pp.
Pastagens e Forragens. Publicação periódica da Sociedade Portuguesa de Pastagens e Forragens. On-line em http://www.sppf.pt/seccoes.aspx?id_secçao=47&ord=2
WALTON, P.D., 1983. Production & Management of Cultivated Forages. Reston Publishing Company, Inc., Reston, Virginia. 336 pp.
VASCONCELOS, J.C., Ervas forrageiras. DGSA, Lisboa. 182 pp.
A admissão a exame está condicionada à presença em 75% de todas as aulas leccionadas.
Avaliação contínua através da realização de 2 testes escritos ou um exame final escrito para os estudantes que não obtiveram na avaliação contínua nota igual ou superior a 10.
Os alunos com nota final igual ou superior a 16 terão de realizar um exame oral sobre a identificação e caracterização de espécies pratenses e forrageiras.
POLÍTICA AMBIENTAL (ENVIRONMENTAL POLICY)
Código: 1733
Responsável: Isabel Maria Gomes Rodrigo
Outros docentes: Cláudia Saramago de Carvalho Marques dos Santos Cordovil, Ana Cristina Ferreira da Cunha Queda e José Luís Monteiro Teixeira
Curso: 1º ciclo – Engenharia do Ambiente
Precedências: Ambiente, Recursos e Sociedade
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se que os alunos:
(1) estejam aptos a compreender o enquadramento das politicas ambientais e os problemas relaccionados com questões legislativas em todos os domínios da problemática ambiental
(2) estejam habilitados à análise crítica e à apresentação dos resultados das referidas questões.
A emergência da questão ambiental nas sua vertentes urbana, social, agrícola e industrial. Os problemas ambientais como problemas sociais e desenvolvimento do movimento ambiental. Retrospectiva histórica da problemática ambiental. Desenvolvimento sustentável e integração do ambiente nas políticas sectoriais.
O nível global, o nível comunitário e as instituições comunitárias. A política comunitária de ambiente antes e depois do Acto Único (1986). Os princípios do Direito do ambiente. O nível nacional e a política nacional de ambiente. Noções básicas de Direito do Ambiente. Leis fundamentais do Ambiente. Direito nacional, transposição e aplicação das directivas comunitárias.
Instrumentos que definem direitos. Instrumentos de “comando e controlo”. Normas de qualidade ambiental, normas de emissões, licenciamento e ordenamento do território. Instrumentos que utilizam incentivos económicos. Taxas de emissão e direitos de emissão comercializáveis.
Enquadramento jurídico ambiental nos diversos domínios: Água, Ar, Resíduos, Ruído, Solo e gestão de nutrientes. Principais actos legislativos em Portugal. Domínios e aplicação.
Planos de acção estratégicos comunitários e nacionais. Plano de controlo integrado da poluição (PCIP/IPPC). Condicionalidade ambiental. Plano Nacional para o Uso Eficiente da Água (PNUEA), Plano estratégico de resíduos agrícolas (PERAGRI), Registo Europeu das Emissões Poluentes (PRTR), Plano estratégico de Resíduos sólidos urbanos (PERSU II). Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável (ENDS). Conflitos e contencioso do Ambiente.
Bibliografia Principal
A matéria da disciplina encontra-se dividida em 4 módulos, com a duração aproximada de 3 a 4 semanas cada um. No final de cada módulo, os alunos serão submetidos a avaliação sobre a matéria respectiva.
A avaliação dos conhecimentos será efectuada através de avaliação contínua (50%) e da realização de testes escritos (50%).
Para obterem aprovação à disciplina de Política Ambiental, os alunos deverão obter uma classificação igual ou superior a 8 (oito) valores (sem arredondamento) em cada um dos módulos e classificação igual ou superior a 10 (dez) valores na média ponderada de todos os módulos da disciplina.
O acesso a exame está condicionado à obtenção de frequência na disciplina, assegurada pela presença, no mínimo, em 75% das aulas.
POLÍTICAS E PROJECTOS FLORESTAIS (FOREST POLICY AND PROJECTS)
Código: 1734
Responsável: Isabel Maria Gomes Rodrigo
Outros docentes: Pedro César Ochôa de Carvalho e Maria João Prudêncio Rafael Canadas
Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Precedências: Silvicultura I
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
O aluno deve adquirir conhecimentos de política florestal que lhe permitam integrar equipas interdisciplinares destinadas a aconselhar a tomada de decisões num contexto democrático (ou participado) e a implementar essas decisões. Compreensão das condições políticas em que se pratica a ciência e a engenharia florestal. Compreensão do lugar ocupado pela política florestal e pelas florestas como recurso natural no universo dos interesses em jogo na sociedade, num determinado momento histórico. Abordagens de temas de política florestal: histórica, analítica (técnicas quantitativas), comparativa, focalizada (em determinados aspectos ou casos), estudo de casos tipo. Compreensão dos critérios não-económicos no processo de decisão política.
I – As florestas e as políticas florestais
As florestas no Mundo. Problemas e potencialidades (casos particulares das florestas tropicais e mediterrânicas). Recursos florestais mundiais. Definição de Floresta: variabilidade. As questões ambientais. Florestas e Sociedade (percepções sociais das florestas). Florestas e desenvolvimento sustentável. Política Florestal. Definição e âmbito. Características. Questões-chave. Formulação. Factores de eficácia (avaliação). Funções. Instrumentos. Tipologia.
II – O contexto internacional da política florestal
Nível Global. Processos de diálogo sobre as florestas a nível global e pan-europeu. Gestão sustentável e protecção das florestas. O papel dos planos nacionais na implementação dos compromissos internacionais. Critérios e indicadores da Gestão Florestal Sustentável.
Nível Comunitário. Competências indirectas da EU em matéria Florestal: Forest Focus, desenvolvimento rural, conservação da natureza, concorrência e investigação científica. Fragmentação do processo das políticas no domínio florestal. Estratégia Florestal e Plano de acção florestal da EU.
III – Contexto e actores na política florestal portuguesa
Diversidade florestal (ecologia, território e fileiras). Estrutura da propriedade florestal e tipos de proprietários florestais. Domínios público, privado e comunitário (baldios). Associativismo florestal. Externalização do processo produtivo e desenvolvimento dos serviços florestais. Administração central. Municípios, As indústrias. ONG’s. As populações urbanas e rurais. “Forest Governance”: a participação do público e das partes interessadas no processo político. Certificação florestal como exemplo de processo de políticas “privadas”: avaliação do impacto social e avaliação do desempenho social.
IV – Instrumentos da política Florestal: regime florestal, lei de bases da política florestal. Plano de desenvolvimento sustentável da floresta portuguesa. Estratégia Nacional para as florestas. PROF’s, PGF’s, ZIF’s. A floresta e a gestão da água (planos de bacias). A floresta, os incêndios florestais e a segurança das populações (PNDFCI). Legislação ambiental. Panorama legislativo.
V – Política Florestal num contexto intersectorial. A floresta no ordenamento do território em Portugal: PNPOT, PROT’s e PMOT’s. A floresta e a conservação da natureza e da biodiversidade (Rede Natura 2000 e ENCNB). A floresta e o Protocolo de Quioto (PNAC). A floresta na política energética.
VI – Apoios públicos ao investimento florestal. Programas co-financiados pela EU: florestação, reflorestação e beneficiação da floresta existente; florestação de terras agrícolas. Os apoios à floresta no PDR 2007/2013. Projectos de investimento florestal.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A avaliação consiste numa componente de avaliação contínua nas aulas (exercícios ou trabalhos práticos) e numa componente de avaliação escrita (testes e/ou exame final). A primeira componente representa 40% da nota final e são necessários 2/3 de participação para obter frequência e acesso ao exame final. A segunda componente é composta por dois testes a realizar após os módulos I, II e III (Teste A) e os módulos IV, V e VI (Teste B). A nota mínima de aprovação em cada teste é 9,5, podendo o aluno dispensar da respectiva avaliação no exame final. O exame final pode ser realizado na totalidade ou em partes (A e B).
MÓDULO I - Tema 1
MÓDULO I - Tema 2
MÓDULO I - Tema 3
MÓDULO I - Tema 4
POLUIÇÃO AMBIENTAL (POLLUTION)
Código: 1735
Responsável: Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira
Outros docentes: Fernanda Maria Miranda Cabral
Curso: 1º ciclo – Engenharia do Ambiente
Precedências: Solos e Nutrição Vegetal
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 42 | Teórico-Práticas: 14 | Práticas/Laboratoriais: 14 | Outras: 14 | Total: 84 |
Fornecer informação e dar formação aos estudantes sobre as principais aspectos relacionados com os efeitos das diferentes fontes poluidoras nos ecossistemas e seu destino nos vários compartimentos ambientais. Avaliação do perigo e do risco.
Contaminantes e poluentes:
Meio afectado: ar, água, solo, biota; Natureza do contaminante: química, radioactiva, térmica, acústica; Extensão da fonte de contaminação: tópica e difusa. Principais contaminantes e poluentes: origem e compartimentos afectados.
Dinâmica e destino ambiental dos contaminantes:
Efeitos nos ecossistemas: Destino dos contaminantes nos diversos compartimentos ambientais. Principais factores que influenciam o comportamento e destino no ambiente: propriedades intrísecas e ambientais. Processos de transporte e de transformação. Biotransformação, bioconcentração, bioacumulação e biomagnificação. Efeitos nos ecossistemas decorrentes da exposição à poluição ambiental. Avaliação do perigo e do risco.
Poluição do solo e da água:
Fontes de contaminação do ar, solo e da água na ambiente rural: emissões gasosas, nutrientes minerais, N e P (eutrofização), microrganismos patogénicos; pesticidas e outros resíduos orgânicos de origem humana e agro-pecuária, resíduos inorgânicos; elementos vestigiais; sedimentos. Dinâmica dos contaminantes e mecanismos de poluição. Persistência no solo e na água. Vulnerabilidade dos recursos hídricos à poluição por nitratos e pesticidas. Identificação das principais ZV do País.
Caso de Estudo. Visitas técnicas e aulas laboratoriais.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação contínua através da realização de 4 mini testes escritos, relatórios e preenchimento de fichas práticas.
Exame final para os estudantes que na modalidade anterior não obtiveram nota igual ou superior a 10.
PROCESSAMENTO E CONSERVAÇÃO DOS ALIMENTOS (FOOD PROCESSING AND PRESERVATION)
Código: 1739
Responsável: Margarida Gomes Moldão Martins
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo – Engenharia Alimentar
Precedências: Química Orgânica e Bioquímica
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 56 | Práticas/Laboratoriais: 14 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se no âmbito desta Unidade Curricular:
- Relembrar os mecanismos de degradação/conservação de alimentos mais relevantes;
- Compreender os diferentes processos convencionais de processamento/conservação de alimentos e respectivas aplicações industriais;
- Saber pensar processos integrados de processamento/conservação de alimentos com base em casos de estudo.
Apresentação de: Programa, metodologia de avaliação e bibliografia de suporte à Unidade Curricular.
Introdução. A indústria alimentar actual. Processamento vs qualidade alimentar.
Processos à temperatura ambiente: Preparação de matérias-primas, redução de dimensões, mistura, separação e concentração, aditivos alimentares, antioxidantes e conservantes na estabilização de alimentos, fumagem.
Actividade da água e conservação de alimentos. Actividade da água vs propriedades físicas, químicas e biológicas dos alimentos e capacidade de conservação. Processos de diminuição da actividade da água: secagem, concentração, adição de humetantes. Equipamento.
Processos de remoção de calor. Previsão de: propriedades termofísicas dos alimentos, temperatura final e tempo de refrigeração e congelação. Influência da congelação na qualidade. Sistemas de compressão de vapor na produção de frio. Fluidos utilizados em circuitos de produção e de utilização de frio. Equipamento. Atmosfera controlada e modificada.
Processos de aplicação de calor. A importância dos processos térmicos. O calor no processamento e conservação de alimentos. Calor vs qualidade dos alimentos. Branqueamento, pasteurização, esterilização comercial. Processo de embalagem antes e após tratamento térmico. Equipamento.
Tecnologia de barreiras
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Frequência: presença em 75% das aulas; realização de 2 trabalhos.
Avaliação contínua: 2 testes (80%; média dos 2 testes igual ou superior a 9,5 valores; classificação mínima de cada teste 8,0 valores) e relatórios dos 2 trabalhos (20%; nota mínima 9,5).
Avaliação por exame: Exame (nota mínima 9,5; 80%) e relatórios dos trabalhos (nota mínima 9,5; 20%).
PRODUÇÃO DE AVES E SUÍNOS (POULTRY AND SWINE PRODUCTION)
Código: 1793
Responsável: João Pedro Bengala Freire
Outros docentes: Maria Madalena dos Santos Lordelo
Curso: 1º ciclo – Engenharia Zootécnica; 2º ciclo – Engenhara Agronómica
Ramo: Engenharia Agronómica - Agro-Pecuária
Precedências: Nutrição Animal
| Ano Curricular: 3º (EZoo) / 1º (EAgr) | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória: (Engenharia Zootécnica)
Opcional: (Engenharia Agronómica)
| Teóricas: 52 | Práticas/Laboratoriais: 18 | Outras: 14 | Total: 84 |
Compreensão e capacidade de análise dos sistemas de produção utilizados em suinicultura.
Conhecimento zootécnico das raças de suínos.
Capacidade de intervenção tendo em vista a melhoria da eficiência produtiva dos suínos.
Como controlar a composição da carcaça produzida pelos suínos.
Entendimento das competências únicas da galinha doméstica como espécie zootécnica
Compreensão e conhecimento dos principais segmentos da avicultura – carne e ovos.
Entendimento do maneio tendo em vista a reprodução.
A produção suína no Mundo, na Europa e em Portugal. As raças de suínos: raças chinesas, europeias e americanas. O melhoramento dos suínos: Selecção genética, esquemas de cruzamento. O ciclo reprodutivo da porca: Puberdade, ovulação, fecundação, gestação, parto, lactação, desmame – cobrição. Produtividade numérica das porcas: formas de expressão. O leitão: Particularidades fisiológicas, programas de alimentação. Os suínos em crescimento – acabamento: Estratégias de produção, Programas de alimentação. A carcaça dos suínos: definição, rendimento, composição média, classificação comercial. Planificação de uma suinicultura intensiva. Apresentação oral de temas científicos. Visitas de estudo.
Situação da indústria avícola no mundo. Selecção e multiplicação em avicultura. Particularidades fisiológicas das aves. Segmento da produção de carne: produção de frangos; centro de abate; produção de reprodutoras; centro de incubação. Segmento da produção de ovos: produção de frangas para postura, produção de galinhas poedeiras; centro de processamento de ovos. Aulas práticas: visitas de estudo; apresentação e discussão de trabalhos; necrópsia a galinhas poedeiras; projecto prático com frangos de carne.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Apresentação e discussão de trabalhos – 30%
Exame Final – 70%
PRODUÇÃO DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS (SHEEP, GOAT AND CATTLE PRODUCTION)
Código: 1794
Responsável: Fernando Baltazar Santos Ortega
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo – Engenharia Zootécnica; 2º ciclo – Engenhara Agronómica
Ramo: Engenharia Agronómica - Agro-Pecuária
Precedências: Nutrição Animal
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 3º (EZoo) / 1º (EAgr) | ECTS: 6 |
Obrigatória: Engenharia Zootécnica
Opcional: Engenharia Agronómica
| Teóricas: 40 | Práticas/Laboratoriais: 30 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecimento das produções das espécies em causa, bem como dos respectivos efectivos. Ficar a conhecer as características gerais dos animais especializados nos diversos tipos de produção bem como os ciclos produtivos e reprodutivos e necessidades alimentares e sistemas de exploração.
A - PRODUÇÃO DE BOVINOS
1. Produção de Leite no mundo, na União Europeia e em Portugal: principais índices que caracterizam a produção (efectivos, consumos, capitações, etc.). O bovino especializado na produção de leite: prin-cipais raças. O ciclo reprodutivo e produtivo da vaca leiteira e suas necessidades: sistemas de exploração e produção. 2. Produção de Carne no mundo, na União Europeia e em Portugal: principais índices que caracterizam a produção (efectivos, consumos, capitações, etc). O bovino especializado na produção de carne: principais raças (as raças autóctones; suas limitações). O ciclo reprodutivo e produtivo da vaca de ventre e suas necessidades: sistemas de exploração e produção. 3. Produção de Trabalho: breves notas e características gerais.
B - PRODUÇÃO DE OVINOS
1. O Efectivo Ovino mundial, na União Europeia e em Portugal: estrutura da produção e distribuição dos efectivos. 2. Produção de Carne no mundo, na União Europeia e em Portugal: principais índices que caracterizam a produção (consumos, capitações, etc). O ovino produtor de carne: principais características: limitações das raças autóctones. O ciclo produtivo da ovelha para produção de carne de borrego e necessidades: raças especializadas. 3. Produção de Leite e Lacticínios no mundo, na União Europeia e em Portugal: principais índices que caracterizam a produção (consumos, capitações, etc): a produção de queijo. O ovino produtor de leite: principais características, necessidades, ciclo produtivo e raças especializadas. 4. Produção de Lã e de Peles.
C - PRODUÇÃO DE CAPRINOS
1. O Efectivo Caprino mundial, na União Europeia e em Portugal: estrutura da produção e distribuição dos efectivos. 2. Produção de Leite e Lacticínios no mundo, na União Europeia e em Portugal: principais índices que caracterizam a produção (consumos, capitações, etc): a produção de queijo. O caprino produtor de leite: principais características, necessidades, ciclo produtivo e raças especializadas. 3. Produção de Fibras Têxteis.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Admissão a Exame: presença a 75% das aulas leccionadas.
Aprovação: exame final escrito com nota igual ou superior a 10 valores: sujeito a prova oral se a nota for inferior a dez mas igual ou superior a 8 valores.
PRODUÇÃO VEGETAL E ANIMAL (ANIMAL AND CROP PRODUCTION)
Código: 1740
Responsável: João Carlos da Silva Dias
Outros docentes: Fernando Baltazar Santos Ortega, Pedro Jorge Cravo Aguiar Pinto, Carlos Manuel Antunes Lopes, Cristina Maria Moniz Simões Oliveira, João Pedro Bengala Freire e Maria Madalena dos Santos Lordelo.
Curso: 1º ciclo – Engenharia Alimentar; Engenharia do Ambiente
Precedências: Botânica e Zoologia
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
A disciplina de Produção Vegetal e Animal é uma disciplina em que se faz o estudo dos aspectos gerais da produção vegetal e animal. O objectivo primordial do ensino da disciplina é sensibilizar os alunos para:
i) a importância da Agricultura (produção vegetal e animal) na satisfação das necessidades alimentares duma população mundial crescente;
ii) os grandes desafios/problemas com que a Agricultura se defronta hoje e das suas implicações agrícolas, económicas e na segurança alimentar;
iii) a diversidade de culturas e de animais, suas utilizações e os seus principais sistemas de produção;
iv) os factores condicionantes dessa produção e da sua qualidade; e
v) a interacção dos sistemas de produção com os factores condicionantes da produção e a sua optimização em termos de produtividade, qualidade, eficiência e inovação tecnológica.
I. Introdução: Agricultura: conceito, origem, domesticação e evolução;População: evolução, necessidades e consumos alimentares;Importância da produção vegetal e animal no mundo e em Portugal;Quem produz e quem consome. Preços de mercado e suas implicações agrícolas, económicas e na segurança alimentar; Os grandes desafios com que a Agricultura se defronta hoje.
Produtividade, qualidade, eficiência e inovação tecnológica; O ambiente como fonte de recursos e como condicionante da produção. Factores condicionantes da produção vegetal e animal;A Agricultura como um sistema: os ecossistemas agrícolas, o ambiente e a sustentabilidade; A tomada de decisão em Agricultura;Principais sistemas de Agricultura no mundo;A produção vegetal e animal em Portugal: “territórios rurais” e seus principais sistemas de produção.
II. Produção Vegetal: Vitícola, hortícola, frutícola, arvense, forrageira e pratense.
Diversidade, suas utilizações e valor nutritivo. Sistemas de produção: ciclos vegetativos e culturais e principais práticas.Produção e qualidade: factores determinantes
III. Produção Animal: Bovinos, ovinos, caprinos, suínos e aves.
Diversidade, suas utilizações e valor nutritivo. Sistemas de produção: ciclos produtivo e reprodutivo e principais práticas. Produção e qualidade: factores determinantes
Duas visitas de estudo: uma à "Companhia das Lezírias" e a explorações agrícolas e de serviços da Lezíria Grande do Ribatejo; e a outra à região do "Oeste", para visitar explorações agrícolas de produção vegetal e animal.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Para a obtenção da frequência é necessária a presença mínima em 75% das aulas.
O sistema de avaliação contínuo basear-se-á em 2 frequências escritas individuais, e na elaboração de um trabalho prático em grupo de 3 alunos.
A nota final é a média ponderada entre a nota das 2 frequências (70%) e do trabalho prático (30%).
Exame final para alunos que não tenham conseguido aproveitamento.
PRODUTOS FLORESTAIS (FOREST PRODUCTS)
Código: 1741
Responsável: José Afonso Rodrigues Graça
Outros docentes: Maria de Fatima Cerveira Tavares e Helena Margarida Nunes Pereira
Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Precedências: Biologia Celular e Microbiologia
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 56 | Práticas/Laboratoriais: 14 | Outras: 14 | Total: 84 |
Permitir compreender o que é a madeira e os outros produtos florestais em termos de estrutura, anatomia, química e propriedades, integrando os conhecimentos sobre os mecanismos da sua formação na árvore até às propriedades macroscópicas resultantes. Módulos: Anatomia e identificação de madeiras, Química dos produtos florestais, Propriedades físicas e mecânicas, Durabilidade da madeira.
Anatomia e identificação de madeiras: Conhecimento da madeira e das técnicas de histologia e identificação. Anatomia macroscópica e microscópica das madeiras: resinosas e folhosas. Variabilidade da madeira. Identificação de madeiras com recursos a chave dicotómica. Caracterização de cascas.
Química dos produtos florestais: Compostos químicos da madeira: extractivos, celulose, hemiceluloses, lenhina. Métodos de análise química das madeiras. Estrutura da parede celular. Composição química de cascas e cortiça.
Propriedades físicas e mecânicas: Massa volúmica. Humidade. Variações dimensionais. Métodos de medição de humidade. Propriedades mecânicas das madeiras. Outras propriedades físicas das madeiras.
Durabilidade da madeira: Conceitos e terminologia da microbiologia da madeira. Agentes de deterioração da madeira abióticos e bióticos. Processos de degradação, protecção e preservação da madeira.
Bibliografia Principal
- Avaliação contínua: mini testes (10% da nota total); relatório de trabalho de grupo (20% da nota final, nota mínima 9,5); e exame final (nota mínima 9,5; 70% da nota final)
- Nota final: média dos 4 módulos igual ou superior a 9,5 valores; classificação mínima de cada modulo 8,0 valores
- Exame final: nota mínima 9,5 valores
PROJECTO (PROJECT)
Código: 1633
Responsável: Maria Leonor Mota Morais Cecílio
Outros docentes: Manuela Rodrigues Branco Simões, Jorge Alexandre Matos Pinto de Almeida, José Carlos Franco Santos Silva, Maria Luísa Lopes de Castro e Brito, Maria Manuela Silva Nunes Reis Abreu, Maria Luísa Louro Martins, Maria da Glória Calado Inglês Esquível, Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira, Elisabete Tavares Lacerda de Figueiredo Oliveira e Amarilis Paula Alberti de Varennes e Mendonça
Curso: 1º ciclo - Biologia
Precedências: 1º ano completo e 105 ECTS
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 12 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 112 | Outras: 28 | Total: 168 |
Com este Projecto pretende-se que os alunos
se incluam numa equipa de investigação e assim se familiarizem com a investigação científica;
aprendam a elaborar uma hipótese
aprendam a colher e analisar dados científicos
aprendam a elaborar um relatório científico
façam uma apresentação e discussão do trabalho desenvolvido durante o semestre
Durante dois dias por semana os alunos estarão integrados numa equipa de investigação a desenvolver um projecto.
Adequada a cada projecto
Execução de um relatório final
Apresentação do trabalho e discussão dos resultados com um júri
PROJECTO DE ARQUITECTURA PAISAGISTA E TÉCNICAS DE CONSTRUÇÃO APLICADAS (PROJECT OF LANDSCAPE ARCHITECTURE AND APPLIED BUILDING TECHNIQUES)
Código: 1607
Responsável: Luís Paulo Almeida Faria Ribeiro
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
Precedências: Projecto de Arquitectura Paisagista II
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 7.5 | Obrigatória |
| Teóricas: 14 | Práticas/Laboratoriais (aplicadas a Projecto): 70 | Outras: 21 | Total: 105 |
Formação em projecto, pormenorização técnica e construção.
Soluções técnicas a partir do diagnóstico paisagístico, e objectivos funcionais, estéticos e económicos.
Competências:
a) Diagnóstico (aptidão para recreio, qualidade visual, conforto bioclimático);
b) Desenvolvimento técnico;
c) Modelação do terreno articulada com implantação planimétrica e altimétrica;
d) Drenagem superficial e implantação altimétrica. Desenho e dimensionamento da rede;
e) Pormenores de construção: pavimentos, degraus e remates. Materiais necessários à construção;
f) Organização e elaboração de peças desenhadas e escritas necessárias à compreensão e construção do projecto.
1. Abordagem ao projecto em arquitectura paisagista
1.1. O conhecimento do espaço de intervenção (diagnóstico paisagístico, estrutura espacial, carácter visual e identidade cultural, a especificidade do sítio)
1.2. Abordagens ao projecto (analítica/racional, holística, intuitiva/comportamental)
2. Modelação do terreno
2.1. Modelação e sua articulação com o desenho proposta de projecto: elementos técnicos
2.2. Cálculo do movimento de terras: métodos dos perfis e da quadrícula
2.3. Execução dos trabalhos: fases da modelação em obra, maquinaria mais utilizada,
2.4. Relação da modelação com as outras fases de desenvolvimento técnico do projecto
3. Implantação do projecto
3.1. Piquetagem e levantamento topográfico
3.2. Implantação altimétrica (pontos cotados, pendentes, elementos verticais)
3.3. Implantação planimétrica (planimetria, curvas, concordância e elementos horizontais necessários)
3.4. Desenho de elementos horizontais (planos) e verticais (perfis)
4. Drenagem superficial
4.1. Tipologias de sistemas de drenagem e relação com o desenho
4.2. Dissipadores de energia (função e estética)
4.3. Planeamento e desenho de sistemas de drenagem: plano, perfis e pormenores
4.4. Dimensionamento de redes
5. Drenagem subterrânea
5.1. Zonas verdes
5.2. Elementos construídos
5.3. Desenho de redes
6. Pormenorização desenhada e escrita de processos construtivos
6.1. Principais materiais utilizados em espaços exteriores (pavimentos, drenagem, muros e acabamentos)
6.2. Perfis longitudinais e transversais de caminhos e plataformas
6.3. Pormenores de construção (plantas, perfis, cortes, alçados e axonometrias)
6.4. Processos construtivos e especificações técnicas
7. Elementos de obra
7.1. Trabalhos necessários à implementação de projectos
7.2. Sequência dos trabalhos de construção
7.3. Gestão de obra
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Obtenção de frequência com base em:
Pesquisa de materiais de construção
Diagnóstico paisagístico e plano geral do projecto (3 semanas)
Modelação e implantação planimétrica (3 semanas)
Rede de drenagem superficial com justificação de cálculos (3 semanas)
A avaliação será feita com base nos seguintes elementos:
25% - Trabalho de pesquisa sobre materiais de construção
75% - Evolução do trabalho nas aulas práticas e entregas, e entrega final do projecto
PROJECTO DE ARQUITECTURA PAISAGISTA I (PROJECT OF LANDSCAPE ARCHITECTURE I)
Código: 1742
Responsável: Maria Teresa Amaro Alfaiate
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
Precedências: Introdução à Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 8.5 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais (aplicadas a Projecto): 84 | Outras: 7 | Total: 119 |
Iniciação ao projecto de Arquitectura Paisagista utilizando como suporte de trabalho uma área urbana consolidada de grande legibilidade, permitindo exercitar estratégias de ancoragem projectual entre a escala local ( Conjunto urbano de tecido homogéneo ) e a escala da cidade (malha urbana composta por vários tecidos) .
O caso de estudo seleccionado tem como principal objectivo :
. O desenvolvimento do espírito crítico num conhecimento fundamentado e integrado da paisagem.
. O desenvolvimento da capacidade de observação, percepção e interpretação do espaço, focando a noções de Estrutura, Fisiografia e Morfologia , Escala e proporção.
. Introdução ao conceito de Sítio.
. A capacidade para individualizar as várias fases de desenvolvimento do Projecto de Arquitectura Paisagista e a forma como estas são articuladas no desempenho profissional
. A diferenciação e desenvolvimento das fases de conceptualização.
. A formalização como forma comunicação de uma ideia e o processo de composição.
. A manipulação de diferentes escalas de trabalho na aproximação e desenvolvimento do Projecto de Arquitectura Paisagista
. A iniciação à técnica de Modelação de Terreno como forma de comunicação/ manipulação espacial do objectivo projectual – Geomorfose
. O conhecimento dos materiais tradicionais essenciais e sua aplicação a algumas técnicas básicas de construção de espaços abertos – Pavimentos, Escadas, Rampas, etc.
1 Conceitos básicos na abordagem do Projecto de Arquitectura Paisagista
1.1 A abordagem preceptiva e intuitiva . A especificidade do sítio e a importância determinante das percepções individuais como alimento do processo criativo.
1.2 A análise formal e espacial da Paisagem - Estrutura e Morfologia: Elementos de Massa e Elementos de Espaço. Conceitos de malha e tecido
1.3 A Noção de nível de resolução – relações de Escala.
1.4 A forma e as interacções formais enquanto suporte da comunicação de uma ideia/ conceito - Legibilidade e Imaginabilidade do Espaço/ paisagem .
1.5 As relações básicas estabelecidas ao nível dos elementos da composição e a sua organização como forma de comunicação de um objectivo conceptual –.A Noção de, simetria.
1.6 As relações básicas estabelecidas ao nível dos elementos da composição e a sua organização como forma de comunicação de um objectivo conceptual – A noção de simetria , equilíbrio, ponto focal, focalização, pontuação, modulação , ritmo, crescendo /decrescendo, truncagem, profundidade, contraste.
2 Organização do Projecto de Arquitectura Paisagista
2.1 A percepção do espaço , a analise e recolha de informação , a formulação do conceito
2.2 A formalização – A forma enquanto meio de comunicação de um objectivo conceptual
2.3 A organização sequencial e faseamento do Projecto de Arquitectura Paisagista
3 Materiais e Técnicas de Construção
3.1 Modelação de terreno e implantação altimétrica
3.2 Principais materiais de construção
3.3 Pavimentos - materiais, formas construtivas
3.4 Escadas e rampas- Materiais, Formas construtivas
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
editions, Paris
A disciplina funciona em studio permitindo um estreito acompanhamento dos alunos no desenvolvimento projectual. Os alunos são avaliados continuamente. Ao longo do semestre são realizadas várias apresentações de trabalho, de acordo com as várias fases de desenvolvimento do Projecto e um programa de apresentações, definido no início do semestre O semestre termina com a apresentação final dos trabalhos e a sua defesa oral. Apesar da apresentação final ser imprescindível para obter aprovação à disciplina esta não constitui material suficiente de avaliação, ie, as apresentações parcelares são obrigatórias e concorrem para informar a classificação final atribuída ao aluno.
PROJECTO DE ARQUITECTURA PAISAGISTA II (PROJECT OF LANDSCAPE ARCHITECTURE II)
Código: 1743
Responsável: Maria Teresa Amaro Alfaiate
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
Precedências: Projecto de Arquitectura Paisagista I
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 9 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais (aplicadas a Projecto): 84 | Outras: 7 | Total: 119 |
Manipulação de diferentes escalas de trabalho na aproximação e desenvolvimento do Projecto de Arquitectura Paisagista, utilizando como suporte de trabalho uma área urbana de nível de complexidade crescente, relativamente ao Projecto de AP I - área de legibilidade menos imediata, integrando vários tecidos urbanos e permitindo exercitar estratégias de ancoragem projectual, desde a escala local à escala territorial.
O caso de estudo seleccionado tem como principal objectivo
. Desenvolver a tomada de consciência da metodologia de abordagem projectual;
. Seleccionar estratégias/ métodos de conceptualização e programação do Projecto;
. Desenvolver a capacidade de observação, percepção e interpretação crítica do espaço/paisagem utilizando a notação da paisagem enquanto processo mediador na sua comunicação;
. Dar conhecimento e suscitar a utilização de outras ferramentas auxiliares no processo;
Conceptualização, e elaboração do programa do projecto – Unidades de paisagem, Sequências lineares e tipos:
. Tomada de consciência do desenho enquanto forma de conceptualização do projecto
. Aprofundamento da formalização e das técnicas de comunicação adequadas a cada fase de desenvolvimento do projecto
. Iniciação à técnica de Implantação Planimétrica como suporte de uma qualificação das opções formais e de geometria no projecto;
. Conhecimento , exemplificação e formas construtivas de alguns elementos básicos na Construção de Espaços Abertos – mobiliário urbano e peças de iluminação.
1 Conceitos e metodologias na abordagem e desenvolvimento do Projecto de Arquitectura Paisagista
1.1 O Sítio como limitante e indutor da concepção da paisagem. A noção de Lugar
1.2 A Percepção do espaço e análise formal e espacial. Papel de outros tipos de análise na formulação do projecto Arquitectura Paisagista
1.3 A Notação da Paisagem enquanto processo mediador na compreensão do espaço/ paisagem e na comunicação do propósito programático do projecto
1.4 Outras ferramentas auxiliares no processo de compreensão e interpretação da Paisagem - Unidades de Paisagem , Sequências Lineares e Tipos enquanto ferramentas possíveis .
1.5 A articulação de diferente ferramentas no processo de elaboração do programa e concepção da Paisagem. Selecção do método em função do carácter e qualidade do “ objecto” / Paisagem.
2 Técnicas de Construção aplicadas a elementos básicos da composição.
2.1 Implantação Planimétrica
2.2 Mobiliário Urbano. Importância na composição. Algumas noções relativas ao dimensionamento, formas construtivas e materiais
2.3 A Iluminação Artificial do espaço .Publico Algumas noções relativas ao dimensionamento e formas construtivas.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A disciplina funciona em studio permitindo um estreito acompanhamento dos alunos no desenvolvimento projectual . os alunos são avaliados continuamente. Ao longo do semestre são realizadas várias apresentações de trabalho, de acordo com as várias fases de desenvolvimento do Projecto e um programa de apresentações, definido no início do semestre O semestre termina com a apresentação final dos trabalhos e a sua defesa oral por parte dos alunos, avaliando-se o trabalho desenvolvido ao longo do semestre. Apesar da apresentação final ser imprescindível para obter aprovação à disciplina esta não constitui material suficiente de avaliação, isto é, as apresentações parcelares são obrigatórias e concorrem para informar a classificação final atribuída ao aluno.
PROJECTO DE RECUPERAÇÃO DA PAISAGEM E ESTUDO DE IMPACTE AMBIENTAL (PROJECT - LANDSCAPE RESTORATION AND ASSESSMENT OF ENVIRONMENTAL IMPACTS)
Código: 1744
Responsável: Luís Paulo Almeida Faria Ribeiro
Outros docentes: Nuno Joaquim Costa Cara de Anjo Lecoq e José Carlos Augusta da Costa
Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
Precedências: Projecto de Arquitectura Paisagista II
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 8.5 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais (aplicadas a Projecto): 84 | Outras: 7 | Total: 119 |
Pretende-se que o aluno venha a dominar o desenvolvimento de estratégias e um conjunto de propostas e projectos de recuperação de paisagens degradadas em que a qualidade ambiental e visual foi afectada negativamente devido a actividades humanas.
Conhecimentos de geobotânica no contexto mundial e nacional.
Módulo de Recuperação da Paisagem e Estudos de Impacte Ambiental (Nuno Lecoq):
1. Paisagem (Conceitos; Referências à paisagem na legislação; Breve introdução à história da paisagem portuguesa; Caracterização e identificação das paisagens em Portugal continental; Casos de estudo)
2. Mudanças mais recentes e os problemas actuais da paisagem (Mudanças mais recentes; Problemas actuais da paisagem; Alguns exemplos de medidas e técnicas usadas na recuperação da paisagem)
3. Avaliação de Impacte Ambiental (Legislação; Apresentação e discussão de alguns Estudos de Impacte Ambiental)
4. Apresentação e desenvolvimento pelos alunos de um projecto de recuperação paisagística
Módulo Geobotânica (José Carlos Costa):
Apresentação, enquadramento, história vegetação, Factores que influenciam a distribuição e a adaptação das plantas no globo terrestre, Bioclimatologia, Biogeografia, Biomas do Globo Terrestre, Métodos de análise da vegetação, Diversidade paisagística e Diversidade dos habitats de Portugal.
Bibliografia Principal
Teste escrito + trabalho prático
PROTECÇÃO DAS PLANTAS (PLANT PROTECTION)
Código: 1745
Responsável: Arlindo Lima
Outros docentes: Ana Maria da Silva Monteiro, Ana Paula Ferreira Ramos, António Maria Marques Mexia, Elisabete Tavares Lacerda de Figueiredo Oliveira José Carlos Franco Santos Silva e Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira
Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica
Precedências:
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Domínio e objectivos da protecção das plantas. Conceitos fundamentais em protecção das plantas. Noções sobre morfologia e bioecologia dos principais grupos de inimigos responsáveis por prejuízos nas plantas: patogénios, pragas e infestantes. Introdução ao diagnóstico de doenças e ao reconhecimento das principais pragas das plantas e infestantes das culturas agrícolas e espécies invasoras. Aspectos gerais de fitofarmacologia. Estratégias e meios de protecção.
Introdução à protecção das plantas, evolução do conhecimento e principais conceitos: domínio e objectivos da protecção das plantas; sintomas, estragos, competição e prejuízos; estatuto de inimigo; protecção integrada e suas componentes; a noção de tolerância e a tomada de decisão.
Princípios e Conceitos de Fitopatologia e Principais Agentes Causadores de Doença: doença e agente causal; parasitismo e patogenicidade; interacção patogénio-hospedeiro; triângulo da doença; ciclo de uma doença parasitária; epidemiologia; principais agentes causadores de doença das plantas: agentes abióticos; pseudofungos e fungos; bactérias; fitoplasmas; vírus e partículas sub-virais; nemátodes.
Princípios e Conceitos de Entomologia e Principais Grupos de Pragas: conceito de praga; tipos de estragos; ciclos de vida; relações tróficas; relações com o hospedeiro: especialistas versus generalistas; sistema de vida; dinâmica das populações de pragas; regulação das populações; principais organismos que podem assumir o estatuto de praga: insectos, ácaros e outros organismos animais.
Princípios de Herbologia: conceito de infestante e invasora e introdução à dinâmica de populações; cálculo de prejuízos em herbologia; período crítico de infestação; introdução aos métodos de gestão em agricultura convencional, sustentável, biológica e de conservação; principais famílias e espécies infestantes.
Princípios de Fitofarmacologia: classificação de pesticidas; rótulo do produto fitofarmacêutico e análise dos seus componentes; formulações; aspectos fundamentais sobre técnicas e material de aplicação; medidas de precaução para a protecção do homem e do ambiente na gestão do risco.
Estratégias e Meios de Protecção: principais meios de protecção: legislativos, culturais, genéticos, biológicos, biotécnicos, físicos, químicos; níveis de integração.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
I. Obtenção de frequência: presença a 80 % das aulas teórico-práticas.
II. Modalidades de avaliação:
A) Avaliação contínua
1. Testes das matérias das aulas teóricas e práticas (70%).
2. Trabalhos ou relatórios (30%).
B) Exame final (70%) + Trabalhos ou relatórios (30%).
C) Exame final (70%) + Exame prático (30%).
III. Aprovação: Serão aprovados os alunos que obtenham, em qualquer das modalidades de avaliação, classificação mínima de 10 (dez) valores em cada uma das avaliações previstas em A ou B e classificação final mínima de 10 (dez) valores.
PROTECÇÃO FLORESTAL (FOREST PROTECTION)
Código: 1746
Responsável: José Miguel Oliveira Cardoso Pereira
Outros docentes: Manuela Rodrigues Branco Simões e Ana Paula Ferreira Ramos
Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Precedências: Ecologia
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecer pragas e doenças das florestas, seus ciclos de vida, biologia, factores de risco e prevenção das espécies mais importantes. Identificar sintomas, sinais e danos. Conhecer os problemas fitossanitários em viveiros florestais; Conhecer os princípios de gestão da saúde da floresta. Conhecer e aplicar métodos de amostragem. Definir níveis de intervenção. Identificar métodos de tratamento. Seleccionar tratamentos adequados; conhecer o contexto histórico, ambiental e sócio-económico dos fogos rurais em Portugal; saber avaliar as componentes meteorológica, vegetal e humana do risco de incêndio; conhecer técnicas de silvicultura preventiva e de reabilitação de áreas queimadas.
I- Pragas florestais: Principais desfolhadores, perfuradores e subcorticais das florestas. Sintomatologia, ciclos de vida, factores de risco e danos. Selecção e colonização do hospedeiro, factores de risco. Problemas em viveiros e plantações jovens.
II- Doenças das árvores: Princípios Gerais de Patologia. Doença: classificação e manifestações, triângulo da doença, diagnóstico e Postulados de Koch, parasitismo e patogenicidade, mecanismos de defesas das plantas, epidemiologia. Morfologia e biologia de patogéneos. Principais doenças de folhosas e resinosas em Portugal. Doenças nos viveiros florestais.
III- Gestão integrada de pragas e doenças: Protecção florestal e gestão integrada de pragas. Amostragem e monitorização. Quantificação de danos. Apoio à decisão na gestão de pragas. Modelos de causalidade e risco. Protecção e prevenção em florestas. Meios de luta. Estratégias de protecção em essências florestais.
IV- Fogos rurais: O contexto dos fogos rurais em Portugal. Fogo e uso da terra. Combustão de fitomassa, propriedades dos combustíveis, fases e produtos da combustão, transmissão de calor. Propriedades extrínsecas dos combustíveis, sua inventariação e modelação. Factores meteorológicos, índices e cartas de risco. Silvicultura preventiva. Reabilitação de áreas queimadas.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Teste intermédio
Exame final
Trabalhos práticos
MÓDULO DE DOENÇAS DAS ÁRVORES
MÓDULO DE PRAGAS FLORESTAIS
QUALIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR (FOOD QUALITY AND SAFETY)
Código: 1747
Responsável: Sara Beirão da Costa
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar; Engenharia Zootécnica
Precedências: Biologia Celular e Microbiologia
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
O aluno deverá adquirir conhecimentos no âmbito de qualidade e segurança alimentar que lhe permitam poder implementar planos de amostragem numa Industria Agro-Alimentar (IAA), bem como estabelecer o controlo do processo produtivo. Deverá ainda adquirir conhecimentos que lhe permitam efectuar numa IAA, o planeamento da produção, o planeamento atempado dos materiais para a produção, o planeamento de tempos de máquina/linha de produção/funcionário.
No âmbito da segurança alimentar, “Food safety”, o aluno ficará habilitado para, ao longo de uma cadeia de abastecimento, implementar sistemas de HACCP, bem como códigos de boas práticas, e ainda ficará sensibilizado para a problemática da rastreabilidade como instrumento de gestão de riscos nessa mesma cadeia.
No âmbito da segurança alimentar, “Food security”, o aluno deverá adquirir conhecimentos genéricos sobre a problemática do alimento no mundo global.
1 - Qualidade e controlo estatístico da qualidade: Qualidade e segurança alimentar: conceitos e definições; Aspectos técnicos e económicos do controlo da qualidade; Avaliação da qualidade técnica de um produto; Métodos de inspecção; Estabelecimento de planos de amostragem; Controlo do processo produtivo na indústria; Melhoria da qualidade: optimização do processo produtivo na indústria.
2 - Segurança alimentar – “Food safety”: Códigos de boas práticas para toda a cadeia de abastecimento. O regulamento CE 252/2004 relativo à higiene dos géneros alimentícios; Sistemas de controlo de qualidade: o Codex Alimentarius, o sistema HACCP; A rastreabilidade na cadeia de abastecimento como instrumento na gestão de risco.
3 - Segurança alimentar – “Food security”: Alimentação, agricultura e ambiente; Educação, alimentação e desenvolvimento; A balança alimentar e o comércio internacional; Ajuda alimentar e a cooperação para o desenvolvimento; Política alimentar, alívio da pobreza e desenvolvimento sustentável; Tendências de comportamento da oferta e da procura de alimentos.
Bibliografia Principal
Biblografia Complementar
- Um teste escrito que representa 60% da nota final
- Um trabalho, apresentado sob a forma escrita e oral, que representa 40% da nota final
QUÍMICA (CHEMISTRY)
Código: 1748
Responsável: Luís Manuel Vieira Soares de Resende (1º semestre)/Amarilis de Varennes (2ª semestre)
Outros docentes: Henrique Manuel Filipe Ribeiro e Maria Odete Pereira Torres.
Curso: Todos os cursos de 1º ciclo, excepto Biologia
| Ano Curricular: 1º |
Semestral: 1º (Engenharias); 2º (Arquitectura Paisagista)
| ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Transmitir aos estudantes conceitos fundamentais sobre a química inorgânica, fazendo a ligação dos conceitos leccionados com aplicações práticas.
Configuração electrónica e ligação química.
Reacções químicas e equilíbrio químico.
Termodinâmica química.
Ácidos e bases e reacções de neutralização.
pH
Soluções tampão.
Reações redox.
Sais insolúveis e reacções de precipitação.
Sais solúveis, condutividade e potencial osmótico.
Complexos e quelatos.
Bibliografia Principal
Avaliação contínua. Exame final para quem não opte pela avaliação contínua.
2º SEMESTRE
Aulas Teóricas
Aulas Práticas
Testes Ano Anterior
1º SEMESTRE
QUÍMICA E BIOQUÍMICA DOS ALIMENTOS (FOOD CHEMISTRY AND BIOCHEMISTRY)
Código: 1750
Responsável: Maria Luísa Louro Martins (luisalouro@isa.utl.pt)
Outros docentes:
Curso: 1º Ciclo - Engenharia Alimentar
Precedências:
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas-Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecer os componentes dos produtos alimentares em função das suas propriedades, designadamente em relação à estrutura, composição química e funcionalidade.
Caracterizar os alimentos em função da sua composição química e bioquímica.
Água nos alimentos. Funções e ocorrência. Actividade da água.
Aminoácidos, péptidos e proteínas). Propriedades de aminoácidos, péptidos e proteínas. Funções e ocorrência nos alimentos. Proteínas vegetais e proteínas animais. Enzimas e utilização de enzimas na industria alimentar. Alterações dos aminoácidos, péptidos e proteínas e suas consequências.
Glúcidos. Propriedades dos glúcidos. Funções e ocorrência. Alterações que ocorrem durante o processamento. Reacções de escurecimento não enzimático. Reacções de Maillard.
Gorduras e outros lípidos. Propriedades dos lípidos. Funções e ocorrência. Gorduras edíveis e óleos. Alterações na composição e suas consequências.
Vitaminas e sais minerais. Vitaminas: Funções e ocorrência. Vitaminas hidrossolúveis e lipossolúveis. Estabilidade e degradação das vitaminas. Sais minerais: Funções e ocorrência nos alimentos.
Componentes corados dos alimentos. Compostos que contribuem para a cor, pigmentos naturais. Propriedades, funções e ocorrência. Principais reacções de degradação e alterações.
Aditivos alimentares, "flavour" e aroma nos alimentos.
Aditivos: função, principais tipos (vitaminas, aminoácidos, minerais, substâncias aromáticas, activadores de sabor, substitutos de açúcar, corantes alimentares, bases, antioxidantes), aditivos e segurança alimentar.
"Flavour" e aroma: Importância, compostos que contribuem para o "flavour" e aroma, controlo em alimentos processados, interacções com outros constituintes.
Substâncias tóxicas naturais. Substâncias tóxicas naturais. Factores antinutricionais. Toxinas endógenas.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Será utilizado um sistema de avaliação contínua a partir da realização de Seminários (em grupo) e de questionários individuais escritos.
O aluno será aprovado se obtiver nota igual ou superior a 9,5 valores.
QUÍMICA GERAL (GENERAL CHEMISTRY)
Código: 1751
Responsável: Fernanda Maria Miranda Cabral
Outros docentes: Henrique Manuel Filipe Ribeiro
Curso: 1º ciclo - Biologia
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Total: 70 |
A UC Química Geral tem por objectivo principal, fornecer aos estudantes informação e formação essencial em temas chave da Química (Inorgânica e Orgânica), considerados fundamentais ao bom entendimento e compreensão do comportamento dos sistemas biológicos.
QUÍMICA INORGÂNICA:
1. Ligação Química: conceitos básicos
2. Ligação Química: aspectos complementares
3. Forças Intermoleculares: líquidos e sólidos
4. Relações de Energia em Reacções Químicas e Termodinâmica
5. Propriedades Físicas das Soluções
6. Cinética Química
7. Equilíbrio Químico e factores que afectam o Equilíbrio
8. Ácidos e Bases
8.1 Equilíbrio Ácido-Base
8.2. Titulações Ácido-Base
9. Equilíbrio de Solubilidade
10. Equilíbrio de Complexação
11. Reacções redox e Electroquímica
QUÍMICA ORGÂNICA:
1. Isomeria e Tipos de Isómeros
2. Mecanismos Reaccionais
3. FUNÇÕES E GRUPOS FUNCIONAIS:
3.1 Alcanos, Alcenos e Alcinos: Nomenclatura e Reactividade
3.2 Álcoois, Fenóis, Aldeídos e Cetonas: Nomenclatura e Reactividade
3.3 Ácidos, Ésteres, Aminas e Aminoácidos: Nomenclatura e Reactividade
Apontamentos das Aulas
Química Geral de Raymond Chang (2006), 4ª edição.
Avaliação contínua através da realização de três testes escritos, ficando dispensado de exame final quem obtiver média de 10 valores nos 3 testes, sem ter nota inferior a 7,50 valores em cada um deles.
Exame final (2 datas) para os estudantes que na modalidade anterior não obtiveram nota igual ou superior a 10.
AVISOS
QUÍMICA ORGÂNICA E BIOQUÍMICA (ORGANIC CHEMISTRY AND BIOCHEMISTRY)
Código: 1752
Responsável: Maria Luísa Louro Martins
Outros docentes: Miguel Pedro de Freitas Barbosa Mourato, Cláudia Saramago de Carvalho Marques dos Santos Cordovil, Henrique Manuel Filipe Ribeiro, David Paulo Fangueiro e Ines Neto Moreira
Curso: Cursos de 1º ciclo - Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar; Engenharia do Ambiente; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais; Engenharia Zootécnica
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Identificar os principais grupos funcionais, compreender a sua reactividade, e conhecer a nomenclatura dos compostos orgânicos.
Conhecer as biomoleculas em termos das características estruturais e funções biológicas, os conceitos de catabolismo e anabolismo, as principais vias metabólicas do metabolismo primário.
Estudar com detalhe as vias de degradação e síntese das principais biomoléculas nos organismos vivos: proteínas, glucidos e lipidos.
Realizar exercícios de aplicação das matérias tratadas, praticar técnicas laboratoriais, e realizar apresentações orais.
MÓDULO 1: Química Orgânica
Estrutura das moléculas orgânicas. Funções e grupos funcionais. Ligação covalente nas moléculas orgânicas. Isomeria plana e isomeria óptica. Estereoisomeria.
Reactividade dos principais grupos funcionais e Mecanismos reaccionais.
Mecanismos reaccionais e tipos de reacções. Reactividade dos grupos funcionais mais importantes em moléculas biológicas: hidrocarbonetos insaturados, compostos aromáticos, alcoóis, aldeídos, cetonas, ácidos carboxílicos, aminas. Interacções moleculares, propriedades físicas, solubilidade.
MÓDULO 2: Bioquímica e Metabolismo
Biomoléculas. Aminoácidos, péptidos e proteínas. Glúcidos. Lípidos. Compostos ricos em energia. Características estruturais, funções biológicas, papel que desempenham nos componentes celulares relevantes para o metabolismo: membranas e organelos celulares, cloroplastos e mitocondrias.
Metabolismo, principais vias metabólicas e regulação. Energia e cinética das reacções bioquímicas. Fluxos de energia no catabolismo e anabolismo. Cofactores e coenzimas, vitaminas. Enzimas, factores que influenciam as reacções enzimáticas, conformação, estabilidade e desnaturação. Cinética enzimática. Regulação da actividade enzimática.
Estudo do metabolismo dos glúcidos, lípidos e aminoácidos, em animais e plantas. Principais reacções, balanço energético e regulação das vias metabólicas. Metabolismo dos glúcidos em aerobiose e anaerobiose. Sintese dos glúcidos nas plantas. Oxidação e biossintese dos ácidos gordos. Síntese e de degradação de aminoácidos. Relação metabólica entre o metabolismo de glúcidos, lípidos e compostos azotados.
Bibliografia Principal
- “Organic Chemistry” Solomons, T.W.G., John Wiley & Sons, 1996 (6th edition)
- “Nomenclatura dos compostos orgânicos”. L.S. Campos, M. Mourato, Escolar Editora, 2002.
- “Bioquimica-Organização Molecular da Vida”. A. Quintas, A. Ponces Freire, M. J. Halpern, Lidel, 2008
- “Concepts in Biochemistry”. R. Boyer, John Wiley & Sons 2002, 2nd edition.
Bibliografia Complementar
- “Entender a Bioquímica”. Luís S. Campos, Escolar Editora, 2002.
- “Biochemistry”. G. Zubay, Wm. C. Brown Pub., 1998.
- “Plant Physiology”. Taiz, L. Zieger, E. Third Edition. Sinauer Associates. Inc. 2002.
- “Biochemistry”. L. Stryer, W.H.Freeman and Co., 1995.
- “Guia do Laboratório de Química e Bioquímica”. J.A.M.Simões, M.A.R.B.Castanho et al., 2000, Lidel.
Avaliação é contínua, incluindo uma componente individual constituida pela realização de testes parciais e apresentações orais, e uma componente em grupo referente à realização de trabalhos práticos com relatório.
A aprovação à disciplina é obtida com uma classificação igual ou superior a 10 valores, desde que o aluno obtenha uma nota minima de 8,0 valores a cada um dos módulo.
A avaliação referente aos testes poderá ser repetida em exame final, mantendo-se válidas as restantes componentes nas proporções referidas.
- David Fangueiro (MOD 1): dfangueiro@isa.utl.pt
- Henrique Ribeiro (MOD 1): henriqueribe@isa.utl.pt
- Claudia Cordovil (MOD 1): cms@isa.utl.pt
- Maria Luisa Louro Martins - responsável da UC -(MOD2): luisalouro@isa.utl.pt (responsavel da UC)
- Ines Neto Moreira (MOD2): ines.nmoreira@gmail.com
- Miguel Pedro Mourato (MOD 2): mmourato@isa.utl.pt
Avisam-se os alunos que as aulas da UC terão inicio na proxima 2ª feira, dia 27 de Fevereiro, no horário estabelecido.
RECURSOS FAUNÍSTICOS (ANIMAL RESOURCES)
Código: 1754
Responsável: Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso
Outros docentes: Manuela Rodrigues Branco Simões
Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Precedências: Botânica e Zoologia
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 21 | Práticas/Laboratoriais: 21 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecer a diversidade taxonómica e ecologia funcional dos grupos de invertebrados e de vertebrados dos ecossistemas terrestres, em particular ecossistemas florestais e dulçaquicolas. Conhecer as interacções das populações animais com diferentes níveis tróficos. Compreender, o efeito das alterações ambientais e antropogénicas nas populações e comunidades animais nestes ecossistemas. Saber amostrar as diferentes populações animais, com diferentes objectivos e nos diferentes meios abióticos.
I - Ecologia funcional dos invertebrados florestais
Diversidade e funcionalidade dos principais grupos de invertebrados dos ecossistemas florestais. Principais níveis tróficos ocupados pelos invertebrados e sua relevância no funcionamento dos ecossistemas.
Função dos invertebrados na decomposição dos materiais lenho-celulósicos: invertebrados subcorticais, xilófagos, micetófagos e detrítivoros. Sucessão de comunidades associadas à decomposição dos materiais lenhosos.
Invertebrados fitófagos. Diversidade de tecidos vegetais consumidos pelos invertebrados florestais. Interacções invertebrados/plantas: resistência e tolerância das plantas. Implicações da herbívoria nas populações de plantas, comunidades vegetais e do ecossistema.
Os polinizadores e a coevolução com as plantas com flor. Funções ecológicas dos polinizadores.
Invertebrados predadores, parasitas e parasitóides. Habitat, presas e hospedeiros. Estratégias de selecção de presas e de escape à predação e parasitoidismo. A importância dos inimigos naturais, predadores e parasitóides, na dinâmica das populações das presas/hospedeiros. Interacções tri-tróficas.
Os invertebrados e as actividades florestais. Invertebrados úteis e prejudiciais. A gestão de habitat e a conservação de invertebrados.
Amostragem e monitorização de populações de invertebrados. Métodos de amostragem dinâmicos: armadilhas pitfall, cromotrópicas, de Tulgreen-Berlese, de feromonas, etc. Métodos de amostragem mecânicos: batidas, aspiração, Malaise, redes entomológicas.
II - Ecologia funcional de vertebrados florestais
Diversidade dos grupos de taxa de vertebrados - peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. Ciclos de vida, em particular decorrendo em ecossistemas florestais e em águas interiores. Guildas tróficas, habitacionais, reprodutoras e migradoras. Posicionamento no funcionamento do ecossistema e relevância. Espécies portuguesas de vertebrados e a distribuição. Interacções com o Homem e estado de conservação presente.
Amostragem e monitorização de aves, mamíferos e peixes. Métodos pontuais e por área. Marcações. Métodos quantitativos. Métodos de estimativa de diversidade das populações de animais.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Inquéritos de resposta rápida realizados nas aulas práticas (5 a 7); trabalhos de revisão e de síntese sobre temas apresentados e discutidos na aula (2); testes intercalares 2.
RECURSOS HÍDRICOS (WATER RESOURCES)
Para consultar a página da UC, clique aqui.
Código: 1755
Responsável: José Luís Monteiro Teixeira
Outros docentes: Jorge Manuel Martins Soares David
Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Precedências: Climatologia e Agrometeorologia
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Capacidade de analisar, interpretar e equacionar problemas no domíno dos recursos hídricos, e de dimensionar os fluxos e as disponibilidades hídrica ao nível da parcela e da bacia hidrográfica, com diferentes tipos de vegetação, tendo em conta a gestão eficiente da água.
I (comum a Agronomia e Florestas)
Balanço hidrológico de bacias
- Caracterização de bacia hidrográfica.
- Definição e caracterização dos elementos do balanço: precipitação, evapotranspiração, armazenamento e escoamento.
- Evapotranspiração: transpiração, perda por intercepção. Influência do tipo de vegetação (florestas/vegetação rasteira).
- Escoamento: escoamento anual (produção de água) e regime de escoamento (cheias e escoamentos mínimos estivais). Influência do tipo de vegetação no escoamento. Dimensionamento de caudais de ponta de cheia. Escoamento de bacias e necessidades hídricas a jusante (abastecimento urbano, à industria e ao regadio).
II (comum a Agronomia e Florestas)
Legislação sobre a água e política de gestão dos recursos hídricos a nível europeu e nacional. Directiva Quadro da Água. Gestão da água a nível local, regional e nacional. Planos de gestão de recursos hídricos.
III (Agronomia)
- Consumos hídricos de culturas agrícolas. Necessidades de rega.
- Sistemas de rega.
- Gestão e avaliação de sistemas de rega.
III (Florestas)
- Florestas e clima: influência das florestas no balanço da radiação e na precipitação ao nível micro e macro.
- Eco-hidrologia de ecossistema florestais: hidráulica no trajecto solo-folha, fontes de água para as árvores – sistema radicular, falência hidráulica (embolismo e cavitação).
- Erosão hídrica: erosão laminar e erosão concentrada em ravinas. Técnicas de combate da erosão laminar. Correcção torrrencial de ravinas. Erosão e tipo de vegetação.
Bibliografia Principal
Bibliografia complementar
Testes parcelares, 1 em cada 5 semanas
Para mais informação sobre esta UC, clique aqui.
REOLOGIA E ESTRUTURA DOS ALIMENTOS (RHEOLOGY AND FOOD STRUCTURE)
Código: 1756
Responsável: Isabel Maria Nunes de Sousa
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo – Engenharia Alimentar
Precedências: Física II
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Compreender a importância e a contribuição das Propriedades Físicas e Reológicas para a Ciência e a Engenharia Alimentar. Dominar a nomenclatura e os métodos específicos de trabalho desta área do conhecimento. Integrar os conhecimentos adquiridos na resolução de problemas de escoamento de fluidos complexos e de desenvolvimento de produto, nomeadamente na quantificação e criação/destruição de estrutura em alimentos.
Principais propriedades físicas dos alimentos. Determinação e aplicações no controlo de qualidade, desenvolvimento de produto e dimensionamento (parametrização dimensional). Reologia: definição e importância na Ciência e Engenharia de Alimentos. Reologia Fundamental, tipos de comportamento reológico dos materiais, tipos de testes e parâmetros a medir. Transições de fase ou mudanças de estado dos alimentos - o estado vítreo, a cristalização, a gelatinização e a gelificação, a fluidização. A importância destes estados do ponto de vista de textura/consistência e capacidade de conservação dos alimentos. “Estrutura do alimento – sua criação e sua avaliação” : textura e consistência. Casos de estudo: emulsões; geles; bolachas; textura e estrutura de queijo; filmes bioactivos comestíveis, desenvolvidos em trabalhos de doutoramento, incluindo alguns de desenvolvimento de produto. Aplicações práticas de dimensionamento para fluidos não-Newtonianos. Realização de um Projecto, desenvolvido em grupo, que integrará todos os conhecimentos adquiridos anteriormente.
Bibliografia Principal
A. G. Castro, J.A. Covas e A. C. Diogo (2001). Reologia e suas Aplicações Industriais. Instituto Piaget
Sousa, I. (2001) Reologia dos Produtos Alimentares in “Reologia e suas Aplicações Industriais”
Howard A. Barnes (2000). A Handbook of Elementary Rheology.
Howard A. Barnes (2002). Viscosity
Barnes, H.A., Hutton, J.F., and Walters, K. (1989). An Introduction to Rheology. Elsevier Science
Roos, Y. H. (1997) Phase Transition in Foods.
Um teste constituído por 3 níveis de avaliação sendo o último com consulta.
Um trabalho de grupo, onde farão a análise crítica de uma publicação (vulgo “paper”) com o objectivo de se familiarizarem com a forma de comunicar resultados nesta área da Ciência. Este trabalho é apresentado em relatório escrito e oralmente na turma para discussão e avaliação.
REPRODUÇÃO ANIMAL (ANIMAL REPRODUCTION)
Código: 1757
Responsável: Mário Quaresma (FMV)
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
Precedências: Morfologia, Aptidão e Comportamento Animal
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 35 | Teórico-Práticas: 13 | Práticas/Laboratoriais: 22 | Outras: 14 | Total: 84 |
A unidade curricular de Reprodução Animal tem como objectivo geral dotar os alunos com os conhecimentos indispensáveis para o delineamento de planos reprodutivos nas diversas espécies pecuárias (bovinos, ovinos, caprinos, equídeos, suínos e aves), com base no conhecimento aprofundado dos mecanismos fisiológicos que os fundamentam, de modo a atingirem a melhor produtividade, tendo em conta a especificidade de cada sistema de produção e sempre no respeito do bem-estar animal.
1. Anatomia comparada do aparelho reprodutor das diferentes espécies pecuárias.
1.1. Anatomia do aparelho reprodutor masculino.
1.2. Anatomia do aparelho reprodutor feminino.
1.3. Relações anatomo-fisiológicas do aparelho reprodutor.
2. Fisiologia da reprodução.
2.1. Ciclo reprodutivo feminino.
2.2. Espermatogénese.
2.3. Fecundação e fases subsequentes da gestação.
3. Reprodução artificialmente assistida.
3.1. Sincronização do estro.
3.2. Inseminação artificial.
3.3. Transferência de embriões.
3.4. Sexagem de espermatozóides e embriões.
4. Ciclos reprodutivos das diferentes espécies pecuárias.
4.1. Estratégias reproductivas de acordo com a espécie pecuária e a sua aptidão produtiva
4.2. Puberdade e ciclo éstrico.
4.3. Comportamento reprodutivo e detecção do cio.
4.4. Gestação, parto e puerpério.
4.5. Reprodução artificialmente assistida.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Controlled Reproduction in Farm Animal Series
Os conhecimentos adquiridos pelos estudantes serão avaliados em exame teórico final e em trabalhos de grupo.
SEMINÁRIO (SEMINAR / OPTIONAL)
Código: 1635
Responsável: Fernanda Maria Miranda Cabral
Outros docentes: Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira, Ana Carla de Andrade Madeira e José Carlos Franco Santos Silva
Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica
Precedências: 1º ano completo e 105 ECTS
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º/ 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Promover o desenvolvimento de diversas competências para um bom desempenho académico e profissional, nomeadamente ao nível da comunicação oral e escrita.
Módulo 1 – Competências no âmbito da disciplina
1 - Auto-Conhecimento
2 - Comunicação oral e escrita
2.1 Como organizar comunicações escritas e orais. Estrutura de artigos científicos e de relatórios. Casos práticos de aplicação.
2.2 Técnicas de comunicação audio-visuais. Pesquisa e fontes bibliográficas (ex. CAB Abstracts, Biblioteca do conhecimento on-line). Ferramentas informáticas (ex. EndNote)
2.3 - Exercícios de aplicação
3 - Participação em Workshops/seminários/Visita de estudo (dia aberto)
Módulo 2 – Preparação dos temas para o Seminário
Preparação e acompanhamento do trabalho escrito (monografia/relatório - máx. 20 pp.) e de uma comunicação oral sobre um tema orientado.
Módulo 3 – Apresentações orais dos trabalhos escritos e apreciação e avaliação dos mesmos pelos coordenadores da disciplina e orientadores especialistas nos diferentes temas.
Bibliografia Principal
Bibliografia complementar
Avaliação contínua com possibilidade de dispensa de exame final, mediante o aproveitamento obtido na realização de relatórios, tarefas individuais e em grupo, monografia e seminário.
SILVICULTURA I (FORESTRY I)
Código: 1759
Responsável: Maria Helena Reis de Noronha Ribeiro de Almeida
Outros docentes: Henrique Manuel Filipe Ribeiro, João Manuel Dias dos Santos Pereira, Ana Paula Soares Marques de Carvalho e Maria da Conceição Braulio de Brito Caldeira
Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Precedências: Biologia Florestal
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Silvicultura compreende a ciência e as técnicas inerentes à instalação, crescimento e composição das florestas e da sua defesa (estado sanitário e prevenção de incêndios), para satisfazer as necessidades da sociedade em bens e serviços dos ecossistemas.
O objectivo é fornecer aos alunos competências para supervisionar e executar os planos e programas de gestão florestal.
1 - Silvicultura: definições e tendências actuais
Os sistemas de produção florestal: A Floresta; o povoamento e a estação
Regimes, composições e estruturas.
Modos de tratamento ou de exploração: cortes de realização e de regeneração. Cortes únicos; sucessivos e salteados
Teoria geral da intervenção produtiva: cortes culturais.
Sustentabilidade. Sistemas florestais multifuncionais
2 - Regeneração dos Sistemas Florestais
Processos envolvidos na regeneração
Padrões de regeneração;
Regeneração natural em silvicultura
Manipulação Semente
Áreas Produtoras de Semente
Produção de Plantas
3 - Nutrição Vegetal
Os Nutrientes Vegetais
Adubos e Correctivos
Substratos em viveiros Florestais
Aspectos práticos da fertilização de espécies florestais
Bibliografia Principal
Alves, A.A. M. 1982. Técnicas de Produção Florestal. INIC. Lisboa
Fijimori, Takao.2001. Ecological and Silvicultural Strategies for Sustainable Forest Management. Elsevier. Amsterdam
Fisher, R.F. & Binnley, D. 1999. Ecology and Management of Forest Soils (3rd Ed) John Wiley & Sons, New York
(cap 9, 11 ,15, 16)
Marschner H 1995 Mineral Nutrition of plants. Academic Press London
Bibliografia Complementar
Hartmann, H., Kester, D., Davies Jr. F. & Geneve, R. 1997 Plant Propagation: Principles and Practices 6th. International Edition. London
Smith, David M., Bruce Larson, Matthew Kelty & P. Ashton 1997- The Practice of Silviculture. John Wiley & Sons. New York
Willan, R.L. 1991. Guia para la manipulación de semillas forestales – Estudio FAO – Montes 20/2 , Roma
Varennes, A. 2002 – Produtividade dos Solos e Ambiente. Escolar Editora
Avaliação Contínua é constituída por:
• Os Trabalhos práticos com um peso de 30% na nota final
• 2 Testes com um peso de 70%
• Nota mínima de 8,5 valores em cada um dos testes Silvicultura I
-Os alunos que obtiverem na avaliação contínua nota igual ou superior a 10 valores estão dispensados do exame final
-Todo o aluno que tenha obtido frequência poderá optar pela realização do exame final. Caso se apresente a exame anula a classificação obtidas em avaliação contínua.
-Considera-se aprovado o aluno que obtenha frequência e classificação final igual ou superior a 10 valores.
Visita de Estudo - 24 de Outubro de 2011
AVALIAÇÃO
AVISOS
SILVICULTURA II (FORESTRY II)
Código: 1760
Responsável: João Manuel Dias dos Santos Pereira
Outros docentes: Maria Helena Reis de Noronha Ribeiro de Almeida, Manuel Armando Valeriano Madeira, Ana Paula Soares Marques de Carvalho, Luís Mendes Godinho Milheiriço Fontes e Maria da Conceição Braulio de Brito Caldeira
Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Precedências: Silvicultura I
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
O objectivo é dar aos alunos aptidão para utilizar modelos de produção na gestão corrente dos povoamentos interpretando correctamente as prescrições silvícolas inerentes bem como delinear, prescrever e implantar a melhor integração das áreas florestais no meio (paisagem), tendo em contas as condicionantes ambientais e sociais e adequando as soluções silvícolas a objectivos concretos (p. ex. cortinas de abrigo, arborização de dunas), inclusive a prestação de serviços pelos ecossistemas.
1. Modelos de crescimento:
Métodos para o estudo do crescimento de árvores e povoamentos;
Introdução aos modelos de crescimento e produção;
Curvas de classe de qualidade e crescimento em altura dominante;
Análise dos diferentes tipos de modelos de produção;
Avaliação de modelos de produção florestal.
Modelos de produção para as principais espécies portuguesas.
2. Silvicultura Especial:
Sistemas de Produção Florestal;
Gestão Florestal para a Protecção do Ambiente e Biodiversidade;
Floresta Multifuncional (inc. silvicultura para a produção de cortiça; Arborizações especiais (Cortinas de abrigo, Combate à erosão, Galerias Ribeirinhas,);
Restauro de ecossistemas;
Organização do espaço local : aspectos estético, sociais e protecção contra agentes abióticos (vento e fogo).
Bibliografia Principal
Alves, A.A. M. 1982. Técnicas de Produção Florestal. INIC. Lisboa
Fijimori., Takao.2001. Ecological and Silvicultural Strategies for Sustainable Forest Management. Elsevier. Amsterdam
Bibliografia Complementar
Vaz Correia, A.& A. Carvalho Oliveira. 1999 Principais Espécies Florestais com Interesse para Portugal. Zonas de Influência Mediterrânica. DGF. Estudos e Informação nº 318. Lisboa
Vaz Correia, A.& A. Carvalho Oliveira. 2003 Principais Espécies Florestais com Interesse para Portugal. Zonas de Influência Atlântica DGF. Estudos e Informação nº 322. Lisboa
Aronson J, Pereira J S, Pausas J G. (eds). Cork Oak Woodlands: Ecology, Adaptive Management, and Restoration of an Ancient Mediterranean Ecosystem. Island Press
Alves, A.A., J.S. Pereira and J.M.N. Silva (eds) O eucaliptal em Portugal. Impactes ambientais e investigação científica ISAPress, Lisboa, Portugal
A avaliação baseia-se na preparação e apresentação de um projecto de silvicultura para um dos locais visitados durante a visita de estudo e do exame final, o que incidirá sobre toda a matéria dada nas aulas.
