Serviços

Direção Administrativa e Financeira (DAF)

Missão
A Divisão Financeira é o Serviço ao qual compete assegurar as tarefas contabilísticas inerentes à movimentação de fundos realizada no âmbito do Orçamento do Estado e decorrente da actividade do ISA, garantindo a cobrança das receitas e o pagamento das despesas, o que se traduz em:

  • Organizar a documentação exigida pela prestação de contas às entidades financiadoras (OE e Receitas Próprias);
  • Disponibilizar aos Órgãos de Gestão do ISA a informação financeira correspondente à execução do orçamento do ISA que permita fundamentar a tomada das decisões de gestão, o controlo da evolução patrimonial e programar as acções.

Competências /Atribuições

Equipa/Contactos

Coordenadora: Orlanda Timas

Nome Telefone/Ext. E-mail
Cristina Matos 21 365 31 24 / 31 26 cmugeiro@isa.utl.pt
Débora Carvalho 21 365 33 88 dcarvalho@isa.utl.pt
Iolanda Brito 21 365 31 13 ibrito@isa.utl.pt
Isabel Nogueira Lobo 21 365 31 13 ilobo@isa.utl.pt
Mª Alcina Rodrigues 21 365 32 98 arodrigues@isa.utl.pt
Natércia Bernardino 21 365 31 24 / 31 26 nbernardino@isa.utl.pt
Orlanda Timas 21 365 31 14 otimas@isa.utl.pt
Vanda Pereira 21 365 31 24 / 31 26 vpereira@isa.utl.pt
Tesouraria
José Manuel Monteiro
21 365 31 09 jmonteiro@isa.utl.pt

Serviços On-line

Perguntas mais Frequentes

Horário de Atendimento

Segunda, Terça e Quinta-Feira: 9h-12h

Horário de Atendimento por telefone aos fornecedores

Quinta-feira: 14h-16h (tel: 213 653 126, Sra. Natércia Bernardino)

DAF - Núcleo de Recursos Humanos

Missão

  • Organizar, manter actualizados e fornecer informação sobre os processos individuais de cada funcionário possibilitando, nomeadamente, a execução dos vencimentos e outros abonos. Instruir os processos relativos aos benefícios sociais do pessoal e seus familiares
  • Organizar e elaborar os processos de recrutamento, selecção e provimento, bem como os respeitantes à promoção, recondução, prorrogação, exoneração, rescisão e denúncia de contratos, demissão e aposentação dos funcionários do ISA
  • Organizar e manter actualizada a pasta da legislação e efectuar a difusão interna de diplomas e outros documentos

Competências /Atribuições

Equipa/Contactos

Nome Função Telefone/Ext. E-mail
Chefe de Divisão 21 365 31 07 nrh@isa.utl.pt
Ana Brito Tapada Processamento de Abonos e Descontos, Bolsas, Assiduidade, Férias e Licenças, Avaliação do Desempenho, Mobilidade, Desenvolvimento de Carreiras, Processos Individuais. 21 365 31 10 anabrito@isa.utl.pt
Ana Pires 21 365 32 97 ampires@isa.utl.pt
Ester Sarmento 21 365 35 71 esarmento@isa.utl.pt
Joaquim Ferreira 21 365 31 11 jferreira@isa.utl.pt
Rute Rafael 21 365 31 29 rutebarata@isa.utl.pt

Serviços On-line

Perguntas mais Frequentes

Em construção.

Horário de Atendimento

Terças-feiras: 10h.-12h30
Quintas-feiras: 14h.-16h30

Ajudas de Custo - Pessoal do quadro docente e não docente

Com vista à melhoria dos procedimentos internos, e tratamento da respectiva documentação os Boletins itinerários de deslocações de pessoal docente e não docente deverão ser entregues na DRH devidamente preenchidos e acompanhados da correspondente proposta de pagamento, conforme modelo A disponibilizado pela DF, também correctamente preenchida e assinada pelo responsável do Centro de Custos. Para o efeito disponibiliza-se documentos de apoio.

Concursos para Docentes


Cargo/posição/bolsa: Professor Auxiliar Convidado a 60% Área Disciplinar: Tecnologias, Monitorização e Reabilitação Ambiental e Processamento e Qualidade dos Alimentos Prazo e Recepção de Candidaturas: A formalização das candidaturas deverá ser feita até ao próximo dia 17 de Novembro de 2011. Todas as candidaturas deverão ser enviadas para o seguinte e-mail:drh@isa.utl.pt
  • Edital - Concurso Professor Auxiliar Convidado a 60%
    Cargo/posição/bolsa: Professor Catedrático Referência: Edital nº 802/2011, DR, 2ª série, nº158 de 18 de Agosto de 2011 Área Disciplinar: Processamento e Qualidade dos Alimentos Resumo do anúncio: Encontra-se aberto concurso documental internacional de recrutamento para docente na categoria de Professor Catedrático para a área disciplinar de Processamento e Qualidade dos Alimentos, no Instituto o Instituto Superior de Agronomia. Prazo e Recepção de Candidaturas: A formalização das candidaturas deverá ser feita até ao próximo dia 29 de Setembro de 2011, nos termos do edital nº 802/2011, DR, 2ª série, nº158 de 18 de Agosto de 2011. Todas as candidaturas deverão ser entregues, pessoalmente ou por correio registado, em suporte digital (CD ou DVD) no seguinte endereço: Instituto Superior de Agronomia Divisão de Recursos Humanos Tapada da Ajuda 1349-017 Lisboa
  • Edital - Concurso Professor Catedrático
    Formulário de Candidatura a Procedimento Concursal

    Cargo/posição/bolsa: Professor Auxiliar Referência: Edital nº 803/2011, DR, 2ª série, nº158 de 18 de Agosto de 2011 Área Disciplinar: Processamento e Qualidade dos Alimentos Resumo do anúncio: Encontra-se aberto concurso documental internacional de recrutamento para docente na categoria de Professor Auxiliar na área disciplinar Processamento e Qualidade dos Alimentos, no Instituto o Instituto Superior de Agronomia. Prazo e Recepção de Candidaturas: A formalização das candidaturas deverá ser feita até ao próximo dia 29 de Setembro de 2011, nos termos do edital nº 803/2011, DR, 2ª série, nº158 de 18 de Agosto de 2011. Todas as candidaturas deverão ser entregues, pessoalmente ou por correio registado, em suporte digital (CD ou DVD) para seguinte endereço: Instituto Superior de Agronomia Divisão de Recursos Humanos Tapada da Ajuda 1349-017 Lisboa
  • Edital - Concurso Professor Auxiliar
    Formulário de Candidatura a Procedimento Concursal
  • Despacho opção gestionária -2010 -LVCR

    Para consultar o Despacho do CG relativo a este assunto, clique aqui

    Enquadramento Legal

    A actividade da Administração Pública tem um conjunto de princípios orientadores regulados por diversos diplomas legais, tais como:
  • Código do Procedimento Administrativo (Decreto-Lei nº 442/91, de 15 de Novembro, actualizado com o Decreto-Lei nº 6/96, de 31 de Janeiro)
  • Carta Deontológica do Serviço Público (Resolução do Conselho de Ministros nº 18/93, de 17 de Março)
  • Lei do Acesso aos Documentos Administrativos (LADA) (Lei nº 65/93, de 26 de Agosto, alterada pela Lei nº 8/95, de 29 de Março, e pela Lei nº 94/99, de 16 de Julho)
  • Despacho que fixa o custo de reprodução de documentos administrativos solicitados pelos cidadãos no exercício do seu direito de acesso aos documentos administrativos (Despacho nº 8617/2002 (II Série) do Ministério das Finanças, DR nº 90, de 29/04/2002)
  • Lei de Protecção dos Dados Pessoais (Lei nº 67/98, de 26 de Outubro)
  • Estatuto da Carreira Docente Universitária (Decreto-Lei nº 448/79, de 13 de Novembro, alterado pelo Decreto-Lei nº 205/2009, de 31 de Agosto)
  • Estatuto da Carreira de Investigação Científica (Decreto-Lei nº 124/99, de 20 de Abril)
  • Estatuto das Carreiras de Informática (Decreto-Lei nº 97/2001, de 26 de Março)
  • Lei de Vínculos, Carreiras e Remunerações (Lei nº 12-A/2008, de 27 de Fevereiro)
  • Estatuto Disciplinar dos Trabalhadores que Exercem Funções Públicas (Lei nº 58/2008, de 9 de Setembro)
  • Regime Jurídico do Contrato de Trabalho em Funções Públicas (Lei nº 59/2008, de 11 de Setembro)
  • Tramitação do Procedimento Concursal (Portaria nº 83-A/2009, de 22 de Janeiro)
  • Estatuto do Bolseiro de Investigação (Lei nº 40/2004, de 18 de Agosto)
  • Código de Conduta e Boas Práticas da UTL (Despacho nº 24698/2009, de 9 de Novembro)
  • Fluxos de Docentes

    Docentes Aposentados, após 01/04/2007
  • Maria Inês Abrunhosa Mansinho, Professora Auxiliar (Janeiro de 2008);
  • Francisco Xavier Miranda Avilez, Professor Catedrático (Fevereiro de 2008);
  • Maria Manuela Coelho C. Ferreira Chaves, Professor Catedrático (Novembro de 2008);
  • Mário Fernandes Lousã, Professor Catedrático (Novembro de 2008).
  • Novos Docentes Não foram admitidos novos docentes no corrente ano

    Fluxos de Não-Docentes

    Pessoal não docente aposentado no decurso de 2006:

  • Augusta Maria Silva Mendes Hilário
  • Luís de Azerêdo Falcão
  • Maria Rosa Nunes Marçal
  • Horário de Atendimento / Prazos de Entrega de Documentação na DRH

    Para ler o despacho do CD sobre este assunto, clique aqui.

    Lista Nominativa das Transições e Manutenções reportada a 01.01.2009

    Para consultar o documento, clique aqui.

    Mapa de Adesão à Greve de 24 de Novembro 2010

    Para consultar o documento relativo a este assunto, clique aqui

    Portaria de Aumentos Salariais 2009

    Para consultar a portaria, clique aqui

    Processo Individual / MyGiaf

    Para consultar os seus dados pessoais, profissionais, remuneratórios, planos de férias, absentismo, horas extras, entre outros, clique aqui.

    SIADAP - Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho da Administração Pública

    Como é do conhecimento publico, no inicio de 2004 o Governo fez sair um conjunto de diplomas enquadrados na grande temática da Modernização Administrativa, cuja sequência pretendia consubstanciar um quadro articulado de medidas, nas quais se incluiu o Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho da Administração Pública. Diz-se "Integrado" porque se propõe, pela primeira vez, uma avaliação dos funcionários, dos dirigentes e das próprias organizações, embora não tenha ainda sido regulamentada a avaliação destas últimas. Assim, para enquadrar e conhecer melhor o SIADAP consideram-se relevantes os documento seguintes:
  • Lei nº 15/2006, de 26 de Abril
  • Lei nº 66-B/2007, de 28 de Dezembro - Sistema Integrado de Gestão e Avaliação de Desempenho
  • Portaria nº1633/2007, de 31 de Dezembro - Aprova os modelos de fichas de auto-avaliação e avaliação do desempenho
  • Lista de Competências - Técnico Superior e Técnico
  • Lista de Competências - Técnico Profissional e Administrativo
  • Lista de Competências - Pessoal Operário e Auxiliar
  • Ficha de Avaliação - Trabalhadores
  • Ficha de Avaliação - Dirigentes Intermédios
  • ALTERAÇÕES NO PROCESSO DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO SIADAP
  • Circular 03/CD/09: Comissão Paritária - Sistema Integrado de Avaliação do Desempenho na Administração Pública
  • Circular 04/CD/09: Nº máximo de avaliações de Desempenho Relevante e de Desempenho Excelente permitidas pela aplicação das percentagens máximas determinadas na Lei nº66-B/2007, de 28 de Dezembro - art.ºs 37 e 75.
  • Regulamento do Conselho Coordenador da Avaliação do Instituto Superior de Agronomia
  • Critérios de Ponderação Curricular

  • Divulgação de resultados SIADAP 2008 - Arts 44º,51º e 77º da Lei nº 66-B/2007 de 28 de Dezembro
  • Divulgação de alterações de posição remuneratória - SIADAP 2009
  • Divulgação de reconhecimento de mérito Excelente - SIADAP 2009
  • Divulgação global de resultados SIADAP 2009
  • Para aceder directamente aos Sistema Informático de Apoio ao SIADAP, clique aqui. Objectivos Gerais do ISA para 2010

    Tabelas Retenção IRS - 2010

    Para consultar o documento, em vigor a partir de 1 de Junho, clique aqui

    Para consultar o respectivo Despacho de clarificação, clique aqui

    PROCESSOS ELEITORAIS

    Divisão Académica (DA)

    Missão

    • Assegurar a boa gestão de todos actos respeitantes a vida académica dos estudantes, desde a sua inscrição até à entrega dos diplomas.
    • Garantir que os estudantes e docentes se mantenham informados de acordo com as regras de funcionamento da Instituição.

    Competências /Atribuições

    Organograma

    Equipa/Contactos

    Serviços On-line


    AVISO

    O Novo Site da Divisão Académica já está online (https://da-online.isa.utl.pt/netpa/page).


    Desde 20 de Dezembro de 2005, está disponível o acesso a serviços da Divisão Académica através da Internet.

    O acesso está limitado aos utilizadores que possuem um username e uma password:

    • Se é docente, responsável por uma disciplina em 2005/06, deverá obtê-los na Divisão Académica
    • Se é aluno, deverá usar o mesmo username que usa na rede SIISA (aaXXXXX) e como password o número do Bilhete de Identidade.

    Para alunos de licenciatura

    • Realização da sua inscrição
    • Actualizar fotografia
    • Consulta ficha do aluno:
      Filiação
      Estado civil
      BI e dados sobre este
      N fiscal
    • Manutenção dos dados da residência e contactos telefónicos
    • A minha situação curricular:
      Informações sobre a situação do aluno no curso. Validação das regras para finalizar o curso e informações várias
    • Propinas
      Consulta de situação relativa ao pagamento das propinas
    • Directório de Cursos
      Planos de estudo
      Nome das disciplinas, unidades de crédito e duração
    • Consulta de inscrições/classificações
      Todas as inscrições realizadas pelo aluno por ano lectivo
      Notas, chamada e data de avaliação
      Impressão
    • Mudar Password
    • Consulta das pautas do aluno
    • Consulta da nota do aluno na pauta da disciplina
    • O meu curso
      Plano curricular do aluno
      Características da disciplina

    Para Docentes

    • Actualizar fotografia
    • Mudar Password
    • Lançamento de classificações finais das disciplinas
    • Consulta aos dados dos alunos inscritos na disciplina pelo qual é responsável
      Consulta de pauta
      Consulta de dados académicos
    • Ficha do professor
    • Dados do professor
    • Impressão
    • Directório de Cursos
      Planos de estudo
      Nome das disciplinas, Unidades de Crédito e duração

    Nota 1: As passwords poderão ser mudadas após o primeiro acesso. Recomenda-se vivamente que tal seja efectuado.

    Para inscrições clique aqui
    Para consulta de notas clique aqui

    Formulários/Minutas

    Consulta de referências MB para pagamento da Propina (2011-12)

    Intoduza o seu número de aluna(o) na caixa e faça "Pesquisar" (para imprimir as referências faça, na página de resultado, Ctrl+P ou equivalente); em caso de erro ou de informação inexistente, consulte a Divisão Académica directamente referindo sempre o número de aluna(o).

    Número de aluna(o): 
     

    Calendário Escolar

    Calendário Escolar 2011/2012

    TURMAS E HORÁRIOS

    ANO LECTIVO 2011/2012


    TURMAS


    HORÁRIOS

    Horários Semestres Pares 2011-2012
    (Atualização em 30.03.2012)


    Horários para os semestres ímpares 2011-2012
    Últimas alterações efectuadas em 07.10.2011

    Cursos Introdutórios de Matemática e Física



    Turma A - Alunos de Engenharia Alimentar
    Turma B - Alunos de Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais e de Engenharia Zootécnica
    Turma C - Alunos de Biologia
    Turma D - Alunos de Arquitectura Paisagista
    Turma E - Alunos de Engenharia Agronómica e de Engenharia Ambiental

    Verifica o teu nome nas listas

    Horário Cursos Introdutórios de Matemática e Física

    Material Pedagógico das U.C.s

    UNIDADES CURRICULARES DE 1º CICLO - 2011/2012

    Agricultura Geral (General Agriculture)

    AGRICULTURA GERAL (GENERAL AGRICULTURE)

    Código: 1637
    Responsável: Pedro Jorge Cravo Aguiar Pinto
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
    Precedências: Biologia Celular e Microbiologia

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Ajudar a consolidar uma visão global e sistémica da actividade agrícola
    Explicitar os princípios e as técnicas pelos quais a actividade é realizada

    3. Programa:

    1. INTRODUÇÃO
    1. Conceitos de Agronomia e de Agricultura
    1.2. Breve caracterização da agricultura portuguesa
    2. O MEIO E A PRODUÇÃO AGRÍCOLA
    2.1. O clima agrícola
    2.2. O solo agrícola
    2.3. Caracterização ecológica duma zona
    2.4. Limitações sócio-económicas
    3. A ACTIVIDADE AGRÍCOLA E A CONSERVAÇÃO DOS RECURSOS NATURAIS
    3.1 Aplicação da análise de sistemas à Agricultura
    3.2. Ecossistemas agrários
    3.3. A exploração agrícola
    4. TÉCNICAS DE PRODUÇÃO NUMA PERSPECTIVA SUSTENTÁVEL
    4.1. Rotações e afolhamentos
    4.2. Mobilização e conservação do solo
    4.3. Manutenção e controlo da fertilidade do solo
    4.4. Protecção das culturas
    4.5. Gestão eficiente dos recursos hídricos
    4.6. Optimização da produção agrícola
    5. PRINCÍPIOS BÁSICOS DE ORGANIZAÇÃO E GESTÃO AGRÍCOLA
    5.1. Organização e gestão do trabalho em agricultura
    5.2. Gestão económica

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Villalobos, F.J., Mateos, L., Orgaz, F., Fereres, E., 2002. Fitotecnia. Bases y tecnologías de la producción agrícola. Ediciones Mundi-Prensa. Madrid, 496p

    Bibliografia Complementar

    • LOOMIS, R.S.; CONNOR, D.J. 1992. Crop Ecology. Productivity and management in agricultural systems. Cambridge University Press. Cambridge

    5. Avaliação:

    Exame final escrito (sobre toda a matéria da disciplina);
    Realização de trabalhos práticos (exercícios sobre as matérias das aulas práticas).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Agricultura I (Agriculture I)

    AGRICULTURA I (AGRICULTURE I)

    Código: 1638
    Responsável: Pedro Jorge Cravo Aguiar Pinto
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica
    Precedências: Solos

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    - Evolução do conceito de agricultura.
    - Caracterização dos diversos sistemas de agricultura.
    - Aplicação dos conhecimentos de ecologia, climatologia, pedologia e fisiologia vegetal à produção agrícola
    - Técnicas de produção agrícola e operações culturais.
    - Caracterização do equipamento agrícola utilizado.
    - Conhecimento das Culturas Arvenses, Forrageiras e Pratenses de Outuono-Inverno.

    3. Programa:

    I - INTRODUÇÃO
    II - SISTEMAS DE AGRICULTURA
    III - O MEIO AMBIENTE E A CULTURA
    IV - CRESCIMENTO E DESENVOLVIMENTO DAS CULTURAS
    V - TÉCNICAS DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA DAS CULTURAS ARVENSES, FORRAGEIRAS E PRATENSES
    VI - O PLANEAMENTO DA EXPLORAÇÃO AGRÍCOLA: PLANEAMENTO BIOFÍSICO

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • 1998 – Ribeiro, O. – Portugal: o Mediterrânico e o Atlântico. Ed .Sá da Costa. Lisboa.
    • 1998 – Díaz R. e outro – Agricultura Sosteniible. Ed.Mundi-Prensa. Madrid.
    • 1991 – Feio, M. – Clima e Agricultura. MAPA. Lisboa.
    • 2002 – Villalobos e outros – Fitotecnia: Bases e Tecnologias da Produccion Agrícola. Ed. Mundi-Prensa. Madrid.
    • 2002 – Terron, P. – Fitotecnia: Ingenieria de la Produccion Vegetal. Ed. Mundi-Prensa. Madrid.

    5. Avaliação:

    a) Prova escrita sobre toda a matéria dada, sendo necessário obter 9,5 valores
    b) Análise e critica da caracterização biofísica duma exploração agrícola

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Agricultura II (Agriculture II)

    AGRICULTURA II (AGRICULTURE II)

    Código: 1639
    Responsável: Pedro Jorge Cravo Aguiar Pinto
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica
    Precedências: Agricultura I

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    - Técnicas de produção vegetal e operações culturais utilizadas nos diversos sistemas de agricultura existentes na exploração agrícola.
    - Caracterização do equipamento agrícola (tipo de trabalho, peças activas e regulação) utilizado nas diversas operações agrícolas.
    - Identificação das Culturas Arvenses, Forrageiras e Pratenses existentes em Portugal ao nível de espécie (culturas de Primavera-Verão)
    - Elaboração de itinerários técnicos
    - O plano operacional uma empresa agrícola

    3. Programa:

    I - TÉCNICAS DE PRODUÇÃO AGRÍCOLA DAS CULTURAS ARVENSES,
    FORRAGEIRAS E PRATENSES
    II - A PRODUÇÃO FLORESTAL CONSOCIADA COM AS CULTURAS ARVENSES, FORRAGEIRAS E PRATENSES
    III - AGRICULTURA DE PRECISÃO
    IV - ORGANIZAÇÃO DO TRABALHO NA EXPLORAÇÃO AGRÍCOLA
    V - O PLANEAMENTO OPERACIONAL

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • 1998 – Díaz R. e outro – Agricultura Sosteniible. Ed.Mundi-Prensa. Madrid.
    • 1991 – Loomis and Connors – Crop Ecology
    • 2002 – Villalobos e outros – Fitotecnia: Bases e Tecnologias da Produccion Agrícola. Ed. Mundi-Prensa. Madrid.
    • 2002 – Terron, P. – Fitotecnia: Ingenieria de la Produccion Vegetal. Ed. Mundi-Prensa. Madrid.
    • 2004 – Taylor, R. e outro – Scientific Farm Animal Production: An Introduction to Animal Science. Pearson Prentice Hall. New Jersey

    5. Avaliação:

    Apresentação de vários relatórios ao longo do semestre 8descrição de uma máquina, relatório de acompanhamento de um ensaio e plano operacional de uma exploração agrícola
    Avaliação baseada em
    a) teste final escrito
    b) avaliação dos relatórios

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Álgebra Linear (Linear Algebra)

    ÁLGEBRA LINEAR (LINEAR ALGEBRA)
    Para consultar página da UC, clique aqui
    Código: 1640
    Responsável: Jorge Orestes Lasbarrères Cerdeira
    Outros docentes: Ana Isabel Boavida de Carvalho Mesquita, Isabel Maria de Jesus Martins, Maria Emília Rodrigues Ferreira Pinto e Maria Isabel Varejão de Oliveira Faria
    Curso: Todos os cursos de 1º ciclo, excepto Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Compreensão dos conceitos fundamentais de Álgebra Linear, domínio do cálculo matricial, amadurecimento da formação matemática.

    3. Programa:

    cálculo matricial
    espaços vectoriais
    produto interno, ortogonalidade e projecções
    introdução à programação linear
    determinantes
    valores e vectores próprios

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    Apontamentos (em elaboração)

    Bibliogradia Complementar

    • Howard Anton and Chris Rorres, Elementary Linear Algebra with Applications (9th Edition), John Wiley & Sons, 2005. ISBN: 978-0-471-66959-3

    5. Avaliação:

    Testes e/ou exames finais

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Alimentação Animal (Animal Feeding)

    ALIMENTAÇÃO ANIMAL (ANIMAL FEEDING)

    Código: 1642
    Responsável: Luísa Almeida Lima Falcão e Cunha
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
    Precedências: Nutrição Animal

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Formular regimes alimentares para as várias espécies animais

    3. Programa:

    Condições de uma boa alimentação. Sistemas de expressão das necessidades energéticas dos animais. Sistemas de expressão das necessidades azotadas dos animais. Necessidades de vitaminas e sua inclusão nos regimes. Necessidades de elementos minerais e sua inclusão nos regimes. Capacidade de ingestão dos animais Mecanismos fisiológicos de controlo de ingestão dos alimentos. Factores de variação das quantidades ingeridas. Sistemas de estimativa das quantidades ingeridas. Os alimentos  seu valor nutritivo e sua importância na alimentação das diversas espécies. Os tratamentos tecnológicos como meio de conservar os alimentos e melhorar o seu valor alimentar. Interacções alimentares: efeitos positivos e negativos. Aspectos práticos. Os lípidos na alimentação animal. A água na alimentação animal. As necessidades de água dos animais: causas de variação das necessidades de água. Alimentação animal e qualidade dos produtos alimentares. Alimentação animal e ambiente.
    Alimentação de vacas leiteiras. Alimentação de bovinos produtores de carne. Alimentação de suínos. Alimentação de aves. Alimentação do coelho doméstico

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • AFRC, 1993. Energy and Protein Requirement of Ruminants. CAB UK
    • Blas C. Gonzalez G, Argamenteria A 1987. Nutrition y Alimentation del Ganado. Ed Mundi-Prensa
    • Cheeke P.R., 2004. Applied Animal Nutrition  Feeds and Feeding. Macmillan Pub C., NY.
    • McDonald P, Edwards RA, Greenhalgh JFD., Morgan, C.A., 2001. Animal Nutrition. London.
    • Sauvant D, Perez JM, Tran G (eds) 2002. Tables de composition et de valeur nutritive des matières premières destinées aux animaux d´élevage. INRA Ed
    • INRA 2007. Alimentation des bovins ovins et caprins Besoin des animaux Valeurs des aliments. Ed Quae.

    Bibliografia Complementar

    • Blas C. Wiseman J. (eds). 1998. The nutrition of the rabbit. CABI Publishing
    • Leeson, S., Summers J.D., 1991. Commercial Poultry Nutrition. University Books, Guelph, Canada,
    • Lewis A. J , Southern L. L., 2001. Swine Nutrition. CRC Press
    • NRC, 2001. Nutrient Requirements of Dairy Cattle. 7th Ed., National Academy Press, Washington,
    • NRC, 1998. Nutrient Requirements of Swine. 10th Ed., National Academy Press, Washington

    5. Avaliação:

    Avaliação do trabalho e do relatório sobre a (1) formulação de um regime alimentar para uma espécie animal (geralmente coelhos) em crescimento e engorda com alimentos à escolha dos alunos e respectivo fabrico do alimento composto e (2) determinação dos resultados zootécnicos alcançados durante um período de pelo menos duas semanas.
    Elaboração e apresentação de um trabalho sobre o valor nutritivo de um alimento para as diversas espécies pecuárias
    Exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Ambiente, Recursos e Sociedade (Environment, Resources and Society)

    AMBIENTE, RECURSOS E SOCIEDADE (ENVIRONMENT, RESOURCES AND SOCIETY)

    Código: 1643
    Responsável: Elizabeth d Costa Neves Fernandes d'Almeida Duarte
    Outros docentes: Olívio Godinho Patrício, Maria Odete Pereira Torres, Ernesto José de Melo Pestana de Vasconcelos, Ana Cristina Ferreira da Cunha Queda, Maria Luísa Louro Martins e Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso
    Curso: 1º ciclo - Engenharia do Ambiente

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se que os alunos tenham contacto com os problemas relacionados com a vida e actividades das plantas e animais, incluindo os seres humanos que contribuem para a poluição da terra.
    Os principais temas abordados permitem motivar os alunos de engenharia do ambiente para os novos desafios do futuro, particularmente no que se refere à interface água/efluentes/resíduos/ambiente e interface energia/ambiente. Será dado particular ênfase à problemática ambiental de casos reais onde a intervenção dos engenheiros do ambiente pode contribuir para a resolução dos problemas de um modo sustentável, integrando a componente Ambiental, Social e Económica. A discussão das temáticas abordadas pelos docentes e pelos especialistas convidados permitirá desenvolver nos alunos o espírito crítico fundamental para a sua formação em Engenharia.

    3. Programa:

    1 – Ecologia Aplicada
    1.1 – Restauro na Engenharia do Ambiente
    2 – O Uso Eficiente
    2.1 – Da água na indústria
    2.2 – Da água e energia no sector doméstico
    2.3 – Uso Eficiente na agricultura
    2.4 – Uso Eficiente no sector urbano
    3 – A Qualidade da Água
    3.1 - Agricultura
    4 – Fitorremediação em solos contaminados por metais pesados
    4.1 – Origem das contaminações e processos de fitorremediação.
    4.2 – Efeito dos metais pesados nos organismos e impacto na cadeia alimentar.
    5 – Tratamentos de resíduos
    5.1 – Resíduos Sólidos Urbanos
    5 2 – Resíduos Orgânicos Biodegradáveis (ROB)
    5.3 – Apresentação de um projecto de gestão integrada de resíduos implementado numa unidade agro-pecuária.
    6 – O uso sustentável do azoto e do fósforo em Agricultura
    6.1 – Papel da Simbiose Rhizobium - Leguminosa e das associações micorrízicas
    7 - Efeitos de Escala na Poluição Atmosférica
    7.1 – Os poluentes para o ar e sua acção previsível no ambiente
    7.2 – Escalas na atmosfera e fenómenos da poluição
    7.3. – Medição e objectivo de avaliação
    7.4. – Implementação de políticas do ar.
    8 – Energias renováveis
    8.1 - Introdução e conceitos
    8.2 – Energia Eólica
    8.3 – Energia Solar
    8.4 – Biomassa
    8.5 – Biodiesel
    8.6 – Biogás

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Asano T, Burton F L, Tchobanoglous G (2006) Water Reuse: Issues, Technologies and Applications, Metcalf & Eddy, Inc., McGraw-Hill Book Co., New York
    • Duarte, E. A., Neto, I. (2001). “Uso Eficiente da água, Casos exemplares e de demonstração do uso eficiente da água na indústria”, Vol.3, Ed. LNEC, 123pp.
    • IPPC (2007) Climate Change Impacts, Adaptation and Vulnerability :Summary for Policymakers -
      .http://www.ippc.ch/SPM6avr07.pdf
    • Vesilind, P.A., Morgan, S.M. (2004). Introduction to Environmental Engineering. 2nd Ed., Thomson, Brooks/Cole
    • Willing, J. (1995). Auditing for environmental quality leadership. John Wiley & Sons, USA.

    Bibliografia Complementar

    • Hammer, M.J., Hammer Jr., Mark J. (2001). Water and Wastewater Technology. 4th Ed. Prentice-Hall Inc. New Jersey
    • Khawaji A D, Kutubkhanah I K, Wie J-M (2008) Advances in seawater desalination technologies.
      Desalination 221: 47-69
    • Liniger H, Critchley W (eds) (2007) Where the Land is Greener- Case Studies and Analysis of Soil and Water Coservation Initiatives Worldwide. Wocat, Bern. http://www.wocat.org/
    • UNEP (2007) Global Environment Outlook Geo 4. Environment and Development. UNEP, Nairobi
    • UNESCO (2006) Water: a Shared Responsibility. The United Nations World Water Development. Report , Paris, and Berghahn Books, New York, UNESCO

    5. Avaliação:

    Avaliação continua com a realização de mini-testes e relatórios sobre os temas abordados nas aulas por especialistas técnicos e científicos, bem como das visitas de estudos. Elaboração de um projecto individual subordinado à temática da unidade curricular ambiente, recursos e sociedade. Exame final.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Amostragem e Análise Ambiental (Environmental Sampling and Analysis)

    AMOSTRAGEM E ANÁLISE AMBIENTAL (ENVIRONMENTAL SAMPLING AND ANALYSIS)

    Código: 1644
    Responsável: José Paulo Mourão de Melo e Abreu
    Outros docentes: Maria Manuela Costa Neves Figueiredo
    Curso: 1º Ciclo - Engenharia do Ambiente
    Precedências: Métodos e Processos de Medição

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Permitir delinear, montar e operar um dispositivo experimental para analisar um sistema ambiental.

    3. Programa:

    I. Plano de amostragem.
    Amostragem aleatória simples e estratificada. Amostragem por grupos e multietápica, e amostragem sequencial.
    II. Breve introdução aos métodos de reamostragem.
    a) A Metodologia bootstrap.
    Bootstrap computacional na estimação do viés, variância, distribuição de amostragem e intervalos de confiança.
    b) A Metodologia jackknife.
    c) Referência a exemplos de aplicação na área ambiental.
    III. Introdução à Metrologia
    a) Teoria do erro. Propagação do erro.
    b) Características da medição. Resposta instrumental.
    c) Constituição geral de um instrumento.
    d)Calibração instrumental. Medição indirecta. Curvas de calibração.
    IV. Sensores e transdutores, processadores e registadores de dados, e automação
    a) Sensores e transdutores: Sensores de temperatura, humidade, radiação e fluxo de calor e massa.
    b) Processadores e registadores de dados:
    Medição e aquisição de dados;
    Circuitos auxiliares para medição de resistências;
    Constituição e funcionamento dos sistemas de aquisição de dados.
    Automatização
    V. Análise de dados ambientais.
    VI. Casos de estudo

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Abreu, J. P. de Melo e. 2004. Aquisição e armazenamento e processamento de dados em Agricultura e Ambiente. INIA, EAN, Oeiras.
    • B. Marshall & F.I. Woodward (eds). Instrumentation for Environmental Physiology. Cambridge University Press, New York.
    • Barnett, V. 1991. Sampling survey. Principles & Methods. Edward Arnold.
    • Cochran, W. G. 1977. Sampling Techniques. Wiley.
    • Efron, B. & Tibshirani, R.J. 1993. An Introduction to bootstap. Chapman & Hall.
    • Fritschen, L.J., & L.W. Gay. 1979. Environmental instrumentation. Springer-Verlag, New York.
    • Strangeways, I. 2003. Measuring the Natural Environment. 2nd Edition. Cambridge University Press, New York, 544 pp.

    Bibliografia Complementar

    • Abreu, J. P. de Melo e 1985. O Balanço da Radiação de uma Superfície Plana e Horizontal e as suas Componentes: Estimativa e Breve Apontamento sobre a Medição. Instituto Superior de Agronomia. Lisboa. 55 p.
    • Christian, D. 1994. Analytical Chemistry, 5th ed., Wiley
    • Skoog, D, Holler, F, Nieman, T 1998, Principles of Instrumental Analysis, 5th Ed, Brooks-Cole
    • Tryfos, P. 1996. Sampling Methods for Applied Research. John Wiley & Sons.

    5. Avaliação:

    Um trabalho prático de integração da matéria dada e um teste final (ou exame final).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    Metodologia de avaliação de conhecimentos

    Sumários do Módulo I

    Sumários do Módulo II

    Análise Matemática (Mathematical Analysis)

    ANÁLISE MATEMÁTICA (MATHEMATICAL ANALYSIS)

    Para consultar a página da UC, clique aqui.

    Código: 1645
    Responsável: Jorge Orestes Lasbarrères Cerdeira
    Outros docentes: Ana Isabel Boavida de Carvalho Mesquita, Isabel Maria de Jesus Martins, Jorge Filipe Campinos Landerset Cadima, Maria Emília Rodrigues Ferreira Pinto, Maria Isabel Varejão de Oliveira Faria, Maria João Teixeira Martins e Pedro Cristiano Santos Martins da Silva
    Curso: Todos os cursos de 1º ciclo, excepto Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Compreensão dos conceitos fundamentais do Cálculo Diferencial e Integral.
    Amadurecimento da formação matemática.

    3. Programa:

    Cálculo diferencial, primitivas e cálculo integral de funções de uma variável.
    Equações diferenciais.
    Cálculo diferencial e extremos de funções de várias variáveis. Integral duplo.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    Apontamentos disponíveis em http://www.isa.utl.pt/dm/analise_mat/analise_mat/index.html

    Bibliografia Complementar
    William F. Trench, Introduction to Real Analysis, Pearson Education, 2003 (Free Download).
    Kenneth Kuttler, Calculus, Applications and Theory, FreeTechBooks.com, 2008.

    5. Avaliação:

    Testes e/ou exames finais

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012


    Para consultar a página da UC, clique aqui.


    Análise Química dos Alimentos (Chemical Analysis of Foods)

    ANÁLISE QUÍMICA DOS ALIMENTOS (CHEMICAL ANALYSIS OF FOODS)

    Código: 1646
    Responsável: Raúl Filipe Xisto Bruno de Sousa
    Outros docentes: Miguel Pedro de Freitas Barbosa Mourato
    Curso: 1º Ciclo - Engenharia Alimentar
    Precedências: Química

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas-Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Alertar, motivar e sensibilizar os estudantes para importância da Análise Química como factor determinante na avaliação da qualidade e valor nutricional de um produto alimentar. Pretende-se igualmente pôr em evidência com exemplos práticos o papel fundamental que desempenha a AQ na controlo da produção de alimentos nas unidades de processamento.

    3. Programa:

    ÂMBITO DA ANÁLISE QUÍMICA DE ALIMENTOS
    AVALIAÇÃO DOS DADOS ANALÍTICOS
    EQUILÍBRIO QUÍMICO
    Introdução
    Equilíbrio ácido-base
    Equilíbrio de solubilidade
    Equilíbrio de complexação
    Equilíbrio de oxidação-redução
    ANÁLISE TITULOMÉTRICA
    Fundamentos
    Titulometria de neutralização em solventes aquosos
    Titulometria de precipitação
    Complexometria
    Titulometria por oxidação-redução
    ANÁLISE INSTRUMENTAL
    Radiação electromagnética
    Espectroscopia de absorção molecular no Visível, no UV e IV
    Espectroscopia de emissão de chama
    Espectroscopia de absorção atómica
    TÉCNICAS SEPARATIVAS
    Cromatografia de fase gasosa
    Cromatografia líquida de alta eficácia (H.P.L.C.)
    Separações cromatográficas
    Electroforese
    FUNCIONALIDADE NO LABORATÓRIO
    Sistemas modernos de análise
    Aquisição de equipamento. Aspectos económicos
    Instalação de um laboratório de análise química.
    PROGRAMA PRÁTICO
    ANÁLISE VOLUMÉTRICA
    O laboratório de análise química
    Amostragem e preparação da amostra para análise
    Aplicações da análise volumétrica aos produtos alimentares
    ANÁLISE INSTRUMENTAL
    I - Para os diferentes equipamentos utilizamos exemplos de aplicação prática que permitam um primeiro contacto e o consequente início de familiarização com as técnicas mais modernas de análise instrumental.
    II - TÉCNICAS SEPARATIVAS
    Aplicações na análise de produtos Alimentares

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Vogel, Arthur Israel. 2008. Análise Química Quantitativa LTC, ed. Rio de Janeiro
    • Mendham, J.; Thomas, M. J. K..; Barnes, J. D.; Denney, R. C. (2002) Vogel - Análise Química Quantitativa. Livros Téc. e Cient. Editora. (6ª edição)
    • Skoog, D., West, D., Holler, F. J; (1996) Fundamentals of Analytical Chemistry, Saunders College Publishing 7th edit.
    • Holler, F.J,; Nieman, T.; Skoog, D. (2002) Princípios de Análise Instrumental. 5th ed.Bookman Ed.

    Bibliografia Complementar

    • Pomeranz, Y.; Meloan, C.E. 1994. Food analysis: Theory and practice. 3ed. Westport: AVI,
      A.O.A.C. – Off. Meth. of Analysis of the Assoc. of Offic. Anal. Chem., Ed. William Harwitz, Washington.
    • Byrne, E., 1979. Chem. Anal. of Agricultural Materials, An Foras Taluntais
    • Joslyn, M. A., 1950. Meth. in Food Analysis, Acad- Press.
    • Netto, I., 1959 Análise de Géneros Alimentícios – Mét. Físico-químicos, Ed. Grafitécnica,
    • Triebold, H. O., Aunand, L. W., 1963 Food Composition and Analysis, Van Nostrand Co.

    5. Avaliação:

    A avaliação baseia-se na apresentação de relatórios de grupo com avaliação positiva e na realização de uma prova final escrita (PFE), à qual terão acesso os estudantes que tenham assistido pelo menos a 75% das aulas práticas sendo abordados conhecimentos teóricos e teórico-práticos, e realização de problemas relacionados com a matéria dada. Só serão aprovados os estudantes que tenham nota final positiva (> 9,5 val.), ou que, tendo nota não inferior a oito valores, se submetam a uma prova oral com informação positiva.
    NF= 0,7 PFE + 0,3 (média dos relatórios)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Análise Sensorial (Sensory Analysis)

    ANÁLISE SENSORIAL (SENSORY ANALYSIS)

    Código: 1647
    Responsável: Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
    Outros docentes: Jorge Manuel Rodrigues Ricardo da Silva e António Pedro Louro Martins
    Curso: 1º Ciclo - Engenharia Alimentar
    Precedências: Introdução em Engenharia Alimentar

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas-Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Perceber a importância da análise sensorial na na caracterização e no desenvolvimento de novos produtos. Aprender a seleccionar e treinar provadores para um painel analítico. Aprender a delinear ensaios de análise sensorial que originem resultados exactos e precisos. Aprender a tratar e interpretar os resultados da análise sensorial. Conhecer as particularidades da análise sensorial de alguns produtos: azeite virgem, vinhos, queijo e manteiga. Conhecer a interface Análise
    sensorial/Análise instrumental na avaliação da textura e da consistência dos alimentos.

    3. Programa:

    A qualidade sensorial dos alimentos. A fisiologia das sensações. A necessidade de objectivar a prova organoléptica: criação do Painel de Provadores (tipos de painéis, selecção e treino de provadores, tipos de prova; tratamento estatístico dos resultados da análise sensorial). Alguns exemplos de aplicação da análise sensorial: origem das características e prova de azeite virgem, de vinhos, de queijo e manteiga. Análise de textura e de consistência de alimentos sólidos e líquidos. Interface entre Reologia e Análise Sensorial. Principais métodos: Análise do Perfil de Textura e Curva de percepção sensorial da viscosidade. O texturómetro e o viscosímetro rotacional para a determinação destes parâmetros. Fichas de prova e escalas. Correlação entre a determinação sensorial e instrumental.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • ACTIA (1999), Évaluation Sensorielle- Guide de Bonnes Pratiques,(D. Majou, coordenador).
    • Lawless, H.T, Klein, B.P. (1991), Sensory Science. Theory and Applications in Foods, IFT Basic Symposium Series, Marcel Dekker, Inc., New.
    • Angerosa, F. (2000), Sensory quality of olive oils, In: Handbook of Olive Oil- Analysis and Properties, (J. Harwood, R. Aparício, eds.), Aspen Publishers Inc., Gaithersburg, Maryland, pp. 355- 392.
    • CIDIL (1995) L’évaluation sensorielle appliquée aux produits laitiers. CIDIL, Les Produits Laitiers. Paris.
    • Bérodier, F. et al. (1997), Guide to the smell, aroma and taste evaluation of hard and semi-hard cheeses. AIR 2039, G.E.CO.TE.F.T. Poligny.
    • Fortin, J., Desplancke, C. (1998) Guide d’entraînement d’un jury de dégustation. La Fondation des Gouverneurs e Edisem, Canada.
    • Lavanchy, P. et al. (1994), A guide to the sensory evaluation of texture of hard and semi-hard cheeses. INRA.
    • Mahaut, M.; Jeantet, R.; BRULÉ, G., Schuck, M. (2000), Les produits industriels laitiers. Éd. Tec & Doc, Lavoisier.
    • Eder, R. (2006) – Defectos del vino : reconocimiento, prevención, corrección, Acribia, Zaragoza, España
    • Jackson, R. (2002) – Wine tasting: a professional handbock, Academic Press, San Diego, CA
    • Rosenthal, A.J. (1999). Food Texture: Measurement and perception. A. Chapman & Hall Food Science Book. Aspen publishers.

    5. Avaliação:

    Pequeno projecto no campo da análise sensorial (30% na nota final) e exame final (70% na nota final).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Análise Sociológica (Sociological Analysis)

    ANÁLISE SOCIOLÓGICA (SOCIOLOGICAL ANALYSIS)

    Código: 1648
    Responsável: Isabel Maria Gomes Rodrigo
    Outros docentes: Ana Maria Contente de Vinhas Novais e Maria João Prudêncio Rafael Canadas
    Curso: Todos os Cursos de 1º ciclo, excepto Biologia

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Esta Unidade Curricular (UC) visa transmitir um conjunto de noções e conceitos básicos aplicados à análise socioeconómica de problemas associados à gestão dos territórios rurais e das paisagens e das actividades agrícola, florestal e de produção alimentar.
    As aulas incluirão tempos de exposição pelo docente nas aulas teóricas e a realização de exercícios práticos e tempos de apresentação dos exercícios resolvidos pelos alunos nas aulas práticas.

    3. Programa

    Sociedade e Ambiente
    Tema 1 – As actividades económicas em face das possibilidades do meio biofísico e do meio social
    Tema 2 – Impactes das actividades económicas no ambiente
    Tema 3 – A evolução das tecnologias e do trabalho

    Sociedade e Territórios Rurais
    Tema 4 – O percurso da agricultura e da floresta em Portugal

    Racionalidade do Comportamento dos Agentes
    Tema 5 – Diversidade de objectivos e práticas de gestão
    Tema 6 – Percepções e atitudes ambientais

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Baptista, Fernando Oliveira (2001), Agriculturas e Territórios, Oeiras, Celta Editora.
    • European Environment Agency (2006), Integration of environment into EU agriculture policy – the IRENA indicator-based assessment report. Copenhagen: EEA. http://reports.eea.europa.eu/eea_report_2006_2/en/IRENA-assess-final-web-060306.pdf
    • Giner, Salvador (1987), Sociologia, Barcelona, Edições Península (3ª edição).
    • Santos, José (1992), Mercado, economias e ecossistemas no Alto Barroso: um estudo de sistemas de aproveitamento de recursos naturais, Montalegre: Câmara Municipal de Montalegre.
    • Mazoyer, Marcel e Roudart, Laurence (1997), Histoire des agricultures du monde : du neolithique à la crise contemporaine, Paris, Seuil
    • Radich, Mª Carlos (2006), Meio físico e agricultura – uma questão oitocentista, em Ler História, 50, pp. 109-130.
    • Rodrigo, Isabel (2007), Atitudes e Opiniões Relativamente às Condições de Funcionamento e ao Impacto da Actividade Florestal, Lisboa, Instituto Superior de Agronomia, Departamento de Economia Agrária e Sociologia Rural, 15 pp.
    • Rodrigo, Isabel (2009), As Secas: Contextos, Atitudes e Comportamentos – Baixo Alentejo, Lisboa; ISAPress, 277p.

    5. Avaliação:

    - Exercícios práticos – 30%
    - Exame final – 70%

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012


    AVALIAÇÃO
    Notas dos Temas 1,2 e 3 - Turma 1

    Notas dos Temas 1,2 e 3 - Turma 2

    Notas dos Temas 1,2 e 3 - Turma 3

    Notas dos Temas 1,2 e 3 - Turmas 4, 6 e 11

    Notas dos Temas 1,2 e 3 - Turma 5

    Notas dos Temas 1,2 e 3 - Turma 7

    Notas dos Temas 1,2 e 3 - Turma 10

    Notas dos Temas 4,5 e 6 - Turma 1

    Notas dos Temas 4,5 e 6 - Turma 2

    Notas dos Temas 4,5 e 6 - Turma 3

    Notas dos Temas 4,5 e 6 - Turma 4, 6 e 11

    Notas dos Temas 4,5 e 6 - Turma 5

    Notas dos Temas 4,5 e 6 - Turma 7

    Notas dos Temas 4,5 e 6 - Turma 10

    Notas 1ª data de Exame - Turma 1

    Notas 1ª data de Exame Temas 1, 2 e 3 - Turma 2

    Notas 1ª data de Exame Temas 4, 5 e 6 - Turma 2

    Notas 1ª data de Exame - Turma 2

    Notas 1ª data de Exame - Turma 3

    Notas 1ª data de Exame Temas 1, 2 e 3 - Turma 5

    Notas 1ª data de Exame Temas 4, 5 e 6 - Turma 5

    Notas 1ª data de Exame - Turma 5

    Notas 1ª data de Exame Temas 4, 5 e 6 - Turma 7

    Notas 1ª data de Exame - Turma 7

    Notas 1ª data de Exame - Turma 10

    Notas 1ª data de Exame - Turmas 4, 6 e 11

    Notas 2ª data de Exame
    Notas Época Especial


    AVISOS
    Aviso Exames
    Aviso Exame Época Especial


    Anatomia e Fisiologia Animal I (Animal Anatomy and Physiology I)

    ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL I (ANIMAL ANATOMY AND PHYSIOLOGY I)

    Código: 1649
    Responsável: Graça Pires de Lopes de Melo (FMV)
    Outros docentes: António Duarte (FMV), Fernando Ferreira (FMV), Graça Ferreira Dias (FMV), Maria Luísa Jorge (FMV), Mário Pinho (FMV) e João Martins Afonso (FMV)
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
    Precedências: Morfologia, Aptidão e Comportamento Animal

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Ensino Teórico e Prático sobre a Organização Geral anatómica e os Mecanismos Fisiológicos de manutenção e homeostasia dos seres vivos tendentes à criação de um corpo de conhecimentos a aplicar na optimização das espécies zootécnicas.

    3. Programa:

    Simetria Anatómica e Leis Anatómicas
    Suporte e movimento – generalidades de osteologia e miologia e artrologia
    Articulações e biomecânica do movimento corporal
    Comunicação intercelular e transporte
    Generalidades de SNC e SNA
    Endocrinologia – generalidades
    Metabolismo do cálcio, fósforo e hormona do crescimento
    Pele e Faneras
    Ictiotomia

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • TRATADO DE ANATOMIA VETERINARIA -DYCE et al – GUANABARA KOOGAN - RIO DE JANEIRO; BRASIL
    • ANATOMIA E FISIOLOGIA –ROD SEELEY et al – LUSODIDACTA – LISBOA; PORTUGAL
    • TEXTBOOK OF VETERINARY PHYSIOLOGY. CUNNINGHAM, J. G. W. B. - SAUNDERS COMPANY. PHILADELPHIA- USA

    Bibliografia Complementar

    • Textos de Apoio

    5. Avaliação:

    Nota mínima para aprovação = 10 ( numa escala de vinte valores)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Anatomia e Fisiologia Animal II (Animal Anatomy and Physiology II)

    ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL II (ANIMAL ANATOMY AND PHYSIOLOGY II)

    Código: 1650
    Responsável: António José de Freitas Duarte (FMV)
    Outros docentes: Graça Pires de Lopes de Melo (FMV), Graça Ferreira Dias (FMV), Fernando Garcia e Costa (FMV), Fernando Ferreira (FMV), João Martins Afonso (FMV) e Maria Luísa Jorge (FMV)
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
    Precedências: Anatomia e Fisiologia Animal I

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    A unidade curricular Anatomia e Fisiologia Animal II tem como objectivo aprofundar o conhecimento sobre a Organização Geral anatómica e os Mecanismos Fisiológicos de manutenção e homeostasia dos seres vivos tendentes à criação de um corpo de conhecimentos a aplicar na optimização das espécies zootécnicas.

    3. Programa:

    Programa teórico:
    Sangue e sistemas circulatório; Sistema muscular: mecanismos de contracção e controlo nervoso; Fisiologia respiratória; Fisiologia digestiva; Fisiologia renal; Funcionamento do Sistema Imunitário; Fisiologia reprodutiva; Termorregulação; Regulação do metabolismo.
    Programa prático:
    Noções básicas de Miologia; Histologia do sistema muscular; Simulação aparelho cardiovascular; Vasos Sanguíneos; Morfologia do aparelho respiratório; Morfologia renal; Simulação da função renal; Morfologia do aparelho digestivo; Simulação funcional do aparelho digestivo; Morfologia do aparelho reprodutivo.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • TRATADO DE ANATOMIA VETERINARIA -DYCE et al – GUANABARA KOOGAN - RIO DE JANEIRO; BRASIL
    • ANATOMIA E FISIOLOGIA –ROD SEELEY et al – LUSODIDACTA – LISBOA; PORTUGAL
    • TEXTBOOK OF VETERINARY PHYSIOLOGY. CUNNINGHAM, J. G. W. B. - SAUNDERS COMPANY. PHILADELPHIA- USA

    Bibliografia Complementar

    • Textos de Apoio

    5. Avaliação:

    Nota mínima para aprovação = 10 (numa escala de vinte valores)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Biodiversidade e Conservação (Biodiversity and Conservation)

    BIODIVERSIDADE E CONSERVAÇÃO (BIODIVERSITY AND CONSERVATION)

    Código: 1652
    Responsável: Maria Helena Reis de Noronha Ribeiro de Almeida
    Outros docentes: José Manuel Osório de Barros de Lima e Santos, Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso e Pedro Miguel Ramos Arsénio
    Curso: 1º ciclo - Biologia
    Precedências: Ecologia

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Nesta disciplina pretende-se que os alunos compreendam as componentes da Biodiversidade e a importância da sua manutenção, identifiquem os factores que a influenciam e conheçam as formas de a avaliar.
    Os alunos deverão estar conscientes da necessidade do recurso à utilização de Marcadores Moleculares, de Modelos Matemáticos e Sistemas de Informação Geográfica como instrumentos para conservação da Biodiversidade.

    3. Programa:

    Introdução:
    Conceito de biodiversidade;
    Causas de Extinção;
    Causas da Perda da Biodiversidade;
    Instrumentos de Política de Conservação.
    Protocolos e Organizações Nacionais/Internacionais para a Biodiversidade.

    Factores de Evolução das Populações Naturais:
    Equilíbrio de Hardy Weinberg;
    Factores que controlam a evolução das populações: Mutação, Migração, Selecção e Deriva Genética; Consanguinidade;
    Fragmentação das Populações;
    Problemas Genéticos com Populações Pequenas.

    Diversidade Genética:
    Os Diferentes Níveis da Diversidade Biológica;
    Valor da Diversidade Genética;
    Níveis da Diversidade Genética;
    Medição da Diversidade Genética – A utilização de marcadores moleculares;
    A baixa diversidade genética nas espécies em risco;
    Componentes da diversidade genética que determinam a capacidade de evoluir.

    Conservação de Recursos Genéticos:
    Conceitos Tamanho Efectivo de uma população;
    População Mínima Viável;
    Conservação in-situ – Áreas Protegidas;
    Conservação ex-situ;
    Banco de Germoplasma e Jardins Botânicos.

    Biodiversidade de comunidades e de ecossistemas:
    Diversidade comunitária, paisagística e ecossistémica, mosaismo e gradientes de comunidades.
    Diferentes escalas espacio-temporais de expressão da biodiversidade, e suas determinantes.
    Avaliação da biodiversidade ao nível da comunidade e da paisagem.
    Princípios de selecção de comunidades e ecossistemas para conservação.

    Conservação das comunidades e ecossistemas:
    Níveis de intervenção: protecção, gestão, reabilitação ou recuperação.
    Integridade biótica, eco-espécies e conservação das funções e processos comunitários.
    Gestão da conectividade entre comunidades e entre ecossistemas.
    Conservação dentro e fora de áreas protegidas, e com uso múltiplo.
    Conservação em meio aquático.
    Capacidade biogénica do meio, sobre-exploração e extracção sustentável.

    Ferramentas para a Conservação da Biodiversidade:
    Modelação Matemática como instrumento da conservação da Biodiversidade.
    A aplicação dos Sistemas de Informação Geográfica na Conservação da Natureza.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    - Frankham, R., Ballou, J:D. Briscoe, D.A. 2004 A Primer of Conservation Genetics. Cambridge. University Press: 219pg
    - Gaston, KJ and JI Spices. (2004) Biodiversity, An Introduction. Blackwell Science. London

    Bibliografia Complementar
    - Eriksson, G., Ekberg,I., Clapham D. 2006. An introduction to forest genetics, 2ª ed.Genetic Center, Dept. Plant Biology and Forest Genetics, SLU, Uppsala Sweden - ISBN 91-576-7190-7
    - Begon, Towsend & Harper 2006- Ecology from individuals to ecossystems.Blackwell Publ. Oxford: 482 – 511; 603 - 658
    - William, J., ReVelle, C.S., Levin, S. 2005 – Spatial attributes and Reserve Design: A review . Environmental modelling and Assessment
    - Margules, C.R., Oressey, R.L. 2000 Systematic Conservation planning. Nature 45: 243 - 245
    - Margules, C.R., Oressey, R.L, Williams, P.H. 2002 Representing biodiversity: Data and Procedures for identifying priority areas for conservation. J. Biosci. 27: 309 -326
    Artigos de revistas da especialidade

    5. Avaliação:

    Avaliação contínua é feita por módulos, através da realização de testes e/ou trabalhos em cada um dos módulos.
    As regras de cada módulo são acordadas entre os alunos e o professor responsável.
    A classificação é uma média ponderada, a ponderação é calculada com base na duração de cada um dos módulos.
    Os alunos que obtiverem na avaliação contínua nota igual ou superior a 10 valores estão dispensados do exame final.
    O Exame final consta de questões teóricas e/ou práticas que cobrem toda a matéria.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Módulo 1 - A Biodiversidade e o Homem


    Módulo 2 - Biodiversidade genética e conservação de recursos genéticos

    Sumários

    Material Pedagógico

    Aulas Teóricas

    Aulas Práticas


    Bioinformática (Bioinformatics)

    BIOINFORMÁTICA (BIOINFORMATICS)

    Código: 1653
    Responsável: Maria Leonor Mota Morais Cecílio
    Outros docentes: Marta Guerreiro Duarte Mesquita de Oliveira e Maria Manuela Costa Neves Figueiredo
    Curso: 1º ciclo - Biologia
    Precedências: Estatística

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se que os alunos:
    tomem contacto com as ferramentas bioinformáticas de modo a conseguirem utilizar as principais bases de dados disponíveis on-line e os principais programas de alinhamento de sequências e daí extraírem informações relevantes;
    desenvolvam conhecimentos ao nível das principais tecnologias e algoritmos utilizados em Bioinformática;
    tomem conhecimento e consigam programar em R
    consigam entender como se conseguem fazer inferências sobre relações filogenéticas entre diferentes grupos de organismos
    compreendam os modelos probabilísticos utilizados nesta área do conhecimento

    3. Programa:

    Introdução à Bioinformática: levantamento dos problemas;
    Principais marcos na história da Biologia Molecular e na Bioinformática
    Genomas e organização da informação;
    Sequenciação de DNA:
    - métodos clássicos (de Maxam & Gilbert e de Sanger) e métodos de alto rendimento (pirosequenciação)
    - Análise crítica de outputs de sequenciação
    Sequenciação de genomas: estratégias utilizadas e problemas associados à dimensão dos genomas e composição da molécula de DNA
    Plataformas e Bases de dados de interesse biológico:
    - NCBI – entrez; EMBL; Swiss-Prot e TrEMBL
    - Formatos dos ficheiros
    Pesquisas em Bases de dados por busca de homologias: A família BLAST
    - Scores estatíticos
    Introdução aos algoritmos em Bioinformática: Programação com R
    Alinhamentos simples e múltiplos de sequências. Matrizes de substituição.
    - Utilização dos algoritmos ClustalW, Kalign e T-Coffee .
    Modelos probabilísticos:
    - Probabilidade condicional e propriedades
    Inferência estatítica: inferência Bayesiana.
    Introdução aos processos estocásticos: Bootstrap e Jackknife
    Introdução à análise filogenética e árvores evolutivas:
    Principais métodos para a construção de árvores filogenéticas:
    - UPGMA; Neighbour joining, Evolução mínima, Máxima parcimónia, Máxima verosimilhança. Inferência Bayesiana.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Westhead D, Parish H, Twyman R - Bioinformatics – Instant Notes - BIOS Scientific Publishers , Oxford, 2002
    • Jones N. C. and.Pevzner P - An Introduction to Bioinformatics Algorithms, MIT Press, 2004

    5. Avaliação:

    2 trabalhos práticos individuais
    2 Questionários
    Execução e apresentação de um projecto

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Biologia Animal (Animal Biology)

    BIOLOGIA ANIMAL (ANIMAL BIOLOGY)

    Código: 1654
    Responsável: Manuela Rodrigues Branco Simões
    Outros docentes: Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso, José Carlos Franco Santos Silva e Elisabete Tavares Lacerda de Figueiredo Oliveira
    Curso: 1º ciclo - Biologia
    Precedências: Botânica e Zoologia

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 8 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 28 Total: 112

    2. Objectivos:

    Compreender os processos evolutivos no reino animal e os mecanismos que originam a biodiversidade animal. Compreender as regras da classificação animal. Conhecer os aspectos anatómicos e fisiológicos e as relações com o ambiente e interacções bióticas, nos principais grupos animais.

    3. Programa:

    O Reino Metazoa ou Animalia: Origem, evolução e diversidade, filogenia e principais características dos animais.
    Princípios da Taxonomia e História da Classificação Zoológica. Caracteres taxonómicos. O código Internacional de Nomenclatura Zoológica.
    Paleozoologia. A explosão Câmbrica e principais períodos de extinção e de radiação subsequentes: possíveis causas e impactos na diversidade actual.
    Principais divisões do reino animal (Radiata e Bilateria). Principios e padrões do desenvolvimento embrionário.
    Principais grupos de invertebrados e sua caracterização sumária : Porifera, Cnidaria, Platyzoa (filos Gastroticha, Rotifera, Plathyhelminthes), Lophotrocozoa (filos Brachiopoda, Annelida, Mollusca), Ecdysozoa (filos Nematoda, Onychophora, Tardigrada, e Arthropoda), Annelida e Echinodermata.
    Estudo comparado da biologia dos invertebrados, com particular ênfase no Filo Arthropoda (Ecdysozoa). i) Nutrição e metabolismo (sistemas digestivo, excretor; respiratório e circulatório); ii) Reprodução: sistema reprodutor, estratégias reprodutivas, ciclo de vida e ciclo biológico; iii) sistemas nervoso e sensorial, tegumentar e endócrino; v) comportamento.
    Estudo comparativo dos invertebrados marinhos actuais, observação e identificação taxonómica: Porifera, Cnidaria, Plathyhelminthes, Nematoda, Annelida, Mollusca, “lofoforados”, Arthropoda e Echinodermata
    Filo Cordata: Posição dos Cordados na Divisão Animal. Os sistemas tegumentar, esquelético, digestivo, respiratório, excretor, circulatório, nervoso, endócrino e reprodutor.
    Classes Pisces, Amphibia, Reptilia, Mammalia e Aves: origem, evolução e diversidade dos grupos taxonómicos existentes. Ciclos de vida e exploração do meio ambiente. Utilização de guildas para caracterização de traços vitais.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Integrated Principles of Zoology - Jr., Cleveland P Hickman , Larry S Roberts, Allan Larson - Boston : McGraw-Hill Higher Education, 2008.
    • Eckert - Animal Physiology - David Randall, Warren Burggren, Kathleen French, W.H. Freeman (Ed.) and Co., New York :2002.
    • Animal physiology. Adaption and environment. Schmidt-Nielsen, K. Cambridge University Press. New York. 2002
    • Pough, F.H., Janis, C.M. & Heiser, J. B. 1999. Vertebrate Life. Prentice-Hall. New Jersey. 5th Edition.

    Bibliografia Complementar

    • Artigos Científicos e material de apoio dado pelos professores.

    5. Avaliação:

    A. Frequência
    - Testes de resposta rápida e trabalhos realizados ao longo das aulas (6 a 8).
    - Teste global contendo toda a matéria dada.
    - Apresentação escrita e oral de um trabalho de pesquisa
    B. Exame final, opcional, obrigatório se a nota de A < 12. (60% B + 40% A).

    6. Estimativa total de trabalho: 224 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Artigos


    Biologia Celular (Cell Biology)

    BIOLOGIA CELULAR (CELL BIOLOGY)

    Código: 1655
    Responsável: Maria Wanda Sarujine Viegas
    Outros docentes: Maria da Glória Calado Inglês Esquível, Manuela Gomes da Silva e Maria Margarida Cabrita Xavier Delgado
    Curso: 1º ciclo - Biologia

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Compreender a existência de características celulares universais, e dos processos que possibilitam a manutenção, transmissão, inovação e expressão da informação genética.
    Compreender como essas moléculas estão integradas nas células e como as células regulam a multiplicação, diversidade e função, integradas em sistemas multicelulares.

    3. Programa:

    Organelos e estruturas da célula eucariota
    Génese da Biologia Celular. Organização das células procariotas e eucariotas
    A fronteira funcional das células: biomembranas – estrutura, propriedades e funções
    Sistema endomembranoso: síntese, processamento e distribuição de biomoléculas
    Centros bioenergéticos da célula: biogénese e funções das mitocôndrias e plastídeos
    Centro de organização genómica da célula: estrutura, biogénese e funções do núcleo
    Organização espacial do citoplasma. estrutura, funções e regulação do citoesqueleto

    Processos fundamentais em Biologia Celular
    A informação epigenética da cromatina: níveis estruturais e funcionais de organização
    Processos de comunicação e sinalização celular
    Multiplicação celular controlada: processos metabólicos e estruturais no ciclo celular
    Erros no ciclo celular: origem, consequências e regulação
    Processos de morte celular:: senescência, necrose e apoptose
    A passagem de informação para a geração seguinte: meiose e reprodução sexuada

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    Alberts, B. Bray, D. Lewis, J Raff, M. Roberts, K. Watson, J., 2002. Molecular biology of the cell. Garland Publishing, Inc., New York

    Bibliografia Complementar
    Artigos seleccionados da revista Trends in Cell Biology

    5. Avaliação:

    - Dois testes globais
    - Avaliação quinzenal
    - Apresentação escrita e oral de um artigo científico

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    Sumários


    AVISOS

    • 1ª Chamada de Biologia Celular - 24 de Junho, 14h, sala 12.


    Biologia Celular e Microbiologia (Cell Biology and Microbiology)

    BIOLOGIA CELULAR E MICROBIOLOGIA (CELL BIOLOGY AND MICROBIOLOGY)
    Código: 1656
    Responsável: Maria Wanda Sarujine Viegas
    Outros docentes: Adília Neves Pires de Oliveira, Maria Elisa Ferreira da Silva Pampulha, Maria da Glória Calado Inglês Esquível, Maria Leonor Mota Morais Cecílio e Sara Barros Queiroz Amâncio
    Curso: Todos os cursos de 1º ciclo, excepto Biologia

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Nesta disciplina pretende-se estabelecer inicialmente o contraponto entre a diversidade dos organismos vivos e a grande analogia das estruturas básicas que os constituem (as células) bem como dos mecanismos bioquímicos e biofísicos que possibilitam a vida. Subsequentemente, pretende-se que reconheçam a diversidade dos microrganismos, nomeadamente a estrutura, metabolismo, evolução e ecologia. A aquisição de conhecimento sobre os distintos modos de interacção dos microrganismos com o ambiente é igualmente relevante.

    3. Programa:

    1. Módulo de Biologia Celular
    Pretende-se que neste módulo os estudantes compreendam a semelhança existente ao nível das estruturas e dos processos comuns a todos os organismos, através do estudo das características celulares universais. Este estudo permitirá perceber quais as moléculas que contêm a informação para a construção das células, como se expressa e transmite essa informação, quais as características das membranas biológicas e a sua importância na delimitação de compartimentos nas células eucariotas, e, ainda, quais os processos utilizados para a obtenção de energia, imprescindível à manutenção da integridade celular. Os processos de recombinação da informação genética e os métodos de análise da diversidade genómica são estudados em paralelo com as técnicas que possibilitam a transformação de organismos.
    2. Módulo de Microbiologia
    O estudo inicial incidirá sobre a Diversidade Microbiana e as relações filogenéticas entre os domínios Bacteria, Archaea e Eukarya. Seguidamente proceder-se-á ao estudo da estrutura e características gerais de bactérias, fungos, vírus e partículas sub-virais. A análise da dispersão dos microrganismos em distintos ambientes permitirá o estudo dos requisitos nutricionais básicos associados à diversidade metabólica e ao conhecimento dos factores que afectam o crescimento de populações microbianas. Por último, um especial ênfase será direccionado para a caracterização de comunidades microbianas em diferentes ecossistemas, tendo presente as interacções microbianas de maior relevância ecológica.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • «Biology» Campbell, N.A. & Reece J.B. Edition 2005.
    • “Brock Biology of Microorganisms” Madigan, M.T., et al 2009 12ª Edição, Pearson International Edition
    • “Manual de Microbiologia”.A.Oliveira & M. E. Pampulha 2010, Edição A.E.A

    Bibliografia Complementar

    • “Microbiology”Prescott, L. M. et al 2005, 6ª Edição, McGraw-Hill, International Edition
    • Biologia Microbiana Lopes, M. A. & Fonseca, A. 1996. Universidade Aberta

    5. Avaliação:

    I. Quatro testes globais
    II. Avaliação semanal
    III. Apresentação escrita e oral de um tema específico

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    AVISO
    Exame final - época especial
    2 de Março de 2012 - sala 33
    - Módulo de Biologia Celular - 14h00 - 15h30
    - Módulo de Microbiologia - 15.30h - 17h00

    MÓDULO BIOLOGIA CELULAR

    Turma 2

    Turma 5

    Turma 10

    Turma 11


    Biologia do Desenvolvimento (Developmental Biology)

    BIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO (DEVELOPMENTAL BIOLOGY)

    Código: 1657
    Responsável: Sara Barros Queiroz Amâncio
    Outros docentes: José Carlos Franco Santos Silva, Jorge Alexandre Matos Pinto de Almeida, Maria Wanda Sarujine Viegas e Elisabete Tavares Lacerda de Figueiredo Oliveira
    Curso: 1º ciclo - Biologia
    Precedências: Genética e Genómica

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 8 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 56 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 28 Total: 112

    2. Objectivos:

    O curso tem como objectivo principal fornecer a compreensão básica sobre:
    Princípios do desenvolvimento e morfogénese nos diferentes grupos de Eucariotas;
    Estratégias de desenvolvimento usadas pelos diferentes grupos taxonómicos;
    Estratégias de desenvolvimento usadas na morfogénese de diferentes partes dos organismos.
    Mecanismos genéticos, epigenéticos e de genómica funcional responsáveis pela regulação do desenvolvimento

    3. Programa:

    Competência, determinação e morfogénese
    Comunicação, sinalização e migração celular
    Principais modelos de segmentação e gastrulação em Invertebrados e Vertebrados
    Regulação génica do desenvolvimento
    Evolução – Aspectos integrados da Evolução e do Desenvolvimento
    Padrão de desenvolvimento do nemátode C. elegans
    Estabelecimento das linhagens de células germinais
    Padrões epigenéticos associados à gametogénese
    Padrão de desenvolvimento em Insectos: o modelo da Drosophila
    Metamorfoses dos Insectos
    Genes homeóticos e regulação da especificação sectorial e axial em Drosophila
    Embriogénese de Vertebrados: destino da ectoderme, mesoderme e endoderme
    Aspectos morfológicos e moleculares da organogénese do aparelho genital masculino e feminino
    Aspectos evolutivos do desenvolvimento em humanos
    Desenvolvimento das plantas:
    Padrão de desenvolvimento da folha
    Controlo génico da floração

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Gilbert, Scott F., Developmental Biology
    • Sunderland (MA): Sinauer Associates, Inc. ; c2000
    • http://www.ncbi.nlm.nih.gov/sites/entrez
    • Gilbert, Scott F. Biologia do Desenvolvimento
    • Fundação Calouste Gulbenkian, 2008

    Bibliografia Complementar

    • Davis G K, H P Nipam, SHORT, LONG, AND BEYOND: Molecular and Embryological Approaches to Insect Segmentation, Annu. Rev. Entomol. 2002. 47:669–99

    5. Avaliação:

    Frequência
    Obtenção de frequência por participação em pelo menos 90% das aulas e obtenção de nota mínima nas formas de avaliação contínua

    1. Avaliação contínua
    1.1. Questionário Intercalar (QI) - nota mínima (40%)
    1.2. Questionários, Problemas, Relatórios (nota mínima 40%)
    1.3. Trabalho individual (nota mínima 50%)
    1.4. Contribuição da avaliação contínua para o resultado final
    - 1.1. corresponde a 25% do resultado final (a);
    - A média de 1.2. representa 15% do resultado final (b);
    - 1.3. vale 20% do resultado final (c)

    2. Exame e nota final
    - A nota mínima do exame escrito é de 50% (10 valores)
    - Contribuição da nota do exame escrito para o resultado final - 40% (d)
    - Nota final (F) = (a) + (b) + (c) + (d)

    6. Estimativa total de trabalho: 224 Horas

    7. Material pedagógico 2011/2012

    Aula 1

    Desenvolvimento de insecto

    Aula 9 - Folha Estomas Tricomas

    Aula 10

    Aula 11 - Diferenciação Sexual


    Biologia Florestal (Forest Biology)

    BIOLOGIA FLORESTAL (FOREST BIOLOGY)

    Código: 1658
    Responsável: João Manuel Dias dos Santos Pereira
    Outros docentes: Maria de Fátima Cerveira Tavares, Maria Helena Reis de Noronha Ribeiro de Almeida, Ricardo Manuel Seixas Boavida Ferreira e Maria da Conceição Braulio de Brito Caldeira
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Precedências: Biologia Celular e Microbiologia

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 22 Práticas-Laboratoriais: 20 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    O aluno deve adquirir os conceitos de biologia (enquadrados pelos conhecimentos da física, química e matemática pertinentes) que lhe permitam interpretar as respostas das árvores às variações nas condições ambientais naturais ou que resultem da intervenção técnica na silvicultura ou na condução de árvores urbanas e decidir com fundamentação biológica sobre a adequação de modelos de silvicultura e gestão florestal, num contexto de alterações globais.

    3. Programa:

    1. Introdução: As árvores – percepção geral da natureza das árvores – a forma, a função e o tempo;
    2. O desenvolvimento e crescimento das árvores: Factores ambientais, sinais e desenvolvimento. alongamento caulinar e formação da copa. Engrossamento do caule e raízes (crescimento secundário) e estrutura da madeira. A casca. Dendrocronologia. Raízes e arquitectura das raízes.
    3. O funcionamento das árvores: Absorção e transporte de água. A funcionalidade do xilema; Algumas noções de biomecânica. O processo reprodutivo e a fisiologia da semente. Produtividade: Fotossíntese e respiração; Translocação de assimilados e acumulação reservas. O balanço de carbono nas florestas; Modelação; Produtos do metabolismo secundário – compostos de defesa e VOC’s.
    4. Ecofisiologia (algumas noções) – (1) Stress fisiológico; Factores abióticos, temperatura e luz; água, natureza e estado dos solos. (2) Adaptação da vegetação ao clima, aos solos e à geologia. (3) Árvores em meio urbano. (4) Respostas às alterações globais.
    5. Genética das populações: Análise dos factores e as causas que condicionam a variação genética entre e dentro das populações. Selecção em Populações Pequenas. Variação Genética e adaptação

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Pereira, João Santos e Correia, Alexandre V. 2005. Conhecer as florestas, Instituto Superior de Agronomia, Lisboa, Portugal.
    • http://www.portalflorestal.com/canais/article.asp?id=1074&lang=1
    • Ennos, R. 2001. Trees. The Smithsonian Institution Press, Washington DC (in association with the Natural History Museum, London).
    • Taiz, Lincoln & Zeiger, Eduardo 2006. Plant Physiology. Sinauer Associates, Inc. http://www.plantphys.net
    • Larcher, W. 2000. Ecofisiologia Vegetal. RIMA Artes e Textos, São Carlos, SP.Brasil.
    • Morey, P.R. 1980. O Crescimento das Árvores. Ed. Pedagógica e Universitária. (Coleção Temas de Biologia). São Paulo (BISA: F05-32, 33)

    Bibliografia Complementar

    • Schulze, E.D., E. Beck and K. Müller-Hohenstein 2005. Plant Ecology. Springer-Verlag, Berlin, Heidelberg. IX, 702 pp.
    • Azcón Bieto, Joaquim & Talón, Manuel 2000. Fundamentos de fisiología vegetal. McGraw-Hill Interamericana
    • Eriksson, G., Ekberg,I., Clapham D. 2006. An introduction to forest genetics, 2ª ed.Genetic Center, Dept. Plant Biology and Forest Genetics, SLU, Uppsala Sweden - ISBN 91-576-7190-7

    5. Avaliação:

    A avaliação baseia-se na avaliação contínua e no exame que incidirá sobre toda a matéria dada nas aulas.
    Assiduidade e admissão ao exame final – participação em 75% das aulas
    Avaliação contínua. Consiste de
    Um teste intercalar no fim do 4º capítulo – a classificação de 12 valores dispensa de parte do exame final, isto é, da matéria coberta neste teste.
    Trabalho de pesquisa – A nota do trabalho contribuirá com 15% para a nota final. Os alunos com admissão a exame do ano anterior podem optar por não fazer o trabalho

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico 2011/2012

    Textos de Apoio

    Sumários


    Biologia Funcional (Functional Biology)

    BIOLOGIA FUNCIONAL (FUNCTIONAL BIOLOGY)

    Código: 1659
    Responsável: João Manuel Neves Martins
    Outros docentes: Ricardo Manuel Seixas Boavida Ferreira, Maria da Glória Calado Inglês Esquível, Sara Barros Queiroz Amâncio e João Manuel Dias dos Santos Pereira
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica
    Precedências: Biologia Celular e Microbiologia

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Nesta área científica pretende-se qualificar a aprendizagem com instrumentos da análise genética e fisiológica conducentes ao conhecimento dos principais processos funcionais existentes nas importantes biologias da fauna e da flora.
    A Genética é um ramo da Biologia que quantifica a hereditariedade e a variação. Envolve o estudo das células e indivíduos através da análise das suas descendências e das populações onde esses organismos vivem. A Genética investiga todas as formas de variação herdável assim como as bases moleculares responsáveis por tais características diferenciadoras.
    A Fisiologia Vegetal é outro ramo da Biologia, que estuda e descreve o funcionamento das plantas, bem como o modo como interactuam com o meio ambiente circundante. Este estudo passa, obviamente, pelo conhecimento dos processos, a nível genético e bioquímico, que estão na sua base.

    3. Programa:

    MÓDULO 1: GENÉTICA (15 de Setembro a 31 de Outubro)

    Aulas Teóricas:
    Processos de inovação genómica/genica: Mutações génicas pontuais e mutações cromossómicas numéricas e estruturais; Mecanismos de recombinação geral, sitio-especifica e transposição; Analise Genética: Comportamento cromossómico; Padrões de transmissão genica; Mapeamento cromossómico por recombinação genica. Engenharia Genética: Moléculas recombinantes; Isolamento e manipulação de genes; Genómica. Organização dos genomas.

    Aulas Práticas:
    Análise genética Mendeliana. Extensões à análise Mendeliana: alelismo múltiplo, interacções genicas, genes pleiotrópicos. Determinação sexual. Ligamento génico. Mapas de ligamento.

    MÓDULO 2: FISIOLOGIA VEGETAL (3 de Novembro a 19 de Dezembro)

    Aulas Teóricas:
    O funcionamento das plantas e as interacções com o ambiente. Metabolismos do carbono, do azoto e do enxofre. Fotossíntese (reacções fotoquímicas e reacções de assimilação do carbono) e respiração das plantas. Limitações metabólicas e ambientais à produção vegetal. Translocação floémica dos fotoassimilados. Noção de “source” e “sink”. Acumulação em órgãos de reserva. Absorção e transporte da água na planta - Relações hídricas, balanço hídrico da planta. Sinais, receptores e vias de transdução dos sinais associados ao desenvolvimento. Hormonas clássicas e emergentes.

    Aulas Práticas:
    Reacção de Hill. Separação cromatográfica de pigmentos fotossintéticos. Medição da taxa fotossintética. Problemas sobre fotossíntese. Nitrato redutase. Determinação do estado hídrico dos tecidos vegetais. Problemas sobre relações hídricas.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    MÓDULO 1: GENÉTICA
    - A.J.F.Griffiths, S.R.Wessler, R.C.Lewontin e S.B.Carroll (2009) - Introdução à Genética (9ªEd.) Guanabara Koogan [ISBN: 13: 978-85-277-1497-6]

    MÓDULO 2: FISIOLOGIA VEGETAL
    - Azcón-Bieto, J. e Talón, M. (eds.) (2000) Fundamentos de Fisiologia Vegetal. McGraw-Hill Interamericana.
    - Taiz, L. e Zeiger, E. (2006) Plant Physiology. Sinauer Associates, Inc., Publishers. 4th ed. (ou 2002 3rd Ed).
    - Artigos científicos e capítulos de livros fornecidos pelos docentes

    Bibliografia Complementar
    MÓDULO 1: GENÉTICA
    - W.S.Klug, M.R.Cummings, C.Spencer, M.A.Palladino (2009) - Concepts of Genetics (9th Ed.). Pearson Ed. Inc. [ISBN: 9780321524041]
    - Artigos científicos da Revista “Trends in Genetics”, e outros artigos fornecidas pelo docente.
    - Diapositivos apresentados nas aulas teóricas e práticas. Colecção de problemas

    MÓDULO 2: FISIOLOGIA VEGETAL
    - Diapositivos apresentados nas aulas teóricas e práticas.

    5. Avaliação:

    1. Obtenção de frequência:
    Classificação mínima de 8,0 valores nas avaliações mencionadas em (i) e (ii).
    Classificação de frequência na avaliação contínua de 9,5, ou mais valores, dispensa de exame final.
    (i) Mini-questionários nas aulas teóricas e práticas (30%)
    Classificação média mínima de 8,0 valores.
    (ii) Testes teórico-práticos globais (50%)
    Classificação mínima de 8,0 valores.
    1º Módulo: 27 de Outubro (2ª feira) no horário da aula prática
    2º Módulo: 19 de Dezembro (6ªfeira) no horário da aula teórica
    (iii) Trabalho de pesquisa (20%)
    1º Módulo: baseado em artigos publicados na revista Trends in Genetics.
    2º Módulo: artigos das revistas Trends in Plant Science ou Annual Review of Plant Physiology and Biochemistry.
    Pelo menos ½ do trabalho apresentado deve estar directamente relacionado com a matéria leccionada nas aulas teóricas.
    2. Exame final
    É obrigatório o exame final aos alunos com uma avaliação contínua inferior a 9,5 valores em cada um dos módulos.
    3. Nota final
    É a média da avaliação contínua e do exame final dos respectivos módulos.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico 2011/2012

    MÓDULO GENÉTICA



    MÓDULO FISIOLOGIA VEGETAL

    Aula Teórica 1

    Aula Teórica 2

    Textos de Apoio

    Aula Teórica 3

    Textos de Apoio

    Aula Teórica 4

    Textos de Apoio

    Aula Teórica 5

    Aula Prática 1

    Aula Teórica 6

    Aula Teórica 7

    Aula Teórica 8


    Biologia Molecular (Molecular Biology)

    BIOLOGIA MOLECULAR (MOLECULAR BIOLOGY)

    Código: 1660
    Responsável: Jorge Alexandre Matos Pinto de Almeida
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo - Biologia

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Compreender a existência de características celulares universais, e dos processos que possibilitam a manutenção, transmissão, inovação e expressão da informação genética.
    Compreender como essas moléculas estão integradas nas células e como as células regulam a multiplicação, diversidade e função, integradas em sistemas multicelulares.

    3. Programa:

    Introdução à biologia molecular. Estrutura e função de proteínas. Estrutura química e física de ácidos nucleicos. Dogma central da Biologia molecular.
    Expressão da informação genética. Mecanismos de síntese (transcrição) e processamento de RNA. Síntese de proteínas (tradução).
    Manutenção e transmissão da informação genética. Reparação e replicação do DNA.
    Recombinação. Mitose e meiose. Mecanismos moleculares de recombinação homóloga.
    Mutação. Detecção, tipos e efeitos.
    Elementos genéticos móveis (vírus, transposões e plasmídeos).
    Tecnologia do DNA recombinante.
    Mecanismos de regulação da expressão génica.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Alberts, B. Bray, D. Lewis, J Raff, M. Roberts, K. Watson, J., 2002. Molecular biology of the cell. Garland Publishing, Inc., New York.

    Bibliografia Complementar

    • Molecular Cell Biology, 5th ed. Lodish, H. F., A. Berk, P. Matsudaira, C. Kaiser, M. Krieger, M. Scott, L.
    • Zipursky, and J. E. Darnell, Scientific American Press, N.Y., 2003

    5. Avaliação:

    - Testes globais
    - Avaliação quinzenal
    - Apresentação escrita e oral de um artigo cientifico

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Biologia Vegetal (Plant Biology)

    BIOLOGIA VEGETAL (PLANT BIOLOGY)

    Código: 1661
    Responsável: Maria Wanda Sarujine Viegas
    Outros docentes: Ana Cristina Delaunay Caperta, Ana Maria da Silva Monteiro, Maria Dalila Paula Silva L. Espírito Santo, Maria da Glória Calado Inglês Esquível, José Carlos Augusta da Costa, Maria Leonor Mota Morais Cecílio, Manuela Gomes da Silva, Maria Margarida Cabrita Xavier Delgado e Sara Barros Queiroz Amâncio
    Curso: 1º ciclo - Biologia
    Precedências: Biologia Celular

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 8 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 28 Total: 112

    2. Objectivos:

    Compreender a origem e evolução das plantas terrestres
    Desenvolver os conceitos e compreender os factores que medeiam a diversidade nas plantas
    Compreender as adaptações estruturais que permitem às plantas a sobrevivência em distintas condições ambientais

    3. Programa

    Hormonas vegetais no desenvolvimento das plantas
    Embriogénese, meristemas apicais e formação de tecidos definitivos
    Crescimento celular e expansão da parede celular primária
    Anatomia e morfologia vegetativa: estrutura e evolução de órgãos vegetativos
    Anatomia reprodutiva: estruturas florais e evolução
    Ecologia reprodutiva das plantas
    Poliploidia e Evolução das Plantas
    Apomixia e Evolução das plantas
    Sistemas génicos de auto-incompatibilidade
    Espécies bioindicadoras da flora do Centro de Portugal
    Habitats naturais e de espécies do Centro de Portugal. Estatutos de protecção. Métodos de avaliação do estado de conservação de um habitat.
    Comunidades e paisagem vegetal

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    Raven PH, Evert RF & Eichhorn SE 2005. Biology of Plants. 7ª Ed. W.H. Freeman and Companys Worth Publishers
    Campbell, N.A. and Reece, J.B. 2005 Biology . Benjamin Cummings

    Bibliografia Complementar
    Moore R, Clark WD, Stern KR & Vodopich D 1995. Botany. WCM Publishers. London

    5. Avaliação

    A avaliação desta disciplina baseia-se obrigatoriamente no método de avaliação contínua. Essa avaliação inclui diversos parâmetros sendo obrigatória a realização de todos para a obtenção de frequência.
    Os alunos que obtenham na avaliação contínua a classificação média de 12 valores encontram-se dispensados do exame final, caso a classificação de cada teste não seja inferior a 10 valores

    6. Estimativa total de trabalho: 224 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    AVISO - EXAMES

    1ª Chamada - 9 de Janeiro às 14.30h sala12
    2ª Chamada - 24 de Janeiro às 14.30h sala12).


    Biopolímeros e Embalagem (Biopolymers and Packaging)

    BIOPOLÍMEROS E EMBALAGEM (BIOPOLYMERS AND PACKAGING)

    Código: 1662
    Responsável: Margarida Gomes Moldão Martins
    Outros docentes: Isabel Maria Nunes de Sousa
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Alimentar
    Precedências: Reologia e Estrutura dos Alimentos

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se no âmbito desta Unidade Curricular:
    - Saber conceber uma embalagem para alimentos que cumpra os requisitos previstos.
    - Pretende-se ainda desenvolver o raciocínio, o espírito crítico, o gosto pela pesquisa e pelo trabalho em grupo e a capacidade de síntese e de comunicação escrita e oral.

    3. Programa:

    A embalagem na conservação de alimentos: requisitos dos materiais para contacto com alimentos; principais materiais destinados a contacto com produtos alimentares; interacções embalagem/alimento; novos conceitos de embalagem: embalagem inteligente e embalagem activa. Biopolímeros na produção de revestimentos e filmes comestíveis.
    Rotulagem alimentar.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Gomes De Castro, A. e Sérgio Pouzada, A. (1991). As embalagens para a Indústria Alimentar, UTAD.
    • Mathlouthi , M. (1995) Food packaging and preservation. Elsevier
    • Ben Hargreaves (2006) Successful Food Packaging Design. RotoVision, Switzerland

    5. Avaliação:

    Frequência: presença em 75% das aulas; realização de 2 trabalhos.
    Avaliação contínua: 2 testes (80% da nota final; média dos 2 testes igual ou superior a 9,5 valores; classificação mínima de cada teste 8,0 valores) e relatórios dos 2 trabalhos (20% da nota final; nota mínima 9,5).
    Avaliação por exame: Exame (nota mínima 9,5; 80% da nota final) e relatórios dos trabalhos (nota mínima 9,5; 20% da nota final).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Bioquímica (Biochemistry)

    BIOQUÍMICA (BIOCHEMISTRY)

    Código: 1664
    Responsável: Ricardo Manuel Seixas Boavida Ferreira
    Outros docentes: Maria da Glória Calado Inglês Esquível e Sara Alexandra Valadas Silva Monteiro
    Curso: 1º ciclo - Biologia

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Fornecer aos alunos os fundamentos teóricos básicos da Bioquímica, revelando o modo como a Química e a Termodinâmica constituem a base do funcionamento dos sistemas biológicos.

    3. Programa:

    Introdução à Bioquímica.
    Hidratos de carbono: monossacáridos, oligossacáridos e polissacáridos. O terceiro “alfabeto da vida”: o código dos açúcares.
    Lípidos: tipos principais. Os compostos isoprénicos.
    Aminoácidos, péptidos e proteínas. Aminoácidos proteicos, raros e não-proteicos. Ligação peptídica. Oligopéptidos e polipéptidos. Estrutura das proteínas. Vitaminas e coenzimas. Compostos ricos em energia e ligações ricas em energia. Enzimologia e cinética enzimática: conceitos fundamentais e mecanismo de catálise enzimática. Alosteria.
    Hormonas.
    Introdução à Bioquímica do Metabolismo.
    Metabolismo dos glúcidos. Glicólise, gluconeogénese e via dos fosfatos de pentose. Descarboxilação oxidativa do piruvato, ciclo do ácido cítrico e ciclo do glioxilato. Fosforilação a nível do substrato. Cadeia mitocondrial de transporte de electrões e fosforilação oxidativa. Fotossíntese: reacções fotoquímicas e ciclo de Calvin. Fotofosforilação.
    Metabolismo dos ácidos gordos e lípidos. Catabolismo dos ácidos gordos: -oxidação dos ácidos gordos, hélice de Lynen. Biossíntese dos ácidos gordos, hélice de Wakil.
    Metabolismo dos aminoácidos e proteínas. Catabolismo: turnover e semi-vida de proteínas. Proteases. A via da ubiquitina-proteassoma e as vias lisossomais/vacuolares de degradação de proteínas. Aminoácidos glucogénicos e cetogénicos. Ciclo da ureia. Animais amonotélicos, uricotélicos e ureotélicos. Biossíntese: assimilação do azoto e do enxofre. Aminoácidos essenciais, não-essenciais e semi-essenciais. Biossíntese de proteínas.
    O fluxo de energia nos seres vivos e a integração do metabolismo. A bioenergética das cadeias de transporte de electrões: sua relação com as doenças neurodegenerativas do Homem e com a foto-oxidação nas plantas.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    Voet D. e Voet J.G. (2004) Biochemistry. JohnWiley & Sons, Inc.
    Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura (1993-2004). Edição Século XXI, Editorial Verbo, Lisboa/São Paulo

    Bibliografia Complementar
    Textos preparados para os alunos, livros de texto e cópias dos diapositivos apresentados nas aulas.

    5. Avaliação:

    É obrigatória a presence a, pelo menos, 90% das aulas.
    Componentes do processo de avaliação:
    - Avaliação contínua (50%): relatórios das aulas práticas e apresentações feitas pelos alunos sobre tópicos acordados com o Professor;
    - Testes ou exame final (50%)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Aula 1

    Textos de Apoio

    Aula 2

    Aulas 3 e 4

    Textos de Apoio

    Aula 5

    Aula 6

    Textos de Apoio

    Aula 7+8

    Textos de Apoio

    Aula 10

    Textos de Apoio

    Aula 11

    Textos de Apoio

    Aula 12

    Textos de Apoio

    Aula 13

    Textos de Apoio

    Aula 14

    Textos de Apoio

    Aula 15

    Aula 16

    Aula 17

    Aula 18

    Textos de Apoio

    Aula 19

    Aula 20


    Biotecnologia (Biotechnology)

    BIOTECNOLOGIA (BIOTECHNOLOGY)

    Código: 1665
    Responsável: Sara Barros Queiroz Amâncio
    Outros docentes: Maria Luísa Lopes de Castro e Brito, Jorge Alexandre Matos Pinto de Almeida e Maria Leonor Mota Morais Cecílio
    Curso: 1º ciclo - Biologia
    Precedências: Microbiologia Funcional

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 35 Práticas/Laboratoriais: 35 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Integrar conhecimentos científicos e tecnológicos de Biologia;
    Adquirir competências de base experimental nos diferentes ramos da Biotecnologia: microbiana, animal e vegetal
    Compreender problemas e desenvolver capacidade para procurar a informação necessária à resolução dos mesmos.

    3. Programa:

    - Biotecnologia: Introdução, conceitos e aplicações. Referência a aspectos de Bioeconomia.
    - Mecanismos de RNAi e silenciamento de genes: estudo de casos
    - Biotecnologia microbiana
    + Transferência de genes em procariotas
    + As leveduras como ferramentas biotecnológicas
    + Produtos de fermentação: processos a montante e a jusante,
    + Biorreactores
    + Estudo de casos (apresentação de seminários)
    - Biotecnologia animal
    + Aplicação de células animais na avaliação da virulência bacteriana
    + Produção de biofármacos complexos
    Proteínas recombinantes,
    Vacinas,
    VLP's,
    Vectores para terapia génica
    + Células para terapia celular
    - Biotecnologia Vegetal
    + Transformação de plantas superiores
    + Clonagem e regeneração de plantas por cultura in vitro
    + Regeneração de plantas por Organogénese adventícia
    + Embriogénese Somática: aplicações, criopreservação e controlo da estabilidade genética

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Biotechnology for beginners (2008) Renneberg, R. & Demain, A.L. (eds.) Academic Press, Amsterdam (NL) (BISA Z38-43);
    • An Introduction to Genetic Analysis, Seventh Edition (2000) A.J.F. Griffiths, J.H. Suzuki, R.C. Lewontin, W.M.
    • Gelbart, W. H. Freeman and Company, N.Y. (BISA Z 30 – 345;346, 347);
    • Molecular Biotechnology. Principles and Applications of Recombinant DNA (1998) B. R Glick, J.J. Pasternak, ASM Press, Washington (BISA Z 30 – 408);
    • Recombinant DNA, Second edition (1991) J.D Watson, M.Gilman, J. Witkowski and M. Zoller. Scientific American books. W. H. Freeman and Company. N.Y.;
    • Engenharia Genética, Princípios e Aplicações (2001) Arnaldo Vieira (coordenação), LIDEL, Lisboa, pp. 168 (BISA Z 30 - 443);
    • Biotecnologia, Fundamentos e Aplicações (2003) Lima N., Mota M. (coord) LIDEL, Lisboa, Cap. VII Engenharia Genética, Sá-Correia I., Moreira L.M., Fialho A.M., p.125-161

    Bibliografia Complementar
    Mecanismos de RNAi e silenciamento de genes

    • Napoll, C., Lemieux, C., and Jorgensen, R. (1990). lntroduction of a chimeric chalcone synthase gene into petunia results in reversible co-suppression of homologous genes in trans. Plant Cell 2, 279-289.
    • Dorsett Y, Tuschl T. (2004) siRNAs: applications in functional genomics and potential as therapeutics.Nat Rev Drug Discov. Apr;3:318-29.
    • Matzke MA, Birchler JA. (2005) RNAi-mediated pathways in the nucleus. Nat Rev Genet. Jan;6(1):24-35.

    Biotecnologia animal

    • Paula M Alves, Pedro E Cruz, Manuel JT Carrondo Culturas de Células Células Animais in "Tecnologia de Cultivo de Células Animais: de Biofármacos a Terapia Gênica" Moraes AM, Augusto EFP, Castilho LR (Eds.), in press
    • John R. Birch, Andrew J. Racher (2006) Antibody production Advanced Drug Delivery Reviews 58: 671– 685
    • TB Ferreira, PM Alves, JG Aunins and MJT Carrondo (2005) Use of adenoviral vectors as veterinary vaccines Gene Therapy 12: S73–S83

    Biotecnologia vegetal

    • Introduction to Plant Biotechnology (2000) H. S. Chawla, Science Publishers, Inc., Plymouth, UK, (BISA F 30 – 435, 436, 437, 438.

    5. Avaliação:

    1. Avaliação contínua (AC)
    1.1. Dois Questionários Intercalares (QI), 45% (a)
    1.2. Questionários, Problemas, Relatórios, 25% (b)
    1.3. Trabalho individual: Trabalho de pesquisa bibliográfica sobre um tema do programa da disciplina, validado pelo(a) docente do tema proposto, escrito e papresentado oralmente. 30% (c)
    1.4. Dispensa de Exame final
    (AC ) = (a) + (b) + (c) convertida para a escala 0-20 valores, for igual ou superior a 12,
    2. Exame e nota final
    Nota mínima 50% (10 valores); representa 50% do resultado final (E)
    A nota final (F) = 50% (AC) + 50% (E)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Aula 1

    Aula 2

    Aula 3


    Botânica e Zoologia (Botany and Zoology)

    BOTÂNICA E ZOOLOGIA (BOTANY AND ZOOLOGY)

    Código: 1667
    Responsável: José Carlos Franco Santos Silva
    Outros docentes: Arlindo Lima, Elisabete Tavares Lacerda de Figueiredo Oliveira, José Carlos Augusta da Costa, Ana Maria da Silva Monteiro , Manuela Rodrigues Branco Simões, Maria Dalila Paula Silva Lourenço do Espírito Santo, Maria Edite Ribeiro Cardoso Texugo de Sousa e Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso.
    Curso: Todos os cursos de 1º ciclo

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 47 Práticas/Laboratoriais: 23 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    A disciplina está dividida em dois módulos, de Botânica e de Zoologia.
    O módulo de Botânica tem por objectivos desenvolver a curiosidade e o conhecimento sobre a evolução do mundo vegetal; organização interna e externa das plantas; principais grupos taxonómicos; espécies vegetais com maior interesse económico e introdução ao estudo das comunidades e conservação de espécies vegetais.
    O módulo de Zoologia tem por objectivos conhecer os princípios de organização do mundo animal, incluindo planos evolutivos e de desenvolvimento, as características dos grupos taxinómicos mais relevantes, traços anatómicos gerais e ciclos de vida, bem como as espécies portuguesas, seu valor e conservação.

    3. Programa:

    BOTÂNICA
    Classificação das plantas sensu lato. Introdução à Taxonomia e à Nomenclatura Vegetal. Sistemas de classificação actuais. Taxonomia dos principais grupos taxonómicos das plantas vasculares. Aspectos gerais de evolução ao nível da anatomia e da morfologia externa. Colheita, preparação e registo dos taxa no Herbário. Tipos biológicos. Morfologia Externa da raiz, caule, folha e fruto. Principais tecidos vegetais e suas características histológicas. Anatomia primária e secundária. Adaptações externas e internas de todos os órgãos das plantas aos meios onde vivem. Área de distribuição de uma planta e outros conceitos de corologia. Introdução ao estudo das comunidades. Noções de bioclimatologia e biogeografia.

    ZOOLOGIA
    Organização do Reino Animal. Planos evolutivos. Características, principais aspectos do ciclo de vida e da ecologia de filos representantes de diferentes planos estruturais. Filo Arthropoda (Myriapoda, Chelicerata, Hexapoda, Crustacea). Características gerais dos Artrópodes. Evolução e taxinomia. Exemplos de espécies existentes em Portugal. Insecta: Morfologia externa e características principais do ciclo de vida. Organização taxinómica. Características das principais ordens: Hemiptera, Coleoptera, Lepidoptera, Diptera, Hymenoptera. Exemplos de espécies com interesse ecológico e económico. Cordados. Grandes linhas evolutivas. Agnatha e Gnathostomata. Anfíbios: Ecologia e aspectos do ciclo de vida. Répteis, aves e mamíferos: Principais grupos, ecologia e aspectos do ciclo de vida. Espécies portuguesas, estado de conservação e ameaças.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    Espírito-Santo M.D., & Monteiro A. 2009. Infestantes das Culturas Agrícolas. Chaves de Identificação. Ed. ISAPress. 90 pp
    Hickman Cp, Roberts Ls, Larson A, L'anson H & Eisenhour Dj (2006) Integrated Principles of Zoology. McGraw Hill Higher Education. New York.
    Moreira I 2010. Anatomia das Plantas. Estruturas. Série Didáctica Botânica 2. ISAPress. Lisboa. Portugal
    Pough, F.H., Janis, C.M. & Heiser, J. B. 2006. Vertebrate Life. Prentice-Hall. New Jersey. 7th Edition. Prentice Hall. New-York.
    Vasconcellos JC, Coutinho MCP & Franco JA 1969. Noções sobre a Morfologia Externa das Plantas Superiores. Dir. Ger. Serv.Agric. Lisboa.

    Bibliografia Complementar
    Carvalho J P (1986) Introdução à entomologia agrícola. FC Gulbenkian, Lisboa
    Daly Hv, Doyen Jt & Purcell Ah (1998) Introduction to insect biology and diversity. Oxford University Press
    Gullan Pj & Cranston Ps (1994) The insects. An outline of Entomology. Chapman & Hall, London
    Kardong, K. (2005). Vertebrates: Comparative Anatomy, Function, Evolution McGraw-Hill Science Engineering New-York
    Raven PH, Evert RF & Eichhorn SE 2005. Biology of plants. 7ª Ed. WH Freeman and Company Publishers. New York.
    F & Eichhorn SE 2005. Biology of plants. 7ª Ed. WH Freeman and Company Publishers. New York. (BISA)

    5. Avaliação:

    Frequência: presença regular às aulas práticas, com tolerância máxima de 4 faltas (2 no módulo Botânica e 2 no módulo Zoologia).
    Avaliação contínua com possibilidade de dispensa de exame final.
    Nota média igual ou superior a 12 para dispensa de exame.
    Exame final sobre toda a matéria teórica e prática

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012


    MÓDULO DE ZOOLOGIA

    Aulas práticas

    Ficha da aula prática nº 1

    Ficha da aula prática nº 2

    Ficha da aula prática nº 3

    Ficha da aula prática nº 4

    Ficha da aula prática nº 5

    Ficha da aula prática nº 6



    Aulas Teóricas

    Aula teórica nº.1 (versão cor)

    Aula teórica nº.1 (versão P&B)

    Aula teórica nº.2 (versão cor)

    Aula teórica nº.2 (versão P&B)

    Aula teórica nº.3 (versão cor)

    Aula teórica nº.3 (versão P&B)

    Aula teórica nº.4 (versão cor)

    Aula teórica nº.4 (versão P&B)

    Aula teórica nº.5 (versão cor)

    Aula teórica nº.5 (versão P&B)

    Aula teórica nº.6(versão cor)

    Aula teórica nº.6 (versão P&B)


    Cartografia e Elementos de Topografia (Carthography and Elements of Topography)

    CARTOGRAFIA E ELEMENTOS DE TOPOGRAFIA (CARTHOGRAFHY AND ELEMENTS OF TOPOGRAPHY)
    Para consultar página da UC, clique aqui
    Código: 1668
    Responsável: Rui Marçal Campos Fernando
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Precedências: Introdução às Ciências Florestais

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Explicitar os conceitos e métodos da topografia, fotogrametria e da cartografia;
    Os estudantes devem ser capazes de aplicar técnicas de levantamentos topográficos utilizando instrumentos ópticos (para medir distâncias, níveis e ângulos) e GPS e realizar medições em fotografias aéreas.

    3. Programa:

    Introdução à cartografia: forma da terra e sistemas de referência. Sistemas de projecção cartográfica. Conversão de coordenadas
    Operações em cartas topográficas.
    Métodos clássicos de levantamento topográfico.
    Levantamentos topográficos com GPS.
    Fotogrametria aérea: medição de distâncias e desníveis. Ortofotomapas.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Cartas e Projecções Cartográficas, Alves Gaspar, J, 2000. Ed. Lidel
    • Topografia Geral, Casaca, João; Matos, João; Baio, Miguel, 2005, Ed. Lidel
    • Elementos de fotogrametria aplicada à aquisição de informação geográfica, Berberan, A, 2003 Europam Lda

    Bibliografia Complementar

    • Manual do Engenheiro Topógrafo, Volume I e II, Cruz, J. S. e Redweik, P., 2003, Editor Pedro Ferreira
    • Aerial Mapping: methods and applications, Falkner, E, 1995, Lewis Publishers

    5. Avaliação:

    Realização de três trabalhos práticos obrigatórios:
    1º - Sobre cartas topográficas
    2º - Levantamento topográfico com métodos clássicos
    3º - Levantamento topográfico com GPS
    Exame final teórico-prático.
    A nota final resulta da média ponderada da nota dos trabalhos práticos e do exame final.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

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    Climatologia e Agrometeorologia (Climatology and Agrometeorology)

    CLIMATOLOGIA E AGROMETEOROLOGIA (CLIMATOLOGY AND AGROMETEREOLOGY

    Código: 1669
    Responsável: José Paulo Mourão de Melo e Abreu
    Outros docentes: Francisco Manuel Souto Gonçalves de Abreu e Ana Carla de Andrade Madeira
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia do Ambiente e Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Precedências:

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Fornecer conhecimentos sobre o funcionamento do sistema climático e a diferenciação energética e hídrica das grandes regiões climáticas. Compreender as interacções entre a baixa atmosfera e a superfície do globo em ecossistemas naturais e modificados pelo homem, incluindo o efeito dos elementos meteorológicos no desenvolvimento da vegetação e na produção de biomassa.
    Criar competências para analisar, avaliar e modificar o agroclima, incluindo a perspectiva da sua evolução de acordo com a tendência actual de variação do clima.

    3. Programa:

    Introdução
    Meteorologia e climatologia. O sistema climático. A atmosfera.
    A agrometeorologia.
    Aspectos energéticos e hídricos do sistema climático
    Radiação solar, terrestre e atmosférica. Balanços de radiação em vários ecossistemas. Aplicações.
    Termodinâmica da atmosfera. Pressão, densidade, temperatura e humidade do ar. Processos adiabáticos e diabáticos, isobáricos e não-isobáricos. Equilíbrio estático da atmosfera.
    A atmosfera em movimento. Convecção e advecção. Tipos de vento e forças associadas. A camada limite planetária.
    Circulação geral da atmosfera. Gradientes latitudinais de temperatura e pressão. Células de circulação. Consequências sobre o ciclo hidrológico: precipitação e evaporação.
    Geoclimas. Tipos de clima e classificações climáticas. Aplicações.
    Tendência actual de variação do clima.
    Interacção da baixa atmosfera com a superfície do globo
    Transporte de quantidade de movimento, entalpia e massa (gases e partículas) entre a atmosfera e superfícies. Aerodinâmica das superfícies e camadas limite. Difusão molecular e turbulenta. Fluxos e resistências. Aplicações.
    Balanço energético em vários ecossistemas. Partição de energia para o aquecimento e a evaporação. Evapotranspiração. Fluxo de energia no solo e temperatura do solo. O determinismo da temperatura da superfície. Arrefecimento: orvalho e geada.
    Clima e vegetação
    Fenologia, temperatura e fotoperíodo.
    Radiação solar e produção potencial de biomassa (ecossistemas húmidos).
    Produção de biomassa limitada pela água (ecossistemas áridos).
    Modificações do agroclima. Alteração dos regimes radiativo, aerodinâmico e hídrico. Implicações no balanço energético.
    Casos-estudo.
    Medição de elementos agrometeorológicos
    Exemplos de estudos agroclimáticos

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Miranda, P.M. (2001). Meteorologia e ambiente. Universidade Aberta, Lisboa.
    • Monteith, J.L. & M.H. Unsworth (2008). Principles of environmental physics. 3rd ed. Elsevier.
    • Capítulos de livros e artigos científicos a actualizar anualmente

    Bibliografia Complementar

    • Bridgman, H.A. & Olivier (2006). The global climate system. Cambridge Univ Press.
    • Campbell, G.S. & J.M. Norman (1998). An introduction to environmental biophysics. 2nd ed. Springer.

    5. Avaliação:

    Dois testes parciais (40% + 40%) ou exame final (80%)
    Estudo agroclimático duma região (20%)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Resumo do Programa
    Regime de Frequência e Avaliação
    Trabalho prático


    Climatologia e Recursos Hídricos (Climate and Water Resources)

    CLIMATOLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS (CLIMATE AND WATER RESOURCES)
    Para aceder à página da UC, clique aqui.

    Código: 1670
    Responsável: Francisco Manuel Souto Gonçalves de Abreu
    Outros docentes: Jorge Manuel Martins Soares David e José Luís Monteiro Teixeira
    Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
    Precedências:

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecimento causístico e integrado dos regimes climáticos, do ciclo da água e dos recursos hídricos disponíveis a nível global e no território português.
    Capacidade de analisar, interpretar e equacionar problemas naquelas áreas, e de dimensionar os fluxos e a disponibilidade hídrica ao nível da parcela e da bacia hidrográfica, com diferentes tipos de vegetação.

    3. Programa:

    I.
    O sistema climático. A Atmosfera. Energia no sistema climático e circulação geral da atmosfera. A água no sistema climático. Diferenciação regional e evolução do sistema climático. Regimes climáticos e recursos hídricos em várias escalas temporais. Unidades geoclimáticas.
    II.
    Bacia hidrográfica. Componentes do balanço hidrológico. Escoamento: volume total e dinâmica temporal (cheias e escoamentos mínimos). Influência do tipo de vegetação nas componentes do balanço. Directiva Quadro da água e Lei da água.
    III.
    Fenologia das plantas. Necessidades de rega.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Miranda, P.M. (2009). Meteorologia e Ambiente. 2ª edição, Univ Aberta.
    • Shelton, M.L. (2009). Hydroclimatology: perspectives and applications. Cambridge Univ Press.
    • Powerpoints e notas das aulas.

    Bibliografia Complementar

    • Capítulos de livros e artigos ténicos e científicos, a actualizar anualmente

    5. Avaliação:

    Testes parcelares, 1 cada 4 semanas

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

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    Desenho (Drawing)

    DESENHO (DRAWING)

    Código: 1675
    Responsável: Maria Cristina da Fonseca Ataíde Castel-Branco
    Outros docentes: Miguel António Navas Cândido
    Curso: 1º ciclo - Aqruitectura Paisagista

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Práticas/Laboratoriais: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Disponibilidade mental e entrega, conducentes ao entendimento do Desenho e as suas competências.
    Discernimento visual que possibilite a apreensão do visível e do inteligível, tornando consciente o objecto e a sua circunstancia.
    Expressão gráfica resultante das relações mental/físico, olho/mão, de forma a comunicar conscientemente a evidência da ideia/objecto.

    3. Programa:

    1. Apreensão e representação gráfica de objectos à escala da mão.
    2. Representação gráfica do fragmento de figura humana mão em diferentes modos operativos, nomeadamente; observação convencional e Método Americano.
    3. Representação gráfica de fragmento de figura humana, Rosto, de frente e de perfil.
    4. Desenho de observação de fragmento de figura humana sentada, total ou parcial.
    5. Introdução ao estudo do panejamento. pano
    6. Figura Humana na sua relação com o espaço paisagem.
    7. Introdução à representação gráfica do espaço exterior /paisagem, rural e urbana.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Collier, Graham, “Form Space and Vision”, Prentice Hall.

    Bibliografia Complementar

    • Textos de autores variados (Le Corbusier, Paul Auster, Douglas Copland, João Miguel Couyto Duarte).

    5. Avaliação:

    Avaliação contínua ao longo dos quatro módulos,
    Entrega de um portfolio no final de cada módulo, contendo uma selecção dos trabalhos produzidos em aula.
    Um teste teórico por módulo que consiste na leitura e comentário a um texto sobre as matérias abordadas.
    Ao longo dos quatro módulos os alunos utilizam Diário com acompanhamento semanal/mensal por parte do docente.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Desenho Assistido por Computador (Computer-Aided Drawing)

    DESENHO ASSISTIDO POR COMPUTADOR (COMPUTER-AIDED DRAWING)

    Código: 1608
    Responsável: Ana Luísa Brito dos Santos de Sousa Soares Ló de Almeida
    Outros docentes: Natália Cunha
    Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
    Precedências: Desenho de Comunicação

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 7.5 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais (aplicadas a Projecto): 56 Outras: 21 Total: 105

    2. Objectivos:

    A disciplina de Desenho assistido por computador pretende auxiliar o utilizador, através de software actualizado, na área de representação gráfica, permitindo desenhar, trocar, corrigir alterar o desenho, com um grande rigor técnico. O programa a explorar tentará ser sempre nas versões mais recentes de modo a que os conhecimentos adquiridos tenham um elevado grau de aplicabilidade no campo profissional.

    3. Programa:

    1. Introdução de coordenadas absolutas e relativas;
    2.Comandos de: desenho, visualização, auxiliares de desenho e de manipulação de entidades.
    3.Comandos de texto e cotagem de desenhos.
    4.Gestão do desenho por camadas temáticas (layers), propriedades de layers.
    5.Comandos para alterar as propriedades das entidades e utilização e criação de símbolos repetidos. 6.Preparação de layouts.
    7.Exercícios práticos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Apontamentos e Bibliografia dada ao longo das aulas

    5. Avaliação:

    Teste escrito + trabalhos práticos

    6. Estimativa total de trabalho: 210 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Desenho de Comunicação (Drawing for Communication)

    DESENHO DE COMUNICAÇÃO (DRAWING FOR COMMUNICATION)

    Código: 1676
    Responsável: Maria Cristina da Fonseca Ataíde Castel-Branco
    Outros docentes: Miguel António Navas Cândido
    Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
    Precedências: Desenho

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 8 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais (aplicadas a Projecto): 56 Outras: 28 Total: 112

    2. Objectivos:

    Componente teórica: Desenvolver uma atitude critica pessoal na leitura/interpretação de imagens/objectos artísticos, assim como um suporte linguístico que sustente esse posicionamento. Fomentar o uso do Diário Gráfico tornando visível o envolvimento, as inquietações e a necessidade comunicar gráfica e oralmente a capacidade inventiva.
    Componente prática: aprender a ver e aprender vendo. Desenhar conscientemente a medida das coisas e do espaço/paisagem, assim como a expressão da sua aparência visual/táctil.
    Organizar pessoalmente as percepções, para poder comunicar graficamente o ver e o sentir.
    Desenvolver o discernimento visual e a destreza manual, na tentativa de sincronizar pensamento e registo.

    3. Programa:

    Componente teórica: o que é e onde está o desenho? Leitura e comentário de textos considerados pertinentes na descoberta do “lugar do desenho” e da sua imanência em todas as fases da actividade projectual aplicada.
    Visualização, por meios áudio visuais, livros, reproduções, etc, os trabalhos de autores consagrados. Acompanhamento dos diários gráficos em processo.
    Componente prática; representação gráfica da escala do corpo e da sua relação com a arquitectura e o espaço/paisagem.: o cubo como síntese da arquitectura e o panejamento, como simulacro da paisagem. Interacção cubo/ panejamento, como paradigma do conceito aberto da Arquitectura paisagista.
    Modos de ver, modos de fazer: Exercícios conceptuais de leitura e aplicação de tramas, enquanto sinal gráfico que por repetição, traduz uma superfície e a sua posição espacial.
    Cópia dos mestres: experienciar uma acção decorrente da Leitura/interpretação de uma representação de paisagem.
    Enquadramento, composição e hierarquia da linha (sinal gráfico), como potenciadora das noções de espaço/campo visual e das propriedades essenciais na representação do espaço/paisagem.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • “Form , Space and Vision” (4ª edição), Graham Collier, 1985 Prentice Hal inc.
    • “The Art Of Responsive Drawing”,( 3º edição), Nathan Goldstein, 1984, Prentice Hall inc
    • “Le Corbusier Dessins”,1968, Editions Forces Vives, Geneve.
    • “Arbres”, cabinet de Dessins, Alexandra Fau, Bibliothèque de L’image, 2002.

    Bibliografia Complementar

    • 80 Gravuras de Giorgio Morandi, Fundação Calouste Gulbenkian, Junho 1978.
    • “British Art from 1930”, Waddington Galleries, 1991.
    • “Henry Moore gravuras”, Edição Casa da Cerca C.A.C. Almada, Março 2001

    5. Avaliação:

    Avaliação contínua. Na componente teórica são realizadas dois testes:
    1 - Leitura e comentário escrito a textos distribuídos pelo docente.
    2 - Apreciação e acompanhamento dos Diários Gráficos em progresso.
    São considerados os seguintes parâmetros: nível de aprendizagem, dedicação e evolução. Assiduidade, pontualidade, participação nas aulas e cumprimento dos prazos.
    No final do semestre, entrega de um portfolio contendo uma selecção criteriosa dos exemplos mais significativos do trabalho desenvolvido, organizado cronologicamente, com os enunciados dos exercícios apresentados (tema/objectivos/modo de operar).

    6. Estimativa total de trabalho: 224 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Ecologia (Ecology)

    ECOLOGIA (ECOLOGY)

    Código: 1677
    Responsável: Pedro Aguiar Pinto
    Outros docentes:João Santos Pereira , Miguel Pedro de Freitas Barbosa Mourato, Nuno Renato da Silva Cortez, Manuel Valeriano Madeira, Fernando Girão, Maria da Conceição Caldeira, José Maria Silva Santos e Miguel Bugalho.
    Curso: Todos os cursos de 1º ciclo, excepto Engenharia Alimentar

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Enunciação e estudo dos conceitos básicos da Ecologia numa perspectiva histórica e actual;
    Uma primeira aproximação ao estudo das características e do funcionamento dos
    ecossistemas;
    Integração dos ecossistemas em escalas espaciais mais amplas (paisagem, biomas);
    Análise crítica da interferência humana na dinâmica da biosfera.

    3. Programa:

    Introdução.
    Populações e suas interacções.
    Comunidades e sua dinâmica.
    Os processos ao nível dos ecossistemas: fluxos e balanços de energia.
    Os processos ao nível dos ecossistemas: fluxos biogeoquímicos.
    Biomas da terra e do território português.
    Aplicações da ecologia: modificações globais na biosfera
    Aplicações da ecologia: desenvolvimento sustentável

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Cain, Bowman, Hacker 2011. Ecology (2nd edition). Sinauer Associates

    5. Avaliação:

    1. A obtenção de frequência, i.e., a admissão a exame final, é condicionada pela presença em pelo menos 75% das aulas práticas, e pela apresentação do relatório correspondente.
    2. Nas sessões práticas não presenciais será realizado um trabalho de pesquisa (em grupo) sobre um tema a distribuir na primeira aula cuja relatório escrito terá o peso de 20% no resultado final.
    3. O exame final escrito é eliminatório e incidirá sobre toda a matéria dada (aulas teóricas e aulas práticas) e terá o peso de 80%.
    4. Os alunos que já tenham obtido frequência ou que tenham o estatuto de trabalhadores-estudantes realizarão individualmente o trabalho referido em 2 (devendo contactar atempadamente o docente da UC para atribuição do tema). Exceptuam-se os alunos que já tenham realizado com aproveitamento este trabalho nos últimos dois anos, caso em que será contada a classificação então obtida, com a ponderação referida em 2.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

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    Economia (Economics)

    ECONOMIA (ECONOMICS)

    Código: 1678
    Responsável: Raúl da Fonseca Fernandes Jorge
    Outros docentes: Manuel Belo Moreira, Maria Filomena Ramos Duarte e Ana Maria Contente Novais
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar; Engenharia do Ambiente; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais; Engenharia Zootécnica
    Precedências: Organização da Produção Agrícola e Pecuária (Eng. Agronómica)/ Introdução em Engenharia Alimentar (Eng. Alimentar) / Ambiente, Recursos e Sociedade (Eng. Ambiente) / Introdução às Ciências Florestais (Eng. Florestal e dos Recursos Naturais) / Morfologia, Aptidão e Comportamento Animal (Eng. Zootécnica)

    Ano Curricular: 2º / 3º- Eng.ª do Ambiente Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Proporcionar aos formandos uma sólida formação nos princípios básicos da economia, que lhes permita aplicá-los na análise económica de um vasto leque de problemas associados à produção agrícola, alimentar e à gestão dos recursos naturais:
    - Decisões individuais dos produtores e consumidores
    - Organização e desempenho da economia
    - Efeitos das políticas de mercado e macroeconómicas

    3. Programa:

    Introdução à Economia: escassez, custos de oportunidade e escolha; microeconomia versus macroeconomia; questões típicas da economia; problemas económicos da agricultura, do sector agro-alimentar e da gestão dos recursos naturais.
    Economia da procura: utilidade, escolha do consumidor e função procura; determinantes e elasticidade da procura.
    Economia da Oferta: a decisão do produtor e a função oferta; determinantes e elasticidade da oferta.
    Mercados e formação dos preços: curvas da oferta e da procura de mercado; equilíbrio de mercado em concorrência perfeita; outras estruturas de mercado; comércio internacional.
    Políticas de Mercado: objectivos, instrumentos e impactes das políticas de mercado na agricultura; introdução à Política Agrícola Comum.
    Introdução à macroeconomia: objectivos macroeconómicos; o circuito económico; o apuramento do Produto Interno Bruto (PIB); índices de preços, PIB nominal e real; o PIB como um indicador do desempenho da economia nacional; rendimento de equilíbrio; oo papel das políticas públicas, efeito multiplicador.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Paul Krugman e Robin Wells, Introdução à Economia, 3ª Reimpressão, Elsevier, Brasil, 2007

    Bibliografia Complementar

    • Seitz, W., Nelson, G., Halcrow, H. (2002) Economics of Resources, Agriculture and Food. Second edition,. New York, McGraw-Hill Higher Education.

    5. Avaliação:

    A avaliação de conhecimentos assenta, fundamentalmente, em duas componentes:
    1. a participação nas aulas através da realização de exercícios de aplicação; e
    2. um exame final escrito envolvendo toda a matéria da disciplina

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Organização da Unidade Curricular
    Programa
    Bibliografia e Material de Apoio
    Método de Avaliação
    Plano das Aulas Teóricas

    Apresentações

    Avaliação


    Energia e Ambiente (Environment and Energy)

    ENERGIA E AMBIENTE (ENVIRONMENT AND ENERGY)

    Código: 1680
    Responsável: Olívio Godinho Patrício
    Outros docentes: Elizabeth da Costa Neves Fernandes d'Almeida Duarte e Cláudia Saramago de Carvalho Marques dos Santos Cordovil
    Curso: 1º ciclo – Engenharia do Ambiente
    Precedências: Física II

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    - Proporcionar ao aluno uma visão global sobre energia, analisando-a a partir das fontes primárias e secundárias;
    - Transmitir ao aluno conhecimentos sobre materiais, equipamentos e sistemas que lhe permitam compreender os processos de produção/conversão da energia a partir de resíduos, dos biocombustíveis e da biomassa de modo a minimizar os efeitos nefastos para o ambiente e diminuir a nossa dependência energética;
    - Contribuir para a compreensão do funcionamento de diversas instalações de produção/conversão de energias renováveis, não renováveis, alternativas energéticas e as suas interacções com o meio ambiente;
    - Contribuir para o desenvolvimento de acções directa ou indirectamente relacionadas com o consumo e produção de energia de modo a melhorar a nossa eficiência energética e diminuir os impactos ambientais

    3. Programa:

    1 – Conceitos gerais de energia, unidades e equivalências energéticas
    1.1- Fontes e formas de energia
    1.2- Processos de conversão de energia
    2 – A integração das energias renováveis para a minimização dos impactes ambientais nas actividades urbanas, agrícolas, florestais e industriais
    3 – Estratégias Nacionais e Implementação da Directiva “Energias Renováveis”
    4 – Caracterização dos resíduos e biomassa, valorizáveis para fins energéticos
    5 – Tecnologias de produção/conversão de energias primárias
    6 – Processos de transformação e utilização da energia da biomassa: processos biológicos e processos químicos, bioquímicos, físicos e físico-químicos
    6.1 - Pirólise
    6.2 - Gaseificação
    7 – Biocombustíveis
    7.1 - Biodiesel, Biometanol, Bioetanol e Biogás
    8 – Eficiência energética da obtenção de bio-energias. Tratamento e valorização dos subprodutos resultantes da obtenção de bioenergias
    9 – Tecnologias de produção/conversão de energias secundárias
    10 – Aspectos ambientais e económicos da produção de energias renováveis
    11 – Sistemas integrados de produção de energias em regimes sustentáveis. Estudo de casos.
    12 – Energia solar
    12.1 - Energia solar térmica
    12.2 - Energia solar fotovoltaica
    12.3 - Energia solar passiva
    12.4 - Energia solar eléctrica
    13 – Energia eólica
    14 – Energia geotérmica
    15 – Mini-hidrícas
    16 – Cogeração e trigeração
    17 – Eficiência energética. Considerações gerais sobre a produção de energia em regime especial
    18 – Energia dos oceanos
    19 – Energia nuclear
    20 – Considerações finais sobre energia

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Cordovil, C., Elementos de apoio à disciplina de Energia e Ambiente, Serviço de Reprografia do ISA, 2010.
    • Duarte, E., Elementos de apoio à disciplina de Energia e Ambiente, Serviço de Reprografia do ISA, 2010.
    • Patrício, O., Elementos de apoio à disciplina de Energia e Ambiente, Serviço de Reprografia do ISA, 2010.

    Bibliografia Complementar

    • Collares Pereira, M., Energias Renováveis, a Opção Inadiável, SPES, 1998.
    • Hinrichs, R. e Kleinback, M., Energia e Meio Ambiente, Thomson, 2004.

    5. Avaliação:

    A avaliação compreende dois testes escritos e um trabalho de pesquisa sobre um tema proposto.
    Os alunos serão dispensados da avaliação final se, na média aritmética da avaliação, tiverem obtido classificação igual ou superior a 10 valores.
    Terão de fazer exame final os alunos que em qualquer momento da avaliação tenham obtido nota inferior a 8 valores em 20 valores.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Estágio - Engenharia Alimentar (Project - Food Science and Engineering)

    ESTÁGIO (PROJECT)

    Código: 1626
    Responsável: Maria Adélia da Silva Santos Ferreira
    Outros docentes: todos os anos terão docentes diferentes a acompanhar o estágio, dependendo da área tecnológica e do acordo com os alunos.
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Alimentar
    Precedências: a decidir pelo Conselho Pedagógico

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Outras: 84 Total: 84

    2. Objectivos:

    Gerais:
    Estagiar numa unidade industrial, laboratorial ou de serviços,
    Conhecer a actividade normal de uma empresa,
    Sistematizar conhecimentos.

    Específicos:
    Registar uma experiência,
    Desenvolver capacidades analíticas e críticas,
    Sintetizar e relatar por escrito,
    Apresentar oralmente.

    3. Programa:

    A permanência na unidade industrial, laboratorial ou de serviços durante o mês de Maio consistirá no acompanhamento de todas as suas actividades de modo a registar o seu funcionamento durante o horário normal de funcionamento.
    Adequando a cada empresa específica, o registo das observações deverá dar atenção aos seguintes aspectos:
    i) Organização da Unidade (organigrama de decisão);
    ii) Organização da Produção: “Lay out” da unidade, circuito principal de produção e os circuitos paralelos de unidades de apoio;
    iii) Gestão da Qualidade e Segurança ao longo do processo;
    iv) Gestão Ambiental;
    v) Política e Estratégia Comercial;
    vi) Elaboração do relatório.

    4. Bibliografia:

    A fornecer pelo docente de acompanhamento do projecto específico

    5. Avaliação:

    O estágio será avaliado: i) pelo relatório escrito e ii) pela apresentação oral e discussão do projecto de estágio, quanto à sua adequação, clareza, rigor, síntese, integração na empresa e qualidade.
    O júri será constituído pelo Coordenador do Módulo e pelo Professor que acompanhou o projecto de acordo com a área específica da Engenharia Alimentar em que se insere o estágio.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012


    Estágio - Engenharia do Ambiente (Project - Environmental Engineering)

    Estágio (PROJECT)

    Código: 1627
    Responsável: Cláudia Saramago de Carvalho Marques dos Santos Cordovil
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo – Engenharia do Ambiente
    Precedências: 1º ano completo e 105 ECTS

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Outras: 84 Total: 84

    2. Objectivos:

    - Complementar a formação eminentemente teórica e teórico/prática ministrada aos alunos no ISA com uma formação de carácter prático, através da sua participação e/ou acompanhamento de actividades de carácter técnico ou científico desenvolvidas por entidades (públicas ou privadas) em áreas do conhecimento relevantes no do domínio da Engenharia do Ambiente.
    - Permitir aos alunos estagiários rever e aprofundar os conhecimentos adquiridos na escola num ambiente e num contexto profissional.
    - Sensibilizar os alunos relativamente á importância do trabalho em equipa e desenvolver-lhes o sentido da responsabilidade e a capacidade de de integração em equipas de trabalho.

    3. Programa:

    O programa do estágio de curta de duração (1 mês) a realizar, sendo dependente do tipo de actividades a desenvolver pelo aluno, é definido, caso a caso, pela entidade de acolhimento do estagiário e desenvolvido após aprovação do mesmo pelo professor responsável pela unidade curricular Estágio.

    4. Bibliografia:

    A fornecer pelo Docente de acompanhamento do projecto específico.

    5. Avaliação:

    A avaliação é feita com base na informação prestada pelo supervisor do estágio na entidade de acolhimento e na classificação obtida pelo aluno na apresentação e discussão do relatório de estágio elaborado por este.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Estágio - Engenharia Zootécnica (Project - Animal Production Engineering)

    Estágio (PROJECT)

    Código: 1628
    Responsável: Maria Madalena dos Santos Lordelo
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
    Precedências: 1º ano completo e 105 ECTS

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Outras: 84 Total: 84

    2. Objectivos:

    Os estágios ao serem realizados em explorações pecuárias ou indústrias do sector públicas ou privadas, têm como grande objectivo permitir aos alunos contactar com as técnicas de maneio e com o funcionamento global das explorações ou das indústrias ligadas ao sector pecuário.

    3. Programa:

    O programa desta disciplina é dividida em 3 semanas. Duas das quais o aluno permanece numa exploração de produção animal, numa fábrica de rações ou num centro de abate e executa as funções diárias de modo a interagir com todo o processo da respectiva exploração ou indústria. A terceira semana é dedicada à execução de um documento escrito sobre o seu estágio e à preparação de uma apresentação oral sobre o mesmo.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • A definir por acordo com o coordenador.

    5. Avaliação:

    Avaliação tem como critérios:
    1) empenho de cada aluno no trabalho a realizar na respectiva exploração
    2) elaboração de um documento escrito
    3) apresentação oral sobre o respectivo estágio.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Estatística (Statistics)

    ESTATÍSTICA (STATISTICS)

    Código: 1682
    Responsável: Maria Manuela Costa Neves Figueiredo
    Outros docentes: Fernanda Maria dos Reis Torroaes Valente, Maria João Teixeira Martins e Marta Guerreiro Duarte Mesquita de Oliveira
    Curso: Todos os cursos de 1º ciclo, excepto Arquitectura Paisagista; 2º ciclo – Arquitectura Paisagista
    Precedências: Análise Matemática

    Ano Curricular: 2º (1º ciclos); 1º (AP) Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: (cursos de 1º ciclo, excepto Arquitectura Paisagista;
    Optativa:(2º Ciclo - Arquitectura Paisagista)


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Aprender os principais conceitos e métodos de resumo e interpretação de dados.
    Conhecer os principais modelos probabilísticos necessários à inferência estatística clássica
    Formular intervalos de confiança e testes de hipóteses dos principais parâmetros populacionais. Iniciação ao software estatístico R.

    3. Programa:

    Teoria da Probabilidade. Noções básicas. Propriedades da probabilidade. Variáveis aleatórias. Parâmetros das variáveis aleatórias. Função geradora de momentos. Principais distribuições discretas. Principais distribuições contínuas.
    Estatística Descritiva a uma e duas dimensões: objectivos e principais métodos. A regressão linear simples.
    Breve introdução à Inferência Estatística. Introdução aos intervalos de confiança e testes de hipóteses.
    Introdução ao software estatístico R.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Dagnielie, P. (1985) Estatística: Teoria e métodos. (2 volumes). Europa-América.
    • Murteira, B. (1993). Análise exploratória de dados. Estatística Descritiva. Mc Graw Hill.
    • Murteira, B.,Ribeiro, C.S., Silva, J.A. e Pimenta C. (2007). Introdução à Estatística. Mc Graw Hill.
    • Neves, M. (2009). Introdução à Estatística e Probabilidades. Folhas de apoio disponíveis na página Web.

    Bibliografia Complementar

    • Bhattacharyya, G. e Johnson, R. (1988), Statistical Concepts and Methods , John Wiley.
    • Daniel, W. (1991). Biostatistics: A Foundation for analysis in the Health Sciences. John Wiley.
    • Pestana, D.D. e Velosa, S.F. (2008). Introdução à Probabilidade e à Estatística. Fundação Calouste Gulbenkian.
    • Zar, J. (1996). Biostatistical Analysis. Prentice-Hall

    5. Avaliação:

    Por exame final e mini questionários realizados nas aulas práticas. Oral facultativa para alunos com nota final superior a 16 valores. Em caso de não comparência à oral a nota final será 16 valores.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Fenómenos de Transferência de Massa e Energia (Mass and Energy Transport Phenomena )

    FENÓMENOS DE TRANSFERÊNCIA DE MASSA E ENERGIA (MASS AND ENERGY TRANSPORT PHENOMENA)

    Código: 1685
    Responsável: Helena Margarida Nunes Pereira
    Outros docentes: Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
    Curso: 1º Ciclo - Engenharia Alimentar
    Precedências: Física II

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 56 Práticas-Laboratoriais: 14 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Compreensão dos conceitos básicos dos fenómenos de transferência de massa e de energia, e sua aplicação a casos concretos da engenharia alimentar.

    3. Programa:

    Balanços de massas em processos sem e com reacção química. Introdução ao conceito geral de transferência: leis fundamentais. Transferência de massa em estado estacionário por difusão: difusão nas fases gasosa, líquida e em sólidos. Transferência de massa através de uma fronteira de fase com reacção química ou bioquímica; transferência de massa em reactores biológicos (em fermentações e em sistemas com biocatalisadores imobilizados). Compreensão do conceito de equilíbrio entre fases e sua aplicação a operações de extracção.
    Transferência de calor: princípios da transferência de calor em estado estacionário; mecanismos de transferência de calor (condução, convecção natural e forçada e radiação). Transferência de calor em estado não estacionário: condução em estado não estacionário através de corpos de diferentes geometrias; aquecimento e arrefecimento de materiais biológicos. Balanços de energia aplicados a fluxogramas industriais.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Bayazitoglu, Y., Ozisik, M.N. (1988), Elements of Heat Transfer, McGraw-Hill International Editions, New York.
    • Coulson, J.M. & J.F. Richardson, (1977) Tecnologia Química. Vol. I. Fluxo de fluidos, transferência de calor e transferência de massa", 3" edição, Fundação Calouste Gulbenkian.
    • Ferreira-Dias, S., Miranda, I, Pereira, H. (2003/2004), Balanços de Massa: Fundamentos Teóricos e Alguns Problemas de Aplicação, Texto de apoio da disciplina de Fenómenos de Transferência I, ISA/UTL, pp. 70, Lisboa.

    Bibliografia Complementar

    • Geankoplis, C.J. (1986), Transport Processes and Unit Operations, 3ª Edição, Prentice-Hall International, Inc.

    5. Avaliação:

    Dois testes ou exame final (80% da nota final) e Relatório de Trabalho Laboratorial (20% da nota final). Para obter aprovação na disciplina é necessária a nota mínima de 9,5 valores tanto no exame como no trabalho laboratorial.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Física I (Physics I)

    FÍSICA I (PHYSICS I)

    Código: 1687
    Responsável: António Marcelino Palma de Borja Serafim
    Outros docentes: Isabel Maria Cerqueira Lopes Alves, José Luís Monteiro Teixeira, Maria do Rosário da Conceição Cameira, Olívio Godinho Patrício, Paulo Guilherme Martins de Melo Matias, Pedro Manuel Leão Rodrigues de Sousa e Rui Marçal Campos Fernando
    Curso: Todos os cursos de 1º ciclo

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 18 Teórico-Práticas: 37 Práticas: 15 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Consolidar conhecimentos do ensino secundário em matérias relevantes para os cursos do ISA, designadamente em temas de mecânica.
    Preparar os alunos em temas seleccionados de mecânica de fluidos, adaptados às licenciaturas do ISA e em consonância com o que é prática habitual a nível internacional no 1º ano de cursos de engenharias de bio-sistemas ou afins.
    Para além dos conhecimentos adquiridos e não menos importante: treinar o raciocínio lógico, promover o desenvolvimento da capacidade de quantificar/equacionar e a compreensão elementar dos processos em física.

