O Instituto Superior de Agronomia (ISA) é, em Portugal, a maior e mais qualificada escola de graduação e pós-graduação em Ciências Agrárias, sendo o seu know-how reconhecido nacional e internacionalmente. Com 160 anos de experiência, adapta o seu ensino à evolução tecnológica e à realidade do País, apostando na qualidade e modernização do mesmo.
Integrada na Universidade Técnica de Lisboa desde 1930, tem cerca de 1850 alunos nos 3 ciclos de ensino, um corpo docente de 128 Professores e 24 Investigadores, dos quais 139 doutorados. Localizado no coração de Lisboa, na Tapada da Ajuda - Parque Botânico e Ambiental com cerca de 100 ha, de reconhecido interesse - é também um local convidativo para a realização de eventos, de actividades lúdicas e para a descoberta de locais cativantes como sejam o Anfiteatro de Pedra, o Miradouro, o Jardim da Parada, o Campo de Rugby, o Observatório Astronómico, o Pavilhão de Exposições, o Auditório da Lagoa Branca, entre outros.
O Instituto Superior de Agronomia (ISA) tem as suas raízes remotas em 1852, com a criação do Instituto Agrícola e Escola Regional de Lisboa, no reinado de D. Maria II, durante a REGENERAÇÃO, dirigida por Fontes Pereira de Melo.
Estabelecia a Lei de 1852 três graus diferentes de ensino:
"1. O ensino mechanico ou de officio para os homens do campo, ganha-pães ou jornaleiros, verdadeiros instrumentos de lavoura;
2. O ensino artistico ou secundário, já mais elevado, ao mesmo tempo prático e theorico, com destino a feitores ou chefes de culturas;
3. O ensino superior e scientifico, principalmente destinado a agronomos, individuos com preparação mais completa e estudo desenvolvido, habilitados a dirigir as grandes explorações agrícolas."
O Instituto Agrícola e Escola Regional de Lisboa foi inaugurado no lugar da Cruz do Taboado, onde se encontra a Faculdade de Medicina Veterinária (Nota: refere-se às antigas instalações da FMV, na Rua Gomes Freire). A ele se anexou depois a Quinta da Bemposta, situada a cerca de 1 km, onde numa escala reduzida era fácil fazer as diferentes demonstrações práticas e realizar algumas experiências.
Diz-nos Bernardino Cincinnato da Costa, quase 40 anos depois "o Instituto Agrícola de Lisboa, era a única instituição remanescente das que a lei de 1852 houvera criado, graças ao indefeso trabalho e superior inteligência do seu primeiro Director, o muito notável Dr. José Maria Grande" (veja-se, abaixo, quadro a óleo do Dr. José Maria Grande, pintado por J. Santa Barbara em 1862).

Com o objectivo de aperfeiçoar e desenvolver a agricultura, o curso do Instituto Agrícola de Lisboa tinha quatro anos e comportava sete cadeiras. "Às disciplinas próprias do Instituto eram acrescidas as preparatórias cursadas na Escola Politécnica: Zoologia, Anatomia e Fisiologia Comparadas, e Botânica e Fisiologia Vegetal, além do Desenho do 1º ano; e no Instituto Maynense (S.J.): Elementos de Física, Química e Geologia Agrícola.
Curiosamente, as Artes Agrícolas – designação equivalente a Industrias Agrícolas - estavam integradas no vasto conteúdo da 7ª cadeira: Economia Agrícola, Administração e Contabilidade Rural, Artes Agrícolas, Legislação e Engenharia Rural".
No ano de 1864 verificou-se a junção do Instituto Agrícola de Lisboa com a Escola de Veterinária Militar (ao Salitre), que fora fundada pelo Governo do Rei D. Miguel em 1830 (29-III), criando-se, deste modo, o Instituto Geral de Agricultura.
Nesta reforma a componente prática do curso de agronomia passou a efectuar-se na Granja do Marquês, em Sintra. A reorganização de cadeiras em ciências preparatórias e ciências técnicas, criou uma primeira cadeira, Agrologia e Culturas Arvenses, e uma segunda que englobava as matérias Topografia, Arboricultura e Silvicultura.
Já a disciplina de Zootecnia fora criada quando da fundação do Ensino Agrícola Superior em 1852, abrangendo, desde logo, os princípios científicos sobre que deveria assentar a exploração dos animais domésticos. Ao longo da evolução do nosso Instituto até hoje sempre foi entendido que os meios conducentes à exploração animal são indissoluvelmente ligados à agricultura.
Com as epidemias catastróficas, verificadas na 2ª metade do século XIX, nomeadamente o míldio da batateira (1845), oídio da videira (1850), filoxera (1861) e míldio da videira(1878), foi realçada a importância económica da protecção das plantas e intensificou-se a investigação, adquirindo a Entomologia Agrícola e a Patologia Vegetal estatuto de disciplinas científicas.
Na posterior reforma de Emídio Navarro, de 1886, o Instituto Geral de Agricultura passou a denominar-se como Instituto de Agronomia e Veterinária. Esta reforma levou à criação da 11ª cadeira – Tecnologia Rural e Florestal: análise dos produtos tecnológicos. Por pressão de alunos, de professores e de forças sociais e políticas, foi criado em 1906 o “Ensino Agronómico Colonial” que o Instituto de Agronomia e Veterinária, pela sua secção de agronomia, foi encarregado de ministrar.
Após a implantação da República, em 1910, todo o sistema educativo do País entra em transformação. O Instituto de Agronomia e Veterinária é extinto e substituído por duas instituições diferenciadas: a Escola Superior de Medicina Veterinária e o Instituto Superior de Agronomia. Era Ministro de Fomento do Governo Provisório da República Manuel Brito Camacho, que instituiu os títulos de Engenheiro Agrónomo e de Engenheiro Silvicultor para os novos licenciados do Instituto Superior de Agronomia.
Durante a Monarquia, estes profissionais sempre foram, e continuaram a ser, simplesmente referenciados como Agrónomos e Silvicultores.
A Tapada, como o Jardim Botânico da Ajuda, foram entregues, nesta altura, ao Instituto Superior de Agronomia. Seria inaugurado, sete anos depois, na Tapada da Ajuda, o actual Edifício Principal do Instituto.
O Edifício Principal do ISA, na Tapada da Ajuda, projectado pelo Arquitecto Adães Bermudes, foi inaugurado em 1917. Apresenta uma estrutura quadrática com claustro e arcadas incompletas (veja-se foto abaixo).