A admissão a exame final depende da entrega do projecto de silvicultura, que contribui com 25% para a nota final.
Como elemento de avaliação contínua (opção voluntária) os alunos têm a oportunidade de realizar um teste intercalar (cobrindo a matéria apresentada no módulo dos modelos de crescimento) – a classificação de 12 valores dispensa de parte do exame final, isto é, da matéria coberta neste teste.
SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA E DETECÇÃO REMOTA (GEOGRAPHIC INFORMATION SYSTEMS AND REMOTE SENSING)
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Código: 1761
Responsável: Manuel Lameiras de Figueiredo Campagnolo
Outros docentes: Maria da Graça Corte-Real Mira da Silva Abrantes
Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Precedências: Cartografia e Elementos de Topografia
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecimento das estruturas de dados para informação espacial. Domínio de uma aplicação informática para dados em formato vectorial e raster e conhecimento das principais operações espaciais utilizadas na resolução de problemas em 2D e 3D.
Conhecimento sobre as principais fontes de dados de detecção remota, aplicações e integração em SIG. Compreensão das técnicas de georeferenciação e de análise de imagens multiespectrais.
I - Sistemas de Informação Geográfica:
Estruturas de dados vectoriais e raster.
Criação de mapas.
Operações espaciais em vectorial e raster e introdução à análise espacial.
Edição de dados.
Modelos digitais do terreno (raster, vectorial e TIN).
Operações de derivação (cálculo de declives, orientação de encostas, exposição, visibilidade, áreas e volumes) sobre MDT em SIG.
II - Módulo de Detecção Remota:
Fundamentos de detecção remota.
Sistemas de detecção remota: fotografia aérea, sensores instalados em satélites.
Pré-processamento de imagens: correcções geométricas e radiométricas.
Introdução à análise de imagens multiespectrais.
Indices de vegetação.
Trabalho prático de grupo (máximo 4 alunos/grupo), com discussão individual obrigatória, 6 valores.
Exame, 14 valores.
A frequência é obrigatória para admissão no exame.
Aprovação na disciplina: classificação igual ou superior a 6 valores no exame e um mínimo de 10 valores no total da avaliação.
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SISTEMAS DE PRODUÇÃO HORTÍCOLA, FRUTÍCOLA E VITÍCOLA I (HORTICULTURAL PRODUCTION SYSTEMS - VEGETABLES, FRUITS AND GRAPES I)
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Código: 1762
Responsável: António José Saraiva de Almeida Monteiro
Outros docentes: Cristina Maria Moniz Simões Oliveira e Carlos Manuel Antunes Lopes
Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica
Precedências: Nutrição Vegetal, Fertilidade do Solo e Fertilização
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico: 35 | Práticas/Laboratoriais: 35 | Outras: 14 | Total: 84 |
Estudo da vinha, fruteiras lenhosas e hortaliças, integrando conhecimentos básicos com soluções tecnológicas, com vista à tomada de decisão na resolução de problemas. Desenvolvimento de competências para intervir nas principais culturas lenhosas e herbáceas através do conhecimento das plantas, da sua biologia, ecologia e utilização; dos métodos de propagação; e das técnicas de produção e.g. poda e condução, fertilização, rega, protecção contra pragas, doenças e infestantes, regulação do crescimento e produção, colheita e preparação.
1. Colheita e qualidade da fruta, hortaliças e uvas. Determinação da data de colheita e avaliação da qualidade. Técnicas pós-colheita.
2. Biologia e ecologia das fruteiras lenhosas e da vinha. Hábitos de vegetação e de frutificação, ciclos biológicos e culturais e aspectos básicos da ecofisiologia das culturas.
3. Poda e condução da vinha e das fruteiras. Princípios e métodos de poda. Sistemas de condução.
4. Propagação de plantas. Princípios e prática da propagação de plantas lenhosas e herbáceas. Produção de plantas em viveiro
5. Biologia e utilização das hortaliças. Principais hortaliças, órgãos comestíveis, utilização, valor nutritivo e condicionantes da produção
6. Trabalhos práticos: (1) Rendimento e poda da videira; (2) Qualidade dos frutos; (3) Propagação.
7. Visitas de estudo a viveiros e a produtores de uvas, fruta e hortaliças
Bibliografia Principal
Bibliografia complementar
A avaliação contínua baseada em perguntas durante as aulas, trabalhos práticos e visitas de estudo.
A nota prática é a média ponderada das notas dos diversos trabalhos práticos: Viticultura – 35%; Horticultura Herbácea – 40%; Fruticultura e outros trabalhos – 25%.
A nota final é a média ponderada entre a nota prática (60%) e a nota teórica (40%)
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SEMINÁRIO (HORTICULTURAL PRODUCTION SYSTEMS - VEGETABLES, FRUITS AND GRAPES II)
Código: 1763
Responsável: António José Saraiva de Almeida Monteiro
Outros docentes: Cristina Maria Moniz Simões Oliveira, Carlos Manuel Antunes Lopes, António Maria Marques Mexia e Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira
Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica
Precedências: Sistemas de Produção Hortícola, Frutícola e Vitícola I
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 35 | Práticas/Laboratoriais: 35 | Outras: 14 | Total: 84 |
Estudo da vinha, fruteiras lenhosas e hortaliças, integrando conhecimentos básicos com soluções tecnológicas, com vista à tomada de decisão na resolução de problemas. Desenvolvimento de competências para intervir nas principais culturas lenhosas e herbáceas através do conhecimento das plantas, da sua biologia, ecologia e utilização; dos métodos de propagação; e das técnicas de produção e.g. poda e condução, fertilização, rega, protecção contra pragas, doenças e infestantes, regulação do crescimento e produção, colheita e preparação.
1. Estabelecimento das culturas. Planeamento e instalação de um pomar, vinha e cultura hortícola herbácea
2. Nutrição mineral e fertilização. Programa de fertilização de um pomar, vinha ou cultura herbácea.
3. Rega. Programa de rega de uma cultura lenhosa
4. Protecção das culturas. Planeamento e execução de um programa de luta contra as principais pragas e doenças de culturas lenhosas e de culturas herbáceas, na óptica da produção integrada.
5. Culturas protegidas. Principais técnicas de protecção das culturas. Condicionamento ambiental das estufas. Programação das culturas ao longo do ano.
5. Técnicas culturais da vinha e do pomar. As operações culturais num contexto de sustentabilidade, e de defesa do ambiente e da biodiversidade.
7. Trabalhos práticos: (1) Ciclo cultural da videira; (2) Cultivo de uma hortaliça.
8. Visitas de estudo a viveiros e a produtores de uvas, fruta e hortaliças.
Bibliografia Principal
Bibliografia complementar
A avaliação contínua baseada em perguntas durante as aulas, trabalhos práticos e visitas de estudo.
A nota prática é a média ponderada das notas dos diversos trabalhos práticos: Viticultura – 35%; Horticultura Herbácea – 40%; Fruticultura e outros trabalhos – 25%.
A nota final é a média ponderada entre a nota prática (60%) e a nota teórica (40%)
SOLOS (SOILS)
Código: 1766
Responsável: Manuel Armando Valeriano Madeira
Outros docentes: Manuel Armando Valeriano Madeira e Fernando Manuel Girão Monteiro
Curso: 1o ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Precedências:
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 22 | Práticas/Laboratoriais: 20 | Outras: 14 | Total: 84 |
Obter formação geral sobre a:
(i) constituição e propriedades do solo,
(ii) formação e factores determinantes da distribuição dos solos
(iii) classificação geral e avaliação de solos
Conceito e funções do solo nos ecossistemas.
Constituição do solo. Granulometria do solo. Constituintes minerais. Minerais primários e minerais secundários (minerais de argila, óxidos e oxihidróxidos de ferro e alumínio). Características estruturais e propriedades. Matéria orgânica do solo: constituição e fraccionamento. Substâncias húmicas: propriedades gerais e interacção com os constituintes minerais.
Complexo adsorvente do solo. Capacidade de troca catiónica e aniónica. Bases de troca e acidez de troca. Grau de saturação em bases. Reacção do solo: acidez e alcalinidade. Capacidade tamponizante dos solos.
Propriedades físicas do solo. Cor do solo. Arquitectura do solo. Formação e estabilização de agregados do solo. Massa volúmica do solo. Sistema de porosidade. Propriedades dinâmicas do solo: coesão e adesão; plasticidade e adesividade.
Água do solo. Estado energético da água no solo. Curvas características de humidade. Determinação do potencial e do teor da água no solo. O movimento da água no solo. Estado de humidade do solo. Capacidade de campo e água utilizável.
Factores de formação do solo. Introdução aos processos de formação do solo.
Considerações gerais sobre a sistematização universal dos solos (“World Reference Base for Soil Resources”).
Classificação dos solos que ocorrem em Portugal e análise das condições que determinam a sua distribuição e características.
Análise da informação cartográfica dos solos em Portugal e avaliação geral de solos.
Aulas de índole laboratorial
1. Constituição do solo. Horizontes do solo.
2. Determinação da humidade de amostras de solo. Análise granulométrica e textura de campo.
3. Determinação do carbono orgânico. Fraccionamento da matéria orgânica do solo e identificação das substâncias húmicas.
4. Determinação da capacidade de troca catiónica e dos catiões de troca. Reacção do solo: determinação do pH.
5. Propriedades morfológicas do solo: cor e agregação do solo.
6. Determinação da massa volúmica aparente e da porosidade. Propriedades dinâmicas.
7. Determinação do teor e do potencial da água no solo. Curvas características de humidade. Monitorização do teor de humidade nas condições naturais.
8. Movimento da água no solo em condições de saturação.
9. Descrição de horizontes e perfis de solos.
10. Identificação de horizonte e de tipos de solos.
11. Classificação de solos.
12. Classificação de solos.
13. Análise de documentos cartográficos.
14. Avaliação e uso do solo.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A unidade curricular solos compreende dois módulos: (a) Constituintes e propriedades do solo e (b) Classificação e avaliação de solos.
A frequência da unidade curricular é obtida pela participação nas aulas.
O requisito mínimo obrigatório corresponde à presença em 21 das 28 sessões lectivas (teóricas e teórico-práticas) previstas em cada módulo. Este requisito não se aplica aos trabalhadores-estudantes (Lei nº 116/97).
A avaliação pode ser feita através de testes ou de um exame final
(i) Avaliação por testes
Através da realização de dois testes, após a leccionação de cada um dos módulos. Desde que a média dos testes seja pelo menos de dez valores, e nenhuma nota inferior a oito valores, o aluno poderá prescindir do
exame final.
(ii) Avaliação em exame final
Através da realização de um Exame Final sobre toda a matéria. A aprovação é obtida com média de pelo menos de dez valores, devendo a nota mínima a obter em cada um deles ser oito. Se o aluno já tiver sido aprovado ao longo do semestre num dos módulos pode prestar provas, se assim o entender, apenas sobre a matéria do outro módulo.
AVISOS
Início das aulas
Aulas de Compensação
AVALIAÇÕES
Notas do Teste
Resultado Final Testes
Notas do Exame
Nota Final
SOLOS E NUTRIÇÃO VEGETAL (SOIL SCIENCE AND PLANT NUTRITION)
Código: 1767
Responsável: Ernesto José de Melo Pestana de Vasconcelos
Outros docentes: Amarilis Paula Alberti de Varennes e Mendonça, Carlos Manuel Arruda Pacheco, Manuel Armando Valeriano Madeira e Nuno Renato da Silva Cortez
Curso: 1º ciclo de Arquitectura Paisagista e de Engenharia do Ambiente
Precedências: Química
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 22 | Práticas/Laboratoriais: 20 | Outras: 14 | Total: 84 |
Formação base em solos (constituiçao , propriedades, e fertilidade), nutrição das plantas e conceitos básicos de Fertilizantes e Fertilização.
Solos
Conceito e funções do solo nos ecossistemas.
Constituição do solo. Granulometria do solo. Constituintes minerais. Minerais primários e minerais secundários (minerais de argila, óxidos e oxihidróxidos de ferro e alumínio). Características da sua estrutura e propriedades. Matéria orgânica do solo: constituição e fraccionamento. Substâncias húmicas: propriedades gerais e interacção com os constituintes minerais.
Complexo adsorvente do solo. Capacidade de troca catiónica e aniónica. Bases de troca e acidez de troca. Grau de saturação em bases. Reacção do solo: acidez e alcalinidade. Capacidade tamponizante dos solos.
Propriedades físicas do solo. Cor do solo. Arquitectura do solo. Formação e estabilização de agregados do solo. Massa volúmica do solo. Sistema de porosidade. Propriedades dinâmicas do solo: coesão e adesão; plasticidade e adesividade.
Água do solo. Estado energético da água no solo. Curvas características de humidade. Determinação do potencial e do teor da água no solo. O movimento da água no solo. Descrição do estado de humidade do solo. Capacidade de campo e água utilizável.
Nutrição Vegetal
Nutrientes vegetais. Classificação.
Nutrientes na planta. Principais funções, deficiências e toxicidades. Análise de plantas.
Nutrientes e produção vegetal. Factores de crescimento. Lei do mínimo, lei dos acréscimos de rendimentos decrescentes. Curvas de resposta
Fertilidade dos solos. Nutrientes no solo. Movimento dos nutrientes no solo. Processos de imobilização e mineralização de nutrientes no solo. Azoto no solo. Formas, transformações e balanço. Fósforo: formas, principais processos responsáveis pela adsorção e fixação de fósforo no solo. Principais formas do potássio, cálcio, magnésio e enxofre e seu equilíbrio no solo. Comportamento dos micronutrientes catiões no solo. Micronutientes aniões, caso do boro e molibdénio.
Fertilizantes e correctivos. Fertilizantes orgânicos. Adubos e suas características. Adubos elementares, compostos. Correctivos acidificantes e alcalinizantes. Técnicas de aplicação dos fertilizantes.
Aulas de índole laboratorial
Constituição do solo. Horizontes do solo.
Determinação da humidade de amostras de solo. Análise granulométrica e textura de campo.
Determinação do carbono orgânico. Fraccionamento da matéria orgânica do solo e identificação das substâncias húmicas.
Determinação da capacidade de troca catiónica e dos catiões de troca. Determinação do pH.
Propriedades morfológicas do solo: cor e agregação do solo. Determinação da massa volúmica aparente e da porosidade. Compacidade.
Determinação do teor e do potencial da água no solo. Curvas características de humidade. Monitorização do teor de humidade nas condições naturais
Movimento da água no solo em condições de saturação.
Análise dos tecidos vegetais. Determinação do azoto em material vegetal
Introdução à fertilidade dos solos.
Fósforo e potássio disponíveis no solo. Principais métodos. Determinação do fósforo e potássio.
Recomendações de fertilização
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A frequência da unidade curricular é obtida por intermédio da participação nas aulas. É requisito mínimo obrigatório a presença em 10 das 14 sessões lectivas previstas em cada módulo. Este requisito não se aplica aos trabalhadores-estudantes (Lei nº 116/97).
A avaliação pode ser feita através de avaliação por testes ou avaliação em exame final
1- Avaliação por testes
-realização de dois testes, um a realizar após a leccionação do módulo de Solos e outro Nutrição Vegetal a realizar na última semana de aulas. Desde que a média dos testes seja pelo menos de dez valores e nenhuma nota inferior a oito valores, o aluno poderá prescindir do exame final do módulo.
2 – A avaliação em exame final
-realização de um exame final por módulos sobre toda a matéria. O aluno obterá aprovação desde que a média das notas dos módulos seja pelo menos de dez valores e nenhuma nota seja inferior a nove valores. Se um aluno ao longo do ano já tiver obtido uma nota igual ou superior a nove valores num dos módulos pode prestar provas, se assim o entender, apenas sobre a matéria do outro módulo.
MÓDULO: SOLOS
MÓDULO: NUTRIÇÃO VEGETAL
AVALIAÇÃO
Notas do 1 º teste - 1ª Parte Solos
Notas do 1º. e do 2º. teste
Notas da 1ª data de exame
AVISOS
Módulo de Solos - Horário do Prof. Nuno Cortez para apoio aos alunos
Módulo da Nutrição Vegetal - Horário de dúvidas - Prof. Ernesto Vasconcelos
2ª chamada de exame - Local e Hora
Notas do exame - 1ª e 2ª chamada
TÉCNICAS LABORATORIAIS EM BIOLOGIA (LABORATORY TECHNIQUES IN BIOLOGY)
Código: 1769
Responsável: Maria Leonor Mota Morais Cecílio
Outros docentes: Luísa Brito, Maria José Cerejeira, Maria da Glória Esquível, Cristina Oliveira, José Graça, Manuela Gomes da Silva, Luísa Carvalho, Sara Monteiro
Curso: 1º ciclo - Biologia
Precedências: Genética e Genómica
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 8 | Obrigatória |
| Práticas/Laboratoriais: 84 | Outras: 28 | Total: 112 |
Nesta disciplina pretende-se que os alunos
1 - tomem conhecimento e utilizem alguns dos métodos laboratoriais mais usados em Biologia;
2 - compreendam como funcionam estes métodos e em que âmbito se utilizam incluindo quais as suas limitações;
3 – tomem conhecimento de outros métodos através da leitura de artigos;
4 – aprendam a fazer uma leitura crítica dos artigos especializados em diversas áreas da Biologia nomeadamente na análise e interpretação dos dados;
5 – consigam desenhar uma experiência para responder a uma questão específica.
Genómica
Obtenção e análise de marcadores moleculares.
Citogenómica:
FISH (Fluorescence In Situ Hybridization ) para o mapeamento cromossómico de sequências.
Utilização de GFPs (Green Fluorescence Proteins) para detectar expressão génica
Análise da expressão de genes de resposta ao stresse: Extracção de RNA total, mRNA e preparação de cDNA.
Transformação de eucariotas
Proteómica:
Introdução à extracção e detecção de proteínas.
Electroforese, "western blot" e imunodetecção de proteínas de videira.
Técnicas Bioquímicas
Determinação de Actividade enzimática in vitro e interpretação dos parâmetros da equação de Michaelis-Menton.
Toxicologia
Fundamentos em Ecotoxicologia. Técnicas laboratoriais em ecotoxicologia. Avaliação de efeitos tóxicos no biota terrestre e aquático por espécies bioindicadoras.
Técnicas cromatográficas
Estrutura e organização de comunicações científicas orais e escritas. Apresentação de casos práticos.
Discussão de artigos científicos
Apresentação de trabalhos
Bibliografia Principal
Relatórios feitos em cada aula
Resumo e apresentação de artigos científicos
2 Questionários
TECNOLOGIA ALIMENTAR I (FOOD TECHNOLOGY I)
Código: 1770
Responsável: Margarida Gomes Moldão Martins
Outros docentes: Maria Helena Guimarães de Almeida, Maria Isabel Nunes Januário, Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente e Isabel Maria Nunes de Sousa
Curso: 1º ciclo – Engenharia Alimentar
Precedências: Operações Unitárias I
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecimento técnico-científico de várias tecnologias alimentares: Azeite e oleaginosas, azeitona de mesa, cereais, estimulantes, açúcar e outros edulcorantes.
Apresentação de: Programa, metodologia de avaliação e bibliografia de suporte à Unidade Curricular.
Introdução.
Noção gerais de processamento tecnológico:
-Operações de limpeza e preparação das matérias-primas
-A transformação das matérias-primas em produto final
-Armazenagem e acondicionamento do produto final
-Operações de transporte e expedição
-Tecnologias de:
-Extracção de azeite e óleos de sementes
-Refinação de óleos
- Azeitona de mesa
- Cereais
- Produtos tropicais
- Açúcar e outros edulcorantes
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Frequência: presença em 75% das aulas.
Avaliação contínua: Realização de questionários (70% da classificação final; média igual ou superior a 9,5) e relatórios dos trabalhos práticos ou teórico-práticos (30% da classificação final, classificação mínima 9,5).
Avaliação por exame: Exame (nota mínima 9,5; 70% da nota final) e relatórios dos trabalhos (nota mínima 9,5; 30% da nota final).
TECNOLOGIA ALIMENTAR II (FOOD TECHNOLOGY II)
Código: 1771
Responsável: Jorge Manuel Rodrigues Ricardo da Silva
Outros docentes: Margarida Gomes Moldão Martins, Teresa de Jesus da Silva Matos, António Pedro Louro Martins, Maria Isabel Nunes Januário, Maria Madalena dos Santos Lordelo e Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
Curso: 1º ciclo – Engenharia Alimentar
Precedências: Processamento e Conservação dos Alimentos
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecimento técnico-científico de várias tecnologias alimentares: Produtos Horto-frutícolas, Lacticínios, Carnes e Pescado, Alimentos Compostos para Animais, Margarinas e Gorduras Animais, Vinhos.
Introdução.
Tecnologia de produtos horto-frutícolas: Composição e estrutura e maturação de produtos horto-frutícolas, Qualidade pós-colheita de frutos e vegetais
Produtos horto-frutícolas frescos, Produtos horto frutícolas processados
Lacticínios: O sector dos lacticínios em Portugal, Produção de leite e factores que a influenciam, Composição e características do leite, Microbiologia do leite, Ciclo de obtenção e conservação do leite, Tecnologia dos produtos lácteos
Tecnologia de Carnes: Estrutura e bioquímica do músculo. Transformação do músculo em carne. Tecnologias de abate. Tecnologias de fabrico de produtos cárneos. Linhas de processamento e lay-out industrial
Tecnologia de Pescado: Captura, transporte, conservação e degradação. Tecnologia de bordo e outros ciclos de processamento; Sub-produtos; Legislação
Tecnologia de Alimentos Compostos para Animais: As matérias-primas utilizadas no fabrico de alimentos compostos. A recepção e armazenamento de matérias-primas. A moenda, doseamento e mistura das matérias-primas. Granulação e expansão dos alimentos.
Tecnologia de Margarinas e Gorduras Animais: Principais óleos e gorduras utilizadas no fabrico de margarinas. Processos de modificação das propriedades físicas e químicas das gorduras: hidrogenação, fraccionamento e interesterificação (via clássica e enzimática). Tecnologia de fabrico de margarinas. Tipos comerciais de margarinas.
Tecnologia de Vinhos: O sector vitivinícola em Portugal e no Mundo. A importância da matéria-prima, As vinificações,
A maturação, conservação e estabilização de vinhos
Novas Tecnologias Alimentares
Bibliografia Principal:
Diversa
Bibliografia Complementar:
Diversa
A Avaliação desta Unidade Curricular é feita através de Exame Final.
MÓDULO DE LACTICÍNIOS
TECNOLOGIA DOS PRODUTOS FLORESTAIS (FOREST PRODUCTS TECHNOLOGY)
Código: 1772
Responsável: Maria de Fátima Cerveira Tavares
Outros docentes: José Afonso Rodrigues Graça e Helena Margarida Nunes Pereira
Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Precedências: Produtos Florestais
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 56 | Práticas: 14 | Outras: 14 | Total: 84 |
Compreender quais os principais produtos da indústria florestal e os seus mercados nacionais e internacionais, conhecendo os respectivos processos de transformação e fazendo a ligação às características da matéria prima e às suas condições de produção.
Módulos: Processamento industrial, Qualidade da matéria prima, Biomassa e bioenergia, Mercados de produtos florestais
Processamento industrial: Fluxogramas industriais e balanços. Água na madeira e secagem. Processamento primário e indústria de serração. Transformação industrial de painéis compósitos, folheados e contraplacados. Indústria de trituração e produção de aglomerados. Produção de pasta para papel e papel. Indústria da cortiça.
Qualidade da matéria prima: Conceito de qualidade do produto lenhoso. Desenvolvimento e formação do lenho. Mecanismos fisiológicos determinantes da qualidade, variação nos elementos constitutivos do lenho e influência de técnicas de silvicultura. A variação de propriedades e suas causas. Aplicações do conceito de qualidade do lenho.
Biomassa e bioenergia: Conceitos energéticos e energias renováveis. Tipos de biomassa e propriedades energéticas. Fontes de biomassa. Processos de transformação. Aspectos ambientais e económicos de produção de bioenergia.
Mercados de produtos florestais: A globalização da indústria florestal. Tendências do mercado e suas implicações. Panorama económico das indústrias florestais. Análise dos sectores de madeiras, pasta para papel e papel, cortiça, e outros produtos. (Sobre os diferentes assuntos são convidados especialistas)
Bibliografia Principal
Avaliação contínua: mini testes (10% da nota total); relatório de trabalho de grupo (20% da nota final, nota mínima 9,5); e exame final (nota mínima 9,5; 70% da nota final)
Nota final: média ponderada dos 4 módulos igual ou superior a 9,5 valores; classificação mínima de cada modulo 8,0 valores
Exame final: nota mínima 9,5 valores
TEORIA DA ARQUITECTURA PAISAGISTA (THEORY OF LANDSCAPE ARCHITECTURE)
Código: 1773
Responsável: Luís Paulo Almeida Faria Ribeiro
Outros docentes:
Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
Precedências: Introdução à Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 8 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 56 | Outras: 28 | Total: 112 |
Evolução do conceito ‘Paisagem’ e contextualização em arquitectura paisagista. Paisagem como ecossistema humano: escolha cultural vs. determinismo natural.
Arquitectura paisagista: organização e valorização do território, de espaços exteriores, para criar paisagens belas, sustentáveis e com identidade cultural.
Evolução da paisagem portuguesa.
Teoria da arquitectura paisagista, e de outras áreas de conhecimento (ciências e artes) que fundamentam a avaliação da paisagem (carácter, aptidões e condicionalismos) relativamente a actividades humanas, e de suporte ao desenho de paisagens belas, sustentáveis, e com identidade cultural. Aplicação a caso de estudo.
1. Conceito paisagem: evolução e contextualização em arquitectura paisagista
2. Evolução e caracterização da ocupação cultural da paisagem portuguesa
3. Dimensão natural da paisagem
3.1. Substrato geolitológico e relevo
3.2. Matas e matos
3.3. Galerias ripícolas e sistemas hídricos
3.4. Sistemas costeiros (dunas, arribas, sapais, estuários e albufeiras)
4. Dimensão cultural da paisagem
4.1. Clareira, orla e mata
4.2. A organização romana do território: Urbe, ager, saltus e silva
4.3. Povoamento
4.4. Compartimentação da paisagem
4.5. Uso do solo, padrão e mosaico cultural
5. Tipos de paisagem em Portugal
5.1. Paisagens atlânticas, mediterrânicas e continentais
5.2. Paisagens de vale e de monte
5.3. Paisagens litorais e paisagens de altitude
6. Análise paisagística
6.1. Parâmetros biofísicos e culturais, e padrões de distribuição espacial
6.2. Geomorfologia e solos
6.3. Fisiografia, sistema hidrográfico, declives e exposições
6.4. Vegetação, uso e coberto do solo
6.5. Padrões de povoamento e de distribuição espacial do património sobre o território
7. Metodologias de diagnóstico/avaliação da da paisagem
7.1. Análise e diagnóstico paramétrico
7.2. Abordagem holistica
7.3. Método das sobreposições e ponderação de parâmetros
7.4. A abordagem sistémica
7.5. Avaliação de aptidões da paisagem: edificação, conservação natureza, qualidade e absorção visual, recreio
7.6. Identificação de padrões paisagísticos
8. Desenho e de gestão da paisagem
8.1. Teorias de desenho da paisagem
8.2. Estratégias de ordenamento, desenho e gestão da paisagem
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Obtenção de frequência com trabalho de grupo, com 2 apresentações e relatório final:
1ª fase: Análise paisagística, evolução e percepção da paisagem, e delimitação de zonas homogéneas
2ª fase: Caracterização das zonas homogéneas, ecossistemas humanos e proposta de ordenamento e gestão
3ª fase: Relatório final: apresentação escrita e desenhada das fases do trabalho.
A avaliação com a ponderação seguinte:
65% - Avaliação do teste
35% - Avaliação do trabalho de grupo
TEORIA E MÉTODOS DE ECOLOGIA DA PAISAGEM (THEORY AND METHODS OF LANDSCAPE ECOLOGY)
Código: 1604
Responsável: Francisco Manuel Cardoso de Castro Rego
Outros docentes: Paulo Godinho
Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
Precedências: Ecologia
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 7.5 | Obrigatória |
| Teóricas: 42 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 21 | Total: 105 |
O objectivo principal desta disciplina é o de familiarizar os alunos com os conceitos essenciais da Ecologia da Paisagem e com os métodos de quantificação mais comuns para a caracterização da paisagem, dos seus elementos (pontuais, lineares e manchas) e da sua dinâmica.
Pretende-se ainda que, através da resolução de exemplos, que os alunos sejam capazes de compreender em profundidade o significado dos índices calculados e que estabeleçam a relação entre padrões e processos à escala da paisagem.
1. Teoria e Métodos de Ecologia da Paisagem
Os conceitos e abordagens da Ecologia da Paisagem.
A importância da escala, grão e extensão da paisagem.
2. Quantificação da distribuição dos elementos da paisagem.
Distribuição de elementos pontuais.
Caracterização e distribuição de elementos lineares.
Caracterização e distribuição de manchas de um habitat numa paisagem.
3. Teorias ecológicas: percolação, biogeografia do equilíbrio insular, metapopulações.
4. A estrutura da paisagem.
Índices de heterogeneidade de uma paisagem: a série de Hill.
Índices de configuração de uma paisagem: contágio.
5. A função da paisagem: padrões e processos.
6. A dinâmica da paisagem: matrizes de transição.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Os alunos obtêm frequência através da realização de 75% dos trabalhos práticos apresentados e parcialmente resolvidos durante as aulas práticas.
São realizados dois testes, com resolução de problemas práticos de quantificação e de questões de interpretação, sendo os alunos dispensados de exame se obtiverem frequência e nota positiva na média dos dois testes.
São realizados exames finais para os alunos que o desejarem, conforme regulamento geral do ISA.
TERMODINÂMICA APLICADA (APPLIED THERMODYNAMICS)
Código: 1774
Responsável: Elizabeth da Costa Neves Fernandes d'Almeida Duarte
Outros docentes: Olívio Godinho Patrício
Curso: 1º ciclo – Engenharia do Ambiente
Precedências:
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Preparar os futuros engenheiros para uma compreensão clara e precisa dos conceitos básicos da termodinâmica aplicada com o objectivo de compreenderem, formularem e interpretarem problemas complexos tendo como base a aplicação dos conhecimentos para a solução dos problemas de engenharia.
Estimular a criatividade dos estudantes através do desenvolvimento do pensamento lógico com vista à compreensão sistematização da informação referente às matérias ministradas, tornando o desafio de aprender um dos objectivos do estudante.
Conteúdos
1. Conceitos básicos de termodinâmica
2. Propriedades de substâncias puras
3. A Primeira Lei da Termodinâmica: Sistemas fechados
4. A Primeira Lei da Termodinâmica: Controlo de volumes
5. A Segunda Lei da termodinâmica
6. Entropia
7. Segunda Lei: Análise de sistemas de engenharia
8. Ciclos de potência de gás
9. Ciclos combinados
10. Ciclos de refrigeração
11. Mistura de gases
12. Sistemas de refrigeração e climatização
13. Reacções químicas de combustão
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Realização de testes intermédios, dando ênfase à compreensão dos principais temas abordados nas aulas e à resolução de exercícios aplicados a problemas ambientais.
Exame final escrito.
TRATAMENTO DE ÁGUAS, EFLUENTES E RESÍDUOS (WATER, WASTERWATER AND WASTE TREATMENT)
Código: 1775
Responsável: Elizabeth da Costa Neves Fernandes d'Almeida Duarte
Outros docentes: Henrique Manuel Filipe Ribeiro, Ana Cristina Ferreira da Cunha Queda e Maria Odete Pereira Torres
Curso: 1º ciclo – Engenharia Alimentar, Engenharia do Ambiente, Engenharia Zootécnica
Precedências: Química Orgânica e Bioquímica
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 14 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Os principais objectivos assentam na revisão das diferentes origens de contaminação da águia para consumo humano e da poluição causada pela descarga de águas residuais/lamas tendo em vista as oportunidades técnicas de eliminação, minimização, reutilização ou tratamento de forma a minimizar possíveis impactos ambientais negativos.
Introdução aos conceitos fundamentais de balanços de materiais e reacções que ocorrem em reactores. Estes tópicos serão aplicados à gestão do abastecimento de água, tratamento de águas residuais e resíduos sólidos.
1. Bases científicas e técnicas dos processos de tratamento de águas, efluentes e resíduos
1.1. Origens e características das águas, efluentes e resíduos
1.2. Balanços de massa e de energia
1.3. Microrganismos de interesse no tratamento de efluentes e resíduos
1.4. Principais fundamentos dos sistemas biológicos/fisico-químicos de tratamento de águas, efluentes e resíduos
2. Tratamento de águas para o abastecimento urbano, rural e industrial
2.1 Factores que afectam a qualidade da água que é captada e consumida
2.2. Caracterização/qualidade da água para consumo
2.3 Tecnologias de tratamento de águas para consumo
2.4 Lamas geradas nas Estações de Tratamento de Águas para Consumo (ETA’s)
3. Tratamento de águas residuais
3.1 Processos unitários de tratamento
3.2. Pré-tratamentos
3.3 Tratamento primário
3.4. Tratamento secundário
3.5. Tratamentos terciários
3.6 Tipo de tamisados/lamas geradas nos diferentes tratamento de águas residuais nas Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR’s e ETARI’s)
4. Tratamento de Resíduos
4.1 Tipos de resíduos: lamas de ETA’s, ETAR’s e ETARI's, resíduos sólidos urbanos e resíduos orgânicos biodegradáveis
4.2 Tratamentos físicos/físico-químicos
4.3 Tratamentos biológicos
5. Critérios de selecção e integração de tecnologias de tratamento para águas, efluentes e resíduos.
Aulas práticas (laboratoriais, casos de estudo e visitas de estudo)
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Trabalhos de grupo em laboratório, onde se efectuam análises laboratoriais aplicadas às áreas das águas, águas residuais e resíduos. O trabalho será avaliado através da execução de relatórios escritos sobre os mesmos. Exame final prático.
Realização de testes intermédios, dando ênfase à compreensão dos principais temas abordados nas aulas e à resolução de exercícios aplicados a problemas ambientais. Exame final escrito.
| AVISO - Início de aulas |
| Informa-se os alunos que a UC TAER (1º ciclo, 5º semestre) terá início em 12/09/20011 (aulas teóricas, teórico-práticas e práticas). |
VEGETAÇÃO APLICADA A PROJECTO DE ARQUITECTURA PAISAGISTA (VEGETATION APPLIED TO LANDSCAPE DESIGN PROJECT)
Código: 1609
Responsável: Ana Luísa Brito dos Santos de Sousa Soares Ló de Almeida
Outros docentes: Nuno Joaquim Costa Cara de Anjo Lecoq
Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
Precedências: Botânica e Zoologia
| Ano Curricular: 3º | Semestral: 2º | ECTS: 7.5 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais (aplicadas a Projecto): 56 | Outras: 21 | Total: 105 |
Identificar e estudar as plantas ornamentais (principais aspectos morfológicos, especiais cuidados e necessidades edafoclimáticas, trabalhos de manutenção). Aplicação ao projecto de arquitectura paisagista: planos de plantação e de cadernos de encargos.
Identificar espécies da flora climáxica e exótica (recurso a meios audiovisuais e a visitas de estudo a parques e jardins);
Estudar espécies em termos das suas características, das exigências ecológicas e da utilização em diferentes situações;
Demonstrar que as técnicas não estão separadas do “design” mas fazem parte do processo de concepção do jardim o qual se inicia com a primeira conversa com o cliente e termina à entrega da obra;
Aplicação ao projecto de arquitectura paisagista: planos de plantação e sementeira e sua relação com o projecto e manutenção de zonas verdes nas vertentes estética, técnica e económica;
Chamar a atenção para aspectos da paisagem construída dando a oportunidade para investigação nesta área e avaliação crítica de situações significativas de intervenção no espaço exterior;
Praticar, no Jardim Botânico da Ajuda, alguns trabalhos de propagação de plantas e de manutenção de jardins.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Teste escrito + Projecto de arquitectura paisagista (concepção e vegetação)
ZOOTECNIA (ZOOTECHNICS)
Código: 1781
Responsável: João Pedro Bengala Freire
Outros docentes: Fernando Baltazar Santos Ortega
Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica
Precedências: Organização da Produção Agrícola e Pecuária
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecimento zootécnico das raças de suínos. Técnicas de maneio dos suínos reprodutores, leitões e animais em crescimento acabamento.
Compreensão e conhecimento dos principais segmentos da avicultura – carne e ovos.
Entendimento do maneio tendo em vista a reprodução das aves.
Compreensão do funcionamento de uma exploração de vacas leiteiras
Diferenciação dos sistemas de produção dos bovinos produtores de carne.
Conhecimento das técnicas de produção de pequenos ruminantes
Suinicultura: Os suínos e as suas raças. Os suínos reprodutores: o ciclo produtivo da porca, programas de alimentação. Os leitões: o desmame, programas de alimentação. Os suínos em crescimento e acabamento: estratégia de crescimento, alimentação.
Avicultura: Principais fileiras de produção de aves. Noções sobre o melhoramento das aves. Maneio de frangos de carne, reprodutoras pesadas e poedeiras. Incubação. Performances técnicas e económicas.
Bovinos: Planificação do efectivo de vacas leiteiras de uma exploração. Maneio dos vitelos, das novilhas e da vaca leiteira. A curva de lactação. Os sistemas de produção dos bovinos produtores de carne. As raças de bovinos produtores de carne e os sistemas de produção. A curva de crescimento e os sistemas de produção.
Ovinos e caprinos: Sistemas de produção de ovinos e caprinos. Produção de ovinos e caprinos leiteiros: ciclo produtivo e reprodutivo. Composição, qualidade e utilização do leite de ovelha e de cabra. Produção de ovinos de carne. Composição das carcaças. Produção de fibras de ovinos e caprinos.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação de apresentação de trabalhos – 30%
Classificação de exame escrito – 70%
Nota: O funcionamento de uma unidade curricular optativa num determinado semestre/ano está dependente da existência de um número mínimo de alunos inscritos.
(Please note that in a given semester/year optional courses that do not meet minimum enrollment requirements may be canceled)
Agricultura e Horticultura Biológica (Organic Agriculture and Horticulture)
Código: 1312
Responsável: António Nogueira Lopes Aleixo
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar
Ramo: Engenharia Agronómica – Agro-Pecuária; Hortofruticultura e Viticultura; Protecção de Plantas; Engenharia Alimentar – Processamento de Alimentos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Introdução ao modo de produção biológico.
1. Introdução
1.1. Conceito de Agricultura Biológica
1.2. Historial da Agricultura Biológica
1.3. Legislação
2. Bases do modo de produção biológico
2.1. Nutrição das plantas
2.2. Microbiologia do solo
2.3. Compostagem
2.4. Protecção de plantas
5. Produção vegetal
5.1. Horticultura
5.2. Fruticultura
5.3. Viticultura
5.4. Olivicultura
5.5. Culturas Arvenses
6. Produção animal
6.1. Nutrição
6.2. Higiene e sanidade
6.3. Ruminantes
6.4. Monogástricos
7. Certificação
Bibliografia Principal
Participação nas sessões práticas e entrega de relatórios (30%)
Exame final escrito (70%)
Algoritmia e Programação (Algorithms and Programming)
Código: 1641
Responsável: Marta Guerreiro Duarte Mesquita de Oliveira
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se que os alunos adquiram conhecimentos de algoritmia e programação de forma a serem capazes de desenvolver ferramentas computacionais para resolução de problemas
Algoritmia
Complexidade computacional.
Técnicas de optimização
Introdução a uma linguagem de Programação
Bibliografia Principal
Projecto (50%)
Exame final (50%)
Alimentos Fermentados (Fermented Food)
Código: 1808
Responsável: Maria da Conceição da Silva Loureiro Dias
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 3 | Obrigatória |
| Teóricas: 21 | Teórico-Práticas: 7 | Práticas: 7 | Outras: 7 | Total: 42 |
O principal objectivo é conhecer os alimentos fermentados tradicionais preparados em várias partes do mundo, reconhecer o papel histórico da fermenação na conservação e como veículo de tradição alimentar e o papel dos microrganismos na preparação desses alimentos.
Fermentação na conservação de alimentos.
Leveduras, bactérias e fungos.
Diferentes alimentos fermentados no mundo, baesados em feijão, cereais, legumes, frutos, mel, leite, peixe e carne.
Alimentos convencionais.
Desenvolvimento de aromas.
Desenvolvimento de novos produtos.
Preparação prática de vários alimentos: Chouxcroute, Kefir, Tempé, miso, novas bebidas fermentadas.
Observação e propriedades organolépticas de vários alimentos orientais.
Bibliografia Principal
Serão realizadas aulas teóricas com abundante material fotográfico e aulas práticas em que os alunos terão oportunidade de manipular e observar microrganismos utilizados em alimentos fermentados e de preparar alguns alimentos e bebidas não convencionais.
Análise de Dados Espaciais (Spatial Data Analysis )
Código: 1315
Responsável: Maria Emília Rodrigues Ferreira Pinto
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas
| Ano Curricular: 1º/2º | Semestral: 2º/1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Identificar os principais tipos de dados espaciais; Compreender as principais técnicas de Análise Espacial, respectiva fundamentação teórica e exemplos práticos de aplicação.
Tipos de dados espaciais. Estacionaridade e isotropia; dependência espacial. Modelos inferenciais espaciais.
Análise exploratória de dados espaciais: estatísticas descritivas; técnicas de visualização
Dados geoestatísticos: variograma e semivariograma; predição espacial e kriging. Tipos de anisotropia.
Dados recticulados: variação espacial discreta e contínua; vizinhança espacial; autocorrelação espacial global e local.
Padrões pontuais: aleatoridade espacial completa; propriedades de 1ª- e 2ª-ordem; estimadores de intensidade e de dependência espacial.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Exame
Análise e Modelação de Sistemas Agro-Pecuários (Analysis and Modelling of Agricultural Systems)
Código: 1317
Responsável: Pedro Jorge Cravo Aguiar Pinto
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Engenharia Agronómica
Ramo: Agro-Pecuária; Economia Agrária e Gestão do Território
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Agro-Pecuária
Opcional: Economia Agrária e Gestão do Território
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Ajudar a consolidar uma perspectiva sistémica sobre a realidade agrícola
Introdução à construção de modelos de simulação utilizando software amigável
1. A perspectiva sistémica
2. Sistemas e modelos
3. Modelação elementar com recurso ao programa “Stella”
4. Estudos de caso
5. Apresentação pública do trabalho realizado
Bibliografia Principal
Apresentação de um relatório sobre o caso de estudo de cada grupo (30%)
Apresentação oral do caso estudado (30%)
Participação nas sessões teórico-práticas (40%)
Análise e Planeamento de Projectos (Agricultural Project Planning and Analysis)
Código: 1318
Responsável: Francisco Ramos Lopes Gomes da Silva
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Engenharia Agronómica; Engenharia do Ambiente
Ramo: Engenharia Agronómica - Economia Agrária e Gestão do Território; Engenharia Rural; Engenharia do Ambiente – todos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 |
Obrigatória EAgr - Economia Agrária e Gestão do Território
Opcional EAgr – Engenharia Rural; EAmb - todos
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Familiarizar os alunos com os principais conceitos e metodologias de avaliação de projectos de investimento.
1. Introdução: conceito e classificação de projecto, ciclo de vida de um projecto, ópticas de avaliação de projectos, critérios de avaliação de projectos, elementos de base para avaliação de projectos na óptica empresarial.
2. Análise de investimentos com base em orçamentos anuais: empresas familiares e empresas patronais.
3. Análise de investimentos com bae em orçamentos plurianuais: cashflow, cálculo financeiro, critérios de rendibilidade, escolha da taxa de actualioação, análise de sensibilidade.
4. Análise da viabilidade financeira de projectos
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Realização e discussão de um trabalho de grupo (50%) e exame final (50%)
Análise Espacial (Geographic Information Systems)
Código: 1319
Responsável: Nuno Alexandre Gouveia de Sousa Neves
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
Teóricas: 14
Práticas/Laboratoriais: 32
Outras: 1
Total: 47
1 - Descrição e avaliação dos diversos modelos computacionais de representação e armazenamento de informação geográfica
2 – Descrição dos processos e operações fundamentais de análise espacial em sistemas de informação geográfica.
3 - Avaliação dos modelos de dados espaciais, considerando as suas potencialidades de realização de operações de análise espacial.
4 - Avaliação das implicações resultantes das características dos modelos de dados espaciais na definição de aplicações SIG e desenvolvimento de processos de modelação geográfica
5 – Avaliação de potenciais desenvolvimentos futuros e orientações de investigação em modelos de dados e análise espacial.
1 - Representações Geográficas: Metáforas de representação e uma introdução à aproximação sistémica das metáforas de representação
2 - Modelos de dados espaciais: Análise detalhada do modelo vectorial, modelo raster e outros modelos de dados.
3 - Operações numa só camada espacial : Análise de vizinhança, áreas envolventes, filtros e máscaras
4 - Operações em múltiplas camadas espaciais: Análise de sobreposição e operações de geoprocessamento.
5 - Dimensionalidade dos dados geográficos: Modelos tridimensionais e introdução à modelação do tempo.
6 - Concepção de modelos de dados espaciais e modelação geográfica: Conceitos e desenho de fluxogramas de modelação geográfica incluindo álgebra de mapas..
7 - Análise de redes: Análises de caminho mais curto, áreas de serviço e distância custo.
8 – Perspectivas futuras: Novos modelos de dados, novos modelos de relações espaciais e novos processos de análise espacial
Bibliografia Principal
O método de avaliação é baseado nos seguintes elementos obrigatórios:
Exame – 40%
O exame final abrange todo o programa da disciplina e divide-se em duas secções – secção de perguntas curtas com resposta de escolha múltipla; secção de questões abertas de desenvolvimento.
Projecto final – 60%
O projecto final é apresentado Segundo uma estrutura estabelecida visando descrever a concepção de um modelo de dados espaciais orientado para o desenvolvimento de operações de análise espacial.
Avaliação da Qualidade e Segurança (Quality and Safety Evaluation)
Código: 1324
Responsável: Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira
Outros docentes: Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente, Raúl Filipe Xisto Bruno de Sousa e Virgílio Borges Loureiro
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
Ramo: Qualidade e Segurança Alimentar
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
- A unidade curricular vai ter como principal objectivo fornecer uma visão integrada da avaliação da qualidade na indústria alimentar, recorrendo a informação obtida em unidade curriculares anteriores de índole propedêutica
- Fornecer as ferramentas necessárias à compreensão dos critérios a utilizar na avaliação da qualidade na indústria alimentar;
- Dar a conhecer os principais indicadores microbiológicos, físico-químicos e organolépticos utilizados na avaliação da qualidade dos alimentos e dos respectivos processos;
- Sensibilizar para a importância dos métodos analíticos
- Dar a conhecer os principais critérios de qualidade utilizados nas indústrias agro-alimentares.
1. Princípios gerais para garantir a segurança, qualidade e aceitabilidade de alimentos
2. O controlo microbiológico de alimentos
2.1 Fundamentos de amostragem e de exame microbiológico de alimentos
2.2 A utilização de indicadores microbiológicos e de actividade bioquímica
2.3 Avaliação de critérios de qualidade microbiológica
2.4 Critérios microbiológicos e análise de riscos
3. Avaliação físico-química de alimentos
3.1 Parâmetros fisíco-químicos de qualidade
3.2 Identificação de pontos de controlo
3.3 Procedimentos analíticos
3.3.1 Na unidade de produção
3.3.2 Nos laboratórios de controlo
3.4 Verificação dos parâmetros de qualidade
Bibliografia Principal
Trabalho de grupo subordinado a um tema. Os alunos farão a recolha de informação necessária à concepção de um plano para avaliar a qualidade do alimento em questão. A informação a recolher deverá abordar:
i) diagrama de produção do alimento em questão,
ii) pontos críticos do processo de produção e da distribuição,
iii) principais especificações físico-químicas, microbiológicas e sensoriais.
Após a elaboração do plano para avaliar a qualidade do alimento, será definido o conjunto de parâmetros analíticos a medir experimentalmente, com base nas disponibilidades laboratoriais existentes. Os resultados experimentais obtidos e a sua interpretação serão objecto de uma exposição oral e integrados no relatório final a apresentar.
Avaliação de Impactes Ambientais (Environmental Impact Assessment)
Para consultar página da UC, clique aqui.
Código: 1651
Responsável: Rui Marçal Campos Fernando
Outros docentes: José Manuel Osório de Barros de Lima e Santos, José Paulo Mourão de Melo e Abreu e Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso
Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
Ramo: todos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 35 | Práticas/Laboratoriais: 35 | Outras: 14 | Total: 84 |
- Explicitar o conceito de fluxos de material em sistemas estacionários e em sistemas dinâmicos.
- Capacitar os alunos para organizarem e fazerem estudos de impacte ambiental.
I. Introdução à Análise de Sistemas Ambientais (ASA):Objectos e objectivos da ASA. ASA aplicada a políticas/programas, projectos, unidades de produção, produtos ou substâncias. Enquadramento legal dos diversos procedimentos de ASA e respectivos objectivos de análise. Instrumentos/metodologias: análise de ciclo de vida; auditoria ambiental; avaliação de impacte ambiental; análise custo-benefício; análise multicritério. Análise comparada dos diversos instrumentos/metodologias. Exemplos práticos.
II. Ferramentas de ASA: aproximação substância, produto e empresa. Redes de fluxo de material. Análise de funcionalidades. Análise de fluxo de substâncias: sistemas estacionários e sistemas dinâmicos. Avaliação do ciclo de vida.
III. Avaliação de Impactes Ambientais:Conceitos fundamentais. Organização e execução de estudos de impacte ambiental (EIA). Indicadores de impacte ambiental e funções de transformação. Medidas protectoras, correctoras e compensatórias. Monitorização e vigilância ambiental. A modelação na avaliação do impacte ambiental: conceitos gerais; tipos de modelos; análise e simulação com modelos. Impactes ambientais de diversos tipos de projectos. Análise e discussão de casos de estudo de EIA.
IV. A ASA e a tomada de decisão
A agregação de múltiplos impactes ambientais e sua comparabilidade com outros critérios de decisão (rentabilidade, emprego, aceitabilidade social ...). Soluções alternativas para o problema da agregação: funções de transformação (avaliação de impacte ambiental); valoração económica (análise custo-benefício); e curvas de trade-off (análise multicritério)
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A avaliação pode ser feita em duas modalidades:
1) avaliação contínua: três fichas de avaliação e dois trabalhos obrigatórios, integradores da matéria dada, delineados nas aulas e realizados em casa.
2) exame final: com nota final resultante da média dos 2 trabalhos obrigatórios e teste relativo à matéria avaliada nas fichas acima referidas.
Perguntas para o Teste/Exame (AIA)
Para mais informações sobre a UC, clique aqui.
Biocombustíveis (Biofuels)
Código: 1585
Responsável: Helena Margarida Nunes Pereira
Outros docentes: Ana Cristina Ferreira da Cunha Queda, Elizabeth da Costa Neves Fernandes d'Almeida Duarte e Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais; Engenharia de Sistemas Bioenergéticos
Ramo: Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais – Engenharia dos Produtos Florestais
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
Conhecer as propriedades energéticas da biomassa vegetal e os processos para a sua utilização como fonte de energia, desenvolvendo um sentido crítico sobre a sua economia e viabilidade técnica e ambiental.
Conceitos energéticos e energias renováveis. Tipos de biomassa, potencialidades e propriedades energéticas da biomassa. Biomassa como combustível sólido: fontes de biomassa, produção e aproveitamento energético de biocombustíveis sólidos. Processos de transformação termoquímica: técnicas de combustão, carbonização, gaseificação e pirólise da biomassa lenhocelulósica. Digestão anaeróbia. Óleos vegetais como biocombustível- produção de biodiesel. Cultivo de plantas energéticas. Centrais térmicas e termoelétricas de biomassa. Aspectos ambientais e económicos de produção de bioenergia
Bibliografia Principal
Richardson J., R. Björheden, P. Hakkila, A.T. Lowe and C.T. Smith (2002) Bioenergy from Sustainable Forestry – guiding principles and practice. Kluwer Academic PublishersSofer, S.S., O.R. Zaborsky (1981). Biomass conversion processes for energy and fuels, Plenum Press, New YorkBiofuels. Application of biologically derived products as fuels or additives in combustion engines, European Commission, DG XII (1993)Staiss C. & H. Pereira (2001). “Biomassa – Energia renovável na agricultura e no sector florestal” Ingeniun, 2ª série N.º 61, Set 2003, págs. 68-72.Bibliografia Complementar
Bridgwater, A.V., G. Grassi (1991) Biomass pyrolysis liquids upgrading and utilization, Elsevier Appl. Sci. LondonTrabalho final com apresentação
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Biologia Computacional (Computacional Biology)
Código: 1328
Responsável: Marta Guerreiro Duarte Mesquita de Oliveira
Outros docentes: Maria Leonor Mota Morais Cecílio e Maria Manuela Costa Neves Figueiredo
Curso: 2º ciclo – Biologia Funcional
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Desenvolver e aprofundar conhecimentos na área da Informática – algoritmos e métodos necessários para a análise e processamento de informação biológica e molecular.
Algoritmia
Algoritmos evolutivos
Grafos
Sequenciação de DNA: “Fragments assembly”
Alinhamento de sequências
Pesquisa e inferência de motivos
Modelos probabilísticos
Cadeias de Markov
Inferência Estatística
Microarrays
Clustering e Biclustering
O software Biocondutor (R)
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação Contínua: 2 testes, 3 relatórios.
Em alternativa, 1 exame final.
Biologia do Stresse Biótico (Biology of Biotic Stress)
Código: 1330
Responsável: Maria Helena Mendes da Costa Ferreira Correia de Oliveira
Outros docentes: Arlindo Lima e Ricardo Manuel Seixas Boavida Ferreira
Curso: 2º ciclo – Biologia Funcional
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
- Providenciar aos alunos conceitos fundamentais e conhecimento actual no âmbito da fisiologia, bioquímica e biologia molecular das interacções agente patogénico-hospedeiro
- Dotar os alunos de experiência laboratorial em métodos comuns aplicados ao estudo de interacções agente patogénico-hospedeiro
- Treinar os alunos na compreensão e crítica de literatura pertinente
- Promover pensamento independente e desenvolver competências de comunicação (oral e escrita)
AGENTES DE STRESSE BIÓTICO, HOSPEDEIROS E AMBIENTE . Principais agentes de stresse biótico (vírus, procariotas, fungos, pseudofungos, nemátodes). Conceito de doença; hospedeiro vs. não-hospedeiro. escala de hospedeiros dos patogénios.Parasitismo e patogenicidade. Tipo de parasitas: biotróficos, necrotróficos, hemibiotróficos. Ciclo da doença. Ciclos de doenças representativas. Outros agentes de stresse biótico (insectos e outros artrópodes, relação insecto-patogénio).
INTERACÇÕES AGENTE PATOGÉNICO-HOSPEDEIRO. Estratégias de ataque. Disrupção Funcional da Planta (efeitos em: fotossíntese, respiração, absorção e translocação de água e nutrientes, permeabilidade celular, transcrição e tradução). Resposta de Defesa da Planta: base genética das interacções patogénio-hospedeiro: resistência de não-hospedeiro; resistência horizontal e vertical; o conceito gene-para-gene, genes de avirulência (avr) vs de resistência (R); defesas passivas ou constitutivas, e defesas induzidas (eliciadores gerais e específicos; o modelo eliciador-receptor, vias de transdução de sinal); Resposta Hipersensível (HR) e Morte Celular Programada. Resistência sistémica adquirida (vias de sinalização dependentes de ácido salicílico, ácido jasmónico, etileno, óxido nítrico, “cross-talk”).
ESTUDO DE CASOS (SEMINÁRIOS): interacções específicas bactérias -, fungos-, vírus-, artrópodes- hospedeiro.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Obtenção de frequência: presença a 75 % das aulas
Modalidades de avaliação
a. Avaliação contínua – constituída por quatro componentes
Teste (50%): sobre toda a matéria teórica, a realizar no final do semestre;
Caderno de Aulas Laboratoriais (25%) a realizar individualmente (ou em grupos de 2), a entregar no final do semestre
Seminário (20%) apresentação oral de um tema de revisão bibliográfica
Participação nas aulas (5%)
b. Exame Final – prova teórico-prática, à qual terão acesso todos os alunos que tiverem obtido frequência
III Aprovação: Serão aprovados os alunos que obtenham classificação final mínima de 10 valores. É obrigatório ter nota mínima de 10 valores na componente teste
Biopolímeros e Estrutura (Food Structure and Biopolymers)
Código: 1663
Responsável: Isabel Maria Nunes de Sousa
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
Ramo: Processamento de Alimentos
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecer a diversidade e funções dos biopolímeros na natureza. Conhecer as características químicas, métodos de extracção e funcionalidade dos biopolímeros mais importantes para a Indústria Alimentar. Saber as principais técnicas de caracterização molecular e de estrutura para prever a funcionalidade. Conhecer as principais aplicações, aspectos económicos da sua produção, impacto ambiental e biodegradabilidade.
Diversidade e funções dos biopolímeros na natureza. Aplicações, aspectos económicos da sua produção, impacto ambiental e biodegradabilidade. Técnicas de caracterização molecular e de estrutura para prever a funcionalidade: viscosimetria de soluções diluídas/viscosidade intrínseca; conformação e flexibilidade molecular; parâmetros de Mark-Houwink-Kuhn-Sakurada e concentração crítica de sobreposição molecular. Valores característicos destes parâmetros para os principais biopolímeros. Caracterização, métodos de extracção e funcionalidade dos biopolímeros mais importantes para a Indústria alimentar: Principais classes de polímeros e seu comportamento em soluções concentradas: capacidade de espessamento, gelificação, estabilização de espumas e emulsões. Modificações pelo processamento em alta pressão. Casos de estudo e microscopia para a avaliação da estrutura.
Bibliografia Principal
Teste ou exame final (60% da nota final) a dois níveis de conhecimento
Trabalho de grupo e relatório escrito sobre um tema no âmbito da U.C. (20% da nota final).
Apresentação oral e discussão do trabalho anterior (20% da nota final)
Bioquímica dos Alimentos (Food Biochemistry)
Código: 1796
Responsável: Isabel Borges Coutinho Medeiros Dias
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 4 | Obrigatória |
| Teóricas: 21 | Teórico-Práticas: 14 | Práticas: 14 | Outras: 7 | Total: 56 |
Compreender o conceito de actividade da água e as suas consequências nas propriedades e transformação dos materiais alimentares. Descrever a estrutura, transformações e algumas das práticas de processamento de materiais alimentares de origem vegetal e animal. Conhecer os tipos de componentes tóxicos nos materiais alimentares e algumas noções sobre o seu mecanismo bioquímico. Conhecer tópicos sobre a experiência sensorial associada à alimentação.
Descrever os conceitos básicos de catálise enzimática. Conhecer a classificação e nomenclatura das enzimas e as principais aplicações no contexto da transformação alimentar e do controlo de qualidade. Conhecer métodos correntes de isolamento e caracterização de proteínas. Executar ensaios enzimáticos e interpretar dados de cinética enzimática.
Ter competências na utilização de equipamentos e de material corrente do laboratório e na aquisição, tratamento, apresentação e discussão de resultados experimentais.
Digestão, metabolismo fermentativo e caminho metabólico central. Características e propriedades dos alimentos. Actividade da água. Métodos de conservação.
Enzimas nos alimentos: classificação e nomenclatura; acção catalítica; enzimas como produtos final e coadjuvantes no processamento alimentar, na preparação de alimentos e bebidas e em métodos analíticos e de controlo de qualidade.
Alimentos de origem vegetal: Cereais; panificação; produção de cerveja. Derivados amido. Leguminosas. Produtos derivados da soja. Amadurecimento dos frutos. Escurecimento enzimático.
Alimentos de origem animal: sua morfologia, composição e estrutura – ovos; leite e a preparação de queijo; carne e sua transformação após o abate, cor e textura; peixe e sua deterioração.
Experiência sensorial: sentidos químicos e outros associados ao sabor. Gostos fundamentais. Teoria estereoquímica do olfacto. Compostos irritantes químicos. Corantes naturais e artificiais.
Componentes nocivos na alimentação.
Sessões teóricas e teórico-práticas que incluem a apresentação de conteúdos com auxílio de diapositivos em Powerpoint, a discussão de questões e a resolução de problemas no âmbito da disciplina e, também, a utilização da internet como instrumento de pesquisa de informação.
Sessões práticas de laboratório (três) a realizar individualmente ou em grupo, prevendo-se a elaboração de relatórios por cada grupo.
Bibliografia Principal
Parte teórica e teórico-prática:
Avaliação escrita individual, por teste e/ou exame final, com dispensa de exame para alunos com classificação no teste igual ou superior a 9.5 valores.
Parte prática:
Classificação dos relatórios e questionários referentes às sessões práticas
Serão aprovados na disciplina os alunos que:
i) tenham nota da parte prática igual ou superior a 9.5 valores
ii) tenham nota ponderada da avaliação teórica e teórico-prática (peso de 75%) e da avaliação prática (peso de 25%) igual ou superior a 9.5.
Bioquímica e Microbiologia dos Alimentos (Food Biochemistry and Microbiology)
Código: 1335
Responsável: Maria Luísa Louro Martins
Outros docentes: Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira, Maria Adélia da Silva Santos Ferreira
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar; Viticultura e Enologia
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Engenharia Alimentar
Opcional: Viticultura e Enologia
Teóricas: 48
Teórico-Práticas: 6
Práticas/Laboratoriais: 16
Outras: 14
Total: 84
Estudo dos compostos químicos e macromoléculas constituintes dos alimentos. Compreensão da influência destes constituintes nas propriedades químicas e físicas dos alimentos, no comportamento em processos tecnológicos e nas características finais dos alimentos. Alterações bioquímicas em alimentos de origem vegetal e animal.
Princípios de segurança e conservação de alimentos. Bases ecológicas do controlo de populações microbianas. Qualidade microbiológica dos alimentos, Higiene e salubridade na indústria alimentar.
Análise microbiológica de alimentos e perspectivas da sua evolução. Interpretar resultados analíticos e avaliar a qualidade microbiológica dos alimentos.
Módulo 1: Microbiologia dos Alimentos
OS MICRORGANISMOS PATOGÉNICOS
Bactérias patogénicas mais relevantes. Toxinfecções causadas por fungos e outros eucariontes. Vírus transmitidos por alimentos. Outros agentes: priões.
OS MICRORGANISMOS COMO AGENTES DE ALTERAÇÃO
Ecologia microbiana. Microbiologia dos principais grupos de alimentos: leite e produtos lácteos, carne, pescado e produtos de origem vegetal. O efeito “barreira” e estratégias modernas de estabilidade microbiana. Conservantes.
QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DOS ALIMENTOS
Boas práticas na cadeia alimentar (agricultura, pecuária, transformação, distribuição, consumidor). Análise de risco: avaliação gestão e comunicação; princípio da precaução. Indicadores químicos, bioquímicos e microbiológicos. Sistemas de gestão da qualidade (HACCP). Princípios de legislação e organização institucional.
Módulo 2: Bioquímica dos Alimentos
I-Fundamentos de Bioquímica Geral e Metabolismo
Estrutura e função biológica de moléculas presentes nos organismos vivos. Metabolismo de proteínas, glúcidos, lípidos em animais e plantas.
II-Compostos bioquímicos presentes nos alimentos
Moléculas simples e Macromoléculas dos alimentos. Funções nos alimentos. Importância nas propriedades físicas e químicas, nutricionais, sensoriais, funcionais.
Água e actividade da água. Propriedades químicas e físicas da água. Interacções com substâncias polares e apolares, efeito dos solutos. Importância na estabilidade, conservação e armazenamento dos alimentos.
Aminoácidos, péptidos e proteínas nos alimentos. Estrutura, propriedades físico-químicas e funcionais. Funções das proteínas nos alimentos.
Glúcidos simples e polissacáridos. Estrutura, propriedades químicas e físicas, sensoriais e funcionais de monossacáridos, oligossacáridos, polissacáridos. Polissacáridos com interesse na indústria alimentar. Funções dos glucidos nos alimentos.
Lípidos. Composição, estrutura e propriedades químicas e físicas das gorduras. Funções lipidos nos alimentos.
Componentes dos alimentos em quantidades baixas com funções específicas e importantes (vitaminas, minerais, fenóis, flavonoides, pigmentos, compostos antioxidantes). Componentes indesejáveis. Antioxidantes.
III. Alterações dos componentes dos alimentos.
Alterações dos componentes dos alimentos de origem vegetal e animal. Alterações desejáveis e indesejáveis. Principais reacções de alteração das gorduras, glucidos e proteinas. Enzimas nos sistemas celulares. Alterações de origem enzimática e não enzimática. Alterações que ocorrem como consequência dos processamentos tecnológicos.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Aprovação à disciplina para classificação final de 10 valores, para a qual cada um dos módulos contribui com igual peso.
Realização de relatórios de trabalho laboratorial com discussão oral (em grupo), realização de seminários com apresentação oral e escrita (em grupo). O exame final constará de uma prova escrita versando toda a matéria da disciplina.
Biotecnologia (Biotechnology)
Código: 1666
Responsável: Maria Isabel Nunes Januário
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas:28 | Teórico-Práticas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Total: 84 |
Formar alunos com sensibilidade para os desafios e potencialidades dos novos conhecimentos e tecnologias que podem ter impacte e aplicação viável no meio tropical, na área alimentar e na valorização de recursos naturais para usos alternativos, como é a produção de bioenergia, e a produção industrial a partir de matéria prima renovável.
1 – A Biotecnologia: sua importância para os países em desenvolvimento, nomeadamente no sector agro-alimentar e agro-industrial
2 – Transformação e Conservação de Alimentos
3 – Microbiologia e Processos Industriais
4 – Biomassa e Bioenergia
5 – Biotecnologia e Desenvolvimento Sustentável
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Por testes e trabalho de revisão bibliográfica.
Biotecnologia Vegetal (Plant Biotechnology)
Código: 1337
Responsável: Sara Barros Queiroz Amâncio
Outros docentes: Maria Leonor Mota Morais Cecílio, Cristina Maria Moniz Simões Oliveira, Jorge Alexandre Matos Pinto de Almeida e Maria Luísa Lopes de Castro e Brito
Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica
Ramos: todos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 32 | Teórico-Práticas: 18 | Práticas/Laboratoriais: 20 | Outras: 14 | Total: 84 |
Introdução ao tema “Biotecnologia Vegetal”;
Fornecer aos alunos elementos para compreenderem e aplicarem conhecimentos de Genómica de Eucariotas, Marcadores Moleculares e suas aplicações em Agricultura (selecção assistida, fitopatologia, rendimento e qualidade, etc;
Transmitir conhecimentos teóricos e práticos sobre Transferência de Genes e Expressão Génica; Regeneração de plantas por Cultura de Tecidos
Estimular o estudo independente e discussão dos temas
Genómica de Eucariotas
Silenciamento génico
O mecanismo de RNAi e suas implicações em Biotecnologia
Métodos de transferência de genes e expressão génica
Em bactérias
Em plantas
Detecção da expressão génica
Marcadores moleculares
Técnicas gerais para obtenção de marcadores. Descrição dos principais marcadores e principais aplicações
Organismos geneticamente modificados: coexistência e sua avaliação
Regeneração de plantas por Cultura de Tecidos
Variação somaclonal: conceitos, vantagens e inconvenientes
Principais aplicações das técnicas de Cultura de Tecidos
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Seleccionada por pontos do Programa:
Frequência
Participação em pelo menos 90% das aulas e obtenção de nota mínima nas formas de avaliação contínua
1. Avaliação contínua
1.1. Questionários Intercalares sobre os temas das aulas práticas anteriores e das matérias teóricas que lhes servem de suporte (nota mínima 40%)
1.2. Questionários e /ou Relatórios (nota mínima 40%)
1.3. Trabalho individual (nota mínima 50%)
1.4. Contribuição da avaliação contínua para o resultado final
-Questionários e Relatórios: 20% do resultado final (a);
-Questionários Intercalares: 0% do resultado final (b)
-Trabalho individual: 30% do resultado final (c)
1.5. Dispensa de Exame final
-Nota final da avaliação contínua (FA ) = (a) + (b) + (c) igual ou superior a 12
2. Exame e nota final
-Nota mínima do exame, E, 50% (10 valores)
-Para aluno(a)s que obtiveram notas mínimas nos elementos da Avaliação Contínua, nota final (F), F = 0.55*FA + 0.45*E,
-Para aluno(a)s com que não obtiveram a nota mínimas em algum elemento da Avaliação Contínua, a nota final (F), F = E
Combustão (Combustion)
Código: 1588
Responsável: José Miguel Mendes Lopes (IST/UTL)
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia de Sistemas Bioenergéticos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
Transmitir os conceitos básicos de termoquímica e cinética química relevantes em combustão. Aplicar balanços de massa e energia a problemas de combustão. Descrever os principais combustíveis e as suas propriedades. Descrever os princípios de ignição, estabilização e extinção de chamas, e a estrutura das chamas de pré-mistura e difusão, em regimes laminar e turbulento. Apresentar modelos simples para descrever a queima de combustíveis líquidos e sólidos. Identificar os principais poluentes, mecanismos de formação e métodos de redução de emissões.
Importância da Combustão. Ciência e tecnologia da combustão.Termoquímica. Entalpias de formação e de combustão. Poder calorífico. Temperatura adiabática de chama. Equilíbrio químico. Constantes de equilíbrio. Grau de reacção. Dissociação. Cinética química. Reacção global e reacções elementares. Frequência de colisão. Energia de activação. Equação de Arrhenius. Taxa de reacção. Mecanismos de reacção. Equações de conservação para sistemas reactivos: equações de conservação da massa, quantidade de movimento, energia e espécies químicas. Fracção de mistura. Combustíveis gasosos, líquidos e sólidos.Chamas laminares de pré-mistura. Estrutura e propagação de chama laminar. Velocidade de propagação e espessura de chama. Limites de flamabilidade, quenching, retorno e descolamento de chama. Ignição. Estabilização de chama. Chamas laminares de difusão.Chamas de pré-mistura e de difusão turbulentas. Reactor de mistura perfeita. Chamas de combustíveis líquidos. Evaporação e combustão de uma gota esférica. Combustão de sprays.Chamas de combustíveis sólidos. Combustão de uma partícula de carvão. Mecanismos de formação de poluentes e métodos de controlo das emissões.
Bibliografia Principal
Combustão , Coelho, P. e Costa, M. , 2007, Ed. OrionCombustion , Glassman, I., 1996, Academic Press, 3ª EdiçãoAn Introduction to Combustion ? Concepts and Applications , Turns, S.R., 2000, McGraw-Hill, 2ª EdiçãoBibliografia Complementar
Combustion Aerodynamics , Beér, J.M. e Chigier, N.A., 1972, Applied Science Publishers LimitedCombustion. A Study in Theory, Fact and Application , Chomiak, J., 1990, Gordon and Breach Science PublishersApplied Combustion , Keating, E.L., 1993, Marcel DekkerPrinciples of Combustion , Kuo, K.K., 1996, John Wiley & SonsCombustion Physics , Law, C.K., 2006, Cambridge University PressCombustion and Mass Transfer , Spalding, D.B., 1979, Pergamon PressTécnicas Instrumentais para a Análise de Escoamentos com Combustão , Heitor, M.V., 1991, Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico, Secção de FolhasExame final (80%) e trabalho laboratorial (20%)
| Teóricas: 30 | Práticas/Laboratoriais: 40 | Outras: 14 | Total: 84 |
Complementos de Álgebra Linear (Topics in Linear Algebra)
Código: 1671
Responsável: Pedro Cristiano Santos Martins da Silva
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 8 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 84 | Outras: 28 | Total: 112 |
Rever, sistematizar e ampliar os conhecimentos básicos de Álgebra Linear necessários para o conjunto das disciplinas seguintes.