    3. Programa:

    MÓDULO I - Mecânica
    0. Unidades e grandezas físicas. Sistemas. Notação. Conversões. Análise dimensional.
    1. Operações com vectores
    2. Equilíbrio de uma partícula e de um corpo rígido. Leis de Newton. Equilíbrio translaccional. Forças e coeficientes de atrito. Equilíbrio rotacional. Momentos.
    3. Cinemática. Equações do movimento.
    4. Dinâmica. Discussão da 2ª lei de Newton. Gravitação. Sistemas inerciais de referência; forças não inerciais.
    5. Movimento no plano. Trajectória de um projéctil. Movimento circular. Aceleração tangencial e normal. Força centrípeta. Movimentos circulares. Velocidade e aceleração angulares.
    6. Trabalho e energia. Energia cinética e potencial. Conservação da energia mecânica total. Forças conservativas e dissipativas. Potência.
    7. Impulso e quantidade de movimento. Conservação da quantidade de movimento. Colisões.

    MÓDULO II - Elasticidade, Mecânica de Fluidos
    1. Elasticidade. Tensão de tracção, de compressão e de cisalhamento. Variação da pressão hidrostática. Deformações. Lei de Hooke. Módulos de elasticidade.
    2. Hidrostática. Princípio fundamental. Lei de Pascal. Medidores de pressão. Impulsão. Tensão superficial e capilaridade.
    3. Hidrodinâmica. Princípio da continuidade. Teorema de Bernoulli. Viscosidade. Lei de Poiseuille. Nº de Reynolds. Lei de Stokes.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Young, H. D. & Freedman R. A. 2003. Sears e Zemansky fÍsica. Addison Wesley, 12ª ed., São Paulo. ISBN: Vol. I: 978-85-88639-30-0, Vol II: 978-85-88639-33-1
    • Apontamentos aulas e notas do professor.

    Bibliografia Complementar

    • Cutnell, J.; Johnson, K.W. (1989). Physics. John Wiley & Sons eds., New York.
    • Halliday; Resnick (1989). Fundamentals of Physics. John Wiley & Sons eds., 2ª ed., New York.
    • Marion, J.B. (1980). Physics and the Physical Universe. John Wiley & Sons eds., 3ª ed., New York.
    • Mc Kelvey, J.P.; Grotch, H.(1978). Física. Ed. Harper & Row do Brasil, 2ª ed.(1982), S. Paulo, Vol.1 e 2.

    5. Avaliação:

    Há duas opções: avaliação contínua ou exame final. A avaliação contínua requer a realização de dois testes por módulo. No final de cada módulo há um teste abrangendo toda a matéria desse módulo.
    Os alunos obtêm frequência pela presença em 75% das aulas ou por uma classificação mínima de 6 valores (média em cada módulo).
    A classificação é feita por média ponderada dos testes parcelares obrigatórios (33%) e testes finais (67%).
    A classificação na disciplina é a média dos 2 módulos e a classificação mínima para obter aprovação é de 8 valores em cada módulo e 10 valores de média.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Física II (Physics II)

    FÍSICA II (PHYSICS II)

    Código: 1688
    Responsável: Maria Isabel Freire Ribeiro Ferreira
    Outros docentes: Isabel Maria Cerqueira Lopes Alves, António Marcelino Palma de Borja Serafim, José Paulo Mourão de Melo e Abreu, Olívio Godinho Patrício, Maria do Rosário da Conceição Cameira, Jorge Manuel Martins Soares David e Maria Teresa Gomes Afonso do Paço
    Curso: Todos os cursos de 1º ciclo, excepto Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 18 Teórico-Práticas: 37 Práticas/Laboratoriais: 15 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Consolidar conhecimentos do ensino secundário em matérias relevantes para os cursos do ISA, designadamente em temas de calor.
    Preparar os alunos em temas seleccionados de termodinâmca e transferências de calor e massa, adaptados às licenciaturas do ISA e em consonância com o que é prática habitual a nível internacional no 1º ano de cursos de engenharias de bio-sistemas ou afins.
    Para além dos conhecimentos adquiridos e não menos importante: treinar o raciocínio lógico, promover o desenvolvimento da capacidade de quantificar/equacionar e a compreensão elementar dos processos em física.

    3. Programa:

    MÓDULO III – Calor
    1. Temperatura e dilatação. Equilíbrio térmico. Expansão térmica.
    2. Calorimetria. Capacidades caloríficas. Calor latente.
    3. Transferência de energia. Condução térmica. Convecção. Radiação. Leis de Stefan-Boltzmann, Planck e Wien.
    4. Propriedades térmicas da matéria. Superfícies pVT para gás perfeito e substância real. Pressão parcial e saturante do vapor de água. Humidade atmosférica.
    5. Termodinâmica. 1ª lei. Trabalho e calor num ciclo. Rendimento. Equações de estado adiabáticas. Ciclo de Carnot. 2ª lei. Reversibilidade e entropia.

    MÓDULO IV – Fluxos e gradientes. Equações simples de transporte. Balanços de massa e energia.
    1. Fluxo de massa em meios contínuos. Concentração, gradiente. Misturas de substâncias: difusão molecular, lei de Fick, difusão com convecção.
    2. Analogia entre transporte de várias entidades. Equação geral de transporte. Relação fluxo-gradiente em regime estacionário. Resistência e condutância.
    3. Movimento da água num meio poroso (solo). Potencial de água. Transporte de solutos num meio poroso por difusão e convecção. Tortuosidade.
    4. Transporte de água entre as raízes e a atmosfera; aplicação do conceito de fluxos e resistências no continuum SPA. Fluxo hidráulico ascendente nas plantas.
    5. Balanços de energia e massa. Conservação de energia e massa. Volume de controlo e condições de fronteira. Fontes e sumidouros. Afluência e efluência.
    6. Balanços de massa. Acumulação de massa e variação da concentração mássica numa mistura. Exemplos de aplicação: balanço de água em superfícies e volumes naturais, em várias escalas espaciais e temporais.
    7. Balanço de energia. Balanço de radiação e partição de energia. Exemplos de aplicação em superfícies e volumes naturais. Acumulação de calor no volume de controlo e variação da temperatura numa mistura.
    8. Equipamentos e casos-estudo.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Modulo III: Young, H. D. & Freedman R. A. 2003. Sears e Zemansky fÍsica. Addison Wesley, 12ª ed., São Paulo. ISBN: Vol II: 978-85-88639-33-1
    • Modulo IV: Apontamentos aulas (Power point) e outras notas do professor.

    Bibliografia Complementar

    • Cutnell, J.; Johnson, K.W. (1989). Physics. John Wiley & Sons eds., New York.
    • Halliday; Resnick (1989). Fundamentals of Physics. John Wiley & Sons eds., 2ª ed., New York.
    • Marion, J.B. (1980). Physics and the Physical Universe. John Wiley & Sons eds., 3ª ed., New York.
    • Mc Kelvey, J.P.; Grotch, H.(1978). Física. Ed. Harper & Row do Brasil, 2ª ed.(1982), S. Paulo, Vol. 2.
    • MONTEITH, J.L.; UNSWORTH, M.H. (1973). Environmental Physics, Edward Arnold, 2ª ed.(1990), Londres.

    5. Avaliação:

    Há duas opções: avaliação contínua ou exame final. A avaliação contínua requer a realização de dois testes por módulo. No final de cada módulo há um teste abrangendo toda a matéria desse módulo.
    Os alunos obtêm frequência pela presença em 75% das aulas ou por uma classificação mínima de 6 valores (média em cada módulo).
    A classificação é feita por média ponderada dos testes parcelares obrigatórios (33%) e testes finais (67%).
    A classificação na disciplina é a média dos 2 módulos e a classificação mínima para obter aprovação é de 8 valores em cada módulo e 10 valores de média.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

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    Fisiologia Animal (Animal Physiology)

    FISIOLOGIA ANIMAL (ANIMAL PHYSIOLOGY)

    Código: 1689
    Responsável: Teresa de Jesus da Silva Matos
    Outros docentes: Maria Madalena dos Santos Lordelo
    Curso: 1º ciclo - Biologia
    Precedências: Bioquímica

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 8 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 28 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 28 Total: 112

    2. Objectivos:

    Pretende-se que o aluno: i) compreenda e conheça os mecanismos fisiológicos fundamentais para a vida animal nos seus distintos níveis; ii) compare os sistemas utilizados nas distintas espécies (vertebrados e invertebrados) para a sua adequação ao meio ambiente; iii) explore o conhecimento da contribuição dos diferentes sistemas de órgãos para a manutenção da constância do ambiente interno; iv) proceda à abordagem das alterações dos processos fisiológicos em situação de doença e, v) adquira experiência laboratorial básica em fisiologia mediante manipulação de animais de laboratório e jogos interactivos.

    3. Programa:

    MÓDULO I - Calor
    - Regulação e Manutenção. Aparelho circulatório: Sangue, Coração e Circulação e regulação periférica. Sistema linfático. Aparelho respiratório. Aparelho digestivo: Nutrição, metabolismo e Regulação da temperatura. Aparelho urinário: Água, Electrólitos e Equílibrio ácido-base. Particularidades fisiológicas das aves.
    - Reprodução. Sistema reprodutor. Particularidades fisiológicas das aves: Aparelho reprodutor e embriologia.
    - Suporte e movimento. Niveis de organização do organismo animal, características essenciais da vida e homeostase. Tecidos constituintes do organismo animal. Sistema tegumentar. Sistema esquelético e homeostasia do cálcio. Fisiologia do sistema muscular.
    - Sistemas de integração e controlo. Organização funcional do sistema nervoso e integração das funções do sistema nervoso. Os sentidos especiais. Sistema nervoso autónomo. Organização funcional do sistema endócrino e Glândulas endócrinas. Especificidades nos animais invertebrados.
    - Manipulação de animais de laboratório. Técnicas de contenção e manipulação de animais de laboratório. Maneio dos animais. Recolha de sangue e urina. Controlo do desenvolvimento animal. Necrópsia, observação dos sistemas e identificação dos principais orgãos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Seeley, R.R.; Stephens, T.D. & Tate, P. 2005. Anatomia e fisiologia. Lusociência, 6ª Ed. (Mcgraw-Hill Higher Education, edição original), Portugal.
    • Schmidt-Nielsen, K. 2002. Animal physiology, adaptation and environment. Cambridge University Press. 5ª ed. USA.
    • Eckert. 2002. Animal physiology, mechanisms and adaptations. Ed.: D. Randall; W. Burggren; K. French. W. H. Freeman and Company, New York, USA.

    Bibliografia Complementar

    • Stabler, T. & Zao, P. 2000. Physio Ex IV – CD- Rom: Laboratory simulations in physiology. Benjamin Cummings, New York, USA.

    5. Avaliação:

    Aprovação à disciplina para classificação final de 10 valores na avaliação contínua ou após realização de exame. Funcionamento em 5 módulos. Inclui:
    - Realização de dois seminários e uma sessão de posters
    - Apresentação de resumos escritos
    - Realização de dois testes

    6. Estimativa total de trabalho: 224 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Fisiologia Vegetal (Plant Physiology)

    FISIOLOGIA VEGETAL (PLANT PHYSIOLOGY)

    Código: 1690
    Responsável: Ricardo Manuel Seixas Boavida Ferreira
    Outros docentes: João Manuel Dias dos Santos Pereira, Amarilis Paula Alberti de Varennes e Mendonça, Sara Barros Queiroz Amâncio, Maria da Glória Calado Inglês Esquível, Maria Manuela Chaves, Luísa Carvalho e Filipe Costa e Silva
    Curso: 1º ciclo - Biologia
    Precedências: Bioquímica

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 8 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 28 Total: 112

    2. Objectivos:

    É a ciência que estuda o funcionamento das plantas.
    Explica como as plantas são capazes de crescer a partir da luz e moléculas inorgânicas (C, N, P etc), sintetizando moléculas orgânicas e construindo tecidos e órgãos. Explica também como, seguindo um programa de desenvolvimento endógeno, se reproduzem e adaptam ao ambiente.

    3. Programa:

    Introdução: o funcionamento das plantas e as interacções com o ambiente
    Absorção e transporte da água na planta - Relações hídricas, balanço hídrico da planta.
    Absorção e movimentação dos solutos na planta.
    Translocação floémica. Factores que afectam a translocação. Noção de “source” e “sink”.
    Fotossíntese: Reacções fotoquímicas da fotossíntese e reacções de assimilação do dióxido de carbono. Metabolismo fotossintético. Fotofosforilação não-cíclica, cíclica e acíclica. Rubisco.
    Plantas C3, plantas C4 e plantas CAM. Fotorrespiração.
    Exportação de fotoassimilados e acumulação em órgãos de reserva.
    Limitações metabólicas e ambientais à produção vegetal.
    Respiração nas plantas. O ciclo do glioxilato. As vias alternativas de transporte de electrões dos mitocôndrios vegetais.
    Energética da respiração e da fotossíntese.
    Metabolismo do azoto e do enxofre.
    Desenvolvimento das plantas.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    FUNDAMENTOS DE FISIOLOGIA VEGETAL J. Azcón-Bieto e Manuel Talón (eds.). McGraw-Hill Interamericana. 2000
    PLANT PHYSIOLOGY L. Taiz e E. Zeiger. Sinauer Associates, Inc., Publishers. 4rd edition. 2006 (ou 2002 3rd ed).

    Bibliografia Complementar
    Cópias dis diapositivos apresentados durante as aulas.
    Textos de apoio fornecidos pelos docentes.
    Artigos científicos a serem fornecidos pelos professores.

    5. Avaliação:

    As matérias que constam do Programa serão apresentadas nas aulas teóricas, sendo alguns dos temas retomados nas aulas práticas.
    O aproveitamento relativo à frequência da disciplina, traduzido na condição de ADMITIDO, resultará da presença a, pelo menos, 90% das aulas, da apresentação de um relatório (por grupo) referente a cada trabalho prático entregue na aula seguinte, questionários no início das aulas práticas e à apresentação e discussão de um trabalho de grupo, sobre um tema a escolher.
    A avaliação contínua, resultante da participação nas aulas, relatórios apresentados, questionários e apresentação e discussão de um trabalho, contribuirá com um peso de 50% para a classificação final.
    O exame final contribuirá com um peso de 50% para a nota final.

    6. Estimativa total de trabalho: 224 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    AULAS TEÓRICAS

    Aulas T1 + T2

    Aulas T3 a T6
    Aula T7
    Aula T8
    Aula T9
    Aula T10
    Aula T11


    Aula T12+T13

    Aula 14 a 19


    Aula T24 - textos de apoio


    AULAS PRÁTICAS



    Genética (Genetics)

    GENÉTICA (GENETICS)

    Código: 1691
    Responsável: João Manuel Neves Martins
    Outros docentes: Maria Margarida Cabrita Xavier Delgado, Helena Sofia de Henriques Lebre de Campos Pereira, Elsa Félix Gonçalves e Victor Alves (FMV)
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
    Precedências: Biologia Celular e Microbiologia

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Para além dos conceitos básicos da genética, no fim do curso os alunos deverão conhecer o significado metodológico das técnicas mais usadas, serem capazes de equacionar e prever parâmetros por avaliações genéticas simples, definir objectivos e critérios no desenvolvimento de programas de selecção, determinar o progresso genético de uma população no tempo, estabelecer programas para a minimização de perda de genes em pequenas populações amostrais.

    3. Programa:

    Introdução
    Postulados de Mendel. Raças puras, hibridismo. Teorias alélica, e da segregação independente (Meiose). Dominância, homozigocidade (linhas puras) e heterozigocidade (heterosis). Fenótipo, genótipo e ambiente com suas interacções. Binómio de Newton, triângulo de Pascal e Probabilidades de eventos. Intervalo de confiança. Codominância, genótipos letais, alelos múltiplos, epistasia. Características ligadas, influenciadas e limitadas ao sexo. Ligamento dos genes, entrecruzamento (crossing-over) e recombinação, mapa genético. Teste do Χ² (qui-quadrado). A genética das bactérias e seus virus

    Do DNA ao Fenótipo
    Interação génica com a penetrância e expressividade; O DNA, sua estrutura e replicação; Transcrição e processamento dos RNAs; Proteínas e sua síntese; Regulação da expressão génica em bactérias e vírus; Regulação da expressão génica em eucariotas; Controlo génico do desenvolvimento. Genomas e genómica.

    Mutação, Variação e Evolução
    Genoma dinâmico (transposões); Mutações, reparações e recombinação; Alterações numéricas e estruturais de cromossomas (erros na disjunção meiótica).

    Genética de Populações
    Condições de equilíbrio de Hardy-Weinberg;
    Factores de evolução: (i) Migração. (ii) Mutações (única, recorrente e recorrente reversível). (iii) Selecção e evolução das frequências génicas e genotípicas. Equilíbrio entre mutação e selecção. (iv) Deriva genética. Distribuição binomial da probabilidade das frequências génicas. Média e variância na 1ª geração e na geração t. Fases dispersiva, plana e de fixação. Taxa de fixação e evolução das frequências genotípicas. Consequências da deriva; (v) Endogamia. Coeficiente de parentesco e coeficiente de endogamia. Endogamia na 1ª geração e na geração t. Variância das frequências génicas em função de Ft. Evolução de F e das frequências genotípicas ao longo das gerações. Tamanho efectivo da população. Endogamia como consequência de cruzamentos selectivos (genealogias).

    Genética Quantitativa
    Natureza e determinismo das características quantitativas. Quantificação da variabilidade. Desvio ambiental. Controlo dos desvios ambientais. Heritabilidade em sentido lato.
    Efeito médio, efeito de substituição e valor reprodutivo. Desvio dominante. Desvio da interacção. Formulação da previsão do ganho de selecção e as relações de variância fenotípica/genotípica e aditiva.
    Heritabilidade genotípica (sentido lato) e aditiva (sentido restricto). Cálculo da heritabilidade, mediante estimativa de VE em populações uniformes, em famílias F2, com base nas relações entre parentes. Medidas para obter altas estimativas da heritabilidade. Resposta à selecção. Resposta em populações de fecundação cruzada e de clones ou de linhas puras. Medidas para obter altas estimativas do ganho. Aproveitamento da variabilidade devida à dominância. Endogamia e exogamia. Mudança dos valores médios. Depressão endogâmica (efeito da selecção). Heterosis (cruzamentos simples). Mudanças das variâncias. Redistribuição das variâncias genética e ambiental (uniformidade das linhas consanguíneas). Variâncias entre cruzamentos (aptidões combinatórias, geral e específica).

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Griffiths A.J.F., Wessler S.R., Lewontin R.C., Carroll S.B. (2009) Introdução à Análise Genética. (9ª Edição) Ed. Guanabara Koogan. [ISBN: 13: 978-85-277-1497-6]
    • Falconer D.S. (1985) Introdução à Genética Quantitativa. (2ª Edição traduzida). [Policopiado]
    • Martins A. (1980) – Apontamentos de Genética de Populações. ISA, Lisboa.
    • Martins A. (1986) - Apontamentos de Genética Quantitativa. ISA, Lisboa.
    • Neves Martins J. (2008) – Exercícios de Genética. ISA, Lisboa.

    Bibliografia Complementar

    • Griffiths A.J.F., Wessler S.R., Lewontin R.C., Carroll S.B. (2008) Introduction to Genetic Analysis (9thEd.) W.H.Freeman & Cª. London & NY [ISBN: 978-0-716-76887-6]
    • Klug W.S., Cummings M.R., Spencer C., Palladino M.A. (2009) Concepts of Genetics (9th Ed.). Pearson Ed. Inc.
    • Falconer D.S., Mackay T.F.C. (1996) Introduction to Quantitative Genetics. 4th Ed. Longman [ISBN: 9780582243026]
    • Kinghorn J., Werf Van der, & Ryan M. (2001) Animal Breeding. Use of New Technologies. Twynam Press.
    • Martins A. (1993) Heritabilidade e ganho de selecção em populações de propagação vegetativa e de reprodução sexuada. ISA, Lisboa.

    5. Avaliação:

    Obtenção de Frequência: Só serão admitidos a exame final os alunos que tiverem frequência a 75% de todas as aulas. Define-se como frequência às aulas a presença em pelo menos 2/3 das aulas apresentas.

    A avaliação é contínua ao longo do semestre, com questionários nas aulas teórico-practicas (30%), três testes, sendo o último global (50%) e a apresentação escrita e oral no fim do curso do resumo dum trabalho científico (20%). As médias destas classificações parcelares não podem ser inferiores a 8 valores. Se a avaliação contínua for igualou superior a 9,5 valores, o aluno dispensa de exame final. Caso contrário fica obrigado a fazer o exame final

    Classificação Final: A média final é igual à da avaliação contínua para os alunos dispensados de exame final. Para os outros alunos o valor final será a média da avaliação contínua e a classificação do exame final.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Aulas

    Textos de Apoio

    Artigos Escolhidos

    Artigos Recomendados

    Problemas Griffiths

    Avisos

    Os Testes de Genética agendados para: T1 - 23 de Março; T2 - 27 de Abril e, Tg - 01 de Junho serão realizados sempre na Sala A2 do Pavilhão Anexo, pelas 9:00 horas.
    Nota: Devem levar caderno de Teste e máquina de calcular não gráfica.

    Avaliação


    Genética e Genómica (Genetics and Genomics)

    GENÉTICA E GENÓMICA (GENETICS AND GENOMICS)

    Código: 1692
    Responsável: Jorge Alexandre Matos Pinto de Almeida
    Outros docentes: Maria Leonor Mota Morais Cecílio, Maria Wanda Sarujine Viegas e Antero Lopes Martins
    Curso: 1º ciclo - Biologia
    Precedências: Biologia Molecular

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 8 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Teorico-Práticas: 42 Outras: 28 Total: 112

    2. Objectivos:

    Familiarizar os estudantes com conceitos fundamentais de Genética clássica. Estes conceitos são transmitidos sobretudo em sessões de resolução de problemas em que são estabelecidas pontes entre a análise genética formal e molecular.

    3. Programa:

    Mitose, meiose e reprodução sexuada. Os genes em análise genética formal e molecular. Origem da diversidade alélica e tipos mutantes. Cruzamento monohibrido e cruzamento-teste. Interacções alélicas. Séries alélicas. Alelos letais. Análise de pedigree. Hereditariedade ligada ao sexo. Cruzamento di-hibrido, poli-hibrido e segregação independente. Interacções génicas. Complementação e epistasia. Ligamento e recombinação. Mapeamento genético em plantas animais e fungos. Citogenética. Genética de populacões e quantitativa. Imunogenética. Genómica. Uso de transposões, transgénese e RNA de interferência em Genética directa e reversa.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Griffiths, A. J. F. et al. An Introduction to Genetic Analysis. W.H. Freeman and Company/New York

    Bibliografia Complementar

    • Watson et al. Molecullar Biology of the gene. CSHL Press.
    • Alberts et al. Molecular Biology of the Cell. Garland Pub.

    5. Avaliação:

    Testes quinzenais e exame final.

    6. Estimativa total de trabalho: 210 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Geociências (Geosciences)

    GEOCIÊNCIAS (GEOSCIENCES)

    Código: 1694
    Responsável: Maria Manuela Silva Nunes Reis Abreu
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
    Precedências: Física I

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 9 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 56 Práticas/Laboratoriais: 56 Outras: 14 Total: 126

    2. Objectivos:

    Compreender a paisagem como um sistema integrado composto por um conjunto de estruturas/variáveis cujas características e funcionamento são o resultado da actuação dos processos de geodinâmica interna e externa. Pretende-se que os alunos adquiram conhecimentos e competências para a caracterização biofísica da paisagem nomeadamente na caracterização geológica, na delimitação das áreas de máxima infiltração e na génese e evolução do relevo.

    3. Programa:

    Módulo I – Geologia e Hidrogeologia:
    Princípios de Geologia Geral. Génese e classificação das rochas Magmáticas, Sedimentares e Metamórficas. Tempo Geológico e Escala Estratigráfica. Geologia e Litologia de Portugal. Cartografia geológica. Estrutura e tectónica.
    Hidrogeologia: Porosidade e permeabilidade das formações geológicas. Aquíferos: tipo, protecção (uso do solo), qualidade e quantidade da água. Sistemas de aquíferos Portugueses.

    Módulo II – Geoquímica Ambiental:
    Características químico-estruturais das fases sólidas mais comuns nas rochas e na crusta de meteorização: silicatos, óxidos e hidróxidos, carbonatos, sulfatos, cloretos. Comportamento geoquímico dos elementos maiores e menores em solução aquosa. Mecanismos e processos de meteorização e fases sólidas secundárias. Processos de meteorização e as grandes regiões climáticas do globo.

    Módulo III – Geomorfologia:
    Génese e evolução do relevo terrestre e suas implicações na evolução e conservação da Paisagem. Erosão Hídrica e modelado de relevo. Dinâmica de vertentes e implicações paisagísticas. Relevo Estrutural. Génese das grandes aplanações. Relevo e circulação das águas. Erosão Marinha e Erosão Eólica: formas de relevo e evolução do litoral. Geomorfologia Aplicada: Sistemas Morfogenéticos e Sistemas Pedogenéticos; Balanço Morfogénese/Pedogénese e Conservação da Paisagem – aplicação ao Planeamento e Ordenamento do Território.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    (Textos de Apoio aos Alunos):

    • Abreu MM, 2010. Noções de Geologia e Geologia Geral de Portugal. AEISA
    • Geoquímica – Mineralogia. AEISA
    • Comportamento dos Elementos em Solução Aquosa. AEISA
    • Meteorização. AEISA
    • Estrutura e Tectónica. Acetatos das aulas. AEISA
    • Geomorfologia. Acetatos das aulas. AEISA
    • Galopim de Carvalho AM, 1996. Geologia. Morfogénese e Sedimentogénese. Univ. Aberta
    • 1997. Geologia. Petrogénese e Orogénese. Univ. Aberta
    • Marques JM, 2007. Hidrogeologia (Apontamentos IST/UTL). AEISA

    Bibliografia Complementar

    • Bell, FG, 1998. Environmental Geology. Blackwell Science
    • Elorza, MG, 2008. Geomorfología. Pearson, Prentice Hall
    • Galopim de Carvalho AM, 2002. Introdução ao estudo do Magmatismo e das Rochas Magmáticas. Âncora Editora
    • Huggett, RJ, 2003. Fundamentals of Geomorphology. Routledge Fundamentals of Physical Geography
    • Lutgens FK & Tarbuck EJ, 2003. Essentials of Geology. Prentice Hall
    • McKnight, TL & Hess, D 2008. Physical Geography. A landscape appreciation. Pearson, Prentice Hall

    5. Avaliação:

    Dois testes parte teórica + Um teste prático (classificação das rochas por exame macroscópico) de avaliação.
    Dispensa de Exame: Nota mínima obrigatória em cada teste >=10
    Dispensa parcelar de Exame caso num/dois dos testes não obtenha nota mínima.
    Um trabalho que tem como objectivo a análise e interpretação de uma Carta Geológica (esc 1/50000) e que consta de: parte escrita e apresentação oral-2 alunos/grupo.
    Exame Final:
    Exame de avaliação de toda a matéria leccionada ou da parte em que o aluno não obteve aprovação com nota >=10.
    Classificação Final: 10% Teste Prático + 75% Testes Teóricos+ 15% Trabalho

    6. Estimativa total de trabalho: 252 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Geologia e Hidrogeologia (Geology and Hidrogeology)

    GEOLOGIA E HIDROGEOLOGIA (GEOLOGY AND HIDROGEOLOGY)

    Código: 1695
    Responsável: Maria Manuela Silva Nunes Reis Abreu
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo – Engenharia do Ambiente
    Precedências: Física II

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    A evolução rápida da Agricultura e da Indústria, reflexo do aumento crescente da população mundial e do desenvolvimento da investigação científica, geraram alterações por vezes negativas no Sistema-Terra. Consequentemente, a compreensão das interacções desenvolvidas entre Atmosfera, Geosfera, Hidrosfera e Biosfera ser o objectivo fundamental desta Unidade Curricular.

    3. Programa:

    Módulo I - Geologia e Geoquímica Ambiental: Princípios de Geologia Geral. Génese e classificação das rochas Magmáticas, Sedimentares e Metamórficas. Tempo Geológico e Escala Estratigráfica. Geologia e Litologia de Portugal. Cartografia geológica. Estrutura e tectónica - deformação das rochas.
    Geoquímica Ambiental: Características químico-estruturais das fases sólidas mais comuns nas rochas e na crusta de meteorização: silicatos; óxidos e hidróxidos; carbonatos; sulfatos; cloretos, sulfuretos. Comportamento geoquímico em solução aquosa dos elementos maiores, menores e vestigiais de maior importância ambiental. Meteorização e fases sólidas secundárias. Sistema sólido-líquido: reactividade das fases sólidas face aos elementos químicos contaminantes mais comuns.

    Módulo II - Hidrogeologia:
    Importância da Água Subterrânea e papel da Geologia. Porosidade e permeabilidade das formações geológicas. Aquíferos: tipo, protecção (uso do solo), qualidade e quantidade da água. Classificação hidrogeológica das rochas. Recursos Hídricos nas grandes unidades geológicas (Morfoestruturais) e Hidrogeológicas Portuguesas. Sistemas de aquíferos Portugueses.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Abreu MM, 2010. AEISA: Noções de Geologia e Geologia Geral de Portugal.; Caracterização Químico-Estrutural das Fases Sólidas.; Comportamento dos Elementos em Solução Aquosa.; Meteorização e Fases Sólidas Secundárias.; Estrutura e Tectónica. Acetatos das aulas.; Comportamento das Fases Sólidas no Sistema Sólido-Líquido.;
    • Galopim de Carvalho AM, 1996. Geologia. Morfogénese e Sedimentogénese. Univ. Aberta
    • Galopim de Carvalho AM, 1997. Geologia. Petrogénese e Orogénese. Univ. Aberta
    • Marques JM, 2007. Hidrogeologia (Apontamentos IST/UTL). AEISA

    Bibliografia Complementar

    • Bell, FG, 1998. Environmental Geology. Blackwell Science
    • Galopim de Carvalho AM, 2002. Introdução ao estudo do Magmatismo e das Rochas Magmáticas. Âncora Editora
    • Lutgens FK & Tarbuck EJ, 2003. Essentials of Geology. Prentice Hall

    5. Avaliação:

    Um teste por Módulo
    Nota mínima de 8 num dos testes.
    Para dispensa de Exame Final é necessário nota ³10 em cada módulo.
    Um trabalho (relatório escritos e apresentação oral-2 alunos/grupo): Análise de uma Carta Geológica (esc 1/50000).
    Exame Final: avaliação sobre os 2 módulos (dependendo da dispensa) e aprovação com ³10.
    Classificação Final: 80% Testes ou Exame final + 20% Trabalho

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Geomática (Geomatics)

    GEOMÁTICA (GEOMATICS)

    Para consultar página da UC, clique aqui.
    Código: 1696
    Responsável: Manuel Lameiras de Figueiredo Campagnolo
    Outros docentes: Rui Marçal Campos Fernando, Maria da Graça Corte-Real Mira da Silva Abrantes e Pedro Miguel Ramos Arsénio
    Curso: 1º ciclo – Arquitectua Paisagista; Engenharia Agronómica e Engenharia do Ambiente
    Precedências: Matemática I ou Análise Matemática

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecimento das estruturas de dados para informação espacial.
    Domínio de uma aplicação informática para dados em formato vectorial e raster e das operações espaciais utilizadas na resolução de problemas.
    Compreensão dos sistemas de georreferenciação (nacionais e internacionais) e de conceitos básicos de Cartografia. Conhecimento dos métodos de levantamentos de dados geográficos.
    Conhecimento sobre as principais fontes de dados de detecção remota.
    Compreensão das técnicas de georeferenciação e de análise de imagens multiespectrais.

    3. Programa:

    I - Sistemas de Informação Geográfica:
    Estruturas de dados vectoriais e raster.
    Criação de mapas.
    Operações espaciais em vectorial e raster e introdução à análise espacial.
    Edição de dados.

    II - Levantamento de Dados Geográficos e Cartografia:
    Sistemas de georreferenciação e conversão de coordenadas entre diferentes sistemas em SIG.
    Conceitos de Cartografia (projecções e escala).
    Operações sobre cartas topográficas: determinação de declives, áreas, volumes, orientações.
    Cartas topográficas e modelos numéricos do terreno.
    Modelos digitais do terreno (raster, vectorial e TIN).
    Operações de derivação (cálculo de declives, orientação de encostas, exposição, visibilidade) sobre MDT em SIG.
    Introdução à fotointerpretação.
    Registo e correcção de dados recolhidos por GPS.

    III - Módulo de Detecção Remota:
    Fundamentos de detecção remota.
    Sistemas de detecção remota: fotografia aérea, sensores instalados em satélites.
    Pré-processamento de imagens: correcções geométricas e radiométricas.
    Introdução à análise de imagens multiespectrais.
    Indices de vegetação.


    4. Bibliografia

    5. Avaliação:

    Os alunos têm que realizar um trabalho em grupo, seguido de discussão individual (6/20).
    Há um exame final (14/20).
    Apenas os alunos que comparecem em 75% das aulas e que realizam o trabalho podem se apresentar a exame.
    Os alunos com nota igual ou superior a 6 no exame e nota total (exame e trabalho) igual ou superior a 10 têm aprovação.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


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    Gestão da Caça e Pesca (Hunting and Fishing Management)

    GESTÃO DA CAÇA E PESCA (HUNTING AND FISHING MANAGEMENT)

    Código: 1697
    Responsável: Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso
    Outros docentes: António Manuel Dorotêa Fabião
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Precedências: Recursos Faunísticos

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Adquirir os conhecimentos básicos necessários à gestão da caça e da pesca em águas interiores, incluindo os componentes e funcionamento dos ecossistemas, os agentes e instrumentos legais, a actividade venatória e piscatória, os princípios de ordenamento e a gestão de habitats e de populações.

    3. Programa:

    Módulo 1: Gestão da Caça
    1. Ordenamento Cinegético
    1.1. A caça no contexto dos recursos naturais renováveis
    1.2. Habitat, fauna e relações tróficas
    1.3. Etapas do ordenamento
    2. Espécies cinegéticas
    2.1. Caça maior, caça menor e elencos de espécies cinegéticas
    2.2. Conservação da fauna e alterações no elenco das espécies cinegéticas
    2.3. Biologia e ecologia de espécies cinegéticas
    3. Regulamentação da caça
    3.1. Princípios gerais
    3.2. Competências e enquadramento jurídico
    3.3. Legislação e regulamentação.
    4. Processos e meios cinegéticos
    4.1. Tipificação de processos e meios de caça
    4.2. Processos e meios de caça maior
    4.3. Processos e meios de caça menor

    Módulo 2: Ordenamento e Gestão Piscícolas
    1. As bacias hidrográficas enquanto unidade ecológica
    1.1. Caracterização da rede hídrica e dos meios aquáticos
    1.2. Comunidades aquáticas
    1.3. Princípios básicos de funcionamento do meio aquático
    1.4. Alterações por acção humana
    2. Ictiofauna: espécies e populações
    2.1. Ictiofauna portuguesa e seu interesse pesqueiro
    2.2. Ecologia de populações pesqueiras
    2.3. Meios aquáticos e espécies: limitações
    3. Agentes de gestão pesqueira
    3.1. Pescadores, pescado e meio aquático
    3.2. Espécies e formas de pesca
    3.3. Pescadores desportivos e profissionais
    3.4. Pesca dirigida e não dirigida
    4. Princípios e instrumentos de gestão pesqueira
    4.1. Legislação e territorialização da pesca
    4.2. Administração e agentes privados
    4.3. Métodos de ordenamento em zonas fluviais
    4.4. Métodos de ordenamento em zonas lênticas
    4.5. Intervenção em habitats
    4.6. Intervenção em populações
    5. Análise de casos de estudo

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Sinclair, A. R. E., Fryxell, John M., & Ph.D./ Caughley, Graeme. 2006. Wildlife Ecology, Conservation And Management. John Wiley & Sons. London.
    • Brian R. Murphy and David W. E. Willis (1996) Fisheries Techniques. American Fisheries Society. Bethesda.

    Bibliografia Complementar

    • Artigos seleccionados de revistas científicas nacionais e internacionais

    5. Avaliação:

    Dois testes (módulo 1: 50%; módulo 2: 70%), dois trabalhos de pesquisa (módulo 1, 50%) e um trabalho de pesquisa e um de discussão de um caso de estudo (módulo 2, 30%).
    Nota final deve ser > 10 para dispensa de exame.
    Exame final alternativo incluindo toda a matéria.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Programa

    Sumários

    Apresentações

    Princípios gerais de Gestão da Caça
    Espécies cinegéticas
    Regulamentação da Caça
    Processos e Meios de Caça
    Criação em cativeiro de espécies cinegéticas

    Textos de apoio

    Resultados do Módulo 1 - Caça


    Elementos de Apoio às Aulas Teóricas de Pesca

    Elementos de Apoio às Aulas Práticas de Pesca


    AVISOS
    Início das aulas


    Gestão de Recursos Hídricos, Efluentes e Resíduos (Water Resources, Wastewater and Waste Management)

    GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS, EFLUENTES E RESÍDUOS (WATER RESOURCES, WASTEWATER AND WASTE MANAGEMENT)

    Código: 1698
    Responsável: Luís Alberto dos Santos Pereira
    Outros docentes: Cláudia Saramago de Carvalho Marques dos Santos Cordovil
    Curso: 1º ciclo – Engenharia do Ambiente
    Precedências: Física I

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Preparar para a prática de gestão integrada de recursos hídricos, efluentes e resíduos, para a avaliação de impactos ambientais neste domínio, bem como para a aplicação de correspondentes medidas

    3. Programa:

    Programa:
    1. Água e recursos hídricos: conceitos fundamentais,
    2. Recursos hídricos não convencionais
    3. Impactos do homem sobre o ciclo e o balanço hidrológico
    4. Relações entre uso da água e uso da terra;
    5. Conservação e poupança
    6. Reutilização e reciclagem: conceitos e aplicações
    7. Usos da água em agricultura, meio urbano e indústria
    8. Procura e consumo de água;
    9. Indicadores de uso eficiente da água
    10. Escassez de água, natural e antrópica
    11. Balanço disponibilidades – necessidades
    12. Afectação de recursos hídricos convencionais e não convencionais
    13. Gestão de efluentes e de resíduos
    14. Uso de efluentes em rega e controlo dos impactos sobre a saúde pública e o ambiente
    15. Reutilização em meios urbanos e de recreio: controlo dos impactos sobre a saúde pública e o ambiente
    16. Reciclagem na indústria e controlo de qualidade
    17. Gestão integrada de recursos hídricos, efluentes e resíduos
    18. Legislação
    19. Monitorização

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Pereira, LS, Cordery, I, Iacovides, I, 2009. Coping with Water Scarcity. Addressing the Challenges. Springer, Dordrecht, 382 p

    Bibliografia Complementar

    • Plano Nacional da Água e diversos artigos em revistas internacionais e nacionais

    5. Avaliação:

    Pequeno trabalho individual sobre casos de estudo e Exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Gestão e Marketing (Management and Marketing)

    GESTÃO E MARKETING (MANAGEMENT AND MARKETING)

    Código: 1699
    Responsável: Francisco Ramos Lopes Gomes da Silva
    Outros docentes:
    Curso: 1o ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar; Engenharia Zootécnica
    Precedências: Economia

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conseguir que os alunos
    (1) dominem e apliquem os principais conceitos da gestão,
    (2) distingam as diferentes fases da gestão,
    (3) tenham a percepção da importância do factor risco nos negócios,
    (4) dominem os conceitos básicos do marketing,
    (5) utilizem uma terminologia e orientação metodológica necessária para analisar problemas genéricos de marketing.

    3. Programa:

    Modulo 1 - Gestão
    1.Conceitos fundamentais da gestão, domínios e funções da gestão
    2.Estrutura e funcionamento das empresas: gestão e classificação de custos
    3.Objectivos e apuramento de resultados da empresa: utilização de orçamentos
    4.Classificação e gestão do risco: ferramentas de controle
    5.Controle de gestão: ferramentas de controle de gestão, métodos e técnicas contabilísticas
    Módulo 2 - Marketing
    6.Importancia do marketing nas economias modernas
    7. Os mercados e os produtos: importância da segmentação do mercado
    8. Estratégias de mercado: produtos indiferenciados e produtos com marca
    9. O marketing em função do produto
    10. Criação de vantagem competitiva para a empresa e processos inovadores com importância no marketing

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Sousa,A., “Introdução à gestão”. Ed.Verbo, 1999
    • Kay,R, Edwards,W., Duffy,P.,”Farm Management”, MacGrow Hill, 2007
    • Palmer, A., “Principles of Marketing”, Oxford University Press, 2000

    Bibliografia Complementar

    • Silva, F.G et alli, 2006, “Manuais do Plano Global de Formação em Gestão Agrícola – Nível Tecnicos”, PO-Agro
    • Blois, K., “What is Marketing About?” in The Oxford Textbook of Marketing, Oxford University Press, 2003

    5. Avaliação:

    Realização de um trabalho prático (P) e de exame final (E)
    Classificação final = 0,7E+0,3P

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Exercícios



    AVISOS
    Aviso de Início de Aulas
    Aviso Exame Final – 1ª data


    Hidrologia (Hidrology)

    HIDROLOGIA (HIDROLOGY)
    Para consultar página da UC, clique aqui.
    Código: 1629
    Responsável: Paulo Guilherme Martins de Melo Matias
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo - Engenharia do Ambiente; 2º ciclo – Engenharia Agronómica
    Ramo: Engenharia Agronómica – Engenharia Rural
    Precedências: Física I

    Ano Curricular: 3º Semestral: 3º (EAmb) / 2º (EAgr) ECTS: 6

    Obrigatória (Engenharia do Ambiente)
    Opcional (Engenharia Agronómica)

    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Em primeiro lugar, pretende-se que os alunos fiquem a conhecer os processos e componentes da fase terrestre do ciclo hidrológico: sua caracterização física, métodos de medição das variáveis e parâmetros intervenientes, e modelação dos mesmos com diferentes escalas temporais e espaciais, recorrendo a diferentes tipos de modelos (empíricos ou de base física, determinísticos ou estocásticos).
    Em segundo lugar, pretende-se que os alunos passem do conhecimento dos processos à sua integração em técnicas de engenharia aplicadas à escala da bacia hidrográfica, necessárias a diferentes níveis do planeamento e gestão dos recursos hídricos.

    3. Programa:

    Hidrologia e Ciclo hidrológico: processos hidrológicos, distribuição de recursos hídricos a nível mundial, equação da continuidade e balanço hidrológico.
    A água em Portugal.
    Modelos hidrológicos e sua classificação.
    Bacia topográfica e bacia hidrográfica: comportamento hidrológico e tempo de concentração, características fisiográficas.
    Precipitação: mecanismos de formação, estrutura das tempestades, instrumentos de medição, séries hidrológicas e sua caracterização estocástica, homogeneização e preenchimento de falhas, precipitação sobre uma área, análise de precipitações para intervalos de tempo superiores e inferiores ao dia, hietogramas de projecto.
    Evaporação, intercepção e evapotranspiração: conceitos e definições, instrumentos de medição, modelação empírica e com base física, estimativas para superfícies livres de água, culturas agrícolas e florestas.
    Água no solo: teor em água e potencial da água, movimento de água no solo, instrumentos de medição.
    Infiltração: definições, modelação em coluna de solo e numa bacia hidrográfica, infiltração à capacidade e tempo de empoçamento, medição.
    Modelação da redistribuição de água no solo: para intervalos de tempo inferiores ao dia, iguais ao dia, ao mês e ao ano.
    Introdução às águas subterrâneas: classificação de aquíferos, características fundamentais, equações para meio poroso saturado, curva de exaurimento.
    Escoamento: Formação e medição, regimes fluviais, frequência do escoamento, análise de hidrogramas e sua decomposição.
    Relações precipitação-escoamento: modelação em bacias pequenas, médias e grandes, e para diferentes intervalos de tempo.
    Métodos de propagação de ondas de cheia, em albufeiras e em canais.
    Sedimentos no ciclo hidrológico: propriedades, produção e fonte dos sedimentos, transporte e propagação, deposição em reservatórios, métodos de medição.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Chow, V.T., D.R. Maidment e L.W. Mays (1988). Applied Hidrology, McGraw-Hill Book Co.
    • Lencastre, A. e F.M. Franco (1984). Lições de Hidrologia, Universidade Nova de Lisboa.

    Bibliografia Complementar

    • Bras, R.L. (1990). Hydrology. An Introduction to Hydrologic Science, Addison-Wesley Publishing Company, Inc.
    • Haan, C.T. (1979). Statistical Methods in Hydrology, The Iowa State University Press, Ames, Iowa, U.S.A.
    • Maidment, D.R. (Editor) (1993). Handbook of Hydrology, McGraw-Hill, Inc., USA.
    • Ponce, V.M. (1989). Engineering Hydrology. Principles and Practices, Prentice Hall, Inc.
    • World Meteorological Organization (WMO) (1994). Guide to Hydrological Practices, Data Acquisition and Processing, Analysis, Forecasting and Other Applications, nº 168, Suíça.

    5. Avaliação:

    i) Realização de 2 testes, com exclusão de matéria, um a meio e outro no fim do semestre. Nota mínima de 7 valores e aprovação com média maior ou igual a 10 valores.
    ii) Para os alunos que não tiveram aproveitamento nos testes exame final com toda a matéria. Aprovação com nota maior ou igual a 10 valores.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

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    Higiene e Sanidade (Health and Hygiene)

    HIGIENE E SANIDADE (HEALTH AND HYGIENE)

    Código: 1701
    Responsável: Fernando Jorge Silvano Boinas (FMV)
    Outros docentes: José Augusto Meireles (FMV), José Carreira da Cunha (FMV) e António Nunes de Menezes (FMV)
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
    Precedências: Morfologia, Aptidão e Comportamento Animal

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 35 Teórico-Práticas: 13 Práticas/Laboratoriais: 22 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Nesta Disciplina são ministradas noções gerais sobre higiene pecuária e sanidade animal das espécies pecuárias bovina, ovina e caprina, suína, aves, coelhos e equídeos.

    3. Programa:

    Generalidades de Microbiologia, de Parasitologia, de Imunologia e de Epidemiologia. Recolha e envio de amostras para Diagnóstico Laboratorial.
    Reconhecimento do estado hígido / patológico e bem-estar em animais domésticos. Administração de Medicamentos a animais domésticos. Higiene e Sanidade na Produção de Bovinos Leiteiros e de Aptidão Carne, em Ovinos e Caprinos, em Equinos, em Aves Domésticas em Coelhos e em Suínos.
    Programas nacionais de erradicação das Doenças dos Ruminantes e dos Suínos. Gestão Técnico-Económica em Suinicultura.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • O.M. Radostits (2001) Herd health – Food Animal Production Medicine, 3rd Ed., W.B. Sounders Company.

    Bibliografia Complementar

    • Material A/V Facultado nas aulas

    5. Avaliação:

    A admissão a exame final obriga a uma frequência de 2/3 das Aulas Práticas e Teórico-Práticas. Efectua-se uma Frequência intercalar para dispensa de matéria e um Exame Final escrito obrigatório.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    História da Arte Geral (General Art History)

    HISTÓRIA DA ARTE GERAL (GENERAL ART HISTORY)

    Código: 1702
    Responsável: Maria Cristina Ataíde Fonseca Castel-Branco
    Outros docentes: José Manuel Braga da Cruz Mendes Ferrão
    Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Possibilitar aos alunos o acesso a uma panorâmica geral da história da arte como cultura geral mas também como meio de aquisição das bases necessárias a outras unidades curriculares da formação em arquitectura paisagista.

    3. Programa:

    1. Arte na antiguidade clássica – Grécia e Roma
    2. Arte medieval – o Românico e o Gótico
    3. Arte do Renascimento e Maneirismo
    4. A Barroco e o Rococo
    5. O século XIX – Neoclassicismo, Romantismo, Naturalismo, Realismo, Impressionismo e Pós-impressionaismo
    6. Pintura e escultura no século XX – Expressionismo, Fauvismo, Cubismo, Dadaismo e Surrealismo
    7. Arquitectura e design no século XX – pioneiros, Racionalismo, Bauhaus e Organicismo

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • FERRAO ,José Manuel, 1996 a 1998. História da Arte. Vols 1, 2 e 3, Didáctica Editora, Lisboa

    Bibliografia Complementar

    • JANSON, H., 1977. História da Arte. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa

    5. Avaliação:

    Quatro testes escritos sobre cada componente do programa. A nota final resulta da média aritmética das classificações das 4 provas.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    História e Teoria da Arte dos Jardins (Garden Art Theory and History)

    HISTÓRIA E TEORIA DA ARTE DOS JARDINS (GARDEN ART THEORY AND HISTORY)

    Código: 1599
    Responsável: Maria Cristina da Fonseca Ataíde Castel-Branco
    Outros docentes: Sónia Talhé Azambuja
    Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
    Precedências: História da Arte Geral

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 7.5 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 21 Total: 105

    2. Objectivos:

    Os principais objectivos da UC são os seguintes:
    1 - Despertar o interesse por informação histórica;
    2 - Estimular a capacidade interpretativa e o poder critico;
    3 - Induzir o gosto pela arte de jardins;
    4 - Ensinar métodos de pesquisa histórica;
    5 - Exercitar o espírito critico.
    Saber reconhecer a qualidade artística de uma peça é uma etape do trabalho do historiador que exige informação cronológica e histórica. A interpretação do jardim só como obra de arte não é suficiente para a sua caracterização, pois a sua beleza prende-se muito directamente com o seu equilíbrio ecológico;
    Para que um jardim adquira a qualidade de ser histórico é necessário ultrapassar o teste do tempo. A sua capacidade de se manter por mais décadas e para além séculos irá estar directamente relacionada com o seu equilíbrio ecológico e com a sua qualidade artística.

    3. Programa:

    A expressão da arte paisagista nos seguintes períodos históricos:
    I. Da Pré-História até ao final do século XVII
    Civilizações Centrais:
    1. Pré-História: Neolítico
    2. Médio Oriente e Jardim Persa
    3. Expressão islâmica no Oriente: Índia – Império Mogul
    4. Expressão islâmica no Ocidente: Espanha - Andaluzia
    Civilizações Orientais:
    5. Oriente e os jardins Japoneses
    Civilizações Ocidentais:
    6. Egipto
    7. Grécia
    8. O Império Romano: as colónias Romanas (Pergamon, Mileto, Conímbriga, Tróia, Milreu)
    9. A Idade Média na Europa
    10. Renascimento em Itália
    11. O Renascimento fora de Itália [França (Loire), Inglaterra, Portugal]
    12. Itália: Maneirismo e Barroco
    13. Jardim Barroco em França (Le Nôtre)
    14. Jardins Barrocos na Europa (Alemanha, S. Petersburgo, Itália, Portugal, Espanha)

    II. A evolução da Paisagem Moderna (séculos XVIII-XX):
    15. Classicismo Ocidental: século XVIII e Escola Chinesa no século XVIII
    16. Inglaterra nos séculos XVII-XVIII: jardim inglês
    17. Europa no século XIX: jardins românticos, jardins pitorescos.
    18. E.U.A. no século XIX: o “Park Movement”
    19. Século XX – Europa: o Modernismo e o Pós-Modernismo
    20. Século XX –E.U.A: o Modernismo e o Pós-Modernismo

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • ARAÚJO, Ilídio Alves de ― Arte Paisagista e Arte dos Jardins em Portugal. Lisboa: Direcção Geral dos Serviços de Urbanização, 1962.
    • GOTHEIN, Marie-Luise ― History of garden art. New York: Dutton, 1928. [Em linha]. London: Gardenvisit.com, 2008. [Consult. 2008-10-06]. Disponível na www.gardenvisit.com/history_theory/library_online_ebooks.
    • JELLICOE, Geoffrey; JELLICOE, Susan ― The Landscape of man: shaping the environment from prehistory to the present day. London: Thames and Hudson, 1995.

    Bibliografia Complementar

    • CASTEL-BRANCO, Cristina ― Os Jardins dos Vice-Reis – Fronteira. Lisboa: Oceanos, 2008.
    • CASTEL-BRANCO, Cristina (coord.) ― Necessidades. Jardins e Cerca. Lisboa: Livros Horizonte, Lisboa, 2001.
    • NEWTON, Norman T. ― Design on the Land - The Development of Landscape Architecture. Massachusetts: The Belknap Press of Harvard University Press, 1970.
    • THACKER, Christopher ― The History of Gardens. Berkeley: University of California Press, 1979.

    5. Avaliação:

    No início do semestre é escolhido um tema dentro da história de arte de jardins a nível internacional (lista de temas já efectuados nos últimos 5 anos em anexo) e torna-se fundamental desde logo expor o aluno aos métodos de pesquisa bibliográfica. Nota Final = (Média dos dois Testes ou Nota do Exame Final de avaliação: 55 %) + (Nota da Participação individual: 10%) + (Nota do Trabalho de grupo/Poster: 10%).

    6. Estimativa total de trabalho: 210 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Instalações e Equipamento Industrial (Industrial Plants and Equipment)

    INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTO INDUSTRIAL (INDUSTRIAL PLANTS AND EQUIPMENT)

    Código: 1704
    Responsável: Isabel Maria Nunes de Sousa
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Alimentar
    Precedências: Processamento e Conservação dos Alimentos

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Estabelecer a ponte entre a realidade empresarial do Sector Alimentar/Agro-Industrial e o meio Académico.
    Compreender a complexidade da organização do lay-out e os principais equipamentos das instalações Agro-Industriais, através de aulas de exposição, visitas de estudo e trabalhos realizados em grupo, com apresentação por escrito e por exposição e discussão na aula com a turma.

    3. Programa:

    Visita a Instalações Agro-Industriais de diferentes áreas tecnológicas.
    Apresentação e discussão das Indústrias visitadas.
    Considerações gerais sobre a estratégia comercial e organizacional da empresa. Análise crítica das Instalações:
    i)Distribuição no espaço das zonas atribuídas às diferentes funções da Instalação (administrativa, comercial, social, produtiva, etc.)
    ii) A Zona Produtiva: selecção das tecnologias adequadas; Esboço do lay-out c/ distribuição no espaço das diferentes peças de equipamento.
    Esboço da implantação no terreno e discussão das diferentes alternativas.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Perry's Chemical Engineers' Handbook, Eighth Edition by Don W. Green & Robert H. Perry, 2007
    • Ullmann's (Encyclopedia) Chemical Engineering and Plant Design, 2 Volumes Wiley-VCH , 2004
    • Process Development: From the Initial Idea to the Chemical Production PlantG. Herbert Vogel, 2005

    Bibliografia Complementar

    • www.plant-design.com;
    • www.plantdesign.com;
    • www.foodnetbase.com;
    • www.foodplantdesign.com

    5. Avaliação:

    - Um teste escrito, individual, que representa 40% da nota final
    - Apresentação em grupo e discussão na turma de uma Instalação fabril visitada 20% da nota final
    - Um trabalho de grupo, apresentado sob a forma escrita e oral, que representa 40% da nota final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Instalações Pecuárias (Animal Buildings)

    INSTALACÕES PECUÁRIAS (ANIMAL BUILDINGS)

    Código: 1705
    Responsável: Jorge Ferro da Silva Meneses
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
    Precedências: Física II

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Adquirir noções sobre materiais e técnicas de construção de edifícios. Estudar o condicionamento ambiental em instalações pecuárias para que os alunos possam conceber e projectar sistemas e equipamentos para o controlo do ambiente das instalações, nomeadamente para ventilação, aquecimento, arrefecimento e iluminação. Analisar as características e o dimensionamento das instalações pecuárias, e das soluções para o maneio dos efluentes, de forma a que os futuros licenciados possam dirigir essas explorações e que possam projectar este tipo de construções, integrados em equipas multi-disciplinares de projecto.

    3. Programa:

    Materiais e técnicas de construção para instalações pecuárias: fundações, pavimentos, paredes e coberturas. Necessidades ambientais das diversas espécies. Condicionamento ambiental em instalações para animais: balanços térmicos e de massa, psicrometria, ventilação, aquecimento, arrefecimento, iluminação natural e artificial. Fases e peças constituintes de um projecto. Licenciamento de instalações pecuárias e ambiente. Planeamento do assento de lavoura. Características, concepção e dimensionamento de equipamentos e instalações pecuárias para: bovinos de leite, salas de ordenha, bovinos de carne, suínos, ovinos, caprinos, equinos, frangos de carne, galinhas poedeiras e coelhos. Alojamento e bem-estar animal. Instalações e equipamentos para a conservação de forragens verdes e de forragens secas. Instalações e equipamentos para o maneio, armazenagem, tratamento e distribuição de dejectos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Albright, L.D. 1990. Environmental Control for Animal and Plants. American Society of Agricultural Engineers, St. Joseph, Michigan, 453 p.
    • Carbó, C.B., Caballero, M.T. 2007. Vacuno de Leche de Alta Producción (V.L.A.P.). Sus Alojamientos e Instalaciones. Editorial Euroganaderia, España, 254 p.
    • ITP, 2000. Memento de l’Éleveur du Porc. Institut Technique du Porc, Paris, 374 p.
    • Wathes, C.M., Charles, D.R. (edit.). 1994. Livestock Housing. CAB International, Cambridge, 428p.

    Bibliografia Complementar

    • Carbó, C.B. (coord.), 1997. Monografia II. Alojamientos e Instalaciones (II). Ediciones Mundi-Prensa, Madrid, 344p.
    • CIGR 1999. CIGR Handbook of Agricultural Engineering, Vol. II, Animal Production & Aquacultural Engineering. American Society of Agricultural Engineers, St. Joseph, Michigan.
    • Meneses, J.F., 1993. Elementos para Instalações Agrícolas. Associação dos Estudantes de Agronomia, Lisboa.
    • MWPS, 1997. Livestock Waste Facilities Handbook. MidWest Plan Service, Iowa State University, Iowa.

    5. Avaliação:

    Trabalho do aluno ao longo do ano pela frequência e participação nas aulas e visitas técnicas. Testes de dispensa. Exame final escrito.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Introdução à Arquitectura Paisagista (Introduction to Landscape Architecture)

    INTRODUÇÃO À ARQUITECTURA PAISAGISTA (INTRODUCTION TO LANDSCAPE ARCHITECTURES)

    Código: 1706
    Responsável: João António Ribeiro Ferreira Nunes
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    A disciplina, de carácter absolutamente introdutório, visa apresentar a profissão ao aluno construindo um panorama, necessariamente superficial, das matérias efectivamente trabalhadas contemporaneamente pela profissão, bem como das disciplinas base que se relacionam com a prática profissional. Tenta-se construir junto do aluno uma consciência da validade do percurso disciplinar correspondente ao curriculum escolar tentando motivá-lo de um modo geral para todas as disciplinas dos primeiros dois anos do curso e, de um modo particular, para as disciplinas mais indirectamente envolvidas na construção de uma estrutura de base multidisciplinar como fundação da formação.

    3. Programa:

    São apresentados ao alunos conceitos base da Arquitectura Paisagista, dando-se especial atenção ao conceito de Paisagem e de capacidade de carga, Diversidade e Produtividade, discutidos em aulas-laboratório, e aos conceitos fundamentais da Arquitectura Paisagista de formulação de sistemas artificiais para conseguir condições capazes de garantir a harmonização das transformações necessárias à sobrevivência das comunidades com a sobrevivência dos sistemas sem perda de diversidade de produtividade.
    São apresentados projectos de Arquitectura Paisagista nas suas mais diversas formulações e escalas, sendo levada a cabo uma discussão participada das motivações e estratégias de cada um dos trabalhos.
    No último período de trabalho são reservados três dias inteiros, manhã e tarde, para promover a realização de um seminário em que a apresentação e discussão de trabalhos é alargada a outros profissionais do panorama contemporâneo português e, ocasionalmente – sempre que a presença de profissionais estrangeiros em Portugal coincida com essa realização, europeu.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Ítalo Calvino – As cidades Invisíveis
    • Geoffrey and Susan Jellicoe – The Landscape of Man
    • Bernardo Secchi – Primeira Lição de Urbanística
    • Franco Zagari – 48 definições de paisagem
    • Milton Santos – La nature de l’espace
    • Fernando Pessoa – Livro do Desassossego
    • Eugénio Turri – Il paesaggio come teatro
    • Simon Pugh – Reading Lanscape

    Bibliografia Complementar

    • Antoni Machzak – Viaggi e viaggiatori nll’Europa moderna
    • Anne Cauquelin – Le site et le paysage
    • Anne Cauquelin – L’invention du paysage
    • Alain Roger – Court traité du paysage
    • Augustin Berque – Cinq propositions pour une theorie du paysage
    • François Dagognet – Mort du paysage?

    5. Avaliação:

    A avaliação é feita através de três trabalhos temáticos - Um ensaio, sobre um conceito fundamental; Um trabalho de investigação, sobre um tema central da discussão teórica, em geral sobre a evolução e dinâmica da paisagem aplicado a um caso concreto de estudo; Um trabalho criativo, uma primeira aproximação a um tema projectual, e um Exame Final. Todos os trabalhos podem ser entregues no final do período de trabalho.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Introdução às Ciências Florestais (Introduction to Forest Science)

    INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS FLORESTAIS (INTRODUCTION TO FOREST SCIENCE)

    Código: 1708
    Responsável: António Manuel Dorotêa Fabião
    Outros docentes: Maria Helena Reis de Noronha Ribeiro de Almeida, Joana Amaral Paulo e Carla Faria
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Introduzir os alunos aos conceitos básicos respeitantes a árvores e florestas, habilitá-los a medir árvores e a identificar as espécies mais comuns, bem como a manipulá-las em viveiro; fazê-los contactar com actividades florestais básicas, designadamente com técnicas de medição de árvores e de inventário florestal.

    3.Programa:

    Módulo 1 – Árvores, florestas e profissionais da floresta
    1. Actividades dos profissionais de engenharia e aplicação às ciências agrárias. Noções gerais de projecto e aplicação à engenharia florestal e à gestão de recursos naturais renováveis.
    2. Organização de relatórios, comunicações orais e textos científicos e técnicos em geral.
    3. O que são, como funcionam e se medem e para que servem as árvores e florestas.
    4. Sistemas de produção florestal, operações florestais e produção de plantas florestais.

    Módulo 2 – Árvores florestais e ornamentais: resinosas
    1. Taxonomia das árvores: “resinosas” e “folhosas”.
    2. As principais resinosas de Portugal: identificação e importância florestal das resinosas mais comuns.
    3. Aplicação prática: ficha monográfica de uma resinosa.

    Módulo 3 – Árvores florestais e ornamentais: folhosas
    1. Taxonomia das folhosas.
    2. As principais folhosas de Portugal: identificação e importância florestal das folhosas mais comuns.
    3. Aplicação prática: ficha monográfica de uma folhosa.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Fabião, A. M. 1996. Árvores e Florestas. 2.ª edição. Col. Euroagro, 15. Publicaçöes Europa-América. Mem Martins.

    Bibliografia Complementar

    • Humphries, C. J., J. R. Press e D. A. Sutton. 1996. Árvores de Portugal e Europa. Guias FAPAS. Fundo para a Prot. dos Animais Selvagens (FAPAS) / Câmara Municipal do Porto. Porto.

    5. Avaliação:

    Classificação de trabalhos de aplicação realizados pelos alunos e das suas apresentações orais e testes de módulo e/ou exame final. Testes de módulo e exame final escrito com perguntas de resposta múltipla e/ou de desenvolvimento.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012


    Módulo 1


    Módulo 2


    Módulo 3


    AVISOS
    Início das aulas


    Introdução em Engenharia Alimentar (Introduction to Food Engineering)

    INTRODUÇÃO EM ENGENHARIA ALIMENTAR (INTRODUCTION TO FOOD ENGINEERING)

    Código: 1707
    Responsável: Maria Helena Guimarães de Almeida
    Outros docentes:
    Curso: 1º Ciclo - Engenharia Alimentar

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Introduzir o aluno no ambiente da engenharia alimentar, integrando-o no contexto agro-alimentar. Nomeadamente:
    1 - Perceber o que é engenharia alimentar e aspectos envolventes
    2 - Analisar e contactar com casos diversos relacionados com a engenharia alimentar
    3 - Aperfeiçoar ferramentas de trabalho necessárias para o curso.

    3. Programa:

    Alimentação e engenharia alimentar
    1. O que é a engenharia alimentar?
    2. O engenheiro alimentar na primeira pessoa
    3. Alimentação e alimentos
    4. História da alimentação
    5. A alimentação nas sociedades actuais
    Do agricultor ao consumidor. Estudo de casos
    1. A agricultura e a produção de alimentos
    2. Indústria alimentar
    3. Qualidade e segurança dos alimentos
    Aperfeiçoamento de algumas ferramentas de trabalho necessárias para o Curso. Aplicações
    1. Pesquisa bibliografia. Organizar, escrever e apresentar trabalhos.
    2. Realização de inquéritos e tratamento dos respectivos dados

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Apontamentos elaborados para os objectivos da disciplina.

    Bibliografia Complementar

    • Flandrin, J-L; Montanari M. (1998 e 2001), História da Alimentação, vol. I e II, Terramar, Lisboa .
    • INE (2007) - Portugal agrícola 1980-2006, In: http://inelnx04.ine.pt/ine/acess/pub_detalhe.jsp?boui_aux=7479564
    • Silva, G. P. (2004), A fileira agroalimentar portuguesa, Dep. Prospectiva e Planeamento, Lisboa
    • Madeira, A.C. & Abreu, M.M. (2004) - Comunicar em Ciência. Como Redigir e Apresentar Trabalhos Científicos, Lisboa, Escolar Editora, 155pp.

    5. Avaliação:

    Exercícios práticos – 40%
    Exame final – 60%

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    Disponível em: https://docs.google.com/#folders/folder.0.0BziPfGmZu9qHNTMyZjAxNWUtZTY0NC00MDQ1LWJkZDAtNmNjNjk1NzFhZmU1

    Para aceder à informação:
    Clicar em IEA
    A calendarização, temática e material de trabalho das aulas está no ficheiro (que direcciona para os restantes ficheiros): AULAS IEA 2010 24mai11.doc


    Inventário Florestal (Forest Inventory)

    INVENTÁRIO FLORESTAL (FOREST INVENTORY)

    Para consultar página da UC, clique aqui

    Código: 1709
    Responsável: Maria Margarida Branco de Brito Tavares Tomé
    Outros docentes: José Augusto Lopes Tomé e Ana Paula Soares Marques de Carvalho
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Precedências: Estatística

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    O aluno deve adquirir os conceitos que lhe permitam executar todas as actividades inerentes à implementação de um inventário florestal, desde o planeamento de inventários para gestão, o planeamento de amostragens, a recolha de dados no campo e o seu tratamento.

    3. Programa:

    I – Caracterização dos povoamentos florestais e matos: informação não dendrométrica; medição e avaliação de variáveis em árvores individuais; avaliação de variáveis do povoamento com base em parcelas de amostragem; avaliação de variáveis do povoamento pelo método de Bitterlich
    II – Amostragem aplicada ao inventário florestal: principais tipos de amostragem; realização prática de uma amostragem; inventários baseados em parcelas de amostragem: amostragem simples quantitativa, amostragem simples qualitativa, amostragem estratificada, amostragem por grupos
    III – Tratamento de dados de inventário florestal: introdução às bases de dados relacionais; introdução ao ACCESS; projectos de tratamento de dados
    IV – Estágio de inventário florestal: planeamento e execução de um inventário florestal durante uma semana no campo
    V – Inventário florestal em Portugal: o Inventário Florestal Nacional; inventários para efeitos de gestão.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    Apontamentos do docente (disponíveis na página Web):

    • Tomé, M, 2007a. Inventariação de recursos florestais, volume I - Introdução à inventariação e monitorização de recursos florestais. Publicações GIMREF, TP 2/2007. Universidade Técnica de Lisboa, Instituto Superior de Agronomia, Centro de Estudos Florestais, Lisboa, Portugal.
    • Tomé, M, 2007b. Inventariação de recursos florestais, volume II - Caracterização e monitorização de povoamentos florestais e matos. Publicações GIMREF, TP 2/2007. Universidade Técnica de Lisboa, Instituto Superior de Agronomia, Centro de Estudos Florestais, Lisboa, Portugal.
    • Tomé, M, 2003. Inventariação de recursos florestais, volume IV - Amostragem aplicada à inventariação de recursos florestais. Publicações GIMREF, TP 1/2003. Universidade Técnica de Lisboa, Instituto Superior de Agronomia, Centro de Estudos Florestais, Lisboa, Portugal.

    Bibliografia Complementar

    • Avery, T. E. e Burkhart, H. E., 1994. Forest Measurements, 4ª ed. McGraw-Hill Book Company, New York.
    • Cochran, W. G., 1977. Sampling Techniques, 3ª ed. Wiley series in probability and mathematical statistics. John Wiley & Sons, New York.
    • Husch, B., 1971. Planification de un inventário florestal. FAO Estudios de silvicultura y productos forestales nº 17. Organizacion de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentacion, Roma.
    • Philip, M. S., 1994. Measuring Trees and Forests, 2ª ed. CAB International
    • Sousa, S., 1999. Domine a 100% ACCESS 2000. FCA – Editora de Informática. Lisboa, Portugal.

    5. Avaliação:

    Frequência na disciplina: frequência de 75% das aulas teóricas e práticas; obtenção de nota 10 como média dos testes práticos (num total de três); frequência do estágio de inventário florestal com classificação superior a 10.
    A avaliação de conhecimentos inclui avaliação contínua a qual é a média da classificação nos testes práticos e no estágio (P1, P2, P3 e E, peso 50%) e avaliação teórica (50%).
    A avaliação teórica pode ser obtida num teste teórico (na última semana de aulas) ou em exame final.
    A classificação é obtida pela seguinte fórmula
    Nota=(4*T+P1+P2+P3+E)/8 ((T?10; P1?7; P2?7; P3?7; P1+P2+P3?28.5; E?10)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


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    Matemática I (Mathematics I)

    MATEMÁTICA I (MATHEMATICS I)

    Código: 1711
    Responsável: Maria Isabel Varejão de Oliveira Faria
    Outros docentes: Pedro Cristiano Santos Martins da Silva
    Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Compreensão e utilização de conceitos básicos de Álgebra e Análise.

    3. Programa:

    Funções reais de uma variável real: limites, derivadas, primitivas e integrais.
    Cálculo vectorial e matricial.
    Resolução de sistemas lineares.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Scheneider, D. e Lay,D. (1997), Applied Calculus: a Graphing Approach, Prentice Hall
    • Anton, H. , Rorres,C., (2005) Elementary Linear Algebra with Applications (9th Edition), John Wiley & Sons

    5. Avaliação:

    Exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Matemática II (Mathematics II)

    MATEMÁTICA II (MATHEMATICS II)

    Código: 1712
    Responsável: Fernanda Maria dos Reis Torroaes Valente
    Outros docentes: Marta Guerreiro Duarte Mesquita de Oliveira
    Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Compreensão e utilização de conceitos básicos de Estatística e Geoestatística.

    3. Programa:

    Intodução à Estatística: análise exploratória de dados, fundamentos de probabilidades e inferência estatística.
    Introdução à Geoestatística: análise de continuidade espacial, estimação espacial.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Murteira, B., Ribeiro, C.S., Silva, J.A. e Pimenta C.(2002). Introdução à Estatística. Mc Graw Hill.
    • Soares, A. (2000) Geoestatística para as Ciências da Terra e do Ambiente, IST Press.

    5. Avaliação:

    Exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Meio Terrestre e Aquático (Terrestrial and Aquatic Environments)

    MEIO TERRESTRE E AQUÁTICO (TERRESTRIAL AND AQUATIC ENVIRONMENTS)

    Código: 1713
    Responsável: Nuno Renato Silva Cortez
    Outros docentes: Fernando Manuel Girão Monteiro, Francisco Manuel Souto
    Gonçalves de Abreu
    Curso: 1º ciclo - Biologia
    Precedências:

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 8 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 35 Práticas/Laboratoriais: 49 Outras:28 Total: 112

    2. Objectivos:

    Adquirir conhecimentos gerais sobre os principais geoclimas, a constituição da crusta e o processo de formação, enquadramento ecológico, constituintes e propriedades dos solos. Apreensão das relações entre o solo e o funcionamento dos ecossistemas terrestres, dulçaquícolas e marinhos e dos processos determinantes da estabilidade destes. Capacidade para avaliar a qualidade geral do solo e analisar os riscos e impactes inerentes aos diferentes sistemas de uso do solo e da água respectivamente no meio terrestre e meios aquáticos.

    3. Programa:

    A unidade curricular do MTA compreende quatro módulos: (a) Clima, (b) Geologia, c) Meio aquático e (d) Solos.
    Síntese programática
    O sistema climático. Atmosfera. Circulação geral da atmosfera. O ciclo da água. As grandes unidades geoclimáticas.
    Constituição da crusta terrestre. Rochas e minerais constituintes. Alteração das rochas e formação de constituintes secundários.
    As funções ecológicas do solo. Constituintes e principais propriedades físicas e químicas do solo. Função geral do solo nos ecossistemas.
    O meio aquático como biota. Principais propriedades da água como meio de suporte de vida. Grandes divisões dos domínios de águas continentais e dos domínios marinhos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Tarbuck, E. J.; Lutgens, F. K. & Tasa, D. 2005. Ciências de la Tierra - Una Introdución a la Geología Física (8ª ed). Pearson Educación S. A.. Madrid.
    • Brady, N. C. & Weil, R.R. 1999. The Nature and Properties of Soil (12th ed). Prentice Hall, New Jersey. (Capítulos: 1, 2, 3)
    • Miranda PMA, 2001. Meteorologia e Ambiente. Univ. Aberta
    • Santos FD & Miranda P, 2006. Alterações Climáticas em Portugal. Cenários, Impactos e Medidas de Adaptação, Projecto SIAM II. Gradiv

    Bibliografia Complementar

    • White, R.E. 1997. Principles and Practice of Soil Science, (3rd edition). Oxford, Blackwell Science

    5. Avaliação:

    "A unidade curricular MEIO TERRESTRE E AQUÁTICO compreende quatro módulos:
    (a) Clima, (b) Meio aquático, (c) Geologia e (d) Solos.
    A frequência da unidade curricular é obtida por intermédio da participação nas aulas. Como requisito mínimo é obrigatório a presença em 20 das 28 sessões lectivas previstas. Este requisito não se aplica aos trabalhadores-estudantes (Lei nº 116/97).
    A avaliação da unidade curricular far-se-á:
    (a) Através de 4 testes (após a leccionação de cada módulo) abrangendo toda a matéria, cuja nota mínima deve ser pelo menos oito valores. Desde que a média obtida nos quatro módulos (ponderada pelo período de leccionação de cada um deles) seja pelo menos de dez valores, o aluno poderá prescindir do exame final da unidade curricular.
    (b) Através da realização de um Exame Final em que é necessário obter uma nota de 10 valores, sendo oito a nota mínima a obter em cada um dos módulos. A nota final corresponde à nota média dos quatro módulos, ponderada pelo período de leccionação de cada um deles. O aluno pode prescindir de fazer o exame final dos módulos em que obteve condições para
    aprovação através de testes."

    6. Estimativa total de trabalho: 224 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Módulo de Climatologia

    Módulo de Geologia

    Módulo de Solos

    Módulo de Meio Aquático


    AVISOS

    Módulos de Solos - Horário do Prof. Nuno Cortez para apoio aos alunos


    Métodos e Processos de Medição (Measurement Methods and Procedures)

    MÉTODOS E PROCESSOS DE MEDIÇÃO (MEASUREMENT METHODS AND PROCEDURES)

    Código: 1714
    Responsável: Miguel Pedro de Freitas Barbosa Mourato
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo – Engenharia do Ambiente
    Precedências: Química

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84



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    Sumários (2010/2011)

    2. Objectivos:

    Transmitir aos alunos a importância da medição correcta nos estudos ambientais. Inicialmente tratam-se os aspectos teóricos relacionados com a teoria do erro e com as diversas técnicas de medição utilizadas em análises ambientais. Seguidamente faz-se uma descrição da problemática da medição nas várias áreas da física e química que têm relevância analítica e ambiental.
    É dado ênfase ao conhecimento estruturado e prático, de molde a capacitar os alunos para a obtenção de dados na sua vida profissional, bem como à correcta transmissão e compreensão dos mesmos.

    3. Programa:

    INTRODUÇÃO À METROLOGIA
    Teoria do erro. Propagação do erro.Características da medição Resposta instrumental.Constituição geral de um instrumento.Calibração instrumental.Medição indirecta.Curvas de calibração.
    MÉTODOS E TÉCNICAS DE ANÁLISE QUÌMICA
    Introdução ao Laboratório. A segurança no laboratório. Caderno de laboratório: organização dos resultados.
    Interpretação e execução de um protocolo experimental. Realização de um protocolo experimental.
    Técnicas básicas de medição de volumes e de massas.
    Titulação, determinação de pH
    Processo analítico e validação de um método. Técnicas potenciométricas e voltamétricas.
    Espectrofotometria; métodos espectrofotométricos: absorção e emissão atómica, UV/visível, infravermelho. Métodos cromatográficos: cromatografia gasosa, HPLC.
    Técnicas instrumentais avançadas.
    Espectrometria de massa, HPLC-MS e GC-MS.
    Análise ambiental.
    MÉTODOS ANALÍTICOS DE DETERMINAÇÃO EXPEDITA

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Skoog, D, Holler, F, Nieman, T 1998, Principles of Instrumental Analysis, 5th Ed, Brooks-Cole
    • B. Marshall & F.I. Woodward (eds). Instrumentation for Environmental Physiology. Cambridge University Press, New York.
    • Fritschen, L.J., & L.W. Gay. 1979. Environmental instrumentation. Springer-Verlag, New York.
    • Strangeways, I. 2003. Measuring the Natural Environment. 2nd Edition. Cambridge University Press, New York, 544 pp.
    • Simões, J.A. et al., 2000, “Guia do Laboratório de Química e Bioquímica”, Lidel.

    Bibliografia Complementar

    • Barceló, D., 2000, Sample handling and trace analysis of pollutants – Techniques, applications and quality assurance, Vol. 21, Elsevier Science, Amsterdam
    • Dean, J. R., 1998, Extraction methods for environmental analysis. John Wiley & Sons, UK.
    • Harris, D. G., 2003, “Quantitative Chemical Analysis”, 2003, H. W. Freeman & Comp.
    • Christian, D1994, Analytical Chemistry, 5th ed., Wiley

    5. Avaliação:

    A avaliação é continua, tendo uma componente prática que consiste em realizar os trabalhos práticos e responder a questionários ou elaborar relatórios e uma componente teórica que consiste em testes intercalares. A avaliação contínua permite dispensar de exame final desde que o aluno atinja os mínimos estabelecidos (10).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Microbiologia (Microbiology)

    MICROBIOLOGIA (MICROBIOLOGY)

    Código: 1715
    Responsável: Maria Elisa Ferreira da Silva Pampulha
    Outros docentes: Adília Neves Pires de Oliveira
    Curso: 1º ciclo - Biologia

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Apreender os conceitos fundamentais, princípios e aplicações da Microbiologia. Conhecer os fundamentos dos sistemas classificativos e das relações filogenéticas dos seres celulares. Explorar a diversidade microbiana nas suas múltiplas vertentes. Entender a importância do controlo dos microrganismos. Analisar ecossistemas microbianos e a adaptação a ambientes extremos. Conhecer e aplicar os métodos básicos da Microbiologia.

    3. Programa:

    Introdução à Microbiologia
    A unidade e a diversidade entre os seres celulares. Evolução microbiana e taxonomia. Fundamentos dos sistemas classificativos e das relações filogenéticas dos seres celulares.
    Princípios de Microscopia Fotónica. Micrometria
    Princípios teóricos e procedimentos experimentais para observação e medição de microrganismos.
    A Microbiologia no Laboratório
    Regras de segurança no Laboratório de Microbiologia. A ubiquidade dos microrganismos e os cuidados a ter na sua manipulação. Princípios da técnica asséptica.
    Diversidade Microbiana
    A diversidade dos principais grupos de microrganismos celulares. A sistemática e nomenclatura bacterianas. A célula procariôntica: organização, estrutura e função. Microrganismos acelulares: vírus e agentes sub-víricos. Observação e caracterização de microrganismos procariônticos e eucariônticos.
    Nutrição e Cultura de Microrganismos
    Exigências nutricionais dos microrganismos. Meios de cultura. Cultura e métodos de isolamento. Isolamento e caracterização cultural de populações de microrganismos.
    Crescimento e Controlo de Crescimento de Microrganismos
    Crescimento individual e populacional. A terminologia e a dinâmica do crescimento de populações microbianas. Fundamentos e importância do controlo de microrganismos e dos parâmetros que condicionam o seu crescimento. Métodos de avaliação do crescimento microbiano.
    Princípios de Bionergética Microbiana
    Estratégias microbianas para a obtenção de energia. Os processos específicos de vida anaeróbia. Diversidade metabólica e adaptações fisiológicas. Utilização de sistemas miniaturizados (API) para identificação de bactérias.
    Ecologia Microbiana
    Ecologia de populações microbianas e comunidades em ambientes terrestres e aquáticos. Ambientes extremos. Limitação do crescimento por factores ambientais. O mecanismo de quorum sensing. Inter-relações microbianas: sinergia e antagonismo. Biogeociclos. Isolamento de Rhizobium a partir de nódulos de leguminosas. Observação de acinomicetas e micorrizas.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • “Brock Biology of Microorganisms” Madigan, M.T., et al 2009 12ª Edição, Pearson International Edition
    • “Manual de Microbiologia”.A.Oliveira & M. E. Pampulha 2010, Edição A.E.A

    Bibliografia Complementar

    • “Microbiology” Prescott, L. M. et al 2005, 6ª Edição, McGraw-Hill, International Edition
    • Biologia Microbiana Lopes, M. A. & Fonseca, A. 1996. Universidade Aberta

    5. Avaliação:

    Avaliação contínua por testes parciais, questionários e apresentações escritas e orais de temas específicos. Para dispensa dos testes globais, é necessário obter 12 valores na avaliação contínua.
    Testes globais
    Exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012


    Microbiologia Funcional (Functional Microbiology)

    MICROBIOLOGIA FUNCIONAL (FUNCTIONAL MICROBIOLOGY)

    Código: 1717
    Responsável: Maria da Conceição da Silva Loureiro Dias
    Outros docentes: Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira
    Curso: 1º ciclo - Biologia
    Precedências: Microbiologia

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 8 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 28 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 28 Total: 112

    2. Objectivos:

    - Aprender a formas de obtenção de energia pelos microrganismos
    - Aprender os aspectos de regulação metabólica
    - Compreender os fenónemos de resistência microbiuiana a factores ambientais

    3. Programa:

    Bioenergética
    A teoria quimiosmótica. Diferentes tipos de tranportadores activos secundários. Bioenergética global dos microrganismos eucarióticos. Relações entre organelos. Processos de fermentação
    Metabolismo
    Degradação de polímeros por exoenzimas. Mecanismos de hidrólise em particular de celulose e amido. O efeito de Crabtree e outras aspectos da regulação da fermantação alcoólica.
    Crescimento e Stress Microbiano
    Parâmetros cinéticos e energéticos de crescimento: taxa específica de crescimento exponencial, tempo de duplicação, coeficiente de rendimento, taxa específica de transferência de nutrientes, rendimento de ATP. Factores de stress. Efeitos de NaCl. Efeitos de temperaturas extremas. A conservação alimentar numa perspectiva de stress microbiano.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Physiology of the Bacterial Cell, A molecular Approach: F. Neidhardt, J. Ingraham, M. Schaechter: Sinauer Associates, Inc. Publishers: Sunderland, Massachusetts, 1990: ISBN 0-87893-608-4
    • The Physiology and Biochemistry of Prokaryotes:D. White: Oxford University Press. Inc.: Oxford, 1995: ISBN 0-19-508439-X
    • Applied Microbial Physiology. A practical approach: P. Rhodes, P. Stanbury (eds.): Oxford University Press, Inc.: Oxford, 1997

    5. Avaliação:

    Exame final e apresentação oral de um trabalho.

    6. Estimativa total de trabalho: 224 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Microbiologia Industrial e Alimentar (Industrial and Food Microbiology)

    MICROBIOLOGIA INDUSTRIAL E ALIMENTAR (INDUSTRIAL AND FOOD MICROBIOLOGY)

    Código: 1718
    Responsável: Virgílio Borges Loureiro
    Outros docentes: Maria Adélia da Silva Santos Ferreira e Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira
    Curso: 1º Ciclo - Engenharia Alimentar
    Precedências: Biologia Celular e Microbiologia

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas-Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    - Introduzir os estudantes aos princípios fundamentais da segurança e conservação de alimentos;
    - Estudar as bases ecológicas do controlo de populações microbianas e princípios gerais de qualidade microbiológica dos alimentos;
    - Discutir os fundamentos de higiene e salubridade na indústria alimentar;
    - Estudar os fundamentos da análise microbiológica de alimentos e perspectivas da sua evolução.
    - Familiarizar os alunos com as regras de trabalho e de rigor analítico num laboratório de microbiologia alimentar;
    - Interpretar resultados analíticos e avaliar a qualidade microbiológica dos alimentos.

    3. Programa:

    I. Âmbito da disciplina e perspectiva histórica.
    II. Os microrganismos como agentes de toxinfecções alimentares: bactérias, micotoxinas, vírus, protozoários, algas, micoplasmas e priões.
    III. Os microrganismos como agentes de alteração: factores determinantes da sobrevivência e actividade de associações microbianas causadoras de alterações; microbiologia dos principais grupos de alimentos; introdução à modelação matemática da deterioração de alimentos.
    IV. Análise microbiológica de alimentos: métodos clássicos e rápidos de pesquisa, quantificação e identificação de microrganismos e seus metabolitos.
    V. Qualidade microbiológica de alimentos: princípios gerais, indicadores microbiológicos, químicos e físicos da qualidade dos alimentos; padrões microbiológicos de alimentos.
    VI. A higiene e a salubridade na indústria alimentar: código de práticas recomendadas, princípios gerais de sanificação, programas de lavagem e desinfecção; controlo da eficácia da sanificação.
    VII. A segurança alimentar e a análise de riscos: a análise retrospectiva e a prospectiva, princípios gerais de "HACCP": Análise de Riscos e Controlo de Pontos Críticos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Jay, J.M. (1996) - Modern Food Microbiology, 5th Edition. Food Science Texts.
    • Adams, M. R. e Moss, M. D. (1995) - Food Microbiology. The Royal Society of Chemistry, Cambridge.
    • Mossel, D.A. e Garcia, B.M. (1985) - Microbiologia de los Alimentos. Editorial Acríbia. Zaragoza.
    • Hayes S, P.R., 1985 - Food Microbiology and Hygiene. Elsevier Applied Science Publishers. London New York.

    Bibliografia Complementar

    • Déak, T. and Beauchat, L. – 1996 – Handbook of Food Spoilage Yeasts. CRC Press.
    • Harrigan, W. F., 1998 – Laboratory Methods in Food Microbiology. Third Edition. Academic Press.
    • Pierson, M.D. and Stern, N.J. (Eds.) - Foodborne Microrganism and Their Toxins: Developing Methodology. Marcel Dekker, Inc. New York and Basel
    • Ray, B., 1996 – Fundamental Food Microbiology. CRC Press.
    • Samson, R. A., Hocking, A. D., Pitt, J. I. And King, A. D., - 1992 – Modern Methods in Food Mycology.. Developments in Food Science, nº 31. Elsevier

    5. Avaliação:

    Frequência: presença em 75% do total de aulas; o resultado da frequência será expresso por uma das fórmulas admitido ou não admitido a exame.
    Avaliação contínua: realização de testes curtos durante as aulas práticas.
    Exame final: o exame final constará de uma prova escrita versando toda a matéria da disciplina. A nota final será a obtida em exame (80%) mais a média das notas nos testes (20%).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Aulas Práticas

    Aulas teóricas


    Monitorização de Ecossistemas (Ecosystems Monitoring)

    MONOTORIZAÇÃO DE ECOSSISTEMAS (ECOSYSTEMS MONITORING)

    Código: 1720
    Responsável: Professora Fernanda Maria Miranda Cabral
    Outros docentes: Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira, Maria do Rosário da Conceição Cameira e Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso
    Curso: 1º ciclo – Engenharia do Ambiente
    Precedências: Ecologia

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Transmitir aos estudantes conceitos fundamentais na avaliação da qualidade ambiental e monitorização de ecossistemas, abordando aspectos relativos aos principais contaminantes, análise de risco, indicadores ambientais e identificação da origem da contaminação.

    3. Programa:

    Introdução: Contaminantes e poluentes. Fontes de contaminação tópicas e difusas.
    Indicadores e índices de contaminação. Avaliação de riscos. Identificação da fonte da contaminação. Marcadores.
    Modelos de previsão da exposição ambiental
    Monitorização de águas e solos: protocolo de amostragem, acondicionamento e preparação da amostras. Parâmetros a determinar.
    Monitorização das florestas: redes americana e europeia. Indicadores utilizados.
    Casos-estudo:
    Indicadores biológicos na monitorização da qualidade dos meios aquáticos.
    Utilização conjunta da experimentação e modelação na monitorização de nitratos nas águas subterrâneas.
    Avaliação da exposição e dos efeitos tóxicos de pesticidas em águas.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Apresentações powerpoint disponíveis no site da UC
    • Goss et al., 2003 Report on a scoping study for an agro-system indicator of water contamination by pathgens frm agricultural operations. 116 pp.
    • Reeve R. 2002 Introduction to Environmental Analysis. Jhn Wiley & Sons Ltd, Chichester, England, 301 pp.

    5. Avaliação:

    Avaliação contínua. Exame final para quem não opte pela avaliação contínua.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Sumários:


    Monitorização de Meios Urbanos (Urban Environment Monitoring)

    MONITORIZAÇÃO DE MEIOS URBANOS (URBAN ENVIRONMENT MONITORING)

    Código: 1721
    Responsável: Ana Carla de Andrade Madeira
    Outros docentes: Olívio Godinho Patrício e Maria Manuela Silva Nunes Reis Abreu
    Curso: 1º ciclo – Engenharia do Ambiente
    Precedências: Física II

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    A atmosfera, camada de ar que envolve a Terra, é um recurso indispensável à vida. A atmosfera tem uma certa capacidade depuradora, que em certas condições garante a eliminação de gases e partículas. No entanto, hoje em dia esse papel de “filtro” diminuiu devido ao grande aumento da actividade humana. Assim, qualquer substância emitida para a atmosfera que possa afectar os seres vivos bem como os materiais é considerada um poluente. A qualidade do ar é o termo que traduz o grau de poluição. O som, também propagado pelo ar, está presente em várias actividades da vida diária em que o contacto com sons intensos, de forma desprotegida, voluntária ou involuntária, pode tornar-se prejudicial para a saúde humana.

    3. Programa:

    1. Introdução à Poluição do Ar e Poluição Acústica
    2. Poluição Global
    - O Mecanismo do Efeito de Estufa da Atmosfera e o Aquecimento Global: gases de efeito de estufa e aerossóis
    - Camada de Ozono
    3. Poluição Regional e Local
    - Principais Poluentes Atmosféricos: conceito, tipo e fontes
    - Influência da Atmosfera na Dispersão, Transformação e Deposição dos Poluentes
    - Efeito dos Poluentes Atmosféricos à Superfície do Globo: vegetação, animais e homem
    - Padrões de Qualidade do Ar e Legislação
    4. Poluição do Ar em Meio Urbano
    - Características Microclimáticas do Meio Urbano vs Meio Rural: balanços de radiação e energia, balanço hídrico, e suas alterações; perfis da velocidade do vento; ilha de calor urbana; consequências para a deposição dos poluentes
    - Smog Industrial e Smog Fotoquímico
    - Efeitos em Edifícios e Monumentos
    5. Poluição do Ar no Interior de Edifícios
    - Tipo de Poluentes e Fontes Externas e Internas
    6. Monitorização e Qualidade do Ar
    7. Poluição Acústica
    - Conceitos e Terminologia
    - Propagação do Ruído
    - Principais Fontes de Ruído Urbano
    - Enquadramento Legal
    - Instrumentação de Medida e Análise
    - Monitorização

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Apontamentos fornecidos aos alunos cobrindo a maioria da matéria a leccionar.

    Bibliografia Complementar

    • Colls, J. 1997. Air Pollution. An Introduction. E & FN SPON.
    • Brown, R.D. & Gillespie, T.J. 1995. Microclimatic Landscape Design. John Wiley & Sons, Inc.
    • Elsom, D. 1996. Smog Alert. Managing Urban Air Quality. EARTHSCAN.
    • Oke, T.R. 1978. Boundary Layer Climates. METHUEN.

    5. Avaliação:

    Três testes teórico-práticos durante o semestre (com possibilidade de eliminação de matéria, desde que a média das notas dos três testes seja superior a dez; a nota mínima aceite apenas num dos testes é oito).
    Exame final (parcial ou total)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Morfologia, Aptidão e Comportamento Animal (Morphology, Fitness and Animal Behaviour)

    MORFOLOGIA, APTIDÃO E COMPORTAMENTO ANIMAL (MORPHOLOGY, FITNESS AND ANIMAL BEHAVIOUR)

    Código: 1722
    Responsável: João Pedro Bengala Freire
    Outros docentes: Maria Madalena dos Santos Lordelo, Ilda Rosa (FMV), Rui Bessa (FMV) e Rui Caldeira (FMV)
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Dar a conhecer algumas das principais dimensões socioeconómicas relacionadas com o contexto do exercício da actividade profissional.
    Apresentar e analisar conceitos básicos e integradores das áreas da sociologia e da economia.
    Apreciação e avaliação do exterior dos animais.
    Estimativa da idade dos equinos, bovinos e caprinos através da dentição.
    Conhecimento do ciclos biológicos e produtivos das espécies pecuárias.
    Identificar e prevenir comportamentos anormais nas espécies animais de produção.
    Reconhecer e interpretar sinais de bem-estar, desconforto, dor e seus efeitos no comportamento social e produtivo.

    3. Programa:

    Módulo 1 (Actividades e agentes económicos no território): As actividades humanas face às possibilidades do meio biofísico. Modificação do meio pelas actividades humanas. As actividades e os agentes no território: percurso histórico e diversidade actual.
    Módulo 2 (Regulação dos agentes e das actividades económicas: mercados e políticas públicas): Fileiras produtivas: agentes, funções, margens e circuitos de comercialização. Mercados: estruturas de mercado e formação dos preços. Introdução às políticas públicas.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Apontamentos elaborados para os objectivos da disciplina e conteúdo dos módulos.
    • Blakely, J., Bade, D.H., 1990. The Science of Animal Husbandry. Ed. Reston – Prentice Hall, Englewood. N. Jersey – USA.
    • Fraser, A F., Broom, D.M. (1997). Farm Animal Behaviour and Welfare, CAB International, N.Y.
    • Grandin, T. (1997). Livestock Handling and Transport, CAB International, N.Y.

    Bibliografia Complementar

    • Winter, Michael (1996), Rural Politics: Policies for agriculture, forestry and the environment, London, Routledge
    • Lagrange, L., (1995), “La Commercialisation dés produits agricoles & alimentaires”, Lavoisier Tec & Doc, Paris, pg. 1 a 18 e pg. 155-164
    • Miranda do Vale, J. 1990. O exterior do cavalo. Ed. Editorial Notícias, Lisboa.
    • Farm Animal Behaviour, Bailliére Tindall, London. Fraser, A.F. (1985)

    5. Avaliação:

    Apresentação de trabalhos – 30%
    Exame final – 70%

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Nutrição Animal (Animal Nutrition)

    NUTRIÇÃO ANIMAL (ANIMAL NUTRITION)

    Código: 1792
    Responsável: Luísa Almeida Lima Falcão e Cunha
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Zootécnica; 2º ciclo – Engenharia Agronómica
    Ramo: Engenharia Agronómica - Agro-Pecuária
    Precedências: Química Orgânica e Bioquímica

    Ano Curricular: 2º(EZoo)/1º(EAgr) Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Engenharia Zootécnica
    Opcional: Engenharia Agronómica


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecimento dos princípios básicos da alimentação animal:
    - conhecimento do valor nutritivo dos alimentos para as várias species;
    - conhecimento das despesas e necessidades dos animais;
    - conhecimento dos sistemas de valorização energética e proteica para ruminantes e monogástricos.

    3. Programa:

    1. Introdução ao estudo da nutrição e da alimentação dos animais: conceito e domínios da nutrição e da alimentação; classificação dos nutrientes.
    2. Alimentos dos animais: classificações; características gerais; composição e análise: fundamentos e estudo crítico; digestão e absorção. Digestibilidade: conceito, significado e interesse prático. métodos de determinação e estimativa. Utilização metabólica dos nutrientes.
    3. Energética Alimentar. Medida da energia do metabolismo Despesas energéticas. Utilização da energia dos alimentos: etapas de degradação da energia - importância e variação em função da espécie e do alimento. Sistemas de valorização energética para as várias espécies: fundamentos e análise crítica; aplicação na estimativa do valor energético dos alimentos.
    Análise dos alimentos do ponto de vista energético no regime alimentar das várias species.
    Aplicação de sistemas de valorização energética na formulação de dietas para monogástricos e ruminantes.
    4. Alimentação Azotada. Despesas azotadas. O azoto nos alimentos.
    Alimentação Azotada nos monogástricos. Utilização digestiva e metabólica. Valor azotado das proteínas alimentares: métodos de apreciação; disponibilidade de aminoácidos essenciais; alimentos como fonte de N para monogástricos.
    Alimentação azotada nos ruminantes. Utilização digestiva nos compartimentos digestivos. Sistemas de valorização azotada: aplicação na estimativa do valor azotado dos alimentos. Alimentos como fonte de N para ruminantes.
    Aplicação de sistemas de valorização azotada na formulação de regimes alimentares para monogástricos e para ruminantes.
    5. Alimentação Mineral. Caracterização e função dos elementos minerais. Macronutrientes. Micronutrientes Interacções.
    6. Alimentação Vitamínica. Caracterização e função das vitaminas. Vitaminas hidrossolúveis lipossolúveis.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • McDonald P., Edwards R.A., Greenhalgh J.F.D., Morgan C.A., 2002. Animal Nutrition. 6th Ed. Pearson Education Limited, UK
    • Cheeke P.R., 2004. Applied Animal Nutrition - Feeds and Feeding. Macmillan Publishing Company, NY, USA.

    Bibliografia Complementar

    • AFRC,1993. Energy and Protein Requirement of Ruminants. CAB International, UK, 159p
    • INRA 1987. Alimentation des Ruminants: revision des systémes et des tables de l´INRA. Bull. Tech., CRZN, Theix 70
    • Jarrige R, Ruckebusch Y, Demarquilly C, Farce M-H, Journet M,1995. Nutrition des ruminants domestiques ingestion et digestion. INRA, Paris
    • Moughan PJ, Verstegen M W A, Visser-Reyneveld MI, 2000. Feed evaluation – Principles and practice. Wageningen Academic Publishers, The Netherlands
    • Van Soest, P, 1994. Nutritional Ecology of the Ruminant. 2Ed., Cornell Univ Press, USA

    5. Avaliação:

    25 % - 3 testes de escolha múltipla e problemas práticos simples
    75% - exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Nutrição Humana (Human Nutrition)

    NUTRIÇÃO HUMANA (HUMAN NUTRITION)

    Código: 1724
    Responsável: Maria Isabel Nunes Januário
    Outro(s) Docente(s):
    Curso: 1º ciclo Engenharia Alimentar
    Precedências: Química Orgânica e Bioquímica

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Dotar os alunos com um conjunto de conhecimentos que lhes permitam avaliar e caracterizar os alimentos em termos do seu valor nutricional.
    Transmitir os fundamentos básicos da fisiologia da nutrição humana.
    Avaliar a qualidade nutricional das dietas alimentares e elaboração de uma dieta básica.

    3. Programa:

    I – Alimentos e Nutrição
    Princípios básicos da nutrição humana: alimentos, nutrientes e alimentação equilibrada.
    Equilíbrio energético: energia dos alimentos; composição corporal; necessidades energéticas, regulação da ingestão de alimentos. Água no organismo humano: importância e necessidades.
    Nutrição proteica: conceitos básicos; qualidade das proteínas; necessidades proteicas; principais alimentos proteicos.
    Nutrição glucídica: conceitos básicos; tipos de glúcidos; necessidades em glúcidos; principais alimentos glucídicos; fibras alimentares; índice glicémico.
    Nutrição lipídica: conceitos básicos; tipos de lípidos; necessidades em lípidos; principais alimentos lipídicos.
    Nutrição vitamínica e mineral: sua importância, principais fontes alimentares de vitaminas e de minerais.

    II – Digestão e Absorção de Nutrientes
    Noções básicas de anatomia e fisiologia do aparelho digestivo.
    Digestão dos alimentos. Absorção dos principais nutrientes. Processos metabólicos.

    III – Nutrição, Saúde e Dietética
    Nutrição e saúde. Importância de uma alimentação equilibrada e saudável. Nutrição complementar: alimentos funcionais e suplementos dietéticos.
    Doenças associadas a estados deficitários proteíco-energéticos, a carências vitamínicas e a carências de minerais. Doenças associadas a excessos alimentares e de alguns nutrientes. Desordens alimentares.
    Alimentação e dietética. Regras para a elaboração de uma dieta básica. Regimes alimentares especiais.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    Eastwood, M. Princípios de Nutrição Humana. 2008
    Instituto Nacional de Saúde Dr. Ricardo Jorge. Tabela de Composição de Alimentos. 2007.
    Garrow, J.S.; James, W.P.T.; Ralph, A. (eds.). Human nutrition and dietetics. 2000.
    Ferreira, F.A.G. Nutrição humana. Fundação Calouste Gulbenkian. 1983

    Bibliografia Complementar
    www.who.int/
    www.fao.org/
    www.alimentacaosaudavel.org/
    www.nal.usda.gov/fnic/foodcomp/search/

    5. Avaliação:

    Avaliação contínua, com as seguintes componentes:
    - Testes parciais individuais
    - Seminários (em grupo) – apresentação oral com discussão e trabalho escrito
    Exame final (alunos que não realizarem a avaliação contínua)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Informação Geral e Organização da UC

    Organização da UC

    Planificação das aulas

    Lista de Alimentos propostos para o 1º Seminário

    Material de Apoio às Aulas

    Bibliografia

    Módulo I - Aspectos Gerais

    Água e Energia

    MÓDULO I

    MÓDULO II

    MÓDULO III

    Elaboração de uma Dieta

    Necessidades Dietéticas Especiais


    Nutrição Vegetal, Fertilidade do Solo e Fertilização (Plant Nutrition, Soil Fertility and Fertilization)

    NUTRIÇÃO VEGETAL, FERTILIDADE DO SOLO E FERTILIZAÇÃO (PLANT NUTRITION, SOIL FERTILITY AND FERTILIZATION)

    Código: 1725
    Responsável: Ernesto José de Melo Pestana de Vasconcelos
    Outros docentes: Fernanda Maria Miranda Cabral e Amarilis Paula Alberti de Varennes e Mendonça
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica
    Precedências: Química

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 22 Práticas/Laboratoriais: 20 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Formação base em nutrição das plantas, fertilidade de solos e conceitos básicos de matérias fertilizantes e aspectos básicos de técnicas e recomendações de Fertilização

    3. Programa:

    Nutrição Mineral das Plantas. Nutrientes vegetais. Classificação. Fornecimento dos nutrientes às raízes. Absorção de nutrientes. Transporte no xilema e floema. Remobilização de nutrientes. Funções, deficiências e toxicidades dos elementos essenciais. Níveis de nutrientes nas plantas. Nutrientes e produção vegetal. Factores de crescimento. Leis do crescimento. Fertilidade dos solos. Nutrientes no solo. Movimento dos nutrientes no solo. Comportamento dos macronutrientes e micronutrientes no solo. Ciclos do azoto e fósforo.
    Matérias fertilizantes. Classificação. Adubos elementares: azotados, fosfatados e potássicos Mistura de adubos. Adubos compostos Correctivos orgânicos, minerais e condicionadores Recomendações de fertilização, a taxa fixa, baseada na análise de terras, baseada na análise de plantas
    Avaliação da fertilidade de um solo. Análise de terras: Colheita e preparação de amostras de solo; textura de campo, reacção do solo, carbono orgânico, necessidade em cal, fósforo e potássio disponíveis, calcário total, calcário activo, bases de troca e micronutrientes extraíveis. Interpretação dos resultados. Análise de plantas. Avaliação do estado nutritivo de uma cultura recorrendo à análise dos tecidos vegetais. Colheita do material vegetal, e determinação do azoto, fósforo e potássio
    Análise preliminar de adubos
    Esquemas de fertilização

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Brady, N. C. & Weil, R.R. 1999. The Nature and Properties of Soil (12th edition). New Jersey, Prentice Hall.
    • Marschner H 1995. Mineral Nutrition of Higher Plants. Academic Press London
    • Mengel K Kirby EA 2001. Principles of Plant Nutrition.Kluwer Academic. Publishers
    • Varennes A 2003 Produtividade dos Solos e Ambiente. Escolar Editora, Lisboa
    • Western Fertilizer Handbook 1998 Second Horticulture Edition, Interstate Publishers Inc,
    • White, R.E. 1997. Principles and Practice of Soil Science, (3rd edition). Oxford, Blackwell Science

    Bibliografia Complementar

    • Bacon PE 1995. Nitrogen fertilization in the environment. Marcel Dekker Inc.
    • Botelho da Costa, J. V. 1975. Caracterização e Constituição do Solo. Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian
    • Laboratório Químico Agrícola Rebelo da Silva, 2000 – Manual de fertilização de culturas. INIA-LQARS, Lisboa
    • Santos, JQ 2002 – Fertilização. Fundamentos da utilização de adubos e correctivos. Ed. Castro, F.L. Pub. Europa-América , Mem Martins
    • Tan KH 1998 Principles of Soil Chemistry, Marcel Dekker Inc

    5. Avaliação:

    Através da realização de dois testes em que o aluno tem de ter uma média de 10 valores, sendo 9 a nota mínima em cada um dos testes
    Através da realização de um Exame Final envolvendo toda a matéria teórica e teórica prática em que o aluno tem de obter uma nota mínima de 10 valores.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Sumários

    Apresentações - Aulas Práticas

    Textos de Apoio

    Avaliação

    Avisos


    Operações Florestais (Forestry Operations)

    OPERAÇÕES FLORESTAIS (FORESTRY OPERATIONS)

    Código: 1726
    Responsável: Pedro César Ochôa de Carvalho
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Precedências: Inventário Florestal

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    O trabalho nas florestas. Organização e métodos das operações florestais na florestação, condução de povoamentos florestais e exploração florestal. Mecanização florestal. Máquinas florestais e motores. Descrição das operações. Planeamento e eficiência operacional. As operações e a gestão florestal sustentável. Códigos de boas práticas. Legislação e normas. As operações florestais e a certificação. Análise do ciclo de vida e cadeia de responsabilidade.

    3. Programa:

    Introdução: a floresta portuguesa e as indústrias florestais. Definição e âmbito das operações florestais. Terminologia.
    Introdução à mecanização florestal. Máquinas e motores. Máquinas florestais: tipos e funcionamento
    Operações de instalação de povoamentos florestais. Preparação do terreno.
    Operações de condução e protecção de povoamentos florestais
    Sistemas de exploração florestal. Fluxos de materiais e energia. Rendimentos e custos das operações. Conceito de eficiência operacional. Análise energética dos sistemas. Classificação e selecção de sistemas de exploração florestal. Factores determinantes.
    Abate, corte de ramos e toragem.
    Descasque e estilhaçamento. Conceito de utilização integral da árvore. Aproveitamento para biomassa.
    Movimentação do material lenhoso. Rechega, Extracção. Operações de carga e descarga.
    Tracção: terreno e órgãos de locomoção
    Rede viária florestal (planeamento)
    Impactes ambientais das operações florestais
    Legislação e normas referentes às operações florestais
    Operações e a certificação florestal. Cadeia de responsabilidade.
    Plano de exploração florestal.
    Nota: esta unidade curricular inclui um estágio curricular de operações florestais num centro de formação de operações florestais (COTF Lousã).

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Manuel d,exploitatation forestière, 1983. (ARMEF-CTBA-IDF)
    • Tolosana, E; González, V. & Vignote, S 2000. El Aprovechamiento Maderero. Ed. Mundi-Prensa
    • Ojeda, R. 2001. Manual de Mecanizacion Forestal. Ed autor.

    Bibliografia Complementar

    • Sundberg, U & Silversides, C. 1989. Operational Efficiency in Forestry. Vol 1 Analysis. Kluwer Acad. Publ.

    5. Avaliação:

    Participação em estágio prático e nas aulas (20%). Exame final (80%)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Operações Unitárias I (Unit Operations I)

    OPERAÇÕES UNITÁRIAS I (UNIT OPERATIONS I)

    Código: 1631
    Responsável: Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
    Outros docentes: Helena Margarida Nunes Pereira
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Alimentar
    Precedências: Física I

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 56 Práticas/Laboratoriais: 14 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Compreensão do conceito de operação unitária. Estudo das seguintes operações unitárias: moenda, sedimentação, centrifugação, filtração clássica, secagem e evaporação. Aplicações a casos industriais e dimensionamento do equipamento.

    3. Programa:

    Conceito de operação unitária e sua importância no estudo dos processos industriais. Caracterização de partículas sólidas; moenda. Operações unitárias que envolvem apenas transferência de massa: sedimentação livre; centrifugação; filtração clássica. Operações unitárias que envolvem transferência de massa e/ou de calor: secagem (clássica) e psicrometria; permutadores de calor; evaporação (efeito simples e múltiplo em co e contracorrente)-, mistura.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Bayazitoglu, Y., Ozisik, M.N. (1988), Elements of Heat Transfer, McGraw-Hill International Editions, New York.
    • Earle, R.L. (1985), Unit Operations in Food Processing, Pergamon Press.
    • Geankoplis, C.J. (1986), Transport Processes and Unit Operations, 3ª Edição, Prentice-Hall International, Inc.

    Bibliografia Complementar

    • McCabe, W.L., Smith, J.C., Harriot, P., Unit Operations of Chemical Engineering, McGraw-Hill, Inc., 5ª Edição, New York.

    5. Avaliação:

    Dois testes ou exame final (80% da nota final) e Relatório de Trabalho Laboratorial (20% da nota final). Para obter aprovação na disciplina é necessária a nota mínima de 9,5 valores tanto no exame como no trabalho laboratorial.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Ordenamento do Território: Sub-Sistema Natural (Landscape Planning: Natural Subsystem)

    ORDENAMENTO DO TERRITÓRIO: SUB-SISTEMA NATURAL (LANDSCAPE PLANNING: NATURAL SUBSYSTEM)

    Código: 1728
    Responsável: Maria Manuela Cordes Cabêdo Sanches Raposo de Magalhães
    Outros docentes: Pedro Miguel Ramos Arsénio
    Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
    Precedências: Teoria da Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 7.5 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais (aplicadas a Projecto): 56 Outras: 21 Total: 105

    2. Objectivos:

    A compreensão do sub-sistema ecológico da Paisagem em termos relacionais e a suas implicações no Ordenamento do Território, incluindo as políticas relacionadas Desenvolvimento e aplicação de uma metodologia integrativa a um Concelho da Área Metropolitana de Lisboa utilizando desenho manual, um Sistema de Informação Geográfica e AutoCAD.

    3. Programa:

    AULAS TEÓRICAS
    1. Conceitos – Ordenamento do Território, Sistema, Metodologias integrativas
    2. Sub-sistema ecológico da Paisagem. Os Recursos naturais como factores de O. T. Entre estes, a Morfologia do terreno, o Solo, a Água, a Vegetação climácica e introduzida, o Topoclima; inter-relações existentes na paisagem urbana e rural. Matriz de utilização da Paisagem pelas actividades humanas, (edificação, agricultura, silvicultura, infra-estruturas)
    3. A Sustentabilidade Ecológica no O. T. – O conceito de aptidão ecológica como base da localização das actividades. A Estrutura Ecológica como instrumento integrado de sustentabilidade - proposta de uma metodologia integrativa para a sua delimitação. Reserva Ecológica Nacional (REN). Reserva Agrícola Nacional (RAN). Domínio Público Hídrico. Transposição dos seus princípios para o espaço urbano - Estrutura Ecológica Urbana. Rede Nacional de Áreas Protegidas. Outras servidões administrativas. Aplicações.
    4 Retrospectiva das Metodologias de O. T. - Método McHarg. Contestações ao Método McHarg (Abordagem Sistémica). Validade perante a situação actual do planeamento em Portugal. Da sobreposição manual aos SIG. Sistemas de valoração em O. T. Recursos. Valor Ambiental Agregado. Aptidões. Impactes
    5 Metodologia Integrativa de Intervenção – “Sistema-Paisagem”. Morfologia da Paisagem - Estrutura Ecológica e Estrutura Edificada. Pontuações da Paisagem. Áreas Complementares (Verdes, Edificadas).
    AULAS PRÁTICAS – Estudo do sub-sistema natural de um Concelho. Delimitação da Estrutura Ecológica Municipal. Proposta de um Conceito de Intervenção. Comparação com o respectivo Plano Director Municipal.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • MAGALHÃES, M. R. (coord. geral) (2007). Estrutura Ecológica da Paisagem: conceitos e delimitação, escala regional e local, ISAPress, Lisboa

    Bibliografia Complementar

    • Marsh, William M., Landscape Planning. Environmental Applications, 1983, John Wiley & Sons, Nova York, 1991

    5. Avaliação:

    Frequência – recensão do livro - Ferry, Luc (2007) A Nova Ordem Ecológica, ed ASA e apresentação de tema relacionado com as componentes do subsistema natural da Paisagem
    Prática – elaboração e apresentação de Relatório do trabalho realizado – 40%
    Teórica – exame final – 60%

    6. Estimativa total de trabalho: 210 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Ordenamento e Gestão Florestal (Forest Management and Certification)

    ORDENAMENTO E GESTÃO FLORESTAL (FOREST MANAGEMENT AND CERTIFICATION)

    Código: 1729
    Responsável: José Guilherme Martins Dias Calvão Borges
    Outros docentes: Pedro César Ochôa de Carvalho
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Precedências: Inventário Florestal

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecer terminologia, elementos e conceitos básicos de ordenamento e de planeamento e certificação da gestão sustentável dos recursos florestais. Compreender como príncipios económicos e da análise de decisão são utilizados para planear a gestão, conservação e protecção da floresta. Dominar a utilização de técnicas e tecnologias para o planeamento e certificação da gestão florestal. Conhecer o contexto em que se desenvolve o planeamento e certificação da gestão.

    3. Programa:

    1. Introdução à economia e à gestão dos recursos florestais. A especificidade da economia e da gestão em recursos florestais. Elementos e conceitos básicos do ordenamento e do planeamento e certificação da gestão dos recursos florestais. Tipologia de problemas de planeamento e certificação da gestão dos recursos florestais. O caso português. Planos Regionais de Ordenamento Florestal. Planos de Gestão Florestal. Planos de Defesa da Floresta contra Incêndios.
    2. Economia e Valoração. O mercado e a afectação de recursos florestais. Imperfeição do mercado e externalidades: o caso dos recursos florestais. Primeira aproximação à valoração de bens e serviços florestais: o produto, a árvore, o povoamento e a floresta. O tempo e o juro. Cálculo financeiro e prática de avaliação de capitais fundiários florestais. Cálculo de indemnizações e avaliação de prejuízos.
    3. Planeamento da gestão, conservação e protecção de povoamentos florestais. A estruturação e o desenvolvimento dos processos de planeamento. Critérios de decisão. Os problemas e os modelos de planeamento da gestão de povoamentos com composição pura e estrutura regular e de povoamentos com composição mista e com estrutura irregular
    4. Certificação da gestão da floresta. Conceito de Qualidade.Certificação da qualidade. Certificação de Sistemas de Gestão Florestal Sustentável. Certificação de Produto. Análise do ciclo de vida. Processo de certificação. Programas de certificação. Análise comparativa. Modalidades de certificação: individual, de grupo e regional (exemplos). A Norma Portuguesa NP 4406: 2003. Certificação de produtos florestais. A certificação na prática: “boa gestão” e “capacity building”.
    5. Estágio/seminário. O contexto e a prática do planeamento da gestão e da conservação da floresta em Portugal com participação de responsáveis em instituições do sector florestal

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Bettinger, P., K. Boston, J. Siry e D. Grebner. 2009. Forest management and planning. Ed. 1. Academic Press, New York.
    • Klemperer, W. D. 1996. Forest resource economics and finance Ed.1. McGraw Hill Publishing Company, New York.
    • Vogt K., Larson B.C., Gordon J.C., Vogt, D. and Fanzeres A. 2000. Forest Certification. Roots, Issues, Challenges, and Benefits. CRC Press. London
    • Apontamentos e exercícios preparados pelo docente

    Bibliografia Complementar

    • Artigos em revistas florestais

    5. Avaliação:

    Participação na aula e apresentação de um sumário (10%). Preparação de um projecto (trabalho escrito com cerca de 10 páginas) (30%). Um exame final (60%).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    MÓDULO DE CERTIFICAÇÃO FLORESTAL

    Aulas

    Textos de Apoio


    Organização da Produção Agrícola e Pecuária (Introduction to Agriculture)

    ORGANIZAÇÃO DA PRODUÇÃO AGRÍCOLA E PECUÁRIA (INTRODUCTION TO AGRICULTURE)

    Código: 1730
    Responsável: Pedro Jorge Cravo Aguiar Pinto
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Introdução dos alunos à realidade da produção agrícola e pecuária.

    3. Programa:

    Módulo 1 – Ecologia da produção agrícola
    Recursos e condições ambientais
    O processo produtivo
    Factores limitantes
    Principais culturas agrícolas e espécies pecuárias
    A Agricultura Portuguesa
    Módulo 2 – A actividade agrícola
    Sistemas de produção agrícola. Produtividade, estabilidade, sustentabilidade, equidade e suficiência
    Operações agrícolas
    Equipamentos e construções
    Organização do trabalho agrícola

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Soffe, R. J (ed.) 2003. The Agricultural Notebook. 20the Edition. Blackwell Science

    5. Avaliação:

    O aluno terá uma classificação em cada um dos 2 módulos a qual terá uma componente de avaliação contínua (30%) e outra resultante de uma avaliação final por módulo (70%).
    A aprovação na unidade curricular resulta de uma classificação positiva em todos os módulos e respeito por um máximo de 3 faltas às aulas em cada módulo.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Outras Produções Animais (Production of Other Animal Species)

    OUTRAS PRODUÇÕES ANIMAIS (PRODUCTION OF OTHER ANIMAL SPECIES)

    Código: 1731
    Responsável: Fernando Ribeiro Alves Afonso (FMV)
    Outros docentes: Rui Caldeira (FMV), Luísa Almeida Lima Falcão e Cunha, Maria Luísa Jorge (FMV) e Luís Ferreira (FMV)
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
    Precedências: Nutrição Animal

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Transmitir aos estudantes nas áreas da Aquacultura, Equinicultura e Cunicultura um conjunto de conhecimentos que lhes permita interpretar correcta e fundamentadamente os fenómenos biológicos envolvidos nestas produções de modo a poderem encontrar soluções adaptadas às diferentes realidades geográficas, técnicas e sociais. Nesse sentido os alunos deverão conhecer os agentes e as metodologias existentes nestas áreas, desde os animais e alimentos às técnicas e aos sistemas de produção utilizados. Deverão ainda saber identificar, colher e interpretar os indicadores produtivos de modo a avaliar e decidir dos sistemas de produção mais adequados, discutir os planos alimentares e aconselhar a utilização de novas técnicas.

    3. Programa:

    Equinicultura. Caracterização da produção de equinos: objectivos produtivos, aspectos sociais, mercado dos equinos. Populações animais presentes em Portugal (raças autóctones e exóticas): características morfológicas e aptidões funcionais. Alimentação, reprodução e sistemas de produção. Maneio e identificação dos equinos.
    Aquacultura. Caracterização do mercado dos produtos da aquacultura. Características fisiológicas dos peixes, moluscos e crustáceos e suas influências na eficiência produtiva. Espécies produzidas em Portugal: ciclos biológicos e sistemas de produção; alimentação, reprodução e maneio; condições ambientais requeridas para a produção.
    Cunicultura. Importância da produção de coelhos em Portugal, na UE e no resto do Mundo. Raças de coelhos. Melhoramento animal em cunicultura. Aspectos particulares da fisiologia da reprodução nesta espécie. Alimentação do coelho. Sistemas de produção de coelho para carne: intensivo, semi-intensivo e extensivo. Produção de pêlo.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Zootecnia – Bases de Producción Animal, Carlos Buxadé, Ediciones Mundi-Prensa, Madrid, Espanha.
    • Tomo X – Producciones cunícula y de avícolas alternativas; Tomo XI - Producciones equinas y de ganado de lídia.; Tomo XIII – Producción Animal Acuatica.

    Bibliografia Complementar

    • Feeding and care of the horse, Lon D. Lewis, 2nd ed. 1996, Lippincott Williams & Wilkins, USA
    • Equine nutrition and feeding, 2nd ed. D. Frape, Blackwell Science, 1998
    • Nutrient requirements of horses, 5th ed. National Resarch Council, 1989
    • Aquaculture Science, 2nd ed., R. Parker, Thomson Delmar Learning, 2000
    • Rabbit Production, 8th ed. J. I. McNitt, P. R. Cheeke, N. M. Patton, S. D. Lukefahr, Interstate Printers & Pub, 2000

    5. Avaliação:

    Os conhecimentos adquiridos pelos estudantes serão avaliados em trabalhos ao longo do semestre e num exame teórico final.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Pastagens e Forragens: Produção, Conservação e Beneficiação (Pastures and Forages: Production, Conservation and Improvement)

    PASTAGENS E FORRAGENS: PRODUÇÃO, CONSERVAÇÃO E BENEFICIAÇÃO (PASTURES AND FORAGES: PRODUCTION, CONSERVATION AND IMPROVEMENT)

    Código: 1732
    Responsável: Maria Odete Pereira Torres
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Zootécnica
    Precedências: Agricultura I (Eng. Agronómica) / Agricultura Geral (Eng. Zootécnica)

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Desenvolver conceitos sobre os princípios da produção, utilização, conservação e beneficiação de pastagens e forragens

    3. Programa:

    3.1 Introdução
    1.1 Principais conceitos
    1.2 História e evolução recente
    1.3 Importância económica, social e ambiental das pastagens e forragens em Portugal e no Mundo
    1.4 Principais condicionantes e oportunidades da produção de pastagens e forragens em Portugal

    3.2 Principais espécies pratenses e forrageiras
    2.1 Gramíneas
    2.2 Leguminosas
    2.3 Espécies de outras famílias

    3.3 Fundamentos da produção e utilização de pastagens e forragens
    3.1 Aspectos morfológicos e fisiológicos do crescimento e desenvolvimento de gramíneas e leguminosas pratenses e forrageiras
    3.2 Produtividade de pastagens e forragens. Influência dos factores edafo-climáticos
    3.3 A competição em misturas. Equilíbrio gramíneas-leguminosas
    3.4 Produtividade e composição botânica
    3.5 Sazonalidade na produção e utilização de pastagens e forragens
    3.6 Produtividade secundária de pastagens e forragens

    3.4 Melhoramento, instalação, maneio e utilização de pastagens
    4.1 Pastagens naturais versus pastagens semeadas
    4.2 Pastagens de sequeiro
    4.3 Pastagens de regadio
    4.4 Pastagens de montanha
    4.5 Fundamentos do pastoreio animal
    4.6 Maneio de pastagens sob pastoreio e resposta animal
    4.7 Algumas substâncias antinutricionais e tóxicas das pastagens. Influência no bem estar animal

    3.5 Produção, conservação e utilização de forragens
    5.1 Forragens versus pastagens
    5.2 Forragens anuais de sequeiro
    5.3 Forragens anuais de regadio
    5.4 Forragens bienais e vivazes
    5.5 Conservação de forragens
    5.6 Utilização de forragens

    4. Bibliografia:

    CRESPO, D., 1975. Factores elementares do sequeiro do Sul. Prados temporários e permanentes. Colecção do Curso de Reciclagem de Sequeiro, nº 7, INIA, Oeiras.100 pp.
    FRAME, J., 1992. Improved Grassland Management. Farming Press Books, Ipswich, UK. 351 pp.
    FRAME, J., CHARLTON, J.F.L. and LAIDLAW, A.S., 1998. Temperate Forage Legumes. CAB International, Wallingford, Oxon, UK.327 pp.
    HOPKINS, A., 2000. Grass. Its Production and Utilization. 3rd edition. Blackwell Science, Cornwall, UK. 440 pp.
    LANGER, R.H.M. (ed.) 1990. Pastures: their ecology and management. Oxford University Press, Oxford. 499 pp.
    MADRP/DGPC, 2006. Produção Integrada das Culturas – Pastagens e Forragens. LQARS/DGPC, Lisboa. 52 pp.
    MAPA – Ministerio de Agricultura, Pesca y Alimentación, 1984. Mejora de pastos en secanos semiaridos de suelos acidos. Publicaciones de Extensión Agraria, Madrid, Spain, 218 pp.
    MOREIRA, N., 2002. Agronomia das forragens e pastagens. Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Vila real. 183 pp.
    MOREIRA, M.B. e COELHO, I.S. (Coordenadores), 2008. A silvopastorícia na prevenção dos fogos rurais. ISAPress, Lisboa. 230 pp.
    Pastagens e Forragens. Publicação periódica da Sociedade Portuguesa de Pastagens e Forragens. On-line em http://www.sppf.pt/seccoes.aspx?id_secçao=47&ord=2
    WALTON, P.D., 1983. Production & Management of Cultivated Forages. Reston Publishing Company, Inc., Reston, Virginia. 336 pp.
    VASCONCELOS, J.C., Ervas forrageiras. DGSA, Lisboa. 182 pp.

    5. Avaliação:

    A admissão a exame está condicionada à presença em 75% de todas as aulas leccionadas.
    Avaliação contínua através da realização de 2 testes escritos ou um exame final escrito para os estudantes que não obtiveram na avaliação contínua nota igual ou superior a 10.
    Os alunos com nota final igual ou superior a 16 terão de realizar um exame oral sobre a identificação e caracterização de espécies pratenses e forrageiras.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Política Ambiental (Environmental Policy)

    POLÍTICA AMBIENTAL (ENVIRONMENTAL POLICY)

    Código: 1733
    Responsável: Isabel Maria Gomes Rodrigo
    Outros docentes: Cláudia Saramago de Carvalho Marques dos Santos Cordovil, Ana Cristina Ferreira da Cunha Queda e José Luís Monteiro Teixeira
    Curso: 1º ciclo – Engenharia do Ambiente
    Precedências: Ambiente, Recursos e Sociedade

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se que os alunos:
    (1) estejam aptos a compreender o enquadramento das politicas ambientais e os problemas relaccionados com questões legislativas em todos os domínios da problemática ambiental
    (2) estejam habilitados à análise crítica e à apresentação dos resultados das referidas questões.

    3. Programa:

    A emergência da questão ambiental nas sua vertentes urbana, social, agrícola e industrial. Os problemas ambientais como problemas sociais e desenvolvimento do movimento ambiental. Retrospectiva histórica da problemática ambiental. Desenvolvimento sustentável e integração do ambiente nas políticas sectoriais.
    O nível global, o nível comunitário e as instituições comunitárias. A política comunitária de ambiente antes e depois do Acto Único (1986). Os princípios do Direito do ambiente. O nível nacional e a política nacional de ambiente. Noções básicas de Direito do Ambiente. Leis fundamentais do Ambiente. Direito nacional, transposição e aplicação das directivas comunitárias.
    Instrumentos que definem direitos. Instrumentos de “comando e controlo”. Normas de qualidade ambiental, normas de emissões, licenciamento e ordenamento do território. Instrumentos que utilizam incentivos económicos. Taxas de emissão e direitos de emissão comercializáveis.
    Enquadramento jurídico ambiental nos diversos domínios: Água, Ar, Resíduos, Ruído, Solo e gestão de nutrientes. Principais actos legislativos em Portugal. Domínios e aplicação.
    Planos de acção estratégicos comunitários e nacionais. Plano de controlo integrado da poluição (PCIP/IPPC). Condicionalidade ambiental. Plano Nacional para o Uso Eficiente da Água (PNUEA), Plano estratégico de resíduos agrícolas (PERAGRI), Registo Europeu das Emissões Poluentes (PRTR), Plano estratégico de Resíduos sólidos urbanos (PERSU II). Estratégia Nacional de Desenvolvimento Sustentável (ENDS). Conflitos e contencioso do Ambiente.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Documentos fornecidos pelos docentes

    5. Avaliação:

    A matéria da disciplina encontra-se dividida em 4 módulos, com a duração aproximada de 3 a 4 semanas cada um. No final de cada módulo, os alunos serão submetidos a avaliação sobre a matéria respectiva.
    A avaliação dos conhecimentos será efectuada através de avaliação contínua (50%) e da realização de testes escritos (50%).
    Para obterem aprovação à disciplina de Política Ambiental, os alunos deverão obter uma classificação igual ou superior a 8 (oito) valores (sem arredondamento) em cada um dos módulos e classificação igual ou superior a 10 (dez) valores na média ponderada de todos os módulos da disciplina.
    O acesso a exame está condicionado à obtenção de frequência na disciplina, assegurada pela presença, no mínimo, em 75% das aulas.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Políticas e Projectos Florestais (Forest Policy and Projects)

    POLÍTICAS E PROJECTOS FLORESTAIS (FOREST POLICY AND PROJECTS)

    Código: 1734
    Responsável: Isabel Maria Gomes Rodrigo
    Outros docentes: Pedro César Ochôa de Carvalho e Maria João Prudêncio Rafael Canadas
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Precedências: Silvicultura I

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    O aluno deve adquirir conhecimentos de política florestal que lhe permitam integrar equipas interdisciplinares destinadas a aconselhar a tomada de decisões num contexto democrático (ou participado) e a implementar essas decisões. Compreensão das condições políticas em que se pratica a ciência e a engenharia florestal. Compreensão do lugar ocupado pela política florestal e pelas florestas como recurso natural no universo dos interesses em jogo na sociedade, num determinado momento histórico. Abordagens de temas de política florestal: histórica, analítica (técnicas quantitativas), comparativa, focalizada (em determinados aspectos ou casos), estudo de casos tipo. Compreensão dos critérios não-económicos no processo de decisão política.

    3. Programa:

    I – As florestas e as políticas florestais
    As florestas no Mundo. Problemas e potencialidades (casos particulares das florestas tropicais e mediterrânicas). Recursos florestais mundiais. Definição de Floresta: variabilidade. As questões ambientais. Florestas e Sociedade (percepções sociais das florestas). Florestas e desenvolvimento sustentável. Política Florestal. Definição e âmbito. Características. Questões-chave. Formulação. Factores de eficácia (avaliação). Funções. Instrumentos. Tipologia.
    II – O contexto internacional da política florestal
    Nível Global. Processos de diálogo sobre as florestas a nível global e pan-europeu. Gestão sustentável e protecção das florestas. O papel dos planos nacionais na implementação dos compromissos internacionais. Critérios e indicadores da Gestão Florestal Sustentável.
    Nível Comunitário. Competências indirectas da EU em matéria Florestal: Forest Focus, desenvolvimento rural, conservação da natureza, concorrência e investigação científica. Fragmentação do processo das políticas no domínio florestal. Estratégia Florestal e Plano de acção florestal da EU.
    III – Contexto e actores na política florestal portuguesa
    Diversidade florestal (ecologia, território e fileiras). Estrutura da propriedade florestal e tipos de proprietários florestais. Domínios público, privado e comunitário (baldios). Associativismo florestal. Externalização do processo produtivo e desenvolvimento dos serviços florestais. Administração central. Municípios, As indústrias. ONG’s. As populações urbanas e rurais. “Forest Governance”: a participação do público e das partes interessadas no processo político. Certificação florestal como exemplo de processo de políticas “privadas”: avaliação do impacto social e avaliação do desempenho social.
    IV – Instrumentos da política Florestal: regime florestal, lei de bases da política florestal. Plano de desenvolvimento sustentável da floresta portuguesa. Estratégia Nacional para as florestas. PROF’s, PGF’s, ZIF’s. A floresta e a gestão da água (planos de bacias). A floresta, os incêndios florestais e a segurança das populações (PNDFCI). Legislação ambiental. Panorama legislativo.
    V – Política Florestal num contexto intersectorial. A floresta no ordenamento do território em Portugal: PNPOT, PROT’s e PMOT’s. A floresta e a conservação da natureza e da biodiversidade (Rede Natura 2000 e ENCNB). A floresta e o Protocolo de Quioto (PNAC). A floresta na política energética.
    VI – Apoios públicos ao investimento florestal. Programas co-financiados pela EU: florestação, reflorestação e beneficiação da floresta existente; florestação de terras agrícolas. Os apoios à floresta no PDR 2007/2013. Projectos de investimento florestal.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Cubbage, F., O’Laughlin,J & Bullock III,C. 1993. Forest Resource Policy. John Willey & Sons
    • Buttoud, G. 1998. Les Politiques Forestières. Col. “Que sais-je?” P.U.F.
    • Fraser, A. 2002. Making Forest Policy Work, Kluwer Acad. Publ.
    • Radich, M. & Alves, A. 2000. Dois Séculos de Floresta em Portugal. Ed. CELPA
    • Baptista, F.O.; Santos, R.T. 2005. Os Proprietários Florestais. CELTA. Oeiras

    Bibliografia Complementar

    • Artigos de revistas da especialidade

    5. Avaliação:

    A avaliação consiste numa componente de avaliação contínua nas aulas (exercícios ou trabalhos práticos) e numa componente de avaliação escrita (testes e/ou exame final). A primeira componente representa 40% da nota final e são necessários 2/3 de participação para obter frequência e acesso ao exame final. A segunda componente é composta por dois testes a realizar após os módulos I, II e III (Teste A) e os módulos IV, V e VI (Teste B). A nota mínima de aprovação em cada teste é 9,5, podendo o aluno dispensar da respectiva avaliação no exame final. O exame final pode ser realizado na totalidade ou em partes (A e B).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    Sumários

    MÓDULO I - Tema 1

    MÓDULO I - Tema 2

    MÓDULO I - Tema 3

    MÓDULO I - Tema 4


    Poluição Ambiental (Environmental Pollution)

    POLUIÇÃO AMBIENTAL (POLLUTION)

    Código: 1735
    Responsável: Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira
    Outros docentes: Fernanda Maria Miranda Cabral
    Curso: 1º ciclo – Engenharia do Ambiente
    Precedências: Solos e Nutrição Vegetal

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Teórico-Práticas: 14 Práticas/Laboratoriais: 14 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Fornecer informação e dar formação aos estudantes sobre as principais aspectos relacionados com os efeitos das diferentes fontes poluidoras nos ecossistemas e seu destino nos vários compartimentos ambientais. Avaliação do perigo e do risco.

    3. Programa:

    Contaminantes e poluentes:
    Meio afectado: ar, água, solo, biota; Natureza do contaminante: química, radioactiva, térmica, acústica; Extensão da fonte de contaminação: tópica e difusa. Principais contaminantes e poluentes: origem e compartimentos afectados.
    Dinâmica e destino ambiental dos contaminantes:
    Efeitos nos ecossistemas: Destino dos contaminantes nos diversos compartimentos ambientais. Principais factores que influenciam o comportamento e destino no ambiente: propriedades intrísecas e ambientais. Processos de transporte e de transformação. Biotransformação, bioconcentração, bioacumulação e biomagnificação. Efeitos nos ecossistemas decorrentes da exposição à poluição ambiental. Avaliação do perigo e do risco.
    Poluição do solo e da água:
    Fontes de contaminação do ar, solo e da água na ambiente rural: emissões gasosas, nutrientes minerais, N e P (eutrofização), microrganismos patogénicos; pesticidas e outros resíduos orgânicos de origem humana e agro-pecuária, resíduos inorgânicos; elementos vestigiais; sedimentos. Dinâmica dos contaminantes e mecanismos de poluição. Persistência no solo e na água. Vulnerabilidade dos recursos hídricos à poluição por nitratos e pesticidas. Identificação das principais ZV do País.
    Caso de Estudo. Visitas técnicas e aulas laboratoriais.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Schnoor, J. L. (1992) - Fate of Pesticides and Chemicals in the Environment. John Wiley & Sons, 436p.
    • Schüürmann,,G. & Markert, B. (1998) -Ecotoxicology, Ecological Fundamentals, Chemical Exposure and Biological Effects. John Wiley & Sons, Environmental Sciences and Tecnology, 900p.
    • Vighi, M. & Funari, E. (1995) - Pesticide Risk in Groundwater. CRC Press/Lewis Publishers, Boca Raton, Florida, 275p.

    Bibliografia Complementar

    • C. Zhang (2007) – Fundamentals of environmental sampling and analysis. John Wiley & Sons, Inc., 436p.