Quanto ao ensino florestal, surge uma primeira diferenciação real em relação ao curso de Agronomia, a qual até à época, se baseava apenas na existência de uma única cadeira, a de Silvicultura. Esta era regida frequentemente, desde o inicio, em termos de acumulação ou por professores que fizeram carreira e tiveram destaque noutras áreas. É neste período que se verifica um alargamento do Plano de Estudos com a criação das disciplinas de Silvicultura e Tecnologia Florestal; de Economia Florestal; Engenharia Florestal, Hidráulica Torrencial, Viação e Meios de Transporte; Aquicultura e Ictiologia; Pesca e Caça; Regime Pastoril; embora, apenas a primeira, tivesse responsável próprio, sendo as restantes regidas pelos responsáveis de outras disciplinas afins.
Em 1918, num ajustamento dos planos curriculares, o ensino da agronomia colonial é enriquecido com o curso complementar de Química e Tecnologia Açucareira e dos Óleos Coloniais.
Em 1926, estava criado o Laboratório de Microbiologia Ferreira Lapa, onde se realizavam estudos de produtos e de tecnologias onde a Microbiologia assume papel de relevo.
Foi somente em 1930 que o Instituto Superior de Agronomia, alcançou o estatuto universitário, com a criação da Universidade Técnica de Lisboa, onde ficou integrado, juntamente com as Escolas de Engenharia, Medicina Veterinária e Economia.
Francisco Caldeira Cabral, diplomado em Arquitectura Paisagista pela Universidade de Berlim, iniciou, em 1942 (14-IV), no Instituto Superior de Agronomia, o curso livre de Arquitectura Paisagista, iniciando uma nova profissão, até então desconhecida em Portugal.
Decorrido um século sobre a organização do ensino agrícola, e face à evolução no sector da ciência e tecnologia de alimentos, os planos curriculares do ISA são objecto de alterações profundas em 1952.
Reconhece-se a oportunidade de diferenciar o curso de agronomia em 4 ramos: Agro-Pecuária, Sanidade Vegetal, Economia Rural e Indústrias Agrícolas. Evidencia-se assim, a conveniência da concessão de maior relevo ao ensino nas áreas da ciência e da tecnologia de alimentos, facto em consonância com a política de ensino agrário noutros países europeus.
Mais tarde, com o Decreto Regulamentar nº53/79, de 11 de Novembro, e pelo Decreto-Lei nº128/81, de 21 de Outubro, o Instituto Superior de Agronomia passa a professar quatro licenciaturas: Engenharia Agronómica, Engenharia Florestal, Engenharia Agro-Industrial e Arquitectura Paisagista – mantendo contudo os cursos superiores de Agronomia Tropical e de Silvicultura Tropical.
Deste modo, a reforma de 1979 suprime a opção de indústrias agrícolas, no curso de agronomia, e cria a licenciatura em Engenharia Agro-Industrial. Na criação desta licenciatura, nas palavras de Pereira e Santos, "está implícito o reconhecimento de que a agricultura vem perdendo o monopólio histórico de fonte única de abastecimento de alimentos para ser gradualmente integrada num domínio mais vasto: o Agro-Industrial".
A 29 de Setembro de 1986 por Decreto-Lei nº 327/86 foi decretada a reformulação dos cursos e planos de estudo ministrados no ISA, de modo a corresponder às exigências que decorrem do desenvolvimento científico e tecnológico da actualidade nos sectores de actividade a que estes se dirigem. A 15 de Junho de 1989 por despacho reitoral, foram aprovados os novos planos de estudo.
Decorrente da Lei nº108/88, de 24 de Setembro, que define a autonomia das Universidades, foram promulgados em 4 de Julho 1990 os Estatutos do ISA, que constituem um importante marco e um valioso meio para promover o progresso desta Escola.
Prof. Manuel Beja-da-Costa
Instituto Superior de Agronomia: uma escola da Universidade Técnica de Lisboa, Reitoria da UTL, 1997
O seu logótipo, representando uma águia estilizada suportada no lema Hinc patriam sustinet (os que a pátria sustentam), substantiva o papel da inovação, do conhecimento e da Universidade na sociedade moderna.
Esta expressão latina foi retirada de "As Georgicas", de Vergilio.
The Instituto Superior de Agronomia (ISA) is the largest and most qualified school of graduate and post-graduate degrees in the Agricultural Sciences, in Portugal, and its know-how is recognized nationally and internationally. With 160 years of experience, adjusting its teaching to technological change and to the reality of the country, focusing both on quality and modernisation.
Integrated in the Technical University of Lisbon since 1930, it has about 1850 students in 3 cycles of instruction, a faculty of 128 teachers and 24 Researchers, including 139 PhDs. Located in the heart of Lisbon, Tapada da Ajuda – an Environmental and Botanical Park with about 100 ha, of recognized interest - it is also a pleasant place for events, recreational activities and the discovery of sites, such as the interesting Amphitheatre of Stone, the Belvedere, the Garden of the Parada, the Rugby field, the Astronomical Observatory, the Pavilion of Exhibitions, the Auditorium of Lagoa Branca, among others.
The Instituto Superior de Agronomia (ISA) has its roots in the remote 1852, with the creation of the Instituto Agrícola e Escola Regional de Lisboa, in the reign of Queen Maria II, during REGENERATION, which was directed by Fontes Pereira de Melo.
The law of 1852 established three degrees:
"1. Instruction of mechanics or craft for men to work in the field, workers hired for the day, real instruments of farming;
2. The artistic or secondary education, already higher but at the same time practical and theoretical, aimed to instruct farm managers or heads of the cultures;
3. Higher education and scientific, mainly to agronomists, individuals with more comprehensive preparation and with more developed studies, able to direct large farms."
The Instituto Agrícola e Escola Regional de Lisboa was opened in the place of the Cruz do Taboado, which was the home to the College of Veterinary Medicine (FMV) (Note: it refers to the former installations of the FMV, in the Street Gomes Freire). A farm was acquired, named “Bemposta”, located about 1 km from the school, where it was possible to make the various practical demonstrations and do some experiments.
Bernardino Cincinnato da Costa, almost 40 years later, reports "the Instituto Agrícola de Lisboa, was the only institution that the Law of 1852 had created that was still remaining, thanks to the work and superior intelligence of its first director, the most notable Dr. José Maria Grande "(see below, the picture of the oil of Dr. José Maria Grande, painted by J. Santa Barbara in 1862).

In order to improve and develop the agriculture, the course of the Instituto Agrícola de Lisboa had four years and included seven subjects. "To the Institute's own subjects other preparatory subjects were added, which were taught in the Polytechnic School: Zoology, Compared Anatomy and Physiology, and Botany and Plant Physiology, in addition to the Drawing of the Year 1, and at the Institute Maynense (SJ): Elements of Physics, Chemistry and Agricultural Geology.
Interestingly, the Agricultural Arts - designation equivalent to Agricultural Industries - were integrated into the vast contents of the 7th subject: Agricultural Economics, Administration and Accounting Rural, Agricultural Arts, Legislation and Rural Engineering".
In the year of 1864 there was a merging of the Instituto Agrícola de Lisboa with the School of Military Veterinary (near Salitre), which was founded by the Government of King Miguel in 1830 (29-III), thus creating the Instituto Geral de Agricultura.
Under this reform, the practical component of agronomy course was carried out at the Granja do Marquês, in Sintra. The reorganization of subjects in preparatory science and techniques, created a first subject, Agrology and Field Crops, and a second that encompassed the materials of Topography, Arboriculture and Forestry.
The discipline of Animal Science was created at the time of the foundation of the Agricultural Higher Education in 1852, covering, therefore, the scientific principles which should be based on the exploitation of domestic animals. Throughout the evolution of our Institute until now it has always been realized that the routes leading to the farm animal are inevitably linked to agriculture.
With the catastrophic epidemics that occurred in the 2nd half of the nineteenth century, especially the potato mildew (1845), powdery mildew of the vine (1850), phylloxera (1861) and downy mildew of the vine (1878), it was highlighted the economic importance of the protection of plants and research was intensified, acquiring the Agricultural Entomology and Plant Pathology status of scientific disciplines.
In the subsequent reform of Emídio Navarro, 1886, the Instituto Geral de Agricultura was renamed Instituto de Agronomia e Veterinária. This reform led to the creation of the 11th subject - Rural Technology and Forestry: analysis of technology products. After pressure from students, teachers and social and political forces, it was created in 1906 "Teaching of Colonial Agronomy", which the Instituto de Agronomia e Veterinária, trough its section of agronomy, has been responsible to administer.
After the establishment of the Republic in 1910, the entire education system was transformed. The Instituto de Agronomia e Veterinária is extinguished and replaced by two different institutions: the School of Veterinary Medicine and the Instituto Superior de Agronomia. Manuel Brito Camacho was the Minister of Development of the Interim Government of the Republic, which established the titles of “Agricultural Engineer” and “Forestry Engineer” for new graduates of the Instituto Superior de Agronomia.
During the monarchy, these professionals have always been, and continued to be, simply referenced as “Agrónomos” and “Silvicultores”.
The Tapada, as well as the Ajuda Botanical Garden, were assigned at this time, to the Instituto Superior de Agronomia. It would be inaugurated, seven years later, in the Tapada da Ajuda, the current Main Building of the Institute.
The Main Building of the ISA, in the Tapada da Ajuda, designed by architect Adães Bermudez, was inaugurated in 1917. It presents a quadratic structure with cloister with incomplete arches (see photo below).