Espaços vectoriais.
Independência linear. Bases.
Matrizes.
Aplicações lineares.
Produtos internos.
Projecções ortogonais.
Valores e vectores próprios.
Diagonalização.
Formas quadráticas.
Bibliografia Principal
Exame
Complementos de Análise (Topics in Analysis )
Código: 1672
Responsável: Maria Isabel Varejão de Oliveira Faria
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 8 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 84 | Outras: 28 | Total: 112 |
Rever, sistematizar e ampliar os conhecimentos básicos de Análise Matemática necessários para o conjunto das disciplinas seguintes.
Complementos de cálculo diferencial e integral para funções de uma variável
Teoremas fundamentais do cálculo diferencial. Fórmula de Taylor. Primitivas e integrais.
Tópicos de cálculo diferencial e integral para funções de várias variáveis
Continuidade e diferenciabilidade. Teorema da função implícita. Extremos livres e condicionados. Integrais múltiplos.
Séries numéricas e de potências.
Bibliografia Principal
Exame
Composição e Controlo Físico-Química e Sensorial do Vinho (Composition and Physico-chemical and Sensory Control of Wines)
Código: 1566
Responsável: Jorge Manuel Rodrigues Ricardo da Silva
Outros docentes: Olga Maria Carrasqueira Laureano, Víctor de Freitas (UP), AS Curvelo- Garcia (INRB-EVN) e Sofia Catarino (INRB-EVN)
Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecimento da composição físico-química e análise sensorial dos vinhos. Aspectos do controlo de qualidade em Enologia. Contacto com a Análise Sensorial: os princípios gerais e as particularidades da análise sensorial de uvas e vinhos
1. A composição química e a qualidade das uvas e dos vinhos
Ácidos orgânicos do vinho. Acidez fixa e acidez volátil.Substâncias minerais do vinho. Extracto seco e cinzas..Os metais pesados. Compostos voláteis do vinho:Compostos implicados no aroma varietal dos vinhos. Precursores de aroma. Compostos azotados dos vinhos: Azoto não orgânico.Proteínas e aminoácidos. Glúcidos dos vinhos: Principais oses. Principais poliósidos. Compostos fenólicos das uvas e dos vinhos .Aspectos físico-químicos da cor do vinho.
Controlo de qualidade. Os métodos de análise de vinhos. Metodologias recentes: Análise Automática (SFA, FIA, Análise sequencial, FTIR). Qualidade dos laboratórios. Validação de métodos de análise. Harmonização de práticas laboratoriais. Interpretação dos resultados analíticos. Ensaios colaborativos. Acreditação de laboratórios. Boas práticas de laboratório. Segurança alimentar em enologia. Controlo de produtos enológicos. O Código Internacional das Práticas Enológicas. O Codex enológico internacional. Quantificação dos principais compostos do vinho.
2. Análise Sensorial
Metodologia sensorial: o subjectivo e o objectivo. O painel de provas organolépticas (Panel Test).Lei de Weber e limiares da percepção.
Fisiologia dos sentidos. As condições de trabalho do painel.
Os provadores: métodos de selecção e treino dos provadores. Contacto com os sabores fundamentais: ácido, doce, salgado e amargo, provas de soluções aquosas e alcoólicas. Principais tipos de paneis: As escalas de classificações –fichas de prova. Problemas susceptíveis de resolver com a análise sensorial. Estatística aplicada à análise sensorial. Fichas de prova e análise de dados.
Particularidades da Análise Sensorial de Vinhos. As cores dos vinhos. O aspecto do vinho. Os aromas dos vinhos. Principais compostos químicos implicados. Defeitos de aroma dos vinhos. Os aromas devidos ao contacto com madeira. O gosto do vinho. Interacção entre os compostos fenólicos e as proteínas salivares: mecanismos da adstringência compostos implicados no fenómeno da adstringência e do amargo.Análise sensorial de diferentes vinhos. Vinhos brancos, rosados e tintos portugueses e estrangeiros. Prova de vinhos especiais: licorosos, espumantes, etc.
Bibliografia Principal
Exame Final. Presença a pelo menos 75% das aulas.
Conservação do Solo e da Água ( (Water Conservation)
Código: 1344
Responsável: Luís Alberto dos Santos Pereira
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia do Ambiente
Ramo: Engenharia Agronómica - Agro-Pecuária; Engenharia Rural; Hortofruticultura e Viticultura; Protecção de Plantas; Engenharia do Ambiente - todos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Preparar para a prática de projecto e de avaliação de medidas e práticas conservacionistas, bem como para o planeamento do uso de recursos naturais, em particular da água e da terra
1. Introdução: a água e o solo e seus usos
2. A água: ciclo e balanço hidrológico e factores que influenciam a sua disponibilidade
3. Escassez da água: aridez, secas, desertificação e penúria de água
4. Conservação da água em agricultura de sequeiro: gestão da infiltração e armazenamento no solo e métodos de colheita de escoamentos
5. Conservação da água em agricultura de regadio: necessidades de água das culturas, métodos de rega e medidas e práticas de poupança e conservação
6. Conservação e poupança em meios urbanos
7. Conservação e poupança na indústria
8. Erosão do solo
9. Estima da erosão hídrica em solos agrícolas; modelos
10. Métodos e práticas de conservação do solo e sua relação com a conservação da água
11. Conservação aplicada a cursos de água
12. Conservação e paisagem
13. Convivência com a seca: gestão do risco de secas e avaliação de impactos
14. Convivência com a seca: medidas e práticas para agricultura, meios urbanos e indústria
15. Vulnerabilidade à desertificação: aspectos físicos, económicos e sociais
16. Luta contra a desertificação
17. Integração da conservação com o planeamento e gestão da terra e da água
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Trabalho individual sobre estudo de caso e exame final
Conservação e Estabilização de Vinhos (Stabilization and Wine Aging)
Código: 1572
Responsável: Olga Maria Carrasqueira Laureano
Outros docentes: Cristina Clímaco (INRB-EVN)
Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
Precedências: Vinificação
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 42 | Total: 84 |
Compreensão dos fenómenos que ocorrem durante a conservação e estabilização dos vinhos; desenvolvimento da capacidade de análise e decisão sobre eventuais intervenções , físicas, químicas ou bioquímicas, a efectuar em função do tipo de vinho pretendido
Fomento do trabalho de grupo e da capacidade de análise critica.
1 - Os vinhos, a qualidade e o controlo da qualidade: características da qualidade; tipos de vinhos portugueses; especificações legais e comerciais; gestão da qualidade, pontos críticos de controlo
2 - Caracterização físico-química e sensorial do vinho: composição em ácidos orgânicos, composição mineral, fenólica, volátil; azotada e glucídica ; validação de métodos de análise.
3 - Evolução e transformações de natureza físico-química: principais mecanismos envolvidos - factores condicionantes; fenómenos coloidais; composição e evolução da matéria corante, influência da tecnologia de fabrico, mecanismos das reacções da matéria corante, influência do pH, do oxigénio, do dióxido de enxofre e da temperatura de conservação; Envelhecimento de vinhos em madeira;
formação de precipitações metálicas, proteicas e tartáricas; outras transformações.
4 - Estabilização de vinhos: processos de estabilização em relação às precipitações metálicas, tartáricas e proteicas; outros tratamentos; testes de estabilidade.
5 - Clarificação de vinhos: colagem - tipos de colas, mecanismos de actuação das colas, utilização de colas; filtração – mecanismo da filtração, produtos filtrantes e tipos de filtros.
6 - Outras práticas enológicas: código internacional das práticas enológicas
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A avaliação é baseada num exame escrito e na elaboração e discussão de um relatório. Este incidirá sobre a caracterização, evolução e tratamentos de um vinho, atribuído à responsabilidade de um grupo de três alunos, no início do período lectivo.
Controlo de Contaminantes e Patogénios Alimentares (Food Spoilage and Food Pathogen Control)
Código: 1673
Responsável: Maria Luísa Lopes de Castro e Brito
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
Ramo: Qualidade e Segurança Alimentar
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 14 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
- Descrever as condições e os procedimentos necessários à produção de alimentos e bebidas de elevada qualidade e segurança microbiológica.
- Fornecer informações relevantes sobre a prevalência e o tipo de microrganismos que provocam doença e/ou perda de valor comercial (alteração) de alimentos e bebidas.
- Compreender conceitos físicos, químicos e biológicos inerentes ao controlo dos microrganismos contaminantes de alimentos e bebidas.
Unidade Didáctica 1 – Princípios de sanificação nas indústrias alimentares
1.1. Apresentação da disciplina
Objectivos, métodos de ensino/aprendizagem, conteúdo programático e métodos de avaliação
1.2. Produção de alimentos em boas condições de higiene
1.2.1. Sanidade de matérias-primas
1.2.2. Higienização de instalações e equipamentos
1.2.3. Higiene dos trabalhadores
1.2.4. Fontes e rotas de contaminação
1.2.5. O papel do HACCP em sanificação
1.2.6. Critérios microbiológicos de alimentos e instalações
Unidade Didáctica 2 – Microrganismos patogénicos de origem alimentar
2.1. Doenças de origem alimentar: interacção patogénio/hospedeiro
2.2. Reconhecimento oficial dos principais grupos de risco para as doenças de origem alimentar: implicações culturais, sociais e económicas
2.3. Principais bactérias patogénicas alimentares
2.4. Determinantes da patogenicidade bacteriana
2.5. Resistência, adaptação ou selecção dos patogénios relativamente a factores de stresse
2.6. O papel dos probióticos na luta contra os patogénios alimentares
2. 7. O fenómeno de quorum-sensing e a microbiologia alimentar
Unidade Didáctica 3 – Principais grupos microbianos de alteração de alimentos
3.1. Principais leveduras de alteração
3.2. Principais bolores de alteração
3.3. Principais bactérias de alteração
3.4. Determinação do tempo de vida útil do alimento
Unidade Didáctica 4 – Controlo da sobrevivência e crescimento de contaminantes alimentares
4.1. Factores fisícos, quimícos e biológicos que afectam as populaçoes microbianas nos alimentos
4.2. Microbiologia preditiva
4.3. Biopreservação
4.4. Métodos clássicos de avaliação da qualidade microbiológica dos alimentos
4.5. Microbiologia forense aplicada à qualidade e segurança alimentares
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Os alunos não poderão exceder 7 faltas no total e 2 faltas por UD.
Os alunos realizarão 3 testes e 3 workshops. As classificações obtidas nos testes e nos workshops contribuirão em 50%, respectivamente, para a classificação. Os alunos serão dispensados de exame se esta classificação for 12 valores, e em cada teste a nota for 8 valores.
Se o aluno for a exame, a classificação do exame e da avaliação contínua contribuirão, respectivamente, em 60% e 40% para a nota final.
Cooperação e Desenvolvimento (Cooperation and Development)
Código: 1346
Responsável: Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Agricultura Tropical e Desenvolvimento Sustentável
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Formar técnicos especializados em Relações Internacionais e Acções de Cooperação no âmbito das Políticas de apoio ao Desenvolvimento nacionais e internacionais, com especial sensibilidade para as questões de cooperação para o desenvolvimento. Conhecimento básico na área da economia do desenvolvimento, com capacidade para melhor poder conhecer os modelos de desenvolvimento, em especial os aplicáveis às regiões tropicais e/ou países menos desenvolvidos e respectivas características e padrões de comportamento dos sistemas económicos nessas regiões. A disciplina oferece preparação para análise, compreensão e capacidade de intervenção no meio tropical e em países menos desenvolvidos, tendo em consideração para além do meio físico e biológico, essencialmente o meio humano das regiões tropicais/países menos desenvolvidos. Procura-se preparar técnicos com capacidade para intervir aos mais variados níveis de gestão de projectos de desenvolvimento (concepção, desenho, avaliação e monitorização) e também ao nível da definição das políticas económicas.
Relações internacionais, comercio e investimento. Vantagens comparativas e competitivas. Restrições da procura, modelos de desenvolvimento e oportunidades do comercio internacional. Politicas de comercio e políticas económicas. Organizações Internacionais, como a Organização Mundial de Comércio e Políticas Sectoriais. Economia do Consumidor e interface com a cooperação e o desenvolvimento. Investigação e Desenvolvimento de carácter multilateral. Organizações internacionais vocacionadas para as regiões tropicais. Ajuda Pública ao desenvolvimento: Ajuda alimentar, ajudas orçamentais e de carácter macroeconómico, apoio à formação e educação, etc.
Segurança alimentar e as relações internacionais: Estudo de casos.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação Continua e por teste. Teste Final.
Culturas Energéticas (Energy Crops)
Código: 1584
Responsável: Pedro Jorge Cravo Aguiar Pinto
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia de Sistemas Bioenergéticos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 30 | Práticas/Laboratoriais: 40 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecimento das culturas com potencial bioenergético, da sua ecofisiologia e práticas culturais
Introdução
Gestão da produtividade em culturas agrícolas
- Economia do Carbono e da água
- Capacidade fotossintética
- Crescimento
- Repartição de assimilados, morfologia e fenologia
- Nutrição azotada
Controlo da produtividade em culturas específicas
- Casos de estudo com culturas energéticas sorteadas pelo alunos
Bibliografia Principal
Avaliação de exercícios na aula e para casa
Apresentação individual de um caso de estudo
Delineamento e Análise Experimental em Ecologia (Data Treatment and Experimental Analysis in Ecology)
Código: 1347
Responsável: Teresa Paula Gonçalves Cruz (UE)
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 20 | Práticas/Laboratoriais: 25 | Outras: 1 | Total: 56 |
Desenvolvimento da capacidade de identificar as componentes lógicas no processo de investigação em ecologia.
Desenvolvimento da capacidade de delinear, analisar e interpretar experiências em Ecologia utilizando técnicas de análise univariada e multivariada.
Desenvolvimento de espírito crítico no sentido de discutir a adequação de uma experiência a um determinado problema biológico e a interpretação de resultados experimentais.
Desenvolvimento da destreza linguística no inglês através da leitura de artigos científicos, da destreza informática na análise de dados, da destreza em tecnologias de informação e comunicação, e da capacidade de utilização da plataforma de ensino on-line da Universidade de Évora.
Desenvolvimento da capacidade de trabalhar em equipa.
Conteúdo
- Concepção lógica de experiências: das observações à interpretação de experiências.
- Problemas em experiências mal delineadas: falta de replicação, falta de controlos, pseudo-replicação no espaço e no tempo, experiências confundidas, falta de independência.
Estudos univariados
-Experiências controladas em laboratório; estudos manipulativos e não manipulativos no terreno que integram variabilidade espacial e temporal em diferentes escalas, utilizando análise de variância (ANOVA multifactorial com delineamentos ortogonais e/ou aninhados, e factores fixos e/ou aleatórios).
- Análise da potência de um teste; e utilização da potência para planear uma experiência.
- Avaliação de impactes ambientais, utilizando análises assimétricas (delineamento “Beyond BACI”).
- Correlação e Regressão linear simples e múltipla.
Estudos multivariados (ex.: padrões de estrutura de comunidades) utilizando:
- técnicas de classificação e ordenação de dados biológicos e ambientais;
- testes de hipóteses multivariadas;
- relação entre padrões multivariados biológicos e ambientais.
Métodos de ensino
Aulas teóricas seguidas de aulas práticas em que se faz a aplicação da matéria teórica a casos práticos, com utilização de software apropriado.
Aulas práticas de discussão e apresentação de propostas de resolução de problemas ecológicos através do delineamento de experiências (trabalho em grupo)
Aulas práticas de análise e interpretação de resultados experimentais (com base em artigos científicos) (trabalho em grupo)
Resolução individual de problemas de delineamento e interpretação de experiências (trabalho de casa) e interacção com o docente por via electrónica.
Bibliografia Principal
Participação em discussões; elaboração, apresentação e discussão de trabalhos. Trabalho individual de resolução de problemas através do delineamento de experiências e de análise e interpretação de resultados experimentais (trabalho de casa e testes de frequência).
Derivados e Sub-Produtos da Uva e do Vinho (Grape and Wine Derived Products and By-products)
Código: 1674
Responsável: Jorge Manuel Rodrigues Ricardo da Silva
Outros docentes: Isabel Maria Nunes de Sousa, AP Belchior (INRB-EVN), Ilda Caldeira (EVN) e Sara Canas (EVN)
Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
Precedências: Composição e Controlo Físico-Químico e Sensorial do Vinho; Vinificação
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 3 | Opcional |
| Teóricas:21 | Práticas/Laboratoriais: 14 | Outras: 7 | Total: 42 |
Caracterização e conhecimento dos derivados e subprodutos da uva e do vinho tendo em vista o seu aproveitamento e valorização, em complemento dos produtos principais do sector vitivinícola: uva e vinho.
Breve história dos derivados e dos subprodutos da uva e do vinho. Importância actual. Derivados da uva: Sumos: tipos de sumos, diagrama de fabrico e respectivo equipamento. Passas: Tipos de passas, diagrama de fabrico e respectivo equipamento. Gelificação de polissacáridos: Processo de gelificação e agentes gelificantes. Doces: Tipos de doces, diagrama de fabrico e respectivo equipamento, caso particular da uvada. Geleias: Tipos de geleias, diagrama de fabrico e respectivo equipamento, caso particular das geleias hipocalóricas. Licores: Tipos de licores, diagrama de fabrico e respectivo equipamento. Mosto concentrado: Importância económica, tecnologia de fabrico. Equipamento, rectificação do mosto concentrado. Outros derivados da uva. Derivados do vinho: Aguardentes vínicas: Características da matéria-prima (vinho), tipos de aguardentes vínicas, diagrama de fabrico, destiladores / alambiques, tecnologia de envelhecimento, a cave, as quartolas ou barris-composição físico-química da madeira, origem botânica e geográfica da madeira, fabrico das quartolas, controlo do envelhecimento. Vinagres: Tipos de vinagres, tecnologia de fabrico, condições e sistemas de fermentação, acabamento. Outros derivados do vinho. Aproveitamento de subprodutos: Engaços, bagaços, grainhas, borras, sarro, vinhaços e flegmaças. Aspectos biológicos, nutricêuticos e farmacológicos dos produtos da vinha: Importância dos produtos nutricêuticos e fármacos, constituintes responsáveis, actividades biológicas e farmacológicas, produtos comerciais.
Bibliografia Principal
Avaliação em exame final
Desenho de Representação e Apresentação da Paisagem (Landscape Design and Presentation)
Código: 1619
Responsável: Maria Cristina da Fonseca Ataíde Castel-Branco
Outros docentes: Miguel António Navas Cândido
Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 7 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 84 | Práticas/Laboratorias: 14 | Total: 84 |
Descobrir as potencialidades da expressão gráfica tanto na representação, como na apresentação dos processos em arquitectura paisagista.
Reconhecer o desenho enquanto conceito aberto, é transversal a todas as áreas envolvidas na formação do arquitecto paisagista.
Fomentar a interdisciploinaridade, dado que o desenho é seminal e/ou está implícito em todas as disciplinas desde a botânica, à História dos Jardins, dos Materiais Vegetais ao Ordenamento do Território .
Revelar por via do Desenho, a consciência de um universo pessoal, resultado de experiências mentais e emotivas, essenciais nos processos criativos.
Adquirir noções de envolvência e de atmosferas, em termos sensoriais, visuais, plásticos e estéticos.
Apreender a razão da diferença entre mensagens casuais e intencionais, o essencial e o acessório.
Componente teórica
Leitura analítica de imagens (desenhos, diapositivos e fotografia) .
Visionamento de dvd’s sobre arquitectos e artistas plásticos.
A Cor, nos processos de representação e apresentação da paisagem.
Debates temáticos relacionando desenho, fotografia, filme, paisagem e arquitectura.
Componente Prática
Exercícios de observação do real, tendo como referentes, o Panejamento enquanto simulacro da paisagem e, os sólidos Platónicos, como sínteses da Arquitectura.
Parcerias com as outras disciplinas, na apresentação Gráfica dos trabalhos em curso, na composição de cartazes e painéis, assim como na elaboração de power-points ou outros suportes digitais.
Intervenção no Campus Universitário, expresso em Diário Gráfico, num concurso de ideias/soluções
Exercícios qualificação, caracterização e experimentação plástica da cor.
Desenvolvimento de um Diário Gráfico individual, de expressão idiossincrática, conducente à conciliação entre pensamento e registo.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A avaliação é contínua e resulta de:
Assiduidade, pontualidade.
Regularidade da produção gráfica e consequente corpo de trabalho.
Disponibilidade, sentido critico e criatividade.
Honestidade intelectual.
Qualidade Gráfica dos trabalhos apresentados.
Relações interdisciplinares.
Cumprimentos dos prazos.
Desenvolvimento de Produtos Alimentares (New Food Products Development)
Código: 1807
Responsável: Maria Paulina Estorninho Neves da Mata
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 2.5 | Obrigatória |
| Teóricas: 14 | Teórico-Práticas: 14 | Outras: 7 | Total: 35 |
Familiarizar os alunos com:
- tendências globais em termos de alimentação e a evolução dos hábitos alimentares dos portugueses;
- os processos de concepção e desenvolvimento de novos produtos, novas metodologias de processamento e conservação e novas tecnologias de embalagem;
Desenvolver capacidade de análise de novos produtos alimentares.
Novos produtos alimentares – definição, características e aspectos que determinam o seu desenvolvimento.
Ciclo de vida de um produto.
Relação do desenvolvimento de novos produtos com a evolução dos hábitos alimentares e o das novas tecnologias de conservação, processamento e embalagem.
Metodologias de desenvolvimento de novos produtos.
A unidade curricular incluirá uma componente de seminários por profissionais envolvidos no desenvolvimento de novos produtos ou na implementação de novas tecnologias de embalagem e conservação.
- Sessões teóricas para introdução dos vários temas envolvendo a exposição, utilizando o datashow
- Sessões teórico-práticas em que se discutem artigos sobre tendências em termos de alimentação ou desenvolvimento de produtos alimentares ou se analisam novos produtos alimentares.
- Utilização de website com material de estudo e contacto à distância via email.
Bibliografia Principal
- Trabalho de Grupo (25 %)
- Exame individual com consulta (75 %)
Desenvolvimento Rural (Rural Development)
Código: 1348
Responsável: Raúl da Fonseca Fernandes Jorge
Outros docentes: Isabel Maria Gomes Rodrigo
Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável; Engenharia Agronómica
Ramo: Engenharia Agronómica - Economia Agrária e Gestão do Território
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória EAgr – Ec. Agrária e Gestão do Território
Opcional Agronomia Tropical e Desenv. Sustentável
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se que os alunos:
1) conheçam a terminologia e conceitos básicos do desenvolvimento e do desenvolvimento rural;
2) desenvolvam o domínio dos indicadores utilizados para medir o desenvolvimento;
3) adquiram capacidade de equacionar a relação entre a utilização dos recursos e as políticas de desenvolvimento;
4) conheçam as metodologias utilizadas para o desenvolvimento rural;
5) adquiram capacidade para elaborar um plano de desenvolvimento rural nos países em desenvolvimento.
I - Introdução ao desenvolvimento: do crescimento económico ao desenvolvimento; coesão social e competitividade.
II - Desenvolvimento Rural: nos países desenvolvidos e nos países em desenvolvimento; meio ambiente e desenvolvimento; agentes e metodologias.
III - Desenvolvimento rural nos países em desenvolvimento: objectivos; vias; racionalidade económica dos agentes; a questão do multiculturalismo; segurança alimentar; os limites da revolução verde; as capacidades endógenas; condições de vida e acesso a serviços; o quadro institucional; o sector informal; migrações.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A avaliação de conhecimentos assenta, fundamentalmente, em duas componentes:
1. os trabalhos realizados pelo formando ao longo do semestre e apresentados nas aulas
2. um exame final
Detecção Remota e Análise de Imagem (Remote Sensing and Image Analysis)
Código: 1349
Responsável: José Miguel Oliveira Cardoso Pereira
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: Engenharia Agronómica – Engenharia Rural; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais - todos
| Ano Curricular: 1º(EFRN)/2º(EAgr) | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Opcional: Engenharia Agronómica
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Desenvolver nos alunos as competências necessárias para poderem efectuar, de forma autónoma, tarefas de classificação qualitativa e de análise quantitativa de imagens dos principais satélites de observação da Terra, com dados de resolução espacial variável entre 1m e 1km. Serão enfatizadas aplicações de classificação do coberto vegetal e detecção das suas alterações, nomeadamente as induzidas pelo fogo e pelo corte/colheita, bem como a análise da dinâmica do coberto vegetal, através de índices de vegetação.
Introdução à estrutura de dados raster multiespectrais. Resolução espacial, radiométirca, espectral e temporal. Caracterização quantitativa e visualização de imagens. Realce de contraste e filtragem; Pré-processamento: correcção radiométrica e conversão de nùmeros digitais para reflectância. Correcção geométrica. Principais metedologias para quantificação e correcção de efeitos atmosféricos; O conceito de assinatura espectral. Classificação não-supervisada e supervisada. Principais algoritmos: ISODATA, k-means, máxima verosimilhança/análise discriminante, classificadores em árvore. Avaliação da exactidão de uma classificação; Detecção de alterações do coberto e análise de séries temporais. Índices de vegetação: conceito genérico e índices especializados. Minimização de perturbações induzidas pelo solo e atmosfera.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Teste intermédio
Exame final
Trabalhos práticos
Direito Internacional do Ambiente e Energia (International Law of the Environment and Energy)
Área Científica:
Coordenador:
Outros docentes:
Precedências:
| Curso: | ECTS: | Ano: |
(a disponibilizar em breve)
Dissertação (Dissertation - Tropical Agriculture and Sustainable Development)
Código: 1541
Responsável: Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável
| Ano Curricular: 2º | Semestral: Anual | ECTS: 42 | Obrigatória |
| Outras: 588 | Total: 588 |
Consiste em programa de trabalho individual de iniciação à actividade de investigação na área da agronomia tropical, cooperação e desenvolvimento, com especial preocupação para as áreas e questões de desenvolvimento sustentável dos países menos desenvolvidos e /ou no âmbito das relações internacionais.
Programas teórico e/ou de desenvolvimento experimental, estudo de casos e temático.
Bibliografia Principal
Avaliação Qualitativa baseada nos seguintes itens:
Apresentação de trabalho escrito de acordo com normas de referência.
Apresentação e discussão de trabalho em termos orais
Apresentação e Defesa do trabalho realizado em provas públicas
Dissertação (Dissertation - Landscape Architecture)
Código: 1541
Responsável: Luís Paulo Almeida Faria Ribeiro
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 2º | Semestral: Anual | ECTS: 42 | Obrigatória |
| Outras: 588 | Total: 588 |
A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre, integrado num projecto de investigação e orientado por professor(a) e/ou investigador(a).
Trabalho teórico e experimental em tema de Arquitectura Paisagista e elaboração da dissertação de Mestrado.
Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri.
Dissertação - Biologia Funcional (Dissertation - Functional Biology)
Código: 1543
Responsável: Sara Barros Queiroz Amâncio
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Biologia Funcional
| Ano Curricular: 2º | Semestral: Anual | ECTS: 60 | Obrigatória |
| Outras: 840 | Total: 840 |
A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre, integrado num projecto de investigação e orientado por professor(a) e/ou investigador(a).
Trabalho teórico e experimental em tema de Biologia Funcional e elaboração da dissertação de Mestrado.
Bibliografia Principal
Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri.
Dissertação - Ciências Gastronómicas (Dissertation - Gastronomical Sciences)
Código: 1816
Responsável: Maria da Conceição da Silva Loureiro Dias
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 2º | Semestral: Anual | ECTS: 50 | Obrigatória |
| Outras: 700 | Total: 700 |
A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre, integrado num projecto de investigação e orientado por professor(a) e/ou investigador(a).
Trabalho teórico e experimental em tema de Ciência e Tecnologia de Alimentos/Engenharia Alimentar e elaboração da dissertação de Mestrado.
Bibliografia Principal
A definir de acordo com o coordenador.
Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri.
Dissertação (Dissertation - Agriculture)
Código: 1541
Responsável: Cristina Maria Moniz Simões Oliveira
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Engenharia Agronómica;
| Ano Curricular: 2º | Semestral: Anual | ECTS: 42 | Obrigatória |
| Outras: 588 | Total: 588 |
A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre, integrado num projecto de investigação e orientado por professor(a) e/ou investigador(a).
Trabalho teórico e experimental em tema de Engenharia Agronómica e elaboração da dissertação de Mestrado.
Bibliografia Principal
Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri.
Dissertação (Dissertation - Food Science and Engineering)
Código: 1541
Responsável: Margarida Gomes Moldão Martins
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
| Ano Curricular: 2º | Semestral: Anual | ECTS: 42 | Obrigatória |
| Outras: 588 | Total: 588 |
A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre.
Trabalho teórico e experimental em tema de Engenharia Alimentar e elaboração da dissertação de Mestrado.
Bibliografia Principal
Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri.
Dissertação - Engenharia de Sistemas Bioenergéticos (Dissertation - Bioenergy Systems Engineering)
Código: 1541
Responsável: Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia de Sistemas Bioenergéticos
| Ano Curricular: 2º | Semestral: Anual | ECTS: 42 | Obrigatória |
A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre, integrado num projecto de investigação e orientado por professor(a) e/ou investigador(a).
Trabalho teórico e experimental em tema de Engenharia de Sistemas Bioenergéticos e elaboração da dissertação de Mestrado.
Bibliografia Principal
A definir de acordo com o coordenadorSubmissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri.
| Outras: 588 | Total: 588 |
Dissertação (Dissertation - Environmental Engineering)
Código: 1541
Responsável: Elizabeth da Costa Neves Fernandes d'Almeida Duarte
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
| Ano Curricular: 2º | Semestral: Anual | ECTS: 42 | Obrigatória |
| Outras: 588 | Total: 588 |
A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre.
Trabalho teórico e experimental em tema de Engenharia do Ambiente e elaboração da dissertação de Mestrado.
Bibliografia Principal
Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri.
Dissertação - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais (Dissertation - Forestry and Natural Resources)
Código: 1541
Responsável: Maria Helena Reis de Noronha Ribeiro de Almeida
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
| Ano Curricular: 2º | Semestral: Anual | ECTS: 42 |
Obrigatória restantes ramos
Opcional Engenharia dos Produtos Florestais
| Outras: 588 | Total: 588 |
A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre, integrado num projecto de investigação e orientado por professor(a) e/ou investigador(a).
Trabalho teórico e experimental em tema de Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais e elaboração da dissertação de Mestrado.
Bibliografia Principal
Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri.
Dissertação - Engenharia Zooténica - Produção Animal (Dissertation - Animal Production Engineering)
Código: 1541
Responsável: Luísa Almeida Lima Falcão e Cunha
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Zootécnica – Produção Animal
| Ano Curricular: 2º | Semestral: Anual | ECTS: 42 | Obrigatória |
| Outras: 588 | Total: 588 |
A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre, integrado num projecto de investigação e orientado por professor(a) e/ou investigador(a).
Trabalho teórico e experimental em tema de Produção Animal e elaboração da dissertação de Mestrado.
Bibliografia Principal
Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri.
Dissertação - Gestão e Conservação de Recursos Naturais (Dissertation - Natural Resources Management and Conservation)
Código: 1543
Responsável: Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais
| Ano Curricular: 2º | Anual | ECTS: 46.5 | Obrigatória |
Outras: 627.75
Total: 627.75
A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre.
Trabalho teórico e experimental em tema de Gestão e Conservação de Recursos Naturais e elaboração da dissertação de Mestrado.
A definir de acordo com o coordenador
Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri
Dissertação (Dissertation - Mathematics Applied to Biological Sciences)
Código: 1541
Responsável: Jorge Filipe Campinos Landerset Cadima
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas
| Ano Curricular: 2º | Semestral: Anual | ECTS: 42 | Obrigatória |
| Outras: 588 | Total: 588 |
A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre.
A definir por acordo entre o aluno e o respectivo orientador, tendo em conta as normas constantes do Regulamento do Mestrado.
Bibliografia Principal
Provas públicas, de acordo com a legislação em vigor e o Regulamento do Mestrado
Dissertação (Dissertation - Viticulture and Oenology)
Código: 1541
Responsável: Jorge Manuel Rodrigues Ricardo da Silva
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
| Ano Curricular: 2º | Semestral: Anual | ECTS: 42 | Obrigatória |
| Outras: 588 | Total: 588 |
A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre.
Trabalho teórico e experimental em tema de Agronomia/Engenharia Alimentar e elaboração da dissertação de Mestrado.
Bibliografia Principal
Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri.
Ecofisiologia Molecular (Plant Molecular Ecophysiology)
Código: 1355
Responsável: Maria da Glória Calado Inglês Esquível
Outros docentes: Sara Barros Queiroz Amâncio, Ricardo Manuel Seixas Boavida Ferreira, Manuela Rodrigues Branco Simões, João Manuel Dias dos Santos Pereira, Maria Luísa Louro Martins e Miguel Pedro de Freitas Barbosa Mourato
Curso: 2º ciclo – Biologia Funcional
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 14 | Outras: 14 | Total: 84 |
Estudo da interacção planta-ambiente - da planta inteira à célula. Processos responsáveis pela adaptação e aclimatação ao ambiente (condições óptimas e de stress ambiental). Pretendesse assim que os alunos tenham interesse em compreender como as plantas respondem às alterações do meio ambiente e que entendam como os genes influenciam os diversos processos biológicos de aclimatação. Na mesma perspectiva, os alunos ficaram com uma ideia da multiplicidade de processos fisiológicos e bioquímicos e moleculares subjacentes à tolerância dos seres vivos ao stress.
1 CONCEITOS GERAIS DA FISIOLOGIA MOLECULAR DE STRESS, CONTROLO POR FACTORES AMBIENTAIS E METABÓLICOS
Os seres vivos e o ambiente. Noção de stress.
Metabolismo primário e metabolismo secundário.
Metabolitos secundários, compostos fenólicos, isoprénicos, alcalóides e aminoácidos não proteicos.
Exemplos de aplicação de metabolismo secundário
2 RESPOSTAS AO STRESS, NAS SUAS COMPONENTES FISIOLÓGICA, BIOQUÍMICA E MOLECULAR.
Transdução de sinais na resposta das plantas ao stress. Genes induzidos pelo stress.
Secura e stresse salino: estratégias das plantas para resistir à deficiência hídrica. Co-ocorrência de outros stresses (luz e de temperatura). Efeitos no crescimento e no metabolismo. Regulação da expressão génica. Sinalização pelo ABA. Limitações à fotossíntese: de difusão do CO2 (estomas e mesófilo) e metabólicas. O ajustamento osmótico na adaptação das plantas. Mecanismos de resistência a stress salino em microrganismos
Encharcamento: alterações no crescimento, estomas e relações hídricas. Efeitos adversos: deficiência de O2, excesso de CO2 e compostos tóxicos acumulados na zona radicular, alterações na permeabilidade das membranas celulares etc. Mecanismos de adaptação ao alagamento.
Stress Oxidativo: agentes indutores e efeitos nocivos
Temperaturas elevadas: Efeitos na estabilidade das membranas. O papel das proteínas de choque térmico na tolerância da célula ao calor. Stress animal e temperaturas extremas
Frio: ‘chilling’ e congelamento. Mecanismos fisiológicos e moleculares de adaptação.
Efeitos fisiológicos da PoluiçãoPoluição: efeitos directos e indirectos dos poluentes (SO2, NOx, H2S e ozono). Mecanismos de acção fisiológicos e moleculares.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Aulas Práticas
Seminário
Avaliação Final
Ecofisiologia Tropical (Ecophysiology of Tropical Plants)
Código: 1558
Responsável: Maria Isabel Nunes Januário
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 14 | Outras: 14 | Total: 84 |
Formar alunos com preparação básica para entender os sistemas de interacção entre planta-solo-agua-atmosfera, produção de biomassa e ambiente, com especial relevo para os fundamentos do funcionamento da produção de biomassa em meio tropical e oportunidades que esse meio tropical pode proporcionar para a valorização de produtos, a produção e aumento de produtividade e para melhorar processos de geração de valor e de desenvolvimento sustentável.
1. Avaliação Integrada da produção de biomassa. Análise de Crescimento. Assimilação de carbono. Constituição e funcionamento do aparelho fotossintético. Utilização da luz por plantas de sol e de sombra. Fotoinibição e foto-oxidação.
2. Regulação hídrica interna da planta. Resistência no contínuo solo-planta-atmosfera. Efeitos do stress hídrico. Adaptação à secura.
3. Temperatura. Resposta a temperaturas extremas. Processos de adaptação ao frio e ao calor. Translocação e repartição dos assimilados. Regulação ao nível da planta inteira. Respiração de crescimento e de manutenção.
4. Aspectos fitopatológicos ligados à quebra da produtividade. Tolerância intrínseca do germoplasma.
5. “Case Studies” – investigação em curso em Portugal no domínio da Fisiologia com Plantas “tropicais,” como são os exemplos seguintes:
5.1 - Cafeeiro
5.2 - Triticales
5.3 - Amaranthus
5.4 - Amendoim
5.5 - Pachyrhizus
5.6 - Outros
Por testes escritos e por trabalho de revisão bibliográfica
Ecologia Aplicada e Conservação da Natureza (Applied Ecology and Nature Conservation)
Código: 1357
Responsável: José Carlos Augusta da Costa
Outros docentes: Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira e Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso
Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia do Ambiente
Ramo: Engenharia Agronómica - Protecção de Plantas; Engenharia do Ambiente - todos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecer os biomas terrestres. Conhecer a carta biogeográfica de Portugal. Como descrever e cartografar a vegetação. Saber caracterizar os habitats de Portugal, conhecer as. espécies e habitats protegidos. Saber avaliar a biodiversidade a diferentes níveis espaciais e compreender como as actividades humanas a influenciam. Conhecer os processos e funções ecossistémicos. Saber utilizar conhecimentos de ecologia na gestão e conservação de populações e ecossistemas, nomeadamente em presença de actividades extractivas. Ecotoxicologia na avaliação e gestão de risco ambiental.
Bioclimatologia. Biomas terrestres. Principais divisões florísticas e tipologia biogeográfica do Globo Terrestre. Tipologia e carta biogeográfica de Portugal continental, Madeira e Açores. Descrição da vegetação, método fitossociológico. Caracterização sumária dos principais habitats de Portugal: vegetação potencial florestal, pré-florestal e semi-desértica (bosques, matagais e semi-desertos, bosques palustres e ripícolas, serial subarbustiva e arbustiva, pastagens e prados, vegetação antrópica, rupícola, epífita, dunar e halófila de orlas sombrias de bosques e dulçaquícola.
Estatutos de ameaça. Espécies portuguesas com estatuto de protecção, vegetais e animais. Espécies RELAPE. Avaliação de um território. Conceito de habitat e sua importância. Habitats CORINE. Rede Natura 2000. Cartografia de habitats e sistemas de informação geográfica (SIG).
Diversidade populacional, comunitária, paisagística e ecossistémica, mosaismo e gradientes de comunidades. Integração das comunidades animais na matriz de vegetação. Funções e processos ecossistémicos. Funcionamento de ecossistemas actuados pelo Homem. Saúde do ecossistema, indicadores.
Ecologia aplicada à gestão de comunidades e ecossistemas. Níveis de intervenção: protecção, gestão, reabilitação ou recuperação. Integridade biótica e conservação das funções e processos comunitários. Gestão da conectividade entre comunidades e entre ecossistemas. Conservação dentro e fora de áreas protegidas, e em situação de uso múltiplo. Capacidade biogénica do meio, sobre-exploração e extracção sustentável.
Ecotoxicologia na avaliação e gestão de risco ambiental. Critérios da ecotoxicologia na avaliação e gestão de risco da contaminação ambiental para protecção da biodiversidade e dos recursos naturais. Aplicação a casos de estudo em sistemas agro-ambientais e em zonas sensíveis.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Testes curtos para avaliação do progresso do aluno. Trabalho prático de cartografia de habitats. Visita de estudo à Reserva Natural do Paul de Boquilobo. Exame final.
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Ecologia da Paisagem Aplicada (Applied Landscape Ecology)
Código: 1614
Responsável: Francisco Manuel Cardoso de Castro Rego
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 5 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Total: 70 |
O objectivo central é o de que os alunos possam resolver em conjunto situações e questões práticas reais com o recurso aos conceitos e às ferramentas da Ecologia da Paisagem, verificando o interesse e a vantagem da sua utilização.
Nesta disciplina pretende-se que os alunos recorram ao uso de ferramentas informáticas já conhecidas, nomeadamente de Sistemas de Informação Geográfica e de Análise de Padrões.
No início da disciplina são apresentados possíveis casos de aplicação dos conceitos e das ferramentas da Ecologia da Paisagem, sendo seleccionado o caso (ou os casos) que mais interesse tenha(m) suscitado. Em todos os possíveis casos de aplicação incluem-se sempre análises de:
1. Padrões de elementos na paisagem, sejam elementos pontuais, lineares ou manchas, e sua interpretação;
2. Composição e configuração da paisagem em relação com os eu funcionamento;
3. Dinâmica da paisagem e seus processos.
Em cada ano, o caso de estudo a desenvolver pelos alunos poderá variar de acordo com a actualidade e interesse do tema e com a disponibilidade da informação geográfica de base.
Como exemplo, o estudo desenvolvido em 2009-2010 centrou-se numa questão central e num factor importante para a dinâmica da paisagem: o fogo. Respeitando as diversas fases da análise recorre-se à avaliação de:
1. Padrões de distribuição dos pontos de origem de incêndio;
2. Associação entre pontos de origem de incêndio e tipos de uso de solo;
3. Análise das áreas ardidas e suas formas;
4. Associação entre áreas ardidas e tipos de uso de solo (índices de selecção);
5. Dinâmica da paisagem através de matrizes de transição;
6. Matrizes de transição condicional: o fogo como processo e factor de dinâmica da paisagem.
Utilizam-se em todos os casos e de uma forma bastante desenvolvida as ferramentas de informação geográfica, sendo todos os trabalhos desenvolvidos com recurso a software de Informação Geográfica e Análise de Padrões, e sendo as análises quantitativas finais realizadas em Excel (ou software de estatística), garantindo a possibilidade de utilização prática destas ferramentas no futuro profissional dos alunos.
Bibliografia Principal
Os alunos trabalham em equipa analisando cada equipa as mesmas questões em áreas diferentes, ou diferentes questões para a mesma área, com apresentação por cada equipa dos resultados obtidos e com discussão geral em turma para comparação entre os diversos resultados.
A avaliação é feita com base no trabalho, na apresentação e na discussão das equipas. Como previsto no regulamento do ISA os alunos têm direito a exame final, caso em que lhes é apresentado um trabalho individual.
Ecologia de Sistemas Agro-Pecuários (Ecology of Crop Systems)
Código: 1358
Responsável: Pedro Jorge Cravo Aguiar Pinto
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica
Ramos: todos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Agro-Pecuária
Opcional: restantes
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Ajudar a consolidar uma visão global e sistémica da actividade agrícola.
Explicitar os princípios e as técnicas pelos quais a actividade é realizada.
1. Alguns conceitos gerais da análise de sistemas
2. Recursos básicos para o funcionamento de um sistema agrícola
3. O conceito de empresa agrícola
4. Os Recursos genéticos
5. Os Recursos físicos e químicos
6. Ecofisiologia das culturas
7. Planeamento da actividade agrícola – o que e quando produzir?
8. Estudo da tecnologia de produção de algumas culturas
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Exame final escrito (sobre toda a matéria da disciplina);
Realização de trabalhos práticos (exercícios sobre as matérias das aulas práticas).
Ecologia e Gestão de Populações Animais (Ecology and Management of Animal Populations)
Código: 1359
Responsável: Manuela Rodrigues Branco Simões
Outros docentes: Elisabete Tavares Lacerda de Figueiredo Oliveira e José Carlos Franco Santos Silva
Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 14 | Práticas/Laboratoriais : 28 | Outras: 1.5 | Total: 43.5 |
Conhecer os factores que actuam sobre a ecologia das populações.
Compreender os mecanismos da dinâmica das populações.
Saber aplicar modelos determinísticos, estocásticos e de simulação da variação numérica das populações.
Saber interpretar dados de sobrevivência e tabelas de vida.
Compreender a relação entre a dinâmica das populações e as estratégias de gestão incluindo: exploração, conservação e supressão de pragas e exóticas.
Definição e caracterização das populações.
Resposta das populações ao meio ambiente.
Medidas de dimensão populacional. Amostragem de popuklações. Distribuição espacial.
Ciclos de vida. Estrutura etária. Tabelas de vida. Sobrevivência e longevidade. Curvas de sobrevivência. Estimador Kaplan-Meyer e testes de análise de sobrevivência.
Dinâmica das populações. Crescimento independente da densidade. Crescimento dependente da densidade. Variabilidade na dinâmica das populações, introdução de mecanismos estocásticos. Estratégias r e K. Estratégias demográficas.
Modelos incorporando a estrutura etária das populações. Matriz de Leslie.
Regulação das populações. Identificação de factores chave e de factores reguladores.
Relações intra específicas. Comportamento reprodutivo, selecção sexual. Esforço reprodutor e custos de reprodução. Isolamento reprodutivo.
Relações interespecíficas. Competição intra específica. Relações interespecíficas. Competição interespecífica. Coexistência e exclusão. Modelos de competição inter-especifica.
Predação e selectividade de presas. Dieta óptima. Respostas funcionais do predador à densidade da presa. Mecanismos de defesa das presas. Modelos predador-presa.
Parasitoidismo e parasitismo. Interacções parasita-hospedeiro: evolução da resistência e virulência.
Coevolução. Mutualismo.
Aplicações na gestão das populações:
i) Exploração sustentável das populações;
ii) Conservação de populações e metapopulações;
iii) gestão de pragas.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
- Trabalhos realizados nas aulas práticas (5 a 7);
- Apresentação e discussão de um trabalho de revisão bibliográfica;
- Testes globais (2).
Ecologia e Gestão do Fogo (Fire Ecology and Management)
Código: 1360
Responsável: José Miguel Oliveira Cardoso Pereira
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: Gestão Florestal; Gestão de Recursos Naturais
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 35 | Teórico-Práticas: 35 | Outras: 14 | Total: 84 |
Apresentar conceitos fundamentais sobre física, química, meteorologia, ecologia e gestão do fogo, nas plantações florestais e matagais de tipo Mediterrâneo prevalecentes em Portugal.
Introdução ao problema dos fogos florestais em Portugal: estatísticas de ocorrências, áreas ardidas e causas. Distribuição geográfica; Aspectos de física e química da combustão em fogos de vegetação; A vegetação enquanto combustível: principais tipos de combustíveis florestais. Parâmetros estruturais e termodinâmicos dos combustíveis vegetais; Clima, meteorologia e fogo. Principais condições sinópticas associadas à ocorrência de grandes fogos. Índices e sistemas de perigo meteorológico de incêndio: índices europeus e os sistemas americano e canadiano; Comportamento do fogo. Ignição, fogos em regime estacionário e grandes incêndios. Fogos de copas. Fogos dominados pelo vento versus fogos dominados pela coluna de convecção. Modelação do comportamento do fogo: o modelo de Rothermel; Ecologia e efeitos do fogo. O fogo como factor de perturbação dos ecossistemas. Adaptações evolucionárias e sucessão ecológica. Efeitos do fogo sobre a flora, a fauna, os solos e a água; Aspectos de silvicultura de prevenção. Gestão dos povoamentos e planeamento da arborização. Maneio dos combustíveis e organização do espaço florestal.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Exposição oral de síntese de artigo científico
Exame final escrito
Economia Agrícola e Agro-Alimentar (Agricultural and Food Economics)
Código: 1361
Responsável: Raúl da Fonseca Fernandes Jorge
Outros docentes: Filomena Duarte
Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Zootécnica – Produção Animal; Viticultura e Enologia
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Eng. Agronómica; Eng. Zootécnica - PA
Opcional: Viticultura e Enologia
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se que os alunos:
1) identifiquem o problema económico básico da escolha num contexto de escassez e apreendam os conceitos necessários à abordagem deste problema ao nível do sector agrícola e agro-alimentar;
2) compreendam as bases da análise das decisões de produção e de consumo;
3) apreendam a estrutura e comportamento dos mercados agrícolas e agro-alimentares;
4) apliquem os conceitos económicos à análise do sector agrícola e agro-alimentar em Portugal;
5) apreendam os problemas e desafios globais enfrentados pelo sector agrícola e agro-alimentar num mundo em mudança.
1. Conceitos básicos de Economia
1.1. Escassez, custo de oportunidade e escolha
1.2. Questões a que a economia procura responder
1.3. Metodologia da ciência económica
1.4. Falhas de mercado e intervenção pública
2. O sector agrícola e agro-alimentar português
2.1. A agricultura e a indústria agro-alimentar na economia portuguesa
2.2. Estruturas da produção agrícola e da indústria agro-alimentar
2.3. Os factores de produção
2.4. Resultados económicos na agricultura e na indústria agro-alimentar
3. Produção e oferta de produtos agrícolas e agro-alimentares
3.1. A função de produção, produtividades e substituição entre factores
3.2. Custos, rendimento e maximização do lucro
3.3. Oferta de curto e longo prazo
3.4. Especificidades da oferta de produtos agrícolas e agro-alimentares
4. Procura de produtos agrícolas e agro-alimentares
4.1. Utilidade, escolha do consumidor e função procura
4.2. Determinantes da procura e especificidades da procura de bens alimentares
4.3. Evolução recente do consumo alimentar
5. Mercados e preços de produtos agrícolas e agro-alimentares
5.1. Procura, oferta, equilíbrio e instabilidade dos mercados
5.2. O contexto internacional das trocas de produtos agrícolas e a formação de preços em economia aberta
5.3. Estruturas de mercado e fileiras agro-alimentares
6. A agricultura e a alimentação num mundo em mudança
6.1. A economia agrícola e agro-alimentar mundial
6.2. A globalização e os novos desafios à agricultura
6.3. As políticas agrícolas e rurais dos países da OCDE
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A avaliação de conhecimentos assenta, fundamentalmente, em duas componentes:
1. os trabalhos realizados ao longo do semestre e apresentados nas aulas teórico-práticas ou em seminário; e
2. um exame final escrito envolvendo toda a matéria da disciplina
Economia da Bioenergia (Bioenergy Economics)
Código: 1589
Responsável: José Manuel Osório de Barros de Lima e Santos
Outros docentes: Ana Maria Contente de Vinhas Novais e Francisco Ramos Lopes Gomes da Silva
Curso: 2º ciclo – Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais; Engenharia de Sistemas Bioenergéticos
Ramo: Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais – Engenharia dos Produtos Florestais
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 30 | Práticas/Laboratoriais: 40 | Outras: 14 | Total: 84 |
Apreensão de conceitos básicos de economia essenciais na análise económica das bioenergias;
Apreensão de conceitos básicos e operacionais de duas metodologias: a análise custo-benefício (ACB) e a análise multicritério (AMC);
Aquisição de competências de aplicação destas metodologias à avaliação de sistemas produtivos, projectos, programas e medidas de política no domínio das bioenergias.
1. Introdução à economia da bionergia
Escassez, escolha e custo de oportunidade. Equilíbrio de mercado em concorrência perfeita. Óptimo e melhoria de Pareto (MP). Prova de compensação. Falha de mercado e intervenção pública. Análise de custo-benefício (ACB), análise de eficiência de custos (AEC) e análise multicritério (AMC).
2. Análise custo-benefício (ACB) de projectos, programas e medidas de política
Objectivos da ACB. ACB social e análise da rendibilidade privada de um investimento. Principais etapas de uma ACB. Áreas-problema para a ACB. Valoração e métodos de valoração: custo de substituição, função de dose-resposta, custo da viagem, valoração contingente e preços hedónicos. Validade e precisão dos métodos. Transferência de benefícios e meta-análise. O risco e a incerteza na ACB.
3. Biomassa: os panoramas europeu e nacional.
Panorama europeu: aumento da procura de biomassa. Panorama nacional: produção de energia eléctrica. Biomassa florestal residual. Sector florestal e aproveitamento bioenergético. Povoamentos energéticos, florestais e agrícolas.
4. Caso de aplicação da ACB a um projecto bioenergético
Introdução ao caso de estudo. Análise, apresentação e discussão pelos alunos.
5. Análise multicritério de sistemas bioenergéticos.
Objectivos múltiplos. Critérios: atributos, objectivos e metas. Problemas técnicos versus problemas de decisão. Fronteira eficiente e condições do óptimo de Pareto. Principais metodologias de análise da tomada de decisão multicritério. Programação por compromisso.
Bibliografia Principal
Um teste sobre a matéria das aulas teóricas (40%) + duas apresentações dos alunos em seminário, seguidas de discussão (60%)
Economia da Cadeia Alimentar Economia da Cadeia Alimentar (Food Chain Economics)
Código: 1679
Responsável: Manuel Belo Moreira
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Desenvolver o conhecimento das estruturas económicas de produção alimentar, associado às diferentes organizações de venda; os alunos ganharão conhecimentos de gestão industrial e interacção das unidades de produção com a venda, através dos diferentes processos de contratualização. A contratualização dominante obriga a que a produção desenvolva processos de competitivos, baseados na inovação. Os conceitos de competitividade e inovação deverão ser tomados de forma dinâmica e os alunos terão um trabalho de case study.
GPPAA (2001). Panorama da Agricultura 2000, Lisboa.
INE (2006). Estatísticas das empresas 2004, Lisboa.
INE (2003). Estatísticas agro-industriais 1999-2001, Lisboa.
INE (2007). Contas económicas da agricultura 2006, Lisboa.
INE (2007). Estatísticas agrícolas 2006, Lisboa.
INE (2007. Estatísticas da produção industrial2005 Lisboa
A avaliação de Conhecimentos será feita através de EXAME FINAL cujo peso na classificação será de 50%.
A admissão ao Exame Final fica condicionada à entrega de trabalho de grupo e respectiva apresentação de discussão e a, pelo menos, uma apresentação individual, em aula. Os restantes 50% da classificação serão distribuídos com uma ponderação de 60% para o trabalho de grupo e 40% para a apresentação individual.
O docente da cadeira, caso tenha dúvidas sobre a classificação final a atribuir poderá, até à data de lançamento das notas, sujeitar os alunos a provas suplementares de avaliação.
Economia do Ambiente (Environmental Economics)
Código: 1363
Responsável: José Manuel Osório de Barros de Lima e Santos
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: todos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se que os alunos:
- compreendam o problema económico básico da escolha num contexto de escassez;
- apreendam os conceitos básicos necessários à abordagem económica do ambiente e dos recursos naturais;
- adquiram capacidade de aplicação da economia do ambiente à formulação e análise de políticas de controlo da poluição e estratégias de conservação da biodiversidade;
- adquiram capacidade de aplicação critica das técnicas de custo-benefício e valoração económica dos serviços ambientais.
1. Princípios, conceitos e modelos de análise em economia do ambiente.
Economia e ambiente. Causas económicas dos problemas ambientais. Políticas ambientais e sua avaliação económica.
2. Economia da poluição.
Análise económica da poluição. Avaliação de políticas de controlo da poluição.
3. Economia da biodiversidade.
Análise económica da perda de biodiversidade. Avaliação de políticas de conservação.
4. Instrumentos de apoio à decisão em matéria de política e gestão ambiental.
Análise custo-benefício. Valoração económica do ambiente. Valoração de danos num contexto de responsabilidade ambiental. Contas económicas verdes. Análise de eficiência de custos.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A consultar nos sumários de cada aula
- Dois testes a realizar nas aulas (peso 70%);
- Apresentação e discussão de um tema por grupo de alunos, em ambiente de seminário - tema a escolher pelo grupo (peso 30%).
Turma de regime Diurno
SUMÁRIOS
AVALIAÇÃO
Turma de regime Pós-Laboral
SUMÁRIOS
AVALIAÇÃO
Economia do Desenvolvimento (Development Economics)
Código: 1559
Responsável: Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável; Engenharia Agronómica
Ramo: Engenharia Agronómica - Economia Agrária e Gestão do Território
| Ano Curricular: 1º(ATDS)/2º(EAgr) | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável
Opcional: Engenharia Agronómica
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Formar técnicos especializados em Agronomia Tropical, com especial sensibilidade para as questões de desenvolvimento, conhecimentos básicos na área da economia do desenvolvimento, com capacidade para melhor poder conhecer os modelos de desenvolvimento, em especial os aplicáveis às regiões tropicais, e respectivas características e padrões de comportamento dos sistemas económicos nessas regiões. A disciplina oferece preparação para análise, compreensão e capacidade de intervenção no meio tropical, tendo em consideração para além do meio físico e biológico, essencialmente o meio humano das regiões tropicais em países menos desenvolvidos.
Desenvolvimento e Crescimento Económico. Sistemas económicos comparados e caracterização de países menos desenvolvidos/tropicais. Principais modelos de desenvolvimento económico. Principais modelos de desenvolvimento agrícola. Mudança tecnológica e institucional. Transferência de tecnologia. Potencial e limitações para o desenvolvimento de economias em regiões menos desenvolvidas/(tropicais). Assistência Internacional ao desenvolvimento e segurança alimentar. Estudo de casos.
Bibliografia Principal (Bibliografia Referencial)
Bibliografia Complementar
A definir caso a caso, por testes e trabalho de revisão monográfica, com avaliação contínua
Economia e Gestão de Recursos Naturais (Economy and Natural Resources Management)
Código: 1364
Responsável: José Manuel Osório de Barros de Lima e Santos
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Engenharia Agronómica
Ramos: Engenharia Agronómica – Economia Agrária e Gestão do Território
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se que os alunos:
- compreendam o problema económico básico da escolha num contexto de escassez;
- compreendam o problema económico básico da afectação intertemporal de um recurso de tipo stock;
- apreendam os conceitos básicos necessários à abordagem económica dos recursos naturais;
- adquiram as capacidades analíticas necessárias para a formulação e resolução de problemas de gestão óptima de recursos naturais.
1. Princípios, conceitos e modelos de análise em economia dos recursos naturais.
Economia e ambiente. Causas económicas dos problemas ambientais: a falha de mercado. O tempo - eficiência dinâmica e sustentabilidade.
2. Economia e controlo da poluição.
Análise económica da poluição. Avaliação de políticas de controlo da poluição.
3. Economia e gestão de recursos naturais renováveis.
Análise económica e gestão de pesqueiros. Análise económica e gestão de florestas – período óptimo de revolução.
4. Economia e conservação da biodiversidade.
Falha de mercado e perda de biodiversidade. Avaliação de políticas de conservação.
5. Instrumentos de apoio à decisão.
Análise custo-benefício. Valoração económica do ambiente
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A consultar nos sumários de cada aula
- Dois testes a realizar nas aulas (peso 70%);
- Apresentação e discussão de um tema por grupo de alunos, em ambiente de seminário - tema a escolher pelo grupo (peso 30%).
AVALIAÇÃO
Economia e Gestão dos Recursos Naturais em Gestão e Conservação de Recursos Naturais (Economy of Natural Resources Management)
Código: 1364
Responsável: José Manuel Osório de Barros de Lima e Santos
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 14 | Práticas/Laboratoriais: 32 | Outras: 1 | Total: 47 |
Pretende-se que os alunos:
- compreendam o problema económico básico da escolha num contexto de escassez;
- compreendam o problema económico básico da afectação intertemporal de um recurso de tipo stock;
- apreendam os conceitos básicos necessários à abordagem económica dos recursos naturais;
- adquiram as capacidades analíticas necessárias para a formulação e resolução de problemas de gestão óptima de recursos naturais.
1. Princípios, conceitos e modelos de análise em economia dos recursos naturais.
Economia e ambiente. Causas económicas dos problemas ambientais: a falha de mercado. O tempo - eficiência dinâmica e sustentabilidade.
2. Economia e controlo da poluição.
Análise económica da poluição. Avaliação de políticas de controlo da poluição.
3. Economia e gestão de recursos naturais renováveis.
Análise económica e gestão de pesqueiros. Análise económica e gestão de florestas – período óptimo de revolução.
4. Economia e conservação da biodiversidade.
Falha de mercado e perda de biodiversidade. Avaliação de políticas de conservação.
5. Instrumentos de apoio à decisão.
Análise custo-benefício. Valoração económica do ambiente
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A consultar nos sumários de cada aula
- Dois testes a realizar nas aulas (peso 70%);
- Apresentação e discussão de um tema por grupo de alunos, em ambiente de seminário - tema a escolher pelo grupo (peso 30%).
AVALIAÇÃO
Ecoturismo e Valorização de Recursos Naturais (Ecoturism and Valorization of Natural Resources)
Código: 1365
Responsável: Maria João Prudêncio Rafael Canadas
Outros docentes: Ana Maria Contente de Vinhas Novais
Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais – Engenharia dos Produtos Florestais
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teóricas: 14 | Teórico-Práticas: 28 | Práticas-Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Discutir as potencialidades do ecoturismo do ponto de vista da conservação e valorização dos recursos naturais e do desenvolvimento local.
Fornecer as principais noções, conceitos e técnicas necessárias à análise, implementação e gestão de actividades de ecoturismo.
1. Critérios e contexto do ecoturismo
- Emergência do ecoturismo
- Definições e critérios
- Ecoturismo face a outros tipos de turismo
- Tipos de actividades
2. O consumidor de ecoturismo
- Emergência de um novo paradigma ambiental
- Os ecoturistas: critérios sócio-demográficos; motivações e actividades; atitudes e comportamentos; tipologias e estudos de caso
- O mercado do ecoturimo: alguns factos e números.
3. Os espaços do ecoturismo e a conservação da Natureza
- Áreas protegidas públicas e privadas
- Sistema de classificação das áreas protegidas
- Espaços muito modificados: terras agrícolas, espaços urbanos, lixeiras ...
4. O ecoturismo como negócio
- A estrutura e agentes do ecoturismo
- Planeamento e análise económica do negócio
- Controlo de qualidade: códigos de conduta e certificação
5. Impactes ecológicos do ecoturismo
- Impactes positivos e negativos
- Estratégias de gestão de impactes
- Conflito e cooperação entre agentes na gestão dos recursos naturais
6. Impactes sócio-económicos e culturais do ecoturismo
- Impactes positivos e negativos
- ecoturismo de base comunitária
- ecoturismo no contexto do rural europeu
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
1. Avaliação contínua:
a) realização de um ensaio sobre ecoturismo (50%);
b) 2 testes escritos (50%).
2. Exame final
Programa detalhado
Normas de avaliação de conhecimentos
Sumários
Ecoturismo e Valorização de Recursos Naturais em Gestão e Conservação de Recursos Naturais (Ecoturism and Valorization of Natural Resources)
Código: 1365
Responsável: Maria João Prudêncio Rafael Canadas
Outros docentes: Ana Maria Contente de Vinhas Novais
Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 14 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Práticas/Trabalho de Campo: 10 | Outras: 1.5 | Total: 53.5 |
Discutir as potencialidades do ecoturismo do ponto de vista da conservação e valorização dos recursos naturais e do desenvolvimento local.
Fornecer as principais noções, conceitos e técnicas necessárias à análise, implementação e gestão de actividades de ecoturismo.
1. Critérios e contexto do ecoturismo
- Emergência do ecoturismo
- Definições e critérios
- Ecoturismo face a outros tipos de turismo
- Tipos de actividades
2. O consumidor de ecoturismo
- Emergência de um novo paradigma ambiental
- Os ecoturistas: critérios sócio-demográficos; motivações e actividades; atitudes e comportamentos; tipologias e estudos de caso
- O mercado do ecoturimo: alguns factos e números.
3. Os espaços do ecoturismo e a conservação da Natureza
- Áreas protegidas públicas e privadas
- Sistema de classificação das áreas protegidas
- Espaços muito modificados: terras agrícolas, espaços urbanos, lixeiras ...
4. O ecoturismo como negócio
- A estrutura e agentes do ecoturismo
- Planeamento e análise económica do negócio
- Controlo de qualidade: códigos de conduta e certificação
5. Impactes ecológicos do ecoturismo
- Impactes positivos e negativos
- Estratégias de gestão de impactes
- Conflito e cooperação entre agentes na gestão dos recursos naturais
6. Impactes sócio-económicos e culturais do ecoturismo
- Impactes positivos e negativos
- ecoturismo de base comunitária
- ecoturismo no contexto do rural europeu
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
1. Avaliação contínua:
a) realização de um ensaio sobre ecoturismo (50%);
b) 2 testes escritos (50%).
2. Exame final
Programa detalhado
Normas de avaliação de conhecimentos
Sumários
Energias Renováveis (Renewable Energies)
Área Científica:
Coordenador:
Outros docentes:
Precedências:
| Curso: | ECTS: | Ano: |
(a disponibilizar em breve)
Engenharia Aplicada à Arquitectura Paisagista (Engineering Applied to Landscape Architecture)
Código: 1612
Docente Responsável: Pedro Manuel Leão Rodrigues de Sousa
Outros Docentes: José Luís Monteiro Teixeira
Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 70 | Teórico-Práticas: 14 | Total: 84 |
Pretende-se dotar o estudante de Arquitectura Paisagista com os conhecimentos básicos essenciais para que lhe seja possível integrar activamente equipas de projecto multidisciplinares e executar algumas componentes de engenharia em projectos.
1. Fundamentos de hidráulica: hidrostática, hidrodinâmica, escoamentos sob pressão, bombas e estações de bombagem. Escoamentos em superfície livre (canais). Escoamentos através de orifícios e descarregadores.
2. Relações Solo-Planta-Atmosfera. A água no solo. Principais conceitos. Capacidade de campo, coeficiente de emurchecimento, capacidade utilizável do solo. Uso da água pelas plantas. Noção de evapotranspiração. Evapotranspiração de Referência, Cultural, Real, Actual e Máxima. Dotação de rega. Dotações útil e real. Noção de eficiência. Balanço hídrico do solo. Método da FAO. Exercício de aplicação em Excel. Modelos de simulação. Utilização do modelo ISAREG. Estratégias de gestão da rega. Métodos de condução da rega baseados no controlo de humidade do solo, no estado hídrico da planta, na informação meteorológica e modelos de simulação baseados no balanço hídrico do solo.
3. Projecto em rega e drenagem.
Sistemas de rega. Classificação dos sistemas de rega. Noções de eficiência de aplicação e de uniformidade de distribuição.
Sistemas de rega por aspersão: elementos constitutivos, tipos de instalações e projecto.
Sistemas de rega localizada: equipamentos constituintes, tipos de instalações e projecto.
Filtragem, fertirrega, dispositivos de medida, automatismos e elementos de segurança.
Breves princípios de drenagem. Drenagem superficial e sub-superficial. Projecto de uma rede de drenagem.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Incide na realização de dois testes, no final dos módulos 1 e 3, com pesos iguais de 40 %, e da realização em grupo de um projecto de rega, com um peso de 20 %.
Engenharia da Água em Zonas Rurais (Water Engineering in Rural Areas)
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Código: 1367
Responsável: Maria do Rosário da Conceição Cameira
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Preparar os alunos na resolução de alguns problemas de Hidráulica nomeadamente em bacias de dissipação, adução, redes de distribuição de água a aglomerados populacionais e redes de esgotos.
Escoamento em superfície livre
Escoamento gradualmente variado: regolfo; Escoamento rapidamente variado: ressalto hidráulico; Aplicação: Bacias de dissipação de energia
Estruturas de medição hidráulica
Orifícios; Descarregadores: de soleira delgada, de soleira espessa
Sistemas de abastecimento de água
Conceitos fundamentais; Obras de captação e adução; Instalações elevatórias; Reservatórios; Redes gerais de distribuição de água;
Sistemas de águas residuais
Conceitos; Concepção e dimensionamento de redes gerais de drenagem de águas residuais; Órgãos das redes gerais de drenagem; Instalações elevatórias;
Barragens e obras hidráulicas anexas
Principais tipos, condicionamentos, constituição e disposição geral. Solicitações. Disposições construtivas, problemas de dimensionamento hidráulico e estrutural; Barragens de gravidade sobre fundações indeformáveis; Descarregadores de cheias;Estruturas de dissipação de energia; Descargas de fundo e evacuador de cheias (condutas de desvio e aquedutos); Equipamentos hidromecânicos (comportas, válvulas, ensecadeiras e grades).
Aspectos hidráulicos de uma ETAR
Frequência: (à excepção dos Estudantes Trabalhadores): presença em 75 % das aulas TP
Avaliação: a) Avaliação contínua ou b) Exame final
a) 2 testes ao longo do semestre. Cada teste é composto por uma parte teórica (6 valores) e por uma parte prática (14 valores). Nota mínima requerida em cada teste: 8 valores (2 na teórica e 3 na prática). A nota final da avaliação contínua corresponderá à média dos dois testes. b) para alunos que não tenha realizado a) ou não tenham obtido a nota mínima. O exame final realizado sem consulta e com duração de 2.5 h. Será composto por uma parte teórica (6 valores) e por uma parte prática (14 valores).
A nota final da Unidade Curricular será dada pela média ponderada da avaliação contínua ou da nota do exame (65 %), com a classificação obtida nos trabalhos efectuados durante o semestre (35%).
O aluno obterá aprovação à UC se a nota final for igual ou superior a 10 valores.
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Engenharia dos Produtos Florestais I (Forest Products Engineering I)
Código: 1368
Responsável: Maria de Fátima Cerveira Tavares
Outros docentes: José Afonso Rodrigues Graça
Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: Gestão Florestal; Engenharia dos Produtos Florestais
| Ano Curricular: 1º (EPF) / 2º (GF) | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória Engenharia dos Produtos Florestais
Opcional Gestão Florestal
| Teóricas: 35 | Práticas/Laboratoriais: 35 | Outras: 14 | Total: 84 |
Dar a conhecer os sectores industriais de transformação de produtos florestais para madeira maciça e painéis compósitos, incluindo características da matéria-prima, processos e qualidade dos produtos. Módulos: Primeira transformação; Secagem de madeira; Compósitos de madeira; Preservação e outros tratamentos da madeira.
Primeira transformação: Qualidade do tronco como matéria prima industrial: variabilidade e defeitos Transformação industrial para madeira maciça. Serragem: tipos de máquinas e métodos de corte. Optimização da conversão. Classificação de madeiras serradas
Secagem de madeira: Humidade e variações dimensionais Movimento de água na madeira. Secagem natural e secagem em estufa; Tipos de secadores, estádios de secagem e tabelas de secagem. Tensões e defeitos de secagem
Compósitos de madeira: Trituração e desfibração. Características químicas e físicas de adesivos de madeira. Aglomerados de partículas. Aglomerados de fibras. Folheados e contraplacados. Lamelados colados. Outros compósitos.
Preservação e outros tratamentos da madeira: Factores de alteração da madeira. Processos de degradação, protecção e preservação da madeira. Tratamentos para melhoramento tecnológico da madeira. Reciclabilidade de produtos florestais
Bibliografia Principal
Avaliação contínua: mini testes (10% da nota total); relatório de trabalho de grupo (20% da nota final, nota mínima 9,5); e exame final (nota mínima 9,5; 70% da nota final)
Nota final: média ponderada dos 4 módulos igual ou superior a 9,5 valores; classificação mínima de cada modulo 8,0 valores
Exame final: nota mínima 9,5 valores
Nota final: média aritmética dos 4 módulos
Engenharia dos Produtos Florestais II (Forest Products Engineering II)
Código: 1369
Responsável: Helena Margarida Nunes Pereira
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: Engenharia dos Produtos Florestais
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 35 | Práticas/Laboratoriais: 35 | Outras: 14 | Total: 84 |
Dar a conhecer os processos de transformação industrial de produtos florestais do sector da pasta para papel e papel e da indústria da cortiça, incluindo a resina e óleos essenciais.
Módulos: Produção de pasta para papel; Indústria da cortiça; Indústria de resina, óleos essenciais e outros produtos químicos.