    5. Avaliação:

    Avaliação contínua através da realização de 4 mini testes escritos, relatórios e preenchimento de fichas práticas.
    Exame final para os estudantes que na modalidade anterior não obtiveram nota igual ou superior a 10.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Processamento e Conservação dos Alimentos (Food Processing and Preservation)

    PROCESSAMENTO E CONSERVAÇÃO DOS ALIMENTOS (FOOD PROCESSING AND PRESERVATION)

    Código: 1739
    Responsável: Margarida Gomes Moldão Martins
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Alimentar
    Precedências: Química Orgânica e Bioquímica

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 56 Práticas/Laboratoriais: 14 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se no âmbito desta Unidade Curricular:
    - Relembrar os mecanismos de degradação/conservação de alimentos mais relevantes;
    - Compreender os diferentes processos convencionais de processamento/conservação de alimentos e respectivas aplicações industriais;
    - Saber pensar processos integrados de processamento/conservação de alimentos com base em casos de estudo.

    3. Programa:

    Apresentação de: Programa, metodologia de avaliação e bibliografia de suporte à Unidade Curricular.
    Introdução. A indústria alimentar actual. Processamento vs qualidade alimentar.
    Processos à temperatura ambiente: Preparação de matérias-primas, redução de dimensões, mistura, separação e concentração, aditivos alimentares, antioxidantes e conservantes na estabilização de alimentos, fumagem.
    Actividade da água e conservação de alimentos. Actividade da água vs propriedades físicas, químicas e biológicas dos alimentos e capacidade de conservação. Processos de diminuição da actividade da água: secagem, concentração, adição de humetantes. Equipamento.
    Processos de remoção de calor. Previsão de: propriedades termofísicas dos alimentos, temperatura final e tempo de refrigeração e congelação. Influência da congelação na qualidade. Sistemas de compressão de vapor na produção de frio. Fluidos utilizados em circuitos de produção e de utilização de frio. Equipamento. Atmosfera controlada e modificada.
    Processos de aplicação de calor. A importância dos processos térmicos. O calor no processamento e conservação de alimentos. Calor vs qualidade dos alimentos. Branqueamento, pasteurização, esterilização comercial. Processo de embalagem antes e após tratamento térmico. Equipamento.
    Tecnologia de barreiras

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Cleland, A. C. and Cleland D.J. (1994). Cost-Effectve refrigeration. Massey University. New Zeland.
    • Fellows P. (2000). Food Processing and Technology. Principles and practice. Woodhead Publishing Limited, Cambridge CB1 6AH, England.
    • Scott Smith J. and Hui Y.H. (2004) Food Processing: Principles and Applications, Wiley-Blackwell.

    Bibliografia Complementar

    • Perry, J.H. (1973). Chemical Engineering Handbook, 5ª Edição, McCrow-Hill, New York.
    • Helman, D.R. e Lund, D.B. (ed.) (1992). Handbook of Food engineering. Marcel Dekker, New York
    • Sing, R.P. e Heldman, D.R. (1993), Introduction to Food Engineering, 2ª Edição, Academic Press
    • Spiess, W.E.L. e Schubert, H (1990). Engineering and Food, Vol.2 Preservation process and related techniques. Elsevier, Applied Science Pub, New York.
    • Richardson F. (2001). Thermal technologies in food processing. Woodhead Publishing Lim., Cambridge CB1 6AH, England.

    5. Avaliação:

    Frequência: presença em 75% das aulas; realização de 2 trabalhos.
    Avaliação contínua: 2 testes (80%; média dos 2 testes igual ou superior a 9,5 valores; classificação mínima de cada teste 8,0 valores) e relatórios dos 2 trabalhos (20%; nota mínima 9,5).
    Avaliação por exame: Exame (nota mínima 9,5; 80%) e relatórios dos trabalhos (nota mínima 9,5; 20%).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Produção de Aves e Suínos (Poultry and Swine Production)

    PRODUÇÃO DE AVES E SUÍNOS (POULTRY AND SWINE PRODUCTION)

    Código: 1793
    Responsável: João Pedro Bengala Freire
    Outros docentes: Maria Madalena dos Santos Lordelo
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Zootécnica; 2º ciclo – Engenhara Agronómica
    Ramo: Engenharia Agronómica - Agro-Pecuária
    Precedências: Nutrição Animal

    Ano Curricular: 3º (EZoo) / 1º (EAgr) Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: (Engenharia Zootécnica)
    Opcional: (Engenharia Agronómica)


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 52 Práticas/Laboratoriais: 18 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Compreensão e capacidade de análise dos sistemas de produção utilizados em suinicultura.
    Conhecimento zootécnico das raças de suínos.
    Capacidade de intervenção tendo em vista a melhoria da eficiência produtiva dos suínos.
    Como controlar a composição da carcaça produzida pelos suínos.
    Entendimento das competências únicas da galinha doméstica como espécie zootécnica
    Compreensão e conhecimento dos principais segmentos da avicultura – carne e ovos.
    Entendimento do maneio tendo em vista a reprodução.

    3. Programa:

    A produção suína no Mundo, na Europa e em Portugal. As raças de suínos: raças chinesas, europeias e americanas. O melhoramento dos suínos: Selecção genética, esquemas de cruzamento. O ciclo reprodutivo da porca: Puberdade, ovulação, fecundação, gestação, parto, lactação, desmame – cobrição. Produtividade numérica das porcas: formas de expressão. O leitão: Particularidades fisiológicas, programas de alimentação. Os suínos em crescimento – acabamento: Estratégias de produção, Programas de alimentação. A carcaça dos suínos: definição, rendimento, composição média, classificação comercial. Planificação de uma suinicultura intensiva. Apresentação oral de temas científicos. Visitas de estudo.
    Situação da indústria avícola no mundo. Selecção e multiplicação em avicultura. Particularidades fisiológicas das aves. Segmento da produção de carne: produção de frangos; centro de abate; produção de reprodutoras; centro de incubação. Segmento da produção de ovos: produção de frangas para postura, produção de galinhas poedeiras; centro de processamento de ovos. Aulas práticas: visitas de estudo; apresentação e discussão de trabalhos; necrópsia a galinhas poedeiras; projecto prático com frangos de carne.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Lewis, A. J., Lee Southern, L. 2001. Swine Nutrition 2nd edition. CRC Press. USA.
    • Whittemore, C. T. 1993. The science and practice of pig production. Longman Scientific and Technical, Longman Group Essex CM202JE, England.
    • Hunton, P. (Ed). 1995 Poultry Production. Elsevier, Amsterdam
    • Leeson, S. and J. D. Summers. 2001. Scott’s Nutrition of the Chicken (4th ed). University Books. Guelph, Canada.

    Bibliografia Complementar

    • Institut Technique du Porc. 2000. Mémento de l’éleveur de Porc. 5éme édition. Institut Technique du Porc, Paris.
    • NRC. 1998. Nutrient requirements of swine. 10th edition. National Academy Press, Washington DC.
    • Etches, R. J. 1996. Reproduction in Poultry. CAB International. Guelph, Ontario, Canada.
    • National Research Council, 1994. Nutrient Requirements of Poultry (9th ed).
    • Crawford, R. D. 1990. Poultry Breeding and Genetics. Elsevier. Canada.

    5. Avaliação:

    Apresentação e discussão de trabalhos – 30%
    Exame Final – 70%

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Produção de Bovinos, Ovinos e Caprinos (Sheep, Goat and Cattle Production)

    PRODUÇÃO DE BOVINOS, OVINOS E CAPRINOS (SHEEP, GOAT AND CATTLE PRODUCTION)

    Código: 1794
    Responsável: Fernando Baltazar Santos Ortega
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Zootécnica; 2º ciclo – Engenhara Agronómica
    Ramo: Engenharia Agronómica - Agro-Pecuária
    Precedências: Nutrição Animal

    Ano Curricular: 3º Semestral: 3º (EZoo) / 1º (EAgr) ECTS: 6

    Obrigatória: Engenharia Zootécnica
    Opcional: Engenharia Agronómica


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 40 Práticas/Laboratoriais: 30 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecimento das produções das espécies em causa, bem como dos respectivos efectivos. Ficar a conhecer as características gerais dos animais especializados nos diversos tipos de produção bem como os ciclos produtivos e reprodutivos e necessidades alimentares e sistemas de exploração.

    3. Programa:

    A - PRODUÇÃO DE BOVINOS
    1. Produção de Leite no mundo, na União Europeia e em Portugal: principais índices que caracterizam a produção (efectivos, consumos, capitações, etc.). O bovino especializado na produção de leite: prin-cipais raças. O ciclo reprodutivo e produtivo da vaca leiteira e suas necessidades: sistemas de exploração e produção. 2. Produção de Carne no mundo, na União Europeia e em Portugal: principais índices que caracterizam a produção (efectivos, consumos, capitações, etc). O bovino especializado na produção de carne: principais raças (as raças autóctones; suas limitações). O ciclo reprodutivo e produtivo da vaca de ventre e suas necessidades: sistemas de exploração e produção. 3. Produção de Trabalho: breves notas e características gerais.
    B - PRODUÇÃO DE OVINOS
    1. O Efectivo Ovino mundial, na União Europeia e em Portugal: estrutura da produção e distribuição dos efectivos. 2. Produção de Carne no mundo, na União Europeia e em Portugal: principais índices que caracterizam a produção (consumos, capitações, etc). O ovino produtor de carne: principais características: limitações das raças autóctones. O ciclo produtivo da ovelha para produção de carne de borrego e necessidades: raças especializadas. 3. Produção de Leite e Lacticínios no mundo, na União Europeia e em Portugal: principais índices que caracterizam a produção (consumos, capitações, etc): a produção de queijo. O ovino produtor de leite: principais características, necessidades, ciclo produtivo e raças especializadas. 4. Produção de Lã e de Peles.
    C - PRODUÇÃO DE CAPRINOS
    1. O Efectivo Caprino mundial, na União Europeia e em Portugal: estrutura da produção e distribuição dos efectivos. 2. Produção de Leite e Lacticínios no mundo, na União Europeia e em Portugal: principais índices que caracterizam a produção (consumos, capitações, etc): a produção de queijo. O caprino produtor de leite: principais características, necessidades, ciclo produtivo e raças especializadas. 3. Produção de Fibras Têxteis.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Costa, M. S., 2002. As Bases Biológicas das Produções Animais (C−Produção de Lã e Outras Fibras Têxteis de origem Animal, Vol III) Ed. ISA/UTL−DPAA.
    • Costa, M. S., 2003. As Bases Biológicas das Produções Animais (A−Produção de Leite, Vol I) Ed. ISA/UTL−DPAA.
    • Costa, M. S., 2004. As Bases Biológicas das Produções Animais (B−Produção de Carne, Vol II) Ed. ISA/UTL−DPAA.
    • Jarrige, R., 1988. Alimentation des Bovins Ovins et Caprins. Ed. R. Jarrige, INRA, Paris.

    Bibliografia Complementar

    • Coop, I.E., 1992. Sheep and Goat Production (Word Animal Science. C. 1) Ed. I.E. Coop, Elsevier Scientific Publishing Company, Amsterdam.

    5. Avaliação:

    Admissão a Exame: presença a 75% das aulas leccionadas.
    Aprovação: exame final escrito com nota igual ou superior a 10 valores: sujeito a prova oral se a nota for inferior a dez mas igual ou superior a 8 valores.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    Produção Vegetal e Animal (Animal and Crop Production)

    PRODUÇÃO VEGETAL E ANIMAL (ANIMAL AND CROP PRODUCTION)

    Código: 1740
    Responsável: João Carlos da Silva Dias
    Outros docentes: Fernando Baltazar Santos Ortega, Pedro Jorge Cravo Aguiar Pinto, Carlos Manuel Antunes Lopes, Cristina Maria Moniz Simões Oliveira, João Pedro Bengala Freire e Maria Madalena dos Santos Lordelo.
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Alimentar; Engenharia do Ambiente
    Precedências: Botânica e Zoologia

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    A disciplina de Produção Vegetal e Animal é uma disciplina em que se faz o estudo dos aspectos gerais da produção vegetal e animal. O objectivo primordial do ensino da disciplina é sensibilizar os alunos para:
    i) a importância da Agricultura (produção vegetal e animal) na satisfação das necessidades alimentares duma população mundial crescente;
    ii) os grandes desafios/problemas com que a Agricultura se defronta hoje e das suas implicações agrícolas, económicas e na segurança alimentar;
    iii) a diversidade de culturas e de animais, suas utilizações e os seus principais sistemas de produção;
    iv) os factores condicionantes dessa produção e da sua qualidade; e
    v) a interacção dos sistemas de produção com os factores condicionantes da produção e a sua optimização em termos de produtividade, qualidade, eficiência e inovação tecnológica.

    3. Programa:

    I. Introdução: Agricultura: conceito, origem, domesticação e evolução;População: evolução, necessidades e consumos alimentares;Importância da produção vegetal e animal no mundo e em Portugal;Quem produz e quem consome. Preços de mercado e suas implicações agrícolas, económicas e na segurança alimentar; Os grandes desafios com que a Agricultura se defronta hoje.
    Produtividade, qualidade, eficiência e inovação tecnológica; O ambiente como fonte de recursos e como condicionante da produção. Factores condicionantes da produção vegetal e animal;A Agricultura como um sistema: os ecossistemas agrícolas, o ambiente e a sustentabilidade; A tomada de decisão em Agricultura;Principais sistemas de Agricultura no mundo;A produção vegetal e animal em Portugal: “territórios rurais” e seus principais sistemas de produção.

    II. Produção Vegetal: Vitícola, hortícola, frutícola, arvense, forrageira e pratense.
    Diversidade, suas utilizações e valor nutritivo. Sistemas de produção: ciclos vegetativos e culturais e principais práticas.Produção e qualidade: factores determinantes

    III. Produção Animal: Bovinos, ovinos, caprinos, suínos e aves.
    Diversidade, suas utilizações e valor nutritivo. Sistemas de produção: ciclos produtivo e reprodutivo e principais práticas. Produção e qualidade: factores determinantes

    Duas visitas de estudo: uma à "Companhia das Lezírias" e a explorações agrícolas e de serviços da Lezíria Grande do Ribatejo; e a outra à região do "Oeste", para visitar explorações agrícolas de produção vegetal e animal.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Agustí M 2004. Fruticultura
    • Almeida D 2006. Manual de Culturas Hortícolas, Vol I e II
    • Castro R, Cruz A & Botelho M 2006. Tecnologia Vitícola
    • Coop IE 1992. Sheep and Goat Production
    • Hunton P (Ed) 1995. Poultry Production: Production System Approach
    • Villalobos FJ, Mateos L, Orgaz F & Fereres E 2002. Fitotecnia. Bases y tecnologías de la producción agrícola
    • Webster J 1993. Understanding the dairy cow
    • Whittemore CT 1993. The science and practice of pig production

    Bibliografia Complementar

    • Costa MS 2003. As bases biológicas das produções animais
    • Dias JS & Ryder E 2011. World vegetable industry: production, breeding, trends
    • Dias JS & Ortiz R 2012. Transgenic Vegetable Crops: Progress, Potentials and Prospects
    • Grigg DB 2002. The Agricultural Systems of the world
    • Huglin P & Schneider C 2003. Biologie et Ecologie de la vigne
    • Loomis RS & Connor DJ 1992. Crop ecology: productivity and management in agricultural systems
    • Srinivasan A (Ed.) 2010. Handbook of precision agriculture

    5. Avaliação:

    Para a obtenção da frequência é necessária a presença mínima em 75% das aulas.
    O sistema de avaliação contínuo basear-se-á em 2 frequências escritas individuais, e na elaboração de um trabalho prático em grupo de 3 alunos.
    A nota final é a média ponderada entre a nota das 2 frequências (70%) e do trabalho prático (30%).
    Exame final para alunos que não tenham conseguido aproveitamento.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Produtos Florestais (Forest Products)

    PRODUTOS FLORESTAIS (FOREST PRODUCTS)

    Código: 1741
    Responsável: José Afonso Rodrigues Graça
    Outros docentes: Maria de Fatima Cerveira Tavares e Helena Margarida Nunes Pereira
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Precedências: Biologia Celular e Microbiologia

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 56 Práticas/Laboratoriais: 14 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Permitir compreender o que é a madeira e os outros produtos florestais em termos de estrutura, anatomia, química e propriedades, integrando os conhecimentos sobre os mecanismos da sua formação na árvore até às propriedades macroscópicas resultantes. Módulos: Anatomia e identificação de madeiras, Química dos produtos florestais, Propriedades físicas e mecânicas, Durabilidade da madeira.

    3. Programa:

    Anatomia e identificação de madeiras: Conhecimento da madeira e das técnicas de histologia e identificação. Anatomia macroscópica e microscópica das madeiras: resinosas e folhosas. Variabilidade da madeira. Identificação de madeiras com recursos a chave dicotómica. Caracterização de cascas.
    Química dos produtos florestais: Compostos químicos da madeira: extractivos, celulose, hemiceluloses, lenhina. Métodos de análise química das madeiras. Estrutura da parede celular. Composição química de cascas e cortiça.
    Propriedades físicas e mecânicas: Massa volúmica. Humidade. Variações dimensionais. Métodos de medição de humidade. Propriedades mecânicas das madeiras. Outras propriedades físicas das madeiras.
    Durabilidade da madeira: Conceitos e terminologia da microbiologia da madeira. Agentes de deterioração da madeira abióticos e bióticos. Processos de degradação, protecção e preservação da madeira.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Carvalho, A. (1997). Madeiras Portuguesas: estrutura anatómica, propriedades, utilizações. Vol. II. Direcção-Geral das Florestas. Lisboa. 415pg
    • Esau, K. (1976). Anatomia das plantas com sementes. (Ed.) Edgard Blucher Ldª. 239pp
    • Fahn, A. (1978). Anatomia vegetal. H. Blume Ediciones.Madrid.643pp
    • Fengel, D., Wegener, G. (1989) Wood: chemistry, ultrastructure, reactions. Walter de Gruyter, Berlin,
    • Sjostrom,E. (1981). Wood chemistry: fundamentals and applications. Academic Press, New York,.
    • Tsoumis, G. (1991) Science and technology of wood. Van Nostrand Reinhold,
    • Fortes, M., Rosa, M., Pereira, H. (2004) A Cortiça. IST Press, Lisboa,
    • Zabel, R. & J. Morrell (1992). Wood microbiology decay and its prevention. Academic Press, Inc.476pp (London)
    • Eaton, R.A. & M.D.C. Hale (1993). Wood: decay, pests and protection, ed:Chapman & Hall. London. 546pp.

    5. Avaliação:

    - Avaliação contínua: mini testes (10% da nota total); relatório de trabalho de grupo (20% da nota final, nota mínima 9,5); e exame final (nota mínima 9,5; 70% da nota final)
    - Nota final: média dos 4 módulos igual ou superior a 9,5 valores; classificação mínima de cada modulo 8,0 valores
    - Exame final: nota mínima 9,5 valores

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Projecto (Project)

    PROJECTO (PROJECT)

    Código: 1633
    Responsável: Maria Leonor Mota Morais Cecílio
    Outros docentes: Manuela Rodrigues Branco Simões, Jorge Alexandre Matos Pinto de Almeida, José Carlos Franco Santos Silva, Maria Luísa Lopes de Castro e Brito, Maria Manuela Silva Nunes Reis Abreu, Maria Luísa Louro Martins, Maria da Glória Calado Inglês Esquível, Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira, Elisabete Tavares Lacerda de Figueiredo Oliveira e Amarilis Paula Alberti de Varennes e Mendonça
    Curso: 1º ciclo - Biologia
    Precedências: 1º ano completo e 105 ECTS

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 12 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 112 Outras: 28 Total: 168

    2. Objectivos:

    Com este Projecto pretende-se que os alunos
    se incluam numa equipa de investigação e assim se familiarizem com a investigação científica;
    aprendam a elaborar uma hipótese
    aprendam a colher e analisar dados científicos
    aprendam a elaborar um relatório científico
    façam uma apresentação e discussão do trabalho desenvolvido durante o semestre

    3. Programa:

    Durante dois dias por semana os alunos estarão integrados numa equipa de investigação a desenvolver um projecto.

    4. Bibliografia:

    Adequada a cada projecto

    5. Avaliação:

    Execução de um relatório final
    Apresentação do trabalho e discussão dos resultados com um júri

    6. Estimativa total de trabalho: 336 Horas


    Projecto de Arquitectura Paisagista e Técnicas de Construção Aplicadas (Project of Landscape Architecture and Applied Building)

    PROJECTO DE ARQUITECTURA PAISAGISTA E TÉCNICAS DE CONSTRUÇÃO APLICADAS (PROJECT OF LANDSCAPE ARCHITECTURE AND APPLIED BUILDING TECHNIQUES)

    Código: 1607
    Responsável: Luís Paulo Almeida Faria Ribeiro
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
    Precedências: Projecto de Arquitectura Paisagista II

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 7.5 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 14 Práticas/Laboratoriais (aplicadas a Projecto): 70 Outras: 21 Total: 105

    2. Objectivos:

    Formação em projecto, pormenorização técnica e construção.
    Soluções técnicas a partir do diagnóstico paisagístico, e objectivos funcionais, estéticos e económicos.
    Competências:
    a) Diagnóstico (aptidão para recreio, qualidade visual, conforto bioclimático);
    b) Desenvolvimento técnico;
    c) Modelação do terreno articulada com implantação planimétrica e altimétrica;
    d) Drenagem superficial e implantação altimétrica. Desenho e dimensionamento da rede;
    e) Pormenores de construção: pavimentos, degraus e remates. Materiais necessários à construção;
    f) Organização e elaboração de peças desenhadas e escritas necessárias à compreensão e construção do projecto.

    3. Programa:

    1. Abordagem ao projecto em arquitectura paisagista
    1.1. O conhecimento do espaço de intervenção (diagnóstico paisagístico, estrutura espacial, carácter visual e identidade cultural, a especificidade do sítio)
    1.2. Abordagens ao projecto (analítica/racional, holística, intuitiva/comportamental)
    2. Modelação do terreno
    2.1. Modelação e sua articulação com o desenho proposta de projecto: elementos técnicos
    2.2. Cálculo do movimento de terras: métodos dos perfis e da quadrícula
    2.3. Execução dos trabalhos: fases da modelação em obra, maquinaria mais utilizada,
    2.4. Relação da modelação com as outras fases de desenvolvimento técnico do projecto
    3. Implantação do projecto
    3.1. Piquetagem e levantamento topográfico
    3.2. Implantação altimétrica (pontos cotados, pendentes, elementos verticais)
    3.3. Implantação planimétrica (planimetria, curvas, concordância e elementos horizontais necessários)
    3.4. Desenho de elementos horizontais (planos) e verticais (perfis)
    4. Drenagem superficial
    4.1. Tipologias de sistemas de drenagem e relação com o desenho
    4.2. Dissipadores de energia (função e estética)
    4.3. Planeamento e desenho de sistemas de drenagem: plano, perfis e pormenores
    4.4. Dimensionamento de redes
    5. Drenagem subterrânea
    5.1. Zonas verdes
    5.2. Elementos construídos
    5.3. Desenho de redes
    6. Pormenorização desenhada e escrita de processos construtivos
    6.1. Principais materiais utilizados em espaços exteriores (pavimentos, drenagem, muros e acabamentos)
    6.2. Perfis longitudinais e transversais de caminhos e plataformas
    6.3. Pormenores de construção (plantas, perfis, cortes, alçados e axonometrias)
    6.4. Processos construtivos e especificações técnicas
    7. Elementos de obra
    7.1. Trabalhos necessários à implementação de projectos
    7.2. Sequência dos trabalhos de construção
    7.3. Gestão de obra

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Harris, C. W., and N. T. Dines, 1988. Time Saver Standards for Landscape Architecture. McGraw-Hills, Inc., New York
    • Weddle, A. E., 1979. Landscape Techniques. Heinemann, London
    • Tandy, Cliff, 1982. Paisaje Urbano. H. Blume Ediciones, Madrid

    Bibliografia Complementar

    • Carpenter, J. D., 1976. Handbook of Landscape Architectural Construction. McLean, Virginia
    • Kendall, M. S. Site Design Graphics.
    • Landphair, Harlow C. and Fred Klatt, 1988. Landscape Architecture Construction. Elsevier, New York
    • Littlewood, Michael, 1984. Landscape Detailing. The Architectural Press, London
    • Reid, Grant W., 1989. Landscape Graphics. Butterworth Architecture, London
    • Rubenstein, Harvey M., 1987. A Guide to Site and Environmental Planning. John Willey & Sons, New York

    5. Avaliação:

    Obtenção de frequência com base em:
    Pesquisa de materiais de construção
    Diagnóstico paisagístico e plano geral do projecto (3 semanas)
    Modelação e implantação planimétrica (3 semanas)
    Rede de drenagem superficial com justificação de cálculos (3 semanas)

    A avaliação será feita com base nos seguintes elementos:
    25% - Trabalho de pesquisa sobre materiais de construção
    75% - Evolução do trabalho nas aulas práticas e entregas, e entrega final do projecto

    6. Estimativa total de trabalho: 210 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Projecto de Arquitectura Paisagista I (Project of Landscape Architecture I)

    PROJECTO DE ARQUITECTURA PAISAGISTA I (PROJECT OF LANDSCAPE ARCHITECTURE I)

    Código: 1742
    Responsável: Maria Teresa Amaro Alfaiate
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
    Precedências: Introdução à Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 8.5 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais (aplicadas a Projecto): 84 Outras: 7 Total: 119

    2. Objectivos:

    Iniciação ao projecto de Arquitectura Paisagista utilizando como suporte de trabalho uma área urbana consolidada de grande legibilidade, permitindo exercitar estratégias de ancoragem projectual entre a escala local ( Conjunto urbano de tecido homogéneo ) e a escala da cidade (malha urbana composta por vários tecidos) .
    O caso de estudo seleccionado tem como principal objectivo :
    . O desenvolvimento do espírito crítico num conhecimento fundamentado e integrado da paisagem.
    . O desenvolvimento da capacidade de observação, percepção e interpretação do espaço, focando a noções de Estrutura, Fisiografia e Morfologia , Escala e proporção.
    . Introdução ao conceito de Sítio.
    . A capacidade para individualizar as várias fases de desenvolvimento do Projecto de Arquitectura Paisagista e a forma como estas são articuladas no desempenho profissional
    . A diferenciação e desenvolvimento das fases de conceptualização.
    . A formalização como forma comunicação de uma ideia e o processo de composição.
    . A manipulação de diferentes escalas de trabalho na aproximação e desenvolvimento do Projecto de Arquitectura Paisagista
    . A iniciação à técnica de Modelação de Terreno como forma de comunicação/ manipulação espacial do objectivo projectual – Geomorfose
    . O conhecimento dos materiais tradicionais essenciais e sua aplicação a algumas técnicas básicas de construção de espaços abertos – Pavimentos, Escadas, Rampas, etc.

    3. Programa:

    1 Conceitos básicos na abordagem do Projecto de Arquitectura Paisagista
    1.1 A abordagem preceptiva e intuitiva . A especificidade do sítio e a importância determinante das percepções individuais como alimento do processo criativo.
    1.2 A análise formal e espacial da Paisagem - Estrutura e Morfologia: Elementos de Massa e Elementos de Espaço. Conceitos de malha e tecido
    1.3 A Noção de nível de resolução – relações de Escala.
    1.4 A forma e as interacções formais enquanto suporte da comunicação de uma ideia/ conceito - Legibilidade e Imaginabilidade do Espaço/ paisagem .
    1.5 As relações básicas estabelecidas ao nível dos elementos da composição e a sua organização como forma de comunicação de um objectivo conceptual –.A Noção de, simetria.
    1.6 As relações básicas estabelecidas ao nível dos elementos da composição e a sua organização como forma de comunicação de um objectivo conceptual – A noção de simetria , equilíbrio, ponto focal, focalização, pontuação, modulação , ritmo, crescendo /decrescendo, truncagem, profundidade, contraste.
    2 Organização do Projecto de Arquitectura Paisagista
    2.1 A percepção do espaço , a analise e recolha de informação , a formulação do conceito
    2.2 A formalização – A forma enquanto meio de comunicação de um objectivo conceptual
    2.3 A organização sequencial e faseamento do Projecto de Arquitectura Paisagista
    3 Materiais e Técnicas de Construção
    3.1 Modelação de terreno e implantação altimétrica
    3.2 Principais materiais de construção
    3.3 Pavimentos - materiais, formas construtivas
    3.4 Escadas e rampas- Materiais, Formas construtivas

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • ALFAIATE, T, 2000, Expressão dos valores do Sítio da Paisagem, Dissertação de Doutoramento ISA, UTL, Lisboa
    • GUALLART , V. 2008, Geo Logics, Geografia, informatión, Arquitectura , Actar, Barcelona / New York
    • KRIER, L. 1984. Houses, Palaces and Cities, Ed. Demetri Porphyrios, USA.
    • RIER, L, 1999 Arquitectura Escolha ou Fatalidade , Ed. Estar, Lisboa
    • ______,2003, Landscape Urbanism , a Manual for the Machinic Landscape, Ed Mohsen Mostafavi and Ciro Naijle,AA publications, London
    • LINCH , K, [1960], 1988, Imagem da cidade , Ed 70, Lisboa.
    • LINCH , K. 1981. A boa forma da cidade, ed. 70, Lisboa.
    • LINCH, K , 1963, The view from de Road , MIT press, Cambridge
    • NORBERG –SCHULZ , C. 1975, Existencia, Espacio, y Arquitectura , Editorial blume, Barcelona
    • NORBERG –SCHULZ , C., 1986. Il mondo dell'architecttura ,Electa, Milano.
    • ROWE, C. KOETTER F. 1995, Collage city, MIT press, Cambridge, Massachusetts, London.
    • TÁVORA, F. [1962],1999. Da organização do espaço, Faup, Porto.
    • TRANSIK,R. 1986. Finding lost space, Van Nostrand Reinhold, New York.
    • VENTURI, R. , SCOTT BROWN D, ISEZNOUR S, 1997, (1977 ),( 1972 ) , Learning from las Vegas , MIT Press, Cambridge, Massachusetts, London.

    Bibliografia Complementar

    • CASTEX, J. COHEN J.L., DEPAULE, J. C. 1995, Histoire urbaine , antrophologie de l`espace, CNRS

    editions, Paris

    • CORNER,J., the American Landscape in “Architectural Design” , nº11-12, 1996
    • CULLEN, G. Paisagem urbana , Ed. 70,Lisboa
    • FOLQUE, F., et al, (2000). Atlas da CartaTopográfica de Lisboa, CML, Lisboa.
    • SILVA PINTO, V. J, Atlas de Lisboa; A cidade no espaço e no tempo, Levantamento de !904-1911, Ed . Mª Calado, CML, Lisboa
    • ______,1987 ,Guia Urbanistico e arquitectónico, Associação dos Arquitectos Portugueses, Lisboa
    • PANARAI,P., DEPAULE, J., DEMORGON M., 1999. Analyse Urbaine, Ed. Parenthèses, Marseille
    • Livros que abordam questões da Percepção e Fenomenologia do espaço
    • Livros que abordam questões da Representação do Espaço
    • Livros que abordam questões relacionadas com a metodologia e teoria da construção do espaço em Arquitectura Paisagista

    5. Avaliação:

    A disciplina funciona em studio permitindo um estreito acompanhamento dos alunos no desenvolvimento projectual. Os alunos são avaliados continuamente. Ao longo do semestre são realizadas várias apresentações de trabalho, de acordo com as várias fases de desenvolvimento do Projecto e um programa de apresentações, definido no início do semestre O semestre termina com a apresentação final dos trabalhos e a sua defesa oral. Apesar da apresentação final ser imprescindível para obter aprovação à disciplina esta não constitui material suficiente de avaliação, ie, as apresentações parcelares são obrigatórias e concorrem para informar a classificação final atribuída ao aluno.

    6. Estimativa total de trabalho: 238 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Projecto de Arquitectura Paisagista II (Project of Landscape Architecture II)

    PROJECTO DE ARQUITECTURA PAISAGISTA II (PROJECT OF LANDSCAPE ARCHITECTURE II)

    Código: 1743
    Responsável: Maria Teresa Amaro Alfaiate
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
    Precedências: Projecto de Arquitectura Paisagista I

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 9 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais (aplicadas a Projecto): 84 Outras: 7 Total: 119

    2. Objectivos:

    Manipulação de diferentes escalas de trabalho na aproximação e desenvolvimento do Projecto de Arquitectura Paisagista, utilizando como suporte de trabalho uma área urbana de nível de complexidade crescente, relativamente ao Projecto de AP I - área de legibilidade menos imediata, integrando vários tecidos urbanos e permitindo exercitar estratégias de ancoragem projectual, desde a escala local à escala territorial.
    O caso de estudo seleccionado tem como principal objectivo
    . Desenvolver a tomada de consciência da metodologia de abordagem projectual;
    . Seleccionar estratégias/ métodos de conceptualização e programação do Projecto;
    . Desenvolver a capacidade de observação, percepção e interpretação crítica do espaço/paisagem utilizando a notação da paisagem enquanto processo mediador na sua comunicação;
    . Dar conhecimento e suscitar a utilização de outras ferramentas auxiliares no processo;

    Conceptualização, e elaboração do programa do projecto – Unidades de paisagem, Sequências lineares e tipos:
    . Tomada de consciência do desenho enquanto forma de conceptualização do projecto
    . Aprofundamento da formalização e das técnicas de comunicação adequadas a cada fase de desenvolvimento do projecto
    . Iniciação à técnica de Implantação Planimétrica como suporte de uma qualificação das opções formais e de geometria no projecto;
    . Conhecimento , exemplificação e formas construtivas de alguns elementos básicos na Construção de Espaços Abertos – mobiliário urbano e peças de iluminação.

    3. Programa:

    1 Conceitos e metodologias na abordagem e desenvolvimento do Projecto de Arquitectura Paisagista
    1.1 O Sítio como limitante e indutor da concepção da paisagem. A noção de Lugar
    1.2 A Percepção do espaço e análise formal e espacial. Papel de outros tipos de análise na formulação do projecto Arquitectura Paisagista
    1.3 A Notação da Paisagem enquanto processo mediador na compreensão do espaço/ paisagem e na comunicação do propósito programático do projecto
    1.4 Outras ferramentas auxiliares no processo de compreensão e interpretação da Paisagem - Unidades de Paisagem , Sequências Lineares e Tipos enquanto ferramentas possíveis .
    1.5 A articulação de diferente ferramentas no processo de elaboração do programa e concepção da Paisagem. Selecção do método em função do carácter e qualidade do “ objecto” / Paisagem.
    2 Técnicas de Construção aplicadas a elementos básicos da composição.
    2.1 Implantação Planimétrica
    2.2 Mobiliário Urbano. Importância na composição. Algumas noções relativas ao dimensionamento, formas construtivas e materiais
    2.3 A Iluminação Artificial do espaço .Publico Algumas noções relativas ao dimensionamento e formas construtivas.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • ALFAIATE, T, 2000, Expressão dos valores do Sítio da Paisagem, Dissertação de Doutoramento ISA, UTL, Lisboa
    • GUALLART , V. 2008, Geo Logics, Geografia, informatión, Arquitectura , Actar, Barcelona / New York
    • KRIER, L. 1984. Houses, Palaces and Cities, Ed. Demetri Porphyrios, USA.
    • KRIER, L, 1999 Arquitectura Escolha ou Fatalidade , Ed. Estar, Lisboa
    • _______,2003, Landscape Urbanism , a Manual for the Machinic Landscape, Ed Mohsen Mostafavi and Ciro Naijle,AA publications, London
    • LINCH , K, [1960], 1988, Imagem da cidade , Ed 70, Lisboa.
    • LINCH , K. 1981. A boa forma da cidade, ed. 70, Lisboa.
    • LINCH, K , 1963, The view from de Road , MIT press, Cambridge
    • NORBERG –SCHULZ , C. 1975, Existencia, Espacio, y Arquitectura , Editorial blume, Barcelona
    • NORBERG –SCHULZ , C., 1986. Il mondo dell'architecttura ,Electa, Milano.
    • ROWE, C. KOETTER F. 1995, Collage city, MIT press, Cambridge, Massachusetts, London.
    • TÁVORA, F. [1962],1999. Da organização do espaço, Faup, Porto.
    • TRANSIK,R. 1986. Finding lost space, Van Nostrand Reinhold, New York.
    • VENTURI, R. , SCOTT BROWN D, ISEZNOUR S, 1997, (1977 ),( 1972 ) , Learning from las Vegas , MIT Press, Cambridge, Massachusetts, London.

    Bibliografia Complementar

    • ANGÈLIL , M. KLINGMANN A. 1999. Hybrid Morphologies, Infraestructure, Architecture, Landscape, Daidalos, 73
    • CASTEX, J. COHEN J.L., DEPAULE, J. C. 1995, Histoire urbaine , antrophologie de l`espace, CNRS editions, Paris
    • FOLQUE, F., et al, (2000). Atlas da CartaTopográfica de Lisboa, CML, Lisboa
    • HEIDEGGER,M, 1958, Essais et Conférences. Bâtir, Habiter, Penser, Paris
    • PANARAI,P., DEPAULE, J., DEMORGON M., 1999. Analyse Urbaine, Ed. Parenthèses, Marseille
    • _____. 1989, The role of typomorphological studies in environomental design research in Changing
    • Paradigms , EDRA, 20, ed. Hardie, G., Moore R. , Sanoff H., Schoool of design North Carolina State University
    • HIGGINS - DEE, C. 1999. Archetypes and abstractions; Weaving landscape fabric in ECLAS, Conference of
    • Landscape Architecture Schools, Berlin
    • Livros que abordam questões da Percepção e Fenomenologia do espaço
    • Livros que abordam questões da Representação do Espaço
    • Livros que abordam Teoria da Arquitectura / Processo Tipológico

    5. Avaliação:

    A disciplina funciona em studio permitindo um estreito acompanhamento dos alunos no desenvolvimento projectual . os alunos são avaliados continuamente. Ao longo do semestre são realizadas várias apresentações de trabalho, de acordo com as várias fases de desenvolvimento do Projecto e um programa de apresentações, definido no início do semestre O semestre termina com a apresentação final dos trabalhos e a sua defesa oral por parte dos alunos, avaliando-se o trabalho desenvolvido ao longo do semestre. Apesar da apresentação final ser imprescindível para obter aprovação à disciplina esta não constitui material suficiente de avaliação, isto é, as apresentações parcelares são obrigatórias e concorrem para informar a classificação final atribuída ao aluno.

    6. Estimativa total de trabalho: 254 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Projecto de Recuperação da Paisagem e Estudo de Impacte Ambiental (Project-Landscape Restoration and (...)Environmental Impacts)

    PROJECTO DE RECUPERAÇÃO DA PAISAGEM E ESTUDO DE IMPACTE AMBIENTAL (PROJECT - LANDSCAPE RESTORATION AND ASSESSMENT OF ENVIRONMENTAL IMPACTS)

    Código: 1744
    Responsável: Luís Paulo Almeida Faria Ribeiro
    Outros docentes: Nuno Joaquim Costa Cara de Anjo Lecoq e José Carlos Augusta da Costa
    Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
    Precedências: Projecto de Arquitectura Paisagista II

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 8.5 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais (aplicadas a Projecto): 84 Outras: 7 Total: 119

    2. Objectivos:

    Pretende-se que o aluno venha a dominar o desenvolvimento de estratégias e um conjunto de propostas e projectos de recuperação de paisagens degradadas em que a qualidade ambiental e visual foi afectada negativamente devido a actividades humanas.
    Conhecimentos de geobotânica no contexto mundial e nacional.

    3. Programa:

    Módulo de Recuperação da Paisagem e Estudos de Impacte Ambiental (Nuno Lecoq):
    1. Paisagem (Conceitos; Referências à paisagem na legislação; Breve introdução à história da paisagem portuguesa; Caracterização e identificação das paisagens em Portugal continental; Casos de estudo)
    2. Mudanças mais recentes e os problemas actuais da paisagem (Mudanças mais recentes; Problemas actuais da paisagem; Alguns exemplos de medidas e técnicas usadas na recuperação da paisagem)
    3. Avaliação de Impacte Ambiental (Legislação; Apresentação e discussão de alguns Estudos de Impacte Ambiental)
    4. Apresentação e desenvolvimento pelos alunos de um projecto de recuperação paisagística
    Módulo Geobotânica (José Carlos Costa):
    Apresentação, enquadramento, história vegetação, Factores que influenciam a distribuição e a adaptação das plantas no globo terrestre, Bioclimatologia, Biogeografia, Biomas do Globo Terrestre, Métodos de análise da vegetação, Diversidade paisagística e Diversidade dos habitats de Portugal.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • DGOTDU, 2004. Contributos para a Identificação e Caracterização da Paisagem em Portugal Continental. Colecção Estudos 10. Lisboa.
    • No fim de cada capítulo é fornecida bibliografia sobre o mesmo.
    • Apontamentos e Bibliografia dada ao longo das aulas.

    5. Avaliação:

    Teste escrito + trabalho prático

    6. Estimativa total de trabalho: 238 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Protecção de Plantas (Plant Protection)

    PROTECÇÃO DAS PLANTAS (PLANT PROTECTION)

    Código: 1745
    Responsável: Arlindo Lima
    Outros docentes: Ana Maria da Silva Monteiro, Ana Paula Ferreira Ramos, António Maria Marques Mexia, Elisabete Tavares Lacerda de Figueiredo Oliveira José Carlos Franco Santos Silva e Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica
    Precedências:

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Domínio e objectivos da protecção das plantas. Conceitos fundamentais em protecção das plantas. Noções sobre morfologia e bioecologia dos principais grupos de inimigos responsáveis por prejuízos nas plantas: patogénios, pragas e infestantes. Introdução ao diagnóstico de doenças e ao reconhecimento das principais pragas das plantas e infestantes das culturas agrícolas e espécies invasoras. Aspectos gerais de fitofarmacologia. Estratégias e meios de protecção.

    3. Programa:

    Introdução à protecção das plantas, evolução do conhecimento e principais conceitos: domínio e objectivos da protecção das plantas; sintomas, estragos, competição e prejuízos; estatuto de inimigo; protecção integrada e suas componentes; a noção de tolerância e a tomada de decisão.
    Princípios e Conceitos de Fitopatologia e Principais Agentes Causadores de Doença: doença e agente causal; parasitismo e patogenicidade; interacção patogénio-hospedeiro; triângulo da doença; ciclo de uma doença parasitária; epidemiologia; principais agentes causadores de doença das plantas: agentes abióticos; pseudofungos e fungos; bactérias; fitoplasmas; vírus e partículas sub-virais; nemátodes.
    Princípios e Conceitos de Entomologia e Principais Grupos de Pragas: conceito de praga; tipos de estragos; ciclos de vida; relações tróficas; relações com o hospedeiro: especialistas versus generalistas; sistema de vida; dinâmica das populações de pragas; regulação das populações; principais organismos que podem assumir o estatuto de praga: insectos, ácaros e outros organismos animais.
    Princípios de Herbologia: conceito de infestante e invasora e introdução à dinâmica de populações; cálculo de prejuízos em herbologia; período crítico de infestação; introdução aos métodos de gestão em agricultura convencional, sustentável, biológica e de conservação; principais famílias e espécies infestantes.
    Princípios de Fitofarmacologia: classificação de pesticidas; rótulo do produto fitofarmacêutico e análise dos seus componentes; formulações; aspectos fundamentais sobre técnicas e material de aplicação; medidas de precaução para a protecção do homem e do ambiente na gestão do risco.
    Estratégias e Meios de Protecção: principais meios de protecção: legislativos, culturais, genéticos, biológicos, biotécnicos, físicos, químicos; níveis de integração.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Apresentações das aulas em ficheiros PowerPoint ou PDF
    • Agrios, G. N. (2005) Plant pathology. 5th ed., Academic Press, Inc., San Diego.
    • Amaro, P.(2003) A Protecção Integrada. ISA/Press, Lisboa.
    • Carvalho, J. Passos de (1986) Introdução à entomologia agrícola. F.C. Gulbenkian, Lisboa.
    • Wilson F. M (2003) Optimising pesticide use. John Wiley & Sons.
    • Radosevich, S.; Holt, J. & Ghersa, C. (1997) Weed Ecology. Implications for management. 2ª Edition. Jonh Wiley & Sons, Inc. New York.

    Bibliografia Complementar

    • Maurin, G. (1999) Guide pratique de défense des cultures. Édition le Carrousel et ACTA, Paris.
    • Moreira, I. & Monteiro, A. (Eds.). (2000) Cadernos de Herbologia 1. Conceitos Gerais. Elementos de apoio às aulas de Herbologia. Instituto Superior de Agronomia. AEISA.
    • Ragsdale, N. N. & Seiber, J.N. (1999) – Pesticides: managing risks and optimizing benefits. ACS Symposium Series, 734. American Chemical Society, Washington, DC.
    • Gullan, P.J. & Cranston, P.S. (1994). The insects. An outline of Entomology. Chapman & Hall, London.

    5. Avaliação:

    I. Obtenção de frequência: presença a 80 % das aulas teórico-práticas.
    II. Modalidades de avaliação:
    A) Avaliação contínua
    1. Testes das matérias das aulas teóricas e práticas (70%).
    2. Trabalhos ou relatórios (30%).
    B) Exame final (70%) + Trabalhos ou relatórios (30%).
    C) Exame final (70%) + Exame prático (30%).
    III. Aprovação: Serão aprovados os alunos que obtenham, em qualquer das modalidades de avaliação, classificação mínima de 10 (dez) valores em cada uma das avaliações previstas em A ou B e classificação final mínima de 10 (dez) valores.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Aulas


    Protecção Florestal (Forest Protection)

    PROTECÇÃO FLORESTAL (FOREST PROTECTION)

    Código: 1746
    Responsável: José Miguel Oliveira Cardoso Pereira
    Outros docentes: Manuela Rodrigues Branco Simões e Ana Paula Ferreira Ramos
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Precedências: Ecologia

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecer pragas e doenças das florestas, seus ciclos de vida, biologia, factores de risco e prevenção das espécies mais importantes. Identificar sintomas, sinais e danos. Conhecer os problemas fitossanitários em viveiros florestais; Conhecer os princípios de gestão da saúde da floresta. Conhecer e aplicar métodos de amostragem. Definir níveis de intervenção. Identificar métodos de tratamento. Seleccionar tratamentos adequados; conhecer o contexto histórico, ambiental e sócio-económico dos fogos rurais em Portugal; saber avaliar as componentes meteorológica, vegetal e humana do risco de incêndio; conhecer técnicas de silvicultura preventiva e de reabilitação de áreas queimadas.

    3. Programa:

    I- Pragas florestais: Principais desfolhadores, perfuradores e subcorticais das florestas. Sintomatologia, ciclos de vida, factores de risco e danos. Selecção e colonização do hospedeiro, factores de risco. Problemas em viveiros e plantações jovens.
    II- Doenças das árvores: Princípios Gerais de Patologia. Doença: classificação e manifestações, triângulo da doença, diagnóstico e Postulados de Koch, parasitismo e patogenicidade, mecanismos de defesas das plantas, epidemiologia. Morfologia e biologia de patogéneos. Principais doenças de folhosas e resinosas em Portugal. Doenças nos viveiros florestais.
    III- Gestão integrada de pragas e doenças: Protecção florestal e gestão integrada de pragas. Amostragem e monitorização. Quantificação de danos. Apoio à decisão na gestão de pragas. Modelos de causalidade e risco. Protecção e prevenção em florestas. Meios de luta. Estratégias de protecção em essências florestais.
    IV- Fogos rurais: O contexto dos fogos rurais em Portugal. Fogo e uso da terra. Combustão de fitomassa, propriedades dos combustíveis, fases e produtos da combustão, transmissão de calor. Propriedades extrínsecas dos combustíveis, sua inventariação e modelação. Factores meteorológicos, índices e cartas de risco. Silvicultura preventiva. Reabilitação de áreas queimadas.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Pyne, Andrews and Laven (1996) Introduction to Wildland Fire
    • IEFC (Ed.) 2002. Pragas e doenças das florestas do Sul da Europa. IEFC. Cestas. France. 144 pp.

    Bibliografia Complementar

    • Artigos científicos diversos

    5. Avaliação:

    Teste intermédio
    Exame final
    Trabalhos práticos

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012


    MÓDULO DE DOENÇAS DAS ÁRVORES


    MÓDULO DE PRAGAS FLORESTAIS


    Qualidade e Segurança Alimentar (Food Quality and Safety)

    QUALIDADE E SEGURANÇA ALIMENTAR (FOOD QUALITY AND SAFETY)

    Código: 1747
    Responsável: Sara Beirão da Costa
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar; Engenharia Zootécnica
    Precedências: Biologia Celular e Microbiologia

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    O aluno deverá adquirir conhecimentos no âmbito de qualidade e segurança alimentar que lhe permitam poder implementar planos de amostragem numa Industria Agro-Alimentar (IAA), bem como estabelecer o controlo do processo produtivo. Deverá ainda adquirir conhecimentos que lhe permitam efectuar numa IAA, o planeamento da produção, o planeamento atempado dos materiais para a produção, o planeamento de tempos de máquina/linha de produção/funcionário.
    No âmbito da segurança alimentar, “Food safety”, o aluno ficará habilitado para, ao longo de uma cadeia de abastecimento, implementar sistemas de HACCP, bem como códigos de boas práticas, e ainda ficará sensibilizado para a problemática da rastreabilidade como instrumento de gestão de riscos nessa mesma cadeia.
    No âmbito da segurança alimentar, “Food security”, o aluno deverá adquirir conhecimentos genéricos sobre a problemática do alimento no mundo global.

    3. Programa:

    1 - Qualidade e controlo estatístico da qualidade: Qualidade e segurança alimentar: conceitos e definições; Aspectos técnicos e económicos do controlo da qualidade; Avaliação da qualidade técnica de um produto; Métodos de inspecção; Estabelecimento de planos de amostragem; Controlo do processo produtivo na indústria; Melhoria da qualidade: optimização do processo produtivo na indústria.
    2 - Segurança alimentar – “Food safety”: Códigos de boas práticas para toda a cadeia de abastecimento. O regulamento CE 252/2004 relativo à higiene dos géneros alimentícios; Sistemas de controlo de qualidade: o Codex Alimentarius, o sistema HACCP; A rastreabilidade na cadeia de abastecimento como instrumento na gestão de risco.
    3 - Segurança alimentar – “Food security”: Alimentação, agricultura e ambiente; Educação, alimentação e desenvolvimento; A balança alimentar e o comércio internacional; Ajuda alimentar e a cooperação para o desenvolvimento; Política alimentar, alívio da pobreza e desenvolvimento sustentável; Tendências de comportamento da oferta e da procura de alimentos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Qualidade na produção. Da ISO 9000 ao seis sigma. 2009. Duret D. e Pillet, M.. Lidel – Edições Técnicas Lda
    • Planeamento estatístico e controlo de processos. 2008. Pereira, Z.L. e Requeijo, J.G. FCT – Faculdade de Ciências e Tecnologia

    Biblografia Complementar

    • Manual de Gestão da qualidade. 2007. Lopes, A. e Capricho, L. Editora RH.

    5. Avaliação:

    - Um teste escrito que representa 60% da nota final
    - Um trabalho, apresentado sob a forma escrita e oral, que representa 40% da nota final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Apresentações

    Textos de Apoio


    Química (Chemistry)

    QUÍMICA (CHEMISTRY)

    Código: 1748
    Responsável: Luís Manuel Vieira Soares de Resende (1º semestre)/Amarilis de Varennes (2ª semestre)
    Outros docentes: Henrique Manuel Filipe Ribeiro e Maria Odete Pereira Torres.
    Curso: Todos os cursos de 1º ciclo, excepto Biologia

    Ano Curricular: 1º

    Semestral: 1º (Engenharias); 2º (Arquitectura Paisagista)

    ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Transmitir aos estudantes conceitos fundamentais sobre a química inorgânica, fazendo a ligação dos conceitos leccionados com aplicações práticas.

    3. Programa:

    Configuração electrónica e ligação química.
    Reacções químicas e equilíbrio químico.
    Termodinâmica química.
    Ácidos e bases e reacções de neutralização.
    pH
    Soluções tampão.
    Reações redox.
    Sais insolúveis e reacções de precipitação.
    Sais solúveis, condutividade e potencial osmótico.
    Complexos e quelatos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Apresentações powerpoint disponíveis no site da UC
    • CHANG, RAYMOND (2005) - Química, 8ª edição, ed. Mc Graw Hill.

    5. Avaliação:

    Avaliação contínua. Exame final para quem não opte pela avaliação contínua.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012


    2º SEMESTRE

    Aulas Teóricas

    Aulas Práticas

    Testes Ano Anterior

    1º SEMESTRE

    Notas do 1º Teste


    Química e Bioquímica dos Alimentos (Food Chemistry and Biochemistry)

    QUÍMICA E BIOQUÍMICA DOS ALIMENTOS (FOOD CHEMISTRY AND BIOCHEMISTRY)

    Código: 1750
    Responsável: Maria Luísa Louro Martins (luisalouro@isa.utl.pt)
    Outros docentes:
    Curso: 1º Ciclo - Engenharia Alimentar
    Precedências:

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas-Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecer os componentes dos produtos alimentares em função das suas propriedades, designadamente em relação à estrutura, composição química e funcionalidade.
    Caracterizar os alimentos em função da sua composição química e bioquímica.

    3. Programa:

    Água nos alimentos. Funções e ocorrência. Actividade da água.
    Aminoácidos, péptidos e proteínas). Propriedades de aminoácidos, péptidos e proteínas. Funções e ocorrência nos alimentos. Proteínas vegetais e proteínas animais. Enzimas e utilização de enzimas na industria alimentar. Alterações dos aminoácidos, péptidos e proteínas e suas consequências.
    Glúcidos. Propriedades dos glúcidos. Funções e ocorrência. Alterações que ocorrem durante o processamento. Reacções de escurecimento não enzimático. Reacções de Maillard.
    Gorduras e outros lípidos. Propriedades dos lípidos. Funções e ocorrência. Gorduras edíveis e óleos. Alterações na composição e suas consequências.
    Vitaminas e sais minerais. Vitaminas: Funções e ocorrência. Vitaminas hidrossolúveis e lipossolúveis. Estabilidade e degradação das vitaminas. Sais minerais: Funções e ocorrência nos alimentos.
    Componentes corados dos alimentos. Compostos que contribuem para a cor, pigmentos naturais. Propriedades, funções e ocorrência. Principais reacções de degradação e alterações.
    Aditivos alimentares, "flavour" e aroma nos alimentos.
    Aditivos: função, principais tipos (vitaminas, aminoácidos, minerais, substâncias aromáticas, activadores de sabor, substitutos de açúcar, corantes alimentares, bases, antioxidantes), aditivos e segurança alimentar.
    "Flavour" e aroma: Importância, compostos que contribuem para o "flavour" e aroma, controlo em alimentos processados, interacções com outros constituintes.
    Substâncias tóxicas naturais. Substâncias tóxicas naturais. Factores antinutricionais. Toxinas endógenas.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Food. The chemistry of its components. Coultate, T.P. 1996.Ed. RSC-R.Soc. Chem. Cambridge
    • Química de los Alimentos. Belitz, H.D. / Grosch, W. 1997. Ed. Acribia
    • Principles of food chemistry. Deman, J.M. 1999. Editor: An Aspen Publication
    • Química de alimentos. Ribeiro, E.P., Seravalli, E. A. G. 2004. Ed. Edgard Blücher Lda.
    • Entender a Bioquímica. Luis S. Campos, 2002. Escolar Editora

    Bibliografia Complementar

    • Water activity. theory and applications to food. 1987.Rockland, L.B. / Beuchat, L.R.
      Ed. Marcel Dekker, N. Y.
    • Food Proteins – Properties & Characterization. 1996. Shuryo Nakai (Ed.). John Wiley & Sons Ltd
    • Glycoscience. 2001. B. Fraser-Reid, K. Tatsuta, J. Thiem (Editors). Springer
    • Starch: Advances in Structure and Function. 2002. T. L. Barsby , A. M. Donald, P. J. Frazier (Eds.) Royal Society of Chemistry
    • Food Phenolics: Sources, Chemistry, Effects and Applications 995. Fereidoon Shahidi Marian Naczk Marion Naczk. CRC Press
    • Natural toxicants in food - Sheffield Food Technology. Watson, D. (ed.) 1998 Ed. CRC Press, Sheffield

    5. Avaliação:

    Será utilizado um sistema de avaliação contínua a partir da realização de Seminários (em grupo) e de questionários individuais escritos.
    O aluno será aprovado se obtiver nota igual ou superior a 9,5 valores.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Química Geral (General Chemistry)

    QUÍMICA GERAL (GENERAL CHEMISTRY)

    Código: 1751
    Responsável: Fernanda Maria Miranda Cabral
    Outros docentes: Henrique Manuel Filipe Ribeiro
    Curso: 1º ciclo - Biologia

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Total: 70

    2. Objectivos:

    A UC Química Geral tem por objectivo principal, fornecer aos estudantes informação e formação essencial em temas chave da Química (Inorgânica e Orgânica), considerados fundamentais ao bom entendimento e compreensão do comportamento dos sistemas biológicos.

    3. Programa:

    QUÍMICA INORGÂNICA:
    1. Ligação Química: conceitos básicos
    2. Ligação Química: aspectos complementares
    3. Forças Intermoleculares: líquidos e sólidos
    4. Relações de Energia em Reacções Químicas e Termodinâmica
    5. Propriedades Físicas das Soluções
    6. Cinética Química
    7. Equilíbrio Químico e factores que afectam o Equilíbrio
    8. Ácidos e Bases
    8.1 Equilíbrio Ácido-Base
    8.2. Titulações Ácido-Base
    9. Equilíbrio de Solubilidade
    10. Equilíbrio de Complexação
    11. Reacções redox e Electroquímica

    QUÍMICA ORGÂNICA:
    1. Isomeria e Tipos de Isómeros
    2. Mecanismos Reaccionais
    3. FUNÇÕES E GRUPOS FUNCIONAIS:
    3.1 Alcanos, Alcenos e Alcinos: Nomenclatura e Reactividade
    3.2 Álcoois, Fenóis, Aldeídos e Cetonas: Nomenclatura e Reactividade
    3.3 Ácidos, Ésteres, Aminas e Aminoácidos: Nomenclatura e Reactividade

    4. Bibliografia:

    Apontamentos das Aulas
    Química Geral de Raymond Chang (2006), 4ª edição.

    5. Avaliação:

    Avaliação contínua através da realização de três testes escritos, ficando dispensado de exame final quem obtiver média de 10 valores nos 3 testes, sem ter nota inferior a 7,50 valores em cada um deles.

    Exame final (2 datas) para os estudantes que na modalidade anterior não obtiveram nota igual ou superior a 10.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012


    AVISOS


    Química Orgânica e Bioquímica (Organic Chemistry and Biochemistry )

    QUÍMICA ORGÂNICA E BIOQUÍMICA (ORGANIC CHEMISTRY AND BIOCHEMISTRY)

    Código: 1752
    Responsável: Maria Luísa Louro Martins
    Outros docentes: Miguel Pedro de Freitas Barbosa Mourato, Cláudia Saramago de Carvalho Marques dos Santos Cordovil, Henrique Manuel Filipe Ribeiro, David Paulo Fangueiro e Ines Neto Moreira
    Curso: Cursos de 1º ciclo - Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar; Engenharia do Ambiente; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais; Engenharia Zootécnica

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Identificar os principais grupos funcionais, compreender a sua reactividade, e conhecer a nomenclatura dos compostos orgânicos.
    Conhecer as biomoleculas em termos das características estruturais e funções biológicas, os conceitos de catabolismo e anabolismo, as principais vias metabólicas do metabolismo primário.
    Estudar com detalhe as vias de degradação e síntese das principais biomoléculas nos organismos vivos: proteínas, glucidos e lipidos.
    Realizar exercícios de aplicação das matérias tratadas, praticar técnicas laboratoriais, e realizar apresentações orais.

    3. Programa:

    MÓDULO 1: Química Orgânica
    Estrutura das moléculas orgânicas. Funções e grupos funcionais. Ligação covalente nas moléculas orgânicas. Isomeria plana e isomeria óptica. Estereoisomeria.
    Reactividade dos principais grupos funcionais e Mecanismos reaccionais.
    Mecanismos reaccionais e tipos de reacções. Reactividade dos grupos funcionais mais importantes em moléculas biológicas: hidrocarbonetos insaturados, compostos aromáticos, alcoóis, aldeídos, cetonas, ácidos carboxílicos, aminas. Interacções moleculares, propriedades físicas, solubilidade.

    MÓDULO 2: Bioquímica e Metabolismo
    Biomoléculas. Aminoácidos, péptidos e proteínas. Glúcidos. Lípidos. Compostos ricos em energia. Características estruturais, funções biológicas, papel que desempenham nos componentes celulares relevantes para o metabolismo: membranas e organelos celulares, cloroplastos e mitocondrias.
    Metabolismo, principais vias metabólicas e regulação. Energia e cinética das reacções bioquímicas. Fluxos de energia no catabolismo e anabolismo. Cofactores e coenzimas, vitaminas. Enzimas, factores que influenciam as reacções enzimáticas, conformação, estabilidade e desnaturação. Cinética enzimática. Regulação da actividade enzimática.
    Estudo do metabolismo dos glúcidos, lípidos e aminoácidos, em animais e plantas. Principais reacções, balanço energético e regulação das vias metabólicas. Metabolismo dos glúcidos em aerobiose e anaerobiose. Sintese dos glúcidos nas plantas. Oxidação e biossintese dos ácidos gordos. Síntese e de degradação de aminoácidos. Relação metabólica entre o metabolismo de glúcidos, lípidos e compostos azotados.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    - “Organic Chemistry” Solomons, T.W.G., John Wiley & Sons, 1996 (6th edition)
    - “Nomenclatura dos compostos orgânicos”. L.S. Campos, M. Mourato, Escolar Editora, 2002.
    - “Bioquimica-Organização Molecular da Vida”. A. Quintas, A. Ponces Freire, M. J. Halpern, Lidel, 2008
    - “Concepts in Biochemistry”. R. Boyer, John Wiley & Sons 2002, 2nd edition.

    Bibliografia Complementar
    - “Entender a Bioquímica”. Luís S. Campos, Escolar Editora, 2002.
    - “Biochemistry”. G. Zubay, Wm. C. Brown Pub., 1998.
    - “Plant Physiology”. Taiz, L. Zieger, E. Third Edition. Sinauer Associates. Inc. 2002.
    - “Biochemistry”. L. Stryer, W.H.Freeman and Co., 1995.
    - “Guia do Laboratório de Química e Bioquímica”. J.A.M.Simões, M.A.R.B.Castanho et al., 2000, Lidel.

    5. Avaliação:

    Avaliação é contínua, incluindo uma componente individual constituida pela realização de testes parciais e apresentações orais, e uma componente em grupo referente à realização de trabalhos práticos com relatório.
    A aprovação à disciplina é obtida com uma classificação igual ou superior a 10 valores, desde que o aluno obtenha uma nota minima de 8,0 valores a cada um dos módulo.
    A avaliação referente aos testes poderá ser repetida em exame final, mantendo-se válidas as restantes componentes nas proporções referidas.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Avaliação

    E-Mail dos docentes:

    - David Fangueiro (MOD 1): dfangueiro@isa.utl.pt
    - Henrique Ribeiro (MOD 1): henriqueribe@isa.utl.pt
    - Claudia Cordovil (MOD 1): cms@isa.utl.pt

    - Maria Luisa Louro Martins - responsável da UC -(MOD2): luisalouro@isa.utl.pt (responsavel da UC)
    - Ines Neto Moreira (MOD2): ines.nmoreira@gmail.com
    - Miguel Pedro Mourato (MOD 2): mmourato@isa.utl.pt

    Avisos

    Avisam-se os alunos que as aulas da UC terão inicio na proxima 2ª feira, dia 27 de Fevereiro, no horário estabelecido.




    Recursos Faunísticos (Animal Resources)

    RECURSOS FAUNÍSTICOS (ANIMAL RESOURCES)

    Código: 1754
    Responsável: Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso
    Outros docentes: Manuela Rodrigues Branco Simões
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Precedências: Botânica e Zoologia

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 21 Práticas/Laboratoriais: 21 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecer a diversidade taxonómica e ecologia funcional dos grupos de invertebrados e de vertebrados dos ecossistemas terrestres, em particular ecossistemas florestais e dulçaquicolas. Conhecer as interacções das populações animais com diferentes níveis tróficos. Compreender, o efeito das alterações ambientais e antropogénicas nas populações e comunidades animais nestes ecossistemas. Saber amostrar as diferentes populações animais, com diferentes objectivos e nos diferentes meios abióticos.

    3. Programa:

    I - Ecologia funcional dos invertebrados florestais
    Diversidade e funcionalidade dos principais grupos de invertebrados dos ecossistemas florestais. Principais níveis tróficos ocupados pelos invertebrados e sua relevância no funcionamento dos ecossistemas.
    Função dos invertebrados na decomposição dos materiais lenho-celulósicos: invertebrados subcorticais, xilófagos, micetófagos e detrítivoros. Sucessão de comunidades associadas à decomposição dos materiais lenhosos.
    Invertebrados fitófagos. Diversidade de tecidos vegetais consumidos pelos invertebrados florestais. Interacções invertebrados/plantas: resistência e tolerância das plantas. Implicações da herbívoria nas populações de plantas, comunidades vegetais e do ecossistema.
    Os polinizadores e a coevolução com as plantas com flor. Funções ecológicas dos polinizadores.
    Invertebrados predadores, parasitas e parasitóides. Habitat, presas e hospedeiros. Estratégias de selecção de presas e de escape à predação e parasitoidismo. A importância dos inimigos naturais, predadores e parasitóides, na dinâmica das populações das presas/hospedeiros. Interacções tri-tróficas.
    Os invertebrados e as actividades florestais. Invertebrados úteis e prejudiciais. A gestão de habitat e a conservação de invertebrados.
    Amostragem e monitorização de populações de invertebrados. Métodos de amostragem dinâmicos: armadilhas pitfall, cromotrópicas, de Tulgreen-Berlese, de feromonas, etc. Métodos de amostragem mecânicos: batidas, aspiração, Malaise, redes entomológicas.

    II - Ecologia funcional de vertebrados florestais
    Diversidade dos grupos de taxa de vertebrados - peixes, anfíbios, répteis, aves e mamíferos. Ciclos de vida, em particular decorrendo em ecossistemas florestais e em águas interiores. Guildas tróficas, habitacionais, reprodutoras e migradoras. Posicionamento no funcionamento do ecossistema e relevância. Espécies portuguesas de vertebrados e a distribuição. Interacções com o Homem e estado de conservação presente.
    Amostragem e monitorização de aves, mamíferos e peixes. Métodos pontuais e por área. Marcações. Métodos quantitativos. Métodos de estimativa de diversidade das populações de animais.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Coleman, D.C., Crossley Junior, D.A. 1996. Fundamentals of soil ecology. Academic Press. San Diego, 218 p.
    • Dajoz R. 1980. Ecologie des insectes forestiers. Gauthier-Villars. Paris
    • Daly H.V., Doyen J.T., Purcell A.H. 1998. Introduction to insect biology and diversity. 2nd edition. Oxford University Press. New York. 680 p.
    • Gullan P.J., Cranston P.S., 1994. The insects. An outline of entomology. Chapman and Hall. London. 505 p.
    • Pough, F.H., Janis, C.M. & Heiser, J. B. 1999. Vertebrate Life. Prentice-Hall. New Jersey. 5th Edition.

    Bibliografia Complementar

    • Gillott C. 2005. Entomology. Springer. Dordrecht. 848 p.
    • Hickman C.P., Roberts L.S., Larson A., I' Anson H., Eisenhour D.J. 2006. Integrated principles of zoology. McGraw-Hill Higher Education. New York. 896 p.

    5. Avaliação:

    Inquéritos de resposta rápida realizados nas aulas práticas (5 a 7); trabalhos de revisão e de síntese sobre temas apresentados e discutidos na aula (2); testes intercalares 2.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    AVISOS

    • A aula de dia 14 de Setembro será excepcionalmente dada à tarde, a partir das 16h30, numa sala do edificio Florestal, em vez de ser no horário da manhã, na sala 24.


    Recursos Hídricos (Water Resources)

    RECURSOS HÍDRICOS (WATER RESOURCES)

    Para consultar a página da UC, clique aqui.

    Código: 1755
    Responsável: José Luís Monteiro Teixeira
    Outros docentes: Jorge Manuel Martins Soares David
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Precedências: Climatologia e Agrometeorologia

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Capacidade de analisar, interpretar e equacionar problemas no domíno dos recursos hídricos, e de dimensionar os fluxos e as disponibilidades hídrica ao nível da parcela e da bacia hidrográfica, com diferentes tipos de vegetação, tendo em conta a gestão eficiente da água.

    3. Programa:

    I (comum a Agronomia e Florestas)
    Balanço hidrológico de bacias
    - Caracterização de bacia hidrográfica.
    - Definição e caracterização dos elementos do balanço: precipitação, evapotranspiração, armazenamento e escoamento.
    - Evapotranspiração: transpiração, perda por intercepção. Influência do tipo de vegetação (florestas/vegetação rasteira).
    - Escoamento: escoamento anual (produção de água) e regime de escoamento (cheias e escoamentos mínimos estivais). Influência do tipo de vegetação no escoamento. Dimensionamento de caudais de ponta de cheia. Escoamento de bacias e necessidades hídricas a jusante (abastecimento urbano, à industria e ao regadio).
    II (comum a Agronomia e Florestas)
    Legislação sobre a água e política de gestão dos recursos hídricos a nível europeu e nacional. Directiva Quadro da Água. Gestão da água a nível local, regional e nacional. Planos de gestão de recursos hídricos.
    III (Agronomia)
    - Consumos hídricos de culturas agrícolas. Necessidades de rega.
    - Sistemas de rega.
    - Gestão e avaliação de sistemas de rega.
    III (Florestas)
    - Florestas e clima: influência das florestas no balanço da radiação e na precipitação ao nível micro e macro.
    - Eco-hidrologia de ecossistema florestais: hidráulica no trajecto solo-folha, fontes de água para as árvores – sistema radicular, falência hidráulica (embolismo e cavitação).
    - Erosão hídrica: erosão laminar e erosão concentrada em ravinas. Técnicas de combate da erosão laminar. Correcção torrrencial de ravinas. Erosão e tipo de vegetação.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Cópias de powerpoints e apontamentos das aulas.

    Bibliografia complementar

    • Capítulos de livros e artigos técnicos e científicos, actualizados ano a ano.

    5. Avaliação:

    Testes parcelares, 1 em cada 5 semanas

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Para mais informação sobre esta UC, clique aqui.


    Reologia e Estrutura dos Alimentos (Rheology and Food Structure)

    REOLOGIA E ESTRUTURA DOS ALIMENTOS (RHEOLOGY AND FOOD STRUCTURE)

    Código: 1756
    Responsável: Isabel Maria Nunes de Sousa
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Alimentar
    Precedências: Física II

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Compreender a importância e a contribuição das Propriedades Físicas e Reológicas para a Ciência e a Engenharia Alimentar. Dominar a nomenclatura e os métodos específicos de trabalho desta área do conhecimento. Integrar os conhecimentos adquiridos na resolução de problemas de escoamento de fluidos complexos e de desenvolvimento de produto, nomeadamente na quantificação e criação/destruição de estrutura em alimentos.

    3. Programa:

    Principais propriedades físicas dos alimentos. Determinação e aplicações no controlo de qualidade, desenvolvimento de produto e dimensionamento (parametrização dimensional). Reologia: definição e importância na Ciência e Engenharia de Alimentos. Reologia Fundamental, tipos de comportamento reológico dos materiais, tipos de testes e parâmetros a medir. Transições de fase ou mudanças de estado dos alimentos - o estado vítreo, a cristalização, a gelatinização e a gelificação, a fluidização. A importância destes estados do ponto de vista de textura/consistência e capacidade de conservação dos alimentos. “Estrutura do alimento – sua criação e sua avaliação” : textura e consistência. Casos de estudo: emulsões; geles; bolachas; textura e estrutura de queijo; filmes bioactivos comestíveis, desenvolvidos em trabalhos de doutoramento, incluindo alguns de desenvolvimento de produto. Aplicações práticas de dimensionamento para fluidos não-Newtonianos. Realização de um Projecto, desenvolvido em grupo, que integrará todos os conhecimentos adquiridos anteriormente.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    A. G. Castro, J.A. Covas e A. C. Diogo (2001). Reologia e suas Aplicações Industriais. Instituto Piaget
    Sousa, I. (2001) Reologia dos Produtos Alimentares in “Reologia e suas Aplicações Industriais”
    Howard A. Barnes (2000). A Handbook of Elementary Rheology.
    Howard A. Barnes (2002). Viscosity
    Barnes, H.A., Hutton, J.F., and Walters, K. (1989). An Introduction to Rheology. Elsevier Science
    Roos, Y. H. (1997) Phase Transition in Foods.

    5. Avaliação:

    Um teste constituído por 3 níveis de avaliação sendo o último com consulta.
    Um trabalho de grupo, onde farão a análise crítica de uma publicação (vulgo “paper”) com o objectivo de se familiarizarem com a forma de comunicar resultados nesta área da Ciência. Este trabalho é apresentado em relatório escrito e oralmente na turma para discussão e avaliação.

    6. Estimativa total de trabalho: 140 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Reprodução Animal (Animal Reproduction)

    REPRODUÇÃO ANIMAL (ANIMAL REPRODUCTION)

    Código: 1757
    Responsável: Mário Quaresma (FMV)
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Zootécnica
    Precedências: Morfologia, Aptidão e Comportamento Animal

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 35 Teórico-Práticas: 13 Práticas/Laboratoriais: 22 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    A unidade curricular de Reprodução Animal tem como objectivo geral dotar os alunos com os conhecimentos indispensáveis para o delineamento de planos reprodutivos nas diversas espécies pecuárias (bovinos, ovinos, caprinos, equídeos, suínos e aves), com base no conhecimento aprofundado dos mecanismos fisiológicos que os fundamentam, de modo a atingirem a melhor produtividade, tendo em conta a especificidade de cada sistema de produção e sempre no respeito do bem-estar animal.

    3. Programa:

    1. Anatomia comparada do aparelho reprodutor das diferentes espécies pecuárias.
    1.1. Anatomia do aparelho reprodutor masculino.
    1.2. Anatomia do aparelho reprodutor feminino.
    1.3. Relações anatomo-fisiológicas do aparelho reprodutor.
    2. Fisiologia da reprodução.
    2.1. Ciclo reprodutivo feminino.
    2.2. Espermatogénese.
    2.3. Fecundação e fases subsequentes da gestação.
    3. Reprodução artificialmente assistida.
    3.1. Sincronização do estro.
    3.2. Inseminação artificial.
    3.3. Transferência de embriões.
    3.4. Sexagem de espermatozóides e embriões.
    4. Ciclos reprodutivos das diferentes espécies pecuárias.
    4.1. Estratégias reproductivas de acordo com a espécie pecuária e a sua aptidão produtiva
    4.2. Puberdade e ciclo éstrico.
    4.3. Comportamento reprodutivo e detecção do cio.
    4.4. Gestação, parto e puerpério.
    4.5. Reprodução artificialmente assistida.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Cópias dos ficheiros/diapositivos apresentados nas aulas, Artigos Científicos e Técnicos.
    • Reproduction in Farm Animals – Hafez, E.S.E. &Hafez, B., 7th Ed. 2000, Lippincott Williams & Wilkins, USA

    Bibliografia Complementar
    Controlled Reproduction in Farm Animal Series

    • 1 - Controlled Reproduction in Cattle and Buffaloes - Ian Gordon, Cabi Publishing
    • 2 - Controlled Reproduction in Sheep and goats - Ian Gordon, Cabi Publishing
    • 3 - Controlled Reproduction in Pigs - Ian Gordon, Cabi Publishing
    • 4 - Controlled Reproduction in Horses, Deer and Camelids

    5. Avaliação:

    Os conhecimentos adquiridos pelos estudantes serão avaliados em exame teórico final e em trabalhos de grupo.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Seminário (Seminar/Optional)

    SEMINÁRIO (SEMINAR / OPTIONAL)

    Código: 1635
    Responsável: Fernanda Maria Miranda Cabral
    Outros docentes: Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira, Ana Carla de Andrade Madeira e José Carlos Franco Santos Silva
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica
    Precedências: 1º ano completo e 105 ECTS

    Ano Curricular: 3º Semestral: 1º/ 2º ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Promover o desenvolvimento de diversas competências para um bom desempenho académico e profissional, nomeadamente ao nível da comunicação oral e escrita.

    3. Programa:

    Módulo 1 – Competências no âmbito da disciplina
    1 - Auto-Conhecimento
    2 - Comunicação oral e escrita
    2.1 Como organizar comunicações escritas e orais. Estrutura de artigos científicos e de relatórios. Casos práticos de aplicação.
    2.2 Técnicas de comunicação audio-visuais. Pesquisa e fontes bibliográficas (ex. CAB Abstracts, Biblioteca do conhecimento on-line). Ferramentas informáticas (ex. EndNote)
    2.3 - Exercícios de aplicação
    3 - Participação em Workshops/seminários/Visita de estudo (dia aberto)
    Módulo 2 – Preparação dos temas para o Seminário
    Preparação e acompanhamento do trabalho escrito (monografia/relatório - máx. 20 pp.) e de uma comunicação oral sobre um tema orientado.
    Módulo 3 – Apresentações orais dos trabalhos escritos e apreciação e avaliação dos mesmos pelos coordenadores da disciplina e orientadores especialistas nos diferentes temas.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Madeira, A. C. & M. M. Abreu. 2004. Comunicar em Ciência: como Redigir e Apresentar Trabalhos Científicos. Escolar Editora. Lisboa.
    • Barros, A.S. (2003) – Aspectos comportamentais na actividade profissional. Seminário “As reformas do Ensino Superior e as Competências Profissionais”. Ordem dos Engenheiros
    • Ordem dos Engenheiros (2006) – Enquadramento dos cursos de engenharia agronómica. Conselho Nacional do Colégio de Engenharia Agronómica
    • Simão, V ,Santos, M., Costa, A. (2005) – Ambição para a Excelência. A oportunidade de Bolonha. Edição Gradiva.

    Bibliografia complementar

    • Cascão, F. (2004) – Entre a gestão de competências e a gestão do conhecimento. Editora RH

    5. Avaliação:

    Avaliação contínua com possibilidade de dispensa de exame final, mediante o aproveitamento obtido na realização de relatórios, tarefas individuais e em grupo, monografia e seminário.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    Apresentações Orais

    Silvicultura I (Forestry I)

    SILVICULTURA I (FORESTRY I)

    Código: 1759
    Responsável: Maria Helena Reis de Noronha Ribeiro de Almeida
    Outros docentes: Henrique Manuel Filipe Ribeiro, João Manuel Dias dos Santos Pereira, Ana Paula Soares Marques de Carvalho e Maria da Conceição Braulio de Brito Caldeira
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Precedências: Biologia Florestal

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Silvicultura compreende a ciência e as técnicas inerentes à instalação, crescimento e composição das florestas e da sua defesa (estado sanitário e prevenção de incêndios), para satisfazer as necessidades da sociedade em bens e serviços dos ecossistemas.
    O objectivo é fornecer aos alunos competências para supervisionar e executar os planos e programas de gestão florestal.

    3. Programa:

    1 - Silvicultura: definições e tendências actuais
    Os sistemas de produção florestal: A Floresta; o povoamento e a estação
    Regimes, composições e estruturas.
    Modos de tratamento ou de exploração: cortes de realização e de regeneração. Cortes únicos; sucessivos e salteados
    Teoria geral da intervenção produtiva: cortes culturais.
    Sustentabilidade. Sistemas florestais multifuncionais

    2 - Regeneração dos Sistemas Florestais

    • Regeneração Natural

    Processos envolvidos na regeneração
    Padrões de regeneração;
    Regeneração natural em silvicultura

    • Regeneração Artificial

    Manipulação Semente
    Áreas Produtoras de Semente
    Produção de Plantas

    3 - Nutrição Vegetal
    Os Nutrientes Vegetais
    Adubos e Correctivos
    Substratos em viveiros Florestais
    Aspectos práticos da fertilização de espécies florestais

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    Alves, A.A. M. 1982. Técnicas de Produção Florestal. INIC. Lisboa
    Fijimori, Takao.2001. Ecological and Silvicultural Strategies for Sustainable Forest Management. Elsevier. Amsterdam
    Fisher, R.F. & Binnley, D. 1999. Ecology and Management of Forest Soils (3rd Ed) John Wiley & Sons, New York
    (cap 9, 11 ,15, 16)
    Marschner H 1995 Mineral Nutrition of plants. Academic Press London

    Bibliografia Complementar
    Hartmann, H., Kester, D., Davies Jr. F. & Geneve, R. 1997 Plant Propagation: Principles and Practices 6th. International Edition. London
    Smith, David M., Bruce Larson, Matthew Kelty & P. Ashton 1997- The Practice of Silviculture. John Wiley & Sons. New York
    Willan, R.L. 1991. Guia para la manipulación de semillas forestales – Estudio FAO – Montes 20/2 , Roma
    Varennes, A. 2002 – Produtividade dos Solos e Ambiente. Escolar Editora

    5. Avaliação

    Avaliação Contínua é constituída por:

    • Os Trabalhos práticos com um peso de 30% na nota final
    • 2 Testes com um peso de 70%
    • Nota mínima de 8,5 valores em cada um dos testes Silvicultura I

    -Os alunos que obtiverem na avaliação contínua nota igual ou superior a 10 valores estão dispensados do exame final
    -Todo o aluno que tenha obtido frequência poderá optar pela realização do exame final. Caso se apresente a exame anula a classificação obtidas em avaliação contínua.
    -Considera-se aprovado o aluno que obtenha frequência e classificação final igual ou superior a 10 valores.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Aulas

    Visita de Estudo - 24 de Outubro de 2011

    Publicações

    Sumários


    AVALIAÇÃO


    AVISOS


    Silvicultura II (Forestry II)

    SILVICULTURA II (FORESTRY II)

    Código: 1760
    Responsável: João Manuel Dias dos Santos Pereira
    Outros docentes: Maria Helena Reis de Noronha Ribeiro de Almeida, Manuel Armando Valeriano Madeira, Ana Paula Soares Marques de Carvalho, Luís Mendes Godinho Milheiriço Fontes e Maria da Conceição Braulio de Brito Caldeira
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Precedências: Silvicultura I

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    O objectivo é dar aos alunos aptidão para utilizar modelos de produção na gestão corrente dos povoamentos interpretando correctamente as prescrições silvícolas inerentes bem como delinear, prescrever e implantar a melhor integração das áreas florestais no meio (paisagem), tendo em contas as condicionantes ambientais e sociais e adequando as soluções silvícolas a objectivos concretos (p. ex. cortinas de abrigo, arborização de dunas), inclusive a prestação de serviços pelos ecossistemas.

    3. Programa:

    1. Modelos de crescimento:
    Métodos para o estudo do crescimento de árvores e povoamentos;
    Introdução aos modelos de crescimento e produção;
    Curvas de classe de qualidade e crescimento em altura dominante;
    Análise dos diferentes tipos de modelos de produção;
    Avaliação de modelos de produção florestal.
    Modelos de produção para as principais espécies portuguesas.

    2. Silvicultura Especial:
    Sistemas de Produção Florestal;
    Gestão Florestal para a Protecção do Ambiente e Biodiversidade;
    Floresta Multifuncional (inc. silvicultura para a produção de cortiça; Arborizações especiais (Cortinas de abrigo, Combate à erosão, Galerias Ribeirinhas,);
    Restauro de ecossistemas;
    Organização do espaço local : aspectos estético, sociais e protecção contra agentes abióticos (vento e fogo).

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    Alves, A.A. M. 1982. Técnicas de Produção Florestal. INIC. Lisboa
    Fijimori., Takao.2001. Ecological and Silvicultural Strategies for Sustainable Forest Management. Elsevier. Amsterdam

    Bibliografia Complementar
    Vaz Correia, A.& A. Carvalho Oliveira. 1999 Principais Espécies Florestais com Interesse para Portugal. Zonas de Influência Mediterrânica. DGF. Estudos e Informação nº 318. Lisboa
    Vaz Correia, A.& A. Carvalho Oliveira. 2003 Principais Espécies Florestais com Interesse para Portugal. Zonas de Influência Atlântica DGF. Estudos e Informação nº 322. Lisboa
    Aronson J, Pereira J S, Pausas J G. (eds). Cork Oak Woodlands: Ecology, Adaptive Management, and Restoration of an Ancient Mediterranean Ecosystem. Island Press
    Alves, A.A., J.S. Pereira and J.M.N. Silva (eds) O eucaliptal em Portugal. Impactes ambientais e investigação científica ISAPress, Lisboa, Portugal

    5. Avaliação:

    A avaliação baseia-se na preparação e apresentação de um projecto de silvicultura para um dos locais visitados durante a visita de estudo e do exame final, o que incidirá sobre toda a matéria dada nas aulas.

    A admissão a exame final depende da entrega do projecto de silvicultura, que contribui com 25% para a nota final.

    Como elemento de avaliação contínua (opção voluntária) os alunos têm a oportunidade de realizar um teste intercalar (cobrindo a matéria apresentada no módulo dos modelos de crescimento) – a classificação de 12 valores dispensa de parte do exame final, isto é, da matéria coberta neste teste.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Aulas

    Textos de Apoio

    Sumários

    Pauta do Teste de 23 abril

    Avisos


    Sistemas de Informação Geográfica e Detecção Remota (Geographic Information Systems and Remote Sensing)

    SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA E DETECÇÃO REMOTA (GEOGRAPHIC INFORMATION SYSTEMS AND REMOTE SENSING)

    Para consultar página da UC, clique aqui.

    Código: 1761
    Responsável: Manuel Lameiras de Figueiredo Campagnolo
    Outros docentes: Maria da Graça Corte-Real Mira da Silva Abrantes
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Precedências: Cartografia e Elementos de Topografia

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecimento das estruturas de dados para informação espacial. Domínio de uma aplicação informática para dados em formato vectorial e raster e conhecimento das principais operações espaciais utilizadas na resolução de problemas em 2D e 3D.
    Conhecimento sobre as principais fontes de dados de detecção remota, aplicações e integração em SIG. Compreensão das técnicas de georeferenciação e de análise de imagens multiespectrais.

    3. Programa:

    I - Sistemas de Informação Geográfica:
    Estruturas de dados vectoriais e raster.
    Criação de mapas.
    Operações espaciais em vectorial e raster e introdução à análise espacial.
    Edição de dados.
    Modelos digitais do terreno (raster, vectorial e TIN).
    Operações de derivação (cálculo de declives, orientação de encostas, exposição, visibilidade, áreas e volumes) sobre MDT em SIG.

    II - Módulo de Detecção Remota:
    Fundamentos de detecção remota.
    Sistemas de detecção remota: fotografia aérea, sensores instalados em satélites.
    Pré-processamento de imagens: correcções geométricas e radiométricas.
    Introdução à análise de imagens multiespectrais.
    Indices de vegetação.

    4. Bibliografia:

    5. Avaliação:

    Trabalho prático de grupo (máximo 4 alunos/grupo), com discussão individual obrigatória, 6 valores.
    Exame, 14 valores.
    A frequência é obrigatória para admissão no exame.
    Aprovação na disciplina: classificação igual ou superior a 6 valores no exame e um mínimo de 10 valores no total da avaliação.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


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    Sistemas de Produção Hortícola, Frutícola e Vitícola I (Horticultural Production Systems - Vegetables, Fruits and Grapes I)

    SISTEMAS DE PRODUÇÃO HORTÍCOLA, FRUTÍCOLA E VITÍCOLA I (HORTICULTURAL PRODUCTION SYSTEMS - VEGETABLES, FRUITS AND GRAPES I)

    Para consultar página da UC, clique aqui

    Código: 1762
    Responsável: António José Saraiva de Almeida Monteiro
    Outros docentes: Cristina Maria Moniz Simões Oliveira e Carlos Manuel Antunes Lopes
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica
    Precedências: Nutrição Vegetal, Fertilidade do Solo e Fertilização

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico: 35 Práticas/Laboratoriais: 35 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Estudo da vinha, fruteiras lenhosas e hortaliças, integrando conhecimentos básicos com soluções tecnológicas, com vista à tomada de decisão na resolução de problemas. Desenvolvimento de competências para intervir nas principais culturas lenhosas e herbáceas através do conhecimento das plantas, da sua biologia, ecologia e utilização; dos métodos de propagação; e das técnicas de produção e.g. poda e condução, fertilização, rega, protecção contra pragas, doenças e infestantes, regulação do crescimento e produção, colheita e preparação.

    3. Programa:

    1. Colheita e qualidade da fruta, hortaliças e uvas. Determinação da data de colheita e avaliação da qualidade. Técnicas pós-colheita.
    2. Biologia e ecologia das fruteiras lenhosas e da vinha. Hábitos de vegetação e de frutificação, ciclos biológicos e culturais e aspectos básicos da ecofisiologia das culturas.
    3. Poda e condução da vinha e das fruteiras. Princípios e métodos de poda. Sistemas de condução.
    4. Propagação de plantas. Princípios e prática da propagação de plantas lenhosas e herbáceas. Produção de plantas em viveiro
    5. Biologia e utilização das hortaliças. Principais hortaliças, órgãos comestíveis, utilização, valor nutritivo e condicionantes da produção
    6. Trabalhos práticos: (1) Rendimento e poda da videira; (2) Qualidade dos frutos; (3) Propagação.
    7. Visitas de estudo a viveiros e a produtores de uvas, fruta e hortaliças

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Agustí, M. 2004. Fruticultura. Mundi-Prensa Madrid.
    • Hartman, H.; D. Kester; F. Davies Jr., R. Geneve. 2002. Hartmann and Kester´s Plant Propagation, Principles and Practives (7th Ed.). Prentice Hall.
    • Almeida, D. 2006. Manual de Culturas Hortícolas, Vol. 1 e 2, Ed. Presença
    • Castro, R., Cruz, A., Botelho, M. Tecnologia Vitícola. MAPF, Portugal.

    Bibliografia complementar

    • Kader, A.D. Postharvest Biology and Technology: an overview Cap. 4. pp. 39-48. IN: Postharvest Technology of Horticultural Crops Publication 3311 - University of California, Davis
    • Huglin, P., Schneider, C. (1998). Biologie et Écologie de la Vigne. 2e édition, Lavoisier
    • Maroto, J.V. (2002). Horticultura Herbacea Especial (5ª edição). Mundi-Prensa

    5. Avaliação:

    A avaliação contínua baseada em perguntas durante as aulas, trabalhos práticos e visitas de estudo.
    A nota prática é a média ponderada das notas dos diversos trabalhos práticos: Viticultura – 35%; Horticultura Herbácea – 40%; Fruticultura e outros trabalhos – 25%.
    A nota final é a média ponderada entre a nota prática (60%) e a nota teórica (40%)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

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    Sistemas de Produção Hortícola, Frutícola e Vitícola II (Horticultural Production Systems - Vegetables, Fruits and Grapes II)

    SEMINÁRIO (HORTICULTURAL PRODUCTION SYSTEMS - VEGETABLES, FRUITS AND GRAPES II)

    Código: 1763
    Responsável: António José Saraiva de Almeida Monteiro
    Outros docentes: Cristina Maria Moniz Simões Oliveira, Carlos Manuel Antunes Lopes, António Maria Marques Mexia e Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica
    Precedências: Sistemas de Produção Hortícola, Frutícola e Vitícola I

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 35 Práticas/Laboratoriais: 35 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Estudo da vinha, fruteiras lenhosas e hortaliças, integrando conhecimentos básicos com soluções tecnológicas, com vista à tomada de decisão na resolução de problemas. Desenvolvimento de competências para intervir nas principais culturas lenhosas e herbáceas através do conhecimento das plantas, da sua biologia, ecologia e utilização; dos métodos de propagação; e das técnicas de produção e.g. poda e condução, fertilização, rega, protecção contra pragas, doenças e infestantes, regulação do crescimento e produção, colheita e preparação.

    3. Programa:

    1. Estabelecimento das culturas. Planeamento e instalação de um pomar, vinha e cultura hortícola herbácea
    2. Nutrição mineral e fertilização. Programa de fertilização de um pomar, vinha ou cultura herbácea.
    3. Rega. Programa de rega de uma cultura lenhosa
    4. Protecção das culturas. Planeamento e execução de um programa de luta contra as principais pragas e doenças de culturas lenhosas e de culturas herbáceas, na óptica da produção integrada.
    5. Culturas protegidas. Principais técnicas de protecção das culturas. Condicionamento ambiental das estufas. Programação das culturas ao longo do ano.
    5. Técnicas culturais da vinha e do pomar. As operações culturais num contexto de sustentabilidade, e de defesa do ambiente e da biodiversidade.
    7. Trabalhos práticos: (1) Ciclo cultural da videira; (2) Cultivo de uma hortaliça.
    8. Visitas de estudo a viveiros e a produtores de uvas, fruta e hortaliças.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Agustí, M. 2004. Fruticultura. Mundi-Prensa Madrid.
    • Hartman, H.; D. Kester; F. Davies Jr., R. Geneve. 2002. Hartmann and Kester´s Plant Propagation, Principles and Practives (7th Ed.). Prentice Hall.
    • Almeida, D. 2006. Manual de Culturas Hortícolas, Vol. 1 e 2, Ed. Presença
    • Castro, R., Cruz, A., Botelho, M. Tecnologia Vitícola. MAPF, Portugal.

    Bibliografia complementar

    • Kader, A.D. Postharvest Biology and Technology: an overview Cap. 4. pp. 39-48. IN: Postharvest Technology of Horticultural Crops Publication 3311 - University of California, Davis
    • Huglin, P., Schneider, C. (1998). Biologie et Écologie de la Vigne. 2e édition, Lavoisier
    • Maroto, J.V. (2002). Horticultura Herbacea Especial (5ª edição). Mundi-Prensa

    5. Avaliação:

    A avaliação contínua baseada em perguntas durante as aulas, trabalhos práticos e visitas de estudo.
    A nota prática é a média ponderada das notas dos diversos trabalhos práticos: Viticultura – 35%; Horticultura Herbácea – 40%; Fruticultura e outros trabalhos – 25%.
    A nota final é a média ponderada entre a nota prática (60%) e a nota teórica (40%)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Solos (Soils)

    SOLOS (SOILS)

    Código: 1766
    Responsável: Manuel Armando Valeriano Madeira
    Outros docentes: Manuel Armando Valeriano Madeira e Fernando Manuel Girão Monteiro
    Curso: 1o ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Precedências:

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 22 Práticas/Laboratoriais: 20 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Obter formação geral sobre a:
    (i) constituição e propriedades do solo,
    (ii) formação e factores determinantes da distribuição dos solos
    (iii) classificação geral e avaliação de solos

    3. Programa:

    Conceito e funções do solo nos ecossistemas.
    Constituição do solo. Granulometria do solo. Constituintes minerais. Minerais primários e minerais secundários (minerais de argila, óxidos e oxihidróxidos de ferro e alumínio). Características estruturais e propriedades. Matéria orgânica do solo: constituição e fraccionamento. Substâncias húmicas: propriedades gerais e interacção com os constituintes minerais.
    Complexo adsorvente do solo. Capacidade de troca catiónica e aniónica. Bases de troca e acidez de troca. Grau de saturação em bases. Reacção do solo: acidez e alcalinidade. Capacidade tamponizante dos solos.
    Propriedades físicas do solo. Cor do solo. Arquitectura do solo. Formação e estabilização de agregados do solo. Massa volúmica do solo. Sistema de porosidade. Propriedades dinâmicas do solo: coesão e adesão; plasticidade e adesividade.
    Água do solo. Estado energético da água no solo. Curvas características de humidade. Determinação do potencial e do teor da água no solo. O movimento da água no solo. Estado de humidade do solo. Capacidade de campo e água utilizável.
    Factores de formação do solo. Introdução aos processos de formação do solo.
    Considerações gerais sobre a sistematização universal dos solos (“World Reference Base for Soil Resources”).
    Classificação dos solos que ocorrem em Portugal e análise das condições que determinam a sua distribuição e características.
    Análise da informação cartográfica dos solos em Portugal e avaliação geral de solos.

    Aulas de índole laboratorial
    1. Constituição do solo. Horizontes do solo.
    2. Determinação da humidade de amostras de solo. Análise granulométrica e textura de campo.
    3. Determinação do carbono orgânico. Fraccionamento da matéria orgânica do solo e identificação das substâncias húmicas.
    4. Determinação da capacidade de troca catiónica e dos catiões de troca. Reacção do solo: determinação do pH.
    5. Propriedades morfológicas do solo: cor e agregação do solo.
    6. Determinação da massa volúmica aparente e da porosidade. Propriedades dinâmicas.
    7. Determinação do teor e do potencial da água no solo. Curvas características de humidade. Monitorização do teor de humidade nas condições naturais.
    8. Movimento da água no solo em condições de saturação.
    9. Descrição de horizontes e perfis de solos.
    10. Identificação de horizonte e de tipos de solos.
    11. Classificação de solos.
    12. Classificação de solos.
    13. Análise de documentos cartográficos.
    14. Avaliação e uso do solo.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Brady, N. C. & Weil, R.R. 1999. The Nature and Properties of Soil (12th edition). New Jersey, Prentice Hall (Capítulos: 1, 4, 5, 8, 9, 10, 12)Cota da Biblioteca: P30-81/P30 – 82/P30-83.
    • Brady, N. C. & Weil, R.R. 2008. The Nature and Properties of Soil (14th edition revised). Pearson International Edition. Pearson Education, Inc., Upper Saddle River, New Jersey. (Os mesmos capítulos da edição anterior).
    • Hillel, Daniel. 2004. Introduction to Environmental Soil Physics. Elsevier Academic Press, Amsterdam. (Capítulos: 1,2,3,4,5,7,8,14,16). Cota da Biblioteca: [P33-279].
    • IUSS Working Group WRB, 2006. World Reference Base for Soil Resources. World Soil Resources Reports 103, FAO, Rome
    • Madeira, M. Apontamentos das aulas teóricas (página Web da unidade Curricular)
    • White, R.E. 1997. Principles and Practice of Soil Science, (3rd edition). Oxford, Blackwell Science. [UA-P30-2]

    Bibliografia Complementar

    • Botelho da Costa, J. V. 1975. Caracterização e Constituição do Solo. Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian.
    • Buol, S.W., Hole, F.D., Mc Cracken, R.J., Southard, R.J. 1997. Soil Genesis and Classification (4th ed). Iowa State University Press, Ames.
    • Dixon, J.B. & Weed, S.B. (editors). 1977. Minerals in Soil Environments. [UA-P33-66].
    • FAO, 1976. A framework for Land Evaluation. FAO Soils Bulletin 32, FAO.
    • FAO, 2001. Lecture Notes on the Major Soils of the World. World Soil Resources Reports 94, FAO, Rome
    • Hillel, D. 1998. Environmental Soil Physics. Academic Press, New York. [P33-269/270].
    • Senesi, N. & Loffredo, E. 1999. The chemistry of soil organic matter. In Donald L. Sparks (editor) Soil Physical Chemistry (2nd edition), pp. 239-370. CRC Press, Washington, D.C. [P33-235].
    • Sposito, G. 1989. The Chemistry of Soils. Oxford University Press, Oxford. [P33-272].
    • Wild, A. 1992. Condiciones del Suelo y Desarrollo de las Plantas segun Russel. Mundi- Prensa, Madrid. [UA-P35-15].

    5. Avaliação:

    A unidade curricular solos compreende dois módulos: (a) Constituintes e propriedades do solo e (b) Classificação e avaliação de solos.
    A frequência da unidade curricular é obtida pela participação nas aulas.
    O requisito mínimo obrigatório corresponde à presença em 21 das 28 sessões lectivas (teóricas e teórico-práticas) previstas em cada módulo. Este requisito não se aplica aos trabalhadores-estudantes (Lei nº 116/97).
    A avaliação pode ser feita através de testes ou de um exame final
    (i) Avaliação por testes
    Através da realização de dois testes, após a leccionação de cada um dos módulos. Desde que a média dos testes seja pelo menos de dez valores, e nenhuma nota inferior a oito valores, o aluno poderá prescindir do
    exame final.
    (ii) Avaliação em exame final
    Através da realização de um Exame Final sobre toda a matéria. A aprovação é obtida com média de pelo menos de dez valores, devendo a nota mínima a obter em cada um deles ser oito. Se o aluno já tiver sido aprovado ao longo do semestre num dos módulos pode prestar provas, se assim o entender, apenas sobre a matéria do outro módulo.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012


    Sumários

    Apresentações

    Textos de Apoio


    AVISOS
    Início das aulas
    Aulas de Compensação


    AVALIAÇÕES
    Notas do Teste
    Resultado Final Testes
    Notas do Exame
    Nota Final


    Solos e Nutrição Vegetal (Soil Science and Plant Nutrition)

    SOLOS E NUTRIÇÃO VEGETAL (SOIL SCIENCE AND PLANT NUTRITION)

    Código: 1767
    Responsável: Ernesto José de Melo Pestana de Vasconcelos
    Outros docentes: Amarilis Paula Alberti de Varennes e Mendonça, Carlos Manuel Arruda Pacheco, Manuel Armando Valeriano Madeira e Nuno Renato da Silva Cortez
    Curso: 1º ciclo de Arquitectura Paisagista e de Engenharia do Ambiente
    Precedências: Química

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 22 Práticas/Laboratoriais: 20 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Formação base em solos (constituiçao , propriedades, e fertilidade), nutrição das plantas e conceitos básicos de Fertilizantes e Fertilização.

    3. Programa

    Solos
    Conceito e funções do solo nos ecossistemas.
    Constituição do solo. Granulometria do solo. Constituintes minerais. Minerais primários e minerais secundários (minerais de argila, óxidos e oxihidróxidos de ferro e alumínio). Características da sua estrutura e propriedades. Matéria orgânica do solo: constituição e fraccionamento. Substâncias húmicas: propriedades gerais e interacção com os constituintes minerais.
    Complexo adsorvente do solo. Capacidade de troca catiónica e aniónica. Bases de troca e acidez de troca. Grau de saturação em bases. Reacção do solo: acidez e alcalinidade. Capacidade tamponizante dos solos.
    Propriedades físicas do solo. Cor do solo. Arquitectura do solo. Formação e estabilização de agregados do solo. Massa volúmica do solo. Sistema de porosidade. Propriedades dinâmicas do solo: coesão e adesão; plasticidade e adesividade.
    Água do solo. Estado energético da água no solo. Curvas características de humidade. Determinação do potencial e do teor da água no solo. O movimento da água no solo. Descrição do estado de humidade do solo. Capacidade de campo e água utilizável.

    Nutrição Vegetal
    Nutrientes vegetais. Classificação.
    Nutrientes na planta. Principais funções, deficiências e toxicidades. Análise de plantas.
    Nutrientes e produção vegetal. Factores de crescimento. Lei do mínimo, lei dos acréscimos de rendimentos decrescentes. Curvas de resposta
    Fertilidade dos solos. Nutrientes no solo. Movimento dos nutrientes no solo. Processos de imobilização e mineralização de nutrientes no solo. Azoto no solo. Formas, transformações e balanço. Fósforo: formas, principais processos responsáveis pela adsorção e fixação de fósforo no solo. Principais formas do potássio, cálcio, magnésio e enxofre e seu equilíbrio no solo. Comportamento dos micronutrientes catiões no solo. Micronutientes aniões, caso do boro e molibdénio.
    Fertilizantes e correctivos. Fertilizantes orgânicos. Adubos e suas características. Adubos elementares, compostos. Correctivos acidificantes e alcalinizantes. Técnicas de aplicação dos fertilizantes.

    Aulas de índole laboratorial
    Constituição do solo. Horizontes do solo.
    Determinação da humidade de amostras de solo. Análise granulométrica e textura de campo.
    Determinação do carbono orgânico. Fraccionamento da matéria orgânica do solo e identificação das substâncias húmicas.
    Determinação da capacidade de troca catiónica e dos catiões de troca. Determinação do pH.
    Propriedades morfológicas do solo: cor e agregação do solo. Determinação da massa volúmica aparente e da porosidade. Compacidade.
    Determinação do teor e do potencial da água no solo. Curvas características de humidade. Monitorização do teor de humidade nas condições naturais
    Movimento da água no solo em condições de saturação.
    Análise dos tecidos vegetais. Determinação do azoto em material vegetal
    Introdução à fertilidade dos solos.
    Fósforo e potássio disponíveis no solo. Principais métodos. Determinação do fósforo e potássio.
    Recomendações de fertilização

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Brady, N. C. & Weil, R.R. 1999. The Nature and Properties of Soil (12th edition). New Jersey, Prentice Hall (Capítulos: 1, 4, 5, 8, 9, 10, 12)Cota da Biblioteca: P30-81/P30 – 82/P30-83.
    • Brady, N. C. & Weil, R.R. 2008. The Nature and Properties of Soil (14th edition revised). Pearson International Edition. Pearson Education, Inc., Upper Saddle River, New Jersey. Os mesmos capítulos da edição anterior).
    • Hillel, Daniel. 2004. Introduction to Environmental Soil Physics. Elsevier Academic Press, Amsterdam. (Capítulos: 1,2,3,4,5,7,8,14,16). Cota da Biblioteca: [P33-279].
    • Mengel K Kirby EA 2001 Principles of Plant Nutrition.Kluwer Acad. Publ.
    • Santos, JQ 1991 – Fertilização. Fundamentos da utilização de adubos e correctivos. Ed. Castro, F.L. Pub. Europa-América , Mem Martins
    • Varennes A 2003 Produtividade dos Solos e Ambiente. Escolar Editora, Lisboa
    • White, R.E. 1997. Principles and Practice of Soil Science, (3rd edition). Oxford, Blackwell Science. [UA-P30-2]

    Bibliografia Complementar

    • Botelho da Costa, J. V. 1975. Caracterização e Constituição do Solo. Lisboa, Fundação Calouste Gulbenkian.
    • Dixon, J.B. & Weed, S.B. (editors). 1977. Minerals in Soil Environments. [UA-P33-66].
    • Hillel, D. 1998. Environmental Soil Physics. Academic Press, New York. [P33-269/270].
    • Senesi, N. & Loffredo, E. 1999. The chemistry of soil organic matter. In Donald L. Sparks (editor) Soil Physical Chemistry (2nd edition), pp. 239-370. CRC Press, Washington, D.C. [P33-235].
    • Sposito, G. 1989. The Chemistry of Soils. Oxford University Press, Oxford. [P33-272].
    • Wild, A. 1992. Condiciones del Suelo y Desarrollo de las Plantas segun Russel. Mundi- Prensa, Madrid. [UA-P35-15].
    • Marschner H 1995 Mineral Nutrition of Plants.Acadenic Press London
    • Bacon PE 1995 Nitrogem Fertilization in the Environment. Marcel Dekker Inc.
    • Tan KH 1998 Principles of Soil Chemistry, Marcel Dekker Inc
    • Apontamentos das aulas teórico-práticas (Módulo Solos e módulo Nutrição Vegetal) – pag. Web da unidade Curricular

    5. Avaliação

    A frequência da unidade curricular é obtida por intermédio da participação nas aulas. É requisito mínimo obrigatório a presença em 10 das 14 sessões lectivas previstas em cada módulo. Este requisito não se aplica aos trabalhadores-estudantes (Lei nº 116/97).
    A avaliação pode ser feita através de avaliação por testes ou avaliação em exame final

    1- Avaliação por testes
    -realização de dois testes, um a realizar após a leccionação do módulo de Solos e outro Nutrição Vegetal a realizar na última semana de aulas. Desde que a média dos testes seja pelo menos de dez valores e nenhuma nota inferior a oito valores, o aluno poderá prescindir do exame final do módulo.

    2 – A avaliação em exame final
    -realização de um exame final por módulos sobre toda a matéria. O aluno obterá aprovação desde que a média das notas dos módulos seja pelo menos de dez valores e nenhuma nota seja inferior a nove valores. Se um aluno ao longo do ano já tiver obtido uma nota igual ou superior a nove valores num dos módulos pode prestar provas, se assim o entender, apenas sobre a matéria do outro módulo.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012


    MÓDULO: SOLOS

    Apresentações

    Textos de Apoio

    Sumários


    MÓDULO: NUTRIÇÃO VEGETAL

    Textos de Apoio

    Sumários


    AVALIAÇÃO
    Notas do 1 º teste - 1ª Parte Solos
    Notas do 1º. e do 2º. teste
    Notas da 1ª data de exame


    AVISOS

    1ª. Data de Exame

    Início das aulas

    Datas dos Testes

    Aviso do 2º teste

    Módulo de Solos - Horário do Prof. Nuno Cortez para apoio aos alunos

    Módulo da Nutrição Vegetal - Horário de dúvidas - Prof. Ernesto Vasconcelos

    2ª chamada de exame

    2ª chamada de exame - Local e Hora

    Notas do exame - 1ª e 2ª chamada


    Técnicas Laboratoriais em Biologia (Laboratory Techniques in Biology)

    TÉCNICAS LABORATORIAIS EM BIOLOGIA (LABORATORY TECHNIQUES IN BIOLOGY)

    Código: 1769
    Responsável: Maria Leonor Mota Morais Cecílio
    Outros docentes: Luísa Brito, Maria José Cerejeira, Maria da Glória Esquível, Cristina Oliveira, José Graça, Manuela Gomes da Silva, Luísa Carvalho, Sara Monteiro
    Curso: 1º ciclo - Biologia
    Precedências: Genética e Genómica

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 8 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Práticas/Laboratoriais: 84 Outras: 28 Total: 112

    2. Objectivos:

    Nesta disciplina pretende-se que os alunos
    1 - tomem conhecimento e utilizem alguns dos métodos laboratoriais mais usados em Biologia;
    2 - compreendam como funcionam estes métodos e em que âmbito se utilizam incluindo quais as suas limitações;
    3 – tomem conhecimento de outros métodos através da leitura de artigos;
    4 – aprendam a fazer uma leitura crítica dos artigos especializados em diversas áreas da Biologia nomeadamente na análise e interpretação dos dados;
    5 – consigam desenhar uma experiência para responder a uma questão específica.

    3. Programa:

    Genómica
    Obtenção e análise de marcadores moleculares.
    Citogenómica:
    FISH (Fluorescence In Situ Hybridization ) para o mapeamento cromossómico de sequências.
    Utilização de GFPs (Green Fluorescence Proteins) para detectar expressão génica
    Análise da expressão de genes de resposta ao stresse: Extracção de RNA total, mRNA e preparação de cDNA.
    Transformação de eucariotas
    Proteómica:
    Introdução à extracção e detecção de proteínas.
    Electroforese, "western blot" e imunodetecção de proteínas de videira.
    Técnicas Bioquímicas

    Determinação de Actividade enzimática in vitro e interpretação dos parâmetros da equação de Michaelis-Menton.
    Toxicologia
    Fundamentos em Ecotoxicologia. Técnicas laboratoriais em ecotoxicologia. Avaliação de efeitos tóxicos no biota terrestre e aquático por espécies bioindicadoras.
    Técnicas cromatográficas
    Estrutura e organização de comunicações científicas orais e escritas. Apresentação de casos práticos.
    Discussão de artigos científicos
    Apresentação de trabalhos

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Artigos de revistas científicas relacionadas com os diferentes temas

    5. Avaliação:

    Relatórios feitos em cada aula
    Resumo e apresentação de artigos científicos
    2 Questionários

    6. Estimativa total de trabalho: 224 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Tecnologia Alimentar I (Food Technology I)

    TECNOLOGIA ALIMENTAR I (FOOD TECHNOLOGY I)

    Código: 1770
    Responsável: Margarida Gomes Moldão Martins
    Outros docentes: Maria Helena Guimarães de Almeida, Maria Isabel Nunes Januário, Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente e Isabel Maria Nunes de Sousa
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Alimentar
    Precedências: Operações Unitárias I

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecimento técnico-científico de várias tecnologias alimentares: Azeite e oleaginosas, azeitona de mesa, cereais, estimulantes, açúcar e outros edulcorantes.

    3. Programa:

    Apresentação de: Programa, metodologia de avaliação e bibliografia de suporte à Unidade Curricular.
    Introdução.
    Noção gerais de processamento tecnológico:
    -Operações de limpeza e preparação das matérias-primas
    -A transformação das matérias-primas em produto final
    -Armazenagem e acondicionamento do produto final
    -Operações de transporte e expedição
    -Tecnologias de:
    -Extracção de azeite e óleos de sementes
    -Refinação de óleos
    - Azeitona de mesa
    - Cereais
    - Produtos tropicais
    - Açúcar e outros edulcorantes

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Instituto de la grassa e sus derivados (1985). Biotecnologia de la Aceituna de Mesa. Sevilla.
    • Hoseney, R.C. (1986). Principles of cereal science and Technology. AACC.
    • Clarke, M. A.; Godshall, M. A.(ed), Chemistry and Processing of Sugar Beet and Sugar Cane, Elsevier, 1988. Multon, J. L. (ed.), Le Sucre., les Sucres, les Edulcorantes et les Glucides de Charge dans les I.A.A., Paris, Lavoisier, 1992.

    Bibliografia Complementar

    • Artigos científicos e técnicos específicos

    5. Avaliação:

    Frequência: presença em 75% das aulas.
    Avaliação contínua: Realização de questionários (70% da classificação final; média igual ou superior a 9,5) e relatórios dos trabalhos práticos ou teórico-práticos (30% da classificação final, classificação mínima 9,5).
    Avaliação por exame: Exame (nota mínima 9,5; 70% da nota final) e relatórios dos trabalhos (nota mínima 9,5; 30% da nota final).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Tecnologia Alimentar II (Food Technology II)

    TECNOLOGIA ALIMENTAR II (FOOD TECHNOLOGY II)

    Código: 1771
    Responsável: Jorge Manuel Rodrigues Ricardo da Silva
    Outros docentes: Margarida Gomes Moldão Martins, Teresa de Jesus da Silva Matos, António Pedro Louro Martins, Maria Isabel Nunes Januário, Maria Madalena dos Santos Lordelo e Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Alimentar
    Precedências: Processamento e Conservação dos Alimentos

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecimento técnico-científico de várias tecnologias alimentares: Produtos Horto-frutícolas, Lacticínios, Carnes e Pescado, Alimentos Compostos para Animais, Margarinas e Gorduras Animais, Vinhos.

    3. Programa:

    Introdução.
    Tecnologia de produtos horto-frutícolas: Composição e estrutura e maturação de produtos horto-frutícolas, Qualidade pós-colheita de frutos e vegetais
    Produtos horto-frutícolas frescos, Produtos horto frutícolas processados
    Lacticínios: O sector dos lacticínios em Portugal, Produção de leite e factores que a influenciam, Composição e características do leite, Microbiologia do leite, Ciclo de obtenção e conservação do leite, Tecnologia dos produtos lácteos
    Tecnologia de Carnes: Estrutura e bioquímica do músculo. Transformação do músculo em carne. Tecnologias de abate. Tecnologias de fabrico de produtos cárneos. Linhas de processamento e lay-out industrial
    Tecnologia de Pescado: Captura, transporte, conservação e degradação. Tecnologia de bordo e outros ciclos de processamento; Sub-produtos; Legislação
    Tecnologia de Alimentos Compostos para Animais: As matérias-primas utilizadas no fabrico de alimentos compostos. A recepção e armazenamento de matérias-primas. A moenda, doseamento e mistura das matérias-primas. Granulação e expansão dos alimentos.
    Tecnologia de Margarinas e Gorduras Animais: Principais óleos e gorduras utilizadas no fabrico de margarinas. Processos de modificação das propriedades físicas e químicas das gorduras: hidrogenação, fraccionamento e interesterificação (via clássica e enzimática). Tecnologia de fabrico de margarinas. Tipos comerciais de margarinas.
    Tecnologia de Vinhos: O sector vitivinícola em Portugal e no Mundo. A importância da matéria-prima, As vinificações,
    A maturação, conservação e estabilização de vinhos
    Novas Tecnologias Alimentares

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal:
    Diversa
    Bibliografia Complementar:
    Diversa

    5. Avaliação:

    A Avaliação desta Unidade Curricular é feita através de Exame Final.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    MÓDULO DE LACTICÍNIOS


    Tecnologia dos Produtos Florestais (Forest Products Technology)

    TECNOLOGIA DOS PRODUTOS FLORESTAIS (FOREST PRODUCTS TECHNOLOGY)

    Código: 1772
    Responsável: Maria de Fátima Cerveira Tavares
    Outros docentes: José Afonso Rodrigues Graça e Helena Margarida Nunes Pereira
    Curso: 1º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Precedências: Produtos Florestais

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 56 Práticas: 14 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Compreender quais os principais produtos da indústria florestal e os seus mercados nacionais e internacionais, conhecendo os respectivos processos de transformação e fazendo a ligação às características da matéria prima e às suas condições de produção.
    Módulos: Processamento industrial, Qualidade da matéria prima, Biomassa e bioenergia, Mercados de produtos florestais

    3. Programa:

    Processamento industrial: Fluxogramas industriais e balanços. Água na madeira e secagem. Processamento primário e indústria de serração. Transformação industrial de painéis compósitos, folheados e contraplacados. Indústria de trituração e produção de aglomerados. Produção de pasta para papel e papel. Indústria da cortiça.
    Qualidade da matéria prima: Conceito de qualidade do produto lenhoso. Desenvolvimento e formação do lenho. Mecanismos fisiológicos determinantes da qualidade, variação nos elementos constitutivos do lenho e influência de técnicas de silvicultura. A variação de propriedades e suas causas. Aplicações do conceito de qualidade do lenho.
    Biomassa e bioenergia: Conceitos energéticos e energias renováveis. Tipos de biomassa e propriedades energéticas. Fontes de biomassa. Processos de transformação. Aspectos ambientais e económicos de produção de bioenergia.
    Mercados de produtos florestais: A globalização da indústria florestal. Tendências do mercado e suas implicações. Panorama económico das indústrias florestais. Análise dos sectores de madeiras, pasta para papel e papel, cortiça, e outros produtos. (Sobre os diferentes assuntos são convidados especialistas)

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Carvalho, A. (1996). Madeiras portuguesas. Vol. I. Instituto Florestal (DGRF), Lisboa,
    • Bowyer, J., Shmulsky, R., Haygreen, J. (2003). Forest products and wood science. 4th Ed. Iowa State Press, Ames, Yowa,
    • Tsoumis, G. (1991) Science and technology of wood. Van Nostrand Reinhold,
    • Fortes, M., Rosa, M., Pereira, H. (2004) A Cortiça. IST Press, Lisboa,
    • USDA, Forest Products Laboratory. (1999) Wood handbook. Wood as an engineering material. Gen. Tec. Rep. FPL-GTR-113, Madison,
    • Zobel, B.J. & Buijtenen, J.P. van (1989). Wood Variation. Its Causes and Control. Springler Verlag. Berlin, Heidelberg, 363pp
    • Richardson J., R. Björheden, P. Hakkila, A.T. Lowe and C.T. Smith (2002) Bioenergy from Sustainable Forestry – guiding principlies and practice. Kluwer Academic Publishers
    • Sofer, S.S., O.R. Zaborsky (1981). Biomass conversion processes for energy and fuels, Plenum Press, New York
    • Oldeman, R. A. A. (1982). Tropical hardwood utilization. Practice and prospects; Martinus Nijhoff/Dr Junk Publ., The Hague
    • Constituirá elemento de consulta obrigatória informação contida nos sites: FAO, ITTO, CIFORT

    5. Avaliação:

    Avaliação contínua: mini testes (10% da nota total); relatório de trabalho de grupo (20% da nota final, nota mínima 9,5); e exame final (nota mínima 9,5; 70% da nota final)
    Nota final: média ponderada dos 4 módulos igual ou superior a 9,5 valores; classificação mínima de cada modulo 8,0 valores
    Exame final: nota mínima 9,5 valores

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Teoria da Arquitectura Paisagista (Theory of Landscape Architecture)

    TEORIA DA ARQUITECTURA PAISAGISTA (THEORY OF LANDSCAPE ARCHITECTURE)

    Código: 1773
    Responsável: Luís Paulo Almeida Faria Ribeiro
    Outros docentes:
    Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
    Precedências: Introdução à Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 8 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 56 Outras: 28 Total: 112

    2. Objectivos:

    Evolução do conceito ‘Paisagem’ e contextualização em arquitectura paisagista. Paisagem como ecossistema humano: escolha cultural vs. determinismo natural.
    Arquitectura paisagista: organização e valorização do território, de espaços exteriores, para criar paisagens belas, sustentáveis e com identidade cultural.
    Evolução da paisagem portuguesa.
    Teoria da arquitectura paisagista, e de outras áreas de conhecimento (ciências e artes) que fundamentam a avaliação da paisagem (carácter, aptidões e condicionalismos) relativamente a actividades humanas, e de suporte ao desenho de paisagens belas, sustentáveis, e com identidade cultural. Aplicação a caso de estudo.

    3. Programa:

    1. Conceito paisagem: evolução e contextualização em arquitectura paisagista
    2. Evolução e caracterização da ocupação cultural da paisagem portuguesa
    3. Dimensão natural da paisagem
    3.1. Substrato geolitológico e relevo
    3.2. Matas e matos
    3.3. Galerias ripícolas e sistemas hídricos
    3.4. Sistemas costeiros (dunas, arribas, sapais, estuários e albufeiras)
    4. Dimensão cultural da paisagem
    4.1. Clareira, orla e mata
    4.2. A organização romana do território: Urbe, ager, saltus e silva
    4.3. Povoamento
    4.4. Compartimentação da paisagem
    4.5. Uso do solo, padrão e mosaico cultural
    5. Tipos de paisagem em Portugal
    5.1. Paisagens atlânticas, mediterrânicas e continentais
    5.2. Paisagens de vale e de monte
    5.3. Paisagens litorais e paisagens de altitude
    6. Análise paisagística
    6.1. Parâmetros biofísicos e culturais, e padrões de distribuição espacial
    6.2. Geomorfologia e solos
    6.3. Fisiografia, sistema hidrográfico, declives e exposições
    6.4. Vegetação, uso e coberto do solo
    6.5. Padrões de povoamento e de distribuição espacial do património sobre o território
    7. Metodologias de diagnóstico/avaliação da da paisagem
    7.1. Análise e diagnóstico paramétrico
    7.2. Abordagem holistica
    7.3. Método das sobreposições e ponderação de parâmetros
    7.4. A abordagem sistémica
    7.5. Avaliação de aptidões da paisagem: edificação, conservação natureza, qualidade e absorção visual, recreio
    7.6. Identificação de padrões paisagísticos
    8. Desenho e de gestão da paisagem
    8.1. Teorias de desenho da paisagem
    8.2. Estratégias de ordenamento, desenho e gestão da paisagem

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Abreu, M. Cancela de (Coord.), 1994. Paisagem. Direcção Geral do Ordenamento do território e Desenvolvimento Urbano, Lisboa
    • Lyle, J. Tillman, 1985. Design for Human Ecosystems. Van Nostrand Reynhold Company, New York
    • McHarg, Ian, 1992 (1ª ed. 1969). Design With Nature. John Wiley & Sons, Inc., New York
    • Ribeiro, L.; Barao, T., 2007. Greenways and conservation for landscape quality: five case studies in Portugal. Landscape and Urban Planning, 76, pp79-97

    Bibliografia Complementar

    • Fabos, Julius Gy., 1985. Land Use Planning. Chapman and Hall
    • Leal, A. S. de Azevedo Barbosa de Pinho, 1873. Portugal Antigo e Moderno. Vol I a IX. Lisboa
    • Cabral, F. C. e G. Ribeiro Telles, 1960. A Árvore. Ministério das Obras Públicas, Lisboa
    • Marsh, William M., 1991. Landscape Planning; Environmental Applications. John Wiley & Sons, Inc., New York
    • Ribeiro, Orlando, 1991 (6ª edição). Portugal o Mediterrâneo e o Atlântico. Livraria Sá da Costa Editora, Lisboa
    • Ribeiro, O. et al, 1987, 1989. Geografia de Portugal (vol I, II e III). Edições João Sá da Costa, Lisboa

    5. Avaliação:

    Obtenção de frequência com trabalho de grupo, com 2 apresentações e relatório final:
    1ª fase: Análise paisagística, evolução e percepção da paisagem, e delimitação de zonas homogéneas
    2ª fase: Caracterização das zonas homogéneas, ecossistemas humanos e proposta de ordenamento e gestão
    3ª fase: Relatório final: apresentação escrita e desenhada das fases do trabalho.
    A avaliação com a ponderação seguinte:
    65% - Avaliação do teste
    35% - Avaliação do trabalho de grupo

    6. Estimativa total de trabalho: 224 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Teoria e Métodos de Ecologia da Paisagem (Theory and Methods of Landscape Ecology)

    TEORIA E MÉTODOS DE ECOLOGIA DA PAISAGEM (THEORY AND METHODS OF LANDSCAPE ECOLOGY)

    Código: 1604
    Responsável: Francisco Manuel Cardoso de Castro Rego
    Outros docentes: Paulo Godinho
    Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
    Precedências: Ecologia

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 7.5 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 21 Total: 105

    2. Objectivos:

    O objectivo principal desta disciplina é o de familiarizar os alunos com os conceitos essenciais da Ecologia da Paisagem e com os métodos de quantificação mais comuns para a caracterização da paisagem, dos seus elementos (pontuais, lineares e manchas) e da sua dinâmica.
    Pretende-se ainda que, através da resolução de exemplos, que os alunos sejam capazes de compreender em profundidade o significado dos índices calculados e que estabeleçam a relação entre padrões e processos à escala da paisagem.

    3. Programa:

    1. Teoria e Métodos de Ecologia da Paisagem
    Os conceitos e abordagens da Ecologia da Paisagem.
    A importância da escala, grão e extensão da paisagem.

    2. Quantificação da distribuição dos elementos da paisagem.
    Distribuição de elementos pontuais.
    Caracterização e distribuição de elementos lineares.
    Caracterização e distribuição de manchas de um habitat numa paisagem.

    3. Teorias ecológicas: percolação, biogeografia do equilíbrio insular, metapopulações.

    4. A estrutura da paisagem.
    Índices de heterogeneidade de uma paisagem: a série de Hill.
    Índices de configuração de uma paisagem: contágio.

    5. A função da paisagem: padrões e processos.

    6. A dinâmica da paisagem: matrizes de transição.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Gergel, S.A., and M.G. Turner (eds.) . 2002.Learning Landscape Ecology. A practical guide to concepts and techniques. Springer.
    • McGarigal, K., and B.J. Marks. 1995. FRAGSTATS: spatial pattern analysis program for quantifying landscape structure. Gen. Tech. Rep. PNW-GTR-351. Portland, Oregon; Department of Agriculture, Forest Service, Pacific Northwes Research Station.

    Bibliografia Complementar

    • Leitão, A.B., Miller, J., Ahern, J., and K. McGarigal. 2006. Measuring Landscapes. A Planner´s Handbook. Island Press.
    • Turner, M.G., R.H. Gardner, and R.V. O´Neill. 2001. Landscape Ecology in Theory and Practice. Pattern and Process. Springer.

    5. Avaliação:

    Os alunos obtêm frequência através da realização de 75% dos trabalhos práticos apresentados e parcialmente resolvidos durante as aulas práticas.
    São realizados dois testes, com resolução de problemas práticos de quantificação e de questões de interpretação, sendo os alunos dispensados de exame se obtiverem frequência e nota positiva na média dos dois testes.
    São realizados exames finais para os alunos que o desejarem, conforme regulamento geral do ISA.

    6. Estimativa total de trabalho: 210 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Sumários

    Apresentações

    Textos

    Exercícios


    Termodinâmica Aplicada (Applied Thermodynamics)

    TERMODINÂMICA APLICADA (APPLIED THERMODYNAMICS)

    Código: 1774
    Responsável: Elizabeth da Costa Neves Fernandes d'Almeida Duarte
    Outros docentes: Olívio Godinho Patrício
    Curso: 1º ciclo – Engenharia do Ambiente
    Precedências:

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Preparar os futuros engenheiros para uma compreensão clara e precisa dos conceitos básicos da termodinâmica aplicada com o objectivo de compreenderem, formularem e interpretarem problemas complexos tendo como base a aplicação dos conhecimentos para a solução dos problemas de engenharia.
    Estimular a criatividade dos estudantes através do desenvolvimento do pensamento lógico com vista à compreensão sistematização da informação referente às matérias ministradas, tornando o desafio de aprender um dos objectivos do estudante.

    3. Programa:

    Conteúdos
    1. Conceitos básicos de termodinâmica
    2. Propriedades de substâncias puras
    3. A Primeira Lei da Termodinâmica: Sistemas fechados
    4. A Primeira Lei da Termodinâmica: Controlo de volumes
    5. A Segunda Lei da termodinâmica
    6. Entropia
    7. Segunda Lei: Análise de sistemas de engenharia
    8. Ciclos de potência de gás
    9. Ciclos combinados
    10. Ciclos de refrigeração
    11. Mistura de gases
    12. Sistemas de refrigeração e climatização
    13. Reacções químicas de combustão

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • E: Duarte (2000). Manual de Termodinâmica Aplicada à Engenharia Agro-Industrial. Ed. AEISA
    • E. Duarte (1999). Termodinâmica – Problemas e Aplicações. Ed. AEISA
    • Y.A.Çengel, M.A.Boles (1997). Thermodynamics – An Engineering Approach. Ed. McGraw-Hill, Inc.

    Bibliografia Complementar

    • H.N.Shapiro, M.J. Moran (1988). Fundamentals of Engineering Thermodynamics. Ed. Wiley, New York.
    • B.H.Weber, D.J.Depew, J.D.Smith (1988). Entropy, Information and Evolution. Braford Books, MIT Press, Cambridge Mass.

    5. Avaliação:

    Realização de testes intermédios, dando ênfase à compreensão dos principais temas abordados nas aulas e à resolução de exercícios aplicados a problemas ambientais.
    Exame final escrito.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012


    Tratamento de Águas, Efluentes e Resíduos (Water, Wasterwater and Waste Treatment)

    TRATAMENTO DE ÁGUAS, EFLUENTES E RESÍDUOS (WATER, WASTERWATER AND WASTE TREATMENT)

    Código: 1775
    Responsável: Elizabeth da Costa Neves Fernandes d'Almeida Duarte
    Outros docentes: Henrique Manuel Filipe Ribeiro, Ana Cristina Ferreira da Cunha Queda e Maria Odete Pereira Torres
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Alimentar, Engenharia do Ambiente, Engenharia Zootécnica
    Precedências: Química Orgânica e Bioquímica

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 14 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Os principais objectivos assentam na revisão das diferentes origens de contaminação da águia para consumo humano e da poluição causada pela descarga de águas residuais/lamas tendo em vista as oportunidades técnicas de eliminação, minimização, reutilização ou tratamento de forma a minimizar possíveis impactos ambientais negativos.
    Introdução aos conceitos fundamentais de balanços de materiais e reacções que ocorrem em reactores. Estes tópicos serão aplicados à gestão do abastecimento de água, tratamento de águas residuais e resíduos sólidos.

    3. Programa:

    1. Bases científicas e técnicas dos processos de tratamento de águas, efluentes e resíduos
    1.1. Origens e características das águas, efluentes e resíduos
    1.2. Balanços de massa e de energia
    1.3. Microrganismos de interesse no tratamento de efluentes e resíduos
    1.4. Principais fundamentos dos sistemas biológicos/fisico-químicos de tratamento de águas, efluentes e resíduos
    2. Tratamento de águas para o abastecimento urbano, rural e industrial
    2.1 Factores que afectam a qualidade da água que é captada e consumida
    2.2. Caracterização/qualidade da água para consumo
    2.3 Tecnologias de tratamento de águas para consumo
    2.4 Lamas geradas nas Estações de Tratamento de Águas para Consumo (ETA’s)
    3. Tratamento de águas residuais
    3.1 Processos unitários de tratamento
    3.2. Pré-tratamentos
    3.3 Tratamento primário
    3.4. Tratamento secundário
    3.5. Tratamentos terciários
    3.6 Tipo de tamisados/lamas geradas nos diferentes tratamento de águas residuais nas Estações de Tratamento de Águas Residuais (ETAR’s e ETARI’s)
    4. Tratamento de Resíduos
    4.1 Tipos de resíduos: lamas de ETA’s, ETAR’s e ETARI's, resíduos sólidos urbanos e resíduos orgânicos biodegradáveis
    4.2 Tratamentos físicos/físico-químicos
    4.3 Tratamentos biológicos
    5. Critérios de selecção e integração de tecnologias de tratamento para águas, efluentes e resíduos.

    Aulas práticas (laboratoriais, casos de estudo e visitas de estudo)

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Duarte, E. (2007). Manual de Tratamento águas, efluentes e resíduos. Serviço de Reprografia do ISA, 2008.
    • Hammer, M.J., Hammer Jr., Mark J. (2001). Water and Wastewater Technology. 4th Ed. Prentice-Hall Inc. New Jersey.
    • Kiely, G. (2003). Ingeniería Ambiental – Fundamentos, Entornos, Tecnologias y Sistemas de Gestion. McGraw-Hill, International , UK. Impresa S.A.
    • Metcalf & Eddy, Inc. (1991). Wastewater Engineering: Treatment, Disposal and Reuse. 3rd Ed., McGraw-Hill, Inc., Singapore.
    • Sawyer, C.N., McCarty, P.L., Parkin, G.F. (1994). Chemistry for Environmental Engineering. 4th Ed. McGraw-Hill, Inc.

    Bibliografia Complementar

    • Sincero, A.P., Sincero, G.A. (2003). Physical-Chemical Treatment of Water and Wastewater. IWA Publishing. CRC Press.
    • Lens, P., Pol, L.H., Wilderer, P., Asano, T. (2002). Water Recycling and Resource Recovery in Industry. . Integrated Environmental Technology Series. IWA Publishing, UK.
    • Lens, P., Hamelers, B., Hoitink, H., Bidlingmaier, W. (2004). Resource Recovery and Reuse in Organic Solid Waste Management. Integrated Environmental Technology Series. IWA Publishing, UK.
    • Mata-Alvarez, J. (2003). Biomethanization of the Organic Fraction of Municipal Solid Wastes. Integrated Environmental Technology Series. IWA Publishing, UK.

    5. Avaliação:

    Trabalhos de grupo em laboratório, onde se efectuam análises laboratoriais aplicadas às áreas das águas, águas residuais e resíduos. O trabalho será avaliado através da execução de relatórios escritos sobre os mesmos. Exame final prático.
    Realização de testes intermédios, dando ênfase à compreensão dos principais temas abordados nas aulas e à resolução de exercícios aplicados a problemas ambientais. Exame final escrito.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012


    AVISO - Início de aulas
    Informa-se os alunos que a UC TAER (1º ciclo, 5º semestre) terá início em 12/09/20011 (aulas teóricas, teórico-práticas e práticas).

    Vegetação Aplicada a Projecto de Arquitectura Paisagista (Vegetation Applied to Landscape Design Project)

    VEGETAÇÃO APLICADA A PROJECTO DE ARQUITECTURA PAISAGISTA (VEGETATION APPLIED TO LANDSCAPE DESIGN PROJECT)

    Código: 1609
    Responsável: Ana Luísa Brito dos Santos de Sousa Soares Ló de Almeida
    Outros docentes: Nuno Joaquim Costa Cara de Anjo Lecoq
    Curso: 1º ciclo - Arquitectura Paisagista
    Precedências: Botânica e Zoologia

    Ano Curricular: 3º Semestral: ECTS: 7.5 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais (aplicadas a Projecto): 56 Outras: 21 Total: 105

    2. Objectivos:

    Identificar e estudar as plantas ornamentais (principais aspectos morfológicos, especiais cuidados e necessidades edafoclimáticas, trabalhos de manutenção). Aplicação ao projecto de arquitectura paisagista: planos de plantação e de cadernos de encargos.

    3. Programa:

    Identificar espécies da flora climáxica e exótica (recurso a meios audiovisuais e a visitas de estudo a parques e jardins);
    Estudar espécies em termos das suas características, das exigências ecológicas e da utilização em diferentes situações;
    Demonstrar que as técnicas não estão separadas do “design” mas fazem parte do processo de concepção do jardim o qual se inicia com a primeira conversa com o cliente e termina à entrega da obra;
    Aplicação ao projecto de arquitectura paisagista: planos de plantação e sementeira e sua relação com o projecto e manutenção de zonas verdes nas vertentes estética, técnica e económica;
    Chamar a atenção para aspectos da paisagem construída dando a oportunidade para investigação nesta área e avaliação crítica de situações significativas de intervenção no espaço exterior;
    Praticar, no Jardim Botânico da Ajuda, alguns trabalhos de propagação de plantas e de manutenção de jardins.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • CALDEIRA CABRAL, F.; RIBEIRO TELLES, G. 1999. A Árvore. Assírio & Alvim, Lisboa.
    • GONZALEZ, G.L., 1991. La Guia de Incafo de los Arboles y Arbustos de la Peninsula Iberica. Incafo S.A., Madrid.
    • HUMPHRIES, C.J.; PRESS, J.R.; SUTTON, D.A. 1996. GUIA FAPAS – Árvores de Portugal e Europa, Fapas, Porto.
    • THE ROYAL HORTICULTURAL SOCIETY, 1996. A-Z Encyclopedia of Garden Plants. Dorling Kindersley Limited, London.
    • VIÑAS, F.N., 1995. El arbol en Jardineria y Paisagismo. Guia de aplicación para España y paises de clima mediterráneo y templado. Ediciones Omega, S.A., Barcelona.