Forestry was first differentiated, in relation to the course of Agronomy, which until then had only single subject of Forestry. This subject was often assigned since the beginning, in terms of accumulation by teachers who made their careers in other areas. It is in this period that there was an extension of the Plan of Studies, with the creation of the disciplines of Forestry and Forest Technology, Forest Economy, Forest Engineering, Torrential Hydraulics, Traffic and Means of Transportation, Aquaculture and Ictiology, Fishing and Hunting, Pastures; although only the first subject had its own professor. The other subjects we directed by professors that were responsible for similar subjects.
In 1918, an adjustment of curricula, introduced in colonial agronomy the complementary subjects of Chemistry and Technology Sugar and Colonial Oils.
In 1926, the Laboratory of Microbiology “Ferreira Lapa” was created, where studies of products and technologies in which microbiology plays a major role we conducted.
It was only in 1930 that the Instituto Superior de Agronomia, achieved university status, with the creation of the Technical University of Lisbon, where it was incorporated, along with the Schools of Engineering, Veterinary Medicine and Economics.
Francisco Caldeira Cabral, graduated in Landscape Architecture from the University of Berlin, started in 1942 (14-IV) the course of Landscape Architecture in the Instituto Superior de Agronomia. Thus, a new profession, unknown in Portugal, was created.
In 1952, a century after the onset of the organisation of agricultural education, in response to developments in the field of science and technology of food, the curricula of ISA were subject to profound changes.
It was recognized the need to differentiate the course of agronomy in four branches: Agriculture and Animal Husbandry, Plant Pathology, Rural Economy and Agricultural Industries. There is thus the will of granting greater emphasis on education in food science, in parallel with the policy of agricultural education in other European countries.
Later, with the Regulatory Decree No 53/79 of 11 November, and by Decree-Law No. 128/81 of 21 October, the Instituto Superior de Agronomia granted four degrees: Agricultural Engineering, Forest Engineering, Industrial Engineering in Agriculture and Landscape Architecture – maintaining, however, the degrees of Tropical Agriculture and Tropical Forestry.
The reform of 1979 removes the option of agricultural industries, in the course of agronomy, and creates a degree in Industrial Engineering in Agriculture. In creating this degree, in the words of Pereira and Santos, "there is an implicit recognition that agriculture is losing the historical monopoly of the single source of supply of food, to be gradually integrated into a broader area: the Agricultural Industry".
In 29 September 1986, by Decree-Law No. 327/86, the degrees offered by ISA were changed in order to meet the requirements coming from the scientific and technological development of the topical areas of activity. In 15 June 1989 the new plan of studies was approved by the University Rector.
In the wake of Law No. 108/88 of 24 September, which establishes the autonomy of the universities, the Statute of the ISA was promulgated on July 4, 1990. This constitutes an important milestone and a valuable means for promoting the progress of this School.
Prof. Manuel Beja-da-Costa
Higher Institute of Agronomy: a school in the Technical University of Lisbon, Rector of the UTL, 1997
Its logo, representing an eagle sustented on the motto Hinc patriam sustinet (those who feed the homeland), support the vision of the inovation, the knowledge and the role of the university in modern society.
This Latin expression is taken from "The Georgics" of Virgil.
O Instituto Superior de Agronomia situa-se em Lisboa, na Tapada da Ajuda (à Calçada da Tapada), entre Monsanto e Alcântara (próximo do Largo do Calvário e ao lado da Ponte 25 de Abril).
Existem 3 portões de acesso com os seguintes horários:
- Portão Jau (acesso a peões e automóveis): aberto 24 horas por dia
- Portão de Monsanto (acesso a peões e automóveis com cartão de identificação): 7h-19h. (dias úteis)
| Autocarros | Eléctricos | |
| Largo do Calvário | 12, 714, 727, 732, 738, 751, 756 | 15E |
| Rua Jau (junto ao Portão Jau) | 760 | 18E |
| Junto ao Portão da Ponte | 724 | - |
| Junto ao Portão de Monsanto | 724 | - |
| Rua Luís de Camões | 720, 742 | - |

The Instituto Superior de Agronomia is located in Lisbon in Tapada da Ajuda (in Calçada of Tapada) between Monsanto and Alcântara (near Largo do Calvário, which is a small square, and by the side of the bridge over the Tagus, called “25th of April”).
There are 3 gates to access the campus, which have the following schedules:
- Gate in Rua Jau (access to pedestrians and cars): open 24 hours a day
- Gate of Monsanto (access to pedestrians and cars with identification card): 7h-19h. (working days)
| Buses | Trams | |
| Largo do Calvário | 12, 714, 727, 732, 738, 751, 756 | 15E |
| Rua Jau (near to Portão Jau) | 760 | 18E |
| Near to Portão da Ponte | 724 | - |
| Near to Portão de Monsanto | 724 | - |
| Rua Luís de Camões | 720, 742 | - |

Organizar, processar e disponibilizar informação cientifica e técnica aos alunos, docentes, investigadores , funcionários do ISA e utilizadores externos, como suporte às suas actividades académicas e profissionais, organizando racionalmente os seus serviços e fornecendo espaços fisicos adequados
| Nome | Função | Telefone/Ext. | |
| Margarida Galamba | Direcção Técnica | 21 365 35 01 | galamba@isa.utl.pt |
| Carla Nunes | Secretariado | 21 365 35 03 | carlan@isa.utl.pt |
| Lina Oliveira | Informação e Empréstimo | 21 365 35 07 | linaoliveira@isa.utl.pt |
| Teresa Fonseca | Informação e Empréstimo | 21 365 35 07 | tfonseca@isa.utl.pt |
| Pedro Garrido | Informação e Empréstimo | 21 365 35 06 | pgarrido@isa.utl.pt |
| José Alberto Rodrigues | Informação e Empréstimo | 21 365 35 06/35 07 | jarodrigues@isa.utl.pt |
| Deolinda Marques | Informação e Empréstimo - Serviço de Fotocópias | 21 365 35 06 | dmarques@isa.utl.pt |
| Ester Sarmento | Gabinete Técnico | 21 365 35 08 | esarmento@isa.utl.pt |
| Maria de Jesus Cruz | Gabinete Técnico | 21 365 35 19 | mariacruz@isa.utl.pt |
| Maria dos Anjos Silva | Gabinete Técnico | 21 365 35 19 | marianjos@isa.utl.pt |
| Maria Isabel Avelino | Gabinete Técnico | 21 365 35 19 | isabeloliv@isa.utl.pt |
Segunda a Sexta: 9h. - 20h.
Sábados de Janeiro a Julho: 10h. - 16h.
Agosto: 9h. - 17h.
Para:
E-mail: infobisa@isa.utl.pt
Mais informações em www.isa.utl.pt/bisa
A residência para Professores e Pós-Graduados visitantes tem como objectivo o alojamento de pessoas que, sendo exteriores ao ISA, necessitem de um local para residir durante pós-graduações, mestrados ou outras actividades no âmbito desta instituição.
Possui 2 Quartos Individuais, 5 Duplos (1 com WC) e 2 Triplos.
Contactos
Cláudia Múrias (Responsável)
Telefone: (+351) 21 365 31 32
Telemóvel: (+351) 96 175 18 97
Fax: (+351) 21 365 32 38
E-mail:espacosdatapada@isa.utl.pt / cmurias@isa.utl.pt
Preçário
Quartos a partir de 20€ por noite.
Preços especiais para grandes estadias.
Localização
Na Tapada da Ajuda, próximo do Portão da Ponte
É claro para todos que a formação do Homem vai para além dos simples aspectos técnicos, científicos e académicos.
Nesta perspectiva, poderá utilizar os seguintes recursos:
Percursos Pedestres com Guia
Piqueniques
Para mais informações:
www.espacosdatapada.com
E-mail: espacosdatapada@isa.utl.pt
Telemóvel: 96 175 18 97 / Fax: 21 365 32 38
Jogging

Rugby e Futebol de 7
Existem dois campos de rugby relvados e um campo sintético de futebol de 7 geridos pela Associação de Antigos Alunos do ISA, que podem ser alugados mediante marcação.
Para mais informações:
Futebol de 7
www.futebol7.com
Telemóvel: 91 478 62 28
Telef./Fax: 21 364 52 62
Rugby
Telemóvel: 91 478 62 28
Telef./Fax: 21 364 52 62
Ténis e Futebol de 5
Existem dois campos de futebol de 5, ténis e basquetebol, geridos pela Associação de Estudantes do ISA, que podem ser alugados mediante marcação.
Contacto: 21 362 59 86
O CEDAR-Centro de Actividade Física e Recreação, localizado ao lado da FMV e em frente ao ISCSP, oferece uma diversidade de actividades desportivas a um preço módico.
Para mais informações clique aqui
Telef. 21 360 00 20
O Grupo de Teatro da Universidade Técnica de Lisboa faz os seus ensaios no ISA - segundas e quintas-feiras, das 19h. às 21h30, na sala 33 e/ou na sala 47. As actividades recomeçam a 25 de Setembro.
Para mais informações clique aqui

A Tapada da Ajuda, antiga Tapada Real, é um dos mais bonitos e frondosos parques botânicos da Lisboa.
Actualmente com cerca de 100 hectares, cercados por um muro que a tem protegido ao longo dos anos das tentações de desenvolvimento urbano, possui diversos espaços verdes e infra-estruturas abertas ao público, incluindo uma reserva botânica reconhecida internacionalmente pela sua floresta única de zambujeiros.
Alguns dos seus espaços e infra-estruturas podem ser utilizados para eventos diversos (Congressos, Festas, Casamentos, Lançamento de Produtos, etc.).
Cláudia Franco
Instituto Superior de Agronomia
Espaços da Tapada
Tapada da Ajuda
1348-017 Lisboa
Telefone: 21 365 35 53
Telemóvel: 96 175 18 97
Fax: 21 365 32 38
E-mail:espacosdatapada@isa.utl.pt
Para mais informações clique aqui

A Tapada da Ajuda é um Parque Botânico com cerca de 100 ha, no interior da cidade de Lisboa, de reconhecido interesse internacional, no qual se destacam uma Reserva Botânica única (a Reserva Botânica Natural D. António Xavier Pereira Coutinho), onde estão representadas as espécies características do clímax da zona, jardins, arboretos diversos, viveiros florestais, terrenos de cultura ( pomares, vinhas, prados, culturas arvenses e hortícolas) e diversas espécies domésticas e silvestres características.
Para além do património botânico e vegetal, pode encontrar na Tapada diverso património histórico e arquitectónico, algum do qual remontando ao tempo em que foi Tapada Real (para saber mais, clique aqui).
Para melhor conhecer algum deste património, clique aqui. Desde já, fica convidado a passear calmamente pela Tapada da Ajuda, a melhor forma de o descobrir em plena natureza.