Produção de pasta para papel: Caracterização da matéria prima para fins papeleiros. Preparação de matéria prima. Tipos de processos de produção de pasta. Recuperação de licores. Aspectos ambientais. Branqueamento de pastas. Propriedades das pastas. Produção de papel e cartão. Reciclagem de papel
Indústria da cortiça: Preparação de pranchas de cortiça. Variabilidade e qualidade industrial da cortiça. Produção de rolhas e discos de cortiça natural. Trituração e produção de aglomerados. Rolhas técnicas. Aglomerados negros de cortiça. Compósitos de cortiça e borracha. Mercados
Indústria de resina, óleos essenciais e outros produtos químicos: Resinagem. Composição química e propriedades da resina. Indústria da resina. Métodos de extracção de óleos essenciais de produtos florestais. Extracção de taninos. Produção de látex e indústria da borracha
Bibliografia Principal
Avaliação contínua: 2 testes (80% da nota final; média dos 2 testes igual ou superior a 9,5 valores; classificação mínima de cada teste 8,0 valores) e relatório do trabalho (20% da nota final; nota mínima 9,5).
Avaliação por exame: Exame (nota mínima 9,5; 80% da nota final) e relatório do trabalho (nota mínima 9,5; 20% da nota final)
Engenharia e Tecnologia Agrícolas (Engineering and Agricultural Technology)
Código: 1370
Responsável: Olívio Godinho Patrício
Outros docentes: Pedro Manuel Leão Rodrigues de Sousa e Luís Manuel Bignolas Mira da Silva
Curso: 2º ciclo - Engenharia Agronómica
Ramo: Agro-Pecuária; Engenharia Rural; Hortofruticultura e Viticultura
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Agro-Pecuária; Engenharia Rural
Opcional: Horticultura e Viticultura
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
- Proporcionar conhecimentos sobre os princípios de funcionamento, as características e o desempenho das máquinas e dos equipamentos agrícolas;
- Dotar os estudantes com os conhecimentos básicos de automatização dos sistemas agrícolas e de rega, que lhes permitam dimensionar e utilizar as distintas componentes de um sistema automático;
- Habilitar os alunos com as competências necessárias para supervisionarem o funcionamento e a manutenção desses equipamentos;
- Capacitar os alunos para a utilização racional das energias convencionais e renováveis
Módulo 1 – Eficiência energética e energias renováveis
Introdução; Fontes de energia, conversões de energia; Energia solar térmica; Energia solar fotovoltaica; Energia solar passiva; Energia eólica; Sistemas híbridos; Energia geotérmica de baixa entalpia; Mini-hídricas; Energia da biomassa; Biocombustíveis; Desenvolvimento de técnicas, estratégias e comportamentos visando o aumento da eficiência energética e a diminuição da intensidade energética.
Módulo 2 - Mecânica e Mecanismos Agrícolas
Tractor agrícola, principais órgãos componentes do tractor; Motores térmicos de combustão interna; Sistemas óleo-hidráulicos dos tractores e máquinas agrícolas; Transmissões mecânicas. Amplificadores de tracção e caixas de velocidades ´´Power-Shift´´; Teoria da tracção; Interpretação e análise dos boletins de ensaio dos tractores agrícolas; Utilização e desempenho dos tractores, grandezas mecânicas; Elementos de prevenção e segurança com o tractor agrícola.
Módulo 3 – Automatização dos sistemas agrícolas e de rega
Considerações gerais sobre a mecanização e automatização dos sistemas agrícolas; Sistemas de controlo. Temporizadores e programadores. Protecção e alarme; Automatização dos sistemas de rega; Níveis de automatização. Programadores de baixa, média e alta capacidade; Válvulas, contadores, manómetros e transdutores; Automatização das estações de bombagem; Automatização das operações associadas à rega sob pressão; Filtragem. Fertirrega.
Módulo 4 - Agricultura de precisão
Agricultura de Precisão (AP): conceitos gerais; Teoria, tecnologia e uso de GPS (Global Positioning System); Amostragem de solos em AP; Mapeamento de produtividade / qualidade; Sistemas de Informação Geográfica e análise da variabilidade espacial; Controlo de taxa variável de aplicação; AP aplicada a sistemas de rega; Sistemas de Apoio à Decisão em AP.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
– A classificação dos módulos 1 e 2 é obtida através da média ponderada, 60% para o teste escrito, 40% para o trabalho.
– A classificação do módulo 3 é obtida na prova de teste escrito.
– A classificação do módulo 4 é a nota obtida no trabalho.
– A classificação final da disciplina é a média aritmética das classificações obtidas nos quatro módulos.
– Os alunos obtêm aprovação com classificação final na disciplina igual ou superior a 10 valores, e uma nota mínima de 10 valores nos 4 módulos.
Engenharia Enológica (Enological Engineering)
Código: 1571
Responsável: Olga Maria Carrasqueira Laureano
Outros docentes: Elizabeth da Costa Neves Fernandes d'Almeida Duarte e Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Compreensão dos princípios que regem as principais operações unitárias utilizadas na indústria vinícola. Projecto de adega e respectiva gestão ambiental.
Balanços de Massa e Energia
Operações Unitárias ( prensagem, filtração…) e Ciclo Frigorífico
Gestão da Água e Tratamento de Efluentes
Projecto de Adega
Bibliografia Principal
Exame escrito e discussão de um ante-projecto de adega.
Entomologia Aplicada (Applied Entomology)
Código: 1371
Responsável:Elisabete Tavares Lacerda de Figueiredo Oliveira
Outros docentes: José Carlos Franco Santos Silva e convidados
Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica
Ramo: Protecção de Plantas
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Engenharia Agronómica
Opcional: Engenharia Alimentar
| Teóricas: 42 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecimentos teórico-práticos sobre: estrutura, funcionamento, reprodução e desenvolvimento dos insectos; sistemas de classificação e identificação de insectos, dando especial relevo às ordens e famílias de importância agrícola
Conhecimentos básicos sobre: aspectos gerais de ecologia dos insectos; demografia e dinâmica das populações de insectos; relações interespecíficas; factores ecológicos que estão na origem do estatuto de praga assumido por alguns insectos nos ecossistemas agrários
Síntese sobre os principais aspectos de morfologia externa e interna e de desenvolvimento de insectos.
Amostragem de populações de insectos e ácaros: métodos, técnicas e dispositivos de amostragem; estimativas de abundância populacional.
Identificação e biologia de pragas e auxiliares por grupos taxinómicos: Insectos: Orthoptera (e.g. gafanhotos), Hemiptera (e.g. cochonilhas, afídeos, mosquinhas brancas), Thysanoptera (e.g. tripes), Neuroptera (e.g. crisopas), Coleoptera (e.g. alfinetes, álticas, escaravelhos, coccinelídeos, carabídeos); Diptera (e.g. tefritídeos, agromizídeos, sirfídeos, cecidomídeos), Lepidoptera (e.g. tortricídeos, noctuídeos), Hymenoptera (e.g. vespas, abelhas, formigas, himenópteros parasitóides); Ácaros: Tarsonemidae, Tetranychidae, Tenuipalpidae, Eriophyidae, Phytoseiidae.
Relações tritróficas: relações insecto/ácaro-planta (e.g. fitofagia, transmissão de fitopatogénios, polinização), relações insecto/ácaro-insecto/ácaro (e.g. predação, parasitoidismo), insecto/ácaro-microrganismo (e.g. patogénese, simbiose).
Dinâmica das populações de insectos e ácaros: conceito de população, características gerais de uma população, padrões de distribuição espacial, modelos de crescimento populacional, factores de regulação de populações, estudo de casos.
Projecto: elaboração de uma colecção de insectos
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
I. Obtenção de frequência: elaboração do caderno da disciplina
II. Modalidade de avaliação:
a) Avaliação contínua
Constituída por quatro componentes:
1.Minitestes: 10%
2. 2 Testes teóricos (35%);
3. Prova oral prática (25%)
4. Projecto (grupo): colecção de insectos (25%)
5. Caderno da UC: pretende-se que os alunos preparem um caderno da UC, onde registem todas as anotações referentes aos trabalhos realizados nas aulas práticas, bem como os apontamentos das aulas teóricas e outros elementos de estudo coligidos ao longo do semestre. Os alunos são incentivados a, sempre que possível, ilustrar com desenhos os trabalhos realizados. Os cadernos deverão ser entregues no final do semestre. A classificação terá em conta a apresentação, o nível de cobertura do programa, a clareza e qualidade global. O caderno reflectirá o tempo e o cuidado investidos na disciplina (5%)
b) Exame final - Prova teórico-prática, obrigatória para alunos que tiverem obtido frequência e classificação inferior a 10 na avaliação contínua; os alunos que estiverem dispensados poderão, igualmente, efectuar o exame, para efeito de melhoria da classificação obtida na avaliação contínua.
III. Aprovação: Serão dispensados do exame final os alunos que obtenham, classificação final mínima de 10 valores na avaliação contínua, sendo obrigatório ter nota mínima de 10 valores nas componentes testes e prova oral. No caso dos alunos que forem a exame, a classificação final será obtida por média aritmética entre as classificações do exame e da avaliação contínua.
Estágio Profissionalizante e Visita de Estudo (Winery Training (internship))
Código: 1681
Responsável: Jorge Manuel Rodrigues Ricardo da Silva
Outros docentes: Jorge Queiroz (UP), Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira e Rogério Albino Neves de Castro
Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
Precedências: Microbiologia Enológica; Vinificação; Viticultura
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 3 | Obrigatória |
| Outras: 42 | Total: 42 |
Contacto do estudante com a realidade prática de uma empresa de vinhos, num dos períodos mais absorventes: a vindima. Participação desde o controlo da maturação da uva até ao fim das fermentações/1ª trasfega de vinho.
Visita de estudo de uma semana a vinhas e adegas das principais regiões vitivinícolas portuguesas
Acompanhamento da maturação da uva; Decisão do momento de vindima;
Definição do conceito associado à produção de um determinado estilo de vinho, Higienização da adega e preparação do equipamento; Decisão das correcções e operações pré-fermentativas; triagem, esmagamento, desengace, esgotamento; prensagem; Defecação de mostos brancos e rosados ; Processo fermentativo;aplicação de fermentos; Maceração/remontagens, controlo da temperatura de fermentação; Decisão sobre a Fermentação Maloláctica; Sangria e desencuba; Acompanhamento do vinho até ao fim da fermentação/1ª trasfega.
- Cálculo de rendimentos, custos de produção e subprodutos.
Visita de estudo integrada às vinhas e adegas das principais regiões Vitivinícolas portuguesas
Bibliografia Principal
Relatório escrito do estágio de vindima/adega na empresa, com apresentação oral e discussão. Relatório escrito da visita de estudo
Estatística Aplicada ao Ambiente (Applied Environmental Statistics)
Código: 1683
Responsável: Maria João Teixeira Martins
Outros docentes: Jorge Filipe Campinos Landerset Cadima
Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
Ramo: todos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 35 | Práticas/Laboratoriais: 35 | Outras: 14 | Total: 84 |
Complementar a formação básica em estatística. Pretende-se que os alunos adquiram formação teórica e aplicada em metodologias adequadas ao tratamento de dados ambientais como regressão, análise de variância, análise de dados temporais e espaciais. As aplicações serão realizadas com recurso a software estatístico.
1 - Modelo Linear
Objectivos
Regressão Linear Simples e Múltipla
Conceitos de delineamento experimental
Análise de variância de efeitos fixos: os modelos a um e a vários factores
2 - Séries Temporais
Objectivos
Análise exploratória de dados temporais
Alguns modelos estocásticos: ajustamento e previsão
3 - Geoestatística
Introdução
Modelação da continuidade espacial
Introdução à estimação geoestatística
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Testes e exames.
Estatística e Delineamento (Statistics and Experimental Design)
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Código: 1374
Responsável: Jorge Filipe Campinos Landerset Cadima
Outros docentes: Fernanda Maria dos Reis Torroaes Valente
Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais; Engenharia Zootécnica – Produção Animal; Viticultura e Enologia
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 35 | Práticas/Laboratoriais: 35 | Outras: 14 | Total: 84 |
Esta disciplina visa complementar a formação básica dos alunos em Estatística, desenvolvendo em particular o estudo do Modelo Linear (Regressão Linear e Análises de Variância e Covariância), bem como os métodos não-paramétricos fundamentais. Pretende-se que os alunos adquiram formação tanto teórica como aplicada nas várias matérias. As aplicações serão com recurso a software estatístico.
O Modelo Linear: O Modelo Linear como visão integrada das Regressões Lineares, Análises de Variância e Covariância. A Regressão Linear Simples e Múltipla como técnica descritiva e como técnica inferencial; variantes da regressão linear. Conceitos de delineamento experimental. Análises de Variância de efeitos fixos: os modelos a um e a vários factores, sem e com interacções; modelos com hierarquização de factores. A comparação de regressões lineares como exemplo de Análise de Covariância.
Métodos não paramétricos: testes não-paramétricos baseados numa amostra, em duas amostras (independentes ou emparelhadas) e versões não-paramétricas da ANOVA.
Bibliografia Principal
Exame final
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Estatística Multivariada (Multivariate Statistics)
Código: 1375
Responsável: Jorge Filipe Campinos Landerset Cadima
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas
| Ano Curricular: 1º/2º | Semestral: 2º/1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Formação de base em métodos multivariados de análise de dados e estatística
Ferramentas básicas em Álgebra Linear e Teoria de Matrizes e alguns resultados distribucionais.
Técnicas Descritivas: Análise em Componentes Principais, Análise Discriminante Linear, Análise Classificatória, Análise de Correlações Canónicas, Análise Factorial de Correspondências.
Testes e inferência Multivariada : Inferência sobre o vector médio e a matriz de covariâncias de populações Multinormais. Análises de Variância Múltiplas (MANOVA)
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Exame
Estatística, Informática e Modelação (Statistics, Computing and Modelling)
Código: 1557
Responsável: Maria Manuela Costa Neves Figueiredo
Outros docentes: Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho
Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Esta disciplina, integrando-se na formação superior oferecida no ISA na área da Estatística e Delineamento, procurará complementar a formação dos formandos com aplicações específicas ao tratamento de dados, à modelação em gestão e à econometria, com aplicações ao estudo de casos em meio tropical. Procura preparar os técnicos para a melhor utilização da informação disponível e para o tratamento de dados, delineamento experimental e modelação de sistemas.
Esta disciplina segue a orientação oferecida na disciplina de Estatística e Delineamento oferecida no 2º ciclo de Engenharia Agronómica, programa disponível no 2º Ciclo de Engenharia Agronómica. Deverá oferecer formação complementar e especifica em estatística descritiva e em econometria, na modelação de sistemas e construção de exemplos de aplicação no estudo de casos e em exemplos de aplicação em processos de investigação em meio tropical.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Testes de avaliação e trabalho prático de aplicação.
Estatísticas Ordinais e Estatísticas de Extremos (Order Statistics and Statistics of Extremes)
Código: 1684
Responsável: Ana Maria Santos Ferreira Gorjão Henriques
Outros docentes: Maria João Teixeira Martins
Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas
| Ano Curricular: 1º/2º | Semestral: 2º/1º | ECTS: 3 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 35 | Outras: 7 | Total: 42 |
Adquirir conhecimentos básicos da Teoria das Estatísticas Ordinais e Teoria de Valores Extremos. Para além do próprio interesse da teoria, desta devem-se estabelecer as bases para a sua aplicação.
Capacidade em aplicar os conceitos adquiridos.
I. Estatísticas Ordinais:
I.1 Teoria distribucional exacta e Propriedades
I.2 Teoria distribucional assimptótica com especial ênfase para as Estatísticas Ordinais Extremais
II. Estatística de Extremos:
II.1 Caso Univariado: Distirbuições de valores extremos e Pareto, Método dos máximos anuais e Método POT, Estimação
II.2 Caso Multivariado: Distirbuições de valores extremos e outros modelos multivariados, Estimação
II.3 Sucessões Dependentes
III. Aplicações com software apropriado
Bibliografia Principal
Exame ou Trabalho
Estética e Ética da Paisagem (Aesthetics and Ethics of Landscape)
Código: 1623
Responsável: Maria Cristina da Fonseca Ataíde Castel-Branco
Outros docentes: Adriana Conceição Guimarães Veríssimo Serrão
Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 4 | Obrigatória |
| Teóricas: 56 | Total: 56 |
Compreender a Paisagem enquanto problema teórico. Conhecer as principais doutrinas e orientações contemporâneas. Saber identificar os grandes debates sobre estética e ética da Paisagem.
I. O conceito de Paisagem. Origens da realidade "paisagem"; a sua especificidade relativamente à Natureza (totalidade natural) e à singularidade das coisas (naturais). A compreensão integrada da paisagem a partir da diversidade de definições, sentidos e abordagens possíveis.
II. Estéticas da Paisagem. Concepções objectivistas e subjectivistas da beleza. Categorias clássicas: o belo e o sublime. Evolução histórica dos valores estéticos, com particular incidência na relação entre belo natural e belo artístico. Ambiente, território e paisagem.
III. A articulação entre estética e ética da Paisagem no contexto da actual crise da Natureza. Orientações da Ética ambiental: a paisagem no contexto de uma natureza em crise. A questão dos "direitos da natureza" e a(s) resposta(s) à pergunta: como devemos agir? O debate entre "ecocentrismo" e biocentrismo"; Ética da Terra, Deep Ecology, Ética Animal e Ética da vida.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Uma apresentação na aula e uma prova escrita.
Para alunos não presenciais: uma prova escrita e uma prova oral.
Estratégias de Protecção Integrada (Integrated Pest Management)
Código: 1377
Responsável: António Maria Marques Mexia
Outros docentes: Elisabete Tavares Lacerda de Figueiredo Oliveira, José Carlos Franco Santos Silva e Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira
Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Arquitectura Paisagista
Ramo: Engenharia Agronómica (Protecção de Plantas)
| Ano Curricular: 2º (EA); 1º (AP) | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Engenharia Agronómica
Opcional: Arquitectura Paisagista
| Teóricas: 35 | Teórico-Práticas: 35 | Outras: 14 | Total: 84 |
Desenvolver competências que permitam com base no conhecimento dos sistemas culturais delinear as estratégias mais adequadas de protecção integrada, integrando os conhecimentos adquiridos ao longo do curso.
1. Estimativa do risco: determinação dos períodos de risco, intensidades de ataque, factores de ponderação da nocividade;
2. Modelos de tomada de decisão: nível prejudicial de ataque e nível económico de ataque; outros modelos (e.g., modelos analíticos, modelos de simulação, modelos de previsão, sistemas periciais);
3. selecção dos meios de protecção das culturas: meios preventivos e curativos; meios de protecção química, biológica, biotécnica, genética, cultural, física; avanços tecnológicos; tipos de estratégias, níveis de integração; estudo de casos (ex. luta microbiológica, luta biológica contra infestantes, infraestruturas ecológicas, patogénios do solo);
4. Regulamentação e certificação: legislação, regras de protecção e produção integradas, sistemas de certificação e entidades envolvidas;
5. Projecto de Protecção Integrada aplicado a diferentes ecossistemas agrários; seminários.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
I. Obtenção de frequência: presença a 75 % das aulas
II. Modalidades de avaliação
a. Avaliação contínua – constituída por quatro componentes
Teste (50%): teórico-prático sobre toda a matéria a realizar no final do semestre;
Projecto (25%) a realizar em grupo, que deverá ser entregue até ao fim do semestre
Seminário (20%) apresentação oral do projecto
Participação nas aulas (5%)
b. Exame Final – prova teórico-prática, à qual terão acesso todos os alunos que tiverem obtido frequência
III Aprovação: Serão aprovados os alunos que obtenham, classificação final mínima de 10 valores. É obrigatório ter nota mínima de 10 valores na componente teste
Fenómenos de Transferência de Massa e Energia (Mass and Energy Transport Phenomena)
Código: 1686
Responsável: Helena Margarida Nunes Pereira
Outros docentes: Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
Curso: 2º ciclo – Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais; Engenharia de Sistemas Bioenergéticos
Ramo: Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais – Engenharia dos Produtos Florestais
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Optativa |
| Teórico-Práticas: 56 | Práticas/Laboratoriais: 14 | Outras: 14 | Total: 84 |
Compreensão dos conceitos básicos dos fenómenos de transferência de massa e de energia, e sua aplicação a casos concretos da engenharia alimentar.
Balanços de massas em processos sem e com reacção química. Introdução ao conceito geral de transferência: leis fundamentais. Transferência de massa em estado estacionário por difusão: difusão nas fases gasosa, líquida e em sólidos. Transferência de massa através de uma fronteira de fase com reacção química ou bioquímica; transferência de massa em reactores biológicos (em fermentações e em sistemas com biocatalisadores imobilizados). Compreensão do conceito de equilíbrio entre fases e sua aplicação a operações de extracção.
Transferência de calor: princípios da transferência de calor em estado estacionário; mecanismos de transferência de calor (condução, convecção natural e forçada e radiação). Transferência de calor em estado não estacionário: condução em estado não estacionário através de corpos de diferentes geometrias; aquecimento e arrefecimento de materiais biológicos. Balanços de energia aplicados a fluxogramas industriais.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Dois testes ou exame final (80% da nota final) e Relatório de Trabalho Laboratorial (20% da nota final). Para obter aprovação na disciplina é necessária a nota mínima de 9,5 valores tanto no exame como no trabalho laboratorial.
Fertilizantes e Técnicas de Fertilização ( Fertilizers and Fertilizing Techniques)
Código: 1379
Responsável: Ernesto José de Melo Pestana de Vasconcelos
Outros docentes: Henrique Manuel Filipe Ribeiro e Francisco Cardoso Pinto
Curso: 2º ciclo - Engenharia Agronómica
Ramo: Agro-Pecuária; Engenharia Rural; Hortofruticultura e Viticultura
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teóricas: 38 | Práticas/Laboratoriais: 32 | Outras: 14 | Total: 84 |
Informar e esclarecer os alunos sob o ponto de vista teórico-prático:
- Novos fertilizantes
- Uso eficiente dos nutrientes dos adubos
- Melhor forma de utilizar sub-produtos das industrias agrícolas, alimentares e florestall na agricultura. - Compostados de resíduos sólidos urbanos e lamas de ETAR.
- Caracterização e utilização de substratos para culturas sem solo.
- Novas técnicas de fertilização
Formação em termos analíticos em assuntos relacionados com a disciplina. Aptidão para trabalharem com a fertilização de culturas intensivas e preparação de soluções nutritivas.
Teórica
As matérias fertilizantes e o uso eficiente dos nutrientes
Classificação das matérias fertilizantes . Revisão dos adubos convencionais
Utilização de técnicas que conduzem a um melhor coeficiente de utilização dos nutrientes
Adubos especiais,
Adubos estabilizados , adubos de libertação lenta e controlada de nutrientes
Utilização e valorização de resíduos como fertilizante provenientes das explorações pecuárias, das indústrias agrícolas e alimentares e da indústria florestal.
Compostados de RSU e lamas de tratamento de ETAR’S
Substratos para cultivo sem solo e fertirrega
Fertirrega e técnicas de cultura sem solo
Prática
Qualidade de uma água para rega e fertirrega
Análise de produtos vegetais, determinação de nitratos em produtos frescos
Análise de um correctivo orgânico
Formulação de soluções nutritivas
Esquema de fertilização de culturas intensivas
Visitas de estudo a explorações agrícolas e fábrica de adubo
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
- Apresentação de um trabalho final por um grupo de dois alunos dactilografado com o máximo de 20 páginas (letra tamanho 12 e a um espaço) TF
- Elaboração por cada tema de aula prática de um relatório de grupo Rn
- Teste escrito sobre toda a matéria abordada TE
NF =TF x 0,30 + [(R1 +R2 + ... + Rn)/n] x 0,3 + TE x 0,40
NF – nota final
Aula 1 - Teórica
Aula 1 - Prática
Aula 2 - Teórica
Aula 2 - Prática
Aula 3 - Teórica
Aula 3 - Prática
Aula 4 - Teórica
Aula 4 - Prática
Aula 5 - Teórica
Aula 5 - Prática
Aula 6 - Teórica
Aula 6 - Prática
Aula 7 - Teórica
Aula 7 - Prática
Aula 8 - Teórica
Aula 8 - Prática
Aula 9 - Teórica
Aula 9 - Prática
Aula 10 - Teórica
Aula 10 - Prática
Aula 11 - Teórica
AVISOS
Início das aulas
Fruticultura (Fruticulture)
Código: 1382
Responsável: Cristina Maria Moniz Simões Oliveira
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar
Ramo: Engenharia Agronómica – todos; Engenharia Alimentar – Processamento de Alimentos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 |
Obrigatória Eng. Agronómica - Hortofruticultura e Viticultura
Opcional restantes
| Teóricas: 56 | Práticas/Laboratoriais: 14 | Outras: 14 | Total: 84 |
Assegurar a aprendizagem dos conhecimentos que fundamentam as tecnologias de produção sustentável e de pós-colheita de frutos, considerando:
- A fisiologia das árvores de fruto e a sua interacção com o meio;
- As características particulares das diferentes espécies;
- A utilização de tecnologias e as inovações em pomares competitivos.
Dado o carácter perene das árvores de fruto, espera-se que os alunos adquiram capacidade de análise da complexidade das decisões quer ao nível dos recursos, quer das tecnologias utilizadas e suas implicações económicas.
Módulo A – Temas comuns a várias espécies
- Ecofisiologia e regularização do crescimento, do desenvolvimento e da produção
- Floração, vingamento e crescimento dos frutos
- Produção Integrada de fruteiras (rega, fertilização, o controlo de pragas doenças e infestantes)
- Viveiros, propagação e porta-enxertos
- Estabelecimento ou renovação de pomares (doenças de replantação)
- Bioreguladores em fruticultura
- Princípios e técnicas pós-colheita
- Qualidade e valor nutricional dos frutos
- Biotecnologia e melhoramento em fruticultura
Módulo B - Exigências edafo-climáticas, factores condicionantes da produtividade, a obtenção de plantas, sistemas de condução e técnicas pós-colheita das seguintes espécies:
- Pomóideas (pereira e macieira)
- Prunóideas (ameixeira, cerejeira, pessegueiro, damasqueiro)
- Citrinos, Oliveira
- Frutos secos (amendoeira, castanheiro, aveleira e nogueira)
- Pequenos frutos (amoras, framboesas, mirtilos e morangos)
- Kiwi, Figueira
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Dois trabalhos escritos (40%) e um Exame final escrito (60%).
As aulas práticas e as visitas de estudo têm carácter obrigatório.
1ª aula - 16 Fev. 2012
Poda da colecção das pereiras
Apresentação da disciplina, programa e bibliografia, revistas
A avaliação da UC . Distribuição dos temas do 1º Trabalho.
2ª aula - 1 Março 2012
Poda e colheita de citrinos
Intercepção da luz, fotossíntese e produtividade dos pomares
Os estados fenológicos e dos hábitos de frutificação – a escala BBCH
A cultura do kiwi
TÓPICO: KIWI
3ª aula - 8 Março 2012
TÓPICO: CITRINOS
4ª aula - 15 Março 2012
Apresentação dos trabalhos
5ª aula - 22 Março 2012
Visita de estudo a Santarém
6ª aula - 29 Março 2012
Apresentação dos trabalhos
A cultura da oliveira
TÓPICO: OLIVEIRA
7ª aula - 12 Abril 2012
1º Teste
A cultura da pereira
8ª aula - 19 Abril 2012
Visita de estudo aos campos experimentais de Alcobaça
9ª aula - 26 Abril 2012
Monda de Frutos
Reguladores de crescimento
A cultura da macieira
10ª aula - 3 Maio 2012
Melhoramento de fruteiras
Tecnologia pós-colheita de pomóideas
11ª aula - 10 Maio 2012
Visita de estudo a Borba
12ª aula - 17 Maio 2012
A cultura de prunóideas
PRUNÓIDEAS
13ª aula - 24 Maio 2012
Frutos secos
Fundamentos da Viticultura (Fundamentals of Viticulture)
Para consultar a página da UC, clique aqui.
Código: 1576
Responsável: Carlos Manuel Antunes Lopes
Outros docentes: Manuel Armando Valeriano Madeira e Pedro Clímaco (INRB-EVN)
Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teóricas: 42 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Ensinar os fundamentos científicos e tecnológicos subjacentes à Viticultura e promover o desenvolvimento das competências básicas que permitam a aplicação desses princípios nas diversas áreas da fileira vitivinícola.as.
1. História e evolução da viticultura mundial;
2. Biologia da videira;
3. Ecologia da videira;
4. Sistemática da videira. Porta-enxertos e castas;
5. Produção de plantas de videira;
6. Poda de Inverno.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação através de um trabalho prático e de exame final escrito. Exigem-se pelo menos 75% de presenças às aulas práticas, nas quais será elaborado o relatório de um trabalho prático executado nas vinhas do ISA, o qual será discutido na última aula. A nota final será o resultado de 2/3 da nota do exame e 1/3 da nota prática.
Para mais informação sobre a UC, clique aqui.
Gastronomia e Produtos Tradicionais Portugueses (Traditional Gastronomy and Traditional Products )
Código: 1803
Responsável: Maria Paulina Estorninho Neves da Mata Pereira
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 2 | Obrigatória |
| Teóricas: 14 | Teórico-Práticas: 7 | Outras: 7 | Total: 28 |
Pretende-se com esta unidade curricular familiarizar os alunos com os conceitos de produto tradicional e gastronomia tradicional e sensibilizá-los para a sua importância económica social e cultural. Pretende-se ainda familiarizar os alunos com uma variedade de produtos tradicionais.
No final os alunos deverão compreender os conceitos, identificar alguns produtos e estar familiarizados com os conceitos de Indicação Geográfica Protegida e Denominação de Origem Protegida e processos de protecção, assim como com alguns dos produtos com nome protegido.
Produtos Tradicionais Portugueses: conceito, identificação e qualificação.
Importância económica, social e cultural.
Denominação de Origem e Indicações Geográficas Protegidas.
Gastronomia Portuguesa, suas características, evolução e preservação.
Gastronomia das várias regiões e Portugal.
A cadeira será dada com a colaboração de técnicos e jornalistas de gastronomia e incluirá:
- Sessões teóricas para introdução dos vários temas, envolvendo a exposição, e utilizando o datashow
- Sessões teórico-práticas sobre com uma variedade de produtos tradicionais.
- Visitas de estudo.
- Utilização de website com material de estudo e contacto à distância via email.
Bibliografia Principal
Trabalho individual.
Relatório das visitas efectuadas.
Gastronomia Molecular (Gastronomy Molecular I)
Código: 1797
Responsável: Maria Paulina Estorninho Neves da Mata
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 4 | Obrigatória |
| Teóricas: 14 | Teórico-Práticas: 21 | Práticas: 14 | Outras: 7 | Total: 56 |
Familiarizar os alunos com um novo ramo da ciência dos alimentos – a gastronomia molecular e com os seus objectivos, métodos de trabalho e resultados. Dar a conhecer o trabalho dos principais investigadores nesta área.
Pretende-se que os alunos integrem conhecimentos adquiridos noutras unidades curriculares e desenvolvam capacidades para fazer uma análise abrangente de técnicas e processos culinários a nível molecular.
Gastronomia Molecular – definição e âmbito de estudo.
Introdução de conceitos básicos sobre a estrutura dos alimentos.
Estudo das preparações culinárias tradicionais envolvendo uma abordagem interdisciplinar e integrando conhecimentos ministrados nas outras disciplinas: os ingredientes, os processos culinários e os aspectos envolvidos na sua apreciação pelo consumidor.
Análise dos fundamentos científicos de um conjunto de técnicas culinárias e dos passos de algumas preparações.
Os métodos de ensino incluem:
a) exposição, utilizando o datashow, da matéria teórica;
b) aulas teórico-práticas, em que se discutem artigos ou casos concretos de técnicas e processos culinários;
c) aulas práticas, em que os alunos têm oportunidade de executar experiências;
d) utilização de web site com material de estudo e contacto à distância via email.
Bibliografia Principal
Avaliação Teórica (75%)
Provas individuais, escritas e sem consulta classificadas de 0 a 20 valores.
Avaliação Prática (25%)
Avaliação contínua durante o semestre.
Apresentação de relatórios dos trabalhos práticos.
Trabalho de grupo sobre um tema.
Gastronomia Molecular II (Molecular Gastronomy II)
Código: 1806
Responsável: Maria Paulina Estorninho Neves da Mata
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 4 | Obrigatória |
| Teóricas: 14 | Teórico-Práticas: 21 | Práticas: 14 | Outras: 7 | Total: 56 |
Familiarizar os alunos com técnicas culinárias inovadoras desenvolvidas nos últimos anos e com o trabalho dos chefes mais inovadores a nível mundial.
Pretende-se que os alunos integrem conhecimentos adquiridos noutras unidades curriculares e desenvolvam capacidades para fazer uma análise abrangente de técnicas e processos culinários inovadores a nível molecular.
Estudo das preparações culinárias inovadoras envolvendo uma abordagem interdisciplinar e integrando conhecimentos ministrados nas outras disciplinas: os ingredientes, os processos culinários e os aspectos envolvidos na sua apreciação pelo consumidor.
Análise dos fundamentos científicos de um conjunto de técnicas culinárias inovadoras:
- Cozinha em vácuo e a baixas temperaturas;
- Esferificações;
- Filmes comestíveis;
- Ares e espumas;
- Utilização de Azoto líquido.
Análise dos passos de algumas preparações.
Os métodos de ensino incluem:
a) exposição, utilizando o datashow, da matéria teórica;
b) aulas teórico-práticas, em que se discutem artigos ou casos concretos de técnicas e processos culinários;
c) aulas práticas, em que os alunos têm oportunidade de executar experiências;
d) utilização de website com material de estudo e contacto à distância via email.
Bibliografia Principal
Avaliação Teórica (75%)
Provas individuais, escritas e sem consulta classificadas de 0 a 20 valores.
Avaliação Prática (25%)
Avaliação contínua durante o semestre.
Apresentação de relatórios dos trabalhos práticos.
Trabalho de grupo sobre um tema.
Génese e Qualidade do Solo (Soil Formation and Management)
Código: 1384
Responsável: Manuel Armando Valeriano Madeira
Outros docentes: Adília Neves Pires de Oliveira e Fernando Manuel Girão Monteiro
Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Arquitectura Paisagista; Engenharia do Ambiente; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais; Viticultura e Enologia
Ramo: Engenharia Agronómica e Engenharia do Ambiente (todos); Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais (Gestão Florestal; Gestão de Recursos Naturais)
| Ano Curricular: 1º (EAgr; AP; VE) 2º (EAmb; EFRN) | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Engenharia Agronómica
Opcional: restantes cursos
| Teóricas: 35 | Teórico-Práticas: 35 | Outras: 14 | Total: 84 |
Adquirir conhecimentos gerais sobre:
(i) os processos gerais de formação dos solos e do papel dos diversos factores de formação dos mesmos que condicionam a sua diversidade e distribuição a diferentes escalas;
(ii) a classificação de solos e a análise de documentos cartográficos;
(iii) a avaliação de terras e da qualidade do solo.
As funções do solo, os ecossistemas e a sociedade. Factores de formação do solo. Processos gerais de formação, evolução e distribuição dos solos à escala global e local nas principais regiões bioclimáticas. Sistematização universal dos solos (“World Reference Base for Soil Resources”; “Soil Taxonomy”). Classificação dos solos que ocorrem em Portugal e análise das condições que determinam a sua distribuição e características. Análise da informação cartográfica dos solos em Portugal.
Organismos do solo. As acções dos organismos. Grupos de organismos. Diversidade, abundância, biomassa e actividade metabólica. Fixação simbiótica de azoto. Sistemas micorrízicos.
O solo, a dinâmica do carbono e dos nutrientes e a estabilidade dos ecossistemas. Interacções entre o solo e as plantas; a diversidade do perfil do solo, o sistema de uso e a qualidade do solo. Avaliação de terras (“land evaluation”) e da qualidade do solo. Modificações das funções do solo. Processos de degradação e a resiliência do solo. As características do solo e os princípios gerais para a conservação e reabilitação do solo.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A unidade curricular GÉNESE E QUALIDADE DO SOLO compreende dois módulos: (a) Factores e processos de formação do solo, (b) Classificação, avaliação e qualidade do solo.
A frequência da unidade curricular é obtida por intermédio da participação nas aulas. Como requisito mínimo é obrigatório a presença em 21 das 28 sessões lectivas previstas. Este requisito não se aplica aos trabalhadores estudantes(Lei nº 116/97).
A avaliação da unidade curricular far-se-á:
(a) Através de testes abrangendo a matéria de cada módulo, cuja nota mínima é de oito valores. Desde que a nota média obtida nos módulos seja no mínimo de dez valores, o aluno poderá prescindir do exame final da unidade curricular.
(b) Através da realização de um Exame Final em que tem de obter uma nota mínima de 10 valores, sendo oito a nota mínima a obter em cada um dos módulos.
AVISOS
Início das aulas
Exame 1ª data
Genética e Melhoramento Florestal (Forest Tree Breeding)
Código: 1387
Responsável: Maria Helena Reis de Noronha Ribeiro de Almeida
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: Gestão Florestal; Gestão de Recursos Naturais; Engenharia dos Produtos Florestais
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 |
Obrigatória Gestão Florestal; Eng. dos Produtos Florestais
Opcional Gestão de Recursos Naturais
| Teóricas: 42 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se que os alunos: dominem os instrumentos que lhes permite manipular a variabilidade genética das populações arbóreas de forma a condicionar o processo produtivo; fiquem conscientes da necessidade da conservação do património genético dessas populações como forma de garantir a sustentabilidade da floresta.
I - Introdução:
O Conceito de melhoramento florestal.
Enquadramento do melhoramento florestal na actividade florestal.
Etapas dos programas de melhoramento florestal.
Vantagens e limitações do melhoramento florestal.
II - Genética Quantitativa:
Análise dos factores que condicionam o ganho da selecção numa população.
Interacção Genótipo x ambiente.
Alocação de recursos genéticos em sistemas de selecção.
III - Metodologias Gerais do Melhoramento Florestal:
Melhoramento no curto e longo prazo: Classificação em Populações Funcionais.
As Estratégias de Melhoramento.
Apresentação de Programas de Melhoramento Florestal a decorrer em Portugal.
IV - A Biotecnologia como Ferramenta do Melhoramento Florestal:
Na avaliação da diversidade genética.
Na selecção Assistida por Marcadores Moleculares.
Na propagação da População de Produção.
V - Gestão Florestal e a sustentabilidade dos Recursos Genéticos Florestais:
Estrutura Genética e a Conservação de Recursos Genéticos Florestais.
A População Mínima Viável.
Métodos de Conservação Genética: Estática versus Dinâmica.
Associação da Estratégia de Melhoramento e a Conservação de Recursos Genéticos.
Poluição Genética.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação contínua :
Teste surpresa – 1-3 perguntas realizadas, sem aviso prévio, no final das aulas. Corresponde a 10% da nota final. No cálculo será considerado o nº de testes-1.
Apresentação oral de um tema do programa, com uma duração máxima de 20 minutos, com o peso de 30%. na nota final.
Teste final - consta de questões teóricas e práticas contribui com 60 %, para a nota final Nesta prova os alunos deverão obter uma nota igual ou superior a 10 valores.
Os alunos que obtiverem na avaliação contínua nota igual ou superior a 10 valores estão dispensados do exame final.
Genética Quantitativa e Melhoramento de Plantas (Quantitative Genetics and Plant Breeding)
Código: 1388
Responsável: João Manuel Neves Martins
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Biologia Funcional; Engenharia Agronómica
Ramo: Engenharia Agronómica - Agro-Pecuária; Hortofruticultura e Viticultura; Protecção de Plantas
| Ano Curricular: 1º (BF) / 2º (EAgr) | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Biologia Funcional
Opcional: Engenharia Agronómica
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
- Estudo dos princípios de genética quantitativa
- Reconhecer a natureza do MP e da actividade do melhorador de plantas
- Entender as vantagens (e algumas contrariedades) do MP para a agricultura, para as pessoas e para a sociedade.
- Reconhecer os principais tipos de variedades melhoradas e os métodos para a respectiva obtenção.
Introdução: conceitos básicos, história e principais realizações do MP. Objectivos actuais.
Genética de populações: equilíbrio de Hardy-Weinberg. Factores de evolução: mutação, selecção e deriva genética.
Genética quantitativa: natureza das características quantitativas. Desvio ambiental e o seu controlo. Efeito médio e valor reprodutivo. Estimativa do ganho genético. Heritabilidade e resposta à selecção. Variabilidade devida à dominância: depressão endogâmica e heterosis. Aptidão combinatória, geral e específica.
Material vegetal e conservação e valorização dos recursos genéticos. Principais estratégias de conservação genética. Descritores e colheita de dados.
Biologia floral e controlo genético do sistema reprodutivo. Autofecundação, fecundação cruzada e apomixia. Estrutura genética das populações como determinante dos métodos de melhoramento.
Linhas puras (caso tipo, trigo). Teoria das linhas puras. Selecção de plantas individuais com teste de descendência. Selecção genealógica: “pedigree”, “bulk” e “single seel descent”. Multilinhas.
Variedades de polinização livre (caso tipo: milho e pinheiro bravo). Selecção recorrente “ear-to-row”. Selecção massal com testes de descendência e estimativa de parâmetros genéticos e do ganho.
Híbridos (caso tipo milho). Linhas autofecundadas. Avaliação da aptidão combinatória. Produção dos híbridos. Variedades sintéticas.
Clones (caso tipo, videira). Origem da variabilidade genética dentro das variedades antigas. Selecção sanitária versus selecção genética baseada nos princípios da genética quantitativa. Resultados da selecção em Portugal: altos ganhos genéticos, quantificação da variabilidade genética intravarietal, efeitos biológicos dos vírus. Problemas resultantes da selecção clonal: erosão genética e interacção genótipo x ambiente.
Poliploidia: haploides, aneuploides e poliploides. Autopoliploides e aulopoliploides e sua importância no melhoramento de plantas. O caso tipo do triticale e raphanus/brassica.
Plantas trangénicas: situação actual e perspectivas das culturas transgénicas no mundo.
Certificação varietal: degeneração das sementes e a necessidade da certificação. Homologação oficial e controlo da multiplicação. Testes VAU e DHE, patamares da multiplicação e classes de materiais. Catálogo nacional e lista de variedades.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Relatórios de visitas e monografias
Testes quinzenais
Teste final
Genómica Funcional (Functional Genomics)
Código: 1693
Responsável: Maria da Glória Calado Inglês Esquível
Outros docentes: Maria Wanda Sarujine Viegas, Maria Leonor Mota Morais Cecílio e Sara Barros Queiroz Amâncio
Curso: 2º ciclo – Biologia Funcional
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se que os estudantes:
(1) Compreendam os mecanismos que estão ligados à transmissão e regulação dos padrões de expressão de genes na planta.
(2) Entendam os processos epigenéticos mais comuns.
(3) Saibam adequar as técnicas de engenharia genética e de proteómica ao estudo da função de genes e da manipulação da sua expressão numa perspectiva aplicada.
Apresentação da Disciplina e definição de conceitos básicos.
Organização dos genomas de plantas e de algas modelos (exemplos: Arabidopsis thaliana, Oryza sativa,Physcomitrella patens, Chlamydomonas reinhartii e Synechocystis sp.).
Métodos de análise em Genómica Funcional.
Processos Epigenéticos. Estabelecimento da heterocromatina e controlo da expressão génica por RNAi. Organização 3D do núcleo e expressão genica. Silenciamento génico por via epigenética. Reprogramação de padrões epigenéticos.
Casos de estudo:
- Expressão génica de transportadores de açucar em Saccharomyces cerevisiae ao longo da fermentação vinária.
- Caracterização funcional do aparelho fotossíntético
- Genómica do metabolismo do sulfato
- Stress abiótico em plantas superiores: o papel dos factores de transcrição
- Expressão génica em stress hídrico, uma abordagem proteómica
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Trabalho de Pesquisa 35%
Seminário 30%;
Exame 35%
Gestão da Fauna Silvestre (Wildlife Management)
Código: 1392
Responsável: António Manuel Dorotêa Fabião
Outros docentes: José Maria Horta e Costa da Silva Santos e Miguel Nuno Sacramento Monteiro Bugalho
Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: Gestão Florestal; Gestão de Recursos Naturais; Arboricultura e Silvicultura Urbanas
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 |
Obrigatória Gestão de Recursos Naturais
Opcional Gestão Florestal; Arboricultura e Silvicultura Urbanas
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Habilitar os alunos a gerirem profissionalmente as comunidades faunísticas, com fins de ordenamento e gestão cinegéticos e/ou de conservação dos habitats e das espécies ameaçados. Dotá-los das bases científicas e técnicas da silvicultura dirigida ao ordenamento da fauna e do seu habitat.
I – Ecologia das relações entre populações: competição intra e interespecífica e implicações na gestão da fauna; tabelas de vida e curvas de sobrevivência; coexistência em competição.
II - Predação e parasitismo: ecologia das relações predador-presa e parasita-hospedeiro; herbivoria; doenças da fauna silvestre; implicações da predação na conservação da fauna e na gestão cinegética.
III - Habitat e fauna silvestre: efeitos de margem e de área e implicações no ordenamento da fauna; culturas para a fauna; silvicultura intensiva e fauna silvestre; avaliação do valor do coberto vegetal para a fauna: habitat evaluation procedures (HEP) e habitat suitability indices (HSI).
IV - Regulamentação da gestão faunística: regulamentação conservacionista, cinegética e da pesca nas águas continentais; Rede Nacional de Áreas Protegidas e Rede Natura 2000; conflitos de interesses na gestão da fauna silvestre.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Classificação de trabalhos de aplicação realizados pelos alunos e das suas apresentações orais, com possibilidade de dispensa de teste de módulo e/ou de exame final. Testes de módulo e exame final escrito com perguntas de resposta múltipla e/ou de desenvolvimento.
MÓDULO I
MÓDULO II
MÓDULO III
MÓDULO IV
MATERIAL E TEXTOS DE APOIO
AVALIAÇÃO
AVISOS
Gestão de Recursos Naturais em Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável (Natural Resources Management)
Código:
Responsável: José Guilherme Martins Dias Calvão Borges
Outros docentes: Pedro César Ochôa de Carvalho
Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Formar alunos preparados para melhor gerir os recursos naturais em meio tropical no contexto dos sistemas agrícolas, agro-pecuários, agro-industriais e agro-florestais.
1 – O Homem e o Meio: Demografia e recursos naturais
2 – Conservação e Uso Sustentável no Solo
3 – Florestas no mundo: conceitos, tipologia e evolução temporal
4 – Florestas Tropicais: dinâmica, desflorestação e o desenvolvimento sustentável – problemática global e iniciativas internacionais.
5 – Plantações florestais e sistemas agro-florestais
6 – Madeiras tropicais: diversidade, valorização e comercialização
7 – Produtos não lenhosos das florestas tropicais
8 – Biomassa e bioenergia: culturas energéticas e utilização de biomassa
9 – Valor ambiental e dimensão social das florestas
10 – Certificação
Bibliografia Principal
Por testes e trabalhos de revisão bibliográfica
Gestão de Recursos Naturais (Natural Resources Management)
Código: 1396
Responsável: José Guilherme Martins Dias Calvão Borges
Outros docentes: Pedro César Ochôa de Carvalho
Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: todos
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória restantes ramos
Opcional Engenharia dos Produtos Florestais
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Compreender como aplicações informáticas e métodos avançados para a tomada de decisão podem ajudar a tomar decisões de gestão e conservação dos recursos naturais. Desenvolver competência para identificar e representar problemas de planeamento da gestão à escala da paisagem e para interpretar as suas soluções. Análise e exploração de métodos e de software com interesse para cada um dos alunos.
1. Introdução ao planeamento da gestão de ecossistemas. Revisão de conceitos de ordenamento e gestão florestal. Perspectivas recentes em gestão de ecossistemas. Hierarquia e integração de escalas temporais (estratégica, táctica e operacional) e de escalas espaciais (unidade de gestão, propriedade, paisagem, região).
2. Economia e avaliação de projectos. Conceitos económicos relevantes para a gestão e conservação de ecossistemas. O caso dos recursos naturais não transaccionados no mercado. Métodos de valoração. Análise e avaliação de projectos de gestão e conservação de ecossistemas; tópicos e estratégias. Planeamento da gestão de ecossistemas às escalas da paisagem ou da região e análise económica à escala da unidade de gestão.
3. Planeamento da gestão multiobjectivo de ecossistemas. Planeamento estratégico: modelos I e II. Planeamento da gestão à escala da paisagem e análise de cenários à escala da região: o modelo Hoganson Rose. Integração dos processos de planeamento da gestão sustentável e da protecção contra incêndios: métodos exactos e métodos heurísticos. Decisores múltiplos: aproximações para articulação do planeamento da gestão à escala da paisagem com o planeamento da gestão à escala da propriedade. Planeamentos táctico e operacional. Organização do espaço, acessibilidade e escolhas operacionais. Problemas de logística: métodos exactos e métodos heurísticos.
4. Tecnologias de informação e de comunicação em gestão de recursos naturais. Sistemas de apoio à decisão e sistemas baseados em conhecimento. A estrutura modular. Arquitectura. Sistema de gestão de informação. Simulador de modelos de silvicultura e de alternativas de gestão. Modelo de decisão. Intérprete de resultados.
5. Estágio/seminário. Estudo de casos do planeamento da gestão de ecossistemas de acordo com interesse de cada um dos alunos e com participação de responsáveis em instituições do sector florestal.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Participação na aula e apresentação de um sumário (10%). Preparação de um projecto (trabalho escrito com cerca de 10 páginas) (30%). Um exame final (60%).
Gestão de Recursos Pesqueiros e Cinegéticos (Fisheries and Game Management)
Código: 1397
Responsável: Pedro Raposo de Almeida
Outros docentes: António Manuel Dorotêa Fabião e Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso
Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
Teóricas: 14
Práticas/Laboratoriais: 24
Práticas/Trabalho de Campo: 12
Outras: 1.5
Total: 51.5
Caracterização dos principais recursos haliêuticos portugueses (águas continentais e marinhas) e da respectiva forma de exploração comercial. Caracterização dos principais recursos cinegéticos nacionais. Obter as noções de ordenamento para a caça e da pesca em águas interiores. Desenvolver os conhecimentos de avaliação e monitorização de recursos haliêuticos marinhos. Os alunos serão incentivados a comunicar os resultados através da elaboração de relatórios, escritos ou orais; interagir criticamente com outros colegas através da participação em fóruns e outras actividades on-line; utilizar a plataforma de ensino on-line da Universidade de Évora (Moodle).
1. Princípios gerais e etapas do ordenamento para a caça e da pesca em águas interiores. Regulamentação da caça e da pesca nas águas interiores. Legislação aplicável à pesca costeira. Controlo da actividade cinegética e da pesca.
2. Principais recursos pesqueiros portugueses. Tecnologia da pesca. Avaliação e monitorização de recursos haliêuticos. Efeito da pesca nos ecossistemas e comunidades. Gestão da pesca e medidas de mitigação. Caracterização dos agentes e dos instrumentos de pesca em águas interiores. Repovoamentos e intervenções nas populações. Manipulação de habitats.
3. Espécies cinegéticas e modalidades de caça. Bioecologia, fenologia e estatuto de conservação das espécies cinegéticas. Conflitos de interesses no ordenamento da caça em zonas agrícolas, zonas florestais e zonas húmidas. Controle de predadores. Intervenção em habitats e espécies caçadas. Avaliação do valor do coberto vegetal para a fauna selvagem; Culturas para a fauna e conciliação das práticas agrícolas e florestais com a sobrevivência da fauna selvagem. Ordenamento cinegético das espécies migradoras.
Bibliografia Principal
Módulo teórico presencial. Módulo prático presencial com apresentação de alguns problemas no domínio da caça e da pesca;
Visitas de estudo: realização de visitas de estudo a instalações dedicadas à exploração à exploração cinegética e de recursos pesqueiros (e.g. zonas de pesca, lotas, portos de pesca).
Módulo teórico: Exame escrito (50%);
Módulo prático: Elaboração de um relatório (40%);
Módulo visitas de estudo: Apresentação oral de um tema abordado numa das visitas (10%)
Gestão e Conservação da Vegetação e de Sistemas Agro-Florestais em Gestão e Conservação dos Recursos Naturais (Management and Conservation of Vegetation and Agroforest Systems)
Código: 1398
Responsável: António Manuel Dorotêa Fabião
Outros docentes: José Carlos Augusta da Costa
Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 14 | Práticas/Laboratoriais: 24 | Práticas/Trabalho de Campo: 8 | Outras: 1 | Total: 47 |
Os alunos deverão conhecer a vegetação de Portugal, em particular a lenhosa, e identificar unidades de paisagem; conhecer os factores com influência na vegetação e as formas como esta reflecte essa influência através da formação de comunidades distintas, com relevo para as condicionantes climáticas; descrever princípios de gestão aplicáveis à conservação e manutenção próxima da natureza de comunidades vegetais; conhecer os efeitos das alterações produzidas pelas actividades humanas e a forma de as minimizar e mitigar; abordar princípios e técnicas de conservação e restauro de ecossistemas.
Módulo 1: Enquadramento bioclimático e biogeográfico da vegetação de Portugal. Métodos de análise da vegetação
1. Bioclimatologia e biogeografia: história, princípios e conceitos;
2. Biomas;
3. Métodos de análise da vegetação.
Módulo 2: Espécies protegidas, sítios classificados para protecção da vegetação e cartografia vegetal
1. Introdução à cartografia de vegetação;
2. Valorização da diversidade florística e de habitats e métodos de gestão e conservação da vegetação;
3. Instrumentos de gestão: Convenções internacionais, regulamentação europeia e medidas agro-ambientais e silvo-ambientais.
Módulo 3: Sistemas agro-florestais
1. Conceitos e tipologias;
2. Balanço hidrológico e circulação dos nutrientes em sistemas agro-florestais;
3. Sistemas agro-silvopastoris; os baldios como caso de estudo.
Módulo 4: Restauro e requalificação da vegetação e das comunidades vegetais
1. Factores de degradação da vegetação;
2. Métodos de restauro da vegetação; Fitorremediação;
3. Casos de estudo (restauro e requalificação das galerias lenhosas ribeirinhas; restauro e requalificação da vegetação após o fogo; fitorremediação).
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Além da bibliografia básica indicada na página da disciplina (http://www.isa.utl.pt/home/node/3829; procurar na página principal em "Alunos" > "Material Pedagógico das UC’s" > "Unidades Curriculares de 2º Ciclo (Mestrado)"> "Gestão e Conservação da Vegetação e dos Sistemas Agro-florestais") outros elementos de estudo serão atempadamente fornecidos através da mesma página.
Em cada módulo, a avaliação será efectuada por trabalhos de revisão bibliográfica/aplicação prática (com apresentação) e/ou por testes teóricos sobre a matéria do módulo.
A classificação final será dada pela média aritmética das classificações de cada módulo (com nota mínima obrigatória de 7,5 por módulo), com possibilidade de acesso a exame final total ou por módulos nas datas regulamentares.
Gestão e Conservação da Vegetação e de Sistemas Agro-Florestais (Management and Conservation of Vegetation and Agroforestry Systems)
Código: 1398
Responsável: António Manuel Dorotêa Fabião
Outros docentes: José Carlos Augusta da Costa
Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: todos
| Ano Curricular: 1º(GRN; ASU) / 2º(GF; EPF) | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória Gestão de Rec. Naturais; Arboricultura e Silvicultura Urbanas
Opcional Gestão Florestal; Eng. dos Produtos Florestais
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Os alunos deverão conhecer a vegetação de Portugal, em particular a lenhosa, e identificar unidades de paisagem; conhecer os factores com influência na vegetação e as formas como esta reflecte essa influência através da formação de comunidades distintas, com relevo para as condicionantes climáticas; descrever princípios de gestão aplicáveis à conservação e manutenção próxima da natureza de comunidades vegetais; conhecer os efeitos das alterações produzidas pelas actividades humanas e a forma de as minimizar e mitigar; abordar princípios e técnicas de conservação e restauro de ecossistemas.
Módulo 1: Enquadramento bioclimático e biogeográfico da vegetação de Portugal. Métodos de análise da vegetação
1. Bioclimatologia e biogeografia: história, princípios e conceitos;
2. Biomas;
3. Métodos de análise da vegetação.
Módulo 2: Espécies protegidas, sítios classificados para protecção da vegetação e cartografia vegetal
1. Introdução à cartografia de vegetação;
2. Valorização da diversidade florística e de habitats e métodos de gestão e conservação da vegetação;
3. Instrumentos de gestão: Convenções internacionais, regulamentação europeia e medidas agro-ambientais e silvo-ambientais.
Módulo 3: Sistemas agro-florestais
1. Conceitos e tipologias;
2. Balanço hidrológico e circulação dos nutrientes em sistemas agro-florestais;
3. Sistemas agro-silvopastoris; os baldios como caso de estudo.
Módulo 4: Restauro e requalificação da vegetação e das comunidades vegetais
1. Factores de degradação da vegetação;
2. Métodos de restauro da vegetação; Fitorremediação;
3. Casos de estudo (restauro e requalificação das galerias lenhosas ribeirinhas; restauro e requalificação da vegetação após o fogo; fitorremediação).
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Além da bibliografia básica indicada na página da disciplina (http://www.isa.utl.pt/home/node/3829; procurar na página principal em "Alunos" > "Material Pedagógico das UC’s" > "Unidades Curriculares de 2º Ciclo (Mestrado)"> "Gestão e Conservação da Vegetação e dos Sistemas Agro-florestais") outros elementos de estudo serão atempadamente fornecidos através da mesma página.
Em cada módulo, a avaliação será efectuada por trabalhos de revisão bibliográfica/aplicação prática (com apresentação) e/ou por testes teóricos sobre a matéria do módulo.
A classificação final será dada pela média aritmética das classificações de cada módulo (com nota mínima obrigatória de 7,5 por módulo), com possibilidade de acesso a exame final total ou por módulos nas datas regulamentares.
AVALIAÇÃO
AVISOS
Começo das aulas
Gestão e Conservação de Comunidades Faunísticas Terrestres (Management and Conservation of Terrestrial Fauna)
Código: 1399
Responsável: António Paulo Pereira de Mira
Outros docentes: João E. Rabaça e Paulo Alexandre Sá Sousa
Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
Teóricas: 14
Práticas/Laboratoriais: 24
Práticas/Trabalho de Campo: 10
Outras: 1
Total: 49
i) Conhecer os aspectos básicos e particulares da biologia, diagnose e distribuição das espécies de vertebrados terrestres;
ii) Reconhecer a grande diversidade faunística portuguesa, relacionando-a com adaptações a ambientes particulares;
iii) Identificar os principais problemas relacionados com a conservação da fauna em Portugal;
iv) Fornecer as bases para a gestão da fauna terrestre;
v) desenvolver as seguintes competências genéricas: domínio da leitura em língua inglesa; domínio da capacidade de comunicação através da apresentação e discussão oral de trabalhos escritos; capacidade de trabalho autónomo e aprendizagem independente; interagir criticamente com outros colegas através da participação em fóruns e outras actividades on-line; utilizar a plataforma de ensino on-line da Universidade de Évora (Moodle).
1. Zoogeografia e climatologia, especificidade da fauna ibérica, factores determinantes da diversidade faunística portuguesa.
2. Diagnose e distribuição das espécies ocorrentes em Portugal (anfíbios, répteis, aves e mamíferos).
3. Gestão de habitats para a conservação. Argumentos para a conservação, características e processos populacionais relevantes, instrumentos legais de conservação da fauna em Portugal, estatutos de conservação da UICN. 4. Gestão da fauna. Directrizes para avaliação de “Áreas Prioritárias para a Conservação da Fauna”.
Bibliografia Principal
Módulo teórico presencial. Módulo prático presencial com apresentação de alguns problemas no domínio da conservação da fauna;
Visitas de estudo: realização de visitas de estudo para observação de animais nos seus habitats naturais
Módulo teórico: Exame escrito (50%);
Módulo prático: Elaboração de um relatório (40%);
Módulo visitas de estudo: Apresentação oral de um tema abordado numa das visitas (10%)
Gestão e Conservação de Ecossistemas de Águas Interiores (Management and Conservation of Freshwater Ecosystems)
Código: 1400
Responsável: Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: Gestão de Recursos Naturais; Arboricultura e Silvicultura Urbanas
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória Gestão de Recursos Naturais
Opcional Arboricultura e Silvicultura Urbanas
| teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 28 | Práticas-Laboratoriais: 14 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecer os compartimentos abióticos e bióticos dos ecossistemas de água doce, compreender suas interações e seu funcionamento.
Conhecer os tipos de perturbações resultantes da interferência humana e como minimizá-los, e restaurar e reabilitar os ecossistemas e habitats.
Saber como controlar a qualidade ecológica e saúde do ecossistema.
Cenário hidro-geomórfico e físico-químico. Mineralização e componentes maioritários. Estratificações. Gases dissolvidos. Capacidade tampão. Matéria orgânica. Nutrientes de proporcionalidade variável. Micro-componentes. Produtores primários em meio aquático. Consumidores do meio aquático. Decomposição e circulação da matéria orgânica. Peixes- aspectos gerais. Peixes portugueses. Espécies e ciclos de vida. Comunidades, tipologia e funcionamento de ecossistemas fluviais. Variações ao longo de gradientes espaciais, temporais e tróficos. Qualidade da água. Poluição. Formas de poluição. Avaliação da qualidade da água. Integridade biótica. Avaliação da integridade biótica. Avaliação da qualidade piscícola. Regularização, alterações do regime de caudais e extracção de água. Efeitos, exemplos. Caudais ecológicos, princípios. Situação em Portugal e formas de implementação de caudais de manutenção ecológica. Passagens para peixes. Fundamentos, tipos, casos de estudo. Papel e valor da mata ripária. Estrutura e ecologia ripárias. Recuperação da vegetação ripária. Alterações dos perfis longitudinal e transversal. Extracção de inertes. Efeitos. Formas de mitigar. A saúde do ecossistema. Principais instrumentos administrativos da gestão da água e ecossistemas aquáticos. Princípios e técnicas de restauro. Restauro de habitats, de troços e de segmentos fluviais. Restauro de albufeiras. Casos de estudo.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Trabalhos realizados nas aulas práticas (5 a 7); trabalhos de revisão e de síntese sobre temas apresentados e discutidos na aula (1); testes intercalares 2.
AVALIAÇÃO
Gestão e Conservação de Ecossistemas de Águas Interiores em Gestão e Conservação de Recursos Naturais (Ecoturism and Valorization of Natural Resources)
Código: 1400
Responsável: Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
Teóricas: 14
Práticas/Laboratoriais: 28
Práticas/Trabalho de Campo: 10
Outras: 1.5
Total: 53.5
Conhecer os compartimentos abióticos e bióticos dos ecossistemas de água doce, compreender suas interações e seu funcionamento.
Conhecer os tipos de perturbações resultantes da interferência humana e como minimizá-los, e restaurar e reabilitar os ecossistemas e habitats.
Saber como controlar a qualidade ecológica e saúde do ecossistema.
Cenário hidro-geomórfico e físico-químico. Mineralização e componentes maioritários. Estratificações. Gases dissolvidos. Capacidade tampão. Matéria orgânica. Nutrientes de proporcionalidade variável. Micro-componentes. Produtores primários em meio aquático. Consumidores do meio aquático. Decomposição e circulação da matéria orgânica. Peixes- aspectos gerais. Peixes portugueses. Espécies e ciclos de vida. Comunidades, tipologia e funcionamento de ecossistemas fluviais. Variações ao longo de gradientes espaciais, temporais e tróficos. Qualidade da água. Poluição. Formas de poluição. Avaliação da qualidade da água. Integridade biótica. Avaliação da integridade biótica. Avaliação da qualidade piscícola. Regularização, alterações do regime de caudais e extracção de água. Efeitos, exemplos. Caudais ecológicos, princípios. Situação em Portugal e formas de implementação de caudais de manutenção ecológica. Passagens para peixes. Fundamentos, tipos, casos de estudo. Papel e valor da mata ripária. Estrutura e ecologia ripárias. Recuperação da vegetação ripária. Alterações dos perfis longitudinal e transversal. Extracção de inertes. Efeitos. Formas de mitigar. A saúde do ecossistema. Principais instrumentos administrativos da gestão da água e ecossistemas aquáticos. Princípios e técnicas de restauro. Restauro de habitats, de troços e de segmentos fluviais. Restauro de albufeiras. Casos de estudo.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Trabalhos realizados nas aulas práticas (5 a 7); trabalhos de revisão e de síntese sobre temas apresentados e discutidos na aula (1); testes intercalares 2.
Gestão e Conservação de Ecossistemas Estuarinos (Management and Conservation of Estuarine Ecosystems)
Código: 1401
Responsável: Maria Helena Soares Martins Adão
Outros docentes: Pedro Raposo de Almeida e Cristina Gama Castro Pereira
Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
Teóricas: 12
Práticas/Laboratoriais: 18
Práticas/Trabalho de Campo: 12
Outras: 1.5
Total: 43.5
- Compreender os processos físicos do ambiente estuarino: Marés, sainidade, temperatura, ondas correntes e oxigénio.
- Compreender os processos de natureza biótica e abiótica de difrentes ecossistemas estuarinos como por exemplo sapais e povoamentos Zosteraceos.
- Analisar a dinâmica e estrutura das comunidades estuarinas: Densidade, distribuição temporal e espacia, composição e relações tróficas.
- Compreender os factores bióticos e abióticos na estruturação das comunidades estuarinas.
- Relacionar a dinâmica de nutrientes com as comunidades estuarinas, especialmente compreender os processos de eutrofização.
- Desenvolver o delineamento experimental e organizar uma experiência que relaciona os efeitos das comunidades biológicas nos processos estuarinos.
- Analisar a “European union water framework directive“ and The European Marine and Strategy” no ponto de vista de uma ferramenta integrative na gestão dos ecossistemas.-
- Compreender os diferentes indicadores ecológicos e discutir a sua capacidade de representar o estado de saúde dos ecossistemas estuarinos.
- Aplicar indicadores ecológicos adequados a situações concretas e discutir a sua qualidade.
- Processos estuarinos de natureza biótica e abiótica: Gradiente de salinidade, hidrodinamismo, amplitude de marés, correntes, ondas, bancos arenosos e de sedimento fino (lamas), praias, barras arenosas, sapais, vegetação submersa e ostreiras.
- Definição e classificação dos estuários: Estuários com estratificação parcial; Estuários verticalmente homogéneos; Estuários estratificados e Fiordes. Prisma de maré.
- Dinâmica de nutrientes estuarinos: Ciclos do Azoto, Carbono, fósforo e sílica. Fluxo de nutrientes nos sedimentos estuarinos e processo de eutrofização.
- Produção primária e detritos nos ecossistemas estuarinos.
- Cadeias tróficas estuarinas.
- “The European Marine Strategy” e“European union water framework directive“: Metodologias e indicadores ecológicos para a gestão base dos ecossistemas: Implementação, dimensão regional, indicadores e processos de gestão.
Bibliografia Principal
Módulo teórico: Exame escrito (50%);
Módulo prático: Elaboração de um relatório (40%);
Módulo visitas de estudo: Apresentação oral de um tema abordado numa das visitas (10%).
Gestão e Conservação de Ecossistemas Litorais Marinhos (Management and Conservation of Coastal and Marine Ecosystems)
Código: 1402
Responsável: João José Roma de Paços Pereira de Castro
Outros docentes: Cristina Gama Castro Pereira, Maria Helena Soares Martins Adão e Pedro Raposo de Almeida
Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
Teóricas: 14
Práticas/Laboratoriais: 12
Práticas/Trabalho de Campo: 12
Semimário: 4
Outras: 1.5
Total: 43.5
Aquisição de conhecimentos sobre Biologia, Ecologia, Geologia, gestão e conservação de litorais marinhos, dando maior atenção a litorais oceânicos portugueses.
Desenvolvimento da capacidade:
- de recolha, selecção e interpretação de informação científica relevante, e de análise e discussão de artigos científicos;
- de observação no terreno;
- predictiva ao nível da colocação de hipóteses, e da capacidade de planear uma experiência, obter os dados e interpretar os resultados, relativamente à hipótese formulada.
Desenvolvimento da destreza em Inglês e Português através da leitura e elaboração de artigos científicos.
Conteúdo
Padrões de estrutura de comunidades, e de distribuição e abundância de espécies bentónicas e pelágicas de litorais marinhos. Processos físicos (hidrodinamismo, marés, afloramento costeiro) e biológicos (predação, herbivoria, competição, facilitação), e sua interacção. Produtividade primária e secundária, e relações tróficas. Reprodução, assentamento e recrutamento.
O ciclo das rochas e o tempo geológico. Caracterização física e química de rochas detríticas, argilosas e carbonatadas. Processos morfo-dinâmicos em litorais rochosos e arenosos. Interacções geosfera-biosfera em litorais marinhos.
Perturbações antropogénicas: exploração de recursos vivos, poluição, alteração física de habitats, introdução de espécies exóticas e alterações climáticas. Gestão e conservação de litorais marinhos e dos seus recursos: objectivos, estratégias e ameaças. Áreas marinhas protegidas: selecção, implementação e gestão.
Métodos de ensino
Aulas teóricas para transmissão de conhecimentos básicos.
Visitas de estudo a litorais marinhos, com vista à realização de observações in situ e obtenção de dados para a elaboração de trabalhos práticos.
Aulas práticas, laboratoriais e no terreno, de observação de organismos marinhos planctónicos e bentónicos, e de ambientes litorais marinhos.
Aulas práticas de análise de dados obtidos em trabalhos práticos, e de análise e discussão dos respectivos resultados.
Orientação tutorial, em que a interacção com o docente é presencial ou por via electrónica.
Bibliografia Principal
Participação em seminários e discussões científicas, e elaboração, apresentação e discussão de trabalhos (trabalhos individuais e de grupo).
Gestão Integrada da Qualidade (Integrated Quality Management)
Código: 1404
Responsável: Margarida Gomes Moldão Martins
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
Ramo: Qualidade e Segurança Alimentar
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
- Fornecer a informação conducente à aquisição de conhecimentos que permitam:
- Sensibilizar para o significado e importância da Qualidade nos Produtos Alimentares;
- Familiarizar os alunos com o conceito de Gestão Integrada da Qualidade e os pré - requisitos necessários para a sua implementação;
- Fornecer ferramentas para que os objectivos sejam cumpridos.
- Qualidade, Ambiente e Segurança - Abordagem por processos.
- Benefícios e Riscos de Sistemas Integrados de Gestão.
- Implementação de Sistemas Integrados de Qualidade
- Controlo de Documentos e Registo
- Qualidade – Normas ISO 9000
- Ambiente - Normas ISO 14 000
- Segurança e Saúde no trabalho - Normas OHSAB 18 000 e NP 4397:2001
- Sistemas de Gestão da Segurança Alimentar – NP EN ISO 22 000:2005
- Acreditação de Laboratórios – Norma NP EN ISO/IEC 17 025:2005
- Certificação de Empresas - Normas ISO 9001 e EN ISO 45 000 – 45 012
- Certificação de Produtos e/ou Serviços
- Ponto Verde e Marca de Salubridade
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação Escrita 70%
Trabalho de Grupo 30%
Gestão Integrada de Bacias Hidrográficas (Integrated Watershed Management)
Para consultar página da UC, clique aqui.
Código: 1405
Responsável: Rui Marçal Campos Fernando
Outros docentes: Jorge Manuel Martins Soares David e José Luís Monteiro Teixeira
Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
Ramo: todos
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
• explicitar o conceito de gestão integrada dos recursos hídricos;
• perceber as interacções ambientais entre montante e jusante;
• perceber as interdependências entre o uso da terra e a gestão dos recursos hídricos em diferentes locais de uma bacia hidrográfica;
• avaliar os desempenhos de um sistema hídrico com os critérios e objectivos múltiplos formulados por diversos actores;
• traduzir o conhecimento do funcionamento da bacia hidrográfica em medidas e estratégias para a gestão da água e do uso da terra.
Princípios da gestão integrada de recursos hídricos. Interacções entre o uso da água pelo ambiente, agricultura, indústria, uso urbano e águas residuais.