    Bibliografia Complementar

    • Apontamentos e Bibliografia dada ao longo das aulas

    5. Avaliação:

    Teste escrito + Projecto de arquitectura paisagista (concepção e vegetação)

    6. Estimativa total de trabalho: 210 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Zootecnia (Zootechnics)

    ZOOTECNIA (ZOOTECHNICS)

    Código: 1781
    Responsável: João Pedro Bengala Freire
    Outros docentes: Fernando Baltazar Santos Ortega
    Curso: 1º ciclo – Engenharia Agronómica
    Precedências: Organização da Produção Agrícola e Pecuária

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecimento zootécnico das raças de suínos. Técnicas de maneio dos suínos reprodutores, leitões e animais em crescimento acabamento.
    Compreensão e conhecimento dos principais segmentos da avicultura – carne e ovos.
    Entendimento do maneio tendo em vista a reprodução das aves.
    Compreensão do funcionamento de uma exploração de vacas leiteiras
    Diferenciação dos sistemas de produção dos bovinos produtores de carne.
    Conhecimento das técnicas de produção de pequenos ruminantes

    3. Programa:

    Suinicultura: Os suínos e as suas raças. Os suínos reprodutores: o ciclo produtivo da porca, programas de alimentação. Os leitões: o desmame, programas de alimentação. Os suínos em crescimento e acabamento: estratégia de crescimento, alimentação.
    Avicultura: Principais fileiras de produção de aves. Noções sobre o melhoramento das aves. Maneio de frangos de carne, reprodutoras pesadas e poedeiras. Incubação. Performances técnicas e económicas.
    Bovinos: Planificação do efectivo de vacas leiteiras de uma exploração. Maneio dos vitelos, das novilhas e da vaca leiteira. A curva de lactação. Os sistemas de produção dos bovinos produtores de carne. As raças de bovinos produtores de carne e os sistemas de produção. A curva de crescimento e os sistemas de produção.
    Ovinos e caprinos: Sistemas de produção de ovinos e caprinos. Produção de ovinos e caprinos leiteiros: ciclo produtivo e reprodutivo. Composição, qualidade e utilização do leite de ovelha e de cabra. Produção de ovinos de carne. Composição das carcaças. Produção de fibras de ovinos e caprinos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Cópia das apresentações elaboradas pelos docentes

    Bibliografia Complementar

    • Whittemore, C. T. 1993. The science and practice of pig production. Longman Scientific and Technical, Longman Group Essex CM202JE, England.
    • Hunton, P. (Ed). 1995 Poultry Production. Elsevier, Amsterdam
    • WEBSTER, J. (1993) Uderstanding the dairy cow, second edition. BSP Professional books, Oxford OX2 0EL, 357 pp.
    • NUNES, A.F. (2004) Leite - Mecanismos de produção. FENALAC, Lisboa,Portugal. 240 pp

    5. Avaliação:

    Avaliação de apresentação de trabalhos – 30%
    Classificação de exame escrito – 70%

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    UNIDADES CURRICULARES DE 2º CICLO - 2011/2012

    Nota: O funcionamento de uma unidade curricular optativa num determinado semestre/ano está dependente da existência de um número mínimo de alunos inscritos.
    (Please note that in a given semester/year optional courses that do not meet minimum enrollment requirements may be canceled)

    Agricultura e Horticultura Biológica (Organic Agriculture and Horticulture)

    Agricultura e Horticultura Biológica (Organic Agriculture and Horticulture)

    Código: 1312
    Responsável: António Nogueira Lopes Aleixo
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar
    Ramo: Engenharia Agronómica – Agro-Pecuária; Hortofruticultura e Viticultura; Protecção de Plantas; Engenharia Alimentar – Processamento de Alimentos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Introdução ao modo de produção biológico.

    3. Programa:

    1. Introdução
    1.1. Conceito de Agricultura Biológica
    1.2. Historial da Agricultura Biológica
    1.3. Legislação
    2. Bases do modo de produção biológico
    2.1. Nutrição das plantas
    2.2. Microbiologia do solo
    2.3. Compostagem
    2.4. Protecção de plantas
    5. Produção vegetal
    5.1. Horticultura
    5.2. Fruticultura
    5.3. Viticultura
    5.4. Olivicultura
    5.5. Culturas Arvenses
    6. Produção animal
    6.1. Nutrição
    6.2. Higiene e sanidade
    6.3. Ruminantes
    6.4. Monogástricos
    7. Certificação

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Altieri, M. A. 1983. Agroecology, the Scientific Basis of Alternative Agriculture. Div. of Biol. Control, U.C. Berkeley, Cleo's Duplication Services. 173 pp.
    • Gareth Davies, Margi Lennartsson (Editors). 2005. Organic Vegetable Production: A Complete Guide. The Crowood Presss, Ltd.
    • Gliessman, Stephen R. 2006 Agroecology: The Ecology of Sustainable Food Systems 2nd edition. CRC press

    5. Avaliação:

    Participação nas sessões práticas e entrega de relatórios (30%)
    Exame final escrito (70%)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Algoritmia e Programação (Algorithms and Programming)

    Algoritmia e Programação (Algorithms and Programming)

    Código: 1641
    Responsável: Marta Guerreiro Duarte Mesquita de Oliveira
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se que os alunos adquiram conhecimentos de algoritmia e programação de forma a serem capazes de desenvolver ferramentas computacionais para resolução de problemas

    3. Programa:

    Algoritmia
    Complexidade computacional.
    Técnicas de optimização
    Introdução a uma linguagem de Programação

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Introduction to Algorithms , Thomas H. Cormen, Charles E. Leiserson,
    • Ronald L. Rivest e Clifford St, 2001, MIT Press

    5. Avaliação:

    Projecto (50%)
    Exame final (50%)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Alimentos Fermentados (Fermented Food)

    Alimentos Fermentados (Fermented Food)

    Código: 1808
    Responsável: Maria da Conceição da Silva Loureiro Dias
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 3 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 21 Teórico-Práticas: 7 Práticas: 7 Outras: 7 Total: 42

    2. Objectivos:

    O principal objectivo é conhecer os alimentos fermentados tradicionais preparados em várias partes do mundo, reconhecer o papel histórico da fermenação na conservação e como veículo de tradição alimentar e o papel dos microrganismos na preparação desses alimentos.

    3. Programa:

    Fermentação na conservação de alimentos.
    Leveduras, bactérias e fungos.
    Diferentes alimentos fermentados no mundo, baesados em feijão, cereais, legumes, frutos, mel, leite, peixe e carne.
    Alimentos convencionais.
    Desenvolvimento de aromas.
    Desenvolvimento de novos produtos.
    Preparação prática de vários alimentos: Chouxcroute, Kefir, Tempé, miso, novas bebidas fermentadas.
    Observação e propriedades organolépticas de vários alimentos orientais.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Handbook of indigenous fermented foods. Steinkraus K.H. (ed), 2ª ed. (Marcel Dekker, Inc)
    • Biotechnology of Lactic acid Bacteria. Novel Applications. Mozzi F, Raya R.R., Vignolo G.M. (eds) Wiley-Blackwe

    5. Avaliação:

    Serão realizadas aulas teóricas com abundante material fotográfico e aulas práticas em que os alunos terão oportunidade de manipular e observar microrganismos utilizados em alimentos fermentados e de preparar alguns alimentos e bebidas não convencionais.

    6. Estimativa total de trabalho: 84 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Análise de Dados Espaciais (Spatial Data Analysis )

    Análise de Dados Espaciais (Spatial Data Analysis )

    Código: 1315
    Responsável: Maria Emília Rodrigues Ferreira Pinto
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas

    Ano Curricular: 1º/2º Semestral: 2º/1º ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Identificar os principais tipos de dados espaciais; Compreender as principais técnicas de Análise Espacial, respectiva fundamentação teórica e exemplos práticos de aplicação.

    3. Programa:

    Tipos de dados espaciais. Estacionaridade e isotropia; dependência espacial. Modelos inferenciais espaciais.
    Análise exploratória de dados espaciais: estatísticas descritivas; técnicas de visualização
    Dados geoestatísticos: variograma e semivariograma; predição espacial e kriging. Tipos de anisotropia.
    Dados recticulados: variação espacial discreta e contínua; vizinhança espacial; autocorrelação espacial global e local.
    Padrões pontuais: aleatoridade espacial completa; propriedades de 1ª- e 2ª-ordem; estimadores de intensidade e de dependência espacial.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Cressie, N. (1993). Statistics for Spatial Data. New York: Wiley

    Bibliografia Complementar

    • Diggle, P.J. (2003), Statistical Analysis of Spatial Point Patterns, Oxford University Press

    5. Avaliação:

    Exame

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Análise e Modelação de Sistemas Agro-Pecuários (Analysis and Modelling of Agricultural Systems)

    Análise e Modelação de Sistemas Agro-Pecuários (Analysis and Modelling of Agricultural Systems)

    Código: 1317
    Responsável: Pedro Jorge Cravo Aguiar Pinto
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Agronómica
    Ramo: Agro-Pecuária; Economia Agrária e Gestão do Território

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Agro-Pecuária
    Opcional: Economia Agrária e Gestão do Território


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Ajudar a consolidar uma perspectiva sistémica sobre a realidade agrícola
    Introdução à construção de modelos de simulação utilizando software amigável

    3. Programa:

    1. A perspectiva sistémica
    2. Sistemas e modelos
    3. Modelação elementar com recurso ao programa “Stella”
    4. Estudos de caso
    5. Apresentação pública do trabalho realizado

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Systems Thinking, System Dynamics: Managing Change and Complexity, Second Edition
    • Author(s): Kambiz Maani, Robert Cavana
    • Publisher: Pearson Education NZ (2007)

    5. Avaliação:

    Apresentação de um relatório sobre o caso de estudo de cada grupo (30%)
    Apresentação oral do caso estudado (30%)
    Participação nas sessões teórico-práticas (40%)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Análise e Planeamento de Projectos (Agricultural Project Planning and Analysis)

    Análise e Planeamento de Projectos (Agricultural Project Planning and Analysis)

    Código: 1318
    Responsável: Francisco Ramos Lopes Gomes da Silva
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Agronómica; Engenharia do Ambiente
    Ramo: Engenharia Agronómica - Economia Agrária e Gestão do Território; Engenharia Rural; Engenharia do Ambiente – todos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória EAgr - Economia Agrária e Gestão do Território
    Opcional EAgr – Engenharia Rural; EAmb - todos


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Familiarizar os alunos com os principais conceitos e metodologias de avaliação de projectos de investimento.

    3. Programa:

    1. Introdução: conceito e classificação de projecto, ciclo de vida de um projecto, ópticas de avaliação de projectos, critérios de avaliação de projectos, elementos de base para avaliação de projectos na óptica empresarial.
    2. Análise de investimentos com base em orçamentos anuais: empresas familiares e empresas patronais.
    3. Análise de investimentos com bae em orçamentos plurianuais: cashflow, cálculo financeiro, critérios de rendibilidade, escolha da taxa de actualioação, análise de sensibilidade.
    4. Análise da viabilidade financeira de projectos

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Silva,F.G. (Coord) et alli, “Fornação Global em Gestão Agrícola – Modulo 3, Análise de Investimentos”, P.O.Agro, Maio 2006

    Bibliografia Complementar

    • Brown,M.L., “Farm budgets – from farm income analysis to agricultural project analysis”, World Bank, JHUP, 1979

    5. Avaliação:

    Realização e discussão de um trabalho de grupo (50%) e exame final (50%)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    AVISOS


    Análise Espacial (Geographic Information Systems)

    Análise Espacial (Geographic Information Systems)

    Código: 1319
    Responsável: Nuno Alexandre Gouveia de Sousa Neves
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 14
    Práticas/Laboratoriais: 32
    Outras: 1
    Total: 47

    2. Objectivos:

    1 - Descrição e avaliação dos diversos modelos computacionais de representação e armazenamento de informação geográfica
    2 – Descrição dos processos e operações fundamentais de análise espacial em sistemas de informação geográfica.
    3 - Avaliação dos modelos de dados espaciais, considerando as suas potencialidades de realização de operações de análise espacial.
    4 - Avaliação das implicações resultantes das características dos modelos de dados espaciais na definição de aplicações SIG e desenvolvimento de processos de modelação geográfica
    5 – Avaliação de potenciais desenvolvimentos futuros e orientações de investigação em modelos de dados e análise espacial.

    3. Programa:

    1 - Representações Geográficas: Metáforas de representação e uma introdução à aproximação sistémica das metáforas de representação
    2 - Modelos de dados espaciais: Análise detalhada do modelo vectorial, modelo raster e outros modelos de dados.
    3 - Operações numa só camada espacial : Análise de vizinhança, áreas envolventes, filtros e máscaras
    4 - Operações em múltiplas camadas espaciais: Análise de sobreposição e operações de geoprocessamento.
    5 - Dimensionalidade dos dados geográficos: Modelos tridimensionais e introdução à modelação do tempo.
    6 - Concepção de modelos de dados espaciais e modelação geográfica: Conceitos e desenho de fluxogramas de modelação geográfica incluindo álgebra de mapas..
    7 - Análise de redes: Análises de caminho mais curto, áreas de serviço e distância custo.
    8 – Perspectivas futuras: Novos modelos de dados, novos modelos de relações espaciais e novos processos de análise espacial

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Maguire, D.J. , Batty, M. , and Goodchild, M.F., editors “GIS, Spatial Analysis, and Modeling”, Redlands, CA: ESRI Press, 2005.
    • Longley, P.A. Goodchild, M.F. , Maguire, D.J. and Rhind, D.W. “Geographic Information Systems and Science”, Second Edition. New York: Wiley, 2005.
    • Burrough, P., McDonnell, R., A., “Principles of Geographical Information Systems (Spatial Information Systems)”, Oxford, Oxford Univ Press, 2nd edition, 1998.
    • Longley, P., Batty, M., (Editors), “Spatial Analysis: Modelling in a GIS environment”, New York, John Wiley & Sons, 1997.
    • Laurini, R., Thompson, D., Fundamentals of Spatial Information Systems, London, The Apic Series, 1992.

    5. Avaliação:

    O método de avaliação é baseado nos seguintes elementos obrigatórios:
    Exame – 40%
    O exame final abrange todo o programa da disciplina e divide-se em duas secções – secção de perguntas curtas com resposta de escolha múltipla; secção de questões abertas de desenvolvimento.
    Projecto final – 60%
    O projecto final é apresentado Segundo uma estrutura estabelecida visando descrever a concepção de um modelo de dados espaciais orientado para o desenvolvimento de operações de análise espacial.

    6. Estimativa total de trabalho: 162 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Avaliação da Qualidade e Segurança (Quality and Safety Evaluation)

    Avaliação da Qualidade e Segurança (Quality and Safety Evaluation)

    Código: 1324
    Responsável: Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira
    Outros docentes: Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente, Raúl Filipe Xisto Bruno de Sousa e Virgílio Borges Loureiro
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
    Ramo: Qualidade e Segurança Alimentar

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    - A unidade curricular vai ter como principal objectivo fornecer uma visão integrada da avaliação da qualidade na indústria alimentar, recorrendo a informação obtida em unidade curriculares anteriores de índole propedêutica
    - Fornecer as ferramentas necessárias à compreensão dos critérios a utilizar na avaliação da qualidade na indústria alimentar;
    - Dar a conhecer os principais indicadores microbiológicos, físico-químicos e organolépticos utilizados na avaliação da qualidade dos alimentos e dos respectivos processos;
    - Sensibilizar para a importância dos métodos analíticos
    - Dar a conhecer os principais critérios de qualidade utilizados nas indústrias agro-alimentares.

    3. Programa:

    1. Princípios gerais para garantir a segurança, qualidade e aceitabilidade de alimentos
    2. O controlo microbiológico de alimentos
    2.1 Fundamentos de amostragem e de exame microbiológico de alimentos
    2.2 A utilização de indicadores microbiológicos e de actividade bioquímica
    2.3 Avaliação de critérios de qualidade microbiológica
    2.4 Critérios microbiológicos e análise de riscos
    3. Avaliação físico-química de alimentos
    3.1 Parâmetros fisíco-químicos de qualidade
    3.2 Identificação de pontos de controlo
    3.3 Procedimentos analíticos
    3.3.1 Na unidade de produção
    3.3.2 Nos laboratórios de controlo
    3.4 Verificação dos parâmetros de qualidade

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Brown, M. and Stringer, M. (2002) Microbiological risk assessment in food processing. Capítulos 9, 10 e 11. Woodhead Publishing Ltd., Cambridge.
    • Mossel, D. e tal. (1995) Essentials of the Microbiology of foods, Capítulos 1, 7, 8. John Wiley and Sons, Chichester.
    • Pomeranz, Yeshajahu ; Meloan, Clifton E. (1992) Food Analysis: Theory and Practice. Chapman & Hall. London.
    • William Ed. Horowitz (1996) Official Methods of Analysis of the AOAC,16 ªed. Virginia.U.S.A.

    5. Avaliação:

    Trabalho de grupo subordinado a um tema. Os alunos farão a recolha de informação necessária à concepção de um plano para avaliar a qualidade do alimento em questão. A informação a recolher deverá abordar:
    i) diagrama de produção do alimento em questão,
    ii) pontos críticos do processo de produção e da distribuição,

    iii) principais especificações físico-químicas, microbiológicas e sensoriais.
    Após a elaboração do plano para avaliar a qualidade do alimento, será definido o conjunto de parâmetros analíticos a medir experimentalmente, com base nas disponibilidades laboratoriais existentes. Os resultados experimentais obtidos e a sua interpretação serão objecto de uma exposição oral e integrados no relatório final a apresentar.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    Avaliação de Impactes Ambientais (Environmental Impact Assessment)

    Avaliação de Impactes Ambientais (Environmental Impact Assessment)

    Para consultar página da UC, clique aqui.
    Código: 1651
    Responsável: Rui Marçal Campos Fernando
    Outros docentes: José Manuel Osório de Barros de Lima e Santos, José Paulo Mourão de Melo e Abreu e Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso
    Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
    Ramo: todos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 35 Práticas/Laboratoriais: 35 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    - Explicitar o conceito de fluxos de material em sistemas estacionários e em sistemas dinâmicos.
    - Capacitar os alunos para organizarem e fazerem estudos de impacte ambiental.

    3. Programa:

    I. Introdução à Análise de Sistemas Ambientais (ASA):Objectos e objectivos da ASA. ASA aplicada a políticas/programas, projectos, unidades de produção, produtos ou substâncias. Enquadramento legal dos diversos procedimentos de ASA e respectivos objectivos de análise. Instrumentos/metodologias: análise de ciclo de vida; auditoria ambiental; avaliação de impacte ambiental; análise custo-benefício; análise multicritério. Análise comparada dos diversos instrumentos/metodologias. Exemplos práticos.
    II. Ferramentas de ASA: aproximação substância, produto e empresa. Redes de fluxo de material. Análise de funcionalidades. Análise de fluxo de substâncias: sistemas estacionários e sistemas dinâmicos. Avaliação do ciclo de vida.
    III. Avaliação de Impactes Ambientais:Conceitos fundamentais. Organização e execução de estudos de impacte ambiental (EIA). Indicadores de impacte ambiental e funções de transformação. Medidas protectoras, correctoras e compensatórias. Monitorização e vigilância ambiental. A modelação na avaliação do impacte ambiental: conceitos gerais; tipos de modelos; análise e simulação com modelos. Impactes ambientais de diversos tipos de projectos. Análise e discussão de casos de estudo de EIA.
    IV. A ASA e a tomada de decisão
    A agregação de múltiplos impactes ambientais e sua comparabilidade com outros critérios de decisão (rentabilidade, emprego, aceitabilidade social ...). Soluções alternativas para o problema da agregação: funções de transformação (avaliação de impacte ambiental); valoração económica (análise custo-benefício); e curvas de trade-off (análise multicritério)

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Carroll, B., Turpin, T. 2003. Environmental impact assessment handbook. A practical guide for planners, developers and communities. Thomas Telford, London.
    • Glasson, J., Therivel, R., Chadwick, A. 2005. Introduction to environmental impact assessment. Routledge, Oxon.
    • MIT, 2000. Road Maps: a guide to learning system dynamics. System Dynamic Group, MIT, USA. 2000.
    • Morris, P., Therivel, R. 2004. Methods of environmental impact assessment. Spon Press, London.
    • Partidário, M.R., Jesus, J., 2003. Fundamentos de Avaliação de Impacte Ambiental, Universidade Aberta.
    • Salvador, A.G., Alcaide, A.S., Sánchez, C.C. e Salvador, L.G. 2005. Evaluación de Impacto Ambiental. Pearson-Prentice Hall.
    • Vesilind, P.A., Morgan, S. 2003. Introduction to environmental engineering. Thomson Learning

    Bibliografia Complementar

    • Garcia, J.M. 2006. Theory and practical exercises of system dynamics. Univ. Politénica Catalunya.
    • Gómez Orea, D. 2003. Evaluación de impacto ambiental. Un instrumento preventivo para la gestion ambiental. Mundi-Prensa. Madrid

    5. Avaliação:

    A avaliação pode ser feita em duas modalidades:
    1) avaliação contínua: três fichas de avaliação e dois trabalhos obrigatórios, integradores da matéria dada, delineados nas aulas e realizados em casa.
    2) exame final: com nota final resultante da média dos 2 trabalhos obrigatórios e teste relativo à matéria avaliada nas fichas acima referidas.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Perguntas para o Teste/Exame (AIA)


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    Biocombustíveis (Biofuels)

    Biocombustíveis (Biofuels)

    Código: 1585
    Responsável: Helena Margarida Nunes Pereira
    Outros docentes: Ana Cristina Ferreira da Cunha Queda, Elizabeth da Costa Neves Fernandes d'Almeida Duarte e Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais; Engenharia de Sistemas Bioenergéticos
    Ramo: Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais – Engenharia dos Produtos Florestais

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    2. Objectivos:

    Conhecer as propriedades energéticas da biomassa vegetal e os processos para a sua utilização como fonte de energia, desenvolvendo um sentido crítico sobre a sua economia e viabilidade técnica e ambiental.

    3. Programa:

    Conceitos energéticos e energias renováveis. Tipos de biomassa, potencialidades e propriedades energéticas da biomassa. Biomassa como combustível sólido: fontes de biomassa, produção e aproveitamento energético de biocombustíveis sólidos. Processos de transformação termoquímica: técnicas de combustão, carbonização, gaseificação e pirólise da biomassa lenhocelulósica. Digestão anaeróbia. Óleos vegetais como biocombustível- produção de biodiesel. Cultivo de plantas energéticas. Centrais térmicas e termoelétricas de biomassa. Aspectos ambientais e económicos de produção de bioenergia

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    Richardson J., R. Björheden, P. Hakkila, A.T. Lowe and C.T. Smith (2002) Bioenergy from Sustainable Forestry – guiding principles and practice. Kluwer Academic PublishersSofer, S.S., O.R. Zaborsky (1981). Biomass conversion processes for energy and fuels, Plenum Press, New YorkBiofuels. Application of biologically derived products as fuels or additives in combustion engines, European Commission, DG XII (1993)Staiss C. & H. Pereira (2001). “Biomassa – Energia renovável na agricultura e no sector florestal” Ingeniun, 2ª série N.º 61, Set 2003, págs. 68-72.

    Bibliografia Complementar

    Bridgwater, A.V., G. Grassi (1991) Biomass pyrolysis liquids upgrading and utilization, Elsevier Appl. Sci. London

    5. Avaliação:

    Trabalho final com apresentação

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas




    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    Biologia Computacional (Computacional Biology)

    Biologia Computacional (Computacional Biology)

    Código: 1328
    Responsável: Marta Guerreiro Duarte Mesquita de Oliveira
    Outros docentes: Maria Leonor Mota Morais Cecílio e Maria Manuela Costa Neves Figueiredo
    Curso: 2º ciclo – Biologia Funcional

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Desenvolver e aprofundar conhecimentos na área da Informática – algoritmos e métodos necessários para a análise e processamento de informação biológica e molecular.

    3. Programa:

    Algoritmia
    Algoritmos evolutivos
    Grafos
    Sequenciação de DNA: “Fragments assembly”
    Alinhamento de sequências
    Pesquisa e inferência de motivos
    Modelos probabilísticos
    Cadeias de Markov
    Inferência Estatística
    Microarrays
    Clustering e Biclustering
    O software Biocondutor (R)

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • An Introduction to Bioinformatics Algorithms, N. C. Jones and P. Pevzner, MIT Press, 2004.
    • Computational Genome Analysis. An Introduction, Richard Deonier, S Tavaré, and Michael S. Waterman, Springer Verlag, 2005.
    • Statistical Methods in Bioinformatics. An introduction (2001). W. Ewens and G. Grant. Statistics for Biology and Health
    • Evolutionary Computation in Bioinformatics, Fogel, G.; Corne, D.W. (Eds), Morgan Kaufmann Publishers, Elsevier Science, 2003.

    Bibliografia Complementar

    • Bioinformaics and Computational Bology Solutions using R and Biocondutor,Gentleman, R.; Carey, V.; Huber, W.; Irizarry, R.; Dudoit, S. (Eds), Springer 2005.

    5. Avaliação:

    Avaliação Contínua: 2 testes, 3 relatórios.
    Em alternativa, 1 exame final.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Biologia do Stresse Biótico (Biology of Biotic Stress)

    Biologia do Stresse Biótico (Biology of Biotic Stress)

    Código: 1330
    Responsável: Maria Helena Mendes da Costa Ferreira Correia de Oliveira
    Outros docentes: Arlindo Lima e Ricardo Manuel Seixas Boavida Ferreira
    Curso: 2º ciclo – Biologia Funcional

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    - Providenciar aos alunos conceitos fundamentais e conhecimento actual no âmbito da fisiologia, bioquímica e biologia molecular das interacções agente patogénico-hospedeiro
    - Dotar os alunos de experiência laboratorial em métodos comuns aplicados ao estudo de interacções agente patogénico-hospedeiro
    - Treinar os alunos na compreensão e crítica de literatura pertinente
    - Promover pensamento independente e desenvolver competências de comunicação (oral e escrita)

    3. Programa:

    AGENTES DE STRESSE BIÓTICO, HOSPEDEIROS E AMBIENTE . Principais agentes de stresse biótico (vírus, procariotas, fungos, pseudofungos, nemátodes). Conceito de doença; hospedeiro vs. não-hospedeiro. escala de hospedeiros dos patogénios.Parasitismo e patogenicidade. Tipo de parasitas: biotróficos, necrotróficos, hemibiotróficos. Ciclo da doença. Ciclos de doenças representativas. Outros agentes de stresse biótico (insectos e outros artrópodes, relação insecto-patogénio).
    INTERACÇÕES AGENTE PATOGÉNICO-HOSPEDEIRO. Estratégias de ataque. Disrupção Funcional da Planta (efeitos em: fotossíntese, respiração, absorção e translocação de água e nutrientes, permeabilidade celular, transcrição e tradução). Resposta de Defesa da Planta: base genética das interacções patogénio-hospedeiro: resistência de não-hospedeiro; resistência horizontal e vertical; o conceito gene-para-gene, genes de avirulência (avr) vs de resistência (R); defesas passivas ou constitutivas, e defesas induzidas (eliciadores gerais e específicos; o modelo eliciador-receptor, vias de transdução de sinal); Resposta Hipersensível (HR) e Morte Celular Programada. Resistência sistémica adquirida (vias de sinalização dependentes de ácido salicílico, ácido jasmónico, etileno, óxido nítrico, “cross-talk”).
    ESTUDO DE CASOS (SEMINÁRIOS): interacções específicas bactérias -, fungos-, vírus-, artrópodes- hospedeiro.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Agrios, G. 2005. Plant Pathology. 5th Ed. Elsevier Academic Press, San Diego, 922 pp.
    • Trigiano, R. N., Windham, M.T. and Windham, A.S. (Eds). 2007. Plant Pathology: Concepts and Laboratory Exercises, 2nd Ed, CRC Press LLC, Boca Raton, FL.

    Bibliografia Complementar

    • Artigos sobre assuntos específicos.

    5. Avaliação:

    Obtenção de frequência: presença a 75 % das aulas
    Modalidades de avaliação
    a. Avaliação contínua – constituída por quatro componentes
    Teste (50%): sobre toda a matéria teórica, a realizar no final do semestre;
    Caderno de Aulas Laboratoriais (25%) a realizar individualmente (ou em grupos de 2), a entregar no final do semestre
    Seminário (20%) apresentação oral de um tema de revisão bibliográfica
    Participação nas aulas (5%)
    b. Exame Final – prova teórico-prática, à qual terão acesso todos os alunos que tiverem obtido frequência
    III Aprovação: Serão aprovados os alunos que obtenham classificação final mínima de 10 valores. É obrigatório ter nota mínima de 10 valores na componente teste

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Biopolímeros e Estrutura (Food Structure and Biopolymers)

    Biopolímeros e Estrutura (Food Structure and Biopolymers)

    Código: 1663
    Responsável: Isabel Maria Nunes de Sousa
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
    Ramo: Processamento de Alimentos

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecer a diversidade e funções dos biopolímeros na natureza. Conhecer as características químicas, métodos de extracção e funcionalidade dos biopolímeros mais importantes para a Indústria Alimentar. Saber as principais técnicas de caracterização molecular e de estrutura para prever a funcionalidade. Conhecer as principais aplicações, aspectos económicos da sua produção, impacto ambiental e biodegradabilidade.

    3. Programa:

    Diversidade e funções dos biopolímeros na natureza. Aplicações, aspectos económicos da sua produção, impacto ambiental e biodegradabilidade. Técnicas de caracterização molecular e de estrutura para prever a funcionalidade: viscosimetria de soluções diluídas/viscosidade intrínseca; conformação e flexibilidade molecular; parâmetros de Mark-Houwink-Kuhn-Sakurada e concentração crítica de sobreposição molecular. Valores característicos destes parâmetros para os principais biopolímeros. Caracterização, métodos de extracção e funcionalidade dos biopolímeros mais importantes para a Indústria alimentar: Principais classes de polímeros e seu comportamento em soluções concentradas: capacidade de espessamento, gelificação, estabilização de espumas e emulsões. Modificações pelo processamento em alta pressão. Casos de estudo e microscopia para a avaliação da estrutura.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Dickinson, E. and Vliet T. van. Food Colloids, Biopolymers and Materials. Springer Verlag 2003
    • Hill, S.E., Ledward, D.A. and Mitchell, J.R. Functional Properties of Food Macromolecules. Chapman & Hall 1998
    • Marchessault, R.H., Ravenelle, F. and Zhu, X.X. Polysaccharides for Drug Delivery and Pharmaceutical Applications. Amer Chemical Society 2006
    • Nemeth, T. S. Biopolymer Research Trends. Nova Science Publishers 2008
    • Nishinari, K. Physical Chemistry and Industrial Application of Gellan Gum. Springer-Verlag 1999
    • Steinbuchel, A. Biopolymers: Biology, Chemistry, Biotechnology, Applications. 10 tomos. Wiley-VCH publisher 2001-2003
    • Steinbuchel, A. and Marchessault, R.H. Biopolymers for Medical and Pharmaceutical Applications Wiley-VCH 2005
    • Williams, P. A. and Phillips, G. O. Gums and Stabilizers for the Food Industry 1-14. Woodhead Publishing 1982-2007
    • Wool,R. and Sun, X. S. Bio-Based Polymers and Composites. Academic Press 2005

    5. Avaliação:

    Teste ou exame final (60% da nota final) a dois níveis de conhecimento
    Trabalho de grupo e relatório escrito sobre um tema no âmbito da U.C. (20% da nota final).
    Apresentação oral e discussão do trabalho anterior (20% da nota final)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Bioquímica dos Alimentos (Food Biochemistry)

    Bioquímica dos Alimentos (Food Biochemistry)

    Código: 1796
    Responsável: Isabel Borges Coutinho Medeiros Dias
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 4 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 21 Teórico-Práticas: 14 Práticas: 14 Outras: 7 Total: 56

    2. Objectivos:

    Compreender o conceito de actividade da água e as suas consequências nas propriedades e transformação dos materiais alimentares. Descrever a estrutura, transformações e algumas das práticas de processamento de materiais alimentares de origem vegetal e animal. Conhecer os tipos de componentes tóxicos nos materiais alimentares e algumas noções sobre o seu mecanismo bioquímico. Conhecer tópicos sobre a experiência sensorial associada à alimentação.
    Descrever os conceitos básicos de catálise enzimática. Conhecer a classificação e nomenclatura das enzimas e as principais aplicações no contexto da transformação alimentar e do controlo de qualidade. Conhecer métodos correntes de isolamento e caracterização de proteínas. Executar ensaios enzimáticos e interpretar dados de cinética enzimática.
    Ter competências na utilização de equipamentos e de material corrente do laboratório e na aquisição, tratamento, apresentação e discussão de resultados experimentais.

    3. Programa:

    Digestão, metabolismo fermentativo e caminho metabólico central. Características e propriedades dos alimentos. Actividade da água. Métodos de conservação.
    Enzimas nos alimentos: classificação e nomenclatura; acção catalítica; enzimas como produtos final e coadjuvantes no processamento alimentar, na preparação de alimentos e bebidas e em métodos analíticos e de controlo de qualidade.
    Alimentos de origem vegetal: Cereais; panificação; produção de cerveja. Derivados amido. Leguminosas. Produtos derivados da soja. Amadurecimento dos frutos. Escurecimento enzimático.
    Alimentos de origem animal: sua morfologia, composição e estrutura – ovos; leite e a preparação de queijo; carne e sua transformação após o abate, cor e textura; peixe e sua deterioração.
    Experiência sensorial: sentidos químicos e outros associados ao sabor. Gostos fundamentais. Teoria estereoquímica do olfacto. Compostos irritantes químicos. Corantes naturais e artificiais.
    Componentes nocivos na alimentação.

    Método de ensino

    Sessões teóricas e teórico-práticas que incluem a apresentação de conteúdos com auxílio de diapositivos em Powerpoint, a discussão de questões e a resolução de problemas no âmbito da disciplina e, também, a utilização da internet como instrumento de pesquisa de informação.
    Sessões práticas de laboratório (três) a realizar individualmente ou em grupo, prevendo-se a elaboração de relatórios por cada grupo.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • TP Coultate “Food – the Chemistry of its Components” 3rd Ed. Royal Society of Chemistry (RSC) Paperbacks (1996), Cambridge, UK
    • H-D Belitz, W Grosch, P Schieberle “Food Chemistry” 3ª Ed, Springer-Verlag (2004) Berlin Heidelberg
    • Owen R Fennema (Dir) “Química de los Alimentos” 2ª Ed. Editorial Agribia SA (2000) Zaragoza Espanha
    • David L Nelson & Michael M Cox “Lehninger: Principles of Biochemistry” 4th Ed. W H Freeman & Co (2004) NY
    • Nelson Lima & Manuel Mota (coord.) “Biotecnologia – Fundamentos e Aplicações” Lidel-Edições Técnicas (2003)

    5. Avaliação:

    Parte teórica e teórico-prática:
    Avaliação escrita individual, por teste e/ou exame final, com dispensa de exame para alunos com classificação no teste igual ou superior a 9.5 valores.
    Parte prática:
    Classificação dos relatórios e questionários referentes às sessões práticas
    Serão aprovados na disciplina os alunos que:
    i) tenham nota da parte prática igual ou superior a 9.5 valores
    ii) tenham nota ponderada da avaliação teórica e teórico-prática (peso de 75%) e da avaliação prática (peso de 25%) igual ou superior a 9.5.

    6. Estimativa total de trabalho: 112 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Bioquímica e Microbiologia dos Alimentos (Food Biochemistry and Microbiology)

    Bioquímica e Microbiologia dos Alimentos (Food Biochemistry and Microbiology)

    Código: 1335
    Responsável: Maria Luísa Louro Martins
    Outros docentes: Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira, Maria Adélia da Silva Santos Ferreira
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar; Viticultura e Enologia

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Engenharia Alimentar
    Opcional: Viticultura e Enologia


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 48
    Teórico-Práticas: 6
    Práticas/Laboratoriais: 16
    Outras: 14
    Total: 84

    2. Objectivos:

    Estudo dos compostos químicos e macromoléculas constituintes dos alimentos. Compreensão da influência destes constituintes nas propriedades químicas e físicas dos alimentos, no comportamento em processos tecnológicos e nas características finais dos alimentos. Alterações bioquímicas em alimentos de origem vegetal e animal.
    Princípios de segurança e conservação de alimentos. Bases ecológicas do controlo de populações microbianas. Qualidade microbiológica dos alimentos, Higiene e salubridade na indústria alimentar.
    Análise microbiológica de alimentos e perspectivas da sua evolução. Interpretar resultados analíticos e avaliar a qualidade microbiológica dos alimentos.

    3. Programa:

    Módulo 1: Microbiologia dos Alimentos
    OS MICRORGANISMOS PATOGÉNICOS
    Bactérias patogénicas mais relevantes. Toxinfecções causadas por fungos e outros eucariontes. Vírus transmitidos por alimentos. Outros agentes: priões.
    OS MICRORGANISMOS COMO AGENTES DE ALTERAÇÃO
    Ecologia microbiana. Microbiologia dos principais grupos de alimentos: leite e produtos lácteos, carne, pescado e produtos de origem vegetal. O efeito “barreira” e estratégias modernas de estabilidade microbiana. Conservantes.
    QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DOS ALIMENTOS
    Boas práticas na cadeia alimentar (agricultura, pecuária, transformação, distribuição, consumidor). Análise de risco: avaliação gestão e comunicação; princípio da precaução. Indicadores químicos, bioquímicos e microbiológicos. Sistemas de gestão da qualidade (HACCP). Princípios de legislação e organização institucional.
    Módulo 2: Bioquímica dos Alimentos
    I-Fundamentos de Bioquímica Geral e Metabolismo
    Estrutura e função biológica de moléculas presentes nos organismos vivos. Metabolismo de proteínas, glúcidos, lípidos em animais e plantas.
    II-Compostos bioquímicos presentes nos alimentos
    Moléculas simples e Macromoléculas dos alimentos. Funções nos alimentos. Importância nas propriedades físicas e químicas, nutricionais, sensoriais, funcionais.
    Água e actividade da água. Propriedades químicas e físicas da água. Interacções com substâncias polares e apolares, efeito dos solutos. Importância na estabilidade, conservação e armazenamento dos alimentos.
    Aminoácidos, péptidos e proteínas nos alimentos. Estrutura, propriedades físico-químicas e funcionais. Funções das proteínas nos alimentos.
    Glúcidos simples e polissacáridos. Estrutura, propriedades químicas e físicas, sensoriais e funcionais de monossacáridos, oligossacáridos, polissacáridos. Polissacáridos com interesse na indústria alimentar. Funções dos glucidos nos alimentos.
    Lípidos. Composição, estrutura e propriedades químicas e físicas das gorduras. Funções lipidos nos alimentos.
    Componentes dos alimentos em quantidades baixas com funções específicas e importantes (vitaminas, minerais, fenóis, flavonoides, pigmentos, compostos antioxidantes). Componentes indesejáveis. Antioxidantes.
    III. Alterações dos componentes dos alimentos.
    Alterações dos componentes dos alimentos de origem vegetal e animal. Alterações desejáveis e indesejáveis. Principais reacções de alteração das gorduras, glucidos e proteinas. Enzimas nos sistemas celulares. Alterações de origem enzimática e não enzimática. Alterações que ocorrem como consequência dos processamentos tecnológicos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Belitz, H.D. / Grosch, W. Food chemistry 1987 Editor: Springer Verlag, Heidelberg (DE)
    • Owen R. Fennema Food chemistry 1994 Editor: Academic Press, New York (US)
    • Adams, M. R. e Moss, M. D. (1995) - Food Microbiology. The Royal Society of Chemistry, Cambridge.
    • Mossel, D.A. e Garcia, B.M. (1985) - Microbiologia de los Alimentos. Editorial Acríbia. Zaragoza.
    • Hayes S, P.R., 1985 - Food Microbiology and Hygiene. Elsevier Applied Science Publishers. London New York.

    Bibliografia Complementar

    • Quintas, A., Ponces Freire, A., Halpern, M. Bioquimica, “Organização Molecular da Vida”. Lidel. 2008
    • Coultate, T.P. Food. The chemistry of its components 1996 RSC Paperbacks Editor: RSC-Royal Society of Chemistry Cambridge (GB)
    • Harrigan, W. F., 1998 – Laboratory Methods in Food Microbiology. Third Edition. Academic Press.

    5. Avaliação:

    Aprovação à disciplina para classificação final de 10 valores, para a qual cada um dos módulos contribui com igual peso.
    Realização de relatórios de trabalho laboratorial com discussão oral (em grupo), realização de seminários com apresentação oral e escrita (em grupo). O exame final constará de uma prova escrita versando toda a matéria da disciplina.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Módulo 1 - Microbiologia dos Alimentos


    Biotecnologia (Biotechnology)

    Biotecnologia (Biotechnology)

    Código: 1666
    Responsável: Maria Isabel Nunes Januário
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas:28 Teórico-Práticas: 28 Práticas/Laboratoriais: 28 Total: 84

    2. Objectivos:

    Formar alunos com sensibilidade para os desafios e potencialidades dos novos conhecimentos e tecnologias que podem ter impacte e aplicação viável no meio tropical, na área alimentar e na valorização de recursos naturais para usos alternativos, como é a produção de bioenergia, e a produção industrial a partir de matéria prima renovável.

    3. Programa:

    1 – A Biotecnologia: sua importância para os países em desenvolvimento, nomeadamente no sector agro-alimentar e agro-industrial
    2 – Transformação e Conservação de Alimentos
    3 – Microbiologia e Processos Industriais
    4 – Biomassa e Bioenergia
    5 – Biotecnologia e Desenvolvimento Sustentável

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Singh, R.P. e Heldman, D. R., “Introduction to Food Engineering” 2º Ed., Academic Press, Inc., San diego, 1993.
    • Fellows, P., “ Food Processing Technology: Principles and Practice,” Ellis horwood Ltd., Chichester (England), 1988. (reprint 1996).
    • H.G. Schartzberg e M. A. Rao (Eds.), “ Biotechnology and Food Process Engineering.” Marcel Dekker, Inc., New York, 1990.
    • Ki-Zerbo, J.; Molle, J.F. Energy from biomass in developing countries. 1987 (BISA).
    • Miyamoto, K. Renewable biological systems for alternativa sustainable energy production. FAO – Agricultural Services Bulletin 128. Rome. 1987.

    Bibliografia Complementar

    • A Definir

    5. Avaliação:

    Por testes e trabalho de revisão bibliográfica.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Biotecnologia Vegetal (Plant Biotechnology)

    Biotecnologia Vegetal (Plant Biotechnology)

    Código: 1337
    Responsável: Sara Barros Queiroz Amâncio
    Outros docentes: Maria Leonor Mota Morais Cecílio, Cristina Maria Moniz Simões Oliveira, Jorge Alexandre Matos Pinto de Almeida e Maria Luísa Lopes de Castro e Brito
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica
    Ramos: todos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 32 Teórico-Práticas: 18 Práticas/Laboratoriais: 20 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Introdução ao tema “Biotecnologia Vegetal”;
    Fornecer aos alunos elementos para compreenderem e aplicarem conhecimentos de Genómica de Eucariotas, Marcadores Moleculares e suas aplicações em Agricultura (selecção assistida, fitopatologia, rendimento e qualidade, etc;
    Transmitir conhecimentos teóricos e práticos sobre Transferência de Genes e Expressão Génica; Regeneração de plantas por Cultura de Tecidos
    Estimular o estudo independente e discussão dos temas

    3. Programa:

    Genómica de Eucariotas

    Silenciamento génico
    O mecanismo de RNAi e suas implicações em Biotecnologia

    Métodos de transferência de genes e expressão génica
    Em bactérias
    Em plantas
    Detecção da expressão génica

    Marcadores moleculares
    Técnicas gerais para obtenção de marcadores. Descrição dos principais marcadores e principais aplicações

    Organismos geneticamente modificados: coexistência e sua avaliação

    Regeneração de plantas por Cultura de Tecidos
    Variação somaclonal: conceitos, vantagens e inconvenientes
    Principais aplicações das técnicas de Cultura de Tecidos

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • An Introduction to Genetic Analysis, Seventh Edition (2000) A.J.F. Griffiths, J.H. Suzuki, R.C. Lewontin, W.M. Gelbart, W. H. Freeman and Company, N.Y. (BISA Z 30 – 345, 346, 347);
    • Molecular Biotechnology. Principles and Applications of Recombinant DNA (1998) B. R Glick, J.J. Pasternak, ASM Press, Washington (BISA Z 30 – 408);
    • Recombinant DNA, Second edition (1991) J.D Watson, M.Gilman, J. Witkowski and M. Zoller. Scientific American books. W. H. Freeman and Company. N.Y;
    • Engenharia Genética, Princípios e Aplicações (2001) Arnaldo Vieira (coordenação), LIDEL, Lisboa, pp. 168 (BISA Z 30 - 443);
    • Biotecnologia, Fundamentos e Aplicações (2003) Lima N., Mota M. (coord) LIDEL, Lisboa, pp. 505
    • Cap. VII Engenharia Genética, Sá-Correia I., Moreira L.M., Fialho A.M., p.125-161
    • Cap. XIX Biotecnologia Vegetal, Pais M.S.S., p. 401-427
    • Cap. XXI Segurança e Regulamentação em Biotecnologia, Amaral-Collaço M.T., Esteves M.P., Duarte L.C., p. 475-494

    Bibliografia Complementar
    Seleccionada por pontos do Programa:

    • 1. Napoll, C., Lemieux, C., and Jorgensen, R. (1990). lntroduction of a chimeric chalcone synthase gene into petunia results in reversible co-suppression of homologous genes in trans. Plant Cell 2, 279-289.
    • Dorsett Y, Tuschl T. (2004) siRNAs: applications in functional genomics and potential as therapeutics.Nat Rev Drug Discov. Apr;3:318-29.
    • Matzke MA, Birchler JA. 2005 RNAi-mediated pathways in the nucleus. Nat Rev Genet. Jan;6(1):24-35.
    • 2. Nuez F., Carrillo J.M (2000) Los Marcadores Genéticos en la Mejora Vegetal.Sociedad Espanola de Genética e Sociedad Espanola de Ciencias Hortícolas;
    • 5. Chawla H. S. Introduction to Plant Biotechnology (2000), Science Publishers, Inc., Plymouth, UK, (BISA F 30 – 435, 436, 437, 438);

    5. Avaliação:

    Frequência
    Participação em pelo menos 90% das aulas e obtenção de nota mínima nas formas de avaliação contínua

    1. Avaliação contínua

    1.1. Questionários Intercalares sobre os temas das aulas práticas anteriores e das matérias teóricas que lhes servem de suporte (nota mínima 40%)

    1.2. Questionários e /ou Relatórios (nota mínima 40%)

    1.3. Trabalho individual (nota mínima 50%)

    1.4. Contribuição da avaliação contínua para o resultado final
    -Questionários e Relatórios: 20% do resultado final (a);
    -Questionários Intercalares: 0% do resultado final (b)
    -Trabalho individual: 30% do resultado final (c)

    1.5. Dispensa de Exame final
    -Nota final da avaliação contínua (FA ) = (a) + (b) + (c) igual ou superior a 12

    2. Exame e nota final
    -Nota mínima do exame, E, 50% (10 valores)
    -Para aluno(a)s que obtiveram notas mínimas nos elementos da Avaliação Contínua, nota final (F), F = 0.55*FA + 0.45*E,
    -Para aluno(a)s com que não obtiveram a nota mínimas em algum elemento da Avaliação Contínua, a nota final (F), F = E

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012


    Combustão (Combustion)

    Combustão (Combustion)

    Código: 1588
    Responsável: José Miguel Mendes Lopes (IST/UTL)
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia de Sistemas Bioenergéticos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    2. Objectivos:

    Transmitir os conceitos básicos de termoquímica e cinética química relevantes em combustão. Aplicar balanços de massa e energia a problemas de combustão. Descrever os principais combustíveis e as suas propriedades. Descrever os princípios de ignição, estabilização e extinção de chamas, e a estrutura das chamas de pré-mistura e difusão, em regimes laminar e turbulento. Apresentar modelos simples para descrever a queima de combustíveis líquidos e sólidos. Identificar os principais poluentes, mecanismos de formação e métodos de redução de emissões.

    3. Programa:

    Importância da Combustão. Ciência e tecnologia da combustão.Termoquímica. Entalpias de formação e de combustão. Poder calorífico. Temperatura adiabática de chama. Equilíbrio químico. Constantes de equilíbrio. Grau de reacção. Dissociação. Cinética química. Reacção global e reacções elementares. Frequência de colisão. Energia de activação. Equação de Arrhenius. Taxa de reacção. Mecanismos de reacção. Equações de conservação para sistemas reactivos: equações de conservação da massa, quantidade de movimento, energia e espécies químicas. Fracção de mistura. Combustíveis gasosos, líquidos e sólidos.Chamas laminares de pré-mistura. Estrutura e propagação de chama laminar. Velocidade de propagação e espessura de chama. Limites de flamabilidade, quenching, retorno e descolamento de chama. Ignição. Estabilização de chama. Chamas laminares de difusão.Chamas de pré-mistura e de difusão turbulentas. Reactor de mistura perfeita. Chamas de combustíveis líquidos. Evaporação e combustão de uma gota esférica. Combustão de sprays.Chamas de combustíveis sólidos. Combustão de uma partícula de carvão. Mecanismos de formação de poluentes e métodos de controlo das emissões.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    Combustão , Coelho, P. e Costa, M. , 2007, Ed. OrionCombustion , Glassman, I., 1996, Academic Press, 3ª EdiçãoAn Introduction to Combustion ? Concepts and Applications , Turns, S.R., 2000, McGraw-Hill, 2ª Edição

    Bibliografia Complementar

    Combustion Aerodynamics , Beér, J.M. e Chigier, N.A., 1972, Applied Science Publishers LimitedCombustion. A Study in Theory, Fact and Application , Chomiak, J., 1990, Gordon and Breach Science PublishersApplied Combustion , Keating, E.L., 1993, Marcel DekkerPrinciples of Combustion , Kuo, K.K., 1996, John Wiley & SonsCombustion Physics , Law, C.K., 2006, Cambridge University PressCombustion and Mass Transfer , Spalding, D.B., 1979, Pergamon PressTécnicas Instrumentais para a Análise de Escoamentos com Combustão , Heitor, M.V., 1991, Associação dos Estudantes do Instituto Superior Técnico, Secção de Folhas

    5. Avaliação:

    Exame final (80%) e trabalho laboratorial (20%)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Teóricas: 30 Práticas/Laboratoriais: 40 Outras: 14 Total: 84

    Complementos de Álgebra Linear (Topics in Linear Algebra)

    Complementos de Álgebra Linear (Topics in Linear Algebra)

    Código: 1671
    Responsável: Pedro Cristiano Santos Martins da Silva
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 8 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 84 Outras: 28 Total: 112

    2. Objectivos:

    Rever, sistematizar e ampliar os conhecimentos básicos de Álgebra Linear necessários para o conjunto das disciplinas seguintes.

    3. Programa:

    Espaços vectoriais.
    Independência linear. Bases.
    Matrizes.
    Aplicações lineares.
    Produtos internos.
    Projecções ortogonais.
    Valores e vectores próprios.
    Diagonalização.
    Formas quadráticas.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Carl D. Meyer, Matrix Analysis and Applied Linear Álgebra, SIAM

    5. Avaliação:

    Exame

    6. Estimativa total de trabalho: 224 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Complementos de Análise (Topics in Analysis )

    Complementos de Análise (Topics in Analysis )

    Código: 1672
    Responsável: Maria Isabel Varejão de Oliveira Faria
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 8 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 84 Outras: 28 Total: 112

    2. Objectivos:

    Rever, sistematizar e ampliar os conhecimentos básicos de Análise Matemática necessários para o conjunto das disciplinas seguintes.

    3. Programa:

    Complementos de cálculo diferencial e integral para funções de uma variável
    Teoremas fundamentais do cálculo diferencial. Fórmula de Taylor. Primitivas e integrais.

    Tópicos de cálculo diferencial e integral para funções de várias variáveis
    Continuidade e diferenciabilidade. Teorema da função implícita. Extremos livres e condicionados. Integrais múltiplos.

    Séries numéricas e de potências.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • J. Campos Ferreira, Introdução à Análise Matemática, Fundação Calouste Gulbenkian
    • Susan J. Colley, Vector Calculus, Prentice-Hall

    5. Avaliação:

    Exame

    6. Estimativa total de trabalho: 224 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Composição e Controlo Físico-Química e Sensorial do Vinho (Composition and Physico-chemical and Sensory Control of Wines)

    Composição e Controlo Físico-Química e Sensorial do Vinho (Composition and Physico-chemical and Sensory Control of Wines)

    Código: 1566
    Responsável: Jorge Manuel Rodrigues Ricardo da Silva
    Outros docentes: Olga Maria Carrasqueira Laureano, Víctor de Freitas (UP), AS Curvelo- Garcia (INRB-EVN) e Sofia Catarino (INRB-EVN)
    Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecimento da composição físico-química e análise sensorial dos vinhos. Aspectos do controlo de qualidade em Enologia. Contacto com a Análise Sensorial: os princípios gerais e as particularidades da análise sensorial de uvas e vinhos

    3. Programa:

    1. A composição química e a qualidade das uvas e dos vinhos
    Ácidos orgânicos do vinho. Acidez fixa e acidez volátil.Substâncias minerais do vinho. Extracto seco e cinzas..Os metais pesados. Compostos voláteis do vinho:Compostos implicados no aroma varietal dos vinhos. Precursores de aroma. Compostos azotados dos vinhos: Azoto não orgânico.Proteínas e aminoácidos. Glúcidos dos vinhos: Principais oses. Principais poliósidos. Compostos fenólicos das uvas e dos vinhos .Aspectos físico-químicos da cor do vinho.
    Controlo de qualidade. Os métodos de análise de vinhos. Metodologias recentes: Análise Automática (SFA, FIA, Análise sequencial, FTIR). Qualidade dos laboratórios. Validação de métodos de análise. Harmonização de práticas laboratoriais. Interpretação dos resultados analíticos. Ensaios colaborativos. Acreditação de laboratórios. Boas práticas de laboratório. Segurança alimentar em enologia. Controlo de produtos enológicos. O Código Internacional das Práticas Enológicas. O Codex enológico internacional. Quantificação dos principais compostos do vinho.

    2. Análise Sensorial
    Metodologia sensorial: o subjectivo e o objectivo. O painel de provas organolépticas (Panel Test).Lei de Weber e limiares da percepção.
    Fisiologia dos sentidos. As condições de trabalho do painel.
    Os provadores: métodos de selecção e treino dos provadores. Contacto com os sabores fundamentais: ácido, doce, salgado e amargo, provas de soluções aquosas e alcoólicas. Principais tipos de paneis: As escalas de classificações –fichas de prova. Problemas susceptíveis de resolver com a análise sensorial. Estatística aplicada à análise sensorial. Fichas de prova e análise de dados.
    Particularidades da Análise Sensorial de Vinhos. As cores dos vinhos. O aspecto do vinho. Os aromas dos vinhos. Principais compostos químicos implicados. Defeitos de aroma dos vinhos. Os aromas devidos ao contacto com madeira. O gosto do vinho. Interacção entre os compostos fenólicos e as proteínas salivares: mecanismos da adstringência compostos implicados no fenómeno da adstringência e do amargo.Análise sensorial de diferentes vinhos. Vinhos brancos, rosados e tintos portugueses e estrangeiros. Prova de vinhos especiais: licorosos, espumantes, etc.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Vária

    5. Avaliação:

    Exame Final. Presença a pelo menos 75% das aulas.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Conservação do Solo e da Água (Water Conservation)

    Conservação do Solo e da Água ( (Water Conservation)

    Código: 1344
    Responsável: Luís Alberto dos Santos Pereira
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia do Ambiente
    Ramo: Engenharia Agronómica - Agro-Pecuária; Engenharia Rural; Hortofruticultura e Viticultura; Protecção de Plantas; Engenharia do Ambiente - todos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Preparar para a prática de projecto e de avaliação de medidas e práticas conservacionistas, bem como para o planeamento do uso de recursos naturais, em particular da água e da terra

    3. Programa:

    1. Introdução: a água e o solo e seus usos
    2. A água: ciclo e balanço hidrológico e factores que influenciam a sua disponibilidade
    3. Escassez da água: aridez, secas, desertificação e penúria de água
    4. Conservação da água em agricultura de sequeiro: gestão da infiltração e armazenamento no solo e métodos de colheita de escoamentos
    5. Conservação da água em agricultura de regadio: necessidades de água das culturas, métodos de rega e medidas e práticas de poupança e conservação
    6. Conservação e poupança em meios urbanos
    7. Conservação e poupança na indústria
    8. Erosão do solo
    9. Estima da erosão hídrica em solos agrícolas; modelos
    10. Métodos e práticas de conservação do solo e sua relação com a conservação da água
    11. Conservação aplicada a cursos de água
    12. Conservação e paisagem
    13. Convivência com a seca: gestão do risco de secas e avaliação de impactos
    14. Convivência com a seca: medidas e práticas para agricultura, meios urbanos e indústria
    15. Vulnerabilidade à desertificação: aspectos físicos, económicos e sociais
    16. Luta contra a desertificação
    17. Integração da conservação com o planeamento e gestão da terra e da água

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Pereira, LS, Cordery, I, Iacovides, I, 2009. Coping with Water Scarcity. Addressing the Challenges. Springer, Dordrecht, 382 p

    Bibliografia Complementar

    • Diversos artigos em revistas internacionais e nacionais

    5. Avaliação:

    Trabalho individual sobre estudo de caso e exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Conservação e Estabilização de Vinhos (Stabilization and Wine Aging)

    Conservação e Estabilização de Vinhos (Stabilization and Wine Aging)

    Código: 1572
    Responsável: Olga Maria Carrasqueira Laureano
    Outros docentes: Cristina Clímaco (INRB-EVN)
    Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
    Precedências: Vinificação

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 42 Total: 84

    2. Objectivos:

    Compreensão dos fenómenos que ocorrem durante a conservação e estabilização dos vinhos; desenvolvimento da capacidade de análise e decisão sobre eventuais intervenções , físicas, químicas ou bioquímicas, a efectuar em função do tipo de vinho pretendido
    Fomento do trabalho de grupo e da capacidade de análise critica.

    3. Programa:

    1 - Os vinhos, a qualidade e o controlo da qualidade: características da qualidade; tipos de vinhos portugueses; especificações legais e comerciais; gestão da qualidade, pontos críticos de controlo
    2 - Caracterização físico-química e sensorial do vinho: composição em ácidos orgânicos, composição mineral, fenólica, volátil; azotada e glucídica ; validação de métodos de análise.
    3 - Evolução e transformações de natureza físico-química: principais mecanismos envolvidos - factores condicionantes; fenómenos coloidais; composição e evolução da matéria corante, influência da tecnologia de fabrico, mecanismos das reacções da matéria corante, influência do pH, do oxigénio, do dióxido de enxofre e da temperatura de conservação; Envelhecimento de vinhos em madeira;
    formação de precipitações metálicas, proteicas e tartáricas; outras transformações.
    4 - Estabilização de vinhos: processos de estabilização em relação às precipitações metálicas, tartáricas e proteicas; outros tratamentos; testes de estabilidade.
    5 - Clarificação de vinhos: colagem - tipos de colas, mecanismos de actuação das colas, utilização de colas; filtração – mecanismo da filtração, produtos filtrantes e tipos de filtros.
    6 - Outras práticas enológicas: código internacional das práticas enológicas

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Amerine, M.A. e Joslyn, M.A. (1970) - Table Wines. The technology of their production. U Calif Press, Berkeley
    • Curvelo-Garcia, A.S. (1989) - Controlo de Qualidade dos Vinhos.. I V V, Lisboa.
    • Flanzy,C (1998)-Oenologie, fondements cientifiques et technologiques. Tec & Doc, Londres, NY, Paris .
    • O.I.V. (2006) - Recueil des méthodes internationales d'analyse des vins et des moûts. O.I.V., Paris.
    • O I V (1996) - Code International des Pratiques enologiques. O.I.V.,Paris
    • Ribéreau-Gayon, P.; Glories, Y.; Maujean, A.; Dubourdieu, D. (1998) - Traité d'Oenologie. 2. Chemie du Vin, Stabilisation et Traitements, Dunod, Paris.

    Bibliografia Complementar

    • BRAGA, A.; COSME, F :, RICARDO-DA-SILVA , J. M. and LAUREANO, O. (2007) - Gelatine, casein, and potassium caseinate as distinct wine fining agents: J. Int. Sci. Vigne Vin, 41 (4):203-214.
    • COSME, F.; RICARDO-DA-SILVA, J.M.; LAUREANO, O. (2008) – Interactions between protein fining agents and proanthocyanidins in white wine. Food Chemistry, 106 (2): 536-544.
    • Dallas, C. e Laureano, O. (1994) - Effects of pH, sulfur dioxide, alcohol content, temperature and storage time on the colour composition on a young Portuguese red wine. J.Sci.Food Agric., 65: 477-484.
    • Dallas, C.; Ricardo-da-Silva, J.M. e Laureano, O. (1994) - Degradation of oligomeric procyanidins and anthocyanidins in a Tinta Roriz red wine during maturation. Vitis, 34(1): 51-56.
    • JORDÃO, A.M.; RICARDO-DA-SILVA, J.M.; LAUREANO, O. (2006) – Effect of Oak Constituents and Oxygen on the Evolution of Malvidin-3-Glucoside and (+)-Catechin in Model Wine. Am. J. Enol. Vitic. 57(3) : 377-381

    5. Avaliação:

    A avaliação é baseada num exame escrito e na elaboração e discussão de um relatório. Este incidirá sobre a caracterização, evolução e tratamentos de um vinho, atribuído à responsabilidade de um grupo de três alunos, no início do período lectivo.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Controlo de Contaminantes e Patogénios Alimentares (Food Spoilage and Food Pathogen Control)

    Controlo de Contaminantes e Patogénios Alimentares (Food Spoilage and Food Pathogen Control)

    Código: 1673
    Responsável: Maria Luísa Lopes de Castro e Brito
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
    Ramo: Qualidade e Segurança Alimentar

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 14 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    - Descrever as condições e os procedimentos necessários à produção de alimentos e bebidas de elevada qualidade e segurança microbiológica.
    - Fornecer informações relevantes sobre a prevalência e o tipo de microrganismos que provocam doença e/ou perda de valor comercial (alteração) de alimentos e bebidas.
    - Compreender conceitos físicos, químicos e biológicos inerentes ao controlo dos microrganismos contaminantes de alimentos e bebidas.

    3. Programa:

    Unidade Didáctica 1 – Princípios de sanificação nas indústrias alimentares
    1.1. Apresentação da disciplina
    Objectivos, métodos de ensino/aprendizagem, conteúdo programático e métodos de avaliação
    1.2. Produção de alimentos em boas condições de higiene
    1.2.1. Sanidade de matérias-primas
    1.2.2. Higienização de instalações e equipamentos
    1.2.3. Higiene dos trabalhadores
    1.2.4. Fontes e rotas de contaminação
    1.2.5. O papel do HACCP em sanificação
    1.2.6. Critérios microbiológicos de alimentos e instalações

    Unidade Didáctica 2 – Microrganismos patogénicos de origem alimentar
    2.1. Doenças de origem alimentar: interacção patogénio/hospedeiro
    2.2. Reconhecimento oficial dos principais grupos de risco para as doenças de origem alimentar: implicações culturais, sociais e económicas
    2.3. Principais bactérias patogénicas alimentares
    2.4. Determinantes da patogenicidade bacteriana
    2.5. Resistência, adaptação ou selecção dos patogénios relativamente a factores de stresse
    2.6. O papel dos probióticos na luta contra os patogénios alimentares
    2. 7. O fenómeno de quorum-sensing e a microbiologia alimentar

    Unidade Didáctica 3 – Principais grupos microbianos de alteração de alimentos
    3.1. Principais leveduras de alteração
    3.2. Principais bolores de alteração
    3.3. Principais bactérias de alteração
    3.4. Determinação do tempo de vida útil do alimento

    Unidade Didáctica 4 – Controlo da sobrevivência e crescimento de contaminantes alimentares
    4.1. Factores fisícos, quimícos e biológicos que afectam as populaçoes microbianas nos alimentos
    4.2. Microbiologia preditiva
    4.3. Biopreservação
    4.4. Métodos clássicos de avaliação da qualidade microbiológica dos alimentos
    4.5. Microbiologia forense aplicada à qualidade e segurança alimentares

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Principles of Food Sanitation, Norman G. Marriott, Robert B. Gravani, 2006, Fifth Edition, Food Science Text Sciences, Springer. BISA Q03-482.
    • Foodborne Pathogens: Hazards, risk analysis and control, Clive de W. Blackburn, Peter J. McClure, 2002, CRC Press, Woodhead Publishing Limited (disponível na secção de Microbiologia).
    • Food Consumption and Disease Risk, Morris Potter (ed), 2006, CRC Press, Woodhead Publishing Limited (disponível na secção de Microbiologia).
    • Understanding Pathogen Behaviour: Virulence, stress response and resistance, 2005, Mansel Griffiths (ed), CRC Press, Woodhead Publishing Limited BISA Q03-489.
    • Food Spoilage Microorganisms, 2006, Clive de W. Blackburn (ed), CRC Press, Woodhead Publishing Limited (disponível na secção de Microbiologia).

    Bibliografia Complementar

    • Sanitation in Food Processing, John A. Troller, 1993, Second Edition, Academic Press, Inc. BISA Q03-360.
    • Safe Handling of Foods, Jeffrey M. Farber, Ewen C. D. Todd (eds.) 2000, Marcel Dekker, Inc. BISA Q03-401.
    • Queijo Serra da Estrela – Cartilha de Boas Práticas – da Quinta ao Prato, 2004, Luisa Brito, João Madanelo, Miguel Saraiva Lima (2004) BISA Q03-469/470/471

    5. Avaliação:

    Os alunos não poderão exceder 7 faltas no total e 2 faltas por UD.
    Os alunos realizarão 3 testes e 3 workshops. As classificações obtidas nos testes e nos workshops contribuirão em 50%, respectivamente, para a classificação. Os alunos serão dispensados de exame se esta classificação for  12 valores, e em cada teste a nota for  8 valores.
    Se o aluno for a exame, a classificação do exame e da avaliação contínua contribuirão, respectivamente, em 60% e 40% para a nota final.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Cooperação e Desenvolvimento (Cooperation and Development)

    Cooperação e Desenvolvimento (Cooperation and Development)

    Código: 1346
    Responsável: Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Agricultura Tropical e Desenvolvimento Sustentável

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Formar técnicos especializados em Relações Internacionais e Acções de Cooperação no âmbito das Políticas de apoio ao Desenvolvimento nacionais e internacionais, com especial sensibilidade para as questões de cooperação para o desenvolvimento. Conhecimento básico na área da economia do desenvolvimento, com capacidade para melhor poder conhecer os modelos de desenvolvimento, em especial os aplicáveis às regiões tropicais e/ou países menos desenvolvidos e respectivas características e padrões de comportamento dos sistemas económicos nessas regiões. A disciplina oferece preparação para análise, compreensão e capacidade de intervenção no meio tropical e em países menos desenvolvidos, tendo em consideração para além do meio físico e biológico, essencialmente o meio humano das regiões tropicais/países menos desenvolvidos. Procura-se preparar técnicos com capacidade para intervir aos mais variados níveis de gestão de projectos de desenvolvimento (concepção, desenho, avaliação e monitorização) e também ao nível da definição das políticas económicas.

    3. Programa:

    Relações internacionais, comercio e investimento. Vantagens comparativas e competitivas. Restrições da procura, modelos de desenvolvimento e oportunidades do comercio internacional. Politicas de comercio e políticas económicas. Organizações Internacionais, como a Organização Mundial de Comércio e Políticas Sectoriais. Economia do Consumidor e interface com a cooperação e o desenvolvimento. Investigação e Desenvolvimento de carácter multilateral. Organizações internacionais vocacionadas para as regiões tropicais. Ajuda Pública ao desenvolvimento: Ajuda alimentar, ajudas orçamentais e de carácter macroeconómico, apoio à formação e educação, etc.
    Segurança alimentar e as relações internacionais: Estudo de casos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Houck, J. 1986. Elements of Agricutural Trade Policies. Macmillan Publishing Company, London
    • Veiga Simão, José e J.C. Oliveira. 2002. Potencialidades de Cooperação para a Competitividade.Assoc.Ind. Port. E Inst. Port. Da Conjuntura Estratégica.
    • Colecção SEDGES – Série de Estudo e de Gestão de Sistemas, editado pelo CIAT-CD/Secção de Agronomia Tropical.ISA/UTL – Lisboa.

    Bibliografia Complementar

    • Relatórios anuais do PNUD
    • Relatórios anuais Banco Mundial
    • Relatórios anuais FAO

    5. Avaliação:

    Avaliação Continua e por teste. Teste Final.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Culturas Energéticas (Energy Crops)

    Culturas Energéticas (Energy Crops)

    Código: 1584
    Responsável: Pedro Jorge Cravo Aguiar Pinto
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia de Sistemas Bioenergéticos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 30 Práticas/Laboratoriais: 40 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecimento das culturas com potencial bioenergético, da sua ecofisiologia e práticas culturais

    3. Programa:

    Introdução
    Gestão da produtividade em culturas agrícolas
    - Economia do Carbono e da água
    - Capacidade fotossintética
    - Crescimento
    - Repartição de assimilados, morfologia e fenologia
    - Nutrição azotada
    Controlo da produtividade em culturas específicas
    - Casos de estudo com culturas energéticas sorteadas pelo alunos

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • N. El Bassam (Author) 2010. Handbook of Bioenergy Crops: A Complete Reference to Species, Development and Applications

    5. Avaliação:

    Avaliação de exercícios na aula e para casa
    Apresentação individual de um caso de estudo

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Delineamento e Análise Experimental em Ecologia (Data Treatment and Experimental Analysis in Ecology)

    Delineamento e Análise Experimental em Ecologia (Data Treatment and Experimental Analysis in Ecology)

    Código: 1347
    Responsável: Teresa Paula Gonçalves Cruz (UE)
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 20 Práticas/Laboratoriais: 25 Outras: 1 Total: 56

    2. Objectivos:

    Desenvolvimento da capacidade de identificar as componentes lógicas no processo de investigação em ecologia.
    Desenvolvimento da capacidade de delinear, analisar e interpretar experiências em Ecologia utilizando técnicas de análise univariada e multivariada.
    Desenvolvimento de espírito crítico no sentido de discutir a adequação de uma experiência a um determinado problema biológico e a interpretação de resultados experimentais.
    Desenvolvimento da destreza linguística no inglês através da leitura de artigos científicos, da destreza informática na análise de dados, da destreza em tecnologias de informação e comunicação, e da capacidade de utilização da plataforma de ensino on-line da Universidade de Évora.
    Desenvolvimento da capacidade de trabalhar em equipa.

    3. Programa:

    Conteúdo
    - Concepção lógica de experiências: das observações à interpretação de experiências.
    - Problemas em experiências mal delineadas: falta de replicação, falta de controlos, pseudo-replicação no espaço e no tempo, experiências confundidas, falta de independência.
    Estudos univariados
    -Experiências controladas em laboratório; estudos manipulativos e não manipulativos no terreno que integram variabilidade espacial e temporal em diferentes escalas, utilizando análise de variância (ANOVA multifactorial com delineamentos ortogonais e/ou aninhados, e factores fixos e/ou aleatórios).
    - Análise da potência de um teste; e utilização da potência para planear uma experiência.
    - Avaliação de impactes ambientais, utilizando análises assimétricas (delineamento “Beyond BACI”).
    - Correlação e Regressão linear simples e múltipla.
    Estudos multivariados (ex.: padrões de estrutura de comunidades) utilizando:
    - técnicas de classificação e ordenação de dados biológicos e ambientais;
    - testes de hipóteses multivariadas;
    - relação entre padrões multivariados biológicos e ambientais.

    Métodos de ensino
    Aulas teóricas seguidas de aulas práticas em que se faz a aplicação da matéria teórica a casos práticos, com utilização de software apropriado.
    Aulas práticas de discussão e apresentação de propostas de resolução de problemas ecológicos através do delineamento de experiências (trabalho em grupo)
    Aulas práticas de análise e interpretação de resultados experimentais (com base em artigos científicos) (trabalho em grupo)
    Resolução individual de problemas de delineamento e interpretação de experiências (trabalho de casa) e interacção com o docente por via electrónica.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Clarke, K.R. & Warwick, R. M., 2001. Change in Marine Communities. An approach to statistical analysis and interpretation. National Environment Research Council, U. K., 144p.
    • Quinn, G. P. & Keough, M.J., 2002. Experimental design and data analysis for biologists. Cambridge University Press. 537pp.
    • Underwood, A.J., 1997. Experiments in ecology: their logical design and interpretation using analysis of variance. Cambridge University Press. 504pp.

    5. Avaliação:

    Participação em discussões; elaboração, apresentação e discussão de trabalhos. Trabalho individual de resolução de problemas através do delineamento de experiências e de análise e interpretação de resultados experimentais (trabalho de casa e testes de frequência).

    6. Estimativa total de trabalho: 162 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Derivados e Sub-Produtos da Uva e do Vinho (Grape and Wine Derived Products and By-products)

    Derivados e Sub-Produtos da Uva e do Vinho (Grape and Wine Derived Products and By-products)

    Código: 1674
    Responsável: Jorge Manuel Rodrigues Ricardo da Silva
    Outros docentes: Isabel Maria Nunes de Sousa, AP Belchior (INRB-EVN), Ilda Caldeira (EVN) e Sara Canas (EVN)
    Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
    Precedências: Composição e Controlo Físico-Químico e Sensorial do Vinho; Vinificação

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 3 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teóricas:21 Práticas/Laboratoriais: 14 Outras: 7 Total: 42

    2. Objectivos:

    Caracterização e conhecimento dos derivados e subprodutos da uva e do vinho tendo em vista o seu aproveitamento e valorização, em complemento dos produtos principais do sector vitivinícola: uva e vinho.

    3. Programa:

    Breve história dos derivados e dos subprodutos da uva e do vinho. Importância actual. Derivados da uva: Sumos: tipos de sumos, diagrama de fabrico e respectivo equipamento. Passas: Tipos de passas, diagrama de fabrico e respectivo equipamento. Gelificação de polissacáridos: Processo de gelificação e agentes gelificantes. Doces: Tipos de doces, diagrama de fabrico e respectivo equipamento, caso particular da uvada. Geleias: Tipos de geleias, diagrama de fabrico e respectivo equipamento, caso particular das geleias hipocalóricas. Licores: Tipos de licores, diagrama de fabrico e respectivo equipamento. Mosto concentrado: Importância económica, tecnologia de fabrico. Equipamento, rectificação do mosto concentrado. Outros derivados da uva. Derivados do vinho: Aguardentes vínicas: Características da matéria-prima (vinho), tipos de aguardentes vínicas, diagrama de fabrico, destiladores / alambiques, tecnologia de envelhecimento, a cave, as quartolas ou barris-composição físico-química da madeira, origem botânica e geográfica da madeira, fabrico das quartolas, controlo do envelhecimento. Vinagres: Tipos de vinagres, tecnologia de fabrico, condições e sistemas de fermentação, acabamento. Outros derivados do vinho. Aproveitamento de subprodutos: Engaços, bagaços, grainhas, borras, sarro, vinhaços e flegmaças. Aspectos biológicos, nutricêuticos e farmacológicos dos produtos da vinha: Importância dos produtos nutricêuticos e fármacos, constituintes responsáveis, actividades biológicas e farmacológicas, produtos comerciais.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • LARANJEIRA, C. (1998) – Introdução monográfica à indústria vinagreira. Aproveitamento de vinhaços de aguardentes vínicas em acetificação: um valor de opção para a indústria vinagreira. Tese de Mestrado em Ciência e Tecnologia de Alimentosl, Instituto Superior de Agronomia, UTL.
    • CALDEIRA, I. (1995) – Uvada – recuperação de um doce tradicional de uva e maçã. Tese de Mestrado em Viticultura e Enologia, Instituto Superior de Agronomia, UTL.
    • CALDEIRA, I. (2004) – O aroma de aguardentes vínicas envelhecidas em madeira. Tese de Doutoramento em Engenharia Agro-Industrial, Instituto Superior de Agronomia, UTL.
    • CANAS, S. (2003) – Estudo dos compostos extraíveis de madeira (Carvalho e Castanheiro) e dos processos de extracção na perspectiva do envelhecimento em Enologia. Tese de Doutoramento em Engenharia Agro-Industrial, Instituto Superior de Agronomia, UTL.
    • CANTAGREL, R. (1993) – Elaboration et Connaissance des Spiritueux (1º Simpósio Científico International do Congresso), Tec. & Doc. Lavoisier, Paris.
    • CHATONNET, P. (1995) – Influence des procédés de tonnellerie et des conditions d’élevage sur la composition et la qualité des vins élevés en fûts de chêne. Thèse Doctorat, Université de Bordeaux II.

    5. Avaliação:

    Avaliação em exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 84 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Desenho de Representação e Apresentação da Paisagem (Landscape Design and Presentation)

    Desenho de Representação e Apresentação da Paisagem (Landscape Design and Presentation)

    Código: 1619
    Responsável: Maria Cristina da Fonseca Ataíde Castel-Branco
    Outros docentes: Miguel António Navas Cândido
    Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 7 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 84 Práticas/Laboratorias: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Descobrir as potencialidades da expressão gráfica tanto na representação, como na apresentação dos processos em arquitectura paisagista.
    Reconhecer o desenho enquanto conceito aberto, é transversal a todas as áreas envolvidas na formação do arquitecto paisagista.
    Fomentar a interdisciploinaridade, dado que o desenho é seminal e/ou está implícito em todas as disciplinas desde a botânica, à História dos Jardins, dos Materiais Vegetais ao Ordenamento do Território .
    Revelar por via do Desenho, a consciência de um universo pessoal, resultado de experiências mentais e emotivas, essenciais nos processos criativos.
    Adquirir noções de envolvência e de atmosferas, em termos sensoriais, visuais, plásticos e estéticos.
    Apreender a razão da diferença entre mensagens casuais e intencionais, o essencial e o acessório.

    3. Programa:

    Componente teórica
    Leitura analítica de imagens (desenhos, diapositivos e fotografia) .
    Visionamento de dvd’s sobre arquitectos e artistas plásticos.
    A Cor, nos processos de representação e apresentação da paisagem.
    Debates temáticos relacionando desenho, fotografia, filme, paisagem e arquitectura.

    Componente Prática
    Exercícios de observação do real, tendo como referentes, o Panejamento enquanto simulacro da paisagem e, os sólidos Platónicos, como sínteses da Arquitectura.
    Parcerias com as outras disciplinas, na apresentação Gráfica dos trabalhos em curso, na composição de cartazes e painéis, assim como na elaboração de power-points ou outros suportes digitais.
    Intervenção no Campus Universitário, expresso em Diário Gráfico, num concurso de ideias/soluções
    Exercícios qualificação, caracterização e experimentação plástica da cor.
    Desenvolvimento de um Diário Gráfico individual, de expressão idiossincrática, conducente à conciliação entre pensamento e registo.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Steenbergen, Clemens: Composing Landscapes, analysis, typology and experiments for design. Birkhauser Basel, Bóston, Berlin, 2008.
    • Collier, Graham: Form, Space and Vision. Prentice-Hall.
    • Fau, Alexandra: Le Drapé, carnet de dessins. Bibliothèque de L’image, 2002.

    Bibliografia Complementar

    • Kovats, Tânia: The Drawing Book, A survey of drawing: the primary means of expression. Black dog publishing, 2007.
    • Monteiro, Marta Íris: Burle Max. Ediciones G. Gili, SA de CV. 2001
    • Revistas de Arquitectura paisagista´artes plásticas e arquitectura, nomeadamente: Controspazio, rivista bimestrale di architettura e urbanística ; Paisea; Arquitecturas; Bombart , Architecture d’aujourdui, etc.

    5. Avaliação:

    A avaliação é contínua e resulta de:
    Assiduidade, pontualidade.
    Regularidade da produção gráfica e consequente corpo de trabalho.
    Disponibilidade, sentido critico e criatividade.
    Honestidade intelectual.
    Qualidade Gráfica dos trabalhos apresentados.
    Relações interdisciplinares.
    Cumprimentos dos prazos.

    6. Estimativa total de trabalho: 196 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Desenvolvimento de Produtos Alimentares (New Food Products Development)

    Desenvolvimento de Produtos Alimentares (New Food Products Development)

    Código: 1807
    Responsável: Maria Paulina Estorninho Neves da Mata
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 2.5 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 14 Teórico-Práticas: 14 Outras: 7 Total: 35

    2. Objectivos:

    Familiarizar os alunos com:
    - tendências globais em termos de alimentação e a evolução dos hábitos alimentares dos portugueses;
    - os processos de concepção e desenvolvimento de novos produtos, novas metodologias de processamento e conservação e novas tecnologias de embalagem;
    Desenvolver capacidade de análise de novos produtos alimentares.

    3. Programa:

    Novos produtos alimentares – definição, características e aspectos que determinam o seu desenvolvimento.
    Ciclo de vida de um produto.
    Relação do desenvolvimento de novos produtos com a evolução dos hábitos alimentares e o das novas tecnologias de conservação, processamento e embalagem.
    Metodologias de desenvolvimento de novos produtos.

    Método de ensino

    A unidade curricular incluirá uma componente de seminários por profissionais envolvidos no desenvolvimento de novos produtos ou na implementação de novas tecnologias de embalagem e conservação.
    - Sessões teóricas para introdução dos vários temas envolvendo a exposição, utilizando o datashow
    - Sessões teórico-práticas em que se discutem artigos sobre tendências em termos de alimentação ou desenvolvimento de produtos alimentares ou se analisam novos produtos alimentares.
    - Utilização de website com material de estudo e contacto à distância via email.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Wesselingh, J,A.; Kiil, S.; Vigild, M. E., Design & Development of Biological, Chemical, Food and Pharmaceutical Products, Wiley, 2007.
    • Brody, A. L.; Lord, J. B., Developing New Food Products for a Changing Marketplace. Culinary and Hospitality Industry Publications Services, 2000.
    • Fuller, G. W., New Product Development, CRC Press, 2005
    • Costa A. I., New Insights into Consumer-Oriented Food Products Design, Univ. Wageningen, 2003

    5. Avaliação:

    - Trabalho de Grupo (25 %)
    - Exame individual com consulta (75 %)

    6. Estimativa total de trabalho: 70 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Desenvolvimento Rural (Rural Development)

    Desenvolvimento Rural (Rural Development)

    Código: 1348
    Responsável: Raúl da Fonseca Fernandes Jorge
    Outros docentes: Isabel Maria Gomes Rodrigo
    Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável; Engenharia Agronómica
    Ramo: Engenharia Agronómica - Economia Agrária e Gestão do Território

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória EAgr – Ec. Agrária e Gestão do Território
    Opcional Agronomia Tropical e Desenv. Sustentável


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se que os alunos:
    1) conheçam a terminologia e conceitos básicos do desenvolvimento e do desenvolvimento rural;
    2) desenvolvam o domínio dos indicadores utilizados para medir o desenvolvimento;
    3) adquiram capacidade de equacionar a relação entre a utilização dos recursos e as políticas de desenvolvimento;
    4) conheçam as metodologias utilizadas para o desenvolvimento rural;
    5) adquiram capacidade para elaborar um plano de desenvolvimento rural nos países em desenvolvimento.

    3. Programa:

    I - Introdução ao desenvolvimento: do crescimento económico ao desenvolvimento; coesão social e competitividade.
    II - Desenvolvimento Rural: nos países desenvolvidos e nos países em desenvolvimento; meio ambiente e desenvolvimento; agentes e metodologias.
    III - Desenvolvimento rural nos países em desenvolvimento: objectivos; vias; racionalidade económica dos agentes; a questão do multiculturalismo; segurança alimentar; os limites da revolução verde; as capacidades endógenas; condições de vida e acesso a serviços; o quadro institucional; o sector informal; migrações.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • OCDE, The New Rural Paradigm. Policies and governance, OECD, Paris, 2006.
    • José Eli da Veiga, Desenvolvimento Sustentável, o desafio do século XXI, S. Paulo, 2007.
    • Michael Kearney, Reconceptualizing the peasantry, Westriew Press, 1996.
    • Amartya Sen, Desenvolvimento como liberdade, São Paulo, 2000.

    Bibliografia Complementar

    • Banco Mundial, Agricultura para o desenvolvimento, Relatório do Banco Mundial, 2008.
    • FAO, The State of Food Insecurity in the World 2008, Rome, 2009.
    • Michael Cernea (coord.), Primero la gente. Variables sociológicas en el desarrollo rural, México, 1995.
    • FAO, L’analyse sociologique dans la conception de projets d’investissement agricole, Roma, 1995.

    5. Avaliação:

    A avaliação de conhecimentos assenta, fundamentalmente, em duas componentes:
    1. os trabalhos realizados pelo formando ao longo do semestre e apresentados nas aulas
    2. um exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Detecção Remota e Análise de Imagem (Remote Sensing and Image Analysis)

    Detecção Remota e Análise de Imagem (Remote Sensing and Image Analysis)

    Código: 1349
    Responsável: José Miguel Oliveira Cardoso Pereira
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: Engenharia Agronómica – Engenharia Rural; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais - todos

    Ano Curricular: 1º(EFRN)/2º(EAgr) Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Opcional: Engenharia Agronómica


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Desenvolver nos alunos as competências necessárias para poderem efectuar, de forma autónoma, tarefas de classificação qualitativa e de análise quantitativa de imagens dos principais satélites de observação da Terra, com dados de resolução espacial variável entre 1m e 1km. Serão enfatizadas aplicações de classificação do coberto vegetal e detecção das suas alterações, nomeadamente as induzidas pelo fogo e pelo corte/colheita, bem como a análise da dinâmica do coberto vegetal, através de índices de vegetação.

    3. Programa:

    Introdução à estrutura de dados raster multiespectrais. Resolução espacial, radiométirca, espectral e temporal. Caracterização quantitativa e visualização de imagens. Realce de contraste e filtragem; Pré-processamento: correcção radiométrica e conversão de nùmeros digitais para reflectância. Correcção geométrica. Principais metedologias para quantificação e correcção de efeitos atmosféricos; O conceito de assinatura espectral. Classificação não-supervisada e supervisada. Principais algoritmos: ISODATA, k-means, máxima verosimilhança/análise discriminante, classificadores em árvore. Avaliação da exactidão de uma classificação; Detecção de alterações do coberto e análise de séries temporais. Índices de vegetação: conceito genérico e índices especializados. Minimização de perturbações induzidas pelo solo e atmosfera.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Jensen, J.R. (1996) Introductory Digital Image Processing – A Remote Sensing Perspective. Prentice Hall, NJ

    Bibliografia Complementar

    • Chuvieco, E. (1996, 3rd Ed.) Fundamentos de Teledetección Espacial. RIALP, Madrid.

    5. Avaliação:

    Teste intermédio
    Exame final
    Trabalhos práticos

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Direito Internacional do Ambiente e Energia (International Law of the Environment and Energy)

    Direito Internacional do Ambiente e Energia (International Law of the Environment and Energy)
    Área Científica:
    Coordenador:
    Outros docentes:
    Precedências:

    Curso: ECTS: Ano:


    Programa Resumido

    (a disponibilizar em breve)

    Dissertação - Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável (Dissertation - Tropical Agriculture and Sustainable Development)

    Dissertação (Dissertation - Tropical Agriculture and Sustainable Development)

    Código: 1541
    Responsável: Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável

    Ano Curricular: 2º Semestral: Anual ECTS: 42 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Outras: 588 Total: 588

    2. Objectivos:

    Consiste em programa de trabalho individual de iniciação à actividade de investigação na área da agronomia tropical, cooperação e desenvolvimento, com especial preocupação para as áreas e questões de desenvolvimento sustentável dos países menos desenvolvidos e /ou no âmbito das relações internacionais.

    3. Programa:

    Programas teórico e/ou de desenvolvimento experimental, estudo de casos e temático.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • A Ajustar dependendo do tema de trabalho definido

    5. Avaliação:

    Avaliação Qualitativa baseada nos seguintes itens:
    Apresentação de trabalho escrito de acordo com normas de referência.
    Apresentação e discussão de trabalho em termos orais
    Apresentação e Defesa do trabalho realizado em provas públicas

    6. Estimativa total de trabalho: 1176 Horas


    Dissertação - Arquitectura Paisagista (Dissertation - Landscape Architecture)

    Dissertação (Dissertation - Landscape Architecture)

    Código: 1541
    Responsável: Luís Paulo Almeida Faria Ribeiro
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 2º Semestral: Anual ECTS: 42 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Outras: 588 Total: 588

    2. Objectivos:

    A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre, integrado num projecto de investigação e orientado por professor(a) e/ou investigador(a).

    3. Programa:

    Trabalho teórico e experimental em tema de Arquitectura Paisagista e elaboração da dissertação de Mestrado.

    4. Bibliografia:

    • A definir de acordo com o coordenador

    5. Avaliação:

    Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri.

    6. Estimativa total de trabalho: 1176 Horas


    Dissertação - Biologia Funcional (Dissertation - Functional Biology)

    Dissertação - Biologia Funcional (Dissertation - Functional Biology)

    Código: 1543
    Responsável: Sara Barros Queiroz Amâncio
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Biologia Funcional

    Ano Curricular: 2º Semestral: Anual ECTS: 60 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Outras: 840 Total: 840

    2. Objectivos:

    A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre, integrado num projecto de investigação e orientado por professor(a) e/ou investigador(a).

    3. Programa:

    Trabalho teórico e experimental em tema de Biologia Funcional e elaboração da dissertação de Mestrado.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • A definir de acordo com o coordenador

    5. Avaliação:

    Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Dissertação - Ciências Gastronómicas (Dissertation - Gastronomical Sciences)

    Dissertação - Ciências Gastronómicas (Dissertation - Gastronomical Sciences)

    Código: 1816
    Responsável: Maria da Conceição da Silva Loureiro Dias
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 2º Semestral: Anual ECTS: 50 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Outras: 700 Total: 700

    2. Objectivos:

    A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre, integrado num projecto de investigação e orientado por professor(a) e/ou investigador(a).

    3. Programa:

    Trabalho teórico e experimental em tema de Ciência e Tecnologia de Alimentos/Engenharia Alimentar e elaboração da dissertação de Mestrado.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    A definir de acordo com o coordenador.

    5. Avaliação:

    Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri.

    6. Estimativa total de trabalho: 1400 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Dissertação - Engenharia Agronómica (Dissertation - Agriculture)

    Dissertação (Dissertation - Agriculture)

    Código: 1541
    Responsável: Cristina Maria Moniz Simões Oliveira
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Agronómica;

    Ano Curricular: 2º Semestral: Anual ECTS: 42 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Outras: 588 Total: 588

    2. Objectivos:

    A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre, integrado num projecto de investigação e orientado por professor(a) e/ou investigador(a).

    3. Programa:

    Trabalho teórico e experimental em tema de Engenharia Agronómica e elaboração da dissertação de Mestrado.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • A definir de acordo com o coordenador

    5. Avaliação:

    Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri.

    6. Estimativa total de trabalho: 1176 Horas


    Dissertação - Engenharia Alimentar (Dissertation - Food Science and Engineering)

    Dissertação (Dissertation - Food Science and Engineering)

    Código: 1541
    Responsável: Margarida Gomes Moldão Martins
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar

    Ano Curricular: 2º Semestral: Anual ECTS: 42 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Outras: 588 Total: 588

    2. Objectivos:

    A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre.

    3. Programa:

    Trabalho teórico e experimental em tema de Engenharia Alimentar e elaboração da dissertação de Mestrado.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • A definir de acordo com o coordenador

    5. Avaliação:

    Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri.

    6. Estimativa total de trabalho: 1176 Horas


    Dissertação - Engenharia de Sistemas Bioenergéticos (Dissertation - Bioenergy Systems Engineering)

    Dissertação - Engenharia de Sistemas Bioenergéticos (Dissertation - Bioenergy Systems Engineering)

    Código: 1541
    Responsável: Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia de Sistemas Bioenergéticos

    Ano Curricular: 2º Semestral: Anual ECTS: 42 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    2. Objectivos:

    A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre, integrado num projecto de investigação e orientado por professor(a) e/ou investigador(a).

    3. Programa:

    Trabalho teórico e experimental em tema de Engenharia de Sistemas Bioenergéticos e elaboração da dissertação de Mestrado.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    A definir de acordo com o coordenador

    5. Avaliação:

    Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri.

    6. Estimativa total de trabalho: 1176 Horas


    Outras: 588 Total: 588

    Dissertação - Engenharia do Ambiente (Dissertation - Environmental Engineering)

    Dissertação (Dissertation - Environmental Engineering)

    Código: 1541
    Responsável: Elizabeth da Costa Neves Fernandes d'Almeida Duarte
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente

    Ano Curricular: 2º Semestral: Anual ECTS: 42 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Outras: 588 Total: 588

    2. Objectivos:

    A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre.

    3. Programa:

    Trabalho teórico e experimental em tema de Engenharia do Ambiente e elaboração da dissertação de Mestrado.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • A definir de acordo com o coordenador

    5. Avaliação:

    Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri.

    6. Estimativa total de trabalho: 1176 Horas


    Dissertação - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais (Dissertation - Forestry and Natural Resources)

    Dissertação - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais (Dissertation - Forestry and Natural Resources)

    Código: 1541
    Responsável: Maria Helena Reis de Noronha Ribeiro de Almeida
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais

    Ano Curricular: 2º Semestral: Anual ECTS: 42

    Obrigatória restantes ramos
    Opcional Engenharia dos Produtos Florestais


    1. Horas de contacto:

    Outras: 588 Total: 588

    2. Objectivos:

    A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre, integrado num projecto de investigação e orientado por professor(a) e/ou investigador(a).

    3. Programa:

    Trabalho teórico e experimental em tema de Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais e elaboração da dissertação de Mestrado.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • A definir de acordo com o coordenador

    5. Avaliação:

    Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri.

    6. Estimativa total de trabalho: 1176 Horas


    Dissertação - Engenharia Zooténica - Produção Animal (Dissertation - Animal Production Engineering)

    Dissertação - Engenharia Zooténica - Produção Animal (Dissertation - Animal Production Engineering)

    Código: 1541
    Responsável: Luísa Almeida Lima Falcão e Cunha
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Zootécnica – Produção Animal

    Ano Curricular: 2º Semestral: Anual ECTS: 42 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Outras: 588 Total: 588

    2. Objectivos:

    A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre, integrado num projecto de investigação e orientado por professor(a) e/ou investigador(a).

    3. Programa:

    Trabalho teórico e experimental em tema de Produção Animal e elaboração da dissertação de Mestrado.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • A definir de acordo com o coordenador

    5. Avaliação:

    Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Dissertação - Gestão e Conservação de Recursos Naturais (Dissertation - Natural Resources Management and Conservation)

    Dissertação - Gestão e Conservação de Recursos Naturais (Dissertation - Natural Resources Management and Conservation)

    Código: 1543
    Responsável: Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais

    Ano Curricular: 2º Anual ECTS: 46.5 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Outras: 627.75
    Total: 627.75

    2. Objectivos:

    A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre.

    3. Programa:

    Trabalho teórico e experimental em tema de Gestão e Conservação de Recursos Naturais e elaboração da dissertação de Mestrado.

    4. Bibliografia:

    A definir de acordo com o coordenador

    5. Avaliação:

    Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri

    6. Estimativa total de trabalho: 1255.5 Horas


    Dissertação - Matemática Aplicada às Ciências Biológicas (Dissertation - Mathematics Applied to Biological Sciences)

    Dissertação (Dissertation - Mathematics Applied to Biological Sciences)

    Código: 1541
    Responsável: Jorge Filipe Campinos Landerset Cadima
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas

    Ano Curricular: 2º Semestral: Anual ECTS: 42 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Outras: 588 Total: 588

    2. Objectivos:

    A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre.

    3. Programa:

    A definir por acordo entre o aluno e o respectivo orientador, tendo em conta as normas constantes do Regulamento do Mestrado.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • A definir pelo orientador

    5. Avaliação:

    Provas públicas, de acordo com a legislação em vigor e o Regulamento do Mestrado

    6. Estimativa total de trabalho: 1176 Horas


    Dissertação - Viticultura e Enologia (Dissertation - Viticulture and Oenology)

    Dissertação (Dissertation - Viticulture and Oenology)

    Código: 1541
    Responsável: Jorge Manuel Rodrigues Ricardo da Silva
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia

    Ano Curricular: 2º Semestral: Anual ECTS: 42 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Outras: 588 Total: 588

    2. Objectivos:

    A dissertação de Mestrado consiste num projecto individual conducente ao grau de Mestre.

    3. Programa:

    Trabalho teórico e experimental em tema de Agronomia/Engenharia Alimentar e elaboração da dissertação de Mestrado.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • A definir de acordo com o coordenador

    5. Avaliação:

    Submissão e discussão da dissertação de Mestrado. A classificação final da dissertação (quantitativa, numa escala de 0-20) é baseada nos seguintes itens: apresentação oral do trabalho, apreciação e discussão do manuscrito pelos membros do júri.

    6. Estimativa total de trabalho: 1176 Horas


    Ecofisiologia Molecular (Plant Molecular Ecophysiology)

    Ecofisiologia Molecular (Plant Molecular Ecophysiology)

    Código: 1355
    Responsável: Maria da Glória Calado Inglês Esquível
    Outros docentes: Sara Barros Queiroz Amâncio, Ricardo Manuel Seixas Boavida Ferreira, Manuela Rodrigues Branco Simões, João Manuel Dias dos Santos Pereira, Maria Luísa Louro Martins e Miguel Pedro de Freitas Barbosa Mourato
    Curso: 2º ciclo – Biologia Funcional

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 28 Práticas/Laboratoriais: 14 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Estudo da interacção planta-ambiente - da planta inteira à célula. Processos responsáveis pela adaptação e aclimatação ao ambiente (condições óptimas e de stress ambiental). Pretendesse assim que os alunos tenham interesse em compreender como as plantas respondem às alterações do meio ambiente e que entendam como os genes influenciam os diversos processos biológicos de aclimatação. Na mesma perspectiva, os alunos ficaram com uma ideia da multiplicidade de processos fisiológicos e bioquímicos e moleculares subjacentes à tolerância dos seres vivos ao stress.

    3. Programa:

    1 CONCEITOS GERAIS DA FISIOLOGIA MOLECULAR DE STRESS, CONTROLO POR FACTORES AMBIENTAIS E METABÓLICOS
    Os seres vivos e o ambiente. Noção de stress.
    Metabolismo primário e metabolismo secundário.
    Metabolitos secundários, compostos fenólicos, isoprénicos, alcalóides e aminoácidos não proteicos.
    Exemplos de aplicação de metabolismo secundário
    2 RESPOSTAS AO STRESS, NAS SUAS COMPONENTES FISIOLÓGICA, BIOQUÍMICA E MOLECULAR.
    Transdução de sinais na resposta das plantas ao stress. Genes induzidos pelo stress.
    Secura e stresse salino: estratégias das plantas para resistir à deficiência hídrica. Co-ocorrência de outros stresses (luz e de temperatura). Efeitos no crescimento e no metabolismo. Regulação da expressão génica. Sinalização pelo ABA. Limitações à fotossíntese: de difusão do CO2 (estomas e mesófilo) e metabólicas. O ajustamento osmótico na adaptação das plantas. Mecanismos de resistência a stress salino em microrganismos
    Encharcamento: alterações no crescimento, estomas e relações hídricas. Efeitos adversos: deficiência de O2, excesso de CO2 e compostos tóxicos acumulados na zona radicular, alterações na permeabilidade das membranas celulares etc. Mecanismos de adaptação ao alagamento.
    Stress Oxidativo: agentes indutores e efeitos nocivos
    Temperaturas elevadas: Efeitos na estabilidade das membranas. O papel das proteínas de choque térmico na tolerância da célula ao calor. Stress animal e temperaturas extremas
    Frio: ‘chilling’ e congelamento. Mecanismos fisiológicos e moleculares de adaptação.
    Efeitos fisiológicos da PoluiçãoPoluição: efeitos directos e indirectos dos poluentes (SO2, NOx, H2S e ozono). Mecanismos de acção fisiológicos e moleculares.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Lambers H, Chapin III ES, Pons TL 2000 Plant Physiological Ecology. Springer verlag. ISBN 0.387.98326-0. New York

    Bibliografia Complementar

    • Artigos a serem indicados para cada tema

    5. Avaliação:

    Aulas Práticas

    • Trabalho experimental a realizar num grupo de investigação, dentro da área científica da ecofisiologia (apresentação do programa do trabalho a desenvolver). Dois alunos por tema (máximo).

    Seminário

    • Apresentação individual de um tema (15 min) a incluir na aula respectiva.

    Avaliação Final

    • Trabalho de pesquisa e experimental – 35%
    • Seminário -30%
    • Exame – 35%

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Ecofisiologia Tropical (Ecophysiology of Tropical Plants)

    Ecofisiologia Tropical (Ecophysiology of Tropical Plants)

    Código: 1558
    Responsável: Maria Isabel Nunes Januário
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 28 Práticas/Laboratoriais: 14 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Formar alunos com preparação básica para entender os sistemas de interacção entre planta-solo-agua-atmosfera, produção de biomassa e ambiente, com especial relevo para os fundamentos do funcionamento da produção de biomassa em meio tropical e oportunidades que esse meio tropical pode proporcionar para a valorização de produtos, a produção e aumento de produtividade e para melhorar processos de geração de valor e de desenvolvimento sustentável.

    3. Programa:

    1. Avaliação Integrada da produção de biomassa. Análise de Crescimento. Assimilação de carbono. Constituição e funcionamento do aparelho fotossintético. Utilização da luz por plantas de sol e de sombra. Fotoinibição e foto-oxidação.
    2. Regulação hídrica interna da planta. Resistência no contínuo solo-planta-atmosfera. Efeitos do stress hídrico. Adaptação à secura.
    3. Temperatura. Resposta a temperaturas extremas. Processos de adaptação ao frio e ao calor. Translocação e repartição dos assimilados. Regulação ao nível da planta inteira. Respiração de crescimento e de manutenção.
    4. Aspectos fitopatológicos ligados à quebra da produtividade. Tolerância intrínseca do germoplasma.
    5. “Case Studies” – investigação em curso em Portugal no domínio da Fisiologia com Plantas “tropicais,” como são os exemplos seguintes:
    5.1 - Cafeeiro
    5.2 - Triticales
    5.3 - Amaranthus
    5.4 - Amendoim
    5.5 - Pachyrhizus
    5.6 - Outros

    4. Bibliografia:

    • A Definir

    5. Avaliação:

    Por testes escritos e por trabalho de revisão bibliográfica

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Ecologia Aplicada e Conservação da Natureza (Applied Ecology and Nature Conservation)

    Ecologia Aplicada e Conservação da Natureza (Applied Ecology and Nature Conservation)

    Código: 1357
    Responsável: José Carlos Augusta da Costa
    Outros docentes: Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira e Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia do Ambiente
    Ramo: Engenharia Agronómica - Protecção de Plantas; Engenharia do Ambiente - todos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecer os biomas terrestres. Conhecer a carta biogeográfica de Portugal. Como descrever e cartografar a vegetação. Saber caracterizar os habitats de Portugal, conhecer as. espécies e habitats protegidos. Saber avaliar a biodiversidade a diferentes níveis espaciais e compreender como as actividades humanas a influenciam. Conhecer os processos e funções ecossistémicos. Saber utilizar conhecimentos de ecologia na gestão e conservação de populações e ecossistemas, nomeadamente em presença de actividades extractivas. Ecotoxicologia na avaliação e gestão de risco ambiental.

    3. Programa:

    Bioclimatologia. Biomas terrestres. Principais divisões florísticas e tipologia biogeográfica do Globo Terrestre. Tipologia e carta biogeográfica de Portugal continental, Madeira e Açores. Descrição da vegetação, método fitossociológico. Caracterização sumária dos principais habitats de Portugal: vegetação potencial florestal, pré-florestal e semi-desértica (bosques, matagais e semi-desertos, bosques palustres e ripícolas, serial subarbustiva e arbustiva, pastagens e prados, vegetação antrópica, rupícola, epífita, dunar e halófila de orlas sombrias de bosques e dulçaquícola.
    Estatutos de ameaça. Espécies portuguesas com estatuto de protecção, vegetais e animais. Espécies RELAPE. Avaliação de um território. Conceito de habitat e sua importância. Habitats CORINE. Rede Natura 2000. Cartografia de habitats e sistemas de informação geográfica (SIG).
    Diversidade populacional, comunitária, paisagística e ecossistémica, mosaismo e gradientes de comunidades. Integração das comunidades animais na matriz de vegetação. Funções e processos ecossistémicos. Funcionamento de ecossistemas actuados pelo Homem. Saúde do ecossistema, indicadores.
    Ecologia aplicada à gestão de comunidades e ecossistemas. Níveis de intervenção: protecção, gestão, reabilitação ou recuperação. Integridade biótica e conservação das funções e processos comunitários. Gestão da conectividade entre comunidades e entre ecossistemas. Conservação dentro e fora de áreas protegidas, e em situação de uso múltiplo. Capacidade biogénica do meio, sobre-exploração e extracção sustentável.
    Ecotoxicologia na avaliação e gestão de risco ambiental. Critérios da ecotoxicologia na avaliação e gestão de risco da contaminação ambiental para protecção da biodiversidade e dos recursos naturais. Aplicação a casos de estudo em sistemas agro-ambientais e em zonas sensíveis.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Bailey, RG. (2009) Ecosystem Geography, 2nd Edition. Springer-Verlag. Amsterdam.
    • Newman, EI (2000) Applied Ecology and Environmental Management. Blackwell Science. London.

    Bibliografia Complementar

    • Lindenmayer , D B. abd RJ Hobbs (2007) Managing and Designing Landscapes for Conservation: Moving from Perspectives to Principles. Blackwell Publishing. London.

    5. Avaliação:

    Testes curtos para avaliação do progresso do aluno. Trabalho prático de cartografia de habitats. Visita de estudo à Reserva Natural do Paul de Boquilobo. Exame final.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


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    Ecologia da Paisagem Aplicada (Applied Landscape Ecology)

    Ecologia da Paisagem Aplicada (Applied Landscape Ecology)

    Código: 1614
    Responsável: Francisco Manuel Cardoso de Castro Rego
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 5 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 42 Total: 70

    2. Objectivos:

    O objectivo central é o de que os alunos possam resolver em conjunto situações e questões práticas reais com o recurso aos conceitos e às ferramentas da Ecologia da Paisagem, verificando o interesse e a vantagem da sua utilização.
    Nesta disciplina pretende-se que os alunos recorram ao uso de ferramentas informáticas já conhecidas, nomeadamente de Sistemas de Informação Geográfica e de Análise de Padrões.

    3. Programa:

    No início da disciplina são apresentados possíveis casos de aplicação dos conceitos e das ferramentas da Ecologia da Paisagem, sendo seleccionado o caso (ou os casos) que mais interesse tenha(m) suscitado. Em todos os possíveis casos de aplicação incluem-se sempre análises de:
    1. Padrões de elementos na paisagem, sejam elementos pontuais, lineares ou manchas, e sua interpretação;
    2. Composição e configuração da paisagem em relação com os eu funcionamento;
    3. Dinâmica da paisagem e seus processos.
    Em cada ano, o caso de estudo a desenvolver pelos alunos poderá variar de acordo com a actualidade e interesse do tema e com a disponibilidade da informação geográfica de base.
    Como exemplo, o estudo desenvolvido em 2009-2010 centrou-se numa questão central e num factor importante para a dinâmica da paisagem: o fogo. Respeitando as diversas fases da análise recorre-se à avaliação de:
    1. Padrões de distribuição dos pontos de origem de incêndio;
    2. Associação entre pontos de origem de incêndio e tipos de uso de solo;
    3. Análise das áreas ardidas e suas formas;
    4. Associação entre áreas ardidas e tipos de uso de solo (índices de selecção);
    5. Dinâmica da paisagem através de matrizes de transição;
    6. Matrizes de transição condicional: o fogo como processo e factor de dinâmica da paisagem.
    Utilizam-se em todos os casos e de uma forma bastante desenvolvida as ferramentas de informação geográfica, sendo todos os trabalhos desenvolvidos com recurso a software de Informação Geográfica e Análise de Padrões, e sendo as análises quantitativas finais realizadas em Excel (ou software de estatística), garantindo a possibilidade de utilização prática destas ferramentas no futuro profissional dos alunos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Mazzoleni, S., G. di Pasquale, M. Mulligan, P. di Martino, and F.C. Rego. 2004. Recent Dynamics of the Mediterranean Vegetation and Landscape. John Wiley and Sons.
    • Forman, R.T.T. 1995. Land Mosaics. The ecology of landscapes and regions. Cambridge University Press.

    5. Avaliação:

    Os alunos trabalham em equipa analisando cada equipa as mesmas questões em áreas diferentes, ou diferentes questões para a mesma área, com apresentação por cada equipa dos resultados obtidos e com discussão geral em turma para comparação entre os diversos resultados.
    A avaliação é feita com base no trabalho, na apresentação e na discussão das equipas. Como previsto no regulamento do ISA os alunos têm direito a exame final, caso em que lhes é apresentado um trabalho individual.

    6. Estimativa total de trabalho: 140 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Ecologia de Sistemas Agro-Pecuários (Ecology of Crop Systems)

    Ecologia de Sistemas Agro-Pecuários (Ecology of Crop Systems)

    Código: 1358
    Responsável: Pedro Jorge Cravo Aguiar Pinto
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica
    Ramos: todos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Agro-Pecuária
    Opcional: restantes


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Ajudar a consolidar uma visão global e sistémica da actividade agrícola.
    Explicitar os princípios e as técnicas pelos quais a actividade é realizada.

    3. Programa:

    1. Alguns conceitos gerais da análise de sistemas
    2. Recursos básicos para o funcionamento de um sistema agrícola
    3. O conceito de empresa agrícola
    4. Os Recursos genéticos
    5. Os Recursos físicos e químicos
    6. Ecofisiologia das culturas
    7. Planeamento da actividade agrícola – o que e quando produzir?
    8. Estudo da tecnologia de produção de algumas culturas

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • LOOMIS, R.S.; CONNOR, D.J. 1992. Crop Ecology. Productivity and management in agricultural systems. Cambridge University Press. Cambridge

    Bibliografia Complementar

    • Villalobos, F.J., Mateos, L., Orgaz, F., Fereres, E., 2002. Fitotecnia. Bases y tecnologías de la producción agrícola. Ediciones Mundi-Prensa. Madrid, 496p

    5. Avaliação:

    Exame final escrito (sobre toda a matéria da disciplina);
    Realização de trabalhos práticos (exercícios sobre as matérias das aulas práticas).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Ecologia e Gestão de Populações Animais (Ecology and Management of Animal Populations)

    Ecologia e Gestão de Populações Animais (Ecology and Management of Animal Populations)

    Código: 1359
    Responsável: Manuela Rodrigues Branco Simões
    Outros docentes: Elisabete Tavares Lacerda de Figueiredo Oliveira e José Carlos Franco Santos Silva
    Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 14 Práticas/Laboratoriais : 28 Outras: 1.5 Total: 43.5

    2. Objectivos:

    Conhecer os factores que actuam sobre a ecologia das populações.
    Compreender os mecanismos da dinâmica das populações.
    Saber aplicar modelos determinísticos, estocásticos e de simulação da variação numérica das populações.
    Saber interpretar dados de sobrevivência e tabelas de vida.
    Compreender a relação entre a dinâmica das populações e as estratégias de gestão incluindo: exploração, conservação e supressão de pragas e exóticas.

    3. Programa:

    Definição e caracterização das populações.
    Resposta das populações ao meio ambiente.
    Medidas de dimensão populacional. Amostragem de popuklações. Distribuição espacial.
    Ciclos de vida. Estrutura etária. Tabelas de vida. Sobrevivência e longevidade. Curvas de sobrevivência. Estimador Kaplan-Meyer e testes de análise de sobrevivência.
    Dinâmica das populações. Crescimento independente da densidade. Crescimento dependente da densidade. Variabilidade na dinâmica das populações, introdução de mecanismos estocásticos. Estratégias r e K. Estratégias demográficas.
    Modelos incorporando a estrutura etária das populações. Matriz de Leslie.
    Regulação das populações. Identificação de factores chave e de factores reguladores.
    Relações intra específicas. Comportamento reprodutivo, selecção sexual. Esforço reprodutor e custos de reprodução. Isolamento reprodutivo.
    Relações interespecíficas. Competição intra específica. Relações interespecíficas. Competição interespecífica. Coexistência e exclusão. Modelos de competição inter-especifica.
    Predação e selectividade de presas. Dieta óptima. Respostas funcionais do predador à densidade da presa. Mecanismos de defesa das presas. Modelos predador-presa.
    Parasitoidismo e parasitismo. Interacções parasita-hospedeiro: evolução da resistência e virulência.
    Coevolução. Mutualismo.
    Aplicações na gestão das populações:
    i) Exploração sustentável das populações;
    ii) Conservação de populações e metapopulações;
    iii) gestão de pragas.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Townsend, C.R., Harper, J.L,Begon, M. 2000. Essentials of ecology. Blackwell. Oxford 552 p.
    • Akcakaya, H.R., Burgman, M.A., Ginzburg, L.R.,1999. Applied population ecology. Principles and computer exercises using RAMAS EcoLab 2.0. Sinauer Associates. Sunderland, MA (US). 285 p.
    • Begon, M.,Mortimer, M.,Thompson, D.J. 1996. Population ecology - a unified study of animals and plants. Blackwell. Oxford (GB). 247 p.

    Bibliografia Complementar

    • Dajoz, R. 2005. Princípios de ecologia. ARTMED. Porto Alegre. Brasil 519 pp.
    • Townsend, C.R., Harper, J.L,Begon, M. 2000. Essentials of ecology. Blackwell. Oxford 552 pp.
    • Pite, M.T.R., Avelar, T. 1996. Ecologia das populações e das comunidades. Uma abordagem evolutiva do estudo da biodiversidade. Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa.315 p.
    • Trabalhos cientificos dados na aula pelo docente.

    5. Avaliação:

    - Trabalhos realizados nas aulas práticas (5 a 7);
    - Apresentação e discussão de um trabalho de revisão bibliográfica;
    - Testes globais (2).

    6. Estimativa total de trabalho: 162 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012


    Ecologia e Gestão do Fogo (Fire Ecology and Management)

    Ecologia e Gestão do Fogo (Fire Ecology and Management)

    Código: 1360
    Responsável: José Miguel Oliveira Cardoso Pereira
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: Gestão Florestal; Gestão de Recursos Naturais

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 35 Teórico-Práticas: 35 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Apresentar conceitos fundamentais sobre física, química, meteorologia, ecologia e gestão do fogo, nas plantações florestais e matagais de tipo Mediterrâneo prevalecentes em Portugal.

    3. Programa:

    Introdução ao problema dos fogos florestais em Portugal: estatísticas de ocorrências, áreas ardidas e causas. Distribuição geográfica; Aspectos de física e química da combustão em fogos de vegetação; A vegetação enquanto combustível: principais tipos de combustíveis florestais. Parâmetros estruturais e termodinâmicos dos combustíveis vegetais; Clima, meteorologia e fogo. Principais condições sinópticas associadas à ocorrência de grandes fogos. Índices e sistemas de perigo meteorológico de incêndio: índices europeus e os sistemas americano e canadiano; Comportamento do fogo. Ignição, fogos em regime estacionário e grandes incêndios. Fogos de copas. Fogos dominados pelo vento versus fogos dominados pela coluna de convecção. Modelação do comportamento do fogo: o modelo de Rothermel; Ecologia e efeitos do fogo. O fogo como factor de perturbação dos ecossistemas. Adaptações evolucionárias e sucessão ecológica. Efeitos do fogo sobre a flora, a fauna, os solos e a água; Aspectos de silvicultura de prevenção. Gestão dos povoamentos e planeamento da arborização. Maneio dos combustíveis e organização do espaço florestal.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Pyne, S.J., P.L. Andrews e R.D. Laven (1996) Introduction to Wildland Fire, John Wiley & Sons, NY

    Bibliografia Complementar

    • Velez, R. (ed), (2000) La Defensa Contra Incêndios Forestales. McGraw-Hill, Madrid

    5. Avaliação:

    Exposição oral de síntese de artigo científico
    Exame final escrito

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Economia Agrícola e Agro-Alimentar (Agricultural and Food Economics)

    Economia Agrícola e Agro-Alimentar (Agricultural and Food Economics)

    Código: 1361
    Responsável: Raúl da Fonseca Fernandes Jorge
    Outros docentes: Filomena Duarte
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Zootécnica – Produção Animal; Viticultura e Enologia

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Eng. Agronómica; Eng. Zootécnica - PA
    Opcional: Viticultura e Enologia


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se que os alunos:
    1) identifiquem o problema económico básico da escolha num contexto de escassez e apreendam os conceitos necessários à abordagem deste problema ao nível do sector agrícola e agro-alimentar;
    2) compreendam as bases da análise das decisões de produção e de consumo;
    3) apreendam a estrutura e comportamento dos mercados agrícolas e agro-alimentares;
    4) apliquem os conceitos económicos à análise do sector agrícola e agro-alimentar em Portugal;
    5) apreendam os problemas e desafios globais enfrentados pelo sector agrícola e agro-alimentar num mundo em mudança.

    3. Programa:

    1. Conceitos básicos de Economia
    1.1. Escassez, custo de oportunidade e escolha
    1.2. Questões a que a economia procura responder
    1.3. Metodologia da ciência económica
    1.4. Falhas de mercado e intervenção pública

    2. O sector agrícola e agro-alimentar português
    2.1. A agricultura e a indústria agro-alimentar na economia portuguesa
    2.2. Estruturas da produção agrícola e da indústria agro-alimentar
    2.3. Os factores de produção
    2.4. Resultados económicos na agricultura e na indústria agro-alimentar

    3. Produção e oferta de produtos agrícolas e agro-alimentares
    3.1. A função de produção, produtividades e substituição entre factores
    3.2. Custos, rendimento e maximização do lucro
    3.3. Oferta de curto e longo prazo
    3.4. Especificidades da oferta de produtos agrícolas e agro-alimentares

    4. Procura de produtos agrícolas e agro-alimentares
    4.1. Utilidade, escolha do consumidor e função procura
    4.2. Determinantes da procura e especificidades da procura de bens alimentares
    4.3. Evolução recente do consumo alimentar

    5. Mercados e preços de produtos agrícolas e agro-alimentares
    5.1. Procura, oferta, equilíbrio e instabilidade dos mercados
    5.2. O contexto internacional das trocas de produtos agrícolas e a formação de preços em economia aberta
    5.3. Estruturas de mercado e fileiras agro-alimentares

    6. A agricultura e a alimentação num mundo em mudança
    6.1. A economia agrícola e agro-alimentar mundial
    6.2. A globalização e os novos desafios à agricultura
    6.3. As políticas agrícolas e rurais dos países da OCDE

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Seitz, W.; Nelson, G.; Halcrow, H. (2002), Economics of Resources, Agriculture and Food. Second edition,. New York, McGraw-Hill Higher Education.
    • Tracy, M. (1993), Food and agriculture in a market economy, APS-Agricultural Policy Studies, Belgium.

    Bibliografia Complementar

    • Rhodes, V. J. (1993), The Agricultural Marketing System, Gorsuch Scarisbrick Publishers, Scottsdale, Arizona.
    • Lagrange, L. (1995), La commercialisation des produits agricoles et alimentaires, Tec.Doc, Paris.

    5. Avaliação:

    A avaliação de conhecimentos assenta, fundamentalmente, em duas componentes:
    1. os trabalhos realizados ao longo do semestre e apresentados nas aulas teórico-práticas ou em seminário; e
    2. um exame final escrito envolvendo toda a matéria da disciplina

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Exercícios

    Avisos

    Avaliação


    Economia da Bioenergia (Bioenergy Economics)

    Economia da Bioenergia (Bioenergy Economics)

    Código: 1589
    Responsável: José Manuel Osório de Barros de Lima e Santos
    Outros docentes: Ana Maria Contente de Vinhas Novais e Francisco Ramos Lopes Gomes da Silva
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais; Engenharia de Sistemas Bioenergéticos
    Ramo: Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais – Engenharia dos Produtos Florestais

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 30 Práticas/Laboratoriais: 40 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Apreensão de conceitos básicos de economia essenciais na análise económica das bioenergias;
    Apreensão de conceitos básicos e operacionais de duas metodologias: a análise custo-benefício (ACB) e a análise multicritério (AMC);
    Aquisição de competências de aplicação destas metodologias à avaliação de sistemas produtivos, projectos, programas e medidas de política no domínio das bioenergias.

    3. Programa:

    1. Introdução à economia da bionergia
    Escassez, escolha e custo de oportunidade. Equilíbrio de mercado em concorrência perfeita. Óptimo e melhoria de Pareto (MP). Prova de compensação. Falha de mercado e intervenção pública. Análise de custo-benefício (ACB), análise de eficiência de custos (AEC) e análise multicritério (AMC).
    2. Análise custo-benefício (ACB) de projectos, programas e medidas de política
    Objectivos da ACB. ACB social e análise da rendibilidade privada de um investimento. Principais etapas de uma ACB. Áreas-problema para a ACB. Valoração e métodos de valoração: custo de substituição, função de dose-resposta, custo da viagem, valoração contingente e preços hedónicos. Validade e precisão dos métodos. Transferência de benefícios e meta-análise. O risco e a incerteza na ACB.
    3. Biomassa: os panoramas europeu e nacional.
    Panorama europeu: aumento da procura de biomassa. Panorama nacional: produção de energia eléctrica. Biomassa florestal residual. Sector florestal e aproveitamento bioenergético. Povoamentos energéticos, florestais e agrícolas.
    4. Caso de aplicação da ACB a um projecto bioenergético
    Introdução ao caso de estudo. Análise, apresentação e discussão pelos alunos.
    5. Análise multicritério de sistemas bioenergéticos.
    Objectivos múltiplos. Critérios: atributos, objectivos e metas. Problemas técnicos versus problemas de decisão. Fronteira eficiente e condições do óptimo de Pareto. Principais metodologias de análise da tomada de decisão multicritério. Programação por compromisso.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Nick Hanley e Clive Spash (1993). Cost-benefit analysis and the environment. Edward Elgar, Akldershot.
    • Material de apoio às aulas e aos casos de estudo a trabalhar pelos alunos.

    5. Avaliação:

    Um teste sobre a matéria das aulas teóricas (40%) + duas apresentações dos alunos em seminário, seguidas de discussão (60%)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Economia da Cadeia Alimentar (Food Chain Economics)

    Economia da Cadeia Alimentar Economia da Cadeia Alimentar (Food Chain Economics)

    Código: 1679
    Responsável: Manuel Belo Moreira
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Desenvolver o conhecimento das estruturas económicas de produção alimentar, associado às diferentes organizações de venda; os alunos ganharão conhecimentos de gestão industrial e interacção das unidades de produção com a venda, através dos diferentes processos de contratualização. A contratualização dominante obriga a que a produção desenvolva processos de competitivos, baseados na inovação. Os conceitos de competitividade e inovação deverão ser tomados de forma dinâmica e os alunos terão um trabalho de case study.

    3. Programa

    I - Introdução

    • Introdução à Economia: noções de escassez, custos de oportunidade e escolha; questões a que a Economia procura responder; metodologia da ciência económica; falhas de mercado - as externalidades; intervenção pública- falhas do governo.
    • O complexo de produção agro-alimentar: a agricultura e a indústria alimentar na economia portuguesa; estruturas da produção agrícola e da indústria agro-alimentar.
    • A crise alimentar mundial. Como a interpretar

    II - Economia Agro-alimentar

    • Produção e oferta de produtos agro-alimentares: a função de produção; produtividades; substituição entre factores; custos, rendimento e maximização do lucro; oferta de curto e longo prazo; especificidades da oferta de produtos agro-alimentares.
    • A procura de produtos agro-alimentares: utilidade, escolha do consumidor e função procura; determinantes da procura e especificidades da procura de bens alimentares; evolução do consumo alimentar em Portugal.
    • Mercados e preços dos produtos agrícolas e alimentares: procura, oferta e equilíbrio de mercado; instabilidade nos mercados, formação de preços em economia aberta.

    III- Estrutura e organização do sector agro-alimentar

    • Estrutura dos mercados: tipos de mercado e suas implicações
    • Integração e coordenação na cadeia agro-alimentar: conceito de cadeia ou fileira agro-alimentar (filière, supply ou commodity chain);integração horizontal, integração e cooperação vertical
    • Estudo de casos

    4. Bibliografia

    • Cramer, G.; Jensen, C. (1994). Agricultural Economics and Agribusiness. Sixth Edition, New York, John Wiley & Sons, Inc.
    • Lipsey, R. G. (1994). An Introduction to Positive Economics, 7th edition, Oxford University Press. Capítulos 1 e 4.
    • * Lipsey, R. G.; Chrystal, K. A. (1999). Principles of Economics, 9th edition, Oxford University Press, Oxford. Capítulos 2 e 18.
    • * Louçã, F e Caldas ; J. C (2010). Economia(s), Porto. Ed. Afrontamento, cap.2, cap.4 e cap.5.
    • Malassis. L. (1973). Economie Agro-alimentaire. I Economie de la consommation et de la production agro-alimentaire, Paris, Cujas
    • Ricketts, C.; Rawlins, O. (2001). Introduction to Agribusiness, Albany New York, Delmar Thomson Learning.
    • Seitz, W.; Nelson, G.; Halcrow, H. (2002). Economics of Resources, Agriculture and Food. Second edition, New York, McGraw-Hill Higher Education.
    • * Timmer, C. P.; Falcon, W. P.; Pearso, S. R. (1983). Food policy analysis, Baltimore, The World Bank, Johns Hopkins University Press. Cap. 3 e 4
    • Tracy, M. (1993). Food and in a market economy, Belgium, APS-Agricultural Policy Studies. Cap. 1, 2, 3, 4 e 5
    • Consultar os textos de apoio que estão disponíveis na página da disciplina
    • Informação Estatística

    GPPAA (2001). Panorama da Agricultura 2000, Lisboa.
    INE (2006). Estatísticas das empresas 2004, Lisboa.
    INE (2003). Estatísticas agro-industriais 1999-2001, Lisboa.
    INE (2007). Contas económicas da agricultura 2006, Lisboa.
    INE (2007). Estatísticas agrícolas 2006, Lisboa.
    INE (2007. Estatísticas da produção industrial2005 Lisboa

    5. Avaliação

    A avaliação de Conhecimentos será feita através de EXAME FINAL cujo peso na classificação será de 50%.
    A admissão ao Exame Final fica condicionada à entrega de trabalho de grupo e respectiva apresentação de discussão e a, pelo menos, uma apresentação individual, em aula. Os restantes 50% da classificação serão distribuídos com uma ponderação de 60% para o trabalho de grupo e 40% para a apresentação individual.
    O docente da cadeira, caso tenha dúvidas sobre a classificação final a atribuir poderá, até à data de lançamento das notas, sujeitar os alunos a provas suplementares de avaliação.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Capítulos Teóricos


    Economia do Ambiente (Environmental Economics)

    Economia do Ambiente (Environmental Economics)

    Código: 1363
    Responsável: José Manuel Osório de Barros de Lima e Santos
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: todos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se que os alunos:
    - compreendam o problema económico básico da escolha num contexto de escassez;
    - apreendam os conceitos básicos necessários à abordagem económica do ambiente e dos recursos naturais;
    - adquiram capacidade de aplicação da economia do ambiente à formulação e análise de políticas de controlo da poluição e estratégias de conservação da biodiversidade;
    - adquiram capacidade de aplicação critica das técnicas de custo-benefício e valoração económica dos serviços ambientais.

    3. Programa:

    1. Princípios, conceitos e modelos de análise em economia do ambiente.
    Economia e ambiente. Causas económicas dos problemas ambientais. Políticas ambientais e sua avaliação económica.

    2. Economia da poluição.
    Análise económica da poluição. Avaliação de políticas de controlo da poluição.

    3. Economia da biodiversidade.
    Análise económica da perda de biodiversidade. Avaliação de políticas de conservação.

    4. Instrumentos de apoio à decisão em matéria de política e gestão ambiental.
    Análise custo-benefício. Valoração económica do ambiente. Valoração de danos num contexto de responsabilidade ambiental. Contas económicas verdes. Análise de eficiência de custos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Tom Tietenberg (1988). Environmental and Natural Resource Economics. 3ª Edição. Harper Collins Publishers, Nova Iorque.

    Bibliografia Complementar
    A consultar nos sumários de cada aula

    5. Avaliação:

    - Dois testes a realizar nas aulas (peso 70%);
    - Apresentação e discussão de um tema por grupo de alunos, em ambiente de seminário - tema a escolher pelo grupo (peso 30%).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Sumários e outro Material de Apoio


    Turma de regime Diurno

    SUMÁRIOS

    AVALIAÇÃO



    Turma de regime Pós-Laboral

    SUMÁRIOS

    AVALIAÇÃO


    Economia do Desenvolvimento (Development Economics)

    Economia do Desenvolvimento (Development Economics)

    Código: 1559
    Responsável: Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável; Engenharia Agronómica
    Ramo: Engenharia Agronómica - Economia Agrária e Gestão do Território

    Ano Curricular: 1º(ATDS)/2º(EAgr) Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável
    Opcional: Engenharia Agronómica


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Formar técnicos especializados em Agronomia Tropical, com especial sensibilidade para as questões de desenvolvimento, conhecimentos básicos na área da economia do desenvolvimento, com capacidade para melhor poder conhecer os modelos de desenvolvimento, em especial os aplicáveis às regiões tropicais, e respectivas características e padrões de comportamento dos sistemas económicos nessas regiões. A disciplina oferece preparação para análise, compreensão e capacidade de intervenção no meio tropical, tendo em consideração para além do meio físico e biológico, essencialmente o meio humano das regiões tropicais em países menos desenvolvidos.

    3. Programa:

    Desenvolvimento e Crescimento Económico. Sistemas económicos comparados e caracterização de países menos desenvolvidos/tropicais. Principais modelos de desenvolvimento económico. Principais modelos de desenvolvimento agrícola. Mudança tecnológica e institucional. Transferência de tecnologia. Potencial e limitações para o desenvolvimento de economias em regiões menos desenvolvidas/(tropicais). Assistência Internacional ao desenvolvimento e segurança alimentar. Estudo de casos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal (Bibliografia Referencial)

    • 1) Hayami, Y e Vernon Ruttan, (1988). Desenvolvimento Agrícola: Teoria e Experiências Internacionais. Embrapa, Brasília, DF.
    • 2) Hayami, Y e Vernon Ruttan, (1985). Agricultural Development: An International Perspective. The Johns Hopkins Un iversity Press, Baltimore e Londres.
    • 3) Thirlwall, A. P., (1989). Growth and Development (4 th edition with special reference to developing countries). Macmillan Education Ltd, London.
    • 4) Colman, D. e Frederick Nixson, (1981). Desenvolvimento Económico: Uma Perspectiva Moderna. Editora Campus LTDA, Editora da Universidade de S. Paulo, Brasil. (Tradução do original: Economics of Change in Less Developed Countries).
    • 5) Cidade de Araújo, P. e G. Edward Schuh, coordenação, (1977). Desenvolvimento da Agricultura: Análise de Política Económica. Livraria Pioneira Editora, S. Paulo, Brasil.
    • 6) Cidade de Araújo,P. e G. Edward Schuh, coordenação, (1975). Desenvolvimento da Agricultura: Natureza do Processo e Modelos Dualistas. Livraria Pioneira Editora, S. Paulo, Brasil.
    • 7) Todaro, Michael (1994). Economic Development. Longman, Ney Yrok and London.

    Bibliografia Complementar

    • 1) Banco Mundial, (1990). África Subsahariana: Da Crise até ao Crescimento Sustentado - Estudo de uma Perspectiva de Longo Prazo. Washington D.C.
    • 2) Banco Mundial, (1991). Relatório sobre o Desenvolvimento Mundial 1991 - O Desafio do Desenvolvimento. Publicado para o Banco Mundial pela Fundação Getúlio Vargas (Versão em Inglês publicado pela Osford University Press).
    • 3) The Hunger Project, (1985). Ending Hunger: An Idea Whose Time Has Come. Praeger Special Studies - Praeger Scientific, Nova York.
    • 4) PNUD - Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento, (1992). The Human Development Report 1992. Nova York
    • 5) Outros Vol. dos Relatórios anuais do Banco Mundial e do PNUD

    5. Avaliação:

    A definir caso a caso, por testes e trabalho de revisão monográfica, com avaliação contínua

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Economia e Gestão de Recursos Naturais (Economy and Natural Resources Management)

    Economia e Gestão de Recursos Naturais (Economy and Natural Resources Management)

    Código: 1364
    Responsável: José Manuel Osório de Barros de Lima e Santos
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Agronómica
    Ramos: Engenharia Agronómica – Economia Agrária e Gestão do Território

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se que os alunos:
    - compreendam o problema económico básico da escolha num contexto de escassez;
    - compreendam o problema económico básico da afectação intertemporal de um recurso de tipo stock;
    - apreendam os conceitos básicos necessários à abordagem económica dos recursos naturais;
    - adquiram as capacidades analíticas necessárias para a formulação e resolução de problemas de gestão óptima de recursos naturais.

    3. Programa:

    1. Princípios, conceitos e modelos de análise em economia dos recursos naturais.
    Economia e ambiente. Causas económicas dos problemas ambientais: a falha de mercado. O tempo - eficiência dinâmica e sustentabilidade.

    2. Economia e controlo da poluição.
    Análise económica da poluição. Avaliação de políticas de controlo da poluição.

    3. Economia e gestão de recursos naturais renováveis.
    Análise económica e gestão de pesqueiros. Análise económica e gestão de florestas – período óptimo de revolução.

    4. Economia e conservação da biodiversidade.
    Falha de mercado e perda de biodiversidade. Avaliação de políticas de conservação.

    5. Instrumentos de apoio à decisão.
    Análise custo-benefício. Valoração económica do ambiente

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Tom Tietenberg (1988). Environmental and Natural Resource Economics. 3ª Edição. Harper Collins Publishers, Nova Iorque.

    Bibliografia Complementar
    A consultar nos sumários de cada aula

    5. Avaliação:

    - Dois testes a realizar nas aulas (peso 70%);
    - Apresentação e discussão de um tema por grupo de alunos, em ambiente de seminário - tema a escolher pelo grupo (peso 30%).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Material Pedagógico/Sumários e outro Material de Apoio



    AVALIAÇÃO


    Economia e Gestão dos Recursos Naturais em Gestão e Conservação de Recursos Naturais (Economy of Natural Resources Management)

    Economia e Gestão dos Recursos Naturais em Gestão e Conservação de Recursos Naturais (Economy of Natural Resources Management)

    Código: 1364
    Responsável: José Manuel Osório de Barros de Lima e Santos
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 14 Práticas/Laboratoriais: 32 Outras: 1 Total: 47

    2. Objectivos:

    Pretende-se que os alunos:
    - compreendam o problema económico básico da escolha num contexto de escassez;
    - compreendam o problema económico básico da afectação intertemporal de um recurso de tipo stock;
    - apreendam os conceitos básicos necessários à abordagem económica dos recursos naturais;
    - adquiram as capacidades analíticas necessárias para a formulação e resolução de problemas de gestão óptima de recursos naturais.

    3. Programa:

    1. Princípios, conceitos e modelos de análise em economia dos recursos naturais.
    Economia e ambiente. Causas económicas dos problemas ambientais: a falha de mercado. O tempo - eficiência dinâmica e sustentabilidade.

    2. Economia e controlo da poluição.
    Análise económica da poluição. Avaliação de políticas de controlo da poluição.

    3. Economia e gestão de recursos naturais renováveis.
    Análise económica e gestão de pesqueiros. Análise económica e gestão de florestas – período óptimo de revolução.

    4. Economia e conservação da biodiversidade.
    Falha de mercado e perda de biodiversidade. Avaliação de políticas de conservação.

    5. Instrumentos de apoio à decisão.
    Análise custo-benefício. Valoração económica do ambiente

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Tom Tietenberg (1988). Environmental and Natural Resource Economics. 3ª Edição. Harper Collins Publishers, Nova Iorque.

    Bibliografia Complementar
    A consultar nos sumários de cada aula

    5. Avaliação:

    - Dois testes a realizar nas aulas (peso 70%);
    - Apresentação e discussão de um tema por grupo de alunos, em ambiente de seminário - tema a escolher pelo grupo (peso 30%).