The Tapada da Ajuda is a Botanic Park with about 100 hectares within the city, which is of recognized international interest. It includes an unique Botanical Reserve (Reserva Botânica Natural D. António Xavier Pereira Coutinho), in which the species characteristics of the climax of the area are represented, gardens, diverse trees, forest nurseries, farm land (orchards, vineyards, meadows, crops and vegetables) and several domestic and wild species which are characteristic of this region.
Apart from the botanical heritage, you can also find in Tapada a diverse historical and architectural heritage, some of which dating from the time when it was a Royal Hunting Estate (for more, click here).
In order to find more about this heritage, click here
You are welcome to walk calmly in Tapada da Ajuda, the best way to discover and enjoy fully its nature.
1. Para a emissão do cartão Santander/ISA é necessário preencher o formulário com os dados correctos. Trata-se de um documento que permite recolher elementos sobre o utilizador para a emissão do cartão.
- Nº. de BI ou Cartão de Cidadão
- Nome a inscrever no cartão
- Fotografia (tipo passe) que ficará no cartão
Preenchimento do Formulário
Opção A - Pode preencher em formato digital e entregá-lo no Quiosque Santander Totta - Formulário Formato Digital
Opção B - Poderá ir ao Quiosque realizar a inscrição, mediante identificação e uma fotografia tipo passe.
O Quiosque Santander encontra-se aberto às 2ª, 4ª, 5ª e 6ª feira entre as 9.30h-12.30h e as 13.30h-16.00h e 3ª feira entre as 11.00h-12.30h e as 13.30h-18.30h
2. Enviar um mail para cartoes@isa.utl.pt, com o nome completo, email, nº. BI ou Cartão de Cidadão, nº. de Funcionário e indicar a que departamento/organismo pertence. Alertamos que é muito importante que envie este mail, para que possa ser posteriormente contactado pelo GCI para levantar o seu cartão.
3. O pagamento será efectuado na Tesouraria do ISA (ao lado da AGROLIVRO) de 2ª a 6ª feira, entre as 9.30h-12.00h e as 14.00h-16.00h.
4. Quando o cartão for emitido, receberá um e-mail do Gabinete de Comunicação e Imagem do ISA (ex- DAG, Edifício Principal) a informá-lo que deverá levantar o cartão e fazer a respectiva activação. Se já tem cartão e nunca o activou, deverá também dirigir-se ao GCI/ISA, com o comprovativo de pagamento, às 2ª, 3ª, 5ª e 6ª feira, entre as 10.00h-12.00h e as 14.00h-16.00h e à 4ª feira entre as 11.00h-15.00h, para este ser activado.
5. Caso já tenha preenchido a ficha de inscrição, mas não recebeu o cartão no prazo indicado, deverá enviar um mail para cartoes@isa.utl.pt, com o nome completo, nº. BI ou Cartão de Cidadão, nº. de Funcionário e indicar a que departamento/organismo pertence.
Lista de Cartões Disponíveis (atualizado a 10 maio de 2012)
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Despacho 22/CG/2011 - Anuidade dos cartões de acesso de viatura para o Ano Lectivo 2011/2012
Circular 6/CG/2011 - Procedimentos para adquirir o Cartão Santander/ISA de Acesso à Tapada da Ajuda
No Parque Botânico da Tapada da Ajuda, com cerca de 100 hectares, estão representadas as espécies características do clímax da zona, jardins, arboretos diversos, viveiros florestais, terrenos de cultura (pomares, vinhas, prados, culturas arvenses e hortícolas) e diversas espécies domésticas e silvestres características, destacando-se a Reserva Botânica Natural D. António Xavier Pereira Coutinho, delimitada em 1923.
Além beleza da vegetação que o reveste, pode-se observar Lisboa e os seus arredores se subir ao Miradouro situado na parte norte. O bosque natural em que dominam os zambujeiros (Olea europaea L. var. sylvestris (Mill.) Lehr) acompanham-os o aderno (Phillyrea latifolia L.), sanguinho das sebes (Rhamnus alaternus L.), lentisco bastardo (Pistacia lenticus L.), espinheiropreto (Rhamnus oleoides L.), estrepes (Asparagus albus L.), gilbardeira (Ruscus aculeatus L.). O elenco florístico da Reserva ultrapassa duas centenas de espécies.
Para mais informações sobre a Reserva Botânica Natural D. António Xavier Pereira Coutinho clique aqui.

ROTEIRO BOTÂNICO
BOTANICAL GUIDE
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A AEISA (Associação dos Estudantes do Instituto Superior de Agronomia) é a estrutura representante dos Estudantes do ISA.
Fundada a 21 de Novembro de 1911, desde cedo se responsabilizou pela representação institucional de todos os estudantes do ISA, para cujos efeitos se considera a única entidade competente, tanto pela sua contribuição para a defesa da dignidade dos seus membros, como pela colaboração na acção educativa da Universidade no campo da formação humana, científica, cultural e física dos estudantes, resolvendo os problemas referentes à sua habitação, alimentação e saúde.
Tendo por base estes pressupostos e hoje com uma responsabilidade Centenária a AEISA, incentiva a participação dos estudantes em todas as actividades escolares e de carácter associativo, tenta estabelecer a ligação da escola e dos seus membros à realidade económica do país e coopera com todos os organismos estudantis, nacionais e estrangeiros, cujos princípios não contrariem os aqui definidos, divulgando e promovendo o ISA.
No que diz respeito à dinamização cultural, a AEISA desenvolve e promove, através dos núcleos de estudantes actividades em diversos campos de acção. Os núcleos e tunas promovem a dinâmica de conhecimentos dentro do ISA, representam a imagem cultural e o espírito académico e conferem à comunidade escolar do ISA uma identidade cultural muito própria.
A AEISA considera a valorização das práticas culturais na nossa Comunidade Académica um pilar fundamental da interacção social, da criatividade e da cidadania, bem como de complemento curricular dos estudantes do ISA.
É com base nesta premissa que a AEISA coloca à disposição dos seus núcleos recursos físicos, técnicos, logísticos e financeiros para a melhor prossecução das suas actividades.
Da AEISA, fazem parte, actualmente, 9 núcleos, e 2 tunas:
• AlimentISA – Núcleo de Alimentar do ISA
• FrutISA – Núcleo de Fruticultura do ISA
• NagroISA – Núcleo de Agronómica do ISA
• NAISA – Núcleo de Ambiente do ISA
• NAPISA – Núcleo de Arquitectura Paisagista do ISA
A AEISA, possui várias valências e serviços nos espaços do seu património:
• Copys@ - centro de cópias e reprografia, para estudantes e professores do ISA entre outros.
• Quercus Bar - serviço de refeições rápidas, pequenos-almoços, almoços e lanches, com descontos para sócios e excelentes condições está localizado no interior do edifício principal.
• Espaço Lagar - um espaço de convívio e lazer para os estudantes do ISA, dispõe de uma mesa de snooker e jogo de setas para entretenimento nos tempos livres [Link: para uma nova página a criar do espaço lagar]
Contactos
Secretariado: Anabela Ferreira
Presidência AEISA: 21 365 33 08
E:mail: aeisa@isa.utl.pt
aeisa.presidencia@isa.utl.pt
Sitehttp://ae.isa.utl.pt/

Este é um espaço há muito adquirido pela AEISA para multiusos. Com uma imagem renovada e um espaço restruturado desde o ano lectivo 2010/2011, este espaço permite agora diversas utilizações por parte dos estudantes e não só.
Desde uma grande sala de convívio para os eventos temáticos da AEISA, até às instalações da Rádio Tomatinho e da Tuna Feminina do ISA – Tunassa, este é um espaço inteiramente dedicado aos estudantes.
Sob gestão da AEISA, é possível agora alugar o Espaço Lagar para qualquer evento mediante a celebração de um protocolo com a associação dos estudantes. Deverão para isso consultar o documento abaixo e entrar em contacto directamente com a AEISA.
b>Contactos
Secretariado: Anabela Ferreira
Presidência AEISA: 21 365 33 08
E:mail: aeisa@isa.utl.pt
aeisa.presidencia@isa.utl.pt
Site http://ae.isa.utl.pt/
A AISA (Associação dos Antigos Alunos do ISA), criada em Outubro de 1989, tem como finalidade principal a consolidação e desenvolvimento dos laços entre os antigos e os actuais alunos do Instituto Superior de Agronomia, exercendo para o efeito actividades de carácter profissional, cultural, desportivo e outras. Está sediada no ISA.
Tem uma forte ligação às actividades desenvolvidas a nível do rugby.
Contactos
Presidente: Engº Carlos Amado da Silva
Telefone/Fax: 21 364 52 62
A Associação Portuguesa de Enologia (APE) é uma associação cultural, sem fins lucrativos, independente de quaisquer objectivos políticos ou religiosos e representativa dos interesses dos profissionais da Enologia, cuja sede se situa no ISA.
Contactos:
Instituto Superior de Agronomia
Laboratório Ferreira da Lapa
Tapada da Ajuda
1349-017 Lisboa
Telemóvel: 93 611 64 63
Fax: 21 365 32 00
E-mail: geral@apenologia.pt
Site: www.apenologia.pt