Quadro e política institucional da gestão dos recursos hídricos nas bacias nacionais e internacionais
Análise económica do uso da água: custo e valor da água no contexto das bacias hidrográficas. Mecanismos de atribuição de recursos hídricos. Avaliação da procura, usos e consumos. Competição entre sectores e eficiência do uso da água
Gestão do uso da terra e dos recursos hídricos nas sub-bacias de montante. Gestão e planos de protecção de reservatórios. Gestão de caudais ecológicos e do transporte de sedimentos
Gestão da qualidade da água. Métodos para a avaliação do estado ecológico e químico das águas superficiais e subterrâneas. Gestão e protecção de sistemas de captação, armazenamento e distribuição de água. Métodos e modelos para a exploração de águas subterrâneas
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Três trabalhos com discussão oral.
Trabalho 1. Apresentação oral sobre: Princípios de gestão integrada de recursos hídricos.
Trabalho 2. Comunicação escrita, com apresentação oral, sobre: Uso da terra e dos recursos hídricos nas sub-bacias de montante.
Trabalho 3. Relatório técnico analisando as disponibilidades, caudais, usos, qualidade e políticas de gestão da água numa bacia hidrográfica com reservatório com multi-uso. Discussão em exame final
Para mais informação sobre esta UC, clique aqui.
Gestão Multifuncional de Ecossistemas (Multifunctional Management Ecosystems)
Código: 1406
Responsável: Jorge Manuel Martins Soares David
Outros docentes: João Manuel Dias dos Santos Pereira, José Guilherme Martins Dias Calvão Borges, José Miguel Oliveira Cardoso Pereira, Manuel Armando Valeriano Madeira e Miguel Nuno Bugalho
Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente ; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: Engenharia do Ambiente - todos; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais – Gestão Florestal; Engenharia dos Produtos Florestais
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 |
Obrigatória: ERFN - Gestão Florestal
Opcional: EAmb; ERFN – Eng. Produtos Florestais
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se que os alunos adquiram conhecimentos e competências sobre os aspectos da gestão dos vários benefícios directos e indirectos (serviços ambientais) dos ecossistemas florestais e silvestres, nomeadamente: recursos hídricos, sequestro de carbono, qualidade do solo, biodiversidade e recursos faunísticos silvestres. A metodologia será integradora, e crítica, analisando eventuais compromissos e conflitos entre as diversas opções. Entre as competências a adquirir estará o uso de modelos matemáticos para apoio à decisão. A participação exigida aos alunos será grande, e as questões serão essencialmente abordadas através da análise de publicações, técnicas e científicas, e de casos de estudo.
I - Gestão da vegetação dos ecossistemas, através do seu tipo, das espécies, da densidade e da distribuição no espaço e no tempo, na perspectiva da optimização da quantidade e qualidade dos recursos hídricos, locais e a jusante. Casos de estudo.
II - Gestão da vegetação dos ecossistemas na perspectiva do aumento da eficiência do sequestro do carbono atmosférico e manutenção da biodiversidade. Mitigação dos efeitos dos gases de efeito de estufa; conservação; impactes das alterações ambientais nos ecossitemas terrestres; espécies invasoras. Casos de estudo.
III - Gestão da vegetação e resíduos na perspectiva da manutenção (e melhoria) da qualidade do solo e da sustentabilidade dos ecossistemas. Casos de estudo.
IV - Conceitos fundamentais de gestão de recursos naturais e conservação da biodiversidade, aplicados à gestão de ecossistemas florestais. Casos de estudo.
V - Gestão da vegetação dos ecossistemas na perspectiva da optimização dos recursos faunísticos (tipo, abundância, etc.). Efeitos da fauna na vegetação. Casos de estudo.
VI - Técnicas de modelação e de apoio à decisão na gestão multifuncional dos ecossistemas. Casos de estudo.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação contínua no Módulo IV (apresentação). Exame final para a restante matéria.
Gestão, Marketing e Comercialização no Sector Vitivinícola (Management, Marketing and Trading in the Vine and Wine Sector)
Código: 1570
Responsável: Maria Filomena Ramos Duarte
Outros docentes: Francisco Ramos Lopes Gomes da Silva e Rui Monteiro (UP)
Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Módulo 1 - Gestão: introdução de conceitos básicos de gestão de organizações, com especial ênfase na gestão e análise custos; caracterização dos principais tipos de resultados e respectivas metodologias de apuramento; capacidade de interpretração dos principais indicadores de rendibilidade e viabilidade de investimentos.
Módulo 2 – Econbomia e política da vinha e do vinho: situar a importância do sector vitivinícola comunitário num contexto mundial, proporcionar aos alunos o conhecimento dos principais aspectos da na Organização Comum de Mercado (OCM) do vinho: medidas de controlo do potencial vitícola, medidas de apoio ao sector através dos programas nacionais, regras para as Denominações de Origem Protegidas e Indicações Geográficas. Introduzir os conceitos de procura e oferta para analisar o comportamento do mercado do vinho.
Módulo 3 – Marketing de vinhos: dar uma visão global do marketing e da forma como este influencia a gestão das empresas; destacar os aspectos específicos da vitivinicultura e a forma como estes influenciam o marketing do sector aos mais diversos néveis; Proporcionar o contacto com experiências práticas na área do marketing de vinhos.
Módulo 1 – Gestão
1.1.Classificação e gestão de custos
1.2.Os custos e a gestão de recursos: trabalho, capital e empresário
1.3.Resultados económicos e financeiros: elaboração de orçamentos para apuramento e análise de resultados
1.4.Introdução à análise de projectos de investimento
Módulo 2 – Economia e Política da Vinha e do Vinho
2.1 Importância do sector vitivinícola da UE e principais tendências de evolução do mercado do vinho
2.2 Introdução à Organização Comum de Mercado (OCM) do vinho: o processo de reforma
2.3 A nova OCM do vinho: medidas de apoio (os programas nacionais de apoio), gestão do potencial de produção, regras para a Denominação de Origem Protegida i Indicação Geográfica, outras regras;
2.4 O mercado do vinho: procura, oferta e formação dos preços
Módulo 3 – Marketing de vinhos
3.1 – Introdução ao marketing
3.2 – Especificidades do marketing de vinhos
3.3 – A gestão de marketing do produto
3.4 – A estratégia e o planeamento em marketing de vinhos
3.5 – Estudos de mercado
3.6 – Estudos de caso
Bibliografia Principal
Módulo 1
Módulo 2
Bibliografia Complementar
Módulo 3
Módulo 1 – Gestão: teste escrito no final do módulo
Módulo 2 – Economia e Política da Vinha e do Vinho: teste escrito no final do módulo;
Módulo 3 – Marketing de vinhos: a classificação final deste módulo resulta da soma ponderada da Classificação Final do Relatório do Trabalho de Grupo (CFRFTG), Classificação Final da Apresentação do Trabalho de Grupo (CFApTG) e Classificação Final do Trabalho Individual (CFTI), obtida através da seguinte expressão: CF = CFRFTGx0,5 + CFApTG x 0,3 + CFTI x =,2. A classificação em cada uma das componentes de avaliação não pode ser inferior a 10 valores.
Herbologia (Weed Science)
Código: 1407
Responsável: Ana Maria da Silva Monteiro
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: Engenharia Agronómica - Protecção de Plantas; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais – Arboricultura e Silvicultura Urbanas
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Engenharia Agronómica
Opcional: Engenharia Alimentar
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Os objectivos específicos da Herbologia consistem em: identificar populações de infestantes – anuais, vivazes ou perenes; monitorizar os problemas causados por espécies infestantes e a sua densidade; prever as populações de infestantes e as suas possíveis substituições; avaliar as espécies dominantes e estabelecer medidas para a sua gestão; decidir se o controlo deve ser efectuado; escolher as técnicas de gestão compatíveis com o sistema agrícola (agricultura convencional, sustentável, biológica, de conservação, ...), tendo em atenção a salvaguarda do ambiente e avaliar os impactes ambientais, sociais e económicos.
Conceitos de planta infestante e planta invasora. Biologia e ecologia de infestantes anuais, vivazes e perenes. Identificação no estado de plântula e vegetativo. Diásporos de infestantes. Escalas fenológicas de infestantes. Delineamento, montagem e análise de ensaios sobre a bioecologia de infestantes anuais e vivazes. Demografia e dinâmica de populações. Interferência das infestantes. Período crítico de infestação. Níveis de prejuízos em herbologia. Interacção com pragas e patogéneos. Metodologias relativas a levantamentos fitoecológicos. Métodos de análise estatística aplicados ao estudo da influência dos factores ambientais e culturais na vegetação infestante. Métodos preventivos, culturais, físicos, biológicos. Métodos químicos. Herbicidas. Factores influentes na persistência e actividade dos herbicidas. Resistência de infestantes aos herbicidas – escala HRAC (Herbicide Resistance Action Committee). Detecção da resistência e medidas de prevenção. Distribuição mundial. Casos de estudo em Portugal.
Prevenção na introdução de novas infestantes. Aplicação de Herbicidas Gestão de infestantes em agricultura de precisão, agricultura biológica e culturas trangénicas. Gestão das infestantes dos principais subsistemas agrícolas e não agrícolas.
Trabalho de projecto: Trabalho experimental individual iniciado na 1ª semana de aulas e que tem por objectivos:
- programar e desenvolver um projecto de investigação, fundamental ou aplicado, no âmbito da Herbologia,
- preparar um Seminário e escrever um artigo científico.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Para admissão a Exame Final, os alunos são obrigados a participar em pelo menos 75% do total de aulas teórico-práticas.
A participação implica presença nas aulas e avaliação dos conhecimentos adquiridos.
Essa avaliação será realizada de acordo com duas opções:
a) realização de um trabalho prático experimental individual, acompanhado de uma boa revisão bibliográfica, e apresentado em seminário e escrito sob a forma de artigo científico ou,
b) os alunos que assistam às aulas práticas (75%), mas que não desejem submeter-se à avaliação proposta em a), terão de realizar uma prova escrita e/ou oral (exame final).
Hidráulica (Hydraulics)
Código: 1700
Responsável: Manuel António Tabuada
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Viticultura e Enologia
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Engenharia Agronómica
Opcional: Viticultura e Enologia
| Teóricas: 35 | Teórico-Práticas: 35 | Outras: 14 | Total: 84 |
Fornecer aos alunos uma formação básica em Hidráulica (Mecânica dos Fluidos Incompressíveis e Máquinas Hidráulicas) necessária para o desempenho da profissão de engenheiro no domínio da água.
- Propriedades dos fluidos.
- Hidrostática: leis das pressões, manómetros, pressão total sobre superfícies.
- Hidrocinemática: trajectórias e linhas de corrente, tipos de escoamento.
- Hidrodinâmica: teorema de Bernoulli para líquidos perfeitos e líquidos reais.
- Escoamentos em pressão: perdas de carga, cálculo de instalações e traçado de condutas.
- Máquinas hidráulicas e estações de bombagem.
- Escoamentos em superfície livre.
- Curvas de regolfo.
- Ressalto hidráulico
- Orifícios e descarregadores.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Exame final
Hidrocolóides na Alimentação (Food Hydrocolloids)
Código: 1805
Responsável: Luísa Maria da Silva Pinto Ferreira
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 3.5 | Obrigatória |
| Teóricas: 14 | Teórico-Práticas: 14 | Práticas: 14 | Outras: 5 | Total: 49 |
Familiarização com um conjunto de hidrocolóides usados pela indústria alimentar ou na produção alimentar em pequena escala. Os alunos devem ficar a conhecer as suas origens, características estruturais e a relação entre estrutura e propriedades, funções e aplicações.
Hidrocolóides – características gerais e estudo de algumas classes de hidrocolóides (agar, amido e amidos modificados, gelatina, carraginatos, xantano, gelano, pectinas, alginatos, galactomananos e derivados da celulose): suas origens, estruturas moleculares, comportamento e características. Aplicações de hidrocolóides na alimentação como texturizantes, adesivos, estabilizantes, em revestimentos, formação de geles líquidos e encapsulamento de sabor.
Os métodos de ensino incluem:
a) exposição, utilizando o datashow, da matéria teórica;
b) aulas teórico-práticas, em que se discutem artigos ou casos concretos de técnicas e processos culinários;
c) aulas práticas, em que os alunos têm oportunidade de executar experiências;
d) utilização de website com material de estudo e contacto à distância via email.
Bibliografia Principal
Avaliação Teórica (75%)
Provas individuais, escritas e sem consulta classificadas de 0 a 20 valores.
Avaliação Prática (25%)
Avaliação contínua durante o semestre.
Apresentação de relatórios dos trabalhos práticos.
Trabalho de grupo sobre um tema.
História da Alimentação (History of Food)
Código: 1801
Responsável: Maria Paulina Estorninho Neves da Mata
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 2 | Obrigatória |
| Teóricas: 21 | Outras: 7 | Total: 28 |
Os alunos deverão poder apresentar a evolução da alimentação mundial, a evolução dos métodos e técnicas culinárias e em particular a história e evolução da cozinha em Portugal até aos conceitos modernos de Gastronomia. Ainda a divisão das Cozinhas Regionais e como se chegou à classificação da Gastronomia como elemento de Cultura.
- A Alimentação Primitiva
- O aparecimento do Fogo e os primeiros utensílios culinários
- A Cozinha Primitiva e as primeiras técnicas culinárias
- A Antiguidade Clássica e os primeiros registos culinários
- Abordagem da alimentação e seus produtos até à Idade Média
- O Renascimento, as Descobertas e os novos produtos
- Aspectos sociais e religiosos para a instalação de tradições
- A primeira globalização e o intercâmbio de culturas
- Grandes alterações da Mesa
- A evolução do açúcar e suas consequências
- A ostentação da Mesa até ao séc. XIX
- A definição das novas técnicas culinárias, e os novos produtos
- A invenção do restaurante e a massificação do Turismo
- Os livros, e a crítica
- A definição das Cozinhas Regionais e sua expansão
- A evolução face à tradição
- As Novas Cozinhas, a Moda e a comunicação
- A Cozinha Regional Portuguesa como comida de eleição nos restaurantes
- O Património Nacional
A cadeira será dada com a colaboração de especialistas em história da gastronomia e incluirá:
- Sessões teóricas para introdução dos vários temas envolvendo a exposição e discussão com os alunos.
Bibliografia Principal
Trabalho individual.
História do Urbanismo (Urban History)
Código: 1703
Responsável: Maria Manuela Cordes Cabêdo Sanches Raposo de Magalhães
Outros docentes: Sofia Morgado
Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 4 | Obrigatória |
| Teóricas: 32 | Práticas/Laboratorias (trabalho de campo): 24 | Total: 56 |
A disciplina visa a aquisição de competências no âmbito da história do Urbanismo, considerando i) periodização e autores; ii) principais conceitos no âmbito do urbano e do seu projecto e iii) casos exemplares. O programa procura integrar de modo transversal a importância da paisagem, tanto como elemento fundamental no conceito de urbano como no enriquecimento da cultura das cidades.
O conteúdo teórico da disciplina reflectirá sobre a cidade ocidental e sobre a observação dos seus exemplos mais representativos – Lisboa, Barcelona, Paris. Serão utilizados casos concretos para observação, recorrendo-se à projecção de imagens preparadas para o efeito. Para além da bibliografia apresentada, quando oportuno, especificar-se-ão outras referências bibliográficas.
O Programa estrutura-se nos seguintes tópicos:
I. As origens da cidade europeia: do lugar à ideia. urbs e polis. As cidades medievais: cidades europeias entre o século XI e o século XV. As cidades renascentistas a partir do século XV
II. O urbanismo como resposta à industrialização. A nova escala das cidades ocidentais. O projecto da metrópole e a infra-estruturação do território. Tipos urbanos e traçados barrocos | barroco, clássico, neoclássico. Modos de intervenção oitocentista. A formação da cidade industrial. Modos de intervenção urbanística: séculos XVIII-XIX.
III. As cidades da disjunção modernista: o poder da máquina e a formação das grandes periferias. A base infra-estrutural do território. Inovações no conceito e projecto de cidade Urbanismo moderno. Cidade linear; cidade-jardim. Movimento moderno e modernismo; CIAM – congressos internacionais da arquitectura moderna.
IV. Pós-moderno e pós-modernidade. Morfologia urbana; tendenza; “res”
V. A cidade pós-industrial e a metrópole do início do séc. XXI. Circunstâncias funcionais, estruturais e políticas que enquadram a emergência da requalificação urbana dos tecidos urbanos existentes.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A avaliação será realizada mediante a elaboração de um ensaio sobre um dos temas tratados no programa e/ou realização de prova escrita final de acordo com o regulamento do curso. O interesse e assiduidade serão valorizados.
Horticultura Herbácea (Vegetable Horticulture)
Código: 1412
Responsável: João Carlos da Silva Dias
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar
Ramo: Engenharia Agronómica – todos; Engenharia Alimentar – Processamento de Alimentos
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória Eng. Agronómica - Hortofruticultura e Viticultura
Opcional restantes
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
- Estudar a tecnologia de cultura e os sistemas de produção de cada uma das culturas hortícolas;
- Estudar as bases científicas e técnicas para uma correcta tecnologia de produção de cada hortaliça em horticultura convencional e biológica. Dá-se prioridade ao estudo da botânica e da diversidade hortícola, dos fitoquímicos e dos seus efeitos na saúde humana, da fisiologia das culturas, das operações culturais mais importantes, dos factores condicionantes da produtividade e da qualidade da produção, e dos principais sistemas de produção em que a hortaliça se integra.
1. História e evolução dos sistemas de produção hortícola.
2. Produção de hortaliças de folhas. Casos estudo: alface e brassicáceas de folhas. Nitratos e resíduos nas culturas de folhas. Extensão a outras hortaliças de folhas.
3. Produção de hortaliças de raízes, bolbos e raízes. Casos estudo: batata e aliáceas.
4. Produção de hortaliças de frutos. Casos estudo: Tomate, melão e leguminosas.
5. Produção de hortaliças de inflorescências. Casos estudo: couve-flor e brócolo.
6. Produção biológica de hortaliças. A conversão, a fertilização, e a protecção em Horticultura Biológica. Produção de hortaliças em modo de produção biológico
7. Fertirrigação: formulação, equipamentos, controlo e programação.
8. Condicionamento ambiental em estufas: equipamentos, dimensionamento e programação.
9. Soluções informáticas para gestão e tomada de decisão nas explorações hortícolas.
Aulas práticas e visitas de estudo:
Conversão à horticultura biológica. Determinação da fertilização azotada numa rotação em horticultura biológica utilizando uma folha de cálculo. Formulação de soluções nutritivas para diferentes tipo de tomate em cultura em substrato, utilizando uma folha de cálculo. Determinação do caudal máximo de ventilação, das dimensões das frestas de cumieira por impulsão térmica (considerando que não há janelas), da relação entre a área de frestas e a área em planta, da potência de aquecimento e dimensionamento das aberturas considerando a existência de janelas e de frestas de cumeeeira em diferentes tipos de estufas. Elaboração de uma folha de cálculo para analisar em diferentes tipos de estufa: i) a variação das temperaturas exteriores máximas na altura das aberturas de ventilação; ii) a evolução das necessidades de aquecimento em função do número total de corpos da estufa; iii) as alterações impostas pela variação da altura total da estufa nas necessidades de aquecimento.
Visitas de estudo a explorações hortícolas na região do Oeste (1 dia), na região da Costa Vicentina e do Algarve (2 dias), e na região da “Outra Banda” (1 dia).
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Obtenção de frequência: presença a 75 % das aulas
Modalidades de avaliação
a. Avaliação contínua – constituída por duas componentes:
3 Testes escritos individuais (50%): sobre a matéria teórica leccionada;
3 Relatórios (50%) a realizar em grupos de 2 alunos, que deverão ser entregues até ao fim do semestre
b. Exame Final – prova sobre as matérias leccionadas nas aulas teóricas, práticas e visitas de estudo, à qual terão acesso todos os alunos que tiverem obtido frequência.
III Aprovação: Serão aprovados os alunos que obtenham a classificação final mínima de 10 valores. É obrigatório ter nota superior a 8 valores e a média mínima de 10 valores na componente dos 3 testes escritos individuais.
Horticultura Ornamental (Ornamental Horticulture)
Para consultar página da UC, clique aqui
Código: 1413
Responsável: António José Saraiva de Almeida Monteiro
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Arquitectura Paisagista
Ramo: Engenharia Agronómica - Economia Agrária e Gestão do Território; Hortofruticultura e Viticultura; Protecção de Plantas
| Ano Curricular: 1 | Semestral: 2º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Engenharia Agronómica
Opcional: restantes cursos
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecer as actividades mais importantes no âmbito da horticultura ornamental relacionando os principais produtos com os sistemas de produção. Saber produzir e utilizar árvores, arbustos e plantas herbáceas ornamentais. Aprender a intervir nos métodos de produção com vista a melhorar a qualidade das plantas e a produtividade dos sistemas.
1. Importância económica e social do consumo e produção da horticultura ornamental em Portugal e na Europa.. As plantas ornamentais e os espaços verdes nas sociedades desenvolvidas
2. Princípios e técnicas da produção das principais flores de corte em cultura protegida: craveiro, roseira, gerbera, crisântemo e bolbosas
3. Métodos de propagação e a sua aplicação em horticultura ornamental
4. Produção de plantas em vaso e em viveiros. Métodos de avaliação da qualidade das plantas
5. Ecologia e utilização das plantas de jardim: árvores, arbustos e plantas vivazes
6. Tecnologia pós-colheita das flores de corte e plantas em vaso
7. Ecologia, implantação e manutenção de um relvado
8. Visitas de estudo a viveiros e produtores de flores
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Cinco trabalhos escritos a realizar durante o semestre. Exame final escrito opcional.
Impactes Ecológicos e Sustentabilidade (Ecological Impacts and Sustentinability)
Código: 1591
Responsável: Cristina Branquinho Fernandes
Outros docentes: Otília Correia
Curso: 2º ciclo – Engenharia de Sistemas Bioenergéticos
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 30 | Práticas/Laboratoriais: 40 | Outras: 14 | Total: 84 |
Esta disciplina tem como principal objectivo identificar os impactes ecológicos mais importantes através do estudo de indicadores ecológicos e adoptar estratégias de mitigação da estrutura e funcionamento dos ecossistemas, numa perspectiva de sustentabilidade
• Princípios de sustentabilidade dos ecossistemas e Indicadores ecológicos
• Integridade ecológica e funcionamento dos ecossistemas. Propriedades dos ecossistemas como sistemas integrados. Resiliência vs estabilidade.
• Impacte do Homem na vegetação. Impactes e perturbações nos ecossistemas mediterrânicos: o fogo e as plantas invasoras
• Indicadores de integridade ecológica apresentação de casos de estudo:
– Impacte na estrutura e paisagem da vegetação; fragmentação de habitats
– Desertificação e risco de fogo
– Impactes na qualidade dos solos
– Impacte na quantidade e qualidade da água superficial e subterrânea
– Impactes ecológicos na interface marítimo-terrestre
– Impactes ecológicos da poluição atmosférica
– Indicadores ecológicos na avaliação do impacto na saúde pública
– Impactes ecológicos das alterações globais
– Estratégias de mitigação e Reabilitação e restauro ecológico de áreas degradadas.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação Contínua
Métodos de avaliação de conhecimentos e competências:
1 - Trabalho escrito individual sobre um artigo à escolha:50%*
2 - Trabalho individual sobre a matéria da disciplina aplicado ao tema da tese de mestrado:50%*
*Ponderação de cada elemento de avaliação
Inovação e Empreendedorismo (Innovation and Entrepreneurship)
Código: 1414
Responsável: Luís Manuel Bignolas Mira da Silva
Outros docentes: Carlos José de Almeida Noéme
Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: Engenharia Agronómica - Agro-Pecuária; Economia Agrária e Gestão do Território; Hortofruticultura e Viticultura; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais - todos
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
A disciplina está orientada para a criação e desenvolvimento de projectos de base tecnológica. Pretende-se:
Desenvolver conhecimentos nas áreas da inovação e empreendedorismo, através da definição e compreensão de conceitos relacionados com a geração e avaliação de ideias de negócios, desenvolvimento de novos produtos/serviços, protecção da propriedade intelectual e preparação de planos de negócios;
Compreender a importância da transferência de tecnologia para a geração de negócios de base tecnológica com uma forte componente de inovação;
Analisar e identificar possíveis fontes de financiamento para novos negócios;
Avaliar oportunidades de negócio e identificar as principais etapas para a criação de empresas.
Módulo 1 – Inovação, tecnologia e protecção da propriedade intelectual
Criatividade, tecnologia e inovação
Promoção e gestão da inovação
Innovation scorecards
Desenvolvimento de novos produtos
Protecção da propriedade intelectual
Transferência de tecnologia e empreendedorismo no meio académico
Políticas e instrumentos de apoio à inovação
Módulo 2 – Empreendedorismo
Ideias versus oportunidades
Empreendedorismo e criação de empresas de base tecnológica
Alternativas e sistemas de financiamento
Do plano de negócios à criação da empresa
Investimento e angariação de financiamento
Crescimento, criação de valor e retorno do investimento
Limitações e problemas nos negócios: gerir o insucesso
Módulo 3 – Criação e desenvolvimento de novos negócios I
Avaliação de oportunidades de negócio
Análise macro do mercado
Análise micro do mercado
Módulo 4 – Criação e desenvolvimento de novos negócios II
Análise macro da industria
Análise micro da industria
Equipa de gestão
Avaliação final dos negócios
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A avaliação é baseada em trabalhos efectuados individualmente ou em grupos. Os trabalhos são de dois tipos:
Módulos 1 e 2: trabalhos práticos de compreensão e análise de casos de estudo ou artigos
Módulos 3 e 4: estruturação de um plano de negócios
A classificação final dos trabalhos (CFT) é obtida de acordo com: CFT = TP12 x 0.40 + TP34 x 0.60
Em que TP12 é a média aritmética dos trabalhos dos módulos 1 e 2 e TP34 é a nota final dos trabalhos dos módulos 3 e 4.
Instalações Agrícolas e Condicionamento Ambiental (Agricultural Buildings and Environmental Control)
Código: 1415
Responsável: Jorge Ferro da Silva Meneses
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica
Ramo: Agro-Pecuária; Engenharia Rural; Hortofruticultura e Viticultura
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Engenharia Rural
Opcional: Agro-Pecuária; Hortofruticultura e Viticultura
| Teóricas: 35 | Teórico-Práticas: 35 | Outras: 14 | Total: 84 |
Proporcionar conhecimentos de base sobre materiais e técnicas de construção. Analisar o ambiente e o seu controlo em estufas e outras instalações agrícolas para conceber e projectar sistemas e equipamentos para o condicionamento ambiental das instalações ligadas à produção vegetal e animal, nomeadamente de ventilação, aquecimento, arrefecimento, secagem. Analisar e as características dos principais tipos de instalações agrícolas, de forma a possibilitar que os futuros licenciados possam dirigir o funcionamento dessas instalações nas explorações agrícolas e as possam projectar.
Materiais e técnicas de construção para instalações agrícolas: fundações, pavimentos, paredes e coberturas. Coberturas de estufas: filmes, materiais semi-rígidos e redes. Condicionamento ambiental: aspectos específicos para estufas e armazéns frigoríficos, caracterização e medição do ambiente, isolamento térmico, balanços térmicos e de massa, processos psicrométricos. Estudo de soluções e equipamentos para ventilação, aquecimento, secagem, sombreamento e arrefecimento. Assento de lavoura e projecto de construção: planeamento, peças escritas e desenhadas. Características e concepção de estufas e abrigos, instalações e equipamentos para a conservação de forragens verdes, de forragens secas e de grão, instalações e equipamentos para a conservação de frutas e legumes, centrais hortofrutícolas, instalações ligadas à produção animal extensiva.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Trabalho do aluno ao longo do ano pela frequência e participação nas aulas e visitas técnicas. Testes de dispensa. Exame final escrito.
Introdução aos Espaços Arborizados Urbanos (Introduction to Arboriculture and Urban Forestry)
Código: 1418
Responsável: António Manuel Dorotêa Fabião
Outros docentes: Ana Paula Ferreira Ramos e Maria Helena Reis de Noronha Ribeiro de Almeida
Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: Gestão Florestal; Gestão de Recursos Naturais; Arboricultura e Silvicultura Urbanas
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 |
Obrigatória Arboricultura e Silvicultura Urbanas
Opcional Gestão Florestal; Gestão de Recursos Naturais
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Introduzir os alunos às principais questões colocadas pela manutenção e conservação de árvores em espaço urbano, nas vertentes de concepção técnica da arborização, manutenção e condução das árvores urbanas e implicações ambientais e na saúde e bem-estar dos habitantes.
Módulo I:
- Funções e tipologia dos espaços arborizados em áreas urbanas.
- Limitações do espaço urbano ao crescimento e à sanidade de árvores e núcleos arbóreos e formas de mitigação.
Módulo II:
- Critérios de selecção e produção de espécies de árvores e/ou arbustos para arborização em meio urbano.
- Critérios de avaliação da qualidade das plantas e selecção de exemplares para plantação.
Módulo III:
- Instrumentos de gestão e requalificação de árvores e núcleos arbóreos urbanos.
- Condução das árvores urbanas. A poda na requalificação de árvores ornamentais.
Módulo IV:
- Sanidade das árvores urbanas.
- Introdução à avaliação visual do risco associado à presença de árvores em meio urbano.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Classificação de trabalhos de aplicação realizados pelos alunos e das suas apresentações orais, com possibilidade de dispensa de teste de módulo e/ou de exame final.
Testes de módulo e exame final escrito com perguntas de resposta múltipla e/ou de desenvolvimento.
MÓDULO 1
Introdução e conceitos básicos
Estrutura arbórea e desenvolvimento das árvores
Limitações do espaço urbano
MÓDULO 2
Critérios de selecção de árvores
Produção de plantas 1
Produção de plantas 2
Produção de plantas 3
Transplantação
MÓDULO 3
Condução de árvores urbanas
MÓDULO 4
Introdução
Diagnóstico
Doenças das folhas
Pragas
Doenças e pragas das palmeiras
Doenças do Tronco e das Raízes
Tipos de podridões
Agentes causais de podridões de árvores
Análise Visual de Risco 1
Análise Visual de Risco 2
Análise Visual de Risco 3
Análise Visual de Risco 4
AVISOS
Início das aulas
AVALIAÇÃO
Investigação Operacional (Operational Research)
Código: 1421
Responsável: Marta Guerreiro Duarte Mesquita de Oliveira
Outros docentes: Isabel Maria de Jesus Martins
Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas
| Ano Curricular: 1º/2º | Semestral: 2º/1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Esta disciplina é uma introdução à Investigação Operacional. Nela se descrevem metodologias que fornecem uma possível visão desta vasta área da Matemática durante um semestre e que são programação linear, programação inteira e programação não linear. Cada metodologia é enriquecida com aplicações na área das Ciências Biológicas. Recorrer-se-á a software para resolver as aplicações. No final, os alunos devem conseguir identificar e formular uma grande variedade de problemas que podem ser resolvidos com as metodologias estudadas.
Programação linear – formulação de problemas em programação linear, estudo do método do simplex, estudo da dualidade e análise de sensibilidade.
Programação inteira - formulação de problemas em programação inteira, estudo do método branch-and-bound e apresentação de outras formas de resolver exactamente estes problemas.
Programação não linear – formulação de problemas cujo objectivo ou restrições não são expressas como funções lineares nas variáveis de decisão e apresentação de alguns métodos de resolução.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
2 testes (8 valores cada) e um trabalho (4 valores).
Ou exame final (20 valores).
Investigação Operacional Aplicada (Applied Operational Research)
Código: 1422
Responsável: José Augusto Lopes Tomé
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: todos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Assegurar que os alunos adquiram uma formação básica em Optimização Linear.
Familiarização com a Programação Dinâmica e o conceito discreto de rede ao seviço da Gestão de Projectos.
O processo de racionalização e modelação da realidade será enfatisado, recorrendo-se amplamente a exercícios e exemplos do domínio florestal.
Programação linear: o modelo e seus pressupostos; interpretação geométrica, álgebra, forma tabular e matricial do simplex; variáveis artificiais; teoria da dualidade e análise de sensibilidade.
Programação linear por metas.
Programação linear inteira: o algoritmo do «branch and bound» na resolução de problemas de programação inteira e binária.
Referência a técnicas heurísticas: «simulated annealing», «tabu search».
Gestão de projectos: PERT e CPM. Programação dinâmica.
Bibliografia Principal
Hillier, F. S. e G. J. Lieberman, 2010. Introduction to Operations Research. McGraw-Hill, Inc., New York.
Bibliografia Complementar
Buongiorno, J. E J. K. Gilless, 2003. Decision Methods for Forest Resource Management. Academic Press, Amsterdem
Dois testes escritos durante o semestre, permitindo dispensa de exame final.
Exame escrito final.
Lacticínios (Dairy Science and Technology)
Código: 1423
Responsável: António Pedro Louro Martins
Outros docentes: Maria Isabel Nunes Januário
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
Ramo: Processamento de Alimentos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 14 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
A disciplina pretende actualizar os conhecimentos básicos adquiridos na licenciatura, proporcionando ainda formação avançada a nível da ciência e tecnologia do leite e produtos lácteos, de modo a habilitar os alunos para a intervenção a nível das empresas, nas diversas vertentes do sector, e para o acesso a níveis de formação mais avançados.
- Panorâmica geral do sector dos lacticínios em Portugal; enquadramento europeu e mundial.
- Produção de leite e factores que a influenciam.
- Composição e características do leite: estrutura e estabilidade do leite; composição, principais constituintes do leite e propriedades físicas; microbiologia do leite - microbiologia do leite crú, agentes de alteração de leite e de produtos lácteos, fermentos lácticos.
- Ciclo de obtenção e conservação do leite: ordenha e leite cru; qualidade do leite e respectiva avaliação; legislação; pré-tratamentos e seus efeitos.
- Tecnologia dos produtos lácteos: Ciclos de processamento - leites para consumo em natureza, leites fermentados, manteiga, queijo, leite em pó, gelados de leite - operações unitárias básicas, equipamentos e ciclos de produção, características, legislação e regulamentação. Valorização dos sub-produtos e concentrados proteicos.
- Ciclos complementares: limpeza e higienização das instalações e equipamentos.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
- Avaliação contínua (mín. 75% de presenças) Classif. média mín. de 10 val., obtida a partir de teste de fim de semestre (60% da classif. final) e da apresentação de relatórios das aulas práticas e visitas de estudo, bem como de 4 trabalhos sobre temas referentes aos produtos lácteos e respectivas apresentações e discussão ( 40% da classif. final).
- Exame final - efectuado nas datas a definir no calendário de exames; classif. mín. de 10 val.
Funcionamento do ano lectivo 2011-2012
Programa
Bibliografia
Boletim Informativo ANIL
AVISOS
Marketing da Gastronomia (Gastronomy Marketing)
Código: 1812
Responsável: Maria da Conceição da Silva Loureiro Dias
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 3 | Obrigatória |
| Teóricas: 21 | Teórico-Práticas: 14 | Outras: 7 | Total: 42 |
Introduzir princípios básicos e etapas fundamentais da elaboração de plano de marketing para empresas com actividade no turismo gastronómico (GT).
Motivar os alunos a entender a relevância de plano de marketing gastronómico eficaz no sucesso empresarial e desenvolvimento regional no contexto de uma indústria turística altamente competitiva como a Europeia.
Aprender a conceber e implementar estratégias de marketing que publicitem/promovam negócios na vertente gastronómica do turismo, bem como fórmulas de medir, avaliar e estimular o consumo de bens e serviços nesta área. No final, poderão:
1. Distinguir características específicas do marketing de TG dentro do marketing de serviços;
2. Explicar a procura de bens e serviços associados ao TG;
3. Desenvolver etapas principais de programa de marketing para empresa na área do TG;
4. Elaborar análise SWOT e desenvolver estratégias de segmentação, targeting e posicionamento de mercado, bem como estratégias de promoção adequadas para um destino gastronómico.
Parte importante do crescimento da indústria de turismo Europeia nas últimas décadas está intimamente ligada à gastronomia, i.e., ao consumo de produtos, experiências e atracçõs turísticas de natureza gastronómica. Em muitos casos, o consumo de bens, serviços ou eventos alimentares típico de ocasiões de lazer ou viagem é já equiparável em prioridade, notoriedade e rentabilidade ao consumo de outras heranças culturais locais, como museus ou monumentos históricos. Importa assim entender melhor não só qual o papel a desempenhar pela gastronomia no desenvolvimento do turismo em geral, mas também quais são os principais desafios que se colocam às diversas empresas com actividade nesta área.
Nesta disciplina serão administrados os conceitos e técnicas básicas de marketing e comportamento do consumidor com aplicação prática e directa no sector de serviços turísticos, nomeadamente nos sub-sectores da hotelaria, restauração, eventos e marketing institucional de regiões.
O formato das aulas inclui a exposição clássica de conteúdos por parte do professor, a apresentação, análise e discussão de casos práticos com a participação dos alunos e um projecto de trabalho individual para ser elaborado pelos alunos fora das aulas. Estes últimos serão apresentados e discutidos pelos alunos na última aula do curso.
Bibliografia Principal
Leitura Obrigatória:
Leitura Recomendada:
Avaliação e nota final:
Teste - abordando os conteúdos expostos na aula pelo professor = 40% da nota final
Apresentação, análise e discussão de um caso prático na aula = 30% da nota final
Projecto individual = 30% da nota final
Marketing de Produtos Alimentares (Food Marketing)
Código: 1425
Responsável: Maria Filomena Ramos Duarte
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar
Ramo: Engenharia Agronómica - Economia Agrária e Gestão do Território; Engenharia Alimentar - todos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 |
Obrigatória Engenharia Alimentar
Opcional Engenharia Agronómica
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se que os alunos
(1) compreendam a importância da orientação de mercado na indústria alimentar,
(2) saibam identificar os principais factores do ambiente macro desta indústria,
(3) analisem a estrutura e organização da distribuição alimentar,
(4) conheçam os factores determinantes do comportamento do consumidor,
(5) analisem os factores relevantes na percepção da qualidade dos produtos alimentares,
(6) discutam o marketing-mix de produtos alimentares,
(7) saibam aplicar técnicas de investigação de marketing nomeadamente conceber um guião de inquérito, analisar os resultados da sua aplicação, e interpretar resultados de um inquérito ao consumidor
(8) apliquem os conceitos e técnicas do marketing na análise de estudos de caso apresentados por oradores convidados da indústria alimentar.
Módulo I – Competitividade, orientação de mercado e estratégia de marketing
O conceito de marketing e sua evolução. Ambiente e estratégia de marketing. Orientação de mercado e vantagem competitiva. Estrutura e organização da distribuição alimentar. Estudos de caso.
Módulo II - Comportamento do consumidor e segmentação dos mercados
Tendências recentes de evolução do consumo alimentar. Os determinantes do comportamento do consumidor. A percepção da qualidade pelos consumidores. O conceito de segmentação. Critérios e técnicas de segmentação. Selecção de mercados alvo e posicionamento. Iniciação à investigação de marketing: estudos de mercado qualitativos e quantitativos, a recolha de informação por inquérito, construção de um guião de inquérito, breve referência aos métodos de análise da informação. Estudos de caso.
Módulo III- As Políticas de Marketing
O marketing-mix no contexto da estratégia de marketing. A gestão do produto e da marca.. Os símbolos de qualidade ligados à origem. As decisões de preços. A política de distribuição. O mix de comunicação. Análise de informação de um painel retalhista. Indicadores de gestão do plano de meios. Estudos de caso.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Opção A: Por testes no final de cada módulo (ponderação de 70 %) e apresentação e discussão de um trabalho de grupo (e de um texto científico) nas aulas (ponderação de 30 %);
Opção B: Exame Final, segundo as normas em vigor no ISA. A admissão a exame final fica condicionada à realização e apresentação na aula de um trabalho de grupo.
Matemática Discreta (Discrete Mathematics)
Código: 1710
Responsável: Jorge Orestes Lasbarrères Cerdeira
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas
| Ano Curricular: 1º/2º | Semestral: 2º/1º | ECTS: 3 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 35 | Outras: 7 | Total: 42 |
Introdução aos principais conceitos e métodos da matemática discreta
Contagens e indução.
Grafos: árvores, emparelhamentos e coloração.
Complexidade computacional.
Criptografia.
Bibliografia Principal
Trabalhos e exame final
Matérias-Primas (Raw Materials)
Código: 1809
Responsável: António José Saraiva de Almeida Monteiro
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 42 | Práticas: 35 | Outras: 7 | Total: 84 |
O conhecimento das matérias-primas de forma a poder utilizá-las de forma correcta e adequada às preparações culinárias.
Competências: Escolher o produto em função das suas características intrínsecas e da sua utilização. Avaliar a qualidade e o estado de conservação na compra dos produtos.
Diversidade, características, oferta e padrões de qualidade das matérias-primas usadas na alimentação: fruta, legumes, carne, peixe e gorduras.
Aulas essencialmente teórico-práticas com muita informação fotográfica.
Visitas de estudo aos mercados abastecedores.
Seminários por especialistas sobre temas mais específicos como a carne, o peixe e as gorduras.
Exame escrito baseado na resolução de problemas associados a situação concretas
Mecânica de Fluidos (Fluid Mecanics)
Para consultar a página da UC, clique aqui.
Código: 1428
Responsável: Maria do Rosário da Conceição Cameira
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
Ramo: todos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Preparar os alunos para:
- o dimensionamento de estruturas de armazenamento e transporte (reservatórios, tanques de sedimentação, sistemas de tubagens sob pressão e canais) de águas limpas e de águas residuais de origem agrícola;
- a escolha do sistema de bombagem mais eficiente para aplicação, em diferentes condições, a águas limpas e águas residuais de origem agrícola;
- o calculo do transporte de fluidos em meios porosos (solo), de modo a poderem estimar tempos de chagada de contaminantes até às águas subterrâneas.
1. Propriedades físicas dos fluidos: temperatura, massa volúmica, energia interna, cinética e potencial, compressibilidade, viscosidade e tensão superficial; campos de velocidades e de pressões. Técnicas de análise mais usadas em mecânica de fluidos.
2. Estática de fluidos: Pressão hidrostática; princípio fundamental da hidrostática; distribuição de pressões num fluido em repouso; medição de pressões; forças hidrostáticas exercidas sobre superfícies verticais submersas: dimensionamento de reservatórios; Forças exercidas sobre objectos, total ou parcialmente imersos: Teorema de Arquimedes, Impulsão
3. Cinemática de fluidos: campos de escoamento. Classificação espacial e temporal dos escoamentos.
4. Dinâmica de fluidos: Conceitos base: tubo de fluxo, secção recta do escoamento, caudal, velocidade da secção recta de escoamento. Teoremas fundamentais da dinâmica de fluidos ideais em regime permanente: equação da continuidade, teorema de Euler; Teorema de Bernoulli;
5. Escoamentos sob pressão: Leis de resistência dos escoamentos uniformes; Perdas de carga contínuas e localizadas. Tubos em série e em paralelo; ramificações. Altura manométrica. Potência do escoamento. Rendimento. Aplicação aos fluidos Newtonianos e não Newtonianos
6. Turbomáquinas: características das bombas; diagrama de funcionamento das bombas e das instalações; ponto de funcionamento; bombas instaladas em série e em paralelo.
7. Escoamento em superfície livre: Escoamentos uniformes; Noções sobre regolfo com caudal constante e ressalto hidráulico. Dimensionamento de secções transversais de canais. Regime de escoamento crítico, fluvial e torrencial.
8. Transporte sólido - Separação sólido-líquido. Movimento de partículas em fluidos: considerações gerais; sedimentação por gravidade em fluidos com baixas concentrações; sedimentação por gravidade em fluidos com elevadas concentrações; sedimentação com centrifugação; dimensionamento de tanques de sedimentação para tratamento primário de águas residuais.
9. Escoamento em meios porosos. Características dos meios porosos; Água no solo: massa e energia; propriedades hidrodinâmicas do solo (curva de retenção e curva da condutividade hidráulica); fluxo hidráulico; movimento de água no solo em regime saturado: Lei de Darcy; movimento de água no solo em regime permanente e não saturado: equação de Darcy-Buckingham; movimento de água no solo em regime variável e não saturado: equação de Richards.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Frequência: (à excepção dos Estudantes Trabalhadores): presença em 75 % das aulas TP Avaliação: a) Avaliação contínua ou b) Exame fina
a) 2 testes ao longo do semestre. Cada teste é composto por uma parte teórica (6 valores) e por uma parte prática (14 valores). Nota minima requerida em cada teste: 8 valores. A nota final à UC corresponderá à média dos dois testes. Aprovação com nota final for igual ou superior a 10 valores
b) para alunos que não tenha realizado a) ou não tenham obtido a nota mínima. O exame final realizado sem consulta e com duração de 2.5 h. Será composto por uma parte teórica (6 valores) e por uma parte prática (14 valores). O aluno obterá aprovação à UC se a nota do exame for igual ou superior a 10 valores.
Para mais informação sobre esta UC, clique aqui.
Melhoramento Genético Animal (Animal Breeding)
Código: 1430
Responsável: Luís Lavadinho Telo da Gama (FMV)
Outros docentes: Vítor Manuel Alves (FMV)
Curso: 2º ciclo - Engenharia Zootécnica - Produção Animal
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecimento das aplicações da genética de populações, quantitativa e molecular no melhoramento e conservação dos Recursos Genéticos Animais; Avaliação do impacto de diferentes sistemas de acasalamento (consanguinidade e cruzamentos) na produção animal; Desenvolvimento de métodos de avaliação genética e predição da resposta esperada à selecção; Planificação de esquemas de melhoramento organizado nas diferentes espécies pecuárias.
1) Recursos Genéticos Animais: caracterização, conservação e gestão dos Recursos Genéticos Animais
2) Genética de Populações: Frequências génicas e genotípicas; modo de acção dos genes; lei de Hardy-Weinberg. Factores que influenciam as frequências génicas e genotípicas. Genes simples com importância em Melhoramento Animal
3) Sistemas de acasalamento:
- Consanguinidade: Consanguinidade ao nível do indivíduo e da população; parentesco e contribuições genéticas; consanguinidade e selecção; gestão da variabilidade genética.
- Cruzamentos: Heterose individual e materna; efeitos directos e maternos; tipos de cruzamentos; resultados esperados.
4) Selecção: Revisão de conceitos básicos de estatística. Valor genético real e estimado; heritabilidade. Resposta esperada e observada à selecção. Estimação de parâmetros genéticos. Respostas correlacionadas à selecção. Avaliação genética e resposta esperada na selecção com registos repetidos, nos descendentes, ascendentes e colaterais. Índices de selecção; BLUP; selecção para vários caracteres. Respostas esperadas em esquemas mais complexos
5) Interacções genótipo*ambiente.
6) Aplicações das biotecnologias em Melhoramento Animal: Tecnologias reprodutivas; polimorfismos genéticos; clonagem; transgénese. 7) Programas de selecção nas diferentes espécies: Estruturas de selecção organizada; organização dos programas de melhoramento; programas de selecção nas espécies pecuárias.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação final por exame escrito, abrangendo a matéria teórica e prática.
Mesologia das Áreas Tropicais (Mesology of Tropical Areas)
Código: 1431
Responsável: Fernando Manuel Girão Monteiro
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teóricas: 24 | Teórico-Práticas: 36 | Práticas/Laboratoriais: 10 | Outras: 14 | Total: 84 |
Alcançar um conhecimento integrado dos regimes climáticos das regiões intertropicais (RI), do comportamento e variabilidade dos elementos do clima e da sua influência na produção vegetal, bem como das condições de formação, características e propriedades dos solos das RI, das suas formas de utilização e do seu papel na sustentabilidade dos ecossistemas naturais e artificiais.
Proporcionar capacidade de analisar, equacionar e solucionar problemas neste domínio, nomeadamente através a) do estudo das características do ambiente físico e da sua influência no desenvolvimento e nas propriedades do solo, e b) do delineamento de sistemas de uso, ambiental e economicamente sustentáveis.
1. O Clima das regiões intertropicais (3 semanas)
Climatologia tropical: circulação atmosférica, comportamento de alguns elementos climáticos, balanços energéticos e hídricos nas regiões tropicais. Critérios agrometeorológicos de produção vegetal nas regiões intertropicais: disponibilidade e intercepção de recursos.
2. Formação e distribuição dos solos das regiões intertropicais (4 semanas)
O ambiente pedogenético e os processos de evolução do solo nas regiões intertropicais. Distribuição geográfica e paisagística dos solos mais representativos das regiões intertropicais e respectivo enquadramento nos principais sistemas taxonómicos.
3. Propriedades e uso dos solos das regiões intertropicais (5 semanas)
Propriedades particulares, utilização e sustentabilidade de uso dos solos mais representativos das regiões intertropicais. Degradação, resiliência, recuperação e reabilitação dos solos.
4. Casos-estudo específicos (2 semanas)
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A avaliação da UC é feita através de:
(a) Três testes ou trabalhos específicos referentes a cada um dos módulos (cuja contribuição para a nota final é de 40% nos casos em que haja lugar à realização de exame final).
(b) Exame Final (obrigatório se a média dos testes ou trabalhos for <10/20 valores).
Métodos de Análise dos Produtos Florestais (Forest Products Analysis)
Código: 1432
Responsável: José Afonso Rodrigues Graça
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo / Especialidade: Engenharia de Produtos Florestais
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas-Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Dar a conhecer os métodos de caracterização e análise dos produtos florestais
1. Métodos de determinação das propriedades físicas
Técnicas de determinação da humidade (pesagem e secagem, destilação, medidores eléctricos). Determinação da retracção e inchamento na madeira. Técnicas de determinação da massa volúmica. Microdensitometria
2. Métodos de determinação das propriedades mecânicas
Amostragem e preparação de amostras de madeira para ensaio. Máquinas de ensaio das propriedades mecânicos. Tipos de ensaios de resistência mecânica. Normalização nacional e internacional dos testes de ensaios mecânicos. Equipamentos industriais de ensaio mecânico das madeiras
3. Métodos de análise química dos produtos florestais
Técnicas de determinação dos polissacáridos, celulose e hemiceluloses. Técnicas de determinação das fracções azotada e inorgânica. A análise somativa da composição química das madeiras Métodos cromatográficos de análise química dos produtos florestais. As técnicas de cromatografia gasosa (GC) e cromatografia líquida de alta performance (HPLC). A aplicação das técnicas de cromatográficas/espectrometria de massa na análise dos produtos florestais. A análise dos produtos florestais por pirólise analítica
4. Outros métodos de análise dos produtos florestais
O uso da espectroscopia de infra-vermelho próximo (NIR) na análise química e caracterização dos produtos florestais. Técnicas de análise superficial macroscópica (análise de imagem). Técnicas de análise superficial microscópica (SEM e SEM-EDXA)
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Relatórios dos trabalhos práticos laboratoriais (peso de 50% na nota final)
Exame final cobrinda a matéria teórica e prática (peso de 50% na nota final
Métodos de Análise Molecular (Methods of Molecular Analysis)
Código: 1433
Responsável: Ricardo Manuel Seixas Boavida Ferreira
Outros docentes: Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira
Curso: 2º ciclo – Biologia Funcional;
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 14 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Fornecer aos alunos os fundamentos teóricos e aspectos práticos de algumas técnicas recentes e complexas utilizadas em estudos moleculares de biologia
- Detecção de compostos biológicos por cromatografia de gás
- PCR quantitativo em tempo real: análise da expressáo génica e quantificação do número de cópias de genes
- Evolução dos métodos de sequenciação de DNA e de análise de dados
- Amplificação de sequências de cDNA por RACE (Rapid Amplification cDNA Ends)
- Pesquisa in vitro de polifenóis com actividade anti-cancerígena em extractos de plantas endémicas portuguesas
- Análise proteómica de expressão em neuroblastomas humanos após incubação com compostos antioxidantes de origem vegetal
- Análise genómica e transcriptómica com a tecnologia de “microarrays” de DNA
- Utilização de uma metodologia baseada numa biblioteca supressiva subtractiva para identificar genes de Vitis vinifera e de Erysiphe necator regulados em resposta à patogenicidade
- Identificação de proteínas por espectrometria de massa
- Preparação e apresentação individual de uma proposta de projecto de investigação
Bibliografia Principal
- Exame escrito individual realizado no final de cada aula (65%)
- Apresentação oral e discussão da proposta de projecto de investigação (35%)
Métodos Moleculares de Diagnóstico (Molecular Diagnostic Methods)
Código: 1436
Responsável: Maria Luísa Lopes de Castro e Brito
Outros docentes: Arlindo Lima e Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
Ramo: Qualidade e Segurança Alimentar
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 35 | Práticas/Laboratoriais: 35 | Outras: 14 | Total: 84 |
1. Contribuir para o desenvolvimento da investigação na área do diagnóstico e áreas afins.
2. Proporcionar uma aprendizagem de diferentes métodos /técnicas de diagnóstico, começando pelos métodos quimiotaxonómicos, passando aos métodos imunoenzimáticos e e acabando nas recentes técnicas baseadas na tecnologia do DNA.
3. Conhecer as vantagens e as limitações apresentadas pelas diferentes técnicas, bem como os respectivos níveis de sensibilidade, especificidade e principais aplicações.
UD1 – Métodos clássicos (fenotípicos)
1. Apresentação da disciplina.
2. Métodos de detecção e identificação.Técnicas de isolamento e detecção.
3. Avaliação da resistência a biocidas. 4. Sistema Biolog. 5. Técnicas imuno-enzimáticas. 6. Avaliação do potencial virulento.
UD2 – Métodos moleculares
A – TÉCNICAS GERAIS DE BIOLOGIA MOLECULAR
Isolamento e purificação de ácidos nucleicos. Determinação da concentração de DNA. Separação de fragmentos de DNA por electroforese
B – TÉCNICAS MOLECULARES DE DIAGNÓSTICO.
1. Métodos baseados em PCR. A reacção em cadeia da polimerase (PCR). Princípios da técnica. Optimização da reacção (parâmetros críticos). O PCR como um instrumento de detecção e identificação de patogénios. Selecção de iniciadores específicos.O PCR como ferramenta taxonómica.
2. Variantes. Princípios da técnica. Selecção dos iniciadores. Vantagens e limitações. Aplicações. RAPDs. Multiplex PCR. rep-PCR. PCR-RFLP. ARDRA.
3. Métodos baseados na utilização de enzimas de restrição. Enzimas de elevada frequência de corte e enzimas de baixa frequência de corte. REA,RFLP. AFLP, Electroforese em campo pulsado.
4. Método baseados na hibridação de DNA. Sondas de DNA. Southern blot, ribotipagem. Colony blot, dot blot (slot blot).
5. Sequenciação de DNA. Método de Sanger.Sequenciação manual e sequenciação automática. Estratégias de sequenciação.
6. Sondas de PNA. Princípios da técnica.Selecção das sequências.Aplicações.
UD3 – Taxonomia numérica
Aplicação de métodos de análise numérica aos resultados da tipagem. Aplicação do programa NTSYS na análise de caracteres fenotípicos e genotípicos.Utilização do BLAST na comparação de sequências e avaliação da relação entre organismos.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
1. Obtenção de frequência.
Máximo 5 faltas. Entregue o Caderno de Práticas.
2. Avaliação
2.1. Avaliação contínua
Os vinte valores correspondentes à cotação total são distribuídos do modo seguinte: a) 25% para o caderno de práticas.; b) 25% para um seminário apresentado pelo aluno; c)50 % para a classificação obtida em 3 testes.
2.2. Exame final
O exame final consta de uma prova escrita que versará sobre toda a matéria da respectiva disciplina.
Métodos Numéricos (Numerical Methods)
Código: 1437
Responsável: Maria João Teixeira Martins
Outros docentes: Fernanda Maria dos Reis Torroaes Valente
Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas
| Ano Curricular: 1º/2º | Semestral: 2º/1º | ECTS: 3 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 35 | Outras: 7 | Total: 42 |
Estudo e análise de algoritmos para a obtenção de soluções numéricas para vários problemas matemáticos. Discussão de erros, convergência e eficiência associados aos métodos.
Introdução ao software R
Análise e propagação de erros
Resolução de equações não lineares
Resolução de sistemas de equações lineares
Resolução de sistemas de equações não lineares
Aproximação de funções
Integração
Resolução de equações diferenciais ordinárias: problemas de valor inicial
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Exame
Métodos Quantitativos em Sócio-Economia (Quantitative Methods in Socio-economics)
Código: 1438
Responsável: Ana Maria Contente de Vinhas Novais
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica
Ramo: Economia Agrária e Gestão do Território
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Visa-se que os alunos adquiram uma forte compreensão de um conjunto de metodologias de análise multivariada e de apoio à decisão que permita:
a) uma aplicação adequada na resolução de problemas no campo da economia e das ciências sociais; b) uma capacidade crítica de leitura e interpretação dos resultados daquelas metodologias ou próximas.
INTRODUÇÃO
1. Problemas da medida em sócio-economia
2. Escalas de medida
3. Fontes de informação
PARTE II – ANÁLISE MULTIVARIADA EM SÓCIO-ECONOMIA
1. Métodos de análise factorial
1.1 Análise factorial de uma qualquer nuvem de pontos
1.2 Análise factorial de correspondências
1.3 Problemas tipo de uma análise de correspondências
1.4 Interpretação dos resultados de uma análise factorial de correspondências
2. Análise de clusters
2.1 Noção de classificação
2.2 Medidas de similaridade
2.3 Métodos hierárquicos de aglomeração e métodos de partições iterativas
2.4 Técnicas de validação
PARTE III – PROGRAMAÇÃO MATEMÁTICA (metodologias de apoio à decisão)
1. Modelo de programação linear na análise sócio-económica da Agricultura
1.1 Modelo de programação linear (revisão): formulação matemática, representação gráfica e algoritmo do simplex
1.2 Problema dual e as relações primal/dual
1.3 Pressupostos e técnicas de modelização em agricultura
1.4 Interpretação de resultados e análise de sensibilidade
2. Programação multicritério
2.1 Problemas de decisão versus problemas técnicos
2.2 Atributos, metas, objectivos e critérios
2.3 Soluções óptimas e fronteira eficiente (condições do óptimo de Pareto)
2.4 Programação linear multiobjectivo, programação de compromisso e programação por metas.
Bibliografia Principal
Parte I
Parte II
Bibliografia Complementar
Parte I
Parte II
1. Avaliação contínua baseia-se na:
a) resolução de exercícios práticos na aula
b) elaboração de fichas de trabalho sobre cada ponto da matéria, iniciadas nas aulas
c) realização de dois testes, um sobre as Partes I e II e o outro sobre a Parte III.
2. Avaliação por exame final para os alunos que não obtiveram nota média ponderada positiva, condicionado à realização de uma ficha de trabalho referida na alínea 1.c)
Programação Linear
Programação Multicritério
Microbiologia das Fermentações (Fermentation Microbiology)
Código: 1716
Responsável: Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira
Outros docentes: Maria Adélia da Silva Santos Ferreira
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
Ramo: Processamento de Alimentos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 14 | Práticas/Laboratorias: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
- Dar a conhecer os diferentes tipos de cultivo de microrganismos de interesse industrial
- Compreender a formulação de meios de cultura
- Conhecer os principais produtos obtidos através de fermentações microbianas
- Identificar os diferentes constitutintes dos biorreactores
Processos de fermentação
Biomassa, enzimas e metabolitos. Componentes do processo. Cultura simples, contínua e fed-batch.
Meios de fermentação
Formulação. Fontes de carbono e azoto. Necessidades de oxigénio. Anti-espumas.
Biorreactores
Funções. Dimensionamento. Arejamento e agitação. Esterilização. Instrumentação e controlo.
Produção de fermentos industriais
Isolamento, conservação e desenvolvimento de microganismos. Utilização de inóculos. Imobilização de biocatalisadores: efeitos cinéticos. Cinética de inactivação de biocatalisadores. Biocatálise em meios não-convencionais (bifásicos, orgâncios, líquidos iónicos e fluidos supercríticos).
Bibliografia Principal
Trabalho de grupo subordinado a um tema. Os alunos farão a recolha de informação necessária à concepção de um plano para avaliar a qualidade do alimento em questão. A informação a recolher deverá abordar:
i) diagrama de produção do alimento em questão,
ii) pontos críticos do processo de produção e da distribuição,
iii) principais especificações físico-químicas, microbiológicas e sensoriais.
Após a elaboração do plano para avaliar a qualidade do alimento, será definido o conjunto de parâmetros analíticos a medir experimentalmente, com base nas disponibilidades laboratoriais existentes. Os resultados experimentais obtidos e a sua interpretação serão objecto de uma exposição oral e integrados no relatório final a apresentar.
Microbiologia e Bioquímica Aplicada (Applied Microbiology and Biochemistry)
Código: 1594
Responsável: Maria da Conceição da Silva Loureiro Dias
Outros docentes: Maria Luísa Louro Martins e Miguel Pedro de Freitas Barbosa Mourato
Curso: 2º ciclo – Engenharia de Sistemas Bioenergéticos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teóricas: 48 | Teóricas-Práticas: 6 | Práticas/Laboratoriais: 16 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecer as bases microbiológicas e bioquímicas dos processos utilizados em sistemas bioenergéticos
Biomassa, biopolímeros. Hidrólise enzimática. Enzimas, regulação. Parâmetros do Crescimento microbiano. Noções de cultura contínua de microrganismos.
Fermentação alcoólica, regulação. Determinação actividade de enzimas glicolíticos. Etanol a partir de amido e açúcar. Etanol a partir de material lenhocelulósico (Bactérias, leveduras “naturais”, S. cerevisiae modificadas). Tolerância ao etanol. Selecção de leveduras tolerantes. Aspectos energéticos do metabolismo. Produção de metano. Biorrefinarias. Produção de metanol. Recuperação de petróleo por microrganismos. Produção de butanol. Produção de hidrogénio. Produção de electricidade por bactérias. Utilização energética das gorduras. Biodiesel e outros biocombutíveis
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
2 testes, 2 seminários
Microbiologia e Segurança dos Alimentos (Food Microbiology and Safety)
Código: 1798
Responsável: Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 4 | Obrigatória |
| Teóricas: 21 | Teórico-Práticas: 14 | Práticas: 14 | Outras: 7 | Total: 56 |
Introduzir os estudantes aos princípios fundamentais da segurança e conservação dos alimentos.
Estudar as características dos princípios agentes patogénicos.
Compreender os fundamentos de higiene e salubridade na indústria alimentar.
Estudar os fundamentos da análise microbiológica de alimentos e perspectivas da sua evolução.
Interpretar resultados analíticos e avaliar a qualidade microbiológica dos alimentos.
Compreender as exigências dos sistemas de garantia de segurança alimentar.
Importância das doenças de origem alimentar.
Efeitos dos agentes patogénicos: intoxicação e infecção.
A via oral/fecal de contaminação alimentar.
Bactérias patogénicas e vírus.
Conservação e processamento alimentar.
Princípios e prática de Higiene Alimentar.
Bibliografia Principal
Frequência: presença em 75% do total de aulas; o resultado da frequência será expresso por uma das fórmulas admitido ou não admitido a exame.
Avaliação contínua: realização de dois testes curtos durante as aulas práticas.
Exame final: o exame final constará de uma prova escrita versando toda a matéria da disciplina.
A nota final será obtida em exame (80%) mais a média das notas nos testes (20%)
Microbiologia Enológica (Wine Microbiology)
Código: 1567
Responsável: Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira
Outros docentes: Virgílio Borges Loureiro
Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
Precedências: Biologia (min. 6 ECTS)
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
- Estudar as bases ecológicas das fermentações associadas à produção de vinhos.
- Estudar a aplicação de fermentos e o acompanhamento de fermentações vinárias.
- Discutir os fundamentos de higiene na indústria dos vinhos;
- Estudar os microrganismos de alteração, sua detecção e avaliação organoléptica dos defeitos causados;
- Interpretar resultados de análises microbiológicas.
Os micróbios do vinho e o seu habitat natural: os ecossistemas vinha/uvas, adega e linha de engarrafamento. A transformação do mosto em vinho: fermentação alcoólica, bioquímica da fermentação e vias metabólicas, metabolismo dos açucares e dos compostos azotados; fermentação vinária, a especificidade do mosto de uva; populações mistas, cinética de crescimento e factores em jogo; aplicação de fermentos, amuos de fermentação. Bioconversão do ácido málico: pela videira; pelas bactérias (“fermentação maloláctica”), bactérias lácticas, cocos e bastonetes, bioquímica e fisiologia da fermentação maloláctica, utilização de fermentos e factores condicionantes; pelas leveduras, o caso de Schizosaccharomyces sp. Microrganismos de alteração de vinhos: leveduras, os casos de Dekkera sp. e de Zygosaccharomyces sp., leveduras de véu; bactérias lácticas e acéticas. Estabilização microbiológica de vinhos: conservantes, processos térmicos e filtrações; higiene e controlo microbiológico, conceitos básicos de sanificação em enologia, programas de lavagem e desinfecção, o HACCP em enologia.
Bibliografia Principal
Bibliografia Secundária
Frequência: presença em 75% do total de aulas; o resultado da frequência será expresso por uma das fórmulas admitido ou não admitido a exame.Exame final: o exame final constará de uma prova escrita versando toda a matéria da disciplina.
Microbiologia Molecular (Molecular Microbiology)
Código: 1441
Responsável: Maria Luísa Lopes de Castro e Brito
Outros docentes: Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
Ramo: Qualidade e Segurança Alimentar
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 42 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
- Saber como se processa o fluxo de informação genética.
- Compreender aspectos básicos da regulação da expressão génica.
- Conhecer sistemas de transferência de genes.
- Descrever exemplos de aplicação da Engenharia Genética às Indústrias Alimentares.
- Compreender os fluxos de energia na célula microbiana.
- Conhecer exemplos de regulação metabólica com aplicação industrial relevante.
Unidade Didáctica 1 – Fluxo de informação genética
1.1. Apresentação da disciplina: objectivos, método de ensino/aprendizagem, conteúdo programático e método de avaliação
1.2. Organização genómica em eucariotas e em procariotas
1.3. Replicação e reparação de DNA
1.4. O papel do RNA
1.5. A transcrição e o código genético
1.6. Biosíntese de proteínas
1.7. Regulação da expressão génica
1.8. Mutação
1.9. Recombinação em bactérias
Unidade Didáctica 2- A Biologia Molecular como base da Engenharia Genética.
2.1. Isolamento, análise e manipulação de ácidos nucleicos
2.2. Exemplos de aplicação da Engenharia Genética no âmbito da Engenharia Alimentar
Unidade Didáctica 3 – Bioenergética e regulação metabólica
3.1. Aspectos básicos de transporte em microrganismos. Características moleculares de proteínas transportadoras
3.2.Transdução de energia. Cadeias de transporte de electrões e síntese de ATP em mitocôndrias e bactérias. Geração de energia metabólica por transporte de solutos
3.3. Regulação metabólica e cálculo de actividades enzimáticas
3.4. Perspectiva fisiológica de algumas vias metabólicas
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Os alunos não poderão exceder 7 faltas no total e 3, 2 e 2 faltas, nas UDs 1, 2 e 3, respectivamente.
Os alunos realizarão 3 testes e 3 seminários. As classificações obtidas nos testes e nos seminários contribuirão em 50%, respectivamente, para a classificação. Os alunos serão dispensados de exame se esta classificação for 12 valores, e em cada teste a nota for 8 valores.
Se o aluno for a exame, a classificação do exame e da avaliação contínua contribuirão, respectivamente, em 60% e 40% para a nota final.
Modelação Ambiental (Environmental Modelling)
Código: 1442
Responsável: José Paulo Mourão de Melo e Abreu
Outros docentes: -
Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
Ramo: todos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Desenvolver capacidades para construir, calibrar e validar uma aplicação informática capaz de modelar um sistema ambiental.
Consolidar conhecimentos e praticar com uma linguagem de programação.
Aprender métodos matemáticos e a utilização de ferramentas necessárias para a modelação.
Tomar contacto com alguns modelos existentes para a simulação ambiental
I. Introdução
a. Conceitos: Sistema, análise de sistemas, modelos (físicos, conceptuais, matemáticos), codificação, simulação.
b. Classificação dos modelos: estáticos & dinâmicos, empíricos & mecanísticos, determinísticos & estocásticos. Exemplos.
c.Tipos de modelo mais utilizados em modelação ambiental.
II. Revisão através de exercícios práticos de utilização de fórmulas complexas em Excel, regressão linear e não-linear utilizando o Solver, e integração numérica de equações diferenciais.
III. Curso de choque de Visual Basic para Aplicações através de exercícios práticos.
IV. Modelação e construção de modelos
a. Objectivos da modelação
b. Estrutura dos modelos e formulação.
c. Calibração e validação de modelos.
d. Análise de sensibilidade.
e. Erros e incerteza.
f. Exercícios práticos.
V. Casos de estudo de construção, calibração e validação de modelos
a. Construção de subrotinas para estimativa e geração de variáveis meteorológicas.
b.Cálculo da energia recebida por um painel solar.
c.Modelo de crescimento simplificado de um coberto vegetal.
d. Modelo de previsão de erosão e de transporte de sedimentos.
VI. Utilização de um sistema de apoio à decisão para gerir recursos hídricos.
VII. Apresentação e discussão de propostas para trabalhos de grupo.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
1. Realização e discussão de um trabalho final integrador de toda a matéria
2. Realização de teste final sobre toda a matéria ou exame final
Metodologia de avaliação de conhecimentos
Modelação de Sistemas Ambientais (Numerical Modelling of Environmental Systems)
Código: 1583
Responsável: Cathy Béatrice Kurz Besson (FC/UL)
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia de Sistemas Bioenergéticos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 30 | Práticas/Laboratoriais: 40 | Outras: 14 | Total: 84 |
O curso pretende iniciar os alunos aos métodos númericos, processamento de dados e modelação de processos físicos, biológicos e ambientais através da manipulação de matrizes de dados, e a aprendizagem do uso e da linguagem da aplicação interactiva com crescente relevância no ensino e na investigação: o Matlab.
I. Introdução ao Matlab e métodos númericos
Números, operações e erros
Sinais sintéticos e síntese de Fourier
Ajustamento de dados experimentais por regressão linear
Exemplo: determinação experimental da constante de Planck
Raízes de equações não lineares e Método da bissecção
Exemplo: Equilíbrio térmico de um painel solar
Solução de sistemas de equações lineares
Solução de equações diferentiais
Interpolação linear, polinomial e spline
Projecto Matlab 1: Calculo da evapotranspiração potencial de Penman
II. Modelos de productividade de uma cultura bioenergética: o Eucalipto
Modelo empírico: Globulus
Modelos mecânicos: 3PG, Yieldsafe
Projecto Matlab 2: Comparação estatística de simulações do modelo Globulus
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
1) Projectos Matlab 1 e 2 (trabalhos individuais ou em grupos de 2 pessoas)
2) Prova oral com discussão dos projectos e resolução de problema
Modelação dos Recursos Florestais (Forest Models)
Código: 1719
Responsável: José Augusto Lopes Tomé
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: todos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 |
Obrigatória Gestão Florestal; Gestão de Rec. Naturais
Opcional Eng. Prod. Florestais; Arb. Silvicultura Urbanas
| Teóricas: 42 | Práticas/Laboratoriais : 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se que os alunos adquiram as competências necessárias para processar dados de inventário e utilizar modelos de crescimento e produção para simular alternativas de gestão.
Introdução aos modelos de crescimento e produção e obtenção de dados para a sua construção.
Funções de crescimento e funções de crescimento formuladas como equações às diferenças.
Modelos de curvas de classe de qualidade e crescimento em altura dominante.
Estrutura dos modelos de crescimento e produção: modelos de povoamento (modelo GLOBULUS), modelos de povoamento com distribuição de diâmetros (modelos PBRAVO e MODISPINATER), modelos de árvore (modelos PBRAV-tree, GLOB-tree, SUBER), modelos simples de base fisiológica (3PG, YIELDSAFE).
Simulações com os modelos disponíveis para familiriazação com o seu funcionamento.
Utilização de modelos de crescimento e produção na simulação de alternativas de gestão - realização de projectos pelos alunos.
Bibliografia Principal
Apontamentos (disponíveis na página Web):
Tomé, M., 2003. Modelação do crescimento e da produção de povoamentos florestais. Textos didáticos do GIMREF, nº TP 2/2005. Centro de Estudos Florestais, Universidade Técnica de Lisboa, Lisboa.