    6. Estimativa total de trabalho: 162 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Material Pedagógico/Sumários e outro Material de Apoio

    AVALIAÇÃO


    Ecoturismo e Valorização de Recursos Naturais (Ecoturism and Valorization of Natural Resources)

    Ecoturismo e Valorização de Recursos Naturais (Ecoturism and Valorization of Natural Resources)

    Código: 1365
    Responsável: Maria João Prudêncio Rafael Canadas
    Outros docentes: Ana Maria Contente de Vinhas Novais
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais – Engenharia dos Produtos Florestais

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 14 Teórico-Práticas: 28 Práticas-Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Discutir as potencialidades do ecoturismo do ponto de vista da conservação e valorização dos recursos naturais e do desenvolvimento local.
    Fornecer as principais noções, conceitos e técnicas necessárias à análise, implementação e gestão de actividades de ecoturismo.

    3. Programa:

    1. Critérios e contexto do ecoturismo
    - Emergência do ecoturismo
    - Definições e critérios
    - Ecoturismo face a outros tipos de turismo
    - Tipos de actividades
    2. O consumidor de ecoturismo
    - Emergência de um novo paradigma ambiental
    - Os ecoturistas: critérios sócio-demográficos; motivações e actividades; atitudes e comportamentos; tipologias e estudos de caso
    - O mercado do ecoturimo: alguns factos e números.
    3. Os espaços do ecoturismo e a conservação da Natureza
    - Áreas protegidas públicas e privadas
    - Sistema de classificação das áreas protegidas
    - Espaços muito modificados: terras agrícolas, espaços urbanos, lixeiras ...
    4. O ecoturismo como negócio
    - A estrutura e agentes do ecoturismo
    - Planeamento e análise económica do negócio
    - Controlo de qualidade: códigos de conduta e certificação
    5. Impactes ecológicos do ecoturismo
    - Impactes positivos e negativos
    - Estratégias de gestão de impactes
    - Conflito e cooperação entre agentes na gestão dos recursos naturais
    6. Impactes sócio-económicos e culturais do ecoturismo
    - Impactes positivos e negativos
    - ecoturismo de base comunitária
    - ecoturismo no contexto do rural europeu

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Bien, A. (2006), A Simple User’s Guide to Certificationfor sustainable Tourism an Ecotourism, CESD.
    • Font, Xavier e Harris, Catherine (2004), Rethinking standards form green to sustainable, Annals of Tourism Research 31(4), 986-1007.
    • Higham, J. e Lück, M. (2002), Urban Ecotourism: A Contradiction in Terms?, Journal of Ecotourism 1 (1): 36-51.
    • Huybers, Twan e Bennett, Jeff (2002), Environmental management and the competitiveness of nature-based tourism destinations, Cheltenhan, Edward Elgar Publishing, 172 p.
    • Katila, M. e Puustjärvi, E. (2004), Markets for forest environmental services: reality and potential, Unasylva 219 (55): 53-58.
    • Mehmetoglu, M. (2007), Typologising nature-based tourists by activity: theoretical and practical implications, Tourism Management 28: 651-660.
    • Patacho, Mª Madalena (2010), Comparação de programas de certificação em Ecoturismo, Évora, Universidade de Évora / ISA (dissertação de mestrado).
    • Weaver, David (2008), Ecoturism, Milton Qld, Wiley (segunda edição).
    • Weaver, David e Laura Lawton (2007), Twenty years on: the state of contemporary ecotourism research, Tourism Management 28, 1168-1179.
    • Weaver, David (2005), Comprehensive and minimalist dimensions of ecotourism, Annals of Tourism Research 32(2): 439-455.
    • Wunder, S. (2006), Are direct Payments for Environmental Services Spelling Doom for Sustainable Forest Management in the Tropics? Ecology and Society 11 (2): 23 [online] URL: http://www.ecologiyandsociety.org/vol11/iss2/art23/.

    Bibliografia Complementar

    • Cottrell,S. Duim, R., Ankersmid, P. e Kelder, L. (2004), Measuring the Sustainability of Tourism in Manuel Antonio and Texel: A Tourist Perspective, Journal of Sustainable Tourism 12 (5): 409-431.
    • Katila, M. e Puustjärvi, E. (2003), Impact of New Markets for environmental services on forest products trade, FAO/INDUFOR.
    • Ribeiro, Manuela (2003), Espaços rurais como espaços turísticos: reflexões em torno da construção da oferta de turismo em espaço rural, em José Portela e João C. Caldas, Portugal Chão, Lisboa, Celta, pp. 199-216.
    • Romero, C. (1994), Ecomomía de los recursos ambientales y naturales, Madrid, Alianza Editorial.
    • Rodrigues, Isabel (2008), Tipos de Turistas e Percepções de Sustentabilidade. O Caso da Ilha de Santo Antão/Cabo Verde, Lisboa, Instituto Superior de Agronomia.
    • Sekercioglu, C. (2002), Impacts of birdwatching on human and avian communities, Environmental Conservation 29 (3): 282-289.
    • Santos, J. (2007), Biodiversidade: Enquadramento de Políticas Públicas Comunitárias e Nacionais, Seminário em Sistemas Agrícolas e Florestais, Oeiras, EAN.

    5. Avaliação:

    1. Avaliação contínua:
    a) realização de um ensaio sobre ecoturismo (50%);
    b) 2 testes escritos (50%).
    2. Exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Programa detalhado
    Normas de avaliação de conhecimentos
    Sumários

    Artigos / Textos de Apoio

    Legislação Relevante


    Ecoturismo e Valorização de Recursos Naturais em Gestão e Conservação de Recursos Naturais

    Ecoturismo e Valorização de Recursos Naturais em Gestão e Conservação de Recursos Naturais (Ecoturism and Valorization of Natural Resources)

    Código: 1365
    Responsável: Maria João Prudêncio Rafael Canadas
    Outros docentes: Ana Maria Contente de Vinhas Novais
    Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 14 Práticas/Laboratoriais: 28 Práticas/Trabalho de Campo: 10 Outras: 1.5 Total: 53.5

    2. Objectivos:

    Discutir as potencialidades do ecoturismo do ponto de vista da conservação e valorização dos recursos naturais e do desenvolvimento local.
    Fornecer as principais noções, conceitos e técnicas necessárias à análise, implementação e gestão de actividades de ecoturismo.

    3. Programa:

    1. Critérios e contexto do ecoturismo
    - Emergência do ecoturismo
    - Definições e critérios
    - Ecoturismo face a outros tipos de turismo
    - Tipos de actividades
    2. O consumidor de ecoturismo
    - Emergência de um novo paradigma ambiental
    - Os ecoturistas: critérios sócio-demográficos; motivações e actividades; atitudes e comportamentos; tipologias e estudos de caso
    - O mercado do ecoturimo: alguns factos e números.
    3. Os espaços do ecoturismo e a conservação da Natureza
    - Áreas protegidas públicas e privadas
    - Sistema de classificação das áreas protegidas
    - Espaços muito modificados: terras agrícolas, espaços urbanos, lixeiras ...
    4. O ecoturismo como negócio
    - A estrutura e agentes do ecoturismo
    - Planeamento e análise económica do negócio
    - Controlo de qualidade: códigos de conduta e certificação
    5. Impactes ecológicos do ecoturismo
    - Impactes positivos e negativos
    - Estratégias de gestão de impactes
    - Conflito e cooperação entre agentes na gestão dos recursos naturais
    6. Impactes sócio-económicos e culturais do ecoturismo
    - Impactes positivos e negativos
    - ecoturismo de base comunitária
    - ecoturismo no contexto do rural europeu

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Bien, A. (2006), A Simple User’s Guide to Certificationfor sustainable Tourism an Ecotourism, CESD.
    • Font, Xavier e Harris, Catherine (2004), Rethinking standards form green to sustainable, Annals of Tourism Research 31(4), 986-1007.
    • Higham, J. e Lück, M. (2002), Urban Ecotourism: A Contradiction in Terms?, Journal of Ecotourism 1 (1): 36-51.
    • Huybers, Twan e Bennett, Jeff (2002), Environmental management and the competitiveness of nature-based tourism destinations, Cheltenhan, Edward Elgar Publishing, 172 p.
    • Katila, M. e Puustjärvi, E. (2004), Markets for forest environmental services: reality and potential, Unasylva 219 (55): 53-58.
    • Mehmetoglu, M. (2007), Typologising nature-based tourists by activity: theoretical and practical implications, Tourism Management 28: 651-660.
    • Patacho, Mª Madalena (2010), Comparação de programas de certificação em Ecoturismo, Évora, Universidade de Évora / ISA (dissertação de mestrado).
    • Weaver, David (2008), Ecoturism, Milton Qld, Wiley (segunda edição).
    • Weaver, David e Laura Lawton (2007), Twenty years on: the state of contemporary ecotourism research, Tourism Management 28, 1168-1179.
    • Weaver, David (2005), Comprehensive and minimalist dimensions of ecotourism, Annals of Tourism Research 32(2): 439-455.
    • Wunder, S. (2006), Are direct Payments for Environmental Services Spelling Doom for Sustainable Forest Management in the Tropics? Ecology and Society 11 (2): 23 [online] URL: http://www.ecologiyandsociety.org/vol11/iss2/art23/.

    Bibliografia Complementar

    • Cottrell,S. Duim, R., Ankersmid, P. e Kelder, L. (2004), Measuring the Sustainability of Tourism in Manuel Antonio and Texel: A Tourist Perspective, Journal of Sustainable Tourism 12 (5): 409-431.
    • Katila, M. e Puustjärvi, E. (2003), Impact of New Markets for environmental services on forest products trade, FAO/INDUFOR.
    • Ribeiro, Manuela (2003), Espaços rurais como espaços turísticos: reflexões em torno da construção da oferta de turismo em espaço rural, em José Portela e João C. Caldas, Portugal Chão, Lisboa, Celta, pp. 199-216.
    • Romero, C. (1994), Ecomomía de los recursos ambientales y naturales, Madrid, Alianza Editorial.
    • Rodrigues, Isabel (2008), Tipos de Turistas e Percepções de Sustentabilidade. O Caso da Ilha de Santo Antão/Cabo Verde, Lisboa, Instituto Superior de Agronomia.
    • Sekercioglu, C. (2002), Impacts of birdwatching on human and avian communities, Environmental Conservation 29 (3): 282-289.
    • Santos, J. (2007), Biodiversidade: Enquadramento de Políticas Públicas Comunitárias e Nacionais, Seminário em Sistemas Agrícolas e Florestais, Oeiras, EAN.

    5. Avaliação:

    1. Avaliação contínua:
    a) realização de um ensaio sobre ecoturismo (50%);
    b) 2 testes escritos (50%).
    2. Exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 162 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Programa detalhado
    Normas de avaliação de conhecimentos
    Sumários

    Artigos / Textos de Apoio

    Legislação Relevante


    Energias Renováveis (Renewable Energies)

    Energias Renováveis (Renewable Energies)
    Área Científica:
    Coordenador:
    Outros docentes:
    Precedências:

    Curso: ECTS: Ano:


    Programa Resumido

    (a disponibilizar em breve)

    Engenharia Aplicada à Arquitectura Paisagista (Engineering Applied to Landscape Architecture)

    Engenharia Aplicada à Arquitectura Paisagista (Engineering Applied to Landscape Architecture)

    Código: 1612
    Docente Responsável: Pedro Manuel Leão Rodrigues de Sousa
    Outros Docentes: José Luís Monteiro Teixeira
    Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 70 Teórico-Práticas: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se dotar o estudante de Arquitectura Paisagista com os conhecimentos básicos essenciais para que lhe seja possível integrar activamente equipas de projecto multidisciplinares e executar algumas componentes de engenharia em projectos.

    3. Programa:

    1. Fundamentos de hidráulica: hidrostática, hidrodinâmica, escoamentos sob pressão, bombas e estações de bombagem. Escoamentos em superfície livre (canais). Escoamentos através de orifícios e descarregadores.
    2. Relações Solo-Planta-Atmosfera. A água no solo. Principais conceitos. Capacidade de campo, coeficiente de emurchecimento, capacidade utilizável do solo. Uso da água pelas plantas. Noção de evapotranspiração. Evapotranspiração de Referência, Cultural, Real, Actual e Máxima. Dotação de rega. Dotações útil e real. Noção de eficiência. Balanço hídrico do solo. Método da FAO. Exercício de aplicação em Excel. Modelos de simulação. Utilização do modelo ISAREG. Estratégias de gestão da rega. Métodos de condução da rega baseados no controlo de humidade do solo, no estado hídrico da planta, na informação meteorológica e modelos de simulação baseados no balanço hídrico do solo.
    3. Projecto em rega e drenagem.
    Sistemas de rega. Classificação dos sistemas de rega. Noções de eficiência de aplicação e de uniformidade de distribuição.
    Sistemas de rega por aspersão: elementos constitutivos, tipos de instalações e projecto.
    Sistemas de rega localizada: equipamentos constituintes, tipos de instalações e projecto.
    Filtragem, fertirrega, dispositivos de medida, automatismos e elementos de segurança.
    Breves princípios de drenagem. Drenagem superficial e sub-superficial. Projecto de uma rede de drenagem.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Lencastre, A. 1996. Hidráulica geral. Ed autor. Lisboa, ISBN 972-95859-0-3, 651 p. (Cota BISA: N01-180)
    • Pira, E.S. 1997. A guide to golf course irrigation system design and drainage. Library of Congress, U.S.A., ISBN 1-57504-030-1, 434 p.
    • Tarjuelo, J.M. 1999. El riego por aspersión. Ediciones Mundi-Prensa, Madrid, ISBN 84-7114-736-X: 475-530.
    • Teixeira, J.L. Manual do Programa ISAREG. http://www.isa.utl.pt/der/SoftWare/ISAREG/index.htm.

    Bibliografia Complementar

    • Hendrix, H. & S. Straw. 1998. Reliable rain: a practical guide to landscape irrigation. Library of Congress Cataloging-in-Publication Data, U.S.A., ISBN 1-56158-202-6, 139 p.
    • Medina San Juan, J.2000. Riego por goteo. Teoria y pratica (Cota BISA: F06-382).
    • Melby, P. 1995. Simplified irrigation design. Library of Congress, U.S.A., ISBN 0-442-01822-3, 230 p.

    5. Avaliação:

    Incide na realização de dois testes, no final dos módulos 1 e 3, com pesos iguais de 40 %, e da realização em grupo de um projecto de rega, com um peso de 20 %.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012


    Engenharia da Água em Zonas Rurais (Water Engineering in Rural Areas)

    Engenharia da Água em Zonas Rurais (Water Engineering in Rural Areas)

    Para consultar a página da UC, clique aqui.

    Código: 1367
    Responsável: Maria do Rosário da Conceição Cameira
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Preparar os alunos na resolução de alguns problemas de Hidráulica nomeadamente em bacias de dissipação, adução, redes de distribuição de água a aglomerados populacionais e redes de esgotos.

    3. Programa:

    Escoamento em superfície livre
    Escoamento gradualmente variado: regolfo; Escoamento rapidamente variado: ressalto hidráulico; Aplicação: Bacias de dissipação de energia

    Estruturas de medição hidráulica
    Orifícios; Descarregadores: de soleira delgada, de soleira espessa

    Sistemas de abastecimento de água
    Conceitos fundamentais; Obras de captação e adução; Instalações elevatórias; Reservatórios; Redes gerais de distribuição de água;

    Sistemas de águas residuais
    Conceitos; Concepção e dimensionamento de redes gerais de drenagem de águas residuais; Órgãos das redes gerais de drenagem; Instalações elevatórias;

    Barragens e obras hidráulicas anexas
    Principais tipos, condicionamentos, constituição e disposição geral. Solicitações. Disposições construtivas, problemas de dimensionamento hidráulico e estrutural; Barragens de gravidade sobre fundações indeformáveis; Descarregadores de cheias;Estruturas de dissipação de energia; Descargas de fundo e evacuador de cheias (condutas de desvio e aquedutos); Equipamentos hidromecânicos (comportas, válvulas, ensecadeiras e grades).

    Aspectos hidráulicos de uma ETAR

    4. Bibliografia:

    • Quintela, A.C. 2000. Hidráulica. Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa
    • Elementos de estudo específicos elaborados para a disciplina

    5. Avaliação:

    Frequência: (à excepção dos Estudantes Trabalhadores): presença em 75 % das aulas TP

    Avaliação: a) Avaliação contínua ou b) Exame final

    a) 2 testes ao longo do semestre. Cada teste é composto por uma parte teórica (6 valores) e por uma parte prática (14 valores). Nota mínima requerida em cada teste: 8 valores (2 na teórica e 3 na prática). A nota final da avaliação contínua corresponderá à média dos dois testes. b) para alunos que não tenha realizado a) ou não tenham obtido a nota mínima. O exame final realizado sem consulta e com duração de 2.5 h. Será composto por uma parte teórica (6 valores) e por uma parte prática (14 valores).

    A nota final da Unidade Curricular será dada pela média ponderada da avaliação contínua ou da nota do exame (65 %), com a classificação obtida nos trabalhos efectuados durante o semestre (35%).

    O aluno obterá aprovação à UC se a nota final for igual ou superior a 10 valores.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

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    Engenharia dos Produtos Florestais I (Forest Products Engineering I)

    Engenharia dos Produtos Florestais I (Forest Products Engineering I)

    Código: 1368
    Responsável: Maria de Fátima Cerveira Tavares
    Outros docentes: José Afonso Rodrigues Graça
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: Gestão Florestal; Engenharia dos Produtos Florestais

    Ano Curricular: 1º (EPF) / 2º (GF) Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória Engenharia dos Produtos Florestais
    Opcional Gestão Florestal


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 35 Práticas/Laboratoriais: 35 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Dar a conhecer os sectores industriais de transformação de produtos florestais para madeira maciça e painéis compósitos, incluindo características da matéria-prima, processos e qualidade dos produtos. Módulos: Primeira transformação; Secagem de madeira; Compósitos de madeira; Preservação e outros tratamentos da madeira.

    3. Programa:

    Primeira transformação: Qualidade do tronco como matéria prima industrial: variabilidade e defeitos Transformação industrial para madeira maciça. Serragem: tipos de máquinas e métodos de corte. Optimização da conversão. Classificação de madeiras serradas
    Secagem de madeira: Humidade e variações dimensionais Movimento de água na madeira. Secagem natural e secagem em estufa; Tipos de secadores, estádios de secagem e tabelas de secagem. Tensões e defeitos de secagem
    Compósitos de madeira: Trituração e desfibração. Características químicas e físicas de adesivos de madeira. Aglomerados de partículas. Aglomerados de fibras. Folheados e contraplacados. Lamelados colados. Outros compósitos.
    Preservação e outros tratamentos da madeira: Factores de alteração da madeira. Processos de degradação, protecção e preservação da madeira. Tratamentos para melhoramento tecnológico da madeira. Reciclabilidade de produtos florestais

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • de Melo, J.R. (1999). Secagem de madeiras. Estação Florestal Nacional, Oeiras,
    • Bowyer, J., Shmulsky, R., Haygreen, J. (2003) Forest products and wood science. 4th Ed. Iowa State Press, Ames, Yowa,
    • Tsoumis, G. (1991) Science and technology of wood. Van Nostrand Reinhold,
    • Bowyer, J., Shmulsky, R., Haygreen, J. (2003) Forest products and wood science. 4th Ed. Iowa State Press, Ames, Yowa,
    • USDA, Forest Products Laboratory. (1999) Wood handbook. Wood as an engineering material. Gen. Tec. Rep. FPL-GTR-113, Madison,
    • Zabel, R. & J. Morrell (1992). Wood microbiology decay and its prevention. Academic Press, Inc.476pp (London)
    • Eaton, R.A. & M.D.C. Hale (1993). Wood: decay, pests and protection, ed:Chapman & Hall. London. 546pp
    • Rowell, R.M. (2005) Handbook of wood chemistry and wood composites. Taylor & Francis, CRC Press. 487p

    5. Avaliação:

    Avaliação contínua: mini testes (10% da nota total); relatório de trabalho de grupo (20% da nota final, nota mínima 9,5); e exame final (nota mínima 9,5; 70% da nota final)
    Nota final: média ponderada dos 4 módulos igual ou superior a 9,5 valores; classificação mínima de cada modulo 8,0 valores
    Exame final: nota mínima 9,5 valores
    Nota final: média aritmética dos 4 módulos

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Engenharia dos Produtos Florestais II (Forest Products Engineering II)

    Engenharia dos Produtos Florestais II (Forest Products Engineering II)

    Código: 1369
    Responsável: Helena Margarida Nunes Pereira
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: Engenharia dos Produtos Florestais

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 35 Práticas/Laboratoriais: 35 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Dar a conhecer os processos de transformação industrial de produtos florestais do sector da pasta para papel e papel e da indústria da cortiça, incluindo a resina e óleos essenciais.
    Módulos: Produção de pasta para papel; Indústria da cortiça; Indústria de resina, óleos essenciais e outros produtos químicos.

    3. Programa:

    Produção de pasta para papel: Caracterização da matéria prima para fins papeleiros. Preparação de matéria prima. Tipos de processos de produção de pasta. Recuperação de licores. Aspectos ambientais. Branqueamento de pastas. Propriedades das pastas. Produção de papel e cartão. Reciclagem de papel
    Indústria da cortiça: Preparação de pranchas de cortiça. Variabilidade e qualidade industrial da cortiça. Produção de rolhas e discos de cortiça natural. Trituração e produção de aglomerados. Rolhas técnicas. Aglomerados negros de cortiça. Compósitos de cortiça e borracha. Mercados
    Indústria de resina, óleos essenciais e outros produtos químicos: Resinagem. Composição química e propriedades da resina. Indústria da resina. Métodos de extracção de óleos essenciais de produtos florestais. Extracção de taninos. Produção de látex e indústria da borracha

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Pulp and Paper Manufacture, (1989) Vol1 1 + vol. 5, TAPPI, Atlanta
    • Biermann, C.J. (1993). Essentials of pulping and papermaking, Acad. Press, New York
    • Pereira, H. (2007) Cork: Biology, Production and Uses. Elsevier Publications, Amsterdam. 336 pp
    • Fortes, M.A., M.E. Rosa & H. Pereira (2004). A Cortiça. Editora IST Press, Lisboa
    • Scott, W.E., Abbott, J.C. (1995). Properties of paper. An introduction. TAPPI, Atlanta
    • Fengel, D., Wegener, G. (1989). Wood: chemistry, ultrastructure, reactions. Walter de Gruyter, Berlim

    5. Avaliação:

    Avaliação contínua: 2 testes (80% da nota final; média dos 2 testes igual ou superior a 9,5 valores; classificação mínima de cada teste 8,0 valores) e relatório do trabalho (20% da nota final; nota mínima 9,5).
    Avaliação por exame: Exame (nota mínima 9,5; 80% da nota final) e relatório do trabalho (nota mínima 9,5; 20% da nota final)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Engenharia e Tecnologia Agrícolas (Engineering and Agricultural Technology)

    Engenharia e Tecnologia Agrícolas (Engineering and Agricultural Technology)

    Código: 1370
    Responsável: Olívio Godinho Patrício
    Outros docentes: Pedro Manuel Leão Rodrigues de Sousa e Luís Manuel Bignolas Mira da Silva
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Agronómica
    Ramo: Agro-Pecuária; Engenharia Rural; Hortofruticultura e Viticultura

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Agro-Pecuária; Engenharia Rural
    Opcional: Horticultura e Viticultura


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    - Proporcionar conhecimentos sobre os princípios de funcionamento, as características e o desempenho das máquinas e dos equipamentos agrícolas;
    - Dotar os estudantes com os conhecimentos básicos de automatização dos sistemas agrícolas e de rega, que lhes permitam dimensionar e utilizar as distintas componentes de um sistema automático;
    - Habilitar os alunos com as competências necessárias para supervisionarem o funcionamento e a manutenção desses equipamentos;
    - Capacitar os alunos para a utilização racional das energias convencionais e renováveis

    3. Programa:

    Módulo 1 – Eficiência energética e energias renováveis
    Introdução; Fontes de energia, conversões de energia; Energia solar térmica; Energia solar fotovoltaica; Energia solar passiva; Energia eólica; Sistemas híbridos; Energia geotérmica de baixa entalpia; Mini-hídricas; Energia da biomassa; Biocombustíveis; Desenvolvimento de técnicas, estratégias e comportamentos visando o aumento da eficiência energética e a diminuição da intensidade energética.
    Módulo 2 - Mecânica e Mecanismos Agrícolas
    Tractor agrícola, principais órgãos componentes do tractor; Motores térmicos de combustão interna; Sistemas óleo-hidráulicos dos tractores e máquinas agrícolas; Transmissões mecânicas. Amplificadores de tracção e caixas de velocidades ´´Power-Shift´´; Teoria da tracção; Interpretação e análise dos boletins de ensaio dos tractores agrícolas; Utilização e desempenho dos tractores, grandezas mecânicas; Elementos de prevenção e segurança com o tractor agrícola.
    Módulo 3 – Automatização dos sistemas agrícolas e de rega
    Considerações gerais sobre a mecanização e automatização dos sistemas agrícolas; Sistemas de controlo. Temporizadores e programadores. Protecção e alarme; Automatização dos sistemas de rega; Níveis de automatização. Programadores de baixa, média e alta capacidade; Válvulas, contadores, manómetros e transdutores; Automatização das estações de bombagem; Automatização das operações associadas à rega sob pressão; Filtragem. Fertirrega.
    Módulo 4 - Agricultura de precisão
    Agricultura de Precisão (AP): conceitos gerais; Teoria, tecnologia e uso de GPS (Global Positioning System); Amostragem de solos em AP; Mapeamento de produtividade / qualidade; Sistemas de Informação Geográfica e análise da variabilidade espacial; Controlo de taxa variável de aplicação; AP aplicada a sistemas de rega; Sistemas de Apoio à Decisão em AP.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Coelho, J.C.; Mira da Silva, L.; Tristany, M.; Neto, M.; Pinto, P.A.
      Agricultura de Precisão. Prefácio, Lisboa, 2004.
    • J. Love. Process automation handbook. A guide to theory and practice. Springer, 2007.
    • Ortiz-Canavate, J., Tractores: Técnica y Seguridad, Ed. Mundi-Prensa, 2005.
    • Patrício, O., Elementos de apoio à disciplina de Engenharia e Tecnologias Agrícolas, Serviço de Reprografia do ISA, 2010.

    Bibliografia Complementar

    • Lerat, P., Les machines agricoles: conduite et entretien, Ed. Tec&Doc, Paris, 1999.
    • Macmillan, R. H., The Mechanics of Tractor- Implement Performance, University of Melbourne, 2002.

    5. Avaliação:

    – A classificação dos módulos 1 e 2 é obtida através da média ponderada, 60% para o teste escrito, 40% para o trabalho.
    – A classificação do módulo 3 é obtida na prova de teste escrito.
    – A classificação do módulo 4 é a nota obtida no trabalho.
    – A classificação final da disciplina é a média aritmética das classificações obtidas nos quatro módulos.
    – Os alunos obtêm aprovação com classificação final na disciplina igual ou superior a 10 valores, e uma nota mínima de 10 valores nos 4 módulos.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Engenharia Enológica (Enological Engineering)

    Engenharia Enológica (Enological Engineering)

    Código: 1571
    Responsável: Olga Maria Carrasqueira Laureano
    Outros docentes: Elizabeth da Costa Neves Fernandes d'Almeida Duarte e Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
    Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Compreensão dos princípios que regem as principais operações unitárias utilizadas na indústria vinícola. Projecto de adega e respectiva gestão ambiental.

    3. Programa:

    Balanços de Massa e Energia
    Operações Unitárias ( prensagem, filtração…) e Ciclo Frigorífico
    Gestão da Água e Tratamento de Efluentes
    Projecto de Adega

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • C. J. Geankoplis (1993) - "Transport Processes and Unit Operations" 3rdEd. Prentice-Hall.
    • Claude Flanzy (1998) - "Enologie. Fondements scientifiques et technologiques", Tec & Doc, Londres, NY, Paris
    • D.R.Heldman & D.B.Lund( 1992) - “Handbook of Food Engineering", Dekker, New York
    • R. P. Vine, E. M. Herkness T. Browning & C. Wagner (1997) - "Winemaking from grape growing to marketplace", Chapman & Hall, New York.

    5. Avaliação:

    Exame escrito e discussão de um ante-projecto de adega.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Entomologia Aplicada (Applied Entomology)

    Entomologia Aplicada (Applied Entomology)

    Código: 1371
    Responsável:Elisabete Tavares Lacerda de Figueiredo Oliveira
    Outros docentes: José Carlos Franco Santos Silva e convidados
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica
    Ramo: Protecção de Plantas

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Engenharia Agronómica
    Opcional: Engenharia Alimentar


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecimentos teórico-práticos sobre: estrutura, funcionamento, reprodução e desenvolvimento dos insectos; sistemas de classificação e identificação de insectos, dando especial relevo às ordens e famílias de importância agrícola
    Conhecimentos básicos sobre: aspectos gerais de ecologia dos insectos; demografia e dinâmica das populações de insectos; relações interespecíficas; factores ecológicos que estão na origem do estatuto de praga assumido por alguns insectos nos ecossistemas agrários

    3. Programa:

    Síntese sobre os principais aspectos de morfologia externa e interna e de desenvolvimento de insectos.
    Amostragem de populações de insectos e ácaros: métodos, técnicas e dispositivos de amostragem; estimativas de abundância populacional.
    Identificação e biologia de pragas e auxiliares por grupos taxinómicos: Insectos: Orthoptera (e.g. gafanhotos), Hemiptera (e.g. cochonilhas, afídeos, mosquinhas brancas), Thysanoptera (e.g. tripes), Neuroptera (e.g. crisopas), Coleoptera (e.g. alfinetes, álticas, escaravelhos, coccinelídeos, carabídeos); Diptera (e.g. tefritídeos, agromizídeos, sirfídeos, cecidomídeos), Lepidoptera (e.g. tortricídeos, noctuídeos), Hymenoptera (e.g. vespas, abelhas, formigas, himenópteros parasitóides); Ácaros: Tarsonemidae, Tetranychidae, Tenuipalpidae, Eriophyidae, Phytoseiidae.
    Relações tritróficas: relações insecto/ácaro-planta (e.g. fitofagia, transmissão de fitopatogénios, polinização), relações insecto/ácaro-insecto/ácaro (e.g. predação, parasitoidismo), insecto/ácaro-microrganismo (e.g. patogénese, simbiose).
    Dinâmica das populações de insectos e ácaros: conceito de população, características gerais de uma população, padrões de distribuição espacial, modelos de crescimento populacional, factores de regulação de populações, estudo de casos.
    Projecto: elaboração de uma colecção de insectos

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Barbosa P & Schultz JC (eds) (1987) Insect outbreaks. Academic Press, San Diego
    • Carmona MM & Dias JCS (1996) Fundamentos de acaralogia agrícola. Fund. C. Gulbenkian, Lisboa
    • Carvalho JPassos de (1986) Introdução à entomologia agrícola. FC Gulbenkian, Lisboa
    • Chinery M (2007) Insects of Britain and Western Europe (Domino Guide). A & C Black Publishers Ltd, London
    • Daly HV, Dyen JT & Purcel-III AH (1998) Introduction to insect biology and diversity. Oxford University Press, Oxford
    • Gullan PJ & Cranston PS (1994) The insects. An outline of Entomology. Chapman & Hall, London
    • Mateus A (1989) Fundamentos de zoologia sistemática. FC Gulbenkian, Lisboa
    • Pedigo LP & Buntin, GD (eds) (1994) Handbook of sampling methods for arthropods in agriculture. CRC Press, Boca Raton

    Bibliografia Complementar

    • Guimarães JM (1986) Apontamentos de entomologia agrícola. Escola Superior Agrária/Instituto Politécnico de Castelo Branco, Castelo Branco
    • Borror DJ & Delong DM (1988) Introdução ao estudo dos insectos. Ed Edgard Blücher Lda, São Paulo
    • Hill DS (1994) Agricultural entomology. Timber Press, Portland
    • Kim KC & McPheron BA (eds) (1993) Evolution of insect pests: patterns of variation. John Wiley & Sons, New York
    • Pedigo LP (1996). Entomology & pest management. Prentice-Hall Inc., New Jersey
    • Richards OW & Davies RG (1977) Imm's general textbook of entomology. 10ª ed, Chapman and Hall, London.
    • Tremblay E (1984-94). Entomologia applicata, Vol. 1, 2 e 3. Liguori Ed., Napoli.

    5. Avaliação:

    I. Obtenção de frequência: elaboração do caderno da disciplina

    II. Modalidade de avaliação:

    a) Avaliação contínua
    Constituída por quatro componentes:
    1.Minitestes: 10%
    2. 2 Testes teóricos (35%);
    3. Prova oral prática (25%)
    4. Projecto (grupo): colecção de insectos (25%)
    5. Caderno da UC: pretende-se que os alunos preparem um caderno da UC, onde registem todas as anotações referentes aos trabalhos realizados nas aulas práticas, bem como os apontamentos das aulas teóricas e outros elementos de estudo coligidos ao longo do semestre. Os alunos são incentivados a, sempre que possível, ilustrar com desenhos os trabalhos realizados. Os cadernos deverão ser entregues no final do semestre. A classificação terá em conta a apresentação, o nível de cobertura do programa, a clareza e qualidade global. O caderno reflectirá o tempo e o cuidado investidos na disciplina (5%)

    b) Exame final - Prova teórico-prática, obrigatória para alunos que tiverem obtido frequência e classificação inferior a 10 na avaliação contínua; os alunos que estiverem dispensados poderão, igualmente, efectuar o exame, para efeito de melhoria da classificação obtida na avaliação contínua.

    III. Aprovação: Serão dispensados do exame final os alunos que obtenham, classificação final mínima de 10 valores na avaliação contínua, sendo obrigatório ter nota mínima de 10 valores nas componentes testes e prova oral. No caso dos alunos que forem a exame, a classificação final será obtida por média aritmética entre as classificações do exame e da avaliação contínua.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Aulas

    Documentos de Apoio


    Estágio Profissionalizante e Visita de Estudo (Winery Training (intership))

    Estágio Profissionalizante e Visita de Estudo (Winery Training (internship))

    Código: 1681
    Responsável: Jorge Manuel Rodrigues Ricardo da Silva
    Outros docentes: Jorge Queiroz (UP), Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira e Rogério Albino Neves de Castro
    Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
    Precedências: Microbiologia Enológica; Vinificação; Viticultura

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 3 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Outras: 42 Total: 42

    2. Objectivos:

    Contacto do estudante com a realidade prática de uma empresa de vinhos, num dos períodos mais absorventes: a vindima. Participação desde o controlo da maturação da uva até ao fim das fermentações/1ª trasfega de vinho.
    Visita de estudo de uma semana a vinhas e adegas das principais regiões vitivinícolas portuguesas

    3. Programa:

    Acompanhamento da maturação da uva; Decisão do momento de vindima;
    Definição do conceito associado à produção de um determinado estilo de vinho, Higienização da adega e preparação do equipamento; Decisão das correcções e operações pré-fermentativas; triagem, esmagamento, desengace, esgotamento; prensagem; Defecação de mostos brancos e rosados ; Processo fermentativo;aplicação de fermentos; Maceração/remontagens, controlo da temperatura de fermentação; Decisão sobre a Fermentação Maloláctica; Sangria e desencuba; Acompanhamento do vinho até ao fim da fermentação/1ª trasfega.
    - Cálculo de rendimentos, custos de produção e subprodutos.

    Visita de estudo integrada às vinhas e adegas das principais regiões Vitivinícolas portuguesas

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Diversa

    5. Avaliação:

    Relatório escrito do estágio de vindima/adega na empresa, com apresentação oral e discussão. Relatório escrito da visita de estudo

    6. Estimativa total de trabalho: 84 Horas


    Estatística (Statistics)

    Vidé http://www.isa.utl.pt/home/node/3953.

    Estatística Aplicada ao Ambiente (Applied Environmental Statistics)

    Estatística Aplicada ao Ambiente (Applied Environmental Statistics)

    Código: 1683
    Responsável: Maria João Teixeira Martins
    Outros docentes: Jorge Filipe Campinos Landerset Cadima
    Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
    Ramo: todos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 35 Práticas/Laboratoriais: 35 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Complementar a formação básica em estatística. Pretende-se que os alunos adquiram formação teórica e aplicada em metodologias adequadas ao tratamento de dados ambientais como regressão, análise de variância, análise de dados temporais e espaciais. As aplicações serão realizadas com recurso a software estatístico.

    3. Programa:

    1 - Modelo Linear
    Objectivos
    Regressão Linear Simples e Múltipla
    Conceitos de delineamento experimental
    Análise de variância de efeitos fixos: os modelos a um e a vários factores

    2 - Séries Temporais
    Objectivos
    Análise exploratória de dados temporais
    Alguns modelos estocásticos: ajustamento e previsão

    3 - Geoestatística
    Introdução
    Modelação da continuidade espacial
    Introdução à estimação geoestatística

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Kutner, M.H.; Nachtsheim, C.J.; Neter, J. e Li, W. (2005), Applied Linear Statistical Models, Irwin.
    • Murteira, B.J.F.; Muller, D.A.; Turkman, K.F. (1993), Análise de Sucessões Cronológicas, Mc Graw Hill.
    • Soares, A. (2000), Geoestatística para as Ciências da Terra e do Ambiente, IST Press.

    Bibliografia Complementar

    • Draper and Smith (1998), Applied Regression Analysis, John Wiley & Sons.
    • Janacek, G. (2001), Practical Time Series, Hodder Education.
    • Montgomery, D.C. e Peck, E.A. (1982), Introduction to Linear Regression Analysis, John Wiley & Sons.
    • Seber, G.A.F. (1977), Linear Regression Analysis, John Wiley & Sons.
    • Shumway, R.S.; Stoffer, D.S., (2006), Time series analysis and its applications with R examples, Springer.

    5. Avaliação:

    Testes e exames.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Estatística e Delineamento (Statistics and Experimental Design)

    Estatística e Delineamento (Statistics and Experimental Design)
    Para aceder à página da UC, clique aqui.

    Código: 1374
    Responsável: Jorge Filipe Campinos Landerset Cadima
    Outros docentes: Fernanda Maria dos Reis Torroaes Valente
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais; Engenharia Zootécnica – Produção Animal; Viticultura e Enologia

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 35 Práticas/Laboratoriais: 35 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Esta disciplina visa complementar a formação básica dos alunos em Estatística, desenvolvendo em particular o estudo do Modelo Linear (Regressão Linear e Análises de Variância e Covariância), bem como os métodos não-paramétricos fundamentais. Pretende-se que os alunos adquiram formação tanto teórica como aplicada nas várias matérias. As aplicações serão com recurso a software estatístico.

    3. Programa:

    O Modelo Linear: O Modelo Linear como visão integrada das Regressões Lineares, Análises de Variância e Covariância. A Regressão Linear Simples e Múltipla como técnica descritiva e como técnica inferencial; variantes da regressão linear. Conceitos de delineamento experimental. Análises de Variância de efeitos fixos: os modelos a um e a vários factores, sem e com interacções; modelos com hierarquização de factores. A comparação de regressões lineares como exemplo de Análise de Covariância.
    Métodos não paramétricos: testes não-paramétricos baseados numa amostra, em duas amostras (independentes ou emparelhadas) e versões não-paramétricas da ANOVA.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Neter, Kutner, Nachtsheim e Wasserman (1996) Applied Linear Statistical Models, IRWIN.
    • Neter, Kutner, Nachtsheim e Wasserman (1996) Applied Linear Regression Models, IRWIN.
    • Maindonald e Braun (2003) Data Analysis and Graphics Using R, Cambridge University Press.
    • Draper e Smith (1981) Applied Regression Analysis, John Wiley & Sons.
    • Noções básicas de Álgebra, Análise Matemática e Estatística (ver por exemplo bibliografia das cadeiras correspondentes do 1o Ciclo ISA).

    5. Avaliação:

    Exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

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    Estatística Multivariada (Multivariate Statistics)

    Estatística Multivariada (Multivariate Statistics)

    Código: 1375
    Responsável: Jorge Filipe Campinos Landerset Cadima
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas

    Ano Curricular: 1º/2º Semestral: 2º/1º ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Formação de base em métodos multivariados de análise de dados e estatística

    3. Programa:

    Ferramentas básicas em Álgebra Linear e Teoria de Matrizes e alguns resultados distribucionais.
    Técnicas Descritivas: Análise em Componentes Principais, Análise Discriminante Linear, Análise Classificatória, Análise de Correlações Canónicas, Análise Factorial de Correspondências.
    Testes e inferência Multivariada : Inferência sobre o vector médio e a matriz de covariâncias de populações Multinormais. Análises de Variância Múltiplas (MANOVA)

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • KRZANOWSKI, W.J. (1988) Principles of Multivariate Analysis - A User's Perspective (Oxford Science Publications).
    • MARDIA, K.V.; KENT, J.T. AND BIBBY, J.M. (1979) Multivariate Analysis (Academic Press).
    • MORRISON, D.F. (1990) Multivariate Statistical Methods, 3a. ed. (McGraw-Hill, Statistical Series)

    Bibliografia Complementar

    • ANDERSON, T.W. (2003) An Introduction to Multivariate Statistical Analysis. (John Wiley).
    • DIGBY, P. AND KEMPTON, R. (1987) Multivariate Analysis of Ecological Communities (Chapman and Hall)
    • JOLLIFFE, I.T. (2002) Principal Component Analysis (Springer-Verlag, Springer Series in Statistics, 2d ed.)
    • LEBART, L. ; MORINEAU, A. AND FENELON, J.-P. (1982) Traitments des données statistiques (Dunod).
    • LEBART, L. ; MORINEAU, A. AND WARWICK, K.M. (1984) Multivariate Descriptive Statistical Analysis (John Wiley)
    • MUIRHEAD, R. J. (1982) Aspects of Multivariate Statistical Theory (John Wiley & Sons)

    5. Avaliação:

    Exame

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Estatística, Informática e Modelação (Statistics, Computing and Modelling)

    Estatística, Informática e Modelação (Statistics, Computing and Modelling)

    Código: 1557
    Responsável: Maria Manuela Costa Neves Figueiredo
    Outros docentes: Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho
    Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Esta disciplina, integrando-se na formação superior oferecida no ISA na área da Estatística e Delineamento, procurará complementar a formação dos formandos com aplicações específicas ao tratamento de dados, à modelação em gestão e à econometria, com aplicações ao estudo de casos em meio tropical. Procura preparar os técnicos para a melhor utilização da informação disponível e para o tratamento de dados, delineamento experimental e modelação de sistemas.

    3. Programa:

    Esta disciplina segue a orientação oferecida na disciplina de Estatística e Delineamento oferecida no 2º ciclo de Engenharia Agronómica, programa disponível no 2º Ciclo de Engenharia Agronómica. Deverá oferecer formação complementar e especifica em estatística descritiva e em econometria, na modelação de sistemas e construção de exemplos de aplicação no estudo de casos e em exemplos de aplicação em processos de investigação em meio tropical.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • 1 – Bibliografia Referida na disciplina de Estatística e Delineamento (em Eng. Agronómica)
    • 2 – Hoffmann, R e S. Vieira (1977). Análise de Regressão. Uma introdução à Econometria. Editora Hucitec., Editora da Universidade de S. Paulo.
    • 3 – Kmenta, J. Elements of Econometrics (1986). Macmillan Publishing Company. New York.

    Bibliografia Complementar

    • A Definir

    5. Avaliação:

    Testes de avaliação e trabalho prático de aplicação.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Estatísticas Ordinais e Estatísticas de Extremos (Order Statistics and Statistics of Extremes)

    Estatísticas Ordinais e Estatísticas de Extremos (Order Statistics and Statistics of Extremes)

    Código: 1684
    Responsável: Ana Maria Santos Ferreira Gorjão Henriques
    Outros docentes: Maria João Teixeira Martins
    Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas

    Ano Curricular: 1º/2º Semestral: 2º/1º ECTS: 3 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 35 Outras: 7 Total: 42

    2. Objectivos:

    Adquirir conhecimentos básicos da Teoria das Estatísticas Ordinais e Teoria de Valores Extremos. Para além do próprio interesse da teoria, desta devem-se estabelecer as bases para a sua aplicação.
    Capacidade em aplicar os conceitos adquiridos.

    3. Programa:

    I. Estatísticas Ordinais:
    I.1 Teoria distribucional exacta e Propriedades
    I.2 Teoria distribucional assimptótica com especial ênfase para as Estatísticas Ordinais Extremais
    II. Estatística de Extremos:
    II.1 Caso Univariado: Distirbuições de valores extremos e Pareto, Método dos máximos anuais e Método POT, Estimação
    II.2 Caso Multivariado: Distirbuições de valores extremos e outros modelos multivariados, Estimação
    II.3 Sucessões Dependentes
    III. Aplicações com software apropriado

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Arnold B.C., Balakrishnan N. e Nagaraja H.N. (1992) A First Course in Order Statistics. John Wiley & Sons, New York.
    • Beirlant, J., Teugels, J.L. e Vynckier, P. (1996) Practical Analysis of Extreme Values. Leuven University Press, Leuven.
    • Coles, S. (2001) An Introduction to Statistical Modeling of Extreme Values. Springer Verlag London.
    • David, H.A. (1981) Order Statistics, 2ª ed. John Wiley & Sons, New York.
    • Embrechts P., Kluppelberg C. e Mikosch T. (1997) Modelling Extremal Events for Insurance and Finance. Springer-Verlag, Berlin.
    • De Haan L. e Ferreira A. (2006) Extreme Value Theory: An Introduction. Springer, Boston.
    • Leadbetter M. R., Lindgren G. e Rootzén H. (1983) Extremes and Related Properties of Random Sequences and Series. Springer Verlag, Berlin.

    5. Avaliação:

    Exame ou Trabalho

    6. Estimativa total de trabalho: 84 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Estética e Ética da Paisagem (Aesthetics and Ethics of Landscape)

    Estética e Ética da Paisagem (Aesthetics and Ethics of Landscape)

    Código: 1623
    Responsável: Maria Cristina da Fonseca Ataíde Castel-Branco
    Outros docentes: Adriana Conceição Guimarães Veríssimo Serrão
    Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 4 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 56 Total: 56

    2. Objectivos:

    Compreender a Paisagem enquanto problema teórico. Conhecer as principais doutrinas e orientações contemporâneas. Saber identificar os grandes debates sobre estética e ética da Paisagem.

    3. Programa:

    I. O conceito de Paisagem. Origens da realidade "paisagem"; a sua especificidade relativamente à Natureza (totalidade natural) e à singularidade das coisas (naturais). A compreensão integrada da paisagem a partir da diversidade de definições, sentidos e abordagens possíveis.
    II. Estéticas da Paisagem. Concepções objectivistas e subjectivistas da beleza. Categorias clássicas: o belo e o sublime. Evolução histórica dos valores estéticos, com particular incidência na relação entre belo natural e belo artístico. Ambiente, território e paisagem.
    III. A articulação entre estética e ética da Paisagem no contexto da actual crise da Natureza. Orientações da Ética ambiental: a paisagem no contexto de uma natureza em crise. A questão dos "direitos da natureza" e a(s) resposta(s) à pergunta: como devemos agir? O debate entre "ecocentrismo" e biocentrismo"; Ética da Terra, Deep Ecology, Ética Animal e Ética da vida.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Finisterra. Revista Portuguesa de Geografia, número sobre Paisagem vol. XXXVI, nº72 (2001).
    • Philosophica, n.º 29 (2007), número sobre Estéticas da Natureza, Departamento de Filosofia, Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa.
    • Cristina Beckert e M. José Varandas (coord.), Éticas e políticas Ambientais, Centro de Filosofia da Universidade de Lisboa, 2004.

    Bibliografia Complementar

    • France Farago, A Arte,2002.
    • Luc Ferry, Homo aestheticus. L'invention du goût à l'âge démocratique, Paris, Grasset, 1990.
    • Catherine Larrère, Raphael Larrère, Do bom uso da Natureza. Para uma filosofia do meio ambiente, Instituto Piaget, Lisboa, 1997.

    5. Avaliação:

    Uma apresentação na aula e uma prova escrita.
    Para alunos não presenciais: uma prova escrita e uma prova oral.

    6. Estimativa total de trabalho: 112 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Estratégias de Protecção Integrada (Integrated Pest Management)

    Estratégias de Protecção Integrada (Integrated Pest Management)

    Código: 1377
    Responsável: António Maria Marques Mexia
    Outros docentes: Elisabete Tavares Lacerda de Figueiredo Oliveira, José Carlos Franco Santos Silva e Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Arquitectura Paisagista
    Ramo: Engenharia Agronómica (Protecção de Plantas)

    Ano Curricular: 2º (EA); 1º (AP) Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Engenharia Agronómica
    Opcional: Arquitectura Paisagista


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 35 Teórico-Práticas: 35 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Desenvolver competências que permitam com base no conhecimento dos sistemas culturais delinear as estratégias mais adequadas de protecção integrada, integrando os conhecimentos adquiridos ao longo do curso.

    3. Programa:

    1. Estimativa do risco: determinação dos períodos de risco, intensidades de ataque, factores de ponderação da nocividade;
    2. Modelos de tomada de decisão: nível prejudicial de ataque e nível económico de ataque; outros modelos (e.g., modelos analíticos, modelos de simulação, modelos de previsão, sistemas periciais);
    3. selecção dos meios de protecção das culturas: meios preventivos e curativos; meios de protecção química, biológica, biotécnica, genética, cultural, física; avanços tecnológicos; tipos de estratégias, níveis de integração; estudo de casos (ex. luta microbiológica, luta biológica contra infestantes, infraestruturas ecológicas, patogénios do solo);
    4. Regulamentação e certificação: legislação, regras de protecção e produção integradas, sistemas de certificação e entidades envolvidas;
    5. Projecto de Protecção Integrada aplicado a diferentes ecossistemas agrários; seminários.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Amaro P (2003) A protecção integrada. ISAPress, Liboa
    • Boller EF, Avilla J, Joerg E, Malavolta C, Wijnands FG & Esbjerg P (eds) (2004) Guidelines for Integrated production: principles and technical guidelines. Bull OILB srop 27(2): 1-12
    • Boller EF, Häni F & Poehling H-M (eds) (2004) Ecological Infrastructures. Verlag & Bezug, Lindau
    • Norton GA & Mumford JD (eds) (1993) Decision tools in pest management. CAB Int, Wallingford
    • Pedigo LP & GD Buntin (eds) (1994) Handbook of sampling methods for arthropods in agriculture. CRC Press, Boca Raton
    • Stern VM, Smith RF, Bosch R van der & Hagen KS (1959) The integrated control concept. Hilgardia 29:81-101
    • Zadoks JC (ed) (1993) Modern crop protection: developments and perspectives. Wageningen Press, Wageningen

    Bibliografia Complementar

    • Amaro P & Baggiolini M (eds) (1982) Introdução à protecção integrada. FAO/DGPPA, Lisboa
    • Burn AJ, Coaker TH & Jepson PC (eds) (1987) Integrated pest management. Academic Press, London
    • Carson R (1962) Silent spring. Fawcett, Greenwich
    • Dent D (1991) Insect pest management. CAB Int, Wallingford
    • Direcção Geral de Protecção das Culturas (2004) Fitossanidade: Protecção e Produção Integradas. http://www.dgpc.min-agricultura.pt/fitossanidade.htm
    • Hall R (ed) (1996) Principles and practice of managing soilborne plant pathogens. APS Press, St. Paul Minnesota.
    • Howarth FG (1991) Environmental impacts of classical biological control. Annu Rev Entomol 36:485-509
    • Metcalf RL & Luckmann WH (eds) Introduction to insect pest management. John Wiley & Sons, New York
    • Mumford JD & Norton GA (1984) Economics of decision making in pest management. Annu Rev Entomol 29:157-174
    • Pedigo LP (1996) Entomology & pest management. Prentice-Hall, Upper Saddle River
    • Pedigo LP, Hutchins SH & Higley LG (1986) Economic injury levels in theory and practice. Annu Rev Entomol 31:341-368
    • Pimentel D & Lehman H (eds) (1993) The pesticide question: environment, economics, and ethics. Chapman & Hall, New York
    • Radcliffe EB & Hutchison WD (eds) (2003) Radcliffe's IPM World Textbook, http://ipmworld.umn.edu,
    • Titi A El, Boller EF & Gendrier JP (eds) (1993) Integrated production: principles and technical guidelines. Bull OILB srop 16(1):13-38
    • Wearing CH (1988) Evaluating the IPM implementation process. Annu Rev Entomol 33:17-38

    5. Avaliação:

    I. Obtenção de frequência: presença a 75 % das aulas
    II. Modalidades de avaliação
    a. Avaliação contínua – constituída por quatro componentes
    Teste (50%): teórico-prático sobre toda a matéria a realizar no final do semestre;
    Projecto (25%) a realizar em grupo, que deverá ser entregue até ao fim do semestre
    Seminário (20%) apresentação oral do projecto
    Participação nas aulas (5%)
    b. Exame Final – prova teórico-prática, à qual terão acesso todos os alunos que tiverem obtido frequência
    III Aprovação: Serão aprovados os alunos que obtenham, classificação final mínima de 10 valores. É obrigatório ter nota mínima de 10 valores na componente teste

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Projectos


    Fenómenos de Transferência de Massa e Energia (Mass and Energy Transport Phenomena)

    Fenómenos de Transferência de Massa e Energia (Mass and Energy Transport Phenomena)

    Código: 1686
    Responsável: Helena Margarida Nunes Pereira
    Outros docentes: Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais; Engenharia de Sistemas Bioenergéticos
    Ramo: Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais – Engenharia dos Produtos Florestais

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Optativa


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 56 Práticas/Laboratoriais: 14 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Compreensão dos conceitos básicos dos fenómenos de transferência de massa e de energia, e sua aplicação a casos concretos da engenharia alimentar.

    3. Programa:

    Balanços de massas em processos sem e com reacção química. Introdução ao conceito geral de transferência: leis fundamentais. Transferência de massa em estado estacionário por difusão: difusão nas fases gasosa, líquida e em sólidos. Transferência de massa através de uma fronteira de fase com reacção química ou bioquímica; transferência de massa em reactores biológicos (em fermentações e em sistemas com biocatalisadores imobilizados). Compreensão do conceito de equilíbrio entre fases e sua aplicação a operações de extracção.
    Transferência de calor: princípios da transferência de calor em estado estacionário; mecanismos de transferência de calor (condução, convecção natural e forçada e radiação). Transferência de calor em estado não estacionário: condução em estado não estacionário através de corpos de diferentes geometrias; aquecimento e arrefecimento de materiais biológicos. Balanços de energia aplicados a fluxogramas industriais.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Bayazitoglu, Y., Ozisik, M.N. (1988), Elements of Heat Transfer, McGraw-Hill International Editions, New York.
    • Coulson, J.M. & J.F. Richardson, (1977) Tecnologia Química. Vol. I. Fluxo de fluidos, transferência de calor e transferência de massa", 3" edição, Fundação Calouste Gulbenkian.
    • Ferreira-Dias, S., Miranda, I, Pereira, H. (2003/2004), Balanços de Massa: Fundamentos Teóricos e Alguns Problemas de Aplicação, Texto de apoio da disciplina de Fenómenos de Transferência I, ISA/UTL, pp. 70, Lisboa.

    Bibliografia Complementar

    • Geankoplis, C.J. (1986), Transport Processes and Unit Operations, 3ª Edição, Prentice-Hall International, Inc.

    5. Avaliação:

    Dois testes ou exame final (80% da nota final) e Relatório de Trabalho Laboratorial (20% da nota final). Para obter aprovação na disciplina é necessária a nota mínima de 9,5 valores tanto no exame como no trabalho laboratorial.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Fertilizantes e Técnicas de Fertilização (Fertilizers and Fertilizing Techniques)

    Fertilizantes e Técnicas de Fertilização ( Fertilizers and Fertilizing Techniques)

    Código: 1379
    Responsável: Ernesto José de Melo Pestana de Vasconcelos
    Outros docentes: Henrique Manuel Filipe Ribeiro e Francisco Cardoso Pinto
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Agronómica
    Ramo: Agro-Pecuária; Engenharia Rural; Hortofruticultura e Viticultura

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 38 Práticas/Laboratoriais: 32 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Informar e esclarecer os alunos sob o ponto de vista teórico-prático:
    - Novos fertilizantes
    - Uso eficiente dos nutrientes dos adubos
    - Melhor forma de utilizar sub-produtos das industrias agrícolas, alimentares e florestall na agricultura. - Compostados de resíduos sólidos urbanos e lamas de ETAR.
    - Caracterização e utilização de substratos para culturas sem solo.
    - Novas técnicas de fertilização
    Formação em termos analíticos em assuntos relacionados com a disciplina. Aptidão para trabalharem com a fertilização de culturas intensivas e preparação de soluções nutritivas.

    3. Programa:

    Teórica
    As matérias fertilizantes e o uso eficiente dos nutrientes
    Classificação das matérias fertilizantes . Revisão dos adubos convencionais
    Utilização de técnicas que conduzem a um melhor coeficiente de utilização dos nutrientes
    Adubos especiais,
    Adubos estabilizados , adubos de libertação lenta e controlada de nutrientes
    Utilização e valorização de resíduos como fertilizante provenientes das explorações pecuárias, das indústrias agrícolas e alimentares e da indústria florestal.
    Compostados de RSU e lamas de tratamento de ETAR’S
    Substratos para cultivo sem solo e fertirrega
    Fertirrega e técnicas de cultura sem solo
    Prática
    Qualidade de uma água para rega e fertirrega
    Análise de produtos vegetais, determinação de nitratos em produtos frescos
    Análise de um correctivo orgânico
    Formulação de soluções nutritivas
    Esquema de fertilização de culturas intensivas
    Visitas de estudo a explorações agrícolas e fábrica de adubo

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Santos, J.Q.1991 – Fertilização. Fundamentos da utilização de adubos e correctivos. Ed. Castro, F.L. Pub. Europa-América , Mem Martins
    • Cadahia, L. 2005 – Fertirrigation. Cultivos hortícolas, frutales y ornamentales. Ed. Mundi-Prensa Madrid
    • Tisdale S.M et all. 1985 – Soil fertility and fertilizers. Macmillan Pub. Co., New York
    • Trenkel M.E. 1997 – Controlled-release and stabilized fertilizers in agriculture. Publ. by IFA , Paris
    • Vasconcelos E.. 2005 - Algumas considerações sobre fertirrega.. DQAA, 20 p.
    • Vivancos, A.D. 1997 – Tratado de fertilizacion. 3ª ed. Ed. Mundi-Prensa

    Bibliografia Complementar

    • Agricultural chemicals and the environment 1996 – Issue nº 5 of “Is in environ Sci and tech”, Hester,RE and Harrison,RM eds, The Royal Soc of Chem.
    • Fertilizers and environment 1994 – Proc. Int. Symp. “Fert. and Env. ”, Hester,RE and Harrison,RM eds
    • Finck A 1982 – Fertilizers and fertilization. I Verlag Chemie, Weinheim
    • Gomez J 1992 – Fertilizantes de liberacion lenta. Ed Mundi-Prensa
    • Mineev VG 1983 – Maximizing the efficency of mineral fertilizers. In Efficient Use of Fertilizers in Agriculture , Nijhoff M. e Junk W. Pub 1-21
    • Vivancos AD 1997 – Tratado de fertilizacion. 3ª ed Ed Mundi-Prensa

    5. Avaliação:

    - Apresentação de um trabalho final por um grupo de dois alunos dactilografado com o máximo de 20 páginas (letra tamanho 12 e a um espaço) TF
    - Elaboração por cada tema de aula prática de um relatório de grupo Rn
    - Teste escrito sobre toda a matéria abordada TE
    NF =TF x 0,30 + [(R1 +R2 + ... + Rn)/n] x 0,3 + TE x 0,40
    NF – nota final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Programa

    Avaliação de conhecimentos

    Bibliografia de Apoio

    Temas para Seminário

    Sumários

    Aula 1 - Teórica
    Aula 1 - Prática
    Aula 2 - Teórica
    Aula 2 - Prática
    Aula 3 - Teórica
    Aula 3 - Prática
    Aula 4 - Teórica
    Aula 4 - Prática
    Aula 5 - Teórica
    Aula 5 - Prática
    Aula 6 - Teórica
    Aula 6 - Prática
    Aula 7 - Teórica
    Aula 7 - Prática
    Aula 8 - Teórica
    Aula 8 - Prática
    Aula 9 - Teórica
    Aula 9 - Prática
    Aula 10 - Teórica
    Aula 10 - Prática
    Aula 11 - Teórica


    AVISOS
    Início das aulas


    Fruticultura (Fruticulture)

    Fruticultura (Fruticulture)

    Código: 1382
    Responsável: Cristina Maria Moniz Simões Oliveira
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar
    Ramo: Engenharia Agronómica – todos; Engenharia Alimentar – Processamento de Alimentos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória Eng. Agronómica - Hortofruticultura e Viticultura
    Opcional restantes


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 56 Práticas/Laboratoriais: 14 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Assegurar a aprendizagem dos conhecimentos que fundamentam as tecnologias de produção sustentável e de pós-colheita de frutos, considerando:
    - A fisiologia das árvores de fruto e a sua interacção com o meio;
    - As características particulares das diferentes espécies;
    - A utilização de tecnologias e as inovações em pomares competitivos.
    Dado o carácter perene das árvores de fruto, espera-se que os alunos adquiram capacidade de análise da complexidade das decisões quer ao nível dos recursos, quer das tecnologias utilizadas e suas implicações económicas.

    3. Programa:

    Módulo A – Temas comuns a várias espécies
    - Ecofisiologia e regularização do crescimento, do desenvolvimento e da produção
    - Floração, vingamento e crescimento dos frutos
    - Produção Integrada de fruteiras (rega, fertilização, o controlo de pragas doenças e infestantes)
    - Viveiros, propagação e porta-enxertos
    - Estabelecimento ou renovação de pomares (doenças de replantação)
    - Bioreguladores em fruticultura
    - Princípios e técnicas pós-colheita
    - Qualidade e valor nutricional dos frutos
    - Biotecnologia e melhoramento em fruticultura
    Módulo B - Exigências edafo-climáticas, factores condicionantes da produtividade, a obtenção de plantas, sistemas de condução e técnicas pós-colheita das seguintes espécies:
    - Pomóideas (pereira e macieira)
    - Prunóideas (ameixeira, cerejeira, pessegueiro, damasqueiro)
    - Citrinos, Oliveira
    - Frutos secos (amendoeira, castanheiro, aveleira e nogueira)
    - Pequenos frutos (amoras, framboesas, mirtilos e morangos)
    - Kiwi, Figueira

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • J Tromp, AD Webster and SJ Wertheim. 2005. Fundamentals of Temperate Zone Tree Fruit Production. 2005. Edited Backhuys Publishers, Leiden.
    • M Faust. 1989. Physiology of Temperate Zone Fruit Trees John Wiley & Sons, Inc., NY
    • Monographers of several Fruit Crops published by CTIFL (Centre Technique Interprofessionnel des Fruits et Légumes)
    • D Barranco, R. Fernández-escobar and L. Rallo, 1999. El cultivo del olivo. MP, Madrid
    • M Agustí. 2000. Citricultura. MP, Madrid

    Bibliografia Complementar

    • DC Ferree & IJ Warrington. 2003. Apples. Botany, Production and Uses. CABI, Cambridge, MA
    • AD Webster & NE Looney. 1996. Cherries: Crop Physiology, Production and Uses. CABI, Cambridge, MA
    • AA Kader. 2001. Postharvest Technology of Horticultural Crops. UC, Publication 3311, Oakland
    • RC Rom & RF Carlson. 1987. Rootstocks for Fruit Crops J. Wiley & Sons, NY
    • AB Peterson & RB Stevens. 1994. Tree Fruit Nutrition Good Fruit Grower, WA
    • U Palara. 2004. L’impianto del Frutteto. Edagricola, Bologna

    5. Avaliação:

    Dois trabalhos escritos (40%) e um Exame final escrito (60%).
    As aulas práticas e as visitas de estudo têm carácter obrigatório.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Videos Fruticultura

    Sumários

    1ª aula - 16 Fev. 2012
    Poda da colecção das pereiras
    Apresentação da disciplina, programa e bibliografia, revistas
    A avaliação da UC . Distribuição dos temas do 1º Trabalho.

    2ª aula - 1 Março 2012
    Poda e colheita de citrinos
    Intercepção da luz, fotossíntese e produtividade dos pomares
    Os estados fenológicos e dos hábitos de frutificação – a escala BBCH
    A cultura do kiwi

    Textos de Apoio

    TÓPICO: KIWI



    3ª aula - 8 Março 2012

    TÓPICO: CITRINOS

    Bibliografia de Citrinos

    4ª aula - 15 Março 2012

    Apresentação dos trabalhos

    5ª aula - 22 Março 2012
    Visita de estudo a Santarém

    6ª aula - 29 Março 2012
    Apresentação dos trabalhos

    A cultura da oliveira

    TÓPICO: OLIVEIRA

    Bibliografia da Oliveira

    7ª aula - 12 Abril 2012
    1º Teste

    A cultura da pereira

    8ª aula - 19 Abril 2012
    Visita de estudo aos campos experimentais de Alcobaça


    9ª aula - 26 Abril 2012
    Monda de Frutos
    Reguladores de crescimento
    A cultura da macieira

    10ª aula - 3 Maio 2012
    Melhoramento de fruteiras

    Tecnologia pós-colheita de pomóideas

    11ª aula - 10 Maio 2012
    Visita de estudo a Borba


    12ª aula - 17 Maio 2012
    A cultura de prunóideas

    PRUNÓIDEAS

    Textos de apoio - Pessegueiro
    Textos de apoio - Damasqueiro



    13ª aula - 24 Maio 2012
    Frutos secos

    Textos de apoio - Frutos secos

    Fundamentos de Viticultura (Fundamentals of Viticulture)

    Fundamentos da Viticultura (Fundamentals of Viticulture)
    Para consultar a página da UC, clique aqui.
    Código: 1576
    Responsável: Carlos Manuel Antunes Lopes
    Outros docentes: Manuel Armando Valeriano Madeira e Pedro Clímaco (INRB-EVN)
    Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Ensinar os fundamentos científicos e tecnológicos subjacentes à Viticultura e promover o desenvolvimento das competências básicas que permitam a aplicação desses princípios nas diversas áreas da fileira vitivinícola.as.

    3. Programa:

    1. História e evolução da viticultura mundial;
    2. Biologia da videira;
    3. Ecologia da videira;
    4. Sistemática da videira. Porta-enxertos e castas;
    5. Produção de plantas de videira;
    6. Poda de Inverno.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Coombe, B.G., Dry, P.R. (2004). Viticulture. Vol. 1 – Resources. Winetitles, Adelaide, Austrália.
    • Huglin, P., Schneider, C. (1998). Biologie et Écologie de la Vigne. 2e édition, Lavoisier, Paris.
    • Mullins, M., Bouquet, A., Williams, L. (1992). Biology of the grapevine. Cambridge Univ. Press (ed.).
    • May, P. (2004) Flowering and fruitset in grapevines. Lythrum Press, Adelaide, South Australia.
    • Reynier, A. (2004). Manual de Viticultura. 3ª ed., Publicações Europa-América, Mem-Martins, 424 pp.

    Bibliografia Complementar

    • Lopes, C.M. (2009). A poda da videira. Textos de apoio às aulas, ISA, Lisboa, 16 pp.
    • Lopes, C.M. (2009). Ecofisiologia da videira. Textos de apoio às aulas, ISA, Lisboa, 16 pp.
    • Lopes, C.M., (2009). História e importância socio-económica da actividade vitivinícola. Textos de Apoio às aulas, ISA, Lisboa, 7 pp.
    • Monteiro, A., Lopes, C.M. (2009). Morfologia e Anatomia da videira. Textos de apoio às aulas, ISA, Lisboa, 20 pp.

    5. Avaliação:

    Avaliação através de um trabalho prático e de exame final escrito. Exigem-se pelo menos 75% de presenças às aulas práticas, nas quais será elaborado o relatório de um trabalho prático executado nas vinhas do ISA, o qual será discutido na última aula. A nota final será o resultado de 2/3 da nota do exame e 1/3 da nota prática.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    Para mais informação sobre a UC, clique aqui.

    Gastronomia e Produtos Tradicionais Portugueses (Traditional Gastronomy and Traditional Products )

    Gastronomia e Produtos Tradicionais Portugueses (Traditional Gastronomy and Traditional Products )

    Código: 1803
    Responsável: Maria Paulina Estorninho Neves da Mata Pereira
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 2 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 14 Teórico-Práticas: 7 Outras: 7 Total: 28

    2. Objectivos:

    Pretende-se com esta unidade curricular familiarizar os alunos com os conceitos de produto tradicional e gastronomia tradicional e sensibilizá-los para a sua importância económica social e cultural. Pretende-se ainda familiarizar os alunos com uma variedade de produtos tradicionais.
    No final os alunos deverão compreender os conceitos, identificar alguns produtos e estar familiarizados com os conceitos de Indicação Geográfica Protegida e Denominação de Origem Protegida e processos de protecção, assim como com alguns dos produtos com nome protegido.

    3. Programa:

    Produtos Tradicionais Portugueses: conceito, identificação e qualificação.
    Importância económica, social e cultural.
    Denominação de Origem e Indicações Geográficas Protegidas.
    Gastronomia Portuguesa, suas características, evolução e preservação.
    Gastronomia das várias regiões e Portugal.

    Método de ensino

    A cadeira será dada com a colaboração de técnicos e jornalistas de gastronomia e incluirá:
    - Sessões teóricas para introdução dos vários temas, envolvendo a exposição, e utilizando o datashow
    - Sessões teórico-práticas sobre com uma variedade de produtos tradicionais.
    - Visitas de estudo.
    - Utilização de website com material de estudo e contacto à distância via email.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Guia dos Produtos de Qualidade, Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas,
      2007
    • Valagão, M. M., Tradição e Inovação Alimentar. Ed. Colibri / INIAP, 2006
    • Modesto, M.L.; Praça, A.; Calvet, N., Festas e Comeres do Povo Português, Verbo, 1999
    • Modesto, M. L., Cozinha Tradicional Portuguesa, Verbo, 2001
    • Quitério, J., Livro de Bem Comer – Crónicas de Gastronomia Portuguesa, Assírio & Alvim, 1987

    5. Avaliação:

    Trabalho individual.
    Relatório das visitas efectuadas.

    6. Estimativa total de trabalho: 56 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Gastronomia Molecular I (Gastronomy Molecular I)

    Gastronomia Molecular (Gastronomy Molecular I)

    Código: 1797
    Responsável: Maria Paulina Estorninho Neves da Mata
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 4 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 14 Teórico-Práticas: 21 Práticas: 14 Outras: 7 Total: 56

    2. Objectivos:

    Familiarizar os alunos com um novo ramo da ciência dos alimentos – a gastronomia molecular e com os seus objectivos, métodos de trabalho e resultados. Dar a conhecer o trabalho dos principais investigadores nesta área.
    Pretende-se que os alunos integrem conhecimentos adquiridos noutras unidades curriculares e desenvolvam capacidades para fazer uma análise abrangente de técnicas e processos culinários a nível molecular.

    3. Programa:

    Gastronomia Molecular – definição e âmbito de estudo.
    Introdução de conceitos básicos sobre a estrutura dos alimentos.
    Estudo das preparações culinárias tradicionais envolvendo uma abordagem interdisciplinar e integrando conhecimentos ministrados nas outras disciplinas: os ingredientes, os processos culinários e os aspectos envolvidos na sua apreciação pelo consumidor.
    Análise dos fundamentos científicos de um conjunto de técnicas culinárias e dos passos de algumas preparações.

    Método de ensino

    Os métodos de ensino incluem:
    a) exposição, utilizando o datashow, da matéria teórica;
    b) aulas teórico-práticas, em que se discutem artigos ou casos concretos de técnicas e processos culinários;
    c) aulas práticas, em que os alunos têm oportunidade de executar experiências;
    d) utilização de web site com material de estudo e contacto à distância via email.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • This, H., Cours de Gastronomie Moléculaire n° 1: Science, technologie, technique culinaires : quelles relations?, Belin, 2009
    • This, H., Molecular Gastronomy Exploring the Science of Flavor (Arts & Traditions of the Table: Perspectives on Culinary History), Columbia University Press, 2008
    • This, H., Kitchen Mysteries: Revealing the Science of Food Building a Meal: From Molecular Gastronomy to Culinary Constructivism, Columbia University Press, 2009
    • Mc Gee, H., McGee on Food and Cooking: An Encyclopedia of Kitchen Science, History and Culture, Hodder & Stoughton, 2004
    • Barham, P, The Science of Cooking, Springer, 2000
    • Hillman, H., The New Kitchen Science, Houghton Mifflin Company, 2003
    • Lister, T., Blumenthal, H., Kitchen Chemistry, Royal Society of Chemistry, 2005
    • Bouvier, L., Perreault, V., Applications des Sciences en Cuisine, Cheneliére Éducation, 2009
    • Parker, R., Introduction to Food Science, Delmar, 2003

    5. Avaliação:

    Avaliação Teórica (75%)
    Provas individuais, escritas e sem consulta classificadas de 0 a 20 valores.
    Avaliação Prática (25%)
    Avaliação contínua durante o semestre.
    Apresentação de relatórios dos trabalhos práticos.
    Trabalho de grupo sobre um tema.

    6. Estimativa total de trabalho: 112 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Gastronomia Molecular II (Molecular Gastronomy II)

    Gastronomia Molecular II (Molecular Gastronomy II)

    Código: 1806
    Responsável: Maria Paulina Estorninho Neves da Mata
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 4 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 14 Teórico-Práticas: 21 Práticas: 14 Outras: 7 Total: 56

    2. Objectivos:

    Familiarizar os alunos com técnicas culinárias inovadoras desenvolvidas nos últimos anos e com o trabalho dos chefes mais inovadores a nível mundial.
    Pretende-se que os alunos integrem conhecimentos adquiridos noutras unidades curriculares e desenvolvam capacidades para fazer uma análise abrangente de técnicas e processos culinários inovadores a nível molecular.

    3. Programa:

    Estudo das preparações culinárias inovadoras envolvendo uma abordagem interdisciplinar e integrando conhecimentos ministrados nas outras disciplinas: os ingredientes, os processos culinários e os aspectos envolvidos na sua apreciação pelo consumidor.
    Análise dos fundamentos científicos de um conjunto de técnicas culinárias inovadoras:
    - Cozinha em vácuo e a baixas temperaturas;
    - Esferificações;
    - Filmes comestíveis;
    - Ares e espumas;
    - Utilização de Azoto líquido.
    Análise dos passos de algumas preparações.

    Método de ensino

    Os métodos de ensino incluem:
    a) exposição, utilizando o datashow, da matéria teórica;
    b) aulas teórico-práticas, em que se discutem artigos ou casos concretos de técnicas e processos culinários;
    c) aulas práticas, em que os alunos têm oportunidade de executar experiências;
    d) utilização de website com material de estudo e contacto à distância via email.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • This, H., Cours de Gastronomie Moléculaire n° 1: Science, technologie, technique... culinaires: quelles relations?, Belin, 2009
    • Mc Gee, H., McGee on Food and Cooking: An Encyclopedia of Kitchen Science, History and Culture, Hodder & Stoughton, 2004
    • Blumenthal, H., The Fat Duck Cookbook, Bloomsbury Publishing, 2009
    • Blumenthal, H., In Search of Perfection, Bloomsbury Publishing, 2006
    • Adria, F., Modern Gastronomy, CRC Press, 2009
    • Keller, T., Under Pressure: Cooking Sous Vide, Workman Publishing, 2008
    • Achatz, G., Alinea, Ten Speed Press, 2008
    • Adria, F; Soller, J.; El Bulli 1998-2002, Rba Libros, 2004
    • Adria, F; Soller, J.; Adria, A., El Bulli 2003-2004, Ecco, 2006
    • Adria, F; Soller, J.; Adria, A., El Bulli 2005, Rba Libros, 2006

    5. Avaliação:

    Avaliação Teórica (75%)
    Provas individuais, escritas e sem consulta classificadas de 0 a 20 valores.
    Avaliação Prática (25%)
    Avaliação contínua durante o semestre.
    Apresentação de relatórios dos trabalhos práticos.
    Trabalho de grupo sobre um tema.

    6. Estimativa total de trabalho: 112 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Génese e Qualidade do Solo (Soil Formation and Management)

    Génese e Qualidade do Solo (Soil Formation and Management)

    Código: 1384
    Responsável: Manuel Armando Valeriano Madeira
    Outros docentes: Adília Neves Pires de Oliveira e Fernando Manuel Girão Monteiro
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Arquitectura Paisagista; Engenharia do Ambiente; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais; Viticultura e Enologia
    Ramo: Engenharia Agronómica e Engenharia do Ambiente (todos); Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais (Gestão Florestal; Gestão de Recursos Naturais)

    Ano Curricular: 1º (EAgr; AP; VE) 2º (EAmb; EFRN) Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Engenharia Agronómica
    Opcional: restantes cursos


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 35 Teórico-Práticas: 35 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Adquirir conhecimentos gerais sobre:
    (i) os processos gerais de formação dos solos e do papel dos diversos factores de formação dos mesmos que condicionam a sua diversidade e distribuição a diferentes escalas;
    (ii) a classificação de solos e a análise de documentos cartográficos;
    (iii) a avaliação de terras e da qualidade do solo.

    3. Programa:

    As funções do solo, os ecossistemas e a sociedade. Factores de formação do solo. Processos gerais de formação, evolução e distribuição dos solos à escala global e local nas principais regiões bioclimáticas. Sistematização universal dos solos (“World Reference Base for Soil Resources”; “Soil Taxonomy”). Classificação dos solos que ocorrem em Portugal e análise das condições que determinam a sua distribuição e características. Análise da informação cartográfica dos solos em Portugal.

    Organismos do solo. As acções dos organismos. Grupos de organismos. Diversidade, abundância, biomassa e actividade metabólica. Fixação simbiótica de azoto. Sistemas micorrízicos.

    O solo, a dinâmica do carbono e dos nutrientes e a estabilidade dos ecossistemas. Interacções entre o solo e as plantas; a diversidade do perfil do solo, o sistema de uso e a qualidade do solo. Avaliação de terras (“land evaluation”) e da qualidade do solo. Modificações das funções do solo. Processos de degradação e a resiliência do solo. As características do solo e os princípios gerais para a conservação e reabilitação do solo.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Brady, N. C. & Weil, R.R. 2008. The Nature and Properties of Soil (14th edition revised). Pearson International Edition. Pearson Education, Inc., Upper Saddle River, New Jersey. (Os mesmos capítulos da edição anterior)
    • Buol, S.W., Hole, F.D., Mc Cracken, R.J., Southard, R.J. 1997. Soil Genesis and Classification (4th ed). Iowa State University Press, Ames. (Capítulos 2 - 6).
    • FAO, 1976. A framework for Land Evaluation. FAO Soils Bulletin 32, FAO, Rome
    • FAO, 2001. Lecture Notes on the Major Soils of the World. World Soil Resources Reports 94, FAO, Rome
    • IUSS Working Group WRB, 2006. World Reference Base for Soil Resources. World Soil Resources Reports 103, FAO, Rome
    • Madeira, M. Apontamentos de aulas teóricas (página WEB da unidade curricular)

    Bibliografia Complementar

    • European Environment Agency, 2003. Europe’s environment: the third assessment. Environmental assessment report, 10. (Chap. 9: Soil Degradation)
    • EEA, 2000. Down to earth: Soil degradation and sustainable development in Europe - A challenge for the 21st century. Environmental issue report No 16.
    • Sanchez, P. 1976. Properties and Management of Soils in the Tropics. John Wiley & Sons, New York.
    • Sanchez, P.A. & Lal, R. 1992. Myths and Science of Soils of the Tropics, SSSA, Special Publication, no. 29. Madison.
    • Soil Survey Staff 2006. Keys to Soil Taxonomy (10th Ed). USDA/NCRS, Washington.

    5. Avaliação:

    A unidade curricular GÉNESE E QUALIDADE DO SOLO compreende dois módulos: (a) Factores e processos de formação do solo, (b) Classificação, avaliação e qualidade do solo.

    A frequência da unidade curricular é obtida por intermédio da participação nas aulas. Como requisito mínimo é obrigatório a presença em 21 das 28 sessões lectivas previstas. Este requisito não se aplica aos trabalhadores estudantes(Lei nº 116/97).

    A avaliação da unidade curricular far-se-á:

    (a) Através de testes abrangendo a matéria de cada módulo, cuja nota mínima é de oito valores. Desde que a nota média obtida nos módulos seja no mínimo de dez valores, o aluno poderá prescindir do exame final da unidade curricular.

    (b) Através da realização de um Exame Final em que tem de obter uma nota mínima de 10 valores, sendo oito a nota mínima a obter em cada um dos módulos.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Apresentações

    Textos de Apoio

    Avaliação


    AVISOS
    Início das aulas
    Exame 1ª data


    Genética e Melhoramento Florestal (Forest Tree Breeding)

    Genética e Melhoramento Florestal (Forest Tree Breeding)

    Código: 1387
    Responsável: Maria Helena Reis de Noronha Ribeiro de Almeida
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: Gestão Florestal; Gestão de Recursos Naturais; Engenharia dos Produtos Florestais

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória Gestão Florestal; Eng. dos Produtos Florestais
    Opcional Gestão de Recursos Naturais


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se que os alunos: dominem os instrumentos que lhes permite manipular a variabilidade genética das populações arbóreas de forma a condicionar o processo produtivo; fiquem conscientes da necessidade da conservação do património genético dessas populações como forma de garantir a sustentabilidade da floresta.

    3. Programa:

    I - Introdução:
    O Conceito de melhoramento florestal.
    Enquadramento do melhoramento florestal na actividade florestal.
    Etapas dos programas de melhoramento florestal.
    Vantagens e limitações do melhoramento florestal.

    II - Genética Quantitativa:
    Análise dos factores que condicionam o ganho da selecção numa população.
    Interacção Genótipo x ambiente.
    Alocação de recursos genéticos em sistemas de selecção.

    III - Metodologias Gerais do Melhoramento Florestal:
    Melhoramento no curto e longo prazo: Classificação em Populações Funcionais.
    As Estratégias de Melhoramento.
    Apresentação de Programas de Melhoramento Florestal a decorrer em Portugal.

    IV - A Biotecnologia como Ferramenta do Melhoramento Florestal:
    Na avaliação da diversidade genética.
    Na selecção Assistida por Marcadores Moleculares.
    Na propagação da População de Produção.

    V - Gestão Florestal e a sustentabilidade dos Recursos Genéticos Florestais:
    Estrutura Genética e a Conservação de Recursos Genéticos Florestais.
    A População Mínima Viável.
    Métodos de Conservação Genética: Estática versus Dinâmica.
    Associação da Estratégia de Melhoramento e a Conservação de Recursos Genéticos.
    Poluição Genética.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Eriksson, G., Ekberg,I., Clapham D. 2006. An introduction to forest genetics, 2ª ed.Genetic Center, Dept. Plant Biology and Forest Genetics, SLU, Uppsala Sweden - ISBN 91-576-7190-7

    Bibliografia Complementar

    • Artigos de revistas da especialidade

    5. Avaliação:

    Avaliação contínua :
    Teste surpresa – 1-3 perguntas realizadas, sem aviso prévio, no final das aulas. Corresponde a 10% da nota final. No cálculo será considerado o nº de testes-1.
    Apresentação oral de um tema do programa, com uma duração máxima de 20 minutos, com o peso de 30%. na nota final.
    Teste final - consta de questões teóricas e práticas contribui com 60 %, para a nota final Nesta prova os alunos deverão obter uma nota igual ou superior a 10 valores.
    Os alunos que obtiverem na avaliação contínua nota igual ou superior a 10 valores estão dispensados do exame final.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Sumários 2011-2012


    AVISO


    Links


    Genética Quantitativa e Melhoramento de Plantas (Quantitative Genetics and Plant Breeding)

    Genética Quantitativa e Melhoramento de Plantas (Quantitative Genetics and Plant Breeding)

    Código: 1388
    Responsável: João Manuel Neves Martins
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Biologia Funcional; Engenharia Agronómica
    Ramo: Engenharia Agronómica - Agro-Pecuária; Hortofruticultura e Viticultura; Protecção de Plantas

    Ano Curricular: 1º (BF) / 2º (EAgr) Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Biologia Funcional
    Opcional: Engenharia Agronómica


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    - Estudo dos princípios de genética quantitativa
    - Reconhecer a natureza do MP e da actividade do melhorador de plantas
    - Entender as vantagens (e algumas contrariedades) do MP para a agricultura, para as pessoas e para a sociedade.
    - Reconhecer os principais tipos de variedades melhoradas e os métodos para a respectiva obtenção.

    3. Programa:

    Introdução: conceitos básicos, história e principais realizações do MP. Objectivos actuais.
    Genética de populações: equilíbrio de Hardy-Weinberg. Factores de evolução: mutação, selecção e deriva genética.
    Genética quantitativa: natureza das características quantitativas. Desvio ambiental e o seu controlo. Efeito médio e valor reprodutivo. Estimativa do ganho genético. Heritabilidade e resposta à selecção. Variabilidade devida à dominância: depressão endogâmica e heterosis. Aptidão combinatória, geral e específica.
    Material vegetal e conservação e valorização dos recursos genéticos. Principais estratégias de conservação genética. Descritores e colheita de dados.
    Biologia floral e controlo genético do sistema reprodutivo. Autofecundação, fecundação cruzada e apomixia. Estrutura genética das populações como determinante dos métodos de melhoramento.
    Linhas puras (caso tipo, trigo). Teoria das linhas puras. Selecção de plantas individuais com teste de descendência. Selecção genealógica: “pedigree”, “bulk” e “single seel descent”. Multilinhas.
    Variedades de polinização livre (caso tipo: milho e pinheiro bravo). Selecção recorrente “ear-to-row”. Selecção massal com testes de descendência e estimativa de parâmetros genéticos e do ganho.
    Híbridos (caso tipo milho). Linhas autofecundadas. Avaliação da aptidão combinatória. Produção dos híbridos. Variedades sintéticas.
    Clones (caso tipo, videira). Origem da variabilidade genética dentro das variedades antigas. Selecção sanitária versus selecção genética baseada nos princípios da genética quantitativa. Resultados da selecção em Portugal: altos ganhos genéticos, quantificação da variabilidade genética intravarietal, efeitos biológicos dos vírus. Problemas resultantes da selecção clonal: erosão genética e interacção genótipo x ambiente.
    Poliploidia: haploides, aneuploides e poliploides. Autopoliploides e aulopoliploides e sua importância no melhoramento de plantas. O caso tipo do triticale e raphanus/brassica.
    Plantas trangénicas: situação actual e perspectivas das culturas transgénicas no mundo.
    Certificação varietal: degeneração das sementes e a necessidade da certificação. Homologação oficial e controlo da multiplicação. Testes VAU e DHE, patamares da multiplicação e classes de materiais. Catálogo nacional e lista de variedades.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • MARTINS, A. (1980) - Genética de populações. ISA.
    • MARTINS, A. (1986) - Genética quantitativa. ISA.
    • MARTINS, A. (1993) - Heritabilidade e ganho de selecção em populações de propagação vegetativa e de reprodução sexuada. ISA.
    • MARTINS, A. (1982) – Exercícios de genética. ISA
    • MARTINS, A. & MARTINS, J. N. (1992) – Melhoramento de Plantas I. ISA.

    Bibliografia Complementar

    • ALLARD, R.W. (1971) – Princípios do melhoramento genético das plantas. Edgard Blucher, S. Paulo.
    • DEMARLY, Y. (1977) – Génétique et amélioration des plantes. Masson, Paris.
    • FALCONER, D. S. & MACKAY, T. (1970) – Introduction to Quantitative Genetics (4th ed.). Prentice Hall. Harlow.
    • GRALL, J. & LEVY, B. (1985) – La guerre des semences, quelles moissons, quelles societés? Fayard, Paris.
    • SANCHEZ-MONGE, E. (1974) – Fitogenética. INIA, Madrid.
    • SIMMONDS, N. W. & SMARTT, J. (1999) – Principles of crop improvement. Blackwell Sci., London.

    5. Avaliação:

    Relatórios de visitas e monografias
    Testes quinzenais
    Teste final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    Programa detalhado

    Justificação do Programa

    Textos de apoio


    Genómica Funcional (Functional Genomics)

    Genómica Funcional (Functional Genomics)

    Código: 1693
    Responsável: Maria da Glória Calado Inglês Esquível
    Outros docentes: Maria Wanda Sarujine Viegas, Maria Leonor Mota Morais Cecílio e Sara Barros Queiroz Amâncio
    Curso: 2º ciclo – Biologia Funcional

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se que os estudantes:
    (1) Compreendam os mecanismos que estão ligados à transmissão e regulação dos padrões de expressão de genes na planta.
    (2) Entendam os processos epigenéticos mais comuns.
    (3) Saibam adequar as técnicas de engenharia genética e de proteómica ao estudo da função de genes e da manipulação da sua expressão numa perspectiva aplicada.

    3. Programa:

    Apresentação da Disciplina e definição de conceitos básicos.
    Organização dos genomas de plantas e de algas modelos (exemplos: Arabidopsis thaliana, Oryza sativa,Physcomitrella patens, Chlamydomonas reinhartii e Synechocystis sp.).
    Métodos de análise em Genómica Funcional.
    Processos Epigenéticos. Estabelecimento da heterocromatina e controlo da expressão génica por RNAi. Organização 3D do núcleo e expressão genica. Silenciamento génico por via epigenética. Reprogramação de padrões epigenéticos.
    Casos de estudo:
    - Expressão génica de transportadores de açucar em Saccharomyces cerevisiae ao longo da fermentação vinária.
    - Caracterização funcional do aparelho fotossíntético
    - Genómica do metabolismo do sulfato
    - Stress abiótico em plantas superiores: o papel dos factores de transcrição
    - Expressão génica em stress hídrico, uma abordagem proteómica

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Baulcombe D. et al. (2004) RNA silencing in plants, Nature 431: 350-355.
    • Leister, D. (Editor) (2005) Plant Funcional Genomics Food Products Press.1- 677.
    • Merchant, S., et al. (2007) The Chlamydomonas Genome reveals the evolution of key animal and plant functions Science 318: 245-250.

    Bibliografia Complementar

    • Abdallah, F., Salamini, F., Leister, D (2000). A prediction of the size and evolutionary origin of the proteome of chloroplast of Arabidopsis. Trends Plant Sci. 5: 141-142.
    • Campbell, T.N. and Choy F.Y.N. (2005). RNA interference: past, present and future. Curr. Issues Mol. Biol, 7: 1-6.
    • Hunter, T.C. ,Andon, N.L., Koller, A.,Yates, JR III, Haynes P.A. (2002) The functional proteomics toolbox: methods and applications. J. Chromatogr. B 782: 165-181.

    5. Avaliação:

    Trabalho de Pesquisa 35%
    Seminário 30%;
    Exame 35%

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Gestão da Fauna Silvestre (Wildlife Management)

    Gestão da Fauna Silvestre (Wildlife Management)

    Código: 1392
    Responsável: António Manuel Dorotêa Fabião
    Outros docentes: José Maria Horta e Costa da Silva Santos e Miguel Nuno Sacramento Monteiro Bugalho
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: Gestão Florestal; Gestão de Recursos Naturais; Arboricultura e Silvicultura Urbanas

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória Gestão de Recursos Naturais
    Opcional Gestão Florestal; Arboricultura e Silvicultura Urbanas


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Habilitar os alunos a gerirem profissionalmente as comunidades faunísticas, com fins de ordenamento e gestão cinegéticos e/ou de conservação dos habitats e das espécies ameaçados. Dotá-los das bases científicas e técnicas da silvicultura dirigida ao ordenamento da fauna e do seu habitat.

    3. Programa:

    I – Ecologia das relações entre populações: competição intra e interespecífica e implicações na gestão da fauna; tabelas de vida e curvas de sobrevivência; coexistência em competição.
    II - Predação e parasitismo: ecologia das relações predador-presa e parasita-hospedeiro; herbivoria; doenças da fauna silvestre; implicações da predação na conservação da fauna e na gestão cinegética.
    III - Habitat e fauna silvestre: efeitos de margem e de área e implicações no ordenamento da fauna; culturas para a fauna; silvicultura intensiva e fauna silvestre; avaliação do valor do coberto vegetal para a fauna: habitat evaluation procedures (HEP) e habitat suitability indices (HSI).
    IV - Regulamentação da gestão faunística: regulamentação conservacionista, cinegética e da pesca nas águas continentais; Rede Nacional de Áreas Protegidas e Rede Natura 2000; conflitos de interesses na gestão da fauna silvestre.

    3.1. Programa Detalhado

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Bolen, E. G. & W. L. Robinson. 2003. Wildlife Ecology and Management. 5th edition. Prentice Hall. Englewood Cliffs (N. Jersey, EUA).

    Bibliografia Complementar

    • Hunter Jr., M. 1990. Wildlife, Forests, and Forestry: Principles of Managing Forests for Biological Diversity. Prentice Hall. Englewood Cliffs.
    • Smith, D. M., B. C. Larson, M. J. Kelty & P. M. S. Ashton. 1997. The Practice of Silviculture: Applied Forest Ecology. 9th. Edition. John Wiley & Sons. N. York.
    • Begon, M., Harper, J. L. & Townsend, C. R. 1990. Ecology: Individuals, Populations and Communities. Blackwell. London. (BISA, P01-263 a 266 e P01-403; há edições mais recentes).

    5. Avaliação:

    Classificação de trabalhos de aplicação realizados pelos alunos e das suas apresentações orais, com possibilidade de dispensa de teste de módulo e/ou de exame final. Testes de módulo e exame final escrito com perguntas de resposta múltipla e/ou de desenvolvimento.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    MÓDULO I

    MÓDULO II

    MÓDULO III

    MÓDULO IV

    MATERIAL E TEXTOS DE APOIO

    Sumários


    AVALIAÇÃO


    AVISOS


    Gestão de Recursos Naturais em Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável (Natural Resources Management)

    Gestão de Recursos Naturais em Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável (Natural Resources Management)

    Código:
    Responsável: José Guilherme Martins Dias Calvão Borges
    Outros docentes: Pedro César Ochôa de Carvalho
    Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Formar alunos preparados para melhor gerir os recursos naturais em meio tropical no contexto dos sistemas agrícolas, agro-pecuários, agro-industriais e agro-florestais.

    3. Programa:

    1 – O Homem e o Meio: Demografia e recursos naturais
    2 – Conservação e Uso Sustentável no Solo
    3 – Florestas no mundo: conceitos, tipologia e evolução temporal
    4 – Florestas Tropicais: dinâmica, desflorestação e o desenvolvimento sustentável – problemática global e iniciativas internacionais.
    5 – Plantações florestais e sistemas agro-florestais
    6 – Madeiras tropicais: diversidade, valorização e comercialização
    7 – Produtos não lenhosos das florestas tropicais
    8 – Biomassa e bioenergia: culturas energéticas e utilização de biomassa
    9 – Valor ambiental e dimensão social das florestas
    10 – Certificação

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • A Definir

    5. Avaliação:

    Por testes e trabalhos de revisão bibliográfica

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Gestão de Recursos Naturais em Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais (Natural Resources Management)

    Gestão de Recursos Naturais (Natural Resources Management)

    Código: 1396
    Responsável: José Guilherme Martins Dias Calvão Borges
    Outros docentes: Pedro César Ochôa de Carvalho
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: todos

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória restantes ramos
    Opcional Engenharia dos Produtos Florestais


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Compreender como aplicações informáticas e métodos avançados para a tomada de decisão podem ajudar a tomar decisões de gestão e conservação dos recursos naturais. Desenvolver competência para identificar e representar problemas de planeamento da gestão à escala da paisagem e para interpretar as suas soluções. Análise e exploração de métodos e de software com interesse para cada um dos alunos.

    3. Programa:

    1. Introdução ao planeamento da gestão de ecossistemas. Revisão de conceitos de ordenamento e gestão florestal. Perspectivas recentes em gestão de ecossistemas. Hierarquia e integração de escalas temporais (estratégica, táctica e operacional) e de escalas espaciais (unidade de gestão, propriedade, paisagem, região).
    2. Economia e avaliação de projectos. Conceitos económicos relevantes para a gestão e conservação de ecossistemas. O caso dos recursos naturais não transaccionados no mercado. Métodos de valoração. Análise e avaliação de projectos de gestão e conservação de ecossistemas; tópicos e estratégias. Planeamento da gestão de ecossistemas às escalas da paisagem ou da região e análise económica à escala da unidade de gestão.
    3. Planeamento da gestão multiobjectivo de ecossistemas. Planeamento estratégico: modelos I e II. Planeamento da gestão à escala da paisagem e análise de cenários à escala da região: o modelo Hoganson Rose. Integração dos processos de planeamento da gestão sustentável e da protecção contra incêndios: métodos exactos e métodos heurísticos. Decisores múltiplos: aproximações para articulação do planeamento da gestão à escala da paisagem com o planeamento da gestão à escala da propriedade. Planeamentos táctico e operacional. Organização do espaço, acessibilidade e escolhas operacionais. Problemas de logística: métodos exactos e métodos heurísticos.
    4. Tecnologias de informação e de comunicação em gestão de recursos naturais. Sistemas de apoio à decisão e sistemas baseados em conhecimento. A estrutura modular. Arquitectura. Sistema de gestão de informação. Simulador de modelos de silvicultura e de alternativas de gestão. Modelo de decisão. Intérprete de resultados.
    5. Estágio/seminário. Estudo de casos do planeamento da gestão de ecossistemas de acordo com interesse de cada um dos alunos e com participação de responsáveis em instituições do sector florestal.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Davis, L., K.Johnson., P. Bettinger e T. Howard. 2001. Forest management to sustain ecological, economic and social values. Ed. 4. McGraw Hill Publishing Company, New York.
    • Kangas, A., J. Kangas and M. Kurttila. 2008. Decision suport for forest management. Springer. Managing Forest Ecosystems 7.
    • Apontamentos e exercícios preparados pelo docente

    Bibliografia Complementar

    • Buongiorno, J. and J. Giless. 2003. Decision methods for forest resource managers. Ed 1. Academic Press
    • Artigos em revistas florestais

    5. Avaliação:

    Participação na aula e apresentação de um sumário (10%). Preparação de um projecto (trabalho escrito com cerca de 10 páginas) (30%). Um exame final (60%).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Gestão de Recursos Pesqueiros e Cinegéticos (Fisheries and Game Management)

    Gestão de Recursos Pesqueiros e Cinegéticos (Fisheries and Game Management)

    Código: 1397
    Responsável: Pedro Raposo de Almeida
    Outros docentes: António Manuel Dorotêa Fabião e Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso
    Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 14
    Práticas/Laboratoriais: 24
    Práticas/Trabalho de Campo: 12
    Outras: 1.5
    Total: 51.5

    2. Objectivos:

    Caracterização dos principais recursos haliêuticos portugueses (águas continentais e marinhas) e da respectiva forma de exploração comercial. Caracterização dos principais recursos cinegéticos nacionais. Obter as noções de ordenamento para a caça e da pesca em águas interiores. Desenvolver os conhecimentos de avaliação e monitorização de recursos haliêuticos marinhos. Os alunos serão incentivados a comunicar os resultados através da elaboração de relatórios, escritos ou orais; interagir criticamente com outros colegas através da participação em fóruns e outras actividades on-line; utilizar a plataforma de ensino on-line da Universidade de Évora (Moodle).

    3. Programa:

    1. Princípios gerais e etapas do ordenamento para a caça e da pesca em águas interiores. Regulamentação da caça e da pesca nas águas interiores. Legislação aplicável à pesca costeira. Controlo da actividade cinegética e da pesca.
    2. Principais recursos pesqueiros portugueses. Tecnologia da pesca. Avaliação e monitorização de recursos haliêuticos. Efeito da pesca nos ecossistemas e comunidades. Gestão da pesca e medidas de mitigação. Caracterização dos agentes e dos instrumentos de pesca em águas interiores. Repovoamentos e intervenções nas populações. Manipulação de habitats.
    3. Espécies cinegéticas e modalidades de caça. Bioecologia, fenologia e estatuto de conservação das espécies cinegéticas. Conflitos de interesses no ordenamento da caça em zonas agrícolas, zonas florestais e zonas húmidas. Controle de predadores. Intervenção em habitats e espécies caçadas. Avaliação do valor do coberto vegetal para a fauna selvagem; Culturas para a fauna e conciliação das práticas agrícolas e florestais com a sobrevivência da fauna selvagem. Ordenamento cinegético das espécies migradoras.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Bolen, E. G. & W. L. Robinson. 2003. Wildlife Ecology and Management. 5th edition. Prentice Hall. Englewood Cliffs (N. Jersey, EUA).
    • Elton, C. 2001. Animal Ecology, University Press of Chicago.
    • Cowx I.G. 1996. Stock assessment in inland waters. Fishing News Books. Blackwell, Oxford.
    • Cowx I.G. 1998. Stocking and introduction of fish. Fishing News Books. Blackwell, Oxford.
    • Cunningham S., T.Bostock (eds,) 2006. Successful Fisheries Management: Issues, case studies, perspectives. Eburon Publ.
    • Hunter Jr., M. 1990. Wildlife, Forests, and Forestry: Principles of Managing Forests for Biological Diversity. Prentice Hall. Englewood Cliffs.
    • Hall, S.J. 1999. The efffects of fishing on marine ecosystems and communities. Blackwell Science, Oxford. 274p.
    • King, M. 1998. Fisheries biology, assessment and management. 4th ed., Fishing News Books, Oxford. 341p.
    • Templeton, R. (ed.) 1998. Freshwater fisheries management. 2nd Edition. Fishing New Books, Oxford.
    • Welcomme R.L. 2001. Inland Fisheries: Ecology and management. Fishing News Books, Blackwell, Oxford.

    5. Avaliação:

    Módulo teórico presencial. Módulo prático presencial com apresentação de alguns problemas no domínio da caça e da pesca;
    Visitas de estudo: realização de visitas de estudo a instalações dedicadas à exploração à exploração cinegética e de recursos pesqueiros (e.g. zonas de pesca, lotas, portos de pesca).
    Módulo teórico: Exame escrito (50%);
    Módulo prático: Elaboração de um relatório (40%);
    Módulo visitas de estudo: Apresentação oral de um tema abordado numa das visitas (10%)

    6. Estimativa total de trabalho: 162 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    Textos de Apoio


    Gestão e Conservação da Vegetação e de Sistemas Agro-Florestais em Gestão e Conservação dos Recursos Naturais

    Gestão e Conservação da Vegetação e de Sistemas Agro-Florestais em Gestão e Conservação dos Recursos Naturais (Management and Conservation of Vegetation and Agroforest Systems)

    Código: 1398
    Responsável: António Manuel Dorotêa Fabião
    Outros docentes: José Carlos Augusta da Costa
    Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 14 Práticas/Laboratoriais: 24 Práticas/Trabalho de Campo: 8 Outras: 1 Total: 47

    2. Objectivos:

    Os alunos deverão conhecer a vegetação de Portugal, em particular a lenhosa, e identificar unidades de paisagem; conhecer os factores com influência na vegetação e as formas como esta reflecte essa influência através da formação de comunidades distintas, com relevo para as condicionantes climáticas; descrever princípios de gestão aplicáveis à conservação e manutenção próxima da natureza de comunidades vegetais; conhecer os efeitos das alterações produzidas pelas actividades humanas e a forma de as minimizar e mitigar; abordar princípios e técnicas de conservação e restauro de ecossistemas.

    3. Programa:

    Módulo 1: Enquadramento bioclimático e biogeográfico da vegetação de Portugal. Métodos de análise da vegetação
    1. Bioclimatologia e biogeografia: história, princípios e conceitos;
    2. Biomas;
    3. Métodos de análise da vegetação.

    Módulo 2: Espécies protegidas, sítios classificados para protecção da vegetação e cartografia vegetal
    1. Introdução à cartografia de vegetação;
    2. Valorização da diversidade florística e de habitats e métodos de gestão e conservação da vegetação;
    3. Instrumentos de gestão: Convenções internacionais, regulamentação europeia e medidas agro-ambientais e silvo-ambientais.

    Módulo 3: Sistemas agro-florestais
    1. Conceitos e tipologias;
    2. Balanço hidrológico e circulação dos nutrientes em sistemas agro-florestais;
    3. Sistemas agro-silvopastoris; os baldios como caso de estudo.

    Módulo 4: Restauro e requalificação da vegetação e das comunidades vegetais
    1. Factores de degradação da vegetação;
    2. Métodos de restauro da vegetação; Fitorremediação;
    3. Casos de estudo (restauro e requalificação das galerias lenhosas ribeirinhas; restauro e requalificação da vegetação após o fogo; fitorremediação).

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Blanco Castro, E., Casado González, M. A., Costa Tenório, M., Escribano Bombín, R., Garcia Antón, M., Génova Fuster, M., Gómez Manzaneque, Á., Moreno Saiz, J. C., Morla Juaristi, C., Regato Pajares, P., Sainz Ollero H. 1997. Los Bosques Ibéricos: una Interpretación Geobotánica. Editorial Planeta. Barcelona.
    • Fabião, A., Oliveira, A. 2007. A Floresta em Portugal. Instituto Superior de Agronomia. Lisboa.

    Bibliografia Complementar

    • Alves, J. M. S, Espírito Santo, M. D., Costa, J. C., Gonçalves, J. H. C., Lousã, M. F. 1998. Habitats Naturais e Seminaturais de Portugal Continental. Tipos de Habitats mais Significativos e Agrupamentos Vegetais Característicos. Inst. Cons. Natureza. Lisboa.
    • Guil, F., Moreno-Opo, R. (coord.). 2007. Catalogo de Buenas Prácticas para la Gestión del Habitat en Red Natura 2000: Bosque y Matorral Medterráneos. Una Propuesta de Actuaciones Financiables en Red Natura 2000. Fund. CBD-Habitat. Madrid.

    Além da bibliografia básica indicada na página da disciplina (http://www.isa.utl.pt/home/node/3829; procurar na página principal em "Alunos" > "Material Pedagógico das UC’s" > "Unidades Curriculares de 2º Ciclo (Mestrado)"> "Gestão e Conservação da Vegetação e dos Sistemas Agro-florestais") outros elementos de estudo serão atempadamente fornecidos através da mesma página.

    5. Avaliação:

    Em cada módulo, a avaliação será efectuada por trabalhos de revisão bibliográfica/aplicação prática (com apresentação) e/ou por testes teóricos sobre a matéria do módulo.
    A classificação final será dada pela média aritmética das classificações de cada módulo (com nota mínima obrigatória de 7,5 por módulo), com possibilidade de acesso a exame final total ou por módulos nas datas regulamentares.

    6. Estimativa total de trabalho: 162 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Gestão e Conservação da Vegetação e de Sistemas Agro-Florestais/Management and Conservation of Vegetation and Agroforestry Syst.

    Gestão e Conservação da Vegetação e de Sistemas Agro-Florestais (Management and Conservation of Vegetation and Agroforestry Systems)

    Código: 1398
    Responsável: António Manuel Dorotêa Fabião
    Outros docentes: José Carlos Augusta da Costa
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: todos

    Ano Curricular: 1º(GRN; ASU) / 2º(GF; EPF) Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória Gestão de Rec. Naturais; Arboricultura e Silvicultura Urbanas
    Opcional Gestão Florestal; Eng. dos Produtos Florestais


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Os alunos deverão conhecer a vegetação de Portugal, em particular a lenhosa, e identificar unidades de paisagem; conhecer os factores com influência na vegetação e as formas como esta reflecte essa influência através da formação de comunidades distintas, com relevo para as condicionantes climáticas; descrever princípios de gestão aplicáveis à conservação e manutenção próxima da natureza de comunidades vegetais; conhecer os efeitos das alterações produzidas pelas actividades humanas e a forma de as minimizar e mitigar; abordar princípios e técnicas de conservação e restauro de ecossistemas.

    3. Programa:

    Módulo 1: Enquadramento bioclimático e biogeográfico da vegetação de Portugal. Métodos de análise da vegetação
    1. Bioclimatologia e biogeografia: história, princípios e conceitos;
    2. Biomas;
    3. Métodos de análise da vegetação.

    Módulo 2: Espécies protegidas, sítios classificados para protecção da vegetação e cartografia vegetal
    1. Introdução à cartografia de vegetação;
    2. Valorização da diversidade florística e de habitats e métodos de gestão e conservação da vegetação;
    3. Instrumentos de gestão: Convenções internacionais, regulamentação europeia e medidas agro-ambientais e silvo-ambientais.

    Módulo 3: Sistemas agro-florestais
    1. Conceitos e tipologias;
    2. Balanço hidrológico e circulação dos nutrientes em sistemas agro-florestais;
    3. Sistemas agro-silvopastoris; os baldios como caso de estudo.

    Módulo 4: Restauro e requalificação da vegetação e das comunidades vegetais
    1. Factores de degradação da vegetação;
    2. Métodos de restauro da vegetação; Fitorremediação;
    3. Casos de estudo (restauro e requalificação das galerias lenhosas ribeirinhas; restauro e requalificação da vegetação após o fogo; fitorremediação).

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Blanco Castro, E., Casado González, M. A., Costa Tenório, M., Escribano Bombín, R., Garcia Antón, M., Génova Fuster, M., Gómez Manzaneque, Á., Moreno Saiz, J. C., Morla Juaristi, C., Regato Pajares, P., Sainz Ollero H. 1997. Los Bosques Ibéricos: una Interpretación Geobotánica. Editorial Planeta. Barcelona.
    • Fabião, A., Oliveira, A. 2007. A Floresta em Portugal. Instituto Superior de Agronomia. Lisboa.

    Bibliografia Complementar

    • Alves, J. M. S, Espírito Santo, M. D., Costa, J. C., Gonçalves, J. H. C., Lousã, M. F. 1998. Habitats Naturais e Seminaturais de Portugal Continental. Tipos de Habitats mais Significativos e Agrupamentos Vegetais Característicos. Inst. Cons. Natureza. Lisboa.
    • Guil, F., Moreno-Opo, R. (coord.). 2007. Catalogo de Buenas Prácticas para la Gestión del Habitat en Red Natura 2000: Bosque y Matorral Medterráneos. Una Propuesta de Actuaciones Financiables en Red Natura 2000. Fund. CBD-Habitat. Madrid.

    Além da bibliografia básica indicada na página da disciplina (http://www.isa.utl.pt/home/node/3829; procurar na página principal em "Alunos" > "Material Pedagógico das UC’s" > "Unidades Curriculares de 2º Ciclo (Mestrado)"> "Gestão e Conservação da Vegetação e dos Sistemas Agro-florestais") outros elementos de estudo serão atempadamente fornecidos através da mesma página.

    5. Avaliação:

    Em cada módulo, a avaliação será efectuada por trabalhos de revisão bibliográfica/aplicação prática (com apresentação) e/ou por testes teóricos sobre a matéria do módulo.
    A classificação final será dada pela média aritmética das classificações de cada módulo (com nota mínima obrigatória de 7,5 por módulo), com possibilidade de acesso a exame final total ou por módulos nas datas regulamentares.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Programa detalhado

    Slides das aulas

    Textos de apoio

    Sumários


    AVALIAÇÃO


    AVISOS
    Começo das aulas


    Gestão e Conservação de Comunidades Faunísticas Terrestres (Management and Conservation of Terrestrial Fauna)

    Gestão e Conservação de Comunidades Faunísticas Terrestres (Management and Conservation of Terrestrial Fauna)

    Código: 1399
    Responsável: António Paulo Pereira de Mira
    Outros docentes: João E. Rabaça e Paulo Alexandre Sá Sousa
    Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 14
    Práticas/Laboratoriais: 24
    Práticas/Trabalho de Campo: 10
    Outras: 1
    Total: 49

    2. Objectivos:

    i) Conhecer os aspectos básicos e particulares da biologia, diagnose e distribuição das espécies de vertebrados terrestres;
    ii) Reconhecer a grande diversidade faunística portuguesa, relacionando-a com adaptações a ambientes particulares;
    iii) Identificar os principais problemas relacionados com a conservação da fauna em Portugal;
    iv) Fornecer as bases para a gestão da fauna terrestre;
    v) desenvolver as seguintes competências genéricas: domínio da leitura em língua inglesa; domínio da capacidade de comunicação através da apresentação e discussão oral de trabalhos escritos; capacidade de trabalho autónomo e aprendizagem independente; interagir criticamente com outros colegas através da participação em fóruns e outras actividades on-line; utilizar a plataforma de ensino on-line da Universidade de Évora (Moodle).

    3. Programa:

    1. Zoogeografia e climatologia, especificidade da fauna ibérica, factores determinantes da diversidade faunística portuguesa.
    2. Diagnose e distribuição das espécies ocorrentes em Portugal (anfíbios, répteis, aves e mamíferos).
    3. Gestão de habitats para a conservação. Argumentos para a conservação, características e processos populacionais relevantes, instrumentos legais de conservação da fauna em Portugal, estatutos de conservação da UICN. 4. Gestão da fauna. Directrizes para avaliação de “Áreas Prioritárias para a Conservação da Fauna”.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Cabral M.J. (2005), Almeida J., Almeida P.R., Dellinger T., Ferrand de Almeida N., Oliveira M.E., Palmeirim J.M., Queiroz A.I., Rogado L. and Santos-Reis M. (eds.). Livro Vermelho dos Vertebrados de Portugal. Instituto da Conservação da Natureza, Lisboa.
    • Caetano, P. & Ferreira, J.P (2003). Ibéria Selvagem. Má Criação, 231 pp.
    • UICN (2003) Guidelines for Using the IUCN Red List Categories and Criteria (2003). Documento não publicado da União Internacional para a Conservação da Natureza.
    • Blondel, J & J. Aronson (1999). Biology and Wildlife of the Mediterranean Region. Oxford University Press, Oxford, 328 pp.

    5. Avaliação:

    Módulo teórico presencial. Módulo prático presencial com apresentação de alguns problemas no domínio da conservação da fauna;
    Visitas de estudo: realização de visitas de estudo para observação de animais nos seus habitats naturais
    Módulo teórico: Exame escrito (50%);
    Módulo prático: Elaboração de um relatório (40%);
    Módulo visitas de estudo: Apresentação oral de um tema abordado numa das visitas (10%)

    6. Estimativa total de trabalho: 162 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Gestão e Conservação de Ecossistemas de Águas Interiores (Management and Conservation of Freshwater Ecosystems)

    Gestão e Conservação de Ecossistemas de Águas Interiores (Management and Conservation of Freshwater Ecosystems)

    Código: 1400
    Responsável: Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: Gestão de Recursos Naturais; Arboricultura e Silvicultura Urbanas

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória Gestão de Recursos Naturais
    Opcional Arboricultura e Silvicultura Urbanas


    1. Horas de contacto:

    teóricas: 28 Teórico-Práticas: 28 Práticas-Laboratoriais: 14 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecer os compartimentos abióticos e bióticos dos ecossistemas de água doce, compreender suas interações e seu funcionamento.
    Conhecer os tipos de perturbações resultantes da interferência humana e como minimizá-los, e restaurar e reabilitar os ecossistemas e habitats.
    Saber como controlar a qualidade ecológica e saúde do ecossistema.

    3. Programa:

    Cenário hidro-geomórfico e físico-químico. Mineralização e componentes maioritários. Estratificações. Gases dissolvidos. Capacidade tampão. Matéria orgânica. Nutrientes de proporcionalidade variável. Micro-componentes. Produtores primários em meio aquático. Consumidores do meio aquático. Decomposição e circulação da matéria orgânica. Peixes- aspectos gerais. Peixes portugueses. Espécies e ciclos de vida. Comunidades, tipologia e funcionamento de ecossistemas fluviais. Variações ao longo de gradientes espaciais, temporais e tróficos. Qualidade da água. Poluição. Formas de poluição. Avaliação da qualidade da água. Integridade biótica. Avaliação da integridade biótica. Avaliação da qualidade piscícola. Regularização, alterações do regime de caudais e extracção de água. Efeitos, exemplos. Caudais ecológicos, princípios. Situação em Portugal e formas de implementação de caudais de manutenção ecológica. Passagens para peixes. Fundamentos, tipos, casos de estudo. Papel e valor da mata ripária. Estrutura e ecologia ripárias. Recuperação da vegetação ripária. Alterações dos perfis longitudinal e transversal. Extracção de inertes. Efeitos. Formas de mitigar. A saúde do ecossistema. Principais instrumentos administrativos da gestão da água e ecossistemas aquáticos. Princípios e técnicas de restauro. Restauro de habitats, de troços e de segmentos fluviais. Restauro de albufeiras. Casos de estudo.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Wetzel, RG. 2001. Limnology, lake and river ecosystems. Academic Press, San Diego.
    • The Rivers Handbook. Hydrological and ecological principles, Volume 2, edited by Peter Calow and Geoffrey E. Petts, Blackwell Scientific Publications, Oxford, 1994.

    Bibliografia Complementar

    • http://www.isa.utl.pt/waterlobby/courses/

    5. Avaliação:

    Trabalhos realizados nas aulas práticas (5 a 7); trabalhos de revisão e de síntese sobre temas apresentados e discutidos na aula (1); testes intercalares 2.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Sumários


    AVALIAÇÃO


    Gestão e Conservação de Ecossistemas de Águas Interiores em Gestão e Conservação de Recursos Naturais

    Gestão e Conservação de Ecossistemas de Águas Interiores em Gestão e Conservação de Recursos Naturais (Ecoturism and Valorization of Natural Resources)

    Código: 1400
    Responsável: Maria Teresa Marques Ferreira da Cunha Cardoso
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 14
    Práticas/Laboratoriais: 28
    Práticas/Trabalho de Campo: 10
    Outras: 1.5
    Total: 53.5

    2. Objectivos:

    Conhecer os compartimentos abióticos e bióticos dos ecossistemas de água doce, compreender suas interações e seu funcionamento.
    Conhecer os tipos de perturbações resultantes da interferência humana e como minimizá-los, e restaurar e reabilitar os ecossistemas e habitats.
    Saber como controlar a qualidade ecológica e saúde do ecossistema.

    3. Programa:

    Cenário hidro-geomórfico e físico-químico. Mineralização e componentes maioritários. Estratificações. Gases dissolvidos. Capacidade tampão. Matéria orgânica. Nutrientes de proporcionalidade variável. Micro-componentes. Produtores primários em meio aquático. Consumidores do meio aquático. Decomposição e circulação da matéria orgânica. Peixes- aspectos gerais. Peixes portugueses. Espécies e ciclos de vida. Comunidades, tipologia e funcionamento de ecossistemas fluviais. Variações ao longo de gradientes espaciais, temporais e tróficos. Qualidade da água. Poluição. Formas de poluição. Avaliação da qualidade da água. Integridade biótica. Avaliação da integridade biótica. Avaliação da qualidade piscícola. Regularização, alterações do regime de caudais e extracção de água. Efeitos, exemplos. Caudais ecológicos, princípios. Situação em Portugal e formas de implementação de caudais de manutenção ecológica. Passagens para peixes. Fundamentos, tipos, casos de estudo. Papel e valor da mata ripária. Estrutura e ecologia ripárias. Recuperação da vegetação ripária. Alterações dos perfis longitudinal e transversal. Extracção de inertes. Efeitos. Formas de mitigar. A saúde do ecossistema. Principais instrumentos administrativos da gestão da água e ecossistemas aquáticos. Princípios e técnicas de restauro. Restauro de habitats, de troços e de segmentos fluviais. Restauro de albufeiras. Casos de estudo.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Wetzel, RG. 2001. Limnology, lake and river ecosystems. Academic Press, San Diego.
    • The Rivers Handbook. Hydrological and ecological principles, Volume 2, edited by Peter Calow and Geoffrey E. Petts, Blackwell Scientific Publications, Oxford, 1994.

    Bibliografia Complementar

    • http://www.isa.utl.pt/waterlobby/courses/

    5. Avaliação:

    Trabalhos realizados nas aulas práticas (5 a 7); trabalhos de revisão e de síntese sobre temas apresentados e discutidos na aula (1); testes intercalares 2.

    6. Estimativa total de trabalho: 162 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Gestão e Conservação de Ecossistemas Estuarinos (Management and Conservation of Estuarine Ecosystems)

    Gestão e Conservação de Ecossistemas Estuarinos (Management and Conservation of Estuarine Ecosystems)

    Código: 1401
    Responsável: Maria Helena Soares Martins Adão
    Outros docentes: Pedro Raposo de Almeida e Cristina Gama Castro Pereira
    Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 12
    Práticas/Laboratoriais: 18
    Práticas/Trabalho de Campo: 12
    Outras: 1.5
    Total: 43.5

    2. Objectivos:

    - Compreender os processos físicos do ambiente estuarino: Marés, sainidade, temperatura, ondas correntes e oxigénio.
    - Compreender os processos de natureza biótica e abiótica de difrentes ecossistemas estuarinos como por exemplo sapais e povoamentos Zosteraceos.
    - Analisar a dinâmica e estrutura das comunidades estuarinas: Densidade, distribuição temporal e espacia, composição e relações tróficas.
    - Compreender os factores bióticos e abióticos na estruturação das comunidades estuarinas.
    - Relacionar a dinâmica de nutrientes com as comunidades estuarinas, especialmente compreender os processos de eutrofização.
    - Desenvolver o delineamento experimental e organizar uma experiência que relaciona os efeitos das comunidades biológicas nos processos estuarinos.
    - Analisar a “European union water framework directive“ and The European Marine and Strategy” no ponto de vista de uma ferramenta integrative na gestão dos ecossistemas.-
    - Compreender os diferentes indicadores ecológicos e discutir a sua capacidade de representar o estado de saúde dos ecossistemas estuarinos.
    - Aplicar indicadores ecológicos adequados a situações concretas e discutir a sua qualidade.

    3. Programa:

    - Processos estuarinos de natureza biótica e abiótica: Gradiente de salinidade, hidrodinamismo, amplitude de marés, correntes, ondas, bancos arenosos e de sedimento fino (lamas), praias, barras arenosas, sapais, vegetação submersa e ostreiras.
    - Definição e classificação dos estuários: Estuários com estratificação parcial; Estuários verticalmente homogéneos; Estuários estratificados e Fiordes. Prisma de maré.
    - Dinâmica de nutrientes estuarinos: Ciclos do Azoto, Carbono, fósforo e sílica. Fluxo de nutrientes nos sedimentos estuarinos e processo de eutrofização.
    - Produção primária e detritos nos ecossistemas estuarinos.
    - Cadeias tróficas estuarinas.
    - “The European Marine Strategy” e“European union water framework directive“: Metodologias e indicadores ecológicos para a gestão base dos ecossistemas: Implementação, dimensão regional, indicadores e processos de gestão.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Angel Borja (2006). The new European Marine Strategy Directive: Difficulties, opportunities, and challenges. EDITORIAL. Marine Pollution Bulletin, Volume 52, Issue 3, 239-242.
    • Barnes, R. & R. Hughes (1999). An introduction to Marine Ecology (third edition). Oxford: Blackwell Scientific Publications, 286 p.
    • Boström, C. & E. Bonsdorff (1997). Community structure and spatial variation of benthic invertebrates associated with Zostera marina ( L.) beds in the northern Baltic Sea. Journal of Sea Research 37: 153-166 .
    • Day, J. W.; A. S. Hall; W. M. Kemp & Yanez-Arancibia (1989). Estuarine Ecology. John Wiley & Sons. Inc. 558 p.
    • Giere, O. (1993). Meiobenthology. Berlin, Springer-Verlag, 328 p.
    • Higgins, P. R. & H. Thiel (1988). Introduction to the study of meiofauna. Washington, D.C., Smithsonian Institution Press, 488 p.
    • Little, C. (2000). The Biology of Soft Shores and Estuaries. Oxford university Press, 252 p.
    • McLusky, D. (2004). The estuarine ecosystem. Blackie, Glasgow, second edition, 215 p.

    5. Avaliação:

    Módulo teórico: Exame escrito (50%);
    Módulo prático: Elaboração de um relatório (40%);
    Módulo visitas de estudo: Apresentação oral de um tema abordado numa das visitas (10%).

    6. Estimativa total de trabalho: 162 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Gestão e Conservação de Ecossistemas Litorais Marinhos (Management and Conservation of Coastal and Marine Ecosystems)

    Gestão e Conservação de Ecossistemas Litorais Marinhos (Management and Conservation of Coastal and Marine Ecosystems)

    Código: 1402
    Responsável: João José Roma de Paços Pereira de Castro
    Outros docentes: Cristina Gama Castro Pereira, Maria Helena Soares Martins Adão e Pedro Raposo de Almeida
    Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 14
    Práticas/Laboratoriais: 12
    Práticas/Trabalho de Campo: 12
    Semimário: 4
    Outras: 1.5
    Total: 43.5

    2. Objectivos:

    Aquisição de conhecimentos sobre Biologia, Ecologia, Geologia, gestão e conservação de litorais marinhos, dando maior atenção a litorais oceânicos portugueses.
    Desenvolvimento da capacidade:
    - de recolha, selecção e interpretação de informação científica relevante, e de análise e discussão de artigos científicos;
    - de observação no terreno;
    - predictiva ao nível da colocação de hipóteses, e da capacidade de planear uma experiência, obter os dados e interpretar os resultados, relativamente à hipótese formulada.
    Desenvolvimento da destreza em Inglês e Português através da leitura e elaboração de artigos científicos.

    3. Programa:

    Conteúdo
    Padrões de estrutura de comunidades, e de distribuição e abundância de espécies bentónicas e pelágicas de litorais marinhos. Processos físicos (hidrodinamismo, marés, afloramento costeiro) e biológicos (predação, herbivoria, competição, facilitação), e sua interacção. Produtividade primária e secundária, e relações tróficas. Reprodução, assentamento e recrutamento.
    O ciclo das rochas e o tempo geológico. Caracterização física e química de rochas detríticas, argilosas e carbonatadas. Processos morfo-dinâmicos em litorais rochosos e arenosos. Interacções geosfera-biosfera em litorais marinhos.
    Perturbações antropogénicas: exploração de recursos vivos, poluição, alteração física de habitats, introdução de espécies exóticas e alterações climáticas. Gestão e conservação de litorais marinhos e dos seus recursos: objectivos, estratégias e ameaças. Áreas marinhas protegidas: selecção, implementação e gestão.
    Métodos de ensino
    Aulas teóricas para transmissão de conhecimentos básicos.
    Visitas de estudo a litorais marinhos, com vista à realização de observações in situ e obtenção de dados para a elaboração de trabalhos práticos.
    Aulas práticas, laboratoriais e no terreno, de observação de organismos marinhos planctónicos e bentónicos, e de ambientes litorais marinhos.
    Aulas práticas de análise de dados obtidos em trabalhos práticos, e de análise e discussão dos respectivos resultados.
    Orientação tutorial, em que a interacção com o docente é presencial ou por via electrónica.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Barnes, R. S. K. e R. N. Hughes, 1999. Introduction to marine ecology. 3.ª edição, Blackwell Scientific Publications.
    • Bertness, M. D., 1999. The ecology of atlantic shorelines. Sinauer Associates, 417 pp.
    • Bertness, M. D., S. D. Gaines e M. E. Hay (editores), 2001. Marine community ecology. Sinauer Associates, 550 pp.
    • Clark, R.B., 2001. Marine pollution. Oxford University Press.
    • Kaiser, M. J., M. J. Attrill, S. Jennings, D. N. Thomas, D. K. A. Barnes, A. S. Brierley, N. V. Polunin, D. G. Raffaelli e P. J. B. Williams, 2005. Marine ecology. Processes, systems, and impacts. Oxford University Press, 557 pp.
    • Press, F. e Siever, R. 2002. Understanding Earth. 3.ª edição, W.H. Freeman and Company, New York, 573 pp.
    • Raffaelli, D. e S. Hawkins, 1996. Intertidal ecology. Chapman & Hall, 356 pp.
    • Salm, R., J. Clark e E. Siirila, 2000. Marine and coastal protected areas. A guide for planners and managers. IUCN – The World Conservation Union.
    • Schmitt, R.J. e C.W. Osenberg (editores), 1996. Detecting ecological impacts. Concepts and applications in coastal habitats. Academic Press.
    • Selley, R. C., 1996. Ancient sedimentary environments and their sub-surface diagnosis. Chapman & Hall, 242 pp.

    5. Avaliação:

    Participação em seminários e discussões científicas, e elaboração, apresentação e discussão de trabalhos (trabalhos individuais e de grupo).

    6. Estimativa total de trabalho: 162 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Gestão Integrada da Qualidade (Integrated Quality Management)

    Gestão Integrada da Qualidade (Integrated Quality Management)

    Código: 1404
    Responsável: Margarida Gomes Moldão Martins
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
    Ramo: Qualidade e Segurança Alimentar

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    - Fornecer a informação conducente à aquisição de conhecimentos que permitam:
    - Sensibilizar para o significado e importância da Qualidade nos Produtos Alimentares;
    - Familiarizar os alunos com o conceito de Gestão Integrada da Qualidade e os pré - requisitos necessários para a sua implementação;
    - Fornecer ferramentas para que os objectivos sejam cumpridos.

    3. Programa:

    - Qualidade, Ambiente e Segurança - Abordagem por processos.
    - Benefícios e Riscos de Sistemas Integrados de Gestão.
    - Implementação de Sistemas Integrados de Qualidade
    - Controlo de Documentos e Registo
    - Qualidade – Normas ISO 9000
    - Ambiente - Normas ISO 14 000
    - Segurança e Saúde no trabalho - Normas OHSAB 18 000 e NP 4397:2001
    - Sistemas de Gestão da Segurança Alimentar – NP EN ISO 22 000:2005
    - Acreditação de Laboratórios – Norma NP EN ISO/IEC 17 025:2005
    - Certificação de Empresas - Normas ISO 9001 e EN ISO 45 000 – 45 012
    - Certificação de Produtos e/ou Serviços
    - Ponto Verde e Marca de Salubridade

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Fey, R.; Gogue, J. M.: 1983, Princípios da Gestão da Qualidade, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
    • Oliveira, O. J.: 2006, Gestão da Qualidade – Tópicos Avançados, Pioneira Thomson, São Paulo
    • Deming, W.E. (1982). Quality, Productivity and Competitive Position, Massachussets Institute of Tecnology, Cambridge.
    • Juran, J.M. (1984). Quality Control Handbook, 5th Edition, Mc. Graw-Hill.
    • Ramos-Pires, A. (1993). Qualidade: Sistemas de Gestão da Qualidade, Edições Sílabo, Lisboa.
    • Normas aplicáveis

    Bibliografia Complementar

    • Araújo, M.: 1989, Segurança Alimentar – Os Perigos para a Saúde através dos Alimentos, Meribérica/Liber – Editores, Lda, Lisboa
    • Crosby, P. B. (1979). Quality is free, Mc. Graw-Hill.

    5. Avaliação:

    Avaliação Escrita 70%
    Trabalho de Grupo 30%

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Gestão Integrada de Bacias Hidrográficas (Integrated Watershed Management)

    Gestão Integrada de Bacias Hidrográficas (Integrated Watershed Management)
    Para consultar página da UC, clique aqui.
    Código: 1405
    Responsável: Rui Marçal Campos Fernando
    Outros docentes: Jorge Manuel Martins Soares David e José Luís Monteiro Teixeira
    Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
    Ramo: todos

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    • explicitar o conceito de gestão integrada dos recursos hídricos;
    • perceber as interacções ambientais entre montante e jusante;
    • perceber as interdependências entre o uso da terra e a gestão dos recursos hídricos em diferentes locais de uma bacia hidrográfica;
    • avaliar os desempenhos de um sistema hídrico com os critérios e objectivos múltiplos formulados por diversos actores;
    • traduzir o conhecimento do funcionamento da bacia hidrográfica em medidas e estratégias para a gestão da água e do uso da terra.

    3. Programa:

    Princípios da gestão integrada de recursos hídricos. Interacções entre o uso da água pelo ambiente, agricultura, indústria, uso urbano e águas residuais.
    Quadro e política institucional da gestão dos recursos hídricos nas bacias nacionais e internacionais
    Análise económica do uso da água: custo e valor da água no contexto das bacias hidrográficas. Mecanismos de atribuição de recursos hídricos. Avaliação da procura, usos e consumos. Competição entre sectores e eficiência do uso da água
    Gestão do uso da terra e dos recursos hídricos nas sub-bacias de montante. Gestão e planos de protecção de reservatórios. Gestão de caudais ecológicos e do transporte de sedimentos
    Gestão da qualidade da água. Métodos para a avaliação do estado ecológico e químico das águas superficiais e subterrâneas. Gestão e protecção de sistemas de captação, armazenamento e distribuição de água. Métodos e modelos para a exploração de águas subterrâneas

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Water resources systems planning and management - an introduction to methods, models and applications. D. P. Loucks; E. van Beek. Studies and Reports in Hydrology series, UNESCO 2005, 978-92-3-103998-0
    • Water allocation mechanisms: principles and examples. A. Dinar, M. Rosegrant & R.Meinzen-Dick
    • The World Bank, Policy Research Working Paper Series nº 1779. (1997)

    Bibliografia Complementar

    • Controlo de perdas de água em sistemas públicos de adução e distribuição. H. Alegre, S. Coelho, M.C. Almeida; P. Vieira. 2005. LNEC, Lisboa
    • Planos de segurança de água para consumo humano. J. Vieira, C. Morais, C. Casimiro. 2005. Guia técnico nº7 IRAR
      Legislação Nacional da Água
    • Protecção da qualidade da água subterrânea: um guia para empresas de abastecimento de água, órgãos municipais. e agências ambientais. S. Foster, R. Hirata, D. Gomes, M. D’Elia, M. Paris . 2006. Banco Mundial

    5. Avaliação:

    Três trabalhos com discussão oral.
    Trabalho 1. Apresentação oral sobre: Princípios de gestão integrada de recursos hídricos.
    Trabalho 2. Comunicação escrita, com apresentação oral, sobre: Uso da terra e dos recursos hídricos nas sub-bacias de montante.
    Trabalho 3. Relatório técnico analisando as disponibilidades, caudais, usos, qualidade e políticas de gestão da água numa bacia hidrográfica com reservatório com multi-uso. Discussão em exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

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    Gestão Multifuncional de Ecossistemas (Multifunctional Management Ecosystems)

    Gestão Multifuncional de Ecossistemas (Multifunctional Management Ecosystems)

    Código: 1406
    Responsável: Jorge Manuel Martins Soares David
    Outros docentes: João Manuel Dias dos Santos Pereira, José Guilherme Martins Dias Calvão Borges, José Miguel Oliveira Cardoso Pereira, Manuel Armando Valeriano Madeira e Miguel Nuno Bugalho
    Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente ; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: Engenharia do Ambiente - todos; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais – Gestão Florestal; Engenharia dos Produtos Florestais

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: ERFN - Gestão Florestal
    Opcional: EAmb; ERFN – Eng. Produtos Florestais


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se que os alunos adquiram conhecimentos e competências sobre os aspectos da gestão dos vários benefícios directos e indirectos (serviços ambientais) dos ecossistemas florestais e silvestres, nomeadamente: recursos hídricos, sequestro de carbono, qualidade do solo, biodiversidade e recursos faunísticos silvestres. A metodologia será integradora, e crítica, analisando eventuais compromissos e conflitos entre as diversas opções. Entre as competências a adquirir estará o uso de modelos matemáticos para apoio à decisão. A participação exigida aos alunos será grande, e as questões serão essencialmente abordadas através da análise de publicações, técnicas e científicas, e de casos de estudo.

    3. Programa:

    I - Gestão da vegetação dos ecossistemas, através do seu tipo, das espécies, da densidade e da distribuição no espaço e no tempo, na perspectiva da optimização da quantidade e qualidade dos recursos hídricos, locais e a jusante. Casos de estudo.
    II - Gestão da vegetação dos ecossistemas na perspectiva do aumento da eficiência do sequestro do carbono atmosférico e manutenção da biodiversidade. Mitigação dos efeitos dos gases de efeito de estufa; conservação; impactes das alterações ambientais nos ecossitemas terrestres; espécies invasoras. Casos de estudo.
    III - Gestão da vegetação e resíduos na perspectiva da manutenção (e melhoria) da qualidade do solo e da sustentabilidade dos ecossistemas. Casos de estudo.
    IV - Conceitos fundamentais de gestão de recursos naturais e conservação da biodiversidade, aplicados à gestão de ecossistemas florestais. Casos de estudo.
    V - Gestão da vegetação dos ecossistemas na perspectiva da optimização dos recursos faunísticos (tipo, abundância, etc.). Efeitos da fauna na vegetação. Casos de estudo.
    VI - Técnicas de modelação e de apoio à decisão na gestão multifuncional dos ecossistemas. Casos de estudo.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Cópias de powerpoints e apontamentos das aulas. Artigos científicos seleccionados (a actualizar cada ano).

    Bibliografia Complementar

    • Capítulos de livros e artigos técnicos e científicos, actualizados ano a ano.