A APEF (Associação Portuguesa de Estudantes Florestais), criada em 1998, representa a nível nacional o curso de engenharia florestal. Com sede no ISA e uma filial na UTAD, a APEF tem como principais objectivos:
Departamento de Engenharia Florestal
Tapada da Ajuda
1349-017 Lisboa Portugal
Telefone: 21 362 15 79
Fax: 21 364 50 00
E-mail: apeflx@gmail.com
A APEP constituiu-se como uma delegação regional da IALE - International Association for Landscape Ecology e tem por finalidade:
Contactos:
Telefone: 21 365 33 33 (Ext. 3333) (Francisco Moreira)
Fax: 21 362 34 93 (a/c Francisco Moreira)
E-mail Direcção: apep@apep.pt
Para mais informações clique aqui
A APH (Associação Portuguesa de Horticultura) é uma associação sem fins lucrativos que visa apoiar e fomentar o progresso da Horticultura e contribuir para o aperfeiçoamento científico e técnico dos seus membros, estimulando a cooperação entre eles.
Contactos
Rua da Junqueira, 299
1300-338 LISBOA
Telefone: 21 362 30 94
Fax: 21 363 37 19
E-mail: aph@aphorticultura.pt
E-mail Presidente: presidente@aphorticultura.pt
Para mais informações clique aqui
Fundada em 1994 por antigos alunos do Instituto Superior de Agronomia, a APJE (Associação Portuguesa de Jovens Enófilos) é uma associação privada e sem fins lucrativos, cujos objectivos principais são, segundo os seus estatutos, a promoção dos valores da cultura do vinho e o fomento de um consumo inteligente do mesmo junto das camadas jovens da sociedade.
A APJE é uma entidade aproximadora dos jovens à cultura do vinho, sendo simultaneamente um ponto de partida para quem conhece o "mundo da viticultura", bem como um local de convívio e de troca de ideias.
Instituto Superior de Agronomia
Laboratório Ferreira da Lapa
Tapada da Ajuda
1349-017 Lisboa
Telefone: 21 365 32 46 (Ext. 3246)
Fax: 21 365 32 00
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A IAAS (International Association of Agricultural Students and related sciences) é uma associação juvenil sem fins lucrativos, fundada em 1957 na Tunísia por 8 países. É actualmente formada por comités espalhados por mais de 40 países em todo o Mundo. Neste momento é a associação líder no campo da agricultura e ciências afins e uma das maiores associações de estudantes a nível mundial.
Tem como objectivos: 
Em Portugal a IAAS é constituída pela Direcção Nacional – IAAS Portugal, e por 9 Comités Locais – IAAS Lisboa, IAAS Porto, IAAS Coimbra, IAAS Vila Real, IAAS Ponte de Lima, IAAS Algarve, IAAS Santarém, IAAS Bragança, IAAS Açores.
A Direcção da IAAS Lisboa é constituída por:
Director: António Stott
Secretário: Manuel Penteado
Tesoureiro: Miguel Cabral
Vogal: Sérgio lavado
Coordenadora do prog. intercâmbio: Paula Bragança
Contactos:
Telefone: 21-3649839
E-mail: iaaslisboa@gmail.com
Local: no ISA, a sede da IAAS Lisboa é no antigo lagar, no exterior do Edifício Principal
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Em 1998 um grupo de alunos africanos e brasileiros tomaram a iniciatva de criar o Núcleo de Estudantes Africanos do Instituto Superior de Agronomia (NEAISA). O NEAISA resulta de uma reflexão feita sobre as condições que o estudante africano encontra longe do seu país de origem, as dificuldades que sente, principalmente de integração.
O NEAISA tem, entre outro objectivos: representar os estudantes africanos e de ascendência africana do ISA, bem como promover acções que visem o enquadramento pós-formação nos países de origem.
Propõe-se organizar e realizar debates, conferências, jornadas, no sentido de aprofundar os conhecimentos e despertar para assuntos africanos e da lusofonia, assim como desenvolver actividades de índole cultural, desportiva e recreativa.
Contacte-nos através do nosso E-mail: nea_isa@hotmail.com, ou ainda para os seguintes endereços electrónicos/Tel.:
Presidente: Seidy Delgado (seidy_cv@hotmail.com / Telemóvel: 96 124 84 53)
Vice-Presidente: Adilma Andrade (adyandrade88@hotmail.com / Telemóvel: 96 488 13 14)
Secretária: Romina Correia(romybg7@hotmail.com / Telemóvel: 96 111 37 26)
Tesoureira: Catisa Almeida (catisaalameida@hotmail.com)
Relações Públicas: Elídia Ramalhete (samantalidi@hotmail.com)
Representante Cultural e Desportivo: Rúben Moreira (rubens4ever@hotmail.com / Telemóvel: 962 632 78 97)
1º Vogal: Cila Lima
2º Vogal: Maria José Sequeira
A Sociedade Portuguesa de Ciências Florestais (SPCF) é uma associação científica sem fins lucrativos que vem desenvolvendo a sua actividade desde 1986. Dos seus objectivos constam o fomento do estudo da ciência e técnica florestais e contribuir para o esclarecimento dos problemas económicos e sociais da actividade florestal, tendo para a prossecução destes objectivos, e desde então, promovido diversas iniciativas.
Está sediada no ISA, no Departamento de Engenharia Florestal, e reúne cerca de 600 associados, de diferentes proveniências geográficas e formações académicas, com ligações diversas ao sector florestal, nomeadamente docentes do ensino superior e investigadores, técnicos da administração central e local, de empresas e de associações do sector, profissionais liberais e ainda estudantes florestais.
Contactos
Telefone: 21 363 46 67
Fax: 21 364 50 00
E-mail: spcf@spcf.pt
Para mais informações clique aqui
A Sociedade Portuguesa da Ciência do Solo (SPCS) é uma associação portuguesa de indivíduos e entidades, interessados no estudo, utilização e protecção do solo.
Está sediada no ISA e tem Docentes da Escola nos seus órgãos directivos.
Contactos
Telefone: 21 365 32 62 (Ext. 3262) / 21 365 32 70 (Ext. 3270)
Fax: 21 365 32 38
E-mail Direcção: spcs@spcs.pt
Para mais informações clique aqui
Para que melhor possa usufruir das infra-estruturas e serviços disponíveis na Tapada da Ajuda, pode clicar nos items abaixo e obter toda a informação que necessita.
LIVRARIA AGROLIVRO
Situada no Piso 0 do Edifício Principal, disponibiliza uma diversidade de publicações nas áreas das Ciências Agrárias e da Arquitectura Paisagista, bem como jornais, revistas, artigos de papelaria e pequenas lembranças.
Tem integrado um espaço de cafetaria, onde se pode usufruir de bebidas quentes e frias e pequenos snacks.
Oferece um desconto de 10% em livros, para Docentes, Não Docentes e Alunos. Disponibiliza livros por encomenda.
É gerida por Susana Pina.
Horário de Funcionamento
2ª a 6ª feiras: 9h.-13h.30 / 14h.-17h.
Contactos
E-mail: agrolivro@gmail.com
Telef. 21 365 33 05 (Ext. 3305)
Existe nas instalações da AEISA uma Papelaria concessionada por esta, e que funciona também como Centro de Cópias e encadernações.
Para além de sebentas e outro material de utilização nas aulas, pode encontrar o mais diverso material de papelaria,
merchandising ISA e pequenos objectos para oferta.
É gerida por Jorge Ponces e Rita Gomes.
Tlm: 96 396 95 78
E-mail: copyisa@gmail.com
2ª a 6ª feiras: 9h.30-13h. / 14h.-18h.
Encontram-se instalados na Tapada da Ajuda os seguintes organismos:
Para além de diversos Bares (Edifício Principal, Biblioteca, DEF e Bar da Parada) e de um Restaurante, existe na Tapada da Ajuda uma Cantina Universitária, gerida pelos Serviços de Acção Social da Universidade Técnica de Lisboa.
Nesta Cantina são servidas refeições de Carne, Peixe, Dieta, Macrobiótica e Prato Alternativo.
Para consultar os preços das refeições, clique aqui.
Para consultar a ementa, clique aqui.
| 2ª a 6ª Feiras | Sábado | |
| Almoço | 12h. - 14h30 | 12h. - 14h. |
| Jantar | 18h30 - 20h30 |
NOTA: Existe ainda uma grande Cantina Universitária no Pólo da Ajuda.
| A unidade alimentar do ISA encontra-se encerrada para férias de Verão desde 29 de Julho de 2011. Durante Agosto, o serviço de refeições será assegurado pelos refeitórios do IST ou ISEG |
Presidente da Câmara Municipal de Faro
Ex Assistente Universitário, Director Geral, Membro do Governo, Deputado, e membro do Conselho e Comité de Regiões da UE.
"Nas duas décadas que já levo de vida profissional e de grande exposição pública, face às missões que me têm sido confiadas, os ensinamentos da escola mãe foram essenciais para a abertura e para a visão do mundo que fui adquirindo. Aprendemos história, economia, hidráulica, mecânica, sociologia, biologia, bem como arte e química, o que nos permitiu ter condições para entender todo o género de dossiês e decisões. Essa abertura que o ISA me deu, a amplitude e a polivalência do que aí aprendi, constituíram para mim um precioso instrumento de formação, com o qual lidei com facilidade com as questões complexas e diferenciadas que encontrei na vida real de dirigente público."
Para ler o testemunho completo de Macário Correia clique aqui
Arquitecta Paisagista
Professora Catedrática da Universidade do Porto-Faculdade de Ciências
“Fui aluna do ISA entre 1976 e 1982, ano em que concluí a licenciatura em engenharia agronómica e o curso livre de arquitectura paisagista. Considero que tive uma formação universitária abrangente, qualificada e orientada para saber fazer. O que hoje sou e faço devo uma parte significativa à minha formação no ISA.
Os cursos que realizei eram ambos apaixonantes para o que muito contribuía a Tapada, o Jardim Botânico e a cidade de Lisboa. O envolvimento na Associação de Estudantes foi um pouco uma escola paralela.
Em 1976 entramos algo como 600 alunos e a casa ficou a deitar por fora. O ambiente era muito ribatejano e alentejano mas acima de tudo muito, muito politizado que nos levava a assumir posições, fazer opções. Aprender agricultura era aprender para produzir num país confrontado com a perda das colónias … Depressa se transformaram os paradigmas!