Bibliografia Complementar
Avery, T. E. e Burkhart, H. E., 1994. Forest Measurements, 4ª ed. McGraw-Hill Book Company, New York (capítulos 14 e 15)
Clutter, J. L., Forstson, J. C., Pienaar, L.I. Briester, G. H. e Bailey, R. L., 1983. Timber Management: a Quantitative Aproach. John Wiley & Sons (capítulos 2, 3 e 4)
Vanclay, J. K., 1994. Modelling Forest Growth and Yield. Applications to Mixed Tropical Forests. CAB International, Wallingford, UK.
Frequência na disciplina: frequência de 75% das aulas, realização dos projectos de utilização de modelos para apoio à gestão.
Avaliação de conhecimentos: dois testes práticos e um teste teórico T, durante o semestre ou na época de exames. Classificação é obtida por ((P1+P2)/2+2T)/3, onde P1 E P2 são as notas dos testes práticos e T do teste teórico.
Exige-se T≥10, P1≥7, P2≥7, (P1+P2)/2≥10
Modelação Estatística I (Statistical Modelling I)
Código: 1443
Responsável: Jorge Filipe Campinos Landerset Cadima
Outros docentes: Maria Manuela Costa Neves Figueiredo
Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Estudo do modelo linear e das suas particularizações: regressão linear, análise de variância e análise de covariância.
O Modelo Linear: Formulação do Modelo Linear, a estimação dos parâmetros, avaliação do ajustamento do modelo, validação dos pressupostos do modelo.
A particularização do Modelo em contextos específicos: A Regressão Linear (simples e múltipla); as Análises de Variâncias de efeitos fixos (a um e mais factores, sem e com interacções, modelos para delineamentos hierarquizados); a comparação de regressões aparentadas como exemplo de Análise de Covariância.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Exame
Modelação Estatística II (Statistical Modelling I)
Código: 1444
Responsável: Jorge Filipe Campinos Landerset Cadima
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas
| Ano Curricular: 1º/2º | Semestral: 2º/1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Extensões do Modelo Linear, alargando substancialmente o campo dos modelos estatísticos considerados.
Métodos não-paramétricos relacionados com o Modelo Linear: regressões resistentes, teste de Kruskall-Wallis, teste de Friedman.
Introdução aos Modelos Lineares Generalizados: regressão logística e probit, modelos loglineares.
Introdução aos Modelos Mistos
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Exame
Noções de Fisiologia, Nutrição e Dietética (Elements of Nutrition, Physiology and Dietetics)
Código: 1811
Responsável: Maria da Conceição da Silva Loureiro Dias
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 2 | Obrigatória |
| Teóricas: 14 | Teórico-Práticas: 7 | Outras: 7 | Total: 28 |
Esta unidade curricular tem como objectivo familiarizar o aluno com os processos fisiológicos relacionados com a digestão, absorção e metabolismo dos nutrientes de modo a permitir uma melhor compreensão do valor nutricional dos alimentos e seu papel numa dieta equilibrada.
Após a frequência desta unidade curricular o aluno deverá ter adquirido as bases essenciais para a elaboração de dietas alimentares, assim como a capacidade de utilizar com propriedade termos, conceitos e hipóteses de mecanismos relevantes em nutrição (exemplos: nutriente, alimento, metabolismo, dieta, aditivos, contaminantes, etc.) no contexto da sua prática profissional. Deverá ainda saber contabilizar o valor calórico das dietas e formular regras dietéticas gerais.
Caracterização dos vários nutrientes, sua digestão, absorção e metabolismo;
O conceito de alimentação racional, as necessidades alimentares, os regimes dietéticos para os diferentes níveis etários e situações fisiológicas (gravidez, aleitamento, prática desportiva); Alimentação vegetariana, suplementos alimentares, alimentos nutracêuticos;
Conceitos práticos para a elaboração de dietas alimentares.
A unidade curricular terá a colaboração de especialistas em nutrição e dietética.
Aulas teóricas e práticas cobrem o programa de um modo tutorial e interactivo, respectivamente. Nas aulas práticas o aluno elabora dietas alimentares. Investiga, expõe e critica temas actualizados relacionados com práticas alimentares ou com novos produtos alimentares disponíveis no mercado.
Bibliografia Principal
Avaliação continua nas aulas práticas.
Exame final escrito.
Nutrição Animal Avançada (Advanced Animal Nutrition)
Código: 1723
Responsável: Luísa Almeida Lima Falcão e Cunha
Outros docentes: Teresa de Jesus da Silva Matos, João Pedro Bengala Freire e Maria Madalena dos Santos Lordelo
Curso: 2º ciclo - Engenharia Zootécnica - Produção Animal
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórics: 28 | Teórico-Práticas: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
O objectivo principal desta unidade curricular é facultar conhecimentos fundamentais sólidos e integrados de nutrição animal e de proporcionar a sua aplicação quer em condições práticas quer no contexto de investigação e desenvolvimento.
Modulo A - Absorção e metabolismo dos nutrientes
Modulo B – Experimentação em Nutrição Alimentação Animal e /Métodos de avaliação dos alimentos
Modulo C - Modelos aplicados à alimentação e nutrição animal: estudo análise critica, aplicação e comparação
Modulo D – Nutrição Animal e saúde animal humana e ambiental
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Realização de um trabalho escrito e sua apresentação oral – Modulo B ou D
Realização de um trabalho no âmbito do módulo C
Exame final escrito
Nutrição e Toxicologia Alimentar (Nutrition, Food Contamination and Toxicology)
Código: 1448
Responsável: Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira
Outros docentes: Teresa de Jesus da Silva Matos e Michiel Daam
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
Ramo: Qualidade e Segurança Alimentar
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Fornecer conhecimentos sobre nutrição, digestão e metabolismo. Aquisição de competências para avaliação nutricional, determinação do índice de massa corporal, crítica de dietas e rotulagem nutricional. Estudo de distúrbios alimentares e suas consequências.
Conhecer os diversos tipos de perigos alimentares.
Estudo de substâncias naturalmente presentes em matérias primas e de contaminantes que podem afectar os alimentos (sua natureza química, efeito tóxico e diferentes vias de contaminação).
Avaliação toxicológica dos pesticidas e medidas de gestão do risco para o consumidor atendendo à produção de alimentos. Análise dos efeitos da preparação e processamento dos alimentos sobre os níveis de resíduos de pesticidas.
Desafios da produção e transformação dos alimentos no âmbito da Qualidade e Segurança Alimentar.
TOXICOLOGIA ALIMENTAR. Perspectiva global das contaminações dos alimentos. Tipos e vias de contaminação. Princípios básicos de toxicologia, estudos e índices de toxicidade. Pesticidas e outros contaminantes.
Pesticidas. Uso seguro na produção de alimentos. Características dos produtos fitofarmacêuticos. Dissipação e persistência de resíduos de pesticidas. Toxicologia de pesticidas. Metabolismo. Limites Máximos de Resíduos permitidos nos alimentos e Intervalos de Segurança. Resíduos de pesticidas, metabolitos e impurezas e impacte na saúde humana. Influência dos processos de transformação e armazenamento dos alimentos nos resíduos de pesticidas.. Avaliação e gestão do risco dos pesticidas para o consumidor. Monitorização de resíduos em alimentos e água. Enquadramento legislativo.
Outros contaminantes dos alimentos. Compostos tóxicos naturalmente presentes no alimento. Compostos tóxicos resultantes dos processos tecnológicos. Contaminantes químicos. Contaminantes na Industria Alimentar. Aditivos alimentares. Toxinas endógenas e factores antinutricionais. Compostos tóxicos resultantes de contaminação microbiana. Toxinas de origem microbiana. Avaliação e gestão do risco.
NUTRIÇÃO e SAÚDE: propriedades dos alimentos e seus efeitos na saúde. Fisiologia da digestão. Absorção de nutrientes. Metabolismo. Aspectos nutricionais relacionados com os grupos de risco e estados fisiológicos específicos. Metodologias de avaliação nutricional e índice nutricional. Índice de massa corporal. Análise crítica de regimes alimentares. Doenças de origem nutricional e distúrbios alimentares. Rotulagem nutricional. Formulação de alimentos. Legislação e enquadramento legal. Alimentos Funcionais. A importância da fibra em nutrição humana.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Aprovação à disciplina para classificação final de 10 valores na avaliação contínua ou após realização de exame. Funcionamento em 3 módulos. Inclui:
- realização de seminários com apresentação oral de 15-20 minutos e apresentação de resumo escrito
- realização de tarefas e/ou questionários individuais (módulos 1 e 2)
- realização de Sessão de posters com apresentação oral
- realização de um teste final do módulo 3
O Vinho na Gastronomia (Wine in Gastronomy)
Código: 1810
Responsável: Virgílio Borges Loureiro
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 2.5 | Obrigatória |
| Teóricas: 14 | Teórico-Práticas: 14 | Outras: 7 | Total: 35 |
Pretende-se com esta disciplina:
1) abordar as bases históricas da Viticultura e Enologia europeias, bem como o consumo de vinho e do vinho como medicamento;
2) distinguir entre o conceito de vinho da “Velha Europa” e do “Novo Mundo”;
3) conhecer os princípios básicos da viticultura, enologia e da concepção de vinhos;
4) conhecer a base da legislação europeia das denominações de origem, as principais regiões vitícolas europeias e o estilo dos seus vinhos;
5) analisar as principais regiões vitícolas portuguesas e o estilo de vinhos;
6) conhecer as regras básicas do serviço de vinhos;
7) dominar as bases da harmonia do vinho com a comida.
Os alunos deverão adquirir como principais competências:
1) sentido crítico na apreciação e descrição de vinhos;
2) sentido crítico na harmonia do vinho com a comida;
3) cultura geral sólida sobre a história do vinho na Europa.
1. Vinho, um símbolo da cultura mediterrânica. Bases históricas da Viticultura e Enologia europeias: Antiguidade Clássica-Geórgia, Mesopotâmia, Egipto, Grécia, Império Romano; Idade Média: Cister e o vinho da Cristandade.
2. O consumo de vinho: segundo os judeus e os gregos. O vinho como bebida e como medicamento.
O vinho como bebida e como medicamento.
3. O vinho da “Velha Europa” e do “Novo Mundo”.
4. Princípios fundamentais de concepção e produção de vinhos.
5. Principais regiões vitícolas europeias.
6. Vinhos históricos portugueses.
7. Denominações de origem portuguesas.
8. O serviço de vinhos.
9. A harmonia do vinho com a comida: princípios gerais, combinações perfeitas e desadequadas
As metodologias de ensino privilegiarão a exposição oral, com recurso a meios audiovisuais e informáticos, trabalhos práticos de prova de vinhos, seminários a desenvolver pelos alunos em trabalho de grupo e, se houver condições para tal, visitas de estudo.
Bibliografia Principal
A avaliação basear-se-á na apresentação de trabalhos e/ou em teste final
Operações Unitárias I (Unit Operations I)
Código: 1632
Responsável: Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
Outros docentes: Helena Margarida Nunes Pereira
Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: Engenharia dos Produtos Florestais
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 56 | Práticas/Laboratoriais: 14 | Outras: 14 | Total: 84 |
Compreensão do conceito de operação unitária. Estudo das seguintes operações unitárias: moenda, sedimentação, centrifugação, filtração clássica, secagem e evaporação. Aplicações a casos industriais e dimensionamento do equipamento.
Conceito de operação unitária e sua importância no estudo dos processos industriais. Caracterização de partículas sólidas; moenda. Operações unitárias que envolvem apenas transferência de massa: sedimentação livre; centrifugação; filtração clássica. Operações unitárias que envolvem transferência de massa e/ou de calor: secagem (clássica) e psicrometria; permutadores de calor; evaporação (efeito simples e múltiplo em co e contracorrente)-, mistura.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Dois testes ou exame final (80% da nota final) e Relatório de Trabalho Laboratorial (20% da nota final). Para obter aprovação na disciplina é necessária a nota mínima de 9,5 valores tanto no exame como no trabalho laboratorial.
Operações Unitárias II (Unit Operations II)
Código: 1727
Responsável: Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
Outros docentes: Helena Margarida Nunes Pereira
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
Ramo: Processamento de Alimentos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 56 | Práticas/Laboratoriais: 14 | Outras: 14 | Total: 84 |
Aplicação do conceito de operação unitária à engenharia alimentar. Estudo das seguintes operações unitárias: extracção baseada em equilíbrio de fases; adsorção; sedimentação influenciada, filtração por membranas, pervaporação, cristalização e destilação. Aplicações a casos industriais e dimensionamento do equipamento.
Operações unitárias que envolvem transferência de massa e/ou energia: sedimentação influenciada e flutuação. Operações unitárias que envolvem transferência de massa através de uma fronteira de fase e equilíbrio de fases: extracção líquido/líquido, sólido/líquido e sólido/gás; extracção em sistemas de estádio único e multi-estádio em lavagens sucessivas ou em contra-corrente; destilação simples e fraccionada; adsorção física e química; filtração por membranas, pervaporação e cristalização. Dimensionamento do equipamento utilizado.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Dois testes ou exame final (80% da nota final) e Relatório de Trabalhos Laboratoriais (20% da nota final). Para obter aprovação na disciplina é necessária a nota mínima de 9,5 valores tanto no exame como no trabalho laboratorial.
Ordenamento do Território – Nível Regional e Nacional (Landscape Planning - Regional and National Level)
Código: 1616
Responsável: Maria Manuela Cordes Cabêdo Sanches Raposo de Magalhães
Outros docentes: Natália Cunha
Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 7 | Obrigatória |
Teóricas: 36
Práticas/Laboratoriais (aplicado a Projecto): 42
Práticas/Laboratoriais(trabalho de campo): 20
Total: 98
Dar a conhecer o sistema de planeamento existente em Portugal e os problemas decorrentes da sua aplicação, bem como as políticas sectoriais nacionais e europeias de O. T. Demonstrar os diferentes resultados da aplicação de uma mesma metodologia, o “Sistema-Paisagem”, a uma escala superior – a região. Estudar o Plano Regional de O.T. da região abordada e elaborar uma comparação crítica com o trabalho realizado. Estudar e discutir o Programa Nacional para a Política de O.T.
AULAS TEÓRICAS
Análise dos processos de Ordenamento do Território em Portugal. Contribuições da Arquitectura Paisagista. Retrospectiva analítica do quadro legislativo, regulamentar e institucional dos instrumentos de ordenamento do território e da política de ambiente. Enquadramento supra-nacional e europeu.
Estudo das principais figuras jurídicas de ordenamento do território.
Relação entre o Ordenamento do Território e as políticas sectoriais, tais como: a Estrutura Ecológica (Municipal, Regional e Nacional / Reserva Agrícola Nacional (RAN), Reserva Ecológica Nacional (REN), Rede Natura 2000, Directiva Habitat) Estruturas Culturais: Viária/Transportes, Mobilidade Suave, Saneamento. Políticas Energética, de Desenvolvimento Urbano, Rural e Florestal. Ordenamento e Gestão das Áreas Metropolitanas e do Litoral.
O Balanço Ecológico como instrumento de implementação da Estrutura Ecológica, aos vários níveis de planeamento.
AULAS PRÁTICAS
Estudo de uma região com a aplicação da metodologia “Sistema-Paisagem”. Delimitação da Estrutura Ecológica Regional. Análise e crítica das Estruturas Culturais. Proposta de um Conceito de Intervenção. Estudo e análise crítica do respectivo Plano Regional de OT, bem como do Programa Nacional para a Política de O.T. Discussão do livro: Gil, José (Portugal Hoje, o medo de existir)
Bibliografia Principal
Legislação
Bibliografia Complementar
Frequência: recensão do livro: Gil, José (2004) Portugal Hoje: o medo de existir, Relógio d’Água Edt.
Teórica: exame final – 60%
Prática: relatório do trabalho realizado – 40%
Ordenamento do Território: Nível Municipal em Arquitectura Paisagista (Landscape Planning: Municipal Level - Landscape Architecture)
Código: 1616
Responsável: Maria Manuela Cordes Cabêdo Sanches Raposo de Magalhães
Outros docentes: Natália Cunha
Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 7 | Obrigatória |
Teóricas: 36
Práticas/Laboratoriais (aplicadas a projecto): 42
Práticas/Laboratoriais (trabalho de campo): 20
Total: 98
O conteúdo desta disciplina está na sequência de Ordenamento do Território – sub-sistema natural, do 1º ciclo (6º semestre). Em conjunto, estas duas disciplinas têm o objectivo de preparar os alunos para a intervenção projectual, no território, entre as Escalas 1/25.000 e 1/2.000, na perspectiva do planeamento ambiental. Em termos do sistema de planeamento existente, esta intervenção corresponde aos Planos Municipais de Ordenamento do Território (PDM, PU, PP).
Nas aulas teóricas abordam-se as componentes, cultural, formal e político-administrativa do O.T., nomeadamente, a teoria da concepção da Paisagem urbana e rural nos vários períodos, com ênfase no pós-moderno e actualidade. Após uma introdução com o fio condutor da hermenêutica da concepção da Paisagem, feita pelo docente, cada aluno estuda um autor, apresenta-o, seguindo-se debate crítico sobre os vários autores
Nas aulas práticas continua-se o estudo do concelho, iniciado em “O.T. – sub-sistema natural” (1º ciclo), com o desenvolvimento do Conceito de Intervenção à esc. 1/10.000 e a elaboração de propostas de intervenção, em áreas parciais do concelho, desenvolvidas individualmente à esc. 1/2.000
Visita ao concelho em estudo, particularmente às áreas de grande mutação urbana
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Frequência – recensão e apresentação de um livro escolhido pelo aluno e aceite pelo Prof.
Teórica – exame final – 60%
Prática – elaboração e apresentação de um relatório do trabalho realizado – 40%
Ordenamento do Território: Nível Municipal (Landscape Planning: Municipal Level)
Código: 1465
Responsável: Maria Manuela Cordes Cabêdo Sanches Raposo de Magalhães
Outros docentes: Natália Cunha
Curso: 2º ciclo – Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: Gestão Florestal; Gestão de Recursos Naturais; Arboricultura e Silvicultura Urbanas
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Opcional |
| Téorico-Prátcias: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
O conteúdo desta disciplina está na sequência de Ordenamento do Território – sub-sistema natural, do 1º ciclo (6º semestre). Em conjunto, estas duas disciplinas têm o objectivo de preparar os alunos para a intervenção projectual, no território, entre as Escalas 1/25.000 e 1/2.000, na perspectiva do planeamento ambiental. Em termos do sistema de planeamento existente, esta intervenção corresponde aos Planos Municipais de Ordenamento do Território (PDM, PU, PP).
Nas aulas teóricas abordam-se as componentes, cultural, formal e político-administrativa do O.T., nomeadamente, a teoria da concepção da Paisagem urbana e rural nos vários períodos, com ênfase no pós-moderno e actualidade. Após uma introdução com o fio condutor da hermenêutica da concepção da Paisagem, feita pelo docente, cada aluno estuda um autor, apresenta-o, seguindo-se debate crítico sobre os vários autores
Nas aulas práticas continua-se o estudo do concelho, iniciado em “O.T. – sub-sistema natural” (1º ciclo), com o desenvolvimento do Conceito de Intervenção à esc. 1/10.000 e a elaboração de propostas de intervenção, em áreas parciais do concelho, desenvolvidas individualmente à esc. 1/2.000
Visita ao concelho em estudo, particularmente às áreas de grande mutação urbana
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Frequência – recensão e apresentação de um livro escolhido pelo aluno e aceite pelo Prof.
Teórica – exame final – 60%
Prática – elaboração e apresentação de um relatório do trabalho realizado – 40%
Patologia Vegetal (Plant Pathology)
Código: 1469
Responsável: Maria Helena Mendes da Costa Ferreira Correia de Oliveira
Outros docentes: Ana Paula Ferreira Ramos e Arlindo Lima
Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: Engenharia Agronómica - Protecção de Plantas; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais – Arboricultura e Silvicultura Urbanas
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teóricas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se que os estudantes adquiram conhecimento teórico e prático/laboratorial nos seguintes temas:
i) agentes causadores de doenças, suas características e variabilidade;
ii) base genética e molecular das interacções patogénio-hospedeiro; e
iii) epidemiologia de doenças das plantas.
O curso inclui elementos teóricos e práticos nos seguintes tópicos:
I. Morfologia, biologia e variabilidade de patogénios (pseudofungos, fungos, bactérias, fitoplasmas, vírus e nemátodes). Mecanismos de variabilidade dos patogénios. Técnicas clássicas e moleculares usadas para caracterização e análise da variabilidade de patogénios.
II. Interacção patogénio-hospedeiro:
- Genética da virulência nos patogénios e de resistência nos hospedeiros. Teoria gene-a-gene. Genes de patogenicidade e de avirulência; genes de resistência nas plantas.
- Mecanismos de defesa do hospedeiro ao patogénio. Defesas constitutivas e induzidas. Genes R e reconhecimento do patogénio, vias de transdução de sinal. Resposta Hipersensível (HR). Resistência sistémica adquirida.
III. Epidemiologia de doenças
Quantificação da doença. Aspectos espaço-temporais de epidemiologia. Modelização da progressão da doença. Modelos de previsão de epidemias Estudo de casos.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Obtenção de frequência: máximo 5 faltas, entrega do Caderno de Práticas/Laboratório.
- Avaliação contínua:
a) 25% para o caderno de práticas/laboratório.;
b) 25% para um seminário apresentado pelo aluno;
c) 50 % para a classificação obtida em 2 testes.
- Exame final: prova escrita sobre toda a matéria (em alternativa à avaliação contínua).
Pesticidas e Ambiente (Pesticides and Environment)
Código: 1470
Responsável: Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira
Outros docentes: António Maria Marques Mexia e Elisabete Tavares Lacerda de Figueiredo Oliveira
Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar
Ramo: Engenharia Agronómica - Protecção de Plantas; Engenharia Alimentar – Qualidade e Segurança Alimentar
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Engenharia Agronómica
Opcional: Engenharia Alimentar
| Teóricas: 42 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se que os alunos adquiram conhecimentos sobre os diversos aspectos toxicológicos e ecotoxicológicos de pesticidas na perspectiva de uma utilização sustentável destes produtos para o Homem e Ambiente e prevenção dos seus principais riscos alimentares e ambientais.
Desenvolvem-se competências na área da gestão ambiental destes produtos, particularmente nos ecossistemas agrícolas e não agrícolas.
Caracterização físico-química, biológica, toxicológica de pesticidas. Eficácia biológica. Resistência e sua prevenção. Toxicidade dos pesticidas para o Homem. Vias de exposição: dermal, ingestão e inalatória. Estudos de toxicidade: aguda, sub-crónica e crónica e outros. Pesticidas e a saúde humana. Aplicação e segurança do aplicador e do consumidor. Qualidade e segurança alimentar. Limites máximos de resíduos de pesticidas permitidos em produtos alimentares. Rastreabilidade.
Ecotoxicologia: Conceitos fundamentais. Exposição ambiental vs efeitos tóxicos. Comportamento e destino dos pesticidas no ambiente (ar, água, solo, sedimento e biota). Factores determinantes na contaminação ambiental. Propriedades dos pesticidas, propriedades do solo, condições locais, práticas culturais. Efeitos tóxicos no biota. Critérios e classificação ecotoxicológica para aves, organismos aquáticos, abelhas, minhocas e outros organismos benéficos. Protecção da biodiversidade. Ensaios biológicos para avaliação da toxicidade.
Modelação ambiental, metodologias laboratoriais e de campo. Abordagem integrada na avaliação de Perigo e Risco para o ambiente.
Aplicação prática em sistemas agro-ambientais: produção hortícola, frutícola, vitícola e relvados e em áreas sensíveis. Selecção e aplicação de pesticidas com base na eficácia e gestão de risco para o utilizador, consumidor e ambiente. Sistemas de Apoio à Decisão. Cartas de risco à poluição.
Enquadramento legislativo no domínio da natureza e biodiversidade, ambiente e saúde, gestão de recursos naturais e de resíduos. Objectivos e medidas de acção no âmbito da estratégia temática sobre a utilização sustentável de pesticidas.
Seminários
Estratégias integradas de Protecção das Plantas na gestão do risco de pesticidas.
Visita de estudo: 2 Visitas de campo; 1 Visita Agência Portuguesa de Ambiente
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação contínua com possibilidade de dispensa de exame final, mediante o aproveitamento obtido na realização de tarefas individuais e em grupo; em trabalhos laboratoriais e seminários.
Política Florestal e Ordenamento do Território (Forest Policy and Land Management)
Código: 1472
Responsável: Pedro César Ochôa de Carvalho
Outros docentes: José Guilherme Martins Dias Calvão Borges e José Manuel Osório de Barros de Lima e Santos
Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: Gestão Florestal; Gestão de Recursos Naturais; Engenharia de Produtos Florestais
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
A intervenção política dos engenheiros florestais. Reflexão sobre o lugar ocupado pela política florestal e pelos recursos florestais na sociedade. Análise estratégica. Sistema de informação para a tomada de decisão estratégica. Evolução do conceito de estratégia e análise estratégica. Conceito de Programa Florestal Nacional, suas dimensões, implicações e sua implementação em Portugal (estudo de casos). Valor estratégico deste instrumento de política. As florestas, a multifuncionalidade e o Ordenamento do Território. História florestal. O Homem e os recursos florestais: culturas, filosofia, ideologia, ética.
I – Intervenção política e o processo político. Sistemas políticos. Interesses e conflitos no sector florestal. Grupos de pressão. A agenda política. Os actores. Caracterização e intervenção. Os protagonistas (partes interessadas). Decisão política. A administração pública. Os proprietários e suas associações. A indústria. NGO’s. Comunicação, opinião pública e “mass media”. A participação. A intervenção política na formação de políticas florestais. Liderança. Factores de sucesso e insucesso de políticas. Políticas florestais e “social change”. O processo de aprendizagem social.
II – Programas Florestais Nacionais (NFP) como paradigma de Política Florestal Nacional. Processos envolvidos: participação, cooperação intersectorial, abordagem adaptativa de longo prazo.
III – Políticas florestais e ordenamento do território (land use). Níveis de intervenção, nacional, regional e local. Interacção com políticas de ambiente, agrícola, urbanística.
IV – Análise estratégica. Análise estratégica. Sistema de informação para a tomada de decisão estratégica. Evolução do conceito de estratégia e análise estratégica.
V – História e cultura florestais. O Homem e os recursos florestais. Atitudes, imaginário, conceitos, filosofia, ética, aspectos ideológicos e culturais. História.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação através da elaboração de trabalhos sobre temas relevantes, sua discussão e exame final.
Pragas e Doenças Florestais (Forest Pests and Diseases)
Código: 1736
Responsável: Manuela Rodrigues Branco Simões
Outros docentes: Ana Paula Ferreira Ramos, Maria Helena Reis de Noronha Ribeiro de Almeida e José Guilherme Borges
Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: Gestão Florestal; Gestão de Recursos Naturais; Arboricultura e Silvicultura Urbanas
| Ano Curricular: 1º / 2º (Gest. Rec. Nat.) | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória Gestão Florestal; Arboricultura e Silvicultura Urbanas
Opcional Gestão de Recursos Naturais
| Teóricas: 14 | Teórico-Práticas: 28 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Compreender a ecologia, incluindo as interacções com as plantas hospedeiras, inimigos naturais e dinâmica das populações de pragas e doenças.
Compreender os impactes ecológicos e económicos das pragas e doenças no funcionamento e sustentabilidade dos povoamentos florestais
Conhecer e aplicar métodos de monitorização de pragas e doenças e de previsão de riscos.
Conhecer e aplicar métodos de gestão de pragas e doenças: prevenção e supressão.
Conhecer impactes económicos e ecológicos das diferentes estratégias de gestão pragas e doenças e analisar custos e benefícios.
1. Ecologia das pragas e doenças.
Factores favoráveis à ocorrência de pragas e doenças. Dinâmica das populações, surtos populacionais, mecanismos de regulação, interacções insecto-hospedeiro, inimigos naturais.
Modelos epidemiológicos e quantificação dos parâmetros de doença
2. Monitorização de pragas e doenças
Detecção e monitorização de pragas e doenças: árvore individual, povoamento e território.
Definição de risco do povoamento e da árvore individual. Modelos de causalidade e de grau de risco
3. Medidas de prevenção ou profilácticas. Práticas silvícolas
Gestão de habitat para organismos auxiliares
Prevenção de pragas e doenças exóticas: medidas de embargo, quarentena, legislação.
4. Meios de controlo. Protecção químicos: classificação e composição de pesticidas. Técnicas e material de aplicação de pesticidas.. Impactes ecológicos e riscos para a saúde pública. Processo e exigências de homologação
Controlo biotécnico: feromonas e cairomonas, uso de armadilhas à base de semioquímicos (captura em massa, “push & pull”, confusão sexual)
Controlo biológico: agentes bióticos de controlo biológico, avaliação de eficácia e segurança, impactes ecológicos, biofábricas de agentes bióticos
Melhoramento genético: variabilidade genética e melhoramento de plantas para resistência a pragas e doenças. Métodos biotecnológicos de melhoramento de plantas.
Medidas de controlo culturais e mecânicas.
Tratamento de madeiras armazenadas
5. Impactes ecológicos e económicos das pragas e doenças nos povoamentos e recursos florestais, impactes das estratégias de gestão. Integração da gestão de pragas e doenças na gestão florestal
Análise de custos/benefícios
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A. Trabalhos de revisão e de síntese sobre temas apresentados e discutidos na aula (50%); testes teóricos intercalares (50%).
B. Exame final, opcional, obrigatório para os alunos que não obtiveram 10 valores nos testes teóricos (60%B+ 40%A)
Preparação e Análise de Projectos (Project Analysis and Evaluation)
Código: 1560
Responsável: Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Formar técnicos especializados em Agronomia Tropical, com especial sensibilidade para as questões de desenvolvimento, conhecimentos básicos na área da economia do desenvolvimento e de sistemas agrícolas, com capacidade para desenhar e elaborar projectos de desenvolvimento, em especial para intervenção em meio tropical. A disciplina oferece preparação para análise, avaliação e monitorização de projectos de desenvolvimento sectorial, (projectos de investimento empresarial, projectos de cariz público e institucional e ainda de investigação), compreensão e capacidade de intervenção no meio tropical, tendo em consideração para além do meio físico e biológico, essencialmente o meio humano das regiões tropicais em países menos desenvolvidos.
1. Conceito de projecto
2. Vantagens e inconvenientes do formato de Projecto na intervenção para o Desenvolvimento
3. Estrutura de Projecto – Preparação e Análise
4. O ciclo do Projecto
5. Análise e Avaliação de Projectos de Investimento
6. Sequência de Operações na Preparação de Projectos
7. Organização e Gestão
8. Monitorização e acompanhamento da implementação
9. Estudos de impacte ambiental e económico
10. Estudo de casos
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A definir caso a caso, por testes e trabalho de revisão monográfica, com avaliação contínua e desenho de projecto experimental
Probabilidades e Estatística I (Probability and Statistics I)
Código: 1737
Responsável: Maria Manuela Costa Neves Figueiredo
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 8 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 84 | Outras: 28 | Total: 112 |
Revisão de conceitos fundamentais em probabilidade e estatística.
Introdução ao software estatístico R.
Introdução ao software R .
Teoria da Probabilidade: revisão dos principais modelos probabilisticos discretos e contínuos.
Estatística Descritiva a uma e duas dimensões. A Regressão linear.
Inferência Estatística. Intervalos de confiança e testes de hipóteses. Testes paramétricos e não paramétricos. Testes de Ajustamento.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Exame
Probabilidades e Estatística II (Probability and Statistics II)
Código: 1738
Responsável: Maria Manuela Costa Neves Figueiredo
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Aprofundar metodologias probabilísticas e estatísticas.
Ensinar os fundamentos teóricos da inferência estatística clássica e da inferência Bayesiana.
Vectores aleatórios. Distribuições marginais e condicionais. Transformações de vectores aleatórios.
As distribuições binormal e multinormormal. A distribuição multinomial.
Introdução às convergências estocásticas. Leis limites.O método-delta,
Teoria da estimação: o método dos momentos e da máxima verosimilhança. Intervalos de confiança e testes de hipóteses. O teste de razão de verosimilhanças.
Introdução à Estatística Bayesiana.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Exame final
Processos Emergentes e Gestão Ambiental (New Processes and Environmental Management)
Código: 1477
Responsável: Margarida Gomes Moldão Martins
Outros docentes: Elizabeth da Costa Neves Fernandes d'Almeida Duarte
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
- Compreender os novos processos de transformação/conservação de alimentos e respectivas aplicações industriais;
- Saber pensar processos integrados de transformação/conservação de alimentos na perspectiva da menor degradação das propriedades intrínsecas das matérias-primas e da melhor preservação ambiental;
- Permitir a aquisição de conhecimentos práticos e teóricos para a implementação de um plano de uso eficiente de água nas unidades agro-industriais.
-Aplicação dos conhecimentos adquiridos a um caso de estudo.
Processos emergentes em engenharia alimentar. Processos não térmicos: Altas pressões hidrostáticas, Ultra-sons, Mano-termo-sonicação, Ionização, Pulsos de luz de elevada intensidade, Pulsos de Campo Eléctrico; Processos térmicos alternativos: aquecimento por rádio frequência, processamento por microondas, aquecimento por infra-vermelhos, aquecimento Ohmico, congelação sob pressão. Novos conceitos de embalagem alimentar: embalagem activa e inteligente.
Gestão Ambiental Uso Eficiente da Água na Indústria Alimentar. Ciclo da Água na Indústria. Implementação de Um Plano para o Uso Eficiente da Água. Medidas de Uso Eficiente da Água em Fins Industriais. As Melhores Tecnologias Disponíveis (MTDS) Para o Tratamento e Valorização de Águas/Águas Residuais e Resíduos na Indústria Alimentar. Parâmetros Chave de Avaliação da Eficiência das Tecnologias de Tratamento de Águas/Águas Residuais e Resíduos.
A Unidade Curricular inclui a realização de um Projecto, desenvolvido em grupo, que se pretende que integre todos os conhecimentos adquiridos.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação contínua: Projecto realizado em grupo e apresentado por escrito e oralmente.
Avaliação por exame: Exame (nota mínima 9,5).
Produção Agrícola Tropical (Tropical Agricultural Production)
Código: 1478
Responsável: Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável; Engenharia Alimentar
Ramo: Engenharia Alimentar - Processamento de Alimentos
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
Formar técnicos especializados em Agronomia Tropical, com especial sensibilidade para as questões de gestão de processos de desenvolvimento e de sistemas de produção de base agronómica e alimentar nas regiões tropicais e em países menos desenvolvidos.
Caracterização do meio e condicionantes à produção. Princípios referenciais específicos de agricultura em meio tropical.
Principais sistemas de produção agrícola e animal: principais condicionantes edafo-climáticos e económico-sociais.
História da Agricultura Tropical e sua organização actual.
Sistemas de produção tradicionais e de subsistência versus sistemas comerciais e empresariais.
Principais culturas de interesse económico nas regiões tropicais. Sua origem e distribuição, importância local e no mercado mundial.
Caracterização dos sistemas de produção relevantes para cada cultura (cadeia de valor e agronegócio) e descrição dos respectivos itinerários técnicos.
Técnicas de pós-colheita e conservação de produtos tropicais
Agronomia Tropical e o comércio internacional.
A segurança alimentar, biotecnologias (bioenergia) e o desenvolvimento sustentável
O Agronegócio e as suas interacções com os sistemas de produção e consumo de produtos tropicais
Politicas alimentares e a educação para uma melhor educação e qualidade de vida.
Desenvolvimento sustentável, mudanças tecnológicas e institucionais.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação contínua e por teste – Exame final
Produção Alimentar e Processos de Trabalho em Restauração (Food Production Processes and Restoration Work)
Código: 1802
Responsável: Maria Paulina Estorninho Neves da Mata
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 2 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 21 | Outras: 7 | Total: 28 |
Pretende-se com este módulo familiarizar os alunos com a produção alimentar em vários tipos de unidades de produção.
Pretende-se dar aos alunos uma visão geral que contemple, condições de trabalho, aspectos económicos, de organização do trabalho e gestão de equipas, mas também aspectos estéticos.
Pretende-se ainda familiarizar os alunos com vários aspectos de desenvolvimento de novos produtos em restauração, em particular com o papel do processo criativo, bem como do de investigação.
Normas e procedimentos de trabalho em restauração.
Processo de criação, padronização, adaptação ao mercado, sistematização da produção e construção de ementas.
Planeamento e operação de restaurantes.
Métodos de cocção e utensílios.
Considerações sobre a área da sala.
Gestão de equipas.
A cadeira será dada com a colaboração de chefes de cozinha e incluirá:
- Sessões teóricas para introdução dos vários temas envolvendo a exposição, utilizando o datashow
- Sessões teórico-práticas sobre algumas técnicas culinárias menos comuns (ex: cozinha em vácuo e a baixa temperatura).
- Visitas técnicas a unidades de restauração pública para observar diversos aspectos dos processos de produção.
- Utilização de website com material de estudo e contacto à distância via email.
Bibliografia Principal
Trabalho individual.
Relatório das visitas efectuadas.
Projecto (Project)
Código: 1634
Responsável: Pedro Manuel Leão Rodrigues de Sousa
Outros docentes: Francisco Cardoso Pinto e Francisco Ramos Lopes Gomes da Silva
Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
Ramo: todos
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Outras: 84 | Total: 84 |
O exercício de projectar consiste na aplicação de conhecimentos adquiridos anteriormente no curso a um problema real, de tal forma a que os alunos adoptem uma aproximação integrada e adquiram a capacidade de decisão em engenharia. Ao realizar um estudo de projecto em treina-se o trabalho em equipa, por forma a resolver os complexos problemas de um projecto de engenharia. Pretende-se pois que os estudantes se familiarizem com o conceito de projecto, analisando projectos reais, contactando com equipas projectistas, visitando projectos em execução ou executados e realizando um pequeno estudo prévio de projecto, ficando assim habilitados ao exercício profissional como projectistas.
Princípios base transversais aos projectos nas diversas áreas da engenharia.
Tipos de projectos: pessoal, público, empresarial e de investigação & desenvolvimento.
Estrutura de um projecto:
1) Peças escritas: Memória descritiva e justificativa; Outros estudos de especialidade; Medições; Orçamento; Processo de concurso – Lista de Preços e Caderno de Encargos;
2) Peças desenhadas.
Definição e caracterização das fases de um projecto: Estudo Base, Estudo Prévio, Estudo de viabilidade, Projecto de Execução.
Enquanto peças acessórias ao Estudo de Projecto, referência de enquadramento ao Estudo de Impacte Ambiental (EIA), à Proposta de Definição de Âmbito (PDA), ao Relatório de Conformidade Ambiental (RECAPE) e à Avaliação Ambiental Estratégica (AAE).
Acompanhamento e fiscalização. Acompanhamento ambiental, monitorização, auditorias e acompanhamento público.
Avaliação de impactes ambientais após execução do projecto.
Estudo e análise de um Projecto, com a apresentação de um Relatório circunstanciado.
Alguns elementos básicos de desenho técnico, necessários à elaboração das peças desenhadas de um projecto.
Realização de um Estudo Prévio de Projecto.
Bibliografia Principal
Incide particularmente nos seguintes aspectos:
1) Apresentação dos temas distribuídos (15 %);
2) Qualidade do relatório síntese (20 %) e respectiva apresentação (5 %);
3) Execução de exercícios de desenho técnico de projecto (5 %);
4) Trabalho de projecto (45 %) e respectiva apresentação (10 %).
Projecto de Execução de Arquitectura Paisagista (Execution Project in Landscape Architecture)
Código: 1611
Responsável: Luís Paulo Almeida Faria Ribeiro
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 7 | Obrigatória |
| Teóricas: 84 | Práticas/Laboratorias (aplicado a Projecto): 14 | Total: 84 |
Aquisição e aplicação de conhecimentos técnicos de construção, manutenção e gestão, em projectos de execução e implementação em obra.
Competências no desenvolvimento dos componentes:
a) Planos gerais e apresentação;
b) Modelação e implantação
c) Pavimentos e remates
d) Planos de rega
e) Pormenorização de elementos de água e estruturas (estrados, pergolas, guardas)
f) Memória descritiva, especificações técnicas, articulados de medições, estimativa orçamental
g) Legislação em projecto
h) Prática e ética profissional
i) Desenho assistido por computador.
1. Tipologias de projecto de execução em arquitectura paisagista
1.1. Parques e jardins públicos
1.2. Praças e ruas
1.3. Licenciamento de obras de urbanização
1.4. Sítios históricos
1.5. Sítios de elevada sensibilidade natural
1.6. Jardins privados
2. Técnicas de Construção
2.1. Sustentabilidade e capacidade de carga de espaços verdes
2.2. Rega de espaços verdes
2.3. Drenagem interna e subterrânea
2.4. Zonas verdes sobre laje
2.5. Iluminação de espaços exteriores
2.6. Elementos de água
2.7. Parques infantis e de aventura
3. Projecto de Execução
3.1. Objectivos e organização do projecto de execução
3.2. Documentos desenhados
3.2.1. Representação gráfica de projectos
3.2.2. Plantas
3.2.3. Cortes e perfis
3.2.4. Axonometrias
3.3. Documentos escritos
3.3.1. Caderno de encargos
3.3.2. Medições e estimativa orçamental
4. Gestão e manutenção e de zonas verdes
4.1. Níveis de manutenção e a qualidade ambiental e paisagística de espaços exteriores
4.2. Operações de manutenção
4.3. Optimização dos custos das principais operações de manutenção
4.4. Planos de manutenção
5. Prática e ética profissional
5.1. Disposições contratuais
5.2. Entidades envolvidas no projecto e obra
5.3. Desenvolvimento de propostas de trabalho
5.4. Legislação aplicável
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Obtenção de frequência com base em:
A avaliação será feita com base nos seguintes elementos:
Projecto e Crítica do Espaço Público (Project and Critics of Public Space)
Código: 1622
Responsável: Maria Cristina da Fonseca Ataíde Castel-Branco
Outros docentes: Ana Luísa Brito dos Santos de Sousa Soares Ló de Almeida
Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 7 | Obrigatória |
| Teóricas: 36 | Práticas/Laboratoriais (aplicado a Projecto): 62 | Total: 98 |
Esta disciplina abrange a área de planeamento e de projecto em áreas urbanas, focando áreas onde se prevejam alterações e novas tendências de crescimento em espaço publico ou de uso publico.
Objectivo :
1 - Dar aos finalistas do 2º ciclo de Bolonha em Arquitectura Paisagista uma percepção da abrangência da profissão, dos seus métodos, das suas bases teóricas.
2 - Preparar para uma pratica profissional sintetisando os procedimentos que fundamentam um plano e um projecto em Arquitectura Paisagista.
3 - Aplicar os métodos apresentados, e, trabalhando em grupo, resolver um case-study desenvolvendo um plano ou um projecto de Arq. Paisagista.
4 - Treinar a capacidade de apresentar em publico as suas ideias de projecto com recurso a tecnicas graficas, informáticas e de comunicação.
Introdução
Historia de Ideias influents em Planeamento
Espaço publico da Expo’98 Planeamento e Mudanço 1994-1998-2008
Visita de estudo ao local do case study
Metodologia de Carl Steinitz:” A Framework for Landscape Planning; Representation, process Evaluation, Change, Impact, Decision. “
Representation Models;
Cartografia e necessidade de dados
Estudo Prévio do Case Study – orientações e primeiros esboços
Process Models
Complexidade,classificação, ecologia da paisagem prévia ao desenho de projecto ou Plano de paisagem
Evaluation Models
Revisão de Estudo previo
Estudo Prévio / Ante Projecto
Change Models: Sistemas impositivos;
Estratégias com vista a alternativas
Ante Projecto do Case study revisão
Change Models Capacidade de Carga, Escala e Tempo, incerteza adaptação
Impact Models
Avaliação de Mudanças e riscos. Recuperação da paisagem
Projecto de Execução ou Plano de Paisagem
Decision Models
Casos de estudo em Planeamento da Paisagem
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Os alunos serão avaliados em todas as aulas praticas e a sua presença é obrigatória tanto nas aulas teóricas como praticas, não podendo exceder 25% de faltas. A avaliação faz-se através de:
1-Uma apresentação oral de 20 minutos para cada grupo a meio do semestre, e discussão das formas de resolução dos problemas.
2- Um trabalho escrito final
3-Um exame final oral, se possível com a participação das instituições envolvidas no case-study. Cada uma destas avaliações vale 30% da nota e a presença nas aulas 10%.
Projecto Industrial (Industrial Project)
Código: 1487
Responsável: Isabel Maria Nunes de Sousa
Outros docentes: António Pedro Louro Martins e Margarida Gomes Moldão Martins
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Compreender a complexidade e multidisciplinaridade inerentes ao desenvolvimento de um Projecto de investimento na instalação de uma unidade de produção de alimentos.
Conhecer as implicações da definição da estratégia comercial, das oportunidades de financiamento e das dificuldades do licenciamento no sucesso de um projecto industrial. Aperceber-se dos diferentes tipos de equipamento disponíveis e dos instrumentos de decisão na sua selecção.
Decidir o diagrama tecnológico e dimensionar o equipamento necessário ao desempenho das principais operações unitárias.
Ter uma ideia dos custos envolvidos e do tempo de recuperação do investimento.
Introdução e Enquadramento. Importância do Projecto em Engª Alimentar: A importância da análise de Mercado; A estratégia comercial; As oportunidades de financiamento. Organização de um Projecto. Coordenação do Desenvolvimento de um Projecto. Diferentes fases de um Projecto: Programa Preliminar e Equipa Projectista; Programa Base. Análise dos condicionamentos e enquadramento territorial. Estudo Prévio. Viabilidade técnico económica. Elaboração do Projecto base de Arquitectura. Licenciamento e aprovação municipal. Candidatura a apoios financeiros, incentivos fiscais. Projecto de execução. Vistorias finais. Autorização de Laboração. Estratégia da empresa: Definição do tipo de Produtos e da quantidade a produzir em função da Análise de Mercado; Selecção das Tecnologias; Diagramas Tecnológicos e Balanços de Massas; Dimensionamento de equipamento (de transferência de energia; de transferência de massa e reactores; de transporte, manuseamento e tratamento). Selecção do equipamento correspondente. Distribuição no espaço das diferentes peças de equipamento, esboço do lay-out, zona da função produtiva. Estimativa de custos. Aplicação ao Estudo de Situações Específicas: Visitas de estudo a Instalações Fabris. Estudo Prévio de uma Indústria Alimentar deverá contemplar a aplicação dos conhecimentos adquiridos nesta disciplina, nas disciplinas específicas precedentes e outra informação que se poderá encontrar na bibliografia recomendada.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Um teste sobre a matéria teórico-prática
Um trabalho de grupo ao nível do Estudo Prévio sobre uma indústria específica (estratégia comercial, dimensionamento e lay-out com primeira análise de viabilidade)
Protecção da Vinha (Grapewine Protection)
Código: 1569
Responsável: António Maria Marques Mexia
Outros docentes: Maria Helena Mendes da Costa Ferreira Correia de Oliveira, Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira e Ana Maria da Silva Monteiro
Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
O curso visa fornecer bases sólidas sobre a gestão do ecossistema agrário vinha, com vista a minimizar os impactes causados pelos principais inimigos (agentes patogénicos, pragas e infestantes) que afectam a cultura, aumentando a biodiversidade e diminuindo o risco associado ao uso de pesticidas na saúde do homem e animais e ambiente, promovendo tanto a qualidade ecológica do ecossistema agrário como a sustentabilidade da cultura.
1. Introdução
- Caracterização do ecossistema agrário vinha
2. Principais grupos de inimigos da cultura e estratégias de ataque
2.1. Fungos, bactérias, fitoplasmas, vírus e nemátodes
2.2. Insectos e ácaros
2.3. Infestantes
3. Interacções dos inimigos com o hospedeiro e ambiente
3.1. Doença, suas manifestações, ciclo da doença, resposta de defesa
3.2. Estatuto de praga, estragos, prejuízos e ciclos biológicos
3.3. Biologia de infestantes
4. Protecção Integrada
4.1. Estimativa do risco
4.2. Nível económico de ataque / Tomada de decisão
4.3. Selecção dos meios de Protecção
4.3.1. Culturais, biológicos e químicos
4.3.2. Pesticidas (características gerais, formulações, toxicologia e ecotoxicologia, persistência, resíduos)
5. Doenças da videira
5.1. Míldio
5.2. Oídio
5.3. Podridões dos cachos
5.4. Doenças do lenho
5.5. Doenças radiculares
5.6. Doenças causadas por bactérias e fitoplasmas
5.7. Doenças causadas por vírus
6. Pragas e Auxiliares da vinha
6.1 .Traça da uva
6.2. Cigarrinha verde e outros cicadelídeos
6.3 Ácaros
6.4 Principais auxiliares na vinha
7. Protecção Integrada da Vinha (estudo de casos)
(Projecto/seminário a apresentar pelos alunos)
Bibliografia Principal
Obtenção de frequência: presença a 75 % das aulas.
Avaliação contínua – Teste teórico-prático sobre toda a matéria a realizar no final do semestre( 50%); projecto a realizar em grupo, que deverá ser entregue até ao fim do semestre (25%); seminário de apresentação oral do projecto (20%); participação nas aulas (5%).
Exame Final – prova teórico-prática, à qual terão acesso todos os alunos que tiverem obtido frequência (em alternativa à avaliação contínua).
Aprovação: Serão aprovados os alunos que obtenham classificação final mínima de 10 valores. É obrigatório ter nota mínima de 10 valores na componente teste.
Protecção de Culturas (Crop Protection)
Código: 1489
Responsável: Ana Paula Ferreira Ramos
Outros docentes: Maria Helena Mendes da Costa Ferreira Correia de Oliveira , Ana Maria da Silva Monteiro, António Maria Marques Mexia, Arlindo Lima, José Carlos Franco Santos Silva e Elisabete Tavares Lacerda de Figueiredo Oliveira
Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável; Engenharia Agronómica
Ramo: Engenharia Agronómica - Agro-Pecuária; Hortofruticultura e Viticultura; Protecção de Plantas
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 |
Obrigatória ATDS; EngAgr - Protecção de Plantas
Opcional Agro-Pecuária; Hortofruticultura e Viticultura
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
No final do curso, os estudantes devem ter adquirido competências que lhes permita identificar os inimigos-chave das culturas, conhecer os principais meios de luta na óptica da Protecção Integrada, avaliar a necessidade de intervir e seleccionar os meios de luta com menores impactes para o Homem e o Ambiente.
I. Sistemas de protecção da vinha e fruteiras
O ecossistema agrário; principais inimigos (pragas, doenças e infestantes), sintomas/estragos e prejuízos, ciclo biológico, epidemiologia e dinâmica populacional, inimigos naturais; métodos de estimativa do risco e regras de tomada de decisão; estratégias e meios de protecção.
II. Sistemas de protecção de culturas hortícolas e cereais
Tipificação do ecossistema agrário; caracterização dos principais inimigos da cultura, sintomas/estragos e prejuízos, ciclo biológico, epidemiologia/dinâmica populacional, inimigos naturais; métodos de estimativa do risco e regras de tomada de decisão;
estratégias e meios de protecção.
III. Estudo de casos - Seminários
Protecção de ornamentais, culturas tropicais e sub-tropicais e relvados.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Frequência: presença em 75% das aulas teórico-práticas
I. Avaliação contínua
-Testes teóricos (2) (60%);
-Seminário (40%);
Classificação final: os alunos que obtiverem a nota mínima de 10 (em 20) em todas as avaliações parcelares serão dispensados de exame final.
II. Exame Final: avaliação de toda a matéria (a obtenção de frequência é obrigatória)
Química Ambiental (Environmental Chemistry)
Código: 1749
Responsável: Amarilis Paula Alberti de Varennes e Mendonça
Outros docentes: Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira
Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
Ramo: todos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 35 | Práticas/Laboratoriais: 35 | Outras: 14 | Total: 84 |
Fornecer informação sobre a importância da química na área ambiental, com o aprofundamento de alguns conceitos teóricos e o desenvolvimento da capacidade de analisar o estado da arte em alguns casos-estudo.
Química de superfícies
Adsorção em fase sólida. Equilíbro de adsorção. Isotérmicas de adsorção. Métodos de especiação de metais pesados em matrizes ambientais.
Química aplicada a pesticidas
Grupos químicos e sua utilização. Caracterização toxicológica e ecotoxicológica de diversas substâncias activas e sua relevância para a saúde humana e ambiente. Propriedades físico-químicas e suas implicações práticas. Formulações e implicações no ambiente – casos estudo. Análise de pesticidas. Técnicas de extracção e doseamento. Pesticidas incluídos em listas de substâncias químicas prioritárias no domínio da água.
Química aplicada ao tratamento e desenvolvimento de tecnologias limpas
Tratamento de solos contaminados com metais pesados
Tratamento de poluentes orgânicos
Bibliografia Principal
Avaliação contínua.
Exame final para quem não opte pela avaliação contínua.
Química dos Alimentos (Food Chemistry)
Código: 1795
Responsável: Ana Maria Ferreira da Costa Lourenço
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 4 | Obrigatória |
| Teóricas: 21 | Teórico-Práticas: 14 | Práticas: 14 | Outras: 7 | Total: 56 |
Obtenção de conhecimentos fundamentais sobre as estruturas químicas de componentes de alimentos e processos químicos básicos relacionados com o processamento e estabilidade dos alimentos.
Execução de ensaios químicos laboratoriais relacionados com os alimentos - determinação de propriedades e comportamento durante o seu processamento.
Conceitos básicos de química orgânica - ligação e estrutura; fórmulas; grupos funcionais; propriedades; isomerismo; tipos de reacções.
Hidratos de carbono – estrutura e propriedades de monossacáridos, oligossacáridos e polissacáridos. Ocorrência e funções nos alimentos e seu comportamento durante o processamento.
Proteínas – características gerais e funções. Aminoácidos – estrutura e propriedades, ligação peptídica. Descrição da estrutura de proteínas e forças que a estabilizam. Ocorrência e funções nos alimentos e seu comportamento durante o processamento.
Lípidos – características gerais e classificação. Óleos e gorduras: estrutura e propriedades. Ácidos gordos essenciais. Lípidos polares e o seu papel como emulsionante.
Vitaminas – características; estrutura e propriedades de um conjunto de vitaminas. Ocorrência e funções nos alimentos e seu comportamento durante o processamento.
A cor nos alimentos - principais moléculas e seu comportamento durante o processamento.
Os métodos de ensino incluem:
a) exposição da matéria teórica, utilizando o datashow;
b) aulas teórico-práticas, em que se estimulam os alunos a resolver problemas e se incide em particular na interpretação de evidência prática com base nos princípios e conceitos dados na componente teórica;
c) aulas práticas, em que os alunos têm oportunidade de executar experiências onde se aplicam os conhecimentos dados nas aulas teóricas;
d) utilização de website com material de estudo e contacto à distância via email.
Bibliografia Principal
Avaliação Teórica (75%)
Provas individuais, escritas e sem consulta classificadas de 0 a 20 valores.
Avaliação Prática (25%)
Avaliação contínua durante o semestre.
Apresentação de relatórios dos trabalhos práticos.
Reconhecimento de Padrões (Pattern Recognition)
Código: 1753
Responsável: Manuel Lameiras de Figueiredo Campagnolo
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas
| Ano Curricular: 1º/2º | Semestral: 2º/1º | ECTS: 3 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 35 | Outras: 7 | Total: 42 |
As mais variadas aplicações no domínio das Ciências Biológicas requerem a identificação de padrões em dados multidimensionais. Nesta unidade curricular serão descritas diversas técnicas de reconhecimento de padrões que serão aplicadas a dados de natureza diversa, e em particular a dados espaciais.
1. Introdução;
2. Regra de decisão de Bayes;
3. Estimação de parâmetros;
4. Técnicas não paramétricas;
5. Funções discriminantes lineares;
6. Redes neuronais;
7. Árvores de decisão;
8. Comparação de classificadores;
9. Segmentação de imagens.
Bibliografia Principal
Trabalhos práticos
Exame final
Recuperação e Gestão da Paisagem Cultural (Cultural Landscape Restoration and Management)
Código: 1617
Responsável: Maria Cristina da Fonseca Ataíde Castel-Branco
Outros docentes: Sónia Talhé Azambuja
Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 24 | Práticas/Laboratoriais (aplicadas a projecto): 60 | Total: 84 |
Elaboração de uma Proposta de Plano Restauro de um jardim histórico português. Análise crítica de Planos de Restauro de jardim e sítios históricos. Discussão de Metodologias de Restauro com análise e interpretação de Cartas, Recomendações e Convenções Internacionais, nomadamente da Carta de Florença. Adquirir as bases fundamentais de metodologia científica de investigação histórica para pesquisar em Bibliotecas e Arquivos Nacionais. Compreensão da evolução histórica da arte paisagista em Portugal. Orientação permanente dos trabalhos de grupo e análise de técnicas de comunicação e apresentação de trabalhos em público. Vistas de estudo a jardins históricos e a Bibliotecas e Arquivos de referência.
O programa tem um carácter experimental e projectual. ¾ da UC constitui-se por visitas a quintas, jardins e paisagens em estado de abandono ou ruína, que deverão ser estudados por grupos de alunos. A caracterização destas unidades atendendo aos cinco factores abaixo enunciados serve de base a um trabalho de projecto de recuperação, restauro, reconstrução, ou reabilitação. Estes factores visam caracterizar os elementos mais marcantes de cada período e região estudados. Cada grupo estuda e apresenta para cada quinta ou jardim estudado os seguintes elementos:
• Ambiente: Caracterização dos traços mais evidentes de uma paisagem: Clima, topografia, geologia, vegetação etc.
• História social: Acontecimentos históricos mais marcantes do período em estudo. Estruturas sociais e grupos mais activos na transformação da paisagem.
• Filosofia: As ideias mais relevantes durante o período estudado, as suas múltiplas manifestações religiosas, os avanços científicos e a caracterização das ideias políticas com origem na região estudada, e as forças em jogo responsáveis pelo avanço destas ideias.
• Expressão: As manifestações artísticas das ideias atrás referidas criaram obras mais ou menos eruditas, mais ou menos empíricas, importadas ou indígenas, colectivas ou individuais. Elas constituem o património próprio de cada período e região e distinguem-no dos períodos precedentes ou antecedentes.
• Arquitectura: De uma forma geral a produção arquitectónica, articula-se com a Historia da Arte de Jardins influenciando-a havendo coincidência de projectistas, proprietários, materiais e havendo um diálogo muito estreito entre as duas obras; a do interior e a do exterior.
A apresentação de um projecto de restauro de uma quinta ou jardim é feita de forma documental e oral. São convidados especialistas para temas específicos em cada ano lectivo.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Trabalho (feito em grupos de dois alunos) sobre a análise e proposta de plano de restauro de um jardim histórico português na lista apresentada. Metodologia de abordagem explicada na aula aplicada a cada jardim e acompanhado nas aulas/visitas de estudo. Apresentação oral e discussão dos trabalhos de grupo. A avaliação pode ser contínua ou por exame final. Nota Final = (Trabalho de Grupo: 50%) + (Apresentação oral do Trabalho e Poster: 35%) + (Participação individual: 15 %).
Rega e Drenagem (Irrigation and Drainage)
Código: 1496
Responsável: Luís Alberto dos Santos Pereira
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável; Engenharia Agronómica
Ramo: Engenharia Agronómica - Agro-Pecuária; Engenharia Rural; Hortofruticultura e Viticultura
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória EAgr - Engenharia Rural
Opcional ATDS; EAgr - Agro-Pecuária; Hortofruticultura e Viticultura
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Preparar para a prática de projecto de rega e de conselho aos regantes, para o planeamento de regadios, para a gestão de sistemas de rega e para a gestão integrada de recursos hídricos e naturais
Luís S. Pereira
Água e agricultura, conceitos de base
Necessidades de água, métodos de rega
Indicadores de uso eficiente da água
Evapotranspiração de referência
Evapotranspiração das culturas; coeficientes culturais médios e duais
Balanço hídrico e necessidades de rega das culturas; relações rega-produção
Programação e condução da rega; modelação e uso de modelos.
Rega de superfície: métodos e modernização
Rega por aspersão: sistemas
Rega por aspersão: dimensionamento, avaliação modelos
Microrrega: sistemas
Microrrega: avaliação modelos
Redes de rega de superfície: funcionamento, regulação e controlo, princípios de gestão
Redes de rega em pressão: funcionamento, regulação e controlo, princípios de gestão, modelos de análise e projecto
Drenagem: necessidades e impactos da drenagem, sistemas de drenagem
Drenagem e controlo da salinidade
Rega e drenagem: minimização de impactos
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
3 estudos de projecto sobre necessidades de água para rega, rega por aspersão e microrrega recorrendo a modelos de simulação
Remediação (Remediation)
Código: 1532
Responsável: Amarilis de Varennes
Outros docentes: Nuno Renato da Silva Cortez
Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
Ramo: Gestão Ambiental
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Opcional |
| Téoricas: 42 | Teórico-Práticas: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Dar a conhecer os principais problemas com que se debatem os técnico que intervêm no âmbito da recuperação ambiental e da remediação.
Assegurar uma formação básica no âmbito das matérias que fundamentam, em termos científicos e técnicos, o recurso à prática da remediação, e dar a conhecer as principais técnicas utilizáveis neste domínio, suas limitações e potencialidades.
Desenvolver capacidades aquisição, tratamento e síntese de informação e natureza técnica através da realização de um trabalho temático nos domínios objecto de atenção nas sulas.
Transmitir a importancia do planeamentode de uma intervenção de remediação através da elaboração de planos de intervenção e da integração de conhecimentos e de actividades complementares e multidisciplinares.
Apresentação de casos de estudo que exemplificam situações reais de aplicação dos conhecimentos adquiridos na pesrpectiva de induzir a intervenção dos alunos nessa apresentação e de desenvolver a sua.
Conceitos, definições fundamentais e terminologia básica
O solo na perspectiva da remediação
A importância das propriedades físicas e químicas do solo nos processos de contaminação, remediação e recuperação dos solos e dos meios hídricos subterrâneos: Mineralogia. Matéria orgânica. Textura. Estrutura.
Propriedades Físicas.
Propriedades químicas.
Biologia do solo.
Identificação e avaliação do estado de degradação de locais contaminados.
Caracterização da contaminação – Recolha de amostras. Tipo de amostras e frequência e padrões de amostragem.
Sistemas de classificação de solos aplicados em Portugal.
Principais tipos de intervenção em acções de recuperação ambiental.
Indicadores da qualidade dos solo. Consequências dos processos de contaminação na perda de qualidade dos solos e na criação de constrangimentos ao exercício das suas funções. O solo como fonte de contaminação.
Introdução às principais técnicas de remediação dos solos.
Recuperação ambiental e ordenamento da paisagem. Recuperação de áreas sujeitas a processos de desertificação -. Os casos dos ecosistemas sujeitos à erosão do solo e a fogos florestais. Recuperação de solos salinizados e sodizados.
Meios hídricos subterrâneos
Conceitos básicos de hidrogeologia. - Principais tipos de aquíferos. Características dos aquíferos e sua importância em termos da remediação das águas subterrâneas.
Sensibilidade hidrogeológica. Principais factores condicionantes da sensibilidade hidrogeológica.
Aspectos práticos
Apresentação e discussão de casos de estudo.
Aplicações numéricas e cálculos básicos relativos à aplicação de alguns métodos de utilização mais corrente.
Visitas de estudo
Apresentação de temas escolhidos pelos alunos
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A avaliação de conhecimentos consta de uma prova escrita sobre toda a matéria leccionada e de uma apresentação realizada pelos alunos (individual ou até grupos de três alunos).
A prova escrita realiza-se na última semana de aulas e a apresentação na penúltima. A prova escrita tem um peso de 65% e a apresentação de 35% para a nota final. Existem duas datas de exame final em que os alunos poderão realizar a prova escrita e a apresentação oral.
Um aluno que obtenha nota positiva durante o semestre ou na 1ª data de exame poderá inscrever-se na secretaria para realizar exame de melhoria.
Nota: os professores reservam-se o direito de exigirem a realização de uma prova oral a qualquer aluno.
Reologia e Textura de Alimentos (Food Rheology and Texture)
Código: 1799
Responsável: Isabel Maria Nunes de Sousa
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 2 | Obrigatória |
| Teóricas: 7 | Práticas: 14 | Outras: 7 | Total: 28 |
Compreender a importância da Reologia e da textura nas Ciências Gastronómicas.
Dominar a nomenclatura própria destas disciplinas.
Saber caracterizar a Textura dos alimentos, incluindo a manipulação, monitorização e controlo da sua estrutura.
Identificar as substâncias usadas para alterar a estrutura dos alimentos. Saber monitorizar e optimizar esta estrutura.
Identificar os parâmetros característicos da textura e saber como os determinar instrumentalmente.
Conhecer os sistemas modelo: espumas, emulsões e geles. Como produzir, estabilizar e avaliar estes sistemas.
A importância da Reologia e da textura nas Ciências Gastronómicas.
A textura como consequência da estrutura molecular dos alimentos.
Identificação das substâncias que podem ser usadas para criar/modificar a estrutura dos alimentos – Biopolímeros e enzimas.
Determinação instrumental e sensorial da textura e da consistência.
Reometria: métodos fundamentais, empíricos e imitativos
Parâmetros característicos na caracterização, monitorização e optimização da estrutura dos alimentos.
A importância do triângulo: textura, cor e aroma no potencial hedónico do alimento. Avaliação instrumentalda cor e do aroma.
A plicação a casos de estudo: espumas, emulsões, geles e crocantes.
A utilização dos ingredientes numa perspectiva hedónica mas também do impacto positivo na saúde: as ervas, os cogumelos, as cores das frutas e dos vegetais, as algas.
Bibliografia Principal
Aulas de exposição teórica de introdução dos conceitos básicos (25%)
Aulas de demonstração e de experimentação para produção dos diferentes modelos tipo de alimentos e determinações práticas de textura e consistência (70%).
Avaliação por teste de resposta individual a perguntas de carácter teórico e prático (5%).
Segurança e Política Alimentar (Security and Food Policy)
Código: 1563
Responsável: Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Optativa |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Prover formação especializada para a problemática da segurança e políticas económicas associadas aos sistemas alimentares, saúde e desenvolvimento sustentável
1. Alimentação, agricultura e ambiente
2. Segurança alimentar e nutrição
3. Pobreza, acesso aos alimentos, crescimento e desenvolvimento económico
4. Ajuda internacional, e ajuda alimentar
5. Segurança Alimentar e Politica Alimentar: Conceitos e Experiência Internacional
6. Nutrição e Saúde
7. Economia do Consumidor, comportamento dos mercados e política económica
8. Aspectos Macroeconómicos e Microeconómicos condicionantes da produção e distribuição
9. Outros tópicos da actualidade
10. Estudo de Casos.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação a definir, com base em testes, revisão bibliográfica temática e avaliação contínua.
Seminário (Seminar)
Código: 1400
Responsável: Pedro Raposo de Almeida
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 1.5 | Obrigatória |
Outras: 40.5
Total: 40.5
Aquisição de competências para intervenção profissional na área da gestão de conservação de recursos naturais. Os alunos serão incentivados a comunicar os resultados através da elaboração de um relatório escrito e apresentação oral dos trabalhos desenvolvidos; e a interagir criticamente com outros colegas através da participação nas apresentações públicas dos referidos relatórios.
Treino de organização da estrutura e elaboração de um plano de trabalho técnico-científico;
Treino de apresentação oral de temas científicos;
Treino de pesquisa científica avançada;
Treino de escrita científica para elaboração de relatórios e de teses e de artigos;
Discussão de grupo sobre o delineamento dos trabalhos de dissertação de Mestrado.
De acordo com os diferentes temas de dissertação de Mestrado desenvolvidos por cada aluno
Seminários de apresentação e discussão de trabalhos individuais preparados pelos alunos
Apresentação oral de um assunto enquadrado na temática do 2º ciclo em Gestão e Conservação de Recursos Naturais
Seminários I (Seminars I)
Código: 1804
Responsável: Maria Paulina Estorninho Neves da Mata Pereira/Maria da Conceição da Silva Loureiro Dias
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 4 | Obrigatória |
| Teóricas: 21 | Teórico-Práticas: 28 | Outras: 7 | Total: 56 |
Os seminários sobre vários temas com pessoas ligadas à universidade e tecido produtivo e cultural, têm como objectivo familiarizar os alunos com um conjunto de temáticas que não podem ser abordadas nas restantes unidades curriculares e assim alargar conhecimentos; é também um objectivo reforçar a ligação ao mundo do trabalho.
É ainda um objectivo o treino da capacidade para trabalho individual, através pesquisa de informação e aprofundamento de uma tema, assim como na elaboração de uma monografia e comunicação do trabalho.
Seminários abordando vários aspectos relacionados com gastronomia – por exemplo: produtos (azeite, cogumelos, ervas aromáticas, cacau, chá, café, pão...), segurança alimentar, novas tecnologias de conservação, processamento e embalagem, jornalismo e crítica gastronómica e de vinhos...
Preparação e apresentação de seminários pelos alunos.
Seminários sobre vários temas com pessoas ligadas à universidade e tecido produtivo e cultural.
Bibliografia Principal
Depende do tema dos seminários e do tema escolhido por cada aluno.
No início de cada ano, os alunos escolherão um tema que desenvolverão e apresentarão no final de cada semestre.
Seminários II (Seminars II)
Código: 1813
Responsável: Maria Paulina Estorninho Neves da Mata Pereira/Maria da Conceição da Silva Loureiro Dias
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 3.5 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 14 | Outras: 7 | Total: 49 |
Os seminários sobre vários temas com pessoas ligadas à universidade e tecido produtivo e cultural, têm como objectivo familiarizar os alunos com um conjunto de temáticas que não podem ser abordadas nas restantes unidades curriculares e assim alargar conhecimentos; é também um objectivo reforçar a ligação ao mundo do trabalho.
É ainda um objectivo o treino da capacidade para trabalho individual, através pesquisa de informação e aprofundamento de uma tema, assim como na elaboração de uma monografia e comunicação do trabalho.
Seminários abordando vários aspectos relacionados com gastronomia – por exemplo: produtos (azeite, cogumelos, ervas aromáticas, cacau, chá, café, pão...), segurança alimentar, novas tecnologias de conservação, processamento e embalagem, jornalismo e crítica gastronómica e de vinhos...
Preparação e apresentação de seminários pelos alunos.
Seminários sobre vários temas com pessoas ligadas à universidade e tecido produtivo e cultural.
Bibliografia Principal
Depende do tema dos seminários e do tema escolhido por cada aluno.
No início de cada ano, os alunos escolherão um tema que desenvolverão e apresentarão no final de cada semestre.
Seminários III (Seminars III)
Código: 1814
Responsável: Maria Paulina Estorninho Neves da Mata Pereira/Maria da Conceição da Silva Loureiro Dias
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 5 | Obrigatória |
| Teóricas: 42 | Teórico-Práticas: 21 | Outras: 7 | Total: 70 |
Os seminários sobre vários temas com pessoas ligadas à universidade e tecido produtivo e cultural, têm como objectivo familiarizar os alunos com um conjunto de temáticas que não podem ser abordadas nas restantes unidades curriculares e assim alargar conhecimentos; é também um objectivo reforçar a ligação ao mundo do trabalho.
É ainda um objectivo o treino da capacidade para trabalho individual, através pesquisa de informação e aprofundamento de uma tema, assim como na elaboração de uma monografia e comunicação do trabalho.
Seminários abordando vários aspectos relacionados com gastronomia – por exemplo: produtos (azeite, cogumelos, ervas aromáticas, cacau, chá, café, pão...), segurança alimentar, novas tecnologias de conservação, processamento e embalagem, jornalismo e crítica gastronómica e de vinhos...
Preparação e apresentação de seminários pelos alunos.
Seminários sobre vários temas com pessoas ligadas à universidade e tecido produtivo e cultural.
Bibliografia Principal
Depende do tema dos seminários e do tema escolhido por cada aluno.