    5. Avaliação:

    Avaliação contínua no Módulo IV (apresentação). Exame final para a restante matéria.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Gestão, Marketing e Comercialização no Sector Vitivinícola (Management, Marketing and Trading in the Vine and Wine Sector)

    Gestão, Marketing e Comercialização no Sector Vitivinícola (Management, Marketing and Trading in the Vine and Wine Sector)

    Código: 1570
    Responsável: Maria Filomena Ramos Duarte
    Outros docentes: Francisco Ramos Lopes Gomes da Silva e Rui Monteiro (UP)
    Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Módulo 1 - Gestão: introdução de conceitos básicos de gestão de organizações, com especial ênfase na gestão e análise custos; caracterização dos principais tipos de resultados e respectivas metodologias de apuramento; capacidade de interpretração dos principais indicadores de rendibilidade e viabilidade de investimentos.
    Módulo 2 – Econbomia e política da vinha e do vinho: situar a importância do sector vitivinícola comunitário num contexto mundial, proporcionar aos alunos o conhecimento dos principais aspectos da na Organização Comum de Mercado (OCM) do vinho: medidas de controlo do potencial vitícola, medidas de apoio ao sector através dos programas nacionais, regras para as Denominações de Origem Protegidas e Indicações Geográficas. Introduzir os conceitos de procura e oferta para analisar o comportamento do mercado do vinho.
    Módulo 3 – Marketing de vinhos: dar uma visão global do marketing e da forma como este influencia a gestão das empresas; destacar os aspectos específicos da vitivinicultura e a forma como estes influenciam o marketing do sector aos mais diversos néveis; Proporcionar o contacto com experiências práticas na área do marketing de vinhos.

    3. Programa:

    Módulo 1 – Gestão
    1.1.Classificação e gestão de custos
    1.2.Os custos e a gestão de recursos: trabalho, capital e empresário
    1.3.Resultados económicos e financeiros: elaboração de orçamentos para apuramento e análise de resultados
    1.4.Introdução à análise de projectos de investimento

    Módulo 2 – Economia e Política da Vinha e do Vinho
    2.1 Importância do sector vitivinícola da UE e principais tendências de evolução do mercado do vinho
    2.2 Introdução à Organização Comum de Mercado (OCM) do vinho: o processo de reforma
    2.3 A nova OCM do vinho: medidas de apoio (os programas nacionais de apoio), gestão do potencial de produção, regras para a Denominação de Origem Protegida i Indicação Geográfica, outras regras;
    2.4 O mercado do vinho: procura, oferta e formação dos preços

    Módulo 3 – Marketing de vinhos
    3.1 – Introdução ao marketing
    3.2 – Especificidades do marketing de vinhos
    3.3 – A gestão de marketing do produto
    3.4 – A estratégia e o planeamento em marketing de vinhos
    3.5 – Estudos de mercado
    3.6 – Estudos de caso

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    Módulo 1

    • Slides de apoio às aulas
    • Baranger,p. et alli, 1990, “Gestão”,Edições Sílabo
    • Silva, F.G et alli, 2006, “Manuais do Plano Global de Formação em Gestão Agrícola – Nível Tecnicos”, PO-Agro

    Módulo 2

    • Slides de apoio às aulas
    • Dubos, J., 2004, “Economic Analysis European and world wine consumption outlook”, EuroWine, nº18, June/July 2004;
    • European Commission (DGADR), 2006, “Wine Economy of the sector”, Working Paper;
    • ONIVINS, 2002, « Enquête ONIVINS INRA sur la consommation du vin en France en 2000 »,Onivins, Infos – nº91, Março de 2002 ;
    • Rhodes, V., 1993, “The agricultural market system”, Gorsuch Scarisbrick Publishers, Scottsdale, Arizona, pg 186-193;
    • Tracy, M., 1993, “Food and Agriculture in a market economy, an introduction to theory, practice and policy”, APS – Agricultural Policies Studies, La Hutte, Bélgica

    Bibliografia Complementar

    • Boulet, J., Laporte, J., 1997, “Les comportement de consommation de vin en France, in Recherche en Economie et Sociologie Rurales, INRA, Paris
    • Comissão de Coordenação da Região Norte,2003, “Estudo do Consumidor Português de Vinho”, pg. 22-50;
    • Laporte, J. e D’Hauteville, F.2004, L’argument santé et la consommation de vin en France , Fiche de dossier de presse, 27/01/2004 (http://www.inra.fr/presse/l_argument_sante_et_la_consommation_de_vin_en_france
    • INRA, 2004, « L’argument santé et la consommation de vin en France », Inra, fiche de dossier de presse, 27/01/2004 (http://www.inra.fr/layout/set/print/presse);
    • ONIVINS, 2001, “Enquête ONIVINS INRA 2000. Les occasions de consummation de vin, la segmentation et l’evolution du marché intérieur des vins tranquilles”, Onivins, Infos, nº 84 ;
    • ONIVINS, 2001, “Diversité des comportements individuels de consommation de vin en France et scénarios d’évolution du marche”, Onivins, Infos, nº 93;
    • ONIVINS/GRECO, 2005, “ La consommation du vin en France en 2005”, Résultat. provisoires – conférences de presse SITEVI, (http://www.onivins.fr/pdfs/947.pdf) ONIVINS/INRA, sd, La consommation du vin en France étude
    • ONIVINS – INRA (http://www.vins-bourgogne.fr/gallery_files/site_2/2235/enquete_onivins-inra-consommation.pdf

    Módulo 3

    • FIGUEIREDO, I.; YON, B.; RAMOS, P.; HOGG, T.; AFONSO, O.; SANTOS, S. (2003) – Estudo do consumidor português de vinhos. ESB/UCP, Porto
    • FIGUEIREDO, I.; YON, B.; RAMOS, P.; HOGG, T.; AFONSO, O.; SANTOS, S. (2003) – Estudo do consumidor português de vinhos. ESB/UCP, Porto
    • FREIRE, A. (1997) - Estratégia: Sucesso em Portugal, Verbo.
    • JOHNSON, J; SCHOLES, G. (1993) - Exploring Corporate Strategy, 3rd Edition, Prentice Hall International UK.
    • KOTLER, P. (2000) - Marketing Management, Prentice Hall.
    • KOTLER P. & ARMSTRONG G. (1995) - Princípios de Marketing, Prentice Hall do Brasil.
    • Mc DONALD, M. (1995) - Marketing Plans: How to Prepare Them, How to Use Them. Butterworth-Heinemanm ltd, Oxford.
    • Mc DONALD, M. (1995) - Marketing Plans, BH.
    • PORTER, M. (1994) - Construir as Vantagens Competitivas de Portugal, Forum Para a Competitividade, Lisboa.
    • RAMOS P., THOMPSON K. (1996) - The UK Market for Portuguese Table Wines: a Structural Analysis, in International Journal of Wine Marketing, Vol. 8, nº 2.
    • RAMOS, P. (1996) - The UK Market for Portuguese Wines, Guidelines for Future Strategies, MSc Thesis, Cranfield University
    • ROUZET E.; SEGUIN G. (2003) Le Marketing du Vin, Dunod.
    • ROBINSON, J. (1999) - The Oxford Wine Companion to Wine, Oxford University Press.
    • SCHAFFNER, SCHRODER, EARLE (1998) - Food Marketing, MacGraw Hill.
    • SEITZ, W.; NELSON, G.; HALCROWN, H. (1994) – Economics of resources, agriculture, and food, MacGraw Hill.
    • SPAWTON, T. (1989) - Marketing Planning and Communications for Small Winemakers, in International Journal of Wine Marketing, Nº 1, Vol 1 MCB Press, pp 5-13.
    • SPAWTON, T. (1991) - Marketing Planning for Wine MCB Press.
    • VARIAN, H. (2002) – Intermediate microeconomics. A modern approach, W.W: Norton & Company.

    5. Avaliação:

    Módulo 1 – Gestão: teste escrito no final do módulo
    Módulo 2 – Economia e Política da Vinha e do Vinho: teste escrito no final do módulo;
    Módulo 3 – Marketing de vinhos: a classificação final deste módulo resulta da soma ponderada da Classificação Final do Relatório do Trabalho de Grupo (CFRFTG), Classificação Final da Apresentação do Trabalho de Grupo (CFApTG) e Classificação Final do Trabalho Individual (CFTI), obtida através da seguinte expressão: CF = CFRFTGx0,5 + CFApTG x 0,3 + CFTI x =,2. A classificação em cada uma das componentes de avaliação não pode ser inferior a 10 valores.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    Herbologia (Weed Science)

    Herbologia (Weed Science)

    Código: 1407
    Responsável: Ana Maria da Silva Monteiro
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: Engenharia Agronómica - Protecção de Plantas; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais – Arboricultura e Silvicultura Urbanas

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Engenharia Agronómica
    Opcional: Engenharia Alimentar


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Os objectivos específicos da Herbologia consistem em: identificar populações de infestantes – anuais, vivazes ou perenes; monitorizar os problemas causados por espécies infestantes e a sua densidade; prever as populações de infestantes e as suas possíveis substituições; avaliar as espécies dominantes e estabelecer medidas para a sua gestão; decidir se o controlo deve ser efectuado; escolher as técnicas de gestão compatíveis com o sistema agrícola (agricultura convencional, sustentável, biológica, de conservação, ...), tendo em atenção a salvaguarda do ambiente e avaliar os impactes ambientais, sociais e económicos.

    3. Programa:

    Conceitos de planta infestante e planta invasora. Biologia e ecologia de infestantes anuais, vivazes e perenes. Identificação no estado de plântula e vegetativo. Diásporos de infestantes. Escalas fenológicas de infestantes. Delineamento, montagem e análise de ensaios sobre a bioecologia de infestantes anuais e vivazes. Demografia e dinâmica de populações. Interferência das infestantes. Período crítico de infestação. Níveis de prejuízos em herbologia. Interacção com pragas e patogéneos. Metodologias relativas a levantamentos fitoecológicos. Métodos de análise estatística aplicados ao estudo da influência dos factores ambientais e culturais na vegetação infestante. Métodos preventivos, culturais, físicos, biológicos. Métodos químicos. Herbicidas. Factores influentes na persistência e actividade dos herbicidas. Resistência de infestantes aos herbicidas – escala HRAC (Herbicide Resistance Action Committee). Detecção da resistência e medidas de prevenção. Distribuição mundial. Casos de estudo em Portugal.
    Prevenção na introdução de novas infestantes. Aplicação de Herbicidas Gestão de infestantes em agricultura de precisão, agricultura biológica e culturas trangénicas. Gestão das infestantes dos principais subsistemas agrícolas e não agrícolas.
    Trabalho de projecto: Trabalho experimental individual iniciado na 1ª semana de aulas e que tem por objectivos:
    - programar e desenvolver um projecto de investigação, fundamental ou aplicado, no âmbito da Herbologia,
    - preparar um Seminário e escrever um artigo científico.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Moreira, I. & Monteiro, A. (Eds.) (1996). Cadernos de Herbologia. 1. Conceitos Gerais. Elementos de apoio às aulas de Herbologia. Instituto Superior de Agronomia. AEISA. 15 pp.
    • Moreira, I. & Monteiro, A. (Eds.) (2000). Cadernos de Herbologia 2. Biologia de Infestantes. Elementos de apoio às aulas de Herbologia. Instituto Superior de Agronomia. AEISA. 66 pp.
    • Moreira, I. & Monteiro, A. (Eds.) (2002). Cadernos de Herbologia 3. Meios de Controlo. Elementos de apoio às aulas de Herbologia. Instituto Superior de Agronomia. AEISA. 65 pp.
    • Espirito-Santo, M.D. & Monteiro, A. (2009). Infestantes das culturas agrícolas. Chaves de identificação. 2ªEdição. ISAPress. 97 pp.

    Bibliografia Complementar

    • Moreira, I. (coord.), Vasconcelos, T.; Caixinhas, L. & Espírito Santo, D. (2000). Ervas daninhas das vinhas e pomares. 2ª Edição. Departamento de Protecção das Plantas e de Fitoecologia. Instituto Superior de Agronomia. Direcção Geral de Protecção das Culturas. 209 pp.
    • Vasconcellos, J.C. (2000). Infestantes das searas. Chaves dicotómicas para a sua identificação antes da floração. 2ª Edição. Direcção Geral de Protecção das Culturas. 169 pp.
    • Radosevich, S.; Holt, J. & Ghersa, C. (1997). Weed Ecology. Implications for management. 2ª Edition. John Wiley & Sons, Inc. New York. 589 pp.
    • Hatfield, J.L.; Buhler, D.D. & Stewart, B.A. (eds.) (1998). Integrated weed and soil management. ANN ARBOR PRESS. Michigan. 385 pp.

    5. Avaliação:

    Para admissão a Exame Final, os alunos são obrigados a participar em pelo menos 75% do total de aulas teórico-práticas.
    A participação implica presença nas aulas e avaliação dos conhecimentos adquiridos.
    Essa avaliação será realizada de acordo com duas opções:
    a) realização de um trabalho prático experimental individual, acompanhado de uma boa revisão bibliográfica, e apresentado em seminário e escrito sob a forma de artigo científico ou,
    b) os alunos que assistam às aulas práticas (75%), mas que não desejem submeter-se à avaliação proposta em a), terão de realizar uma prova escrita e/ou oral (exame final).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Hidráulica (Hydraulics)

    Hidráulica (Hydraulics)

    Código: 1700
    Responsável: Manuel António Tabuada
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Viticultura e Enologia

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Engenharia Agronómica
    Opcional: Viticultura e Enologia


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 35 Teórico-Práticas: 35 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Fornecer aos alunos uma formação básica em Hidráulica (Mecânica dos Fluidos Incompressíveis e Máquinas Hidráulicas) necessária para o desempenho da profissão de engenheiro no domínio da água.

    3. Programa:

    - Propriedades dos fluidos.
    - Hidrostática: leis das pressões, manómetros, pressão total sobre superfícies.
    - Hidrocinemática: trajectórias e linhas de corrente, tipos de escoamento.
    - Hidrodinâmica: teorema de Bernoulli para líquidos perfeitos e líquidos reais.
    - Escoamentos em pressão: perdas de carga, cálculo de instalações e traçado de condutas.
    - Máquinas hidráulicas e estações de bombagem.
    - Escoamentos em superfície livre.
    - Curvas de regolfo.
    - Ressalto hidráulico
    - Orifícios e descarregadores.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • António Quintela, 1981 – Hidráulica. Fundação Calouste Gulbenkian
    • Armando Lencastre, 1991 - Hidráulica Geral. Edição do Autor. Lisboa

    Bibliografia Complementar

    • Richard French, 1986 - Open Channel Hydraulics - McGrawHill

    5. Avaliação:

    Exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Hidrocolóides na Alimentação (Food Hydrocolloids)

    Hidrocolóides na Alimentação (Food Hydrocolloids)

    Código: 1805
    Responsável: Luísa Maria da Silva Pinto Ferreira
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 3.5 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 14 Teórico-Práticas: 14 Práticas: 14 Outras: 5 Total: 49

    2. Objectivos:

    Familiarização com um conjunto de hidrocolóides usados pela indústria alimentar ou na produção alimentar em pequena escala. Os alunos devem ficar a conhecer as suas origens, características estruturais e a relação entre estrutura e propriedades, funções e aplicações.

    3. Programa:

    Hidrocolóides – características gerais e estudo de algumas classes de hidrocolóides (agar, amido e amidos modificados, gelatina, carraginatos, xantano, gelano, pectinas, alginatos, galactomananos e derivados da celulose): suas origens, estruturas moleculares, comportamento e características. Aplicações de hidrocolóides na alimentação como texturizantes, adesivos, estabilizantes, em revestimentos, formação de geles líquidos e encapsulamento de sabor.

    Método de ensino

    Os métodos de ensino incluem:
    a) exposição, utilizando o datashow, da matéria teórica;
    b) aulas teórico-práticas, em que se discutem artigos ou casos concretos de técnicas e processos culinários;
    c) aulas práticas, em que os alunos têm oportunidade de executar experiências;
    d) utilização de website com material de estudo e contacto à distância via email.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Phillips, G. O.; Williams, P. A., Handbook of Hydrocolloids, Woodhead Publishing Ltd, 2000
    • Nussinovitch, A., Water-Soluble Polymer Applications in Foods, Blackwell, 2003
    • Hoefler, A. C., Hydrocolloids: Practical Guides for the Food Industry, Amer Assn of Cereal Chemists, 2004
    • Coultate, T., Food: The chemistry of it’s components, Royal Society of Chemistry, 2009
    • Belitz, H.D., Grosch, W., Schieberle, P., Food chemistry. Springer, 2004

    5. Avaliação:

    Avaliação Teórica (75%)
    Provas individuais, escritas e sem consulta classificadas de 0 a 20 valores.
    Avaliação Prática (25%)
    Avaliação contínua durante o semestre.
    Apresentação de relatórios dos trabalhos práticos.
    Trabalho de grupo sobre um tema.

    6. Estimativa total de trabalho: 98 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Hidrologia (Hidrology)

    Vidé http://www.isa.utl.pt/home/node/4010.

    História da Alimentação (History of Food)

    História da Alimentação (History of Food)

    Código: 1801
    Responsável: Maria Paulina Estorninho Neves da Mata
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 2 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 21 Outras: 7 Total: 28

    2. Objectivos:

    Os alunos deverão poder apresentar a evolução da alimentação mundial, a evolução dos métodos e técnicas culinárias e em particular a história e evolução da cozinha em Portugal até aos conceitos modernos de Gastronomia. Ainda a divisão das Cozinhas Regionais e como se chegou à classificação da Gastronomia como elemento de Cultura.

    3. Programa:

    - A Alimentação Primitiva
    - O aparecimento do Fogo e os primeiros utensílios culinários
    - A Cozinha Primitiva e as primeiras técnicas culinárias
    - A Antiguidade Clássica e os primeiros registos culinários
    - Abordagem da alimentação e seus produtos até à Idade Média
    - O Renascimento, as Descobertas e os novos produtos
    - Aspectos sociais e religiosos para a instalação de tradições
    - A primeira globalização e o intercâmbio de culturas
    - Grandes alterações da Mesa
    - A evolução do açúcar e suas consequências
    - A ostentação da Mesa até ao séc. XIX
    - A definição das novas técnicas culinárias, e os novos produtos
    - A invenção do restaurante e a massificação do Turismo
    - Os livros, e a crítica
    - A definição das Cozinhas Regionais e sua expansão
    - A evolução face à tradição
    - As Novas Cozinhas, a Moda e a comunicação
    - A Cozinha Regional Portuguesa como comida de eleição nos restaurantes
    - O Património Nacional

    Método de ensino

    A cadeira será dada com a colaboração de especialistas em história da gastronomia e incluirá:
    - Sessões teóricas para introdução dos vários temas envolvendo a exposição e discussão com os alunos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Toussaint-Samat, M., History of Food, WileyBlackwell, 2008
    • Fernandez-Armesto, F., Food: A History, Pan Books, 2002
    • Ritchie C.I.A., Comida e Civilização, Assírio & Alvim, 1995
    • Visser, M., The Rituals of Dinner, Penguin Books, 1993
    • Aguilera, C., História da Alimentação Mediterrânica, Terramar, 1997
    • Sampaio, A. F., Volúpia – A Nona Arte: A Gastronomia, Domingos Barreira, 1940
    • Lima-Reis, J. P., Algumas notas para a história da alimentação em Portugal, Campo das Letras, 2008

    5. Avaliação:

    Trabalho individual.

    6. Estimativa total de trabalho: 56 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    História do Urbanismo (Urban History)

    História do Urbanismo (Urban History)

    Código: 1703
    Responsável: Maria Manuela Cordes Cabêdo Sanches Raposo de Magalhães
    Outros docentes: Sofia Morgado
    Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 4 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 32 Práticas/Laboratorias (trabalho de campo): 24 Total: 56

    2. Objectivos:

    A disciplina visa a aquisição de competências no âmbito da história do Urbanismo, considerando i) periodização e autores; ii) principais conceitos no âmbito do urbano e do seu projecto e iii) casos exemplares. O programa procura integrar de modo transversal a importância da paisagem, tanto como elemento fundamental no conceito de urbano como no enriquecimento da cultura das cidades.

    3. Programa:

    O conteúdo teórico da disciplina reflectirá sobre a cidade ocidental e sobre a observação dos seus exemplos mais representativos – Lisboa, Barcelona, Paris. Serão utilizados casos concretos para observação, recorrendo-se à projecção de imagens preparadas para o efeito. Para além da bibliografia apresentada, quando oportuno, especificar-se-ão outras referências bibliográficas.
    O Programa estrutura-se nos seguintes tópicos:
    I. As origens da cidade europeia: do lugar à ideia. urbs e polis. As cidades medievais: cidades europeias entre o século XI e o século XV. As cidades renascentistas a partir do século XV
    II. O urbanismo como resposta à industrialização. A nova escala das cidades ocidentais. O projecto da metrópole e a infra-estruturação do território. Tipos urbanos e traçados barrocos | barroco, clássico, neoclássico. Modos de intervenção oitocentista. A formação da cidade industrial. Modos de intervenção urbanística: séculos XVIII-XIX.
    III. As cidades da disjunção modernista: o poder da máquina e a formação das grandes periferias. A base infra-estrutural do território. Inovações no conceito e projecto de cidade Urbanismo moderno. Cidade linear; cidade-jardim. Movimento moderno e modernismo; CIAM – congressos internacionais da arquitectura moderna.
    IV. Pós-moderno e pós-modernidade. Morfologia urbana; tendenza; “res”
    V. A cidade pós-industrial e a metrópole do início do séc. XXI. Circunstâncias funcionais, estruturais e políticas que enquadram a emergência da requalificação urbana dos tecidos urbanos existentes.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • MORRIS, A.E.J., 1979, Historia de la forma urbana. Desde sus orígenes hasta la Revolución Industrial, Gustavo Gili, Barcelona.
    • PANERAI, Philipe; CASTEX, Jean; DEPAULE, Jean-Charles, 1980, Formas Urbanas: de la manzana al bloque, Gustavo Gili, Barcelona.
    • SECCHI, Bernardo, 2000, Prima Lezione di urbanistica, Editori Laterza (Universal Laterza/800), Roma-Bari
    • SICA, Paolo, 1981, Historia del Urbanismo. El Siglo XX, Instituto de Estudios de Administración Local, Madrid.

    Bibliografia Complementar

    • AAVV (ed. Richard T. LeGates, Frederic Stout), 1996, The City Reader, Routledge, London/New York
    • CHOAY, Françoise, , 1965, Urbanisme, Utopies et Réalités, une anthologie, Editions du Seuil, Paris. Editora Perspectiva, São Paulo. LAMAS, José, 1992, Morfologia Urbana e Desenho da Cidade, Textos Universitários de CSH, Fundação Calouste Gulbenkian/ Junta Nacional de Investigação Científica e Tecnológica, Lisboa.
    • ROSSI, Aldo, 1982, La Arquitectura de la ciudad, editorial Gustavo Gili, Barcelona.

    5. Avaliação:

    A avaliação será realizada mediante a elaboração de um ensaio sobre um dos temas tratados no programa e/ou realização de prova escrita final de acordo com o regulamento do curso. O interesse e assiduidade serão valorizados.

    6. Estimativa total de trabalho: 112 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Horticultura Herbácea (Vegetable Horticulture)

    Horticultura Herbácea (Vegetable Horticulture)

    Código: 1412
    Responsável: João Carlos da Silva Dias
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar
    Ramo: Engenharia Agronómica – todos; Engenharia Alimentar – Processamento de Alimentos

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória Eng. Agronómica - Hortofruticultura e Viticultura
    Opcional restantes


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    - Estudar a tecnologia de cultura e os sistemas de produção de cada uma das culturas hortícolas;
    - Estudar as bases científicas e técnicas para uma correcta tecnologia de produção de cada hortaliça em horticultura convencional e biológica. Dá-se prioridade ao estudo da botânica e da diversidade hortícola, dos fitoquímicos e dos seus efeitos na saúde humana, da fisiologia das culturas, das operações culturais mais importantes, dos factores condicionantes da produtividade e da qualidade da produção, e dos principais sistemas de produção em que a hortaliça se integra.

    3. Programa:

    1. História e evolução dos sistemas de produção hortícola.
    2. Produção de hortaliças de folhas. Casos estudo: alface e brassicáceas de folhas. Nitratos e resíduos nas culturas de folhas. Extensão a outras hortaliças de folhas.
    3. Produção de hortaliças de raízes, bolbos e raízes. Casos estudo: batata e aliáceas.
    4. Produção de hortaliças de frutos. Casos estudo: Tomate, melão e leguminosas.
    5. Produção de hortaliças de inflorescências. Casos estudo: couve-flor e brócolo.
    6. Produção biológica de hortaliças. A conversão, a fertilização, e a protecção em Horticultura Biológica. Produção de hortaliças em modo de produção biológico
    7. Fertirrigação: formulação, equipamentos, controlo e programação.
    8. Condicionamento ambiental em estufas: equipamentos, dimensionamento e programação.
    9. Soluções informáticas para gestão e tomada de decisão nas explorações hortícolas.

    Aulas práticas e visitas de estudo:
    Conversão à horticultura biológica. Determinação da fertilização azotada numa rotação em horticultura biológica utilizando uma folha de cálculo. Formulação de soluções nutritivas para diferentes tipo de tomate em cultura em substrato, utilizando uma folha de cálculo. Determinação do caudal máximo de ventilação, das dimensões das frestas de cumieira por impulsão térmica (considerando que não há janelas), da relação entre a área de frestas e a área em planta, da potência de aquecimento e dimensionamento das aberturas considerando a existência de janelas e de frestas de cumeeeira em diferentes tipos de estufas. Elaboração de uma folha de cálculo para analisar em diferentes tipos de estufa: i) a variação das temperaturas exteriores máximas na altura das aberturas de ventilação; ii) a evolução das necessidades de aquecimento em função do número total de corpos da estufa; iii) as alterações impostas pela variação da altura total da estufa nas necessidades de aquecimento.
    Visitas de estudo a explorações hortícolas na região do Oeste (1 dia), na região da Costa Vicentina e do Algarve (2 dias), e na região da “Outra Banda” (1 dia).

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Almeida, D., 2006. Manual de Culturas Hortícolas. Vol. 1 and 2. Editorial Presença, Lisboa.
    • Rubatzky, V. & Yamaguchi, M., 1999. World Vegetables, Principles, Production and Nutritive Value. Aspen Publishers, Westport.

    Bibliografia Complementar

    • Artigos específicos para cada cultura hortícola.

    5. Avaliação:

    Obtenção de frequência: presença a 75 % das aulas
    Modalidades de avaliação
    a. Avaliação contínua – constituída por duas componentes:
    3 Testes escritos individuais (50%): sobre a matéria teórica leccionada;
    3 Relatórios (50%) a realizar em grupos de 2 alunos, que deverão ser entregues até ao fim do semestre
    b. Exame Final – prova sobre as matérias leccionadas nas aulas teóricas, práticas e visitas de estudo, à qual terão acesso todos os alunos que tiverem obtido frequência.
    III Aprovação: Serão aprovados os alunos que obtenham a classificação final mínima de 10 valores. É obrigatório ter nota superior a 8 valores e a média mínima de 10 valores na componente dos 3 testes escritos individuais.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Horticultura Ornamental (Ornamental Horticulture)

    Horticultura Ornamental (Ornamental Horticulture)

    Para consultar página da UC, clique aqui

    Código: 1413
    Responsável: António José Saraiva de Almeida Monteiro
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Arquitectura Paisagista
    Ramo: Engenharia Agronómica - Economia Agrária e Gestão do Território; Hortofruticultura e Viticultura; Protecção de Plantas

    Ano Curricular: 1 Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Engenharia Agronómica
    Opcional: restantes cursos


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecer as actividades mais importantes no âmbito da horticultura ornamental relacionando os principais produtos com os sistemas de produção. Saber produzir e utilizar árvores, arbustos e plantas herbáceas ornamentais. Aprender a intervir nos métodos de produção com vista a melhorar a qualidade das plantas e a produtividade dos sistemas.

    3. Programa:

    1. Importância económica e social do consumo e produção da horticultura ornamental em Portugal e na Europa.. As plantas ornamentais e os espaços verdes nas sociedades desenvolvidas
    2. Princípios e técnicas da produção das principais flores de corte em cultura protegida: craveiro, roseira, gerbera, crisântemo e bolbosas
    3. Métodos de propagação e a sua aplicação em horticultura ornamental
    4. Produção de plantas em vaso e em viveiros. Métodos de avaliação da qualidade das plantas
    5. Ecologia e utilização das plantas de jardim: árvores, arbustos e plantas vivazes
    6. Tecnologia pós-colheita das flores de corte e plantas em vaso
    7. Ecologia, implantação e manutenção de um relvado
    8. Visitas de estudo a viveiros e produtores de flores

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Armitage, Allan M. - Ornamental Bedding Plants. CAB International, 1994
    • Armitage, Allan M. – Speciality Cut Flowers: The Production of Annuals, Perennials, Bulbs and Woody Plants for
    • Fresh and Dried Cut Flowers. Portland, Timber Press, 1995
    • Brickel, C. (ed.) – The Royal Horticultural Society Encyclopedia of Gardening. London, Dorling Kinsersley, 2002
    • Rees, A.R. - Ornamental Bulbs, Corms and Tubers. CAB International, 1992

    Bibliografia Complementar

    • Brickell C. & D. Joyce. - The Royal Horticultural Society: Pruning and Training. London, Dorling Kindersley, 2003
    • Brown G. E. - The Pruning of Trees, Shrubs and Conifers. Portland, USA, Timber Press, 1995
    • Dirr M. A. - Dirr's Hardy Trees and Shrubs: An Illustrated Encyclopedia. Portland, USA,Timber Press, 1997
    • Larson, R.A. (ed.) - Introduction to Floriculture, New York, Academic Press, 1992

    5. Avaliação:

    Cinco trabalhos escritos a realizar durante o semestre. Exame final escrito opcional.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012


    Impactes Ecológicos e Sustentabilidade (Ecological Impacts and Sustentinability)

    Impactes Ecológicos e Sustentabilidade (Ecological Impacts and Sustentinability)

    Código: 1591
    Responsável: Cristina Branquinho Fernandes
    Outros docentes: Otília Correia
    Curso: 2º ciclo – Engenharia de Sistemas Bioenergéticos

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 30 Práticas/Laboratoriais: 40 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Esta disciplina tem como principal objectivo identificar os impactes ecológicos mais importantes através do estudo de indicadores ecológicos e adoptar estratégias de mitigação da estrutura e funcionamento dos ecossistemas, numa perspectiva de sustentabilidade

    3. Programa:

    • Princípios de sustentabilidade dos ecossistemas e Indicadores ecológicos
    • Integridade ecológica e funcionamento dos ecossistemas. Propriedades dos ecossistemas como sistemas integrados. Resiliência vs estabilidade.
    • Impacte do Homem na vegetação. Impactes e perturbações nos ecossistemas mediterrânicos: o fogo e as plantas invasoras
    • Indicadores de integridade ecológica apresentação de casos de estudo:
    – Impacte na estrutura e paisagem da vegetação; fragmentação de habitats
    – Desertificação e risco de fogo
    – Impactes na qualidade dos solos
    – Impacte na quantidade e qualidade da água superficial e subterrânea
    – Impactes ecológicos na interface marítimo-terrestre
    – Impactes ecológicos da poluição atmosférica
    – Indicadores ecológicos na avaliação do impacto na saúde pública
    – Impactes ecológicos das alterações globais
    – Estratégias de mitigação e Reabilitação e restauro ecológico de áreas degradadas.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • F. Stuart Chapin III, Margaret S. Torn and Masaki Tateno. 1996. Principles of Ecosystem Sustainability. The American Naturalist, Vol. 148:1016-1037
    • Smith R.L., Smith T.M. 2001. Ecology and field biology. Benjamin Cummings. California, pp: 766.
    • Cunningham W.P, Cunningham M.A. 2004. Environmental Science: A Global Concern. Mcgraw-Hill College; 8th Edition,
    • Smith R.L., Smith T.M. 1998. Elements of Ecology. Addison Wesley Longman, Inc. California, pp: 577.
    • Raven PH, Berg LR. 1998. Environment. Harcourt College Publishers, New York, pp:612
    • Nebel B.J., Wright R.T. 1998. Environmental Science. The Way The World Works. Prentice-Hall International, Inc. New Jersey, pp: 698.

    Bibliografia Complementar

    • National Research Council (NRC). 2000. ECOLOGICAL INDICATORS FOR THE NATION. NATIONAL ACADEMY PRESS, Washington

    5. Avaliação:

    Avaliação Contínua
    Métodos de avaliação de conhecimentos e competências:
    1 - Trabalho escrito individual sobre um artigo à escolha:50%*
    2 - Trabalho individual sobre a matéria da disciplina aplicado ao tema da tese de mestrado:50%*
    *Ponderação de cada elemento de avaliação

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Inovação e Empreendedorismo (Innovation and Entrepreneurship)

    Inovação e Empreendedorismo (Innovation and Entrepreneurship)

    Código: 1414
    Responsável: Luís Manuel Bignolas Mira da Silva
    Outros docentes: Carlos José de Almeida Noéme
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: Engenharia Agronómica - Agro-Pecuária; Economia Agrária e Gestão do Território; Hortofruticultura e Viticultura; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais - todos

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    A disciplina está orientada para a criação e desenvolvimento de projectos de base tecnológica. Pretende-se:
    Desenvolver conhecimentos nas áreas da inovação e empreendedorismo, através da definição e compreensão de conceitos relacionados com a geração e avaliação de ideias de negócios, desenvolvimento de novos produtos/serviços, protecção da propriedade intelectual e preparação de planos de negócios;
    Compreender a importância da transferência de tecnologia para a geração de negócios de base tecnológica com uma forte componente de inovação;
    Analisar e identificar possíveis fontes de financiamento para novos negócios;
    Avaliar oportunidades de negócio e identificar as principais etapas para a criação de empresas.

    3. Programa:

    Módulo 1 – Inovação, tecnologia e protecção da propriedade intelectual
    Criatividade, tecnologia e inovação
    Promoção e gestão da inovação
    Innovation scorecards
    Desenvolvimento de novos produtos
    Protecção da propriedade intelectual
    Transferência de tecnologia e empreendedorismo no meio académico
    Políticas e instrumentos de apoio à inovação
    Módulo 2 – Empreendedorismo
    Ideias versus oportunidades
    Empreendedorismo e criação de empresas de base tecnológica
    Alternativas e sistemas de financiamento
    Do plano de negócios à criação da empresa
    Investimento e angariação de financiamento
    Crescimento, criação de valor e retorno do investimento
    Limitações e problemas nos negócios: gerir o insucesso
    Módulo 3 – Criação e desenvolvimento de novos negócios I
    Avaliação de oportunidades de negócio
    Análise macro do mercado
    Análise micro do mercado
    Módulo 4 – Criação e desenvolvimento de novos negócios II
    Análise macro da industria
    Análise micro da industria
    Equipa de gestão
    Avaliação final dos negócios

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Mullins, J.W. (2003) The New Business Road Test: What Entrepeneurs and Executives Should Do Before Writing a Business Plan, Prentice Hall, Great Britain.
    • Yin, R.K. (2003) Case Study Research: Design and Methods, 3rd Edition, Applied Social Research Methods Series, Vol 5, Sage Publications, Inc., California.
    • Drucker, P.F. (1985) Innovation and Entrepreneurship: Practice and Principles, Elsevier, UK.
    • Tidd, J. et al (2005) Managing Innovation: Integrating Technological, Market and Organizational Change, 3rd Edition, John Wiley & Sons, Ltd, Great Britain.
    • Annacchino, M.A.P.E (2003) New Product Development: from Initial Idea to Product Management, Elsevier, USA.
    • Cooper, R.J. (2001) Winning at New Products: Accelerating the Process from Idea to Launch, 3rd Edition, Perseus Publishing, USA.

    Bibliografia Complementar

    • Ulrich, K.T. & Eppinger, S.D (2003) Product Design & Development, 3rd Edition, McGraw-Hill, USA.

    5. Avaliação:

    A avaliação é baseada em trabalhos efectuados individualmente ou em grupos. Os trabalhos são de dois tipos:
    Módulos 1 e 2: trabalhos práticos de compreensão e análise de casos de estudo ou artigos
    Módulos 3 e 4: estruturação de um plano de negócios
    A classificação final dos trabalhos (CFT) é obtida de acordo com: CFT = TP12 x 0.40 + TP34 x 0.60
    Em que TP12 é a média aritmética dos trabalhos dos módulos 1 e 2 e TP34 é a nota final dos trabalhos dos módulos 3 e 4.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Instalações Agrícolas e Condicionamento Ambiental (Agricultural Buildings and Environmental Control)

    Instalações Agrícolas e Condicionamento Ambiental (Agricultural Buildings and Environmental Control)

    Código: 1415
    Responsável: Jorge Ferro da Silva Meneses
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica
    Ramo: Agro-Pecuária; Engenharia Rural; Hortofruticultura e Viticultura

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Engenharia Rural
    Opcional: Agro-Pecuária; Hortofruticultura e Viticultura


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 35 Teórico-Práticas: 35 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Proporcionar conhecimentos de base sobre materiais e técnicas de construção. Analisar o ambiente e o seu controlo em estufas e outras instalações agrícolas para conceber e projectar sistemas e equipamentos para o condicionamento ambiental das instalações ligadas à produção vegetal e animal, nomeadamente de ventilação, aquecimento, arrefecimento, secagem. Analisar e as características dos principais tipos de instalações agrícolas, de forma a possibilitar que os futuros licenciados possam dirigir o funcionamento dessas instalações nas explorações agrícolas e as possam projectar.

    3. Programa:

    Materiais e técnicas de construção para instalações agrícolas: fundações, pavimentos, paredes e coberturas. Coberturas de estufas: filmes, materiais semi-rígidos e redes. Condicionamento ambiental: aspectos específicos para estufas e armazéns frigoríficos, caracterização e medição do ambiente, isolamento térmico, balanços térmicos e de massa, processos psicrométricos. Estudo de soluções e equipamentos para ventilação, aquecimento, secagem, sombreamento e arrefecimento. Assento de lavoura e projecto de construção: planeamento, peças escritas e desenhadas. Características e concepção de estufas e abrigos, instalações e equipamentos para a conservação de forragens verdes, de forragens secas e de grão, instalações e equipamentos para a conservação de frutas e legumes, centrais hortofrutícolas, instalações ligadas à produção animal extensiva.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Albright, L.D., 1990. Environmental Control for Animal and Plants. American Society of Agricultural Engineers, St. Joseph, Michigan, 453 p.
    • Castilla, N., 2005. Invernaderos de Plastico, Tennología e Manejo. Mundi-Prensa, Madrid, 462p.
    • Loewer, O.J., Bridges, T.C. and Bucklin, R.A., 1994. On- Farm Drying and Storage. American Society of Agricultural Engineers, 560 p
    • Mazollier, J. et Millet, P., 2002. Concevoir et Aménager une Station Fruitière. Centre Technique Interprofessionel des Fruits et des Legumes, Paris, 167 p

    Bibliografia Complementar

    • Hanan, J.J., 1998. Greenhouses. Advanced Technology for Protected Horticulture. CRC Press LLC, Boca Raton, 684 p.
    • Lindley, J.A. and Whitaker, J.H., 1996. Agricultural Buildings and Structures. ASAE, St. Joseph, 636 p.
    • Meneses, J.F., 1993. Elementos para Instalações Agrícolas. A.E.A., Lisboa.
    • Wacquant, C., Sédilot, C., Gratraux, J. et Roux, P., 2000. La Construction des Serres et des Abris. Centre Technique Interprofessionel des Fruits et des Legumes, Paris, 207 p

    5. Avaliação:

    Trabalho do aluno ao longo do ano pela frequência e participação nas aulas e visitas técnicas. Testes de dispensa. Exame final escrito.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Introdução aos Espaços Arborizados Urbanos (Introduction to Arboriculture and Urban Forestry)

    Introdução aos Espaços Arborizados Urbanos (Introduction to Arboriculture and Urban Forestry)

    Código: 1418
    Responsável: António Manuel Dorotêa Fabião
    Outros docentes: Ana Paula Ferreira Ramos e Maria Helena Reis de Noronha Ribeiro de Almeida
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: Gestão Florestal; Gestão de Recursos Naturais; Arboricultura e Silvicultura Urbanas

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória Arboricultura e Silvicultura Urbanas
    Opcional Gestão Florestal; Gestão de Recursos Naturais


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Introduzir os alunos às principais questões colocadas pela manutenção e conservação de árvores em espaço urbano, nas vertentes de concepção técnica da arborização, manutenção e condução das árvores urbanas e implicações ambientais e na saúde e bem-estar dos habitantes.

    3. Programa:

    Módulo I:
    - Funções e tipologia dos espaços arborizados em áreas urbanas.
    - Limitações do espaço urbano ao crescimento e à sanidade de árvores e núcleos arbóreos e formas de mitigação.

    Módulo II:
    - Critérios de selecção e produção de espécies de árvores e/ou arbustos para arborização em meio urbano.
    - Critérios de avaliação da qualidade das plantas e selecção de exemplares para plantação.

    Módulo III:
    - Instrumentos de gestão e requalificação de árvores e núcleos arbóreos urbanos.
    - Condução das árvores urbanas. A poda na requalificação de árvores ornamentais.

    Módulo IV:
    - Sanidade das árvores urbanas.
    - Introdução à avaliação visual do risco associado à presença de árvores em meio urbano.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Harris, R. H., Clark, J. R., Matheny, N. P. (2004). Arboriculture: Integrated Management of Landscape Trees, Shrubs and Vines. 4th Edition. Prentice-Hall. Upper Saddle River (New Jersey, USA).
    • Michau, E. (1998). A Poda das Árvores Ornamentais. Manual FAPAS. Fundo para a Protecção dos Animais Selvagens / Câmara Municipal do Porto. Porto.

    Bibliografia Complementar

    5. Avaliação:

    Classificação de trabalhos de aplicação realizados pelos alunos e das suas apresentações orais, com possibilidade de dispensa de teste de módulo e/ou de exame final.
    Testes de módulo e exame final escrito com perguntas de resposta múltipla e/ou de desenvolvimento.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Sumários

    MÓDULO 1

    Introdução e conceitos básicos
    Estrutura arbórea e desenvolvimento das árvores
    Limitações do espaço urbano

    Textos de apoio

    MÓDULO 2

    Critérios de selecção de árvores
    Produção de plantas 1
    Produção de plantas 2
    Produção de plantas 3
    Transplantação

    Textos de apoio

    MÓDULO 3

    Condução de árvores urbanas

    Textos de apoio

    MÓDULO 4

    Introdução
    Diagnóstico
    Doenças das folhas
    Pragas
    Doenças e pragas das palmeiras
    Doenças do Tronco e das Raízes
    Tipos de podridões
    Agentes causais de podridões de árvores
    Análise Visual de Risco 1
    Análise Visual de Risco 2
    Análise Visual de Risco 3
    Análise Visual de Risco 4

    Textos de apoio


    AVISOS
    Início das aulas


    AVALIAÇÃO


    Investigação Operacional (Operational Research)

    Investigação Operacional (Operational Research)

    Código: 1421
    Responsável: Marta Guerreiro Duarte Mesquita de Oliveira
    Outros docentes: Isabel Maria de Jesus Martins
    Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas

    Ano Curricular: 1º/2º Semestral: 2º/1º ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Esta disciplina é uma introdução à Investigação Operacional. Nela se descrevem metodologias que fornecem uma possível visão desta vasta área da Matemática durante um semestre e que são programação linear, programação inteira e programação não linear. Cada metodologia é enriquecida com aplicações na área das Ciências Biológicas. Recorrer-se-á a software para resolver as aplicações. No final, os alunos devem conseguir identificar e formular uma grande variedade de problemas que podem ser resolvidos com as metodologias estudadas.

    3. Programa:

    Programação linear – formulação de problemas em programação linear, estudo do método do simplex, estudo da dualidade e análise de sensibilidade.

    Programação inteira - formulação de problemas em programação inteira, estudo do método branch-and-bound e apresentação de outras formas de resolver exactamente estes problemas.

    Programação não linear – formulação de problemas cujo objectivo ou restrições não são expressas como funções lineares nas variáveis de decisão e apresentação de alguns métodos de resolução.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Hillier, F. S. and Lieberman G.J. (2005) Introduction to Operations Research. McGraw-Hill.

    Bibliografia Complementar

    • Carter M.W. and Price C.C. (2001) Operations Research. A Practical Introduction. CRC PRESS.
    • Meerschaert M.M. (2007) Mathematical Modeling. Elsevier AP.

    5. Avaliação:

    2 testes (8 valores cada) e um trabalho (4 valores).
    Ou exame final (20 valores).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Investigação Operacional Aplicada (Applied Operational Research)

    Investigação Operacional Aplicada (Applied Operational Research)

    Código: 1422
    Responsável: José Augusto Lopes Tomé
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: todos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Assegurar que os alunos adquiram uma formação básica em Optimização Linear.
    Familiarização com a Programação Dinâmica e o conceito discreto de rede ao seviço da Gestão de Projectos.
    O processo de racionalização e modelação da realidade será enfatisado, recorrendo-se amplamente a exercícios e exemplos do domínio florestal.

    3. Programa:

    Programação linear: o modelo e seus pressupostos; interpretação geométrica, álgebra, forma tabular e matricial do simplex; variáveis artificiais; teoria da dualidade e análise de sensibilidade.
    Programação linear por metas.
    Programação linear inteira: o algoritmo do «branch and bound» na resolução de problemas de programação inteira e binária.
    Referência a técnicas heurísticas: «simulated annealing», «tabu search».
    Gestão de projectos: PERT e CPM. Programação dinâmica.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    Hillier, F. S. e G. J. Lieberman, 2010. Introduction to Operations Research. McGraw-Hill, Inc., New York.

    Bibliografia Complementar
    Buongiorno, J. E J. K. Gilless, 2003. Decision Methods for Forest Resource Management. Academic Press, Amsterdem

    5. Avaliação:

    Dois testes escritos durante o semestre, permitindo dispensa de exame final.
    Exame escrito final.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    Exercícios


    Lacticínios (Dairy Science and Technology)

    Lacticínios (Dairy Science and Technology)

    Código: 1423
    Responsável: António Pedro Louro Martins
    Outros docentes: Maria Isabel Nunes Januário
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
    Ramo: Processamento de Alimentos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 14 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    A disciplina pretende actualizar os conhecimentos básicos adquiridos na licenciatura, proporcionando ainda formação avançada a nível da ciência e tecnologia do leite e produtos lácteos, de modo a habilitar os alunos para a intervenção a nível das empresas, nas diversas vertentes do sector, e para o acesso a níveis de formação mais avançados.

    3. Programa:

    - Panorâmica geral do sector dos lacticínios em Portugal; enquadramento europeu e mundial.
    - Produção de leite e factores que a influenciam.
    - Composição e características do leite: estrutura e estabilidade do leite; composição, principais constituintes do leite e propriedades físicas; microbiologia do leite - microbiologia do leite crú, agentes de alteração de leite e de produtos lácteos, fermentos lácticos.
    - Ciclo de obtenção e conservação do leite: ordenha e leite cru; qualidade do leite e respectiva avaliação; legislação; pré-tratamentos e seus efeitos.
    - Tecnologia dos produtos lácteos: Ciclos de processamento - leites para consumo em natureza, leites fermentados, manteiga, queijo, leite em pó, gelados de leite - operações unitárias básicas, equipamentos e ciclos de produção, características, legislação e regulamentação. Valorização dos sub-produtos e concentrados proteicos.
    - Ciclos complementares: limpeza e higienização das instalações e equipamentos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • ALAIS, Ch. Ciencia de la leche. Princípios de técnica lechera. Editorial Reverté, S.A.. Barcelona.
    • SPREER, E. Lactologia Industrial. Ed. Acribia, S.A..
    • VARNAM, A. H.; SUTHERLAND, J.P. Milk and milk products. Technology, chemistry and microbiology. Chapman & Hall, Ltd., London.
    • WALSTRA, P.; GEURTS, T. J.; NOOMEN, A.; JELLEMA, A.; van BOEKEL, M. A. J. S. Dairy technology. Principles of milk properties and processes. Marcel Dekker, Inc., New York.

    Bibliografia Complementar

    • ECK, A.; GILLIS, J.-C (coord.) Le fromage. De la science à la’assurance qualité. Technique et Documentation, Diffusion Lavoisier, Paris.
    • JEANTET, R.; ROIGNANT, M.; BRULÉ, G. Génie des procédés appliqué à l’industrie laitière. Éd. Tec & Doc, Lavoisier.
    • LUQUET, F. M. (ed.) Laits et produits laitiers. Vache. Brebis. Chèvre. Vol. I, II e III. Technique et Documentation, Lavoisier, APRIA.
    • MAHAUT, M.; JEANTET, R.; BRULÉ, G.; SCHUCK, P. Les produits industriels laitiers. Éd. Tec & Doc, Lavoisier.

    5. Avaliação:

    - Avaliação contínua (mín. 75% de presenças) Classif. média mín. de 10 val., obtida a partir de teste de fim de semestre (60% da classif. final) e da apresentação de relatórios das aulas práticas e visitas de estudo, bem como de 4 trabalhos sobre temas referentes aos produtos lácteos e respectivas apresentações e discussão ( 40% da classif. final).
    - Exame final - efectuado nas datas a definir no calendário de exames; classif. mín. de 10 val.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Funcionamento do ano lectivo 2011-2012
    Programa
    Bibliografia
    Boletim Informativo ANIL

    Lacticínios em Portugal

    Sumários



    AVISOS


    Marketing da Gastronomia (Gastronomy Marketing)

    Marketing da Gastronomia (Gastronomy Marketing)

    Código: 1812
    Responsável: Maria da Conceição da Silva Loureiro Dias
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 3 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 21 Teórico-Práticas: 14 Outras: 7 Total: 42

    2. Objectivos:

    Introduzir princípios básicos e etapas fundamentais da elaboração de plano de marketing para empresas com actividade no turismo gastronómico (GT).
    Motivar os alunos a entender a relevância de plano de marketing gastronómico eficaz no sucesso empresarial e desenvolvimento regional no contexto de uma indústria turística altamente competitiva como a Europeia.
    Aprender a conceber e implementar estratégias de marketing que publicitem/promovam negócios na vertente gastronómica do turismo, bem como fórmulas de medir, avaliar e estimular o consumo de bens e serviços nesta área. No final, poderão:
    1. Distinguir características específicas do marketing de TG dentro do marketing de serviços;
    2. Explicar a procura de bens e serviços associados ao TG;
    3. Desenvolver etapas principais de programa de marketing para empresa na área do TG;
    4. Elaborar análise SWOT e desenvolver estratégias de segmentação, targeting e posicionamento de mercado, bem como estratégias de promoção adequadas para um destino gastronómico.

    3. Programa:

    Parte importante do crescimento da indústria de turismo Europeia nas últimas décadas está intimamente ligada à gastronomia, i.e., ao consumo de produtos, experiências e atracçõs turísticas de natureza gastronómica. Em muitos casos, o consumo de bens, serviços ou eventos alimentares típico de ocasiões de lazer ou viagem é já equiparável em prioridade, notoriedade e rentabilidade ao consumo de outras heranças culturais locais, como museus ou monumentos históricos. Importa assim entender melhor não só qual o papel a desempenhar pela gastronomia no desenvolvimento do turismo em geral, mas também quais são os principais desafios que se colocam às diversas empresas com actividade nesta área.
    Nesta disciplina serão administrados os conceitos e técnicas básicas de marketing e comportamento do consumidor com aplicação prática e directa no sector de serviços turísticos, nomeadamente nos sub-sectores da hotelaria, restauração, eventos e marketing institucional de regiões.

    Método de ensino

    O formato das aulas inclui a exposição clássica de conteúdos por parte do professor, a apresentação, análise e discussão de casos práticos com a participação dos alunos e um projecto de trabalho individual para ser elaborado pelos alunos fora das aulas. Estes últimos serão apresentados e discutidos pelos alunos na última aula do curso.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    Leitura Obrigatória:

    • Marketing for hospitality and tourism – international edition. Philip Kotler, John T. Bowen, James C. Makens (2009). Pearson/ Prentice Hall.

    Leitura Recomendada:

    • Food tourism around the world: development, management and markets. C. Michael Hall, Liz Sharples, Richard Mitchell, Niki Macionis, Brock Cambourne (Editors) (2003). Butterworth-Heinemann .
    • Culinary taste: consumer behaviour in the international restaurant sector. Donald Sloan (2003). Butterworth-Heinemann.
    • Tourism and Gastronomy (Routledge Advances in Tourism, 11). Gregg Richards (2002). Routledge.
    • European Gastronomy into the 21st Century. Cailein Gillespie (2001). Butterworth-Heinemann.

    5. Avaliação:

    Avaliação e nota final:
    Teste - abordando os conteúdos expostos na aula pelo professor = 40% da nota final
    Apresentação, análise e discussão de um caso prático na aula = 30% da nota final
    Projecto individual = 30% da nota final

    6. Estimativa total de trabalho: 84 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Marketing de Produtos Alimentares (Food Marketing)

    Marketing de Produtos Alimentares (Food Marketing)

    Código: 1425
    Responsável: Maria Filomena Ramos Duarte
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar
    Ramo: Engenharia Agronómica - Economia Agrária e Gestão do Território; Engenharia Alimentar - todos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória Engenharia Alimentar
    Opcional Engenharia Agronómica


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se que os alunos
    (1) compreendam a importância da orientação de mercado na indústria alimentar,
    (2) saibam identificar os principais factores do ambiente macro desta indústria,
    (3) analisem a estrutura e organização da distribuição alimentar,
    (4) conheçam os factores determinantes do comportamento do consumidor,
    (5) analisem os factores relevantes na percepção da qualidade dos produtos alimentares,
    (6) discutam o marketing-mix de produtos alimentares,
    (7) saibam aplicar técnicas de investigação de marketing nomeadamente conceber um guião de inquérito, analisar os resultados da sua aplicação, e interpretar resultados de um inquérito ao consumidor
    (8) apliquem os conceitos e técnicas do marketing na análise de estudos de caso apresentados por oradores convidados da indústria alimentar.

    3. Programa:

    Módulo I – Competitividade, orientação de mercado e estratégia de marketing
    O conceito de marketing e sua evolução. Ambiente e estratégia de marketing. Orientação de mercado e vantagem competitiva. Estrutura e organização da distribuição alimentar. Estudos de caso.

    Módulo II - Comportamento do consumidor e segmentação dos mercados
    Tendências recentes de evolução do consumo alimentar. Os determinantes do comportamento do consumidor. A percepção da qualidade pelos consumidores. O conceito de segmentação. Critérios e técnicas de segmentação. Selecção de mercados alvo e posicionamento. Iniciação à investigação de marketing: estudos de mercado qualitativos e quantitativos, a recolha de informação por inquérito, construção de um guião de inquérito, breve referência aos métodos de análise da informação. Estudos de caso.

    Módulo III- As Políticas de Marketing
    O marketing-mix no contexto da estratégia de marketing. A gestão do produto e da marca.. Os símbolos de qualidade ligados à origem. As decisões de preços. A política de distribuição. O mix de comunicação. Análise de informação de um painel retalhista. Indicadores de gestão do plano de meios. Estudos de caso.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Aurier, P., e Sirieix, L., (2004), “ Le marketing des produits agroalimentaires”, Dunod, Paris;
    • Dibb, S., (2006), “Marketing concepts and strategies”, Houghton Mifflin, Abingdon, RU;
    • Gofton, L. (1997). Marketing Research. In Padberg, D. I.; Ritson, C.; Albisu, L. M. Agro-food marketing, CAB International, New York. Capítulo 1;
    • Grunert, K., et al., (1996), “Market orientation in food and agriculture” (cap.1), Klwer Academic Publishers, Londres;
    • Grunert, K., (2000), “Consumer behaviour”, in Blois, K. (ed.), The Oxford textbook of marketing, Oxford University Press, 2000, pg109-113 e 120-127;
    • Lindon, D., et al, (2004), “Mercator XXI teoria e prática do Marketing”, Dom Quixote, Lisboa;
    • Ness, M. (1997). Multivariate Analysis in Marketing Research. In Padberg, D. I.; Ritson, C.; Albisu, L. M. Agro-food marketing, CAB International, New York. Capítulo 12;

    Bibliografia Complementar

    • Brunso, K., Fjord, T., Grunert, K.(2002), “ Consumer’s food choice and quality perception”, The Aarhus School of Business, Working Paper, nº 77, Junho 2002;
    • Dalgic, T. (2000), “Market orientation and its implications”, in Blois, K. (ed.), “The Oxford textbook of marketing”, Oxford University Press, cap;
    • Hair, J. F.; Anderson, R. E.; Tatham, R. L.; Back, W. C. (1992). “Multivariate Data Analysis”, 3rd edition, Macmillan Publishing Company, New York. Capítulos 6 e 7;
    • Johnson, D. E. (2000). “Métodos multivariados aplicados al análisis de dados”, International Thomson Editors, Madrid. Capítulos 6 e 9;
    • Lagrange, L.(1995), “La commercialisation des produits agricoles & alimentaires”, Lavoisier TEC & DOC, Paris, 1995 ;
    • Lambkin, M.(2000), “Strategic Marketing in a Modern Economy” i n Blois, K. (ed.), The Oxford Textbook of Marketing, Oxford University Press, pg 438-447;
    • Palmer, A., (2000), “ Principles of marketing”, Oxford University Press;
    • Steenkamp, J. (1997), “Dynamics in consumer behavior with respect to agricultural and food products”. In Wierenga, B. (1997), Agricultural marketing and consumer behavior in a changing world, Klwer Academic Publishers, Dordrecht, Holanda;
    • Wijnands, J., et al.(2007), “Competitiveness of the European Food Industry an economic and legal assessment” (http://ec.europa.eu/enterprise/fooid/conferences/agro food.htm);

    5. Avaliação:

    Opção A: Por testes no final de cada módulo (ponderação de 70 %) e apresentação e discussão de um trabalho de grupo (e de um texto científico) nas aulas (ponderação de 30 %);
    Opção B: Exame Final, segundo as normas em vigor no ISA. A admissão a exame final fica condicionada à realização e apresentação na aula de um trabalho de grupo.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012


    Matemática Discreta (Discrete Mathematics)

    Matemática Discreta (Discrete Mathematics)

    Código: 1710
    Responsável: Jorge Orestes Lasbarrères Cerdeira
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas

    Ano Curricular: 1º/2º Semestral: 2º/1º ECTS: 3 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 35 Outras: 7 Total: 42

    2. Objectivos:

    Introdução aos principais conceitos e métodos da matemática discreta

    3. Programa:

    Contagens e indução.
    Grafos: árvores, emparelhamentos e coloração.
    Complexidade computacional.
    Criptografia.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Laszlo Lovasz, Jozsef Pelikan, Katalin L. Vsztergombi, Katalin L. Vesztergombi, Discret Mathematics, Springer-Verlag New York, 2003

    5. Avaliação:

    Trabalhos e exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 84 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Matérias-Primas (Raw Materials)

    Matérias-Primas (Raw Materials)

    Código: 1809
    Responsável: António José Saraiva de Almeida Monteiro
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Práticas: 35 Outras: 7 Total: 84

    2. Objectivos:

    O conhecimento das matérias-primas de forma a poder utilizá-las de forma correcta e adequada às preparações culinárias.
    Competências: Escolher o produto em função das suas características intrínsecas e da sua utilização. Avaliar a qualidade e o estado de conservação na compra dos produtos.

    3. Programa:

    Diversidade, características, oferta e padrões de qualidade das matérias-primas usadas na alimentação: fruta, legumes, carne, peixe e gorduras.

    Método de ensino

    Aulas essencialmente teórico-práticas com muita informação fotográfica.
    Visitas de estudo aos mercados abastecedores.
    Seminários por especialistas sobre temas mais específicos como a carne, o peixe e as gorduras.

    4. Bibliografia:

    • Wills, R., W.B. McGlasson, D. Graham AND D. Joyce, An Introduction to the Physiology and Handling of Fruit, Vegetables and Ornamentals, 4th edition. 1998.
    • Almeida, D. 2006. Manual de Culturas Hortícolas, Volume 1. Editorial Presença
    • Almeida, D. 2006. Manual de Culturas Hortícolas, Volume 2. Editorial Presença

    5. Avaliação:

    Exame escrito baseado na resolução de problemas associados a situação concretas

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Mecânica de Fluidos (Fluid Mecanics)

    Mecânica de Fluidos (Fluid Mecanics)
    Para consultar a página da UC, clique aqui.
    Código: 1428
    Responsável: Maria do Rosário da Conceição Cameira
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
    Ramo: todos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Preparar os alunos para:
    - o dimensionamento de estruturas de armazenamento e transporte (reservatórios, tanques de sedimentação, sistemas de tubagens sob pressão e canais) de águas limpas e de águas residuais de origem agrícola;
    - a escolha do sistema de bombagem mais eficiente para aplicação, em diferentes condições, a águas limpas e águas residuais de origem agrícola;
    - o calculo do transporte de fluidos em meios porosos (solo), de modo a poderem estimar tempos de chagada de contaminantes até às águas subterrâneas.

    3. Programa:

    1. Propriedades físicas dos fluidos: temperatura, massa volúmica, energia interna, cinética e potencial, compressibilidade, viscosidade e tensão superficial; campos de velocidades e de pressões. Técnicas de análise mais usadas em mecânica de fluidos.
    2. Estática de fluidos: Pressão hidrostática; princípio fundamental da hidrostática; distribuição de pressões num fluido em repouso; medição de pressões; forças hidrostáticas exercidas sobre superfícies verticais submersas: dimensionamento de reservatórios; Forças exercidas sobre objectos, total ou parcialmente imersos: Teorema de Arquimedes, Impulsão
    3. Cinemática de fluidos: campos de escoamento. Classificação espacial e temporal dos escoamentos.
    4. Dinâmica de fluidos: Conceitos base: tubo de fluxo, secção recta do escoamento, caudal, velocidade da secção recta de escoamento. Teoremas fundamentais da dinâmica de fluidos ideais em regime permanente: equação da continuidade, teorema de Euler; Teorema de Bernoulli;
    5. Escoamentos sob pressão: Leis de resistência dos escoamentos uniformes; Perdas de carga contínuas e localizadas. Tubos em série e em paralelo; ramificações. Altura manométrica. Potência do escoamento. Rendimento. Aplicação aos fluidos Newtonianos e não Newtonianos
    6. Turbomáquinas: características das bombas; diagrama de funcionamento das bombas e das instalações; ponto de funcionamento; bombas instaladas em série e em paralelo.
    7. Escoamento em superfície livre: Escoamentos uniformes; Noções sobre regolfo com caudal constante e ressalto hidráulico. Dimensionamento de secções transversais de canais. Regime de escoamento crítico, fluvial e torrencial.
    8. Transporte sólido - Separação sólido-líquido. Movimento de partículas em fluidos: considerações gerais; sedimentação por gravidade em fluidos com baixas concentrações; sedimentação por gravidade em fluidos com elevadas concentrações; sedimentação com centrifugação; dimensionamento de tanques de sedimentação para tratamento primário de águas residuais.
    9. Escoamento em meios porosos. Características dos meios porosos; Água no solo: massa e energia; propriedades hidrodinâmicas do solo (curva de retenção e curva da condutividade hidráulica); fluxo hidráulico; movimento de água no solo em regime saturado: Lei de Darcy; movimento de água no solo em regime permanente e não saturado: equação de Darcy-Buckingham; movimento de água no solo em regime variável e não saturado: equação de Richards.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Quintela, António. 2000. Hidráulica. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
    • Svarovsky, Ladislav. 2000. Solid-liquid separation. Butterworth-Heinemann, Oxford
    • Kutílek, Miroslav e Nielsen, Donald. 1994. Soil Hydrology. GeoEcology textbook
    • Apontamentos específicos elaborados para a disciplina

    Bibliografia Complementar

    • White, Frank. 1999. Mecânica de Fluidos. McGraw Hill Hillel, Daniel. 1980.
    • Soil physics. Académic Press

    5. Avaliação:

    Frequência: (à excepção dos Estudantes Trabalhadores): presença em 75 % das aulas TP Avaliação: a) Avaliação contínua ou b) Exame fina
    a) 2 testes ao longo do semestre. Cada teste é composto por uma parte teórica (6 valores) e por uma parte prática (14 valores). Nota minima requerida em cada teste: 8 valores. A nota final à UC corresponderá à média dos dois testes. Aprovação com nota final for igual ou superior a 10 valores
    b) para alunos que não tenha realizado a) ou não tenham obtido a nota mínima. O exame final realizado sem consulta e com duração de 2.5 h. Será composto por uma parte teórica (6 valores) e por uma parte prática (14 valores). O aluno obterá aprovação à UC se a nota do exame for igual ou superior a 10 valores.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

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    Melhoramento Genético Animal (Animal Breeding)

    Melhoramento Genético Animal (Animal Breeding)

    Código: 1430
    Responsável: Luís Lavadinho Telo da Gama (FMV)
    Outros docentes: Vítor Manuel Alves (FMV)
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Zootécnica - Produção Animal

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecimento das aplicações da genética de populações, quantitativa e molecular no melhoramento e conservação dos Recursos Genéticos Animais; Avaliação do impacto de diferentes sistemas de acasalamento (consanguinidade e cruzamentos) na produção animal; Desenvolvimento de métodos de avaliação genética e predição da resposta esperada à selecção; Planificação de esquemas de melhoramento organizado nas diferentes espécies pecuárias.

    3. Programa:

    1) Recursos Genéticos Animais: caracterização, conservação e gestão dos Recursos Genéticos Animais
    2) Genética de Populações: Frequências génicas e genotípicas; modo de acção dos genes; lei de Hardy-Weinberg. Factores que influenciam as frequências génicas e genotípicas. Genes simples com importância em Melhoramento Animal
    3) Sistemas de acasalamento:
    - Consanguinidade: Consanguinidade ao nível do indivíduo e da população; parentesco e contribuições genéticas; consanguinidade e selecção; gestão da variabilidade genética.
    - Cruzamentos: Heterose individual e materna; efeitos directos e maternos; tipos de cruzamentos; resultados esperados.
    4) Selecção: Revisão de conceitos básicos de estatística. Valor genético real e estimado; heritabilidade. Resposta esperada e observada à selecção. Estimação de parâmetros genéticos. Respostas correlacionadas à selecção. Avaliação genética e resposta esperada na selecção com registos repetidos, nos descendentes, ascendentes e colaterais. Índices de selecção; BLUP; selecção para vários caracteres. Respostas esperadas em esquemas mais complexos
    5) Interacções genótipo*ambiente.
    6) Aplicações das biotecnologias em Melhoramento Animal: Tecnologias reprodutivas; polimorfismos genéticos; clonagem; transgénese. 7) Programas de selecção nas diferentes espécies: Estruturas de selecção organizada; organização dos programas de melhoramento; programas de selecção nas espécies pecuárias.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Gama, L.T. 2002. Melhoramento Genético Animal. Escolar Editora, Lisboa.

    Bibliografia Complementar

    • Bourdon, R.M. 1997. Understanding Animal Breeding. Prentice Hall, New Jersey.
    • Chapman, A.B. (Ed.). 1985. General and Quantitative Genetics. Elsevier Science, Amsterdam
    • Minvielle, F. 1990. Principes d’Amélioration Génétique des Animaux Domestiques. INRA Editions, Paris.
    • Nicholas, F.W. 1996. Introduction to Veterinary Genetics. Oxford University Press, Oxford.
    • Van Vleck, L.D., E.J. Pollak and E.A.B. Oltenacu. 1987. Genetics for the Animal Sciences. W.H. Freeman and Co., New York.

    5. Avaliação:

    Avaliação final por exame escrito, abrangendo a matéria teórica e prática.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Mesologia das Áreas Tropicais (Mesology of Tropical Areas)

    Mesologia das Áreas Tropicais (Mesology of Tropical Areas)

    Código: 1431
    Responsável: Fernando Manuel Girão Monteiro
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 24 Teórico-Práticas: 36 Práticas/Laboratoriais: 10 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Alcançar um conhecimento integrado dos regimes climáticos das regiões intertropicais (RI), do comportamento e variabilidade dos elementos do clima e da sua influência na produção vegetal, bem como das condições de formação, características e propriedades dos solos das RI, das suas formas de utilização e do seu papel na sustentabilidade dos ecossistemas naturais e artificiais.
    Proporcionar capacidade de analisar, equacionar e solucionar problemas neste domínio, nomeadamente através a) do estudo das características do ambiente físico e da sua influência no desenvolvimento e nas propriedades do solo, e b) do delineamento de sistemas de uso, ambiental e economicamente sustentáveis.

    3. Programa:

    1. O Clima das regiões intertropicais (3 semanas)
    Climatologia tropical: circulação atmosférica, comportamento de alguns elementos climáticos, balanços energéticos e hídricos nas regiões tropicais. Critérios agrometeorológicos de produção vegetal nas regiões intertropicais: disponibilidade e intercepção de recursos.
    2. Formação e distribuição dos solos das regiões intertropicais (4 semanas)
    O ambiente pedogenético e os processos de evolução do solo nas regiões intertropicais. Distribuição geográfica e paisagística dos solos mais representativos das regiões intertropicais e respectivo enquadramento nos principais sistemas taxonómicos.
    3. Propriedades e uso dos solos das regiões intertropicais (5 semanas)
    Propriedades particulares, utilização e sustentabilidade de uso dos solos mais representativos das regiões intertropicais. Degradação, resiliência, recuperação e reabilitação dos solos.
    4. Casos-estudo específicos (2 semanas)

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Jackson, I. J. 1989. Climate, water and agriculture in the tropics. (2nd ed). Longman Publishing Group, London.
    • van Wambeke, A. 1992. Soils of the Tropics - Properties and appraisal. McGraw-Hill, New York.
    • Sanchez, P. A. 1976. Properties and Management of Soils in the Tropics. John Wiley & Sons, New York.
    • Juo, A. S. R. & Franzluebbers, K. 2003. Tropical Soils: Properties and Management for Sustainable Agriculture.
    • Oxford University Press, New York.

    Bibliografia Complementar

    • Lal, R. & Sanchez, P.A., Editors. 1992. Myths and Science of Soils of the Tropics. SSSA Special Publication vol. 29. SSSA-ASA, Madison.
    • Fisher, R. F., Binkley, O. 2000. Ecology and management of forest soils (3rd ed). John Wiley & Sons, New York.
    • FAO, 2006. World Reference Base for Soil Resources, 2006 edition. World Soil Resources Reports 103, FAO, Rome.
    • Soil Survey Staff, 2006. Keys to Soil taxonomy (10th ed). United States Department of Agriculture, National Resources Conservation Service. Washington D.C.

    5. Avaliação:

    A avaliação da UC é feita através de:
    (a) Três testes ou trabalhos específicos referentes a cada um dos módulos (cuja contribuição para a nota final é de 40% nos casos em que haja lugar à realização de exame final).
    (b) Exame Final (obrigatório se a média dos testes ou trabalhos for <10/20 valores).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Métodos de Análise dos Produtos Florestais (Forest Products Analysis)

    Métodos de Análise dos Produtos Florestais (Forest Products Analysis)

    Código: 1432
    Responsável: José Afonso Rodrigues Graça
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo / Especialidade: Engenharia de Produtos Florestais

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas-Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Dar a conhecer os métodos de caracterização e análise dos produtos florestais

    3. Programa:

    1. Métodos de determinação das propriedades físicas
    Técnicas de determinação da humidade (pesagem e secagem, destilação, medidores eléctricos). Determinação da retracção e inchamento na madeira. Técnicas de determinação da massa volúmica. Microdensitometria
    2. Métodos de determinação das propriedades mecânicas
    Amostragem e preparação de amostras de madeira para ensaio. Máquinas de ensaio das propriedades mecânicos. Tipos de ensaios de resistência mecânica. Normalização nacional e internacional dos testes de ensaios mecânicos. Equipamentos industriais de ensaio mecânico das madeiras
    3. Métodos de análise química dos produtos florestais
    Técnicas de determinação dos polissacáridos, celulose e hemiceluloses. Técnicas de determinação das fracções azotada e inorgânica. A análise somativa da composição química das madeiras Métodos cromatográficos de análise química dos produtos florestais. As técnicas de cromatografia gasosa (GC) e cromatografia líquida de alta performance (HPLC). A aplicação das técnicas de cromatográficas/espectrometria de massa na análise dos produtos florestais. A análise dos produtos florestais por pirólise analítica
    4. Outros métodos de análise dos produtos florestais
    O uso da espectroscopia de infra-vermelho próximo (NIR) na análise química e caracterização dos produtos florestais. Técnicas de análise superficial macroscópica (análise de imagem). Técnicas de análise superficial microscópica (SEM e SEM-EDXA)

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Tsoumis, G. Science and technology of wood. Van Nostrand Reinhold, new York 1991
    • Lewin, M., Goldstein, I. Wood structure and composition. Marcel Dekker, New York, 1991

    Bibliografia Complementar

    • Dinwoodie, J. Timber: its nature and behaviour. E & FN Son, London, 2000
    • Sjostrom, E., Alén, R. Analytical methods in wood chemistry. Springer Verlag, Berlin

    5. Avaliação:

    Relatórios dos trabalhos práticos laboratoriais (peso de 50% na nota final)
    Exame final cobrinda a matéria teórica e prática (peso de 50% na nota final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Métodos de Análise Molecular (Methods of Molecular Analysis)

    Métodos de Análise Molecular (Methods of Molecular Analysis)

    Código: 1433
    Responsável: Ricardo Manuel Seixas Boavida Ferreira
    Outros docentes: Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira
    Curso: 2º ciclo – Biologia Funcional;

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 14 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Fornecer aos alunos os fundamentos teóricos e aspectos práticos de algumas técnicas recentes e complexas utilizadas em estudos moleculares de biologia

    3. Programa:

    - Detecção de compostos biológicos por cromatografia de gás
    - PCR quantitativo em tempo real: análise da expressáo génica e quantificação do número de cópias de genes
    - Evolução dos métodos de sequenciação de DNA e de análise de dados
    - Amplificação de sequências de cDNA por RACE (Rapid Amplification cDNA Ends)
    - Pesquisa in vitro de polifenóis com actividade anti-cancerígena em extractos de plantas endémicas portuguesas
    - Análise proteómica de expressão em neuroblastomas humanos após incubação com compostos antioxidantes de origem vegetal
    - Análise genómica e transcriptómica com a tecnologia de “microarrays” de DNA
    - Utilização de uma metodologia baseada numa biblioteca supressiva subtractiva para identificar genes de Vitis vinifera e de Erysiphe necator regulados em resposta à patogenicidade
    - Identificação de proteínas por espectrometria de massa
    - Preparação e apresentação individual de uma proposta de projecto de investigação

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Artigos científicos e slides das apresentações

    5. Avaliação:

    - Exame escrito individual realizado no final de cada aula (65%)
    - Apresentação oral e discussão da proposta de projecto de investigação (35%)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Métodos Moleculares de Diagnóstico (Molecular Diagnostic Methods)

    Métodos Moleculares de Diagnóstico (Molecular Diagnostic Methods)

    Código: 1436
    Responsável: Maria Luísa Lopes de Castro e Brito
    Outros docentes: Arlindo Lima e Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
    Ramo: Qualidade e Segurança Alimentar

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 35 Práticas/Laboratoriais: 35 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    1. Contribuir para o desenvolvimento da investigação na área do diagnóstico e áreas afins.
    2. Proporcionar uma aprendizagem de diferentes métodos /técnicas de diagnóstico, começando pelos métodos quimiotaxonómicos, passando aos métodos imunoenzimáticos e e acabando nas recentes técnicas baseadas na tecnologia do DNA.
    3. Conhecer as vantagens e as limitações apresentadas pelas diferentes técnicas, bem como os respectivos níveis de sensibilidade, especificidade e principais aplicações.

    3. Programa:

    UD1 – Métodos clássicos (fenotípicos)
    1. Apresentação da disciplina.
    2. Métodos de detecção e identificação.Técnicas de isolamento e detecção.
    3. Avaliação da resistência a biocidas. 4. Sistema Biolog. 5. Técnicas imuno-enzimáticas. 6. Avaliação do potencial virulento.
    UD2 – Métodos moleculares
    A – TÉCNICAS GERAIS DE BIOLOGIA MOLECULAR
    Isolamento e purificação de ácidos nucleicos. Determinação da concentração de DNA. Separação de fragmentos de DNA por electroforese
    B – TÉCNICAS MOLECULARES DE DIAGNÓSTICO.
    1. Métodos baseados em PCR. A reacção em cadeia da polimerase (PCR). Princípios da técnica. Optimização da reacção (parâmetros críticos). O PCR como um instrumento de detecção e identificação de patogénios. Selecção de iniciadores específicos.O PCR como ferramenta taxonómica.
    2. Variantes. Princípios da técnica. Selecção dos iniciadores. Vantagens e limitações. Aplicações. RAPDs. Multiplex PCR. rep-PCR. PCR-RFLP. ARDRA.
    3. Métodos baseados na utilização de enzimas de restrição. Enzimas de elevada frequência de corte e enzimas de baixa frequência de corte. REA,RFLP. AFLP, Electroforese em campo pulsado.
    4. Método baseados na hibridação de DNA. Sondas de DNA. Southern blot, ribotipagem. Colony blot, dot blot (slot blot).
    5. Sequenciação de DNA. Método de Sanger.Sequenciação manual e sequenciação automática. Estratégias de sequenciação.
    6. Sondas de PNA. Princípios da técnica.Selecção das sequências.Aplicações.
    UD3 – Taxonomia numérica
    Aplicação de métodos de análise numérica aos resultados da tipagem. Aplicação do programa NTSYS na análise de caracteres fenotípicos e genotípicos.Utilização do BLAST na comparação de sequências e avaliação da relação entre organismos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Ausubel, F.M. et al.. (eds). (1995). Current Protocols in Molecular Biology. John Wiley and Sons, Inc., NY. Vol. I, II.
    • Harrigan, W. (1998). Laboratory methods in Food Microbiology. Academic Press. San Diego.
    • Hawksworth, D.L. (ed.) (1994).The identification and characterization of pest organisms. Cab International, UK.
    • Howe, Christopher (1995). Gene Cloning and Manipulation. Cambridge University Press.
    • Sambrook, J., Fritsch, E. F., Maniatis, T. (1989). Molecular Cloning: a Laboratory Manual, 2nd edn. Cold Spring Harbor, NY: Cold Spring Harbor Laboratory.
    • Smith and Wood, (1991). Molecular Biology and Biotechnology.Chapman & Hall.

    Bibliografia Complementar

    • BioIog, Inc. (eds.) (1992) -MicroStation System (disponível na secção de Patologia Vegetal).
    • Duncan, J.M. and Torrance, L. (1992). Techniques for the rapid detection of plant pathogens. Blackwell Scientific Publications. Oxford. (disponível na secção de Patologia Vegetal).Innis, M.A: et al (eds.)(1990) PCR Protocols. A guide to methods and applications. Academic Press, London.482pp. (disponível na secção de Patologia Vegetal).
    • Ohman, D. E. (1988). Experiments in gene manipulation. Prentice Hall, Inc., Englewood Cliffs, New Jersey (disponível na secção de Microbiologia).

    5. Avaliação:

    1. Obtenção de frequência.
    Máximo 5 faltas. Entregue o Caderno de Práticas.
    2. Avaliação
    2.1. Avaliação contínua
    Os vinte valores correspondentes à cotação total são distribuídos do modo seguinte: a) 25% para o caderno de práticas.; b) 25% para um seminário apresentado pelo aluno; c)50 % para a classificação obtida em 3 testes.
    2.2. Exame final
    O exame final consta de uma prova escrita que versará sobre toda a matéria da respectiva disciplina.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Métodos Numéricos (Numerical Methods)

    Métodos Numéricos (Numerical Methods)

    Código: 1437
    Responsável: Maria João Teixeira Martins
    Outros docentes: Fernanda Maria dos Reis Torroaes Valente
    Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas

    Ano Curricular: 1º/2º Semestral: 2º/1º ECTS: 3 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 35 Outras: 7 Total: 42

    2. Objectivos:

    Estudo e análise de algoritmos para a obtenção de soluções numéricas para vários problemas matemáticos. Discussão de erros, convergência e eficiência associados aos métodos.

    3. Programa:

    Introdução ao software R
    Análise e propagação de erros
    Resolução de equações não lineares
    Resolução de sistemas de equações lineares
    Resolução de sistemas de equações não lineares
    Aproximação de funções
    Integração
    Resolução de equações diferenciais ordinárias: problemas de valor inicial

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Burden, R.L. & Faires, J.D. (2005) Numerical Analysis. 8a ed. Thomson Brooks/Cole
    • Diogo, T. & Tomé, M. (2009) Matemática Computacional, Notas de Aulas. AEIST

    Bibliografia Complementar

    • Cheney, W. & Kincaid, D. (1999) Numerical Mathematics and Computing. 4a ed. Brooks/Cole
    • Pina, H.(1995) Métodos Numéricos. McGraw-Hill
    • Valença, M.R.(1990) Métodos Numéricos. INIC.

    5. Avaliação:

    Exame

    6. Estimativa total de trabalho: 84 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Métodos Quantitativos em Sócio-Economia (Quantitative Methods in Socio-Economics)

    Métodos Quantitativos em Sócio-Economia (Quantitative Methods in Socio-economics)

    Código: 1438
    Responsável: Ana Maria Contente de Vinhas Novais
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica
    Ramo: Economia Agrária e Gestão do Território

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Visa-se que os alunos adquiram uma forte compreensão de um conjunto de metodologias de análise multivariada e de apoio à decisão que permita:
    a) uma aplicação adequada na resolução de problemas no campo da economia e das ciências sociais; b) uma capacidade crítica de leitura e interpretação dos resultados daquelas metodologias ou próximas.

    3. Programa:

    INTRODUÇÃO
    1. Problemas da medida em sócio-economia
    2. Escalas de medida
    3. Fontes de informação

    PARTE II – ANÁLISE MULTIVARIADA EM SÓCIO-ECONOMIA
    1. Métodos de análise factorial
    1.1 Análise factorial de uma qualquer nuvem de pontos
    1.2 Análise factorial de correspondências
    1.3 Problemas tipo de uma análise de correspondências
    1.4 Interpretação dos resultados de uma análise factorial de correspondências

    2. Análise de clusters
    2.1 Noção de classificação
    2.2 Medidas de similaridade
    2.3 Métodos hierárquicos de aglomeração e métodos de partições iterativas
    2.4 Técnicas de validação

    PARTE III – PROGRAMAÇÃO MATEMÁTICA (metodologias de apoio à decisão)
    1. Modelo de programação linear na análise sócio-económica da Agricultura
    1.1 Modelo de programação linear (revisão): formulação matemática, representação gráfica e algoritmo do simplex
    1.2 Problema dual e as relações primal/dual
    1.3 Pressupostos e técnicas de modelização em agricultura
    1.4 Interpretação de resultados e análise de sensibilidade

    2. Programação multicritério
    2.1 Problemas de decisão versus problemas técnicos
    2.2 Atributos, metas, objectivos e critérios
    2.3 Soluções óptimas e fronteira eficiente (condições do óptimo de Pareto)
    2.4 Programação linear multiobjectivo, programação de compromisso e programação por metas.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    Parte I

    • Aldenderfer, M. S.; Blashfield, R. (1984). Cluster Analysis, London, Sage Publications, 1º ed.
    • Greenacre, M. J. (1984). Theory and Applications of Correspondence Analysis, London, Academic Press, INC.
    • Hair, Joseph F. et al. (2003). Multivariate Data Analysis. New York, Macmillian Publishing Company.

    Parte II

    • Hazell, P. B. R.; Norton, Roger D. (1986). Mathematical Programming for Economic Analysis in Agriculture, London, Macmillan Publishing Company.
    • Romero, C. (1993). Teoría de la decisión multicriterio: Conceptos, técnicas y aplicaciones, Madrid, Alianza Editorial.

    Bibliografia Complementar
    Parte I

    • Pereira, H. Garcia e Sousa, A. J. (2002). Análise de dados para o tratamento de quadros multidimensionais.http://biomonitor.ist.utl.pt/~ajsousa/AnalDadosTratQuad|Mult.html.

    Parte II

    • Jorge, R. F. . A Aplicação da Programação Linear ao Planeamento da Empresa Agrícola. Lisboa, Instituto Superior de Agronomia (texto de apoio)

    5. Avaliação:

    1. Avaliação contínua baseia-se na:
    a) resolução de exercícios práticos na aula
    b) elaboração de fichas de trabalho sobre cada ponto da matéria, iniciadas nas aulas
    c) realização de dois testes, um sobre as Partes I e II e o outro sobre a Parte III.
    2. Avaliação por exame final para os alunos que não obtiveram nota média ponderada positiva, condicionado à realização de uma ficha de trabalho referida na alínea 1.c)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Programação Linear


    Programação Multicritério

    Microbiologia das Fermentações (Fermentation Microbiology)

    Microbiologia das Fermentações (Fermentation Microbiology)

    Código: 1716
    Responsável: Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira
    Outros docentes: Maria Adélia da Silva Santos Ferreira
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
    Ramo: Processamento de Alimentos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 14 Práticas/Laboratorias: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    - Dar a conhecer os diferentes tipos de cultivo de microrganismos de interesse industrial
    - Compreender a formulação de meios de cultura
    - Conhecer os principais produtos obtidos através de fermentações microbianas
    - Identificar os diferentes constitutintes dos biorreactores

    3. Programa:

    Processos de fermentação
    Biomassa, enzimas e metabolitos. Componentes do processo. Cultura simples, contínua e fed-batch.
    Meios de fermentação
    Formulação. Fontes de carbono e azoto. Necessidades de oxigénio. Anti-espumas.
    Biorreactores
    Funções. Dimensionamento. Arejamento e agitação. Esterilização. Instrumentação e controlo.
    Produção de fermentos industriais
    Isolamento, conservação e desenvolvimento de microganismos. Utilização de inóculos. Imobilização de biocatalisadores: efeitos cinéticos. Cinética de inactivação de biocatalisadores. Biocatálise em meios não-convencionais (bifásicos, orgâncios, líquidos iónicos e fluidos supercríticos).

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Stanbury, P. and Whitaker, A. (1984). Principles of fermentation technology. Pergamon Press, Oxford. Cota BISA: Q03-222.

    5. Avaliação:

    Trabalho de grupo subordinado a um tema. Os alunos farão a recolha de informação necessária à concepção de um plano para avaliar a qualidade do alimento em questão. A informação a recolher deverá abordar:
    i) diagrama de produção do alimento em questão,
    ii) pontos críticos do processo de produção e da distribuição,
    iii) principais especificações físico-químicas, microbiológicas e sensoriais.
    Após a elaboração do plano para avaliar a qualidade do alimento, será definido o conjunto de parâmetros analíticos a medir experimentalmente, com base nas disponibilidades laboratoriais existentes. Os resultados experimentais obtidos e a sua interpretação serão objecto de uma exposição oral e integrados no relatório final a apresentar.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    Sumários


    Microbiologia e Bioquímica Aplicada (Applied Microbiology and Biochemistry)

    Microbiologia e Bioquímica Aplicada (Applied Microbiology and Biochemistry)

    Código: 1594
    Responsável: Maria da Conceição da Silva Loureiro Dias
    Outros docentes: Maria Luísa Louro Martins e Miguel Pedro de Freitas Barbosa Mourato
    Curso: 2º ciclo – Engenharia de Sistemas Bioenergéticos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 48 Teóricas-Práticas: 6 Práticas/Laboratoriais: 16 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecer as bases microbiológicas e bioquímicas dos processos utilizados em sistemas bioenergéticos

    3. Programa:

    Biomassa, biopolímeros. Hidrólise enzimática. Enzimas, regulação. Parâmetros do Crescimento microbiano. Noções de cultura contínua de microrganismos.
    Fermentação alcoólica, regulação. Determinação actividade de enzimas glicolíticos. Etanol a partir de amido e açúcar. Etanol a partir de material lenhocelulósico (Bactérias, leveduras “naturais”, S. cerevisiae modificadas). Tolerância ao etanol. Selecção de leveduras tolerantes. Aspectos energéticos do metabolismo. Produção de metano. Biorrefinarias. Produção de metanol. Recuperação de petróleo por microrganismos. Produção de butanol. Produção de hidrogénio. Produção de electricidade por bactérias. Utilização energética das gorduras. Biodiesel e outros biocombutíveis

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Bioenergy. 2008. J. Wall, C.S. Harwood, A.L. Demain, ASM Press.
    • L.P. Wackett. 2008. Microbial-based motor fuels: science and technology. Microbial Biotechnology, 1, 211-225

    Bibliografia Complementar

    • Microbial Energy Conversion, A report from the American Academy of Microbiology, 2006
    • M L. Wald. Is ethanol for the long haul?, Scientific American, Jan 2007, 42-49.

    5. Avaliação:

    2 testes, 2 seminários

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Microbiologia e Segurança dos Alimentos (Food Microbiology and Safety)

    Microbiologia e Segurança dos Alimentos (Food Microbiology and Safety)

    Código: 1798
    Responsável: Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 4 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 21 Teórico-Práticas: 14 Práticas: 14 Outras: 7 Total: 56

    2. Objectivos:

    Introduzir os estudantes aos princípios fundamentais da segurança e conservação dos alimentos.
    Estudar as características dos princípios agentes patogénicos.
    Compreender os fundamentos de higiene e salubridade na indústria alimentar.
    Estudar os fundamentos da análise microbiológica de alimentos e perspectivas da sua evolução.
    Interpretar resultados analíticos e avaliar a qualidade microbiológica dos alimentos.
    Compreender as exigências dos sistemas de garantia de segurança alimentar.

    3. Programa:

    Importância das doenças de origem alimentar.
    Efeitos dos agentes patogénicos: intoxicação e infecção.
    A via oral/fecal de contaminação alimentar.
    Bactérias patogénicas e vírus.
    Conservação e processamento alimentar.
    Princípios e prática de Higiene Alimentar.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Jay, J.M. (1996) - Modern Food Microbiology, 5th edition. Food Science Texts
    • Adams, M.R. e Moss, M.D. (1995) - Food Microbiology. The Royal Society of Chemistry, Cambrigde
    • Mossel, D.A. e Garcia, B.M. (1985) – Microbiologia de los Alimentos. Editorial Acríbia. Zaragoza
    • Hayes S, P.R. (1985) - Food Microbiology and Hygiene. Elsevier Applied Science Publishers. London New York.

    5. Avaliação:

    Frequência: presença em 75% do total de aulas; o resultado da frequência será expresso por uma das fórmulas admitido ou não admitido a exame.
    Avaliação contínua: realização de dois testes curtos durante as aulas práticas.
    Exame final: o exame final constará de uma prova escrita versando toda a matéria da disciplina.
    A nota final será obtida em exame (80%) mais a média das notas nos testes (20%)

    6. Estimativa total de trabalho: 112 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    Sumários


    Microbiologia Enológica (Wine Microbiology)

    Microbiologia Enológica (Wine Microbiology)

    Código: 1567
    Responsável: Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira
    Outros docentes: Virgílio Borges Loureiro
    Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
    Precedências: Biologia (min. 6 ECTS)

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    - Estudar as bases ecológicas das fermentações associadas à produção de vinhos.
    - Estudar a aplicação de fermentos e o acompanhamento de fermentações vinárias.
    - Discutir os fundamentos de higiene na indústria dos vinhos;
    - Estudar os microrganismos de alteração, sua detecção e avaliação organoléptica dos defeitos causados;
    - Interpretar resultados de análises microbiológicas.

    3. Programa:

    Os micróbios do vinho e o seu habitat natural: os ecossistemas vinha/uvas, adega e linha de engarrafamento. A transformação do mosto em vinho: fermentação alcoólica, bioquímica da fermentação e vias metabólicas, metabolismo dos açucares e dos compostos azotados; fermentação vinária, a especificidade do mosto de uva; populações mistas, cinética de crescimento e factores em jogo; aplicação de fermentos, amuos de fermentação. Bioconversão do ácido málico: pela videira; pelas bactérias (“fermentação maloláctica”), bactérias lácticas, cocos e bastonetes, bioquímica e fisiologia da fermentação maloláctica, utilização de fermentos e factores condicionantes; pelas leveduras, o caso de Schizosaccharomyces sp. Microrganismos de alteração de vinhos: leveduras, os casos de Dekkera sp. e de Zygosaccharomyces sp., leveduras de véu; bactérias lácticas e acéticas. Estabilização microbiológica de vinhos: conservantes, processos térmicos e filtrações; higiene e controlo microbiológico, conceitos básicos de sanificação em enologia, programas de lavagem e desinfecção, o HACCP em enologia.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Ribéreau-Gayon, P., Dubordieu, D., Donèche, B. and Lonvaud, A. (2000). Handbook of Enology: The Microbiology of Wine and Vinifications. John Wiley and Sons, Ltd, Chichester, Inglaterra. Cota Q021-210
    • Boulton, R., Singleton, V., Bisson, L. and Kunkee, R. (1995). Principles and Practices of Winemaking. Chapman & Hall, New York. Cota Q021-209

    Bibliografia Secundária

    • Fugelsang, K. (1997). Wine Microbiology. Chapman and Hall, Nova Iorque, EUA.
    • Hayes, P.R., 1985 - Food Microbiology and Hygiene. Elsevier Applied Science Publishers. London New York.
    • Fleet, G. (2003). Yeast interactions and wine flavor. International Journal of Food Microbiology, 86, 11-22.
    • Loureiro, V. and Malfeito-Ferreira, M. (2003). Spoilage yeasts in the wine industry. International Journal of Food Microbiology, 86, 23-50.
    • Malfeito-Ferreira, M., Tareco, M. e Loureiro, V. (1997). Fatty acid profiling: a feasible typing system to trace yeast contaminations in wine bottling plants. International Journal of Food Microbiology, 38, 143-155.

    5. Avaliação:

    Frequência: presença em 75% do total de aulas; o resultado da frequência será expresso por uma das fórmulas admitido ou não admitido a exame.Exame final: o exame final constará de uma prova escrita versando toda a matéria da disciplina.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    Sumários


    Microbiologia Molecular (Molecular Microbiology)

    Microbiologia Molecular (Molecular Microbiology)

    Código: 1441
    Responsável: Maria Luísa Lopes de Castro e Brito
    Outros docentes: Manuel José de Carvalho Pimenta Malfeito Ferreira
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
    Ramo: Qualidade e Segurança Alimentar

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 42 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    - Saber como se processa o fluxo de informação genética.
    - Compreender aspectos básicos da regulação da expressão génica.
    - Conhecer sistemas de transferência de genes.
    - Descrever exemplos de aplicação da Engenharia Genética às Indústrias Alimentares.
    - Compreender os fluxos de energia na célula microbiana.
    - Conhecer exemplos de regulação metabólica com aplicação industrial relevante.

    3. Programa:

    Unidade Didáctica 1 – Fluxo de informação genética
    1.1. Apresentação da disciplina: objectivos, método de ensino/aprendizagem, conteúdo programático e método de avaliação
    1.2. Organização genómica em eucariotas e em procariotas
    1.3. Replicação e reparação de DNA
    1.4. O papel do RNA
    1.5. A transcrição e o código genético
    1.6. Biosíntese de proteínas
    1.7. Regulação da expressão génica
    1.8. Mutação
    1.9. Recombinação em bactérias
    Unidade Didáctica 2- A Biologia Molecular como base da Engenharia Genética.
    2.1. Isolamento, análise e manipulação de ácidos nucleicos
    2.2. Exemplos de aplicação da Engenharia Genética no âmbito da Engenharia Alimentar
    Unidade Didáctica 3 – Bioenergética e regulação metabólica
    3.1. Aspectos básicos de transporte em microrganismos. Características moleculares de proteínas transportadoras
    3.2.Transdução de energia. Cadeias de transporte de electrões e síntese de ATP em mitocôndrias e bactérias. Geração de energia metabólica por transporte de solutos
    3.3. Regulação metabólica e cálculo de actividades enzimáticas
    3.4. Perspectiva fisiológica de algumas vias metabólicas

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Glick, B. R., Pasternak, J. J. (1998). Molecular Biotechnology - Principles and Applications of Recombinant DNA. ASM Press, Washington, D. C. BISA Z30- 408.
    • Nicholl, D. S. T. (1994). An Introduction to Genetic Engineering. Cambridge University Press. (disponível na secção de Microbiologia).
    • Ohman, D. E. (1988). Experiments in gene manipulation. Prentice Hall, Inc., Englewood Cliffs, New Jersey (disponível na secção de Microbiologia).
    • Sambrook, J., Fritsch, E. F., Maniatis, T. (1989). Molecular Cloning: a Laboratory Manual, 2nd edn. Cold Spring Harbor, NY: Cold Spring Harbor Laboratory (disponível na secção de Microbiologia).
    • Smith and Wood, (1991). Molecular Biology and Biotechnology (Molecular and Cell Biochemistry),
      Chapman & Hall (disponível na secção de Microbiologia).
    • Vieira, Arnaldo (2001) Engenharia Genética, Princípios e Aplicações, LIDEL, Lisboa, pp. 168 BISA Z30-443.
    • Raghevendran V, Nielsen J, Olsson L. 2005. Teaching microbial physiology using glucose repression phenomenon in baker’s yeast as an example. Biochemistry and Molecular Biology Education. 33. 404-410

    Bibliografia Complementar

    • Brito, L. (1996). Análise Molecular em Leuconostoc oenos. Tese de Doutoramento, Universidade Técnica de Lisboa [Z32-241].
    • Gardner, Simmons and Snustad (1991). Principles of Genetics, 8th edition, John Wiley & Sons, Inc. (disponível na secção de Microbiologia).
    • Howe, Christopher (1995). Gene Cloning and Manipulation. Cambridge University Press. (disponível na secção de Microbiologia).
    • Harris D A. 1998. Bioenergetics at a glance. Blackwell Science

    5. Avaliação:

    Os alunos não poderão exceder 7 faltas no total e 3, 2 e 2 faltas, nas UDs 1, 2 e 3, respectivamente.
    Os alunos realizarão 3 testes e 3 seminários. As classificações obtidas nos testes e nos seminários contribuirão em 50%, respectivamente, para a classificação. Os alunos serão dispensados de exame se esta classificação for  12 valores, e em cada teste a nota for  8 valores.
    Se o aluno for a exame, a classificação do exame e da avaliação contínua contribuirão, respectivamente, em 60% e 40% para a nota final.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Modelação Ambiental (Environmental Modelling)

    Modelação Ambiental (Environmental Modelling)

    Código: 1442
    Responsável: José Paulo Mourão de Melo e Abreu
    Outros docentes: -
    Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
    Ramo: todos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Desenvolver capacidades para construir, calibrar e validar uma aplicação informática capaz de modelar um sistema ambiental.
    Consolidar conhecimentos e praticar com uma linguagem de programação.
    Aprender métodos matemáticos e a utilização de ferramentas necessárias para a modelação.
    Tomar contacto com alguns modelos existentes para a simulação ambiental

    3. Programa:

    I. Introdução
    a. Conceitos: Sistema, análise de sistemas, modelos (físicos, conceptuais, matemáticos), codificação, simulação.
    b. Classificação dos modelos: estáticos & dinâmicos, empíricos & mecanísticos, determinísticos & estocásticos. Exemplos.
    c.Tipos de modelo mais utilizados em modelação ambiental.
    II. Revisão através de exercícios práticos de utilização de fórmulas complexas em Excel, regressão linear e não-linear utilizando o Solver, e integração numérica de equações diferenciais.
    III. Curso de choque de Visual Basic para Aplicações através de exercícios práticos.
    IV. Modelação e construção de modelos
    a. Objectivos da modelação
    b. Estrutura dos modelos e formulação.
    c. Calibração e validação de modelos.
    d. Análise de sensibilidade.
    e. Erros e incerteza.
    f. Exercícios práticos.
    V. Casos de estudo de construção, calibração e validação de modelos
    a. Construção de subrotinas para estimativa e geração de variáveis meteorológicas.
    b.Cálculo da energia recebida por um painel solar.
    c.Modelo de crescimento simplificado de um coberto vegetal.
    d. Modelo de previsão de erosão e de transporte de sedimentos.
    VI. Utilização de um sistema de apoio à decisão para gerir recursos hídricos.
    VII. Apresentação e discussão de propostas para trabalhos de grupo.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Atkinson, Kendall E, 1993,Elementary Numerical Analysis. John Wiley & Sons, Inc. New-York. 417 pp
    • Barnsley, M. 2007. Environmental Modeling: A Practical Introduction. CRC Press, 406 pp.
    • Smith, J. , Smith, P. 2007. Introduction to Environmental Modelling. Oxford Univ. Press. 256 pp.

    Bibliografia Complementar

    • Abreu, J. P. de Melo e. 1994. Modelo de crescimento e produção da cultura do trigo em condições mediterrânicas. Tese de Doutoramento. Universidade Técnica de Lisboa. Instituto Superior de Agronomia. 309 pp.
    • Dunnivant, F. M., Anders, E. 2006. A Basic Introduction to Pollutant Fate and Transport : An Integrated Approach with Chemistry, Modeling, Risk Assessment, and Environmental Legislation. 504 pp.
    • John Wainwright, J., Mark Mulligan, M. (Eds.). 2004. Environmental Modelling: Finding Simplicity in Complexity. Wiley, 430 pp.

    5. Avaliação:

    1. Realização e discussão de um trabalho final integrador de toda a matéria
    2. Realização de teste final sobre toda a matéria ou exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    Metodologia de avaliação de conhecimentos

    Sumários


    Modelação de Sistemas Ambientais (Numerical Modelling of Environmental Systems)

    Modelação de Sistemas Ambientais (Numerical Modelling of Environmental Systems)

    Código: 1583
    Responsável: Cathy Béatrice Kurz Besson (FC/UL)
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia de Sistemas Bioenergéticos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 30 Práticas/Laboratoriais: 40 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    O curso pretende iniciar os alunos aos métodos númericos, processamento de dados e modelação de processos físicos, biológicos e ambientais através da manipulação de matrizes de dados, e a aprendizagem do uso e da linguagem da aplicação interactiva com crescente relevância no ensino e na investigação: o Matlab.

    3. Programa:

    I. Introdução ao Matlab e métodos númericos
    Números, operações e erros
    Sinais sintéticos e síntese de Fourier
    Ajustamento de dados experimentais por regressão linear
    Exemplo: determinação experimental da constante de Planck
    Raízes de equações não lineares e Método da bissecção
    Exemplo: Equilíbrio térmico de um painel solar
    Solução de sistemas de equações lineares
    Solução de equações diferentiais
    Interpolação linear, polinomial e spline
    Projecto Matlab 1: Calculo da evapotranspiração potencial de Penman

    II. Modelos de productividade de uma cultura bioenergética: o Eucalipto
    Modelo empírico: Globulus
    Modelos mecânicos: 3PG, Yieldsafe
    Projecto Matlab 2: Comparação estatística de simulações do modelo Globulus

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Quarteroni, A., e F. Saleri, 2007, Cálculo científico em Matlab e Octave, Springer.
    • Gilat, A., 2005, Matlab com aplicações em engenharia, Bookman.

    Bibliografia Complementar

    • Programa Matlab grátis (Octave) http://www.cygwin.com/
    • Aulas pdf http://www.idl.ul.pt/cbbesson.htm e http://www.igidl.ul.pt/pmiranda.htm

    5. Avaliação:

    1) Projectos Matlab 1 e 2 (trabalhos individuais ou em grupos de 2 pessoas)
    2) Prova oral com discussão dos projectos e resolução de problema

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Modelação dos Recursos Florestais (Forest Models)

    Modelação dos Recursos Florestais (Forest Models)

    Código: 1719
    Responsável: José Augusto Lopes Tomé
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: todos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória Gestão Florestal; Gestão de Rec. Naturais
    Opcional Eng. Prod. Florestais; Arb. Silvicultura Urbanas


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Práticas/Laboratoriais : 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se que os alunos adquiram as competências necessárias para processar dados de inventário e utilizar modelos de crescimento e produção para simular alternativas de gestão.

    3. Programa:

    Introdução aos modelos de crescimento e produção e obtenção de dados para a sua construção.
    Funções de crescimento e funções de crescimento formuladas como equações às diferenças.
    Modelos de curvas de classe de qualidade e crescimento em altura dominante.
    Estrutura dos modelos de crescimento e produção: modelos de povoamento (modelo GLOBULUS), modelos de povoamento com distribuição de diâmetros (modelos PBRAVO e MODISPINATER), modelos de árvore (modelos PBRAV-tree, GLOB-tree, SUBER), modelos simples de base fisiológica (3PG, YIELDSAFE).
    Simulações com os modelos disponíveis para familiriazação com o seu funcionamento.
    Utilização de modelos de crescimento e produção na simulação de alternativas de gestão - realização de projectos pelos alunos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    Apontamentos (disponíveis na página Web):
    Tomé, M., 2003. Modelação do crescimento e da produção de povoamentos florestais. Textos didáticos do GIMREF, nº TP 2/2005. Centro de Estudos Florestais, Universidade Técnica de Lisboa, Lisboa.

    Bibliografia Complementar
    Avery, T. E. e Burkhart, H. E., 1994. Forest Measurements, 4ª ed. McGraw-Hill Book Company, New York (capítulos 14 e 15)
    Clutter, J. L., Forstson, J. C., Pienaar, L.I. Briester, G. H. e Bailey, R. L., 1983. Timber Management: a Quantitative Aproach. John Wiley & Sons (capítulos 2, 3 e 4)
    Vanclay, J. K., 1994. Modelling Forest Growth and Yield. Applications to Mixed Tropical Forests. CAB International, Wallingford, UK.

    5. Avaliação:

    Frequência na disciplina: frequência de 75% das aulas, realização dos projectos de utilização de modelos para apoio à gestão.
    Avaliação de conhecimentos: dois testes práticos e um teste teórico T, durante o semestre ou na época de exames. Classificação é obtida por ((P1+P2)/2+2T)/3, onde P1 E P2 são as notas dos testes práticos e T do teste teórico.
    Exige-se T≥10, P1≥7, P2≥7, (P1+P2)/2≥10

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    Textos

    Powerpoints

    Sumários

    Exercícios


    Modelação Estatística I (Statistical Modelling I)

    Modelação Estatística I (Statistical Modelling I)

    Código: 1443
    Responsável: Jorge Filipe Campinos Landerset Cadima
    Outros docentes: Maria Manuela Costa Neves Figueiredo
    Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Estudo do modelo linear e das suas particularizações: regressão linear, análise de variância e análise de covariância.

    3. Programa:

    O Modelo Linear: Formulação do Modelo Linear, a estimação dos parâmetros, avaliação do ajustamento do modelo, validação dos pressupostos do modelo.
    A particularização do Modelo em contextos específicos: A Regressão Linear (simples e múltipla); as Análises de Variâncias de efeitos fixos (a um e mais factores, sem e com interacções, modelos para delineamentos hierarquizados); a comparação de regressões aparentadas como exemplo de Análise de Covariância.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Draper, N.R. & Smith, H. (1998) Applied Regression Analysis. 3a. edição. John Wiley & Sons.
    • Neter, J.; Wasserman, W. & Kutner, M. (1990) Applied Linear Statistical Models. 3a. edição. Irwin.

    Bibliografia Complementar

    • Chambers, J.M. & Hastie, T.J. (1992) Statistical Models in S. Wadsworth & Brooks/Cole.
    • Saville, D.J. & Wood, G.R. (1991) Statistical Methods: the Geometric Approach. Springer.
    • Stapleton, J.H. (1995) Linear Statistical Models. Wiley Series in Probability & Statistics.
    • Weisberg, S. (1985) Applied Linear Regression, 2d. ed.. John Wiley & Sons

    5. Avaliação:

    Exame

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Modelação Estatística II (Statistical Modelling I)

    Modelação Estatística II (Statistical Modelling I)

    Código: 1444
    Responsável: Jorge Filipe Campinos Landerset Cadima
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas

    Ano Curricular: 1º/2º Semestral: 2º/1º ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Extensões do Modelo Linear, alargando substancialmente o campo dos modelos estatísticos considerados.

    3. Programa:

    Métodos não-paramétricos relacionados com o Modelo Linear: regressões resistentes, teste de Kruskall-Wallis, teste de Friedman.
    Introdução aos Modelos Lineares Generalizados: regressão logística e probit, modelos loglineares.
    Introdução aos Modelos Mistos

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Hosmer, D.H. & Lemeshow, S.L. (1989) Applied Logistic Regression. Wiley Series in Probability and Statistics
    • McCullagh, P. & Nelder, J.A. (1989) Generalized Linear Models. 2a. edição. Irwin
    • Siegel, S. & Castellan, N.J. Jr. (1988) Nonparametric Statistics for the Behavioral Sciences. 2d ed. McGraw-Hill International Editions
    • Faraway, J.J. (2006) Extending the Linear Model With R : Generalized Linear, Mixed Effects and Nonparametric Regression Models, Chapman and Hall.

    Bibliografia Complementar

    • Agresti, A. (1990). Categorical Data Analysis. Wiley Interscience.
    • Hollander M. & Wolfe D.A. (1999) Nonparametric Statistical Methods. Wiley Series in Probability and Statistics
    • Rousseeuw, P.J. & Leroy, A.M. (1987) Robust regression and outlier detection. John Wiley & Sons.
    • Turkman, M.A.A. & Silva, G.L. (2000) Modelos Lineares Generalizados. Edições SPE (Sociedade Portuguesa de Estatística)

    5. Avaliação:

    Exame

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Noções de Fisiologia, Nutrição e Dietética (Elements of Nutrition, Physiology and Dietetics)

    Noções de Fisiologia, Nutrição e Dietética (Elements of Nutrition, Physiology and Dietetics)

    Código: 1811
    Responsável: Maria da Conceição da Silva Loureiro Dias
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 2 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 14 Teórico-Práticas: 7 Outras: 7 Total: 28

    2. Objectivos:

    Esta unidade curricular tem como objectivo familiarizar o aluno com os processos fisiológicos relacionados com a digestão, absorção e metabolismo dos nutrientes de modo a permitir uma melhor compreensão do valor nutricional dos alimentos e seu papel numa dieta equilibrada.
    Após a frequência desta unidade curricular o aluno deverá ter adquirido as bases essenciais para a elaboração de dietas alimentares, assim como a capacidade de utilizar com propriedade termos, conceitos e hipóteses de mecanismos relevantes em nutrição (exemplos: nutriente, alimento, metabolismo, dieta, aditivos, contaminantes, etc.) no contexto da sua prática profissional. Deverá ainda saber contabilizar o valor calórico das dietas e formular regras dietéticas gerais.

    3. Programa:

    Caracterização dos vários nutrientes, sua digestão, absorção e metabolismo;
    O conceito de alimentação racional, as necessidades alimentares, os regimes dietéticos para os diferentes níveis etários e situações fisiológicas (gravidez, aleitamento, prática desportiva); Alimentação vegetariana, suplementos alimentares, alimentos nutracêuticos;
    Conceitos práticos para a elaboração de dietas alimentares.

    Método de ensino

    A unidade curricular terá a colaboração de especialistas em nutrição e dietética.
    Aulas teóricas e práticas cobrem o programa de um modo tutorial e interactivo, respectivamente. Nas aulas práticas o aluno elabora dietas alimentares. Investiga, expõe e critica temas actualizados relacionados com práticas alimentares ou com novos produtos alimentares disponíveis no mercado.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Nutrition, Paul Insel, R.Elaine Turner, Don Ross. Ed. Jones & Bartlett, 3ª Ed., 2007.
    • Krause’s Food, Nutrition, & Diet Therapy, L. Kathleen Mahan and Sylvia Escott-Stump. Ed. WB Saunders Company, 11ª Ed, 2004.
    • Human Nutrition and Dietetics, J. S. Garrow and W.P.T. James. Churchill Livingstone, 10th Ed., 2000.
    • Tabela de Composição dos Alimentos Portugueses, F. A. Gonçalves Ferreira e M. E. da Silva Graça. Ed. Instituto Superior de Higiene Dr. Ricardo Jorge, 1963

    5. Avaliação:

    Avaliação continua nas aulas práticas.
    Exame final escrito.

    6. Estimativa total de trabalho: 56 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Nutrição Animal (Animal Nutrition)

    Vidé http://www.isa.utl.pt/home/node/3965.

    Nutrição Animal Avançada (Advanced Animal Nutrition)

    Nutrição Animal Avançada (Advanced Animal Nutrition)

    Código: 1723
    Responsável: Luísa Almeida Lima Falcão e Cunha
    Outros docentes: Teresa de Jesus da Silva Matos, João Pedro Bengala Freire e Maria Madalena dos Santos Lordelo
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Zootécnica - Produção Animal

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórics: 28 Teórico-Práticas: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    O objectivo principal desta unidade curricular é facultar conhecimentos fundamentais sólidos e integrados de nutrição animal e de proporcionar a sua aplicação quer em condições práticas quer no contexto de investigação e desenvolvimento.

    3. Programa:

    Modulo A - Absorção e metabolismo dos nutrientes
    Modulo B – Experimentação em Nutrição Alimentação Animal e /Métodos de avaliação dos alimentos
    Modulo C - Modelos aplicados à alimentação e nutrição animal: estudo análise critica, aplicação e comparação
    Modulo D – Nutrição Animal e saúde animal humana e ambiental

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Kebreak E, Dijkstra J, Bannink A., Gerrits WJJ, France J (ed) 2006. Nutrient digestion and utilization in farm animals: modelling approaches. CABI Publishing
    • D´Mello J.P.F (ed) 2004. Farm Animal Metabolism and Nutrition. CABI Publishing
    • Moughan PJ, Verstegen M W A, Visser-Reyneveld, M.I, (ed) 2000. Feed evaluation: principles and practice. Wageningen Pers
    • Lewis AJ, Southern LL, (eds) 2001. Swine Nutrition. 2 Ed, CRC Press
    • NRC, 2001. Nutrient Requirements of Dairy Cattle. 7 Ed., NA Press
    • Jarrige et al.,(Eds) 1995. Nutrition des ruminants domestiques ingestion et digestion. INRA

    Bibliografia Complementar

    • Artigos de revistas científicas relativos a cada tema da aula

    5. Avaliação:

    Realização de um trabalho escrito e sua apresentação oral – Modulo B ou D
    Realização de um trabalho no âmbito do módulo C
    Exame final escrito

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Nutrição e Toxicologia Alimentar (Nutrition, Food Contamination and Toxicology)

    Nutrição e Toxicologia Alimentar (Nutrition, Food Contamination and Toxicology)

    Código: 1448
    Responsável: Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira
    Outros docentes: Teresa de Jesus da Silva Matos e Michiel Daam
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
    Ramo: Qualidade e Segurança Alimentar

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Fornecer conhecimentos sobre nutrição, digestão e metabolismo. Aquisição de competências para avaliação nutricional, determinação do índice de massa corporal, crítica de dietas e rotulagem nutricional. Estudo de distúrbios alimentares e suas consequências.
    Conhecer os diversos tipos de perigos alimentares.
    Estudo de substâncias naturalmente presentes em matérias primas e de contaminantes que podem afectar os alimentos (sua natureza química, efeito tóxico e diferentes vias de contaminação).
    Avaliação toxicológica dos pesticidas e medidas de gestão do risco para o consumidor atendendo à produção de alimentos. Análise dos efeitos da preparação e processamento dos alimentos sobre os níveis de resíduos de pesticidas.

    3. Programa:

    Desafios da produção e transformação dos alimentos no âmbito da Qualidade e Segurança Alimentar.
    TOXICOLOGIA ALIMENTAR. Perspectiva global das contaminações dos alimentos. Tipos e vias de contaminação. Princípios básicos de toxicologia, estudos e índices de toxicidade. Pesticidas e outros contaminantes.
    Pesticidas. Uso seguro na produção de alimentos. Características dos produtos fitofarmacêuticos. Dissipação e persistência de resíduos de pesticidas. Toxicologia de pesticidas. Metabolismo. Limites Máximos de Resíduos permitidos nos alimentos e Intervalos de Segurança. Resíduos de pesticidas, metabolitos e impurezas e impacte na saúde humana. Influência dos processos de transformação e armazenamento dos alimentos nos resíduos de pesticidas.. Avaliação e gestão do risco dos pesticidas para o consumidor. Monitorização de resíduos em alimentos e água. Enquadramento legislativo.
    Outros contaminantes dos alimentos. Compostos tóxicos naturalmente presentes no alimento. Compostos tóxicos resultantes dos processos tecnológicos. Contaminantes químicos. Contaminantes na Industria Alimentar. Aditivos alimentares. Toxinas endógenas e factores antinutricionais. Compostos tóxicos resultantes de contaminação microbiana. Toxinas de origem microbiana. Avaliação e gestão do risco.
    NUTRIÇÃO e SAÚDE: propriedades dos alimentos e seus efeitos na saúde. Fisiologia da digestão. Absorção de nutrientes. Metabolismo. Aspectos nutricionais relacionados com os grupos de risco e estados fisiológicos específicos. Metodologias de avaliação nutricional e índice nutricional. Índice de massa corporal. Análise crítica de regimes alimentares. Doenças de origem nutricional e distúrbios alimentares. Rotulagem nutricional. Formulação de alimentos. Legislação e enquadramento legal. Alimentos Funcionais. A importância da fibra em nutrição humana.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Felix D’Mello, J.P., Duffus, C., Duffus, J.H. Toxic Substances in crop plants. The Royal Society of Chemistry, 1991.
    • Hamilton, D. & Crossley, S. (2004) – Pesticide residues in food and drinking water: Human exposure and risks. Wiley Series in Agrochemicals & Plant Protection, 363p.
    • Brooks, G. T. & Roberts, T. R., (1999) - Pesticide Chemistry and Bioscience. The food-environment challenge, Royal Society of Chemistry, 438p.
    • Hayes, W.J. & Laws, E.R. (1991) – Handbook of pesticide toxicology, Vols. I, II, III. Academic Press, England.
    • Dietary Reference Intakes, 2005. Institute of Medicine of the National Academies Press, Washington, D. C., USA.

    Bibliografia Complementar

    • Lidon, F., Silvestre, M. M. Industrias Alimentares. Aditivos e Tecnologia. Escolar Editora. 2007
    • Soares, M. C. Segurança Alimentar-Perigos biológicos e químicos. Publicações Ciência e Vida Lda. 2003
    • Passmore, R., Eastwood, M.A., 1986. Human Nutrition and Dietetics. Churchill Livingstone, UK,8th Edition.
    • Gonçalves Ferreira, F. A. 1994. Nutrição Humana . Fundação Calouste Gulbenkian
    • Bender, D.A., Bender, A. E., 1997. Nutrition reference hand book. Oxford University Press.
    • Gibney, M. J.; Vorster, H.H. & Kok, F. J. 2002. Introducción a la Nutrición Humana. Editorial ACRIBIA, Zaragoza, Espanha.

    5. Avaliação:

    Aprovação à disciplina para classificação final de 10 valores na avaliação contínua ou após realização de exame. Funcionamento em 3 módulos. Inclui:
    - realização de seminários com apresentação oral de 15-20 minutos e apresentação de resumo escrito
    - realização de tarefas e/ou questionários individuais (módulos 1 e 2)
    - realização de Sessão de posters com apresentação oral
    - realização de um teste final do módulo 3

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    O Vinho na Gastronomia (Wine in Gastronomy)

    O Vinho na Gastronomia (Wine in Gastronomy)

    Código: 1810
    Responsável: Virgílio Borges Loureiro
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 2.5 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 14 Teórico-Práticas: 14 Outras: 7 Total: 35

    2. Objectivos:

    Pretende-se com esta disciplina:
    1) abordar as bases históricas da Viticultura e Enologia europeias, bem como o consumo de vinho e do vinho como medicamento;
    2) distinguir entre o conceito de vinho da “Velha Europa” e do “Novo Mundo”;
    3) conhecer os princípios básicos da viticultura, enologia e da concepção de vinhos;
    4) conhecer a base da legislação europeia das denominações de origem, as principais regiões vitícolas europeias e o estilo dos seus vinhos;
    5) analisar as principais regiões vitícolas portuguesas e o estilo de vinhos;
    6) conhecer as regras básicas do serviço de vinhos;
    7) dominar as bases da harmonia do vinho com a comida.
    Os alunos deverão adquirir como principais competências:
    1) sentido crítico na apreciação e descrição de vinhos;
    2) sentido crítico na harmonia do vinho com a comida;
    3) cultura geral sólida sobre a história do vinho na Europa.

    3. Programa:

    1. Vinho, um símbolo da cultura mediterrânica. Bases históricas da Viticultura e Enologia europeias: Antiguidade Clássica-Geórgia, Mesopotâmia, Egipto, Grécia, Império Romano; Idade Média: Cister e o vinho da Cristandade.
    2. O consumo de vinho: segundo os judeus e os gregos. O vinho como bebida e como medicamento.
    O vinho como bebida e como medicamento.
    3. O vinho da “Velha Europa” e do “Novo Mundo”.
    4. Princípios fundamentais de concepção e produção de vinhos.
    5. Principais regiões vitícolas europeias.
    6. Vinhos históricos portugueses.
    7. Denominações de origem portuguesas.
    8. O serviço de vinhos.
    9. A harmonia do vinho com a comida: princípios gerais, combinações perfeitas e desadequadas

    Método de ensino

    As metodologias de ensino privilegiarão a exposição oral, com recurso a meios audiovisuais e informáticos, trabalhos práticos de prova de vinhos, seminários a desenvolver pelos alunos em trabalho de grupo e, se houver condições para tal, visitas de estudo.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Johnson’s H. (1999) – História Universal do Vinho (edição portuguesa). Litexa Editora, Lda.
    • Unwin, T. (1991) – Wine and Vine. An Historical Geography of Viticulture and the Wine Trade. Routledge, London.
    • McGovern, P. E. (2003) – Ancient wine: the search for the origins of viniculture. Princeton University Press, New Jersey.
    • Amaral, J. D. (1994) – O Grande Livro do Vinho. Círculo de Leitores.
    • Robinson, J. (1999) – Curso de Vinhos. Livros Cotovia, Lisboa.
    • Simon, J. (1996) – Wine with food. Mitchell Beazley, London
    • Broadbent, M. (1998) – Michael Broadbent’s winetasting. How to approach and appreciate wine. Mitchell Beazley, Pocket Guides, London
    • Suster, M. (2001) – O essencial sobre a prova. Livros Cotovia, Lisboa.
    • Halliday, J. And Johnson, H. (2002) – The art and Science of Wine. Mitchell Beazley Publishers, London
    • Pardos, A. (2001) – Cómo quiero que me sirvan el vino. Alianza editorial. Madrid.

    5. Avaliação:

    A avaliação basear-se-á na apresentação de trabalhos e/ou em teste final

    6. Estimativa total de trabalho: 70 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Operações Unitárias I (Unit Operations I)

    Operações Unitárias I (Unit Operations I)

    Código: 1632
    Responsável: Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
    Outros docentes: Helena Margarida Nunes Pereira
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: Engenharia dos Produtos Florestais

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 56 Práticas/Laboratoriais: 14 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Compreensão do conceito de operação unitária. Estudo das seguintes operações unitárias: moenda, sedimentação, centrifugação, filtração clássica, secagem e evaporação. Aplicações a casos industriais e dimensionamento do equipamento.

    3. Programa:

    Conceito de operação unitária e sua importância no estudo dos processos industriais. Caracterização de partículas sólidas; moenda. Operações unitárias que envolvem apenas transferência de massa: sedimentação livre; centrifugação; filtração clássica. Operações unitárias que envolvem transferência de massa e/ou de calor: secagem (clássica) e psicrometria; permutadores de calor; evaporação (efeito simples e múltiplo em co e contracorrente)-, mistura.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Bayazitoglu, Y., Ozisik, M.N. (1988), Elements of Heat Transfer, McGraw-Hill International Editions, New York.
    • Earle, R.L. (1985), Unit Operations in Food Processing, Pergamon Press.
    • Geankoplis, C.J. (1986), Transport Processes and Unit Operations, 3ª Edição, Prentice-Hall International, Inc.

    Bibliografia Complementar

    • McCabe, W.L., Smith, J.C., Harriot, P., Unit Operations of Chemical Engineering, McGraw-Hill, Inc., 5ª Edição, New York.

    5. Avaliação:

    Dois testes ou exame final (80% da nota final) e Relatório de Trabalho Laboratorial (20% da nota final). Para obter aprovação na disciplina é necessária a nota mínima de 9,5 valores tanto no exame como no trabalho laboratorial.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Operações Unitárias II (Unit Operations II)

    Operações Unitárias II (Unit Operations II)

    Código: 1727
    Responsável: Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
    Outros docentes: Helena Margarida Nunes Pereira
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
    Ramo: Processamento de Alimentos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 56 Práticas/Laboratoriais: 14 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Aplicação do conceito de operação unitária à engenharia alimentar. Estudo das seguintes operações unitárias: extracção baseada em equilíbrio de fases; adsorção; sedimentação influenciada, filtração por membranas, pervaporação, cristalização e destilação. Aplicações a casos industriais e dimensionamento do equipamento.

    3. Programa:

    Operações unitárias que envolvem transferência de massa e/ou energia: sedimentação influenciada e flutuação. Operações unitárias que envolvem transferência de massa através de uma fronteira de fase e equilíbrio de fases: extracção líquido/líquido, sólido/líquido e sólido/gás; extracção em sistemas de estádio único e multi-estádio em lavagens sucessivas ou em contra-corrente; destilação simples e fraccionada; adsorção física e química; filtração por membranas, pervaporação e cristalização. Dimensionamento do equipamento utilizado.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Earle, R.L. (1985), Unit Operations in Food Processing, Pergamon Press.
    • Geankoplis, C.J. (1986), Transport Processes and Unit Operations, 3ª Edição, Prentice-Hall International, Inc.

    Bibliografia Complementar

    • McCabe, W.L., Smith, J.C., Harriot, P., Unit Operations of Chemical Engineering, McGraw-Hill, Inc., 5ª Edição, New York.

    5. Avaliação:

    Dois testes ou exame final (80% da nota final) e Relatório de Trabalhos Laboratoriais (20% da nota final). Para obter aprovação na disciplina é necessária a nota mínima de 9,5 valores tanto no exame como no trabalho laboratorial.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Ordenamento do Território – Nível Regional e Nacional (Landscape Planning - Regional and National Level)

    Ordenamento do Território – Nível Regional e Nacional (Landscape Planning - Regional and National Level)

    Código: 1616
    Responsável: Maria Manuela Cordes Cabêdo Sanches Raposo de Magalhães
    Outros docentes: Natália Cunha
    Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 7 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 36
    Práticas/Laboratoriais (aplicado a Projecto): 42
    Práticas/Laboratoriais(trabalho de campo): 20
    Total: 98

    2. Objectivos:

    Dar a conhecer o sistema de planeamento existente em Portugal e os problemas decorrentes da sua aplicação, bem como as políticas sectoriais nacionais e europeias de O. T. Demonstrar os diferentes resultados da aplicação de uma mesma metodologia, o “Sistema-Paisagem”, a uma escala superior – a região. Estudar o Plano Regional de O.T. da região abordada e elaborar uma comparação crítica com o trabalho realizado. Estudar e discutir o Programa Nacional para a Política de O.T.

    3. Programa:

    AULAS TEÓRICAS
    Análise dos processos de Ordenamento do Território em Portugal. Contribuições da Arquitectura Paisagista. Retrospectiva analítica do quadro legislativo, regulamentar e institucional dos instrumentos de ordenamento do território e da política de ambiente. Enquadramento supra-nacional e europeu.
    Estudo das principais figuras jurídicas de ordenamento do território.
    Relação entre o Ordenamento do Território e as políticas sectoriais, tais como: a Estrutura Ecológica (Municipal, Regional e Nacional / Reserva Agrícola Nacional (RAN), Reserva Ecológica Nacional (REN), Rede Natura 2000, Directiva Habitat) Estruturas Culturais: Viária/Transportes, Mobilidade Suave, Saneamento. Políticas Energética, de Desenvolvimento Urbano, Rural e Florestal. Ordenamento e Gestão das Áreas Metropolitanas e do Litoral.
    O Balanço Ecológico como instrumento de implementação da Estrutura Ecológica, aos vários níveis de planeamento.

    AULAS PRÁTICAS
    Estudo de uma região com a aplicação da metodologia “Sistema-Paisagem”. Delimitação da Estrutura Ecológica Regional. Análise e crítica das Estruturas Culturais. Proposta de um Conceito de Intervenção. Estudo e análise crítica do respectivo Plano Regional de OT, bem como do Programa Nacional para a Política de O.T. Discussão do livro: Gil, José (Portugal Hoje, o medo de existir)

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Directivas Europeias e Nacionais: Livro Verde do Ambiente Urbano, EDEC, Cidades Europeias Sustentáveis (1996), Agenda Local 21, Estratégia Nacional para o Desenvolvimento Sustentável, Plano Nacional de Desenvolvimento Económico-Social

    Legislação

    • Lei de Bases do O. T. U.
    • Regime Jurídico dos Instrumentos de Planeamento (DL nº 380/99 e alterações)
    • Regime Jurídico da Urbanização e da Edificação (DL n.º 555/99 e DL nº 177/2001)
    • Lei dos Solos Urbanos (DL nº 794/76)
    • Constituição de ADUPs e ACPs (DL nº 152/82)
    • Dimensionamento de A. Verdes, etc (Portaria nº 1136/2001)
    • Unidade de Cultura (Portaria nº 202/70)
    • Fraccionamento da Propriedade Rústica (DL nº 103/90 e DL nº 59/91)

    Bibliografia Complementar

    • Acetatos aulas, incluindo os de vários professores convidados

    5. Avaliação:

    Frequência: recensão do livro: Gil, José (2004) Portugal Hoje: o medo de existir, Relógio d’Água Edt.
    Teórica: exame final – 60%
    Prática: relatório do trabalho realizado – 40%

    6. Estimativa total de trabalho: 196 Horas


    Ordenamento do Território: Nível Municipal em Arquitectura Paisagista (Landscape Planning: Municipal Level)

    Ordenamento do Território: Nível Municipal em Arquitectura Paisagista (Landscape Planning: Municipal Level - Landscape Architecture)

    Código: 1616
    Responsável: Maria Manuela Cordes Cabêdo Sanches Raposo de Magalhães
    Outros docentes: Natália Cunha
    Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 7 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 36
    Práticas/Laboratoriais (aplicadas a projecto): 42
    Práticas/Laboratoriais (trabalho de campo): 20
    Total: 98

    2. Objectivos:

    O conteúdo desta disciplina está na sequência de Ordenamento do Território – sub-sistema natural, do 1º ciclo (6º semestre). Em conjunto, estas duas disciplinas têm o objectivo de preparar os alunos para a intervenção projectual, no território, entre as Escalas 1/25.000 e 1/2.000, na perspectiva do planeamento ambiental. Em termos do sistema de planeamento existente, esta intervenção corresponde aos Planos Municipais de Ordenamento do Território (PDM, PU, PP).

    3. Programa:

    Nas aulas teóricas abordam-se as componentes, cultural, formal e político-administrativa do O.T., nomeadamente, a teoria da concepção da Paisagem urbana e rural nos vários períodos, com ênfase no pós-moderno e actualidade. Após uma introdução com o fio condutor da hermenêutica da concepção da Paisagem, feita pelo docente, cada aluno estuda um autor, apresenta-o, seguindo-se debate crítico sobre os vários autores
    Nas aulas práticas continua-se o estudo do concelho, iniciado em “O.T. – sub-sistema natural” (1º ciclo), com o desenvolvimento do Conceito de Intervenção à esc. 1/10.000 e a elaboração de propostas de intervenção, em áreas parciais do concelho, desenvolvidas individualmente à esc. 1/2.000
    Visita ao concelho em estudo, particularmente às áreas de grande mutação urbana

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • MAGALHÃES, M. R., (2001) A Arquitectura Paisagista - morfologia e complexidade, Editorial Estampa, Lisboa, ISBN: 972-33-1686-2 (525 pgs)

    Bibliografia Complementar

    • Vários autores pós-modernos e contemporâneos (dependendo do nº de alunos)

    5. Avaliação:

    Frequência – recensão e apresentação de um livro escolhido pelo aluno e aceite pelo Prof.
    Teórica – exame final – 60%
    Prática – elaboração e apresentação de um relatório do trabalho realizado – 40%

    6. Estimativa total de trabalho: 196 Horas


    Ordenamento do Território: Nível Municipal em Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais (Landscape Planning: Municipal Level)

    Ordenamento do Território: Nível Municipal (Landscape Planning: Municipal Level)

    Código: 1465
    Responsável: Maria Manuela Cordes Cabêdo Sanches Raposo de Magalhães
    Outros docentes: Natália Cunha
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: Gestão Florestal; Gestão de Recursos Naturais; Arboricultura e Silvicultura Urbanas

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Téorico-Prátcias: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    O conteúdo desta disciplina está na sequência de Ordenamento do Território – sub-sistema natural, do 1º ciclo (6º semestre). Em conjunto, estas duas disciplinas têm o objectivo de preparar os alunos para a intervenção projectual, no território, entre as Escalas 1/25.000 e 1/2.000, na perspectiva do planeamento ambiental. Em termos do sistema de planeamento existente, esta intervenção corresponde aos Planos Municipais de Ordenamento do Território (PDM, PU, PP).

    3. Programa:

    Nas aulas teóricas abordam-se as componentes, cultural, formal e político-administrativa do O.T., nomeadamente, a teoria da concepção da Paisagem urbana e rural nos vários períodos, com ênfase no pós-moderno e actualidade. Após uma introdução com o fio condutor da hermenêutica da concepção da Paisagem, feita pelo docente, cada aluno estuda um autor, apresenta-o, seguindo-se debate crítico sobre os vários autores
    Nas aulas práticas continua-se o estudo do concelho, iniciado em “O.T. – sub-sistema natural” (1º ciclo), com o desenvolvimento do Conceito de Intervenção à esc. 1/10.000 e a elaboração de propostas de intervenção, em áreas parciais do concelho, desenvolvidas individualmente à esc. 1/2.000
    Visita ao concelho em estudo, particularmente às áreas de grande mutação urbana

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • MAGALHÃES, M. R., (2001) A Arquitectura Paisagista - morfologia e complexidade, Editorial Estampa, Lisboa, ISBN: 972-33-1686-2 (525 pgs)

    Bibliografia Complementar

    • Vários autores pós-modernos e contemporâneos (dependendo do nº de alunos)

    5. Avaliação:

    Frequência – recensão e apresentação de um livro escolhido pelo aluno e aceite pelo Prof.
    Teórica – exame final – 60%
    Prática – elaboração e apresentação de um relatório do trabalho realizado – 40%

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Patologia Vegetal (Plant Pathology)

    Patologia Vegetal (Plant Pathology)

    Código: 1469
    Responsável: Maria Helena Mendes da Costa Ferreira Correia de Oliveira
    Outros docentes: Ana Paula Ferreira Ramos e Arlindo Lima
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: Engenharia Agronómica - Protecção de Plantas; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais – Arboricultura e Silvicultura Urbanas

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Práticas/Laboratoriais: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se que os estudantes adquiram conhecimento teórico e prático/laboratorial nos seguintes temas:
    i) agentes causadores de doenças, suas características e variabilidade;
    ii) base genética e molecular das interacções patogénio-hospedeiro; e
    iii) epidemiologia de doenças das plantas.

    3. Programa:

    O curso inclui elementos teóricos e práticos nos seguintes tópicos:
    I. Morfologia, biologia e variabilidade de patogénios (pseudofungos, fungos, bactérias, fitoplasmas, vírus e nemátodes). Mecanismos de variabilidade dos patogénios. Técnicas clássicas e moleculares usadas para caracterização e análise da variabilidade de patogénios.
    II. Interacção patogénio-hospedeiro:
    - Genética da virulência nos patogénios e de resistência nos hospedeiros. Teoria gene-a-gene. Genes de patogenicidade e de avirulência; genes de resistência nas plantas.
    - Mecanismos de defesa do hospedeiro ao patogénio. Defesas constitutivas e induzidas. Genes R e reconhecimento do patogénio, vias de transdução de sinal. Resposta Hipersensível (HR). Resistência sistémica adquirida.
    III. Epidemiologia de doenças
    Quantificação da doença. Aspectos espaço-temporais de epidemiologia. Modelização da progressão da doença. Modelos de previsão de epidemias Estudo de casos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Agrios G. 2005. Plant Pathology. 5th Ed., Elsevier, Academic Press, San Diego.
    • Trigiano, R. N., Windham, M.T. and Windham, A.S. (Eds). 2007. Plant Pathology: Concepts and Laboratory Exercises, 2nd Ed, CRC Press LLC, Boca Raton, FL

    Bibliografia Complementar

    • Ronald P. C. 2007. Plant-Pathogen Interactions. Methods and Protocols. Humana Press, New Jersey.
    • Francl L. J., Neher D.A. (Eds) 1997. Exercises in Plant Disease Epidemiology.

    5. Avaliação:

    Obtenção de frequência: máximo 5 faltas, entrega do Caderno de Práticas/Laboratório.
    - Avaliação contínua:
    a) 25% para o caderno de práticas/laboratório.;
    b) 25% para um seminário apresentado pelo aluno;
    c) 50 % para a classificação obtida em 2 testes.
    - Exame final: prova escrita sobre toda a matéria (em alternativa à avaliação contínua).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Pesticidas e Ambiente (Pesticides and Environment)

    Pesticidas e Ambiente (Pesticides and Environment)

    Código: 1470
    Responsável: Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira
    Outros docentes: António Maria Marques Mexia e Elisabete Tavares Lacerda de Figueiredo Oliveira
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar
    Ramo: Engenharia Agronómica - Protecção de Plantas; Engenharia Alimentar – Qualidade e Segurança Alimentar

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Engenharia Agronómica
    Opcional: Engenharia Alimentar


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se que os alunos adquiram conhecimentos sobre os diversos aspectos toxicológicos e ecotoxicológicos de pesticidas na perspectiva de uma utilização sustentável destes produtos para o Homem e Ambiente e prevenção dos seus principais riscos alimentares e ambientais.
    Desenvolvem-se competências na área da gestão ambiental destes produtos, particularmente nos ecossistemas agrícolas e não agrícolas.