A Arquitectura Paisagista era ‘politizadíssima’. Aulas fabulosas que nos educavam o olhar e estimulavam o pensamento. Aulas ao fim da tarde e ao sábado. Visitas de estudo inesquecíveis de tão formativas que eram. Era uma inspiração permanente!
Tive a sorte de no ISA ter Grandes Mestres. Acho que as coisas más – coma as que há nas instituições – já as esqueci!“
Engenheira Agrónoma
Investigadora no Horticulture Research International / Universidade de Warwick (desde 1999)
“Ingressei no ISA em 1987/88 seguindo as pisadas dos meus pais. No final do primeiro ano, tive que escolher entre os variados ramos de estudos que iam desde a Arquitectura Paisagista até à Produção Animal. Nesse ano, Melhoramento de Plantas não funcionou e assim acabei por decidir tirar o ramo mais geral de Produção de Plantas. As cerca de 60 cadeiras do curso prepararam-nos para tudo, desde a Matemática até à Horticultura passando pelos Tractores e a Economia incluindo cadeiras com projectos individuais e de grupo. Durante o meu projecto de fim de curso ganhei experiência num laboratório onde se trabalhava em cultura de tecidos e doenças de brássicas. Aprendi então a lidar com os sucessos e insucessos das experiências e participei pela primeira vez num congresso internacional. Antes de terminar o trabalho final, ganhei uma bolsa do Praxis XXI para fazer o doutoramento numa bacteriose das brássicas. Iniciei o trabalho de doutoramento no ISA e depois passei três anos no Horticulture Research International (HRI), Wellesbourne, Warwick, Reino Unido. Foi com muito orgulho que regressei ao ISA para defender a minha tese. Entretanto comecei a trabalhar em projectos de bacteriologia e melhoramento no HRI e ofereceram-me uma posição permanente. Desde essa altura tenho trabalhado em melhoramento de plantas, bacteriologia e biologia molecular. Fiquei com muitos contactos e amigos no ISA e é com grande prazer que continuo a colaborar com alguns colegas e a visitar o ISA regularmente.“
Engenheiro Agrónomo (Especialização em Protecção de Plantas, 1991)
Entomólogo, FAO/IAEA Joint Division of Nuclear Techniques in Food and Agriculture, Vienna, Austria
"meu ingresso no ISA resulta de uma infância e juventude vividas em meio rural, no seio de uma família com uma forte ligação à terra, e à participação, desde muito cedo, nas mais diversas tarefas agrícolas durante os meus “tempos livres”.
No ISA obtive o conhecimento básico e sólido que me permitiu enfrentar com confiança várias etapas da minha vida, quer em posteriores graus académicos quer no percurso da minha actividade profissional.
Foi durante a Licenciatura, no decorrer do trabalho de fim de curso, que me envolvi directamente com o estudo dos insectos (com as cochonilhas algodão dos citrinos). Finalizada a licenciatura, em 1991, ingressei imediatamente no Mestrado em Protecção Integrada, também no ISA, onde comecei a solidificar a minha formação como Entomólogo através do trabalho que desenvolvi com a mosca do Mediterrâneo.
Após o Mestrado dei início à minha actividade profissional na área da Entomologia, mais concretamente num programa de luta autocida contra a Mosca do Mediterrâneo com recurso á Técnica do Insecto Estéril e, mais uma vez, os conhecimentos adquirido no ISA foram determinantes na abordagem aos desafios profissionais.
Oito anos depois, quando decidi ir fazer o Doutoramento em Entomologia nos Estados Unidos, na Universidade da Florida, pude, em contacto com estudantes de vários países, verificar e agradecer, quão sólida foi a minha formação no ISA.
Em 2007, embarquei neste desafio de trabalhar numa Instituição Internacional (Agência Internacional de Energia Atómica), embora numa “Joint Division” com a FAO, e onde tenho a possibilidade de participar em investigação aplicada e na cooperação técnica com países em desenvolvimento em todo o Mundo.
E porque as memórias do meu tempo de estudante são muito boas, nas minhas passagens por Lisboa, continuo a visitar o ISA, embora esporadicamente, para contactar amigos, colegas e docentes que marcaram a minha formação universitária."
Engenheira Agrónoma (Especialização em Protecção de Plantas)
Assistant Professor in Plant Pathology, Iowa State University
“Tenho óptimas memórias do meu tempo no ISA, e é sempre com orgulho que falo deste Instituto. Foi no ISA que obtive as bases sólidas e a estrutura de conhecimento abrangente que me permitiu seguir a carreira de investigação em patologia vegetal.
Obtive e minha licenciatura em Engenharia Agronómica no ISA em 1996, com especialização em Protecção de Plantas. Foi durante o meu trabalho de final de curso sobre o fungo Cylindorcarpon destructans em videira que me aprecebi que queria seguir a carreira de investigação. Devo muito do meu interesse à Engª Cecilia Rego que foi minha orientadora principal, juntamente com o Prof. Ganhão, por me terem proporcionado uma experiência muito enriquecedora e me terem ensinado os fundamentos do método experimental, rigor científico e serviço à comunidade agrícola.
Foi a Dra. Ana Carla Madeira, de Agrometeorologia, que me direccionou depois para um mestrado em Environmental Science na Universidade de Nottigham, onde foi minha orientadora externa, e me ajudou a estabelecer os primeiros contactos com investigadores nos Estados Unidos. Em 1998 fui aceite para um doutoramento na Iowa State University, onde fiz investigação em antracnose do morangueiro financiada por uma bolsa da PraxisXXI, da Fundação para a Ciência e Tecnologia. Depois de um pós-doutoramento na North Carolina State Univeristy, regressei para a Iowa State University onde trabalho desde 2006 como professora assistente e onde faço investigação em fungos patogénicos em soja e dou aulas de micologia.“
Engenheira Enóloga
Licenciada em Engenharia Agronómica no ISA (2007)
Consultora da WineID – Gestora/Adminstradora
Gestora /Administradora –Fita Preta Vinhos
Júri no “International Wine Challenge, Londres (2005-2007) e no Wine Master Challenge”, Estoril, (2005 -2007)
Formadora na área de enologia e técnicas de prova/serviço de vinhos
"Ingressei no ISA em 2000 aconselhada pelo pai que falava do Instituto Superior de Agronomia com muito respeito e orgulho. Não sabia na altura qual era o meu futuro. Em 2004 fiz a minha primeira vindima e aconselhada pelos professores do ISA decidi tirar Viticultura e Enologia. Com a estrutura de formação do ISA e os seus métodos de engenho, consegui em 2006 montar a minha empresa de Consultoria Enológica com dois colegas do ISA, a WineID, que apoia neste momento 8 produtores Nacionais.
É importante dizer que o ISA me deu as bases necessárias para poder tomar decisões e que o ISA é como uma segunda casa que nos dá alicerces para ficarmos sempre de pé.
Nesta Casa recebi as ferramentas necessárias para ser uma profissional de sucesso, foi neste berço que me formei e é com grande orgulho que o escrevo."
Director de Produção - Nacional (Cerealis Moagens)
Licenciado em Engenharia Alimentar
"Foi num contexto de expectativa e novidade que entrei no ISA, no ano lectivo de 1998/1999. Descobri tradição e conhecimento, envolvência e pessoas que me acompanharam na licenciatura em Eng. Agro-Industrial (ramo tecnologia dos produtos alimentares), recentemente reformulada a Eng. Alimentar. Foi um período intenso de formação pessoal e académica, contíguo a um crescimento humano que continuou na descoberta de um mundo profissional complexo e multidisciplinar – a Indústria Alimentar.
Com uma sólida formação base nas ciências alimentares, a estreia na indústria deu-se nos Lacticínios onde passei por departamentos tão variados como a Qualidade, a Manutenção Industrial e a área de Projecto. Foram estas duas ultimas áreas que despertaram o gosto e necessidade de formação complementar.
Embora apenas com um ano de experiência profissional, a polivalência das funções técnicas em ambiente industrial motivaram a descoberta e aprofundamento das áreas complementares e fundamentais a qualquer contexto de produção industrial; a mecânica em todas as suas frentes, a electrotecnia, a termodinâmica. Para tal seguiu-se uma pós-graduação em Gestão de Manutenção, e vários cursos e seminários técnicos nas referidas áreas. Foi um período de aprendizagem e experiência profissional muito intenso e completo.
Findo este desafio, surgiu o segundo, agora na Indústria de moagem de cereais. Uma realidade industrial muito diferente, áreas paralelas e outras completamente distintas marcaram este novo caminho que estou agora a percorrer. A gestão de produção, assim como a gestão de projecto industrial (remodelação da unidade industrial de recepção e moagem de cereal) ocupam o meu dia-a-dia. Uma vez mais a necessidade de complementaridade na formação base surgiu cedo, e terminei já uma especialização técnica de um ano (fora de Portugal) em Tecnologia de Moagem, à qual se seguiu o Mestrado em Eng. Alimentar no ISA, agora na tecnologia dos produtos vegetais (actualmente a realizar a dissertação). O círculo fechou-se neste regresso ao I.S.A., afinal a casa de onde parti há apenas 4 anos.”
Enólogo/Winemaker
Licenciado em Engenharia Agronómica
"Foi no ano lectivo de 99/00 que entrei para Eng. Agronómica no ISA, mais tarde escolhi o ramo Enologia Viticultura.
O facto da licenciatura a que me propus ter um elevado grau de exigência e ser multidisciplinar durante o tronco comum, permitiu-me garantir não só a especificidade e conhecimentos necessários para o meu desempenho profissional em Enologia, mas também um vasto conhecimento que se estende por outras áreas (Agronómicas, Matemáticas, Física/Química, Ecologia, etc.). Sem dúvida que o Plano Curricular transversal, actual e exigente lançou as bases para a minha formação académica.