No início de cada ano, os alunos escolherão um tema que desenvolverão e apresentarão no final de cada semestre.
Seminários IV (Seminars IV)
Código: 1815
Responsável: Maria Paulina Estorninho Neves da Mata Pereira/Maria da Conceição da Silva Loureiro Dias
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 2º | ECTS: 5 | Obrigatória |
| Teóricas: 42 | Teórico-Práticas: 21 | Outras: 7 | Total: 70 |
Os seminários sobre vários temas com pessoas ligadas à universidade e tecido produtivo e cultural, têm como objectivo familiarizar os alunos com um conjunto de temáticas que não podem ser abordadas nas restantes unidades curriculares e assim alargar conhecimentos; é também um objectivo reforçar a ligação ao mundo do trabalho.
É ainda um objectivo o treino da capacidade para trabalho individual, através pesquisa de informação e aprofundamento de uma tema, assim como na elaboração de uma monografia e comunicação do trabalho.
Seminários abordando vários aspectos relacionados com gastronomia – por exemplo: produtos (azeite, cogumelos, ervas aromáticas, cacau, chá, café, pão...), segurança alimentar, novas tecnologias de conservação, processamento e embalagem, jornalismo e crítica gastronómica e de vinhos...
Preparação e apresentação de seminários pelos alunos.
Seminários sobre vários temas com pessoas ligadas à universidade e tecido produtivo e cultural.
Bibliografia Principal
Depende do tema dos seminários e do tema escolhido por cada aluno.
No início de cada ano, os alunos escolherão um tema que desenvolverão e apresentarão no final de cada semestre.
Séries Temporais (Time Series Analysis)
Código: 1758
Responsável: Ana Maria Santos Ferreira Gorjão Henriques
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas
| Ano Curricular: 1º/2º | Semestral: 2º/1º | ECTS: 3 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 35 | Outras: 7 | Total: 42 |
Adquirir conhecimentos básicos da Teoria das Séries Temporais. Capacidade em aplicar os conceitos adquiridos.
1. Métodos Estatísticos Descritivos: Cronograma, Periodograma, Correlograma, Médias Móveis.
2. Modelos Estocásticos: auto-regressivo, e de médias móveis, generalizações.
3. Ajustamento de modelos. Previsão.
4. Aplicações com software apropriado
Bibliografia Principal
Exame ou Trabalho
Sistemas Agrícolas e Agro-Florestais Tropicais (Agricultural and Agroforestry Tropical Systems)
Código: 1561
Responsável: Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Formar técnicos especializados em Agronomia Tropical, com especial sensibilidade para as questões de gestão de processos de desenvolvimento, com conhecimentos básicos na área da gestão e administração da empresa agrícola e de sistemas económicos agro-baseados (“agribusiness”), com capacidade para melhor poder desenvolver, analisar e implementar projectos, em especial os aplicáveis às regiões tropicais. A disciplina oferece preparação para análise, compreensão e capacidade de intervenção no meio tropical, tendo em consideração para além do meio físico e biológico, essencialmente o meio humano das regiões tropicais em países menos desenvolvidos.
A utilidade do estudo da agricultura na óptica de sistemas e importância da formação na área da gestão de sistemas. Procura-se oferecer ferramentas e instrumental analítico para esse efeito, caracterizando os vários sub-sistemas e as principais componentes de intervenção e gestão, quer ao nível micro (gestão de empresas ou unidades de produção em meio tropical), quer ao nível macro (política económica e alimentar, planeamento estratégico da actividade produtiva, etc.). As relações internacionais são elemento fulcral a ter em conta, designadamente o comportamento dos mercados internacionais dos principais produtos de origem trropical (“commodities”). O estudo de casos e a caracterização de tipologias referenciais de sistemas produtivos em meio tropical, um dos principais modelos de aprendizagem utilizados.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A definir caso a caso, por testes e trabalho de revisão monográfica, com avaliação contínua.
Sistemas da Qualidade (Food Quality Systems)
Código: 1502
Responsável: Margarida Gomes Moldão Martins
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Dar a conhecer:
- Qualidade num contexto empresarial. Sistemas Português e Europeu da Qualidade.
- As diferentes certificações possíveis. Importância para as relações empresariais.
- Os requisitos para implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade.
- Modelos e os métodos mais usuais de avaliação da Qualidade.
1. Qualidade: Introdução
- Conceitos e modelos
- Qualidade e as estratégias empresariais;
- Gestão da Qualidade: Fundamentos e Novos Desafios
2. Sistema Português da Qualidade/Sistema Europeu da Qualidade:
- Normalização
- Qualificação: Certificação e Acreditação
- Metrologia
3. Sistemas de Gestão da Qualidade
- Sistemas de Gestão da Segurança Alimentar: pré requisitos
- Implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade
- Processos directos: Comercial/Concepção/Aprovisionamentos/Processos Operacionais (Transformação/Distribuição)/Assistência Pós-Venda
- Processos associados: Melhoria/Gestão
- Normas aplicáveis – Série ISO 9000:2000
4. Programas de Melhoria da Qualidade - Modelo da Qualidade Total E.F.Q.M.
5. Avaliação da Qualidade: Auto-Avaliação; Custos da Qualidade; Auditoria da Qualidade
6. Aplicação ao sector alimentar: estudo de casos
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação Escrita 60%
Trabalho de Grupo 40%
Sistemas de Energia (Energy Systems)
Código: 1587
Responsável: Miguel Centeno da Costa Ferreira Brito (FC/UL)
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia de Sistemas Bioenergéticos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 30 | Práticas/Laboratoriais: 40 | Outras: 14 | Total: 84 |
Apresentar um conjunto de conhecimentos e conceitos que permitam compreender os novos paradigmas de funcionamento dos sistemas de energia relativamente à integração no sistema de diferentes tipos de instalações de produção distribuída, nomeadamente diferentes tecnologias de conversão energética utilizadas pela produção distribuída e pela microgeração, a sua adequação aos recursos naturais e custos associados. A optimização da integração das diferentes tecnologias será discutida considerando o cenário do carro eléctrico.
1. Oferta (recursos, tecnologias, custos)
1.1 Energia solar térmica
1.2 Energia hídrica
1.3 Energia eólica
1.4 Energia fotovoltaica
1.5 Energia de biomassa
1.6 Rede eléctrica e transporte de calor
2. Procura (perfis de consumo)
2.1 Energia eléctrica
2.2 Calor
2.3 Transportes
3. Integração de sistemas de energia
3.1 Instrumentos condicionamento de consumo
3.2 Cenários de integração de sistemas de energia
Bibliografia Principal
A avaliação será definida por três apresentações dos alunos e um documento escrito sobre os temas em discussão.
Sistemas de Informação Geográfica (Geographic Information Systems)
Código: 1503
Responsável: Maria da Graça Corte-Real Mira da Silva Abrantes e Manuel Lameiras de Figueiredo Campagnolo
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas; Engenharia Agronómica
Ramos: Engenharia Agronómica - Economia Agrária e Gestão do Território; Engenharia Rural
| Ano Curricular: 1º (MACB) / 2º (EAgr) | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Técnicas e métodos de modelação cartográfica para aplicações SIG
Operações de análise espacial em ambiente SIG para implementação de modelos
Implementação e exploração de restrições topológicas intra-tema e inter-temas
Automatização de procedimentos envolvendo dados espaciais
Estruturas de dados espaciais. Definição de operações espaciais básicas. Integração de dados. Criação de modelos cartográficos. Utilização do Arc/GIS.
Resolução de problemas de modelação envolvendo dados espaciais. Operações de análise espacial avançadas.
Implementação de geodatabases. Definição de restrições de integridade dos dados. Análise espacial em redes.
Introdução ao desenvolvimento de procedimentos automáticos para processamento de dados espaciais.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Trabalho prático de projecto e exame
Sistemas de Produção Animal nos Trópicos (Animal Production Systems in Tropics)
Código: 1564
Responsável: Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Optativa |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Capacitar os estudantes nas áreas de Produção e Saúde Animal nos trópicos. Num enquadramento multi-disciplinar pretende-se que os alunos possam adquirir melhor percepção sobre conceitos de sistemas de produção e respectiva aplicabilidade em meios tropicais. Estudo dos principais sistemas de produção animal e agro-pecuários, ainda com especial destaque para a problemática da sustentabilidade. A produção animal e o ambiente, a salvaguarda da saúde animal e pública são elementos de referência.
1 – Sistemas de produção nos trópicos e a produção animal
2 – Principais sistemas de produção animal
3 – A produção pecuária e os sistemas de ocupação e de desflorestação
4 – Sistemas de produção e consumo em Africa e respectiva evolução recente
5 – Sistemas de produção e consumo na América Latina e recente evolução
6 – Contribuições das várias espécies e raças para a alimentação humana, geração de rendimento e desenvolvimento regional
7 – Gestão de efectivos, instalações pecuárias, nutrição e alimentação animal: noções introdutórias
Bibliografia Principal
Por testes e trabalho de revisão bilbiográfica
Sistemas de Produção de Carne e Leite (Milk and Meat Production Systems)
Código: 1507
Responsável: Fernando Baltazar Santos Ortega
Outros docentes: João Pedro Bengala Freire e Maria Madalena dos Santos Lordelo
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
Ramo: Processamento de Alimentos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se que os mestrandos fiquem com uma noção tão alargada quanto possível dos diversos sistemas de produção que contribuem para a produção de carne e leite, não só em Portugal, mas também no mundo. Outro dos objectivos, é não só o modo como esses sistemas funcionam e quais as suas condicionantes, bem como o tipo de produtos a que dão origem bem como a sua qualidade. Para tudo isto, é necessário conhecer um pouco da espécie animal que está associada a cada uma das produções e dos produtos finais.
1. Segurança Alimentar e Bem Estar Animal nos Diferentes Sistemas de Produção: factores que contribuem para a segurança alimentar e o bem estar animal.
2. Sistemas de Produção de Carne de Aves. Selecção e multiplicação em avicultura. Frangos de carne e outras espécies avícolas. Reprodutoras pesadas. O centro de incubação.
3. Sistemas de Produção de Carne e Leite de Ovinos e de Caprinos. O ciclo produtivo da ovelha e da cabra nos diversos sistemas de produção e índices produtivos. A carne de borrego e de cabrito: qualidade da carne e das carcaças − grelhas de classificação. O leite de ovelha e de cabra para o fabrico de queijo: composição do leite e factores de variação.
4. Sistemas de Produção de Carne de Suíno. Suínos reprodutores: o ciclo produtivo da porca. Os leitões. Os suínos em crescimento e acabamento: estratégias económicas. Instalação de uma suinicultura nos diversos sistemas de produção.
5. Sistemas de Produção de Carne e Leite de Bovino. Bovinos produtores de carne: crescimento e desenvolvimento: evolução da composição corporal − precocidade. Curvas de crescimento nos diversos sistemas de produção: crescimento compensatório. Bovinos produtores de leite: parâmetros básicos. Os vitelos e as novilhas. A vaca leiteira e a condução da reprodução: síntese e ejecção do leite; curvas de lactação e factores que afectam a produção e a composição do leite.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Exame Final: aprovação à disciplina se classificação ≥ 10 valores
Sistemas Dinâmicos (Dynamical Systems)
Código: 1764
Responsável: Pedro Cristiano Santos Martins da Silva
Outros docentes: Maria Isabel Varejão de Oliveira Faria
Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas
| Ano Curricular: 1º/2º | Semestral: 2º/1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Complementar a formação matemática dos alunos munindo-os de importantes ferramentas, essenciais ao estudo e modelação de diversos fenómenos biológicos. Pretende-se que os alunos adquiram formação tanto teórica como aplicada (com recurso a software matemático).
Equações diferenciais lineares, homogéneas e não homogéneas.
Sistemas de equações diferenciais lineares com coeficientes constantes. Exponencial de uma matriz. Estabilidade e retrato de fase de um sistema
Sistemas dinâmicos: teoria qualitativa, teoremas fundamentais.
Introdução à teoria da bifurcação.
Equações às diferenças e sistemas dinâmicos discretos. Estabilidade e comportamento caótico.
Modelação de problemas de Biologia e Ecologia.
Bibliografia Principal
Exame e trabalhos complementares
Sistemas e Técnicas da Produção Primária (Systems and Techniques of Primary Production)
Código: 1595
Responsável: Pedro Jorge Cravo Aguiar Pinto
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia de Sistemas Bioenergéticos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teóricas: 30 | Práticas/Laboratoriais: 40 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecer os fundamentos e objectivos dos sistemas de agricultura mundiais bem como as diferentes tecnologias utilizadas
Conceitos: Sistemas de agricultura
Sistemas de agricultura mundiais mais representativos
Técnicas de produção:
Rotação de culturas
Desmatações e arroteias
Modificação das características do solo
Sementeiras e plantações
Protecção das culturas
Amanhos e granjeios
Rega e drenagem
Colheita
Bibliografia Principal
Exame final
Caso de estudo apresentado pelo aluno
Sociedade e Sistemas Rurais (Society and Rural Systems)
Código: 1765
Responsável: Fernando Silva Oliveira Baptista
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se que os alunos (1) conheçam a terminologia, noções e conceitos básicos de sistema agrário e rural e de estrutura e sistema social, (2) compreendam e identifiquem as condições de diversidade e complexidade de sistemas agrários e rurais, (3) conheçam as variáveis que a longo prazo influenciam decisivamente a relação das sociedades com o meio biofísico (4) apreendam a historicidade das transformações do espaço (5) compreendam a emergência e as características da economia rural.
I - Introdução à análise de sistemas agrários e rurais: noção de sistema agrário; meio biofísico enquanto condicionante das actividades humanas e impacte destas naquele meio; noção de estrutura e sistema social; formas de propriedade e utilizações agrícolas e não agrícolas dos territórios rurais; trabalho e tecnologias; racionalidades sociais e sustentabilidade dos sistemas.
Estudos de casos da relação entre sociedades, economias e meios
Diversidade dos sistemas agrários: percursos; actores e grupos de interesse; caracterização social, económica e técnica.
II - Agricultura e mundo rural, uma perspectiva histórica: da agricultura ao território; da sociedade rural ao rural; floresta e sociedade; transformação dos sistemas de produção agrícola; tecnologia e transformação do espaço.
III - Economia Rural
Da agricultura ao território, o novo paradigma rural: competitividade das zonas rurais; multifuncionalidade; valorização dos activos locais; exploração de recursos não utilizados; diversificação das economias rurais; do subsídio ao investimento.
Os agentes da economia rural: os diferentes níveis da Administração; os agentes regionais e locais (entidades públicas, privadas e ONGs); a governação local.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A avaliação de conhecimentos assenta, fundamentalmente, em duas componentes:
1. os trabalhos realizados pelo formando ao longo do semestre e apresentados nas aulas
2. um exame final
Solos e Conservação de Recursos (Conservation of Soil Resources )
Código: 1509
Responsável: Manuel Armando Valeriano Madeira
Outros docentes: Fernando Manuel Girão Monteiro
Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 14 | Práticas/Laboratoriais : 30 | Práticas/Trabalho de Campo: 6 | Outras: 1 | Total: 51 |
Conhecer as componentes abióticas e biológicas dos solos e a sua importância na génese e dinâmica do solo. Compreender a relação do solo com os outros compartimentos dos ecossistemas terrestres. Conhecer as formas de degradação de solos sob diferentes efeitos de acções humanas, locais e globais. Conhecer os princípios e saber aplicar as técnicas de conservação e restauro de solos e substratos.
A importância do solo nos ecossistemas. Funções do solo na gestão de recursos. O solo como subsistema indispensável à vida e à regulação do ambiente. Processos gerais da formação e evolução do solo. Enquadramento ambiental e ecológico. Consequências para as características e gestão dos ecossistemas terrestres. O solo, a transformação de resíduos e a ciclagem de nutrientes. Ciclos geoquímicos e biológicos de nutrientes. Organismos e ecologia do solo. O solo e as mudanças globais. Os constituintes minerais e orgânicos do solo. Natureza e significado para as características e funções do mesmo. Constituição e arquitectura do solo. Retenção e fluxo de fluídos, nutrientes e substâncias. Consequências para a produtividade vegetal. O solo e o ciclo hidrológico. Interacções solo/planta. O solo e a “metade oculta” (as raízes). Uso e degradação do solo. Acidificação e alcalinização secundárias. Degradação física do solo (compactação). A erosão e medidas de conservação do solo. O solo e a poluição química; contaminantes minerais e orgânicos. O solo e eventos extremos (seca e fogos). Recuperação de solos e de substratos.
Bibliografia Principal
Módulo teórico presencial. Módulos práticos constituídos por aulas laboratoriais, nas quais se aplicarão diferentes procedimentos experimentais que visam a aplicação dos conhecimentos relativos aos módulos teóricos. Realização de uma saída de campo para observação de casos de estudo de degradação e recuperação de solos.
Módulo teórico: Exame escrito (50%);
Módulos práticos: Elaboração de relatórios (40%);
Módulo visita de estudo: Apresentação oral de um tema relacionado com a visita de estudo (10%).
Técnicas de Amostragem (Sampling Techniques)
Código: 1511
Responsável: Maria Manuela Costa Neves Figueiredo
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas
| Ano Curricular: 1º/2º | Semestral: 2º/1º | ECTS: 3 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 35 | Outras: 7 | Total: 42 |
Rever e/ou aprender os principais métodos de amostragem aleatória
Estudar os métodos mais usuais de amostragem de populações animais e vegetais
Plano de amostragem. Escolha do método.
Amostragem aleatória simples.
Amostragem aleatória estratificada.
Amostragem por grupos e multietápica.
Amostragem sequencial.
Estimação da abundância de populações animais e vegetais
Contagens em parcelas, transectos lineares, métodos de captura-recaptura e métodos baseados em distâncias.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Exame final
Técnicas de Análise Sensorial (Sensory Analysis Techniques)
Código: 1800
Responsável: Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
Ramo:
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 2 | Obrigatória |
| Teóricas: 7 | Teórico-Práticas: 7 | Práticas: 7 | Outras: 7 | Total: 28 |
Aprender a seleccionar e treinar os provadores para um painel analítico.
Aprender a delinear ensaios de análise sensorial que originem resultados exactos e precisos.
Aprender a tratar e interpretar os resultados da análise sensorial.
Perceber a importância da análise sensorial na caracterização e no desenvolvimento de novos produtos.
Conhecer as particularidades da análise sensorial de alguns produtos: azeite virgem, queijo e manteiga.
A qualidade sensorial dos alimentos.
A fisiologia das sensações.
A necessidade de objectivar a prova organoléptica: criação do Painel de Provadores (tipos de painéis, selecção e treino de provadores, tipos de prova; tratamento estatístico dos resultados da análise sensorial).
Alguns exemplos de aplicação da análise sensorial: prova de azeite virgem, de queijo e manteiga.
O ensino das diferentes matérias será ministrado em aulas teóricas e práticas.
Os conceitos apresentados nas aulas teóricas serão, sempre que possível, ilustrados através da realização de aulas práticas de análise sensorial e de tratamento e interpretação dos resultado obtidos.
Bibliografia Principal
Os alunos deverão desenvolver um pequeno projecto no campo da análise sensorial, em que serão aplicadas as metodologias de base aprendidas nas aulas e que constituirá objecto de avaliação
(30% nota final).
Realizar-se-á um teste teórico (ou exame final) que terá o peso de 70% na nota final.
Técnicas de Simulação (Simulation Techniques)
Código: 1768
Responsável: Maria Manuela Costa Neves Figueiredo
Outros docentes: Maria João Teixeira Martins
Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas
| Ano Curricular: 1º/2º | Semestral: 2º/1º | ECTS: 3 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 35 | Outras: 7 | Total: 42 |
Introduzir a noção de número pseudo aleatório. Apresentar diversas aplicações em Estatística.
Geração de números pseudo-aleatórios.
Geração de amostras aleatórias provenientes de distribuições discretas e contínuas não uniformes.
A Estatística Computacional e os Métodos de Monte Carlo.
Métodos de reamostragem: o jackknife e o bootstrap.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Exame
Técnicas Laboratoriais em Química e Bioquímica (Chemistry and Biochemistry Laboratory)
Código: 1514
Responsável: Miguel Pedro de Freitas Barbosa Mourato
Outros docentes: Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira, Maria Leonor Mota Morais Cecílio e Maria Luísa Louro Martins
Curso: 2º ciclo – Engenharia Zootécnica – Produção Animal; Engenharia Alimentar
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Engenharia Zootécnica – Produção Animal
Optativa: Eng Alimentar/Qualidade e Segurança Alimentar
| Teórics: 28 | Teórico-Práticas: 42 | Outras: 14 | Total: 84 |
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Sumários (2010/2011)
Pretende-se que os alunos tomem conhecimento das mais recentes técnicas laboratoriais nas áreas de química e bioquímica com interesse para a sua área de formação, e que aprendam a trabalhar no laboratório de um modo correcto, em segurança, com os equipamentos associados às técnicas analíticas estudadas. Pretende-se ainda que os alunos aprendam a executar correctamente um protocolo experimental retirado de diversas fontes (como artigos científicos), e sejam capazes de o descrever adequadamente e de reportar os resultados de uma forma correcta.
Introdução ao Laboratório. A segurança no laboratório. Caderno de laboratório: organização dos resultados.
Interpretação e execução de um protocolo experimental. Realização de um protocolo experimental.
Técnicas básicas de medição de volumes e de massas.
Titulação, determinação de pH
Espectrofotometria molecular: UV/visivel, infravermelhos
Espectrofotometria atómica: Absorção e Emissão
Cromatografia: camada fina, HPLC, cromatografia gasosa
Espectrometria de massa, HPLC-MS e GC-MS.
Filtração em gel
Propriedades funcionais das proteínas (precipitação, solubilidade, influência de pH e da temperatura, quantificação)
Electroforese nativa e desnaturante. Electroforese 2D.
Determinação de actividades enzimáticas.
Acção de enzimas proteoliticas exógenas em carne.
Enzimas de restrição. Marcadores moleculares.
Técnicas laboratoriais em Ecotoxicologia
Técnicas de avaliação da exposição ambiental a resíduos de substâncias químicas
Técnicas de avaliação de efeitos tóxicos no biota
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A avaliação é continua, tendo os alunos de assistir às aulas práticas, realizar o trabalho de laboratório e responder a questionários ou elaborar relatórios. A avaliação contínua permite dispensar de exame final desde que o aluno atinja os mínimos estabelecidos (10).
Tecnologia das Carnes e Pescado (Meat and Fish Technology)
Código: 1517
Responsável: Teresa de Jesus da Silva Matos
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
Ramo: Processamento de Alimentos
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teóricas: 42 | Teórico-Práticas: 32 | Outras: 10 | Total: 84 |
Pretende-se que o aluno:
i) conheça e distinga a composição e as características dos vários produtos de origem animal;
ii) formule e calcule estivas;
iii) interprete o lay-out das indústrias de transformação de carnes e pescado;
iv) compreenda o funcionamento dos centros de abate;
v) conheça as tecnologias de fabrico dos produtos cárneos, dos produtos da pesca e da tecnologia aplicada a bordo e,
vi) conheça e interprete a legislação do sector.
- Bioquímica da carne e do pescado. Estrutura e bioquímica do músculo. Transformação do músculo em carne. Maturação e degradação da carne. Capacidade de retenção e captação de água. Qualidade da carne (características). Aptidões tecnológicas das carnes e emulsões cárneas.
- Gestão e controlo da produção nos Matadouros. Tecnologias e tipos de abate. Desmancha e cálculos de estivas. Estimulação eléctrica. Utilização e aplicação do frio. Lay-out do matadouro. Legislação.
- Transformação de carnes. Formulação e custos de produção. Instalações e equipamentos industriais. Lay-out das indústrias de transformação de carnes. Tecnologias de fabrico de produtos cárneos. Embalagem, conservação e logística industrial. Aditivos e invólucros. Legislação.
- Tecnologia do pescado. Captura, transporte, conservação e degradação. Tecnologia de bordo e outros ciclos de processamento. Sub-produtos. Legislação.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Aprovação à disciplina para classificação final de 10 valores na avaliação contínua ou após realização de exame. Funcionamento em 4 módulos. Inclui:
- realização de discussões de artigos científicos
- realização de dois testes
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Tecnologia do Açúcar e Produtos Alternativos (Technology of Sugar and Alternative Products)
Código: 1521
Responsável: Maria Isabel Nunes Januário
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
Ramo: Processamento de Alimentos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teóricas: 42 | Teórico-Práticas: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Dar a conhecer um Sector onde se insere a tecnologia e indústria do açúcar e produtos relacionados, com implantação quer a nível europeu (cana e beterraba sacarina) quer a nível das regiões tropicais (cana-de-açúcar).
Permitir a aplicação na prática industrial concreta, dos conhecimentos adquiridos pelos alunos em outras disciplinas da especialidade de carácter mais geral.
Dotar os alunos com um conjunto de técnicas/ métodos laboratoriais quer de aplicação específica aos produtos desta tecnologia, quer de aplicação mais generalizada.
- Sector do açúcar: caracterização e enquadramento europeu e mundial.
- Fontes convencionais de açúcar (sacarose): tipos e características das fontes (cana-de-açúcar e beterraba sacarina) e do açúcar produzido.
- Tecnologia de produção de açúcar a partir da cana e beterraba sacarinas: diagramas de fabrico e operações tecnológicas.
- Critérios de qualidade do açúcar. Análise laboratorial. Legislação e regulamentação nacional e europeia.
- Características e valorização dos subprodutos do processamento dos materiais sacarinos
- Produção de álcool (etanol) em complemento ou alternativa à produção de açúcar a partir do processamento dos materiais sacarinos e afins. Utilização alimentar e não alimentar do álcool.
- Outras fontes vegetais de açúcar(es) alternativas às convencionais.
- Edulcorantes naturais (calóricos e não calóricos) e de síntese. Poder edulcorante e outras características destes produtos.
- Utilização do açúcar e outros edulcorantes na indústria alimentar. Estudos de caso.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Sistema de avaliação contínua, com as seguintes componentes:
- Seminários (em grupo) – apresentação oral com discussão e trabalho escrito
- Relatórios das aulas laboratoriais (individuais)
- Teste (individual) sobre as principais matérias do programa
I - Informação Geral e Organização da UC
II - Material de Apoio às Aulas
Bibliografia
AULAS
Caracterização do Sector do Açucar - Edulcorantes I
Caracterização do Sector do Açucar-Edulcorantes II
Caracterização do Sector do Acucar-Edulcorantes III
Caracterização do Sector do Acucar-Edulcorantes IV
Apresentações dos Alunos
Tecnologia dos Alimentos para Animais (Feed Manufacturing Technology)
Código: 1522
Responsável: Maria Madalena dos Santos Lordelo
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Zootécnica – Produção Animal; Engenharia Alimentar
Ramo: Engenharia Alimentar - Processamento de Alimentos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Engenharia Zootécnica – Produção Animal
Optativa: Eng Alimentar/Qualidade e Segurança Alimentar
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecimento dos ingredientes utilizados em rações para animais.
Compreensão de todos os processos dentro de uma fábrica de rações.
Capacidade de intervenção tendo em vista a melhoria da eficiência produtiva numa fábrica de rações.
Compreender a importância do controlo de qualidade a montante, a jusante e na própria fábrica.
Entendimento da conservação e beneficiação de forragens, fenos e silagens.
Caracterização dos alimentos para animais. A industria dos alimentos compostos no mundo e em Portugal. As matérias-primas utilizadas no fabrico de alimentos compostos. A recepção, controlo de qualidade e armazenamento de matérias-primas. Equipamento utilizado na movimentação das matérias-primas e do produto acabado. Moenda e tipos de moinho. Mistura e tipos de misturadores. A granulação e a expansão. Incorporação de líquidos aos alimentos compostos. Ensaque, controlo de qualidade e transporte do alimento composto. Particularidades no fabrico de alimentos compostos para peixes. Código de boas práticas e HACCP no fabrico de alimentos compostos. Conservação e beneficiação de forragens, fenos e silagens. Visita de estudo a fábrica de alimentos compostos.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação de apresentação de trabalhos – 30%
Classificação de exame escrito – 70%
Tecnologia dos Cereais (Cereal Technology)
Código: 1523
Responsável: Isabel Maria Nunes de Sousa
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
Ramo: Processamento de Alimentos
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecer as principais matérias primas, operações de processamento e indústrias transformadoras de cereais, bem como as metodologias de controlo e desenvolvimento de produto.
Importância das Indústrias dos Cereais: Os cereais na história da alimentação; Importância económica e nutricional; Principais indústrias de cereais. Estudo comparativo dos grãos dos principais cereais (trigo, milho, cevada, arroz e centeio); Morfologia externa; Estrutura microscópica, Composição química. Operações gerais de preparação dos cereais: Transporte; Recepção, Armazenamento; Pré-limpeza Moenda via seca do trigo: Evolução histórica do processo; Tipos e objectivos (produção de farinha e produção de sêmolas); Preparação do cereal para a moenda: limpeza e condicionamento. Moenda propriamente dita. Moenda via húmida: Produção de amido: importância do amido na indústria e suas utilizações; Diagrama de produção de amido de milho; Principais operações e equipamentos. Adaptação do diagrama à produção de fécula de batata; Derivados de amido: principais tipos e aplicações. Os componentes da farinha e sua funcionalidade: As fracções proteicas; as proteínas do glúten. O amido: estrutura do grânulo; gelatinização; Outros polissacáridos; Os lípidos: composição e funcionalidade; Elementos minerais. Avaliação da qualidade das farinhas e outros produtos de moenda: classificação dos factores de qualidade; Componentes da qualidade industrial; qualidade nutricional do trigo e seus produtos. Panificação: Matérias primas principais (farinha, água, levedura e sal); Matérias primas secundárias; O processo de panificação; Reologia e química da massa; equipamentos. Produção de bolachas; Tipos de massas de bolacha; Matérias primas pricipais, secundárias e agentes químicos; Diagramas de produção de vários tipos de bolachas; equipamentos. Produção de massas alimentícias: Tipos de massas; Critérios de qualidade; matérias primas e diagramas de produção. Descasque e branqueamento de arroz: Produção e consumo mundial de arroz; Critérios de qualidade; Secagem; Moenda convencional; Produção de arroz pré-cozido. Tecnologia cervejeira: Matérias Primas; Diagrama de Produção. Maltagem: Definição e objectivos; Diagrama de produção; Bioquímica da maltagem; Tipos de malte e sua caracterização. A extrusão-cozedura em tecnologia dos cereais: Princípios da extrusão; Cereais de pequeno almoço; Snack foods; Microestrutura dos produtos extrudidos; alterações nas macromoléculas. A produção de Bio-etanol; Sacarificação; Fermentação; A produção de bio-plásticos
Bibliografia Principal
A - Relatório sobre as técnicas laboratoriais de análise de grão e de farinhas realizadas (10% da nota final)
B - Trabalho de Grupo e Exposição oral de um tema no âmbito da U.C. (30% da nota final).
C - Teste ou exame final (60% da nota final)
Tecnologia dos Óleos e Gorduras (Oil and Fat Technology)
Código: 1524
Responsável: Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
Ramo: Processamento de Alimentos
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teóricas: 42 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Adquirir os conceitos básicos da Tecnologia de Óleos e Gorduras, que permitem preparar o aluno para a sua actividade profissional nas diferentes indústrias de óleos e gorduras (lagares de azeite; unidades de extracção de óleos vegetais e animais; refinarias, fábricas de margarinas e de biodiesel).
Definição de gordura e óleo, propriedades físicas, químicas e funcionais das gorduras, reacções e fenómenos de degradação das gorduras, importância tecnológica destas reacções. A importância das gorduras na alimentação. O azeite: definição e tipos comerciais, métodos de extracção e equipamento utilizado. As gorduras de sementes de oleaginosas pobres e ricas em óleo: métodos de extracção e equipamentos utilizados. Óleos e gorduras animais: métodos de extracção e equipamentos utilizados. A refinação dos óleos e gorduras: objectivos, refinação alcalina e refinação física, operações e equipamentos utilizados. Técnicas de modificação de gorduras: fraccionamento, hidrogenação e interesterificação. Margarinas e cremes de barrar: definições e técnicas de fabrico. A operação de fritura. Novas tendências na tecnologia de óleos: produção de lípidos estruturados por via química e enzimática; produção de biodiesel.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Relatório sobre as técnicas laboratoriais de análise de azeite realizadas(10% da nota final)
Exposição oral individual de um tema no âmbito da U.C. (30% da nota final).
Teste ou exame final (60% da nota final)
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Tecnologia dos Produtos Animais (Animal Products Technology)
Código: 1525
Responsável: Teresa de Jesus da Silva Matos
Outros docentes: António Pedro Louro Martins
Curso: 2º ciclo – Engenharia Zootécnica – Produção Animal
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se que o aluno:
i) conheça e distinga a composição e as características dos vários produtos de origem animal;
ii) formule e calcule estivas;
iii) interprete o lay-out das indústrias de transformação de carnes e pescado;
iv) compreenda o funcionamento dos centros de abate;
v) conheça as tecnologias de fabrico dos produtos cárneos, dos produtos da pesca e da tecnologia aplicada a bordo;
vi) adquira noções sobre os fundamentos do fabrico dos vários produtos lácteos e,
vii) conheça e interprete a legislação do sector.
- Bioquímica da carne e do pescado. Estrutura e bioquímica do músculo. Transformação do músculo em carne. Maturação e degradação da carne. Capacidade de retenção e captação de água. Qualidade da carne (características). Aptidões tecnológicas das carnes e emulsões cárneas.
- Gestão e controlo da produção nos Matadouros. Tecnologias e tipos de abate. Desmancha e cálculos de estivas. Estimulação eléctrica. Utilização e aplicação do frio. Lay-out do matadouro. Legislação.
- Transformação de carnes. Formulação e custos de produção. Instalações e equipamentos industriais. Lay-out das indústrias de transformação de carnes. Tecnologias de fabrico de produtos cárneos. Embalagem, conservação e logística industrial. Aditivos e invólucros. Legislação.
- Tecnologia do pescado. Captura, transporte, conservação e degradação. Tecnologia de bordo e outros ciclos de processamento. Sub-produtos. Legislação.
- Tecnologia dos Lactícinios. Composição e características do leite. Ciclo de obtenção e conservação do leite. Tecnologia dos produtos lácteos, ciclos de processamento. Legislação.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Aprovação à disciplina para classificação final de 10 valores na avaliação contínua ou após realização de exame. Funcionamento em 4 módulos. Inclui:
- realização de discussões de artigos científicos
- realização de três testes
Tecnologia dos Produtos Hortofrutícolas (Fruit and Vegetables Processing)
Código: 1526
Responsável: Margarida Gomes Moldão Martins
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar
Ramo: Engenharia Agronómica - Hortofruticultura e Viticultura; Engenharia Alimentar – Processamento de Alimentos
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Opcional: Engenharia Agronómica
| Teórico-Práticas: 42 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
- Abordar os conhecimentos científicos no que respeita a composição e o processamento de matérias primas de origem vegetal.
- Compreender os diferentes processos de processamento/conservação de produtos hortofrutícolas;
- Possibilitar o contacto com casos práticos da indústria alimentar.
- Pretende-se ainda desenvolver o raciocínio, o espírito crítico, o gosto pela pesquisa e pelo trabalho em grupo e a capacidade de síntese e de comunicação escrita e oral.
Apresentação de: Programa, metodologia de avaliação e bibliografia de suporte à Unidade Curricular.
Introdução. Composição e estrutura dos produtos hortofrutícolas. Consumo de horto frutícola e efeitos benéficos para a saúde. Bioquímica da Maturação e da Pós-Colheita. Controlo da maturação. Actividade metabólica dos produtos horto frutícolas: respiração, produção de etileno, senescência. Frutos climatéricos e não climatéricos.
Qualidade pós-colheita de frutos e vegetais. Critérios de qualidade de produtos frescos. Manutenção da qualidade pós-colheita: escolha e calibração, pré refrigeração e conservação frigorífica, atmosfera controlada, pré tratamentos, aplicação de revestimentos comestíveis.
Produtos hortofrutícolas frescos. Produtos frescos. Produtos minimamente processados. Embalagem activa e embalagem inteligente na conservação de hortofrutícolas frescos e minimamente processados.
Produtos hortofrutícolas processados Bebidas não alcoólicas. Produtos doces. Produtos secos e desidratados. Produtos fermentados. Novos produtos.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Frequência: presença em 75% das aulas; realização de 2 trabalhos.
Avaliação contínua: Apresentação escrita e oral de 2 casos de estudo (nota mínima 9,5; 70% da nota final) e relatórios dos trabalhos (30% da nota final; nota mínima 9,5).
Avaliação por exame: Exame (nota mínima 9,5; 70% da nota final) e relatórios dos trabalhos (nota mínima 9,5; 30% da nota final).
Tecnologia dos Produtos Tropicais (Tropical Products Technology)
Código: 1527
Responsável: Maria Helena Guimarães de Almeida
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável; Engenharia Alimentar
Ramo: Engenharia Alimentar - Processamento de Alimentos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 14 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Pretende-se que o aluno adquira conhecimentos sólidos sobre os produtos abordados bem como os mecanismos envolvidos na sua transformação desde a colheita até ao consumidor.
1. O tratamento pós-colheita no meio tropical.
2. Produtos estimulantes alimentares tropicais. Cacau. Chá. Café.
3. Óleos e gorduras tropicais.
4. Os produtos da palmeira do dendém (óleo de palma e de coconote) e do coqueiro (copra, óleo de coco, coco ralado e cairo) e outros;
5. Tabaco, estimulante não alimentar;
6. Raízes e tubérculos tropicais, outras amiláceas e sacarinas. A mandioca e outros;
7. Frutos tropicais. O caju e outros;
8. Fibras tropicais. O algodão e outros;
9. Especiarias.
O desenvolvimento destas matérias faz-se atendendo aos seguintes aspectos: A planta e os aspectos mais relevantes da cultura para a qualidade do produto final; Principais produtos obtidos, sua importância económica e social; Colheita; Tecnologia pós-colheita (descrição das diferentes operações, equipamento e transformações) e industrialização (breve abordagem); Armazenagem, embalagem e transporte; Características (fisico-químicas, nutritivas, funcionais e tecnológicas) dos produtos; Controle de qualidade; Subprodutos. As aulas práticas envolvem trabalho laboratorial e visitas de estudo a unidades de produção.
Bibliografia Principal
Frequência: 75% das aulas de laboratório
Avaliação contínua: dois trabalhos baseados em pesquisa bibliográfica + relatórios das aulas práticas (40% da nota final, nota mínima: 9,5/20)
Avaliação por exame: 60% da nota final, nota mínima: 9,5/20
Disponível em: https://docs.google.com/#folders/folder.0.0BziPfGmZu9qHNDcwOTU1MzItODAzMS00NzQyLTllMWUtNTkzMjllNjYyMTIw
Para aceder à informação:
Clicar em IEA
A calendarização, temática e material de trabalho das aulas está no ficheiro (que direcciona para os restantes ficheiros):
aulas e trabalhos TPT 2010 11 22jul11.doc
Tecnologia Pós-Colheita (Postharvest Technology)
Código: 1562
Responsável: Maria Helena Guimarães de Almeida
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Capacitação de estudantes candidatos ao 2º Ciclo (Mestrado) do Curso de Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável.
Técnicas de conservação de alimentos
Noções de Tecnologia dos Produtos Tropicais
Técnicas de secagem
Protecção Integrada nos produtos agrícolas tropicais
Métodos de armazenamento de produtos agrícolas secos
Agentes biológicos (Insectos e ácaros)
Agentes biológicos (Roedores)
Detecção de infestações e cálculo de prejuízos de produtos agrícolas secos
Amostragem em produtos agrícolas secos armazenados
Fungos dos produtos armazenados
Meios de protecção (I)
Meios de protecção (II)
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Apreciação e discussão do trabalho individual de síntese
Exame escrito individual
Tecnologias de Produção Animal - carne (Animal Production Techniques - Meat)
Código: 1528
Responsável: José Pedro Cardoso Lemos (FMV)
Outros docentes: João Pedro Bengala Freire, Maria Madalena dos Santos Lordelo, Luísa Almeida Lima Falcão e Cunha e Rui Manuel Vasconcelos Horta Caldeira (FMV)
Curso: 2º ciclo – Engenharia Zootécnica – Produção Animal
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 42 | Teórico-Práticas: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
No final da disciplina os alunos devem dominar os princípios biológicos da produção de carne das várias espécies animais, assim como delinear, implementar, gerir e avaliar os diversos sistemas de produção, assegurando a saúde e bem-estar animal e a qualidade final dos produtos.
Teórico
Crescimento e desenvolvimento dos animais das espécies pecuárias.
Qualidade da carne; conceitos e métodos de avaliação; características organolépticas da carne das várias espécies pecuárias e seus factores de variação.
Aspectos particulares do crescimento/desenvolvimento nas várias espécies e sua relação com a eficiência e com a composição corporal e da carcaça.
Métodos de avaliação e valorização das características das carcaça e da carne dos animais das várias espécies pecuárias.
Sistemas de produção e sua influência nas características da carcaça e da carne.
Factores tecnológicos e sua importância na qualidade da carne.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação em exame final escrito
Tecnologias de Produção Animal - leite (Milk and Dairy Technology)
Código: 1529
Responsável: João Pedro Bengala Freire
Outros docentes: Rui Branquinho Bessa (FMV), Rui Manuel Vasconcelos Horta Caldeira (FMV) e António Pedro Louro Martins
Curso: 2º ciclo – Engenharia Zootécnica – Produção Animal
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 42 | Teórico-Práticas: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
No final da disciplina os alunos devem dominar os princípios biológicos da produção de leite das várias espécies animais (vacas leiteiras, ovelhas, cabras e marrãs), assim como delinear, implementar, gerir e avaliar os diversos sistemas de produção, assegurando a saúde e bem-estar animal e a quantidade e a qualidade final dos produtos.
Crescimento e desenvolvimento dos animais das espécies pecuárias.
Qualidade do leite; conceitos e métodos de avaliação.
Sistemas de produção e sua influência na qualidade do leite.
Factores tecnológicos e sua importância na qualidade do leite.
Bibliografia Principal
Avaliação em exame final escrito
Tecnologias de Produção Animal - outros (Advance Techniques of Animal Production - Other, than milk and meat)
Código: 1530
Responsável:Rui Manuel Vasconcelos Horta Caldeira (FMV)
Outros docentes: Maria Madalena dos Santos Lordelo, Rui Branquinho Bessa (FMV), Luísa Almeida Lima Falcão e Cunha, Fernando Ribeiro Alves Afonso (FMV), Ilda Maria Neto Gomes Rosa (FMV), António Manuel Dorotêa Fabião e António S. Ferreira Henriques Barreto (FMV)
Curso: 2º ciclo – Engenharia Zootécnica – Produção Animal
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 42 | Teórico-Práticas: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Aprofundar os conhecimentos sobre a produção de produtos de origem animal para além da carne e do leite. Estão neste âmbito os ovos, as espécies aquáticas e os equinos. Serão ainda transmitidas noções gerais e aplicadas sobre outras produções de menor expressão (cães, espécies cinegéticas, peles e pêlos e mel).
1. Produção de ovos para incubação e de ovos de consumo. Factores que influenciam o tamanho e composição do ovo. Inseminação artificial em avicultura. Novas tecnologias em produção de ovos como alimentação in-ovo e alimentação especializada para pintos logo após eclosão.
2. Produção de espécies aquáticas. Métodos de processamento dos produtos aquáticos, a sua qualidade e o seu consumo. Manuseamento, conservação, processamento e desenvolvimento de novos produtos. Factores que condicionam alterações dos produtos da pesca e da aquacultura e os resíduos biológicos associados com eles.
3. Produção de equinos. Produtos finais da exploração equina. Crescimento e desenvolvimento dos equinos. Factores genéticos e ambientais que influenciam as características dos produtos finais da exploração equina. Factores que afectam a eficiência produtiva da exploração de equinos.
4. Produção de espécies cinegéticas.
5. Produção de cães.
6. Produção de peles e de pêlo.
7. Produção de mel
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Um exame escrito no final da disciplina em que serão avaliadas as matérias leccionadas
Tecnologias de Tratamento de Água/Águas Residuais (Water and Wasterwater Technology)
Código: 1531
Responsável: Elizabeth da Costa Neves Fernandes d'Almeida Duarte
Outros docentes: Ana Cristina Ferreira da Cunha Queda
Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
Ramo: todos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Opcional |
| Teórico-Práticas: 35 | Práticas/Laboratoriais: 35 | Outras: 14 | Total: 84 |
Os principais objectivos consistem em proporcionar uma cobertura ampla dos princípios fundamentais e práticas actuais no processamento e distribuição de água, recolha e tratamento de águas residuais. O objectivo é a transferência de conhecimentos dessas matérias para os alunos interessados em continuar os estudos na área do saneamento, tecnologia e engenharia, bem como às pessoas interessadas na operação e manutenção de instalações de tratamento água e águas residuais. Serão também abordados temas relacionados com a qualidade e poluição da água de forma a se compreender as razões inerentes à selecção dos processos de tratamento de água e águas residuais. Os alunos devem ser capazes de compreender as inter-relações entre o funcionamento de cada unidade de forma a integrar os sistemas como um todo.
1. Qualidade das Águas/Águas Residuais
1.1 Monitorização.
1.2. Medição dos Parâmetros de Qualidade.
1.3. Tipo de Parâmetros
1.4. Parâmetros Chave de Qualidade da Água/Água Residual.
2. Fluxogramas
2.1 Processos
2.2 Parâmetros de Dimensionamento
2.2 Selecção do Fluxograma
3. Processos Físicos
3.1. Sedimentação.
3.2. Flotação
3.3. Crivagem.
3.4. Fragmentação
3.5. Filtração.
3.6. Separação Centrífuga.
4. Processos Químicos
4.1 Ajuste de pH
4.2 Precipitação
4.3 Coagulação e Floculação
4.4 Oxidação e Redução
4.5 Desinfecção
4.6 Incrustação e Inibição de Corrosão
5. Processos de Sorção
5.1 Adsorção
5.2 Amaciamento por Troca Iónica
5.3 Desionização Troca Iónica
5.4 Leitos Mistos de Afinamento
5.5 A troca Iónida nas Águas Residuais
6. Processos Biológicos
6.1 Processos Aeróbios de Filme Fixo
6.1.1 Formação do Biofilme
6.1.2 Leitos Percoladores
6.1.3 Discos Rotativos de Contacto
6.1.4 Filtros Biológicos Arejados
6.1. 5 Leitos Fluidizados
6.2 Processos Aeróbios de Biomassa Suspensa
6.2.1 Lamas Activadas
6.2.2 Reactores Descontínuos Sequenciais
6.2.3 Remoção Biológica de Nutrientes
6.2.4 Biorectores de Membranas
6.3 Processos Anaeróbio
6.3.1 Microbiologia e Bioquímica do Processo
6.3.2 Sistemas Anaeróbios
6.3.3 Reactores Anaeróbios
7. Processos de Membranas
7.1 Membranas e Processos de membranas
7.2 Estrutura das Membranas
7.3 Fabrico de Membranas
7.4 Parâmetros do Processo de Membranas
7.5 Configuração das Membranas
7.6 Parâmetros Operacionais no Processo de Membranas
7.7 Aplicação das Membranas
7.71 Microfiltração
7.7.2 Ultrafiltração
7.7.3 Nanofiltração
7.7.4 Osmose Inversa
7.7.5 Electrodiálise
8. Parâmetros chave de avaliação da eficiência das tecnologias de tratamento de águas/águas residuais e selecção de melhores tecnologias disponíveis
9. Estudo de Caso.
10. Elaboração de um projecto
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A primeira parte está relacionada com aulas de laboratório onde os alunos desenvolveram o trabalho em equipa aplicado ao domínio das tecnologias de tratamento de água e águas residuais - Relatório escrito das actividades laboratoriais.
A segunda parte consiste na avaliação contínua através de exercícios, visitas de estudo, eventos e discussões sobre problemas da actualidade relacionados com a vida real em Engenharia do Ambiente com o objectivo de avaliar os alunos no que respeita à capacidade de integração dos conhecimentos adquiridos.
A terceira parte consiste na elaboração de um projecto em grupo relacionado com um estudo de caso, o qual tem que ser apresentado na forma escrita e oralmente.
Exame final escrito.
Tecnologias de Tratamento de Resíduos (Soil Waste Treatment Technologies)
Código: 1532
Responsável: Ana Cristina Ferreira da Cunha Queda
Outros docentes: Elizabeth da Costa Neves Fernandes d'Almeida Duarte
Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
Ramo: todos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Opcional |
| Téoricas: 28 | Teórico-Práticas: 14 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Aquisição de conhecimentos sobre tratamento de resíduos sólidos urbanos, resíduos agrícolas e agro-industriais, resíduos industriais, resíduos perigosos, lamas e outros resíduos sólidos: classificação, caracterização e tratamento/valorização no enquadramento legislativo actual e pelas melhores tecnologias disponíveis.
No final da Unidade Curricular os alunos deverão ser capazes de: identificar e caracterizar os fluxos de resíduos e os principais poluentes; descrever os princípios dos processos físicos, químicos e biológicos utilizados para o tratamento de resíduos sólidos; propor soluções de tratamento e avaliar a sua eficiência.
1 – Origem, características e propriedades dos resíduos sólidos
1.1 Classificação de resíduos sólidos segundo a origem
1.2 Classificação de resíduos sólidos segundo as características
1.3 Propriedades físicas, químicas e bioquímicas dos resíduos sólidos
1.4 Quantificação e caracterização física dos resíduos
2 – Processos físicos e físicos-químicos e químicos de tratamento de resíduos
2.1. Separação manual e automática
2.2 Incineração e co-incineração
2.3 Pirólise e tecnologia de plasma
2.4 Hidrólise
2.5 Desidratação e compactação
3 – Processos biológicos avançados de tratamento de resíduos
3.1 Aeróbios
3.2 Anaeróbios
3.3 Aeróbios/anaeróbios combinados
3.4. Outros processos biológicos
4 – Parâmetros chave para a avaliação da eficiência e selecção de tecnologias de tratamento de resíduos.
Caso de Estudo: Exemplo da Integração do Tratamento Mecânico Biológico e do Tratamento Biológico Mecânico num Sistema de Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos
Aulas práticas (laboratoriais, casos de estudo e visitas de estudo)
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A avaliação dos alunos consiste em duas partes:
- Um exame final sobre a matéria leccionada ou testes intercalares no final de cada módulo (80% da nota final);
- Um seminário (15-20 min) sobre uma tecnologia aplicada ao tratamento de resíduos realizado individualmente ou em grupo de 2 alunos (20% da nota final).
Termodinâmica (Thermodynamics)
Área Científica:
Coordenador:
Outros docentes:
Precedências:
| Curso: | ECTS: | Ano: |
(a disponibilizar em breve)
Tópicos Avançados em Teoria da Arquitectura Paisagista (Advanced Topics in Landscape Architecture Theory)
Código: 1625
Responsável: Maria Teresa Amaro Alfaiate
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista
| Ano Curricular: 1 | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
Teóricas: 28
Práticas/Laboratoriais (aplicada a Projecto): 42
Outras: 14
Total: 84
A Diferenciação da Teoria de Arquitectura Paisagista enquanto campo do conhecimento autónomo
A Teoria de Arquitectura Paisagista enquanto suporte conceptual e área de investigação que informa o Projecto de Arquitectura Paisagista
Discussão e aprofundamento dos métodos de conhecimento, representação e construção da paisagem e a relação produtiva entre estes, enquanto suporte da intervenção na Paisagem
Discussão critica de Projectos de Arquitectura Paisagista Contemporâneos, metodologias e conceitos subjacentes.
0 A TEORIA DA ARQUITECTURA PAISAGISTA ENQUANTO CAMPO DO CONHECIMENTO
1 A PERCEPÇÃO E CONHECIMENTO DA PAISAGEM
1.1 O Sítio grande promotor / indutor da Paisagem
1.2 O homem enquanto ser singular na leitura e interpretação da Paisagem
1.3 Estruturas da Paisagem
1.4 Ferramentas auxiliares no processo de compreensão e Interpretação da Paisagem
1.5 O processo tipológico enquanto forma de sistematização e comunicação das várias dimensões da paisagem -Tipos e Arquétipos suporte da criação da paisagem construída.
1.6 Tipologia do espaço aberto- Desenvolvimento de alguns conceitos para a sua definição.
2 A REPRESENTAÇÃO DA PAISAGEM
2.1 As representações da paisagem.
2.2 A Representação da Paisagem enquanto processo mediador na elaboração do Projecto de Arquitectura Paisagista.
2.3 A Notação da Paisagem
3 A CONSTRUÇÃO DA PAISAGEM
3.1 Conceitos de paisagem
3.2 Paisagem “Natural” - constrangimento e oportunidade
3.3 Paisagem ocorrência natural / representação sensorial
3.4 Paisagem entidade Espacio temporal
3.5 Paisagem enquanto conteúdo Eidético
3.6 Construções contemporâneas - discussão critica
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
A disciplina é avaliada através de teste teórico, de um conjunto de apresentações/ discussões críticas realizadas por grupos de alunos sobre algumas obras teóricas e através de um trabalho desenvolvido ao longo do semestre nas aulas práticas. Relativamente ao trabalho, pratico durante o semestre realizam-se duas apresentações em fase intermédia e final do seu desenvolvimento.
Transcriptómica e Proteómica (Transcriptomics and Proteomics)
Código: 1534
Responsável: Ricardo Manuel Seixas Boavida Ferreira
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Biologia Funcional
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 28 | Teórico-Práticas: 14 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Dar aos alunos uma perspectiva da grande importância actual das técnicas aplicadas em genómica, transcritpómica, proteómica e metabolómica, bem como exemplos concretos da sua aplicação em casos de sucesso reconhecido, quer ao nível das plantas, quer ao nível dos animais, dando especial ênfase ao Homem.
AULAS TEÓRICAS
1. Apresentação
Apresentação da disciplina, programa, regras de avaliação e frequência. Bibliografia recomendada e textos de apoio disponíveis.
Exemplos de linhas de investigação no âmbito da transcriptómica, proteómica e metabolómica/metabonómica.
2. Introdução
Definição de conceitos. Introdução à bioinformática. Tópicos “ome/omica” em biologia:
(i) genoma/genómica;
(ii) transcriptoma/transcriptómica;
(iii) proteoma/proteómica;
(iv) metaboloma/metabolómica.
Um exemplo concreto de aplicação:
Um novo conceito de fungicida. Da investigação fundamental à aplicação prática.
3. Genómica. Sequenciação de genomas: da bactéria ao homem
Princípios teóricos. Principais métodos: Sequenciação por síntese (Sanger, Pirosequenciação), Sequenciação por ligação (polony method), Sequenciação por hibridação (Microarrays de DNA) e Nanopore.
Aplicações:
(i) Identificação de organismos patogénicos (ex: detecção de Legionella pneumophila em condutas de ar condicionado);
(ii) Diagnóstico de doenças genéticas (ex: diagnóstico prenatal da Fibrose Quistica);
(iii) Biologia Forense (ex: análise de regiões micro-satélites para identificação civil e investigação criminal).
4. Transcriptómica. Uma metodologia para compreender a genómica funcional
Introdução à transcriptómica. “Profiling” da expressão de genes: (i) Clonagem de genes e análise por RT-PCR; (ii) Produção de bibliotecas de cDNA: Métodos e protocolos; (iii) Análise por “Microarrays”; (iv) Utilização de RNA de interferência para compreender as vias celulares de sinalização; (v) Utilização de RNAs para silenciamento da expressão de genes em células e em organismos.
A transcriptómica como metodologia para elucidar as interacções planta-agente patogénico. Análise global da expressão de genes por Hibridização Subtractica Supressiva.
5. Proteómica
Definição e tipos de proteómica.Tecnologia proteómica: (i) Separação de proteínas: Eletroforese mono e bidimensional versus cromatografia líquida bidimensional; (ii) Identificação e caracterização de proteínas: Espectrometria de massa (Peptide Mass Fingerprinting; Sequenciação de novo). Aplicações da proteómica.
Case-study: Proteoma de neuroblastomas humanos.
6. A Metabolómica como ferramenta para compreender os processos biológicos e as suas interacções
Definição de metabolómica. Aplicações. Panorâmica geral de algumas técnicas analíticas disponíveis: (i) Cromatografia;
(ii) Espectrometria de massa;
(iii) RMN. Exemplos específicos: Aplicações industriais.
Case-study.
Apresentações individuais feitas pelos alunos
AULAS PRÁTICAS
1 - Identificação de proteínas por espectrometria de massa
2 - Análise genómica e transcriptómica com a tecnologia de “microarrays” de DNA
3 - Utilização de uma metodologia baseada numa biblioteca supressiva subtractiva para identificar genes de Vitis vinifera e de Erysiphe necator regulados em resposta à patogenicidade
4 - Análise proteómica de expressão em neuroblastomas humanos após incubação com compostos antioxidantes de origem vegetal
5 - Pesquisa in vitro de polifenóis com actividade anti-cancerígena em extractos de plantas endémicas portuguesas
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
- Um exame final escrito sobre a matéria teórica dada durante as primeiras seis semanas de aulas teóricas. Neste exame, o aluno terá de ter o mínimo de 10 valores.
- Uma apresentação oral individual de 45 min, seguida por um período de discussão de 30 min.
- Nota Final = (N1 x 0,60) + (N2 x 0,40) , em que N1 é a nota no exame final escrito e N2 a nota da apresentação oral.
Utilização de Resíduos (Waste Usage)
Código: 1776
Responsável: Henrique Manuel Filipe Ribeiro
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Engenharia de Sistemas Bioenergéticos
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 30 | Práticas/Laboratoriais: 40 | Outras: 14 | Total: 84 |
Aquisição de conhecimentos, capacidades e competências relativos: ao enquadramento legal da utilização de resíduos na produção de energia; quantitativos e características dos principais resíduos produzidos em Portugal, na Europa e no mundo susceptíveis de serem valorizados na produção de energia, características e destino final dos resíduos resultantes da produção de biocombustíveis.
- Introdução à problemática dos resíduos: considerações gerais, politicas de gestão, da estratégia dos 3/4 Rs à hierarquia da gestão dos resíduos, a estratégia da valorização energética de resíduos.
- Os conceitos de resíduo, sub-produto e biomassa: generalidades, evolução do conceito de resíduo, resíduo versus sub-produto, resíduo versus biomassa. Definições legais: a Lei de Bases do Ambiente, a Directiva Quadro dos Resíduos e a Lei-Quadro dos resíduos. Classificação dos resíduos, as bases jurídicas da classificação de resíduos, classificação segundo a origem, características e perigosidade, a Lista Europeia de Resíduos, a classificação de acordo com a OCDE, UNEP, EPA e a Convenção de Basileia e a EPA.
- Avaliação dos resíduos produzidos em Portugal, na Europa e no Mundo, susceptíveis de serem valorizados energeticamente: definição, produção/capitação, composição física e química, metodologias de caracterização, os planos estratégicos sectoriais. Resíduos sólidos urbanos, lamas de ETAR, resíduos industriais, resíduos agrícolas, resíduos da produção pecuária, resíduo das agro-indústrias. Resíduos florestais, caracterização da Floresta Portuguesa, biomassa florestal (conceitos, disponibilidade e acessibilidade), quantificação de biomassa florestal, condicionantes à utilização da biomassa florestal, enquadramento da biomassa florestal na Estratégia Nacional para a Energia
- Os resíduos resultantes da produção de biocombustíveis: características e destino final.
- Estudo de casos
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Exame final (40%)
Relatórios dos trabalhos práticos (20%)
Apresentação oral sobre um tema proposto (20%)
Trabalho escrito (20%)
Valorização Agronómica/Energética de Resíduos (Agronomic and Energetic Valorisation of Wastes)
Código: 1538
Responsável: Henrique Manuel Filipe Ribeiro
Outros docentes: Cláudia Saramago de Carvalho Marques dos Santos Cordovil
Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
Ramo: Gestão Ambiental
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Opcional |
| Téoricas: 20 | Teórico-Práticas: 30 | Práticas/Laboratoriais: 20 | Outras: 14 | Total: 84 |
Dotar os alunos das ferramentas necessárias para poderem seleccionar as melhores tecnologias disponíveis e implementar soluções integradas mais adequadas para a valorização de resíduos.
Fundamentos da valorização agronómica de resíduos
Caracterização dos resíduos valorizáveis, os resíduos das culturas, os resíduos das explorações pecuárias, os resíduos urbanos, os resíduos agro-industriais e industriais, os resíduos resultantes da valorização energética. Interesse fertilizante dos resíduos orgânicos e o impacto na fertilidade do solo e no ambiente, factores condicionantes do comportamento dos resíduos no solo, o papel dos resíduos na recuperação de solos, o efeito da aplicação na alteração da flora espontânea
Breve referência aos resíduos inorgânicos biodegradáveis e não biodegradáveis
Métodos de avaliação do potencial de valorização de resíduos. Aspectos condicionantes da valorização agronómica, no âmbito do Reap.
Fundamentos da valorização energética de resíduos
- Processos termoquímicos de conversão, processos bioquímicos de conversão, outros processos.
- Emissões, resíduos, impactes, minimização e destino final.
Estratégias para a valorização integrada de diferentes resíduos
- Estudo detalhado de diferentes resíduos, seleccionados em função das quantidades produzidas e dos problemas ambientais que possam causar.
- Selecção das melhores tecnologias disponíveis (MTD) para a sua valorização (aspectos ambientais, agronómicos, regionais e económicos).
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
- apresentação oral sobre um tema proposto (20%)
- trabalho escrito sobre um tema proposto (20%)
- relatórios dos trabalhos laboratoriais (20%)
- exame final escrito (40%)
Vegetação no Espaço Urbano (Vegetation in the Urban Space)
Código: 1777
Responsável: Ana Luísa Brito dos Santos de Sousa Soares Ló de Almeida
Outros docentes: Nuno Joaquim Costa Cara de Anjo Lecoq
Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
Ramo: Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais - Arboricultura e Silvicultura Urbanas
| Ano Curricular: 1º (AP)/2º (EFRN) | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teórico-Práticas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Na paisagem urbana os espaços arborizados podem minimizar muito os impactes ambientais decorrentes do crescimento urbano, melhorando o ambiente químico e físico, moderando o microclima e temperatura do ar; melhorando a hidrologia urbana e a qualidade do ar; atenuando o ruído; controlando a erosão; aumentando a biodiversidade, bem como reduzindo as necessidades energéticas de uma cidade e proporcionar numerosos outros benefícios, como os estéticos, psicológicos e sócio-económicos.
Deseja-se que o aluno fique apto a saber utilizar o material vegetal nas diferentes zonas do país e em diferentes exigências ecológicas, bem como adquirir conhecimentos sobre a manutenção e gestão dos espaços verdes urbanos. Os conhecimentos fornecidos e a aquisição de competências pelos alunos será feita com a aplicação a projecto de arquitectura paisagista (concepção e planos de vegetação) no espaço urbano.
1. A importância da estrutura ecológica urbana: papel desempenhado pela vegetação, o seu valor e benefícios. Modelos de quantificação dos benefícios do arvoredo.
2. Jardins de cobertura (“Roof gardens”).
3. Paredes verticais
4. Piscinas biológicas.
5. Principais formações vegetais de Portugal Continental. Áreas de ocupação. Árvores e arbustos mais comuns. Características climáticas. A sua utilização em projectos de arquitectura paisagista no espaço urbano.
6. Sebes. Funções e tipos. Quebra-ventos. Compartimentação. Factores a observar no estabelecimento de cortinas. Espécies mais utilizadas.
7. Taludes. Definição. Tipos. Revestimento. Modelação. Espécies a utilizar.
8. Estabilização e construção biofísica. Utilização de material vegetal. Técnicas de construção.
9. Árvores na cidade: selecção de espécies, cuidados exigidos para a plantação e transplante. Árvores notáveis.
10. Relvados e prados. Anatomia e morfologia das plantas mais utilizadas. Fisiologia. Adaptações ao meio e à utilização. Criação de relvados e de prados. Manutenção.
11. Utilização sustentável da água em espaços verdes (critérios para a selecção da vegetação).
12. Manutenção de espaços verdes. Operações culturais. Meios e recursos indispensáveis para a execução das operações culturais. Planos de Manutenção.
13. Critérios para elaboração de planos de plantação, cadernos de encargos e estimativa de custos. Disponibilidade de plantas nos viveiros. Aplicação prática a projectos de arquitectura paisagista.
14. Fitossanidade (Ana Paula Ramos e Filomena Caetano)
O conceito de doença e de praga. Compreender como as doenças e as pragas afectam as plantas. Conhecer algumas das doenças e pragas mais comuns das plantas em ambiente urbano em Portugal. Interligar a selecção das plantas para um dado projecto paisagístico com a presença de algumas doenças e pragas.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Teste escrito + trabalhos práticos
Vinhos Licorosos (Fortified Wines)
Código: 1778
Responsável: Jorge Manuel Rodrigues Ricardo da Silva
Outros docentes: Jorge Queiroz (UP)
Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
Precedências: Vinificação
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 3 | Opcional |
| Teórico-Práticas:35 | Outras: 7 | Total: 42 |
Compreender os distintos passos que se devem dar, desde a maturação da uva até ao envelhecimento do vinho, numa Enologia de vinhos licorosos. Conhecer os licorosos do Mundo.
Visita de estudo a duas empresas produtoras de vinhos licorosos, com apresentações teóricas dos enólogos respectivos.
Controlo da maturação da uva e decisão do momento de vindima para vinificação de vinhos licorosos;
Decisão das correcções e operações pré-fermentativas;
Processo fermentativo;aplicação de fermentos;
Maceração/remontagens, controlo da temperatura de fermentação;
Decisão sobre a aguardentação;
Sangria e desencuba;
Acompanhamento do vinho, conservação, estágio, maturação e envelhecimento.
Os licorosos portugueses. Os licorosos do Mundo.
Visita de estudo a duas empresas produtoras de vinhos licorosos.
Bibliografia Principal
Avaliação em exame final
Vinificação (Vinification)
Código: 1568
Responsável: Jorge Manuel Rodrigues Ricardo da Silva
Outros docentes:
Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
Precedências: Microbiologia Enológica
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 42 | Práticas/Laboratoriais: 28 | Outras: 14 | Total: 84 |
Conhecer a evolução dos principais compostos químicos do cacho de uva durante a maturação e as principais implicações nas características dos diferentes tipos de vinhos
Compreender as operações mecânicas e tecnológicas usadas nas vinificações
Caracterizar os diagramas tecnológicos de fabrico dos vários tipos de vinhos
Vinha e vinho- sua importância e panorama mundial. Aspectos da Enologia em Portugal- o sector vitivinícola. Regiões vitivinícolas portuguesas e variedades de videira mais utilizadas. A matéria-prima: uva- Etapas de desenvolvimento da uva. Constituição do cacho de uva. A maturação da uva:. Transformações da uva e evolução dos principais constituintes: crescimento do bago, açúcares, ácidos, minerais, compostos fenólicos, compostos aromáticos e compostos azotados, evolução de outros compostos. Factores que influenciam a maturação da uva. Tipos de maturação. Marcação da data da vindima-parâmetros condicionadores e métodos. Critérios de avaliação para o pagamento das uvas aos viticultores. Vinificações: Operações mecânicas e tecnológicas das vinificações: colheita, transporte das uvas, recepção, triagem, colheita da amostra e pesagem, esmagamento, desengace, esgotamento, presangem, defecação, remontagem/maceração, encubação e desencuba. Transformações pré-fermentativas: de carácter oxidativo, pectolíticas, celulásicas, hemicelulásicas, glicosidásicas, proteolíticas. Correcções e desinfecções do mosto; sulfitação, acidificação/ desacidificação, enriquecimento/adelgaçamento, azoto assimilável e vitaminas, temperatura, fermentos, colas, arejamento, enzimas. Vinificação de vinhos brancos: clássica (ou de bica aberta), maceração pré-fermentativa (ou pelicular), hiperoxigenação, fermentação em recipiente de madeira, outras vinificações de brancos. Vinificação de vinhos rosados: fermentação de bica aberta, fermentação com curtimenta curta. Vinificação de vinhos tintos: clássica (maceração ou curtimenta). Outras técnicas de vinificação: vinificação contínua, vinificação com pré-aquecimento (ou termovinificação), maceração carbónica, “flash-detente”, vinificação em cuba rotativa.Vinificações especiais: Licorosos e generosos, adamados ou doces de mesa, espumantes e espumosos, abafados e jeropigas, vinhos de véu (tipo Xerez), vinhos botritizados (tipo sauternes), vinhos base para aguardentes, Vinhos de uvas “passerillés”. Análise físico-química de mostos e de vinhos (sumária).
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação em exame final, exigindo-se pelo menos 75% de presenças às aulas praticas, incluindo o preenchimento e entrega de um questionário individual no fim da respectiva aula, para posterior correcção pelo docente. Realização de uma visita de estudo com presença obrigatória dos estudantes
Viticultura ( Viticulture)
Código: 1540
Responsável: Carlos Manuel Antunes Lopes
Outros docentes: Antero Lopes Martins, Ernesto José de Melo Pestana de Vasconcelos, Ana Maria Silva Monteiro, José E. Eiras Dias (INRB) e Pedro Clímaco (INRB)
Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia; Engenharia Agronómica
Ramos: Engenharia Agronómica – todos, excepto Engenharia Rural
| Ano Curricular: 1º | Semestral: 2º | ECTS: 6 |
Obrigatória: Viticultura e Enologia; EA - Hortofruticultura e Viticultura)
Opcional: EA - Agro-Pecuária; Economia Agrária e Gestão do Território; Protecção de Plantas
| Teóricas: 35 | Práticas/Laboratoriais: 35 | Outras: 14 | Total: 84 |
Desenvolver e aprofundar os princípios científicos subjacentes à cultura da vinha e promover o desenvolvimento de competências para permitir a aplicação desses princípios nas diversas áreas da fileira vitivinícola.
Pretende-se também proporcionar o conhecimento, compreensão e aprendizagem das modernas tecnologias de produção de uva, divulgando as mais recentes inovações tecnológicas no âmbito da condução, gestão da folhagem, rega e mecanização da vinha e suas consequências na produção, perenidade, sanidade e qualidade da uva.
Para além disso, pretende-se aprofundar os conhecimentos dos alunos na área das relações rendimento/qualidade e maturação e vindima, potenciando as sinergias entre a Viticultura e a Enologia.
Em complemento, através de um estudo de caso, chama-se a atenção para as particularidades da tecnologia de produção de uva de mesa e para as grandes potencialidades do nosso país para produção de uvas de elevada qualidade.
Teóricas
1. Actividade vitivinícola mundial
2. Ampelografia e Selecção da videira
3. Ecofisiologia da videira
4. Zonagem, regiões vitícolas e encepamentos
5. Sistemas de instalação e de condução da vinha
6. Fertilização e manutenção do solo
7. Técnicas de gestão da vegetação
8. Controlo do rendimento e relações rendimento/qualidade
9. Maturação e vindima
10. Particularidades tecnológicas da produção de uva de mesa
Práticas
Acompanhamento e participação nas operações culturais da vinha: poda de Inverno, tratamentos fitossanitários, manutenção do solo e intervenções em verde. Avaliação das respostas à carga deixada à poda e registos fenológicos. Análise do efeito do sistema de condução e da casta na ecofisiologia da videira, no crescimento vegetativo, na fertilidade e na produção potencial.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação através de um trabalho prático e de exame final escrito.
Exigem-se pelo menos 75% de presenças às aulas práticas, nas quais será elaborado o relatório do trabalho prático executado nas vinhas do ISA que será discutido na última aula.
A nota final será o resultado de 2/3 da nota do exame e 1/3 da nota prática.
Viticultura Avançada (Advanced Viticulture)
Para consultar a página da UC, clique aqui.