    3. Programa:

    Caracterização físico-química, biológica, toxicológica de pesticidas. Eficácia biológica. Resistência e sua prevenção. Toxicidade dos pesticidas para o Homem. Vias de exposição: dermal, ingestão e inalatória. Estudos de toxicidade: aguda, sub-crónica e crónica e outros. Pesticidas e a saúde humana. Aplicação e segurança do aplicador e do consumidor. Qualidade e segurança alimentar. Limites máximos de resíduos de pesticidas permitidos em produtos alimentares. Rastreabilidade.
    Ecotoxicologia: Conceitos fundamentais. Exposição ambiental vs efeitos tóxicos. Comportamento e destino dos pesticidas no ambiente (ar, água, solo, sedimento e biota). Factores determinantes na contaminação ambiental. Propriedades dos pesticidas, propriedades do solo, condições locais, práticas culturais. Efeitos tóxicos no biota. Critérios e classificação ecotoxicológica para aves, organismos aquáticos, abelhas, minhocas e outros organismos benéficos. Protecção da biodiversidade. Ensaios biológicos para avaliação da toxicidade.
    Modelação ambiental, metodologias laboratoriais e de campo. Abordagem integrada na avaliação de Perigo e Risco para o ambiente.
    Aplicação prática em sistemas agro-ambientais: produção hortícola, frutícola, vitícola e relvados e em áreas sensíveis. Selecção e aplicação de pesticidas com base na eficácia e gestão de risco para o utilizador, consumidor e ambiente. Sistemas de Apoio à Decisão. Cartas de risco à poluição.
    Enquadramento legislativo no domínio da natureza e biodiversidade, ambiente e saúde, gestão de recursos naturais e de resíduos. Objectivos e medidas de acção no âmbito da estratégia temática sobre a utilização sustentável de pesticidas.
    Seminários
    Estratégias integradas de Protecção das Plantas na gestão do risco de pesticidas.
    Visita de estudo: 2 Visitas de campo; 1 Visita Agência Portuguesa de Ambiente

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Kuhr, R.J. & Motoyama, N. (1998) – Pesticides and the Future. Minimizing Chronic Exposure of Humans and the Environment. IOS Press, 332p.
    • Schüürmann, G. & Markert, B. (1998) - Ecotoxicology, Ecological Fundamentals, Chemical Exposure and Biological Effects. John Wiley & Sons, Environmental Sciences and Tecnology, 900p.
    • Ragsdale, N. N. & Seiber, J.N. (1999) – Pesticides: managing risks and optimizing benefits. ACS Symposium Series, 734. American Chemical Society, Washington, DC, 286p.
    • Mackay, D. (1991) – Multimedia Environmental Fate Models: The fugacity Approach, Lewis Publications, CRCPress, Boca Raton, FL., 257p.

    Bibliografia Complementar

    • Bacci, E. (1994) - Ecotoxicology of Organic Contaminants, Lewis Publishers, Boca Raton, 165p.
    • Pimentel, D. (1997) – Techniques for Reducing Pesticide Use. Economic and environmental benefits. . John Wiley & Sons, 444p.
    • Mackay, D., Shiu, W. & Ma, K (1997) – Illustrated handbook of Physical-chemical properties and environmental fate. Pesticide Chemicals Vol 5. Lewis Publishers, Boca Raton, New York, 812p.
    • Tomlin, C.D.S. (2006) - The pesticide manual, 14th Edition, BCPC, 1349p.
    • Copping, L.G. (2004) – The manual of biocontrol agents,3rd Edition, BCPC, 702p.

    5. Avaliação:

    Avaliação contínua com possibilidade de dispensa de exame final, mediante o aproveitamento obtido na realização de tarefas individuais e em grupo; em trabalhos laboratoriais e seminários.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Política Florestal e Ordenamento do Território (Forest Policy and Land Management)

    Política Florestal e Ordenamento do Território (Forest Policy and Land Management)

    Código: 1472
    Responsável: Pedro César Ochôa de Carvalho
    Outros docentes: José Guilherme Martins Dias Calvão Borges e José Manuel Osório de Barros de Lima e Santos
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: Gestão Florestal; Gestão de Recursos Naturais; Engenharia de Produtos Florestais

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    A intervenção política dos engenheiros florestais. Reflexão sobre o lugar ocupado pela política florestal e pelos recursos florestais na sociedade. Análise estratégica. Sistema de informação para a tomada de decisão estratégica. Evolução do conceito de estratégia e análise estratégica. Conceito de Programa Florestal Nacional, suas dimensões, implicações e sua implementação em Portugal (estudo de casos). Valor estratégico deste instrumento de política. As florestas, a multifuncionalidade e o Ordenamento do Território. História florestal. O Homem e os recursos florestais: culturas, filosofia, ideologia, ética.

    3. Programa:

    I – Intervenção política e o processo político. Sistemas políticos. Interesses e conflitos no sector florestal. Grupos de pressão. A agenda política. Os actores. Caracterização e intervenção. Os protagonistas (partes interessadas). Decisão política. A administração pública. Os proprietários e suas associações. A indústria. NGO’s. Comunicação, opinião pública e “mass media”. A participação. A intervenção política na formação de políticas florestais. Liderança. Factores de sucesso e insucesso de políticas. Políticas florestais e “social change”. O processo de aprendizagem social.
    II – Programas Florestais Nacionais (NFP) como paradigma de Política Florestal Nacional. Processos envolvidos: participação, cooperação intersectorial, abordagem adaptativa de longo prazo.
    III – Políticas florestais e ordenamento do território (land use). Níveis de intervenção, nacional, regional e local. Interacção com políticas de ambiente, agrícola, urbanística.
    IV – Análise estratégica. Análise estratégica. Sistema de informação para a tomada de decisão estratégica. Evolução do conceito de estratégia e análise estratégica.
    V – História e cultura florestais. O Homem e os recursos florestais. Atitudes, imaginário, conceitos, filosofia, ética, aspectos ideológicos e culturais. História.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Cubbage, F., O’Laughlin,J. & Bullock III, C. 1993. Forest Resource Policy. John Willey & Sons
    • Krott, M. 2005. Forest Policy Analysis. Springer
    • Mayers, J., Bass, S. 2004. Policy that works for forests and people. Earthscan
    • Nail, S. 2008. Forest Policies and Social Change in England. Springer
    • Vogt et al.2006. Forests and Society. CABI

    Bibliografia Complementar

    • Pasquino, G. 2002. Curso de Ciência Política. Principia
    • Rush, M. 1992. Politics and society. Na introduction to political sociology. Longmann
    • Honadle, G. 1999. How context matters. Kumarian Press.
    • Artigos de revistas de especialidade

    5. Avaliação:

    Avaliação através da elaboração de trabalhos sobre temas relevantes, sua discussão e exame final.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Pragas e Doenças Florestais (Forest Pests and Diseases)

    Pragas e Doenças Florestais (Forest Pests and Diseases)

    Código: 1736
    Responsável: Manuela Rodrigues Branco Simões
    Outros docentes: Ana Paula Ferreira Ramos, Maria Helena Reis de Noronha Ribeiro de Almeida e José Guilherme Borges
    Curso: 2º ciclo - Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: Gestão Florestal; Gestão de Recursos Naturais; Arboricultura e Silvicultura Urbanas

    Ano Curricular: 1º / 2º (Gest. Rec. Nat.) Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória Gestão Florestal; Arboricultura e Silvicultura Urbanas
    Opcional Gestão de Recursos Naturais


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 14 Teórico-Práticas: 28 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Compreender a ecologia, incluindo as interacções com as plantas hospedeiras, inimigos naturais e dinâmica das populações de pragas e doenças.
    Compreender os impactes ecológicos e económicos das pragas e doenças no funcionamento e sustentabilidade dos povoamentos florestais
    Conhecer e aplicar métodos de monitorização de pragas e doenças e de previsão de riscos.
    Conhecer e aplicar métodos de gestão de pragas e doenças: prevenção e supressão.
    Conhecer impactes económicos e ecológicos das diferentes estratégias de gestão pragas e doenças e analisar custos e benefícios.

    3. Programa:

    1. Ecologia das pragas e doenças.
    Factores favoráveis à ocorrência de pragas e doenças. Dinâmica das populações, surtos populacionais, mecanismos de regulação, interacções insecto-hospedeiro, inimigos naturais.
    Modelos epidemiológicos e quantificação dos parâmetros de doença
    2. Monitorização de pragas e doenças
    Detecção e monitorização de pragas e doenças: árvore individual, povoamento e território.
    Definição de risco do povoamento e da árvore individual. Modelos de causalidade e de grau de risco
    3. Medidas de prevenção ou profilácticas. Práticas silvícolas
    Gestão de habitat para organismos auxiliares
    Prevenção de pragas e doenças exóticas: medidas de embargo, quarentena, legislação.
    4. Meios de controlo. Protecção químicos: classificação e composição de pesticidas. Técnicas e material de aplicação de pesticidas.. Impactes ecológicos e riscos para a saúde pública. Processo e exigências de homologação
    Controlo biotécnico: feromonas e cairomonas, uso de armadilhas à base de semioquímicos (captura em massa, “push & pull”, confusão sexual)
    Controlo biológico: agentes bióticos de controlo biológico, avaliação de eficácia e segurança, impactes ecológicos, biofábricas de agentes bióticos
    Melhoramento genético: variabilidade genética e melhoramento de plantas para resistência a pragas e doenças. Métodos biotecnológicos de melhoramento de plantas.
    Medidas de controlo culturais e mecânicas.
    Tratamento de madeiras armazenadas
    5. Impactes ecológicos e económicos das pragas e doenças nos povoamentos e recursos florestais, impactes das estratégias de gestão. Integração da gestão de pragas e doenças na gestão florestal
    Análise de custos/benefícios

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Agrios, GN 2005. Plant Pathology. 5th ed., Academic Press, Inc., San Diego, USA.
    • Edmonds, RL, Agee, JK, Gara, RI 2000. Forest Health and Protection. McGraw-Hill Companies.
    • Manion, PD 1991. Tree Disease Concepts. 2nd ed., Prentice Hall, USA.
    • Wainhouse D. 2005, Ecological Methods in Forest Pest Management. Oxford University Press Inc., New York.

    Bibliografia Complementar

    • Speight, MR, Wainhouse, D 1989. Ecology and Management of Forest Insects. Oxford University Clarendon Press, USA.
    • Starnge, RN 2003. Introduction to Plant Pathology. John Wiley & Sons, Ltd, West Sussex, England
    • Textos e artigos disponibilizados pelos docentes

    5. Avaliação:

    A. Trabalhos de revisão e de síntese sobre temas apresentados e discutidos na aula (50%); testes teóricos intercalares (50%).
    B. Exame final, opcional, obrigatório para os alunos que não obtiveram 10 valores nos testes teóricos (60%B+ 40%A)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Sumários

    Textos de Apoio


    Preparação e Análise de Projectos (Project Analysis and Evaluation)

    Preparação e Análise de Projectos (Project Analysis and Evaluation)

    Código: 1560
    Responsável: Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Formar técnicos especializados em Agronomia Tropical, com especial sensibilidade para as questões de desenvolvimento, conhecimentos básicos na área da economia do desenvolvimento e de sistemas agrícolas, com capacidade para desenhar e elaborar projectos de desenvolvimento, em especial para intervenção em meio tropical. A disciplina oferece preparação para análise, avaliação e monitorização de projectos de desenvolvimento sectorial, (projectos de investimento empresarial, projectos de cariz público e institucional e ainda de investigação), compreensão e capacidade de intervenção no meio tropical, tendo em consideração para além do meio físico e biológico, essencialmente o meio humano das regiões tropicais em países menos desenvolvidos.

    3. Programa:

    1. Conceito de projecto
    2. Vantagens e inconvenientes do formato de Projecto na intervenção para o Desenvolvimento
    3. Estrutura de Projecto – Preparação e Análise
    4. O ciclo do Projecto
    5. Análise e Avaliação de Projectos de Investimento
    6. Sequência de Operações na Preparação de Projectos
    7. Organização e Gestão
    8. Monitorização e acompanhamento da implementação
    9. Estudos de impacte ambiental e económico
    10. Estudo de casos

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Gittinger, J.P. (1982). Economic Analysis of Agricultural Projects. EDI Series in Economic Development. The Johns Hopkins University Press. Baltimore and London.
    • FAO (1993). Guidelines For the Design of Agricultural Investment Projects. Publication Division. Food and Agriculture Organization of the United Nations. Rome . Italy.

    Bibliografia Complementar

    • Noronha, J. (1981). Projectos Agropecuários. Administração Financeira, Orçamentação e Avaliação Económica. FEALQ. Piracicaba. S. Paulo. Brasil.
    • Abecassis, F. e N. Cabral. (1991). Análise Económica e Financeira de Projectos. Serviço de Educação. Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa

    5. Avaliação:

    A definir caso a caso, por testes e trabalho de revisão monográfica, com avaliação contínua e desenho de projecto experimental

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Probabilidades e Estatística I (Probability and Statistics I)

    Probabilidades e Estatística I (Probability and Statistics I)

    Código: 1737
    Responsável: Maria Manuela Costa Neves Figueiredo
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 8 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 84 Outras: 28 Total: 112

    2. Objectivos:

    Revisão de conceitos fundamentais em probabilidade e estatística.
    Introdução ao software estatístico R.

    3. Programa:

    Introdução ao software R .
    Teoria da Probabilidade: revisão dos principais modelos probabilisticos discretos e contínuos.
    Estatística Descritiva a uma e duas dimensões. A Regressão linear.
    Inferência Estatística. Intervalos de confiança e testes de hipóteses. Testes paramétricos e não paramétricos. Testes de Ajustamento.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Dalgaard, P. (2008). Introductory Statistics with R. Springer.
    • Murteira, B.,Ribeiro, C.S., Silva, J.A. e Pimenta C. (2008). Introdução à Estatística. Mc Graw Hill.
    • Neves, M. (2009). Probabilidade e Estatística . Folhas de apoio à unidade curricular Estatística disponíveis na página Web da disciplina.
    • Pestana, D. e Velosa, S. (2008). Introdução à Probabilidade e à Estatística. Fundação Calouste Gulbenkian.

    Bibliografia Complementar

    • Daniel, W. (1991). Biostatistics: A Foundation for analysis in the Health Sciences. John Wiley
    • Rohatgi, V. K. (1976). An Introduction to Probability Theory and Mathematical Statistics. John Wiley&Sons.
    • Zar, J. (1996). Biostatistical Analysis. Prentice-Hall

    5. Avaliação:

    Exame

    6. Estimativa total de trabalho: 224 Horas


    Probabilidades e Estatística II (Probability and Statistics II)

    Probabilidades e Estatística II (Probability and Statistics II)

    Código: 1738
    Responsável: Maria Manuela Costa Neves Figueiredo
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Aprofundar metodologias probabilísticas e estatísticas.
    Ensinar os fundamentos teóricos da inferência estatística clássica e da inferência Bayesiana.

    3. Programa:

    Vectores aleatórios. Distribuições marginais e condicionais. Transformações de vectores aleatórios.
    As distribuições binormal e multinormormal. A distribuição multinomial.
    Introdução às convergências estocásticas. Leis limites.O método-delta,
    Teoria da estimação: o método dos momentos e da máxima verosimilhança. Intervalos de confiança e testes de hipóteses. O teste de razão de verosimilhanças.
    Introdução à Estatística Bayesiana.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Casella, G. e Berger, R. L. (1990). Statistical Inference. Duxbury Press.
    • Mood, A. M., Graybill, F. A. e Boes, D. C. (1985). {\it Introduction to the theory of Statistics. Mc Graw-Hill
    • Murteira, B. (1990). Probabilidades e Estatística. Vols. I e II. McGraw-Hill
    • Neves, M. (2009). Sebenta de Complementos de Probabilidade e Estatística.
    • Pestana, D. e Velosa, S. (2008). Introdução à Probabilidade e à Estatística. Fundação Calouste Gulbenkian.
    • Rohatgi, V. K. (1976). An Introduction to Probability Theory and Mathematical Statistics. John Wiley&Sons.

    Bibliografia Complementar

    • Bickel, P.J. e Doksum, K. A. (1977). Mathematical Statistics. Basic Ideas and Selected Topics. Holden-Day.
    • Paulino, C. D., Amaral Turkman, A. e Murteira, B. (2003). Estatística Bayesiana. Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa

    5. Avaliação:

    Exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Processos Emergentes e Gestão Ambiental (New Processes and Environmental Management)

    Processos Emergentes e Gestão Ambiental (New Processes and Environmental Management)

    Código: 1477
    Responsável: Margarida Gomes Moldão Martins
    Outros docentes: Elizabeth da Costa Neves Fernandes d'Almeida Duarte
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    - Compreender os novos processos de transformação/conservação de alimentos e respectivas aplicações industriais;
    - Saber pensar processos integrados de transformação/conservação de alimentos na perspectiva da menor degradação das propriedades intrínsecas das matérias-primas e da melhor preservação ambiental;
    - Permitir a aquisição de conhecimentos práticos e teóricos para a implementação de um plano de uso eficiente de água nas unidades agro-industriais.
    -Aplicação dos conhecimentos adquiridos a um caso de estudo.

    3. Programa:

    Processos emergentes em engenharia alimentar. Processos não térmicos: Altas pressões hidrostáticas, Ultra-sons, Mano-termo-sonicação, Ionização, Pulsos de luz de elevada intensidade, Pulsos de Campo Eléctrico; Processos térmicos alternativos: aquecimento por rádio frequência, processamento por microondas, aquecimento por infra-vermelhos, aquecimento Ohmico, congelação sob pressão. Novos conceitos de embalagem alimentar: embalagem activa e inteligente.

    Gestão Ambiental Uso Eficiente da Água na Indústria Alimentar. Ciclo da Água na Indústria. Implementação de Um Plano para o Uso Eficiente da Água. Medidas de Uso Eficiente da Água em Fins Industriais. As Melhores Tecnologias Disponíveis (MTDS) Para o Tratamento e Valorização de Águas/Águas Residuais e Resíduos na Indústria Alimentar. Parâmetros Chave de Avaliação da Eficiência das Tecnologias de Tratamento de Águas/Águas Residuais e Resíduos.

    A Unidade Curricular inclui a realização de um Projecto, desenvolvido em grupo, que se pretende que integre todos os conhecimentos adquiridos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Barbosa-Cánovas, et al (1998). Nonthermal preservation of foods, Marcel Dekker, Inc, New York
    • Byer W, et al (1995). How to Implement Industrial Water Reuse. A Systematic Approach. AICE, Center for Waste Reduction Tech
    • MAOTDR (2007). Estratégia nac. para os efluentes agro-pecuários e agro-industriais – ENEAPAI. ENEAPAI, Lx
    • Da-Wen Sun (2005) Emerging Tech. for Food Proces, Food Science and Tech, Int series
    • Richardson P. (2001), Thermal tech in food proces, CRC Press, Cambridge England
    • Willing J. (1995). Auditing for environmental quality leadership. J W & Sons, USA.

    Bibliografia Complementar

    • Duarte, E, Pinho, M N, Minhalma, M (2007). The Role of Emergent Tech Towards an Integrated Sustainable Environment. In A Portrait of State-of-the-Art Research at the Technical University of Lisbon. Ed. Springer, Manuel Seabra Pereira – IST, Lisbon. Pp. 401-420.
    • Duarte, E A, Neto, I (2001). “Uso Eficiente da água, Casos exemplares e de demonstração do uso eficiente da água na indústria”, Vol.3, Ed. LNEC, 123pp.
    • Wilkinson V M e Gould G W (1996). Food Irradiation. A Reference Guide, WOODHEAD PUB LIM, England.

    5. Avaliação:

    Avaliação contínua: Projecto realizado em grupo e apresentado por escrito e oralmente.
    Avaliação por exame: Exame (nota mínima 9,5).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Produção Agrícola Tropical (Tropical Agricultural Production)

    Produção Agrícola Tropical (Tropical Agricultural Production)

    Código: 1478
    Responsável: Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável; Engenharia Alimentar
    Ramo: Engenharia Alimentar - Processamento de Alimentos

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Formar técnicos especializados em Agronomia Tropical, com especial sensibilidade para as questões de gestão de processos de desenvolvimento e de sistemas de produção de base agronómica e alimentar nas regiões tropicais e em países menos desenvolvidos.

    3. Programa:

    Caracterização do meio e condicionantes à produção. Princípios referenciais específicos de agricultura em meio tropical.
    Principais sistemas de produção agrícola e animal: principais condicionantes edafo-climáticos e económico-sociais.
    História da Agricultura Tropical e sua organização actual.
    Sistemas de produção tradicionais e de subsistência versus sistemas comerciais e empresariais.
    Principais culturas de interesse económico nas regiões tropicais. Sua origem e distribuição, importância local e no mercado mundial.
    Caracterização dos sistemas de produção relevantes para cada cultura (cadeia de valor e agronegócio) e descrição dos respectivos itinerários técnicos.
    Técnicas de pós-colheita e conservação de produtos tropicais
    Agronomia Tropical e o comércio internacional.
    A segurança alimentar, biotecnologias (bioenergia) e o desenvolvimento sustentável
    O Agronegócio e as suas interacções com os sistemas de produção e consumo de produtos tropicais
    Politicas alimentares e a educação para uma melhor educação e qualidade de vida.
    Desenvolvimento sustentável, mudanças tecnológicas e institucionais.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Hayami, Y e Vernon Ruttan, (1985). Agricultural Development: An International Perspective. The Johns Hopkins Un iversity Press, Baltimore e Londres.
    • Colecção do CTA – Technical Center for Agricultural and Rural Cooperation (ACP-EU).

    Bibliografia Complementar

    • Colecção SEDGES – Série de Estudo e de Gestão de Sistemas, editado pelo CIAT-CD/Secção de Agronomia Tropical.

    5. Avaliação:

    Avaliação contínua e por teste – Exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Produção Alimentar e Processos de Trabalho em Restauração (Food Production Processes and Restoration Work)

    Produção Alimentar e Processos de Trabalho em Restauração (Food Production Processes and Restoration Work)

    Código: 1802
    Responsável: Maria Paulina Estorninho Neves da Mata
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 2 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 21 Outras: 7 Total: 28

    2. Objectivos:

    Pretende-se com este módulo familiarizar os alunos com a produção alimentar em vários tipos de unidades de produção.
    Pretende-se dar aos alunos uma visão geral que contemple, condições de trabalho, aspectos económicos, de organização do trabalho e gestão de equipas, mas também aspectos estéticos.
    Pretende-se ainda familiarizar os alunos com vários aspectos de desenvolvimento de novos produtos em restauração, em particular com o papel do processo criativo, bem como do de investigação.

    3. Programa:

    Normas e procedimentos de trabalho em restauração.
    Processo de criação, padronização, adaptação ao mercado, sistematização da produção e construção de ementas.
    Planeamento e operação de restaurantes.
    Métodos de cocção e utensílios.
    Considerações sobre a área da sala.
    Gestão de equipas.

    Método de ensino

    A cadeira será dada com a colaboração de chefes de cozinha e incluirá:
    - Sessões teóricas para introdução dos vários temas envolvendo a exposição, utilizando o datashow
    - Sessões teórico-práticas sobre algumas técnicas culinárias menos comuns (ex: cozinha em vácuo e a baixa temperatura).
    - Visitas técnicas a unidades de restauração pública para observar diversos aspectos dos processos de produção.
    - Utilização de website com material de estudo e contacto à distância via email.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Fine, G. A., Kitchens: The Culture of Restaurant Work, University of California Press, 2008
    • Cousins, J.; Lillicrap, D.; Food and Beverage Service, Hodder Education, 2006
    • Dornenburg, A.; Page, K., Culinary Artistry, John Wiley & Sons, 1996
    • Ruhlman, M., The Making of a Chef, Henry Holt & Company, 2009
    • Mario Cañizal, Manual de Food Service, 2007

    5. Avaliação:

    Trabalho individual.
    Relatório das visitas efectuadas.

    6. Estimativa total de trabalho: 56 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Produção de Aves e Suínos (Poultry and Swine Production)

    Vidé http://www.isa.utl.pt/home/node/3959.

    Produção de Bovinos, Ovinos e Caprinos (Sheep, Goat and Cattle Production)

    Vidé http://www.isa.utl.pt/home/node/3956.

    Projecto (Project)

    Projecto (Project)

    Código: 1634
    Responsável: Pedro Manuel Leão Rodrigues de Sousa
    Outros docentes: Francisco Cardoso Pinto e Francisco Ramos Lopes Gomes da Silva
    Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
    Ramo: todos

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Outras: 84 Total: 84

    2. Objectivos:

    O exercício de projectar consiste na aplicação de conhecimentos adquiridos anteriormente no curso a um problema real, de tal forma a que os alunos adoptem uma aproximação integrada e adquiram a capacidade de decisão em engenharia. Ao realizar um estudo de projecto em treina-se o trabalho em equipa, por forma a resolver os complexos problemas de um projecto de engenharia. Pretende-se pois que os estudantes se familiarizem com o conceito de projecto, analisando projectos reais, contactando com equipas projectistas, visitando projectos em execução ou executados e realizando um pequeno estudo prévio de projecto, ficando assim habilitados ao exercício profissional como projectistas.

    3. Programa:

    Princípios base transversais aos projectos nas diversas áreas da engenharia.
    Tipos de projectos: pessoal, público, empresarial e de investigação & desenvolvimento.
    Estrutura de um projecto:
    1) Peças escritas: Memória descritiva e justificativa; Outros estudos de especialidade; Medições; Orçamento; Processo de concurso – Lista de Preços e Caderno de Encargos;
    2) Peças desenhadas.
    Definição e caracterização das fases de um projecto: Estudo Base, Estudo Prévio, Estudo de viabilidade, Projecto de Execução.
    Enquanto peças acessórias ao Estudo de Projecto, referência de enquadramento ao Estudo de Impacte Ambiental (EIA), à Proposta de Definição de Âmbito (PDA), ao Relatório de Conformidade Ambiental (RECAPE) e à Avaliação Ambiental Estratégica (AAE).
    Acompanhamento e fiscalização. Acompanhamento ambiental, monitorização, auditorias e acompanhamento público.
    Avaliação de impactes ambientais após execução do projecto.
    Estudo e análise de um Projecto, com a apresentação de um Relatório circunstanciado.
    Alguns elementos básicos de desenho técnico, necessários à elaboração das peças desenhadas de um projecto.
    Realização de um Estudo Prévio de Projecto.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Suh, N.P. The principles of design. Cota BISA: N01-298

    5. Avaliação:

    Incide particularmente nos seguintes aspectos:
    1) Apresentação dos temas distribuídos (15 %);
    2) Qualidade do relatório síntese (20 %) e respectiva apresentação (5 %);
    3) Execução de exercícios de desenho técnico de projecto (5 %);
    4) Trabalho de projecto (45 %) e respectiva apresentação (10 %).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Projecto de Execução de Arquitectura Paisagista (Execution Project in Landscape Architecture)

    Projecto de Execução de Arquitectura Paisagista (Execution Project in Landscape Architecture)

    Código: 1611
    Responsável: Luís Paulo Almeida Faria Ribeiro
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 7 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 84 Práticas/Laboratorias (aplicado a Projecto): 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Aquisição e aplicação de conhecimentos técnicos de construção, manutenção e gestão, em projectos de execução e implementação em obra.
    Competências no desenvolvimento dos componentes:
    a) Planos gerais e apresentação;
    b) Modelação e implantação
    c) Pavimentos e remates
    d) Planos de rega
    e) Pormenorização de elementos de água e estruturas (estrados, pergolas, guardas)
    f) Memória descritiva, especificações técnicas, articulados de medições, estimativa orçamental
    g) Legislação em projecto
    h) Prática e ética profissional
    i) Desenho assistido por computador.

    3. Programa:

    1. Tipologias de projecto de execução em arquitectura paisagista
    1.1. Parques e jardins públicos
    1.2. Praças e ruas
    1.3. Licenciamento de obras de urbanização
    1.4. Sítios históricos
    1.5. Sítios de elevada sensibilidade natural
    1.6. Jardins privados

    2. Técnicas de Construção
    2.1. Sustentabilidade e capacidade de carga de espaços verdes
    2.2. Rega de espaços verdes
    2.3. Drenagem interna e subterrânea
    2.4. Zonas verdes sobre laje
    2.5. Iluminação de espaços exteriores
    2.6. Elementos de água
    2.7. Parques infantis e de aventura

    3. Projecto de Execução
    3.1. Objectivos e organização do projecto de execução
    3.2. Documentos desenhados
    3.2.1. Representação gráfica de projectos
    3.2.2. Plantas
    3.2.3. Cortes e perfis
    3.2.4. Axonometrias
    3.3. Documentos escritos
    3.3.1. Caderno de encargos
    3.3.2. Medições e estimativa orçamental

    4. Gestão e manutenção e de zonas verdes
    4.1. Níveis de manutenção e a qualidade ambiental e paisagística de espaços exteriores
    4.2. Operações de manutenção
    4.3. Optimização dos custos das principais operações de manutenção
    4.4. Planos de manutenção
    5. Prática e ética profissional
    5.1. Disposições contratuais
    5.2. Entidades envolvidas no projecto e obra
    5.3. Desenvolvimento de propostas de trabalho
    5.4. Legislação aplicável

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Aurand, C. Douglas, 1991. Fountains and Pools; Construction, Guidelines and Specifications. Van Nostrand Reinhold, New York
    • Harris, Charles W., and Nicholas T. Dines, 1988. Time Saver Standards for Landscape Architecture. McGraw-Hills, Inc., New York
    • Ribeiro, L.P. F., 1992. Sistemas de água em composição paisagística: aspectos estéticos e funcionais. Aula teórico-prática. Provas de aptidão pedagógica e capacidade cientifica. ISA/UTL, Lisboa
    • Weddle, A. E., 1979. Landscape Techniques. Heinemann, London

    Bibliografia Complementar

    • Carpenter, J. D., 1976. Handbook of Landscape Architectural Construction. McLean, Virginia
    • Kendall, M. S. Site Design Graphics.
    • Landphair, Harlow C. and Fred Klatt, 1988. Landscape Architecture Construction. Elsevier, New York
    • Littlewood, Michael, 1984. Landscape Detailing. The Architectural Press, London
    • Reid, Grant W., 1989. Landscape Graphics. Butterworth Architecture, London
    • Rubenstein, Harvey M., 1987. A Guide to Site and Environmental Planning. John Willey & Sons, New York
    • Tandy, Cliff, 1982. Paisaje Urbano. H. Blume Ediciones, Madrid

    5. Avaliação:

    Obtenção de frequência com base em:

    • Diagnóstico paisagístico e plano geral do projecto (3 semanas)
    • Modelação e pavimentos (3 semanas)
    • Rede de rega com justificação de cálculos (3 semanas)
    • Pormenores de construção: estruturas e elementos de água

    A avaliação será feita com base nos seguintes elementos:

    • 30% - Avaliação da evolução do trabalho nas aulas práticas e entregas
    • 70% - Avaliação da entrega final do projecto

    6. Estimativa total de trabalho: 196 Horas


    Projecto e Crítica do Espaço Público (Project and Critics of Public Space)

    Projecto e Crítica do Espaço Público (Project and Critics of Public Space)

    Código: 1622
    Responsável: Maria Cristina da Fonseca Ataíde Castel-Branco
    Outros docentes: Ana Luísa Brito dos Santos de Sousa Soares Ló de Almeida
    Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 7 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 36 Práticas/Laboratoriais (aplicado a Projecto): 62 Total: 98

    2. Objectivos:

    Esta disciplina abrange a área de planeamento e de projecto em áreas urbanas, focando áreas onde se prevejam alterações e novas tendências de crescimento em espaço publico ou de uso publico.
    Objectivo :
    1 - Dar aos finalistas do 2º ciclo de Bolonha em Arquitectura Paisagista uma percepção da abrangência da profissão, dos seus métodos, das suas bases teóricas.
    2 - Preparar para uma pratica profissional sintetisando os procedimentos que fundamentam um plano e um projecto em Arquitectura Paisagista.
    3 - Aplicar os métodos apresentados, e, trabalhando em grupo, resolver um case-study desenvolvendo um plano ou um projecto de Arq. Paisagista.
    4 - Treinar a capacidade de apresentar em publico as suas ideias de projecto com recurso a tecnicas graficas, informáticas e de comunicação.

    3. Programa:

    Introdução
    Historia de Ideias influents em Planeamento
    Espaço publico da Expo’98 Planeamento e Mudanço 1994-1998-2008
    Visita de estudo ao local do case study
    Metodologia de Carl Steinitz:” A Framework for Landscape Planning; Representation, process Evaluation, Change, Impact, Decision. “
    Representation Models;
    Cartografia e necessidade de dados
    Estudo Prévio do Case Study – orientações e primeiros esboços
    Process Models
    Complexidade,classificação, ecologia da paisagem prévia ao desenho de projecto ou Plano de paisagem
    Evaluation Models
    Revisão de Estudo previo
    Estudo Prévio / Ante Projecto
    Change Models: Sistemas impositivos;
    Estratégias com vista a alternativas
    Ante Projecto do Case study revisão
    Change Models Capacidade de Carga, Escala e Tempo, incerteza adaptação
    Impact Models
    Avaliação de Mudanças e riscos. Recuperação da paisagem
    Projecto de Execução ou Plano de Paisagem
    Decision Models
    Casos de estudo em Planeamento da Paisagem

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Forman, Richard T.T. and Godron, M. Landscape Ecology. John Wiley and Sons Ltd. New York, 1986.
    • Olgyvay, Victor, Design with Climate
    • Steinitz, C. et. al, Alternative Futures for Changing Landscapes: The Upper San Pedro River Basin in Arizona and Sonora, Island Press, 2002,
    • Fausold, C.J. and Lilieholm, R.J. "The Economic Value of Open Space: A Review and Synthesis Cambridge, MA, Lincoln Institute of Land Policy, 1996.
    • Steinitz, Carl, "Toward a Sustainable Landscape with High Visual Preference and High Ecological Integrity: the
    • Loop Road in Acadia National Park, USA, Landscape and Urban Planning, 19, 1990,

    Bibliografia Complementar

    • Zonneveld, I., "The Land Unit-A Fundamental Concept in Landscape Ecology, and its Applications," Landscape Ecology, Vol. 3, No. 2, 1989,
    • Dramstad, Wenche E., et al., Landscape Ecology Principles in Landscape Architecture and Land-Use Planning, Island Press, Washington, D.C., 1996
    • Schneider, Devon M., David R. Godschalk, and N. Axler, "Carrying Capacity Concept as a Planning Tool," Report #338, American Planning Association, 1978
    • Steinitz, C., "On The Need to Study 'Failures' As Well As 'Successes'; And Some Other Notes On The Roles of Precedent," unpublished, 1976.
    • Ndubisi, Forster, "Managing Change in the Landscape: A Synthesis of Approaches for Ecological Planning," Landscape Journal, Vol. 21, No. 1, 2002

    5. Avaliação:

    Os alunos serão avaliados em todas as aulas praticas e a sua presença é obrigatória tanto nas aulas teóricas como praticas, não podendo exceder 25% de faltas. A avaliação faz-se através de:
    1-Uma apresentação oral de 20 minutos para cada grupo a meio do semestre, e discussão das formas de resolução dos problemas.
    2- Um trabalho escrito final
    3-Um exame final oral, se possível com a participação das instituições envolvidas no case-study. Cada uma destas avaliações vale 30% da nota e a presença nas aulas 10%.

    6. Estimativa total de trabalho: 196 Horas


    Projecto Industrial (Industrial Project)

    Projecto Industrial (Industrial Project)

    Código: 1487
    Responsável: Isabel Maria Nunes de Sousa
    Outros docentes: António Pedro Louro Martins e Margarida Gomes Moldão Martins
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Compreender a complexidade e multidisciplinaridade inerentes ao desenvolvimento de um Projecto de investimento na instalação de uma unidade de produção de alimentos.
    Conhecer as implicações da definição da estratégia comercial, das oportunidades de financiamento e das dificuldades do licenciamento no sucesso de um projecto industrial. Aperceber-se dos diferentes tipos de equipamento disponíveis e dos instrumentos de decisão na sua selecção.
    Decidir o diagrama tecnológico e dimensionar o equipamento necessário ao desempenho das principais operações unitárias.
    Ter uma ideia dos custos envolvidos e do tempo de recuperação do investimento.

    3. Programa:

    Introdução e Enquadramento. Importância do Projecto em Engª Alimentar: A importância da análise de Mercado; A estratégia comercial; As oportunidades de financiamento. Organização de um Projecto. Coordenação do Desenvolvimento de um Projecto. Diferentes fases de um Projecto: Programa Preliminar e Equipa Projectista; Programa Base. Análise dos condicionamentos e enquadramento territorial. Estudo Prévio. Viabilidade técnico económica. Elaboração do Projecto base de Arquitectura. Licenciamento e aprovação municipal. Candidatura a apoios financeiros, incentivos fiscais. Projecto de execução. Vistorias finais. Autorização de Laboração. Estratégia da empresa: Definição do tipo de Produtos e da quantidade a produzir em função da Análise de Mercado; Selecção das Tecnologias; Diagramas Tecnológicos e Balanços de Massas; Dimensionamento de equipamento (de transferência de energia; de transferência de massa e reactores; de transporte, manuseamento e tratamento). Selecção do equipamento correspondente. Distribuição no espaço das diferentes peças de equipamento, esboço do lay-out, zona da função produtiva. Estimativa de custos. Aplicação ao Estudo de Situações Específicas: Visitas de estudo a Instalações Fabris. Estudo Prévio de uma Indústria Alimentar deverá contemplar a aplicação dos conhecimentos adquiridos nesta disciplina, nas disciplinas específicas precedentes e outra informação que se poderá encontrar na bibliografia recomendada.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Perry's Chemical Engineers' Handbook, Eighth Edition by Don W. Green (Author), Robert H. Perry (Author) 2007
    • Ullmann's Chemical Engineering and Plant Design, 2 Volumes Wiley-VCH (Editor) ISBN: 978-3-527-31111-8 1399 pages
    • Process Development: From the Initial Idea to the Chemical Production Plant G. Herbert Vogel ISBN: 978-3-527-31089-0 492 pages 2005

    Bibliografia Complementar

    • Informação específica da Indústria Alimentar visada.

    5. Avaliação:

    Um teste sobre a matéria teórico-prática
    Um trabalho de grupo ao nível do Estudo Prévio sobre uma indústria específica (estratégia comercial, dimensionamento e lay-out com primeira análise de viabilidade)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Protecção da Vinha (Grapewine Protection)

    Protecção da Vinha (Grapewine Protection)

    Código: 1569
    Responsável: António Maria Marques Mexia
    Outros docentes: Maria Helena Mendes da Costa Ferreira Correia de Oliveira, Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira e Ana Maria da Silva Monteiro
    Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    O curso visa fornecer bases sólidas sobre a gestão do ecossistema agrário vinha, com vista a minimizar os impactes causados pelos principais inimigos (agentes patogénicos, pragas e infestantes) que afectam a cultura, aumentando a biodiversidade e diminuindo o risco associado ao uso de pesticidas na saúde do homem e animais e ambiente, promovendo tanto a qualidade ecológica do ecossistema agrário como a sustentabilidade da cultura.

    3. Programa:

    1. Introdução
    - Caracterização do ecossistema agrário vinha
    2. Principais grupos de inimigos da cultura e estratégias de ataque
    2.1. Fungos, bactérias, fitoplasmas, vírus e nemátodes
    2.2. Insectos e ácaros
    2.3. Infestantes
    3. Interacções dos inimigos com o hospedeiro e ambiente
    3.1. Doença, suas manifestações, ciclo da doença, resposta de defesa
    3.2. Estatuto de praga, estragos, prejuízos e ciclos biológicos
    3.3. Biologia de infestantes
    4. Protecção Integrada
    4.1. Estimativa do risco
    4.2. Nível económico de ataque / Tomada de decisão
    4.3. Selecção dos meios de Protecção
    4.3.1. Culturais, biológicos e químicos
    4.3.2. Pesticidas (características gerais, formulações, toxicologia e ecotoxicologia, persistência, resíduos)
    5. Doenças da videira
    5.1. Míldio
    5.2. Oídio
    5.3. Podridões dos cachos
    5.4. Doenças do lenho
    5.5. Doenças radiculares
    5.6. Doenças causadas por bactérias e fitoplasmas
    5.7. Doenças causadas por vírus
    6. Pragas e Auxiliares da vinha
    6.1 .Traça da uva
    6.2. Cigarrinha verde e outros cicadelídeos
    6.3 Ácaros
    6.4 Principais auxiliares na vinha
    7. Protecção Integrada da Vinha (estudo de casos)
    (Projecto/seminário a apresentar pelos alunos)

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Amaro, P. 2003. A protecção integrada. ISAPress, Lisboa, 446 pp.
    • Amaro, P. (ed.). 2004. Manual técnico de protecção integrada da vinha na região Norte. ISAPress, Lisboa, 148 pp.
    • Bailly, R. (ed.). 1980. Guide pratique de défense des cultures. ACTA, Paris, 420 pp..
    • Cavaco, M., Calouro, F. & Clímaco, P. (coord.) 2005. Produção integrada da cultura da vinha. DGPC, Oeiras, 146 pp.
    • Galet, P. 1995. Précis de pathologie viticole. Montpellier, 264 pp.
    • Moreira, I., Vasconcelos, T., Caixinhas, L. & Espríto-Santo, D. 2000. Ervas daninhas das vinhas e pomares. DGPC, Oeiras, 209 pp.
    • Rodrigues, J.R.2005. Os ácaros fitoseídeos na limitação natural do aranhiço-vermelho em fruteiras e vinha. IPVC, Viana do Castelo, 179 pp.
    • Watson, J. (ed.). 1999. Growing grapes in eastern Washington. Good Fruit Grower, Yakima, Washington, 102 pp.

    5. Avaliação:

    Obtenção de frequência: presença a 75 % das aulas.
    Avaliação contínua – Teste teórico-prático sobre toda a matéria a realizar no final do semestre( 50%); projecto a realizar em grupo, que deverá ser entregue até ao fim do semestre (25%); seminário de apresentação oral do projecto (20%); participação nas aulas (5%).
    Exame Final – prova teórico-prática, à qual terão acesso todos os alunos que tiverem obtido frequência (em alternativa à avaliação contínua).
    Aprovação: Serão aprovados os alunos que obtenham classificação final mínima de 10 valores. É obrigatório ter nota mínima de 10 valores na componente teste.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Protecção de Culturas (Crop Protection)

    Protecção de Culturas (Crop Protection)

    Código: 1489
    Responsável: Ana Paula Ferreira Ramos
    Outros docentes: Maria Helena Mendes da Costa Ferreira Correia de Oliveira , Ana Maria da Silva Monteiro, António Maria Marques Mexia, Arlindo Lima, José Carlos Franco Santos Silva e Elisabete Tavares Lacerda de Figueiredo Oliveira
    Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável; Engenharia Agronómica
    Ramo: Engenharia Agronómica - Agro-Pecuária; Hortofruticultura e Viticultura; Protecção de Plantas

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória ATDS; EngAgr - Protecção de Plantas
    Opcional Agro-Pecuária; Hortofruticultura e Viticultura


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 42 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    No final do curso, os estudantes devem ter adquirido competências que lhes permita identificar os inimigos-chave das culturas, conhecer os principais meios de luta na óptica da Protecção Integrada, avaliar a necessidade de intervir e seleccionar os meios de luta com menores impactes para o Homem e o Ambiente.

    3. Programa:

    I. Sistemas de protecção da vinha e fruteiras
    O ecossistema agrário; principais inimigos (pragas, doenças e infestantes), sintomas/estragos e prejuízos, ciclo biológico, epidemiologia e dinâmica populacional, inimigos naturais; métodos de estimativa do risco e regras de tomada de decisão; estratégias e meios de protecção.
    II. Sistemas de protecção de culturas hortícolas e cereais
    Tipificação do ecossistema agrário; caracterização dos principais inimigos da cultura, sintomas/estragos e prejuízos, ciclo biológico, epidemiologia/dinâmica populacional, inimigos naturais; métodos de estimativa do risco e regras de tomada de decisão;
    estratégias e meios de protecção.
    III. Estudo de casos - Seminários
    Protecção de ornamentais, culturas tropicais e sub-tropicais e relvados.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Slides (Power-Point) supplied by the lecturers.
    • Amaro, P. (ed.) 2000. A Protecção Integrada da Vinha na Região Norte. ISA Press, Lisboa
    • Amaro, P. (ed.) 2001. A Produção Integrada da Pêra Rocha. ISA Press, Lisboa
    • UC-IPM online (http://www.ipm.ucdavis.edu )

    Bibliografia Complementar

    • Amaro, P. 2003. A Protecção Integrada. ISA Press, Lisboa
    • Moreira, I., Vasconcelos, T., Caixinhas, L., Espírito-Santo, D. 2000. Ervas daninhas das Vinhas e Pomares. 2ª ed. DGPC

    5. Avaliação:

    Frequência: presença em 75% das aulas teórico-práticas
    I. Avaliação contínua
    -Testes teóricos (2) (60%);
    -Seminário (40%);
    Classificação final: os alunos que obtiverem a nota mínima de 10 (em 20) em todas as avaliações parcelares serão dispensados de exame final.
    II. Exame Final: avaliação de toda a matéria (a obtenção de frequência é obrigatória)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Módulo 1 - Sistemas de protecção de culturas hortícolas e cereais


    Química Ambiental (Environmental Chemistry)

    Química Ambiental (Environmental Chemistry)

    Código: 1749
    Responsável: Amarilis Paula Alberti de Varennes e Mendonça
    Outros docentes: Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira
    Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
    Ramo: todos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 35 Práticas/Laboratoriais: 35 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Fornecer informação sobre a importância da química na área ambiental, com o aprofundamento de alguns conceitos teóricos e o desenvolvimento da capacidade de analisar o estado da arte em alguns casos-estudo.

    3. Programa:

    Química de superfícies
    Adsorção em fase sólida. Equilíbro de adsorção. Isotérmicas de adsorção. Métodos de especiação de metais pesados em matrizes ambientais.
    Química aplicada a pesticidas
    Grupos químicos e sua utilização. Caracterização toxicológica e ecotoxicológica de diversas substâncias activas e sua relevância para a saúde humana e ambiente. Propriedades físico-químicas e suas implicações práticas. Formulações e implicações no ambiente – casos estudo. Análise de pesticidas. Técnicas de extracção e doseamento. Pesticidas incluídos em listas de substâncias químicas prioritárias no domínio da água.
    Química aplicada ao tratamento e desenvolvimento de tecnologias limpas
    Tratamento de solos contaminados com metais pesados
    Tratamento de poluentes orgânicos

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Apresentações powerpoint disponíveis no site da UC
    • Artigos científicos.

    5. Avaliação:

    Avaliação contínua.
    Exame final para quem não opte pela avaliação contínua.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Química dos Alimentos (Food Chemistry)

    Química dos Alimentos (Food Chemistry)

    Código: 1795
    Responsável: Ana Maria Ferreira da Costa Lourenço
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 4 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 21 Teórico-Práticas: 14 Práticas: 14 Outras: 7 Total: 56

    2. Objectivos:

    Obtenção de conhecimentos fundamentais sobre as estruturas químicas de componentes de alimentos e processos químicos básicos relacionados com o processamento e estabilidade dos alimentos.
    Execução de ensaios químicos laboratoriais relacionados com os alimentos - determinação de propriedades e comportamento durante o seu processamento.

    3. Programa:

    Conceitos básicos de química orgânica - ligação e estrutura; fórmulas; grupos funcionais; propriedades; isomerismo; tipos de reacções.
    Hidratos de carbono – estrutura e propriedades de monossacáridos, oligossacáridos e polissacáridos. Ocorrência e funções nos alimentos e seu comportamento durante o processamento.
    Proteínas – características gerais e funções. Aminoácidos – estrutura e propriedades, ligação peptídica. Descrição da estrutura de proteínas e forças que a estabilizam. Ocorrência e funções nos alimentos e seu comportamento durante o processamento.
    Lípidos – características gerais e classificação. Óleos e gorduras: estrutura e propriedades. Ácidos gordos essenciais. Lípidos polares e o seu papel como emulsionante.
    Vitaminas – características; estrutura e propriedades de um conjunto de vitaminas. Ocorrência e funções nos alimentos e seu comportamento durante o processamento.
    A cor nos alimentos - principais moléculas e seu comportamento durante o processamento.

    Método de ensino

    Os métodos de ensino incluem:
    a) exposição da matéria teórica, utilizando o datashow;
    b) aulas teórico-práticas, em que se estimulam os alunos a resolver problemas e se incide em particular na interpretação de evidência prática com base nos princípios e conceitos dados na componente teórica;
    c) aulas práticas, em que os alunos têm oportunidade de executar experiências onde se aplicam os conhecimentos dados nas aulas teóricas;
    d) utilização de website com material de estudo e contacto à distância via email.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Bettelheim, F. A., March, J., Introduction to Organic & Biochemistry, Saunders College Publishing, 1990
    • Snyder, C. H., The Extraordinary Chemistry of Ordinary Things, John Wiley & Sons, 1995
    • Coultate, T., Food: The chemistry of it’s components, Royal Society of Chemistry, 2009
    • Belitz, H.D., Grosch, W., Schieberle, P., Food chemistry. Springer, 2004
    • Fennema, O. R., Food chemistry, Marcel Dekker, Inc, 1985
    • Coenders, A., The chemistry of cooking, Parthenon Publishing, 1992
    • Barham, P., The science of cooking. Springer-Verlag, 2000
    • Lister, T., Blumenthal, H., Kitchen chemistry. Royal Society of Chemistry, 2005

    5. Avaliação:

    Avaliação Teórica (75%)
    Provas individuais, escritas e sem consulta classificadas de 0 a 20 valores.
    Avaliação Prática (25%)
    Avaliação contínua durante o semestre.
    Apresentação de relatórios dos trabalhos práticos.

    6. Estimativa total de trabalho: 112 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Reconhecimento de Padrões (Pattern Recognition)

    Reconhecimento de Padrões (Pattern Recognition)

    Código: 1753
    Responsável: Manuel Lameiras de Figueiredo Campagnolo
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas

    Ano Curricular: 1º/2º Semestral: 2º/1º ECTS: 3 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 35 Outras: 7 Total: 42

    2. Objectivos:

    As mais variadas aplicações no domínio das Ciências Biológicas requerem a identificação de padrões em dados multidimensionais. Nesta unidade curricular serão descritas diversas técnicas de reconhecimento de padrões que serão aplicadas a dados de natureza diversa, e em particular a dados espaciais.

    3. Programa:

    1. Introdução;
    2. Regra de decisão de Bayes;
    3. Estimação de parâmetros;
    4. Técnicas não paramétricas;
    5. Funções discriminantes lineares;
    6. Redes neuronais;
    7. Árvores de decisão;
    8. Comparação de classificadores;
    9. Segmentação de imagens.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Pattern Classification, Second Edition, by Duda, Hart, and Stork, Wiley 2001

    5. Avaliação:

    Trabalhos práticos
    Exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 84 Horas


    Recuperação e Gestão da Paisagem Cultural (Cultural Landscape Restoration and Management)

    Recuperação e Gestão da Paisagem Cultural (Cultural Landscape Restoration and Management)

    Código: 1617
    Responsável: Maria Cristina da Fonseca Ataíde Castel-Branco
    Outros docentes: Sónia Talhé Azambuja
    Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 24 Práticas/Laboratoriais (aplicadas a projecto): 60 Total: 84

    2. Objectivos:

    Elaboração de uma Proposta de Plano Restauro de um jardim histórico português. Análise crítica de Planos de Restauro de jardim e sítios históricos. Discussão de Metodologias de Restauro com análise e interpretação de Cartas, Recomendações e Convenções Internacionais, nomadamente da Carta de Florença. Adquirir as bases fundamentais de metodologia científica de investigação histórica para pesquisar em Bibliotecas e Arquivos Nacionais. Compreensão da evolução histórica da arte paisagista em Portugal. Orientação permanente dos trabalhos de grupo e análise de técnicas de comunicação e apresentação de trabalhos em público. Vistas de estudo a jardins históricos e a Bibliotecas e Arquivos de referência.

    3. Programa:

    O programa tem um carácter experimental e projectual. ¾ da UC constitui-se por visitas a quintas, jardins e paisagens em estado de abandono ou ruína, que deverão ser estudados por grupos de alunos. A caracterização destas unidades atendendo aos cinco factores abaixo enunciados serve de base a um trabalho de projecto de recuperação, restauro, reconstrução, ou reabilitação. Estes factores visam caracterizar os elementos mais marcantes de cada período e região estudados. Cada grupo estuda e apresenta para cada quinta ou jardim estudado os seguintes elementos:
    • Ambiente: Caracterização dos traços mais evidentes de uma paisagem: Clima, topografia, geologia, vegetação etc.
    • História social: Acontecimentos históricos mais marcantes do período em estudo. Estruturas sociais e grupos mais activos na transformação da paisagem.
    • Filosofia: As ideias mais relevantes durante o período estudado, as suas múltiplas manifestações religiosas, os avanços científicos e a caracterização das ideias políticas com origem na região estudada, e as forças em jogo responsáveis pelo avanço destas ideias.
    • Expressão: As manifestações artísticas das ideias atrás referidas criaram obras mais ou menos eruditas, mais ou menos empíricas, importadas ou indígenas, colectivas ou individuais. Elas constituem o património próprio de cada período e região e distinguem-no dos períodos precedentes ou antecedentes.
    • Arquitectura: De uma forma geral a produção arquitectónica, articula-se com a Historia da Arte de Jardins influenciando-a havendo coincidência de projectistas, proprietários, materiais e havendo um diálogo muito estreito entre as duas obras; a do interior e a do exterior.
    A apresentação de um projecto de restauro de uma quinta ou jardim é feita de forma documental e oral. São convidados especialistas para temas específicos em cada ano lectivo.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • AÑÓN, Carmen ― “El jardín Histórico: Notas para uma Metodología Previa al Proyecto de Recuperación” In ICOMOS. Madrid: Journal Scientifique, 1993, pp. 312-325.
    • CASTEL-BRANCO, Cristina ― Jardins dos Vice-Reis Fronteira. Lisboa: Oceanos, 2008.
    • CASTEL-BRANCO, Cristina (coord.) ― Necessidades: Jardins e Cerca. Lisboa: Livros Horizonte/Jardim Botânico da Ajuda, 2001.
    • CASTEL-BRANCO, Cristina (coord.) ― Jardim Botânico da Ajuda. Lisboa: Jardim Botânico da Ajuda, 1999.

    Bibliografia Complementar

    • ARAÚJO, Ilídio Alves de ― Arte Paisagista e Arte dos Jardins em Portugal. Lisboa: Direcção Geral dos Serviços de Urbanização, 1962.
    • CASTEL-BRANCO, Cristina (dir.) ― Jardins com História: Poesia atrás de muros. Lisboa: Edições INAPA, 2002.
    • CHOAY, Françoise ― A Alegoria do Património. Lisboa: Edições 70, 2000.
    • LOPES, Flávio; CORREIA, Miguel Brito ― Património Arquitectónico e Arqueológico. Cartas, Recomendações e Convenções Internacionais. Lisboa: Livros Horizonte, 2004.

    5. Avaliação:

    Trabalho (feito em grupos de dois alunos) sobre a análise e proposta de plano de restauro de um jardim histórico português na lista apresentada. Metodologia de abordagem explicada na aula aplicada a cada jardim e acompanhado nas aulas/visitas de estudo. Apresentação oral e discussão dos trabalhos de grupo. A avaliação pode ser contínua ou por exame final. Nota Final = (Trabalho de Grupo: 50%) + (Apresentação oral do Trabalho e Poster: 35%) + (Participação individual: 15 %).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Rega e Drenagem (Irrigation and Drainage)

    Rega e Drenagem (Irrigation and Drainage)

    Código: 1496
    Responsável: Luís Alberto dos Santos Pereira
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável; Engenharia Agronómica
    Ramo: Engenharia Agronómica - Agro-Pecuária; Engenharia Rural; Hortofruticultura e Viticultura

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória EAgr - Engenharia Rural
    Opcional ATDS; EAgr - Agro-Pecuária; Hortofruticultura e Viticultura


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Preparar para a prática de projecto de rega e de conselho aos regantes, para o planeamento de regadios, para a gestão de sistemas de rega e para a gestão integrada de recursos hídricos e naturais

    3. Programa:

    Luís S. Pereira
    Água e agricultura, conceitos de base
    Necessidades de água, métodos de rega
    Indicadores de uso eficiente da água
    Evapotranspiração de referência
    Evapotranspiração das culturas; coeficientes culturais médios e duais
    Balanço hídrico e necessidades de rega das culturas; relações rega-produção
    Programação e condução da rega; modelação e uso de modelos.
    Rega de superfície: métodos e modernização
    Rega por aspersão: sistemas
    Rega por aspersão: dimensionamento, avaliação modelos
    Microrrega: sistemas
    Microrrega: avaliação modelos
    Redes de rega de superfície: funcionamento, regulação e controlo, princípios de gestão
    Redes de rega em pressão: funcionamento, regulação e controlo, princípios de gestão, modelos de análise e projecto
    Drenagem: necessidades e impactos da drenagem, sistemas de drenagem
    Drenagem e controlo da salinidade
    Rega e drenagem: minimização de impactos

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Pereira LS, 2004. Necessidades de Água e Métodos de Rega. Publ. Europa-América, Lisboa, 313 p.

    Bibliografia Complementar

    • Keller J, Bliesner RD, 2000. Sprinkler and trickle irrigation. The Blackburn press, Jersey, 652 p.
    • Allen RG, Pereira LS, Raes D, Smith M, 1998. Crop Evapotranspiration. Guidelines for Computing Crop Water Requirements. FAO Irrig. and Drain. Paper 56, FAO, Rome, 300p (acessível em http://www.fao.org/docrep/x0490e/x0490e00.htm)

    5. Avaliação:

    3 estudos de projecto sobre necessidades de água para rega, rega por aspersão e microrrega recorrendo a modelos de simulação

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Remediação (Remediation)

    Remediação (Remediation)

    Código: 1532
    Responsável: Amarilis de Varennes
    Outros docentes: Nuno Renato da Silva Cortez
    Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
    Ramo: Gestão Ambiental

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Téoricas: 42 Teórico-Práticas: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Dar a conhecer os principais problemas com que se debatem os técnico que intervêm no âmbito da recuperação ambiental e da remediação.
    Assegurar uma formação básica no âmbito das matérias que fundamentam, em termos científicos e técnicos, o recurso à prática da remediação, e dar a conhecer as principais técnicas utilizáveis neste domínio, suas limitações e potencialidades.
    Desenvolver capacidades aquisição, tratamento e síntese de informação e natureza técnica através da realização de um trabalho temático nos domínios objecto de atenção nas sulas.
    Transmitir a importancia do planeamentode de uma intervenção de remediação através da elaboração de planos de intervenção e da integração de conhecimentos e de actividades complementares e multidisciplinares.
    Apresentação de casos de estudo que exemplificam situações reais de aplicação dos conhecimentos adquiridos na pesrpectiva de induzir a intervenção dos alunos nessa apresentação e de desenvolver a sua.

    3. Programa:

    Conceitos, definições fundamentais e terminologia básica
    O solo na perspectiva da remediação
    A importância das propriedades físicas e químicas do solo nos processos de contaminação, remediação e recuperação dos solos e dos meios hídricos subterrâneos: Mineralogia. Matéria orgânica. Textura. Estrutura.
    Propriedades Físicas.
    Propriedades químicas.
    Biologia do solo.
    Identificação e avaliação do estado de degradação de locais contaminados.
    Caracterização da contaminação – Recolha de amostras. Tipo de amostras e frequência e padrões de amostragem.
    Sistemas de classificação de solos aplicados em Portugal.
    Principais tipos de intervenção em acções de recuperação ambiental.
    Indicadores da qualidade dos solo. Consequências dos processos de contaminação na perda de qualidade dos solos e na criação de constrangimentos ao exercício das suas funções. O solo como fonte de contaminação.
    Introdução às principais técnicas de remediação dos solos.
    Recuperação ambiental e ordenamento da paisagem. Recuperação de áreas sujeitas a processos de desertificação -. Os casos dos ecosistemas sujeitos à erosão do solo e a fogos florestais. Recuperação de solos salinizados e sodizados.
    Meios hídricos subterrâneos
    Conceitos básicos de hidrogeologia. - Principais tipos de aquíferos. Características dos aquíferos e sua importância em termos da remediação das águas subterrâneas.
    Sensibilidade hidrogeológica. Principais factores condicionantes da sensibilidade hidrogeológica.
    Aspectos práticos
    Apresentação e discussão de casos de estudo.
    Aplicações numéricas e cálculos básicos relativos à aplicação de alguns métodos de utilização mais corrente.
    Visitas de estudo
    Apresentação de temas escolhidos pelos alunos

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Eweis, J.B., Argas, S.J.,Chang, D.P.Y. e Schroeder, E.D (1999) - Principios de Biorrecuperación – Tratamientos para la descontaminación y regenaritión de suelos y aguas subterráneas mediante procesos biológicos y físico-químicose. McGraw- Hill.
    • Lecomte, Paul - Les sites pollués - Traitement des sols & des eaux souterraines (2éme edition) (1998). Lavoisier Tec&Doc.
    • McCutcheon, S.C, Schnoor J.L (Eds) (2003).- Phytoremediation – Transformation and control of contaminants. John Wiley&Sons Inc.

    Bibliografia Complementar

    • Riviére, Jean-Louis (1997) - Évaluation du risque écologique des sols pollués. LavoisierTec&Doc
    • Nathanail, C.P.and Bardos, R.P (2004) – Reclamation of contaminated land,. John Wiley&Sons Inc.

    5. Avaliação:

    A avaliação de conhecimentos consta de uma prova escrita sobre toda a matéria leccionada e de uma apresentação realizada pelos alunos (individual ou até grupos de três alunos).
    A prova escrita realiza-se na última semana de aulas e a apresentação na penúltima. A prova escrita tem um peso de 65% e a apresentação de 35% para a nota final. Existem duas datas de exame final em que os alunos poderão realizar a prova escrita e a apresentação oral.
    Um aluno que obtenha nota positiva durante o semestre ou na 1ª data de exame poderá inscrever-se na secretaria para realizar exame de melhoria.
    Nota: os professores reservam-se o direito de exigirem a realização de uma prova oral a qualquer aluno.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011-2012

    Aulas teóricas

    Aulas práticas

    Notas 1º. Teste


    Reologia e Textura de Alimentos (Food Rheology and Texture)

    Reologia e Textura de Alimentos (Food Rheology and Texture)

    Código: 1799
    Responsável: Isabel Maria Nunes de Sousa
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 2 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 7 Práticas: 14 Outras: 7 Total: 28

    2. Objectivos:

    Compreender a importância da Reologia e da textura nas Ciências Gastronómicas.
    Dominar a nomenclatura própria destas disciplinas.
    Saber caracterizar a Textura dos alimentos, incluindo a manipulação, monitorização e controlo da sua estrutura.
    Identificar as substâncias usadas para alterar a estrutura dos alimentos. Saber monitorizar e optimizar esta estrutura.
    Identificar os parâmetros característicos da textura e saber como os determinar instrumentalmente.
    Conhecer os sistemas modelo: espumas, emulsões e geles. Como produzir, estabilizar e avaliar estes sistemas.

    3. Programa:

    A importância da Reologia e da textura nas Ciências Gastronómicas.
    A textura como consequência da estrutura molecular dos alimentos.
    Identificação das substâncias que podem ser usadas para criar/modificar a estrutura dos alimentos – Biopolímeros e enzimas.
    Determinação instrumental e sensorial da textura e da consistência.
    Reometria: métodos fundamentais, empíricos e imitativos
    Parâmetros característicos na caracterização, monitorização e optimização da estrutura dos alimentos.
    A importância do triângulo: textura, cor e aroma no potencial hedónico do alimento. Avaliação instrumentalda cor e do aroma.
    A plicação a casos de estudo: espumas, emulsões, geles e crocantes.
    A utilização dos ingredientes numa perspectiva hedónica mas também do impacto positivo na saúde: as ervas, os cogumelos, as cores das frutas e dos vegetais, as algas.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • GOUVEIA, L.; BATISTA, A.P.; SOUSA, I.; RAYMUNDO, A. BANDARRA, N. (2008). Microalgae in novel food products. In “Food Chemistry Research Developments”. Ed. Papadopoulos, K.N. Nova Science Publishers, Inc.pp: 75-111. ISBN 978-1-60456-262-0
    • CASTRO, A. Gomes Editor (2003). “A Química e a Reologia no processamento dos Alimentos”. Ciência e Técnica, Instituto Piaget.295 pags. ISBN: 972-771-641-5
    • SUNDARAM G. e Ak, M.M. (2003). “Cheese Rheology and texture”. CRC Press. 434 pags. ISBN 1-58716-021-8
    • SOUSA, Isabel (2001). A Reologia dos Produtos Alimentares. In “Reologia e suas Aplicações Industriais”. Alberto Gomes de Castro, José A. Covas e A. Correia Diogo.Eds. Ciência e Técnica, Instituto Piaget.pp: 131-158. ISBN: 972-771-382-3

    5. Avaliação:

    Aulas de exposição teórica de introdução dos conceitos básicos (25%)
    Aulas de demonstração e de experimentação para produção dos diferentes modelos tipo de alimentos e determinações práticas de textura e consistência (70%).
    Avaliação por teste de resposta individual a perguntas de carácter teórico e prático (5%).

    6. Estimativa total de trabalho: 56 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Segurança e Política Alimentar (Security and Food Policy)

    Segurança e Política Alimentar (Security and Food Policy)

    Código: 1563
    Responsável: Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Optativa


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Prover formação especializada para a problemática da segurança e políticas económicas associadas aos sistemas alimentares, saúde e desenvolvimento sustentável

    3. Programa:

    1. Alimentação, agricultura e ambiente
    2. Segurança alimentar e nutrição
    3. Pobreza, acesso aos alimentos, crescimento e desenvolvimento económico
    4. Ajuda internacional, e ajuda alimentar
    5. Segurança Alimentar e Politica Alimentar: Conceitos e Experiência Internacional
    6. Nutrição e Saúde
    7. Economia do Consumidor, comportamento dos mercados e política económica
    8. Aspectos Macroeconómicos e Microeconómicos condicionantes da produção e distribuição
    9. Outros tópicos da actualidade
    10. Estudo de Casos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • 1 – Klennert, Klaus ed., (2005). Achieving Food and Nutrition Security. Internationale Weiterbildung und Entwickung gGmbH. Capacity Building internationale, Germany.
    • 2 – Varios números – Serie SEDGES – CIAT-CD/DAIAT/ISA. Lisboa

    Bibliografia Complementar

    • 3 – Estudo de Casos com base em trabalho do CIAT-CD/ REDISA

    5. Avaliação:

    Avaliação a definir, com base em testes, revisão bibliográfica temática e avaliação contínua.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Seminário (Seminar)

    Seminário (Seminar)

    Código: 1400
    Responsável: Pedro Raposo de Almeida
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 1.5 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Outras: 40.5
    Total: 40.5

    2. Objectivos:

    Aquisição de competências para intervenção profissional na área da gestão de conservação de recursos naturais. Os alunos serão incentivados a comunicar os resultados através da elaboração de um relatório escrito e apresentação oral dos trabalhos desenvolvidos; e a interagir criticamente com outros colegas através da participação nas apresentações públicas dos referidos relatórios.

    3. Programa:

    Treino de organização da estrutura e elaboração de um plano de trabalho técnico-científico;
    Treino de apresentação oral de temas científicos;
    Treino de pesquisa científica avançada;
    Treino de escrita científica para elaboração de relatórios e de teses e de artigos;
    Discussão de grupo sobre o delineamento dos trabalhos de dissertação de Mestrado.

    4. Bibliografia:

    De acordo com os diferentes temas de dissertação de Mestrado desenvolvidos por cada aluno

    5. Avaliação:

    Seminários de apresentação e discussão de trabalhos individuais preparados pelos alunos
    Apresentação oral de um assunto enquadrado na temática do 2º ciclo em Gestão e Conservação de Recursos Naturais

    6. Estimativa total de trabalho: 40.5 Horas


    Seminários I (Seminars I)

    Seminários I (Seminars I)

    Código: 1804
    Responsável: Maria Paulina Estorninho Neves da Mata Pereira/Maria da Conceição da Silva Loureiro Dias
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 4 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 21 Teórico-Práticas: 28 Outras: 7 Total: 56

    2. Objectivos:

    Os seminários sobre vários temas com pessoas ligadas à universidade e tecido produtivo e cultural, têm como objectivo familiarizar os alunos com um conjunto de temáticas que não podem ser abordadas nas restantes unidades curriculares e assim alargar conhecimentos; é também um objectivo reforçar a ligação ao mundo do trabalho.
    É ainda um objectivo o treino da capacidade para trabalho individual, através pesquisa de informação e aprofundamento de uma tema, assim como na elaboração de uma monografia e comunicação do trabalho.

    3. Programa:

    Seminários abordando vários aspectos relacionados com gastronomia – por exemplo: produtos (azeite, cogumelos, ervas aromáticas, cacau, chá, café, pão...), segurança alimentar, novas tecnologias de conservação, processamento e embalagem, jornalismo e crítica gastronómica e de vinhos...
    Preparação e apresentação de seminários pelos alunos.

    Método de ensino

    Seminários sobre vários temas com pessoas ligadas à universidade e tecido produtivo e cultural.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    Depende do tema dos seminários e do tema escolhido por cada aluno.

    5. Avaliação:

    No início de cada ano, os alunos escolherão um tema que desenvolverão e apresentarão no final de cada semestre.

    6. Estimativa total de trabalho: 112 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Seminários II (Seminars II)

    Seminários II (Seminars II)

    Código: 1813
    Responsável: Maria Paulina Estorninho Neves da Mata Pereira/Maria da Conceição da Silva Loureiro Dias
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 3.5 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 14 Outras: 7 Total: 49

    2. Objectivos:

    Os seminários sobre vários temas com pessoas ligadas à universidade e tecido produtivo e cultural, têm como objectivo familiarizar os alunos com um conjunto de temáticas que não podem ser abordadas nas restantes unidades curriculares e assim alargar conhecimentos; é também um objectivo reforçar a ligação ao mundo do trabalho.
    É ainda um objectivo o treino da capacidade para trabalho individual, através pesquisa de informação e aprofundamento de uma tema, assim como na elaboração de uma monografia e comunicação do trabalho.

    3. Programa:

    Seminários abordando vários aspectos relacionados com gastronomia – por exemplo: produtos (azeite, cogumelos, ervas aromáticas, cacau, chá, café, pão...), segurança alimentar, novas tecnologias de conservação, processamento e embalagem, jornalismo e crítica gastronómica e de vinhos...
    Preparação e apresentação de seminários pelos alunos.

    Método de ensino

    Seminários sobre vários temas com pessoas ligadas à universidade e tecido produtivo e cultural.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    Depende do tema dos seminários e do tema escolhido por cada aluno.

    5. Avaliação:

    No início de cada ano, os alunos escolherão um tema que desenvolverão e apresentarão no final de cada semestre.

    6. Estimativa total de trabalho: 98 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Seminários III (Seminars III)

    Seminários III (Seminars III)

    Código: 1814
    Responsável: Maria Paulina Estorninho Neves da Mata Pereira/Maria da Conceição da Silva Loureiro Dias
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 5 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Teórico-Práticas: 21 Outras: 7 Total: 70

    2. Objectivos:

    Os seminários sobre vários temas com pessoas ligadas à universidade e tecido produtivo e cultural, têm como objectivo familiarizar os alunos com um conjunto de temáticas que não podem ser abordadas nas restantes unidades curriculares e assim alargar conhecimentos; é também um objectivo reforçar a ligação ao mundo do trabalho.
    É ainda um objectivo o treino da capacidade para trabalho individual, através pesquisa de informação e aprofundamento de uma tema, assim como na elaboração de uma monografia e comunicação do trabalho.

    3. Programa:

    Seminários abordando vários aspectos relacionados com gastronomia – por exemplo: produtos (azeite, cogumelos, ervas aromáticas, cacau, chá, café, pão...), segurança alimentar, novas tecnologias de conservação, processamento e embalagem, jornalismo e crítica gastronómica e de vinhos...
    Preparação e apresentação de seminários pelos alunos.

    Método de ensino

    Seminários sobre vários temas com pessoas ligadas à universidade e tecido produtivo e cultural.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    Depende do tema dos seminários e do tema escolhido por cada aluno.

    5. Avaliação:

    No início de cada ano, os alunos escolherão um tema que desenvolverão e apresentarão no final de cada semestre.

    6. Estimativa total de trabalho: 140 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Seminários IV (Seminars IV)

    Seminários IV (Seminars IV)

    Código: 1815
    Responsável: Maria Paulina Estorninho Neves da Mata Pereira/Maria da Conceição da Silva Loureiro Dias
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 5 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Teórico-Práticas: 21 Outras: 7 Total: 70

    2. Objectivos:

    Os seminários sobre vários temas com pessoas ligadas à universidade e tecido produtivo e cultural, têm como objectivo familiarizar os alunos com um conjunto de temáticas que não podem ser abordadas nas restantes unidades curriculares e assim alargar conhecimentos; é também um objectivo reforçar a ligação ao mundo do trabalho.
    É ainda um objectivo o treino da capacidade para trabalho individual, através pesquisa de informação e aprofundamento de uma tema, assim como na elaboração de uma monografia e comunicação do trabalho.

    3. Programa:

    Seminários abordando vários aspectos relacionados com gastronomia – por exemplo: produtos (azeite, cogumelos, ervas aromáticas, cacau, chá, café, pão...), segurança alimentar, novas tecnologias de conservação, processamento e embalagem, jornalismo e crítica gastronómica e de vinhos...
    Preparação e apresentação de seminários pelos alunos.

    Método de ensino

    Seminários sobre vários temas com pessoas ligadas à universidade e tecido produtivo e cultural.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal
    Depende do tema dos seminários e do tema escolhido por cada aluno.

    5. Avaliação:

    No início de cada ano, os alunos escolherão um tema que desenvolverão e apresentarão no final de cada semestre.

    6. Estimativa total de trabalho: 140 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Séries Temporais (Time Series Analysis)

    Séries Temporais (Time Series Analysis)

    Código: 1758
    Responsável: Ana Maria Santos Ferreira Gorjão Henriques
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas

    Ano Curricular: 1º/2º Semestral: 2º/1º ECTS: 3 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 35 Outras: 7 Total: 42

    2. Objectivos:

    Adquirir conhecimentos básicos da Teoria das Séries Temporais. Capacidade em aplicar os conceitos adquiridos.

    3. Programa:

    1. Métodos Estatísticos Descritivos: Cronograma, Periodograma, Correlograma, Médias Móveis.
    2. Modelos Estocásticos: auto-regressivo, e de médias móveis, generalizações.
    3. Ajustamento de modelos. Previsão.
    4. Aplicações com software apropriado

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Box G.E.P e Jenkins G.M. (1993) Time Series Analysis, Forecasting and Control , Third edition, Holden-Day, San Francisco
    • Brockwell P. J. e Davis R. A. (1996) Introduction to Time Series and Forecasting, Springer-Verlag, New York.
    • Murteira, Bento J.F., Muller, Daniel A. e Turkman, K. Feridun (1990) Análise de Sucessões Cronológicas, McGraw-Hill. Lisboa.
    • Wei, William W.S. (1990) Time Series Analysis, Adisson-Wesley, Redwood City, California.

    5. Avaliação:

    Exame ou Trabalho

    6. Estimativa total de trabalho: 84 Horas


    Sistemas Agrícolas e Agro-Florestais Tropicais (Agricultural and Agroforestry Tropical Systems)

    Sistemas Agrícolas e Agro-Florestais Tropicais (Agricultural and Agroforestry Tropical Systems)

    Código: 1561
    Responsável: Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Formar técnicos especializados em Agronomia Tropical, com especial sensibilidade para as questões de gestão de processos de desenvolvimento, com conhecimentos básicos na área da gestão e administração da empresa agrícola e de sistemas económicos agro-baseados (“agribusiness”), com capacidade para melhor poder desenvolver, analisar e implementar projectos, em especial os aplicáveis às regiões tropicais. A disciplina oferece preparação para análise, compreensão e capacidade de intervenção no meio tropical, tendo em consideração para além do meio físico e biológico, essencialmente o meio humano das regiões tropicais em países menos desenvolvidos.

    3. Programa:

    A utilidade do estudo da agricultura na óptica de sistemas e importância da formação na área da gestão de sistemas. Procura-se oferecer ferramentas e instrumental analítico para esse efeito, caracterizando os vários sub-sistemas e as principais componentes de intervenção e gestão, quer ao nível micro (gestão de empresas ou unidades de produção em meio tropical), quer ao nível macro (política económica e alimentar, planeamento estratégico da actividade produtiva, etc.). As relações internacionais são elemento fulcral a ter em conta, designadamente o comportamento dos mercados internacionais dos principais produtos de origem trropical (“commodities”). O estudo de casos e a caracterização de tipologias referenciais de sistemas produtivos em meio tropical, um dos principais modelos de aprendizagem utilizados.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Raeburn, J.R., 1984. Agriculture: Foundations, Principles and Development. Editado por John Wiley & Sons Ltd., Nova York
    • Spedding, C.R.W. 1975. The Biology of Agricultural Systems. Editado por Academic Press, London.
    • Moigne, Jean Louis le, 1990. La Théorie du Système Général. Editado por Presses Universitaires de France, Paris.
      Houck, J. 1986. Elements of Agricutural Trade Policies. Macmillan Publishing Company, London.
    • Edwards, C.A. et al (editores), 1990. Sustainable Agricultural Systems. St.Lucie Press. Florida.

    Bibliografia Complementar

    • Gittinger, J.P. (1982). Economic Analysis of Agricultural Projects. EDI Series in Economic Development. The Johns Hopkins University Press. Baltimore and London.
    • Noronha, J. (1981). Projectos Agropecuários. Administração Financeira, Orçamentação e Avaliação Económica. FEALQ. Piracicaba. S. Paulo. Brasil.
    • Abecassis, F. e N. Cabral. (1991). Análise Económica e Financeira de Projectos. Serviço de Educação. Fundação Calouste Gulbenkian. Lisboa
    • SEDGES – Série de Estudos de Desenvolvimento e Gestão de Sistemas. Vários númerios. Edição Do CIAT-CD/REDISA – Centro de Agronomia Tropical – Cooperação e Desenvolvimento. ISA. Lisboa.

    5. Avaliação:

    A definir caso a caso, por testes e trabalho de revisão monográfica, com avaliação contínua.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Sistemas da Qualidade (Food Quality Systems)

    Sistemas da Qualidade (Food Quality Systems)

    Código: 1502
    Responsável: Margarida Gomes Moldão Martins
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Dar a conhecer:
    - Qualidade num contexto empresarial. Sistemas Português e Europeu da Qualidade.
    - As diferentes certificações possíveis. Importância para as relações empresariais.
    - Os requisitos para implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade.
    - Modelos e os métodos mais usuais de avaliação da Qualidade.

    3. Programa:

    1. Qualidade: Introdução
    - Conceitos e modelos
    - Qualidade e as estratégias empresariais;
    - Gestão da Qualidade: Fundamentos e Novos Desafios
    2. Sistema Português da Qualidade/Sistema Europeu da Qualidade:
    - Normalização
    - Qualificação: Certificação e Acreditação
    - Metrologia
    3. Sistemas de Gestão da Qualidade
    - Sistemas de Gestão da Segurança Alimentar: pré requisitos
    - Implementação de Sistemas de Gestão da Qualidade
    - Processos directos: Comercial/Concepção/Aprovisionamentos/Processos Operacionais (Transformação/Distribuição)/Assistência Pós-Venda
    - Processos associados: Melhoria/Gestão
    - Normas aplicáveis – Série ISO 9000:2000
    4. Programas de Melhoria da Qualidade - Modelo da Qualidade Total E.F.Q.M.
    5. Avaliação da Qualidade: Auto-Avaliação; Custos da Qualidade; Auditoria da Qualidade
    6. Aplicação ao sector alimentar: estudo de casos

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • G. Juran, Quality Control Handbook, McGraw-Hill, 1974
    • Oliveira, O. J.: 2006, Gestão da Qualidade – Tópicos Avançados, Pioneira Thomson, São Paulo
    • D. Besterfield, Quality Control, Prentice Hall, 1994
    • A.M.R. Pires, Qualidade - Sistemas de Gestão da Qualidade – 2.ª ed., Edições Sílabo, 2000
    • Normas Aplicáveis

    Bibliografia Complementar

    • J. Hradesky, Aperfeiçoamento da Qualidade e da Produtividade, McGraw-Hill, 1990
    • Leavenworth, Statistical Quality Control, McGraw-Hill, 1990

    5. Avaliação:

    Avaliação Escrita 60%
    Trabalho de Grupo 40%

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Sistemas de Energia (Energy Systems)

    Sistemas de Energia (Energy Systems)

    Código: 1587
    Responsável: Miguel Centeno da Costa Ferreira Brito (FC/UL)
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia de Sistemas Bioenergéticos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 30 Práticas/Laboratoriais: 40 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Apresentar um conjunto de conhecimentos e conceitos que permitam compreender os novos paradigmas de funcionamento dos sistemas de energia relativamente à integração no sistema de diferentes tipos de instalações de produção distribuída, nomeadamente diferentes tecnologias de conversão energética utilizadas pela produção distribuída e pela microgeração, a sua adequação aos recursos naturais e custos associados. A optimização da integração das diferentes tecnologias será discutida considerando o cenário do carro eléctrico.

    3. Programa:

    1. Oferta (recursos, tecnologias, custos)
    1.1 Energia solar térmica
    1.2 Energia hídrica
    1.3 Energia eólica
    1.4 Energia fotovoltaica
    1.5 Energia de biomassa
    1.6 Rede eléctrica e transporte de calor
    2. Procura (perfis de consumo)
    2.1 Energia eléctrica
    2.2 Calor
    2.3 Transportes
    3. Integração de sistemas de energia
    3.1 Instrumentos condicionamento de consumo
    3.2 Cenários de integração de sistemas de energia

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Sorensen, Renewable Energies, 3rd Edition, 2004, Elsevier

    5. Avaliação:

    A avaliação será definida por três apresentações dos alunos e um documento escrito sobre os temas em discussão.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Sistemas de Informação Geográfica (Geographic Information Systems)

    Sistemas de Informação Geográfica (Geographic Information Systems)

    Código: 1503
    Responsável: Maria da Graça Corte-Real Mira da Silva Abrantes e Manuel Lameiras de Figueiredo Campagnolo
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas; Engenharia Agronómica
    Ramos: Engenharia Agronómica - Economia Agrária e Gestão do Território; Engenharia Rural

    Ano Curricular: 1º (MACB) / 2º (EAgr) Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Técnicas e métodos de modelação cartográfica para aplicações SIG
    Operações de análise espacial em ambiente SIG para implementação de modelos
    Implementação e exploração de restrições topológicas intra-tema e inter-temas
    Automatização de procedimentos envolvendo dados espaciais

    3. Programa:

    Estruturas de dados espaciais. Definição de operações espaciais básicas. Integração de dados. Criação de modelos cartográficos. Utilização do Arc/GIS.
    Resolução de problemas de modelação envolvendo dados espaciais. Operações de análise espacial avançadas.
    Implementação de geodatabases. Definição de restrições de integridade dos dados. Análise espacial em redes.
    Introdução ao desenvolvimento de procedimentos automáticos para processamento de dados espaciais.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • P. Longley, M. Goodchild, D. Maguire, D. Rhind, 2005, Geographic Information Systems and Science, 2nd Edition, Wiley
    • R. Laurini, D. Thompson, 1993, Fundamentals of Spatial Information Systems, Academic Press, (A.P.I.C. Series, No 37)

    Bibliografia Complementar

    • J. L. Matos, 2001. Fundamentos de Informação Geográfica (Lidel).
    • T.Ormsby, E.Napoleon, R.Burke, C.Groessl, L.Feaster,2004, Getting to Know ArcGIS Desktop, 2nd edition, ESRI Press

    5. Avaliação:

    Trabalho prático de projecto e exame

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Sistemas de Produção Animal nos Trópicos (Animal Production Systems in Tropics)

    Sistemas de Produção Animal nos Trópicos (Animal Production Systems in Tropics)

    Código: 1564
    Responsável: Bernardo Manuel Teles de Sousa Pacheco de Carvalho
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Optativa


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Capacitar os estudantes nas áreas de Produção e Saúde Animal nos trópicos. Num enquadramento multi-disciplinar pretende-se que os alunos possam adquirir melhor percepção sobre conceitos de sistemas de produção e respectiva aplicabilidade em meios tropicais. Estudo dos principais sistemas de produção animal e agro-pecuários, ainda com especial destaque para a problemática da sustentabilidade. A produção animal e o ambiente, a salvaguarda da saúde animal e pública são elementos de referência.

    3. Programa:

    1 – Sistemas de produção nos trópicos e a produção animal
    2 – Principais sistemas de produção animal
    3 – A produção pecuária e os sistemas de ocupação e de desflorestação
    4 – Sistemas de produção e consumo em Africa e respectiva evolução recente
    5 – Sistemas de produção e consumo na América Latina e recente evolução
    6 – Contribuições das várias espécies e raças para a alimentação humana, geração de rendimento e desenvolvimento regional
    7 – Gestão de efectivos, instalações pecuárias, nutrição e alimentação animal: noções introdutórias

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • A definir

    5. Avaliação:

    Por testes e trabalho de revisão bilbiográfica

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Sistemas de Produção de Carne e Leite (Milk and Meat Production Systems)

    Sistemas de Produção de Carne e Leite (Milk and Meat Production Systems)

    Código: 1507
    Responsável: Fernando Baltazar Santos Ortega
    Outros docentes: João Pedro Bengala Freire e Maria Madalena dos Santos Lordelo
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
    Ramo: Processamento de Alimentos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se que os mestrandos fiquem com uma noção tão alargada quanto possível dos diversos sistemas de produção que contribuem para a produção de carne e leite, não só em Portugal, mas também no mundo. Outro dos objectivos, é não só o modo como esses sistemas funcionam e quais as suas condicionantes, bem como o tipo de produtos a que dão origem bem como a sua qualidade. Para tudo isto, é necessário conhecer um pouco da espécie animal que está associada a cada uma das produções e dos produtos finais.

    3. Programa:

    1. Segurança Alimentar e Bem Estar Animal nos Diferentes Sistemas de Produção: factores que contribuem para a segurança alimentar e o bem estar animal.
    2. Sistemas de Produção de Carne de Aves. Selecção e multiplicação em avicultura. Frangos de carne e outras espécies avícolas. Reprodutoras pesadas. O centro de incubação.
    3. Sistemas de Produção de Carne e Leite de Ovinos e de Caprinos. O ciclo produtivo da ovelha e da cabra nos diversos sistemas de produção e índices produtivos. A carne de borrego e de cabrito: qualidade da carne e das carcaças − grelhas de classificação. O leite de ovelha e de cabra para o fabrico de queijo: composição do leite e factores de variação.
    4. Sistemas de Produção de Carne de Suíno. Suínos reprodutores: o ciclo produtivo da porca. Os leitões. Os suínos em crescimento e acabamento: estratégias económicas. Instalação de uma suinicultura nos diversos sistemas de produção.
    5. Sistemas de Produção de Carne e Leite de Bovino. Bovinos produtores de carne: crescimento e desenvolvimento: evolução da composição corporal − precocidade. Curvas de crescimento nos diversos sistemas de produção: crescimento compensatório. Bovinos produtores de leite: parâmetros básicos. Os vitelos e as novilhas. A vaca leiteira e a condução da reprodução: síntese e ejecção do leite; curvas de lactação e factores que afectam a produção e a composição do leite.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Coop, I.E., 1992. Sheep And Goat Production (Word Animal Science. C. 1) Ed. I.E. Coop, Elsevier Scientific Publishing Company, Amsterdam.
    • Whittemore C.T., 1993. The Scieence and Practice of Pig Production. Longman Scientific and Technical, Longman Group Essex CM20 2JE. England.
    • WEBSTER, J. (1993) Uderstanding the Dairy Cow, second edition. BSP Professional books, Oxford OX2 0EL, 357 pp.
    • Poultry Production, 1995. (World Animal Science C. 9). Ed. P. Hunton. Elsevier scientific Publishing Company, Amesterdam

    Bibliografia Complementar

    • Haresign, H., 1983. Sheep Production. Ed. Butterworths, Dorough Green, Sevenoaks, Kent TN 158 PH, England
    • EAAP Publication N.º 71, 1995. Goat Production Sistems in the Mediterrenean. Ed. A. El Aich, S. Landau, A. Bourbouze, R. Rubino and P. Morand-Fehr. Wageningen.

    5. Avaliação:

    Exame Final: aprovação à disciplina se classificação ≥ 10 valores

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Sistemas Dinâmicos (Dynamical Systems)

    Sistemas Dinâmicos (Dynamical Systems)

    Código: 1764
    Responsável: Pedro Cristiano Santos Martins da Silva
    Outros docentes: Maria Isabel Varejão de Oliveira Faria
    Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas

    Ano Curricular: 1º/2º Semestral: 2º/1º ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Complementar a formação matemática dos alunos munindo-os de importantes ferramentas, essenciais ao estudo e modelação de diversos fenómenos biológicos. Pretende-se que os alunos adquiram formação tanto teórica como aplicada (com recurso a software matemático).

    3. Programa:

    Equações diferenciais lineares, homogéneas e não homogéneas.
    Sistemas de equações diferenciais lineares com coeficientes constantes. Exponencial de uma matriz. Estabilidade e retrato de fase de um sistema
    Sistemas dinâmicos: teoria qualitativa, teoremas fundamentais.
    Introdução à teoria da bifurcação.
    Equações às diferenças e sistemas dinâmicos discretos. Estabilidade e comportamento caótico.
    Modelação de problemas de Biologia e Ecologia.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Braun, M. (1992), Differential equations and their applications. Springer.
    • Hirsch, M., and Smale, S. (1974) Differential Equations, Dynamical Systems, and Linear Algebra. Academic Press.
    • Hale, J., and Koçak (1991), H. Dynamics and Bifurcations. Springer-Verlag.
    • Perko, L (2001). Differential Equations and Dynamical Systems, Springer.
    • S. Wiggins (1990), Introduction to Applied Nonlinear Dynamical Systems and Chaos. Springer-Verlag.

    5. Avaliação:

    Exame e trabalhos complementares

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Sistemas e Técnicas da Produção Primária (Systems and Techniques of Primary Production)

    Sistemas e Técnicas da Produção Primária (Systems and Techniques of Primary Production)

    Código: 1595
    Responsável: Pedro Jorge Cravo Aguiar Pinto
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia de Sistemas Bioenergéticos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 30 Práticas/Laboratoriais: 40 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecer os fundamentos e objectivos dos sistemas de agricultura mundiais bem como as diferentes tecnologias utilizadas

    3. Programa:

    Conceitos: Sistemas de agricultura
    Sistemas de agricultura mundiais mais representativos
    Técnicas de produção:
    Rotação de culturas
    Desmatações e arroteias
    Modificação das características do solo
    Sementeiras e plantações
    Protecção das culturas
    Amanhos e granjeios
    Rega e drenagem
    Colheita

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Grigg D. B. 1974. The Agricultural Systems of the World: An Evolutionary Approach (Cambridge Geographical Studies)

    5. Avaliação:

    Exame final
    Caso de estudo apresentado pelo aluno

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Sociedade e Sistemas Rurais (Society and Rural Systems)

    Sociedade e Sistemas Rurais (Society and Rural Systems)

    Código: 1765
    Responsável: Fernando Silva Oliveira Baptista
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se que os alunos (1) conheçam a terminologia, noções e conceitos básicos de sistema agrário e rural e de estrutura e sistema social, (2) compreendam e identifiquem as condições de diversidade e complexidade de sistemas agrários e rurais, (3) conheçam as variáveis que a longo prazo influenciam decisivamente a relação das sociedades com o meio biofísico (4) apreendam a historicidade das transformações do espaço (5) compreendam a emergência e as características da economia rural.

    3. Programa:

    I - Introdução à análise de sistemas agrários e rurais: noção de sistema agrário; meio biofísico enquanto condicionante das actividades humanas e impacte destas naquele meio; noção de estrutura e sistema social; formas de propriedade e utilizações agrícolas e não agrícolas dos territórios rurais; trabalho e tecnologias; racionalidades sociais e sustentabilidade dos sistemas.
    Estudos de casos da relação entre sociedades, economias e meios
    Diversidade dos sistemas agrários: percursos; actores e grupos de interesse; caracterização social, económica e técnica.
    II - Agricultura e mundo rural, uma perspectiva histórica: da agricultura ao território; da sociedade rural ao rural; floresta e sociedade; transformação dos sistemas de produção agrícola; tecnologia e transformação do espaço.
    III - Economia Rural
    Da agricultura ao território, o novo paradigma rural: competitividade das zonas rurais; multifuncionalidade; valorização dos activos locais; exploração de recursos não utilizados; diversificação das economias rurais; do subsídio ao investimento.
    Os agentes da economia rural: os diferentes níveis da Administração; os agentes regionais e locais (entidades públicas, privadas e ONGs); a governação local.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • F.O. Baptista, O espaço rural. Declínio da agricultura, Lisboa, 2010
    • J. Diamond, Colapso, Lisboa, 2010
    • OCDE, The new rural paradigm: policies and governance, OCDE, 2006

    Bibliografia Complementar

    • W. Berry, The unsettling of America. Culture & agriculture, São Francisco, 1986.
    • J. Murdoch, P. Lowe, N. Ward,e T. Marsden, The differentiated countryside, Londres, 2003.
    • J. Ploeg, A. Long, e J. Banks, Living countrysides. Rural development processes in Europe: the state of the art, Doetinchem, 2002.
    • R. Williams, O campo e a cidade. Na história e na literatura, São Paulo, 1989.

    5. Avaliação:

    A avaliação de conhecimentos assenta, fundamentalmente, em duas componentes:
    1. os trabalhos realizados pelo formando ao longo do semestre e apresentados nas aulas
    2. um exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Solos e Conservação de Recursos (Conservation of Soil Resources )

    Solos e Conservação de Recursos (Conservation of Soil Resources )

    Código: 1509
    Responsável: Manuel Armando Valeriano Madeira
    Outros docentes: Fernando Manuel Girão Monteiro
    Curso: 2º ciclo - Gestão e Conservação de Recursos Naturais

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 14 Práticas/Laboratoriais : 30 Práticas/Trabalho de Campo: 6 Outras: 1 Total: 51

    2. Objectivos:

    Conhecer as componentes abióticas e biológicas dos solos e a sua importância na génese e dinâmica do solo. Compreender a relação do solo com os outros compartimentos dos ecossistemas terrestres. Conhecer as formas de degradação de solos sob diferentes efeitos de acções humanas, locais e globais. Conhecer os princípios e saber aplicar as técnicas de conservação e restauro de solos e substratos.

    3. Programa:

    A importância do solo nos ecossistemas. Funções do solo na gestão de recursos. O solo como subsistema indispensável à vida e à regulação do ambiente. Processos gerais da formação e evolução do solo. Enquadramento ambiental e ecológico. Consequências para as características e gestão dos ecossistemas terrestres. O solo, a transformação de resíduos e a ciclagem de nutrientes. Ciclos geoquímicos e biológicos de nutrientes. Organismos e ecologia do solo. O solo e as mudanças globais. Os constituintes minerais e orgânicos do solo. Natureza e significado para as características e funções do mesmo. Constituição e arquitectura do solo. Retenção e fluxo de fluídos, nutrientes e substâncias. Consequências para a produtividade vegetal. O solo e o ciclo hidrológico. Interacções solo/planta. O solo e a “metade oculta” (as raízes). Uso e degradação do solo. Acidificação e alcalinização secundárias. Degradação física do solo (compactação). A erosão e medidas de conservação do solo. O solo e a poluição química; contaminantes minerais e orgânicos. O solo e eventos extremos (seca e fogos). Recuperação de solos e de substratos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Aswathanarayana, U. (1999) - Soil Resources and the Environment. Science Publishers, Inc.. Enfield, NH,U.S.A.
    • Botelho da Costa, J.V. (1975) – Caracterização e Constituição do Solo. Fundação Calouste Gulbenkian.Lisboa.
    • Brady, N.C. & Weil, R.R. (1999) – The Nature and Properties of Soil. (12th Edition). Prentice Hall. New Jersey, USA.
    • Calvo, M.S.; Auge, A.J.C.; Ojesto, A.G. & Aguado, I.A. (1999) – Contaminacíon del Suelo: Estudios,Tratamiento y
    • Gestión. Ediciones Mundi-Prensa. Madrid.
    • Lal, R. & Pierce, F.J. (Editors) (1991) – Soil Management for Sustainability. Soil and Water Conservation Society. Iowa, USA.
    • Rattan Lal (Edited by) (1999) - Soil quality and soil erosion. Soil and Water Conservation Society, CRC Press. Iowa, USA.
    • Troeh, F.R.; Hobbs, J.A. & Donahue, R.L. (1991) – Soil and Water Conservation. (Second Edition).Prentice Hall. Englewood Cliffs, New Jersey.

    5. Avaliação:

    Módulo teórico presencial. Módulos práticos constituídos por aulas laboratoriais, nas quais se aplicarão diferentes procedimentos experimentais que visam a aplicação dos conhecimentos relativos aos módulos teóricos. Realização de uma saída de campo para observação de casos de estudo de degradação e recuperação de solos.
    Módulo teórico: Exame escrito (50%);
    Módulos práticos: Elaboração de relatórios (40%);
    Módulo visita de estudo: Apresentação oral de um tema relacionado com a visita de estudo (10%).

    6. Estimativa total de trabalho: 162 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    Apresentações

    Textos de apoio

    Sumários


    Técnicas de Amostragem (Sampling Techniques)

    Técnicas de Amostragem (Sampling Techniques)

    Código: 1511
    Responsável: Maria Manuela Costa Neves Figueiredo
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas

    Ano Curricular: 1º/2º Semestral: 2º/1º ECTS: 3 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 35 Outras: 7 Total: 42

    2. Objectivos:

    Rever e/ou aprender os principais métodos de amostragem aleatória
    Estudar os métodos mais usuais de amostragem de populações animais e vegetais

    3. Programa:

    Plano de amostragem. Escolha do método.
    Amostragem aleatória simples.
    Amostragem aleatória estratificada.
    Amostragem por grupos e multietápica.
    Amostragem sequencial.
    Estimação da abundância de populações animais e vegetais
    Contagens em parcelas, transectos lineares, métodos de captura-recaptura e métodos baseados em distâncias.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Barnett, V. (1991) -- Sample Survey. Principles and Methods. Edward Arnold
    • Krebs, C. J. (1989) -- Ecological Methodology. Harper Collins
    • Seber (1982) - The estimation of animal abundance and related parameters. Griffin, London

    Bibliografia Complementar

    • Cochran, W. G. (1977) -- Sampling Techniques. John Wiley
    • Thompson, S. K. (1992) - Sampling. John Wiley and Sons

    5. Avaliação:

    Exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 84 Horas


    Técnicas de Análise Sensorial (Sensory Analysis Techniques)

    Técnicas de Análise Sensorial (Sensory Analysis Techniques)

    Código: 1800
    Responsável: Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Ciências Gastronómicas
    Ramo:

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 2 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 7 Teórico-Práticas: 7 Práticas: 7 Outras: 7 Total: 28

    2. Objectivos:

    Aprender a seleccionar e treinar os provadores para um painel analítico.
    Aprender a delinear ensaios de análise sensorial que originem resultados exactos e precisos.
    Aprender a tratar e interpretar os resultados da análise sensorial.
    Perceber a importância da análise sensorial na caracterização e no desenvolvimento de novos produtos.
    Conhecer as particularidades da análise sensorial de alguns produtos: azeite virgem, queijo e manteiga.

    3. Programa:

    A qualidade sensorial dos alimentos.
    A fisiologia das sensações.
    A necessidade de objectivar a prova organoléptica: criação do Painel de Provadores (tipos de painéis, selecção e treino de provadores, tipos de prova; tratamento estatístico dos resultados da análise sensorial).
    Alguns exemplos de aplicação da análise sensorial: prova de azeite virgem, de queijo e manteiga.

    Método de ensino

    O ensino das diferentes matérias será ministrado em aulas teóricas e práticas.
    Os conceitos apresentados nas aulas teóricas serão, sempre que possível, ilustrados através da realização de aulas práticas de análise sensorial e de tratamento e interpretação dos resultado obtidos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • ACTIA (1999), Évaluation Sensorielle- Guide de Bonnes Pratiques,(D. Majou, coordenador).
    • Lawless, H.T, Klein, B.P. (1991), Sensory Science. Theory and Applications in Foods, IFT Basic Symposium Series, Marcel Dekker, Inc., New.
    • Angerosa, F. (2000), Sensory quality of olive oils, In: Handbook of Olive Oil- Analysis and Properties, (J. Harwood, R. Aparício, eds.), Aspen Publishers Inc., Gaithersburg, Maryland, pp. 355- 392.
    • CIDIL (1995) L’évaluation sensorielle appliquée aux produits laitiers. CIDIL, Les Produits Laitiers. Paris.
    • Bérodier, F. et al. (1997), Guide to the smell, aroma and taste evaluation of hard and semi-hard cheeses. AIR 2039, G.E.CO.TE.F.T. Poligny.
    • Fortin, J., Desplancke, C. (1998) Guide d’entraînement d’un jury de dégustation. La Fondation des Gouverneurs e Edisem, Canada.
    • Lavanchy, P. et al. (1994), A guide to the sensory evaluation of texture of hard and semi-hard cheeses. INRA.
    • Mahaut, M.; Jeantet, R.; BRULÉ, G., Schuck, M. (2000), Les produits industriels laitiers. Éd. Tec & Doc, Lavoisier.

    5. Avaliação:

    Os alunos deverão desenvolver um pequeno projecto no campo da análise sensorial, em que serão aplicadas as metodologias de base aprendidas nas aulas e que constituirá objecto de avaliação
    (30% nota final).
    Realizar-se-á um teste teórico (ou exame final) que terá o peso de 70% na nota final.

    6. Estimativa total de trabalho: 56 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Técnicas de Simulação (Simulation Techniques)

    Técnicas de Simulação (Simulation Techniques)

    Código: 1768
    Responsável: Maria Manuela Costa Neves Figueiredo
    Outros docentes: Maria João Teixeira Martins
    Curso: 2º ciclo – Matemática Aplicada às Ciências Biológicas

    Ano Curricular: 1º/2º Semestral: 2º/1º ECTS: 3 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 35 Outras: 7 Total: 42

    2. Objectivos:

    Introduzir a noção de número pseudo aleatório. Apresentar diversas aplicações em Estatística.

    3. Programa:

    Geração de números pseudo-aleatórios.
    Geração de amostras aleatórias provenientes de distribuições discretas e contínuas não uniformes.
    A Estatística Computacional e os Métodos de Monte Carlo.
    Métodos de reamostragem: o jackknife e o bootstrap.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Devroye, L. (1986) Non-Uniform Random Variate Generation. Disponível em http://cg.scs.carleton.ca/~luc/rnbookindex.html
    • Efron, B. e Tibshirani, R.J. (1993). An Introdution to the Bootstrap, Chapman & Hall.
    • Kleijnen, J. e van Groenendaal, W. (1988). Simulation. A Statistical Perspective, John Wiley.
    • Rubinstein, R.Y. (1981).Simulation and the Monte Carlo Method, John Wiley & Sons.
    • Shao, J. e D. Tu, D. (1996). The Jackknife and Bootstrap, Springer-Verlag, New York.

    Bibliografia Complementar

    • Fishman, G. S.(1996).Monte Carlo. Concepts, Algorithms and Applications, Springer.
    • Bratley, P., Fox, B.L. e Schrage, L.E. (1987) A Guide to Simulation, Springer-Verlag.
    • Ripley, B. D. (1987). Stochastic Simulation John Wiley & Sons.

    5. Avaliação:

    Exame

    6. Estimativa total de trabalho: 84 Horas


    Técnicas Laboratoriais em Química e Bioquímica (Chemistry and Biochemistry Laboratory)

    Técnicas Laboratoriais em Química e Bioquímica (Chemistry and Biochemistry Laboratory)

    Código: 1514
    Responsável: Miguel Pedro de Freitas Barbosa Mourato
    Outros docentes: Maria José Antão Pais de Almeida Cerejeira, Maria Leonor Mota Morais Cecílio e Maria Luísa Louro Martins
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Zootécnica – Produção Animal; Engenharia Alimentar

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Engenharia Zootécnica – Produção Animal
    Optativa: Eng Alimentar/Qualidade e Segurança Alimentar


    1. Horas de contacto:

    Teórics: 28 Teórico-Práticas: 42 Outras: 14 Total: 84



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    Sumários (2010/2011)

    2. Objectivos:

    Pretende-se que os alunos tomem conhecimento das mais recentes técnicas laboratoriais nas áreas de química e bioquímica com interesse para a sua área de formação, e que aprendam a trabalhar no laboratório de um modo correcto, em segurança, com os equipamentos associados às técnicas analíticas estudadas. Pretende-se ainda que os alunos aprendam a executar correctamente um protocolo experimental retirado de diversas fontes (como artigos científicos), e sejam capazes de o descrever adequadamente e de reportar os resultados de uma forma correcta.

    3. Programa:

    Introdução ao Laboratório. A segurança no laboratório. Caderno de laboratório: organização dos resultados.
    Interpretação e execução de um protocolo experimental. Realização de um protocolo experimental.
    Técnicas básicas de medição de volumes e de massas.
    Titulação, determinação de pH
    Espectrofotometria molecular: UV/visivel, infravermelhos
    Espectrofotometria atómica: Absorção e Emissão
    Cromatografia: camada fina, HPLC, cromatografia gasosa
    Espectrometria de massa, HPLC-MS e GC-MS.
    Filtração em gel
    Propriedades funcionais das proteínas (precipitação, solubilidade, influência de pH e da temperatura, quantificação)
    Electroforese nativa e desnaturante. Electroforese 2D.
    Determinação de actividades enzimáticas.
    Acção de enzimas proteoliticas exógenas em carne.
    Enzimas de restrição. Marcadores moleculares.
    Técnicas laboratoriais em Ecotoxicologia
    Técnicas de avaliação da exposição ambiental a resíduos de substâncias químicas
    Técnicas de avaliação de efeitos tóxicos no biota

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Switzer, R., Garrity, L., 1999, “Experimental Biochemistry”, 3rd Ed., W. H. Freeman and Company.
    • Simões, J.A., Castanho, M.A., Lampreia, I.M., Santos, F.J., Nieto de Castro, C.A., Norberto, M., Pamplona, M., Mira, L., Meireles, M., 2000, “Guia do Laboratório de Química e Bioquímica”, Lidel.
    • Skoog, D.A., Holler, F.J., Nieman, T.A., 1998, “Principles of Instrumental Analysis”, 5th Ed., Brooks/Cole.
    • Barceló, D., 2000, Sample handling and trace analysis of pollutants – Techniques, applications and quality assurance, Vol. 21, Elsevier Science, Amsterdam.

    Bibliografia Complementar

    • Pawliszyn, J., 1997, Solid phase microextraction – Theory and pratice. Wiley-VCH, New York, USA.
    • Dean, J. R., 1998, Extraction methods for environmental analysis. John Wiley & Sons, UK.
    • Persoone, G., Janssen, C. & De Coen, W., 2000, New Microbiotests for Routine Toxicity Screening and Biomonitoring, Kluwer Academic/Plenum Publishers.
    • Harris, D. G., 2003, “Quantitative Chemical Analysis”, 2003, H. W. Freeman & Comp.

    5. Avaliação:

    A avaliação é continua, tendo os alunos de assistir às aulas práticas, realizar o trabalho de laboratório e responder a questionários ou elaborar relatórios. A avaliação contínua permite dispensar de exame final desde que o aluno atinja os mínimos estabelecidos (10).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Tecnologia das Carnes e Pescado (Meat and Fish Technology)

    Tecnologia das Carnes e Pescado (Meat and Fish Technology)

    Código: 1517
    Responsável: Teresa de Jesus da Silva Matos
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
    Ramo: Processamento de Alimentos

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Teórico-Práticas: 32 Outras: 10 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se que o aluno:
    i) conheça e distinga a composição e as características dos vários produtos de origem animal;
    ii) formule e calcule estivas;
    iii) interprete o lay-out das indústrias de transformação de carnes e pescado;
    iv) compreenda o funcionamento dos centros de abate;
    v) conheça as tecnologias de fabrico dos produtos cárneos, dos produtos da pesca e da tecnologia aplicada a bordo e,
    vi) conheça e interprete a legislação do sector.

    3. Programa:

    - Bioquímica da carne e do pescado. Estrutura e bioquímica do músculo. Transformação do músculo em carne. Maturação e degradação da carne. Capacidade de retenção e captação de água. Qualidade da carne (características). Aptidões tecnológicas das carnes e emulsões cárneas.
    - Gestão e controlo da produção nos Matadouros. Tecnologias e tipos de abate. Desmancha e cálculos de estivas. Estimulação eléctrica. Utilização e aplicação do frio. Lay-out do matadouro. Legislação.
    - Transformação de carnes. Formulação e custos de produção. Instalações e equipamentos industriais. Lay-out das indústrias de transformação de carnes. Tecnologias de fabrico de produtos cárneos. Embalagem, conservação e logística industrial. Aditivos e invólucros. Legislação.
    - Tecnologia do pescado. Captura, transporte, conservação e degradação. Tecnologia de bordo e outros ciclos de processamento. Sub-produtos. Legislação.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Prandl, O., Fischer, A., Schmidhofer, T., Sinel, H. 1994. Tecnología e Higiene de la Carne. Editorial Acribia, S.A., Zaragoza, Espanha.
    • Hall, G.M. 2001. Tecnología del procesado del pescado. Editorial Acribia, S.A. Zaragoza, Espanha. Matos, T.J.S., Barreto, A.S.F.H., Bernardo, F.M.A. 2004. Demonstração e interesse da aplicação de um modelo para determinação de custos de produção nas indústrias de transformação de carnes. Revista Portuguesa de Ciências Veterinárias, 99, 117-122.
    • Puolanne, E. (1999). Cooked meat products. Proceedings of 45th ICoMST, Yokohama, Japan, 116-120.

    Bibliografia Complementar

    • Effenberger, G. 1980. Tripas Artificiales. Editorial Acribia S.A., Zaragoza, Espanha.
    • Genot, C. 2003. Congelación y Calidad de la Carne. Editorial Acribia, S.A. Zaragoza, Espanha.
    • Koohmaraie, M.; Geesink, G.H. (2006). Contribution of postmortem muscle biochemistry to the delivery of consistent meat quality with particular focus on the calpain system. Meat Science 74: 34-43.
    • Huff-Lonergan, E.; Lonergan S. M. (2005). Mechanisms of water-holding capacity of meat: The role of postmortem biochemical and structural changes. Meat Science 71: 194-204.

    5. Avaliação:

    Aprovação à disciplina para classificação final de 10 valores na avaliação contínua ou após realização de exame. Funcionamento em 4 módulos. Inclui:
    - realização de discussões de artigos científicos
    - realização de dois testes

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


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    Tecnologia do Açúcar e Produtos Alternativos (Technology of Sugar and Alternative Products)

    Tecnologia do Açúcar e Produtos Alternativos (Technology of Sugar and Alternative Products)

    Código: 1521
    Responsável: Maria Isabel Nunes Januário
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
    Ramo: Processamento de Alimentos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Teórico-Práticas: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Dar a conhecer um Sector onde se insere a tecnologia e indústria do açúcar e produtos relacionados, com implantação quer a nível europeu (cana e beterraba sacarina) quer a nível das regiões tropicais (cana-de-açúcar).
    Permitir a aplicação na prática industrial concreta, dos conhecimentos adquiridos pelos alunos em outras disciplinas da especialidade de carácter mais geral.
    Dotar os alunos com um conjunto de técnicas/ métodos laboratoriais quer de aplicação específica aos produtos desta tecnologia, quer de aplicação mais generalizada.

    3. Programa:

    - Sector do açúcar: caracterização e enquadramento europeu e mundial.
    - Fontes convencionais de açúcar (sacarose): tipos e características das fontes (cana-de-açúcar e beterraba sacarina) e do açúcar produzido.
    - Tecnologia de produção de açúcar a partir da cana e beterraba sacarinas: diagramas de fabrico e operações tecnológicas.
    - Critérios de qualidade do açúcar. Análise laboratorial. Legislação e regulamentação nacional e europeia.
    - Características e valorização dos subprodutos do processamento dos materiais sacarinos
    - Produção de álcool (etanol) em complemento ou alternativa à produção de açúcar a partir do processamento dos materiais sacarinos e afins. Utilização alimentar e não alimentar do álcool.
    - Outras fontes vegetais de açúcar(es) alternativas às convencionais.
    - Edulcorantes naturais (calóricos e não calóricos) e de síntese. Poder edulcorante e outras características destes produtos.
    - Utilização do açúcar e outros edulcorantes na indústria alimentar. Estudos de caso.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Chen, J.; Chou, C.C. (ed.), Cane Sugar Handbook, 12th ed. New York, John Wiley & Sons, Inc., 1993.
    • Clarke, M. A.; Godshall, M. A.(ed.), Chemistry and Processing of Sugar Beet and Sugar Cane. Elsevier, 1988.
    • McGinnis, R.A., Beet Sugar Technology, 2nd ed. Colorado, Beet Sugar Development Fundation, 1971.
    • Multon, J. L. (ed.), Le Sucre., les Sucres, les Edulcorantes et les Glucides de Charge dans les I.A.A. Paris, Lavoisier, 1992.
    • Nelson, A.L., Sweeteners – alternative. St. Paul, MI (USA), Eagan Press, 2000.
    • Alexander, R.J., Sweeteners – nutritive. St. Paul, MI (USA), Eagan Press, 1998.
    • Schneider, F. (ed.), Sugar Analysis -ICUMSA Methods. Peterborough, British Sugar Corporation, 1979

    Bibliografia Complementar

    • www.sucrose.com/
    • www.illovosugar.com/worldofsugar/internationalSugarStats.htm
    • www.sugaronline.com/
    • www.agra-net.com/

    5. Avaliação:

    Sistema de avaliação contínua, com as seguintes componentes:
    - Seminários (em grupo) – apresentação oral com discussão e trabalho escrito
    - Relatórios das aulas laboratoriais (individuais)
    - Teste (individual) sobre as principais matérias do programa

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    I - Informação Geral e Organização da UC

    Organização da UC

    Plano de Aulas


    II - Material de Apoio às Aulas
    Bibliografia

    MÓDULO I

    AULAS
    Caracterização do Sector do Açucar - Edulcorantes I
    Caracterização do Sector do Açucar-Edulcorantes II
    Caracterização do Sector do Acucar-Edulcorantes III
    Caracterização do Sector do Acucar-Edulcorantes IV


    Apresentações dos Alunos

    MÓDULO II

    MÓDULO III


    Tecnologia dos Alimentos para Animais (Feed Manufacturing Technology)

    Tecnologia dos Alimentos para Animais (Feed Manufacturing Technology)

    Código: 1522
    Responsável: Maria Madalena dos Santos Lordelo
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Zootécnica – Produção Animal; Engenharia Alimentar
    Ramo: Engenharia Alimentar - Processamento de Alimentos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Engenharia Zootécnica – Produção Animal
    Optativa: Eng Alimentar/Qualidade e Segurança Alimentar


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecimento dos ingredientes utilizados em rações para animais.
    Compreensão de todos os processos dentro de uma fábrica de rações.
    Capacidade de intervenção tendo em vista a melhoria da eficiência produtiva numa fábrica de rações.
    Compreender a importância do controlo de qualidade a montante, a jusante e na própria fábrica.
    Entendimento da conservação e beneficiação de forragens, fenos e silagens.

    3. Programa:

    Caracterização dos alimentos para animais. A industria dos alimentos compostos no mundo e em Portugal. As matérias-primas utilizadas no fabrico de alimentos compostos. A recepção, controlo de qualidade e armazenamento de matérias-primas. Equipamento utilizado na movimentação das matérias-primas e do produto acabado. Moenda e tipos de moinho. Mistura e tipos de misturadores. A granulação e a expansão. Incorporação de líquidos aos alimentos compostos. Ensaque, controlo de qualidade e transporte do alimento composto. Particularidades no fabrico de alimentos compostos para peixes. Código de boas práticas e HACCP no fabrico de alimentos compostos. Conservação e beneficiação de forragens, fenos e silagens. Visita de estudo a fábrica de alimentos compostos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • McEllhiney, R. R. 1994. Feed Manufacturing Technology IV (4th ed). American Feed Industry Association, Virginia.
    • Orskov, E. R. 1988. Feed Science – World Animal Science. Elsevier Science Publishers. The Netherlands.
    • National Feed Ingredients Association (NFIA). 1990. Hay and Silage Management. Bolsen, K. K., Baylor, J. E., McCullough, M. E. (Eds.). North America, 150 pp.

    Bibliografia Complementar

    • Kellems, R. O. and D. C. Church. 2002. Livestock feeds and feeding (5th ed). Prentice Hall, New Jersey.
    • Woodford, M. K. 1984. The Silage Fermentation. Kaskin, A. I., Mateles R. I. (Eds.). NY, 320 pp.

    5. Avaliação:

    Avaliação de apresentação de trabalhos – 30%
    Classificação de exame escrito – 70%

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Tecnologia dos Cereais (Cereal Technology)

    Tecnologia dos Cereais (Cereal Technology)

    Código: 1523
    Responsável: Isabel Maria Nunes de Sousa
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
    Ramo: Processamento de Alimentos

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecer as principais matérias primas, operações de processamento e indústrias transformadoras de cereais, bem como as metodologias de controlo e desenvolvimento de produto.

    3. Programa:

    Importância das Indústrias dos Cereais: Os cereais na história da alimentação; Importância económica e nutricional; Principais indústrias de cereais. Estudo comparativo dos grãos dos principais cereais (trigo, milho, cevada, arroz e centeio); Morfologia externa; Estrutura microscópica, Composição química. Operações gerais de preparação dos cereais: Transporte; Recepção, Armazenamento; Pré-limpeza Moenda via seca do trigo: Evolução histórica do processo; Tipos e objectivos (produção de farinha e produção de sêmolas); Preparação do cereal para a moenda: limpeza e condicionamento. Moenda propriamente dita. Moenda via húmida: Produção de amido: importância do amido na indústria e suas utilizações; Diagrama de produção de amido de milho; Principais operações e equipamentos. Adaptação do diagrama à produção de fécula de batata; Derivados de amido: principais tipos e aplicações. Os componentes da farinha e sua funcionalidade: As fracções proteicas; as proteínas do glúten. O amido: estrutura do grânulo; gelatinização; Outros polissacáridos; Os lípidos: composição e funcionalidade; Elementos minerais. Avaliação da qualidade das farinhas e outros produtos de moenda: classificação dos factores de qualidade; Componentes da qualidade industrial; qualidade nutricional do trigo e seus produtos. Panificação: Matérias primas principais (farinha, água, levedura e sal); Matérias primas secundárias; O processo de panificação; Reologia e química da massa; equipamentos. Produção de bolachas; Tipos de massas de bolacha; Matérias primas pricipais, secundárias e agentes químicos; Diagramas de produção de vários tipos de bolachas; equipamentos. Produção de massas alimentícias: Tipos de massas; Critérios de qualidade; matérias primas e diagramas de produção. Descasque e branqueamento de arroz: Produção e consumo mundial de arroz; Critérios de qualidade; Secagem; Moenda convencional; Produção de arroz pré-cozido. Tecnologia cervejeira: Matérias Primas; Diagrama de Produção. Maltagem: Definição e objectivos; Diagrama de produção; Bioquímica da maltagem; Tipos de malte e sua caracterização. A extrusão-cozedura em tecnologia dos cereais: Princípios da extrusão; Cereais de pequeno almoço; Snack foods; Microestrutura dos produtos extrudidos; alterações nas macromoléculas. A produção de Bio-etanol; Sacarificação; Fermentação; A produção de bio-plásticos

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Farral, A.W. (1976) Cereal grain processing p. 285-294
    • Matz, S.A.(1970) Cereal technology 395 p. AVI Publishing Company Connecticut.
    • Godon, B. (Coord.) / Willm, C. (Coord.) (1991) Les industries de première transformation des céréales 694p
    • Hoseney, R.C (1986). Principles of cereal science and technology AACC
    • Hough,J.S.(1971) Malting and Brewing Science. Chapman and Hall.London
    • Kokini, J.L. (ed.) / Ho, C.T. (ed.) / Karwe, M.V. (ed.) (1992). Food extrusion science and technology
    • Pomeranz, Y. (ed.) (1988). Wheat chemistry and technology AACC St. Paul, MI (US).

    5. Avaliação:

    A - Relatório sobre as técnicas laboratoriais de análise de grão e de farinhas realizadas (10% da nota final)
    B - Trabalho de Grupo e Exposição oral de um tema no âmbito da U.C. (30% da nota final).
    C - Teste ou exame final (60% da nota final)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012


    Tecnologia dos Óleos e Gorduras (Oil and Fat Technology)

    Tecnologia dos Óleos e Gorduras (Oil and Fat Technology)

    Código: 1524
    Responsável: Maria Suzana Leitão Ferreira Dias Vicente
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Alimentar
    Ramo: Processamento de Alimentos

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Adquirir os conceitos básicos da Tecnologia de Óleos e Gorduras, que permitem preparar o aluno para a sua actividade profissional nas diferentes indústrias de óleos e gorduras (lagares de azeite; unidades de extracção de óleos vegetais e animais; refinarias, fábricas de margarinas e de biodiesel).

    3. Programa:

    Definição de gordura e óleo, propriedades físicas, químicas e funcionais das gorduras, reacções e fenómenos de degradação das gorduras, importância tecnológica destas reacções. A importância das gorduras na alimentação. O azeite: definição e tipos comerciais, métodos de extracção e equipamento utilizado. As gorduras de sementes de oleaginosas pobres e ricas em óleo: métodos de extracção e equipamentos utilizados. Óleos e gorduras animais: métodos de extracção e equipamentos utilizados. A refinação dos óleos e gorduras: objectivos, refinação alcalina e refinação física, operações e equipamentos utilizados. Técnicas de modificação de gorduras: fraccionamento, hidrogenação e interesterificação. Margarinas e cremes de barrar: definições e técnicas de fabrico. A operação de fritura. Novas tendências na tecnologia de óleos: produção de lípidos estruturados por via química e enzimática; produção de biodiesel.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Boskou, D.: 1998, Química y Tecnologia del Aceite de Oliva, 291 p.p., AMV Ediciones, Mundi– Prensa.
    • Karleskind, A.:1996, Oils & Fats - Manual, Vol.1, 806 p.p., Lavoisier Publishing.
    • Karleskind, A.:1996, Oils & Fats - Manual, Vol.2, 1572 p.p., Lavoisier Publishing.

    Bibliografia Complementar

    • Denise, V. (1982), Le Raffinage des Corps Gras, 243 p.p., Les Éditions des Beffrois - Westhoek – Editions.
    • Gouveia, J.M.N.B. (1995) Azeites Virgens do Alto Alentejo. Comportamentos Químico, Tecnológico e Sensorial, 570 p.p., Dissertação para obtenção do grau de Doutor na U.T.L.
    • Hamilton, R. J.; Bhati, A. (1987) Recent Advances in Chemistry and Technology of Fats and Oils, 188 p.p., Elsevier Applied Science - London and New York.

    5. Avaliação:

    Relatório sobre as técnicas laboratoriais de análise de azeite realizadas(10% da nota final)
    Exposição oral individual de um tema no âmbito da U.C. (30% da nota final).
    Teste ou exame final (60% da nota final)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


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    Tecnologia dos Produtos Animais (Animal Products Technology)

    Tecnologia dos Produtos Animais (Animal Products Technology)

    Código: 1525
    Responsável: Teresa de Jesus da Silva Matos
    Outros docentes: António Pedro Louro Martins
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Zootécnica – Produção Animal

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se que o aluno:
    i) conheça e distinga a composição e as características dos vários produtos de origem animal;
    ii) formule e calcule estivas;
    iii) interprete o lay-out das indústrias de transformação de carnes e pescado;
    iv) compreenda o funcionamento dos centros de abate;
    v) conheça as tecnologias de fabrico dos produtos cárneos, dos produtos da pesca e da tecnologia aplicada a bordo;
    vi) adquira noções sobre os fundamentos do fabrico dos vários produtos lácteos e,
    vii) conheça e interprete a legislação do sector.

    3. Programa:

    - Bioquímica da carne e do pescado. Estrutura e bioquímica do músculo. Transformação do músculo em carne. Maturação e degradação da carne. Capacidade de retenção e captação de água. Qualidade da carne (características). Aptidões tecnológicas das carnes e emulsões cárneas.
    - Gestão e controlo da produção nos Matadouros. Tecnologias e tipos de abate. Desmancha e cálculos de estivas. Estimulação eléctrica. Utilização e aplicação do frio. Lay-out do matadouro. Legislação.
    - Transformação de carnes. Formulação e custos de produção. Instalações e equipamentos industriais. Lay-out das indústrias de transformação de carnes. Tecnologias de fabrico de produtos cárneos. Embalagem, conservação e logística industrial. Aditivos e invólucros. Legislação.
    - Tecnologia do pescado. Captura, transporte, conservação e degradação. Tecnologia de bordo e outros ciclos de processamento. Sub-produtos. Legislação.
    - Tecnologia dos Lactícinios. Composição e características do leite. Ciclo de obtenção e conservação do leite. Tecnologia dos produtos lácteos, ciclos de processamento. Legislação.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Prandl, O., Fischer, A., Schmidhofer, T., Sinel, H. 1994. Tecnología e Higiene de la Carne. Editorial Acribia, S.A., Zaragoza, Espanha.
    • Hall, G.M. 2001. Tecnología del procesado del pescado. Editorial Acribia, S.A. Zaragoza, Espanha. Matos, Puolanne, E. (1999). Cooked meat products. Proceedings of 45th ICoMST, Yokohama, Japan, 116-120.
    • Alais, Ch. Ciencia de la leche. Princípios de técnica lechera. Trad. espanhola por António Lacasa Godina. Editorial Reverté, S.A. Barcelona.
    • Mahaut, M.; Jeantet, R.; Brulé, G.; Schuck, P. Les produits industriels laitiers. Éd. Tec & Doc, Lavoisier.

    Bibliografia Complementar

    • Koohmaraie, M.; Geesink, G.H. (2006). Contribution of postmortem muscle biochemistry to the delivery of consistent meat quality with particular focus on the calpain system. Meat Science 74: 34-43.
    • Huff-Lonergan, E.; Lonergan S. M. (2005). Mechanisms of water-holding capacity of meat: The role of postmortem biochemical and structural changes. Meat Science 71: 194-204.
    • Luquet, F. M. (ed.) Laits et produits laitiers. Vache. Brebis. Chèvre. Vol. I, II e III. Technique et Documentation, Lavoisier, APRIA. Traduzido para português pelas Publicações Europa-América, Colecção Euroagro.

    5. Avaliação:

    Aprovação à disciplina para classificação final de 10 valores na avaliação contínua ou após realização de exame. Funcionamento em 4 módulos. Inclui:
    - realização de discussões de artigos científicos
    - realização de três testes

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Tecnologia dos Produtos Hortofrutícolas (Fruit and Vegetables Processing)

    Tecnologia dos Produtos Hortofrutícolas (Fruit and Vegetables Processing)

    Código: 1526
    Responsável: Margarida Gomes Moldão Martins
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Agronómica; Engenharia Alimentar
    Ramo: Engenharia Agronómica - Hortofruticultura e Viticultura; Engenharia Alimentar – Processamento de Alimentos

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Opcional: Engenharia Agronómica


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 42 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    - Abordar os conhecimentos científicos no que respeita a composição e o processamento de matérias primas de origem vegetal.
    - Compreender os diferentes processos de processamento/conservação de produtos hortofrutícolas;
    - Possibilitar o contacto com casos práticos da indústria alimentar.
    - Pretende-se ainda desenvolver o raciocínio, o espírito crítico, o gosto pela pesquisa e pelo trabalho em grupo e a capacidade de síntese e de comunicação escrita e oral.

    3. Programa:

    Apresentação de: Programa, metodologia de avaliação e bibliografia de suporte à Unidade Curricular.
    Introdução. Composição e estrutura dos produtos hortofrutícolas. Consumo de horto frutícola e efeitos benéficos para a saúde. Bioquímica da Maturação e da Pós-Colheita. Controlo da maturação. Actividade metabólica dos produtos horto frutícolas: respiração, produção de etileno, senescência. Frutos climatéricos e não climatéricos.
    Qualidade pós-colheita de frutos e vegetais. Critérios de qualidade de produtos frescos. Manutenção da qualidade pós-colheita: escolha e calibração, pré refrigeração e conservação frigorífica, atmosfera controlada, pré tratamentos, aplicação de revestimentos comestíveis.
    Produtos hortofrutícolas frescos. Produtos frescos. Produtos minimamente processados. Embalagem activa e embalagem inteligente na conservação de hortofrutícolas frescos e minimamente processados.
    Produtos hortofrutícolas processados Bebidas não alcoólicas. Produtos doces. Produtos secos e desidratados. Produtos fermentados. Novos produtos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Eskin, N.A. (1991) Quality and Preservation of Fruits. CRC Press, Boston.
    • Eskin, N.A. (1991) Quality and Preservation of Vegetables. CRC Press, Boston.
    • Jongen W. (2002) Fruit and vegetable processing. Improving quality. Woodhead Publishing Limited, Cambridge CB1 6AH, England.
    • Moldão-Martins, M. e Empis, J. (2000) Produtos Horto-Frutícolas Minimamente processados. Processamentos mínimos, SPI, Principia, Lisboa
    • Tressler, D.K. E Joslyn, M.A. (1971) Fruit and Vegetable Juice. Processing and Technology. AVI, London.

    Bibliografia Complementar

    • Post harvest Technology Research and Information Centre. University of California. (www.postharvest.ucdavis.edu/)
    • Information Network on Post-Harvest Operations – Food and Agricultural Organization (FAO) (www.fao.org/inpho/)

    5. Avaliação:

    Frequência: presença em 75% das aulas; realização de 2 trabalhos.
    Avaliação contínua: Apresentação escrita e oral de 2 casos de estudo (nota mínima 9,5; 70% da nota final) e relatórios dos trabalhos (30% da nota final; nota mínima 9,5).
    Avaliação por exame: Exame (nota mínima 9,5; 70% da nota final) e relatórios dos trabalhos (nota mínima 9,5; 30% da nota final).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Tecnologia dos Produtos Tropicais (Tropical Products Technology)

    Tecnologia dos Produtos Tropicais (Tropical Products Technology)

    Código: 1527
    Responsável: Maria Helena Guimarães de Almeida
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável; Engenharia Alimentar
    Ramo: Engenharia Alimentar - Processamento de Alimentos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 14 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Pretende-se que o aluno adquira conhecimentos sólidos sobre os produtos abordados bem como os mecanismos envolvidos na sua transformação desde a colheita até ao consumidor.

    3. Programa:

    1. O tratamento pós-colheita no meio tropical.
    2. Produtos estimulantes alimentares tropicais. Cacau. Chá. Café.
    3. Óleos e gorduras tropicais.
    4. Os produtos da palmeira do dendém (óleo de palma e de coconote) e do coqueiro (copra, óleo de coco, coco ralado e cairo) e outros;
    5. Tabaco, estimulante não alimentar;
    6. Raízes e tubérculos tropicais, outras amiláceas e sacarinas. A mandioca e outros;
    7. Frutos tropicais. O caju e outros;
    8. Fibras tropicais. O algodão e outros;
    9. Especiarias.
    O desenvolvimento destas matérias faz-se atendendo aos seguintes aspectos: A planta e os aspectos mais relevantes da cultura para a qualidade do produto final; Principais produtos obtidos, sua importância económica e social; Colheita; Tecnologia pós-colheita (descrição das diferentes operações, equipamento e transformações) e industrialização (breve abordagem); Armazenagem, embalagem e transporte; Características (fisico-químicas, nutritivas, funcionais e tecnológicas) dos produtos; Controle de qualidade; Subprodutos. As aulas práticas envolvem trabalho laboratorial e visitas de estudo a unidades de produção.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • São disponibilizadas as apresentações em power point e cópias dos acetatos projectados bem como de outros elementos de trabalho utilizados durante as aulas. Devido à diversidade de assuntos tratados (estando, consequentemente, a informação dispersa), são apresentadas várias referências (em média, 5) consideradas chave para cada assunto.

    5. Avaliação:

    Frequência: 75% das aulas de laboratório
    Avaliação contínua: dois trabalhos baseados em pesquisa bibliográfica + relatórios das aulas práticas (40% da nota final, nota mínima: 9,5/20)
    Avaliação por exame: 60% da nota final, nota mínima: 9,5/20

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

    Disponível em: https://docs.google.com/#folders/folder.0.0BziPfGmZu9qHNDcwOTU1MzItODAzMS00NzQyLTllMWUtNTkzMjllNjYyMTIw

    Para aceder à informação:
    Clicar em IEA
    A calendarização, temática e material de trabalho das aulas está no ficheiro (que direcciona para os restantes ficheiros):
    aulas e trabalhos TPT 2010 11 22jul11.doc


    Tecnologia Pós-Colheita (Postharvest Technology)

    Tecnologia Pós-Colheita (Postharvest Technology)

    Código: 1562
    Responsável: Maria Helena Guimarães de Almeida
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Capacitação de estudantes candidatos ao 2º Ciclo (Mestrado) do Curso de Agronomia Tropical e Desenvolvimento Sustentável.

    3. Programa:

    Técnicas de conservação de alimentos
    Noções de Tecnologia dos Produtos Tropicais
    Técnicas de secagem
    Protecção Integrada nos produtos agrícolas tropicais
    Métodos de armazenamento de produtos agrícolas secos
    Agentes biológicos (Insectos e ácaros)
    Agentes biológicos (Roedores)
    Detecção de infestações e cálculo de prejuízos de produtos agrícolas secos
    Amostragem em produtos agrícolas secos armazenados
    Fungos dos produtos armazenados
    Meios de protecção (I)
    Meios de protecção (II)

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • AMARO, P. (2003) - A protecção Integrada. ISAPress, 446 p.
    • RICHARD GORHAM, J., Ed (1991) - Ecology and management of food - industry pests. AOAC, USA.
    • SUBRAMANYAM, B. & HAGSTRUM, D.W. (1996) - Integrated management of insects in stored products. USA, 426 p.
    • ROMANO MANCINI, MARIA OTÍLIA CARVALHO, BLAINE TIMLICK, CORNEL ADLER (Eds). 2007. Contribuição para a Protecção do Arroz Armazenado-Manual/Contribution for Integrated Management of Stored Rice Pests-Handbook, IICT, Lisboa, 308p.

    Bibliografia Complementar

    • BUCKLE, A.P. & SMITH, R.H. (Ed.) (1996) - Rodent Pests and Their Control. Cambridge University Press, UK, 391 p.
    • HARRIS, K.L. & LINDBLAD, C. J. (1978) – Postharvest grain loss assessment methods. AACC, 193 p.

    5. Avaliação:

    Apreciação e discussão do trabalho individual de síntese
    Exame escrito individual

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Tecnologias de Produção Animal - carne (Animal Production Techniques - Meat)

    Tecnologias de Produção Animal - carne (Animal Production Techniques - Meat)

    Código: 1528
    Responsável: José Pedro Cardoso Lemos (FMV)
    Outros docentes: João Pedro Bengala Freire, Maria Madalena dos Santos Lordelo, Luísa Almeida Lima Falcão e Cunha e Rui Manuel Vasconcelos Horta Caldeira (FMV)
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Zootécnica – Produção Animal

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Teórico-Práticas: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    No final da disciplina os alunos devem dominar os princípios biológicos da produção de carne das várias espécies animais, assim como delinear, implementar, gerir e avaliar os diversos sistemas de produção, assegurando a saúde e bem-estar animal e a qualidade final dos produtos.

    3. Programa:

    Teórico
    Crescimento e desenvolvimento dos animais das espécies pecuárias.
    Qualidade da carne; conceitos e métodos de avaliação; características organolépticas da carne das várias espécies pecuárias e seus factores de variação.
    Aspectos particulares do crescimento/desenvolvimento nas várias espécies e sua relação com a eficiência e com a composição corporal e da carcaça.
    Métodos de avaliação e valorização das características das carcaça e da carne dos animais das várias espécies pecuárias.
    Sistemas de produção e sua influência nas características da carcaça e da carne.
    Factores tecnológicos e sua importância na qualidade da carne.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Cópia das apresentações elaboradas pelos docentes e textos específicos sobre o tema abordado na aula.

    Bibliografia Complementar

    • Lawrence, T.J.L. e Fowler, V.R. (1997). Growth of farm animals. CAB International, Reino Unido
    • Lawrie, R.A. (2005). Ciência da Carne. 6ª edição. Artmed, Porto Alegre, Brasil
    • Kyriazakis I., 1998. A quantitative biology of the pig. CABI publishing, Cambridge, U.K., 398 pp.
    • NRC, 1998. Nutrient requirements of swine 10th edition. National Academic Press, Washington, USA., 189p.