No entanto, a par com o Plano curricular bem estruturado, o Corpo Docente é a enorme mais-valia do Instituto Superior de Agronomia. Experiente e com grande competência académica, confere uma base sólida e fundamentada para os conhecimentos teóricos adquiridos.
Foi apenas quando entrei no mercado de trabalho percebi o impacto e reconhecimento que os curso de Engenharia no ISA têm junto do sector profissional, fruto do empenho do Instituto, dos seus professores e alunos.
É claro que nunca poderei esquecer também, a excelente convivência académica que tive no ISA com colegas e professores, que ainda hoje me acompanham."
Cantor / Vocalista dos Xutos e Pontapés
"Frequentei o ISA de 1979 a 1986. Tirei o curso de Engenheiro Agrónomo, na especialidade de Melhoramentos. Sempre achei que os edifícios, os jardins e terrenos de cultivo (ali bem no centro de Lisboa!), a biblioteca e os laboratórios faziam um todo que nos preparava para estudarmos algo com muitas vertentes, muitos considerandos, muitas soluções possíveis, sendo os alunos preparados para analisarem e decidirem em responsabilidade. Esta espécie de liberdade de estudo foi uma revelação, e demorou algum tempo até que eu deixasse a metodologia mais básica do ensino secundário e percebesse realmente para o que me estava a preparar. Com um ensino virado para a compreensão das questões, com professsores sábios e assistentes preocupados, desenvolvi vários trabalhos individuais e de grupo, trocando experiências de vida e conhecimento com várias pessoas de diversas áreas e posições, do professor catedrático ao serralheiro mecânico. Não sendo um aluno brilhante, e desenvolvendo uma carreira musical paralela ao estudo, naturalmente que repeti cadeiras e chumbei alguns anos, motivo pelo qual acabei por me cruzar com muitos mais colegas, enriquecendo a minha vida com mais alguns amigos. Por fim, já no último ano, durante o estágio, tive o privilégio de trabalhar no campo onde integrei uma equipa multidisciplinar de que ainda tenho saudades, para além de que o meu modesto trabalho de fim de curso foi ainda citado por investigadores americanos com os quais o meu director de estágio desenvolvia parcerias. A minha carreira paralela acabou por falar mais alto e tornei-me músico profissional. Deste tempo no ISA guardei o trabalho em conjunto, o respeito pelas outras opiniões, um maior conhecimento da vida e dos seus caminhos, uma ginástica mental que me preparou para enfrentar outro tipo de questões, e que sem duvida ajudaram a que os Xutos & Pontapés se tornassem no que são. A todos muito obrigado."
Engº Agrónomo, Poeta e Angolano
MEMÓRIAS DO ISA
"A PASSAGEM DA FELICIDADE 1999 / 2003"
Manhã fria do Inverno
era Janeiro
janela abriu-se sete anos depois
sem carteira nem leitura.
Numa paisagem esverdeada da Tapada da Ajuda
encontrei o ISA
como um incebergue do saber
atirado na floresta da felicidade.
Folhas e flores caiam sobre mim
com ares de felicitação em esperança agronómica
meu espírito recapitulava o sonho de ser eu
como eu.
Éramos três
trilhando com interrogações e determinação
a ânsia de vencer e convencer
a ânsia de criar
criar amizades, camaradas e colegas
criar.
O sol, dia pôs dia
trazia à nós novas amizades, e solidariedade
entre colegas
e assim sentimo-nos em casa.
Repartimo-nos em grupos
de trabalho e estudos
soltamo-nos
dificuldades as vezes tínhamos
mas facilmente ultrapassáveis
porque sozinhos não estávamos
com amigos, colegas e nossos ilustres professores
sentimo-nos em casa.
Casa hospitaleira
onde os ventos da irmandade cultural
e não só, elevam o éco até bem mais, para além
do pulmão da majestosa Lisboa
com o ISA, a guisar, culturas de vários quadrantes
ali convergidos como uma só
a da igualdade de direitos
como estudante
felicitações …
Ainda me lembro
quando pedia mais
aos meus professores
Professor
repita para mim
alimenta-me mais outra vez
do teu saber
quer aprender e saber fazer
como tu
tudo, tudo, tudo.
Não!
não!
não me canso por repetir
a explicar-te
a despejar-te
o meu saber
é o sabor da tua felicidade e prosperidade
o vereda da verdade da reconstrução
e desenvolvimento do teu país.
Sentirme-ei orgulhoso e realizado
ao saber que meu saber em ti
vale à um país por descobrir
como é Angola. Luanda, Out.2006
Atleta de Alta Competição
O maior símbolo português da Marcha Atlética
Medalha de Ouro no Campeonato do Mundo de 1990, no Campeonato da Europa Júnior, em 1993, no Campeonato de Marcha da Comunidade Europeia, em 1996, 13ª nos Jogos Olímpicos de Atlanta, em 1996. Campeã nacional em 10 Km marcha e marcha-estrada, recordista dos 3 000 metros marcha, em pista e pista coberta, dos 5 000 metros em pista, meia hora marcha em pista, e dos 10 Km marcha em pista e em estrada. Atleta do ano em 1991
"(...) de um modo geral o ISA deu um pulo tão grande (a todos os níveis) nesta última década que é difícil as outras instituições vos acompanharem... seria bom! (principalmente para os alunos)."
Arquitecto paisagista (1971)
Engenheiro agrónomo (1978)
Professor Associado da Faculdade de Arquitectura/Universidade Técnica de Lisboa
"Um percurso de vida faz-se em muitos sítios e circunstâncias, em muitas escolas e experiências. Quarenta anos depois de defender a minha tese de arquitectura paisagista (1971) recordo não apenas o entusiasmo juvenil com que entrei no ISA, em 1964, mas essencialmente o que ali cresci e aprendi. Com grandes mestres (Caldeira Cabral, Ário de Azevedo, Pais de Azevedo, Monteiro Alves), com colegas que ainda hoje são amigos, aprendi o mundo e as pessoas e ganhei as asas com que tenho voado por muitos sítios. Nas aulas, na Associação de Estudantes, aprendi que, mais que a agronomia que foi a razão da minha entrada e que resolvi terminar em 1978, a responsabilidade, a ética e o compromisso social, a exigência científica e pessoal eram o que de melhor poderia aproveitar de uma instituição que era, acima de tudo, uma casa onde nos sentíamos bem.
Hoje, feito um doutoramento em Planeamento Urbanístico, ensinando urbanismo e ordenamento do território numa escola vizinha (a Faculdade de Arquitectura da UTL), reconheço que o que sou o devo ao ISA. E o olhar que todos os dias dirijo à Tapada aqui ao lado é a minha forma de agradecer o privilégio que tenho em poder dizer com orgulho: fui aluno do ISA."
Entrei na Tapada da Ajuda em 1976, ainda num período marcado fortemente pela mudança política democrática do 25 de Abril. O Instituto mexia com todos nós. Vivia-se um momento de discussão e de criação de novos rumos. Esse ano lectivo, iniciou-se com a maior entrada de sempre, de novos alunos e com a abertura dos primeiros pavilhões fora do histórico edifício central.
Percorri com entusiasmo essa fase, envolvendo-me nas estruturas e nos protagonismos que a vida associativa e a gestão participada geravam. Fui do Conselho Pedagógico, Director da Agros, Presidente de muitas e muitas RGA’s e Presidente da Associação de Estudantes. Vivi intensamente o ISA e como aluno fiz em simultâneo os cursos de Agronomia e de Arquitectura Paisagista.
Tive a sorte de conhecer de perto os catedráticos marcantes dos meados do século passado (Varennes de Mendonça, Pereira Coutinho, Castro Caldas, Amaral Franco, Pais de Azevedo, Vasco Garcia, Costa e Sousa, entre outros).
O ISA era e é a escola de referência. Nesse meu tempo de estudante estavam a nascer Évora, Vila Real, Açores e outros pólos de ensino, nas ciências agrárias e no ambiente (Aveiro e Nova de Lisboa), mas a Tapada da Ajuda era a escola mãe de muitos que estavam na génese destas novas instituições.
A formação eclética que recebi no ISA foi fundamental na minha vida. O universo de matérias, de experiências e a participação política que aí iniciei foi marcante para todo o meu percurso.
Sai da escola, com os relatórios finais discutidos em 1982, numa tarde de Julho, com as lágrimas nos olhos, fazendo escorrer as saudades dos amigos, das referências e de uma vida de estudante que fora apaixonante, pela intensidade com que ali estive, os cinco anos mais o estágio.
Nas duas décadas que já levo de vida profissional e de grande exposição pública, face às missões que me têm sido confiadas, os ensinamentos da escola mãe foram essenciais para a abertura e para a visão do mundo que fui adquirindo. Aprendemos história, economia, hidráulica, mecânica, sociologia, biologia, bem como arte e química, o que nos permitiu ter condições para entender todo o género de dossiês e decisões.
Essa abertura que o ISA me deu, a amplitude e a polivalência do que aí aprendi, constituíram para mim um precioso instrumento de formação, com o qual lidei com facilidade com as questões complexas e diferenciadas que encontrei na vida real de dirigente público.
Como assistente universitário, Director Geral, Membro do Governo, Deputado, e autarca, bem como nos órgãos da União Europeia (Conselho e Comité de Regiões) não esqueço as vantagens de ter sido formado no ISA. Senti-me sempre preparado para apreender e agir nas questões que surgiram.
Hoje, vivo em Tavira, onde nasci há 46 anos, sou Presidente da Câmara Municipal, da Associação de Municípios do Algarve, da Agência Regional da Energia e Ambiente do Algarve e de outras instituições e órgãos da vida regional, além de integrar o Comité das Regiões da União Europeia, sem esquecer as responsabilidades de Presidente da Assembleia Geral da Federação Portuguesa de Ciclismo.
José Macário Correia
Abril 2003