Código: 1573
Responsável: Carlos Manuel Antunes Lopes
Outros docentes: Antero Lopes Martins, José E. Eiras Dias (INRB-EVN), Mário Cunha (UP), Pedro Jorge Cravo Aguiar Pinto e Sara Barros Queiroz Amâncio
Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
Precedências: Viticultura
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 6 | Obrigatória |
| Teóricas: 70 | Outras: 14 | Total: 84 |
Completar a formação em viticultura desenvolvendo e aprofundando os conhecimentos nas áreas de melhoramento da videira, mecanização da vinha, previsão das vindimas e viticultura de precisão. Para além disso, através de palestras com vários cientistas e/ou técnicos convidados, pretende-se dar uma perspectiva do estado do conhecimento no âmbito de temas actuais como é o caso dos efeitos das alterações climáticas na viticultura e das aplicações da biotecnologia no sector vitivinícola.
1. Melhoramento da videira;
2. Mecanização da vinha;
3. Estimativa do rendimento e previsão das vindimas;
4. Viticultura de Precisão;
5. Alterações climáticas e viticultura;
6. Biotecnologia da videira: principais aplicações em viticultura.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação através de um exame final escrito e um trabalho prático, tipo artigo científico de revisão sobre um tema vitícola à escolha. O trabalho será apresentado à turma na última aula e discutido. A nota final será o resultado de 2/3 da nota do exame e 1/3 da nota do trabalho.
Para mais informação sobre esta UC, clique aqui.
Viticultura de Montanha (Steep Slope Viticulture)
Código: 1779
Responsável: Rogério Albino Neves de Castro
Outros docentes: Jorge Queiroz (UP)
Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
Precedências: Viticultura
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 3 | Opcional |
| Teóricas:35 | Outras: 7 | Total: 42 |
Conhecer as principais regiões mundiais de viticultura de montanha. Compreender as especificidades dos sistemas de condução e instalação da vinha em Viticultura de Montanha. Compreender as medidas a tomar de modo a minorar a erosão em Viticultura de Montanha e formas alternativas de manutenção do solo.
Principais regiões de Viticultura de Montanha no mundo vitivinícola. Sistemas de instalação da vinha em Viticultura de Montanha e de forte declive. Sistemas de condução específicos da Viticultura de Montanha. Controlo da erosão e manutenção do solo.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação em exame final
Viticultura Semi-árida e Tropical (Tropical and Semi-arid Tropical Viticulture)
Código: 1780
Responsável: Rogério Albino Neves de Castro
Outros docentes: Olga Maria Carrasqueira Laureano
Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
Precedências: Viticultura
| Ano Curricular: 2º | Semestral: 1º | ECTS: 3 | Opcional |
| Teóricas:35 | Outras: 7 | Total: 42 |
Compreender o comportamento biológico e ecofisiológico da videira nas condições de clima semi-árido tropical.
Conhecer mecanismos e técnicas de quebra de dormência e da acrotonia.
Conhecer os biontes adequados a este terroir.
Adaptar as formas de condução a esta situação climáticas (temperatura, radiação e água).
A videira no clima semi-árido tropical - de perenifólia (natural) e caducifólia (imposto).
Das vindimas sazonais às vindimas contínuas. Do repouso natural ao repouso imposto (artificial) – a dormência e o abrolhamento. Dormex e a quebra de dormência. Problemática da acrotonia e da fertilidade. A gestão da água e a oportunidade de poda. Da escassez hídrica à exigência de drenagem. Obtenção das plantas. Analogias e diferenças da viticultura clássica – o caso particular da enxertia. Enxertia em viveiro vs enxertia no local definitivo. As castas e os porta-enxertos.
Afinidade vs incompatibilidade funcional. Idiossincrasias no contexto da viticultura clássica. Os sistemas de condução e de poda. Das latadas às “espaldeiras”. Monoplano ascendente vs Monoplano retombante. Monoplano retombante vs Biplano retombante (R5C). Influência das condições tropicais e semi-áridas na composição das uvas e dos vinhos.
Bibliografia Principal
Bibliografia Complementar
Avaliação através de exame final escrito. Exigem-se pelo menos 75% de presenças às aulas práticas, nas quais será elaborado relatório e posterior apresentação e discussão. A nota final será o resultado de 2/3 da nota do exame e 1/3 da nota prática.
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Material Pedagógico
Stream Ecology - Structure and Function of Running Waters
The Riverine Ecosystem Synthesis
Sumários
AGRICULTURA (Agriculture)
Área Científica: Agronomia
Coordenador: Pedro Lynce de Faria (DPAA)
Outros docentes: Ernesto Vasconcelos
Precedências: Solos e Nutrição Vegetal; Climatologia e Recursos Hídricos
| Curso: 1º Ciclo de Engenharia Agronómica | ECTS: 15 | Ano: 3º (unidade curricular anual) |
Programa Resumido:
(a disponibilizar em breve)
AGRICULTURA GERAL (General Agriculture)
Área Científica: Agronomia
Coordenador: Pedro Aguiar Pinto (DPAA)
Outros docentes:
Precedências: Biologia
| Cursos: 1º ciclo de Engenharia Zootécnica | ECTS: 7.5 | Semestre: 3º |
Programa Resumido:
(a disponibilizar em breve)
ANÁLISE QUÍMICA E SENSORIAL DOS ALIMENTOS (Chemical and Sensorial Analysis of Foods)
Área Científica: Eng. Alimentar
Coordenador: Raul Bruno de Sousa (DQAA)
Outros docentes: José Manuel Baptista Gouveia
Precedências: Química Geral e Bioquímica
| Cursos: 1º ciclo de Engenharia Alimentar | ECTS: 7.5 | Semestre: 4º |
Programa Resumido:
Equipamento de laboratório e no seu funcionamento. Descrição e normas de segurança na utilização de reagentes. Operações comuns a todos os métodos em A.Q. Avaliação e interpretação dos resultados. A Água em produtos alimentares. Importância da determinação do teor em água. Doseamento do teor em água. Fracção azotada de produtos alimentares. Caracterização da Fracção azotada. Importância da determinação das Proteínas. Doseamento da proteína total. Glucídos nos produtos alimentares. Caracterização das fracções glucídicas. Importância da determinação dos glúcidos. Doseamento dos glúcidos totais. Fracção Lípidica de produtos alimentares. Caracterização da Fracção Lípidica. Importância da determinação dos lípidos. Doseamento dos Lípidos totais. Fracção Mineral em produtos alimentares. Caracterização da Fracção Mineral. Doseamento da Cinza. Doseamento de Elementos minerais. Vitaminas. Caracterização das vitaminas. Métodos de Doseamento de vitaminas. As características organolépticas dos alimentos.
Metrologia sensorial: O subjectivo e o objectivo. O painel de provas organolépticas (Panel test) como método objectivo de avaliação das características organolépticas. O fundamento do método: Lei de Weber e limiares da percepção. Fisiologia dos sentidos: visão, olfacto, paladar, tacto e ouvido. Factores que influenciam a acuidade sensorial. As condições de trabalho do painel: sala de prova, metodologias gerais, apresentação das amostras, controlo das condições psicofisiológicas, normas de comportamento dos provadores. O chefe de painel. Os provadores: métodos de selecção e treino dos provadores; noção de limiar absoluto médio. Provas e tipos de painéis. Problemas susceptíveis de resolver com a análise sensorial; descrição esquemática dos métodos mais utilizados. Estatística aplicada à análise sensorial. Fichas de prova de diversos géneros alimentícios e análise de dados. Vocabulário aplicável à análise sensorial.
ANÁLISE SOCIO-ECONÓMICA (Socioeconomic Analysis)
Área Científica: Ciências Económicas e Sociais
Coordenador: Maria João Canadas (DEASR)
Outros docentes: Isabel Rodrigo
Precedências: Introdução à Engenharia do Ambiente
| Cursos: 1º ciclo de Engenharia do Ambiente | ECTS: 7.5 | Semestre: 6º |
Programa Resumido:
1. Introdução à análise socioeconómica das questões ambientais. A importância das abordagens “top-down” e “bottom-up” da implementação de projectos e de políticas ambientais. Metodologias e instrumentos de recolha de informação para a análise socioeconómica das questões ambientais.
2. Avaliação do impacto social à escala da comunidade. Objectivos e campo de aplicação. Conceitos, critérios e indicadores. Métodos e técnicas de avaliação. Resultados. Estudos de caso. Aplicação das técnicas de avaliação do impacto social à escala da comunidade.
3. Avaliação do desempenho social. Objectivos e campo de aplicação. Conceitos, critérios e indicadores. Métodos e técnicas de avaliação. Resultados. Estudos de caso. Aplicação das técnicas de avaliação do desempenho social.
ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL I (Animal Anatomy and Physiology I)
Área Científica: Biologia
Coordenador: Graça Alexandre-Pires (Faculdade de Medicina Veterinária)
Outros docentes:
Precedências: Biologia
| Cursos: 1º ciclo de Engenharia Zootécnica | ECTS: 7.5 | Semestre: 3º |
Programa Resumido:
Osteologia e Simetria Anatómica; sistema muscular e biomecânica do movimento, sistemas de integração (nervoso e órgãos dos sentidos; mama, pele e faneras; sistema endócrino; placenta e anexos embrionários.
ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL II (Animal Anatomy and Physiology II)
Área Científica: Biologia
Coordenador: António Duarte (Faculdade de Medicina Veterinária)
Outros docentes:
Precedências: Anatomia e Fisiologia Animal I
| Cursos: 1º ciclo de Engenharia Zootécnica | ECTS: 7.5 | Semestre: 4º |
Programa Resumido:
Programa teórico:
Sangue e sistemas circulatório; Sistema muscular: mecanismos de contracção e controlo nervoso; Fisiologia respiratória; Fisiologia digestiva; Fisiologia renal; Funcionamento do Sistema Imunitário; Fisiologia reprodutiva; Termorregulação; Regulação do metabolismo
Programa prático:
Noções básicas de Miologia; Histologia do sistema muscular; Simulação aparelho cardiovascular; Vasos Sanguíneos; Morfologia do aparelho respiratório; Morfologia renal; Simulação da função renal; Morfologia do aparelho digestivo; Simulação funcional do aparelho digestivo; Morfologia do aparelho reprodutivo
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BIODIVERSIDADE E CONSERVAÇÃO (Biodiversity and Conservation)
Área Científica: Ecologia
Coordenador: Helena Almeida (DEF)
Outros docentes: Jorge Orestes Cerdeira, José. M. Lima Santos, Pedro Arsénio e Teresa Ferreira
Colaboradores: Diogo Alagador (FCT)
Precedências: Biologia
| Curso: 1º ciclo de Biologia | ECTS: 7.5 | Semestre: 6º |
Programa Resumido:
Objectivo: Nesta disciplina pretende-se que os alunos compreendam a importância da manutenção Biodiversidade, identifiquem os factores que a influenciam e conheçam as formas de a avaliar. Os alunos deverão estar conscientes da necessidade do recurso à utilização de Marcadores Moleculares, de Modelos Matemáticos e Sistemas de Informação Geográfica como instrumentos para a conservação da Biodiversidade.
Programa:
Módulo 1: Introdução: A Biodiversidade e o Homem Centralidade da diversidade biológica; Biodiversidade e bem estar Humano; O Homem, a perda de biodiversidade e a sua conservação; Políticas públicas de conservação da natureza e da biodiversidade. Convenções multi-laterais, política comunitária (EU) e políticas nacionais; Um caso de estudo: a gestão agrícola e florestal e a biodiversidade
Módulo 2: Biodiversidade genética e Conservação de Recursos genéticos: I Factores de Evolução das Populações Naturais: Equilíbrio de Hardy Weinberg; Factores que controlam a evolução das populações: Mutação, Migração, Selecção e Deriva Genética; Consanguinidade; Fragmentação das Populações; Problemas Genéticos com Populações Pequenas.
II Diversidade Genética: Valor da Diversidade Genética; Níveis da Diversidade Genética; Medição da Diversidade Genética – A utilização de marcadores moleculares; A baixa diversidade genética nas espécies em risco; Componentes da diversidade genética que determinam a capacidade de evoluir
III Conservação de Recursos Genéticos: Conceitos Tamanho Efectivo de uma população; População Mínima Viável; Conservação in-situ – Áreas Protegidas; Conservação ex-situ; Banco de Germoplasma e Jardins Botânicos
Módulo 3: Biodiversidade e Conservação de comunidades e de ecossistemas: I Biogeografia e Eco-Regiões: Bioclimatologia. Biomas do Globo Terrestre. Biogeografia.
II. Biodiversidade das Comunidades e dos Ecossistemas :Diversidade Paisagística e ecossistémica, mosaismo e gradientes de comunidades. Escalas espacio-temporais de expressão da biodiversidade e suas determinantes. Avaliação da biodiversidade ao nível da comunidade e da paisagem. Princípios de selecção de comunidades e ecossistemas para conservação
III. Conservação das Comunidades e ecossistemas - Níveis de intervenção: protecção, gestão, reabilitação ou recuperação. Integridade biótica, eco-espécies e conservação das funções e processos comunitários. Gestão da conectividade entre comunidades e entre ecossistemas. Conservação dentro e fora de áreas protegidas, e com uso múltiplo. Conservação em meio aquático. Capacidade biogénica do meio, sobre-exploração e extracção sustentável
Módulo 4: Modelação Matemática na Conservação da Biodiversidade: Modelação Matemática como instrumento da conservação da Biodiversidade. A aplicação dos Sistemas de Informação Geográfica na Conservação da Natureza
BIOINFORMÁTICA (Bioinformatics)
Área Científica: Biologia
Coordenador: Leonor Morais (DBEB)
Outros docentes: Marta Mesquita, Manuela Neves
Precedências: Estatística; Genética e Genómica
| Curso: 1º ciclo de Biologia | ECTS: 7.5 | Semestre: 6º |
Programa Resumido:
Introdução à Bioinformática
Bases de dados de interesse biológico
Introdução aos algoritmos
Alinhamentos simples
Alinhamentos múltiplos
Modelos probabilísticos
Introdução à análise filogenética e árvores evolutivas.
BIOLOGIA (Biology)
Coordenador Professora Wanda Viegas
Outros docentes:Glória Esquivel (1ºM); Adilia Oliveira (2ºM); Ana Monteiro (3ºM); Teresa
Ferreira (4ºM)
| Cursos: Todas as Licenciaturas do ISA | ECTS: 12 ECTS – 2,5h Teórica + 2,5h Prática | Ano: 1º |
Programa Resumido:
MÓDULO BIOLOGIA CELULAR
Pretende-se que neste módulo os estudantes compreendam a semelhança existente ao nível das estruturas e dos processos comuns a todos os organismos, através do estudo das características celulares universais. Este estudo permitirá perceber quais as moléculas que contêm a informação para a construção das células, como se expressa e transmite essa informação, quais as características das membranas biológicas e a sua importância na delimitação de compartimentos nas
células eucariotas, e, ainda, quais os processos utilizados para a obtenção de energia, imprescindível à manutenção da integridade celular. Os processos de recombinação da informação genética e os métodos de análise da diversidade genómica são estudados em paralelo com as técnicas que possibilitam a transformação de organismos.
MÓDULO MICROBIOLOGIA
Aprender a diversidade microbiana; aprender a ubiquidade dos micróbios. Experimentar as técnicas básicas de cultivar e observar micróbios. Reconhecer o papel dos micróbios na reciclagem da matéria.
Reconhecer o papel dos micróbios na biotecnologia, na alimentação e na agricultura.
MÓDULO BOTÂNICA
A evolução do mundo vegetal. Áreas de distribuição e conservação de espécies vegetais.
Organização interna e externa das plantas em função do meio. Os principais grupos taxonómicos. As espécies vegetais com maior interesse para o homem. Introdução ao estudo das comunidades.
MÓDULO ZOOLOGIA
Princípios de organização do mundo animal, incluindo planos evolutivos e de desenvolvimento.
Características dos grupos taxonómicos mais relevantes, traços anatómicos gerais e ciclos de vida.
Espécies portuguesas, seu valor em termos de conservação.
Bibliografia
Bibliografia Principal
-LIVRO DE BIOLOGIA (GERAL):
«Biology» Campbell, N.A. & Reece J.B. Edição de 2005.
-LIVRO BIOLOGIA CELULAR
«Biologia Celular» Azevedo, C. 4ª edição. Lidel 2005.
-LIVRO DE MICROBIOLOGIA
«Brock Biology of Microorganisms» Madigan, M.T. & Martinko, J.M. 2006 11ª Edição, Pearson Education International
-LIVRO DE BOTÂNICA
«Biology of Plants» Raven, P.H., Evert, RF & Eichhorn SE 2005 7ª edição
-LIVRO ZOOLOGIA
«Integrated Principles of Zoology». Hickman CP, Roberts LS, Larson A, L'Anson H & Eisenhour DJ 2006 McGraw Hill Higher Education. New York.
Bibliografia Complementar
Artigos a serem indicados para cada tema
Avaliação
Assiduidade
A frequência de cada módulo implica a presença às aulas, com uma tolerância de apenas duas faltas por módulo (incluindo as duas semanas de recuperação, se necessárias).
Os alunos têm uma tolerância para a entrada na sala de aula de 15 minutos, sob pena de terem falta à aula.
Avaliação Contínua de Conhecimentos
A avaliação contínua será feita ao longo das seis semanas de aulas, através de questões colocadas sobre a matéria teórica e prática, relatórios das aulas práticas, elaboração de um trabalho e sua apresentação oral, e testes parciais sobre a matéria teórica e prática. O(a) responsável de cada um dos 4 módulos definirá o tipo e as regras específicas da respectiva avaliação, em função do método de trabalho escolhido.
Os alunos que obtiverem uma classificação igual ou superior a 12 valores na avaliação contínua serão dispensados das duas semanas de aulas de recuperação e do Teste Final de Módulo.
Teste Final e Nota do Módulo
Envolverá a avaliação de toda a matéria do Módulo e é destinada aos alunos que não tenham alcançado a classificação de 12 valores na avaliação contínua. Decorrerá no período de recuperação do respectivo Módulo.
O teste final contará com 60% para a nota Final do Módulo e a nota da avaliação contínua com um
valor de 40%.
Exame Final da Disciplina
É claramente um exame de recurso. Será destinado aos alunos sem aprovação (nota inferior a 10 valores) em algum (ou todos) os Módulos.
Pode também ser utilizado para melhoria de nota.
Trabalhadores estudantes
Terão de preencher os requisitos da avaliação contínua.
Aulas
Aula 1
2008-2009
2009-2010
BIOLOGIA ANIMAL
Área Científica: Biologia
Coordenador: Manuela Branco
Outros docentes: Gonçalo Calado (GC),Elisabete Figueiredo (EF), José Carlos Franco (JCF), Teresa Ferreira (MTF), José Maria Santos (JMS), Miguel Bugalho (MigB), Francisco Moreira (FM), José Lima Santos (JLS)
Precedências: Biologia
| Curso: 1º ciclo de Biologia | ECTS: 7.5 | Semestre: 3º |
Programa Resumido:
Introdução, conceitos gerais. O que é a zoologia? Níveis de integração. Metodologias de abordagem. Noções de sistemática e taxonomia animal.
Código internacional de Nomenclatura Zoológica.
O plano estrutural (Bauplan) dos animais. Organização hierárquica da diversidade animal.
Paleozoologia. Evolução dos principais grupos de animais durante o fanerozóico. Principais períodos de extinção conhecidos: causas e consequências.
Protozoários. Principais grupos. Forma e função. Diferentes tipos de classificações.
Origens e diversificação. Principais grupos: Mesozoa, Parazoa, Radiata e Bilateria. Protostomados e Deuterostomados. Lophotrochozoa e Ecdysozoa.
Metazoários - classificação e principiais características. Mesozoa, Parazoa; Radiata; “Acelomados”; “Pseudocelomados”Moluscos, Anelídeos, “Lofoforados”, Artrópodes,
Equinodermes, Hemicordados e Cordados.
Anatomia comparada de Vertebrados.
Cérebro, sistema sensorial e comportamento animal.
Comportamento animal e adaptação ao meio ambiente.
Biologia do Desenvolvimento (Developmental Biology)
Área Científica: Biologia
Coordenador: Sara Amâncio (DBEB)
Outros docentes: Wanda Viegas, Ana Caperta, José Carlos Franco, Jorge Almeida,Elisabete Figueiredo, Margarida Delgado, José Ferreira da Silva (FMV-UTL), Margarida Matos (FC-UL), Nuno Ferrand (FC-UP)
Precedências: Genética e Genómica
| Curso: 1º ciclo de Biologia | ECTS: 7.5 | Semestre: 5º |
Programa Resumido:
Competência, determinação e morfogénese. Regulação génica do desenvolvimento. Comunicação, sinalização e migração celular. Apoptose. Gametogénese e fertilização
Segmentação e gastrulação em Invertebrados e Vertebrados
Padrão de desenvolvimento do nemátode C. elegans
Padrão de desenvolvimento em Insectos: o modelo da Drosophila. Genes homeóticos e regulação da especificação sectorial e axial em Drosophila. Metamorfoses dos Insectos
Embriogénese de Vertebrados: destino da ectoderme, mesoderme e endoderme. Diferenciação dos sómitos. Aspectos morfológicos e moleculares da organogénese do aparelho genital masculino e feminino
Desenvolvimento das plantas. Formação e destino do meristema da raiz e da parte aérea Padrão de desenvolvimento da folha. Controlo génico da floração.
Aula 1
Aula 2
Aula 3
Aula 4
Aula 5
Aula 6
Aula 7
Aula 8
Aula 9
Aula 10
Aula 11
Aula 12
BIOLOGIA FLORESTAL (Forest Biology)
Área Científica: Biologia
Coordenador: João Santos Pereira (DEF)
Outros docentes: Helena Almeida, Fátima Tavares, Teresa Quilhó, Maria da Conceição Caldeira, Filipe da Costa e Silva, Ricardo B. Ferreira
Precedências: Biologia
| Curso: 1º ciclo de Engenharia Florestal | ECTS: 7.5 | Semestre: 3º |
Programa Resumido:
Competências:
O aluno deve adquirir os conceitos que lhe permitam interpretar as respostas das árvores às variações nas condições ambientais naturais ou que resultem da intervenção técnica na silvicultura ou na condução de árvores urbanas e decidir com fundamentação biológica sobre a adequação de modelos de silvicultura e gestão florestal, num contexto de alterações globais. .
Módulos:
1. Introdução: As árvores – forma e função;
2. O desenvolvimento e crescimento das árvores: alongamento caulinar e formação da copa. Engrossamento do caule e raízes (crescimento secundário) e estrutura da madeira. A casca. A funcionalidade do xilema, Transporte de água no xilema; Dendrocronologia. Raízes e absorção de água. Algumas noções de biomecânica. O processo reprodutivo e a fisiologia da semente. Produtividade: Fotossíntese e respiração; o balanço de carbono nas florestas; Modelação; Produtos do metabolismo secundário – compostos de defesa e VOC’s
3. Ecofisiologia – (1) Stress: temperatura e luz; água, natureza e estado dos solos. (2) Adaptação da vegetação ao clima, aos solos e à geologia. (3) Árvores em meio urbano. (4) Respostas às alterações globais.
5. Genética das populações: Noções básicas de Genética quantitativa; Evolução e diversidade genética em espécies florestais; Conservação de recursos genéticos.
AVISO: O material pedagógico referente às aulas de 9, 15 e 16 de Dezembro encontram-se no ano de 2007/08 sob os temas:
1 - Evolução e Diversidade Genética em Espécies Florestais – Factores de Evolução
2 - Evolução e Diversidade Genética em Espécies Florestais – Variação Genética em Espécies Florestais
3 - Biologia do Processo Reprodutivo (Apresentação)
4 - Biologia do Processo Reprodutivo (Texto)
Genética das Populações:
BIOLOGIA FUNCIONAL (Functional Biology)
Área Científica: Biologia
Coordenadores: Ricardo Boavida Ferreira (DBEB) e João Neves Martins (DBEB)
Outros docentes: Sara Amâncio(DBEB), Glória Esquível(DBEB), João Santos Pereira(DEF), Filipe Silva (DEF), Ana Rodrigues (DEF)
Precedências: Biologia
| Curso: 1º ciclo de Engenharia Agronómica | ECTS: 7.5 | Semestre: 3º |
I. MÓDULO DE GENÉTICA (14 de Setembro a 30 de Outubro)
II. MÓDULO DE FISIOLOGIA VEGETAL (2 de Novembro a 18 de Dezembro)
AVISO
| A Biologia Funcional (Módulos: Genética e Fisiologia) fará Exame aos Alunos Trabalhadores-Estudantes e Finalistas,na 6ª Feira, dia 23 de Julho, às 9:45, na Sala-12 do E.P. Os Alunos interessados devem avisar os docentes que o desejam fazer. |
AVISO
|
Os exames de Biologia Funcional, dos dias 11 e 21 de Janeiro de 2010, iniciar-se-ão exactamente às 9:30 horas não obrigando a inscrição prévia.
Os exames decorrerão no Anfiteatro A1, (2 horas por módulo) (Mód. Fisiologia: 9:30-11:30 h e Mód. Genética: 11:45 às 13:15 h), |
PROGRAMA RESUMIDO
Aulas Teóricas:
1. Processos de inovação genómica/génica:
- Mutações génicas pontuais;
- Mutações cromossómicas numéricas e estruturais;
- Mecanismos de recombinação geral, sitio-especifica e transposição;
2. Analise Genética:
- Comportamento cromossómico;
- Padrões de transmissão génica;
- Mapeamento cromossómico por recombinação genica;
3. Engenharia Genética:
- Moléculas recombinantes;
- Isolamento e manipulação de genes;
- Genómica;
- Organização dos genomas;
Aulas Práticas:
1. Análise genética Mendeliana: hibridismos
2. Extensões à análise Mendeliana: letalidade, alelismo múltiplo, interacções génicas, genes pleiotrópicos. Determinismos sexuais. Ligamento génico. Mapas de ligamento.
AVALIAÇÃO
Obtenção de frequência
- Participação obrigatória em 80% das aulas (número máximo de faltas de 3 por cada módulo).
- Classificação na avaliação contínua de 9,50, ou mais valores, possibilita a dispensa do exame final.
Avaliação Contínua (50%)
- (30%) Mini-questionários em todas as aulas teóricas e práticas.
- (50%) Teste teórico-prático global: Classificação mínima de 8,50 valores;
--------->1º Módulo: 30 de Outubro (6ª feira) no horário da aula teórica.
- (20%) Apresentação (escrita e oral) do trabalho de síntese dum artigo científico publicado na revista “Trends in Genetics”
--------->apresentação a 26/Out./2009
Exame final (50%)
- É exigida a realização de exame final aos alunos que tenham obtido uma classificação de frequência inferior a 9,5 valores em qualquer um dos módulos.
- Para admissão a exame final, os alunos têm de ter, obrigatoriamente, frequência ao módulo respectivo. O exame conta com um peso de 50% para a nota final do módulo, contribuindo a avaliação contínua com os restantes 50%. É exigida uma classificação mínima de 8,50 valores no exame final.
FUNCIONAMENTO
- As aulas têm início à hora marcada no horário, com os questionários.
- É obrigatório o uso de bata para a realização dos trabalhos de laboratório.
- Não é permitida a utilização de calculadoras gráficas nos mini-questionários, testes ou exame final.
- A utilização da internet como meio de contactar os docentes está restringida apenas àqueles casos em que tal se justifique.
BIBLIOGRAFIA
Bibliografia Principal:
- A.J.F.Griffiths, S.R.Wessler, R.C.Lewontin e S.B.Carroll (2009) - Introdução à Genética (9ªEd.) Guanabara Koogan. [ISBN: 13: 978-85-277-1497-6]
- W.S.Klug, M.R.Cummings, C.Spencer, M.A.Palladino (2009) - Concepts of Genetics (9th Ed.). Pearson Ed.Inc. [ISBN: 9780321524041]
Outra bibliografia:
- Artigos científicos da Rev. “Trends in Genetics”, e outras revistas fornecidas pelos docentes.
- Diapositivos apresentados nas aulas teóricas e práticas.
MATERIAL PEDAGÓGICO
ARTIGOS "TRENDS IN GENETICS" ELEITOS:
AVISOS
Enviar (a nevesmartins@isa.utl.pt) o resumo do artigo escolhido na revista “Trends in Genetics” (uma pág. A4), até 18 de Outubro de 2009.
Nota: Lembram-se que a sua apresentação será feita na 2ª F. (26 de Outubro de 2009).
RESULTADOS DA AVALIAÇÃO DO ÚLTIMO EXAME E NOTAS FINAIS DO MÓDULO.
Aulas Teóricas:
- O funcionamento das plantas e as interacções com o ambiente.
- Metabolismos do carbono, do azoto e do enxofre.
- Fotossíntese (reacções fotoquímicas e reacções de assimilação do carbono) e respiração das plantas.
- Limitações metabólicas e ambientais à produção vegetal.
- Translocação floémica dos fotoassimilados.
- Noção de “source” e “sink”.
- Acumulação em órgãos de reserva.
- Absorção e transporte da água na planta - Relações hídricas, balanço hídrico da planta.
- Sinais, receptores e vias de transdução dos sinais associados ao desenvolvimento.
- Hormonas clássicas e emergentes.
Aulas Práticas:
- Reacção de Hill.
- Separação cromatográfica de pigmentos fotossintéticos.
- Medição da taxa fotossintética.
- Problemas sobre fotossíntese.
- Nitrato redutase.
- Determinação do estado hídrico dos tecidos vegetais.
- Problemas sobre relações hídricas.
1.Obtenção de frequência
- Participação obrigatória em 80% das aulas (número máximo de faltas de 3 por cada módulo.
- Classificação de frequência de 9,50 ou mais valores possibilita a dispensa do exame final.
2. Exame final (50%)
- É exigida a realização de exame final aos alunos que tenham obtido uma classificação de frequência inferior a 9,5 valores em qualquer um dos módulos.
- Para admissão a exame final, os alunos têm de ter, obrigatoriamente, frequência ao módulo respectivo. O exame conta com um peso de 50% para a nota final do módulo, contribuindo a avaliação contínua com os restantes 50%. É exigida uma classificação mínima de 8,50 valores no exame final.
- As aulas têm início à hora marcada no horário, com os questionários.
- É obrigatório o uso de bata para a realização dos trabalhos de laboratório.
- Não é permitida a utilização de calculadoras gráficas nos mini-questionários, testes ou exame final.
- A utilização da internet como meio de contactar os docentes está restringida apenas àqueles casos em que tal se justifique.
1. Bibliografia principal:
2. Outra bibliografia:
Aulas Teóricas
Aulas Práticas
BIOLOGIA MOLECULAR E CELULAR (Molecular and Cellular Biology)
Área Científica: Biologia
Coordenador: Wanda Viegas (DBEB)
Outros docentes: Wanda Viegas; Jorge Pinto de Almeida; Glória Esquível
Precedências: -
| Cursos: 1º ciclo de Biologia | ECTS: 12 | Ano: 1º (unidade curricular anual) |
Programa Resumido:
Biologia Molecular: Introdução à biologia molecular. Estrutura e função de proteínas. Estrutura química e física de ácidos nucleicos. Dogma central da Biologia molecular. Expressão da informação genética. Mecanismos de síntese (transcrição) e processamento de RNA. Síntese de proteínas (tradução). Manutenção e transmissão da informação genética. Reparação e replicação do DNA. Recombinação. Mitose e meiose. Mecanismos moleculares de recombinação homóloga. Mutação. Detecção, tipos e efeitos. Elementos genéticos móveis (vírus, transposões e plasmídeos).
Tecnologia do DNA recombinante. Mecanismos de regulação da expressão génica.
Biologia Celular: Organização das Composição química, organização estrutural e funções das biomembranas;
Arquitectura celular. Tráfego de membranas no sistema endomembranoso. Citoesqueleto Organização estrutural e biogénese de mitocôndrias, plastídeos e peroxisomas Organização estrutural do núcleo: compartimentos nucleares; organização cromossómica Organização dos genomas: sequências génicas e não genicas. Processos de sinalização celular
Controles moleculares do ciclo celular. Divisão celular Factores indutores da oncogénese. Linhagem de células germinais e formação de gâmetas. Processos de regulação da apoptose
Bibliografia:
Bibliografia Principal
Alberts, B. Bray, D. Lewis, J Raff, M. Roberts, K. Watson, J., 2006. Molecular biology of the cell.
Garland Publishing, Inc., New York.
Bibliografia Complementar
Artigos seleccionados da revista Current Opinion in Cell Biology
Avaliação
Avaliação continua obrigatória: Quatro testes globais em cada semestre; Avaliação quinzenal; Apresentação escrita e oral de artigos científicos
2009/2010
BIOLOGIA VEGETAL (Plant Biology)
Área Científica: Biologia
Coordenador: Wanda Viegas (DBEB)
Outros docentes: Ana Caperta; Tiago Henriques; Manuela Silva; José Carlos Costa; Margarida Delgado; Ana
Monteiro ; Leonor Morais; Glória Esquível; Sara Amâncio
Precedências: Biologia
| Curso: 1º Ciclo Biologia | ECTS: 7.5 | Semestre: 3º |
Objectivos:
- Compreender a origem e evolução das plantas terrestres;
- Desenvolver os conceitos e compreender os factores que medeiam a diversidade nas plantas;
- Compreender as adaptações estruturais que permitem às plantas a sobrevivência em distintas condições ambientais;
Programa:
Origem e Evolução das Plantas Terrestres
Poliploidização como factor evolutivo
Comunidades e paisagem vegetal
Principais agrupamentos taxonómicos de Pteridófitos, Gimnospémicas e Angiospérmicas
Estatutos de protecção de espécies: distribuição dos principais táxones com estatuto de protecção
Embriogénese e meristemas: controlo génico no estabelecimento e manutenção dos meristemas
Tecidos vasculares: estrutura e funções do xilema e floema e importância na adaptação das plantas.
Anatomia reprodutiva: estruturas florais e evolução
Ecologia reprodutiva das plantas
Mecanismos génicos de auto-incompatibilidade
Crescimento celular: factores biofísicos e bioquímicos do alongamento da parede celular e sua regulação
Acção das hormonas vegetais no desenvolvimento das plantas
Bibliografia
Bibliografia Principal
Raven PH, Evert RF & Eichhorn SE 1999. Biology of Plants. 6ª Ed. W.H. Freeman and Companys Worth Publishers
Campbell, N.A. and Reece, J.B. 2005 Biology . Benjamin Cummings
Bibliografia Complementar
Moore R, Clark WD, Stern KR & Vodopich D 1995. Botany. WCM Publishers. London
Artigos cientificos seleccionados
AVISO: Exame Final 1ª Chamada 15 de Janeiro às 10.30h - sala 27
Avaliação
Avaliação contínua obrigatória: dois testes globais; avaliação semanal; trabalho escrito e apresentação oral de um tema de revisão.
Material Pedagógico
BIOTECNOLOGIA (Biotechnology)
Área Científica: Biologia
Coordenador: Sara Amâncio (DBEB)
Outros docentes: Leonor Morais, Luisa Brito, Jorge Almeida, Paula Alves (IBET, Oeiras) e Célia Miguel (ITQB, Oeiras)
Precedências: Microbiologia Funcional; Genética e Genómica
| Curso: 1º ciclo de Biologia | ECTS: 7.5 | Semestre: 6º |
Programa Resumido:
1. Biotecnologia:
2. Mecanismos de RNAi e silenciamento de genes:
3. Biotecnologia microbiana:
4. Biotecnologia animal:
5. Biotecnologia Vegetal:
Embriogénese Somática
Regeneração por Organogénese Adventícia
Objectivos: Aquisição de conhecimentos e competência sobre: métodos e técnicas de propagação clonal, aplicações, vantagens e inconvenientes; transformação e aplicações dos organismos genéticamente modificados (OGM).
Professores Responsáveis:
Sara Amâncio
Leonor Morais
Cristina Oliveira
Luisa Brito
Jorge Almeida
CIÊNCIAS DA TERRA ((Earth Sciences)
Área Científica: Ciências da Terra
Coordenador: Profª Maria Manuela Abreu (DCA)
Outros docentes: Profª Ana Carla Madeira (DCA)
Precedências: Física, Química Geral e Bioquímica
| Curso: 1º ciclo de Engenharia do Ambiente | ECTS: 7.5 | Semestre: 3º |
Programa Resumido:
Módulo I Geologia e Hidrogeologia: Princípios de Geologia. Génese e classificação das rochas Magmáticas, Sedimentares e Metamórficas. Geologia e Litologia de Portugal. Estrutura e tectónica. Porosidade e permeabilidade. Aquíferos: tipo, protecção (uso do solo), qualidade e quantidade da água. Sistemas de aquíferos Portugueses.
Módulo II - Geoquímica Ambiental: Fases sólidas mais comuns na crusta de meteorização: silicatos; óxidos e hidróxidos; carbonatos; sulfatos; cloretos. Meteorização e fases sólidas secundárias. Comportamento geoquímico dos elementos maiores, menores e vestigiais de maior importância ambiental. Sistema sólido-líquido: reactividade das fases sólidas face aos contaminantes mais comuns.
Módulo III - Climatologia e Alterações Climáticas: A atmosfera no sistema climático. Interacção atmosfera-superfície do Globo: energia e água. Circulação geral da atmosfera, interacções e oscilações. Papel dos gases e dos aerossóis atmosféricos na intensificação do efeito de estufa natural da atmosfera. Projecções para alterações climáticas e consequências daí resultantes.
CLIMATOLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS (Climate and Water Resources)
Área Científica: Ciências da Terra
Coordenador: Jorge Soares David
Outros docentes: José Luís Teixeira; Jorge Soares David; Ana Carla Madeira; Francisco Abreu
Precedências: Física
| Curso: 1º ciclo de Engenharia Agronómica, Engenharia Florestal e Arquitectura Paisagista | ECTS: 7.5 | Semestre: 3º |
Programa Resumido:
1. Climatologia
O sistema climático. A Atmosfera. Energia no sistema climático e circulação geral da atmosfera. A água no sistema climático. Diferenciação regional e evolução do sistema climático. Regimes climáticos e recursos hídricos em várias escalas temporais. Unidades geoclimáticas.
2. Hidrologia
Bacia hidrográfica. Componentes do balanço hidrológico. Escoamento: volume total e dinâmica temporal (cheias e escoamentos mínimos). Influência do tipo de vegetação nos componentes do balanço. Noções sobre gestão de recursos hídricos em bacias.
3. Política de Gestão da Água
Directiva Quadro da Água. Gestão da água a nível local, regional e nacional. Planos de bacia hidrográfica e Plano Nacional da Água. O mercado da água e o licenciamento. Uso eficiente da água.
4. Casos-estudo para cada Licenciatura
Para consultar página da UC, clique aqui
Composição dos Alimentos e Nutrição (Food Composition and Nutrition )
Área Científica: Eng. Alimentar
Coordenador: Raul Bruno de Sousa (DQAA)
Outros docentes: Maria Isabel Januário
Precedências: Química Geral e Bioquímica
| Curso: 1º ciclo de Engenharia Alimentar | ECTS: 7.5 | Semestre: 3º |
Programa Resumido:
Nutrientes e Alimentos. Generalidades sobre a problemática da alimentação e nutrição. Resumo Histórico
Alimentação equilibrada. Necessidades energéticas. Pirâmide dos alimentos. Diversidade alimentar
Constituintes dos alimentos. A água. Importância e distribuição nos alimentos.
Estudo da fracção azotada nos alimentos. Importância, distribuição e funções nos alimentos.
Estudo da fracção glucídica nos alimentos. Importância, distribuição e funções nos alimentos.
Estudo da fracção lipídica. Importância, distribuição e funções nos alimentos.
Estudo da fracção mineral. Importância, distribuição e funções nos alimentos.
Estudo da fracção vitamínica. Vitaminas hidrossolúveis e vitaminas lipossolúveis. Importância, distribuição e funções nos alimentos.
Compostos com acção antioxidante. Componentes da cor e do aroma. Intensificadores de sabor. Constituintes bioactivos dos alimentos.
Noções de Fisiologia da Nutrição. O controlo do peso. Elaboração de uma dieta.
Avaliação do valor nutricional de alguns alimentos. A Tabela de composição dos alimentos
Noções sobre Qualidade e Segurança Alimentar. Constituintes de risco dos alimentos. Legislação e Informação ao Consumidor. A questão da rotulagem. Primeira abordagem ao HACCP. Alimentos DOP
DESENHO ASSISTIDO POR COMPUTADOR (Computer Assisted Design)
Coordenador: Ana Luísa Soares (SAAP)
--
ECOLOGIA (Ecology)
Área Científica: Ecologia
Coordenador (2010): Pedro Aguiar Pinto (DPAA)
Outros docentes: João Santos Pereira (DEF), Manuel Valeriano Madeira (DCA); Nuno Cortez (DCA); Maria da Conceição Caldeira (DEF); Miguel Mourato (DQAA); Fernando Girão (DCA); José Maria Santos (CEF)
Precedências: Física
| Cursos: 1º ciclo de Biologia, Engenharia Agronómica, do Ambiente, Florestal e Zootécnica | ECTS: 7.5 | Semestre: 4º |
Programa Resumido:
1. Apresentação; introdução
2. Organismos e adaptação: Os organismos e o seu ambiente. Condições vs. recursos. Adaptação de animais e plantas.
3. Populações: Quantificação. Interacções intra- e inter-específicas
4. Comunidades: Biodiversidade. Sucessão ecológica.
5. Processos nos ecossistemas: Interacções tróficas. Ciclos biogeoquímicos.
6. Aplicações da Ecologia: as modificações globais no ambiente e o desenvolvimento sustentável.
Pode aceder a mais informação aqui
Professor Responsável:
Manuel Belo Moreira
ENERGIA E AMBIENTE (Environment and Energy)
Área Científica: Eng. Ambiente
Coordenador: Olívio Patrício (DER)
Outros docentes: Elizabeth Almeida Duarte, Francisco Avillez, João Santos Pereira
Precedências: Química Geral e Bioquímica; Física
| Curso: 1º ciclo de Engenharia do Ambiente | ECTS: 7.5 | Semestre: 5º |
Programa Resumido:
1. A integração das energias renováveis para a minimização dos impactes ambientais nas actividades urbanas, agrícolas e industriais
2. Energias renováveis
2.1 Solar fotovoltaica
2.2 Solar termo-activa
2.3 Solar passivo-edifício
2.4 Biocombustíveis
2.4.1 Óleos vegetais e seus derivados
2.4.2 Álcoois e seus derivados
2.4.3 Biogás a partir de: lamas de ETAR; RSU; resíduos de agro-pecuária e indústria agro-alimentar; aterros sanitários; soluções integradas
2.4.4 Hidrogénio
2.5 Eólica
2.6 Geotérmica
2.7 Ondas
2.8 Hídrica
2.9 Pilhas de hidrogénio
3. Fundamentos de termodinâmica aplicada à produção/conversão de energia
3.1 Conceitos gerais de termodinâmica aplicada à engenharia
3.2 Ciclos de produção de energia: ciclo Otto, Diesel e misto
3.3 Turbinas a gás em circuito aberto e fechado
3.4 Ciclo de Joule Bryton simples, regenerativo e com andares de compressão e expansão
3.5 Produção de vapor em caldeiras. Tabelas do vapor.
3.6 Ciclos de vapor: Ciclo de Carnot, Rankine e Hirn.
3.7 Balanço térmico de uma instalação
3.8 Ciclos de máquinas frigoríficas
4.Tecnologias de produção/conversão de energias primárias
4.1 Combustão
4.2 Gasificação
4.3 Pirólise
4.4 Bioquímica
5. Tecnologias de produção/conversão de energias secundárias
5.1 Motores a vapor; turbinas a vapor, motores Stirling
5.2 Motores de combustão interna; microturbinas, turbinas a gás; células de combustível
6. Balanço ecológico da produção e utilização de energia: impactes ambientes associados à produção de energia. Custos ambientais e económicos / Benefícios.
ESTÁGIO (Project)
Área Científica: Eng. Ambiente
Coordenador: F. Cardoso Pinto (DQAA)
Outros docentes:
Precedências: 1º ano completo e 105 ECTS
| Cursos: 1º ciclo de Engenharia do Ambiente | ECTS: 7.5 | Semestre: 6º |
Programa Resumido:
(a disponibilizar em breve)
ESTÁGIO (Project)
Área Científica: Produção Animal
Coordenador: Madalena Lordelo (DPAA)
Outros docentes:
Precedências: 1º ano completo e 105 ECTS
| Cursos: 1º ciclo de Engenharia Zootécnica | ECTS: 7.5 | Semestre: 6º |
Programa Resumido:
(a disponibilizar em breve)
ESTATÍSTICA (Statistics)
Área Científica: Matemática
Coordenador: Manuela Neves (DM)
Outros docentes: Marta Mesquita, M. João Martins e outros
Precedências: Matemática e Informática
| Curso: 1º ciclos de Biologia e de todas as Ciências de Engenharia | ECTS: 7.5 | Semestre: 3º |
Programa Resumido:
Estatística Descritiva
Introdução à Teoria da Probabilidade. Principais modelos de probabilidade (discretos e contínuos)
Inferência Estatística. Estimação. Testes de hipóteses
Resolução de exemplos de aplicação. Utilização do programa R. Discussão e interpretação dos resultados.
Fenómenos de Transferência de Energia e Massa (Mass and Energy Transport Phenomena)
Área Científica: Física
Coordenador: Helena Pereira (DEF)
Outros docentes: Suzana Ferreira Dias
Precedências: Física
| Curso: 1º ciclo de Engenharia Alimentar | ECTS: 7.5 | Semestre: 3º |
Programa Resumido:
1. Balanços de massas aplicados a fluxogramas industriais; aplicação dos conceitos: rendimento, grau de conversão e produtividade; purga e refluxo; sistema contínuo e descontínuo, em co-corrente e em contra-corrente.
2. Equações gerais de transferência de uma entidade. Transferência de massa em estado estacionário (por difusão numa fase; através de uma fronteira de fase com reacção química ou bioquímica).
3. Processos de transferência de massa entre fases (por equilíbrio de fases): Bases gerais de equilíbrio de fases; Operações de transferência em sistemas de estádio único ou estádios múltiplos (co e contracorrente): extracção líquido-vapor, líquido-líquido; sólido-líquido; gás-sólido; adsorção; Cálculo das variáveis de projecto de um sistema de transferência de massa em estádios múltiplos. Aplicações a casos de estudo da indústria alimentar.
4. Balanços de energia aplicados a fluxogramas industriais.
5. Transferência de calor: mecanismos de transferência de calor; transferência de calor em sistemas em estado estacionário (por condução, convecção natural e forçada, radiação); dimensionamento de isolantes de superfícies planas e tubos; transferência de calor em sistemas em estado não estacionário: sistemas delgados ou de temperatura uniforme; sistemas espessos ou de temperatura não uniforme: Métodos gráficos aplicados a sólidos finitos (alimentos).
FÍSICA (Physics)
Área Científica: Física
Coordenador(es): Mª Isabel Ferreira (DER)
Outros docentes:
Precedências:
Cursos:
| ECTS: 12.0 | Semestre: 1º e 2º |
Para consultar a página da UC clique aqui
FÍSICA E QUÍMICA (Physics and Chemistry)
Coordenador: Amarilis de Varennes (DQAA)
Outros Docentes: Maria Manuel Neto
Para consultar a página respeitante a Física clique aqui
FISIOLOGIA ANIMAL (Animal Physiology )
Área Científica: Biologia
Coordenador: Teresa Matos (DPAA)
Outros docentes:
Precedências: Biologia Molecular e Celular; Química Geral e Bioquímica
| Curso: 1º ciclo de Biologia | ECTS: 7.5 | Semestre: 5º |
Programa Resumido:
Módulo I: Regulação e manutenção
Aparelho circulatório: Sangue, Coração e Circulação e regulação periférica. Sistema linfático. Aparelho respiratório. Aparelho digestivo: Nutrição, metabolismo e Regulação da temperatura. Aparelho urinário: Água, Electrólitos e Equílibrio ácido-base. Particularidades fisiológicas das aves: Aparelho respiratório e o vôo, Aparelho digestivo e urinário.
Módulo II: Reprodução e desenvolvimento
Sistema reprodutor. Desenvolvimento, crescimento e envelhecimento. Particularidades fisiológicas das aves: Aparelho reprodutor e embriologia
Módulo III: Suporte e movimento
Niveis de organização do organismo animal, características essenciais da vida e homeostase. Tecidos constituintes do organismo animal. Sistema tegumentar. Sistema esquelético e homeostasia do cálcio. Fisiologia do sistema muscular.
Módulo IV: Sistemas de integração e controlo
Organização funcional do sistema nervoso. Integração das funções do sistema nervoso. Os sentidos especiais. Sistema nervoso autónomo. Organização funcional do sistema endócrino e Glândulas endócrinas. Especificidades nos animais invertebrados
Módulo V: Manipulação de animais de laboratório
Técnicas de contenção e manipulação de animais de laboratório. Maneio dos animais. Recolha de sangue e urina. Aplicação de Sondas. Controlo do desenvolvimento animal. Necrópsia, observação dos sistemas e identificação dos principais orgãos.
Professora Responsável:
Manuela Chaves
FISIOLOGIA VEGETAL (Plant Physiology)
Área Científica: Biologia
Coordenador: Ricardo Boavida Ferreira (DBEB)
Outros docentes: João Santos Pereira, Amarilis Varennes, Sara Amâncio, Glória Esquível, Manuela Chaves, Tiago Santos, Filipe Costa e Silva, Ana Rodrigues
Precedências: Biologia; Química Geral e Bioquímica
| Curso: 1º ciclo de Biologia | ECTS: 7,5 | Semestre: 4º |
APRESENTAÇÃO E INTRODUÇÃO
Introdução. O funcionamento das plantas e as interacções com o ambiente
CAP. I - ABSORÇÃO E TRANSLOCAÇÃO DA ÁGUA E DOS SOLUTOS NA PLANTA
Absorção e transporte da água na planta - Relações hídricas, balanço hídrico da planta
Absorção e movimentação dos solutos na planta
Translocação floémica. Factores que afectam a translocação. Noção de “source” e “sink”
CAP. II - METABOLISMO DO CARBONO
Reacções fotoquímicas da fotossíntese
Fixação do CO2 e metabolismo fotossintético
Exportação de fotoassimilados e acumulação em órgãos de reserva
Limitações metabólicas e ambientais à fotossíntese
Respiração nas plantas
Cap. III - METABOLISMO DO AZOTO E DO ENXOFRE
Cap. IV - DESENVOLVIMENTO VEGETAL
Sinais e receptores
Efeito da variação dos factores ambientais no desenvolvimento das plantas
Aulas teóricas 1+2
Aulas teóricas 3+4
Aulas teóricas 5+6
Aula Teórica 7
Aula Teórica 8
Aula Teórica 9
Aula Teórica 10
Aula Prática 3
Aulas teóricas 13+14
Aulas teóricas 16 a 21
Aulas teóricas 22 e 24
Aulas teóricas 25 e 26
Aulas teóricas 27 e 28
Aulas Teóricas 31 a 33
Aulas Práticas 23 a 30
Aulas Teórica Tema 5
Aulas Teórica 34 a 36
GENÉTICA E GENÓMICA (Genetics and Genomics)
Área Científica: Biologia
Coordenador: Jorge Almeida (DBEB)
Outros docentes:
Precedências: Biologia Molecular e Celular
| Curso: 1º ciclo de Biologia | ECTS: 7.5 | Semestre: 4º |
Programa Resumido:
Introdução. Genética clássica versus organização do genoma e sua relação com a função.
Monohibridismo. Relações de dominância. Séries alélicas. Alelos letais. Hereditariedade ligada ao sexo.
Dihibridismo, polihibridismo e segregação independente.
Interacções génicas.
Ligamento e recombinação. Mapeamento de genes e RFLPs em plantas, animais e fungos.
Genética de bactérias e bacteriófagos.
Regulação génica. Mecanismos de RNAi e silenciamento de genes.
Introdução à imunogenética.
Introdução à genética quantitativa e de populações.
GENÉTICA E MELHORAMENTO ANIMAL (Genetics and Animal Breeding)
Área Científica: Biologia
Coordenador: João Neves Martins (DBEB)
Outros docentes: Antero Martins, Luis Telo da Gama, Victor Alves
Precedências: Biologia
| Cursos: 1º ciclo de Engenharia Zootécnica | ECTS: 7.5 | Semestre: 4º |
Para além dos conceitos básicos das várias genéticas, no fim do curso os alunos deverão saber fazer análises e estimar parâmetros genéticos, fazer avaliações genéticas simples em animais, definir objectivos e critérios no desenvolvimento de programas de selecção, determinar o progresso genético de uma população no tempo, estabelecer programas para a minimização de perda de genes em pequenas populações.
- O Exame de Genética e Melhoramento Animal, dos Alunos Trabalhadores-Estudantes e Finalistas, realiza-se no dia 19 de Julho, na sala 48, pelas 10:00 Horas.
Os alunos devem entregar o respectivo caderno de exame, à Dª Marina (Sec. Departamento, à Estufa), com antecedência.
- Os Srs. Alunos podem consultar os resultados do Exame em "Pautas".
O Exame de GMA (2ª Chamada), será dia 29/6, às 14:30, na sala da Estufa.
- O Exame da 1ª chamada do dia 14 de Junho, realizar-se-á às 14h30 nas Estufas, sendo preciso entregar o Caderno de Exame à secretária Marina, do Departamento, que se encontra na outra Estufa.
- Os Sr(ª)s. Aluno(ª)s podem consultar os resultados finais da avaliação contínua na "Pautas".
- Sr(ª)s Aluno(ª)s devem levar Cadernos de Teste e Calculadoras não gráficas para provas de 1.½ horas:
- (1º Teste) 29 Março 2010 às 10h30(Sala 48),
- (2º Teste) 29 Abril 2010 às 14h00(Sala 12),
- (Teste Global) 31 Maio 2010 às 9h00 (Sala 12).
- Por falta de espaço as Aulas são transferidas para as Salas:
- Segundas F.: Sala 48 (das 10:30 às 13:00) e,
- Quintas Feira: Sala 12 (das 14:00 às 16:30)
"Trends in Genetics" e "Animal Genetics"
GEOCIÊNCIAS (Geosciences)
Área Científica: Ciências da Terra
Coordenador(es): Maria Manuela Abreu (DCA)
Outros docentes:
Precedências: Física e Química
Cursos:
| ECTS: 7.5 | Semestre: 1º |
Programa Resumido:
Geologia e Geoquímica
Princípios de Geologia. Génese e classificação das rochas Magmáticas, Sedimentares e Metamórficas. Tempo Geológico e Escala Estratigráfica. Geologia e Litologia de Portugal. Cartografia geológica. Estrutura e tectónica. Porosidade e permeabilidade. Fases sólidas mais comuns na crusta de meteorização: silicatos; óxidos e hidróxidos; carbonatos; sulfatos; cloretos. Comportamento geoquímico dos elementos maiores, menores e vestigiais de maior importância ambiental. Meteorização e fases sólidas secundárias. Processos de meteorização e as grandes regiões climáticas.
Geomorfologia
Génese e evolução do relevo terrestre e suas implicações na evolução e conservação da Paisagem. Erosão Hídrica e modelado de relevo. Dinâmica de vertentes e implicações paisagísticas. Relevo Estrutural. Génese das grandes aplanações. Relevo e circulação das águas. Erosão Marinha e Erosão Eólica: formas de relevo e evolução do litoral. Geomorfologia Aplicada: Sistemas Morfogenéticos e Sistemas Pedogenéticos; Balanço Morfogénese/Pedogénese e Conservação da Paisagem – aplicação ao Planeamento e Ordenamento.
GEOMÁTICA (Geomatics)
Área Científica: Ciências da Terra
Coordenadores: Rui Marçal (DER)
Outros docentes: Graça Abrantes, Manuel Campagnolo, Pedro Arsénio
Precedências: 60 ECTS's
| Curso: 1º ciclo de Engenharia Agronómica, do Ambiente e Florestal | ECTS: 7.5 | Semestre: 4º |
Programa Resumido:
Sistemas de Informação Geográfica:
Estruturas de dados vectoriais e raster. Criação de mapas. Operações espaciais em vectorial e raster e introdução à análise espacial. Edição de dados.
Levantamento de Dados Geográficos e Cartografia:
Sistemas de georreferenciação e conversão de coordenadas entre diferentes sistemas em SIG. Conceitos de Cartografia (projecções e escala). Operações sobre cartas topográficas: determinação de declives, áreas, volumes, orientações. Cartas topográficas e modelos numéricos do terreno. Modelos digitais do terreno (raster, vectorial e TIN). Operações de derivação (cálculo de declives, orientação de encostas, exposição, visibilidade) sobre MDT em SIG. Introdução à fotointerpretação. Registo e correcção de dados recolhidos por GPS.
Módulo de Detecção:
Remota Fundamentos de detecção remota. Sistemas de detecção remota: fotografia aérea, sensores instalados em satélites. Pré-processamento de imagens: correcções geométricas e radiométricas. Introdução à análise e classificação de imagens multiespectrais. Indices de vegetação.
Para ver a página da Geomática: clique aqui
GESTÃO (Farm Management)
Área Científica: Ciências Económicas e Sociais
Coordenadores: Francisco Gomes da Silva (DEASR)
Outros docentes:
Precedências: Organização da Produção Agrícola e Pecuária ou Introdução à Eng. Zootécnica (consoante a licenciatura)
| Curso: 1º ciclo de Engenharia Agronómica e Zootécnica | ECTS: 7.5 | Semestre: 5º |
Programa Resumido:
1. Planeamento da Empresa Agrícola
1.1. Conceitos fundamentais
1.2. Estruturas das empresas agrícolas e custos associados
1.3. Os resultados da empresa
1.4. Apuramento de resultados: elaboração de orçamentos
1.5. Planeamento de curto prazo
2. Controlo de gestão
2.1. Ferramentas do controlo de gestão
2.2. Métodos contabilísticos
2.3. Algumas técnicas contabilísticas
2.4. Concepção de um sistema de contabilidade de gestão
3. Análise de investimentos
3.1. Conceitos introdutórios
3.2. Análise de investimentos com base em orçamentos anuais
3.3. Análise de investimentos com base em orçamentos plurianuais
3.4. Análise da viabilidade financeira de projectos
GESTÃO DE HABITATS E DE RECURSOS FAUNÍSTICOS (Habitat and Wildlife Management)
Área Científica: Ecologia
Coordenador: Teresa Ferreira (DEF)
Outros docentes: António Fabião
Precedências: Recursos Faunísticos
| Curso: 1º Ciclo Engenharia Florestal | ECTS: 7.5 | Semestre: 6º |
Programa Resumido:
Módulo I - Gestão da Caça (7 semanas, António Fabião)
Princípios gerais do ordenamento cinegético: a caça no contexto dos recursos naturais renováveis; habitat, fauna e relações tróficas; etapas do ordenamento; caça e conservação da biodiversidade. Espécies cinegéticas: caça maior e caça menor; elenco das espécies cinegéticas; biologia e ecologia das espécies cinegéticas. Regulamentação da caça: princípios gerais; competências e enquadramento jurídico; legislação e instrumentos de regulamentação. Processos e meios cinegéticos: processos e meios de caça; caça maior; caça menor a espécies residentes; caça menor a espécies migradoras.
Módulo II- Ordenamento e gestão piscícolas (7 semanas, Teresa Ferreira)
As bacias hidrográficas enquanto unidade ecológica: caracterização da rede e dos meios hídricos; comunidades aquáticas; princípios básicos de funcionamento do meio; alterações por acção humana. Ictiofauna, espécies e populações: espécies e interesse pesqueiro; ecologia das populações pesqueiras; limitações do meio. Agentes de gestão pesqueira: o triunvirato pescadores, pescado e meio aquático; espécies e formas de pesca; pesca desportiva e profissional. Princípios e instrumentos de gestão pesqueira: legislação, territorialização e administração; métodos de ordenamento da pesca; intervenções em habitats e em populações. Análise de casos de estudo.
MÓDULO I - Gestão da Caça
MÓDULO II - Ordenamento e Gestão Piscícolas
GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS, EFLUENTES E RESÍDUOS (Water Resources, Efluents and Residues Management)
Área Científica: Eng. Ambiente
Coordenador: Luís Santos Pereira (DER)
Outros docentes: F. Cardoso Pinto
Precedências: Hidrologia; Tratamento de Águas, Efluentes e Resíduos
| Cursos: 1º ciclo de Engenharia do Ambiente | ECTS: 7.5 | Semestre: 6º |
Programa Resumido:
Água e recursos hídricos: conceitos fundamentais, Recursos hídricos não convencionais. Impactos do homem sobre o ciclo e o balanço hidrológico. Relações entre uso da água e uso da terra; Conservação e poupança. Usos da água em agricultura, meio urbano e indústria. Procura e consumo de água; Indicadores de uso eficiente da água. Escassez de água, natural e antrópica. Gestão integrada de recursos hídricos, efluentes e resíduos.
Reutilização e reciclagem: conceitos e aplicações. Balanço disponibilidades – necessidades. Afectação de recursos hídricos convencionais e não convencionais. Gestão de efluentes e de resíduos Uso de efluentes em rega e controlo dos impactos sobre a saúde pública e o ambiente. Reutilização em meios urbanos e de recreio: controlo dos impactos sobre a saúde pública e o ambiente. Reciclagem na indústria e controlo de qualidade. Legislação. Monitorização.
GESTÃO INDUSTRIAL E MARKETING (Industrial Management and Marketing)
Área Científica: Ciências Económicas e Sociais
Coordenador: Francisco Gomes da Silva (DEASR)
Outros docentes: Filomena Duarte, Carlos Noéme
Precedências: Introdução à Engenharia Alimentar
| Cursos: 1º ciclo de Engenharia Alimentar | ECTS: 7.5 | Semestre: 5º |
Programa Resumido:
I- Gestão da Produção
Planeamento e controle da produçãoGestão de Stocks.Sistemas de planeamento e controle de logística.Gestão e controle de qualidade.Gestão de Recursos Humanos: motivação, liderança, mérito.
II- Marketing
Introdução: origem e evolução do conceito de marketing.Ambiente e estratégia de marketing.O comportamento do consumidor.Segmentação, selecção de mercados alvo e posicionamento.Os elementos do marketing-mix.Estudos de caso.
III- Inovação e Empreendedorismo
A Inovação como suporte de Vantagem CompetitivaConceito de inovação;Conceito de novo produto;Factores que fazem desenvolver a inovação;O marketing e a inovação;A ligação à empresa e o empreendedorismo;Ideia de negócio e estudo da sua viabilidade;A elaboração do Plano de Negócios;Programas e Acções de Apoio ao Empreendedorismo
IV- Sistemas de planeamento e controle de operações
Planeamento a médio prazo - sistemas MRP, CRP, ERP, OPT
Planeamento a curto prazo: o SFC – shop floor control
TQM,JIT, lean thinking
Organização da Disciplina
Slides das aulas teóricas - Parte 1
Marketing 1 (slides aulas teóricas)
Marketing 2 (slides aulas teóricas)
Marketing 3 (slides aulas teóricas)
Slides das aulas teóricas - Parte 3
Planeamento e Controle de Qualidade
Globalgap
HACCP
Marketing - capitulo 2.5
Aviso sobre o início das aulas 2009/2010
AVISO EXAME FINAL
Classificações - 1ªData de Exame
Classificações - 2ªData de Exame
HIDROLOGIA (Hydrology)
Área Científica: Ciências da Terra
Coordenador: Paulo Matias (DER)
Outros docentes:
Precedências: Física; Estatística
| Cursos: 1º ciclo de Engenharia do Ambiente | ECTS: 7.5 | Semestre: 4º |
Programa Resumido:
Ciclo e balanço hidrológicos
Processos hidrológicos
Métodos de medição
Análise e modelação hidrológica
Hidrologia de projecto
HIGIENE, SANIDADE E REPRODUÇÃO ANIMAL (Animal Hygiene, Health and Reproduction)
Área Científica: Ciências Veterinárias
Coordenador: Fernando Boinas (Faculdade de Medicina Veterinária)
Outros docentes:
Precedências: Introdução à Engenharia Zootécnica
| Cursos: 1º ciclo de Engenharia Zootécnica | ECTS: 7.5 | Semestre: 3º |
Programa Resumido:
Nesta disciplina são ministradas aos estudantes noções gerais teórico-práticas sobre higiene pecuária, sanidade animal e reprodução animal das espécies bovina, ovina e caprina, suína, aves e coelhos nas grandes áreas temáticas seguidamente listadas:
§ Fisiologia Reprodutiva e Ciclos Produtivos
§ Maneio Reprodutivo
§ Higiene Pecuária
§ Epidemiologia Veterinária
§ Noções Gerais sobre Doenças Infecciosas e Parasitárias
§ Biossegurança
§ Maneio Sanitário
HISTÓRIA DE ARTE E DESENHO (Art History and Drawing Studio)
Coordenador: Cristina Castel Branco (SAAP)
HISTÓRIA E TEORIA DA ARTE DOS JARDINS (Garden Art Theory and History)
Coordenador: Cristina Castel Branco (SAAP)
Professora Responsável:
Maria Helena Guimarães de Almeida
INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTO INDUSTRIAL (Industrial Plants and Equipment)
Área Científica: Eng. Alimentar
Coordenador: Isabel Sousa e José Empis (DAIAT)
Outros docentes: Jorge Ricardo da Silva, José Gouveia, Margarida Moldão Martins, Pedro Louro Martins, Teresa Matos, Isabel Januário
Precedências: Operações Unitárias; Processamento e Conservação dos Alimentos
| Cursos: 1º ciclo de Engenharia Alimentar | ECTS: 7.5 | Semestre: 6º |
Programa Resumido:
Considerações gerais e desenvolvimento de Projectos Industriais
A Estratégia da empresa.
Selecção das tecnologias adequadas
Introdução ao dimensionamento das peças para as diferentes operações unitárias. Selecção do equipamento correspondente: catálogos, especificações e parâmetros técnicos.
Distribuição no espaço das diferentes peças de equipamento, esboço do lay-out, zona da função produtiva. Distribuição no espaço das zonas atribuídas às diferentes funções da Instalação (administrativa, comercial, social, produtiva, etc.) e esboço de implementação no terreno.
Exercício prático de aplicação de distribuição de espaços para o desenvolvimento e desenho de uma Instalação Industrial no âmbito duma Indústria Alimentar (caso de estudo). Visitas de estudo a Instalações Industriais exemplo de cada área tecnológica.
INSTALAÇÕES PECUÁRIAS (Animal Buildings)
Área Científica: Eng. Ambiente
Coordenador: Jorge Ferro Meneses (DER)
Outros docentes:
Precedências: Física; Introdução à Eng. Zootécnica
| Cursos: 1º ciclo de Engenharia Zootécnica | ECTS: 7.5 | Semestre: 5º |
Programa Resumido:
Materiais e técnicas de construção: fundações, pavimentos, paredes e coberturas
Condicionamento ambiental: balanços térmicos e de massa, psicrometria, ventilação, aquecimento, arrefecimento, bovinos, ovinos, iluminação natural e artificial.
Projecto: fases e peças constituintes, planeamento do assento de lavoura. Características, concepção e dimensionamento.
Instalações pecuárias e equipamentos : bovinos de leite, bovinos de carne, suínos, ovinos, caprinos, equinos, frangos de carne, galinhas poedeiras e coelhos.
Tratamento de efluentes: Estrumes e chorumes das diversas espécies. Maneio de dejectos sólidos, semi-líquidos e líquidos: recolha, armazenagem, tipos de tratamento, distribuição e, produção de biogás.
INTRODUÇÃO À ARQUITECTURA PAISAGISTA (Introduction to Landscape Architecture)
Coordenador: Maria João Canadas (DEASR) e Manuela Raposo Magalhães (SAAP)
Programa Resumido
Normas de avaliação
Sumários dos Módulos 1 e 2
MÓDULO 1 - Tema 1: Actividades e Agentes Económicos no Território
MÓDULO 1 - Tema 2: Modificação do Meio pelas Actividades Económicas
MÓDULO 1 - Tema 3: As actividades e os agentes no território: percurso histórico e diversidade actual
MÓDULO 2: Regulação dos agentes e das actividades económicas: mercados e políticas públicas
INTRODUÇÃO À ENGENHARIA ALIMENTAR (Introduction to Food Engineering)
Coordenador: Helena Almeida (DAIAT) e Ana Novais (DEASR)
MÓDULO 1 - Tema 1: Actividades e Agentes Económicos no Território
MÓDULO 1 - Tema 2: Modificação do Meio pelas Actividades Económicas
MÓDULO 1 - Tema 3: As actividades e os agentes no território: percurso histórico e diversidade actual
MÓDULO 2: Regulação dos agentes e das actividades económicas: mercados e políticas públicas
MÓDULOS 3 e 4
Para mais informações sobre estes módulos clique aqui.
INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DO AMBIENTE (Introduction to Environmental Engineering)
Coordenador: Manuel Belo Moreira (DEASR) e Elizabeth Duarte (DQAA)
MÓDULO 1 - Tema 1: Actividades e Agentes Económicos no Território
MÓDULO 1 - Tema 2: Modificação do Meio pelas Actividades Económicas
MÓDULO 1 - Tema 3: As actividades e os agentes no território: percurso histórico e diversidade actual
MÓDULO 2: Regulação dos agentes e das actividades económicas: mercados e políticas públicas
INTRODUÇÃO À ENGENHARIA FLORESTAL (Introduction to Forestry)
Área Científica: Engenharia Florestal
Coordenador(es): Manuel Belo Moreira (DEASR) e António Fabião (DEF)
Outros docentes:
Precedências: (a definir)
Cursos:
| ECTS: 12.0 | Semestre: 2º |
Tema 1: Actividades e Agentes Económicos no Território
Tema 2: Modificação do Meio pelas Actividades Económicas
Tema 3: As actividades e os agentes no território: percurso histórico e diversidade actual
MÓDULO 2: Regulação dos agentes e das actividades económicas: mercados e políticas públicas
Tema 1 "O que são, como funcionam e se medem e para que servem as árvores e florestas"
Tema 2 "Introdução aos Sistemas de Produção Florestal e à Intervenção Produtiva"
Tema 3 "A actividade florestal e a caça, a pesca nas águas interiores e a conservação de espécies e habitats"
OUTROS FICHEIROS
INTRODUÇÃO À ENGENHARIA ZOOTÉCNICA (Introduction to Animal Science)
Coordenador: Isabel Rodrigo (DEASR) e João Pedro Bengala Freire (DPAA)
- Tema 1: Actividades e Agentes Económicos no Território
Tema 2: Modificação do Meio pelas Actividades Económicas
Tema 3: As actividades e os agentes no território: percurso histórico e diversidade actual
: Regulação dos agentes e das actividades económicas: mercados e políticas públicas
Aula 1
INVENTÁRIO FLORESTAL (Forest Inventory)
Área Científica: Eng. Florestal
Coordenador: Margarida Tomé (DEF)
Outros docentes: José Tomé
Precedências: Estatística
| Cursos: 1º ciclo de Engenharia Florestal | ECTS: 7.5 | Semestre: 4º |
Programa Resumido:
Competências:
O aluno deve adquirir os conceitos que lhe permitam executar todas as actividades inerentes à implementação de um inventário florestal, desde o planeamento de inventários para gestão, o planeamento de amostragens, a recolha de dados no campo e o seu tratamento.
Módulos e muito breve descrição:
I- Caracterização dos povoamentos
Variáveis dendrométricas em árvores individuais Variáveis dendrométricas em povoamentos – medição de parcelas Variáveis dendrométricas em povoamentos – método de Bitterlich
II- Monitorização de indicadores de gestão florestal sustentável
Recursos florestais e sua contribuição para os ciclos globais de carbono Saúde e vitalidade da floresta Funções produtivas da floresta (produtos lenhosos e não-lenhosos) Biodiversidade Funções protectoras da floresta (solo e água) Funções sócio-económicas da floresta
III- Amostragem aplicada ao inventário florestal
Principais tipos de amostragem Realização prática de uma amostragem Inventários baseados em parcelas de amostragem: amostragem simples quantitativa, amostragem simples qualitativa, amostragem estratificada, amostragem por grupos
IV- Inventário florestal em Portugal
O Inventário Florestal Nacional Inventários para efeitos de gestão (seminários com profissionais convidados)
Para aceder ao Material Pedagógico, Clique Aqui
Para consultar a página da UC clique aqui
MATEMÁTICA E INF