    5. Avaliação:

    Avaliação em exame final escrito

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Tecnologias de Produção Animal - leite (Milk and Dairy Technology)

    Tecnologias de Produção Animal - leite (Milk and Dairy Technology)

    Código: 1529
    Responsável: João Pedro Bengala Freire
    Outros docentes: Rui Branquinho Bessa (FMV), Rui Manuel Vasconcelos Horta Caldeira (FMV) e António Pedro Louro Martins
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Zootécnica – Produção Animal

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Teórico-Práticas: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    No final da disciplina os alunos devem dominar os princípios biológicos da produção de leite das várias espécies animais (vacas leiteiras, ovelhas, cabras e marrãs), assim como delinear, implementar, gerir e avaliar os diversos sistemas de produção, assegurando a saúde e bem-estar animal e a quantidade e a qualidade final dos produtos.

    3. Programa:

    Crescimento e desenvolvimento dos animais das espécies pecuárias.
    Qualidade do leite; conceitos e métodos de avaliação.
    Sistemas de produção e sua influência na qualidade do leite.
    Factores tecnológicos e sua importância na qualidade do leite.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Sites na internet e artigos científicos

    5. Avaliação:

    Avaliação em exame final escrito

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Tecnologias de Produção Animal - outros (Advance Techniques of Animal Production - Other, than milk and meat)

    Tecnologias de Produção Animal - outros (Advance Techniques of Animal Production - Other, than milk and meat)

    Código: 1530
    Responsável:Rui Manuel Vasconcelos Horta Caldeira (FMV)
    Outros docentes: Maria Madalena dos Santos Lordelo, Rui Branquinho Bessa (FMV), Luísa Almeida Lima Falcão e Cunha, Fernando Ribeiro Alves Afonso (FMV), Ilda Maria Neto Gomes Rosa (FMV), António Manuel Dorotêa Fabião e António S. Ferreira Henriques Barreto (FMV)
    Curso: 2º ciclo – Engenharia Zootécnica – Produção Animal

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Teórico-Práticas: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Aprofundar os conhecimentos sobre a produção de produtos de origem animal para além da carne e do leite. Estão neste âmbito os ovos, as espécies aquáticas e os equinos. Serão ainda transmitidas noções gerais e aplicadas sobre outras produções de menor expressão (cães, espécies cinegéticas, peles e pêlos e mel).

    3. Programa:

    1. Produção de ovos para incubação e de ovos de consumo. Factores que influenciam o tamanho e composição do ovo. Inseminação artificial em avicultura. Novas tecnologias em produção de ovos como alimentação in-ovo e alimentação especializada para pintos logo após eclosão.
    2. Produção de espécies aquáticas. Métodos de processamento dos produtos aquáticos, a sua qualidade e o seu consumo. Manuseamento, conservação, processamento e desenvolvimento de novos produtos. Factores que condicionam alterações dos produtos da pesca e da aquacultura e os resíduos biológicos associados com eles.
    3. Produção de equinos. Produtos finais da exploração equina. Crescimento e desenvolvimento dos equinos. Factores genéticos e ambientais que influenciam as características dos produtos finais da exploração equina. Factores que afectam a eficiência produtiva da exploração de equinos.
    4. Produção de espécies cinegéticas.
    5. Produção de cães.
    6. Produção de peles e de pêlo.
    7. Produção de mel

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Cópias dos ficheiros/diapositivos apresentados nas aulas, Artigos Científicos e Técnicos.

    Bibliografia Complementar

    • Reproduction in Poultry. Etches, R. J.. CAB International. Guelph, Ontario, Canada, 1996.
    • Egg and egg shell quality. Solomon, S. E.. Wolfe Publishing Limited, 1991.
    • Poultry Breeding and Genetics. Crawford, R. D.. Elsevier. Canada, 1990.
    • Venugopal, V. Seafood Processing. Taylor and Francis. 2006.
    • Parker, R. Aquaculture Science. 2nd Edition.Delamar. 2002.
    • Zootecnia – Bases de Producción Animal, Carlos Buxadé, Ediciones Mundi-Prensa, Madrid, Espanha. Feeding and care of the horse, Lon D. Lewis, 2nd ed. 1996, Lippincott Williams & Wilkins, USA

    5. Avaliação:

    Um exame escrito no final da disciplina em que serão avaliadas as matérias leccionadas

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Tecnologias de Tratamento de Água/Águas Residuais (Water and Wasterwater Technology)

    Tecnologias de Tratamento de Água/Águas Residuais (Water and Wasterwater Technology)

    Código: 1531
    Responsável: Elizabeth da Costa Neves Fernandes d'Almeida Duarte
    Outros docentes: Ana Cristina Ferreira da Cunha Queda
    Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
    Ramo: todos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 35 Práticas/Laboratoriais: 35 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Os principais objectivos consistem em proporcionar uma cobertura ampla dos princípios fundamentais e práticas actuais no processamento e distribuição de água, recolha e tratamento de águas residuais. O objectivo é a transferência de conhecimentos dessas matérias para os alunos interessados em continuar os estudos na área do saneamento, tecnologia e engenharia, bem como às pessoas interessadas na operação e manutenção de instalações de tratamento água e águas residuais. Serão também abordados temas relacionados com a qualidade e poluição da água de forma a se compreender as razões inerentes à selecção dos processos de tratamento de água e águas residuais. Os alunos devem ser capazes de compreender as inter-relações entre o funcionamento de cada unidade de forma a integrar os sistemas como um todo.

    3. Programa:

    1. Qualidade das Águas/Águas Residuais
    1.1 Monitorização.
    1.2. Medição dos Parâmetros de Qualidade.
    1.3. Tipo de Parâmetros
    1.4. Parâmetros Chave de Qualidade da Água/Água Residual.
    2. Fluxogramas
    2.1 Processos
    2.2 Parâmetros de Dimensionamento
    2.2 Selecção do Fluxograma
    3. Processos Físicos
    3.1. Sedimentação.
    3.2. Flotação
    3.3. Crivagem.
    3.4. Fragmentação
    3.5. Filtração.
    3.6. Separação Centrífuga.
    4. Processos Químicos
    4.1 Ajuste de pH
    4.2 Precipitação
    4.3 Coagulação e Floculação
    4.4 Oxidação e Redução
    4.5 Desinfecção
    4.6 Incrustação e Inibição de Corrosão
    5. Processos de Sorção
    5.1 Adsorção
    5.2 Amaciamento por Troca Iónica
    5.3 Desionização Troca Iónica
    5.4 Leitos Mistos de Afinamento
    5.5 A troca Iónida nas Águas Residuais
    6. Processos Biológicos
    6.1 Processos Aeróbios de Filme Fixo
    6.1.1 Formação do Biofilme
    6.1.2 Leitos Percoladores
    6.1.3 Discos Rotativos de Contacto
    6.1.4 Filtros Biológicos Arejados
    6.1. 5 Leitos Fluidizados
    6.2 Processos Aeróbios de Biomassa Suspensa
    6.2.1 Lamas Activadas
    6.2.2 Reactores Descontínuos Sequenciais
    6.2.3 Remoção Biológica de Nutrientes
    6.2.4 Biorectores de Membranas
    6.3 Processos Anaeróbio
    6.3.1 Microbiologia e Bioquímica do Processo
    6.3.2 Sistemas Anaeróbios
    6.3.3 Reactores Anaeróbios
    7. Processos de Membranas
    7.1 Membranas e Processos de membranas
    7.2 Estrutura das Membranas
    7.3 Fabrico de Membranas
    7.4 Parâmetros do Processo de Membranas
    7.5 Configuração das Membranas
    7.6 Parâmetros Operacionais no Processo de Membranas
    7.7 Aplicação das Membranas
    7.71 Microfiltração
    7.7.2 Ultrafiltração
    7.7.3 Nanofiltração
    7.7.4 Osmose Inversa
    7.7.5 Electrodiálise
    8. Parâmetros chave de avaliação da eficiência das tecnologias de tratamento de águas/águas residuais e selecção de melhores tecnologias disponíveis
    9. Estudo de Caso.
    10. Elaboração de um projecto

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Duarte, E. (2008). Manual de Tratamento águas, efluentes e resíduos. Serviço de Reprografia do ISA.
    • Hammer, M.J., Hammer Jr., Mark J. (2001). Water and Wastewater Technology. 4th Ed. Prentice-Hall Inc. New Jersey
      Judd S. J. and Jefferson B. (2003) Membranes for Industrial Wastewater Recovery and Re-use Elsevier, Oxford..
    • Metcalf & Eddy, Inc. (2003). Wastewater Engineering: Treatment, Disposal and Reuse. 4th ed., McGraw-Hill, Inc, New York.
    • Stuetz, R. (2009). Principles of Water and Wastewater Treatment Processes. Series Editor: Tom Stephenson. IWA Publishing. London-New York.

    Bibliografia Complementar

    • Gray N. F. Biology of Wastewater Treatment. (2004). 2nd ed., Imperial College Press, London.
    • Lens, P., Hamelers, B., Hoitink, H., Bidlingmaier, W. (2004). Resource Recovery and Reuse in Organic Solid Waste Management. Integrated Environmental Technology Series. IWA Publishing, UK.
    • Parsons S. A.. (2003). Advanced Oxidation Processes for Water and Wastewater Treatment. IWA Publishing, London.
    • Sincero, A.P., Sincero, G.A. (2002). Physical-Chemical Treatment of Water and Wastewater. IWA Publishing, London.
    • Van der Roest H. F., Lawrence D. P. and van Benten A. G. N. (2002). Membrane Bioreactors for Municipal Wastewater Treatment. IWA Publishing, London.

    5. Avaliação:

    A primeira parte está relacionada com aulas de laboratório onde os alunos desenvolveram o trabalho em equipa aplicado ao domínio das tecnologias de tratamento de água e águas residuais - Relatório escrito das actividades laboratoriais.
    A segunda parte consiste na avaliação contínua através de exercícios, visitas de estudo, eventos e discussões sobre problemas da actualidade relacionados com a vida real em Engenharia do Ambiente com o objectivo de avaliar os alunos no que respeita à capacidade de integração dos conhecimentos adquiridos.
    A terceira parte consiste na elaboração de um projecto em grupo relacionado com um estudo de caso, o qual tem que ser apresentado na forma escrita e oralmente.
    Exame final escrito.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Tecnologias de Tratamento de Resíduos (Soil Waste Treatment Technologies)

    Tecnologias de Tratamento de Resíduos (Soil Waste Treatment Technologies)

    Código: 1532
    Responsável: Ana Cristina Ferreira da Cunha Queda
    Outros docentes: Elizabeth da Costa Neves Fernandes d'Almeida Duarte
    Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
    Ramo: todos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Téoricas: 28 Teórico-Práticas: 14 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Aquisição de conhecimentos sobre tratamento de resíduos sólidos urbanos, resíduos agrícolas e agro-industriais, resíduos industriais, resíduos perigosos, lamas e outros resíduos sólidos: classificação, caracterização e tratamento/valorização no enquadramento legislativo actual e pelas melhores tecnologias disponíveis.
    No final da Unidade Curricular os alunos deverão ser capazes de: identificar e caracterizar os fluxos de resíduos e os principais poluentes; descrever os princípios dos processos físicos, químicos e biológicos utilizados para o tratamento de resíduos sólidos; propor soluções de tratamento e avaliar a sua eficiência.

    3. Programa:

    1 – Origem, características e propriedades dos resíduos sólidos
    1.1 Classificação de resíduos sólidos segundo a origem
    1.2 Classificação de resíduos sólidos segundo as características
    1.3 Propriedades físicas, químicas e bioquímicas dos resíduos sólidos
    1.4 Quantificação e caracterização física dos resíduos
    2 – Processos físicos e físicos-químicos e químicos de tratamento de resíduos
    2.1. Separação manual e automática
    2.2 Incineração e co-incineração
    2.3 Pirólise e tecnologia de plasma
    2.4 Hidrólise
    2.5 Desidratação e compactação
    3 – Processos biológicos avançados de tratamento de resíduos
    3.1 Aeróbios
    3.2 Anaeróbios
    3.3 Aeróbios/anaeróbios combinados
    3.4. Outros processos biológicos
    4 – Parâmetros chave para a avaliação da eficiência e selecção de tecnologias de tratamento de resíduos.
    Caso de Estudo: Exemplo da Integração do Tratamento Mecânico Biológico e do Tratamento Biológico Mecânico num Sistema de Tratamento de Resíduos Sólidos Urbanos

    Aulas práticas (laboratoriais, casos de estudo e visitas de estudo)

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Queda C 2010. Origem, características e propriedades dos resíduos sólidos. AEISA.
    • Queda C 2010. Processos físicos e químicos de tratamento de resíduos. AEISA.
    • Queda C 2010. Processos biológicos avançados de tratamento de resíduos. AEISA.
    • Queda C 2010. Guia de Métodos de Análise Laboratorial. AEISA.
    • Diaz L, Bakken P 2005. Solid waste management. CalRecovery.
    • Tchnobanoglous G, Theisen H, Vigil S 1993. Integrated solid waste management. McGraw-Hill.
    • Williams P 2005. Waste Treatment and Disposal. Wiley.

    Bibliografia Complementar

    • DG Env.A.2. 2001. Biological treatment of biowaste, Working document of biological treatment - 2nd Draft.
    • DIRECTORATE-GENERAL ENVIRONMENT, Brussels, 12th February.
    • Anónimo 2008. Especificações Técnicas sobre Qualidade e Utilizações do Composto.
    • Martinho MGM, Gonçalves MGP 1999. Gestão de resíduos. Universidade Aberta, Lisboa.
    • Silveira A, Centeno MSL, Cunha Queda AC 2005. Compostagem de lamas de ETARs de agro-indústrias. Série Resíduos 2, FCT, UNL.

    5. Avaliação:

    A avaliação dos alunos consiste em duas partes:
    - Um exame final sobre a matéria leccionada ou testes intercalares no final de cada módulo (80% da nota final);
    - Um seminário (15-20 min) sobre uma tecnologia aplicada ao tratamento de resíduos realizado individualmente ou em grupo de 2 alunos (20% da nota final).

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Termodinâmica (Thermodynamics)

    Termodinâmica (Thermodynamics)
    Área Científica:
    Coordenador:
    Outros docentes:
    Precedências:

    Curso: ECTS: Ano:


    Programa Resumido

    (a disponibilizar em breve)

    Tópicos Avançados em Teoria da Arquitectura Paisagista (Advanced Topics in Landscape Architecture Theory)

    Tópicos Avançados em Teoria da Arquitectura Paisagista (Advanced Topics in Landscape Architecture Theory)

    Código: 1625
    Responsável: Maria Teresa Amaro Alfaiate
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista

    Ano Curricular: 1 Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28
    Práticas/Laboratoriais (aplicada a Projecto): 42
    Outras: 14
    Total: 84

    2. Objectivos:

    A Diferenciação da Teoria de Arquitectura Paisagista enquanto campo do conhecimento autónomo
    A Teoria de Arquitectura Paisagista enquanto suporte conceptual e área de investigação que informa o Projecto de Arquitectura Paisagista
    Discussão e aprofundamento dos métodos de conhecimento, representação e construção da paisagem e a relação produtiva entre estes, enquanto suporte da intervenção na Paisagem
    Discussão critica de Projectos de Arquitectura Paisagista Contemporâneos, metodologias e conceitos subjacentes.

    3. Programa:

    0 A TEORIA DA ARQUITECTURA PAISAGISTA ENQUANTO CAMPO DO CONHECIMENTO
    1 A PERCEPÇÃO E CONHECIMENTO DA PAISAGEM
    1.1 O Sítio grande promotor / indutor da Paisagem
    1.2 O homem enquanto ser singular na leitura e interpretação da Paisagem
    1.3 Estruturas da Paisagem
    1.4 Ferramentas auxiliares no processo de compreensão e Interpretação da Paisagem
    1.5 O processo tipológico enquanto forma de sistematização e comunicação das várias dimensões da paisagem -Tipos e Arquétipos suporte da criação da paisagem construída.
    1.6 Tipologia do espaço aberto- Desenvolvimento de alguns conceitos para a sua definição.
    2 A REPRESENTAÇÃO DA PAISAGEM
    2.1 As representações da paisagem.
    2.2 A Representação da Paisagem enquanto processo mediador na elaboração do Projecto de Arquitectura Paisagista.
    2.3 A Notação da Paisagem
    3 A CONSTRUÇÃO DA PAISAGEM
    3.1 Conceitos de paisagem
    3.2 Paisagem “Natural” - constrangimento e oportunidade
    3.3 Paisagem ocorrência natural / representação sensorial
    3.4 Paisagem entidade Espacio temporal
    3.5 Paisagem enquanto conteúdo Eidético

    3.6 Construções contemporâneas - discussão critica

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • ALFAIATE, T, 2000, Expressão dos valores do Sítio da Paisagem, Dissertação de Doutoramento ISA, UTL, Lisboa
    • KRIER, L. 1984. Houses, Palaces and Cities, Ed. Demetri Porphyrios, USA.
    • KRIER, L, 1999 Arquitectura Escolha ou Fatalidade , Ed. Estar, Lisboa
    • LINCH , K, [1960], 1988, Imagem da cidade , Ed 70, Lisboa.
    • LINCH , K. 1981. A boa forma da cidade, ed. 70, Lisboa.
    • LINCH, K , 1963, The view from de Road , MIT press, Cambridge
    • NORBERG –SCHULZ , C. [1979],1981. Genius Loci, (Milano, Gruppo Editoriale Electa), Pierre Mardaga editeur, Bruxelles.
    • NORBERG –SCHULZ , C. 1975, Existencia, Espacio, y Arquitectura , Editorial blume, Barcelona
    • ROWE, C. KOETTER F. 1995, Collage city, MIT press, Cambridge, Massachusetts, London.
    • _______,1999, Recovering Landscape , Recovering landscape as a critical cultural practice, Ed. James Corner, Princeton Architectural Press, N. Y
    • _______,2003, Landscape Urbanism , a Manual for the Machinic Landscape, Ed Mohsen Mostafavi and Ciro Naijle,AA publications, London
    • TÁVORA, F. [1962],1999. Da organização do espaço, Faup, Porto.
    • _____The role of typomorphological studies in environomental design research in Changing Paradigms , EDRA, 20, ed. Hardie, G., Moore R. , Sanoff H., Schoool of design North Carolina State University.
    • _______, 2002, Theory in Landscape Architecture, Ed SIMON SWAFFIELD, University of Pennsylvania Press, Philadelphia
    • TRANSIK,R. 1986. Finding lost space, Van Nostrand Reinhold, New York.
    • TUAN, YI-FU. 1974. Tophofilia - A study of Environmental Perception, Attitudes, and Values, Prentice-Hall, Inc., Englewood Cliffs, New Jersey.
    • VENTURI, R. , SCOTT BROWN D, ISEZNOUR S, 1997, (1977 ),( 1972 ) , Learning from las Vegas , MIT Press, Cambridge, Massachusetts, London.

    Bibliografia Complementar

    • ANGÈLIL , M. KLINGMANN A. 1999. Hybrid Morphologies, Infraestructure, Architecture, Landscape, Daidalos, 73.
    • AYMONINO , C. [1975],1984. O significado das Cidades, Ed. Presença., Lisboa
    • BACHELARD,G., [1957], 1994, La Poétique de l` Espace ,Ed. Quadrige/ presses Universitaires, 6ªed, Paris
    • _____, Composer le Paysage - 1989, Constructions et Crises de l`Espace, Direction Odile Marcel, Ed. Champ Vallon, Seyssel.
    • CANNIGIA ,G., MAFFEI,G. [1995],1979. Tipologia de la Edification ,Estructura del espacio antropico, (Lettura dell edilizia di base ), Celeste ediciones, Madrid.
    • CASTEX, J. COHEN J.L., DEPAULE, J. C. 1995, Histoire urbaine , antrophologie de l`espace, CNRS editions, Paris.
    • CORAJOU,M. 1982 Le paysage cèst l` endroit ou la terre et le ciel se touchent in Mort du aysage, Philosophie et Esthétique du Paysage, Ed. Champ Vallon , Seyssel.
    • CORNER,J., the American Landscape in “Architectural Design” , nº11-12, 1996
    • DEWITTE, J. 1996. Visage des Choses, Visage des lieux in Le sens du lieu, Ed. Ousia, Bruxelles.
    • _______, 1994, Ordering space, Types in Architecture and Design, eds Karen Frank, Lynda Schennkloth, VNR, N.York USA.
    • GREGOTTI, V. [1966], 1988. Il territorio dell'Arquitectura, Ed. Fretinelli, 2ª ed, Milano.
    • GREGOTTI, 1981,V., La Forme du Territoire in “ Architecture d`Aujourdui “, nº218.
    • HEIDEGGER,M, 1958, Essais et Conférences. Bâtir, Habiter, Penser, Paris
    • ____, 1996 , Le Sens du lieu, edité par, Michel Mangematin,Philippe Nys, Chris Younès, Ed. Ousia,Bruxelles,
    • ____, 1997,Lieux Contemporains, Direction, Chris Younès & Michel Mangematin, Ed. Decartes & Cie, Paris,
    • ______, 1997,Logique du Lieu et Oeuvre Humaine, Direction Augustain Berque, Philippe Nys, Ed. Ousia, Bruxelles,
    • _____, 1982, Mort du Paysage – Philosophie et Esthétique du Paysage , Actes du Colloque de Lyion, Direction F. Dagognet, Ed. Champ Vallon Seyssel.
    • KOOLHAAS, R. 1994. What Ever Happened to Urbanism, in Hybrid Morphologies, Daidalos, nº 73, 1999.
    • PANARAI,P., DEPAULE, J., DEMORGON M., 1999. Analyse Urbaine, Ed. Parenthèses, Marseille
    • _____. 1989, The role of typomorphological studies in environomental design research in Changing Paradigms , EDRA, 20, ed. Hardie, G., Moore R. , Sanoff H., Schoool of design North Carolina State University.
    • _____. 1963, «Il discorso del Roxi», in Castex ,J. Cohen J.L., Depaule, J. C. , 1995, Histoire urbaine, antrophologie de l`espace, CNRS editions, Paris.
    • NAKAMURA Y. 1997, Loguique du lieu et Savoir Téâtral in Loguique du lieu et Ouvre Humaine, Ed. Ousia, Bruxelles.
    • MERLEAU- PONTI, M., 1945, Phénoménologie de la Percepcion, Gallimard, Paris
    • HIGGINS - DEE, C. 1999. Archetypes and abstractions; Weaving landscape fabric in ECLAS, Conference of Landscape Architecture Schools, Berlin.
    • Livros que abordam questões da Percepção e Fenomenologia do espaço
    • Livros que abordam questões da Representação do Espaço
    • Livros que abordam questões relacionadas com a metodologia e teoria da construção do espaço em Arquitectura Paisagista

    5. Avaliação:

    A disciplina é avaliada através de teste teórico, de um conjunto de apresentações/ discussões críticas realizadas por grupos de alunos sobre algumas obras teóricas e através de um trabalho desenvolvido ao longo do semestre nas aulas práticas. Relativamente ao trabalho, pratico durante o semestre realizam-se duas apresentações em fase intermédia e final do seu desenvolvimento.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Transcriptómica e Proteómica (Transcriptomics and Proteomics)

    Transcriptómica e Proteómica (Transcriptomics and Proteomics)

    Código: 1534
    Responsável: Ricardo Manuel Seixas Boavida Ferreira
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Biologia Funcional

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 28 Teórico-Práticas: 14 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Dar aos alunos uma perspectiva da grande importância actual das técnicas aplicadas em genómica, transcritpómica, proteómica e metabolómica, bem como exemplos concretos da sua aplicação em casos de sucesso reconhecido, quer ao nível das plantas, quer ao nível dos animais, dando especial ênfase ao Homem.

    3. Programa:

    AULAS TEÓRICAS
    1. Apresentação
    Apresentação da disciplina, programa, regras de avaliação e frequência. Bibliografia recomendada e textos de apoio disponíveis.
    Exemplos de linhas de investigação no âmbito da transcriptómica, proteómica e metabolómica/metabonómica.
    2. Introdução
    Definição de conceitos. Introdução à bioinformática. Tópicos “ome/omica” em biologia:
    (i) genoma/genómica;
    (ii) transcriptoma/transcriptómica;
    (iii) proteoma/proteómica;
    (iv) metaboloma/metabolómica.
    Um exemplo concreto de aplicação:
    Um novo conceito de fungicida. Da investigação fundamental à aplicação prática.
    3. Genómica. Sequenciação de genomas: da bactéria ao homem
    Princípios teóricos. Principais métodos: Sequenciação por síntese (Sanger, Pirosequenciação), Sequenciação por ligação (polony method), Sequenciação por hibridação (Microarrays de DNA) e Nanopore.
    Aplicações:
    (i) Identificação de organismos patogénicos (ex: detecção de Legionella pneumophila em condutas de ar condicionado);
    (ii) Diagnóstico de doenças genéticas (ex: diagnóstico prenatal da Fibrose Quistica);
    (iii) Biologia Forense (ex: análise de regiões micro-satélites para identificação civil e investigação criminal).
    4. Transcriptómica. Uma metodologia para compreender a genómica funcional
    Introdução à transcriptómica. “Profiling” da expressão de genes: (i) Clonagem de genes e análise por RT-PCR; (ii) Produção de bibliotecas de cDNA: Métodos e protocolos; (iii) Análise por “Microarrays”; (iv) Utilização de RNA de interferência para compreender as vias celulares de sinalização; (v) Utilização de RNAs para silenciamento da expressão de genes em células e em organismos.
    A transcriptómica como metodologia para elucidar as interacções planta-agente patogénico. Análise global da expressão de genes por Hibridização Subtractica Supressiva.
    5. Proteómica
    Definição e tipos de proteómica.Tecnologia proteómica: (i) Separação de proteínas: Eletroforese mono e bidimensional versus cromatografia líquida bidimensional; (ii) Identificação e caracterização de proteínas: Espectrometria de massa (Peptide Mass Fingerprinting; Sequenciação de novo). Aplicações da proteómica.
    Case-study: Proteoma de neuroblastomas humanos.
    6. A Metabolómica como ferramenta para compreender os processos biológicos e as suas interacções
    Definição de metabolómica. Aplicações. Panorâmica geral de algumas técnicas analíticas disponíveis: (i) Cromatografia;
    (ii) Espectrometria de massa;
    (iii) RMN. Exemplos específicos: Aplicações industriais.
    Case-study.

    Apresentações individuais feitas pelos alunos
    AULAS PRÁTICAS
    1 - Identificação de proteínas por espectrometria de massa
    2 - Análise genómica e transcriptómica com a tecnologia de “microarrays” de DNA
    3 - Utilização de uma metodologia baseada numa biblioteca supressiva subtractiva para identificar genes de Vitis vinifera e de Erysiphe necator regulados em resposta à patogenicidade
    4 - Análise proteómica de expressão em neuroblastomas humanos após incubação com compostos antioxidantes de origem vegetal
    5 - Pesquisa in vitro de polifenóis com actividade anti-cancerígena em extractos de plantas endémicas portuguesas

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Slides (Power-Point) fornecidos pelos docentes

    Bibliografia Complementar

    • Cópias de artigos científicos e/ou capítulos de livros

    5. Avaliação:

    - Um exame final escrito sobre a matéria teórica dada durante as primeiras seis semanas de aulas teóricas. Neste exame, o aluno terá de ter o mínimo de 10 valores.
    - Uma apresentação oral individual de 45 min, seguida por um período de discussão de 30 min.
    - Nota Final = (N1 x 0,60) + (N2 x 0,40) , em que N1 é a nota no exame final escrito e N2 a nota da apresentação oral.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2011/2012

    Aula 1

    Aula 2

    Aula 3

    Aula 4

    Aulas 5 e 6

    Aula 7 e 8

    Aula 9 e 10

    Aula 11

    Aula 12

    Aula 13 e 14

    Aula 15 e 16

    Aula 17, 18 e 19

    Aula 20 e 21

    Aula 22 e 23


    Utilização de Resíduos (Waste Usage)

    Utilização de Resíduos (Waste Usage)

    Código: 1776
    Responsável: Henrique Manuel Filipe Ribeiro
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Engenharia de Sistemas Bioenergéticos

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 30 Práticas/Laboratoriais: 40 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Aquisição de conhecimentos, capacidades e competências relativos: ao enquadramento legal da utilização de resíduos na produção de energia; quantitativos e características dos principais resíduos produzidos em Portugal, na Europa e no mundo susceptíveis de serem valorizados na produção de energia, características e destino final dos resíduos resultantes da produção de biocombustíveis.

    3. Programa:

    - Introdução à problemática dos resíduos: considerações gerais, politicas de gestão, da estratégia dos 3/4 Rs à hierarquia da gestão dos resíduos, a estratégia da valorização energética de resíduos.

    - Os conceitos de resíduo, sub-produto e biomassa: generalidades, evolução do conceito de resíduo, resíduo versus sub-produto, resíduo versus biomassa. Definições legais: a Lei de Bases do Ambiente, a Directiva Quadro dos Resíduos e a Lei-Quadro dos resíduos. Classificação dos resíduos, as bases jurídicas da classificação de resíduos, classificação segundo a origem, características e perigosidade, a Lista Europeia de Resíduos, a classificação de acordo com a OCDE, UNEP, EPA e a Convenção de Basileia e a EPA.

    - Avaliação dos resíduos produzidos em Portugal, na Europa e no Mundo, susceptíveis de serem valorizados energeticamente: definição, produção/capitação, composição física e química, metodologias de caracterização, os planos estratégicos sectoriais. Resíduos sólidos urbanos, lamas de ETAR, resíduos industriais, resíduos agrícolas, resíduos da produção pecuária, resíduo das agro-indústrias. Resíduos florestais, caracterização da Floresta Portuguesa, biomassa florestal (conceitos, disponibilidade e acessibilidade), quantificação de biomassa florestal, condicionantes à utilização da biomassa florestal, enquadramento da biomassa florestal na Estratégia Nacional para a Energia

    - Os resíduos resultantes da produção de biocombustíveis: características e destino final.

    - Estudo de casos

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Oliveira, JFS et al., 2009 - Resíduos, gestão, tratamento e sua problemática em Portugal. Lidel, Edições Técnicas Lda.
    • Dias, J, Bakken, P, 2005 – Solid waste management. United Nations Environment Program.
    • Pongrácz, E. 2002 – Re-defining the concepts of waste and waste management. Department of Process and Environmental Engineering, University of Oulu.

    Bibliografia Complementar

    • Directiva Quadro dos Resíduos - DIRECTIVA 2008/98/CE DO PARLAMENTO EUROPEU E DO CONSELHO de 19 de Novembro de 2008;
    • Communication from the Commission of 7 December 2005 - Biomass Action Plan [COM(2005) 628 final - Official Journal C 49 of 28.02.2005].

    5. Avaliação:

    Exame final (40%)
    Relatórios dos trabalhos práticos (20%)
    Apresentação oral sobre um tema proposto (20%)
    Trabalho escrito (20%)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Valorização Agronómica/Energética de Resíduos (Agronomic and Energetic Valorisation of Wastes)

    Valorização Agronómica/Energética de Resíduos (Agronomic and Energetic Valorisation of Wastes)

    Código: 1538
    Responsável: Henrique Manuel Filipe Ribeiro
    Outros docentes: Cláudia Saramago de Carvalho Marques dos Santos Cordovil
    Curso: 2º ciclo - Engenharia do Ambiente
    Ramo: Gestão Ambiental

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Téoricas: 20 Teórico-Práticas: 30 Práticas/Laboratoriais: 20 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Dotar os alunos das ferramentas necessárias para poderem seleccionar as melhores tecnologias disponíveis e implementar soluções integradas mais adequadas para a valorização de resíduos.

    3. Programa:

    Fundamentos da valorização agronómica de resíduos
    Caracterização dos resíduos valorizáveis, os resíduos das culturas, os resíduos das explorações pecuárias, os resíduos urbanos, os resíduos agro-industriais e industriais, os resíduos resultantes da valorização energética. Interesse fertilizante dos resíduos orgânicos e o impacto na fertilidade do solo e no ambiente, factores condicionantes do comportamento dos resíduos no solo, o papel dos resíduos na recuperação de solos, o efeito da aplicação na alteração da flora espontânea
    Breve referência aos resíduos inorgânicos biodegradáveis e não biodegradáveis
    Métodos de avaliação do potencial de valorização de resíduos. Aspectos condicionantes da valorização agronómica, no âmbito do Reap.
    Fundamentos da valorização energética de resíduos
    - Processos termoquímicos de conversão, processos bioquímicos de conversão, outros processos.
    - Emissões, resíduos, impactes, minimização e destino final.
    Estratégias para a valorização integrada de diferentes resíduos
    - Estudo detalhado de diferentes resíduos, seleccionados em função das quantidades produzidas e dos problemas ambientais que possam causar.
    - Selecção das melhores tecnologias disponíveis (MTD) para a sua valorização (aspectos ambientais, agronómicos, regionais e económicos).

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • (1) Santos, J. 2001, Fertilização e ambiente, Colecção Euroagro, Publicações Europa-América.
    • (2) Oliveira, JFS et al., 2009, Resíduos, gestão, tratamento e sua problemática em Portugal, Lidel, Edições Técnicas Lda.
    • (3) Cordovil, C. 2004, Dinâmica do azoto na reciclagem de resíduos orgânicos aplicados ao solo, Instituto do Ambiente, Lisboa.
    • (4) Ribeiro, H.M 2001, Substratos In: Produção em viveiros florestais, Dir. Geral dos Desenvolvimento Rural, Lisboa.
    • (5) Duarte, E. 2007, Conceitos sobre os Bioprocessos Anaeróbios, ISA, DQAA, Lisboa

    Bibliografia Complementar

    • (1) Power J F e Dick W A (eds.) 2000. Land application of agricultural, industrial and municipal by-products. SSSA Book Series: 6. Madison, WI, USA. 653 p.
    • (2) COM 628 (2005) – Plano de acção Biomassa {sec (2005) 1573}. Comunicação da Comissão das Comunidades Europeias, Bruxelas

    5. Avaliação:

    - apresentação oral sobre um tema proposto (20%)
    - trabalho escrito sobre um tema proposto (20%)
    - relatórios dos trabalhos laboratoriais (20%)
    - exame final escrito (40%)

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Vegetação no Espaço Urbano (Vegetation in the Urban Space)

    Vegetação no Espaço Urbano (Vegetation in the Urban Space)

    Código: 1777
    Responsável: Ana Luísa Brito dos Santos de Sousa Soares Ló de Almeida
    Outros docentes: Nuno Joaquim Costa Cara de Anjo Lecoq
    Curso: 2º ciclo – Arquitectura Paisagista; Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais
    Ramo: Engenharia Florestal e dos Recursos Naturais - Arboricultura e Silvicultura Urbanas

    Ano Curricular: 1º (AP)/2º (EFRN) Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Na paisagem urbana os espaços arborizados podem minimizar muito os impactes ambientais decorrentes do crescimento urbano, melhorando o ambiente químico e físico, moderando o microclima e temperatura do ar; melhorando a hidrologia urbana e a qualidade do ar; atenuando o ruído; controlando a erosão; aumentando a biodiversidade, bem como reduzindo as necessidades energéticas de uma cidade e proporcionar numerosos outros benefícios, como os estéticos, psicológicos e sócio-económicos.
    Deseja-se que o aluno fique apto a saber utilizar o material vegetal nas diferentes zonas do país e em diferentes exigências ecológicas, bem como adquirir conhecimentos sobre a manutenção e gestão dos espaços verdes urbanos. Os conhecimentos fornecidos e a aquisição de competências pelos alunos será feita com a aplicação a projecto de arquitectura paisagista (concepção e planos de vegetação) no espaço urbano.

    3. Programa:

    1. A importância da estrutura ecológica urbana: papel desempenhado pela vegetação, o seu valor e benefícios. Modelos de quantificação dos benefícios do arvoredo.
    2. Jardins de cobertura (“Roof gardens”).
    3. Paredes verticais
    4. Piscinas biológicas.
    5. Principais formações vegetais de Portugal Continental. Áreas de ocupação. Árvores e arbustos mais comuns. Características climáticas. A sua utilização em projectos de arquitectura paisagista no espaço urbano.
    6. Sebes. Funções e tipos. Quebra-ventos. Compartimentação. Factores a observar no estabelecimento de cortinas. Espécies mais utilizadas.
    7. Taludes. Definição. Tipos. Revestimento. Modelação. Espécies a utilizar.
    8. Estabilização e construção biofísica. Utilização de material vegetal. Técnicas de construção.
    9. Árvores na cidade: selecção de espécies, cuidados exigidos para a plantação e transplante. Árvores notáveis.
    10. Relvados e prados. Anatomia e morfologia das plantas mais utilizadas. Fisiologia. Adaptações ao meio e à utilização. Criação de relvados e de prados. Manutenção.
    11. Utilização sustentável da água em espaços verdes (critérios para a selecção da vegetação).
    12. Manutenção de espaços verdes. Operações culturais. Meios e recursos indispensáveis para a execução das operações culturais. Planos de Manutenção.
    13. Critérios para elaboração de planos de plantação, cadernos de encargos e estimativa de custos. Disponibilidade de plantas nos viveiros. Aplicação prática a projectos de arquitectura paisagista.
    14. Fitossanidade (Ana Paula Ramos e Filomena Caetano)
    O conceito de doença e de praga. Compreender como as doenças e as pragas afectam as plantas. Conhecer algumas das doenças e pragas mais comuns das plantas em ambiente urbano em Portugal. Interligar a selecção das plantas para um dado projecto paisagístico com a presença de algumas doenças e pragas.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Asociación Española de Parques y Jardines Públicos, 1999. Método para valoración de árboles y arbustos ornamentales, Norma de Granada revisión 1999. Imprenta Ramos, S. L., Madrid, 71 pp.
    • VIÑAS, F.N., 1995. El arbol en Jardineria y Paisagismo. Guia de aplicación para España y paises de clima mediterráneo y templado. Ediciones Omega, S.A., Barcelona.
    • Mailliet, L.; Bourgery, C., 1993. L’ Arboriculture Urbaine. Institut pour le Dévelopment Forestier, Paris, 318 pp.
    • Ferrari, M. Menta, A., Marcon, E.& Montermini. Malattie e parassiti della piante da fiore, ornamentali e forestali. Vols. 1/2. Edagricole, Bologna: 1807 pp.
    • Harris, R.W.; Clark, J.R. ; Matheny, N.P. 2004. Arboriculture. Integrated Management of Landscape Trees, Shrubs and Vines. 4th ed., Prentice Hall, New Jersey, USA, 580 pp.
    • Tattar, T.A. 1989. Diseases of Shade Trees. Rev. ed., Academic Press, Inc. San Diego, California, USA, 391 pp.

    Bibliografia Complementar

    • Apontamentos e Bibliografia dada ao longo das aulas

    5. Avaliação:

    Teste escrito + trabalhos práticos

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Vinhos Licorosos (Fortified Wines)

    Vinhos Licorosos (Fortified Wines)

    Código: 1778
    Responsável: Jorge Manuel Rodrigues Ricardo da Silva
    Outros docentes: Jorge Queiroz (UP)
    Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
    Precedências: Vinificação

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 3 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teórico-Práticas:35 Outras: 7 Total: 42

    2. Objectivos:

    Compreender os distintos passos que se devem dar, desde a maturação da uva até ao envelhecimento do vinho, numa Enologia de vinhos licorosos. Conhecer os licorosos do Mundo.
    Visita de estudo a duas empresas produtoras de vinhos licorosos, com apresentações teóricas dos enólogos respectivos.

    3. Programa:

    Controlo da maturação da uva e decisão do momento de vindima para vinificação de vinhos licorosos;
    Decisão das correcções e operações pré-fermentativas;
    Processo fermentativo;aplicação de fermentos;
    Maceração/remontagens, controlo da temperatura de fermentação;
    Decisão sobre a aguardentação;
    Sangria e desencuba;
    Acompanhamento do vinho, conservação, estágio, maturação e envelhecimento.
    Os licorosos portugueses. Os licorosos do Mundo.
    Visita de estudo a duas empresas produtoras de vinhos licorosos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Diversa

    5. Avaliação:

    Avaliação em exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 84 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Vinificação (Vinification)

    Vinificação (Vinification)

    Código: 1568
    Responsável: Jorge Manuel Rodrigues Ricardo da Silva
    Outros docentes:
    Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
    Precedências: Microbiologia Enológica

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 42 Práticas/Laboratoriais: 28 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Conhecer a evolução dos principais compostos químicos do cacho de uva durante a maturação e as principais implicações nas características dos diferentes tipos de vinhos
    Compreender as operações mecânicas e tecnológicas usadas nas vinificações
    Caracterizar os diagramas tecnológicos de fabrico dos vários tipos de vinhos

    3. Programa:

    Vinha e vinho- sua importância e panorama mundial. Aspectos da Enologia em Portugal- o sector vitivinícola. Regiões vitivinícolas portuguesas e variedades de videira mais utilizadas. A matéria-prima: uva- Etapas de desenvolvimento da uva. Constituição do cacho de uva. A maturação da uva:. Transformações da uva e evolução dos principais constituintes: crescimento do bago, açúcares, ácidos, minerais, compostos fenólicos, compostos aromáticos e compostos azotados, evolução de outros compostos. Factores que influenciam a maturação da uva. Tipos de maturação. Marcação da data da vindima-parâmetros condicionadores e métodos. Critérios de avaliação para o pagamento das uvas aos viticultores. Vinificações: Operações mecânicas e tecnológicas das vinificações: colheita, transporte das uvas, recepção, triagem, colheita da amostra e pesagem, esmagamento, desengace, esgotamento, presangem, defecação, remontagem/maceração, encubação e desencuba. Transformações pré-fermentativas: de carácter oxidativo, pectolíticas, celulásicas, hemicelulásicas, glicosidásicas, proteolíticas. Correcções e desinfecções do mosto; sulfitação, acidificação/ desacidificação, enriquecimento/adelgaçamento, azoto assimilável e vitaminas, temperatura, fermentos, colas, arejamento, enzimas. Vinificação de vinhos brancos: clássica (ou de bica aberta), maceração pré-fermentativa (ou pelicular), hiperoxigenação, fermentação em recipiente de madeira, outras vinificações de brancos. Vinificação de vinhos rosados: fermentação de bica aberta, fermentação com curtimenta curta. Vinificação de vinhos tintos: clássica (maceração ou curtimenta). Outras técnicas de vinificação: vinificação contínua, vinificação com pré-aquecimento (ou termovinificação), maceração carbónica, “flash-detente”, vinificação em cuba rotativa.Vinificações especiais: Licorosos e generosos, adamados ou doces de mesa, espumantes e espumosos, abafados e jeropigas, vinhos de véu (tipo Xerez), vinhos botritizados (tipo sauternes), vinhos base para aguardentes, Vinhos de uvas “passerillés”. Análise físico-química de mostos e de vinhos (sumária).

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Flanzy, C.- Oenologie: Fondements Scientifiques et Technologiques, Tec&Doc Lavoisier, Paris, 1998
    • Boulton, R.; Singleton, V. L.; Bisson, L. F.; Kunkee, R. E.- Principles and Practices of Winemaking,Chapman & Hall, 1995.
    • Ribereau-Gayon, P.; Dubordieu, D.; Donéche, B.; Lonvaud, A.- Traité d´Oenologie- Microbiologie du Vin, Vinifications, Tome 1, Dunod, Paris, 1998.
    • Jackson, R (1994) - Wine Science. Principles and Applications, Academic Press, New York

    Bibliografia Complementar

    • Vine, R,P,; Harkness, E,M,; Browning, T,; Wagner, C (1997) – Winemaking. From grape growing to marketplace, Chapman & Hall;
    • Ricardo da Silva, J.M.R. (2000) - Acção de Enzimas Glicosidásicas no Aroma Varietal dos Vinhos: Utilização de Preparações Comerciais em Vinificação. Provas de Agregação, ISA (UTL).
    • Zoecklein, B.W.; Fugelsang, K.C.; Gump, B.H.; Nury, F.S (1994). – Wine analysis and production, Chapman & Hall.

    5. Avaliação:

    Avaliação em exame final, exigindo-se pelo menos 75% de presenças às aulas praticas, incluindo o preenchimento e entrega de um questionário individual no fim da respectiva aula, para posterior correcção pelo docente. Realização de uma visita de estudo com presença obrigatória dos estudantes

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Viticultura (Viticulture)

    Viticultura ( Viticulture)

    Código: 1540
    Responsável: Carlos Manuel Antunes Lopes
    Outros docentes: Antero Lopes Martins, Ernesto José de Melo Pestana de Vasconcelos, Ana Maria Silva Monteiro, José E. Eiras Dias (INRB) e Pedro Clímaco (INRB)
    Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia; Engenharia Agronómica
    Ramos: Engenharia Agronómica – todos, excepto Engenharia Rural

    Ano Curricular: 1º Semestral: ECTS: 6

    Obrigatória: Viticultura e Enologia; EA - Hortofruticultura e Viticultura)
    Opcional: EA - Agro-Pecuária; Economia Agrária e Gestão do Território; Protecção de Plantas


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 35 Práticas/Laboratoriais: 35 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Desenvolver e aprofundar os princípios científicos subjacentes à cultura da vinha e promover o desenvolvimento de competências para permitir a aplicação desses princípios nas diversas áreas da fileira vitivinícola.
    Pretende-se também proporcionar o conhecimento, compreensão e aprendizagem das modernas tecnologias de produção de uva, divulgando as mais recentes inovações tecnológicas no âmbito da condução, gestão da folhagem, rega e mecanização da vinha e suas consequências na produção, perenidade, sanidade e qualidade da uva.
    Para além disso, pretende-se aprofundar os conhecimentos dos alunos na área das relações rendimento/qualidade e maturação e vindima, potenciando as sinergias entre a Viticultura e a Enologia.
    Em complemento, através de um estudo de caso, chama-se a atenção para as particularidades da tecnologia de produção de uva de mesa e para as grandes potencialidades do nosso país para produção de uvas de elevada qualidade.

    3. Programa:

    Teóricas
    1. Actividade vitivinícola mundial
    2. Ampelografia e Selecção da videira
    3. Ecofisiologia da videira
    4. Zonagem, regiões vitícolas e encepamentos
    5. Sistemas de instalação e de condução da vinha
    6. Fertilização e manutenção do solo
    7. Técnicas de gestão da vegetação
    8. Controlo do rendimento e relações rendimento/qualidade
    9. Maturação e vindima
    10. Particularidades tecnológicas da produção de uva de mesa

    Práticas
    Acompanhamento e participação nas operações culturais da vinha: poda de Inverno, tratamentos fitossanitários, manutenção do solo e intervenções em verde. Avaliação das respostas à carga deixada à poda e registos fenológicos. Análise do efeito do sistema de condução e da casta na ecofisiologia da videira, no crescimento vegetativo, na fertilidade e na produção potencial.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Coombe, B.G., Dry, P.R. (2001). Viticulture. Vol. 2 – Practices. Winetitles, Adelaide, Austrália, 384 pp.
      Huglin, P., Schneider, C. (1998). Biologie et Écologie de la Vigne. 2e édition, Lavoisier, Paris.
    • CARBONNEAU, A., CARGNELLO, G. (2003). Architectures de la vigne et systèmes de conduite. Editions La Vigne, Dunod (ed.), Paris.
    • CARBONNEAU, A., DELOIRE, A.; JAILLARD, B. (2007). Architectures de la vigne et systèmes de conduite. Editions La Vigne, Dunod (ed.), Paris.
    • LOPES, C. M. A. (1994). Influência do sistema de condução no microclima do coberto, vigor e produtividade da videira (Vitis vinifera L.). Dissertação de Doutoramento, ISA, Lisboa. 205 pp.
    • MAGALHÃES, N. (2008). Tratado de Viticultura. Chaves Ferreira (ed.), Lisboa.

    Bibliografia Complementar

    • Lopes, C.M. (2009). A poda da videira. Textos de apoio às aulas, ISA, Lisboa, 16 pp.
    • Lopes, C.M. (2009). Ecofisiologia da videira. Textos de apoio às aulas, ISA, Lisboa, 16 pp.
    • Lopes CM, Monteiro A, Machado JP, Fernandes N, Araújo A, 2008. Cover cropping in a slopping non-irrigated vineyard: II - Effects on vegetative growth, yield, berry and wine quality of ‘Cabernet Sauvignon’ grapevines. Ciência Téc. Vitiv. 23(1): 37-43.
    • Monteiro, A.; Lopes, C.M. 2007. Influence of cover crop on water use and performance of vineyard in Mediterranean Portugal. Agri. Ecosyst. Environ., 121:336-342.
    • Santos T., Lopes, C.M.; Rodrigues, M.L.; Souza, C.R.; Maroco, J.P.; Pereira, J.S.; Silva, J.R.; Chaves, M.M. (2003). Partial rootzone drying: effects on growth, and fruit quality of field–grown grapevines (Vitis vinifera, L). Functional Plant Biology, 30: 663-671.
    • Smart, R.E. & Robinson, M. (1991). Sunlight into wine. A Handbook for Winegrape Canopy Management. Winetitles, Adelaide, Chapter 5: 41-66.

    5. Avaliação:

    Avaliação através de um trabalho prático e de exame final escrito.
    Exigem-se pelo menos 75% de presenças às aulas práticas, nas quais será elaborado o relatório do trabalho prático executado nas vinhas do ISA que será discutido na última aula.
    A nota final será o resultado de 2/3 da nota do exame e 1/3 da nota prática.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas


    Viticultura Avançada (Advanced Viticulture)

    Viticultura Avançada (Advanced Viticulture)
    Para consultar a página da UC, clique aqui.
    Código: 1573
    Responsável: Carlos Manuel Antunes Lopes
    Outros docentes: Antero Lopes Martins, José E. Eiras Dias (INRB-EVN), Mário Cunha (UP), Pedro Jorge Cravo Aguiar Pinto e Sara Barros Queiroz Amâncio
    Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
    Precedências: Viticultura

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 6 Obrigatória


    1. Horas de contacto:

    Teóricas: 70 Outras: 14 Total: 84

    2. Objectivos:

    Completar a formação em viticultura desenvolvendo e aprofundando os conhecimentos nas áreas de melhoramento da videira, mecanização da vinha, previsão das vindimas e viticultura de precisão. Para além disso, através de palestras com vários cientistas e/ou técnicos convidados, pretende-se dar uma perspectiva do estado do conhecimento no âmbito de temas actuais como é o caso dos efeitos das alterações climáticas na viticultura e das aplicações da biotecnologia no sector vitivinícola.

    3. Programa:

    1. Melhoramento da videira;
    2. Mecanização da vinha;
    3. Estimativa do rendimento e previsão das vindimas;
    4. Viticultura de Precisão;
    5. Alterações climáticas e viticultura;
    6. Biotecnologia da videira: principais aplicações em viticultura.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • Clingeleffer, P. et al 2001 Crop Development, Crop Estimation and Crop Control to Secure Quality and Production of Major Wine Grape Varieties: A National Approach. Project final report, GWRDC, SA.
    • Coombe, B.G., Dry, P.R. 2004 Viticulture. Vol. 1 – Resources. Winetitles, Adelaide, SA.
    • Cunha, M. 2002 Previsão de colheitas em viticultura. Integração de modelos aeropolinicos e bioclimáticos. Dissertação de doutoramento, FC, UP, Porto.
    • Ferreira RB, et al. 2004 Engineering grapevine for increased resistance to fungal pathogens without compromising wine stability. Trends in Biotechnology. 22, 168-173.
    • Intrieri, C. et al. 1998 Meccanizzazione integrale in viticoltura. Terra e Vita, 11, 1-62.
    • Jones, GV et al. 2005 Climate change and global wine quality. Climatic Change 73: 319-343.
    • Martins, A. 1993 Heritabilidade e ganho de selecção em populações de propagação vegetativa e de reproduçao sexuada. Policopiado, AEISA, Lisboa.
    • Profit, T. et al. 2006 Precision Viticulture. Winetitles, Ashford, SA.

    Bibliografia Complementar

    • IFV, 2007. Machines à vendanger. Bonnes pratiques de récolte. IFV (ed.), Paris.
    • Martins, A. 2007 Variabilidade genética intravarietal das castas. In J. Bohm (ed.), Portugal Vitícola, o grande livro das castas. Chaves Ferreira Publ., Lisboa.
    • Poni, S. 2006 Mechanization and Terroir: Are they compatible? Practical Winery and Vineyard, May/June: 44-63.
    • O.I.V. 1990 Programme type pour la réalisation de la sélection clonale de la vigne. Bull. OIV Set/Out:715-716.
    • Ferreira R. et al. 2007 The role of plant defence proteins in fungal pathogenesis. Molecular Plant Pathology. 8, 667-700.

    5. Avaliação:

    Avaliação através de um exame final escrito e um trabalho prático, tipo artigo científico de revisão sobre um tema vitícola à escolha. O trabalho será apresentado à turma na última aula e discutido. A nota final será o resultado de 2/3 da nota do exame e 1/3 da nota do trabalho.

    6. Estimativa total de trabalho: 168 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011

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    Viticultura de Montanha (Steep Slope Viticulture)

    Viticultura de Montanha (Steep Slope Viticulture)

    Código: 1779
    Responsável: Rogério Albino Neves de Castro
    Outros docentes: Jorge Queiroz (UP)
    Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
    Precedências: Viticultura

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 3 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teóricas:35 Outras: 7 Total: 42

    2. Objectivos:

    Conhecer as principais regiões mundiais de viticultura de montanha. Compreender as especificidades dos sistemas de condução e instalação da vinha em Viticultura de Montanha. Compreender as medidas a tomar de modo a minorar a erosão em Viticultura de Montanha e formas alternativas de manutenção do solo.

    3. Programa:

    Principais regiões de Viticultura de Montanha no mundo vitivinícola. Sistemas de instalação da vinha em Viticultura de Montanha e de forte declive. Sistemas de condução específicos da Viticultura de Montanha. Controlo da erosão e manutenção do solo.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • CASTRO, R.; CRUZ, A.; MAGALHÃES, A.; GUIMARAENS, D.; SOUSA, M.; ABADE, E., CUNHA, M. & QUEIROZ, J. (2007) – “Training of grapevines in narrow terraces: cv Touriga Nacional, Douro region”. XV èmes Journées GESCO (Grupo de Estudos dos Sistemas de Condução da Vinha), Porec, Croatia.
    • MAGALHÃES, A. (2002). A construção de patamares de uma linha em encostas com mais de 40% de declive. Boletim Informativo da CIRDD. II Trimestre, nº10, Régua.
    • GUIMARAENS, D. and MAGALHÃES, A. (2006). Soil erosion protection using three different planting models on the slopes of the Douro Valley. Primo Congresso Internazionale Sulla Viticoltura di Montagna e in Forte Pendenza,
    • CERVIM, Saint-Vicent (Vallée d’Aoste).
    • CASTRO, R., MOTA, T., GARRIDO, J. e CAMPELO, J. (1998). Alternatives de conduite pour les vignes en forte pente dans la région des "Vinhos Verdes". 10 émes Journées GESCO, Changins, 224 - 227.
    • QUEIROZ, J.; CUNHA, M.; MAGALHÃES, A; GUIMARAENS, D; SOUSA, M. e CASTRO, R. (2008a). “Narrow terraces and alternative training systems for steep sloop viticulture - Douro region”. VIIth
    • QUEIROZ, J.; CUNHA, M.; MAGALHÃES, A.; GUIMARAENS, D.; SOUSA, M.; BORGES, L. & CASTRO, R. (2009). “Mountain viticulture and new training systems in narrow terraces - Douro region”. 16th International GiESCO Symposium, 2009, 487-492 – University of Califórnia, Davis, USA.

    Bibliografia Complementar

    • SOUSA, M.; AZEVEDO, J.; PEREIRA, J.; CRUZ, A.; CASTRO, R. (1998) - “Cépages nobles du Douro. Conditionalismes du porte-greffe et de lécossystéme.”, XXIII Congresso Mundial da Vinha e do Vinho, Junho, Lisboa. Vol. I – Viticulture, p. 51-57.
    • SOUSA, M.; CRUZ, A.; PEREIRA, J.; CASTRO, R. (1999) – “Cépages nobles du Douro. Conditionalismes du porte-greffe et de l’ecossystème. Cépages Tinto Cão, Touriga Nacional, Viosinho et Gouveio”, 11as Jornadas GESCO (Grupo Europeu de Estudos dos Sistemas de Condução da Vinha)

    5. Avaliação:

    Avaliação em exame final

    6. Estimativa total de trabalho: 84 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    Viticultura Semi-árida e Tropical (Tropical and Semi-arid Tropical Viticulture)

    Viticultura Semi-árida e Tropical (Tropical and Semi-arid Tropical Viticulture)

    Código: 1780
    Responsável: Rogério Albino Neves de Castro
    Outros docentes: Olga Maria Carrasqueira Laureano
    Curso: 2º ciclo – Viticultura e Enologia
    Precedências: Viticultura

    Ano Curricular: 2º Semestral: ECTS: 3 Opcional


    1. Horas de contacto:

    Teóricas:35 Outras: 7 Total: 42

    2. Objectivos:

    Compreender o comportamento biológico e ecofisiológico da videira nas condições de clima semi-árido tropical.
    Conhecer mecanismos e técnicas de quebra de dormência e da acrotonia.
    Conhecer os biontes adequados a este terroir.
    Adaptar as formas de condução a esta situação climáticas (temperatura, radiação e água).

    3. Programa:

    A videira no clima semi-árido tropical - de perenifólia (natural) e caducifólia (imposto).
    Das vindimas sazonais às vindimas contínuas. Do repouso natural ao repouso imposto (artificial) – a dormência e o abrolhamento. Dormex e a quebra de dormência. Problemática da acrotonia e da fertilidade. A gestão da água e a oportunidade de poda. Da escassez hídrica à exigência de drenagem. Obtenção das plantas. Analogias e diferenças da viticultura clássica – o caso particular da enxertia. Enxertia em viveiro vs enxertia no local definitivo. As castas e os porta-enxertos.
    Afinidade vs incompatibilidade funcional. Idiossincrasias no contexto da viticultura clássica. Os sistemas de condução e de poda. Das latadas às “espaldeiras”. Monoplano ascendente vs Monoplano retombante. Monoplano retombante vs Biplano retombante (R5C). Influência das condições tropicais e semi-áridas na composição das uvas e dos vinhos.

    4. Bibliografia:

    Bibliografia Principal

    • CRUZ, A.; CASTRO, R.; SANTOS, J.; GOMES, C. (2007). “Irrigation strategies on three vine varieties in semi-arid tropical climate at northeast of Brazil (Pernambuco). XV èmes Journées GESCO (Grupo de Estudos dos Sistemas de Condução da Vinha), Porec, Croatia, Vol. 1, p. 774-787.
    • CRUZ, A.; SANTOS, J.; GOMES, C.; CASTRO, R. (2008). Tempranillo in semi-arid tropical climate (Pernambuco – Brazil). Adaptation of some clones and their affinity to different rootstoks. VIIth International Terroir Congress 2008, Nyon, Suisse.
    • ALBUQUERQUE J. A. S., VIEIRA S. M. (1987). Efeitos da cianamida hidrogenada na brotação da videira cv. Itália na região Semi-árida do Vale do São Francisco. In: Congresso Brasileiro de Fruticultura, 9, 739-744. Campinas-SP. Sociedade Brasileira de Fruticultura (ed). Campinas.

    Bibliografia Complementar

    • Elements de physiologie de la vigne et de viticulture generale – F. Champagnol (351 p.); Sunlight into Wine – Richard Smart and Mike Robinson (88 p.)
    • BOULTON, R. B. (2001). The co-pigmentation of anthocyanins and its role in the color of red wines. Am. J. Enol. Vitic., 52, 2, 67-87
    • TONIETTO, J.; GUERRA, C. C.; CAMARGO, U. A. (2004). Desafios e prioridades para o desenvolvimento científico e tecnológico da produção de vinhos de qualidade em zonas tropicais. In: Workshop Internacional de Pesquisa, 1. Recife e Petrolina. A produção de vinhos em regiões tropicais: anais. Bento Gonçalves: Embrapa Uva e Vinho, 2007. p. 191-192. (Embrapa Uva e Vinho. Documentos, 60).

    5. Avaliação:

    Avaliação através de exame final escrito. Exigem-se pelo menos 75% de presenças às aulas práticas, nas quais será elaborado relatório e posterior apresentação e discussão. A nota final será o resultado de 2/3 da nota do exame e 1/3 da nota prática.

    6. Estimativa total de trabalho: 84 Horas

    7. Material Pedagógico para 2010/2011


    UNIDADES CURRICULARES DE 3º CICLO - 2011/2012

    .

    Funcionamento e Monitorização de Ecossistema Florestais

    Material Pedagógico

    Stream Ecology - Structure and Function of Running Waters
    The Riverine Ecosystem Synthesis

    Sumários

    UCs de Planos de Estudo Antigos

    Unidades Curriculares de 1º Ciclo (Licenciatura)

    Agricultura (Agriculture)

    AGRICULTURA (Agriculture)
    Área Científica: Agronomia
    Coordenador: Pedro Lynce de Faria (DPAA)
    Outros docentes: Ernesto Vasconcelos
    Precedências: Solos e Nutrição Vegetal; Climatologia e Recursos Hídricos

    Curso: 1º Ciclo de Engenharia Agronómica ECTS: 15 Ano: 3º (unidade curricular anual)



    Programa Resumido:
    (a disponibilizar em breve)

    Material Pedagógico

    Sumários

    Agricultura Geral (General Agriculture)

    AGRICULTURA GERAL (General Agriculture)
    Área Científica: Agronomia
    Coordenador: Pedro Aguiar Pinto (DPAA)
    Outros docentes:
    Precedências: Biologia

    Cursos: 1º ciclo de Engenharia Zootécnica ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    (a disponibilizar em breve)

    Análise Química e Sensorial dos Alimentos (Chemical and Sensorial Analysis of Foods)

    ANÁLISE QUÍMICA E SENSORIAL DOS ALIMENTOS (Chemical and Sensorial Analysis of Foods)
    Área Científica: Eng. Alimentar
    Coordenador: Raul Bruno de Sousa (DQAA)
    Outros docentes: José Manuel Baptista Gouveia
    Precedências: Química Geral e Bioquímica

    Cursos: 1º ciclo de Engenharia Alimentar ECTS: 7.5 Semestre:



    Programa Resumido:
    Equipamento de laboratório e no seu funcionamento. Descrição e normas de segurança na utilização de reagentes. Operações comuns a todos os métodos em A.Q. Avaliação e interpretação dos resultados. A Água em produtos alimentares. Importância da determinação do teor em água. Doseamento do teor em água. Fracção azotada de produtos alimentares. Caracterização da Fracção azotada. Importância da determinação das Proteínas. Doseamento da proteína total. Glucídos nos produtos alimentares. Caracterização das fracções glucídicas. Importância da determinação dos glúcidos. Doseamento dos glúcidos totais. Fracção Lípidica de produtos alimentares. Caracterização da Fracção Lípidica. Importância da determinação dos lípidos. Doseamento dos Lípidos totais. Fracção Mineral em produtos alimentares. Caracterização da Fracção Mineral. Doseamento da Cinza. Doseamento de Elementos minerais. Vitaminas. Caracterização das vitaminas. Métodos de Doseamento de vitaminas. As características organolépticas dos alimentos.
    Metrologia sensorial: O subjectivo e o objectivo. O painel de provas organolépticas (Panel test) como método objectivo de avaliação das características organolépticas. O fundamento do método: Lei de Weber e limiares da percepção. Fisiologia dos sentidos: visão, olfacto, paladar, tacto e ouvido. Factores que influenciam a acuidade sensorial. As condições de trabalho do painel: sala de prova, metodologias gerais, apresentação das amostras, controlo das condições psicofisiológicas, normas de comportamento dos provadores. O chefe de painel. Os provadores: métodos de selecção e treino dos provadores; noção de limiar absoluto médio. Provas e tipos de painéis. Problemas susceptíveis de resolver com a análise sensorial; descrição esquemática dos métodos mais utilizados. Estatística aplicada à análise sensorial. Fichas de prova de diversos géneros alimentícios e análise de dados. Vocabulário aplicável à análise sensorial.

    Bibliografia

    Avaliação

    Plano do Semestre - Componente Análise Química

    Material Pedagógico:

    Módulo de Análise Química


    Análise Sócio-Económica (Socioeconomic Analysis)

    ANÁLISE SOCIO-ECONÓMICA (Socioeconomic Analysis)
    Área Científica: Ciências Económicas e Sociais
    Coordenador: Maria João Canadas (DEASR)
    Outros docentes: Isabel Rodrigo
    Precedências: Introdução à Engenharia do Ambiente

    Cursos: 1º ciclo de Engenharia do Ambiente ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    1. Introdução à análise socioeconómica das questões ambientais. A importância das abordagens “top-down” e “bottom-up” da implementação de projectos e de políticas ambientais. Metodologias e instrumentos de recolha de informação para a análise socioeconómica das questões ambientais.
    2. Avaliação do impacto social à escala da comunidade. Objectivos e campo de aplicação. Conceitos, critérios e indicadores. Métodos e técnicas de avaliação. Resultados. Estudos de caso. Aplicação das técnicas de avaliação do impacto social à escala da comunidade.
    3. Avaliação do desempenho social. Objectivos e campo de aplicação. Conceitos, critérios e indicadores. Métodos e técnicas de avaliação. Resultados. Estudos de caso. Aplicação das técnicas de avaliação do desempenho social.

    Anatomia e Fisiologia Animal I (Animal Anatomy and Physiology I)

    ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL I (Animal Anatomy and Physiology I)
    Área Científica: Biologia
    Coordenador: Graça Alexandre-Pires (Faculdade de Medicina Veterinária)
    Outros docentes:
    Precedências: Biologia

    Cursos: 1º ciclo de Engenharia Zootécnica ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    Osteologia e Simetria Anatómica; sistema muscular e biomecânica do movimento, sistemas de integração (nervoso e órgãos dos sentidos; mama, pele e faneras; sistema endócrino; placenta e anexos embrionários.

    Anatomia e Fisiologia Animal II (Animal Anatomy and Physiology II)

    ANATOMIA E FISIOLOGIA ANIMAL II (Animal Anatomy and Physiology II)
    Área Científica: Biologia
    Coordenador: António Duarte (Faculdade de Medicina Veterinária)
    Outros docentes:
    Precedências: Anatomia e Fisiologia Animal I

    Cursos: 1º ciclo de Engenharia Zootécnica ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    Programa teórico:
    Sangue e sistemas circulatório; Sistema muscular: mecanismos de contracção e controlo nervoso; Fisiologia respiratória; Fisiologia digestiva; Fisiologia renal; Funcionamento do Sistema Imunitário; Fisiologia reprodutiva; Termorregulação; Regulação do metabolismo
    Programa prático:
    Noções básicas de Miologia; Histologia do sistema muscular; Simulação aparelho cardiovascular; Vasos Sanguíneos; Morfologia do aparelho respiratório; Morfologia renal; Simulação da função renal; Morfologia do aparelho digestivo; Simulação funcional do aparelho digestivo; Morfologia do aparelho reprodutivo
    .

    Biodiversidade e Conservação (Biodiversity and Conservation)

    BIODIVERSIDADE E CONSERVAÇÃO (Biodiversity and Conservation)
    Área Científica: Ecologia
    Coordenador: Helena Almeida (DEF)
    Outros docentes: Jorge Orestes Cerdeira, José. M. Lima Santos, Pedro Arsénio e Teresa Ferreira
    Colaboradores: Diogo Alagador (FCT)
    Precedências: Biologia

    Curso: 1º ciclo de Biologia ECTS: 7.5 Semestre:



    Programa Resumido:
    Objectivo: Nesta disciplina pretende-se que os alunos compreendam a importância da manutenção Biodiversidade, identifiquem os factores que a influenciam e conheçam as formas de a avaliar. Os alunos deverão estar conscientes da necessidade do recurso à utilização de Marcadores Moleculares, de Modelos Matemáticos e Sistemas de Informação Geográfica como instrumentos para a conservação da Biodiversidade.


    Programa:
    Módulo 1: Introdução: A Biodiversidade e o Homem Centralidade da diversidade biológica; Biodiversidade e bem estar Humano; O Homem, a perda de biodiversidade e a sua conservação; Políticas públicas de conservação da natureza e da biodiversidade. Convenções multi-laterais, política comunitária (EU) e políticas nacionais; Um caso de estudo: a gestão agrícola e florestal e a biodiversidade
    Módulo 2: Biodiversidade genética e Conservação de Recursos genéticos: I Factores de Evolução das Populações Naturais: Equilíbrio de Hardy Weinberg; Factores que controlam a evolução das populações: Mutação, Migração, Selecção e Deriva Genética; Consanguinidade; Fragmentação das Populações; Problemas Genéticos com Populações Pequenas.
    II Diversidade Genética: Valor da Diversidade Genética; Níveis da Diversidade Genética; Medição da Diversidade Genética – A utilização de marcadores moleculares; A baixa diversidade genética nas espécies em risco; Componentes da diversidade genética que determinam a capacidade de evoluir
    III Conservação de Recursos Genéticos: Conceitos Tamanho Efectivo de uma população; População Mínima Viável; Conservação in-situ – Áreas Protegidas; Conservação ex-situ; Banco de Germoplasma e Jardins Botânicos
    Módulo 3: Biodiversidade e Conservação de comunidades e de ecossistemas: I Biogeografia e Eco-Regiões: Bioclimatologia. Biomas do Globo Terrestre. Biogeografia.
    II. Biodiversidade das Comunidades e dos Ecossistemas :Diversidade Paisagística e ecossistémica, mosaismo e gradientes de comunidades. Escalas espacio-temporais de expressão da biodiversidade e suas determinantes. Avaliação da biodiversidade ao nível da comunidade e da paisagem. Princípios de selecção de comunidades e ecossistemas para conservação
    III. Conservação das Comunidades e ecossistemas - Níveis de intervenção: protecção, gestão, reabilitação ou recuperação. Integridade biótica, eco-espécies e conservação das funções e processos comunitários. Gestão da conectividade entre comunidades e entre ecossistemas. Conservação dentro e fora de áreas protegidas, e com uso múltiplo. Conservação em meio aquático. Capacidade biogénica do meio, sobre-exploração e extracção sustentável
    Módulo 4: Modelação Matemática na Conservação da Biodiversidade: Modelação Matemática como instrumento da conservação da Biodiversidade. A aplicação dos Sistemas de Informação Geográfica na Conservação da Natureza

    Programa


    Avaliação


    Bibliografia


    Sumários


    Material Pedagógico


    Resumos e perguntas

    Trabalhos


    AVISOS

    Bioinformática (Bioinformatics)

    BIOINFORMÁTICA (Bioinformatics)
    Área Científica: Biologia
    Coordenador: Leonor Morais (DBEB)
    Outros docentes: Marta Mesquita, Manuela Neves
    Precedências: Estatística; Genética e Genómica

    Curso: 1º ciclo de Biologia ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    Introdução à Bioinformática
    Bases de dados de interesse biológico
    Introdução aos algoritmos
    Alinhamentos simples
    Alinhamentos múltiplos
    Modelos probabilísticos
    Introdução à análise filogenética e árvores evolutivas.

    Biologia (Biology)



    BIOLOGIA (Biology)

    Coordenador Professora Wanda Viegas
    Outros docentes:Glória Esquivel (1ºM); Adilia Oliveira (2ºM); Ana Monteiro (3ºM); Teresa
    Ferreira (4ºM)

    Cursos: Todas as Licenciaturas do ISA ECTS: 12 ECTS – 2,5h Teórica + 2,5h Prática Ano:



    Programa Resumido:
    MÓDULO BIOLOGIA CELULAR
    Pretende-se que neste módulo os estudantes compreendam a semelhança existente ao nível das estruturas e dos processos comuns a todos os organismos, através do estudo das características celulares universais. Este estudo permitirá perceber quais as moléculas que contêm a informação para a construção das células, como se expressa e transmite essa informação, quais as características das membranas biológicas e a sua importância na delimitação de compartimentos nas
    células eucariotas, e, ainda, quais os processos utilizados para a obtenção de energia, imprescindível à manutenção da integridade celular. Os processos de recombinação da informação genética e os métodos de análise da diversidade genómica são estudados em paralelo com as técnicas que possibilitam a transformação de organismos.
    MÓDULO MICROBIOLOGIA
    Aprender a diversidade microbiana; aprender a ubiquidade dos micróbios. Experimentar as técnicas básicas de cultivar e observar micróbios. Reconhecer o papel dos micróbios na reciclagem da matéria.
    Reconhecer o papel dos micróbios na biotecnologia, na alimentação e na agricultura.
    MÓDULO BOTÂNICA
    A evolução do mundo vegetal. Áreas de distribuição e conservação de espécies vegetais.
    Organização interna e externa das plantas em função do meio. Os principais grupos taxonómicos. As espécies vegetais com maior interesse para o homem. Introdução ao estudo das comunidades.
    MÓDULO ZOOLOGIA
    Princípios de organização do mundo animal, incluindo planos evolutivos e de desenvolvimento.
    Características dos grupos taxonómicos mais relevantes, traços anatómicos gerais e ciclos de vida.
    Espécies portuguesas, seu valor em termos de conservação.


    Bibliografia
    Bibliografia Principal
    -LIVRO DE BIOLOGIA (GERAL):
    «Biology» Campbell, N.A. & Reece J.B. Edição de 2005.
    -LIVRO BIOLOGIA CELULAR
    «Biologia Celular» Azevedo, C. 4ª edição. Lidel 2005.
    -LIVRO DE MICROBIOLOGIA
    «Brock Biology of Microorganisms» Madigan, M.T. & Martinko, J.M. 2006 11ª Edição, Pearson Education International
    -LIVRO DE BOTÂNICA
    «Biology of Plants» Raven, P.H., Evert, RF & Eichhorn SE 2005 7ª edição
    -LIVRO ZOOLOGIA
    «Integrated Principles of Zoology». Hickman CP, Roberts LS, Larson A, L'Anson H & Eisenhour DJ 2006 McGraw Hill Higher Education. New York.
    Bibliografia Complementar
    Artigos a serem indicados para cada tema


    Avaliação
    Assiduidade
    A frequência de cada módulo implica a presença às aulas, com uma tolerância de apenas duas faltas por módulo (incluindo as duas semanas de recuperação, se necessárias).
    Os alunos têm uma tolerância para a entrada na sala de aula de 15 minutos, sob pena de terem falta à aula.
    Avaliação Contínua de Conhecimentos
    A avaliação contínua será feita ao longo das seis semanas de aulas, através de questões colocadas sobre a matéria teórica e prática, relatórios das aulas práticas, elaboração de um trabalho e sua apresentação oral, e testes parciais sobre a matéria teórica e prática. O(a) responsável de cada um dos 4 módulos definirá o tipo e as regras específicas da respectiva avaliação, em função do método de trabalho escolhido.
    Os alunos que obtiverem uma classificação igual ou superior a 12 valores na avaliação contínua serão dispensados das duas semanas de aulas de recuperação e do Teste Final de Módulo.
    Teste Final e Nota do Módulo
    Envolverá a avaliação de toda a matéria do Módulo e é destinada aos alunos que não tenham alcançado a classificação de 12 valores na avaliação contínua. Decorrerá no período de recuperação do respectivo Módulo.
    O teste final contará com 60% para a nota Final do Módulo e a nota da avaliação contínua com um
    valor de 40%.

    Exame Final da Disciplina
    É claramente um exame de recurso. Será destinado aos alunos sem aprovação (nota inferior a 10 valores) em algum (ou todos) os Módulos.
    Pode também ser utilizado para melhoria de nota.
    Trabalhadores estudantes
    Terão de preencher os requisitos da avaliação contínua.

    AVISOS

    • 11 de Novembro às 9h30 - Teste Final do Módulo de Biologia Celular
    • 11 de Novembro às 9h30 - Teste Final do Módulo de Microbiologia I
    • 22 de Janeiro às 10h00 – Teste Final de Módulo de Microbiologia
    • Calendarização dos Exames Finais

    Módulo MICROBIOLOGIA - Licenciaturas em Engenharias e Arquitectura Paisagista

    SUMÁRIOS

    Módulo MICROBIOLOGIA - Licenciatura em Biologia

    SUMÁRIOS

    2008-2009

    2009-2010

    Biologia Animal (Animal Biology)

    BIOLOGIA ANIMAL
    Área Científica: Biologia
    Coordenador: Manuela Branco
    Outros docentes: Gonçalo Calado (GC),Elisabete Figueiredo (EF), José Carlos Franco (JCF), Teresa Ferreira (MTF), José Maria Santos (JMS), Miguel Bugalho (MigB), Francisco Moreira (FM), José Lima Santos (JLS)
    Precedências: Biologia

    Curso: 1º ciclo de Biologia ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    Introdução, conceitos gerais. O que é a zoologia? Níveis de integração. Metodologias de abordagem. Noções de sistemática e taxonomia animal.
    Código internacional de Nomenclatura Zoológica.
    O plano estrutural (Bauplan) dos animais. Organização hierárquica da diversidade animal.
    Paleozoologia. Evolução dos principais grupos de animais durante o fanerozóico. Principais períodos de extinção conhecidos: causas e consequências.
    Protozoários. Principais grupos. Forma e função. Diferentes tipos de classificações.
    Origens e diversificação. Principais grupos: Mesozoa, Parazoa, Radiata e Bilateria. Protostomados e Deuterostomados. Lophotrochozoa e Ecdysozoa.
    Metazoários - classificação e principiais características. Mesozoa, Parazoa; Radiata; “Acelomados”; “Pseudocelomados”Moluscos, Anelídeos, “Lofoforados”, Artrópodes,
    Equinodermes, Hemicordados e Cordados.
    Anatomia comparada de Vertebrados.
    Cérebro, sistema sensorial e comportamento animal.
    Comportamento animal e adaptação ao meio ambiente.

    Material Pedagógico

    Biologia do Desenvolvimento (Developmental Biology)

    Biologia do Desenvolvimento (Developmental Biology)
    Área Científica: Biologia
    Coordenador: Sara Amâncio (DBEB)
    Outros docentes: Wanda Viegas, Ana Caperta, José Carlos Franco, Jorge Almeida,Elisabete Figueiredo, Margarida Delgado, José Ferreira da Silva (FMV-UTL), Margarida Matos (FC-UL), Nuno Ferrand (FC-UP)
    Precedências: Genética e Genómica

    Curso: 1º ciclo de Biologia ECTS: 7.5 Semestre:



    Programa Resumido:
    Competência, determinação e morfogénese. Regulação génica do desenvolvimento. Comunicação, sinalização e migração celular. Apoptose. Gametogénese e fertilização
    Segmentação e gastrulação em Invertebrados e Vertebrados
    Padrão de desenvolvimento do nemátode C. elegans
    Padrão de desenvolvimento em Insectos: o modelo da Drosophila. Genes homeóticos e regulação da especificação sectorial e axial em Drosophila. Metamorfoses dos Insectos
    Embriogénese de Vertebrados: destino da ectoderme, mesoderme e endoderme. Diferenciação dos sómitos. Aspectos morfológicos e moleculares da organogénese do aparelho genital masculino e feminino
    Desenvolvimento das plantas. Formação e destino do meristema da raiz e da parte aérea Padrão de desenvolvimento da folha. Controlo génico da floração.

    Material Pedagógico

    Aulas

    Aula 1

    Aula 2

    Aula 3

    Aula 4

    Aula 5

    Aula 6

    Aula 7

    Aula 8

    Aula 9

    Aula 10

    Aula 11

    Aula 12

    Biologia Florestal (Forest Biology)

    BIOLOGIA FLORESTAL (Forest Biology)
    Área Científica: Biologia
    Coordenador: João Santos Pereira (DEF)
    Outros docentes: Helena Almeida, Fátima Tavares, Teresa Quilhó, Maria da Conceição Caldeira, Filipe da Costa e Silva, Ricardo B. Ferreira
    Precedências: Biologia

    Curso: 1º ciclo de Engenharia Florestal ECTS: 7.5 Semestre:



    Programa Resumido:
    Competências:
    O aluno deve adquirir os conceitos que lhe permitam interpretar as respostas das árvores às variações nas condições ambientais naturais ou que resultem da intervenção técnica na silvicultura ou na condução de árvores urbanas e decidir com fundamentação biológica sobre a adequação de modelos de silvicultura e gestão florestal, num contexto de alterações globais. .


    Módulos:
    1. Introdução: As árvores – forma e função;
    2. O desenvolvimento e crescimento das árvores: alongamento caulinar e formação da copa. Engrossamento do caule e raízes (crescimento secundário) e estrutura da madeira. A casca. A funcionalidade do xilema, Transporte de água no xilema; Dendrocronologia. Raízes e absorção de água. Algumas noções de biomecânica. O processo reprodutivo e a fisiologia da semente. Produtividade: Fotossíntese e respiração; o balanço de carbono nas florestas; Modelação; Produtos do metabolismo secundário – compostos de defesa e VOC’s
    3. Ecofisiologia – (1) Stress: temperatura e luz; água, natureza e estado dos solos. (2) Adaptação da vegetação ao clima, aos solos e à geologia. (3) Árvores em meio urbano. (4) Respostas às alterações globais.
    5. Genética das populações: Noções básicas de Genética quantitativa; Evolução e diversidade genética em espécies florestais; Conservação de recursos genéticos.



    AVISO: O material pedagógico referente às aulas de 9, 15 e 16 de Dezembro encontram-se no ano de 2007/08 sob os temas:

    1 - Evolução e Diversidade Genética em Espécies Florestais – Factores de Evolução
    2 - Evolução e Diversidade Genética em Espécies Florestais – Variação Genética em Espécies Florestais
    3 - Biologia do Processo Reprodutivo (Apresentação)
    4 - Biologia do Processo Reprodutivo (Texto)


    Material Pedagógico 2007-2008

    Genética das Populações:

    • Simulação da Evolução em Populações Naturais recorrendo ao modelo Populus - desenvolvida na Univ. Minesota por Don Alstad http://www.cbs.umn.edu/populus/

    Papers para ler


    Material Pedagógico 2008-2009


    Material Pedagógico 2009-2010

    Biologia Funcional (Functional Biology)

    BIOLOGIA FUNCIONAL (Functional Biology)
    Área Científica: Biologia
    Coordenadores: Ricardo Boavida Ferreira (DBEB) e João Neves Martins (DBEB)
    Outros docentes: Sara Amâncio(DBEB), Glória Esquível(DBEB), João Santos Pereira(DEF), Filipe Silva (DEF), Ana Rodrigues (DEF)
    Precedências: Biologia

    Curso: 1º ciclo de Engenharia Agronómica ECTS: 7.5 Semestre:


    I. MÓDULO DE GENÉTICA (14 de Setembro a 30 de Outubro)

    II. MÓDULO DE FISIOLOGIA VEGETAL (2 de Novembro a 18 de Dezembro)


    AVISO

    A Biologia Funcional (Módulos: Genética e Fisiologia) fará Exame aos Alunos Trabalhadores-Estudantes e Finalistas,na 6ª Feira, dia 23 de Julho, às 9:45, na Sala-12 do E.P.
    Os Alunos interessados devem avisar os docentes que o desejam fazer.




    AVISO

    Os exames de Biologia Funcional, dos dias 11 e 21 de Janeiro de 2010, iniciar-se-ão exactamente às 9:30 horas não obrigando a inscrição prévia.

    Os exames decorrerão no Anfiteatro A1, (2 horas por módulo) (Mód. Fisiologia: 9:30-11:30 h e Mód. Genética: 11:45 às 13:15 h),
    precisando de um caderno de exame da A.E.A.


    Módulo I - GENÉTICA

    PROGRAMA RESUMIDO
    Aulas Teóricas:
    1. Processos de inovação genómica/génica:
    - Mutações génicas pontuais;
    - Mutações cromossómicas numéricas e estruturais;
    - Mecanismos de recombinação geral, sitio-especifica e transposição;
    2. Analise Genética:
    - Comportamento cromossómico;
    - Padrões de transmissão génica;
    - Mapeamento cromossómico por recombinação genica;
    3. Engenharia Genética:
    - Moléculas recombinantes;
    - Isolamento e manipulação de genes;
    - Genómica;
    - Organização dos genomas;
    Aulas Práticas:
    1. Análise genética Mendeliana: hibridismos
    2. Extensões à análise Mendeliana: letalidade, alelismo múltiplo, interacções génicas, genes pleiotrópicos. Determinismos sexuais. Ligamento génico. Mapas de ligamento.

    AVALIAÇÃO
    Obtenção de frequência
    - Participação obrigatória em 80% das aulas (número máximo de faltas de 3 por cada módulo).
    - Classificação na avaliação contínua de 9,50, ou mais valores, possibilita a dispensa do exame final.
    Avaliação Contínua (50%)
    - (30%) Mini-questionários em todas as aulas teóricas e práticas.
    - (50%) Teste teórico-prático global: Classificação mínima de 8,50 valores;
    --------->1º Módulo: 30 de Outubro (6ª feira) no horário da aula teórica.
    - (20%) Apresentação (escrita e oral) do trabalho de síntese dum artigo científico publicado na revista “Trends in Genetics”
    --------->apresentação a 26/Out./2009
    Exame final (50%)
    - É exigida a realização de exame final aos alunos que tenham obtido uma classificação de frequência inferior a 9,5 valores em qualquer um dos módulos.
    - Para admissão a exame final, os alunos têm de ter, obrigatoriamente, frequência ao módulo respectivo. O exame conta com um peso de 50% para a nota final do módulo, contribuindo a avaliação contínua com os restantes 50%. É exigida uma classificação mínima de 8,50 valores no exame final.

    FUNCIONAMENTO
    - As aulas têm início à hora marcada no horário, com os questionários.
    - É obrigatório o uso de bata para a realização dos trabalhos de laboratório.
    - Não é permitida a utilização de calculadoras gráficas nos mini-questionários, testes ou exame final.
    - A utilização da internet como meio de contactar os docentes está restringida apenas àqueles casos em que tal se justifique.

    BIBLIOGRAFIA
    Bibliografia Principal:
    - A.J.F.Griffiths, S.R.Wessler, R.C.Lewontin e S.B.Carroll (2009) - Introdução à Genética (9ªEd.) Guanabara Koogan. [ISBN: 13: 978-85-277-1497-6]
    - W.S.Klug, M.R.Cummings, C.Spencer, M.A.Palladino (2009) - Concepts of Genetics (9th Ed.). Pearson Ed.Inc. [ISBN: 9780321524041]
    Outra bibliografia:
    - Artigos científicos da Rev. “Trends in Genetics”, e outras revistas fornecidas pelos docentes.

    - Diapositivos apresentados nas aulas teóricas e práticas.

    MATERIAL PEDAGÓGICO



    ARTIGOS "TRENDS IN GENETICS" ELEITOS:



    AVISOS
    Enviar (a nevesmartins@isa.utl.pt) o resumo do artigo escolhido na revista “Trends in Genetics” (uma pág. A4), até 18 de Outubro de 2009.

    Nota: Lembram-se que a sua apresentação será feita na 2ª F. (26 de Outubro de 2009).


    RESULTADOS DA AVALIAÇÃO DO ÚLTIMO EXAME E NOTAS FINAIS DO MÓDULO.

    Módulo II - FISIOLOGIA VEGETAL

    Programa Resumido

    Aulas Teóricas:
    - O funcionamento das plantas e as interacções com o ambiente.
    - Metabolismos do carbono, do azoto e do enxofre.
    - Fotossíntese (reacções fotoquímicas e reacções de assimilação do carbono) e respiração das plantas.
    - Limitações metabólicas e ambientais à produção vegetal.
    - Translocação floémica dos fotoassimilados.
    - Noção de “source” e “sink”.
    - Acumulação em órgãos de reserva.
    - Absorção e transporte da água na planta - Relações hídricas, balanço hídrico da planta.
    - Sinais, receptores e vias de transdução dos sinais associados ao desenvolvimento.
    - Hormonas clássicas e emergentes.

    Aulas Práticas:
    - Reacção de Hill.
    - Separação cromatográfica de pigmentos fotossintéticos.
    - Medição da taxa fotossintética.
    - Problemas sobre fotossíntese.
    - Nitrato redutase.
    - Determinação do estado hídrico dos tecidos vegetais.
    - Problemas sobre relações hídricas.

    Avaliação

    1.Obtenção de frequência
    - Participação obrigatória em 80% das aulas (número máximo de faltas de 3 por cada módulo.
    - Classificação de frequência de 9,50 ou mais valores possibilita a dispensa do exame final.

    • 30%) Mini-questionários teórico/práticos (3)
    • (50%) Teste teórico-prático global:Classificação mínima de 8,50 valores.
      2º Módulo: 18 de Dezembro (6ªfeira) no horário da aula teórica.
    • (20%) Trabalho de pesquisa e Apresentação: baseado em artigos de revisão (ex. de revistas: Trends in Plant Science, Annual Review of Plant Physiology and Biochemistry).
      Feito e apresentado por grupos com um máximo de 4 alunos. Os temas devem ser propopstos ao coordenador da disciplina.
      Cada apresentação deve durar entre 15 a 20 minutos, seguido de uma breve duscussão.
      O ficheiro Power-Point, contendo a apresentação, deve ser enviado ao coordenador da disciplina durante o período de 3 dias que se seguem à apresentação e deverá ter em consideração as críticas e comentários feitos no final da apresentação.
      Pelo menos metade do trabalho apresentado deve estar directamente relacionado com a matéria leccionada nas aulas teóricas.

    2. Exame final (50%)
    - É exigida a realização de exame final aos alunos que tenham obtido uma classificação de frequência inferior a 9,5 valores em qualquer um dos módulos.
    - Para admissão a exame final, os alunos têm de ter, obrigatoriamente, frequência ao módulo respectivo. O exame conta com um peso de 50% para a nota final do módulo, contribuindo a avaliação contínua com os restantes 50%. É exigida uma classificação mínima de 8,50 valores no exame final.

    Funcionamento

    - As aulas têm início à hora marcada no horário, com os questionários.
    - É obrigatório o uso de bata para a realização dos trabalhos de laboratório.
    - Não é permitida a utilização de calculadoras gráficas nos mini-questionários, testes ou exame final.
    - A utilização da internet como meio de contactar os docentes está restringida apenas àqueles casos em que tal se justifique.

    Bibliografia

    1. Bibliografia principal:

    • Azcón-Bieto, J. e Talón, M. (eds.) (2000) Fundamentos de Fisiologia Vegetal. McGraw-Hill Interamericana.
    • Taiz, L. e Zeiger, E. (2006) Plant Physiology. Sinauer Associates, Inc., Publishers. 4th ed. (ou 2002 3rd Ed).
    • Artigos científicos e capítulos de livros fornecidos pelos docentes.

    2. Outra bibliografia:

    • Diapositivos apresentados nas aulas teóricas e práticas.

    Material Pedagógico

    Aulas Teóricas

    Aulas Práticas

    Avisos

    Pautas

    Biologia Molecular e Celular (Cellular and Molecular Biology)

    BIOLOGIA MOLECULAR E CELULAR (Molecular and Cellular Biology)

    Área Científica: Biologia
    Coordenador: Wanda Viegas (DBEB)
    Outros docentes: Wanda Viegas; Jorge Pinto de Almeida; Glória Esquível
    Precedências: -

    Cursos: 1º ciclo de Biologia ECTS: 12 Ano: 1º (unidade curricular anual)

    Programa Resumido:
    Biologia Molecular: Introdução à biologia molecular. Estrutura e função de proteínas. Estrutura química e física de ácidos nucleicos. Dogma central da Biologia molecular. Expressão da informação genética. Mecanismos de síntese (transcrição) e processamento de RNA. Síntese de proteínas (tradução). Manutenção e transmissão da informação genética. Reparação e replicação do DNA. Recombinação. Mitose e meiose. Mecanismos moleculares de recombinação homóloga. Mutação. Detecção, tipos e efeitos. Elementos genéticos móveis (vírus, transposões e plasmídeos).
    Tecnologia do DNA recombinante. Mecanismos de regulação da expressão génica.

    Biologia Celular: Organização das Composição química, organização estrutural e funções das biomembranas;
    Arquitectura celular. Tráfego de membranas no sistema endomembranoso. Citoesqueleto Organização estrutural e biogénese de mitocôndrias, plastídeos e peroxisomas Organização estrutural do núcleo: compartimentos nucleares; organização cromossómica Organização dos genomas: sequências génicas e não genicas. Processos de sinalização celular
    Controles moleculares do ciclo celular. Divisão celular Factores indutores da oncogénese. Linhagem de células germinais e formação de gâmetas. Processos de regulação da apoptose

    Bibliografia:
    Bibliografia Principal
    Alberts, B. Bray, D. Lewis, J Raff, M. Roberts, K. Watson, J., 2006. Molecular biology of the cell.
    Garland Publishing, Inc., New York.
    Bibliografia Complementar
    Artigos seleccionados da revista Current Opinion in Cell Biology

    Avaliação
    Avaliação continua obrigatória: Quatro testes globais em cada semestre; Avaliação quinzenal; Apresentação escrita e oral de artigos científicos

    AVISOS

    Material Pedagógico

    2009/2010

    Biologia Vegetal (Plant Biology)

    BIOLOGIA VEGETAL (Plant Biology)
    Área Científica: Biologia
    Coordenador: Wanda Viegas (DBEB)
    Outros docentes: Ana Caperta; Tiago Henriques; Manuela Silva; José Carlos Costa; Margarida Delgado; Ana
    Monteiro ; Leonor Morais; Glória Esquível; Sara Amâncio
    Precedências: Biologia

    Curso: 1º Ciclo Biologia ECTS: 7.5 Semestre:



    Objectivos:
    - Compreender a origem e evolução das plantas terrestres;
    - Desenvolver os conceitos e compreender os factores que medeiam a diversidade nas plantas;
    - Compreender as adaptações estruturais que permitem às plantas a sobrevivência em distintas condições ambientais;

    Programa:
    Origem e Evolução das Plantas Terrestres
    Poliploidização como factor evolutivo
    Comunidades e paisagem vegetal
    Principais agrupamentos taxonómicos de Pteridófitos, Gimnospémicas e Angiospérmicas
    Estatutos de protecção de espécies: distribuição dos principais táxones com estatuto de protecção
    Embriogénese e meristemas: controlo génico no estabelecimento e manutenção dos meristemas
    Tecidos vasculares: estrutura e funções do xilema e floema e importância na adaptação das plantas.
    Anatomia reprodutiva: estruturas florais e evolução
    Ecologia reprodutiva das plantas
    Mecanismos génicos de auto-incompatibilidade
    Crescimento celular: factores biofísicos e bioquímicos do alongamento da parede celular e sua regulação
    Acção das hormonas vegetais no desenvolvimento das plantas

    Bibliografia
    Bibliografia Principal
    Raven PH, Evert RF & Eichhorn SE 1999. Biology of Plants. 6ª Ed. W.H. Freeman and Companys Worth Publishers
    Campbell, N.A. and Reece, J.B. 2005 Biology . Benjamin Cummings
    Bibliografia Complementar
    Moore R, Clark WD, Stern KR & Vodopich D 1995. Botany. WCM Publishers. London
    Artigos cientificos seleccionados


    AVISO: Exame Final 1ª Chamada 15 de Janeiro às 10.30h - sala 27


    Avaliação
    Avaliação contínua obrigatória: dois testes globais; avaliação semanal; trabalho escrito e apresentação oral de um tema de revisão.

    Material Pedagógico


    Biotecnologia (Biotechnology)



    BIOTECNOLOGIA (Biotechnology)
    Área Científica: Biologia
    Coordenador: Sara Amâncio (DBEB)
    Outros docentes: Leonor Morais, Luisa Brito, Jorge Almeida, Paula Alves (IBET, Oeiras) e Célia Miguel (ITQB, Oeiras)
    Precedências: Microbiologia Funcional; Genética e Genómica

    Curso: 1º ciclo de Biologia ECTS: 7.5 Semestre:



    Programa Resumido:
    1. Biotecnologia:

    • Introdução, conceitos e aplicações.
    • Referência à Bioeconomia

    2. Mecanismos de RNAi e silenciamento de genes:

    • Estudo de casos

    3. Biotecnologia microbiana:

    • Transferência de genes em procariotas
    • As leveduras como ferramentas biotecnológicas
    • Produtos de fermentação: processos a montante e a jusante, biorreactores
    • Estudo de casos (apresentaçãodeseminários)

    4. Biotecnologia animal:

    • Aplicação de células animais na avaliação da virulência bacteriana
    • Produçãode biofármacos complexos: - Proteínas recombinantes, - Vacinas, - VLP's,
    • Vectores para terapia génica,
    • Células para terapia cellular

    5. Biotecnologia Vegetal:

    • Clonagem e regeneração de plantas por cultura in vitro
    • Transformação de plantas superiores
    • Regeneração de plantas por Organogénese adventícia
    • Protoplastos, fusão e híbridos somáticos
    • Embriogénese Somática: aplicações, controlo da estabilidade genética e criopreservação


    Programa

    Material Pedagógico

    Embriogénese Somática

    Regeneração por Organogénese Adventícia

    Biotecnologia Vegetal

    Objectivos: Aquisição de conhecimentos e competência sobre: métodos e técnicas de propagação clonal, aplicações, vantagens e inconvenientes; transformação e aplicações dos organismos genéticamente modificados (OGM).

    Professores Responsáveis:
    Sara Amâncio
    Leonor Morais
    Cristina Oliveira
    Luisa Brito
    Jorge Almeida

    Ciências da Terra (Earth Sciences)

    CIÊNCIAS DA TERRA ((Earth Sciences)
    Área Científica: Ciências da Terra
    Coordenador: Profª Maria Manuela Abreu (DCA)
    Outros docentes: Profª Ana Carla Madeira (DCA)
    Precedências: Física, Química Geral e Bioquímica

    Curso: 1º ciclo de Engenharia do Ambiente ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    Módulo I Geologia e Hidrogeologia: Princípios de Geologia. Génese e classificação das rochas Magmáticas, Sedimentares e Metamórficas. Geologia e Litologia de Portugal. Estrutura e tectónica. Porosidade e permeabilidade. Aquíferos: tipo, protecção (uso do solo), qualidade e quantidade da água. Sistemas de aquíferos Portugueses.
    Módulo II - Geoquímica Ambiental: Fases sólidas mais comuns na crusta de meteorização: silicatos; óxidos e hidróxidos; carbonatos; sulfatos; cloretos. Meteorização e fases sólidas secundárias. Comportamento geoquímico dos elementos maiores, menores e vestigiais de maior importância ambiental. Sistema sólido-líquido: reactividade das fases sólidas face aos contaminantes mais comuns.
    Módulo III - Climatologia e Alterações Climáticas: A atmosfera no sistema climático. Interacção atmosfera-superfície do Globo: energia e água. Circulação geral da atmosfera, interacções e oscilações. Papel dos gases e dos aerossóis atmosféricos na intensificação do efeito de estufa natural da atmosfera. Projecções para alterações climáticas e consequências daí resultantes.

    Climatologia e Recursos Hídricos (Climate and Water Resources)

    CLIMATOLOGIA E RECURSOS HÍDRICOS (Climate and Water Resources)
    Área Científica: Ciências da Terra
    Coordenador: Jorge Soares David
    Outros docentes: José Luís Teixeira; Jorge Soares David; Ana Carla Madeira; Francisco Abreu
    Precedências: Física

    Curso: 1º ciclo de Engenharia Agronómica, Engenharia Florestal e Arquitectura Paisagista ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    1. Climatologia
    O sistema climático. A Atmosfera. Energia no sistema climático e circulação geral da atmosfera. A água no sistema climático. Diferenciação regional e evolução do sistema climático. Regimes climáticos e recursos hídricos em várias escalas temporais. Unidades geoclimáticas.
    2. Hidrologia
    Bacia hidrográfica. Componentes do balanço hidrológico. Escoamento: volume total e dinâmica temporal (cheias e escoamentos mínimos). Influência do tipo de vegetação nos componentes do balanço. Noções sobre gestão de recursos hídricos em bacias.
    3. Política de Gestão da Água
    Directiva Quadro da Água. Gestão da água a nível local, regional e nacional. Planos de bacia hidrográfica e Plano Nacional da Água. O mercado da água e o licenciamento. Uso eficiente da água.
    4. Casos-estudo para cada Licenciatura


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    Composição dos Alimentos e Nutrição (Food Composition and Nutrition )

    Composição dos Alimentos e Nutrição (Food Composition and Nutrition )

    Área Científica: Eng. Alimentar
    Coordenador: Raul Bruno de Sousa (DQAA)
    Outros docentes: Maria Isabel Januário
    Precedências: Química Geral e Bioquímica

    Curso: 1º ciclo de Engenharia Alimentar ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    Nutrientes e Alimentos. Generalidades sobre a problemática da alimentação e nutrição. Resumo Histórico
    Alimentação equilibrada. Necessidades energéticas. Pirâmide dos alimentos. Diversidade alimentar
    Constituintes dos alimentos. A água. Importância e distribuição nos alimentos.
    Estudo da fracção azotada nos alimentos. Importância, distribuição e funções nos alimentos.
    Estudo da fracção glucídica nos alimentos. Importância, distribuição e funções nos alimentos.
    Estudo da fracção lipídica. Importância, distribuição e funções nos alimentos.
    Estudo da fracção mineral. Importância, distribuição e funções nos alimentos.
    Estudo da fracção vitamínica. Vitaminas hidrossolúveis e vitaminas lipossolúveis. Importância, distribuição e funções nos alimentos.
    Compostos com acção antioxidante. Componentes da cor e do aroma. Intensificadores de sabor. Constituintes bioactivos dos alimentos.
    Noções de Fisiologia da Nutrição. O controlo do peso. Elaboração de uma dieta.
    Avaliação do valor nutricional de alguns alimentos. A Tabela de composição dos alimentos
    Noções sobre Qualidade e Segurança Alimentar. Constituintes de risco dos alimentos. Legislação e Informação ao Consumidor. A questão da rotulagem. Primeira abordagem ao HACCP. Alimentos DOP

    Material Pedagógico


    Trabalhos dos Estudantes

    Temas Gerais


    Água

    Glúcidos

    Lípidos

    Proteínas

    Trabalho Final


    Desenho Assistido por Computador (Computer Assisted Design)

    DESENHO ASSISTIDO POR COMPUTADOR (Computer Assisted Design)
    Coordenador: Ana Luísa Soares (SAAP)

    Desenho de Comunicação

    --

    Ecologia (Ecology)

    ECOLOGIA (Ecology)
    Área Científica: Ecologia
    Coordenador (2010): Pedro Aguiar Pinto (DPAA)
    Outros docentes: João Santos Pereira (DEF), Manuel Valeriano Madeira (DCA); Nuno Cortez (DCA); Maria da Conceição Caldeira (DEF); Miguel Mourato (DQAA); Fernando Girão (DCA); José Maria Santos (CEF)
    Precedências: Física

    Cursos: 1º ciclo de Biologia, Engenharia Agronómica, do Ambiente, Florestal e Zootécnica ECTS: 7.5 Semestre:



    Programa Resumido:
    1. Apresentação; introdução
    2. Organismos e adaptação: Os organismos e o seu ambiente. Condições vs. recursos. Adaptação de animais e plantas.
    3. Populações: Quantificação. Interacções intra- e inter-específicas
    4. Comunidades: Biodiversidade. Sucessão ecológica.
    5. Processos nos ecossistemas: Interacções tróficas. Ciclos biogeoquímicos.
    6. Aplicações da Ecologia: as modificações globais no ambiente e o desenvolvimento sustentável.

    Pode aceder a mais informação aqui

    Energia e Ambiente (Environment and Energy)

    ENERGIA E AMBIENTE (Environment and Energy)
    Área Científica: Eng. Ambiente
    Coordenador: Olívio Patrício (DER)
    Outros docentes: Elizabeth Almeida Duarte, Francisco Avillez, João Santos Pereira
    Precedências: Química Geral e Bioquímica; Física

    Curso: 1º ciclo de Engenharia do Ambiente ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    1. A integração das energias renováveis para a minimização dos impactes ambientais nas actividades urbanas, agrícolas e industriais
    2. Energias renováveis
    2.1 Solar fotovoltaica
    2.2 Solar termo-activa
    2.3 Solar passivo-edifício
    2.4 Biocombustíveis
    2.4.1 Óleos vegetais e seus derivados
    2.4.2 Álcoois e seus derivados
    2.4.3 Biogás a partir de: lamas de ETAR; RSU; resíduos de agro-pecuária e indústria agro-alimentar; aterros sanitários; soluções integradas
    2.4.4 Hidrogénio
    2.5 Eólica
    2.6 Geotérmica
    2.7 Ondas
    2.8 Hídrica
    2.9 Pilhas de hidrogénio
    3. Fundamentos de termodinâmica aplicada à produção/conversão de energia
    3.1 Conceitos gerais de termodinâmica aplicada à engenharia
    3.2 Ciclos de produção de energia: ciclo Otto, Diesel e misto
    3.3 Turbinas a gás em circuito aberto e fechado
    3.4 Ciclo de Joule Bryton simples, regenerativo e com andares de compressão e expansão
    3.5 Produção de vapor em caldeiras. Tabelas do vapor.
    3.6 Ciclos de vapor: Ciclo de Carnot, Rankine e Hirn.
    3.7 Balanço térmico de uma instalação
    3.8 Ciclos de máquinas frigoríficas
    4.Tecnologias de produção/conversão de energias primárias
    4.1 Combustão
    4.2 Gasificação
    4.3 Pirólise
    4.4 Bioquímica
    5. Tecnologias de produção/conversão de energias secundárias
    5.1 Motores a vapor; turbinas a vapor, motores Stirling
    5.2 Motores de combustão interna; microturbinas, turbinas a gás; células de combustível
    6. Balanço ecológico da produção e utilização de energia: impactes ambientes associados à produção de energia. Custos ambientais e económicos / Benefícios.

    Estágio - Eng. Ambiente (Project - Environmental Engineering Degree)

    ESTÁGIO (Project)
    Área Científica: Eng. Ambiente
    Coordenador: F. Cardoso Pinto (DQAA)
    Outros docentes:
    Precedências: 1º ano completo e 105 ECTS

    Cursos: 1º ciclo de Engenharia do Ambiente ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    (a disponibilizar em breve)

    Estágio - Eng. Zootécnica (Project - Animal Science Degree)

    ESTÁGIO (Project)
    Área Científica: Produção Animal
    Coordenador: Madalena Lordelo (DPAA)
    Outros docentes:
    Precedências: 1º ano completo e 105 ECTS

    Cursos: 1º ciclo de Engenharia Zootécnica ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    (a disponibilizar em breve)

    Estatística (Statistics)

    ESTATÍSTICA (Statistics)
    Área Científica: Matemática
    Coordenador: Manuela Neves (DM)
    Outros docentes: Marta Mesquita, M. João Martins e outros
    Precedências: Matemática e Informática

    Curso: 1º ciclos de Biologia e de todas as Ciências de Engenharia ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    Estatística Descritiva
    Introdução à Teoria da Probabilidade. Principais modelos de probabilidade (discretos e contínuos)
    Inferência Estatística. Estimação. Testes de hipóteses
    Resolução de exemplos de aplicação. Utilização do programa R. Discussão e interpretação dos resultados.

    Fenómenos de Transferência de Energia e Massa (Mass and Energy Transport Phenomena)

    Fenómenos de Transferência de Energia e Massa (Mass and Energy Transport Phenomena)
    Área Científica: Física
    Coordenador: Helena Pereira (DEF)
    Outros docentes: Suzana Ferreira Dias
    Precedências: Física

    Curso: 1º ciclo de Engenharia Alimentar ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    1. Balanços de massas aplicados a fluxogramas industriais; aplicação dos conceitos: rendimento, grau de conversão e produtividade; purga e refluxo; sistema contínuo e descontínuo, em co-corrente e em contra-corrente.
    2. Equações gerais de transferência de uma entidade. Transferência de massa em estado estacionário (por difusão numa fase; através de uma fronteira de fase com reacção química ou bioquímica).
    3. Processos de transferência de massa entre fases (por equilíbrio de fases): Bases gerais de equilíbrio de fases; Operações de transferência em sistemas de estádio único ou estádios múltiplos (co e contracorrente): extracção líquido-vapor, líquido-líquido; sólido-líquido; gás-sólido; adsorção; Cálculo das variáveis de projecto de um sistema de transferência de massa em estádios múltiplos. Aplicações a casos de estudo da indústria alimentar.
    4. Balanços de energia aplicados a fluxogramas industriais.
    5. Transferência de calor: mecanismos de transferência de calor; transferência de calor em sistemas em estado estacionário (por condução, convecção natural e forçada, radiação); dimensionamento de isolantes de superfícies planas e tubos; transferência de calor em sistemas em estado não estacionário: sistemas delgados ou de temperatura uniforme; sistemas espessos ou de temperatura não uniforme: Métodos gráficos aplicados a sólidos finitos (alimentos).

    Física (Physics)

    FÍSICA (Physics)
    Área Científica: Física
    Coordenador(es): Mª Isabel Ferreira (DER)
    Outros docentes:
    Precedências:
    Cursos:

    ECTS: 12.0 Semestre: 1º e 2º



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    Fisiologia Animal (Animal Physiology )

    FISIOLOGIA ANIMAL (Animal Physiology )
    Área Científica: Biologia
    Coordenador: Teresa Matos (DPAA)
    Outros docentes:
    Precedências: Biologia Molecular e Celular; Química Geral e Bioquímica

    Curso: 1º ciclo de Biologia ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    Módulo I: Regulação e manutenção
    Aparelho circulatório: Sangue, Coração e Circulação e regulação periférica. Sistema linfático. Aparelho respiratório. Aparelho digestivo: Nutrição, metabolismo e Regulação da temperatura. Aparelho urinário: Água, Electrólitos e Equílibrio ácido-base. Particularidades fisiológicas das aves: Aparelho respiratório e o vôo, Aparelho digestivo e urinário.
    Módulo II: Reprodução e desenvolvimento
    Sistema reprodutor. Desenvolvimento, crescimento e envelhecimento. Particularidades fisiológicas das aves: Aparelho reprodutor e embriologia
    Módulo III: Suporte e movimento
    Niveis de organização do organismo animal, características essenciais da vida e homeostase. Tecidos constituintes do organismo animal. Sistema tegumentar. Sistema esquelético e homeostasia do cálcio. Fisiologia do sistema muscular.
    Módulo IV: Sistemas de integração e controlo
    Organização funcional do sistema nervoso. Integração das funções do sistema nervoso. Os sentidos especiais. Sistema nervoso autónomo. Organização funcional do sistema endócrino e Glândulas endócrinas. Especificidades nos animais invertebrados
    Módulo V: Manipulação de animais de laboratório
    Técnicas de contenção e manipulação de animais de laboratório. Maneio dos animais. Recolha de sangue e urina. Aplicação de Sondas. Controlo do desenvolvimento animal. Necrópsia, observação dos sistemas e identificação dos principais orgãos.

    Fisiologia Vegetal (Plant Physiology)

    FISIOLOGIA VEGETAL (Plant Physiology)
    Área Científica: Biologia
    Coordenador: Ricardo Boavida Ferreira (DBEB)
    Outros docentes: João Santos Pereira, Amarilis Varennes, Sara Amâncio, Glória Esquível, Manuela Chaves, Tiago Santos, Filipe Costa e Silva, Ana Rodrigues
    Precedências: Biologia; Química Geral e Bioquímica

    Curso: 1º ciclo de Biologia ECTS: 7,5 Semestre:


    Programa Resumido:

    APRESENTAÇÃO E INTRODUÇÃO
    Introdução. O funcionamento das plantas e as interacções com o ambiente

    CAP. I - ABSORÇÃO E TRANSLOCAÇÃO DA ÁGUA E DOS SOLUTOS NA PLANTA
    Absorção e transporte da água na planta - Relações hídricas, balanço hídrico da planta
    Absorção e movimentação dos solutos na planta
    Translocação floémica. Factores que afectam a translocação. Noção de “source” e “sink”

    CAP. II - METABOLISMO DO CARBONO
    Reacções fotoquímicas da fotossíntese
    Fixação do CO2 e metabolismo fotossintético
    Exportação de fotoassimilados e acumulação em órgãos de reserva
    Limitações metabólicas e ambientais à fotossíntese
    Respiração nas plantas

    Cap. III - METABOLISMO DO AZOTO E DO ENXOFRE

    Cap. IV - DESENVOLVIMENTO VEGETAL
    Sinais e receptores
    Efeito da variação dos factores ambientais no desenvolvimento das plantas


    Material Pedagógico

    Aulas teóricas 1+2

    Aulas teóricas 3+4

    Aulas teóricas 5+6

    Aula Teórica 7

    Aula Teórica 8

    Aula Teórica 9

    Aula Teórica 10

    Aula Prática 3

    Aulas teóricas 13+14

    Aulas teóricas 16 a 21

    Aulas teóricas 22 e 24

    Aulas teóricas 25 e 26

    Aulas teóricas 27 e 28

    Aulas Teóricas 31 a 33

    Aulas Práticas 23 a 30

    Aulas Teórica Tema 5

    Aulas Teórica 34 a 36

    Genética e Genómica (Genetics and Genomics)

    GENÉTICA E GENÓMICA (Genetics and Genomics)
    Área Científica: Biologia
    Coordenador: Jorge Almeida (DBEB)
    Outros docentes:
    Precedências: Biologia Molecular e Celular

    Curso: 1º ciclo de Biologia ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    Introdução. Genética clássica versus organização do genoma e sua relação com a função.
    Monohibridismo. Relações de dominância. Séries alélicas. Alelos letais. Hereditariedade ligada ao sexo.
    Dihibridismo, polihibridismo e segregação independente.
    Interacções génicas.
    Ligamento e recombinação. Mapeamento de genes e RFLPs em plantas, animais e fungos.
    Genética de bactérias e bacteriófagos.
    Regulação génica. Mecanismos de RNAi e silenciamento de genes.
    Introdução à imunogenética.
    Introdução à genética quantitativa e de populações.

    Material Pedagógico:

    Genética e Melhoramento Animal (Genetics and Animal Breeding)

    GENÉTICA E MELHORAMENTO ANIMAL (Genetics and Animal Breeding)
    Área Científica: Biologia
    Coordenador: João Neves Martins (DBEB)
    Outros docentes: Antero Martins, Luis Telo da Gama, Victor Alves
    Precedências: Biologia

    Cursos: 1º ciclo de Engenharia Zootécnica ECTS: 7.5 Semestre:


    Objectivos gerais

    Para além dos conceitos básicos das várias genéticas, no fim do curso os alunos deverão saber fazer análises e estimar parâmetros genéticos, fazer avaliações genéticas simples em animais, definir objectivos e critérios no desenvolvimento de programas de selecção, determinar o progresso genético de uma população no tempo, estabelecer programas para a minimização de perda de genes em pequenas populações.

    Programa

    • Programa resumido
    • Programa detalhado
    • Frequências: Obtenção de Frequência - Só serão admitidos a exame final alunos com frequência a 75% das aulas teórico-práticas. Define-se como frequência a presença em pelo menos 2/3 das aulas, com questionários assinados.
    • Regras de avaliação


    Avisos

    - O Exame de Genética e Melhoramento Animal, dos Alunos Trabalhadores-Estudantes e Finalistas, realiza-se no dia 19 de Julho, na sala 48, pelas 10:00 Horas.
    Os alunos devem entregar o respectivo caderno de exame, à Dª Marina (Sec. Departamento, à Estufa), com antecedência.


    - Os Srs. Alunos podem consultar os resultados do Exame em "Pautas".
    O Exame de GMA (2ª Chamada), será dia 29/6, às 14:30, na sala da Estufa.


    - O Exame da 1ª chamada do dia 14 de Junho, realizar-se-á às 14h30 nas Estufas, sendo preciso entregar o Caderno de Exame à secretária Marina, do Departamento, que se encontra na outra Estufa.


    - Os Sr(ª)s. Aluno(ª)s podem consultar os resultados finais da avaliação contínua na "Pautas".


    - Sr(ª)s Aluno(ª)s devem levar Cadernos de Teste e Calculadoras não gráficas para provas de 1.½ horas:
    - (1º Teste) 29 Março 2010 às 10h30(Sala 48),
    - (2º Teste) 29 Abril 2010 às 14h00(Sala 12),
    - (Teste Global) 31 Maio 2010 às 9h00 (Sala 12).


    - Por falta de espaço as Aulas são transferidas para as Salas:
    - Segundas F.: Sala 48 (das 10:30 às 13:00) e,
    - Quintas Feira: Sala 12 (das 14:00 às 16:30)


    Material pedagógico


    Sumários


    Artigos escolhidos

    "Trends in Genetics" e "Animal Genetics"


    Pautas

    Geociências (Geosciences)

    GEOCIÊNCIAS (Geosciences)
    Área Científica: Ciências da Terra
    Coordenador(es): Maria Manuela Abreu (DCA)
    Outros docentes:
    Precedências: Física e Química
    Cursos:

    ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    Geologia e Geoquímica
    Princípios de Geologia. Génese e classificação das rochas Magmáticas, Sedimentares e Metamórficas. Tempo Geológico e Escala Estratigráfica. Geologia e Litologia de Portugal. Cartografia geológica. Estrutura e tectónica. Porosidade e permeabilidade. Fases sólidas mais comuns na crusta de meteorização: silicatos; óxidos e hidróxidos; carbonatos; sulfatos; cloretos. Comportamento geoquímico dos elementos maiores, menores e vestigiais de maior importância ambiental. Meteorização e fases sólidas secundárias. Processos de meteorização e as grandes regiões climáticas.

    Geomorfologia
    Génese e evolução do relevo terrestre e suas implicações na evolução e conservação da Paisagem. Erosão Hídrica e modelado de relevo. Dinâmica de vertentes e implicações paisagísticas. Relevo Estrutural. Génese das grandes aplanações. Relevo e circulação das águas. Erosão Marinha e Erosão Eólica: formas de relevo e evolução do litoral. Geomorfologia Aplicada: Sistemas Morfogenéticos e Sistemas Pedogenéticos; Balanço Morfogénese/Pedogénese e Conservação da Paisagem – aplicação ao Planeamento e Ordenamento.

    Geomática (Geomatics)

    GEOMÁTICA (Geomatics)
    Área Científica: Ciências da Terra
    Coordenadores: Rui Marçal (DER)
    Outros docentes: Graça Abrantes, Manuel Campagnolo, Pedro Arsénio
    Precedências: 60 ECTS's

    Curso: 1º ciclo de Engenharia Agronómica, do Ambiente e Florestal ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    Sistemas de Informação Geográfica:
    Estruturas de dados vectoriais e raster. Criação de mapas. Operações espaciais em vectorial e raster e introdução à análise espacial. Edição de dados.
    Levantamento de Dados Geográficos e Cartografia:
    Sistemas de georreferenciação e conversão de coordenadas entre diferentes sistemas em SIG. Conceitos de Cartografia (projecções e escala). Operações sobre cartas topográficas: determinação de declives, áreas, volumes, orientações. Cartas topográficas e modelos numéricos do terreno. Modelos digitais do terreno (raster, vectorial e TIN). Operações de derivação (cálculo de declives, orientação de encostas, exposição, visibilidade) sobre MDT em SIG. Introdução à fotointerpretação. Registo e correcção de dados recolhidos por GPS.
    Módulo de Detecção:
    Remota Fundamentos de detecção remota. Sistemas de detecção remota: fotografia aérea, sensores instalados em satélites. Pré-processamento de imagens: correcções geométricas e radiométricas. Introdução à análise e classificação de imagens multiespectrais. Indices de vegetação.

    Para ver a página da Geomática: clique aqui

    Gestão (Farm Management)

    GESTÃO (Farm Management)
    Área Científica: Ciências Económicas e Sociais
    Coordenadores: Francisco Gomes da Silva (DEASR)
    Outros docentes:
    Precedências: Organização da Produção Agrícola e Pecuária ou Introdução à Eng. Zootécnica (consoante a licenciatura)

    Curso: 1º ciclo de Engenharia Agronómica e Zootécnica ECTS: 7.5 Semestre:



    Programa Resumido:
    1. Planeamento da Empresa Agrícola
    1.1. Conceitos fundamentais
    1.2. Estruturas das empresas agrícolas e custos associados
    1.3. Os resultados da empresa
    1.4. Apuramento de resultados: elaboração de orçamentos
    1.5. Planeamento de curto prazo
    2. Controlo de gestão
    2.1. Ferramentas do controlo de gestão
    2.2. Métodos contabilísticos
    2.3. Algumas técnicas contabilísticas
    2.4. Concepção de um sistema de contabilidade de gestão
    3. Análise de investimentos
    3.1. Conceitos introdutórios
    3.2. Análise de investimentos com base em orçamentos anuais
    3.3. Análise de investimentos com base em orçamentos plurianuais
    3.4. Análise da viabilidade financeira de projectos

    Material Pedagógico

    AVISOS


    Gestão de Habitats e de Recursos Faunísticos (Habitat and Wildlife Management)

    GESTÃO DE HABITATS E DE RECURSOS FAUNÍSTICOS (Habitat and Wildlife Management)
    Área Científica: Ecologia
    Coordenador: Teresa Ferreira (DEF)
    Outros docentes: António Fabião
    Precedências: Recursos Faunísticos

    Curso: 1º Ciclo Engenharia Florestal ECTS: 7.5 Semestre:



    Programa Resumido:

    Módulo I - Gestão da Caça (7 semanas, António Fabião)
    Princípios gerais do ordenamento cinegético: a caça no contexto dos recursos naturais renováveis; habitat, fauna e relações tróficas; etapas do ordenamento; caça e conservação da biodiversidade. Espécies cinegéticas: caça maior e caça menor; elenco das espécies cinegéticas; biologia e ecologia das espécies cinegéticas. Regulamentação da caça: princípios gerais; competências e enquadramento jurídico; legislação e instrumentos de regulamentação. Processos e meios cinegéticos: processos e meios de caça; caça maior; caça menor a espécies residentes; caça menor a espécies migradoras.

    Módulo II- Ordenamento e gestão piscícolas (7 semanas, Teresa Ferreira)
    As bacias hidrográficas enquanto unidade ecológica: caracterização da rede e dos meios hídricos; comunidades aquáticas; princípios básicos de funcionamento do meio; alterações por acção humana. Ictiofauna, espécies e populações: espécies e interesse pesqueiro; ecologia das populações pesqueiras; limitações do meio. Agentes de gestão pesqueira: o triunvirato pescadores, pescado e meio aquático; espécies e formas de pesca; pesca desportiva e profissional. Princípios e instrumentos de gestão pesqueira: legislação, territorialização e administração; métodos de ordenamento da pesca; intervenções em habitats e em populações. Análise de casos de estudo.

    Material Pedagógico

    MÓDULO I - Gestão da Caça

    MÓDULO II - Ordenamento e Gestão Piscícolas

    Gestão de Recursos Hídricos, Efluentes e Resíduos (Water Resources, Efluents and Residues Management)

    GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOS, EFLUENTES E RESÍDUOS (Water Resources, Efluents and Residues Management)
    Área Científica: Eng. Ambiente
    Coordenador: Luís Santos Pereira (DER)
    Outros docentes: F. Cardoso Pinto
    Precedências: Hidrologia; Tratamento de Águas, Efluentes e Resíduos

    Cursos: 1º ciclo de Engenharia do Ambiente ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    Água e recursos hídricos: conceitos fundamentais, Recursos hídricos não convencionais. Impactos do homem sobre o ciclo e o balanço hidrológico. Relações entre uso da água e uso da terra; Conservação e poupança. Usos da água em agricultura, meio urbano e indústria. Procura e consumo de água; Indicadores de uso eficiente da água. Escassez de água, natural e antrópica. Gestão integrada de recursos hídricos, efluentes e resíduos.
    Reutilização e reciclagem: conceitos e aplicações. Balanço disponibilidades – necessidades. Afectação de recursos hídricos convencionais e não convencionais. Gestão de efluentes e de resíduos Uso de efluentes em rega e controlo dos impactos sobre a saúde pública e o ambiente. Reutilização em meios urbanos e de recreio: controlo dos impactos sobre a saúde pública e o ambiente. Reciclagem na indústria e controlo de qualidade. Legislação. Monitorização.

    Gestão Industrial e Marketing (Industrial Management and Marketing)

    GESTÃO INDUSTRIAL E MARKETING (Industrial Management and Marketing)
    Área Científica: Ciências Económicas e Sociais
    Coordenador: Francisco Gomes da Silva (DEASR)
    Outros docentes: Filomena Duarte, Carlos Noéme
    Precedências: Introdução à Engenharia Alimentar

    Cursos: 1º ciclo de Engenharia Alimentar ECTS: 7.5 Semestre:



    Programa Resumido:
    I- Gestão da Produção
    Planeamento e controle da produçãoGestão de Stocks.Sistemas de planeamento e controle de logística.Gestão e controle de qualidade.Gestão de Recursos Humanos: motivação, liderança, mérito.
    II- Marketing
    Introdução: origem e evolução do conceito de marketing.Ambiente e estratégia de marketing.O comportamento do consumidor.Segmentação, selecção de mercados alvo e posicionamento.Os elementos do marketing-mix.Estudos de caso.
    III- Inovação e Empreendedorismo
    A Inovação como suporte de Vantagem CompetitivaConceito de inovação;Conceito de novo produto;Factores que fazem desenvolver a inovação;O marketing e a inovação;A ligação à empresa e o empreendedorismo;Ideia de negócio e estudo da sua viabilidade;A elaboração do Plano de Negócios;Programas e Acções de Apoio ao Empreendedorismo
    IV- Sistemas de planeamento e controle de operações
    Planeamento a médio prazo - sistemas MRP, CRP, ERP, OPT
    Planeamento a curto prazo: o SFC – shop floor control
    TQM,JIT, lean thinking

    Material Pedagógico

    Organização da Disciplina
    Slides das aulas teóricas - Parte 1
    Marketing 1 (slides aulas teóricas)
    Marketing 2 (slides aulas teóricas)
    Marketing 3 (slides aulas teóricas)
    Slides das aulas teóricas - Parte 3
    Planeamento e Controle de Qualidade
    Globalgap
    HACCP
    Marketing - capitulo 2.5

    AVISOS

    Aviso sobre o início das aulas 2009/2010
    AVISO EXAME FINAL

    Classificações - 1ªData de Exame
    Classificações - 2ªData de Exame


    Hidrologia (Hydrology)

    HIDROLOGIA (Hydrology)
    Área Científica: Ciências da Terra
    Coordenador: Paulo Matias (DER)
    Outros docentes:
    Precedências: Física; Estatística

    Cursos: 1º ciclo de Engenharia do Ambiente ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    Ciclo e balanço hidrológicos
    Processos hidrológicos
    Métodos de medição
    Análise e modelação hidrológica
    Hidrologia de projecto

    Higiene, Sanidade e Reprodução Animal (Animal Hygiene, Health and Reproduction)

    HIGIENE, SANIDADE E REPRODUÇÃO ANIMAL (Animal Hygiene, Health and Reproduction)
    Área Científica: Ciências Veterinárias
    Coordenador: Fernando Boinas (Faculdade de Medicina Veterinária)
    Outros docentes:
    Precedências: Introdução à Engenharia Zootécnica

    Cursos: 1º ciclo de Engenharia Zootécnica ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    Nesta disciplina são ministradas aos estudantes noções gerais teórico-práticas sobre higiene pecuária, sanidade animal e reprodução animal das espécies bovina, ovina e caprina, suína, aves e coelhos nas grandes áreas temáticas seguidamente listadas:
    § Fisiologia Reprodutiva e Ciclos Produtivos
    § Maneio Reprodutivo
    § Higiene Pecuária
    § Epidemiologia Veterinária
    § Noções Gerais sobre Doenças Infecciosas e Parasitárias
    § Biossegurança
    § Maneio Sanitário

    História de Arte e Desenho (Art History and Drawing Studio)

    HISTÓRIA DE ARTE E DESENHO (Art History and Drawing Studio)
    Coordenador: Cristina Castel Branco (SAAP)

    História e Teoria da Arte dos Jardins (Garden Art Theory and History)

    HISTÓRIA E TEORIA DA ARTE DOS JARDINS (Garden Art Theory and History)
    Coordenador: Cristina Castel Branco (SAAP)

    Instalações e Equipamento Industrial (Industrial Plants and Equipment)

    INSTALAÇÕES E EQUIPAMENTO INDUSTRIAL (Industrial Plants and Equipment)
    Área Científica: Eng. Alimentar
    Coordenador: Isabel Sousa e José Empis (DAIAT)
    Outros docentes: Jorge Ricardo da Silva, José Gouveia, Margarida Moldão Martins, Pedro Louro Martins, Teresa Matos, Isabel Januário
    Precedências: Operações Unitárias; Processamento e Conservação dos Alimentos

    Cursos: 1º ciclo de Engenharia Alimentar ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    Considerações gerais e desenvolvimento de Projectos Industriais
    A Estratégia da empresa.
    Selecção das tecnologias adequadas
    Introdução ao dimensionamento das peças para as diferentes operações unitárias. Selecção do equipamento correspondente: catálogos, especificações e parâmetros técnicos.
    Distribuição no espaço das diferentes peças de equipamento, esboço do lay-out, zona da função produtiva. Distribuição no espaço das zonas atribuídas às diferentes funções da Instalação (administrativa, comercial, social, produtiva, etc.) e esboço de implementação no terreno.
    Exercício prático de aplicação de distribuição de espaços para o desenvolvimento e desenho de uma Instalação Industrial no âmbito duma Indústria Alimentar (caso de estudo). Visitas de estudo a Instalações Industriais exemplo de cada área tecnológica.

    Instalações Pecuárias (Animal Buildings)

    INSTALAÇÕES PECUÁRIAS (Animal Buildings)
    Área Científica: Eng. Ambiente
    Coordenador: Jorge Ferro Meneses (DER)
    Outros docentes:
    Precedências: Física; Introdução à Eng. Zootécnica

    Cursos: 1º ciclo de Engenharia Zootécnica ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    Materiais e técnicas de construção: fundações, pavimentos, paredes e coberturas
    Condicionamento ambiental: balanços térmicos e de massa, psicrometria, ventilação, aquecimento, arrefecimento, bovinos, ovinos, iluminação natural e artificial.
    Projecto: fases e peças constituintes, planeamento do assento de lavoura. Características, concepção e dimensionamento.
    Instalações pecuárias e equipamentos : bovinos de leite, bovinos de carne, suínos, ovinos, caprinos, equinos, frangos de carne, galinhas poedeiras e coelhos.
    Tratamento de efluentes: Estrumes e chorumes das diversas espécies. Maneio de dejectos sólidos, semi-líquidos e líquidos: recolha, armazenagem, tipos de tratamento, distribuição e, produção de biogás.

    Introdução à Arquitectura Paisagista (Introduction to Landscape Architecture)

    INTRODUÇÃO À ARQUITECTURA PAISAGISTA (Introduction to Landscape Architecture)
    Coordenador: Maria João Canadas (DEASR) e Manuela Raposo Magalhães (SAAP)



    Programa Resumido
    Normas de avaliação
    Sumários dos Módulos 1 e 2

    Avisos

    • "A 1ª e a 2ª data de exame de Introdução à Arquitectura Paisagista terão lugar na SALA P10, às 10 horas, respectivamente nos dias 16 de Junho e 2 de Julho".


    Material Pedagógico

    MÓDULO 1 - Tema 1: Actividades e Agentes Económicos no Território

    MÓDULO 1 - Tema 2: Modificação do Meio pelas Actividades Económicas

    MÓDULO 1 - Tema 3: As actividades e os agentes no território: percurso histórico e diversidade actual



    MÓDULO 2: Regulação dos agentes e das actividades económicas: mercados e políticas públicas


    Pautas


    Introdução à Engenharia Alimentar (Introduction to Food Engineering)

    INTRODUÇÃO À ENGENHARIA ALIMENTAR (Introduction to Food Engineering)
    Coordenador: Helena Almeida (DAIAT) e Ana Novais (DEASR)


    Aviso

    • "A 2ª data de exame de Introdução à Engenharia Alimentar terá lugar na SALA P10, às 10 horas, no dia 2 de Julho.

    Programa e Regras da UC

    Sumários


    Material Pedagógico

    MÓDULO 1 - Tema 1: Actividades e Agentes Económicos no Território

    MÓDULO 1 - Tema 2: Modificação do Meio pelas Actividades Económicas

    MÓDULO 1 - Tema 3: As actividades e os agentes no território: percurso histórico e diversidade actual


    MÓDULO 2: Regulação dos agentes e das actividades económicas: mercados e políticas públicas

    MÓDULOS 3 e 4
    Para mais informações sobre estes módulos clique aqui.

    Pautas

    Introdução à Engenharia do Ambiente (Introduction to Environmental Engineering)

    INTRODUÇÃO À ENGENHARIA DO AMBIENTE (Introduction to Environmental Engineering)
    Coordenador: Manuel Belo Moreira (DEASR) e Elizabeth Duarte (DQAA)

    Material Pedagógico

    MÓDULO 1 - Tema 1: Actividades e Agentes Económicos no Território

    MÓDULO 1 - Tema 2: Modificação do Meio pelas Actividades Económicas

    MÓDULO 1 - Tema 3: As actividades e os agentes no território: percurso histórico e diversidade actual

    MÓDULO 2: Regulação dos agentes e das actividades económicas: mercados e políticas públicas

    Aviso

    Introdução à Engenharia Florestal (Introduction to Forestry)

    INTRODUÇÃO À ENGENHARIA FLORESTAL (Introduction to Forestry)
    Área Científica: Engenharia Florestal
    Coordenador(es): Manuel Belo Moreira (DEASR) e António Fabião (DEF)
    Outros docentes:
    Precedências: (a definir)
    Cursos:

    ECTS: 12.0 Semestre:

    Avisos

    Programa

    Material Pedagógico

    MÓDULO 1

    Tema 1: Actividades e Agentes Económicos no Território

    Tema 2: Modificação do Meio pelas Actividades Económicas

    Tema 3: As actividades e os agentes no território: percurso histórico e diversidade actual

    MÓDULO 2: Regulação dos agentes e das actividades económicas: mercados e políticas públicas

    MÓDULO 3

    Tema 1 "O que são, como funcionam e se medem e para que servem as árvores e florestas"

    Tema 2 "Introdução aos Sistemas de Produção Florestal e à Intervenção Produtiva"

    Tema 3 "A actividade florestal e a caça, a pesca nas águas interiores e a conservação de espécies e habitats"

    MÓDULO 4



    OUTROS FICHEIROS

    Introdução à Engenharia Zootécnica (Introduction to Animal Science)

    INTRODUÇÃO À ENGENHARIA ZOOTÉCNICA (Introduction to Animal Science)
    Coordenador: Isabel Rodrigo (DEASR) e João Pedro Bengala Freire (DPAA)

    AVISOS:

    • Aviso de Exames
    • A 2ª data de exame de Introdução à Engenharia Zootécnica (módulos I e II) terá lugar na SALA P10, às 10 horas, no dia 2 de Julho.


    Material Pedagógico

    MÓDULO 1

    - Tema 1: Actividades e Agentes Económicos no Território

    Tema 2: Modificação do Meio pelas Actividades Económicas

    Tema 3: As actividades e os agentes no território: percurso histórico e diversidade actual

    MÓDULO 2

    : Regulação dos agentes e das actividades económicas: mercados e políticas públicas

    MÓDULO 3

    Aula 1

    PAUTAS:

    Inventário Florestal (Forest Inventory)

    INVENTÁRIO FLORESTAL (Forest Inventory)
    Área Científica: Eng. Florestal
    Coordenador: Margarida Tomé (DEF)
    Outros docentes: José Tomé
    Precedências: Estatística

    Cursos: 1º ciclo de Engenharia Florestal ECTS: 7.5 Semestre:

    Programa Resumido:
    Competências:
    O aluno deve adquirir os conceitos que lhe permitam executar todas as actividades inerentes à implementação de um inventário florestal, desde o planeamento de inventários para gestão, o planeamento de amostragens, a recolha de dados no campo e o seu tratamento.
    Módulos e muito breve descrição:
    I- Caracterização dos povoamentos
    Variáveis dendrométricas em árvores individuais Variáveis dendrométricas em povoamentos – medição de parcelas Variáveis dendrométricas em povoamentos – método de Bitterlich
    II- Monitorização de indicadores de gestão florestal sustentável
    Recursos florestais e sua contribuição para os ciclos globais de carbono Saúde e vitalidade da floresta Funções produtivas da floresta (produtos lenhosos e não-lenhosos) Biodiversidade Funções protectoras da floresta (solo e água) Funções sócio-económicas da floresta
    III- Amostragem aplicada ao inventário florestal
    Principais tipos de amostragem Realização prática de uma amostragem Inventários baseados em parcelas de amostragem: amostragem simples quantitativa, amostragem simples qualitativa, amostragem estratificada, amostragem por grupos
    IV- Inventário florestal em Portugal
    O Inventário Florestal Nacional Inventários para efeitos de gestão (seminários com profissionais convidados)


    Para aceder ao Material Pedagógico, Clique Aqui

    Laboratórios - Inventariação e Bioestatística

    Para consultar a página da UC clique aqui

    Matemática e Informática (Mathematics and Computing)

    MATEMÁTICA E INF