Despacho 19/CG/2011 - Nomeação da Comissão Instaladora alumnISA
(actualizada a 16 de Janeiro 2012)
Eng. António Saraiva
Eng. Claudia Alves
Eng. Gabriela Cruz
Eng. Maria Cândida Santos
Eng. Rui Cabrita Matias
Eng. Vasco Valença de Sousa

O termo sustentabilidade vulgarizou-se, faz hoje parte da paisagem que todos queremos sustentar e todos (de repente) passámos a ser sustentáveis! As empresas, primeiro as grandes e depois as mais pequenas, adoptaram o conceito e depressa alinharam no papel (ainda não sustentável) a sua estratégia de sustentabilidade. Os Países sustentam também essa vontade e o Mundo inteiro reconhece que a sustentabilidade é, tal como o oxigénio, necessária à vida no Planeta.
Hoje, para falarmos de sustentabilidade importa usar menos o termo e mais o resultado de “o ser” … sustentável! Dar a conhecer o “backstage” do processo, gritar o mecanismo usado na frente do mesmo, explicar ao vivo e a cores o impacto para todos nós e para o Planeta, agarrar os mais pequenos exemplos do nosso percurso diário e transformá-los em práticas sustentáveis, eliminar o termo sustentabilidade da paisagem verbal e manuscrita e simplesmente sê-lo … naturalmente!
Inspira-nos o Desafio, a Mudança e a vontade de nos recriarmos a nós próprios antes que essa mesma mudança nos recrie. Propomo-nos desmanchar o puzzle da sustentabilidade e voltar a construí-lo na frente de todos, com todos e com o apoio de quem mais sabe. Queremos orquestrar esta ideia de forma inovadora, desafiante, irreverente!
Afinal de contas … não se trata do quanto somos já sustentáveis, mas do quanto queremos ser “naturalmente” sustentáveis!
Sonhámos com um dia diferente no coração de Lisboa - Tapada da Ajuda - uma área verde com cerca de 100 hectares onde está implantado o ISA. Sonhámos “plantar de raiz” no local , uma pequena aldeia totalmente sustentável, à porta do verão e do rio! Sonhámos dedicar este evento ao ISA, à Universidade Técnica de Lisboa, a Portugal e ao Mundo!
O nosso sonho envolve-te a ti, e é por ti e por tantos outros que queremos criar “um dia para sempre"! O dia 23 de Junho irá brilhar mais do que todos os outros do ano ... serão 24 horas de "sol a sol" ... plenas de experiências musicais, artísticas, tecnológicas, gastronómicas ... todas sustentavelmente enriquecedoras, em espaço verde e único no coração de Lisboa.
E porque os sonhos só valem a pena quando acontecem de facto ... e porque queremos que o TAPADASTOCK se converta num GREEN TSUNAMI sustentável que faça a diferença, te pedimos que circules este link pelos teus colegas de curso, amigos(as) e amigos(as) de amigos(as), primos(as), vizinhos(as), namorados(as) ... enfim ... queremos que todo o MUNDO inteiro saiba que o TAPADASTOCK contigo e com tantos outros ... passará de um sonho ... a uma realidade naturalmente sustentável!
Adere desde já (e naturalmente) a este evento neste link e convida os teus amigos também: http://alumnisa2011.wufoo.com/forms/tapadastock-naturalmente-sustentavel/
Inspira-te no video link http://blip.tv/back2crazy/tapadastock-6045779

Morada
Instituto Superior de Agronomia
Tapada da Ajuda
1349-017 Lisboa
Telefone: 21 365 31 00
Fax: 21 365 31 95
E-mail: cgisa@isa.utl.pt
URL: www.isa.utl.pt
Ao longo dos anos, muitos têm sido os eventos e as situações e paisagens diversas que têm sido registadas em fotografia.
Inicialmente pelo Senhor Marius Nabais, fotógrafo do ISA durante muitos anos, seguido pelo António Mil-Homens e hoje pelos Técnicos da DAG.
Existem ainda algumas fotos cedidas por Docentes e Não-Docentes.
Actualmente, a DAG/Design está a construir uma base de dados digital destas fotografias que se foram recolhendo.
Abaixo poderá conhecer algumas delas, organizadas por categorias.
NOTA: Salientamos que as apresentações foram preparadas para o browser Mozilla Firefox, pelo que a utilização do Internet Explorer poderá não garantir toda a qualidade das mesmas.